De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 18/06/2025 (há 9 meses) 2:15:23 377 visualizações 95 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

เฮ Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série de Moisés a Kardec. Estamos com vocês nesta terça-feira, dia 17 de junho de 2025, para mais um episódio, né, da série de Moisés a Kardec, esse programa que todo mundo gosta muito de acompanhar. Deixa eu já trazer aqui pro nosso palco Jorgeto, elarrá. Seja bem-vindo, Jorgito. Seja bem-vindo, professor Severino Celestino. Boa noite, Jorgito. Boa noite, Adriano. Que prazer estar aqui com vocês. Seu microfone tá desligado, Jorgito. Põe teu fone aí para funcionar, meu irmão. Boa noite, queridos internautas. Cadê o Álvaro que até agora ainda não chegou? Estamos no aguardo da presença dele, ansiosos e felizes por mais esta oportunidade. É, é que eu fui levantar o braço e aí eu tive que ficar alinhando, não alinham, né? Eu fiquei tentando ver se eu ajeito porque não alinha mais. Agora já foi. Só na outra encarnação. Boa noite, professor Sever. Celestino, o senhor sabe que o senhor é a segunda pergunta que eu vou fazer depois da morte, né? A primeira pergunta, quando eu abrir meu olho, vai ser: "Quem é Ciro I da Pérsia?" Esse cara é impressionante. Uhum. E a segunda pergunta é: Como cabe tanta coisa na cabeça do professor Severino? Celestino, é porque não tem muita coisa não, mas o pouco que tem é favorecido pelo Nordeste. Todo nordeste tem cabeção. Nordestino sempre tem a cabeça chata. Então, então foi por isso foi ter que nascer no Nordeste para poder caber tudo isso. Não, Jorgita. A, eh, o nosso querido Rui Barbosa disse que tinha a cabeça muito grande, né? Ah, é. Não sabia não. É, que ele era era uma pessoa de extrema inteligência, sim, né? E tinha uma cabeça realmente bem, eu não sei se tem alguma coisa a ver, a minha exceção, cresceu por ter muito espaço vazio, aí ela teve que crescer para assimilar os vácuos. que tem lá dentro, né? Mas o restante, a amizade e o carinho de vocês. Então, boa noite, Adriano Máximo, boa noite Eliete Gomes. Boa noite, Fernanda aqui no Mara, a Junqueira Georgeia de Souza. Sejam todos muito bem-vindos a

as o restante, a amizade e o carinho de vocês. Então, boa noite, Adriano Máximo, boa noite Eliete Gomes. Boa noite, Fernanda aqui no Mara, a Junqueira Georgeia de Souza. Sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Para quem está perdido, estamos fazendo o último dos livros da Torá. Estamos no livro de Deuteronômio, aonde estamos já fechando os últimos capítulos da obra que trata sobre esta revisão de conhecimentos do judaísmo no encerramento dos nossos, quer dizer, a gente tá falando de encerramento da Torá, mas a cada live a gente lê só pouquinho os versículos e aí quem vai terminar isso é o o professor Severino e o Álvaro, que vão durar mais. Eles vão conseguir terminar a Torá, porque eu, meu Deus do céu. Então, boa noite para todos nós. Sejamos todos muito bem-vindos para o nosso estudo da noite de hoje. Jorgito, eu vou pedir a nossa prece inicial. Ah, por favor, para vossa excelência. Ah, para mim. Ah, por favor. Vamos orar então. Querido Senhor da vida, abençoa o nosso estudo que inicia, enche os nossos corações de lucidez para que consigamos retirar da letra que mata o espírito que vivifica. E que as lições extraordinárias de sabedoria possam ser alcançadas por todos nós que aqui nos encontramos no chat ou aqui no ambiente do espaço da live em si, para que nós juntos decifremos esses enigmas milenares que se escondem nas letras da Torá. Protege-nos a todos, Senhor, e que o teu amor permaneça conosco hoje e sempre. Que assim seja, Pai. Assim seja. Graças a Deus, pessoal. Então é isso, série de Moisés a Kardec, quinta temporada, mais um episódio. Eh, eu gostaria de ressaltar sempre que para mim é uma alegria, um prazer muito grande ombrear essa tarefa aqui com o Jorgito, com o professor Severino Celestino, com Álvaro que não está aqui. Deixa a gente explicar, né? Porque o o Álvaro ele sempre chega bem em cima da hora e às vezes até um pouquinho depois, porque hoje é dia de atividade lá na Casa Espírita, né? e eh eh que o Álvaro faz

Deixa a gente explicar, né? Porque o o Álvaro ele sempre chega bem em cima da hora e às vezes até um pouquinho depois, porque hoje é dia de atividade lá na Casa Espírita, né? e eh eh que o Álvaro faz parte lá da equipe, então eh para ele é complicado. Ele sai de lá e já vem correndo, vai correndo para casa e já entra. Então é em cima do laço mesmo. Então daqui a pouquinho, se Deus quiser, ele estará conosco aqui. Gente, nós estamos aqui com a presença ilustre de Roberta Zagueto, aquela que para os íntimos é conhecida como Betazage. Meu Deus, Betazag, há quanto tempo não lhe encontro. Meu Deus do céu, que coisa maravilhosa ter notícias de você. Você está precisando bater um papo com Álvaro Morderrai. Eu acho que vocês têm uma coisa em comum muito interessante que vocês precisam conversar. Vou falar no ar porque não faço segredo para ninguém mesmo, mas vocês Eu tô tô curioso. É bom que você apresente a Beta, é a Roberta Zagueto para poder a gente Roberta Zagueto é uma das personagens mais interessantes do movimento espírita. uma pessoa que que tem assim uma vibração, uma uma intensidade de sentimento. Uma coisa maravilhosa. Toda vez que eu já fiz e eh live com Roberta, quando termina o cabelo dela tá todo bagunçado, ela já chorou não sei quantas vezes, a maquiagem já desmontou. Então, Betazag é incrível. Mas eh ela é de onde? Ela é de onde? Ela é do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. A carioca. É. E e assim, eh, ela tem uma relação muito estreita com José Grosso e teve um período, teve um período em que ela esteve assim buscando coisas espirituais e aí ela parou na frente de um centro espírita do que tem o nome dele, tá? e ela já tinha uma relação com ele anterior. E aí, como o Álvaro também tem uma relação com José Grosso, eu acho que vocês vão ter um papo muito legal o dia que se encontrarem. Não esqueça, Beta, você ir encontrando com Álvaro, procura falar com ele sobre Zé Grosso, tá bom? Muito bem. Muito bem. Boa noite para todos nós. Vamos dar prosseguimento aos nossos estudos, professor. Eu lamento

