De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino !!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
เฮ เฮ Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um estudo aqui da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui para mais uma noite hoje, terça-feira, 22 de abril, estamos aqui para mais uma noite de estudos e de compartilhamento aí de muito conhecimento e muitas ideias. E eu já vou trazendo aqui pra nossa tela, pro nosso palco, professor Severino Celestino, Jorgito Elarrá e Álvaro Mordei. Boa noite, meus irmãos. Tudo bem com vocês? Tudo maravilhoso, graças a Deus. Antes de nós começarmos, eu gostaria de, primeiramente, saudar os nossos companheiros católicos que podem estar ligados no nosso trabalho, dizendo que nós nos juntamos a eles com relação a esse momento de partida do nosso papa, não é? E dizendo que nós nos juntamos no reconhecimento no valor desse personagem. tão importante para a nossa história contemporânea e dizer que nós aguardamos do fundo dos nossos corações que o conclave se reúna e consiga logo encontrar um bom substituto para ele para retomar todos os os trabalhos que têm sido desenvolvidos pela igreja nessa grande mudança que tem acontecido nas últimas décadas, né? Boa noite, Álvaro. Boa noite, Adriano. Boa noite, Jorgito. Boa noite, queridos internautas. Eu endosso as palavras aí do nosso companheiro Jorgito Elará. Eu também já fiz essa referência na nossa primeira live de hoje na nossa casa, no Bom Samaritano aqui em João Pessoa. Eu também me solidarizo eh com os nossos irmãos católicos e admirei muito a condição eh diria assim de da mensagem universal, acolhedora inclusiva do Papa Francisco, que sempre esteve do lado dos mais fracos. de uma certa forma não comungou com muitas coisas que ele encontrou na Igreja Católica, tentou fazer algumas reformas, inclusive quebrou protocolos. O o o o outro protocolo que quebrou foi não querer ser enterrado no Vaticano, mas na igreja de Santa Maria Majori lá em Roma, que é uma igreja que fica mais de fora do Vaticano. foi um homem realmente voltado para os diferentes, para os mais necessitados, deu muitos
o Vaticano, mas na igreja de Santa Maria Majori lá em Roma, que é uma igreja que fica mais de fora do Vaticano. foi um homem realmente voltado para os diferentes, para os mais necessitados, deu muitos exemplos eh de solidariedade, fraternidade e amor. E soube sair dignamente, porque nas vésperas da viagem ele ainda foi abençoar lá na na Basílica, lá em Roma, os seguidores, os membros nossos irmãos da Igreja Católica. Então vão aqui as nossas mais sinceras vibrações de que Jesus o receba com o amor e o carinho que ele sempre teve enquanto esteve aqui na terra e que ele receba com certeza um bom lugar no mundo espiritual. Com certeza está. Boa noite Adriano Máximo. Boa noite Severino Celestino. Jorgito Elará. Olha, eu vou contar uma coisa para vocês. Eu tava lendo aqui agora uns nomes. Soraia Monteiro, nossa amiga de Campo Grande, tá com a gente desde o primeiro episódio. Ela tá todos os dias, todos os episódios, desde o primeiro aqui conosco. O, não sei se o Elará conhece a testemunha. Ana C, boa noite. Flávia Teodoro, boa noite. Ó, Márcio Antônio Dias, é o Márcio de Bertioga. Quanta gente maravilhosa aqui com a gente, né? Olha, eu conheço a testemunha quando eu tinha 18 anos. Faz as contas. 1800. Já tinha filhos, netos, alguma coisa assim ou não? Rapaz, ela já era bisavó quando eu tinha 18 anos, né? Zilminha Helena de Guarulhos. Zilminha, um grande abraço. Começou muito feliz estar aqui mais esse dia com vocês, meus amigos. Ô, ô, ô, Álvaro, eu queria, desculpa, Jorgito. Jorgito, você tá sem som. Se eu que se eu que tenho quase 100 conheci ela quando eu tinha 18, imaginho, né? É, é complicado. Não, não, não. Eu acho que quando a gente fala a respeito de mulher, a gente tem que ter muito cuidado, porque mulher de certa idade nunca tem idade certa. Então, é melhor coisas, né, para evitar, né? aquilo que a gente chama de de como é milindre, que aqui não tem, mas às vezes acontece. Mas eu queria mandar uma um nome para um abraço paraa nossa querida amiga Aparecida lá de
né, para evitar, né? aquilo que a gente chama de de como é milindre, que aqui não tem, mas às vezes acontece. Mas eu queria mandar uma um nome para um abraço paraa nossa querida amiga Aparecida lá de Fortaleza, do Maredomos Alv, que ela já está conosco. É, ela está conosco e ela esteve aqui agora na semana, no final de semana e eu marquei para encontrar com ela, ela comigo e a gente desencontrou, mas ela voltou hoje para Fortaleza e já está ligada conosco aí. Desde antes da da gente de entrarmos, ela já estava nos aguardando. Um abracido, um abraço na no marido dela, o nosso querido amigo Cantídio, a sua filha, eh, desculpa, agora fugiu não, Carla. Um abraço na Carla, nessa família querida, linda aí do de Marodomos, na praia de Iracema em Fortaleza. A Cida é, você conheceu também? conheceu também. Oi, pessoal, antes de continuarmos, vamos fazer, vamos fazer a nossa prece inicial. Cantida. Conheci, conheceu sim. Lá no nosso encontro Fortaleza. Cantilho. Isso mesmo. Aliás, ela já tava por lá esses dias, né? Tá em João Pessoa. Voltou hoje para Fortaleza. Ela, eu acho que ela tirou até a bagagem do carro, chegou e já entrou para comprar estudar conosco. Não, eu tava numa live, eu tava numa live com João Pessoa, uma live. Você, você desdobra bem, Jorgito. Eu não tenho essa faculdade. Eu, eu, eu vou pedir pro Jorginho fazer nossa prece inicial. Pode ser, Jorge? Pode, pode ser, sim. Vamos orar já. Vamos lá. Senhor, neste momento especial que tu nos ofereces para que reflitamos sobre a tua mensagem expressa nos livros religiosos, nós te pedimos as tuas bênçãos para que tu nos ilumines a fim de que consigamos retirar os textos que iremos ler. A sabedoria neles oculta. para iluminar os nossos corações e as nossas mentes, descobrindo a imensidão da tua misericórdia, presente nos tempos mais remotos de nossa história, nos asseverando o teu amor e a tua solicitude com a nossa possibilidade de encontrarmos a verdadeira felicidade. por esses momentos que tu nos ofereces. Nós te agradecemos,
remotos de nossa história, nos asseverando o teu amor e a tua solicitude com a nossa possibilidade de encontrarmos a verdadeira felicidade. por esses momentos que tu nos ofereces. Nós te agradecemos, Senhor, e rendemos graças ao teu nome e aos teus esforços de nos conduzir para a luz. Que assim seja. Que assim seja. Muito bem. Aí já já muda o já muda o esquema todo, né? Graças a Deus. Já entra no clima, né, Adriano? Muda, muda tudo. Nossa Senhora. Ó, eh, vamos lá, então. Vamos ao que interessa. Antes de mais nada, deixar aqui um grande abraço, né? Beijos nos corações de todos os que estão nos acompanhando, pessoal que está nos cumprimentando aqui através do chat. Muitíssimo obrigado, né, por estarem aqui. Valeu demais. Todo esse trabalho é feito para vocês. Então, quando vocês participam aqui, vocês estão conosco, isso nos traz muita felicidade. Então, valeu muito, muito, muito. Não vou mencionar uma pessoa específica não, porque nós já temos aqui talvez até mais de uma centena de comentários, então eu não vou mencionar um e deixar de mencionar outro, não. Mas vamos então ao que interessa. bola com os meninos para então retomarmos aí o estudo da série de Moisés da Kardec, quinta temporada. Então a bola está com vocês, meninos. Ai o Elratadinho, coitadinho. Olha, tá travado. Não, agora eu não tô mais não. Tá mais não. Diz travou. Agora não depois que eu descobri que trava a imagem, eu me calo. Então, uma boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, Al. Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, Álvaro. É possível toda vez que eu vou Boa noite. Boa noite. Boa noite, Jorgino. Tá travando no boa noite. Como é que vai ficar esse negócio? Pois é, vamos de novo. Terceira vez. Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, Álvaro Morrai. Boa noite, Flávi. Flávia Teodora de Vixi no Espírito Santo. Boa noite para todos para mais um episódio nosso do nosso programa de Moisés a Kardec. Para quem não tem o hábito de estar por aqui, o nosso objetivo nessas nossas
a Teodora de Vixi no Espírito Santo. Boa noite para todos para mais um episódio nosso do nosso programa de Moisés a Kardec. Para quem não tem o hábito de estar por aqui, o nosso objetivo nessas nossas lives quinzenais não é validar todos os versículos que o Velho Testamento tem, mas é identificar dentro do corpo da obra as verdades espirituais que muitas vezes nos passam despercebidos. Porque quando nós eh nos aproximamos desses materiais, nós às vezes ou queremos negá-lo ou queremos admiti-lo na sua integralidade. Nosso objetivo é retirar a sabedoria que esses textos possuem e trazê-los para uma leitura daquilo que a doutrina espírita possa nos oferecer eh desse material. Então, nós já estamos no nosso nossa quinta temporada, portanto, no nosso quinto livro. Estamos estudando o livro de Deuteronômio e estamos fazendo a sequência desse nosso estudo, tá certo? Para que a gente consiga fechar. Nós já passamos então do 16, né? Então, a gente já está chegando aí no ponto da hum da metade desse dessa parte. Nós já estávamos estudando eh as festas que existiam e agora aí fizemos uma parada porque o professor Severino fez uma magnífica viagem. Professor Severino, eu quero falar uma coisa pro senhor e quando eu tenho para falar as coisas, eu falo na frente de todo mundo e acabou. você não tem esse negócio não. Eu falo mesmo. Eu fiquei acho que uma semana inteira pensando naquela cidade de Pérgamo. Aquilo foi a coisa que mais me tudo que você mostrou foi interessante, mas aquele negócio de Pérgamo ali, eu fiquei muito, eu recomendo quem não assistiu a última live que volte para dar uma lida e veja as fotografias e os comentários que o professor Severino fez sobre a cidade de Pérgamo, na Ásia Menor. Cara, que negócio louco é aquilo? Eu fiquei muito impressionante. Conversei com Sâmia, falei com ela sobre, gente, isso é muito impressionante. Isso é muito vanguardista. É muito futurista, muito, muito na frente do tempo aquilo. Coisa espetacular. Eu fiquei muito impressionado. Olha a a graça Lazarini
bre, gente, isso é muito impressionante. Isso é muito vanguardista. É muito futurista, muito, muito na frente do tempo aquilo. Coisa espetacular. Eu fiquei muito impressionado. Olha a a graça Lazarini também. É graça. Eu fiquei muito impressionado com aquilo, muito mesmo. Queria só registrar isso aqui, porque realmente a sua contribuição na semana passada foi uma coisa magnífica. Obrigado, Jorge. E eu digo para você que quando a gente se lembra e reflete que tudo aquilo aconteceu 300 anos antes de Jesus chegar ao planeta absoluto, já um avanço que hoje ainda muita coisa ainda não se atingiu naquele patamar. É, realmente, eu também fiquei impressionado ainda. Hoje eu vou ali e fico e e sinto muitas energias e vejo um palco assim impressionante de um recado da espiritualidade para um 2000, vamos dizer assim, 2300 anos depois, que é o que nós vivemos hoje. É muito marcante aquilo ali mesmo. Impressiona a medicina, a ciência, a saúde, a psicoterapia, a psicologia. psiquiatria, tudo que diz se diz respeito à alma, né, ao espírito, a faculdade mediúnica, tudo de uma vez só. É um é um complexo de conhecimentos pré, vamos dizer assim, pré-cristãos, né, ou antes de resumir, espetacular, que resume tudo da humanidade, né? vem até do Egito, até coisas egípcios ali também tem. É realmente porque porque o porque o conhecimento ele transitava naquela época, né? As pessoas iam pro Egito estudar e voltavam. Tava outro dia estudando a vida de Platão e no que eu estava lendo, dizia o seguinte, que Platão, quando jovem foi discípulo de Sócrates, mas ele era jovem. E aí ele eh eh pegou e escreveu as coisas que Sócrates falava e tal. Quando ele ficou mais velho, ele mesmo foi para o Egito e estudou as doutrinas secretas do Egito durante muito tempo. Quando ele voltou do Egito, ele nunca mais falou da doutrina secreta, porque agora ele como iniciado não poderia mais contar para as pessoas as coisas que ele sabia. Interessante. Interessante. Mas é isso, né, meus amigos? Nós paramos no capítulo
