De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 13/08/2025 (há 7 meses) 2:12:51 511 visualizações 112 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés, a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui nessa noite do dia 12 de agosto de 2025, aliás, o mês de agosto que é especialíssimo e eu vou explicar por daqui a pouquinho. Então nós estamos aqui em mais um capítulo dessa odisseia do estudo de Moisés a Kardec. Deixa eu já trazer quem já está comigo aqui. Deixa eu adicioná-lo ao palco. Jorgito Elará. Seja bem-vindo, Jorgito. Fala, Jorgito. Seja bem-vindo. Eu eu que cortou. Foi a minha internet ou a sua? >> Acho que foi a minha. Acho que foi a minha. >> É. >> Olá, como é que você tá, Adriano? Tudo bem? Como é que estão as coisas? Tudo em paz? >> Depois, depois do susto da última terça-feira, tá tá mais tranquilo. Que que aconteceu terça? >> Ah, eu tive uma uma situaçãozinha de saúde que me aquele me tirou de combate na terça-feira retrasada. Me tirou de combate. Aí como infelizmente como colocar a live no ar dep tava dependendo de mim, nós não conseguimos entrar, né? Não, não teve a live, então estamos retornando no dia de hoje. >> E aí, me conta, você tá, você está em Gip Paraná? É isso? Não, e na verdade aí tá aparecendo no Gipaná porque eu não troquei, deveria ter trocado. Eu estou em Cacau, >> que é a cidade depois de Giparaná. >> Giparaná. de Paraná ficar 390 km de Porto Velho e Cacau fica mais 120 km, então dá uns 510 km de Porto Velho. Eu tô uns 500 km de Porto Velho nesse momento. Tô eu tô no hotel nessa hora aqui. Eu tô tentando fazer a live pela pela rede do e estou usando também. Estou no hotel do céu nesse momento. >> Tô usando. Ah, é, é. Eu estou também. Tô tentando, tô tentando usar a rede do hotel para poder fazer a live. Vamos ver se dá certo. >> E é por isso que a internet está demais da para >> Vamos ver, vamos ver. Eh, vamos ver o que que a gente pode fazer para melhorar daqui a pouco. Agora nós estamos com um problema porque eh o professor Severino Celestino operou dos olhos. O o homem chegou. >> Ah, meu Deus. >> Boa noite, queridos.

a gente pode fazer para melhorar daqui a pouco. Agora nós estamos com um problema porque eh o professor Severino Celestino operou dos olhos. O o homem chegou. >> Ah, meu Deus. >> Boa noite, queridos. >> Meu Deus, que delícia, meu pai. Oh, meu Deus. Muito obrigado. Que bom. Seja muito bem-vindo, professor. >> Professor Severino Celestino. >> Celestino. >> Estou sem óculos. Boa noite a todos. uma alegria muito grande. Ainda não estou com a vista meio sem poder ler muito bem, porque hoje eu tô com nono dia de de cirurgia, né? Mas a gente tá aqui com vocês para dividir, para conversar, >> para trocar ideias. E o Álvaro não chegou ainda não? Álvaro, ainda não, professor. Estamos aguardando para esse menino pra gente poder eh avançar no nosso estudo. >> Mas deixa só ver aqui uma coisa antes. >> Eu tô bem. Deixa eu ver aqui com o Adriano. Estant >> uma coisinha com Adriano. Como é que tá Goiânia, meu filho? Tá bem. Então, eh, saí de Goiânia meiodia e meia. Estou agora, cheguei agorinha em Gurupi, Tocantins. Estou aqui a trabalho. Legal. Eu também estou a trabalho aqui deslocando, mas parei para fazer a live aqui. Depois eu retomo o meu trabalho. >> Você, >> professor Severino, como está João Pesso? Você sabia que nós nos encontramos? Adriano? Eu e professor Severino. >> Onde? Onde vocês estiveram juntos? João Pessoa. João Pessoa. Nossa, que inveja, viu? >> Tive a honra de receber o Jorgito em nossa casa. Foi assim uma festa e eu aconselho a quem quiser acompanhar. Já está no YouTube o nosso trabalho. Fizemos sobre as três parábolas da misericórdia. Foi assim para mim uma honra muito grande receber o Jorgito. Faltou o Álvaro que ficou com a outra oportunidade, >> mas a gente fez um trabalho sobre os auspícios da espiritualidade do Dr. Bezerra de Menezes que estava conosco. Eu também não estava bem de saúde, tinha adiado uma cirurgia por causa tava com muita gripe. Foi assim um trabalho que a espiritualidade realmente se encarregou de resolver o problema. Jorjito quase perde o avião dele e eu

em de saúde, tinha adiado uma cirurgia por causa tava com muita gripe. Foi assim um trabalho que a espiritualidade realmente se encarregou de resolver o problema. Jorjito quase perde o avião dele e eu quase não podia ir. Imagina que o presidente da federação, o nosso querido João Batista de Azevedo Neto, ele estava dependendo de mim e de Jorgito. E nenhum dos dois tava com condições. Não foi Jorge? Jorge, porque quase perde uma conexão em São Paulo. Acho que foi em São Paulo, não foi Jorgito? Foi o que aconteceu é que a a eu tinha uma conexão aqui, tinha um primeiro voo e um segundo voo com uma distância entre eles. Aí eu sairia do primeiro voo e pegaria o segundo. Só que o primeiro voo atrasou e não dava mais para pegar a conexão. Então eles mudaram o, como o voo atrasou, eles mudaram o segundo voo. Eu ia chegar só de tarde, como é que eu ia fazer o evento se eu chegasse só de tarde? Aí o Neto arriscou. >> Por quê? Porque atrasou e ficou uma diferença de 20 minutos na chegada minha para a partida do outro. Aí disse: "Eu vou arriscar você conseguir pegar o voo". Aí, meu amigo, quando chegou em Guarulhos, eu saí correndo com a minha mala na cabeça, gritando por sai, sai, sai e gritando pro mar se abrir para eu poder passar. Foi uma coisa terrível. Aí o mar abriu e eu cheguei, eu fui, não fui o último a entrar no avião, mas já não tinha mais fila nenhuma. Eu cheguei e entrei direto no voo e sentei. Aí depois entraram mais umas duas pessoas e o voo saiu, mas já não tinha mais fila, não tinha mais ninguém. Tava só naquele finalzinho de de embarco. E eu correndo no aeroporto com a minha mala na mão para poder chegar. Foi um sofrimento. E na volta aconteceu parecido. Eu peguei um voo que fez uma conexão de 10 horas em Belo Horizonte. Eu fiquei 10 horas igual aquele cara que for morando no aeroporto. Fiquei morando em Confinas para poder pegar o voo para Porto Velho de volta. Mas é isso mesmo. >> Faz parte. >> Mas deu tudo certo. Maravilha. >> Foi. E eu e eu não vou porque eu peguei

no aeroporto. Fiquei morando em Confinas para poder pegar o voo para Porto Velho de volta. Mas é isso mesmo. >> Faz parte. >> Mas deu tudo certo. Maravilha. >> Foi. E eu e eu não vou porque eu peguei o telefone ainda para ligar pra neto porque eu estava com essa gripe que eu peguei num vi num voo que eu fiz de madrugada e não dormi caí minha minha imunidade. Eu peguei essa gripe muito forte. Mas aí a minha médica me medicou logo e eu fiquei três dias sem sair da cama. E na sexta de noite eu ainda peguei o telefone, eu vou ligar pra neta, mas eu digo: "Não, vou deixar o dia amanhecer para ver o que é que vem". E graças a Deus a espiritualidade me sustentou e eu fui, olha, foi assim, para mim foi um uma felicidade muito grande. Eu e Jorge, a gente só deu o nome do seminário para quem vai assistir. A gente só deu o título, as três palavras. Eu preparei um material para expor uma prévia e com o material que eu preparei, a gente ficou até às 15 horas que a gente tinha programado de de de falar de 9 às 12 e de 1:30 às 15 a gente iria abrir paraa pergunta, mas o quê? Quase não dá pra gente expor só o que que eu tinha preparado e foram 6 horas praticamente, não foi, Jorge? E a gente era, foi um um pingpong assim que abriu, abriu, eu diria assim, um padrão de novas exposições da doutrina. A dois, a três e a gente >> é e a gente deve isso ao Moisés, de Moisés a Kardec, porque o >> É porque o que acontece, que que acontece? Geralmente você tem uma pessoa fala, depois a outra vem e fala. duas pessoas para falarem juntas é complicado. Você não sabe aonde a pessoa vai chegar, o que que ela, como é que, como é que é o balé da do passe da fala. E esse trabalho que a gente vem fazendo já tem um tempo, permitiu com que esse entrosamento acontecesse. Então chegou lá na hora, ao invés de nós termos uma fala do professor e uma fala minha, nós falamos os dois ao mesmo tempo. Aí inclusive, pera aí, tem um negócio aí, tal. Aí não completava, não, mas volta, volta lá que e ficou muito mais

nós termos uma fala do professor e uma fala minha, nós falamos os dois ao mesmo tempo. Aí inclusive, pera aí, tem um negócio aí, tal. Aí não completava, não, mas volta, volta lá que e ficou muito mais coloquial e eu acredito que o pessoal aproveitou bastante e foram só três parábolas. Eu vou dizer uma coisa a você, Jorge. Depois eu conversei com o presidente lá da federação e ele disse, já marcou um encontro conosco, eu, você e o Álvar e a Denise Lino de Campina Grande. E mais eu acho que eu acho que tem mais uma pessoa, eu acho que é Eulália, e nós vamos fazer um congresso em 2027 nesse estilo de, >> olha, >> é >> junto e misturado. >> É. E a gente e a programação vai ser no sentido de que se faça eu e você e o Árvore, por exemplo, e a Denise fica o sábado em João Pessoa, enquanto o outro grupo tá no sábado em Campina Grande. Quando for no domingo, quem tá em Campina Grande vem para João Pessoa, quem tá em João Pessoa vai para Campina Grande para até fazer a a nossa parte que fez em João Pessoa fazer lá para que a maior a as os dois núcleos, vamos dizer assim, o pessoal do Brejo fica até Campina Grande e o pessoal da Catinga do Agreste, do litoral fica em João Pessoa. Então, e e o estilo de apresentação foi aquele fundado, vamos dizer assim, ou instituído por mim e você no sábado 26 de de julho, quando nós fizemos aquele aquele aquele dia de foi assim um marco maravilhoso, foi uma riqueza >> fantástica. >> Então, eu não vivi em vão. >> Como é? Eu não vivi em vão. >> Foi, foi muito bom. Foi muito bom. Eu achei assim de uma riqueza, experiência, eh, vamos dizer assim, uma dualidade na unidade, porque foi exatamente o que aconteceu. Eu e Jorge parecia que a gente tinha ensaiado uma peça teatral e que tava agora eh declamando no auditório, mas foi tudo, cada um na sua eh visão, vamos dizer assim, no seu conhecimento, mas casou tão bem que não houve assim uma solução de continuidade em nenhum momento. Pelo contrário, quando um parava, o outro chegava, quando o outro parava, o outro chegava. A plateia se

nhecimento, mas casou tão bem que não houve assim uma solução de continuidade em nenhum momento. Pelo contrário, quando um parava, o outro chegava, quando o outro parava, o outro chegava. A plateia se entusiasmou, passaram a perguntar, as pessoas da plateia passaram a perguntar, interagiram conosco, ninguém cochilou, ninguém dormiu e quando chegou a hora de parar, todo mundo fez ah, porque achou pouco e eu queria mais. Foi assim muito rico nosso encontro. Mas eu queria saudar os nossos queridos internautas, né, pedindo perdão e desculpa, porque realmente na na última quinzena eu estava já operado, mas hoje eu estou, mas eu estou sem condições de ler muito bem, mas estou aqui para ir até onde eu puder, que é eu aqui colírio de um lado, colírio do outro, porque eu ainda estou na fase de de medicação, né, porque são é quase um mês de de medicação pós-operatório. Mas estô aqui com a graça de Deus para aprender com vocês, estudar com vocês, aprender com Jorgito e esperando aí o Alvinho ver se ele entra para poder a gente fazer o o tri esperança, que ele até agora não chegou, mas a gente vai na medida do possível. >> Ele tá na atividade lá no centro, né? Mas a gente pode começar. >> Pode. >> Só só responder. >> Capítulo 20. Pera aí, só um minutinho, >> viu Jorge? Só respondendo a Eliete Gomes, não aconteceu a live de de 14 dias atrás, tá, Eliete? Nós explicamos no início, tá bom? Então, não houve a a live de 14 dias atrás, só para esclarecer para ela, porque ela disse que tava procurando nos canais, não vai encontrar. >> É. E outra coisa, >> e a prece, vamos fazer a prece. Vamos só um esclarecimentozinho, Adriano. Não vai haver prejuízo sim, >> porque nós vamos dar continuidade do do plano e do estudo naturalmente, como se não tivesse havido aquela live, mas também vai deixar de ver o que veria naquela live, tá certo? Que a partir de hoje a gente retoma na ordem, se eu não me engano é o capítulo 20. >> Isso >> é com você, Adriana. É o 20. Quem quem faz a prece para nós? A prece

r o que veria naquela live, tá certo? Que a partir de hoje a gente retoma na ordem, se eu não me engano é o capítulo 20. >> Isso >> é com você, Adriana. É o 20. Quem quem faz a prece para nós? A prece inicial >> eu posso fazer porque eu eu não estou muito >> Olha como a minha é a minha internet tá ruim, vou deixar o professor fazer. OK, Jorgito? Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, agradecendo a ele por mais esta oportunidade, que possamos ser instrumentos do seu amor, da sua luz e da sua paz. Gratidão, Senhor, pelas nossas vitórias, pelo nosso aprendizado, pela nossa oportunidade de crescer em busca da verdade que tu tanto nos orientastes. Abençoa os nossos queridos irmãos internautas, que conosco compõe esse grupo de concentração e convergência espiritual em busca da tua luz e do teu amor. Gratidão, Senhor, pela melhora do Adriano, pela presença do Jorge, por mim que estou, graças a Deus, me recuperando muito bem dos olhos e pelo Álvaro que deve chegar qualquer momento na sua tarefa espiritual e que nós possamos juntos estudar e aprender com as revelações de Moisés a serviço do Cristo, da sua luz e do seu amor. Se conosco, Jesus esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja, meninos. Eh, vu, eu vou colocando para vocês as perguntas à medida que elas forem surgindo, fica melhor? >> Eu acho que fica, não é, Jorge? Pode ser, né? >> Isso. Você vai colocando >> porque aí não perde o fio da mea, né? em tempo real. Apareceu a pergunta, já joga e a gente vai trabalhar. >> Bacana, porque aí pega o assunto ali naquele momento. >> Não vamos. Então >> é melhor, melhor do que no final, >> combinado. Bola fica com vocês. Então, minha internet está oscilando demais. Vou ficar nos bastidores e vou colocando as perguntas aqui. Bom, então vamos começar. Meu querido professor Severino Celestino, que honra poder, no intervalo de tempo tão curto dividir novamente um espaço de estudo com toda a sua sabedoria. Que bacana, que bom. Hoje, eh, nós vamos dar início.