Beta, você ir encontrando com Álvaro, procura falar com ele sobre Zé Grosso, tá bom? Muito bem. Muito bem. Boa noite para todos nós. Vamos dar prosseguimento aos nossos estudos, professor. Eu lamento e desculpa, Jorgito, deixa eu só responder aqui aí, austília Campos, ela perguntou aqui se poderia informar sobre o estudo com a Cris, o espírito e ela ela colocou aqui o espírito e o tempo que ela tá com dificuldade de localizar no YouTube. Ostilha, é só jogar na busca do YouTube. Afinal, somos o espírito no tempo que não tem erro. Acabei de testar aqui, joguei aqui na busca do YouTube, vai aparecer aí para você, tá? É porque talvez você esteja jogando aí o espírito e o e o tempo e aí, mas você tem que jogar. Afinal, somos o espírito no tempo, vai sair para todos os episódios vão aparecer para você aí no seu YouTube. Tá bom, pessoal? ficarei na retaguarda que eu eu ficar aqui eu vou atrapalhar vocês. Ficarei na retaguarda. Você fica na retaguarda mais um espectador do show que vocês vão vocês vão dar para nós mais uma vez, ó. É sempre uma honra muito grande dividir o espaço com professor Severino. Qualquer coisa estarei por aqui. Olha, Adriano, a sua humildade é grande. Você conhece o nome de máximo, tem que tem que entender que nós somos apenas o mínimo diante de você, né? Com esse nome romano de Adriano, o grande imperador que tinha um pé sobre o planeta, né, sobre o globo lá em Éfeso, na rua principal, tinha uma estátua dele com o pé em cima do globo terrestre. Então era o Adriano, agora o máximo pois. Pois é, professor. Será Adriano Máximo? Isso. Eita. Tem isso, professor? Em Éfeso. Adriano com com em Éfeso. Em Éfeso tem um um a rua principal de Éfeso, que era uma das ruas mais belas daquela época. Ela ainda hoje é toda de mármore carrara naquela época, imagina. E colunas estilo gregas. e toda iluminada. E no meio tinha o chamado eh o templo de Adriano, o símbolo na no portal tinha aquele portal tipo romano e embaixo o globo terrestre e em cima do do globo a a estátua ou

tilo gregas. e toda iluminada. E no meio tinha o chamado eh o templo de Adriano, o símbolo na no portal tinha aquele portal tipo romano e embaixo o globo terrestre e em cima do do globo a a estátua ou melhor a moldura do pé de Adriano sobre o planeta. pé dele. Só o pé, só o pé em cima do globo terrestre. Meu Deus. Então era realmente apenas o máximo, viu? É o que tá dizendo aí o Adriano com essa sua apresentação, dizendo que é o mínimo. Aí a gente não pode concordar, pelo menos historicamente com essa definição ou com essa justificativa que ele tá dando aí. Que interessante isso, hein? Que o que eu tô achando interessante é que naquela época eles já terem a noção de Globo, né? É, exatamente, exatamente. E assim, nós temos uma figura matemática chamada Eratostenes. Eratostenis foi um matemático grego que disse que a Terra era redonda. E ele provou que ela era redonda. Ele ele pegou uma uma cidade que quando num dado num dado dia do ano, o sol iluminava as águas de um poço muito profundo. E aí ele pegou com jogo de espelhos, jogou no momento que a água chegou no poço profundo, ele jogou com espelhos para uma cidade que a qu a quase 1000 km de distância, ele conseguiu jogar com espelhos eh a luz para saber a hora que deu, qual é o tamanho da sombra na minha na outra cidade. Como ele sabia a distância, aí ele calculou a curvatura da Terra com 5% de erro. Então esse cara é esse cara aí era era Tostenes. Eu toda vida gostei de matemática, viu Jorgito? Só para fazer uma um adendo aí para você. Mas uma das coisas mais difíceis que eu achei de entender no meu curso de matemática ainda ginásio científico, foi o chamado crio de Erastótemes. Ah, o crivo de Eratósten ah, era para tirar números primos. Isso. Mas é chato aquilo. Eu eu não entendo. O cara era um crânio naquela época, né? Não, mas o dia que a gente se encontrar e vou mostrar como é que ele é, ele não é tão difícil não. Eu acho que o professor que me apresentou, o professor que me apresentou é muito simples. A gente coloca todos os números

gente se encontrar e vou mostrar como é que ele é, ele não é tão difícil não. Eu acho que o professor que me apresentou, o professor que me apresentou é muito simples. A gente coloca todos os números e diz assim: "Todo mundo que é múltiplo de dois não é primo". Aí você sai cortando 2 4 6 8 10. Uhum. Aí assim, todos que forem múltiplos de três também são não são primos. Aí depois do três, 6, você já tá cortado. 9 12 15 vai contando. Todos que forem múltiplo de quatro também não são. Aí corta 8, 12. Aí vai cortando. Múltiplo de cinco. Aí o que sobrar é primo. O que sobrar é primo. É. Aí é tão simples. Você tá dizendo aí, eu entendi. Na época eu achei o professor muito enrolado para explicar isso pra gente que eu acabei não entendi. Tostenis. Muito bem, vamos começar o nosso estudo de hoje com a graça de Deus, meu irmão, se Deus assim nos permitir. E nós vamos abrir hoje dentro do livro de Deuteronômio, capítulo 18, não é isso? Isso, isso. O Deuteronômio é aquela, esse livro, o grego chama Deutero 2, né? Nós lei, segunda lei, porque baseado exatamente, né, nas primeiras letras ou nas primeiras palavras de Moisés, Eléra Devarim. Estas são as palavras que Moisés disse ao povo, né, quando estava próximo ou começando se preparar para entrar na terra prometida. Então ele foi exatamente relembrar tudo que eles tinham vivido. E aí por isso que a gente chama segunda lei, que na verdade o o é Devar, na verdade não é uma segunda lei, né? Ele apenas relembra o que já foi dito lá atrás e acrescenta algumas coisas. Uma outra lei, né? Exato. Não é um como como o grego classifica, né, de deuteronomo, segunda lei, não é uma segunda lei, é a mesma lei. Agora mais a mesma lei de novo. Isso. A mesma lei aperfeiçoada e adequada uma situação diferente de quando ele recebeu no Êxodo 20 os 10 mandamentos para quando ele chega com o povo ali no monte e de frente do monte das tentações, Nebô ou Nebo, como chamam alguns, né? E dali ele avistou a terra prometida e aí começou a explicar exatamente,

amentos para quando ele chega com o povo ali no monte e de frente do monte das tentações, Nebô ou Nebo, como chamam alguns, né? E dali ele avistou a terra prometida e aí começou a explicar exatamente, eu vejo no Deuteronômio um texto melancólico, sabe? Hum. Porque ele é cheio de despedidas, ele é cheio de olha um um quando vocês estiverem lá, quando vocês estiverem lá, quando vocês estiverem lá, é sempre uma uma um texto assim pensando na no fato de que ele já envelhecido não iria estar presente nas discussões. O Paulo tá dizendo que o Deuteronômio é a visão atualizada e revisada. Quem o Paulo Inter é é o Paulo Interição revisada e atualizada mais ou menos, viu Paulo? Eh, é, é porque é aquela preocupação do velho pai que tá para partir e não quer deixar de relembrar aos seus filhos os cuidados que ele já lhes ensinou durante a vida. Então, Moisés trazia uma experiência de 40 anos no deserto, acontecimentos diversos, situações peculiares, revoltas, fome, desalento e disciplina, todo tipo de situações que ele conseguiu superar com a sua capacidade maravilhosa de grande médio que era e administrador. E aí quando chega a hora dele entregar o cajado, né, para Josué, que ele já sabia que não ia entrar, então vem a preocupação, será que eles vão se lembrar do que eu já ensinei, do que aconteceu? E aí nasceu exatamente o Deutoronômio, porque aí por isso que começa, estas são as palavras que Moisés promulgou ao seu povo antes de entrar na terra prometida. É, e assim ele vai repassando muitos dos pontos mais significativos dos textos anteriores vão sendo relembrados aí no Deuteronômio. Então, repassa os 10 mandamentos, repassimentos, muitas coisas são eh relembradas, mas existe algumas coisas que são novas. dentro do Deuteronômio. Deuteronômio é o único dos textos que fala de amar a Deus. Não existe amor a Deus nos quatro livros anteriores. É aí que está. Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força. O entendimento não aparece no