ou da doutrina secreta, porque agora ele como iniciado não poderia mais contar para as pessoas as coisas que ele sabia. Interessante. Interessante. Mas é isso, né, meus amigos? Nós paramos no capítulo 16. 16. 18. Agora, é porque a gente tinha visto as três festas, né? Isso. É, nós vimos, nós vimos. É. três festas aí. Eh, vimos aqui a festa de dos tabernáculos, vemos a Páscoa que tá logo no começo, né? A peça e Xav Páscoa, a festa dos tabernáculos e a festa de pente, ele chama de pentecostes, mas ele quis festa é não é pentecostes, é a festa de Xavuoto, festa das semanas. Isso. E eu queria, Jorge, só que eu gosto muito de de permita minha antes de você entrar no show time, na parte do dos do juízo, que eu gosto muito de de de ligar, como foi o objetivo de que Jorge falou ali no início, da gente tirar desses versículos que a gente estuda aquilo que é mais importante. E sobre a primeira festa, eu gostaria de registrar que é a BPESA a presença de um homem que veio da Siriné, antiga atual Líbia, né, que na veio de distante, segundo Mateus, celebrar a Páscoa em Jerusalém e acabou a mando do soldado romano, sendo aquele que auxiliou Jesus a carregar a cruz. Então a gente observa que a Páscoa que origina das três Shalim é a festa realmente que abre, né, a libertação do povo hebreu, mas que para nós que conhecemos a primeira revelação, a segunda e a terceira, a gente tem muitas ligações. E eu queria fazer a primeira ligação essa de Simão Cirineu na festa da Páscoa, carregando a cruz de Jesus, que não foi uma casualidade, né? Ele veio de tão longe para acabar encontrando com Jesus durante essa festa que estava sendo crucificado. E ainda as citações, né, que a gente tem Mateus 26, que os discípulos foram comemorar festa no cenáculo, que Jesus ordenou a Pedro e João que fosse ao cenáculo em Jerusalém, encontrasse homem com a biga, perguntasse a ele aonde eles iriam celebrar a Páscoa e que ele celebrou ali, além de ter vivido ou revivido essa grande festa judaica, que ainda hoje é
culo em Jerusalém, encontrasse homem com a biga, perguntasse a ele aonde eles iriam celebrar a Páscoa e que ele celebrou ali, além de ter vivido ou revivido essa grande festa judaica, que ainda hoje é tão ativa, tão atuante, tem até um livro chamado Agad com todas as passagens. Eu acho maravilhoso tudo isso, mas Jesus reviveu isso e acrescentou duas coisas importantes para nós que não tem na Páscoa judaica. o lavapés que tá lá em João 14 e a promessa também do Consolador que foi nessa noite, foi nessa última Páscoa celebrada por ele, sem falar na ressurreição, né, que é outro passo de de uma mensagem muito grande de mortalidade da alma, de permanência após o mundo espiritual e tantas outras questões que ele deixou eh reservado para a posteridade, porque Quando se fala no ocidente em Páscoa, parece que não existiu Páscoa judaica, mas ela é sim a matriz de tudo. É isso que eu eu quero fazer essa ligação muito forte, né? que a grande festa que as pessoas que comemoram, como os nossos irmãos católicos, eles falam mais da passagem de Jesus, da morte para ressurrei da vida para da morte para ressurreição. É que eles consideram isso a passagem de Jesus da morte para ressurreição. Isso para eles é o mais forte da Páscoa, mas para os judeu não, nem se fala nisso. É a libertação do povo de 430 anos de escravidão, que é o que marca começa tudo aí. Isso a gente tem que saber separar bem essas questões que são muito importantes. A segunda que é o Rachavuot que é a festa da Diga, diga Jorgino. Queria que o senhor voltasse lá na primeira porque o senhor foi lá e resgatou a figura de Simão Cirineu, mas eu não entendi a conexão. O que que o senhor quer conectar aí que eu não me perdi. conexão dele é que aconteceu nele e veio a Israel, a Jerusalém, comemorar a Páscoa como judeu que era. Judaica. É judaica. E ele entrou na Páscoa cristã. Cristã. Exatamente. É um é um é é essa ligação que eu gosto sempre de fazer entre primeira, segunda e terceira revelação. Então a ligação dele foi
a. Judaica. É judaica. E ele entrou na Páscoa cristã. Cristã. Exatamente. É um é um é é essa ligação que eu gosto sempre de fazer entre primeira, segunda e terceira revelação. Então a ligação dele foi exatamente essa. Ele veio de da antiga Siriné, que hoje é Líbia, né? distante para comemorar a Páscoa judaica em Jerusalém, que é a chamada festa da perifinação. E aí nessa nessa comemoração é que ele casualmente ele encontra Jesus que vai levando o madeiro, a cruz que que ele certamente nem conhecia, né? Não, não, mas ele se ele se recusa, ele se recusa a querer levar primeiro, né? Exato. Inclusive ele levou porque foi obrigado pelo soldado, tava preocupado em que a cruz chegasse lá para ele crucificar Jesus. Então isso é isso é o que eu acho marcante além da própria festa, né, que tá lá em Mateus 26. Diga, Jorgito, mais alguma coisa? Hum. Não tô ouvindo não, Jorge. Tô procurando aqui. Eh, vocês conhecem esse livro, O Evangelho de Jesus? Eu acho que eu tenho esse livro. Não é, ele não é, ele não é espírita, ele é um livro pequeno. Eu tenho, eu tenho no meu livro, eu tenho, ó. Certo. Ele é um livro pequeno. Ele é um livro católico, tá? Ele é um livro católico, mas eu gosto muito dele. Por quê? Porque ele faz uma narrativa única. Ele pega os quatro evangelhos e conta a história de uma vez só. Então ele vai contando, contando aí o que que Mateus fala, o que que Lucas fala, o que que João fala. Aí ele vai fazendo só uma história, como se fosse um só mega evangelho. E ele tem uma coisa legal, é que à medida que ele vai contando a história, ele mostra um mapa, um mapa e mostra um um uma expectativa de quando é que isso aconteceu. Ah, sei. Claro que essa obra é uma obra, ela é uma obra católica, né? Então eu não posso dizer assim, é isso mesmo, mas ela vai mostrando quando foi que as coisas teriam acontecido na visão aqui do autor do livro, né? Certo. E ela é bem interessante que aqui já é a semana santa, então ele tá falando foi na quarta-feira que isso aconteceu e tal. E aqui eu consigo, eu gosto de usar
a visão aqui do autor do livro, né? Certo. E ela é bem interessante que aqui já é a semana santa, então ele tá falando foi na quarta-feira que isso aconteceu e tal. E aqui eu consigo, eu gosto de usar porque para buscar as coisas é mais fácil. Não tem que ficar procurando os quatro evangelhos. Eu vou num só e aqui eu pego a informação de uma vez só, sabe? Mais rápido. É, eu conheço Jorge, eu tenho essa obra é muito boa para quem quem quer entender a o acontecimento, cronologia das coisas, né? É, cronologia é muito interessante. Eu tenho a Bíblia em ordem cronológica, mas ela não faz essa eh ela não faz essa tem um um uma Bíblia que se chama Bíblia em Ordem cronológica, mas não casa todas essas informações. Vou comprar Elará. Eh, legal. Outra coisa ainda com relação à festa do pêso, a questão que a gente sabe que a festa é chamada festa dos áimos por causa do pão sem fermento, que é o ásimo, né? Sim. E Jesus fala mesmo nos seus ensinamentos, como tá em Mateus 16, que ele diz que os discípulos deles se acutelassem do fermento dos fariseus e dos saduceus. Quer dizer, ele cita o fermento, que é um elemento participa. Participa não é obrigado a ser excluído da Páscoa, mas com Jesus com muita propriedade. E ele traz aqui um significado do fermento que que atrasaria o fato deles terem que sair do Egito às pressas, não tinha tempo para fermentar e disser e que o fermento também é trazido como algo que contamina, como se fosse algo mal e que não é bom. Ele traz isso também. aí com relação à festa eh da Páscoa. Diga, Jor Vitor. Basta um pouquinho de fermento para levedar toda a massa. Um pouco. Basta um pouquinho da sisânia dos fariseus para arrebentar com os cristãos. a mensagem, bastaria que eles admitissem um fragmento das verdades que o templo possuía para que eles se desvirtuassem daquilo que eles deveriam buscar. Então, o perigo era que esse fermentinho dos fariseus caísse entre eles. Por exemplo, o os fariseus dissessem para um dos discípulos: "Tá sabendo o que é que
rtuassem daquilo que eles deveriam buscar. Então, o perigo era que esse fermentinho dos fariseus caísse entre eles. Por exemplo, o os fariseus dissessem para um dos discípulos: "Tá sabendo o que é que Felipe falou de você? Ainda não tô sabendo. Pronto, acabou. Um fermentinho é suficiente para levedar a massa toda. O que vale dizer é que no capítulo 13 do Evangelho de Mateus, se eu não me engano, nós vamos encontrar logo ao final, nas últimas parábolas, a parábola do fermento. Jesus usa isso que o reino, a que seja o reino dos céus como fermento, usado por uma mulher que faz pão. Ela coloca uma pequena medida em três medidas de farinha e toda a massa fica fermentada. Então aqui é é interessante porque o fermento por si só na Páscoa é ruim, mas na levedura da massa do reino dos céus, que aí são três porções, primeira, segunda e terceira revelação. Quando nós colocamos um pouquinho disso, isso fermenta o reino dos céus. Ou seja, é aquele momento, a partir da terceira porção de farinha, do terceiro do consolador prometido da terceira revelação, esse fermentar será muito rápido. E aí na revista espírita a gente vai achar lá 1868 a era das encarnações messiânicas. messiânicas, no sentido de trazer uma série de espíritos mais evoluídos a arrastarem pelo exemplo e impulsionarem em momentos de crise. Porque o que nós devemos nos lembrar é que Kardec também nos diz aqui no nos momentos de crise que é impulsionado essa essa regeneração da humanidade. Então o que nós estamos querendo dizer? que aqui existe uma correlação nisso que o professor disse na Páscoa com o Cirineu, primeira, segunda e terceira revelação, que a condição do fermento também é colocada nessa posição e que o evangelho nunca dá um veredito por definitivo. Então, como eu costumo dizer, o fermento é bom ou ruim, depende como você usa. Se você usa no seu orgulho, se você usa nas suas imperfeições, as suas paixões tomam conta do seu espírito e delas se torna. Por outro lado, se você usa isso em favor do despertar de uma consciência, e
e você usa no seu orgulho, se você usa nas suas imperfeições, as suas paixões tomam conta do seu espírito e delas se torna. Por outro lado, se você usa isso em favor do despertar de uma consciência, e aqui tem aquela frase famosa, a que os dois dias mais importantes da vida são o dia em que você nasce e o dia em que você compreende o que você veio fazer aqui. por despertar da sua consciência. Nesse momento é o nascimento do novo homem, que junto com as verdades do espírito irão fermentar, irão fazer com que toda essa massa seja levedada no melhor dos sentidos. Então, sempre o evangelho ele possui algumas alguns paradoxos, palavras que se opõem segundo a condição do livre arbítrio da utilização dela. Muito bem. Queria, nós estamos saindo do tema, né, porque a gente teria que tá lá no 16 do Deuteronômio, mas eu queria voltar mais um ponto aqui. Eh, são três medidas. de de são três medidas de farinha que coloca o fermento. Exato. Se ela tivesse feito o pão com uma medida de farinha, o pão seria um pão meia boca, pão pequenininho, menor. Se ela tivesse feito o pão com É menor. Se ela tivesse feito um pão com duas medidas de farinha, já seria um pãozinho mais bacana. Mas como ela fez um pão com três medidas, ela fez um pão 100%. Com duas medidas de farinha daria um pão 60%. E se fosse uma medida só seria 1/3. 30%. Seria terra boa, mas é uma terra boa que produz a 30%. Se eu botar por medida por a 3 por um. Se eu fizesse com duas medidas aí produzia 60 por a 60 por um. a 100, 60 por um e o outro produziria a 100 por um. Então por um eu poderia ter ali também na interpretação eh a as três terras boas, a terra que produz a 30, a 60 e a 100. Bacana, né, El? Que midrasche legal que você conexão bacana. Muito bem. Tem mais um detalhe, gente. Eu não posso deixar de de eu eu eu não que eu queira dizer que vocês não não não o que vocês apresentaram não foi bom. Foi, foi excelente. Eu tô apenas colocando interligação ou união entre as três revelações, porque a primeira festa da
ão que eu queira dizer que vocês não não não o que vocês apresentaram não foi bom. Foi, foi excelente. Eu tô apenas colocando interligação ou união entre as três revelações, porque a primeira festa da Páscoa você viu só sobre ela surgiu aí fermento, surgiu o o Simão Cirineu, surgiu na primeira festa, na segunda, a gente não pode deixar de falar aquilo que é Xavuot, que como bem você colocou aí com o nome de Pentecoste, que foi o nome dado por Lucas, né, porque já é uma questão do grego, mas o a gente não pode deixar de de falar do que aconteceu no livro de Atos 2, que foi exatamente aquele fenômeno da do derramamento da mediunidade sobre todo o ser vivo, eh realizando o que o profeta Joel profetizou no capítulo três do seu livro, que é exatamente o que Pedro explica, porque todos estavam naquele fenômeno de xenoglo, um fenômeno explicado pro Kardec, como um fenômeno maravilhoso do derramamento da mediunidade. Agora sobre todos a partir do quem? Do Xavuote ou do Pentecostes, que é a segunda festa que vocês viram. Agora a terceira. Isso aí o que eu quero. Sim. Diga lá, Jorge. Lá vem você com seu pidraco. Vamos lá. Vamos ver o que vem. Não, nem era não. Não, é só um detalhe. Um detalhe. É o o Joel é o primeiro dos profetas, tá? De todas. Se a gente for fazer da ordem cronológica, ele é o primeiro. Ele vem antes de Isaías, antes de todo mundo. Ele é o primeiro. É Joel. Joel. Aí vem os outros. Então o primeiro já dizia sobre a questão da mediunidade no final dos tempos. O que vem primeiro é o que fala do que vai acontecer sobre a mediunidade no final. É isso aí. E que aconteceu na festa do Xavuote, né? E que aconteceu na É, vem acontecendo desde Xavuote. É Xavote que foi o Pentecoste, aonde Lucas Batista de Pentecoste. Agora quer acrescentar alguma coisa para ir nessa parte? Ah, meu amigo, acho que não. Acho que a gente pode pode ir pra terceira. Pode ir paraa terceira. É, nos tabernáculos eu tenho uma colocação a fazer. que o tabernáculo é uma festa que acontece, é a terceira festa, pela