rido professor Severino Celestino, que honra poder, no intervalo de tempo tão curto dividir novamente um espaço de estudo com toda a sua sabedoria. Que bacana, que bom. Hoje, eh, nós vamos dar início. Ó, a internet do Jorgito travou ou é a minha? Hoje nós vamos dar início a um capítulo novo do livro de Deuteronômio, que é especificamente sobre uma parte interessante, por um lado, polêmica, por outro dessas discussões que Moisés nos traz no capítulo 20 de Deuteronômio. Nós estamos na quinta temporada, portanto, no quinto livro e as nossas discussões correm por conta disso. Eu vou ali pegar os meus alfa rábios e já volto. Só um minutinho. Gente, só um minuto. Pronto, peguei. Vamos lá. Eh, o nosso texto de hoje, ele faz alusão, ele inicia, não é, no início do do capítulo 20 de Deuteronômio, aonde Moisés vai conversar uma série de coisas sobre a guerra, sobre o comportamento do povo diante dos seus, entre aspas, inimigos, os povos que teriam que ser combatidos. pela por Israel um na sua ocupação da terra, né? Então, nós teremos aí uma um conjunto de instruções que Moisés vai oferecer ao povo. E esses essas instruções elas começam aqui, ó. Quando saíres à peleja contra teus inimigos e vires cavalos e carros e povo maior em número do que tu, deles não tenhas temor, pois o Senhor, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, está contigo. Observe que o texto vai falar sobre guerra. E a primeira coisa que esse texto vai destacar é a certeza da proteção espiritual diante dos inimigos de Israel. A leitura desse texto, para que a gente possa tirar a sabedoria que ele tem, não pode não pode não pode não pode ser tomada de forma literal. Mas para que a gente se aproprie da inteligência emocional que ele possui, nós temos que fazer a leitura simbólica desse texto, nos afastando da literalidade do aspecto histórico e ressignificando os elementos que pertencem a esta fala, para que a gente consiga fortalecer em nós a compreensão mais nítida para que a gente não resvale numa leitura rasa, literal

aspecto histórico e ressignificando os elementos que pertencem a esta fala, para que a gente consiga fortalecer em nós a compreensão mais nítida para que a gente não resvale numa leitura rasa, literal e que pode levar a uma interpretação que seja até diferente daquela que nós poderíamos esperar dentro de um texto religioso. Eu quero dizer a vocês que entre os hindus, o principal texto que contém o pensamento de Krishna, que é o Bagavagita, é uma guerra. E quando a guerra vai começar, no capítulo um, Ardiuna, que é o príncipe de um dos lados, diz: "Eu não quero guerrear. Eu não quero guerrear." E Krishna, que representa o Supremo bem, é uma das encarnações de Vishno, o Deus dos indúcios. Ele chama Arduna e diz: "Você vai lutar sim, você vai combater sim. Eu não quero você fugindo da peleja. Você vai vai se juntar aos seus e vai combater os seus inimigos. Sim. E toda a história do Bagavaduravas e os pandus, pandavas que vão construir a ideia do bem e do mal. E nós não podemos trazer uma interpretação diferente dessa para a leitura que vamos fazer desse texto, sob pena de nós escorregarmos na intolerância. E aqui logo no começo do texto é dito: "Quando saíres à peleja com teus inimigos e vires cavalos e carros e povo maior em número do que tu, deles não terás temor, pois o Senhor, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, esse estará contigo." Então vamos substituir aqui esses inimigos que vão combater Israel, não por pessoas que têm ossos, carne, sangue, músculos, mas vamos trazer na leitura simbólica, metafórica do texto os inimigos como todos aqueles que de uma forma ou de outra se opõem aos objetivos superiores, interpretando simbolicamente o povo de Israel. como sendo o self que estava aprisionado pelo ego, que era o faraó, se libertou do ego e agora está sujeito a uma série de outras fragilizações, que são as imperfeições morais. E exatamente por conta disso, nós precisamos nos fortalecer. E a força para que a gente vença as nossas imperfeições morais, que parecem ser

ie de outras fragilizações, que são as imperfeições morais. E exatamente por conta disso, nós precisamos nos fortalecer. E a força para que a gente vença as nossas imperfeições morais, que parecem ser intransponíveis, elas estão necessariamente conectadas à fé. O homem vencido pelos seus vícios, pelo alcoolismo, pela droga, pelo sexo degrado, por uma série de equívocos do campo moral, ele tem muito mais força para superar as suas fragilidades quando ele avança destemido nesse campo, entre aspas, de batalha, na certeza de que o Senhor está com ele. Então, nas nossas interpretações que a gente vai fazer hoje aqui, quem são os nossos inimigos? São todas as imperfeições morais que assodam a criatura humana, impedindo que nós tenha eh tomemos posse da terra, que não é uma terra física, mas é a terra futura, a terra que o Senhor nos dará como o mundo de regeneração que vai nos chegar quando nós vencermos as nossas imperfeições morais. Professor, >> concordo plenamente com você, eh, meu querido Jorgito, quando a gente se lembra de Jesus dizendo que estaria conosco até a consumação dos séculos. Sim, >> para que nós não temêssemos, porque parodiando ou metafraseando o grande rei Davi, no Salmo 23, que se intitula O Bom Pastor, Jesus se apresenta como esse, esse rei, esse soberano, esse vitorioso, nos trazendo toda a força para que a gente vença as nossas imperfeições. a sua os suas admestações e os seus ensinamentos que estão principalmente no capítulo 15 do Evangelho de João, onde ele diz que nós somos, eu sou a videira e o meu pai o avicultor e que ele vem e que aquela aquele ramo que não dê fruto fruto será podado, será jogado fora, será queimado, mas aquele ramo que der fruto, ele será estimulado a continuar dando frutos. Então, essa guerra que as pessoas veem como uma guerra física, como bem você colocou, uma guerra externa que vem destruir cada um de nós na nossa sintonia inferior, pode ser destruída com na na simbologia desse capítulo 20, todo essa essa essas dificuldades que o

como bem você colocou, uma guerra externa que vem destruir cada um de nós na nossa sintonia inferior, pode ser destruída com na na simbologia desse capítulo 20, todo essa essa essas dificuldades que o povo enfrentaram por 40 anos, olha, conosco >> quem chegou. Aleluia, aleluia, aleluia. >> Bem-vindo, Álvaro Mordery. >> Boa noite, meus amigos. Nós estamos >> Boa noite, Jorge Ela falando de Gi, Paraná, estado de Rondônia. Professor Celestino, que alegria estarmos aqui reunidos mais essa vez. >> Nós estamos falando de guerra espiritual. Quando você chega no capítulo 20, começamos agora, eu e o Jorgite, só para lhe situar que Jorgit começou falando que esse primeiro versículo eh que a presença de Deus no seu povo depois da libertação do Egito, seria a força para eles vencerem as suas imperfeições. E eu comecei colocando o capítulo 15 do Evangelho de João, onde Jesus traz aquela metáfora maravilhosa. Eu sou a videira e meu pai o avicutor. Ele vem exatamente como esse esse rei, esse grande espírito iluminado para fazer com que a gente vença as nossas guerras interiores, do egoísmo, do orgulho, da inveja, da prepotência, do orgulho. E é como Jorit colocou, a gente está vendo essa guerra aqui não com interpretação física. >> Uhum. que não pode ser assim interpretado, mas que ela vem exatamente pela proteção divina para que nós destruamos exatamente os carros de guerra, todo aqueles aqueles sentimentos que podem fazer com que a gente amanhã não entre na terra prometida, que esse era o objetivo de Deus para com o seu povo. Em resumo, foi isso que a gente colocou até agora. E você é muito bem-vindo. Sabemos das suas atividades e compromissos, mas você sabe que há 15 dias não houve live, mas nós já justificamos que quem por questões da saúde, Adriano também, eu já estava numa fase também muito difícil entre entre uma cirurgia e outra. E de certa forma quem não pôde ter aquela live não vai ser prejudicado, porque nós começamos hoje exatamente da daquilo que iríamos estudar, que é o

bém muito difícil entre entre uma cirurgia e outra. E de certa forma quem não pôde ter aquela live não vai ser prejudicado, porque nós começamos hoje exatamente da daquilo que iríamos estudar, que é o capítulo 20 do Varin ou Deuteronômio, que nós iniciamos agora. Jorge, eu acho que só leu o primeiro versículo, eu não tô lendo ainda muito bem. É, não foi só o primeiro. >> Mas eu queria, antes do Álvaro falar, fazer mais um comentário sobre esse texto, fazendo alusão à questão 90 de O Livro dos Espíritos, que fala sobre a vontade, onde Kardec pergunta se o arrastamento para determinadas coisas não seriam irresistíveis para os homens. E então os espíritos dizem a Kardec que eles não são, eles são arrastamentos, mas irresistíveis não. Porque na verdade nós muitas vezes é que dificultamos as nossas vidas porque não fazemos esforços, porque não aplicamos a vontade naquilo que nós temos interesse de fazer. E é exatamente aqui que entra uma coisa importantíssima, que é a determinação da criatura humana em verdadeiramente vencer a si mesmo. Então essa vitória que a gente tá comentando, essas histórias de beleja que a gente vai ter agora, essas histórias elas são histórias que ligam as nossas vidas a uma compreensão muito clara de que para combatermos e vencermos a fé é um fator primordial para que a gente alcance êxito. E aí logo na abertura do capítulo, ele diz: "O povo pode ser mais numeroso, pode ter mais carro, ter exército, mais tecnologia, pode ter mais tudo, mas não esqueça que eu estou com você". Então eu digo: "Olha, eu não vou conseguir vencer meu alcoolismo. Eu não vou conseguir vencer as drogas. Eu não consigo vencer essa minha dificuldade que eu tenho dessa depressão, dessa ansiedade, dos conflitos familiares que eu possuo. Eu estou convosco. Você não tema, marche, avance. Não tenha pavor diante do tamanho dos seus inimigos, mas caminhe para que você consiga ter êxito naquilo que você está buscando. >> Fantástico. É, é bem, acho que importante e oportuno sempre essa

ce. Não tenha pavor diante do tamanho dos seus inimigos, mas caminhe para que você consiga ter êxito naquilo que você está buscando. >> Fantástico. É, é bem, acho que importante e oportuno sempre essa observação do texto com o espírito por detrás da letra, porque aqui tem duas questões. >> Um, >> ele fala do cavalo e da carruagem. E se a gente se lembrar mais à frente, a gente vai poder fazer eh uma conexão com uma carruagem que ela a mostra uma transformação. Qual carruagem é essa? A carruagem de do profeta Elias. A Mercavá, né? Essa carruagem. Então essa carruagem do profeta Elias, ela traz o quê? a anunciação do espírito do Messias sobre o sobre a nossa vida. Então, o que antecede a vinda do Messias? realmente as grandes batalhas que precisamos travar, como disse muito bem o Elará, entre nós, as batalhas contra a depressão, as batalhas contra a ansiedade, as batalhas para contra agressividade. Efetivamente todas essas batalhas são o grande propósito do texto. Ah, mas não tá escrito dessa forma. Exatamente. >> Oi. >> Tem uma pergunta aí do Carlos. Carlos Campos. Vamos trabalhar. Poderíamos considerar Moisés conforme a escala espírita, como o espírito da segunda ordem e segunda classe, mas teve algumas quedas por influência espiritual, pois não entrou na terra prometida. Bom, vamos lá. Aqui eu vou dizer que eu não tenho dúvida nenhuma que Moisés é um espírito superior, é um espírito que vem com uma condição verdadeiramente importante e trazido, escolhido para uma difícil tarefa diretamente pelo Cristo. Não tenho dúvida. Moisés tem seus equívocos, tem, porque não é um espírito puro efetivamente. Então, nós diríamos que seria um espírito de segunda ordem. Ah, porque de primeira seria puro, de segunda ordem eu acredito que sim. Agora, sendo imperfeito, ele traz equívocos. Agora sim, a gente olha muitas vezes para o Antigo Testamento com algum determinado nível de preconceito. Preconceito no sentido do quê? Ah, Moisés fez isso, Moisés fez aquilo, Moisés fez aquilo outro. Aí eu