amar a Deus. Não existe amor a Deus nos quatro livros anteriores. É aí que está. Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força. O entendimento não aparece no Deuteronômio. Entendimento não está na sequência, tá num capítulo anterior em que aparece a palavra entendimento, que o doutor da lei vai citar lá na frente quando Lucas, quando aparece a parábola do bom samaritano. Mas eu queria eh destacar aqui eh o início das nossas discussões de hoje que são do capítulo 18. E o capítulo 18 vai falar de um assunto que já foi tratado anteriormente no Levítico, mas ela ele vai voltar agora. E eu queria fazer até algumas observações sobre isso, porque o capítulo 18 inicia com a partilha da Terra. A gente já falou sobre essa partilha lá atrás. Vamos falar de novo, em que diz, ó, os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi não terá não terão parte nem herança com Israel, das ofertas queimadas do Senhor e da sua herança comerão. Então aqui eh a esse texto vai nos falar que os filhos de Davi, filhos de Levi, não foram herdeiros de terra. E aqui entra uma coisa que é muito interessante nessa partilha da terra, porque Jacó teve 12 filhos, 12 filhos, homens que deu origem às 12 tribos, certo? na partilha da terra não foram os 12 filhos. Ora, se a terra foi dividida em 12 pedaços e eram 12 filhos, em boa matemática, é um pedaço para cada filho, né? Então era Ruben, Simeão, Levi e Judá. Um pedaço para Ruben, um pedaço para Simeão, um pedaço para Judá, um pedaço para Isacar, um pedaço para Zebulon, um pedaço para cada um dos 12. Só que o texto aí está dizendo que os Levi, os filhos de Levi, que seriam os sacerdotes e os levitas, não teriam porção de terra. Eles, como vão ser sacerdotes? O ofício deles é o sacerdócio. Eles não terão a a a questão de lavrar a terra, arar a terra, produzir, comercializar. Não, para eles não. Os descendentes de Levi não seriam hã não exerceriam função outra que não fosse o sacerdócio. Quando isso acontece, aí você diz: "Bom,

terra, arar a terra, produzir, comercializar. Não, para eles não. Os descendentes de Levi não seriam hã não exerceriam função outra que não fosse o sacerdócio. Quando isso acontece, aí você diz: "Bom, se são 12 filhos e um filho não tem pedaço de terra, então ficaram só 11, mas são 12. Por que que são 12? Porque um dos filhos recebe dois pedaços. José, o filho José recebe dois pedaços de terra, um para o filho mais velho, Manassés, e outro para o filho mais novo, Efraim. Então, Manassés e Efraim pegam dois pedaços. Os Levi não pegam nenhum. Na soma ficou 12 do mesmo jeito. Então, são 12 filhos, são 12 tribos. Mas as partes do território não são divididas para os 12 filhos. Então aqui vou só reler isso aqui, professor, para passar pro senhor aí pros seus comentários. Aqui, ó. Os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte na herança com Israel. das ofertas queimadas do Senhor e da sua herança comerão. Eles só poderão ter direito às ofertas, aquilo que vai ser ofertado para o templo. Por isso, não terão herança no meio de seus irmãos. O Senhor é sua herança, como lhes tem dito. E aí, professor, como é que fica esse negócio? É, aí é a gente vai entrar entrar, eu particularmente vejo com muita, muita clareza essa questão, uma vez que eh os 12 que receberam terra para plantar, para ter os seus rebanhos, para ter suas questões, iriam prover os levitas que não receberam parte para plantações. Por quê? porque eles iriam se dedicar à parte espiritual. Então aí foi o joio do trigo, material do espiritual que ficou naturalmente separados. Como bem você colocou aí Manassé e Efraimam os filhos de José, que receberam cada um uma glba para poder formar os 12 e ao mesmo tempo para que justificasse que alguém não recebesse nada, que era os levitas, mas deles sairiam o sacerdote, que seria o grande mentor da questão espiritual. e ao mesmo tempo receberiam de tudo aquilo que as outras 12 glebas da das 11, vamos dizer assim, dos 11 das 11 divisões, porque os filhos de José pegaram duas partes, mas era como

questão espiritual. e ao mesmo tempo receberiam de tudo aquilo que as outras 12 glebas da das 11, vamos dizer assim, dos 11 das 11 divisões, porque os filhos de José pegaram duas partes, mas era como se fosse duas em uma, né? Aí os levitas ficaram sem nada no ponto de vista material para poder cuidar do templo, cuidar do espiritual. Se dentre eles, essa tribo não terá herança no meio dos seus irmãos. a sua herança, conforme ele falou, mas a sua herança foi a responsabilidade espiritual com o templo. Aí é que começa a questão do da do do sacerdote, que a partir daí o Coem, no caso, era levita. Eles elegiam o sacerdote e aqueles que não podiam ficar em Jerusalém, que era a parte do templo, iriam para outras regiões. E aí eles iriam ter suas casas, iriam ter suas seus móveis, suas questões, mas eles não tinham direito à herança. E aí que surge o chamado maê em hebraico, que é décima parte daquilo que as outras tribos lucravam ou produziam. Tirava-se um décimo, tá? Que dentro de cada tribo, do material, da colheta, dos animais, de tudo que as outras tribos conseguiam. Eles tiravam um 10 e levavam para o templo, para os sacerdotes, aqueles que ali trabalhavam, e ainda para as viúvas e os órfãos, que também não tinham eh condições, nem tinham terras nem e que e você vê muito bem Jesus na sua preocupação de seguir a Torá e ao mesmo tempo na sua misericórdia, ele sempre defendeu as viúvas e os órfãos eram sempre as pupilas de Jesus, eram essas duas classes que eram muito discriminadas, excluídas na linguagem de hoje, né? Então aqui eu vejo que a primeira parte que a gente vê no Deuteronio 18, primeiro versículo, é a preocupação com os direitos dos sacerdotes e dos levitas, que eles não poderiam ficar pela sua alguém tinha que representar a espiritualidade. E esse aí era recebiu através das doações das outras 12 tribos que trabalhavam. É, eu acho, professor, que a gente pode ir já tratando as perguntas que tem aqui pra gente não deixar para depois que a gente já vai resolvendo, porque às vezes

s das outras 12 tribos que trabalhavam. É, eu acho, professor, que a gente pode ir já tratando as perguntas que tem aqui pra gente não deixar para depois que a gente já vai resolvendo, porque às vezes lá na frente a gente pode não saber de que de a que se refere a pergunta que tá sendo feita. Assim, a gente já vai eh trabalhando dentro do da sequência aqui paraa gente não avançar demais no texto e depois acabar que a gente não aproveita. Por conta das perguntas, tem uma perguntinha aqui da Flávia. Flávia Teodoro faz uma pergunta às 21:56. Põe para nós, Adriana, essa pergunta. Pergunta assim: "O pai de João Batista era da tribo de Levi porque ele frequentava o templo?" Sim, é verdade. O pai de João Batista, Zacaria, era sacerdote sacerdote da turma de Abias. Isso. Da turma de Abias. E isso aí é muito importante, tá? Para quem gosta dessas questãozinha assim, eh, no livro de acho que é Crônicas, capítulo 24, eu tô chutando, posso estar completamente errado, mas tem um capítulo aonde, eh, é definido que período do ano cada turma deveria trabalhar. Eu acho que é esse livro de crônicas. E lá aparece qual era a época do ano que a turma de Abias deveria estar presente. Ah, eu já fiz tanta conta com isso, porque são duas vezes no ano e essas duas vezes são separadas de seis meses. Aí eu calculei, tá na turma, então ele tá em Jerusalém, não tá aí em carim. Quando terminar a turma, ele vai para casa, a mulher dele vai engravidar não sei quando. Fiz o cálculo de 9 meses. E se João Batista tinha, a mãe dele tava grávida de se meses, quando Maria vai procurar por ela, se tinha uma diferença de se meses entre os dois. É, Jesus não nasceu em dezembro mesmo. Ele nasceu ou em setembro, ou março e abril, ou setembro, outubro. Ele tem que ter nascido numa dessas duas janelas por conta da do fato que Zacaria, pai de João Batista, estava de serviço. Então você vai lá em Crônicas, pega a janela de tempo que ele está, calcula 9 meses depois da do término do período dele para que a mulher tenha a criança e tira

