DE ONDE TIRAR FORÇAS? - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Olá, pessoal. Boa noite. Sejamos todos bem-vindos a mais um momento que a gente dedica do nosso dia, sobretudo nesse horário, 8 horas da noite, em relação a refletirmos, pensarmos. e nos unirmos em torno do evangelho do Cristo, seja qual for o momento em que nós estivermos passando, mas provavelmente num propósito de nos fortalecer, no propósito de conjugarmos um sentimento que nos é inato e um sentimento que nos é um ponto de intercessão chamado fé, que é uma palavra desse tamanhinho. bem toquinha, mas com a com a relevância indescritível e imensurável. Para quem esteja aqui pela primeira vez, receba o nosso abraço de boas-vindas. E a palestra ela se divide em o a reunião pública, ela se divide em três três partes, que é a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. Para quem porventura quiser, depois tem um passe que a equipe vai chamar, fica aqui atrás da plateia na minha frente, a cabine de passe. Feito esses breves importantes registros, vamos à nossa prece inicial, que é um momento em que a gente tenta, não que vá conseguir acalmar, serenar os nossos corações. Para quem, porventura quiser ficar de olhos abertos, não tem obrigatoriedade de fechar os olhos. Fechar os olhos é apenas uma estratégia de indução cognitiva em relação a concentrarmos, a mentalizarmos. E vamos à prece inicial. Particularmente eu estou de olhos fechados, que tentemos nos inserir parte de um todo. Esse todo é a obra de Deus que se reverbera pelo amor do Cristo nas dificuldades da vida, quando nos sentirmos desamparados. Quando nos sentirmos desolados, quando nos sentirmos sozinhos, tentemos imaginar Jesus Cristo não como um rosto, mas como
lo amor do Cristo nas dificuldades da vida, quando nos sentirmos desamparados. Quando nos sentirmos desolados, quando nos sentirmos sozinhos, tentemos imaginar Jesus Cristo não como um rosto, mas como uma luz incandescente de amor, de aproximação e sobretudo de acolhimento. Amado mestre Jesus, que nessa noite, que nesse momento eu possa me encontrar no teu evangelho que me ensina que o sofrimento é passageiro, que me requer prudência, que me recomenda paciência e principalmente trabalho. Não o trabalho do ofício em relação à perspectiva material, mas o trabalho espiritual em relação ao processo de burilamento íntimo e desapego da matéria. Feitos. Feita essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje, cujo tema de onde tirar forças. Eu quero dar um boa noite e agradecer aqui a Ieda lá de Canoas, do Rio Grande do Sul, que sempre se conecta com a comunhão em relação às nossas atividades, em relação aos nossos estudos. Lá em Canoas, por exemplo, onde Eda se encontra, é mais um momento, mais um espaço de prática da fé. Para quem tá presencial, que tá escutando um som aqui por trás dos bastidores, não se assuste, que não é um fenômeno mediúnico. Nós temos um coral que é lindo, lindo, que provavelmente deve est ensaiando. Então eu tenho um desafio a mais. Além de não esquecer o que eu preparei, não me desconcentrar em relação ao tom angelical. o coral. Às vezes a gente passa por situações na vida em que são invertidas as lógicas. Por quê? Porque todos nós, como enquanto criações divinas, somos destinados para sermos felizes. Mas todos nós temos a nossa própria história. Tanto imortal quanto da atual é encarnação. E todos nós é um processo natural que todos nós cometamos equívocos, erros. que caiamos, porque nós ainda não estamos em um grau de perfeição de Jesus Cristo. Muito pelo contrário, nós estamos desbravando os nossos caminhos, fazendo escolhas, mesmo não estando preparados. A gente é tão limitado que Deus na sua onisciência e no seu amor infinito nos
Cristo. Muito pelo contrário, nós estamos desbravando os nossos caminhos, fazendo escolhas, mesmo não estando preparados. A gente é tão limitado que Deus na sua onisciência e no seu amor infinito nos delega um anjo da guarda para nos ajudar, um anjo da guarda para fazer como se fosse uma curadoria da nossa vida. E o anjo da guarda, ele busca uma aproximação da gente quando a gente passa pelas dificuldades que nos são características, pelos nossos erros, pelo nosso processo de culpabilização, pelos nossos rancores ou para quem quiser se aprofundar em relação ao nosso atual estado de despertar cristão, o que Kardec e a equipe do espírito de verdade descreve na questão 101 o livro dos espíritos, onde vem grafar, onde vem gravar, onde vem nos ensinar a característica do espírito que ainda está conhecendo o estado da imperfeição. São sentimentos, clichês para quem porventura seja espírita, orgulho, vaidade e egoísmo. E tem outros decorrentes do apego da matéria, como, por exemplo, sexolatria, drogadição, alcoolismo e todas as variantes das ilusões que nós temos e que tanto acreditamos. E é nas nossas certezas que a gente erra. E para quem porventura