im, a gente olha muitas vezes para o Antigo Testamento com algum determinado nível de preconceito. Preconceito no sentido do quê? Ah, Moisés fez isso, Moisés fez aquilo, Moisés fez aquilo outro. Aí eu digo, Paulo não fez também. Paulo não levou o Estevão ao apedrejamento? Algum de nós considera Paulo menor diante do tamanho da transformação vivida no seu espírito? Vou dizer mais. Francisco de Assis também não tinha uma natureza belicosa e dentro da sua proposta ele também não teimou um tanto quanto. O que a gente observa em Moisés é ele assumindo a tarefa, mesmo sem compreender que estava na condição de cumpri-la. E a gente percebe que diante dos equívocos, ele traz sempre o seu esforço de transformação. Então essa é acho que a o grande símbolo desses missionários, porque eles se colocam, vamos assim dizer, de alguma forma em semelhança para conosco, que temos as nossas quedas, as nossas dificuldades, as nossas resistências. Mas ao mesmo tempo, o que demonstra a grandiosidade de Paulo é o caminho trilhado durante toda sua jornada de transformação. O que demonstra a grandiosidade de Moisés, sem sombra de dúvidas, é a também o seu caminho de transformação. >> Queria dar uma contribuição, >> queria dar uma contribuição nessa resposta no seguinte sentido. Eh, ele realmente não entrou na terra prometida. Mas quem foi que disse que ele tinha que entrar, né? Quem é que determinou que a missão dele não foi plenamente cumprida porque ele não entrou? A missão dele era não entrar mesmo. Olha, eh, existe alguns textos de Kardec, estão na Gênesis, inclusive, esse texto, quando ele trata sobre a virgindade de Maria. Não sei se vocês já viram lá tem um texto em que ele toca sobre a virgindade dela e tem um asterisco e embaixo está escrito: "Quanto a este assunto, trataremos em obras ulteriores ou obras posteriores, né?" Então ele tinha interesse de ainda escrever algo sobre outros assuntos e a virgindade de Maria ia entrar. Cara, ele desencarnou e não escreveu, tá? Ou seja, ele também não fez tudo que ele queria

né?" Então ele tinha interesse de ainda escrever algo sobre outros assuntos e a virgindade de Maria ia entrar. Cara, ele desencarnou e não escreveu, tá? Ou seja, ele também não fez tudo que ele queria fazer. Ele também partiu num momento em que ele não disse: "Olha, terminei minha tarefa, tudo que eu tinha para fazer, eu terminei a ideia tudo aqui. Agora eu vou para ali me deitar que eu vou esperar o momento de ir embora negativo." Estava em plena produção. Kardec tinha acabado de mudar de endereço e tinha levado os livros de uma estante da casa antiga para a casa nova. E ali ele foi colocar os livros na estante. Quando ele abaixa para colocar o livro estante baixinha, ele sofre um aneurismo e tomba ali naquele mesmo lugar. Ele tinha, ele era uma criança, tinha 69 anos, muito novo, um novo. Hoje ele teria, evidentemente, um cardiologista que daria para ele um remedinho de para pressão e ele ia longe, sendo acompanhado por um um um geriatra e um cardiologista, mas ele desencarnou jovem com 69 anos, mesma idade de Bezerra. Então são pessoas que desencarnam muito cedo, mas as missões não estavam necessariamente vistas como conclusas. O Bezerra faz uma gestão na FEB, uma only one e aí ele desencarna. Poxa, e quanta coisa Kardec Bezerra ainda não poderia produzir pelo movimento espírita brasileiro. Quanta coisa Kardec também não poderia produzir em termos de literatura e pesquisa. Chico foi até 92. Esse gastou até o último fiozinho do pavio. Divaldo, então 98. Esse foi até o final, né? Mas evidentemente nós temos pessoas que desencarnam mais cedo com grandes sonhos de realização que não se concretizam. Mas isso não significa dizer que Moisés eh falhou na missão e não entrou. De repente, a tarefa dele era exatamente essa, conduzir o povo até a porta e deixar com que o povo adentrasse. Sei da colocação de que pela desobediência ele não entrou, mas isso pode ser uma forma metafórica de nós entendermos esse fenômeno e ele pode muito simplesmente ser alguém que tinha de fato como missão chegar atéonde ele

que pela desobediência ele não entrou, mas isso pode ser uma forma metafórica de nós entendermos esse fenômeno e ele pode muito simplesmente ser alguém que tinha de fato como missão chegar atéonde ele levou o povo de Israel. Ô Jorito, só um minutinho, Álvaro, eu gostaria de colocar mais um endoço aí nas palavras do Jorgina. Vamos falar de João Batista. João o Batista eh foi degolado por Herodes, amando de Herodes. E muita gente disse que ele não cumpriu, não terminou a missão dele porque ele se precipitou e foi degolado. Mas Jesus diz lá em Mateus, capítulo 11 versículo 7 a 14 que dentre os filhos de mulher ninguém foi maior do que João. Vocês foram ver o quê? O profeta. Eu digo que mais um do que um profeta, um mensageiro de Deus. Ora, o papel de João foi identificar Jesus, preparar-lhe o caminho, como diz Isaías 40, e identificar os primeiros discípulos, >> hein? >> Os primeiros discípulos, >> isso trouxe os primeiros discípulos, que a maioria dos discípulos dele acompanharam Jesus. Então, o papel dele foi muito bem feito, embora a gente acha que ele não cumpriu a missão dele. Jesus disse que o papel dele era de ser mensageiro e por isso ele era maior dentre os filhos de mulher. Então ele cumpriu muito bem a missão dele. Quer ver um exemplo? Quando a gente sobre o Monte Sinai, a gente vai com o guia, porque lá em cima é muito complicado. Se você for sem guia, você não volta mais. dificil, né? Então a gente contrata um guia só, >> pode até voltar, mas em outra encarnação, >> pode até voltar, mas já saindo do umbral, já fazendo outras tarefas. Mas quando você você volta, aquele guia deixa você na entrada do mosteiro de Santa Catarina na volta, ele não precisa, ninguém precisa mais dele. Ele é dispensado, não precisa. Ele foi salto a noite inteira. Ele foi essencial. >> Era o trabalho dele era levar a gente no Sinai e voltar e deixar ali no mosteiro de Santa Catarina, na planície do Sinai. Moisés, a missão dele, meu caro Carlos, foi preparar o caminho, levar 40 anos

Era o trabalho dele era levar a gente no Sinai e voltar e deixar ali no mosteiro de Santa Catarina, na planície do Sinai. Moisés, a missão dele, meu caro Carlos, foi preparar o caminho, levar 40 anos esse povo pelo deserto e depois dizia assim: "Olha, a terra prometida está ali, é de vocês, vão e entrem. Meu trabalho acabou aqui. Então não podemos >> não podemos pensar que ele foi punido. A gente tá passando exatamente por um sentimento nosso que a gente, eu me lembro de Gonçalves de de Gonçalves Dia, não, eh, aquele grande poeta maranhense, >> Gonçalves Dias, >> é Gonçalves Dias mesmo, que fez um poema maravilhoso, Minha Terra tem Palmeira, onde canto sabiais, que gorgeio, não gorgeio, como lá. Eh, não permita Deus que eu morra sem que volte para lá, sequei de frutos primores que eu não encontro por cá. Minha terra tem palmeira onde canto >> sim. Então viste as palmeiras onde canto sabiar. >> É. E ele voltou de férias de navio para visitar a terra da dele cantar as as palmeira. >> O navio naufragou nas costas do Maranhão e ele nãoou terra. >> Então muitas vezes a gente tem sentimento. >> A gente gostaria. Eu mesmo quando com conheci a história do Galvo, eu fiquei triste que eu tava fora da minha terra e eu queria voltar para ela e fiquei com medo. Será que não vai acontecer comigo mesmo? Que aconteceu com Gonçalve Dias? Nós temos uma tarefa, temos uma missão cumprida. Acabou. Kardec foi embora cedo para muita gente, como bem Jorgito falou aí, mas ele deixou um legado, ele deixou uma codificação imbatível. Então, o papel dele já estava mais do que cumprido numa missão que ele abraçou. Então, às vezes a gente quer mais do que merece e quer também que os outros tenham, segundo a nossa ótica, mais do que merece. A sua análise é muito é muito racional, meu Carlo, meu querido Carlos, mas a gente precisa ver também e analisar as coisas por outro prisma. O projeto é de Deus, não é nosso. >> Eh, outra coisa, professor, eh, vamos, vamos dizer assim, eh, não precisa ser tão verdadeiro, professor.

precisa ver também e analisar as coisas por outro prisma. O projeto é de Deus, não é nosso. >> Eh, outra coisa, professor, eh, vamos, vamos dizer assim, eh, não precisa ser tão verdadeiro, professor. Pode dar uma floreada. Imagina que eu desencarnei e a gente vai tirar um retrato e a gente vai colocar onde eu vou me encontrar e em quais companhias eu vou me encontrar. Bom, eu espero que sejam boas, mas essa esperança pede trabalho para que realmente sejam. Quando Jesus se apresenta no monte Tabor, com quem ele se apresenta? Se Moisés fosse um espírito assim, tão atrasado, será que ele se encontraria materializando-se ao lado do Cristo? E com detalhe, só me permite essa observação. Com um detalhe, com as tábuas da lei na mão. >> Esse foi o papel dele, receber a lei. O resto ficou por conta de acréscimo da tarefa dele. Mas continue. É, agora sabe o que que aqui tem uma mitsvá, um mandamento bem legal nesse nosso capítulo 20, que se um homem ficou noivo, mas ainda não efetivou o casamento, >> pera aí, >> stop, >> stop. >> São quatro mandamentos, são quatro medicar que tem aí. Se o homem plantou um vinho, ainda >> se ele fez uma casa e não entrou, se ele plantou o vinho, não colheu, se ele casou com a mulher e ainda não dormiu com ela e se ele tem medinho >> da guerra. >> É, se ele tiver nessa condição, não vai para casa. >> Esses homens estão liberados da guerra. liberados da guerra. Agora aqui isso serve paraa guerra física, né? Um mandamento que vem paraa guerra, vamos assim dizer, no plano material, principalmente traz aqui importantes lições sobre essa guerra espiritual. Sobre essa guerra espiritual. Então vamos lá. Quando Paulo de Tarso tem o seu despertar, ele se recolhe ao deserto. Ele não vai direto enfrentar todas as suas a todas as suas, vamos dizer, os seus desafios. A gente vai encontrar ele recebendo um conselho de Gamalielo que diz o seguinte: "Olha, um brotinho novo precisa do cuidado, espera a árvore do evangelho fincar raízes no seu coração, porque se você for efetivamente para

r ele recebendo um conselho de Gamalielo que diz o seguinte: "Olha, um brotinho novo precisa do cuidado, espera a árvore do evangelho fincar raízes no seu coração, porque se você for efetivamente para esse embate com o mundo, né, na verdade com esse embate interior, não com o mundo, diante do mundo, você pode perder essa guerra". E aqui traz algumas questões nesse sentido. Existem lições importantes a serem realizadas antes de se partir para uma tarefa espiritual. Então, é preciso cumprir alguns ah pré-requisitos. Então eu vou contar uma história para vocês. Elará, um amigo meu, ele ele é nascido, ele nasceu e foi dormir no berço do vô, porque o vô já era espírita. O vô era espírita, pai era espírita e ele nasceu espírita. E ele fez os estudos, alguma parte dos estudos da casa e falou: "Eu vou para o trabalho mediúnico." E aí falaram o o pai e o avô falou: "Então, se você vai pro trabalho mediúnico, você precisa se inscrever na casa que a gente trabalha no trabalho, eh, no curso." E ele foi começar então o curso mediúnico. E depois de 12 anos estudando, é, o para ser médium, ele chega pro pai e fala: "Olha, tá longo demais. Se reúne com o pai e com o avô e e ele diz: "Olha, eu quero parar o curso mediúnico, não é? Para mim tá muito longo, tá um pouco cansativo, então eu vou parar". E aí o pai dele fala: "Olha, filho, a gente respeita que você vai parar o curso depois desses 12 anos, mas eu e o vovô vamos continuar até entrar na mediúnica". Então é uma piada, obviamente é uma piada. Então o que que eu quero dizer? Eh, tudo exige preparo, mas eh os preparos não podem ser nem tão longos e não nem tão previsíveis, porque nós enxergamos cada espírito sobre uma individualidade. A tarefa do Cristo sempre é individual, a tarefa da evangelização sempre é individual. A tarefa do preparo para o trabalho mediúnico também deve contemplar a individualidade, mesmo que isso impereem alguns desafios. Então, antes de se partir para essa grande batalha, é importante se passar por alguns processos de preparo. Então, nós