ai de João Batista, estava de serviço. Então você vai lá em Crônicas, pega a janela de tempo que ele está, calcula 9 meses depois da do término do período dele para que a mulher tenha a criança e tira 6 meses, né? Porque ela tira três meses, né? Porque ela, ele tinha tem seis meses, tinha seis meses. Ela tinha seis meses de gravou, ela tinha seis meses de gravidez há tempo. É. Ô, ô, ô, ô, Jorge, eu acho interessante ainda nessa pergunta da Flávia. Flávia, ele além de ser da tribo de Levi, ele era o sacerdote do ano que deveria entrar no templo para levar a oferta ao santo dos santos, que só podia entrar uma vez por ano. Ele foi o escolhido naquele ano. O sacerdote entrava com amarrado, não é? Porque ninguém podia entrar lá. se ele passasse mal ou tivesse qualquer problema, ele era puxado, porque ninguém podia entrar lá a não ser aquele que fosse o escolhido. E tem uma curiosidade nessa história de de Zacarias, e Isabel, que também era da tribo, Isabel também era, embora fosse mulher, não tinha as mesmas condições dos homens, como Maria também era da tribo de Davi. Mas o que eu queria observar é o quanto Lucas, que não foi discípulo de Jesus, mas era um semita. Lucas era grego, mas era de família semita. Era todos os quatro evangelistas eram semitas. Então, Lucas tem uma pesquisa profunda nesse caso. E Lucas, o primeiro capítulo do Evangelho dele, ele começa preparando aquele que seria o precursor de Jesus, aquele que viria o identificar na sua perfeição e na sua pesquisa. Lucas foi assim um grande pesquisador e ele apresenta realmente que o primeiro, esse primeira parte do evangelho de Lucas é toda judaica, não tem nada de de de é pré Cristo, porque ele recebe a a história de Zacarias e de Isabel, que era estéril, uma condição das matronas eh eh judaicas, né? Maria foi uma exceção, mas todas as mulheres, Sara, Rebeca e eh eh Lia, Raquel, todas elas tinham problemas com gravidez. Ana, esposa de Samuel. E Lucas traz assim um, eu acho assim um preâmbulo muito interessante, porque ele

s todas as mulheres, Sara, Rebeca e eh eh Lia, Raquel, todas elas tinham problemas com gravidez. Ana, esposa de Samuel. E Lucas traz assim um, eu acho assim um preâmbulo muito interessante, porque ele coloca a uma família judaica, Jesus não tinha chegado ainda, que seria os pais daquele que viria preparar o caminho. Segundo Malaquias 3, segundo Isaías 40, ele traz toda, inclusive ele diz a o diálogo do do espírito Gabriel com Zacarias. diz que aquele que viria viria com a força e o poder de Elias, reforçando mais ainda a questão de que João Batista era a reencarnação de de Elias depois confirmada por Jesus. Então, há todo um processo. Além disso, ele fala da apresentação no templo, ele fala do pidion, que é a libertação do primogênito. Ele mostra Jesus totalmente incluído na, vamos dizer assim, nas famílias judaicas. E o próprio João Batista, como fosse um sol, como ele diz lá no no Benedicto, que tá lá na em Carém, lá no na igreja da montanha. lá em um bairro hoje de Jerusalém, mas naquela época era uma aldeia próxima a Jerusalém, aonde Maria foi encontrar Isabel. Ali ele, a oração de Zacaria, você lê que Zacaria faz um elo entre a primeira revelação e a segunda, dizendo que ele viria como o sol das nossas vidas, ligar a revelação de Abraão com a chegada daquele que viria trazer a luz. Um era o sol e outra era a luz da nossa vida, que Jesus diz lá em João 8:12 que é a luz do mundo. Então, uma boa pergunta, viu, Flávio? Realmente, a sua pergunta eh foi propício nesse momento, porque a gente mostra que tudo se encaixa no projeto de Jesus nesse planeta. Muito bom. Eh, eh, vamos ver aqui uma outra. Tem Celminha aí com a pergunta também, viu? Tem. Selma fez uma pergunta, ela pergunta se a divisão da Terra em 12 partes prevalece até hoje, se isso continua desse jeito até os dias atuais. Não, não, Celminha. As coisas mudaram bastante. As tribos, primeiramente, elas te receberam. Você foi até Cesaré de Felipe conosco lá no no só pé do Monte Hermão. E ali ficava a tribo de Dan,

atuais. Não, não, Celminha. As coisas mudaram bastante. As tribos, primeiramente, elas te receberam. Você foi até Cesaré de Felipe conosco lá no no só pé do Monte Hermão. E ali ficava a tribo de Dan, aonde nasce o rio Jordão, que desce e era aquele que desce de Dan ou da região de Dan é o rio Jordão. É uma das das dos entendimentos para o nome de Ieridá em hebraico é descer. Então, Yordan é aquele que desce da tribo de Dan. Ali era uma das tribos mais extrema do norte. Zabulão e Neftali ficaram em Cafarnaú e ali perto de na Samaria ficava Efraim, ficava Manassés. Então eles foram distribuído em todas aquelas regiões. A divisão foi feito exatamente entre o Monte Ebau e o Monte Guerrizim, que você deve ter estado lá conosco também, Celminha. Mas aquele processo com as invasões, com todo o processo que a gente conhece, que veio depois, até Salomão tava tudo bonitinho. Mas aí começa com a divisão do rei de Salomão ali pro do ano 1, não é, Jorgito? E ali vem Zebulon ou Zé Bulon não é Roboão e Jeroboão, que dividiram os filhos de Salomão, os 10 re que formou Israel e os dois rei do sul, Judá. E até aí ia tudo muito bem, mas aí vem invasão da dos assírios, dos babilônios. Aí vem vem aquela a libertação que você tanto falou aí do os gregos ainda. Depois é que vem os peças é não é? E aí as coisas foram se misturando. Aí vem depois vem o as eh o Império isso. Império otomânico que começa ali com o o o aquela do século até o século VIº foi o bizantino, né, que era. Aí depois vem o otomano e aí vem o inglês e hoje hoje ninguém sabe onde tá mais ninguém. Diz que as 10 tribos do rei do norte se federam. Ex. E só só se aceita as duas do reino do Sul, Sein. E hoje tá o que tem é Samaria, Judéia e Galileia, que o que representa hoje Israel sem mais nenhuma divisão. Não tem mais essa politicamente falando, não tem mais. E e tem mais uma coisa, o território que antes era Israel, hoje ele abriga dois estados, o estado judeu de Israel e o estado palestino, que tem ali também parte desse mesmo território,