também já errou, nada melhor do que uma queda e efetivamente um encontro de consciência consigo naquela queda. É como se a gente dissesse: "Erei, errei de novo parece que eu não aprendo, mas eu vou tentar me emendar, eu vou tentar me reorganizar psiquicamente. E para isso eu tenho duas alternativas. E Kardec escreve categoricamente, categoricamente sobre isso no Evangelho Segundo Espiritismo, quando a nossa psiquê é abalada, quando a nossa mente fica fragilizada nos nossos processos, quando a gente se questiona, e é o tema da palestra de hoje, de onde tirar forças, Kardec nos apresenta um texto maestral intitulado Aliança. entre a ciência e a religião. Ali o professor Hipolite Leon Denis Rivaio vem nos apresentar um ponto de interseção e também eclode a ideia da fé raciocinada. É como se o codificador, sabendo da nossa característica,
e a religião. Ali o professor Hipolite Leon Denis Rivaio vem nos apresentar um ponto de interseção e também eclode a ideia da fé raciocinada. É como se o codificador, sabendo da nossa característica, nos apresentasse uma estratégia. Cuide da fé, porém cuide do corpo. Procure a ciência e não deixe descuidada o lado descuidado o lado espiritual. A ciência que se reverbera daquele texto está caracterizada, por exemplo, nos tempos de hoje, na psiquiatria, na psicologia, com todas as suas escolas. Porém, ainda hoje nós em 2025, 2025 pensamos que psiquiatria é coisa de doido. Pensamos que psiquiatria é frescura, é coisa de gente fraca. E esse tipo de pensamento vem nos caracterizar enquanto seres orgulhosos, com um coração ainda um pouco petrificado, como se nós não precisássemos e não fosse dignos de uma ajuda, de uma intervenção, por exemplo, psicoterapêutica, de uma intervenção por exemplo, psicotrópica, que o diga quem porventura é ou conhece quem é alguém ansioso. Que uma leitura superficial, numa fala estática, temos o hábito de dizer que ansiedade é o excesso de amanhã. Mas vá falar isso para uma pessoa que tem um transtorno de ansiedade generalizado. Uma pessoa que se treme, uma pessoa que fica com sudorese excessiva, às vezes com excesso de alimentação para tentar contrabalancear o desequilíbrio psíquico. E desequilíbrio psíquico aqui passa longe, passa muito longe de ser um termo pejorativo. O espírito de Emanuel, pela psicografia de Chico Xavier tem um texto lindo, incrível sobre ansiedade lá no livro Pão Nosso, ou é no capítulo 8 ou é no capítulo 9, em que Emanuel vem falar das questões da carne e vem fazer uma reflexão dos porquês do espírito. Emanuel vem nos convidar a tentar refletirmos além, muito além desse corpítio que nós habitamos. E Kardec também fala sobre isso em um texto, dois textos, na verdade, quando a gente vai estudar, particularmente faço uma associação conjunta. Todos dois estão no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo. O primeiro é a vida futura,
em um texto, dois textos, na verdade, quando a gente vai estudar, particularmente faço uma associação conjunta. Todos dois estão no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo. O primeiro é a vida futura, em que ele vem escrever sobre as nossas questões de querermos estar no amanhã sem controlar o hoje. E ele resgata um conceito muito lúcido em relação à perspectiva do tempo, que o tempo para nós, espíritos imortais passa longe de ser essa questão cronos. É uma sucessão de atos. O tempo é uma constante e nós vamos nos deparando de acordo com a nossa rotina, na nossa perspectiva dinâmica do que fazermos em relação ao tempo. Quais são? E aqui cada um de nós sabe os seus próprios bastidores. Cada um de nós sabe os seus próprios bastidores e cada um de nós sabe os episódios diários nos quais nós estamos. Cláudia, que está aqui na plateia sabe mais ainda que ela apresenta um programa aqui chamado Episódios Diários, que é incrível. E nesses nossos episódios diários, nós temos duas perspectivas, três, na verdade. A primeira de manter o enredo de culpabilização. Eu errei, eu sempre erro, eu não consigo sair desse padrão mental. A segunda perspectiva é uma perspectiva um pouco inconsciente. Eu sou a si mesmo. Fui criado assim e é da minha condição ser assim. E o terceiro viés é um viés mais amplo. É como se fosse uma órbita gravitacional com Jesus. Eu posso e eu consigo mudar, mas não é agora, porque os nossos processos de mudança requerem tempo. Os nossos processos de mudança requerem arregaçar de mangas, requerem que saiamos de uma perspectiva estática. E realmente tentemos, não que vá conseguirmos, mudarmos os nossos padrões mentais. O pensamento que nós temos hoje é resultado de um padrão que não começou hoje. E aí cada um sabe do seu próprio episódio diário. A questão é a seguinte: se a gente está imerso em um padrão mental e decide sair, só aquela decisão já é um impulso. Porque a depender do padrão mental que nós temos, nós ficamos caminhando como se fosse uma areia, areia movediça.