ho que não. Acho que a gente pode pode ir pra terceira. Pode ir paraa terceira. É, nos tabernáculos eu tenho uma colocação a fazer. que o tabernáculo é uma festa que acontece, é a terceira festa, pela ordem, primeiro peça, segundo chavuote, terceiro tabernáculo. Pensa é a Páscoa, chavuotente, segundo Lucas, o Pentecostes. E tabernáculo é a terceira, que é uma festa que acontece no dia, geralmente no meio de Xirei, que é setembro, e que todo mundo confunde no cristianismo essa festa com o Domingo de Ramos, porque todos colocam essa festa uma semana antes da Páscoa. Não é assim que Jesus entrou uma semana antes da Páscoa. Jesus jamais poderia comemorar o tabernáculo uma semana antes do Pessa. Sim. E quando ele foi crucificado foi em março. Essa festa aconteceu em setembro. Então não foi uma semana antes, foi 7 meses antes. Tem outubro, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril, que é a Páscoa e abril. Março, abril. Sim. como nós estamos vivendo agora. Então, há um erro cronológico aí que ninguém nem presta atenção, mas aquele princípio do hetrógo, lulave e todas aquelas plantas que se comemora no chavooto, a barraca, o o sucote, o sucar com plural sucote, que relembra os 40 anos que o judeu esteve no deserto. E essa festa é a terceira festa que ocorre no mês de setembro e não uma semana antes da Páscoa. Então é outra colocação que eu faço, que pode ser que às vezes até a alguém me acheo, mas não é. Eu tenho que mostrar, nós temos que mostrar o que realmente acontece na ordem cronológica das coisas, não é isso? É, agora eu gostaria de fazer um um comentário aqui. Eu gostaria de quebrar a ordem aqui das coisas para responder uma pergunta aqui de um amigo nosso que tem tudo a ver com o nosso tema. Eu não, eu não conheço. Se o Adriano tiver por aí, puder colocar, Elias Morais 21:56, ele faz uma pergunta muito interessante. Ele diz assim: "Ah, considerando que a arqueologia considera Moisés e sua história como aparecem na Bíblia, como uma lenda judaica, como os
Elias Morais 21:56, ele faz uma pergunta muito interessante. Ele diz assim: "Ah, considerando que a arqueologia considera Moisés e sua história como aparecem na Bíblia, como uma lenda judaica, como os senhores associam essa conclusão à visão espírita de primeira revelação?" Elias, primeiramente, muito honrosa a sua pergunta. Nós nos sentimos muito felizes por considerar que temos qualquer tipo de capacidade de trazer qualquer tipo de contribuição dentro desse questionamento. Mas primeiro gostaria de dizer que a arqueologia ela trabalha com fatos, com pesquisa, mas ela é plural. Então, nós encontramos artigos acadêmicos e científicos sobre diferentes escavações arqueológicas que encontram fatos, porém trazem interpretações diferentes. Então, muitas das muitos dos achados arqueológicos hoje hoje já trazem evidências históricas sobre alguns dos elementos aqui dentro a da história de Moisés. Esse é o fato número um. Não tem como dizer, a arqueologia toda tem a mesma compreensão. O fato número dois, eu diria que a associação, a conclusão da visão espírita de primeira revelação é dada por Allan Kardec. E isso tá no capítulo 1, página 41, da última edição, a de Guilon Ribeiro, onde no capítulo 1, na página 41, ele coloca as três revelações, Moisés, Cristo e Espiritismo. Então eu gostaria de dizer, a visão espírita de Moisés como primeira revelação é de Kardec, não é de nós aqui reunidos. nós procuramos nos orientar aqui nessa live pela doutrina espírita. E eu gostaria também de te dizer, meu amigo, que Emanuel, ele não simplesmente traz a nobreza da primeira revelação, a profunda contribuição da primeira revelação, a como sendo importante, mas ele diz a par, ou seja, lado a lado com o evangelho encontramos a primeira revelação, a lei de Moisés e ele nos diz: "Poemas estes de eterna na claridade, mas eu entendo que a maior parte de nós ah, nos calçamos ou nos preocupamos com a letra e não com o espírito. E realmente eh, tendo o pensamento greco-romano e a visão ocidental do nosso a na interpretação
u entendo que a maior parte de nós ah, nos calçamos ou nos preocupamos com a letra e não com o espírito. E realmente eh, tendo o pensamento greco-romano e a visão ocidental do nosso a na interpretação bíblica, realmente parece que a Torá muitas vezes ou a lei de Moisés não tem sentido, mas eh deve ser a primeira vez. Eu imagino que você não seja espírita, mas se você for, esteja convidado para assistir aqui entre esse e mais o restante das lives de Antigo Testamento. Hoje já quase 125, 130 lives sobre Antigo Testamento, à luz da doutrina espírita. E eu espero que um pouco dessa contribuição possa tocar o seu coração, como tem tocado o meu, do professor Celestino e do Jorge Elará. E muito agradecido pela sua pergunta, amigo. Desculpa tirar o desculpa responder antes. OK. Tudo bem. Eh, eh, eu acho que a as minhas colocações seriam essas com relação às três festas e que você já pode entrar na parte do juízes, né, chofetinho, para você começar a explicar essa as conhecidas obrigações que existem, que começa aqui nesse item versículo 18, capítulo 16, mas que vai ao 17, continuando com outras observações acerca dos reis e acerca do dos que são três três grupos especiais, né? Julgamento, os reis, os juízes e os qual é o terceiro? Quem é o terceiro grupo? É rei Juiz que ele coloca aí. Vamos lá. Eu queria dar, eu queria dar uma contribuição, acho que eu queria dar uma contribuição no, no Eu queria dar uma contribuição na resposta que o Álvaro colocou no sentido de trazer uma uma ajuda aí nessas questões. Questão é a seguinte: para a doutrina espírita, a primeira revelação não é Moisés, a primeira revelação os 10 mandamentos. Então, se algum dia, se algum dia alguém disser Moisés não existiu e provar que não existe, tudo bem, não tem problema. O problema, o questão não é Moisés, a questão são os 10 mandamentos. O que nos importa é isso, é a sabedoria que está contida nos 10 mandamentos. Hoje nós não temos evidências históricas suficientes para a comprovação da existência dele.
questão são os 10 mandamentos. O que nos importa é isso, é a sabedoria que está contida nos 10 mandamentos. Hoje nós não temos evidências históricas suficientes para a comprovação da existência dele. De repente, nem tudo aquilo que os textos falam que ele fez teria sido feito. É possível. Afinal, esses personagens muitas vezes são cobertos de uma série de de fatos que vão além da realidade. Mas se algum dia alguém disser assim: "Não existiu", provamos. Tudo bem. O que importa é a sabedoria dos 10 mandamentos, porque nós não adoramos pessoas. A questão não é a pessoa de Moisés, mas é a sabedoria dos 10 mandamentos. Se foi Moisés, se foi Aarão, se foram os sábios da Cabala, se foram rabino, não interessa quem foi. O que importa é que os os 10 mandamentos são um tratado muito interessante eh de sabedoria que o judaísmo legou à humanidade. E é isso que nos importa. Pessoas, de repente, elas podem nem ter sido aquilo que a gente imagina que elas sejam. E se elas não foram, tudo bem, isso não muda nada. O que interessa para nós é o conteúdo, não são as pessoas. Eh, vamos lá. Eh, então nós, eh, só pra gente antes de passar paraa segunda parte, eu queria só dizer o seguinte, e essas três festas que aparecem aí no capítulo 16, Pessas, Xavuot e Sucot, essas três festas são as três festas mais importantes dentro do judaísmo pelo fato de de repente elas trabalharem a questão da peregrinação. Então, essas três festas, a as pessoas peregrinavam para a realização dela. Agora, atualmente, atualmente não são só três festas, nós temos sete grandes festas judaicas, né? Então, nós temos o começando pelo começo do ano, que é o Rox Roxaná, começo do ano, que é lá por setembro, mais ou menos, setembro, outubro. Aí temos o dia de Yonk, né? A travando demais. Eu tenho que parar de beber que eu bebo tanto. Vamos lá. Yonkpur, o dia do perdão, tá? Tem Hanucá, que é uma festa mais moderna, que é já do período da ocupação dos macedônios, a festa de Hanucá, Macabeus. Dos Macabeus. Macabeus. Ah, temos a festa de
os lá. Yonkpur, o dia do perdão, tá? Tem Hanucá, que é uma festa mais moderna, que é já do período da ocupação dos macedônios, a festa de Hanucá, Macabeus. Dos Macabeus. Macabeus. Ah, temos a festa de Tabav, que não chega a ser uma festa, né? É um momento de tristeza, porque muitas coisas ruins da história judaica aconteceu em Shabeava, que eh destruição do templo, início da Primeira Guerra Mundial, etc. Tudo é ligado no tchabeáave. Tanto que os judeus quando tem assim, quando chega no dia que é 9 do mês de chaba já fica esperando uma coisa ruim acontecer porque geralmente essa é a data em que eh acontecem grandes fenômenos, né? Tá bom? Então, e suposto nós podemos entrar, meu Deus, agora já depois de tanto tempo no nosso tema da noite de hoje, discutindo os Oi, oi, choferirinho. Vai, Álvaro, começa com você, vamos lá. O que significa essa passagem que a gente agora vai explicar rapidamente por 2 horas hoje. Continuamos daqui 15 dias. O que significa essa porção shoftim? Essa porção, ela é denominada juízes, mas começa assim: "Você nomeará juízes e guardas para si, para cada uma de suas tribos, em todos os seus portões da cidade." E aqui nós compreendemos que nos dias de hoje não existiria lei ou não existiria utilidade para um juiz. se esse juiz não estivesse na presença de guardas. Então, nós devemos também nos recordar que existe uma passagem de Isaías, onde ele nos diz no capítulo 1, versículo 26, "Eu restaurarei os juízes como eles eram anteriormente seus conselheiros, como eles eram no começo." E aqui é interessante porque Isaías quando faz uma referência à Torá, ele faz a referência apenas aos juízes. E aqui existem algumas interpretações diferentes que a gente deve encontrar. Primeiro, nós hoje estamos organizados ao redor de todo o mundo, através dos tribunais e da respeitabilidade a às leis. Então, não é novidade hoje nós encontrarmos tribunais, nós encontrarmos todas as sociedades do mundo organizadas ao redor de leis. Mas no passado não foi assim. No passado, nós encontramos a humanidade
ntão, não é novidade hoje nós encontrarmos tribunais, nós encontrarmos todas as sociedades do mundo organizadas ao redor de leis. Mas no passado não foi assim. No passado, nós encontramos a humanidade bastante dispersa e aquilo que apenas ponderava e organizava sociedades era a força geralmente de um monarca. Nós vamos rever isso como um monarca. Ou a força do mais forte. Nós encontramos líderes sendo constituídos e destituídos através de elementos sempre envoltos em força. Aqui a Torá coloca os juízes para servirem a uma lei escrita e não para organizarem a sociedade segundo a sua vontade pessoal. O que passa a ser uma novidade desde Amurabi na antiga Babilônia. O código de Amurab é o primeiro código de leis que nós encontramos ali instituído, trazendo mais de 240 leis de escritas e que estavam expostas em pedra, em em praça pública para que as pessoas pudessem entender o conceito legal. dos direitos administrados, não mais pela presença desse rei Amurab, mas agora a partir de um código que ele como rei também deveria instituir. Quando Moisés dá a continuidade de uma pequena revelação de leis cíveis que se organizam ali na antiga Babilônia, nós vemos a primeira revelação no sentido do qual trouxe o Jorge Elará, a humanidade estaria mais uma vez revendo leis escritas na pedra, porque no papel elas podem ser reimpressas. modificadas na pedra, elas se tornam estáticas. E isso significa dizer que o povo de Israel estaria orbitando ao entorno das leis e os diversos descumprimentos, esses iriam encontrar aquilo que nós denominamos como lei de causa e efeito, mas como traz dor por vezes na linguagem parabólica, nós lemos isso no Antigo Testamento como a punição, como mãos fortes. Nós encontramos isso como de alguma forma Deus se irando com os homens. Mas isso tudo é uma parábola e uma forma de dizer que na realidade a dor foi oriunda do afastamento das leis. É o que nós entendemos como parte do conceito da dor trazido e muito bem explicado por Leon Deni. Quando nós nos afastamos da lei
a de dizer que na realidade a dor foi oriunda do afastamento das leis. É o que nós entendemos como parte do conceito da dor trazido e muito bem explicado por Leon Deni. Quando nós nos afastamos da lei por tantas vezes, somos assim esgotados nas múltiplas tentativas de Deus em nós readmitirmos e reconciliarmos com a lei, nós então poderíamos encontrar a dor. Porém, diante desse movimento de organização do povo de Israel, ao entorno de leis verdadeiramente importantes, hoje a humanidade caminha 3.500 anos depois para a fiel consideração desses mandamentos. Então, por exemplo, mesmo nas em tantas sociedades que se encontram desprovidas de entendimento a a das leis em geral, nós vamos encontrar a o não adulterarás como algo importante. Nós vamos encontrar o código de leis de matrimônio espalhados por todo o ocidente e por todo oriente. O as leis que envolvem o matrimônio estão leis que estão consideradas ali nos 10 mandamentos. Quando nós vemos, por exemplo, as leis não matarás, por vezes nós podemos até mesmo usar o nosso sofismo para trazer essa realidade à tona. Mas todo aquele que assim exerce um homicídio, um assassinato, que não seja em legítima defesa, grave fer grave, lesa e grave, lesa e fere gravemente a lei divina, diz André Luiz, causando ondas de acusação no próprio fluido cósmico universal. Então, nós estamos falando de organização de sociedade em torno de lei. Isso é o contexto e a interpretação que nós encontramos aplicáveis no dia a dia e na organização da sociedade. Mas por outra forma, nós também estamos encontrando esse versículo dizendo que adentre por todos os portões. E os sábios da Torá vão questionar que portões são esses? Esses nós podemos entender que a lei deve se encontrar para os reis, para os servos, para todos. Mas também nós devemos encontrar os portões da alma como os atributos do espírito, onde por vezes nós somos sofistas e procuramos nos enganar com a hipocrisia, com muitas vezes até mesmo o sentimento de culpa, nos paralisando do processo que nós