, não tem mais. E e tem mais uma coisa, o território que antes era Israel, hoje ele abriga dois estados, o estado judeu de Israel e o estado palestino, que tem ali também parte desse mesmo território, de algumas tribos, né? Então, o território de algumas tribos está hoje dentro de territórios que são palestinos. E si Jordânia, né? A a parte ocidental da da Jordânia é toda si Jordânia, né? E você tem ali grande parte da Samaria. Você sabe que onde está hoje o poço de Jacó, uma região, a tumba de José, Belém, Belém, tudo hoje aquilo que está a oeste, o o o eh a oeste do Jordão, é se Jordânia. A leste é Jordânia ou antiga depois. E hoje o oeste do Jordão tá misturado, que antigamente era tudo Israel, hoje já só tem uma parte fininha ali na Samaria, afina muito e engrossa pro lado da da Galileia, mas hoje não tem mais nada. Tudo isso está disseminado com as invasões, com a política e com tudo que você conhece hoje. É, desmontou. desmontou. O o Paulo também tem uma pergunta que ele pergunta se o Levi seria o mais espiritualizado dos irmãos. Não, não era. Quando é feita a venda de José, quando José é vendido, tem um irmão que não participa da venda, um que é Ruben, o mais velho. Ruben, o primogênito não estava quando quando os irmãos venderam. Quando Ruben chega e não encontra, porque eles pegaram José, jogaram num buraco, disseram: "Não, deixa ele ficar aí no buraco aí e tal, e não é o predileto do nosso pai, deixa ele aí no buraco." E ele ficou no buraco. E o Ruben se afastou. Quando o Ruben voltou, os irmãos tinham vendido o irmão para os iselitas, ou seja, tinha vendido para os árabes. Bom, e Ruben recrimina os irmãos por terem feito isso. Os rabinos querendo dar uma tirada de responsabilidade dos irmãos, para que os filhos de Jacó não pareçam maus por terem vendido o irmão. Os rabinos dão uma dourada nessa pílula para justificar. Então ele diz o seguinte: "Por que os irmãos venderam o próprio irmão?" Eles dizem que a interpretação dos abinos é: irmãos achavam que José queria tomar a

ão uma dourada nessa pílula para justificar. Então ele diz o seguinte: "Por que os irmãos venderam o próprio irmão?" Eles dizem que a interpretação dos abinos é: irmãos achavam que José queria tomar a primogenitude de Ruben, tanto que Ruben não tá presente quando eles vendem. Então, para que José não transgredisse a lei, porque estava querendo tomar a primazia do cargo que era de Ruben, eles não vendem o irmão para fazer o que eles entendiam que era o certo. Quando o Ruben chega, disse: "Não, porque vocês venderam?" Não era para vocês terem feito isso. Aí já tinham vendido mesmo. Mas eh Levi participa da venda do irmão. Ele não tinha nada de especial em termos de espiritualidade. Aí você vai me perguntar: "E por que que os Levi ficaram sendo os sacerdotes? Por que que não foi os os de Zebulom, os deer cade? Por que que tinha que ser exatamente o Levi? A resposta é a seguinte: Moisés era da tribo de Levi e o irmão dele também. Então, já que eles eram da tribo de Levi, é a tribo de Levi que vai ser os sacerdotes. Pronto, tá resolvido o problema. é a nossa linhagem de Levis, filhos de Levi, que vão eh ser os sacerdotes. Eu não sei se vocês vocês são muito noves, vocês não sabem nada disso, vocês vocês não conhecem o que eu vou falar, mas há muitos e muitos e muitos anos atrás tinha uma calça jeans que era vendida chamada Leves. Eu conheci, eu cheguei a conhecer, viu? É, né? Ev apóstrofe de Levi. De Levi. De Levi. De Levi. Ou seja, levitas. Interessante. E aí? E aí tem uma história, professor Sivino, eu tenho um amigo que na época que tinha um monte de empresa brasileira que fazia a obra no Oriente Médio, o cara levou uma calça jeans dessa e quando ele chegou lá, ele ficou retido no aeroporto porque a calça dele tava escrito de Levi e aí ele devia ter alguma ligação com o estado de Israel. Ele ficou preso no aeroporto e não passou. Nossa, era uma calça leves. E ele foi para onde? Ele tinha para deu maior confusão. Teve um que eu sei que voltou, que não entrou. Por quê? Porque ele levou um LP

icou preso no aeroporto e não passou. Nossa, era uma calça leves. E ele foi para onde? Ele tinha para deu maior confusão. Teve um que eu sei que voltou, que não entrou. Por quê? Porque ele levou um LP do Valdic Soriano. O Valdique Soriano tava com um chapéu e no chapéu do Valdick tinha uma estrela de Davi. O cara viu a estrela de Davi no chapéu do Valdig Soriano e o cara não entrou lá. O cara teve que voltar. Esse não entrou. Nossa, né? Ô Jorge, eu tinha, eu gostaria de fazer ainda uma colocação aí para só para aumentar um pouco mais essa, essa resposta para o Paulo, no sentido de que isso vem não só do do irmão de Moisés, mas também naquele episódio que a gente lembrou tanto aqui do da dos representantes das tribos que se revoltaram contra porque Arão seria o o representante espiritual e não eles ou as outras tribos. Corar. Isso. E corar. Exatamente. Aí o que foi que eles fizeram? Fizeram eh Deus falou a Moisés: "Mande colocar os bastões de todos eles que vai haver um sinal". E aí o bastão de Arão floresceu da mesma forma que o bastão de José, o esposto de Maria, floresceu quando ela foi escolhida para ser quando ele foi escolhido para seu esposo de Maria, o pai de Jesus. Então tenha também uma uma uma sinal espiritual, viu Paulo, que vem lá de trás da época de quando eles estavam no deserto, que houve essa revolta e que Deus foi quem determinou que os descendentes de Arão seriam exatamente aqueles que teriam direito a cuidar da espiritualidade. Por isso que não se recebeu terra. Mas tem outra pergunta aqui, Jorge, que eu acho que é para você do hot day sobre o estudo. Afinal, somos o espírito no tempo. Esse a gente pode tratar no final. Esse a gente pode tratar no final. Queria pegar essa do Cosmin aqui, ó. Os levitas cuidando das coisas espirituais levou os pastores protestantes, na sua maioria não trabalharem. Abre parêntese. Pergunto só para entendimento. Não estou julgando nem criticando. É, na verdade não é exatamente por conta disso, de forma direta, porque os os

stantes, na sua maioria não trabalharem. Abre parêntese. Pergunto só para entendimento. Não estou julgando nem criticando. É, na verdade não é exatamente por conta disso, de forma direta, porque os os padres católicos também não exercem atividade remunerada, né? Eles são empregados da igreja. Então isso na verdade vem de um de um conceito de sacerdócio que está muito mais ligado à forma como a religião se apresentou. Não é um vínculo direto com isso, porque no judaísmo é família. Então, por exemplo, no judaísmo é assim: "Eu posso estudar para ser rabino, eu posso estudar, eu posso me tornar um rabino." Pode ser, pode. E eu posso ser um sacerdote? negativo. Eu não posso ser sacerdote porque eu não pertenço à tribo de Levi. Eu não tenho condição de ser sacerdote. Eu só tenho condição estudando de ser rabino. Eu tenho um sobrinho, irmão, filho do meu irmão, que é rabino. Beleza? Mas ele estudou em Israel, se formou, está em São Paulo, rabino lá e tal, mas ele ele não pode ser sacerdote, porque no cristianismo o sacerdote é ao mesmo tempo o professor, né? Você vai na igreja, o padre é sacerdote e o padre é quem ensina. Você vai no protestantismo, o pastor é sacerdote e o pastor é quem ensina. No judaísmo é diferente. Eu tenho o sacerdote que faz a divino, e eu tenho o rabino, que é o professor. Então você vai numa numa cerimônia judaica, aí você está lá eh ouvindo as instruções, as leituras, todas essas coisas. Quando chega na hora de dar a bênção para o povo, o rabino não tem competência para dar a bênção. O rabino não dá bênção. O rabino é professor. O rabino sai e alguém daquela comunidade que é descendente de Levi, e a gente sabe pelo sobrenome, olha o Álvaro chegou, gente. Tá só pelo áudio o bichinho. Mas ele vai aparecer, vai. Ele tá chegando. Bem-vindo ao V. Se Deus der bom tempo. Então aí o sacerdote, aquele que tem um sobrenome que conhece pelos sobrenomes, Coem. É que ele é Coem, Coanim, Kan, Razã. nomes assim são ligados a a serem sacerdotes. Aí este vai lá paraa frente