ambém deve contemplar a individualidade, mesmo que isso impereem alguns desafios. Então, antes de se partir para essa grande batalha, é importante se passar por alguns processos de preparo. Então, nós vamos encontrar, por exemplo, Davi dentro da sua condição de pastor se preparando paraa maior de todas as batalhas do povo de Israel ao seu tempo, diante da luta com os espíritos, perdão, diante da luta com os animais, diante do deserto, ele saía para o pastoreio, enfrentou o urso, enfrentou o leão, enfrentou o lobo. E o que ele carregava? Ele carregava a simplicidade do steing, vamos assim dizer, a diante disso. E qual era o seu propósito? Seu propósito era a mansuetude, a pacificação do seu coração. Para quê? para quando ele fosse enviado para um fronte de batalha, ele pudesse obter a confiança de que o preparo foi adequado. Então aqui quando se fala do vinho, nós falamos do júbilo. Quando se fala do casamento, nós falamos da conexão. Quando nós falamos da casa, nós falamos da fundação. Então, existe fundação, existe conexão e existe júbilo. Então, fundação, o preparo, vamos assim dizer, da estrutura, da base, do conhecimento, sedimentação de algum da sedimentação, não, a da conquista de importantes elementos. O casamento, o que que é? Os dois se tornam um dat, o conhecimento se torna parte de você. É como se nós estivéssemos desenvolvendo uma espécie de automatismo diante do processo que irá nos desafiar. uma confiança certeira, onde existe fidelidade no compromisso da de dois se tornarem um, de um propósito se tornar parte de mim pela conquista que eu exerço na fidelidade de organizar os meus sentimentos, a as minhas emoções em favor daquele objetivo. E aqui a uva, qual é a uva? O júbilo. O que que Jesus, como começa a imagem, a primeira missão pública de Jesus diante do júbilo, diante da uva. A uva ela demonstra essa grande a felicidade que talvez nos levasse ao estado de a tudo dar graças. Por quê? Nós encontraremos dificuldades e daremos graças. encontraremos

te do júbilo, diante da uva. A uva ela demonstra essa grande a felicidade que talvez nos levasse ao estado de a tudo dar graças. Por quê? Nós encontraremos dificuldades e daremos graças. encontraremos desafios e daremos graças. E essa graça que a gente encontra é aquela que fez Davi se lembrar que ele enfrentou no passado leões, lobos e ele enfrentou a todos os desafios com a simplicidade de um stering. Queriam colocar nele uma série de vestimentas bélicas que pertenciam. Ele não >> eram grandes, inclusive >> eram grandes para ele. Ele não conseguia se movimentar. Ele precisava de estar no seu estado de naturalidade. Quando ele vê todo mundo com medo, o que ele se lembra da base que ele construiu? Qual? Qual base? a base da certeza que a fé no Deus único poderia levá-lo à vitória e levaria ele a vitória ante qualquer grande inimigo, entre qualquer gigante que pudesse desafiar, o desafio não era contra ele, o desafio é contra o criador. E quando a gente desafia o criador, mesmo diante da lei de liberdade, ah, mesmo diante do livre arbítrio, nós estamos ah, certos que um dia rendemos derrotados, entre aspas, por isso nós compreenderemos o o criador. Então essa a proposta aqui que eu acho que vale a pena colocar e o medo? E o medo? O medo nos coloca naquele estado de fragilidade absoluta. Por mais que o povo todo servisse a Deus, apenas Davi teve confiança. O menor dos homens, demonstrando o valor da fé. Aqui >> eu eu você sabe que esses textos eles não têm gabarito, então cabe mais de uma interpretação. >> Com certeza. Então eu fiz uma outra reflexão que tentando entender esses quatro pontos. Para quem tá perdido, nós estamos no capítulo 20 do livro de Deuteronômio, aonde Moisés destaca quatro condições para que o homem não vá à guerra. Não vá à guerra. A primeira delas, ele construiu uma casa e nem entrou nela. Então, se você fez uma casa e nem entrou, primeiro vá curtir a sua casa, vá saborear a alegria de ter uma casa e depois você venha pra guerra no futuro. Mas primeiro vá saborear a

a e nem entrou nela. Então, se você fez uma casa e nem entrou, primeiro vá curtir a sua casa, vá saborear a alegria de ter uma casa e depois você venha pra guerra no futuro. Mas primeiro vá saborear a realização do sonho. Você passou tanto tempo sonhando em você construir isso em você edificar. Você eh gastou o seu tempo fazendo a casa e nem vai morar nela. Então esse é o primeiro motivo. Fez uma casa, não morou, saia da guerra. Segundo, você plantou uma vinha, você plantou, cultivou, regou, amarrou os as a o a as ramas no caramanchão, criou as as bagas, você tá vendo os cachos, não vai colher. Como que você planta uma vinha e não colhe? Como que não? Você tem que colher do que você plantou. Essa conexão, essa possibilidade de você fazer as coisas e ver a vida surgindo. Poxa, essa alegria tem que ser vivida. Então, se você plantou a vinha e não colheu, pode colher. E aí tem a terceira. A terceira diz o seguinte: você casou com uma mulher, casou com ela e ainda não a recebeu, ou seja, ela ainda não esteve com você do ponto de vista de esposa para concretizar o casamento, não venha para a batalha, volte para viver essa história de amor. Depois a gente resolve isso numa outra batalha. E a quarta, você tem medo, se você não, se você tem um coração tímido e tem medo de enfrentar os seus inimigos, não venha paraa guerra. Só venha paraa guerra se você tiver o coração forte. Só venha se você tiver um coração que não se derreta. Então são essas quatro condições. Aí eu fiquei pensando, né, o que que era isso? E eu vi que a casa ela tem uma uma ligação muito mais eh forte com eu mesmo, com a construção, com meus sonhos, a concretização do meu sonho da casa que eu vou morar. Então, é uma relação de mim para comigo mesmo na edificação do mundo, do meu sucesso diante do mundo, das minhas realizações, do meu eu. No caso da vinha, é uma realização na minha conexão com o divino, porque é a vida, é a vinha, é eu ver a árvore que cresce, é o perceber o sagrado, a vida se manifestando naquilo que eu faço.

meu eu. No caso da vinha, é uma realização na minha conexão com o divino, porque é a vida, é a vinha, é eu ver a árvore que cresce, é o perceber o sagrado, a vida se manifestando naquilo que eu faço. Então, é uma relação com o divino. E do terceiro, que é o casamento, nós temos a relação do homem com sua esposa, com uma mulher, relação de alguém com outro alguém. Então, o amor como sendo a representação maior desses vínculos entre nós e os outros. Então eu comecei a perceber que num estava eu mesmo, no outro estava Deus e no outro estava o próximo. Então é preciso que eu me realize a mim mesmo, que eu realize a minha conexão com o divino e que eu realize a minha relação com o próximo. Mestre, o que devo fazer para herdar a vida eterna? Amarás o Senhor, teu Deus de toda a tua alma, todo o teu coração, toda a tua força, todo o teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo. E o medo, o medo está exatamente quando nos falta a fé. lá atrás, no primeiro versículo, quando ele dizia, mesmo que o exército seja mais numeroso que o teu, mesmo que eles tenham mais carruagens do que tu, não temas, porque eu estou contigo. Então, o medo está onde? Na falta de fé. Então, está no primeiro pedaço do amor a Deus, nessa conexão para que a gente consiga promover a libertação das nossas almas. Então, se houver uma fragilidade na relação de mim para comigo mesmo, de mim para com a minha conexão com a criação e de mim para com o outro, eu não estou conectado para, né, eh, para a meu desenvolvimento. Sim, Estela, a minha casa é meu refúgio, é o meu abrigo. >> É mais ou menos por aí. Dá para fazer uma conexão disso também, Lará, professor, >> com a ali na árvore da vida com as com três >> Cefiroto. Então, Netsar tem um um versículo que diz assim: "Netar lfed lfedera arroá, o povo da Netsar, que aqui essa essa batalha não tem medo do caminho >> longo. Agora, que que é Netsar? Nsar é uma batalha que você tem certeza que você vai ganhar, mas ao mesmo tempo ela não tem fim. O fim da Netzar seria

aqui essa essa batalha não tem medo do caminho >> longo. Agora, que que é Netsar? Nsar é uma batalha que você tem certeza que você vai ganhar, mas ao mesmo tempo ela não tem fim. O fim da Netzar seria quando nós encontrarmos o reino dos céus completamente eh sedimentado no nosso espírito. Que que é eh Rod? Rod, por sua vez, ela tá ligada à glória. >> E o que que a junção desses dois, Netsarod, glória e luta, eh, virão a oferecer, irão oferecer yod, que é fundamentação. Então, se você tem medo, você não consegue entrar em netar, porque você vê na história que a gente contou de Davi Golias, o medo te impede de encarar o desafio, ele te deixa rendido. Por outro lado, o Hod representa esse júbilo, a essa glória que é tida no casamento entre o homem e a mulher. E na sua vez o Yesod, que é a fundação, traz essa construção a da casa. Então, mais uma vez aqui a gente consegue encontrar esses elementos. Ah, o que que tudo isso vai levar? Malhut ao reino que será a vitória sobre essa guerra de alguma forma. Professor, >> muito bom. Concordo plenamente com as suas colocações, porque o nosso temor, a nossa pouca fé, enquanto nós estivermos realmente preparados, sem restrições, a gente nunca vai atingir os nossos objetivos. as dificuldades vêm para valorizar a nossa vitória. Por isso que até essas quatro possibilidades, se você ainda não está pronto, recue, mas só avance condições de vencer suas dificuldades, os seus receios, as suas inseguranças, porque Jesus deixava bem claro nas suas eh preposições, aquele que põe a mã ao arado e olha para trás, não não chegará ao fim. Aquele que permanecer firme até o fim, esse vencerá. Seja o vosso falar: sim, sim, não, não. Então, é a disponibilidade pela certeza e a fé que você tem de que nada vai impedir que você realize a sua tarefa. Eu queria aproveitar que a nossa querida irmã Ivana está aqui lá nos assistindo para mandar em nome dela e do convite que ela tinha me feito para ir a Juiz de Fora, que seria para eu viajar agora essa semana, mas pela a minha cirurgia eu não

irmã Ivana está aqui lá nos assistindo para mandar em nome dela e do convite que ela tinha me feito para ir a Juiz de Fora, que seria para eu viajar agora essa semana, mas pela a minha cirurgia eu não tenho condições de viajar, mas agradeço aos irmãos a compreensão da minha impossibilidade de estar com vocês, mas eu desejo grande sucesso a esses irmãos aí do Juiz de Fora que você vai está com ele, né, Álvaro? >> Estaremos. >> Pronto. Então, nos represente. Apresento as minhas desculpas pela impossibilidade física de poder pegar voo, de poder me deslocar e mas que oportunamente eu espero saudar com os irmãos de Juiz de Fora a impossibilidade de estar com eles agora. >> Tô sabendo agora que o senhor não vem. Pois é, mas eu estou justificando porque eu estou aqui fazendo um esforço muito grande para poder estar com vocês, mas já usando meus colírios, fazendo aquela eh recomendação médica com reservas para poder, como diz a a o ditado, soldado doente não serve a pátria. E eu não estou com condições de assumir essa responsabilidade, mas se Deus quiser a gente viverá para saudar esse compromisso com os irmãos Juiz de Fora. >> Bom, se o atestado tiver assinado por Dr. Bezerra, a gente aceita a falta. Eu acho que é ele mesmo que já me já me atestou. conversa aí com ele, me ele me coloca e ele me tira, como diz a história, porque eu eu fiz um seminário na federação com com Elará, sem condições físicas, eu tava com H1 M1, né, mesmo vacinado, mas eu ainda peguei essa esse resfriado e foi Dr. que me levou mesmo para que eu pudesse fazer o trabalho que fiz, que eu não, eu e o Jorge fizemos juntos. Só faltou você lá, mas a gente teve uma assistência muito boa e >> foi onde? foi na Federação Espírita Paraibana, mas já estamos agendado, eu, você e o Jorge para 2027 no Congresso Espírita, onde vamos fazer um trabalho conjunto. Eu, você, Jorge, Denise Lino, eu acho que o Lália Bueno e tem mais gente boa que vai estar com a gente fazendo dois núclos, que é Ana Teresa Camasmi. >> Isso, exatamente também, Ana Teresa

o conjunto. Eu, você, Jorge, Denise Lino, eu acho que o Lália Bueno e tem mais gente boa que vai estar com a gente fazendo dois núclos, que é Ana Teresa Camasmi. >> Isso, exatamente também, Ana Teresa Camasm. E nós estaremos fazendo dois núcleos. João Pessoa e outro Campina Grande com alternação as nossas participações nos dois núcleos, se Deus quiser. >> Ai que legal, >> que bacana. >> Já estamos. >> Então o senhor tá devendo uma visita aqui em São Paulo para nós. >> Tô, né? >> Não é que que assim, né? >> Olha, olha a pergunta da Alana Santos aí. Há menções de que Allan Kardec teria dito ou pelo menos deixado registrado nas obras em comunicações mediúnicas posteriores que voltaria para concluir a missão que iniciou? >> A resposta é não >> tá em em obras póstoras tem uma mensagem, >> mas não é ele que diz, >> não é ele. Verdade. Diz é quem diz para ele. Não é ele que diz. Dizem a ele, >> é, >> é dito a ele que ele retornaria para terminar a obra. Aí ele faz uma conta. E isso aí é ele fazendo conta. Ele pode ter acertado, pode ter errado. É porque ele pode ter errado na continha, mas ele faz uma conta que ele deveria desencarnar em breve e que provavelmente voltaria. E aí ele já quer voltar no século XX. E ele diz: "Bom, então já que eu voltarei no século XX, vai demorar o tempo para que eu apareça?" Então, dentro do século XX eu devo retornar. Ele calcula assim, mas é conta que ele faz no livro Obras Postas, mas não é ele que diz que virá. Não é ele que diz que virá. É a ele recebe esta informação de que ele viria, segundo lá o texto, para eh concluir a obra, né? E essas comunicações mediúnicas posteriores estão aonde sobre isso? >> Não, estão em obras postas, mas mas não, mas eh acho que chama-se assim a minha missão. Eu acho, tem um texto lá na obras possas que é muito linda, é uma é uma mensagem >> lindíssima. É, eu conheço. >> É, é onde ele fala da da é uma é uma mensagem que eh que na realidade vale muito a pena a gente todos lermos, porque ali o espírito de verdade fala da tarefa do