a alma como os atributos do espírito, onde por vezes nós somos sofistas e procuramos nos enganar com a hipocrisia, com muitas vezes até mesmo o sentimento de culpa, nos paralisando do processo que nós espíritas adoramos chamar de reforma íntima, adentrar com a lei para Todos os portões, vão dizer os sábios. Não é apenas que a lei esteja disposta para absolutamente toda a sociedade física, mas entra na condição e na interpretação de trazer a lei divina a todos os portões e a todos os recantos de minha alma, mesmo naqueles que ainda às vezes eu faço os meus esforços para manter na escuridão. Mas por que a gente falou de Isaías dizendo que então no futuro seriam restituídos os choftim, os juízes? E ele não trouxe a citação guardas e juízes, shotrem e sho? Isso é porque nós encontramos a era messiânica assim denominada pelo judaísmo. E para o espiritismo, o mundo regenerado, não em regeneração, o mundo regenerado, como não mais necessitando de agentes da lei que venham instituir ordem, que venham instituir ordem. Porque a partir do momento em que a era messiânica se instaura em nosso espírito, o reino dos céus se instaura no espírito de todos que habitam a terra, não mais será necessitária necessitada esses elementos, essas condições para fazerse cumprir a lei. Agora, só por curiosidade, é interessante que os sábios muitas vezes da Torá eles vão escrever inclusive o Reb de Lubav, que traz um grande texto sobre o a razão do nome dessa porção. Ele vai falar sobre o bastão e o chicote. O que é o bastão e o chicote que nós vamos encontrar aqui a lei de causa e efeito como sendo uma forma natural de se instaurar em nossas consciências, portas adentro do espírito, meios de despertar para a condição e o entendimento da lei. Que que é isso, Álvaro? No Egito antigo, nós encontramos o chicote como sendo o livre arbítrio, a gente pode bater e o bastão ou o cajado como sendo aquele que busca. Então é a lei de causa e efeito, constituindo um meio de que um dia nós venhamos a conviver em uma sociedade
do o livre arbítrio, a gente pode bater e o bastão ou o cajado como sendo aquele que busca. Então é a lei de causa e efeito, constituindo um meio de que um dia nós venhamos a conviver em uma sociedade justa, segundo o ponto de vista divina. Mas enquanto isso, enquanto não estamos todos regenerados, aqui a Torá estipula a necessidade de tribunais físicos e de tribunais conscienciais para o nosso espírito. Queria fazer um comentário aí, por favor, que é o seguinte. Professor Severino Cestino, o homem que conhece Pérgamo, conhece Bitinha, conhece Tiateira Laudiceia. e conhece bem. questão é a seguinte, o totalitarismo foi uma forma de governo muito presente na história. Imperadores arbitrários, no conjunto de imperadores que determinavam o que era certo, o que era errado. Durante o o absolutismo francês travou. Travou, né, professor? Travou. Hoje tá difícil. Hoje tá difícil. Vamos lá. Vamos lá. Eh, no absolutismo francês, nós tivemos a figura de Alexandre, de Alexandre, já de Luís XIV, que dizia: "O estado sou eu, eu sou o estado. O estado sou eu". E até no século XX nós tivemos vários governantes que governaram pela sua cabeça numa total eh condição de arbítrio, de de decidir as coisas pela sua vontade e não peligo de lei estabelecido. Quando a gente vê isso e observa como a sociedade judaica se organizou, em que se criou um conjunto de lei, diz: "Isso tem que ser obedecido, tudo tem que ser feito conforme essa lei." Os teus juízes têm que obedecer isso aqui. Quando o rei quando o rei eh apresentava um comportamento que feria essa lei, o profeta ela dizia assim: "O senhor tá errado, o senhor não pode fazer isso". E botava o cara de volta dentro do trilho. Então o que que a gente vai observar aí? Uma estratégia da espiritualidade em estabelecer uma espécie de governo constitucionalista. considerando a Torá como se fosse uma espécie de constituição. Então aqui tá o Código Civil, Código Penal, processual civil, o Código, todos os códigos estão aqui. Isso aqui tá a constituição do meu
. considerando a Torá como se fosse uma espécie de constituição. Então aqui tá o Código Civil, Código Penal, processual civil, o Código, todos os códigos estão aqui. Isso aqui tá a constituição do meu estado. Todo mundo tem que obedecer isso aqui, tá? Todo mundo tem que obedecer isso aqui, porque isso aqui é vontade de Deus. Então eu dou a esse texto um aspecto de que é exatamente isso que Deus quer que seja feito. Todo mundo segue a regra e eu acabo com a pessoalidade dos julgamentos, a pessoalidade da governança e estabeleço uma forma de governar muito adiante do tempo. Considera assim, professor Severino. Perfeitamente, Jorge. Eh, e eu tem ter mais um detalhe. A Torá, ela ela coloca a os seus preceitos e muitos mandamentos. Ela diz assim: "A de leolam, ou seja, para sempre". Que aquele aquilo é um código perpétuo. O áv tá aí que sabe disso. Quando o mandamento tem leolam, é para sempre. Não pode vir quem vier, tem que subáusula pétria. É, tem que se submeter. É por isso que esse esse essa esse essa a Torá é um código, como diz Emanuelo, civil e moral para todos os tempos e para toda a humanidade. Não é só para o povo hebreu. Ela é aplicável a toda a humanidade. Imagine que os dirigentes do planeta seguissem esse código, como é que o mundo estaria? Sim. Não é isso? A gente e tem detalhes interessantes aqui que eu queria até dentro da sua pergunta adiantar aqui no versículo 17. Primeiro no 16 ele diz para não multiplicar para si os re, né? Cavalos. Por que não não? Porque o eterno eh vos tem dito: "Nunca mais voltarei a esse lugar. Que que lugar?" O Egito. E se você tivesse que adquirir cavalo, tinha que comprado, tinha que buscar o Egito. Então o código já já a a ordem já mostra que eles não poderiam terem muitos cavalos porque o outro lugar que ele podia adquirir era no Egito e eles não podiam voltar mais lá. Então você observa que as observações e e as ordens não são incoerentes, elas se complementam, elas se potencializam. E tem o próximo 17. E não multiplicará para si mulheres
não podiam voltar mais lá. Então você observa que as observações e e as ordens não são incoerentes, elas se complementam, elas se potencializam. E tem o próximo 17. E não multiplicará para si mulheres para que não se desvie o seu coração, e prata e ouro não multiplicará muito para si. O que é que vocês Eu queria ouvir Álvaro e e Jorgito sobre esse esses esse versículo, só o 17, a repercussão que a gente o que é que a gente pode observar desse desse desse versículo 17. Leia aí. Leê aí, Álvar na minha. Você tá inclusive, professor, esse foi o essa foi um caminho, né, da qual rei Salomão foi questionado e da sobre os cavalos e da e sobre as suas concumbinas. Isso. E Davi também, né? E ele sofreu muito por isso e teve e teve a censura de um médium, um profeta. Natã, que foi convocado para criticá-lo, uma vez que, como disse Jorge, eh qualquer pessoa não tinha autoridade para condenar o rei. Valeu, no rei. Sim, no caso, Davi já era rei, né? Que foi o segundo rei de Israel. Mas ele ele multiplicou mulheres e Salomão também. Isso foi contado para eles como ponto negativo, que eles não era nessa época aqui, veja bem, esse esse esse aqui para juizinho, hein? Jorge tá sem sem som, meu filho. Você eu queria lhe ouvir. Eu tava com som e pedi um garfo para comer melancia. Gente, vocês desculpem, é que eu chego cedo no centro e a e aí não tenho tempo de comer. Eu eu chego aqui em casa faltando 5, 10 minutos paraa live e aí eu vou jantar enquanto eu faço a live com vocês. Eu não ouvi, professor. Pode l repetir, por favor? Não ouviu? É o Eu queria que você visse aí o versículo 17 que o Alv já falou nesse capítulo 17, o 17 duas vezes. Não multiplicareis para si mulheres. Eu falei do 16 primeiro com relação aos cavalos. Porque se eles tivesse que que nunca mais voltareis a este lugar e tá aqui entre aspas, né? Somente não multiplicará para si cavalos, nem nem fará voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos. Pois o Eterno vos disse: "Nunca mais voltareis a este lugar". O outro lugar que eles podiam
né? Somente não multiplicará para si cavalos, nem nem fará voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos. Pois o Eterno vos disse: "Nunca mais voltareis a este lugar". O outro lugar que eles podiam adquirir cavalos era no Egito. Então ele já colocou uma uma ordem aí para que ninguém aumentasse para poder evitar deles irem ao Egito. Foi uma amarração. E no 17 ele diz: "Não multiplicarei para si mulheres para que não se desvie o seu coração e prata e ouro não multiplicará muito para si". Aí, esse versículo 17, o Alv já fez um comentário e eu queria ouvir tu a tua observação sobre ele. Olha, a biologia diz que todo toda a possibilidade de criação de de macho e fêmea decorre do homem que tem 50% de espermatozoides X e 50% de espermatozoides Y. Quando Deus criou essa característica no corpo do da criatura, do ser humano e dos outros animais, ele não precisa ficar preocupado com o fato de ter muita mulher ou muito homem em alguma população, porque a tendência é que é toda a população se desenvolva com 50% de machos e 50% de fêmeas, porque 50% vai ser XX e 50% vai ser XY, correto? Então, em toda a população, pode ser na Ásia, na Oceania, na África, onde for, as populações se desenvolvem com 50% de homens, 50% de mulheres, com uma ligeira predominância de mulheres, porque o cromossomo X tem algumas características que inibe determinadas doenças. O homem vai à guerra, vive de maneira mais perigosa, vai menos no médico e tal. Portanto, tem uma discreta eh condição de maior de mulheres de homens. as populações elas têm a tendência de ter uma igualdade. E isso leva ao monoteísmo, porque se eu tenho número igual ao número de homens, automaticamente eu tenho uma igualdade dos sexos. O que significa multiplicar o número de mulheres? é fazer isso de forma artificial, porque de forma natural a minha população, ela vem equânime, machos e fêmeas na mesma quantidade, conduzindo para o para a monogamia. Falei monoteísmo, para monogamia. Então, não se multiplique as mulheres no seguinte sentido. Não vai buscar fora,
vem equânime, machos e fêmeas na mesma quantidade, conduzindo para o para a monogamia. Falei monoteísmo, para monogamia. Então, não se multiplique as mulheres no seguinte sentido. Não vai buscar fora, não faz aréns, não te volta para a prática poligâmica, não promove ir nos nos outros povos e buscar só as mulheres deles para trazer-les para o teu povo. Primeiro, porque você cria um desequilíbrio e automaticamente você desequilibra a igualdade de sexos e vai eh aumentar a possibilidade de um uma sociedade poligâmica, o que não é legal. E segundo é que na medida em que você tem uma uma quantidade maior de de mulheres em relação ao número de homens, não só a questão da da poligamia se estabelece como o fato de que a gente já viu lá no Levítico que que não foi no no em Deuteronômio mesmo, foi Deuteronômio. que não se casasse com mulheres de outros povos, para que ela não corrompesse os filhos e os afastassem os filhos de Deus. Então, havia uma preocupação muito grande de que as mulheres casassem dentro da comunidade judaica para que se mantivesse os costumes, né? Até hoje é assim, há um apelo muito grande para que as pessoas casem dentro da comunidade. O Álvaro deve ter recebido 50.000 1 convites para casar, zuglar, fazer um zuglot. Eu que não tenho, eu que sou feio, professor. Feio e pobre e sem perspectiva nenhuma. Coitadinho. Eu não podia visitar minhas primas, que as minhas tias ficavam tudo doida empurrando minhas primas para cima de mim. Imagine, imagine o Álvaro, né, bonito, charmoso, elegante, né? É o coitado. Então e essa essa condição de fecha percebe que a idade afeta visão. Então a essa ideia de não trazer as mulheres é o seguinte: fecha a comunidade, pelo amor de Deus, não traz ninguém de fora, não abre espaço para a poligamia. Eu garantirei para você número de mulheres igual a número de homens. Isso é fato. Uma população muito grande vai ter sempre essa igualdade e se vocês tiverem, não só degenerará a qualidade da cultura, como também facilitará o aparecimento da poligamia.