po. Então aí o sacerdote, aquele que tem um sobrenome que conhece pelos sobrenomes, Coem. É que ele é Coem, Coanim, Kan, Razã. nomes assim são ligados a a serem sacerdotes. Aí este vai lá paraa frente e abrindo o talite tem uma reza específica em que ele abençoa o povo. O rabino não pode abençoar, só um descendente de Levi que pode fazê-lo. Então é diferente no judaísmo, o rabino é uma coisa, o sacerdote é outra, porque ele ele está eh, digamos assim, autorizado pelo sobrenome que ele tem, pela família a qual ele pertence, a ser uma conexão entre Deus e o povo, né? Então eu tinha até um amigo que diz a seguinte: "Nossa, então os coen são escolhido dentro do povo escolhido". É mais ou menos isso, meu Deus. Professor Severino, aleluia, professor. Aleluia. Eu tô indo embora. Fiquem tchau para vocês. Pede perdão. Olhe, perdoa quem se sente ofendido. Ninguém aqui foi sentiu ofendido com você. Sentiu a sua bênção, mas ofendido não. Tá bom. Seja muito bem-vindo. Mas deixa eu terminar essa essa vai falando que eu vou ouvindo para entender onde vocês estão. É, a gente tá falando aqui da questão sacerdotal da tribo dos levitas. Então, Jorgito, aquilo que ficou determinado, a gente só leu o primeiro versículo, Álvaro, e estamos respondendo algumas perguntas só para lhe colocar no, entendeu? O primeiro versículo número um do 18. E aí nós começamos a responder algumas perguntas em cima dessa questão do dos direitos sacerdotais, daquilos que os sacerdotes tinham direito, porque eles eram nativos de Levi. Certo? E aí, Jorge? avançar no texto. Em vez da gente avançar no texto para depois ler perguntas, a gente já vai respondendo as perguntas e vai andando menos no texto, mas pelo menos já fica tudo resolvido para não ter o risco da gente ler muito e depois não ter como responder todas as questões. Isso foi a gente combinou isso hoje. Mas aí ele tava falando a pergunta que de CM, se o levita cuidando das coisas espiritual levou aos pastores protestantes na sua maioria não trabalharem. Aí o cara cóm

o foi a gente combinou isso hoje. Mas aí ele tava falando a pergunta que de CM, se o levita cuidando das coisas espiritual levou aos pastores protestantes na sua maioria não trabalharem. Aí o cara cóm colocou o seguinte: "Pergunto só para entendimento, não julgando ou criticando." Perfeito, Vicó. Agora tem um detalhe aí que a gente não falou ainda, que é a questão de que esse dízimo que as as outras tribos tinham que trazer para o templo, para os o tribo décimo da sua colheta, das suas ovelhas, tudo aquilo que eles produzissem traziam. o em hebraica, décima parte para ser colocado para os sacerdotes no templo. Isso, meu irmão, era do da época do templo. Uma vez que o templo acabou, acabou também essa obrigação. Agora, ainda hoje muita gente copia esse princípio, mas hoje em Israel não existe mais dízimo. Esse maceiro não existe. Tanto que quando foi reestruturado o os o o Estado de Israel em 1948, acho que foi Benguri mesmo que sugeriu que os os rabinos fosse sustentado por Israel, uma vez que não existia mais uma AC ou a décima parte para colaborar com os sacerdotes e os levitas que trabalhavam a serviço da espiritualidade no templo. E e ouça bem, os produtos eram agrícolas, não eram em dinheiro. Vamos deixar bem separado. Tinha até uma recomendação que se fosse levar o seu MAC para uma região distante, não pudesse levar o o a ovelha, os produtos agrícil, você vendesse, quando chegasse lá você readisse e desse em produtos agrícola e não em dinheiro. De novo, de novo. Mas não mais aquilo que você tinha que pagar em mercadoria em Jerusalém, por exemplo, fosse para uma região distante, você vendia em Jerusalém com o dinheiro, ao chegar na outra região, comprava os produtos e dava em produto e não em dinheiro. Tão certo, vinha? Veja, é mais ou menos isso que eu tenho entendido até na na nossa obra o Evangelho Cristian Primitivo. Eu eu eu tenho um capítulo só dedicado aí essas explicações sobre o dízimo ontem, hoje e amanhã não que eu não sei do amanhã, mas até o presente salientando em cima de

o Evangelho Cristian Primitivo. Eu eu eu tenho um capítulo só dedicado aí essas explicações sobre o dízimo ontem, hoje e amanhã não que eu não sei do amanhã, mas até o presente salientando em cima de tudo isso, sem querer ser melhor, aproveitando a observação do cosmo, sem nenhuma crítica a ninguém. Mas lembrando que a doutrina espírita não tem dízimo. É, mas hoje em dia é muito comum os rabinos, rabinos que trabalham fora da comunidade, fora daqui lá. E agora sim tem outra coisa, a gente tem rabinos, por exemplo, o rabino que é sofrer escriba, ele cobra pelos escritos. Então ele escreve uma mesá, ele vende a mesá, ele escreve um sefer torá. Sefer torá demora aproximadamente um ano para ser escrito. Se for escrito rápido, um ano, um ano e meio. Um ano para fazer a Torá. É o mais o mais ligeiro, hein? É, os rápidos fazem num ano, mas tem gente que não consegue. Ah, é mais tempo. Eu tenho demor 50. Então aí, por exemplo, eles, esses vendem a Torá, vendem a o pergaminho, o trabalho de escrever o pergaminho. Então, por exemplo, você tem o rabino que faz a que faz o a xerritá ou abate dos animais, então ele recebe pelo abate. Você tem o rabino que, por exemplo, ele faz a supervisão, ele é mais gear e não precisa ser um rabino para isso, mas você recebe para tal. Então existem, vamos assim dizer, trabalhos dentro do rabinato, vamos dizer, que você pode cobrar naturalmente pelo serviço prestado. Então, o rabino que dá aula, que recebe como um professor, paraa gente não faz assim o sentido dentro do espiritismo, mas no judaísmo isso funciona muito bem. Certo, certíssimo, meu filho. Tem mais alguma pergunta, Jorge? Olha, tem, tem sim. A assim, então, todos os sacerdotes são da descendência da tribo de Levi. Até hoje eles sabem quem quem é da descendência de Levi. Temos obrigação de saber. Pode não saber do outro. Um judeu pode não saber a sua, mas quem é Levi sabe que é é exatamente. E quando, por exemplo, chega no serviço da Torá, a leitura da Torá, eh, pergunta-se na sinagoga,