ente está imerso em um padrão mental e decide sair, só aquela decisão já é um impulso. Porque a depender do padrão mental que nós temos, nós ficamos caminhando como se fosse uma areia, areia movediça. E o pensamento areia moviça, vai ali nos implodindo, vai ali nos enterrando. E a tentativa de sairmos do pensamento areia movedista, primeiro é identificá-lo, segundo é termos vontade. Porque se tem uma questão de O Livro dos Espíritos que ultimamente eu tenho refletido, é a questão 90. Quando Kardec nos nossos vícios, questiona qual um uma dica que os espíritos nos dão em relação às nossas mudanças. A pergunta é assim: nós sempre poderíamos vencer nossas más tendências mediante nossos próprios esforços? É uma pergunta como se fosse uma pergunta capitão Planeta. Capitão Planeta é um desanimado da época da minha avó que ela sempre me contava antes de dormir, que ele tinha vários poderes, eram cinco. E no final ele sempre falava: "O poder é de vocês". Kardec questiona: sairmos do pensamento areia movediz, basta os nossos próprios esforços? É simples assim? Aí vem a resposta. É bem mais simples. Ó o que eles respondem. Sim, e às vezes com pouco esforço. O que lhe falta é a vontade. Ah, como são poucos os que se que esforçam entre vós. Mas aí entre entre estar envolvido em uma tendinite fluídica que nos leva a um pensamento, areia moveda, para sairmos desse padrão mental. É um esforço ergúrio que nós devemos ter. Não nos enganemos, porque nós temos além dos nossos pensamentos, os pensamentos das nossas companhias espirituais, porque todos nós somos o que pensamos. tá lá no capítulo 14 do livro a Gênesis e que Emanuel verticaliza no livro Pensamento e Vida, que no segundo capítulo ele vem falar também sobre a vontade. Porque a vontade, quando a gente efetivamente tem vontade, a gente consegue tratorar o pensamento areia em movediza. É como se a gente estacionasse um trator, amarrasse uma corda na nossa cintura e paulatinamente o trator fosse rebocando. Mas o grande detalhe que o trator vai
tratorar o pensamento areia em movediza. É como se a gente estacionasse um trator, amarrasse uma corda na nossa cintura e paulatinamente o trator fosse rebocando. Mas o grande detalhe que o trator vai rebocar paulatinamente através do esforço e através da vontade. Porque os nossos pensamentos quando eles estacionam em uma zona de fluidos, uma zona de energias um pouco refratárias ao evangelho, ele requer toda uma mudança de rotina que começa quando a gente acorda, que o diga, por exemplo, quem já fez tratamento espiritual, que é quando a gente chega chega a casa espírita quer querendo resolver os nossos problemas. E muitas vezes a gente se engana, não vou fazer um tratamento espiritual, vou ficar lá tantas semanas, vou tomar passe, vou levar água para fluidificar e depois eu vou receber alta. O processo não é bem assim, porque depende da nossa vontade. É tanto que não sei se vocês já fizeram tratamento espiritual, eu já fiz e repeti, ó, um bocado. E o bom é a gente falar com conhecimento de causa. A primeira recomendação quando a gente trata, quando a gente vem para um tratamento espiritual é a mudança de hábito. E dentro da mudança de hábito tem outra recomendação, leitura edificante. Que durante muito tempo eu vinha no automático, leitura edificante. Não, vou pegar um livro aqui, Justiça divina, aí vou ler e capa a capa. E eu gosto de riscar aí. o livro, marca, dobra as páginas para tentar decorar as lições, mas de nada adianta se a gente não internalizar. Por isso que a expressão é leitura edificante, edificar uma nova conduta, porque uma nova conduta repetida, ela vai se transformar em uma rotina. E se nós sustentarmos essa rotina se transforma em um hábito. Aí é quando a gente consegue realmente engatar a marcha única do trator. E a leitura edificante significa nós internalizarmos o evangelho, não pensando Deus vai cuidar de mim. Porque o espiritismo ele nos coloca em uma posição ativa. O espiritismo ele se propõe a nos levar para uma posição protagonista de nós