úmero de homens. Isso é fato. Uma população muito grande vai ter sempre essa igualdade e se vocês tiverem, não só degenerará a qualidade da cultura, como também facilitará o aparecimento da poligamia. Eu eu eu também penso assim e me lembro como o Álvaro levantou aí de Davi e Salomão, né, que como reis eles abusaram muito desse desses dois pontos, né? Você você lembra lá da de Natã indo condenar Davi pelo que fez a esposa de Uri, o seu general, né? o desequilíbrio que surgiu ali e também a colheta, né? colheta que não foi boa para Davi mesmo, porque ele primogênito dele teve foi foi, vamos dizer assim, entre aspas, Deus tomou para mostrar para ele e a colheta, ele ele mesmo rei de Israel, ele não tinha privilégio, ele estava submetido à lei universal e aquilo que tinha sido recomendado. Tá sem som. Se ele tinha 300 mulheres e 700 concubinas, tem 1000 homens, 999 homens que não tem ninguém, porque na população a quantidade de homens é igual de mulheres. Claro que ali tinha as guerras que facilitava, né? Algumas culturas poligâmicas elas estão apoiadas exatamente no na questão eh da guerra. Aqui no Paraguai mesmo, e eu não estou falando mal do Paraguai, logo após a guerra do Paraguai, o número de homens era tão baixo em função da guerra, do massacre que aconteceu com a Tripípse Aliança sobre o Paraguai, que não tinha homens para povoar o país. Então, a legislação naquela época abriu espaço para a poligamia. Um homem poderia ter mais de uma mulher para ver se repuava o país, que ele tinha ficado a míngua. Então, eh, isso acontece em algumas culturas aonde a mortalidade dos homens é muito elevada por diversos fatores e aí você acaba facilitando esse tipo de circunstância, né? Mas a igualdade numérica dos sexos, como diz o livro dos espíritos, já já é um indicador, é muito claro. Poligamia, a monogamia é o sistema ideal para a relação entre as criaturas. Bem, nós estamos a professor quer comentar o 18, que eu já comentei o 18, o versículo 18. Sim. E quando se sentar sobre o trono de seu
a monogamia é o sistema ideal para a relação entre as criaturas. Bem, nós estamos a professor quer comentar o 18, que eu já comentei o 18, o versículo 18. Sim. E quando se sentar sobre o trono de seu reino, escreverá para si o traslado desta lei no livro diante dos sacerdotes levitas e o terá consigo e dele terá todos os dias de sua vida para que aprende para que aprenda a temer ao eterno seu Deus para guardar todas as palavras dessa lei e esse estatuto para cumpri-los a fim de que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos e não se desvie dos mandamentos, nem para a direita, nem para a esquerda, a fim de que prolongue os dias do seu reinado, ele e seus filhos no meio de Israel. Eu comentei só a primeira, professor. Olha, olha só. Eh, aqui tem algumas coisas importantes que eu cons foi eu vi e ele foi embora. Ele pegou 18 e foi embora. É, mas é porque não tem ponto. É porque não tem ponto. Esse 19, esse 19 ele vai direto até o fim. Veja que o 18 ele vai embora. Não tem nem respiração, Álvaro. Não, não tem ninguém não dá. É um é um respiração. Tem, é uma ideia só. Posso, o senhor quer comentar o 18, 19, depois eu comento então o 19, se quiser. Não comente. Pode comentar. Não perverta a justiça e não demonstre favoritismo. Não aceite suborno, nem mesmo para julgar corretamente. Não, pera aí. Isso aí você tá no 16. É o 18. 16 18 capítulo 16 versículo 18. Nós estamos no professor tá lendo o 17, não tá lendo o 18. O capítulo 16 versículo 18. Não, meu filho, a gente tá no 17. No ele estava lendo o 17. Eu tava comentando o 17, mas o que você tá lendo é o do capítulo 16. É, ele voltou. E a sequência dos deveres do juiz. É, eu tô nesse daqui ainda. Vocês passaram por isso? Não. Hoje nós vimos só a parte de juízo do capítulo 17. Nós estamos no 17, não é do 16. Uai, eu só fiz o 16. E vocês não estavam falando das festas até agora? Sim, era mais aí professor Severino me perguntou do 17, eu comentei, mas a gente tá 16 mesmo. É no a gente tava perigrinação 16 17. A parachato começou agora. Ah sim,
vam falando das festas até agora? Sim, era mais aí professor Severino me perguntou do 17, eu comentei, mas a gente tá 16 mesmo. É no a gente tava perigrinação 16 17. A parachato começou agora. Ah sim, tem razão. Eu pulei, eu pulei. Desculpe. Quer ler o 16 18, professor? Senhor pulou, eu acompanhei. Isso, sem problema. Obrigado pela solidariedade, Jorgito. Mas a gente vai chegar lá. Vamos lá. Tem pressa, professor. É juízes e polícia, juiz e polícia designarás para ti em cada uma de tuas tribos, em todas as tuas cidades que o eterno teu Deus, te dá, e julgarão o povo com reto juízo. Ó, que era aquela questão que eu estava comentando eh do pensamento, professor Severino Jorge lá, para tudo, para tudo, para, para tudo, para a live, Adriano Máximo, para a live. Olha quem tá aqui com a gente, o Éder do recomeçar podcast espírita. Vocês dois precisam de estar com o Éder. é um trabalhador do Cristo, uma pessoa, um reencontro de almas que vocês também terão, como me foi agraciado o encontro com ele, um trabalhador dedicado, sincero, que tem servido sem esperar nenhum tipo de recompensa e oferecendo muita sinceridade no trabalho. Ele está na cidade de Praia Grande. Vocês precisam conhecer o Éder e, se Deus permitir, fazerem aí uma live, uma live não, uma gravação no podcast dele. Quando vierem a São Paulo, tiverem por perto, a gente vai combinar, OK? Será um prazer estar com ele. Eu eu vi a sua live com ele, muito boa. Fio grande parte na internet. Gostei muito. Foi muito boa. É um trabalhador que vocês necessitam encontrar. Olha aí. Obrigado, Éder. Seria uma honra recebê-los. A honra toda nossa, meu filho. É, eu quero voltar nesse, quero voltar nesses pontos aqui, naquela questão que a gente estava comentando do quão vanguardista é a proposta de Israel de oferecer um governo baseado numa lei. Porque mesmo no século X, século X7, século XVI, o absolutismo dominava a Europa em que os reis eram aqueles que determinavam, de acordo com o seu humor, se o cara morria, eu vivia, não tinha
uma lei. Porque mesmo no século X, século X7, século XVI, o absolutismo dominava a Europa em que os reis eram aqueles que determinavam, de acordo com o seu humor, se o cara morria, eu vivia, não tinha lei. O estado sou eu. No século XX, nós temos até hoje pessoas que decidem as coisas eh eh ao arpio da lei. E no na época de Moisés, o apontamento de que eu vou fazer uma lei e todo mundo vai seguir. O rei vai seguir essa lei, o lei vai seguir, os sacerdotes vão seguir essa lei e pronto, acabou. Eu acho isso magnífico porque é a compreensão de um sistema constitucional muito antes do João sem Terra. A, eh João sem terra constitui a primeira constituição no planeta, né, segundo se diz na Inglaterra. Não, a Torá com esse com esse ponto aqui, ela vem como o texto a ser seguido e que ninguém pode mexer e acabou-se. Prego batido, ponta virada. Veja só, Elias. Elias que fez aquela pergunta sobre a existência de Moisés. Olha como é interessante. Travou de novo, Jorge. Você hoje eu não sei se tá chovendo aí onde você. Mas professor, é a idade, não é a internet. É, não é a idade da internet. Você quer dizer é a idade da internet. Não, ele tá ficando assim, tá ficando travadinho, sabe, professor? Não, mas ele ele ele é ele é jovem, ele ele é alto, ele ele tava falando aí de beleza e eu só tava falando tava falando nada lá. Continua. Ele tava falando de beleza, Álvaro. E eu só tenho desvantagem porque eu sou baixinho feio e pobre e moro longe. Eu só tenho desvantagem aí. Ele não é o com esse cavaliaque de intelectual, de de profeta e de filósofo. Ele todas as qualidades que faltam em mim sobram nele. Coitado. Pois é. Mas o olha só, Elias, como olha como é interessante, Elias. Veja que a gente vai atrás não de pessoas, mas da sabedoria que o texto tem. E olha como é sábio você estabelecer para um povo um modelo de governança que está acima da pessoalidade, que tem um código a ser obedecido. Não é lindo você ver um povo que se rege por um texto que está colocado dentro de uma perspectiva que
um povo um modelo de governança que está acima da pessoalidade, que tem um código a ser obedecido. Não é lindo você ver um povo que se rege por um texto que está colocado dentro de uma perspectiva que deve ser obedecida. Não é lindo você ter esse modelo? Eu não vou dizer que é democrático porque ele não é bem, ele é teocrático, né? Porque não foi o povo que escreveu essa lei. Essa lei veio de Deus, de cima para baixo, acabou. É isso aqui. Prego, batido e ponta virada. Mas o texto tá posto, cara. Você não pode desobedecer o texto que tá colocado. Eu acho isso magnífico. E aí, Elias, olha como é interessante a gente pegar a sabedoria que o texto tem e vendo, independente de pessoas e personagens, a magnitude desse conhecimento para a humanidade. Olha, eu acho que a gente tem que chamar o Adriano, hein? O Adriano acho que já até dormiu. Ô, ô, Elahá, tem uma coisa aqui muito interessante que é nesse versículo 19, no próximo, que eu acabei não lendo, eu comentei o 18, que é não perverta a justiça, não demonstre o favoritismo e é interessante que esse favoritismo que é trazido é sobre o conceito da justiça divina. E lá no livro de Êxodos e Números, a gente viu que o favoritismo muitas vezes ele pode acompanhar até mesmo, por exemplo, em um caso que é trazido na discussão da lei, uma pessoa extremamente rica, que é, vamos assim, encontra-se num julgamento, contra ela está uma pessoa extremamente pobre e nesse caso não existe provas o suficiente. E a lei, o aqui vai ser trazido a ideia de que muitas vezes nós podemos ser tendenciosos, inclusive ao mais pobre, e que a gente poderia fazer um julgamento equivocado, falar: "Olha, ele é tão rico que não vai fazer diferença ele pagar tão pouco". Mas a a lei adverte que não realizar favoritismo é ao mais poderoso e também ao mais necessitado, que a ideia de justiça diante de um tribunal é verdadeiramente a igualdade. E aí ele fala: "Não aceite o suborno nem mesmo para para julgar corretamente". Ou seja, toma cuidado, porque muitas vezes a
que a ideia de justiça diante de um tribunal é verdadeiramente a igualdade. E aí ele fala: "Não aceite o suborno nem mesmo para para julgar corretamente". Ou seja, toma cuidado, porque muitas vezes a primeira de todas as corrupções, ela existe um uma aceitação eh e uma razão justa aos olhos da lei. O suborno segue os olhos do sábio e aquite a palavra. Vi como ele é interpretado, professor? Eu tô colocando a luz da doutrina espírita. Magnífico. Perverte as palavras legítimas. Sabe como ele é colocado, professor? Ele é colocado. Nossa, bicorporedade desdobrou. Tira, tira um aí, Adriana, porque esse outro aí já não sou mais. Aí, é, sabe como é colocada aqui essa ideia do suborno do ponto de vista espiritual pelos rabinos? Aqui ele fala do julgamento da nossa consciência, porque tem o tribunal, OK, na posição de um juiz, vamos imaginar, né, com a toga nos dias modernos e e a condição de não receber nenhum tipo de benefício da população pela execução, inclusive devida do seu dever. Então, no caso, nenhuma homenagem poderia ser prestada segundo a lei judaica, mas eh existe um outra concepção que é a concepção do julgamento da própria consciência para conosco. E aqui ele vai dizer, vai trazer o conceito que para nós é muito semelhante à fascinação, que muitas vezes esse suborno é o processo egóico de perverter a lei para que nós sejamos ah beneficiados diante do dever que devemos cumprir. Ou seja, para não cumprir com o dever da caridade, para não cumprir com o esforço, para não cumprir com o trabalho em favor do bem, para não cumprir com a disciplina do estudo, para não cumprir com os elementos que me trazem crescimento, eu acabo me autosubornando com os elementos que são muito semelhantes aos elementos da fascinação, no sentido aqui da a da obsessão, mas uma autoobsessão. É claro que essa autoobsessão pode se desencadear futuramente em processos ah de fascinação mais conturbados. Então, olha que coisa interessante. Cuidado para não perverter as palavras legítimas aos olhos dos sábios com a
obsessão pode se desencadear futuramente em processos ah de fascinação mais conturbados. Então, olha que coisa interessante. Cuidado para não perverter as palavras legítimas aos olhos dos sábios com a nossa inteligência demasiada. persiga a justiça. E esse perseguir a justiça é viver a lei na sua essência. E aqui a gente eh escreve justiça. Ah, mas nós podemos nos lembrarcede lema. Que aqui é a justiça no sentido de tsedak. é a justiça divina e não é a justiça apenas dos eh dos homens, mas é aqui a justiça com a conexão divina. A palavra que está colocada éc que vem de tsadic e quem que de que vem de sedaká e quem cumpre a justiça é o justo. E se a gente quiser entender quem é o justo, abra o capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, o homem de bem, e você vai saber o que é cumprir a justiça. E como nós nos subornamos por visualizações, por aplausos, eh por posições de maior conforto, eh por não legitimarmos a entrega necessária diante do trabalho e assim por diante. Fantástico, Álvaro. Muito interessante. É, é, é uma questão de justiça consciencial. Essa aqui é a palavra. Não é a justiça da lei, né? Não, não é a justiça que pode ser subordnada, é aquela que você não pode mexer, porque é você que diz a você mesmo que é impossível você agir de forma diferente. E é, é, é aquilo que dizia o pai de Abigail, Jesiel, que ele se sentia um justo, sempre cumpriu a lei de justiça, de amor, como diz, você diz no evangelho, de justiça e amor e de caridade. É o homem de bem. É. E e para eu não faltar com a justiça aqui, professor, eu quero falar um negócio para Elará. Elará, a hora que sua internet caiu, levantaram calúnias contra a sua pessoa. Falaram que é por conta da idade que tá travando. E eu aqui me levantei e falei: "Não, é a internet que tá gasta porque ele tá trabalhando muito". Gente, são 23 horas. Vamos chamar o Adriano. Eu acho que ele tá, eu acho que a gente eu eu acho que ele tá dormindo mesmo. Porque tem que chamar o Adriano, coitadinho. Porque a gente a gente só tem