saber. Pode não saber do outro. Um judeu pode não saber a sua, mas quem é Levi sabe que é é exatamente. E quando, por exemplo, chega no serviço da Torá, a leitura da Torá, eh, pergunta-se na sinagoga, alguém da tribo de Coena ou de Levi? Aí o Coena é chamado primeiro hoje paraa leitura. Então, Bervod, com honra, com honra ele é chamado paraa primeira leitura. Se não tiver aí, então vai ser chamado um Levi. Se tiver um Coen e o Levi, é primeiro chamado Coen, depois é chamado Levi, depois a a Israelo, depois o povo de o povo, pois a não, a plebe, né? A turma da A plebe, não, a turma da geral, né? A turma turma da geral. Geral. Turma da geral. Gostei. Então, então até hoje existe. E como o Ela tava falando, eu peguei o finalzinho que os o Cohen também tem o momento da da bircata coanim, das bênçãos do Coanim. Aham. Que eles são chamados à frente. Então, depois a rempa o Paulo falou: "É isso aí, depois a rempa." Depois de quê? Depois a reempa ou o Paulo falou: "É, ame Israel". Amo Israel. Aí tem aqui, ó. Então, os Coém e outros descendentes de Leivi podem ser rabinos. Podem. O o Coem pode ser rabino, mas um rabino não necessariamente é um coém. Então o o um coém e outros descendentes podem ser rabinos ou só podem ser sacerdotes. Não, eu posso ter co rabino, mas eu não tenho rabino que virou sacerdote. Se ele é co ele, se ele quiser ser sacerdote, legal. Tem muito coalha com outras coisas, ouviu, Paulo? Tem até corretor de móveis Coen, né? E tem uma outra coisa dos co eh, viúva de coha não casa. Viúva de coha não casa. Aí ela ela o o o marido é co ela ficou viúva. Pronto, acabou. Ela é viúva de Coem. Uhum. E se o Coha ficar viúvo, ele não casa com viúva também, né? Não é isso? É. É. Deixa eu explicar uma coisa aqui, ó. Seguinte. Casa mental de caldeirário, três andares. Quando se coloca matá no no céder de pessa, a comemoração da Páscoa, naquela última ceia, se coloca três matsotas. uma, duas, três. Coen, Coen, Levi, Israela, sacerdote, o Levi e e a geral, como diz professor. Então, ah, isso tudo tá

de pessa, a comemoração da Páscoa, naquela última ceia, se coloca três matsotas. uma, duas, três. Coen, Coen, Levi, Israela, sacerdote, o Levi e e a geral, como diz professor. Então, ah, isso tudo tá correlacionado aos três andares da casa mental de Calderário. Quando você vai pro templo, aonde fica o povo de Israel fora, aonde fica o Levi dentro do templo, mas não fazendo o serviço do sacerdote, aonde pode chegar o sacerdote no Santo dos Santos. Vamos lembrar que lá na carta de Paulo aos Hebreus, Paulo vai falar que Jesus é sacerdote da tribo de Melquizedec. Ele fala isso, mas ele coloca a condição de sacerdote, uma comparação espiritual. Então não significa que quem encarna numa tribo de Levi ou Coena tá em condição de superioridade, mas aqui seria uma espécie, uma analogia de entendimento de níveis, diferentes níveis de servir responsabilidade, é de responsabilidade e por consequência de servir dentro da comunidade. Então isso é uma referência para entendimento de evolução. Então, você é do am Israel, você é do povão de Israel, beleza? Você tá fora do templo, você vai pedir para alguém que está mais próximo do Santo dos Santos, que possa, por exemplo, realizar uma tarefa. E este, por sua vez, serve a alguém que está na mais elevada condição ainda. E dentro do sacerdote, você tem o sumo sacerdote, que é o sacerdote que entrou na condição mais plena. Então, esses três andares da casa mental fazem comunicação. Eu costumo dizer, não dá para estudar a não dá para estudar Antigo Testamento sem dividir em três e lembrar dos três andares da casa mental ou do cérebro triuno, dessa união desses elementos. Então, acho que pra gente eh entendermos assim as correlações da tradição, mas o mais importante é essa representação espiritual. É uma representação, tá? Aqui tem uma pergunta de Maria Eugênia que diz assim: "Só não entendo porque se Levi não era espiritualizado, porque então os sacerdotes têm que ser dessa tribo?" Tu tu entendeu essa pergunta? Entendi. Se Levi não era especial entre os

nia que diz assim: "Só não entendo porque se Levi não era espiritualizado, porque então os sacerdotes têm que ser dessa tribo?" Tu tu entendeu essa pergunta? Entendi. Se Levi não era especial entre os irmãos, porque é exatamente descendente dele que tem essa primazia. É por conta do bezerro de ouro. Foi a única tribo que não adorou o bezerro de ouro. É a tribo de Levi. Então, por isso ganha essa posição de destaque, de diferença. E aí dentro da tribo de Levi, você tem os descendentes de Aaron, o irmão de Moisés. Os descendentes de Aaron vão ser os sacerdotes, os outros vão ser os trabalhadores do templo. Quando não se recebe a terra, a impressão que dá, se a gente for parar para pensar, é que de certa forma eh é assim, a tua tarefa não é tanta lig tão ligado à terra, a tua tarefa é espiritualizar. Então vamos lá. Seria como aquele que diante da vida abre mão das questões materiais para que possa se levar. Eu não tô falando de voto de pobreza, não tô falando nada disso. Tô falando de eh simbolismo, abrir mão da terra, do material para se elevar, para est próximo da espiritualização. E aonde é que começa isso? Por que que é que eu faria isso? Porque eu já tive um despertar. Enquanto todos adoravam, todos idolatravam, ou seja, todos tinham uma conexão com a terra, eu ali na representatividade de Aaron e da tribo de Levi, não me conectei ao processo de adoração, negou, negou essa materialidade, né, em favor do espiritual. É, foi exatamente que antes de você chegar, a gente já tinha falado nisso, não foi, Jorge? A gente já tinha falado nisso de que a a característica dos levitas era o cuidar da espiritualidade. Por isso que eles não iam plantar, eles não iam cuidar de coisas materiais. Iam trabalhar exatamente para elevar as pessoas naquilo que é mais importante, que é o espiritual. Mas aí o Cosmin pergunta: "Mas Aaron não adorou o bezerro de ouro? 22 a 35?" Aí eu falo: "Não, porque o que que Aaron fez? Quando a gente contou essa passagem, a gente falou um detalhe. A gente falou assim, ó, o povo começou a