internalizarmos o evangelho, não pensando Deus vai cuidar de mim. Porque o espiritismo ele nos coloca em uma posição ativa. O espiritismo ele se propõe a nos levar para uma posição protagonista de nós acreditarmos em si. É difícil, mas a gente consegue. E a pergunta de onde tirar as nossas forças, a depender da situação em que a gente passe, não tem resposta. E aí a gente fica meio que esperando o tempo passar, meio que esperando a vida se resolver. Mas se algo nos levou a um estado em que nós perdemos as nossas forças psíquicas momentaneamente, a primeira situação que nós devemos nos envolver é tentar não que vá conseguirmos sair daquele padrão de pensamento. Mas por que a gente não consegue? Porque é tão difícil. Porque pra gente chegar em um estado psíquico, sem forças para reagir, a gente vai se alimentando daquele contexto. É como se um grão de areia que estivesse lá longe fosse se aproximando, se aproximando, tomando o nosso campo de visão até fazer com que nós só consigamos enxergá-lo. Está se falando aqui das nossas aflições e das nossas angústias, porque nenhuma angústia começa do dia paraa noite. Nenhuma angústia que nós temos, qualquer que seja, qualquer que seja, a gente se deparou numa topada ou então encontrou assim, colocou no bolso e começou a criar um problema de estimação. Ó o dedinho. As nossas angústias a gente vai convivendo. as nossas angústias, a gente não vai processando, a gente não vai diluindo, a gente não vai digerindo. E ali um momento espaço, um momento específico num pensamento inverso, ao que falamos, falávamos algum momento, aquele pensamento vai se transformando em uma conduta, vai se transformando em uma rotina e chega ao hábito. Aí quando a gente chega a força do hábito para sairmos, precisamos nos desestruturar. Não no sentido pejorativo, mas no sentido de nos desconstruir, como se fosse aquele jogo de Lego. Tira as peças, um quebra-cabeça e monta novamente. Cada peça tem a sua história. E não desprezemos o nosso processo de sofrimento.
as no sentido de nos desconstruir, como se fosse aquele jogo de Lego. Tira as peças, um quebra-cabeça e monta novamente. Cada peça tem a sua história. E não desprezemos o nosso processo de sofrimento. Não nos desapontemos com Deus quando a gente passa por uma situação em que a angústia asfixia a esperança. Porque como nós somos imortais e o corpo vai padecer com cinco, com 10, com 15, com 20, com 50, com 100, com 150 anos. Há duas semanas, inclusive sai um estudo de um cientista que diz que a pessoa que vai desencarnar com 150 anos já nasceu e eu espero que seja eu. Por que eu falo isso? Porque se a gente pegar de 100 anos para cá, Deus está nos dando uma moratória. Há 100 anos, a expectativa de vida era ali 50, 60 anos. Hoje em dia já chegamos à normalidade dos 90 anos, 30 anos. Para quem reflete a respeito da lei do progresso, é uma moratória que Deus está nos concedendo na atual fase de regeneração. A filosofia espírita é linda. Às vezes ela nos faz uma viagem para que a gente volta para refletir na dimensão da obra de Deus. Porque se estamos em um contexto saindo de um mundo de provas expiações para ir pro mundo de regeneração, Deus é tão bom que está postergando a nossa temporada na terra. É como se ele dissesse: "Olhe, dessa vez você vai e você vai ficar mais três décadas". Aí a gente fala lá no planejamento reencarnatório pros mentores. Não, mas eu não preciso porque eu aprendi. Não, você precisa. Não, mas eu aprendi. Eu sei, mas tem a lei do esquecimento. Você vai esquecer até de mim. Vou não. Eu lhe amo. Tu vai. Eu que o diga. Quando quando você perder as forças, eu ficar insistindo, vai dar certo e não se preocupe, porque você ainda tem 20 anos e pela expectativa de vida tem mais 60 pela frente e além dos 60 virão outras reencarnações, porque o progresso se dá na matéria. Quando a gente volta paraa pátria espiritual, a gente aprende. A primeira sensação é um estado chamado perturbação. Tá lá na questão 165 do livro dos espíritos. A gente não tem mais a máscara do corpo e a gente meio que se
araa pátria espiritual, a gente aprende. A primeira sensação é um estado chamado perturbação. Tá lá na questão 165 do livro dos espíritos. A gente não tem mais a máscara do corpo e a gente meio que se desespera com quem é, como se a gente não soubesse quem somos. A gente pode não se conhecer intimamente falando, mas nós sabemos das nossas tendências. a gente desencarna. Aí pensa, chega lá, pensa: "Meu Deus, tanto serviço na comunhão, o que que eu tô fazendo aqui no umbral?" Aos obsessores, não, teu pensamento é aqui conosco. Aí o que é que acontece? Paulatinamente a gente recupera a consciência. Não é na mesma hora. a gente passa por um processo de desequilíbrio. E como pela lei do progresso nada, nada do que a gente aprende se apaga, nós temos possibilidades de acessarmos recursos do