nsagem >> lindíssima. É, eu conheço. >> É, é onde ele fala da da é uma é uma mensagem que eh que na realidade vale muito a pena a gente todos lermos, porque ali o espírito de verdade fala da tarefa do espírita, vale muito a pena. Então, a mensagem é dizendo que ele retornaria é do espírito verdade. Eh, é inclusive, gente, eh, inclusive, não vou falar, tem cartas, as nas cartas de Kardec tem alguns detalhes sobre essas questões. É, eu gostaria muito que essas cartas viessem a público, que ia trazer muito sobre Kardec. Bem interessante. Fu bem. E e essa pergunta da Simone Solidade. Jorge, quer falar alguma coisa antes? Depois eu posso falar. >> Posso, posso falar sim. Olha, essas informações de que eh Chico seria a reencarnação de Kardec, elas existem e existem muitas pessoas que que encontram eh fundamentação para essa crença, até por conta desta mensagem do espírito de verdade que fala que ele voltaria para a missão. Kardec diz que voltaria no século XX. Aí o pessoal utiliza desse raciocínio para eh considerar que este seja Chico, até por conta da magnitude da obra mediúnica que o Chico deixou e que de certa forma ela vem e se soma ao trabalho de Kardec, eh, desdobrando pontos que não foram abordados na codificação e aí existem muitas pessoas que dentro desse contexto acreditam que sim, que ele seja sim a reencarnação de Allan Kardec. E existe um outro conjunto de pessoas que acha que não, que acha que não, eh, baseado no seguinte, baseado no fato de que as personalidades não são assemelhadas, que o modelo da personalidade de Kardecilaridade com a personalidade de Chico e que h a ideia de que voltaria no século XX não seria exatamente o que pode ter acontecido e aí defende quem não seja. E conheço pessoas que também apontam uma possibilidade de que Chico seja a reencarnação de Francisco. Então, eh, mas são todas hipóteses e a gente vai se perder num labirinto, vai entrar numa discussão, uns vão dizer que sim, uns vão dizer que não, outros vão dizer que é Francisco, aí o outro vai

sco. Então, eh, mas são todas hipóteses e a gente vai se perder num labirinto, vai entrar numa discussão, uns vão dizer que sim, uns vão dizer que não, outros vão dizer que é Francisco, aí o outro vai dizer que Francisco é Kardec e aí vai dar uma confusão danada, a gente vai ficar brigando por conta disso e o pão vai estar se suicidando, vai estar se automutilando, iso vai estar em depressão, a sociedade mergulhada no materialismo. E a gente numa sala discutindo é não é, é não é e a transição planetária clamando pela nossa presença e nós absortos nessas questões que certamente são aquilo que Joana de chama de movimentos de distração, porque nos afastam do objetivo precípo pelo qual a mensagem veio, que é a transformação moral efetiva da criatura humana e a real libertação do homem. das suas imperfeições morais. Álvaro, acho que a gente tem que ter, acima de tudo, caridade também de compreender que as pessoas podem ter opiniões diferentes. >> Sim. >> E tá tudo bem. A gente não precisa brigar por causa disso. Se alguém acha que foi, não tem nada de errado. Se alguém acha que não foi, também tem nada de errado. Eh, tá tudo certo, tá tudo OK. Eu costumo dizer que essas questões de reencarnação são, eu não acho que são assuntos desprezíveis e não acho que sempre são assuntos de eh assuntos de de movimentos de distração. Não acho que sempre, porque tudo você pode usar para construção e você pode usar a de maneira torpe. Então vamos lá. Quando Jesus fala que eh João Batista eh que o profeta Elias teria retornado, existe um propósito espiritual ali de demonstrar o cumprimento de uma profecia. É uma fala do próprio de um espírito crístico a respeito de reencarnação, de quem foi quem. Então, a gente vê que Jesus, pelo menos por uma frase se preocupou com isso. Apesar que o grande propósito da sua vida é exemplificar o evangelho. Então, ah, eu diria que muitas vezes são interessantes esses casos pra gente tirar, quem sabe, preciosas lições, preciosas lições sobre o aprendizado.

propósito da sua vida é exemplificar o evangelho. Então, ah, eu diria que muitas vezes são interessantes esses casos pra gente tirar, quem sabe, preciosas lições, preciosas lições sobre o aprendizado. Então, eh eh eu alguns médiuns têm regressão espontânea e tem acesso a a reencarnações. Eu já tive, talvez por volta de sete, oito regressões espontâneas vendo local, data, dendo alguns cortes da vida como um todo. Então eu pedi auxílio para um profissional a da saúde espírita especializado nisso, para que ele pudesse me ajudar a organizar essas regressões para eu entender, por exemplo, a a fragilidade que eu trago em múltiplas encarnações. Mas lembrando, isso veio de maneira espontânea e ali eu estou dentro desse processo verificando outras encarnações. Então, quando a gente olha para Francisco de Assis e fala que ele foi, por exemplo, João Evangelista, eh, quando a gente traz alguns desses elementos, a gente pode trazer construção se a curiosidade for investigativa. Investigativa, porque a curiosidade investigativa, ela é fundamental até mesmo na mediunidade, >> que foi o que Kardec construiu. Então, eh, eu eu concordo com tudo que o Elará falou, com tudo que ele falou, concordo com o que o professor vai falar diferente de mim também. esse Álvaro. >> Concordo, mas eu discordo algumas vezes quando a gente quer se colocar fora da condição humana, o ser humano tem suas curiosidades, faz parte das nossas conversas esses assuntos. E tá tudo bem. Eu não preciso olhar para mim e falar: "Poxa, eu tenho curiosidade de saber como é um fenômeno tal, quem foi a encarnação de tal, tá tudo bem, mas qual é o propósito dessa curiosidade? É construtivo? Se é construtivo, tá tudo bem. Vamos seguir em frente. Ah, se eh o propósito da minha vida vai ser descobrir quem foi reencarnação de quem? Tá lá no livro Mensageiros, aquele médium que se perde quando descobre uma de suas reencarnações e fica querendo descobrir as pessoas ao redor e essas pessoas fazem a e essa curiosidade van faz ele perder uma reencarnação.

iros, aquele médium que se perde quando descobre uma de suas reencarnações e fica querendo descobrir as pessoas ao redor e essas pessoas fazem a e essa curiosidade van faz ele perder uma reencarnação. Então, se eu tenho uma opinião, >> livro mensageiros, capítulo 10. >> Capítulo 10, >> o caso Joel. >> Caso Joel. Se o professor tem outra, professor, se nós tivermos opiniões diferentes sobre quem foi Chico e Kardec, podemos ser amigos e construir o bem juntos? Podemos, não podemos? >> Claro, meu filho. >> Então, eu só digo, eu tô trazendo assim para uma humanização, sabe? o esse processo e afastando um pouco daquele eh conceito eh de pureza que não me pertence, >> excessiva, né? >> É, a mim não pertence. Eu sou muito curioso para entender muitas coisas e se eu tivesse oportunidade eu faria muitas perguntas aos espíritos. Não sei se tem 1819, mas pelo menos umas 10, umas três, para eu ficar besta com a resposta deles, eu faria. Eh, lembrando, eu concordo com tudo que o Elará falou também, tá? Tudo que ele falou, eu concordo. Olha, >> eu achei fantástico o que vocês colocaram aí, porque se Chico foi ou não foi Kardec, o que muda na história, o que muda na missão de cada um, eu vejo especificamente é um Chico Xavier como maior continuador da obra de Kardec no século em que ele viveu. Ninguém divulgou mais a codificação do que Chico através de suas obras e Divaldo através dos suas dos seus grandes discursos. Foram dois grandes baluartes que a gente tem que dar a cada um o valor que eles tiveram e que tem e vão continuar tendo na história do espiritismo no ocidente. Eu tenho algumas curiosidades, mas é uma coisa muito pessoal que às vezes eu eu falo, é porque quando a gente vê tantas observações diversas e que a gente vê que não vai ter muito proveito a gente ficar com um grupo ou ficar com o outro, é mais prudente a gente admirar ambos. >> Uhum. Kardec, com a sua prudência, com a sua, para mim é um homem razão, um homem lógica, bom senso, homem da ciência e um Chico Xavier, um exemplo de humildade,

ais prudente a gente admirar ambos. >> Uhum. Kardec, com a sua prudência, com a sua, para mim é um homem razão, um homem lógica, bom senso, homem da ciência e um Chico Xavier, um exemplo de humildade, de desprendimento e que eu poderia dizer, Chico eh Kardec codificou e Chico executou na prática tudo que nós recebemos da doutrina. Um foi o professor, o outro foi o grande aluno que mostrou na prática como é viver espiritismo. Então eu acho que já nos basta essas duas colocações, porque a gente é aquela história, né? Ou você acha um bonito, outro acha feio, mas é a forma que eu acho. O que é belo para um pode ser feio para outro. E e e me preocupa muito o fato de nós espíritas termos que dividirmos ou ver o outro diferente, fica parecendo que a gente tá com preconceito religioso, não, com preconceito doutrinário dentro da própria doutrina. E o espírita não divide, o espírita soma. E a gente pode somar muito bem, vivendo a codificação e imitando o Chico Xavier. Essa é a minha colocação. >> É, concordo. Concordo com os dois. O professor, ele concordou com os dois. Só fal >> a Selma faz uma pergunta aqui. A Selma diz assim: "Amigos, faça uma observação. Já peço perdão pela minha falta de respeito aos iluminados. Eh, cont nada contra, mas vamos lá. Acho que agora vai entrar a pergunta dela. Cadê? Cadê a pergunta? Vem depois. >> Vocês encontros, seminários, episódios e pósios. Porque será que só há palestrantes conhecidos e bem populares entre todos e não ouvimos palestrantes desconhecidos do povo, sendo que há muitos e muitos não seria excelentes que não se ouve falar. Aí ela tem mais uma, né? Não seria talvez uma falha, uma falta de oportunidade a esses invisíveis iluminados. Eu quero dizer uma coisa, Celminha. antes do Elará trazer. Bom, primeiro eu vejo que existe um movimento de democratização através da internet, que a internet dá a possibilidade do conteúdo se tornar visível, mesmo que a pessoa não esteja, vamos assim dizer, vinculada a a a um congresso, algo nesse sentido.

democratização através da internet, que a internet dá a possibilidade do conteúdo se tornar visível, mesmo que a pessoa não esteja, vamos assim dizer, vinculada a a a um congresso, algo nesse sentido. Então, a internet abre essas portas e abre portas para públicos variados. Então, eu estive agora recentemente em alguns podcasts a a que alguns não foram ainda ao ar, que não são podcasts espíritas, mas são espiritualistas. Achei fantástico e maravilhoso. >> Fantástico e maravilhoso pelo sentido de que a mensagem chega em lugares que talvez >> sim >> ela não chegaria. Ah, mas eu vou dizer uma outra coisa, a internet é um ponto desse. Segundo ponto, depois eu vou deixar essa poela a o meu é só comentário. A resposta vai vir do lá. A a >> não, >> olha, >> outra coisa importante é que eh talvez a gente possa até ser inspirado, mas de iluminado não há muito, porque nenhum palestrante a ou então raríssimos são aqueles que possuem essa grande luz. Somos todos devedores, trabalhadores. E quando a gente olha alguém lá na frente fazendo palestra, a gente cria expectativas e projeta eh ideais que talvez não sejam vividos na essência. Então eu vou dizer isso pelo menos por mim. O professor, o Elahá e todos os outros podem ser espíritos realmente iluminados e superiores que estejam ali trazendo a mensagem. Mas no meu caso, eu posso dizer que quando eu falo é por caridade, por caridade da espiritualidade que me dá oportunidade em um espaço do qual eu não tenho merecimento. E eu não estou falando isso como uma falso moralismo. Falo isso com a responsabilidade de quem assume, por algumas vezes posições de fala, mas que ainda tem desafios extremamente humanos e fragilidades verdadeiramente reais a serem eh percorridas. Então eu só tiraria esse iluminado porque com a exceção eh de raros raros, eh isso não se dá. Os mais iluminados, diz Emanuel, passam distante dos olhos do povo. Não são observados em função da grandeza, do aprendizado, da humildade. E eu convivo com muitas pessoas que