". Gente, são 23 horas. Vamos chamar o Adriano. Eu acho que ele tá, eu acho que a gente eu eu acho que ele tá dormindo mesmo. Porque tem que chamar o Adriano, coitadinho. Porque a gente a gente só tem Pois é. Vamos, vamos, vamos chamar o Adriano. Chegamos ao máximo da live agora. Olha, eu vou eu vou fazer o seguinte, eu vou ficar só com o áudio, mas eu tô presente. Por quê? Porque eu tô achando que o meu sinal não tá legal. Vou ficar só ouvindo. Vamos ver se Vamos ver se destrava, tá? Mas eu tô aqui, eu tô ativo e operante, tá? Vocês estão me ouvindo? Estou, sim. Vocês me ouvem? nos ouvindo. Sim, sim, sim, Jorge. Estamos ouvindo a Marilda falando que a sobre a minha fala é pecado, mentira. Cátia, então vamos às perguntas. Ó, tem a pergunta da Cátia, professor Severino Celestino, está melhor da gripe? Ô, Cátia, a sua pergunta me deixa sensibilizado. Graças a Deus fui ao médico, me receitou uma carga de antibiótico. Eu tava com realmente aqui tá dando não só gripe, mas pneumonia. E graças a Deus eu estou muito bem. Muito obrigado pela sua preocupação. Aqui, ó. Ah, Mauricélia pergunta: "Ela, quem é o autor e editor do livro O Evangelho de Jesus da Igreja Católica?" Ah, esse livro, este aqui, o Evangelho de Jesus. É, eu tenho esse livro. Olha, ele é da Igreja Católica. Eh, ele tem um organizador, tá bom? Que é um é um padre italiano. Claro, eu vou já achar aqui. Henrique Galbiate. Não, o nome, o nome é Henrio, esse mesmo, Henrique Galbiate. É isso aí. Italiano. Eu comprei agora enquanto ela aqui na live, eu comprei o livro. Eu achei para usado. Esse livro é muito bom. Eu eu conheci esse livro na mão do Alberto Almeida quando eu tinha assim a idade do do Álvaro. Eu tinha 17 para 18 anos. Eu eu conheci esse livro na mão do Alberto, só que o livro dele era todo em papel cchê, todo colorido. Aí eu comprei um igualzinho dele, mas eu emprestei para uma pessoa que não vou dizer o nome e essa pessoa não me devolveu. Então eu tive que ir num CEO e comprar este aqui, tá? Só temo. Isso não vende mais na
mprei um igualzinho dele, mas eu emprestei para uma pessoa que não vou dizer o nome e essa pessoa não me devolveu. Então eu tive que ir num CEO e comprar este aqui, tá? Só temo. Isso não vende mais na livraria não. O meu, o meu, o meu tá até na minha casa lá da Tor. Já que tá na hora das perguntas, eu quero só fazer uma pergunta. Quando você tinha 17, 18 anos, o Alberto Almeida naquela época era mais novo ou mais velho que você? Naquela época ele era mais velho. Naquela época ele era 7 anos mais velho, né? Mas isso mudou. Um beijo para ele. Eu adoro. Bom, quem de nós não adora aquela alma, né? Aquela nobre alma. Alberto é uma pessoa realmente diferente. Um abração, querido, você tiver gosto muito, Alberto. Deixa eu trazer uma um tempero aqui para aquela discussão anterior. Maurício Franco fala aqui, ó, no mundo eh teológico, a arqueologia tem ajudado muito trazendo textos antigos e conceitos novos na interpretação dos textos. A arqueologia tem somado profundamente aos trabalhos teológicos. Ah, tem aquele Rodrigo, pastor Rodrigo Silva da Igreja Adventista, faz um ótimo trabalho. Ele é um arqueólogo, um teólogo que soma, escreve teses, traz conceitos assim fantásticos, unindo a teologia e a arqueologia. Maravilhoso trabalho. É, eu gosto muito do Tem tem um material também. Tá sem som, Jorge. Sem áudio. Sem áudio, Jorgeto, travou. Tira a câmera. Ela ih, travou. A gente vai ficar assim, viu? Se Deus quiser, professor Celestino, Adriano, se Deus quiser, a gente vai chegar nessa condição. Oi, consegui. Conseguiu. Então, eh, tem um livro, professor Severino conhece, e a Bíblia tinha razão, que é um estudo também, eh, arqueológico e teológico muito bom. É uma obra já antiga, mas é uma obra excelente. Essa a gente encontra para vender e encontra em cebo. Eu recomendo também porque é um material muito interessante em que ele faz, o nome do livro é E a Bíblia tinha razão, porque ele vai trazendo comprovações científicas para passagens bíblicas. É muito interessante ver eh o que ele
um material muito interessante em que ele faz, o nome do livro é E a Bíblia tinha razão, porque ele vai trazendo comprovações científicas para passagens bíblicas. É muito interessante ver eh o que ele pesquisou e o que ele identificou sobre essas questões todas, né? Que bacana. Ó, tem a pergunta aqui da Flávia Teodoro. Oi, Flavinho. Muito obrigado aí por estar prestigiando mais uma vez. Só houveram três reis, por que não mais? Na verdade, eu queria só dar uma contribuição aí dizendo o seguinte: primeiro não eram reis, eram astrólogos peças, segundo a história. E não tem. Colocaram três, mas ninguém sabe quantos são. Não, não. Eles tão falando dos três reis magos. Mag não é rei não. É rei mesmo. Davi, Saul, Salomão. Saul, Davi, Salomão. É isso aí. Não, meu filho. Quase. É, é. Ah, sim. Mas agora eu tô agora, agora eu tô confundindo com os reis que visitaram segundo o Evangelho Jesus. Isso, isso eu levei, eu levei pro outro lado que eu sei que isso aqui foi Saul, Davi e Salomão. Tá certo. Israel teve mais de 40 reis, não foram só três, né? Por isso não. É por isso que Exato. Exato. É por por isso que eu entendi. Eu entendi que ela tava falando do Reis Margos. Desculpa. Aí a a pergunta não são muitos. É que os os outros era tudo fraquinho, tudo fraquinho. Aí a gente não sabia nem o nome, não marcaram presença, né? Não, eles foram reis. Primeiro que depois de Salomão, no reinado do filho dele, Roboão, o reino se divide em dois. É Geroboão e Roboã. Na hora que divide em dois, os reis do norte, os reis do sul não tem mais aquele glamor dos É, basicamente foram três, né? Salomão. É. dos reis que manteram unificado, né, o processo. É, não houve divisão, rei. Rei de Israel unificado. São três. São três. Exato. Agora, um detalhe, viu? Um detalhe aí pro Elias que gosta de arqueologia, eh, eu tava lendo um material sobre os reis, não só de Israel, mas os reis desse período em que o os arqueólogos dizem o seguinte: "Palavra rei para muitos desses soberanos, ela tem que ser interpretada
, eu tava lendo um material sobre os reis, não só de Israel, mas os reis desse período em que o os arqueólogos dizem o seguinte: "Palavra rei para muitos desses soberanos, ela tem que ser interpretada na época, que na verdade eles eram como que quase que líderes tribais. Então, eram líderes que comandavam e, portanto, tinham o status de rei. Mas eu não posso considerar um rei um rei da da da Prússia, um rei da Inglaterra. É. Uhum. Não é a monarquia da idade média, né? um rei da é, não é aquela monarquia pomposa, então é uma coisa mais simples, mas despida de riqueza, não tinha aquela coisa da riqueza e da pompa, né? Você tinha isso no Egito. Os faraós do Egito viviam realmente numa opulência muito grande. Mas muitos dos reis daquele período, perdão, pode continuar, pode falar. Não, eu ia dizer lembrando que Deus se opôs, foi uma vontade do povo e não uma condição divina eleger um rei em Israel. Houve uma oposição, né? Uhum. Mas é bem bem que é o bem notado. Ela não tem nada a ver, né, com a o conceito de monarquia moderna que a gente tem, né, hoje. É, não é esse conceito de monarquia moderna. Eles eles tinham vida mais despida, então eles eles eram reis, mas não tinham toda aquela coisa que a gente muitas vezes imagina. Moravam em em castelos, né? Mas esses castelos não nada se parece com Versai, não é nada parecido com isso. São quase que fortalezas do que propriamente eh palácios reais. Não eram palácios reais, eram viviam em fortalezas, eram reis bastante ligados à questão eh das guerras para defesa do seu território. Viviam de coisas muito fundamentais, né? E e a condição de de conforto que eles tinham muito menor do que o que a gente tem hoje, né? com internet, luz elétrica, gelo, geladeira, televisão. Nós somos muito mais ricos em termos de conforto moderno do que esses soberanos do passado, né? Uhum. E o outro questionamento da Flávia que e hoje ainda há casos de poligamia permitida entre os judeus? Olha, os últimos casos de poligamia eh entre os judeus foram os judeus
eranos do passado, né? Uhum. E o outro questionamento da Flávia que e hoje ainda há casos de poligamia permitida entre os judeus? Olha, os últimos casos de poligamia eh entre os judeus foram os judeus etípos. Judeus etípes que foram levados na década de 70 para Israel. Ali esses judeus ainda tinham, eles tinham uma vida tribal. Oi, oi. É, oi, oi, Álvaro. Oi. Oi, Elahá. Eu acho que ele ficou sem som de novo. É, foi os últimos, foram os últimos casos. Hoje, inclusive, por decreto rabínico é proibido a poligamia. Oi. Queria fazer uma contribuição. Eh, o judaísmo, o judí falando judaísmo, Abraão, Isaque, Jacó tão antes da constituição do judaísmo como como doutrina do jeito que ele é. Eles são patriarcas. Os patriarcas, a exceção de de Isaque, foram politeístas, né? O politeísta, não, poligâmico. É poligâmico. Meu Deus, que besteira que eu falei, né? Porque porque Abraão, Abraão tinha a sua esposa, que era a Sara, mas ele também teve filhos com a escrava Agar e Jacó, muito mais ainda, que tinha quatro esposas mesmo, tinha duas filhas irmãs de lavar e as duas servas das duas, né? Uhum. Então ele ele tinha quatro. Agora existe um dispositivo dentro do judaísmo que a gente nem usa, que é ralitsa. Ralitza, ralitsa é o seguinte. Se, por exemplo, um judeu casa com uma determinada mulher e ele não tem filhos com ela, ele não tem filhos com ela, ou seja, a viúva ficou sem descendentes, o irmão mais novo desse que morreu pode engravidar a cunhada não como esposa, mas para que o irmão dele deixe da descendência. Ess esse dispositivo ele existe, mas ninguém usa quando a morte, né, mas saindo com a casa de morte não é levirato, não. É, tem que ter a morte. Mas é que os faradim, os faradim por mais tempo tiveram a a permissão de mais mulheres, por mais tempo. Ralit. Hum. Ah, fora da Ralitza, fora. É, a agora assim, só fazendo uma correção, os judeus etípes foram levados na década de 80 e não de 70. Inclusive, a última operação que buscou eh os judeus etípes foi em 1991. já é década, começo da década de 90,
ssim, só fazendo uma correção, os judeus etípes foram levados na década de 80 e não de 70. Inclusive, a última operação que buscou eh os judeus etípes foi em 1991. já é década, começo da década de 90, então ali se tinha poligamia ainda. E no Yemen já aí já foi no década de 50, já no começo da década de 50, operação tapete mágico, a que foi foram levados e também existiam casos ali de poligamia, porém tanto osemenitas quanto os etípes, judeus etípes são eh eles permaneceram assim reclusos. Então, por exemplo, comunidades isoladas e completamente isoladas da civilização. Então, os etípes, por exemplo, eles tinham uma profecia dentro deles, viviam o judaísmo, cumpriam a Torá, não se misturavam com os outros ao redor, mas esperavam uma grande ave que viria resgatá-los da África e levá-los a Jerusalém. Então, quando chegaram aqui, é, quando pousaram aqueles aviões e eles não conheciam a tecnologia, eles entenderam que era chegado o momento de ser cumprida. E alguns relatos interessantes é que começou a ficar a calor dentro do avião, as pessoas calor, calor não, perdão, frio dentro do avião, as pessoas queriam calor e eles chegaram a acender fogueiras dentro dos aviões que levavam eles de volta. Então assim, são comunidades judaicas, são judeus completamente negros. Por isso, às vezes até eh a gente não pode dizer: "Não, mas você você parece muito judeu ou você não parece nada judeu". Porque não existe isso. São judeus ah negros ali no na Etiópia, no Yemen. Ah, também bem árabes, né? É, eh, também assim, não como na Etiópia, mas a com uma similaridade, mas comunidades muito fechadas, que ali esse se preservou a poligamia por maior tempo. Mas eu acho que é no século XI, eu não vou me lembrar, no século X, eu não vou lembrar qual a data, foi proibida a poligamia para os judeus, foi proibida por lei. Então, hoje não é permitida, tá? Mas ao tempo de de Abraão, como disse o Ela, ao tempo de Isaque, Jacó, eh, era cultural a poligamia. Ô, Álvaro, e eles, ele, os etiopos, mantiveram isso em Jerus, em Israel