perespírito. Então, por exemplo, nessa questão, quando eu estiver novamente na minha temporada do umbral, passando por mais um estado de perturbação, assediado pelos meus amigos, eu vou me lembrar da obra Nosso lar. Vou me lembrar do, eu acho, tenho fé nisso. Vou me lembrar do exemplo do espírito André Luiz, que passou ali entre 7 e 8 anos. Aí, provavelmente eu vou respirar assim. André Luiz passou esse tempo, só Deus sabe o quanto eu vou passar aqui. Mas como eu vou estar no mundo espiritual, não vai ter o tempo dos anos, mas o tempo do pensamento. E se tem algo que a literatura espírita nos ensina, é que o pensamento é o nosso sentimento. Joséano Pires tem um livro incrível, um da capa amarela, a ediução que eu tenho, o espírito e o tempo. Ele vem falar dos nossos processos de aprendizados. atual situação que nos trouxe a essa temporária passagem de um estado em que nós não tenhamos força, vai passar porque a gente vai se recuperando paulatinamente. Um grande erro que nós podemos cometer e até conhecer Espíritismo. Eu cometi muito esse erro, muito esse. Hoje ainda cometo, porque espírito imperfeito também tem um sinônimo de teimoso. Quando a gente erra, que a gente cai, tudo que a gente quer é sair daquele
ismo. Eu cometi muito esse erro, muito esse. Hoje ainda cometo, porque espírito imperfeito também tem um sinônimo de teimoso. Quando a gente erra, que a gente cai, tudo que a gente quer é sair daquele estado mental. Certamente porque nós fomos criados e destinados para a perfeição. Mas não adianta na minha próxima queda, na minha atual queda, eu ficar me contestando como levantar, porque aí é desperdiçar mais uma oportunidade de aprendizado. Isso que eu tô falando, eu aprendi mais um glorioso tratamento espiritual que eu fiz. A ideia é pensarmos o que nos levou aqui, não na perspectiva de querermos voltar no tempo. Nós não voltamos no tempo, mas para refletir o padrão de pensamento que me levou essa topada, porque provavelmente eu vou repetir. Porém, quando eu estiver me aproximando, quando eu estiver me aproximando do padrão de pensamento, eu posso perceber em um processo de reforma íntima e de autoconhecimento, a mudança no estado fluídico. E ali eu terei novamente, novamente mais uma oportunidade de decidir e desviar. Mas provavelmente, enquanto eu estou na imperfeição e além de ser souimoso, eu vou me deparar de novo com o processo de mudança passa longe, passa longe de ser fácil. Se fosse fácil, nós estávamos há anos luz de onde nós estamos. Na primeira parte do livro dos espíritos, quando Kardec escreve sobre isso, tem um registro de que nós não chegaremos na perfeição, na atual reencarnação, porque ainda não é o momento e tudo, tudo tem o seu tempo. Semana passada fui retrasada, manhã me ligou, a gente falando, começou a falar sobre religião, as situações da vida. Disse: "Não, tem um livro que você precisa conhecer, o livro de Eclesiastes". Eu disse: "Mãe, eu não sou demodê, eu não estudo ainda o Antigo Testamento porque eu ainda estou no Novo, ainda querendo aprender. A minha cronologia é reversa. Eu começo, tô começando por Jesus e depois eu pretendo ir lá pro Antigo Testamento para conhecer, por exemplo, a história de Jó, da paciência de Jó, a história de Matusalém. Ela
cronologia é reversa. Eu começo, tô começando por Jesus e depois eu pretendo ir lá pro Antigo Testamento para conhecer, por exemplo, a história de Jó, da paciência de Jó, a história de Matusalém. Ela disse, mas leia o livro de Eclesiastes, porque tem uma passagem sobre o tempo. Aí eu fui estudar, aí tem lá, eu ainda não decorei porque eu ainda tô me ambientando e ainda estou praticando. Eu tenho uma dificuldade que só quando sigo decorar os textos quando eu aplico. Mas lá nessa passagem de Eclesiastes tem uma passagem linda sobre o tempo, que existe tempo para tudo. Existe tempo para sofrimento. Existe tempo para as nossas quedas. Existe tempo em que a gente fica estático, sem forças. Existe tempo do florescer. Existe tempo de semeadura. E sobre isso Jesus nos ensina no Evangelho de Mateus a linda parábola do semeador, que o semeador saiu a semear e não acolher. E o semeador otimista semeou em quatro, 1 2 3 4 cenários distintos sem preocupar, sem nem se preocupar se a semente germinaria. Dos quatro, só um germinou. Jesus é tão bom que ele vem nos explicar a parábola do semeador. E ele associa a semente ao nosso processo de fé. Ele associa ao tempo, como se resgatasse a passagem lá de Eclesiastes. O evangelho nos traz inúmeras reflexões e o evangelho, por isso que eu não consigo sair do Novo Testamento, mas um dia, como eu sou imortal, eu chegarei no Antigo. Quando Jesus fala no Evangelho de João, que é o pão da vida, aparentemente a gente pensa só no pão que a gente deve se alimentar. Percebamos a sutileza de Jesus. Porque quando a gente estuda o Novo Testamento, cada evangelista tem a sua característica. No evangelho de João, Jesus se anuncia em primeira pessoa. Eu sou o pão da vida. Eu sou a luz do mundo. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Eu sou a videira. Eu sou a porta. No diálogo com a mulher samaritana, ele se vincula à água. No dia em que beberes da minha água, nunca, nunca mais terás sede. Mas concentremos aqui no pão da vida. Porque para termos o pão
ou a porta. No diálogo com a mulher samaritana, ele se vincula à água. No dia em que beberes da minha água, nunca, nunca mais terás sede. Mas concentremos aqui no pão da vida. Porque para termos o pão é necessário o trigo. É necessário processo de permentação. Aí lá no Evangelho de Mateus tem a parábola do joio e do trigo, em que um fazendeiro chegou à época da plantação, reuniu os funcionários, vamos plantar porque chegou a época do trigo, todo mundo começa a plantar. E do lado vizinho tinha uma pessoa que invejava um pouquinho aquele fazendeiro. O trigo foi plantado. À medida em que o trigo começou a comer, a crescer, o fazendeiro plantou o joio, que em uma perspectiva estratégica, o joio sufoca o crescimento do trigo. Jesus continua a parábola, fala, nos ensina categoricamente, porque Jesus falava para falava para pescadores e agricultores para simplificar a linguagem, porque antigamente, a depender, hoje ainda a gente se usurpa conhecimento divino para hipnotizar as pessoas com palavras de efeito. Aí na parábola do joio do trigo, fazendeiro fala: "Pego o joio, separa do trigo, pega o joio e toca fogo." A gente vai suspender um pouquinho a fofoca do joio para focarmos na doutrino. Aí o trigo é separado, o trigo é moldurado em formato de um futuro pão. O trigo é colocado no forno, passa por um processo de fermentação e chega ao pão. Por que Jesus fala que é o pão da vida, o qual todos devemos nos alimentar? Porque todos nós precisamos nos alimentar de si. Separando o que é joio, separando o que é trigo, passando por um processo de fermentação, de mudança dos padrões de pensamento, para futuramente comer da colheita. Mas isso, o pão nosso de cada dia que Deus nos dá lá na oração do Pai Nosso, começa na parábola do semeador. O evangelho é lindo. Quem tem olhos para ver que veja. Quem tem olhos, quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. Não interpretemos Jesus de uma maneira restrita, porque se a gente interpreta de uma maneira restrita, o surdo não consegue enxergar, não
e veja. Quem tem olhos, quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. Não interpretemos Jesus de uma maneira restrita, porque se a gente interpreta de uma maneira restrita, o surdo não consegue enxergar, não consegue escutar a palavra de Deus. O cego não consegue ver. Ao final e ao cabo, Deus é nada mais, nada menos do que uma perspectiva neurossensorial que nós temos. a gente se alimenta do pão. Porém, nesse processo de fermentação, nós passamos pelas nossas situações e nós temos é natural. Natural em uma perspectiva de mobral espiritual, a gente vai só letrar na natuturaral. É natural. termos nossos joios. É natural termos as nossas ervas daninhas que nós podemos selecionar. E um dos grandes detalhes da parábola do joio e do trigo que o fazendeiro fala: "Pega o joio e toca fogo." E aqui a gente vai falar um pouco da completude da obra de Deus. Aquela época não tinha eletricidade. Se eventualmente à noite precisasse fazer um facho que não tinha lanterna. Um facho na época é como fosse uma tocha de luz para fazer luz. Qual seria a matéria-pra? o joio. O que quer dizer com isso? que os nossos erros, as nossas ervas daninhas, os nossos joios, eles são muito, muito válidos, porque o padrão de pensamento ele se repete a gente até a gente quebrar o ciclo. Até a gente quebrar o ciclo. Porque quando a gente quebra o ciclo, a gente observa assim: "Não, eu já paguei essa matéria, sei nem como é hoje. Na minha época tinha supletivo. Já fiz um supletivo de orgulho. Paguei dependência de vaidade. Rancou. Eu tenho pós-doutorado. Isso você eu falando lá no mundo feliz. Naquela época da comunhão que eu utilizava aquela tribuna. Nossa, como eu queria fazer o que eu falava. Mas ensina Jesus e Chico Xavier que a gente não tem que esperar estar pronto para fazer acontecer a vida. Aí não teria graça. O bom da vida são os recomeços. O bom de uma lágrima e a lágrima é o grito da alma que não fala. a express, porque nós somos seres psicossomáticos. O bom da lágrima é podermos às vezes enxugá-la com lenço,