aros, eh isso não se dá. Os mais iluminados, diz Emanuel, passam distante dos olhos do povo. Não são observados em função da grandeza, do aprendizado, da humildade. E eu convivo com muitas pessoas que conviveram com o Chico. Tenho muit muitos, muitos, muitos amigos que conviveram intimamente com o Chico. E todos me dizem a mesma coisa. Chico foi grande, mas quando ele tava encarnado era difícil entender quão grande ele realmente era. Pode responder lá. Agora já dei palpite. >> Não, assim, você tá certa, tá correta. O movimento espírita poderia sim dar mais oportunidade para oradores que têm eh que são mais novos, que têm que são menos conhecidos. Sen tem razão, é verdade. Só que assim, quando eu conheci o movimento espírita, isso há 45 anos atrás, tinha bem menos gente falando, tinha bem menos gente. Hoje tem mais. Então, nós estamos num processo de de avanço nessa direção. Ah, mas poderia ter mais gente? É, sim, poderia ter. Mas os eventos grandes talvez ainda contem com a presença de pessoas que são mais conhecidas e que até têm disponibilidade para viajar, porque às vezes as pessoas até querem, mas elas têm limitações familiares, profissionais e não conseguem ir. Então isso tudo dificulta, né? Agora nós estamos avançando nessa direção. Poderia avançar mais? Poderia avançar mais, sim. E nós temos eh encontros locais, ambientes menores, aonde essas pessoas vêm se ensaiando, como se fosse uma espécie de balão de ensaio, em que essas pessoas vão se exercitando e vão se desenvolvendo. Mas eu diria que hoje dentro do Brasil, eu acho que eu tenho um elenco de pelo menos uns 30 nomes que são Uhum. que eu encontro sempre, cada vez que eu vou num local, eu encontro nomes diferentes, não é? Mas tem um um time aí de umas 30, 40 pessoas que que são figuras muito frequentes do movimento. E quando a gente vai para eventos menores, eventos locais, regionais, nomes que a gente não conhece também aparecem. Então são balões de ensaio para depois essas pessoas ganharem eh mais autoconfiança para se apresentarem

para eventos menores, eventos locais, regionais, nomes que a gente não conhece também aparecem. Então são balões de ensaio para depois essas pessoas ganharem eh mais autoconfiança para se apresentarem em públicos maiores e até mais exigentes, porque com a internet é tudo muito exigente. A gente tá aqui fazendo essa live, eu já levantei, já comi, já saí duas vezes. Então assim, e as pessoas estão observando. Eh, se fosse rígido, eu teria que estar aqui, não ia comer, ia ficar aqui, mas eu tô desde centro, então me dou o direito de jantar enquanto a gente faz nossos estudos. Mas é assim, se eu fosse ser rígido, eu ia ter que ter um controle maior, até porque isso que a gente tá fazendo aqui vai ficar para todo sempre guardado. Daqui a 100 anos essa lei vai est guardada. O que a gente disse vai ficar aqui. Então hoje com a internet as exigências são muito maiores. Antes a gente falava uma besteira numa palestra, ficava por lá mesmo. Hoje não. Você fala uma bobagem, aquilo fica gravado para todo sempre. Então existe muita preocupação com relação a isso. Mas eu diria para você algumas coisas. Primeiro, já foi pior, tá melhorando. Segundo, eventos locais contam com a presença dessas pessoas que seriam chamadas hoje de pouco conhecidas e assim elas vão ganhando mais autoconfiança. Número três, existem impedimentos profissionais, pessoais e e e às vezes de outras ordens financeiras para que as pessoas possam eh se deslocar para outros ambientes. E evidentemente a tendência é que isso cada vez mais se alargue, porque a internet vai facilitar a comunicação de maneira que pessoas eh desconhecidas se tornem conhecidas. Eu sou de Rondônia, gente. Local esquecido do fim do mundo. Mas a internet é que faz com que a gente tenha a chance de aparecer em outros lugares. Antes era mais difícil porque as pessoas precisam estar num congresso para serem vista. Hoje internet vulgarizou tudo, banalizou a possibilidade de você, você com um celular na mão, você pode fazer o que você quiser.

ifícil porque as pessoas precisam estar num congresso para serem vista. Hoje internet vulgarizou tudo, banalizou a possibilidade de você, você com um celular na mão, você pode fazer o que você quiser. E como diz Lutero, ninguém está proibido de fazer melhor do que eu. Então a gente tem hoje a uma possibilidade imensa conheço pessoas que abriram seu canal no YouTube, estão fazendo lives de qualidade e produzindo material interessante nesse sentido. E na medida que esses nomes vão se apresentando de forma doutrinária, eles vão naturalmente sendo conduzidos para outros ambientes, porque a gente tenha mais segurança. Então isso faz parte no processo amadurecimento. Agora, o movimento espírita é feito de pessoas, movimento erra, feito de pessoas. Então o movimento espírita poderia estar fazendo de maneira diferente? Sim, poderia. Mas eu penso que olhando por onde eu enxergo, hoje tem uma quantidade muito grande de gente fazendo esse mesmo trabalho que há 20 anos atrás eu não via. Eu sou de um período em que eu só via quatro pessoas falando. Divaldo Franco, Raul Teixeira, Alberto Almeida e Severino Celestin. >> É, eu diria, quero acrescentar algo antes do professor que eu sei que ele vai ter algo importante a dizer. Primeiro, o nosso exemplo mais recente de um gigante trabalhador espírita é o exemplo do Divaldo, que no caso é um orador. Então a gente traz de alguma forma na nossa viva memória presente no hoje, a presença de um grande palestrante como a referência, de um grande trabalhador espírita. Mas mais outra vez, Celminha, será que os grandes trabalhadores necessariamente precisam ser oradores? Será que a gente não pode ter médiuns psicógrafos, psicopiografistas, médiuns eh de qualquer amor >> ou >> médium do amor, >> evangelizadores que não se expõe ao público, mas que trabalham com juventude, com infância, que coordenam grupos de é, pessoas extremamente capazes, pessoas que dirigem casa espírita, pessoas que dirigem o trabalho de caridade material e também não se tornam gigantescos

entude, com infância, que coordenam grupos de é, pessoas extremamente capazes, pessoas que dirigem casa espírita, pessoas que dirigem o trabalho de caridade material e também não se tornam gigantescos espíritas. Eh, eu adoro as viagens aos interiores das Minas Gerais num contato com o Espiritismo vivo de Eurípedes Barçanuf, Tio Senhor Mariano, de tantos, tantos Jerônimo Mendonça, que no caso até foi um orador, mas tantos. O próprio Chico, a gente, claro que ele fazia palestras vez por outra, mas a grande referência não é especificamente de um orador. Então também por que que a gente quer colocar o espiritismo, por vezes eh dentro de um molde onde a oratória se torna maior de todas as funções? Eu vou dizer e vocês não me peçam, professor Elahá, não me peça. Vou dizer qual é a maior tarefa que um espírita pode ter. É só uma, não existe maior. Servir onde quer que esteja, em qualquer posição. Quem serve com amor e desinteressadamente se torna grande o suficiente. E muito da oratória pode dizer a respeito. é a tarefa, nobre tarefa de divulgação, mas às vezes também a questões humanas. Então é isso que eu queria dizer, professora. Eu com o senhor, olha, Celminha, eu vou lhe dizer uma coisa. Eu vou usar uma frase de Jesus. Eh, aquele que perseverar até o fim vencerá. Muitos são chamados, poucos os escolhidos. A doutrina espírita é maravilhosa, tem lugar para todo mundo, como bem colocou o Álvaro, não é só na oratória que a pessoa pode servir a doutrina ou ser um grande exemplo. Existe anônimos aí fazendo coisas maiores e melhores do que nós que estamos diante dos holofotes, digamos assim, mesmo que a gente seja altamente vigilante. Mas uma coisa eu aprendi com a minha experiência na doutrina. Eu tenho mais ou menos o mesmo ano, mesma época de Jorge. Eu conheci Jorge no congresso de Belém do Pará. Eu tenho 45 >> 1800 e quanto, professor? >> 1900 e vovó virgem. É bem faz bastante tempo. Mas eu v digo uma coisa, o que me admira na doutrina e que é importantíssimo, independente da quantidade,

ará. Eu tenho 45 >> 1800 e quanto, professor? >> 1900 e vovó virgem. É bem faz bastante tempo. Mas eu v digo uma coisa, o que me admira na doutrina e que é importantíssimo, independente da quantidade, é a qualidade e a perseverança. Ivaldo foi um uma pessoa que trabalhou até os últimos dias da sua vida e ele dizia: "Eu tenho medo de cair". Eu tenho medo todos os dias de não vencer a mim mesmo. Chico Xavier dizia que não tinha medo de nada, mas tinha de medo de um monstro que morava dentro dele chamado Chico Xavier, que ele não pudesse um dia segurar. Então, ser espírita e perseverar é o que é mais importante, porque tem muitos adoram nos púlpitos que são verdadeiros cometas, vem, brilham, na expressão da palavra, se isso pode ser chamado de brilho, e murcham. A doutrina precisa de trabalhadores na frente da tribuna, atrás da tribuna, mas aonde estiver, que seja fiel e perseverante. Fica aquela frase, você sabe que muitos são chamados e como bem colocou aí o Álvaro e o e o Jogito, depois da pandemia, o espiritismo nunca foi tão divulgado, porque surgiram assim janelas de todos os lados. Todo mundo hoje que queira divulgar doutrina tem acesso a um canal no YouTube. Então, informações a gente tem bastante. Tem a codificação, tem as obras do Chico, tem psicografia de todas as naturezas ensinando como fazer. Agora a pergunta é: quantos estão fazendo? Porque a gente conhece o espírita pelo esforço que ele faz todos os momentos para vencer as tendências más. Fora da caridade não há salvação. O que fala Francisco de Assis dizia assim: "Pregue sempre o evangelho em todos os lugares. Quando tiver uma oportunidade, diga algumas palavras." Então, muitas vezes falar não é o mais importante. O mais importante é você ser coerente e mostrar como se faz. Que esse foi o trabalho de Jesus. Amar uns aos outros como eu vos amei. O Deuteronômio, o Levítico 19:18 mandou amar a Deus e ao próximo. E é como se Jesus dissesse: "Eu entendi o Deuteronômio e eu vim e mostrei a vocês como se faz".

Amar uns aos outros como eu vos amei. O Deuteronômio, o Levítico 19:18 mandou amar a Deus e ao próximo. E é como se Jesus dissesse: "Eu entendi o Deuteronômio e eu vim e mostrei a vocês como se faz". Essa foi a sua autoridade. Por isso que ele disse, "Eu vos deixo um mandamento novo, uma nova mitivá, porque o o o o Levítico 19 18 deixou toda. Esse versículo é chamado versículo de ouro. É o centro da Torá. Mas Jesus veio mostrar como fazer. Isso é que é importante. Precisamos de testemunho na frente ou atrás do do microfone, aonde estivermos, desde aquele que trabalha como anônimo na casa espírita, que não fala, que não vai pra frente do palanque, que não está à frente de nenhuma direção, mas a casa não caminha sem ele, porque é onde está todo o apoio. Nós, eu tenho um companheiro de doutrina que é meu amigo, é meu irmão na doutrina há aproximadamente uns 40 anos. Se você disser a ele, você vai fazer uma prece hoje, ele fica nervoso, ele não tem condições, ele treme, pede para você arrumar outra pessoa. E esse homem é um dos maiores trabalhadores da nossa casa. Ele está à frente da da da parte de de de apoio, de parte de engenharia, parte de patrimônio, parte de o que você quiser, ele faz e faz bem. Agora, não mande ele nem fazer uma prece, ele faz muita falta à nossa casa. E eu digo a você, 90% da tarefa que eu pude fazer como como espírita, eu fiz por causa do apoio que ele me dava nos bastidores. Então a gente a gente não pode individualizar muitas vezes, Celminha, algumas coisas. Me perdoe. Eu sou considero seu pai, seu amigo, seu irmão tem maior carinho por você. Mas a gente tá precisando de pessoas que realmente vivam a doutrina, porque esse é o grande exemplo. Quantas vezes havia pessoa dizendo para mim, hoje não, que já tô muito conhecido por causa da mídia, não sei se isso é bom ou não é bom, mas muitas pessoas chegavam para mim e dizer: "Ah, o senhor é espírita? Sou. Ah, eu logo vi. O senhor é diferente. E aquilo não me dava orgulho, me dava responsabilidade

ei se isso é bom ou não é bom, mas muitas pessoas chegavam para mim e dizer: "Ah, o senhor é espírita? Sou. Ah, eu logo vi. O senhor é diferente. E aquilo não me dava orgulho, me dava responsabilidade de que eu falar aqui na frente de vocês é fácil. Agora, sair daqui e fazer o que eu falo lá fora é difícil. E se eu não for compatível com aquilo que eu digo, eu tô sendo um hipócrita na expressão da palavra grega. Eu vejo, minha opinião é mais ou menos essa. Todos somos importantes divulgando a doutrina, como dizia Francisco de Assis, com as ações, com as atitudes. É bom que tenham oradores, pessoas que conheçam muito bem a doutrina. Isso é o ponto básico. Agora, as a base, a caridade na prática, tanto social como espiritual, é o que a doutrina precisa. É muito bom, professor. Muito importante tudo isso, né? Se Chico, a pergunta, professor, é pro senhor lá saiu vou jogar pro senhor. Se Chico foi a encarnação de Kardec, ele poderia trabalhar na seara com Francisco. Não sei se fui claro, eu não entendi exatamente, não sei se o professor entendeu. Ele quer dizer o seguinte: se Chico foi reencarnação do Kardec, enquanto ele dormia, ele podia trabalhar na seara como Francisco, como espírito. Eu acho que foi isso que eu entendi. >> Francisco de Assis. >> Sim. >> Ah, nossa. Ah, sim. um pouco a minha capacidade de de responder, mas vamos ver se o professor consegue. >> Não, eu a o eu vamos vamos trabalhar com o livro dos espíritos, né? Quando a gente dorme, a gente tá livre para trabalhar na seara, não sei se na condição de Francisco de Assis, não é? Mas sempre que a gente descansa fisicamente, o espírito está livre para trabalhar. O espírito não se cansa. Espeito não para. Agora se primeiro você coloca um um si, né? >> Uhum. >> E depois traz ainda extrapola para Francisco de >> para outro si. >> É para outro si. E eu coloco um terceiro si para você. Eu eu tive um encontro com o Chico Xavier depois dele desencarnado e ele me pediu para observar, porque eu tava vendo uma espécie de levitação,