, hoje não é permitida, tá? Mas ao tempo de de Abraão, como disse o Ela, ao tempo de Isaque, Jacó, eh, era cultural a poligamia. Ô, Álvaro, e eles, ele, os etiopos, mantiveram isso em Jerus, em Israel quando voltaram ou já tiveram que Oi, perdão, professor, não ouvi. Eles não voltaram para Israel, os Sim, sim. E eles mantiveram ou ou acabaram com a poligamia quando vieram para Israel? Não, lá que até onde eu sei, eh, não são. Inclusive os hemenitas assim, a os etípes são pessoas adoráveis, adoráveis, adoráveis, pessoas maravilhosas, maravilhosas. Como não tem tanto tempo, eh, existia as mulheres judias tinham que tatuar o rosto. Então, tem ainda pessoas que carregam ali as marcas do antissemitismo na época da época, mas eu posso dizer que são pessoas adoráveis, com uma cultura linda. Certo. Última pergunta. da Sara pensava que essa determinação de não multiplicar mulheres se referia a evitar promiscuidade e não manter culturas. Como ver essa resistência e não misturar culturas no mundo cada vez mais misturado? Sara, posso responder? Depois o Ela e o professor vão ter acrescentar, tem certeza? Mas posso lembrar uma coisa? Emanuel, Gênesis de Kardec e Emanuel, Caminho da Luz. quando fala das raças adâmicas, então a gente vai se lembrar que ali a gente tem algumas conglomerações, algumas nações, alguns povos que possuem uma origem espiritual em capela. E essa origem já traz um natural sentimento eh de não se misturar com os locais. A gente tá falando dos hebreus à luz da doutrina espírita, a gente tá falando de uma das raças adâmicas. E aqui existe uma preocupação, existe uma forma muito interessante de se observar que é trazido esses elementos. E também o elemento de preservação do monoteísmo no mundo se dá principalmente por conta eh do judaísmo, já que o próprio catolicismo ou o cristianismo deixou de ser em dado momento monoteísta, segundo a lei judaica, por acreditar que Deus seja paz pela Santíssima Trindade, o que é inaceitável pelo judaísmo. Então, quando você olha pro passado, existe uma
u de ser em dado momento monoteísta, segundo a lei judaica, por acreditar que Deus seja paz pela Santíssima Trindade, o que é inaceitável pelo judaísmo. Então, quando você olha pro passado, existe uma justificativa que eu não vou dizer se é o melhor caminho ou não, mas existe uma justificativa e uma natural compreensão dentro desse povo. Mas como a gente pode ver essa essa resistência? a gente precisa de ver com toda com toda a naturalidade, porque por um lado, se alguns querem a casar entre si, isso é completamente respeitável. O importante é que exista amor e fraternidade entre todos os povos em diferentes culturas, mas a gente entende que em um mundo regenerado, esses elementos podem podem podem estarem diminutos, mas a grande proposta é nossa transformação moral e não quem nós escolhemos como parceiro ou parceira para casar. É isso aí. Se vocês querem, Jorge, eu acho que você tem que colocar e pode colocar diferente da minha opinião, tá? Sem problema. Eu eu queria comentar queria comentar ponto número um. Este assunto é do capítulo 17. A gente vai voltar a ele lá na frente. Isso. Nós estamos dando 16. A gente vai rever isso aí com tranquilidade. Fique tranquilo. Segundo ponto, eu não disse que não era com relação à promiscuidade. Eu não disse, eu disse para evitar a poligamia, que tem a ver com a promiscuidade. Então são dois fatores. Primeiro a promiscuidade pela poligamia, pela pelo desrespeito com essa relação ao outro na escolha de muit de muitos parceiros. Isso é um ponto. E um outro que é fundamental que a gente entenda é que eh deixa eu desligar isso aqui que tá com bateria baixa. E aí e a outra questão que é importante que a gente entenda é que essa questão da missigenação cultural, ela realmente foi o que pode, você pode dizer o que você disser. Ah, porque tá errado, tem que misturar. É verdade, tem que misturar. Mas foi essa característica, e eu não tô dizendo nem que é certa, nem que é que é errada, mas foi essa característica da cultura judaica que fez ela
ado, tem que misturar. É verdade, tem que misturar. Mas foi essa característica, e eu não tô dizendo nem que é certa, nem que é que é errada, mas foi essa característica da cultura judaica que fez ela sobreviver. Observe o que acontece no Brasil. No Brasil, quando alguém migra de um determinado país para viver no Brasil, a primeira geração que chega aqui, os pais não deixam falar português, ensina só o idioma de onde vieram. é uma rigidez, só pode casar com os caras que vieram do mesmo país que eu. É uma tentativa enorme de manter aquele grupo eh isolado da cultura desse país que é entendida como eh equivocada. Mas o que que vai acontecer na segunda geração? Já não tem mais. Quando chega na terceira, então acabou de vez. Então você tem os os Nisei, depois você tem os sansios netos japonês, depois tem os não sei, que não sabe mais nada, perdeu a sabe mais nada. Então assim acontece com os árabes. Você pega árabe aqui, primeira geração fala árabe, segunda geração só conhece os palavrões, terceira não sabe mais nada. Sabe mais nada. Por quê? Porque a nossa cultura é uma cultura extremamente invasiva, integrativa. Nós somos horríveis para destruir a cultura dos outros. Então um um grupo chega aqui, a gente destrói a cultura, destrói. Destrói, porque a gente integra, eh, envolve e quando a pessoa se vê, ela tá dentro da cultura brasileira. Os judeus para se preservar disso, eles fazem todo tipo de coisa, só casam entre si. evitam ter muita amizade fora do ambiente deles. Para quê? Para que a cultura se preserve. Eles são a única cultura da história da humanidade que preservou quatro coisas. Eles preservaram o idioma. Pode procurar. Qual é o povo antigo lá que fala o mesmo idioma? Não tem. Todo mundo mudou. O povo árabe não fala o idioma que falava naquela época. Eh, não mudou. Mudou tudo. Segundo o único povo e na Mesopotâmia fala ainda sumélio? Não fala mudou. Agora fala árabe. Não fala o o que falava há 4, 5000 anos atrás. Não fala. Segundo eles têm o mesmo alfabeto do
u. Mudou tudo. Segundo o único povo e na Mesopotâmia fala ainda sumélio? Não fala mudou. Agora fala árabe. Não fala o o que falava há 4, 5000 anos atrás. Não fala. Segundo eles têm o mesmo alfabeto do passado. Não mudou o alfabeto. Vê se os romanos usam número romano, se eles usam latim. não usa. Então eles preservaram a língua, a cultura, a religião e o alfabeto. Aí você vai dizer os gregos, os gregos t o mesmo alfabeto e tem a mesma língua, mas não tem a mesma religião, não tem a mesma cultura. Então, preserva uma parte, mas outra não. E como é que os judeus conseguiram sem terra, sem território, perseguido, eh, infernizado durante 2000 anos, sobreviver? Por causa disso que a gente tá dizendo que é ruim. E eu entendo seu posicionamento no mundo globalizado, mas foi isso que fez sobreviver. Se não fosse isso, talvez não tivesse sobrevivido. Aí você diz: "Mas isso é muito ruim. Mas eu vou contar uma coisa para você. Quando veio a ideia do Deus único, só o judaísmo era monoteísta na terra. Só um era monoteísta. 1300 anos depois, quando Jesus chegou, só um era monoteísta. Durante 1300 anos, não se levantou um povo neste planeta para dizer: "Eu também concordo. Eu acho que é um um deus só". Todos continuavam dizendo que eram vários deuses. Só os judeus mantiveram isso por 1300 anos. Como é que eles mantiveram isso? com todo mundo fazendo pressão para acabar. Por conta dessa coisa, entre aspas, errada, de se preservar demais, mantiveram a cultura que foi a salvaguarda da nossa humanidade. Por quê? A nossa cultura ocidental, ela é apoiada em dois elementos. Ela é uma cultura judaicocristã. Muitos dos comportamentos que a gente tem na nossa sociedade são herdados do judaísmo. Esse negócio de tomar bênção, levantar diante de idosos, isso é cultura judaica que a gente vai absorvendo sem saber que é judaísmo. Então, tem muita coisa judaica. Por que que a gente não aponta paraa estrela, né? Por que que não aponta? Isso é coisa judaica. Judeu não podia apontar paraa estrela para contar as estrelas do
daísmo. Então, tem muita coisa judaica. Por que que a gente não aponta paraa estrela, né? Por que que não aponta? Isso é coisa judaica. Judeu não podia apontar paraa estrela para contar as estrelas do Shabat. Então não pode contar estrela que é para não confundir com os judeus que eles contavam as estrelas. Quando nascia a terceira estrela, já era início do shabat, poderia começar o cabalá de Shabbato. Então veja, existe eh coisas que a gente precisa enxergar. Eu concordo que você ah, mas esse isolacionismo ele não é legal. Realmente ele não é legal, mas é isso que preservou a cultura. Aí você vai dizer: "Mas por que que você diz que salvou a humanidade? Porque uma humanidade politeísta se mata. Uma humanidade politeísta enxerga o outro como diferente dele. Uma humanidade monoteísta enxerga todos os seres nascidos de um mesmo criador e já cria um vínculo de simpatia com aqueles que ele nem sequer conhece. Então, o judaísmo trouxe a mensagem, trouxe a mensagem do monoteísmo e isso promoveu o germen da fraternidade universal. Se nós estivéssemos, se o judaísmo não tivesse existido, puf, nós teríamos um povo politeísta, porque não tinha ninguém para defender esse negócio. Nós teríamos sido um povo politeísta. Estaríamos hoje com uma visão totalmente fragmentada da humanidade, achando que uns são originários de uma coisa, outros são de outra, sem a ideia de unidades que o judaísmo nos legou. Com todos os defeitos que o judaísmo tem, todos que você pode colocar, nós não podemos deixar de reconhecer a contribuição que ele deixou paraa humanidade pela sabedoria que legou e por esses atributos importantes paraa construção da nossa civilização. Muito bom. E ela vale dizer também que muitas vezes no cristianismo nós até fomos assim abertos a o casamento eh uma cultura não fechada ou no islamismo, mas ao mesmo tempo extremamente prosélita as ambas as religiões. Já o judaísmo nunca buscouões. E por um lado, eh, não existe a vontade de inserir os valores em outras culturas e que, por exemplo, no
mas ao mesmo tempo extremamente prosélita as ambas as religiões. Já o judaísmo nunca buscouões. E por um lado, eh, não existe a vontade de inserir os valores em outras culturas e que, por exemplo, no Islã traz a Guerra Santa no cristianismo, ah, no passado acabou sendo desviado para a inquisição e outros processos. seus lados positivos e seus lados ah quem sabe negativos, mas acima de tudo é o respeito a todas as culturas. Tem mais uma a pergunta, acho que a gente pode responder responder. Por que os judeus não mais construíram um novo templo? Porque tá escrito que o terceiro templo será aquele que descerá dos céus pronto. Isso daí é repetido lá, é trazido através de João Evangelista no próprio Apocalipse. Quanto tempo faz que o último foi destruído? ano 70 da era comum, descrito ali por inclusive por há 2000 anos, no livro há 2000 anos, por Emmanuel descrito ali o cerco de Jerusalém no ano 70, quando Tito assim o faz e quando Pompilho Craço irá reencarnar junto dele em 50 anos depois, então a gente vai encontrar ali esse momento. Então o próximo templo não mais será reconstruído em Israel. Os tem uma coisa, tem uma coisa. Aguarda aonde aonde estava o templo, no local aonde o templo estava, hoje tem uma mesquita que é ali no topo do co do daquele local que os judeus sequer podem entrar. Você querer um terceiro templo tem que ser no mesmo lugar. Você tá propondo que os judeus entrem ali, retire a mesquita, bombarde tudo, quebre tudo, construa o templo do mesmo lugar. Você vai criar uma confusão no mundo árabe infinita. Então você vai ter que extrair aquela mesquita e botar o templo de volta. Dinheiro para construir não é problema. Não é problema. A questão não é essa. É a questão geopolítica. Como é que você vai chegar em Jerusalém e dizer pros árabes e pros muçulmanos: "Sai, eu vou retomar isso aqui, vou reconstruir meu templo". Tem que ser no mesmo lugar, porque esse lugar, Telg, segundo a tradição judaica, a Adão sacrificava para Deus. Aonde Caim e Abel faziam
os: "Sai, eu vou retomar isso aqui, vou reconstruir meu templo". Tem que ser no mesmo lugar, porque esse lugar, Telg, segundo a tradição judaica, a Adão sacrificava para Deus. Aonde Caim e Abel faziam sacrifícios para Deus. foi aonde Abraão levou Isaque para ser sacrificado. Então, eh, há uma tradição de que este é o lugar. Se não for ali, não adianta ser noutro, tem que ser naquele canto do mesmo jeito, porque é lá que tem que ser feito. É por isso que não pode. Então não tem como. E é exatamente porque o templo foi destruído, não tem outro, que os jabinos usam preto. Eles estão de luto há 2000 anos esperando a possibilidade de que isso passe. Antes eles não viviam de preto, eles usam preto hoje pela tristeza da destruição do templo de Jerusalém. Agora vale lembrar que o templo vindo dos céus, o terceiro beita migdade, terceiro templo, esse templo chamar em hebraico é céus. Eu não estamos falando do céu físico, é espiritual. Ele é constituído no espírito. Os verdadeiros adoradores adorarão a Deus em verdade, espírito. Então, Salminha, eh, não precisa se preocupar com isso. Já foi o tempo, já foi o tempo, né? nossos corações. Já foi o tempo. Somos da nossa alma o tabernáculo vivo, onde habitará Deus em plenitude. Meus irmãos, eh, finalizando, finalizando. Não, Selma, repare. Não, não interprete na minha resposta que eu esteja criticando você. Você tá certo, senhor quer entender. Tá correto. Mas é isso mesmo. É complicado mesmo essa coisa, né? Ela é super. Por que fizeram? Porque no mesmo lugar. Aí é problema tirar o povo de lá. Salminha mora perto de Heindesville. Ela como é? Ela mora perto de Hindesville Road, aonde se ela mora bem pertinho ali, onde se deram os fenômenos. Inclusive, essa foto, essa casinha que tá aí, é uma casinha, é onde está ali o o a foto é de lá, né, Celminha? Escreve pra gente a foto que tá aí no sua na sua foto. É de Rindas, aonde começou ali o espiritualismo no mundo. Ela mandou, colocou muito no WhatsApp quando ela esteve lá essas fotos.