da vida são os recomeços. O bom de uma lágrima e a lágrima é o grito da alma que não fala. a express, porque nós somos seres psicossomáticos. O bom da lágrima é podermos às vezes enxugá-la com lenço, às vezes espurgar uma perspectiva de tristeza em um choro eloquente. Mas o bom da lágrima também é externalizar o que nós sentimos. E assim, no nosso processo de reconhecimento dos nossos sentimentos, nós temos a oportunidade de reformular. Nós temos a oportunidade de tentar praticar um conceito de justiça ensinado pelo Cristo, que é um conceito basilar que a gente ainda não sabe. Não faça ao outro aquilo que não queres que faça com você. fosse uma consciência que nós vamos criando paulatinamente. Devemos reconhecer as nossas limitações. Devemos reconhecer as nossas dificuldades, as nossas vulnerabilidade. A gente sabe, mas a gente não reconhece. Aí quando a gente não reconhece, vem um sentimento chamado culpa. E muito cuidado com o nosso processo de culpabilização, tanto nosso quanto o que a gente faz no outro, como se o outro tivesse sido criado para nos servir, como se o outro tivesse sido criado para atender os nossos interesses. Como se o outro fazendo um pensamento inverso, como se o outro necessitasse da nossa perfeição. Lei de sociedade, terceira parte do livro dos espíritos. A gente precisa ajudar uns aos outros. E muito cuidado com o refrão da canção Epitf. Devia ter amado mais. me importado menos com os problemas pequenos, ter morrido de amor. Devia ter aceitado as pessoas como elas são. Não sei, mas eu acho que o compositor da música é espírita, porque o espiritismo nos provoca essa reflexão. O espiritismo nos faz efetivamente pela temporalidade da carne sabermos que somos uma única família, conforme Jesus fala lá no Evangelho de Mateus. Quem são seus pais? Quem são meus, quem é meu pai? Quem são meus irmãos? O corpo é um instrumento de trabalho casual, mas a força está no nosso pensamento. sentimente. E aqui a gente vai se encaminhando pro final. Eu tive a alegria
us, quem é meu pai? Quem são meus irmãos? O corpo é um instrumento de trabalho casual, mas a força está no nosso pensamento. sentimente. E aqui a gente vai se encaminhando pro final. Eu tive a alegria de conhecer mais um grupo de trabalho da comunhão espírita de Brasília. E aqui eu faço um agradecimento. Não sei fazer duas coisas ao mesmo tempo. Só um pouquinho. Tem uma cola aqui. Achei. Pronto. Eu quero fazer um agradecimento a Rute, minha colega Rute de movimento espírita, que ela já tinha me apresentado o grupo Acolher, que é um grupo psicoterapêutico que nós temos aqui na comunha espírita, quinta e sexta, na sala TR, é só chegar a partir das 7 horas. E eu conheci recentemente o grupo Viver, o grupo Miozots, de dependência química. E ali na experiência que eu tenho tido, nós temos uma dinâmica de pessoas dependentes, de pessoas codependentes e um de público bem específico, bem específico, que eu vou provocar aqui uma indução cognitiva, uma chamada oral de evangelho. Em uma passagem que Jesus traz, que Mateus traz das curas do Cristo. Certa vez Jesus estava andando, a multidão acompanhava, porque sempre acompanhou e sempre vai acompanhar. Cheio de gente se batendo e Jesus lá. Aí uma pessoa puxa a roupa de Jesus. Vou potenciar o exemplo. Puxa pelo pé. E todo mundo se batendo, querendo encontrar com Jesus. Jesus para, alguém me tocou. Aí os apóstolos se olham. É Jesus, tá cheio de gente aqui, né? A gente tá se esbarrando, realmente alguém te tocou. Aí o Cristo fala: "Não, mas alguém que está passando por uma situação bem específica me tocou e eu senti o psiquismo. Quero saber quem é." Mas Jesus está lotado aqui, a gente não consegue. Aí aparece uma mulher desesperada, desesperada. Aí fala o seguinte para Jesus: "Jesus, eu tô com hemorragia faz 9 anos. Rodei todos os métodos, mudei até de plano de saúde e não consigo dar conta. E me disseram que o Senhor é o médico das almas. Cura-me a dor. Cura-me a dor que eu não sei mais o que fazer. Não tem méro que dê jeito em mim.