> É para outro si. E eu coloco um terceiro si para você. Eu eu tive um encontro com o Chico Xavier depois dele desencarnado e ele me pediu para observar, porque eu tava vendo uma espécie de levitação, o a o o enterro dele, o a urna sendo levada pelo carro de bombeiro, como passou no na TV. Eu lá de cima, eu falando com ele, diz: "Chico, eu fiquei muito muito triste não poder vir de de render as últimas homenagens. Isso já uma semana depois que ele já estava, já tinha sido enterrado. E ele disse: "Não se preocupe com isso, eu vou lhe mostrar algo e você tire suas conclusões." Olha como a espiritualidade deixa a gente ensina, né? E aparecia o carro de bombeiro. Não aparecia o rosto dele dentro do caixão, mas aparecia o corpo de Francisco de Assis. Eu não posso com isso afirmar que Chico foi Francisco de Assis, porque eu conheço a vida de Francisco de Assis, visitei a o tú de Francisco de Assis, vi os hábitos de Francisco de Assis lá na lá em Assis e tudo batia com o que eu vi na na no meu desdobramento com o Chico. Eu posso, o que é que eu posso dizer? Ele pode ter sido, não posso afirmar, mas o que eu pude deduzir que foi é do grupo da mesma sintonia de Francisco de Assis, com o mesmo amor à pobreza, com o mesmo desprendimento e preocupação com os os doentes e os pobres e vivendo na prática o evangelho de Jesus, porque por isso que ele é considerado Chico Amor Xavier, porque realmente foi uma pessoa, um espírito com essas qualidades. Então fica o quê? A mensagem. Então, na verdade, eh eh olha outra pergunta aqui, Zé Luiz, né? Temos notícias do Chico trabalhando após desencarn Dr. Bezerra, Frei Luiz e outros. Olha, Zé Luiz, na obra eh revista espírita 1868, desculpe se eu errar a data, tem um trabalho muito bonito de Kardec falando sobre o Messias no Espiritismo. Ele coloca Jesus como Messias e coloca os espíritos sintonizados com Jesus como se fosse Messias com M menor, mas que sintoniza com toda a tarefa dele. Então o Chico tinha muita e tem ainda hoje muita similitude, muita sintonia

as e coloca os espíritos sintonizados com Jesus como se fosse Messias com M menor, mas que sintoniza com toda a tarefa dele. Então o Chico tinha muita e tem ainda hoje muita similitude, muita sintonia com o Dr. Bezerra e com tantos outros espíritos da mesma da mesma ordem. As casas espíritas do Brasil, no mesmo horário, recebem visitas de Dr. Bizerro de Menezes. Então, existe uma pleia de de espíritos que trabalha com Dr. Bezerra, sintonizado, com a mesma vontade, com a mesma luz, com o mesmo amor de servir, que pode muito bem estar em vários locais como espírito e com equipe de trabalho que sintoniza com a vontade dele. Eles querem falar, né, professor? >> Exato. >> Eles querem trazer mensagens. >> É, >> eh, com o nome, sem o nome. Não, >> o importante é é é a mensagem. Eu me lembro, Álvo, que eu tive >> na tua casa espírita e aquele espírito, aquele irmão Jacobzinho, que espírito maravilhoso, né? Ele começou a começou a conversar, a conversar. Aí começou aí me chamou primeiro de eh vovô Cessé, né? Ele disse que era severino, celestino, botou as duas vezes >> do a explicou o C de Sivirino e o C de Celasino. Cé vovô Cé foi aí já começou a, vamos dizer assim, a me desmontar. E começou a falar e falou e falou e daqui a pouco disse assim: "Vovô, o senhor quer saber quem o senhor foi? Aí eu aí eu dei uma uma uma resposta assim, eu digo: "Meu irmão, eu não tenho muita curiosidade de saber quem eu fui, porque nós somos espíritos em processo evolutivo e mesmo eu sendo hoje quem eu sou, ainda acho que eu não tenho qualidades para me julgar é evoluído." Então não me interessa muito de ser de saber quem eu fui no passado. Aí ele olhou assim, disse assim: "Mas se o senhor quiser lhe quiser, eu lhe digo quem o vovô foi aí. Aí aí eu, eu disse assim: "O senhor me diz mesmo quem é que eu fui?" Aí ele disse assim: "Tá vendo? Ele não quer saber quem que é, mas a curiosidade é maior do que qualquer coisa. armou a cilada para mim na hora, porque na verdade eu mostrei desinteresse, mas quando ele disse assim, se o senhor

ndo? Ele não quer saber quem que é, mas a curiosidade é maior do que qualquer coisa. armou a cilada para mim na hora, porque na verdade eu mostrei desinteresse, mas quando ele disse assim, se o senhor quiser saber quem o senhor foi, eu posso lhe dizer. >> Uhum. >> Aí eu eu fiquei calado, dis assim, aí ele deu silêncio, né? Ele disse isso e silenciou. Aí quando eu entrei na exatamente na sintonia da brincadeira que ele tava fazendo comigo, eu disse assim: "E quem é que eu fui?" Aí ele disse assim: "Ninguém quer saber, mas na hora que a gente se propõe a dizer, todo mundo quer saber". Aí todo mundo na na no salão ali, o grupo que tava todo começou a sorrir, porque isso é uma verdade, né? A gente sempre tem essa esse lado da curiosidade, mas eu dessa forma eu acho que Fico Xavier tinha um espírito muito sintonizado com Francisco de Assis, com amor aos animais, né? com amor à natureza. Ele era diferente, amoroso e preocupado até com os batráquios, que que ele tava psicografando uma obra que um sapo acompanhava ele toda noite. Ele entrava, se eu não me engano foi Paulo Estevão. >> Paulo Estevão, >> não é? >> É. >> E depois que ele terminou a obra, o sapo sumiu. Toda vez que ele saiu, o Sapo tava ali no jardim do local aonde ele ia psicografar. a obra de Paulo Estevano. Então, a gente tem tantas tantas revelações da da natureza e da evolução do espírito de um Chico Xavier que fica difícil da gente, né, afirmar qualquer coisa em torno dele. Eu acho que ele é uma é um espírita assim muitíssimo próximo de Jesus. E Francisco de Assis também o era, não é? Então você começa a ver esses vultos da humanidade, esses grandes avatares no oriente, não é só no ocidente, Cristo, né, Maratma Grande, espíritos Mário Teresa Calcutá, irmã DCE, espíritos que sintonizavam muito com Jesus. Então eles lá no mundo espiritual eles formam aquilo que a gente chama legião do bem. É um por todos, todos por um. Jesus como dirigente maior. >> Professor, e quando a gente olha o Monte Evereste, o K2, o Quilimandara, o

o espiritual eles formam aquilo que a gente chama legião do bem. É um por todos, todos por um. Jesus como dirigente maior. >> Professor, e quando a gente olha o Monte Evereste, o K2, o Quilimandara, o Macalu, o qualquer um desses picos, eles têm diferente altura, mas para nós a gente não consegue identificar essa diferença, porque são todos muito altos, são todos muito elevados. Então, quando a gente olha para um Chico ou para qualquer outro desses espíritos, a gente tem certeza que são muito elevados. E quanto mais elevados, mais eles perdem de si para demonstrar o evangelho vivo nas atitudes. Então, mais semelhante se torna. Então a gente olha, olha, poderia ser eh João Batista, olha, poderia ser João Evangelista, olha, poderia ser isso, poderia ser aquilo, poderia poderia, porque é que nem a gente aqui do pé olhando o Kilmandiara e olhando o Evereste. Um é mais alto que o outro, mas para nós são duas montanhas que nos fascinam, >> inatingíveis, né? inatingíveis. Mesmo na nossa evolução ou na nossa condição de ser nós fôssemos alpinistas, nós sofreríamos para transportar ou subir um monte desse. >> Aqui a Vânia Eli está dizendo que o Divaldo chegou a falar em alguma live que ela teria sido a filha, a Flavinha Lentolus do públio Lentolos. Isso quem trouxe foi o o seu o Arnaldo Rocha que trouxe essa >> e o Raniere parece que fala disso também numa das obras dele. Ranierei. >> É agora e pode até ser, mas eu acho que era um pouco mais alto. Eu acho que é um pouco mais alto. Acho que Chico eh faz parte aí eh da de uma de um nível muito elevado. Vocês conhecem as mensagens de Kardec psicografadas por Zil da Grama? Estão no livro Diário dos Visível. >> Olha Sul, eu já anotei que eu não conheço essa obra. Eu vou tô interessado. Eu vou mandar buscar. Eu já vi aqui que eu acho que tem na Amazon e eu vou mandar buscar que me interesse da Gama é um grande espírito, né? >> Não. E uma médium assim, nossa, é é impressionante. >> Eu acho que é Dor Suprema, que é dela também, a obra que eu já li,

n e eu vou mandar buscar que me interesse da Gama é um grande espírito, né? >> Não. E uma médium assim, nossa, é é impressionante. >> Eu acho que é Dor Suprema, que é dela também, a obra que eu já li, >> Dor Suprema, acho que é é uma obra fantástica também. É, é, é impressionante. Eu, eu não tenho essa obra também não. >> Eu anotei aqui, já anotei aqui no, no meu celular quando eu vi a pergunta. Zilda Gama é médio eh diário dos invisíveis em 1929. Ela ela ela psicografou essa obra. E tem aqui portar luz do espírita também tem diário do eh, como é? Mercado Livre anunciando aqui que tem tem até em inglês na Amazon >> tem até o tem até, professor o PDF. >> Tem, >> tem. Eu acabei de ver o PDF. >> Ah, então ótimo. É só baixar e ler. >> Exatemado, Dvinho. Vou vou baixar. Vou baixar. Obrigado, viu S? Viu Melena? Quando Jesus esteve na terra, teve algum momento que ele usou só o instinto em vez da inteligência? >> Acho difícil classificar Jesus. É difícil, viu, Zilma? Mas e Jesus sempre foi muito lúcido. Jesus estava acima de qualquer qualificação nossa. Esse é o meu ponto de vista. Ele era a própria luz entre nós, né? Sou a luz do mundo. Era a razão, a lógica, o bom senso. Eu costumo dizer que Kardec eh eh eh ensinou a pensar e Jesus ensinou a amar. Ele era a plenitude do amor, né? Fora de quem? A o o judeu diz assim, Jó diz assim: "Quem pode definir Deus?" E eu digo, "Quem pode definir Jesus mesmo sendo alguém que encarnou no planeta? Mas ele foge qualquer padrão porque ele é único, né? É o maior espírito. Questão 625, que já foi usado como Deus para modelia da humanidade. Então não sei te responder, Silma. Tá fora do meu, >> eu diria o seguinte, com liberdade poética de pensamento. Então vamos lá. O que que é um espírito puro? é um espírito que se tornou eh que ele se tornou eh completamente liberto de imperfeições. Aí Kardecista Espírita de 1868 vai trazer os espíritos crísticos. Vai ser descrito que os espíritos crísticos se tornam infalíveis até mesmo na carne. Ou seja, espírito crístico ziluminha não

feições. Aí Kardecista Espírita de 1868 vai trazer os espíritos crísticos. Vai ser descrito que os espíritos crísticos se tornam infalíveis até mesmo na carne. Ou seja, espírito crístico ziluminha não vai falhar em hipótese alguma. Por quê? Porque enquanto nós temos os nossos instintos ligados à animalidade, seria como se a seria como se os espíritos crísticos estivessem na condição da qual o instinto é sempre a prática do bem e a comunhão com a vontade de Deus. Então eles absorvem a vontade de Deus e eles vivem e executam mesmo quando encarnados. Então, eu diria que a ideia de instinto, eh, da qual nós observamos, ela tá distante da realidade de um espírito crístico. O instinto, se assim pudéssemos dizer, entre aspas, de um espírito crístico, é cumprir a vontade de Deus. Eu concordo plenamente, Alv. está fora, né? De é tanto que ele dizia, eu e o pai somos um. Porque ele fazia exatamente, eu vim fazer a vontade do meu pai. Ele dizia: "Meu corpo eu tomo e retomo a hora que eu quero. Mais um pouco de tempo e não me vereis e mais um pouco de tempo e me retornareis a ver, porque eu fui ao Pai". Então, ele tinha uma liberdade muito grande, eh, de agir mesmo preso à matéria. Ele era superioríssimo à matéria. Ele tinha eh o Eclesiástico diz assim: "Como eu tive um corpo perfeito?" Não, como eu tinha um espírito perfeito, Deus me deu um corpo perfeito. Então, transfira isso para Jesus. Como era o corpo de Jesus, né? Eu sempre costumo brincar, eu digo, o meu é uma fusquinha 66, o dele é uma merced zero, né? na na qualificação material. Então, fica fora realmente da gente poder qualificar quem é Jesus. Ela bota assim: "Psicólogo Mauro César teléfono." Mas nesse caso, como se explicaria a mensagem Francisco de Assis psicografada por Chico endereçada Adivaldo? explicaria da forma que eu acabei de dizer, Mauro, ele não era Francisco de Assis nesse caso, ele é um espírito que sintonizava perfeitamente com a a a mensagem de de Francisco de Assis. Chica, além de ser do grupo, era um