, né, Celminha? Escreve pra gente a foto que tá aí no sua na sua foto. É de Rindas, aonde começou ali o espiritualismo no mundo. Ela mandou, colocou muito no WhatsApp quando ela esteve lá essas fotos. É, ela ela não me convida para ir lá, professor. Ela só convida os mais próximos, mas tudo bem. Olha, eu tenho um livro aqui em casa. Cadê ele? Deve est em algum lugar aqui. Vamos orar a Deus para que ele apareça. Apareceu. Tá aqui. Este livro aqui é um livro difícil de achar hoje. Chama-se Espiritismo Básico de Pedro Franco. Eu tenho. Então guarde, professor, porque isso é ruim de achar para burro. Esse livro aqui é um livro muito bom sobre a história do espiritismo. E aqui conta um negócio legal. Aqui conta o seguinte. Quanto que em 1904, 1904 houve a criação de um museu de espiritualismo moderno lá próximo de Heidesville. Então, eh, o pessoal resolveu levar o barracão dos Fox pro museu. Então, eles pegaram o barracão e levaram de lado onde estava pro local lá do museu. E lá nos Estados Unidos tinha aquele negócio de congelar base, já viram que pega uma casa inteira e crof tira a casa e plum, planta a casa no outro lugar. Isso é um negócio que eles a gente encontra caminhões nas estradas levando a casa. Pois é. É, e igual igual dentista. Chama de tartaruga. É, né? Arranca o arranca o dente, arranca um molar lá de trás, aí põe na frente, entendeu? Não dá certo não, Jorge. Não dá certo não. Local diferente, anatomia diferente, bactérias diferentes. É outra via, é outro local. São 32 órgãos específicos em cada local em medida. Tá brincando. Eu, se eu botar um dente de trás na frente, não vai, não vinga, não nasce, não funciona não. Que legal. Então, olha só. Aí o cara pegou a o barracão, tirou daqui e levou para lá. Quando ele levou o barracão, o barracão chacoalhou para poder botar em cima do caminhão e uma parede falsa que tinha no porão da casa caiu e atrás da parede falsa tinha um cadáver de um mascate com uma baliza de mascate e uma faca. Acharam o corpo do Rosna 56 anos depois do fenômeno de
o e uma parede falsa que tinha no porão da casa caiu e atrás da parede falsa tinha um cadáver de um mascate com uma baliza de mascate e uma faca. Acharam o corpo do Rosna 56 anos depois do fenômeno de Ridersville. Nossa, que o corpo dele nunca foi achado. Interessante. Charlie Rosman. É esse cara mesmo aí. E aí ele foi reencontrado quando a parede caiu. Está aqui escrito nesse livro. Hum. Interessante, hein, Elah? Isso aqui. E raro, hein? Eh, e raro, hein? Essa esse livro é é esse livro aqui para achar é um custo hoje. Ele não é mais editado. É é caro. Ele é raro. Eh, tem uma mensagem aqui da Selma. Eh, mas eu não vou eu não vou colocar porque criaria uma intriga aqui entre ela e o Álvaro. Opa, desculpa, foi sem querer. Já foi sem querer, viu, Álvaro? Eu cliquei que eu nem vi, nem vi onde eu tava clicando. Ama tá dizendo que o Alice E aí a Mir E aí a Miram falou aqui a coitadinho o Álvaro. Ô Celminha, Celminha, não diga que ele ignorou você não. Ele às vezes me ignora. preocupe com isso não. É natural dele, é o jeitão dele mesmo. É um bom menino. Olha, ela tá dizendo que o alic está lá, então a gente precisa confirmar essa coisa toda, porque eu só encontrei essa história até hoje nesse livro, tá? Então é bom que a gente dê uma conferida. Muito bom, Selma. Saber Deus. Inclusive vai sair o filme das irmãs Fox. Que boa, hein? Tá em gravação, gente. A gente vai poder ver essa história trazida por Wagner Assis. Eu acho que ainda esse ano ele já está em gravação ou quem sabe no começo do ano que vem. Não temma. Mande as fotos. Mande as fotos ou pro professor Severino ou pro Álvaro que aí eles fazem chegar em mim. Eu queria ver. Tá bom. Se se você quiser, Selma, pode me buscar aí, por favor, no Instagram e a gente combina uma forma, você me manda as fotos e a gente até apresenta no na na próxima. Poxa, é interessante, hein? Né? Acho que vale a pena. É, não me manda mensagem, mas tem o meu telefone. Olha, o programa é de Moisés Kardec, então dá, né? Tá no programa, tá no tema. Tá certo?
róxima. Poxa, é interessante, hein? Né? Acho que vale a pena. É, não me manda mensagem, mas tem o meu telefone. Olha, o programa é de Moisés Kardec, então dá, né? Tá no programa, tá no tema. Tá certo? Elá, você tem mais informações de quando foram por dos registros policiais na casa e das tem aqui nessa obra que você já leu, inclusive, afinal quem somos? É, afinal quem somos aqui? Tem aqui tem Pedro Granja. Pedro Granja. Então se a se a Celminha mandar, quem sabe, né? E ela professor Cestin Adriano, vamos ver, né? Não sei se ela ainda tem meu telefon se ela ainda tiver, quem sabe. Eu acho que ela jogou fora porque você não chamou ela, não chamou você, você não foi, você ignorou ela. Eu jogaria também. Eu não queria nem conversa, eu jogaria fora. Isso, Selma. Po, aí faz chegar em mim que a gente monta aqui, né? Lembrando que o nosso próximo programa vai ser no dia 6 de maio, tá? 6 de maio. Já agendem aí. Eh, manda, manda as fotos que a gente prepara aqui para poder apresentar no próximo programa, se Deus quiser. E se as nossas forças físicas perdurarem, porque eu e ela já estamos velhinho. Já tô coitado. Nossa, isso é, isso é a maior indireta que eu recebi hoje, viu? lavar. Isso é um boa noite, discreto. Já vou, vou, não vou demorar muito não. Até logo. Olha, ol aí, ó. Seu moral tá pequenininho, viu? Viu? Então, ol, tão acabando comigo hoje. Eu quero dizer a vocês que agora a minha internet melhorou. Vocês viram? Eu tô vendo. Acabou. A internet melhorou. Isso é um absurdo. Isso. É obsidiado mesmo. Esse computador, isso é complô contra o programa, viu Jorge? Pessoal, finalizando reta final. Vamos finalizar. Álvaro faz a prece. Posso fazer? Passa, meu filho. Já pode, pode. Bom, eh, orai pelos que vos caluniam. Eu vou começar. Ai, é brincadeira, gente. É sempre muito feliz esse clima de fraternidade, esse encontro de corações amigos, a construção do conhecimento que se dá na interação dos nossos psiquismos somados a mentores do plano espiritual que dilatam, inspiram.
iz esse clima de fraternidade, esse encontro de corações amigos, a construção do conhecimento que se dá na interação dos nossos psiquismos somados a mentores do plano espiritual que dilatam, inspiram. e trazem suas contribuições tão importantes e amorosas, fazendo com que por detrás da letra venhamos a encontrar um espírito, ou melhor, o próprio espiritismo, o próprio cristianismo rediv vivo. onde nós angareamos forças, compreensões para a continuidade do trabalho que recebemos a incumbência. que todos aqui reunidos possamos estar amparados pela espiritualidade superior e que os nossos lares, onde quer que nós estejamos, sejam preenchidos de luz. que os nossos espíritos diante de tudo que foi oferecido por tantos missionários da antiguidade e hoje, sem os véus que um dia obscureceram o entendimento, sob a luz divina da doutrina dos espíritos, podemos reencontrar ar com o nosso passado, abrindo um novo horizonte para o futuro, o futuro de fraternidade, o futuro de respeitabilidade, futuro de amor ao próximo. E um pouquinho desse futuro vivemos quando aqui nos encontramos e quando com singelas palavras, brincadeiras amorosas e por que não com gargalhadas inesquecíveis que expressam o amor que tem sido construído entre cada um daqueles que acompanha essa live, que participam pelo chat, que ouvem posteriormente e entre nós participantes. Deus possa nos amparar e que sejamos todos abençoados pelo amor aqui constituído. Que assim seja. Graças a Deus. Seja. É isso aí de Moisés na Kardec. É isso aí. Falar sério, mas com leveza, com alegria. Isso é bom demais. Pessoal, lembrando que de 15 em 15 dias, então, nós temos de Moisés a Kardec, quinta temporada. Eh, e, eh, afinal somos o espírito no tempo com Jorgito Elará, Cris Drux e Ivana Heisk. Tá bom? Então, na próxima terça-feira nós temos afinal Somos o espírito no tempo e no dia 6 de maio retornamos então com o de Moisés a Kardec, quinta temporada. É isso aí. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para
nal Somos o espírito no tempo e no dia 6 de maio retornamos então com o de Moisés a Kardec, quinta temporada. É isso aí. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Jorgito, beijo no coração. Professor Severino Celestino, beijo no coração. Beijo no coração. Eu queria só falar uma coisinha, Jorginha, queria que os que os companheiros aqui da live visitassem o site Agenda Espírita Brasil. O que que é este site? É um site que divulga tudo que está acontecendo no movimento espírita. Então ele, o o Márcio pega tudo que tá acontecendo e joga lá. Então quer saber onde fulano está, aparece. Quer saber onde fulano está, o que que vai acontecer na Paraíba? Então você consegue saber por cidade, por orador, por por tema. É um site do movimento espírita para divulgar os eventos espírit, tá tudo gratuito. E se você da sua cidade quiser colocar o seu evento, você vai lá, cadastra o seu e todo mundo é como fosse um grande mural para todo mundo consultar. que está acontecendo. E aí, se a gente puder eh visitar esse site, vai ajudar muito o Márcio no trabalho que ele tá fazendo. Tá bom? Bacana demais. Já abri aqui. É muito legal. Muito legal. Muito bom. É isso aí, pessoal. Então, nós vamos ficando por aqui, tá bom? Até o dia 6 de maio. Fiquem todos com Deus e até a próxima. Ciao. Ciao.
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