s, mudei até de plano de saúde e não consigo dar conta. E me disseram que o Senhor é o médico das almas. Cura-me a dor. Cura-me a dor que eu não sei mais o que fazer. Não tem méro que dê jeito em mim. Aí Jesus se posiciona, promove mais uma cura com um toque. A partir do toque, a mulher percebe uma variante e Jesus fala uma frase que se torna eterna. Mulher, vai que a tua fé te curou. e segue a caminhada. Logo depois, uma pessoa chamada Jairo, um chefe de sinagoga, um doutor da lei, procura Jesus. Jesus, minha filha tá dada como morta, cuida da minha filha. Mas dis, pois bem, me leva até a sua casa. E Jesus se vira pros apóstolos e disse: "Ó, aqui a fofoca é grande, só vai três." Aí ele vai, aí chega, tá lá a filha dada como morta e Jesus cura. Na história da filha de Jairo tem quatro personagem. Jesus, Jairo, a filha e tem uma personagem que é anônima. Eu vou dar uma dica. Quem é que chora de noite escondida do dia? Quem é que chora calada no banho? Quem é que vem pro centro espírita colocar o nome do filho no tratamento espiritual? Quem é que se pudesse absorvia toda aquela dor? A mãe. E aqui para encerrar eu dedico essa prece, esse texto, na verdade, do livro Justiça Divina. paraas mães do grupo Miozotes e tanto me ensinam. Oração na festa das mães. Senhor Jesus, junto dos irmãos que reverenciam as mães que nos amam, para as quais te rogamos os louros que mereceram, embora atentos à lei de causa e efeito que a doutrina espírita nos recomenda considerar, vimos pedir que abençoe também as mães esquecidas, para quem a maternidade se erigiu em purgatório de aflição, pelas que jazem na largueza da noite conchegando ao peito os rebentos do próprio sangue, para que não morram de frio, pelas que estendem as mãos cansadas na praça pública, suplicando em nome da compaixão, o sustento que o mundo lhes deve à necessidade, pelas que se refugiam nas furnas da natureza, acomodando crianças enfermas entre as feeses dos animais, pelas que revolvem latas de lixo, procurando alimento
tento que o mundo lhes deve à necessidade, pelas que se refugiam nas furnas da natureza, acomodando crianças enfermas entre as feeses dos animais, pelas que revolvem latas de lixo, procurando alimento apodre de que os próprios cães se afastam com nojo. que pintam o rosto escondendo lágrimas num impulso infeliz de se venderem o próprio corpo a corações desalmados, acreditando erroneamente que só assim poderão medicar os filhos que a enfermidade ameaça com a morte, pelas que a descobriram calúnia e fé na nas bocas dos que dos que amamentaram, pelas que foram desprezadas nos momentos difíceis, pelas que se converteram em sentinelas da agonia moral junto aos cátares da provação. pelas que a viuvez entregou a cobiça de credores inconscientes, pelas que enlouqueceram de dor e foram trancadas dos manicômios. e por aquelas outras que a velice da carne cobriu de cabelos brancos e sem ninguém que as quisesse, foram acolhidas como sombras do mundo nos braços da caridade. São elas, Senhor, as heroínas da retaguarda que pagam a terra os mais altos tributos de sofrimento. Tu que reconfortaste a samaritana e secaste o pranto da viúva de Naim, que restauraste o equilíbrio de Madalena e levantaste a menina de Jairo. Accorda as filhas de Jerusalém que te partilharam as agonias da cruz quando todos te abandonavam e compadece da mulher. Se porventura a gente for mãe, se porventura a gente não tem mais força para dar conta de um cuidado com o filho, tenhamos fé, porque a persistência e a paciência vem com Jesus. Muito obrigado. Boa noite e que voltemos fortalecidos para os nossos lares. Vamos agora à nossa prece final. Graças a Deus que eu não desconcentrei com coral. Amado mestre Jesus, que possamos buscar forças onde não encontramos. Que possamos nos fortalecer quando desacreditemos. que possamos perseverar quando estivermos nos sentidos sozinho. Para isto temos o teu evangelho de amor, de glória, mente de esperança. Com essa prece damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Agora a
s perseverar quando estivermos nos sentidos sozinho. Para isto temos o teu evangelho de amor, de glória, mente de esperança. Com essa prece damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Agora a gente vai tomar o passe. Quem quiser a equipe chama. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho,
ra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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