e eu acabei de dizer, Mauro, ele não era Francisco de Assis nesse caso, ele é um espírito que sintonizava perfeitamente com a a a mensagem de de Francisco de Assis. Chica, além de ser do grupo, era um médico perfeitíssimo, né? antigo recebia duas mensagens diferentes, uma com a mão direita, outra com a mão esquerda, em idiomas diferentes, conversando às vezes com alguém. Isso é algo que é difícil de você imaginar que tipo de mediunidade é essa. A gente que sabe o que é mediunidade, tá certo? Então é é é mecânica espontânea, altíssima, altíssimo grau de sintonia com as entidades, sem nenhuma dificuldade. >> Hum. >> Car 14 horas sentado. Fica impressionante, né? Por isso que eu digo qualquer um, um que chegar e falar assim: "Ah, eu por isso que aqui nesse sentido eu concordo com o que o Elará falou que pode se tornar um movimento de distração. É, nesse caso, eu só diria assim, pode ter sido, pode, pode ter sido Lívia, pode ter sido Lívia, pode ter sido Célia, pode ter sido Célé, pode ter sido pode ter sido pode ter sido João Evangelista, pode ter sido, pode ter sido Paulo, pode ter sido Paulo, pode ter sido não sei quê, pode ter sido qualquer um desses gigantes, qualquer um, porque é como quem observa um monte, um monte, eh, um, um monte, eu digo como o Everest, fala assim, Qual é mais alto? É, é quando a gente é criança, sabe, professor? Assim, qual que é o lugar mais longe que existe? Ah, é quando a gente é bem criança, a gente quer a, eu achava que era a casa da minha avó, depois eu comecei a achar que era lua. Então, assim, é na nossa infantilidade espiritual, é, é como é difícil a gente compreender quem são esses espíritos. Então, vamos lá. Eh, 1910 nasce Chico Xavier. 1919 morrepedes Barçsanovo. Então, quando qualquer um desses espíritos que a gente pensar, qualquer um poderia ser eh poderiam ser o Chico e ao mesmo tempo o Euríped estava encarnado quando talvez um desses era estava na infância recebendo psicografia e mensagens desses espíritos. Como gente, é um nível de

ria ser eh poderiam ser o Chico e ao mesmo tempo o Euríped estava encarnado quando talvez um desses era estava na infância recebendo psicografia e mensagens desses espíritos. Como gente, é um nível de espírito, é uma capacidade anímica, são potencialidades tão bem desenvolvidas que ainda estão distantes de nós. Chico é o gigante, isso a gente pode ter certeza. E o que existe de mais precioso é o exemplo de vida. a abnegação, a entrega, o amor ao trabalho, a capacidade de sintonia, a persevera, >> 9 anos, né? Perseverou até >> o último momento da vida. >> É, Chico, é demais. Ele é, eu sou até suspeito, professor, de falar do Chico. >> Ah, eu tive a felicidade de estar com ele algumas vezes, inclusive o último aniversário dele, eu passei com ele, estava em Uberaba, fiquei cinco dias lá e passava o dia lá na casa do Chico. É, a presença dele, sem dizer uma palavra você já se emocionava. Você, ele não precisava dizer nada para você, ele bastava ele chegar perto. Pronto. Ó, >> minha caneca. Ele tava exatamente com esse rostinho aí. Ele já tava bem bem debilitado, bem magrinho e ele era uma um ser indescritível também. Chico era de uma a humildade dele, a superioridade, tá certo? Ele ele exalava perfume junto dele. Via sentia cheiro de toda a flor que fosse possível. É indescritível. Eu sei que almocei com ele ainda em em março, 28 de março de 22, foi, ele desencarnou em junho, né? E eu não consegui praticamente almoçar. Eu só só me só me transformava em lágrimas, mas uma lágrima de alegria, de bem-estar, de leveza, um sentimento assim de meu Deus, agora eu conheço porque é que Pedro quisia armar uma tenda para ele, outra para Moisés, outra para Elias e ficar ali, porque eu poderia ter ficado ali 15 dias e eu não ia me preocupar com tempo, com noite, dia, obrigação, não sabe quando você sente que você estivesse. Por isso que os espíritos superiores transmite tanta calma pra gente, porque eles estão livre de qualquer outro sentimento que não seja um amor puro de auxiliar e e ajudar quem

nte que você estivesse. Por isso que os espíritos superiores transmite tanta calma pra gente, porque eles estão livre de qualquer outro sentimento que não seja um amor puro de auxiliar e e ajudar quem precisa. E Chico tinha essas propriedades assim de acalmar a pessoa só no olhar. Quando ele chegava na no centro, o povo podia est com o barulho que tivesse, pairava um silêncio no ar, as pessoas se voltavam, coxixavam. O Chico chegou, nossa, é como se assim chegou a luz, né? Eu assisti a última reunião dele na na Casa da Prece, sentado praticamente ao lado dele. Eu não fiquei na mesa, mas fiquei na primeira mesa atrás dele. Fui no carro de de de bombeiro que me levou, que foi que levou as pessoas que estavam na casa dele. Fui eu, minha esposa, filha de Humberto Lucena Lisley. Foi assim um dia marcante na minha vida. No meu último encontro com ele, tive felicidade de beijar-lhe a mão, abraçá-lo. Foi, eu ainda tenho essas essas lembranças comigo que alimentam o meu espírito ainda hoje, só em relembrar. Então, era alguém realmente pra nossa era é um se tivesse sido um católico, seria hoje São Francisco de Paula Când do Xavier. É, com certeza. É, ele, o Raniel escreveu um livro sobre ele chamado Chico Xavier, o Santo dos nossos dias. Ele ficou brabo com o Randier que ele disse que não, ele não tinha nada de santo. E o R, >> quando o pessoal falava para ele assim: "Chico, você vai pro céu?" Falava: "Vou sim, senta espírita umbralino". Era é chica demais. >> É, mas nós estamos incansável jamais vai abandonar seus amigos. >> Aqui tem uma Cló Ferreira é para Elarr. Ela parece que não está mais conosco, né? Ele saiu. >> Ele caiu, né, professor? >> Foi. Ele tá perguntando aqui quando o Jonas fala da distração, olha. Eh, faz conexão com Jesus quando >> Adriano >> a ninguém saúdes pelo caminho. É possível. É possível. Não, não, não se perca na estrada, né? Isso é todo o discurso do sermão dele, viu? Cosm quando ele fala airei em hebraico, todo mundo traduz como bem-aventurado.

pelo caminho. É possível. É possível. Não, não, não se perca na estrada, né? Isso é todo o discurso do sermão dele, viu? Cosm quando ele fala airei em hebraico, todo mundo traduz como bem-aventurado. Não é não é quem sofre que é bem-aventurado. Bem-aventurado é aquele que sabe sofrer no caminho, superando as dificuldades que aguarda abundança no futuro. As promessas de Jesus era para o mundo espiritual, como diz Kardec, não era para aquele povo oprimido, enlutado, sofrido, escravo, que viviam sobre a a os auspícios da o despotismo e do terrorismo romano daquela época. Então ele trouxe conforto mesmo, esperança para aquele povo. Essa é a grande mensagem do sermão. Mas Adriano, voltando a você, como é que você está? você nos trouxe uma notícia preocupante há 15 dias atrás, depois eu mandei mensagem e tudo, mas você não não disse para o público, nem para mim, nem para o Alvin, o que lhe aconteceu, acho que todo mundo tem interesse. Aí é curiosidade fraternal, é preocupação com você, como é que você está, se tá tudo em ordem? Tudo tudo passou? Se foi uma tempestade, como é que foi? Então, o coraçãozinho de um de um menino de 15 anos, mas eh ã enfim, ô estafa. E depois eu fiquei pensando também, né, eu tomo alguns suplementos para poder fazer os meus exercícios físicos. Pode ser que também tenha >> tenha uma reação, >> eh tenha tenha tido alguma reação. Eu tenho que identificar >> eh eh que que aconteceu aí o esses suplementos que eu que eu desconfio que possam ter ter dado algum problema, eu já retirei. Vamos ver. Mas tá tudo certo. >> É você com essa cara do meu neto fica difícil de entender que seu coração tá ruim. Depois de amanhã, quinta-feira, dia 14 de agosto, estarei completando 49 primaveras, as portas aí do meio centro. É novo. >> Eu com 49 anos só tava mudo de cor. >> E o eu descobri o porquê da minha habilidade no basquetebol, viu Álvaro? Professor, no dia 14 de agosto nasceu Magic Johnson, um dos maiores do basquet de todos os tempos. Demais, né? >> É, >> muito bem.

eu descobri o porquê da minha habilidade no basquetebol, viu Álvaro? Professor, no dia 14 de agosto nasceu Magic Johnson, um dos maiores do basquet de todos os tempos. Demais, né? >> É, >> muito bem. >> Mas que beleza, né? >> É isso aí. Partindo para o encerramento. >> Sim. Hoje a gente teve uma >> 3:39, >> é, como combinado e eu pensei que eu não ia ficar mais de uma hora, mas a espiritualidade também me segurou. aqui que eu tô fotofobia, eu tô com óculos escuro, mas eu não queria vir dar uma de Jean Cargo aqui, com todo respeito, vim para uma live de óculos escuro, mas eu tô usando óculos escuro e agora eu vou botar ele para me recolher, mas graças a Deus, queria agradecer a Deus por este momento, por esta noite, pela felicidade de estar aqui com vocês, de ver rever o Álvaro, ver rever você e Jorgito e agradecer a Deus. Eu acho que eu abri e sugiro que o Álvaro encerre com a prece da noite o nosso trabalho, agradecendo aos nossos irmãos pela colaboração. Hoje o pessoal participou ativamente, não foi? Essa essa técnica de trazer as perguntas durante a explanação é muito bom, porque a gente vai trabalhando com o pessoal e quando encerra já não pode deixar, não deixa ninguém sem perguntas, né? Isso é muito dizendo que na próxima semana pode voltar alguma dúvida que por acaso tenha ficado durante a nossa exposição de daqui a 15 dias que será hoje é dia >> o nosso próximo encontro. >> Sim, hoje é três. É >> 26. >> Ah, é 12 7 19 é 26. >> Dia 26. Dia 26 estaremos aqui, se Deus quiser, >> mandar mandar abraços aqui para Dolores, pra Leid, pra Edna que mandaram aqui uma uma mensagenzinha para mim. Obrigado, viu, a Eliete, valeu demais. Beijos nos corações de vocês. >> Se quiser passar um dia aqui em São Paulo, passa aqui no Cisco. Adriano, >> opa, quando eu estiver em São Paulo, com certeza visitarei essa casa espírita aí que que o professor o professor conheceu, né? Participou de reunião lá tem pouco tempo. Essa casa aí que com certeza é muito abençoada. Muito. >> E por falar nisso, Álvaro Morderai terá

sa espírita aí que que o professor o professor conheceu, né? Participou de reunião lá tem pouco tempo. Essa casa aí que com certeza é muito abençoada. Muito. >> E por falar nisso, Álvaro Morderai terá a honra de fazer a nossa prece de encerramento. Então, >> vamos lá. Vamos lá então. Felizes por mais este reencontro, felizes por podermos viver, vislumbrar um pouco mais das escrituras trazidas sob a mediunidade de tantos benfeitores que se puseram a servir, registrando de maneira imperecível. as escrituras do Antigo Testamento, mais felizes ainda por podermos nos deparar com a luz do Espiritismo, rompendo com os emblemas enigmáticos, com as questões esfingéticas que por tanto tempo persuadiram alguns de nós ao equívoco. a culpa e a desmedida, forma de interpretar. Nós agradecemos aos espíritos benfeitores que nos orientam, que nos orientaram e que hoje que hoje permitem que revisitemos o texto bíblico, lançando, como dizem os espíritos, luz não menos viva ao aos mistérios do passado, ao mesmo tempo que esse conhecimento permita permite que nós venhamos a rasgar os véus para um horizonte novo a toda a humanidade. que todos nós sejamos abençoados, que sejamos amparados pela espiritualidade e que todas as preces, todas as necessidades de nós que aqui nos encontramos como irmãos diante desse estudo, que possamos ser amparados pela espiritualidade superior. Que assim seja. >> Graças a Deus. Uma boa noite a todos. Que Jesus abençoe. >> Isso aí. É isso aí, meninos. Prazer, uma honra eh eh ombrear com vocês aí essa tarefa, dividir com vocês a tela. Beijo nos corações. Beijo nos corações a todos vocês que estiveram nos acompanhando e até o dia 26 de agosto, se Deus quiser, para continuidade dos estudos da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Fiquem todos com Deus e até a próxima. Tchau. Tchau, gente.

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