"Mas Aaron não adorou o bezerro de ouro? 22 a 35?" Aí eu falo: "Não, porque o que que Aaron fez? Quando a gente contou essa passagem, a gente falou um detalhe. A gente falou assim, ó, o povo começou a contar na hora, então, né? Começou a contar eh na hora. Então, chegou no 40 antes, um dia antes do que o real 40. Era para começar a partir do entardecer, começaram hoje. Então, por um dia a gente não deixa de ter o bezerro de ouro. Aí chega assim, ele fala: "Putz, se eu falar pro povo, vão me matar, então o que que eu faço?" Ele vira e fala: "Olha, gente, vamos fazer diferente. Não vamos fundir de ferro, vamos esculpir. Porque o esculpir demoraria mais. Demora mais. É, então, a descendência de Aaron e a tribo de Levi é a única que não adora o bezerro. É por isso o título de sacerdotes, né? É, aqui tem uma de Magali também. Aí, Paulo, tem uma do Paulo. De onde surge a tradição dos Coém que sobrepuja os da tribo de Levi? Os co fazem parte da tribo de Levi. O fazem, mas são os descendentes de Arão também, né? É a tribo de Levi. Dentro dela tem os levitas e os sacerdotes. Todos são filhos de Levi. Só que a gente chama levita para os que não são coém. É como se dentro desse grupo tivesse dois subgrupos. um grupo que é co e um outro grupo que é a geral dos Coem, que são os levita. Então a gente tem três camadas, os coé, os levita e amraelo, que é a geral, né? Todo mundo ela você não tem, você não é Leviente. Você não tem? Não sou nada. Segundo dizem, a minha família é da tribo de Benjamim. Segundo dizem, não sei. Você é da tribo de Paulo. Eh, o Estevão era da tribo de Isaacar, né? Aonde tem a tribo? A tribo de Icar. Era, era a tribo de Maria. Tá perguntando. Tá no capítulo um, não tá? Do evangelho de Mateus. Lucas. Acho que é Lucas. Não, não. Onde tá professor? É Maria. Maria era da tribo de Davi. Igualmente a José. É tribo de Judá. É. É Judá. Que é Judá. Está está no capítulo um de Mateus, na genealogia de Jesus. É de Mateus ou é de Lucas? Mateus, né? Mateus. Mateus. Maria parece bem

de Davi. Igualmente a José. É tribo de Judá. É. É Judá. Que é Judá. Está está no capítulo um de Mateus, na genealogia de Jesus. É de Mateus ou é de Lucas? Mateus, né? Mateus. Mateus. Maria parece bem diferenciada na de Lucas, quando ele prepara João ou Batista como precursor de Jesus. Aí é que ela aparece, porque depois da história de João Batista vem a anunciação do anjo e Maria então vai a a em Carém, ali no vale perto do na descida do atual museu do holocausto em na que antigamente era uma vila de Encarém. E ali é que ela vai visitar Isabel. Tudo começa ali. Isabel e Zacaria era da tribo de Abias, que era um sacerdote, e Maria da tribo de Judá como descendente. Mas ela, sendo da tribo de Judá, ela não dá descendência a Jesus. Quem dá é José, porque quem dá é o homem, não é a mulher. Ó, tem uma uma pergunta. do da Fernanda 2237 Fernando Levi Lev essa essa da Luciana é para o senhor professor eu acho a Maria a a ave cheia de graça. O senhor é é feito em dois tempos sim. O primeiro é pelo anjo, o segundo é por por Isabel. Bendito é o fruto do teu ventre, né? A cheia de graça. É, diga, Jorginho. A pergunta é, nessa oração tem um pedaço que diz que ela é mãe de Deus. Então ele tá querendo ela, a Fern, a Luciana tá perguntando se ela foi construída em dois momentos diferentes, porque ela é, como é que chama? Que é mãe de Deus? Teócris. É Teotóx. Isso aí foi do concílio de Éfeso no século ter, mas isso aí foi um uma coisa criada pela igreja, não tá no evangelho. Exato. Não no evangelho ela não é mãe de Deus, não. Ave cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendito é o fruto do teu ventre. Ela é a mãe de Jesus. Se falasse que era mãe de Deus, já ia, ela já morria do coração ali. Não, que ela é judia. Não tem, não existe. Ó, eu vou falar aqui uma coisa aqui, não tem nada a ver com que a gente tá discutindo, mas é assim, eh, enquanto o cristianismo esteve dentro de Israel, em nenhum momento Jesus foi apresentado como Deus. Quando ele foi paraa Ásia Menor, aquele monte de pagão,

que a gente tá discutindo, mas é assim, eh, enquanto o cristianismo esteve dentro de Israel, em nenhum momento Jesus foi apresentado como Deus. Quando ele foi paraa Ásia Menor, aquele monte de pagão, é, a divinização veio depois. É que aí ele pode, ele pode ser Deus. É claro, tem tanto Deus, porque que ele não pode ser também, mas jamais, jamais, jamais, jamais, jamais o Messias poderia ser confundido com o criador. Não tem como, não existe. O judaísmo nunca colocaria o Messias como como Deus. Nunca. Ô, ô, Jorge, basta que a oração diária do judeu ainda hoje, o Chemar Israel, Adonai, Eloí, donar errade. O Senhor nosso Deus, ele é único. Então, não tem nada a ver com divinizar trindade, pai, filho, espírito santo. Tudo isso aí surgiu século qu foi critério judeu, né? Tão sério. Não dá para se ter ideia assim disso. Não dá para se ter ideia. Eu eu diria, eu diria Alvinho, ô Alvinho, eu diria que é até agressivo, né? Para o judeu é até agressivo. Atravessado na garganta, ela não aceita. Quem? Minha mãe. A minha mãe diz assim: "Eu não aceito Jesus". Mas por que, minha mãe? Aí ela diz: "Porque eu ensinei você que só existe um Deus e o cristianismo quer dizer que ele é Deus". Não, mas eu não acredito assim que você é cristão. Se você é cristão, você acha que ele é Deus? Não, mas não acho. Acha sim. Acha sim. Você acha assim? Mas aí aí eu eu eu me defendo assim, Jorgito. Eu digo, eu sou mais seguidor de Jesus do que cristão do cristianismo do século quº para cá. Mas o cristianismo pelo segundo vai entender cristianismo no século quer nem saber. É, mas aí aí é que está, né? Eu tenho meus meus minhas defesas. Ou seja, meus defesas, não, não preciso me defender. Eu tenho meus esclarecimentos baseados na própria história, porque nenhum sucessor de Jesus, nem irmão, nem apóstolos, nem discípulos, disseram que ele era Deus, porque todos eram judeus e sabia que ele não era. E ele nunca também nunca disse. Não, isso isso não, isso não tem nem assim, não tem nem esquece, não tem nem

em discípulos, disseram que ele era Deus, porque todos eram judeus e sabia que ele não era. E ele nunca também nunca disse. Não, isso isso não, isso não tem nem assim, não tem nem esquece, não tem nem né, nem espaço paraa discussão. E eu vou dizer, isso é tão sério que, por exemplo, eu vim ao espiritismo pela mediunidade eh obsessão ou mediunidade patológica. Então, queria respostas, li o livro dos médiuns, falei: "Beleza, é isso aqui, consigo identificar aqui o que tá se passando na minha na minha vida, o que pode ser mental, que pode ser psicose, sei lá". Eu tentava entender isso. Eu queria entender o que tava se dando em minha vida. E nesse instante, quando eu conheço o o o Espiritismo, passo a frequentar uma casa espírita, eu não queria ouvir falar de cristianismo e muito menos de evangelho, por várias razões. Um, Jesus para mim não se não representava nada. Dois. Sim. O que falavam do judaísmo falavam errado. Então eu ia ouvir a pessoa explicando qualquer coisa de judaísmo. Tava falando cada abobrinha que assim para eu que sou judeu e conheço aquilo, eu falava: "Gente, coitado, pessoal ignorante, você vê, não entendi nada de Bíblia". Eu pensava isso. Eu tô falando com uma pessoa que não conhece o o judaísmo. Depois, quando eu eh quando eh eu estava nesse ambiente, o Elará instruiu João Aurélio, um amigo querido, que ele não falasse de Jesus para mim, que ele não fizesse o evangelho no lar. Que que eu, você, não sei se você lembra disso, mas você falou para ele, estuda o livro dos espíritos com ele na casa dele. Então, eu não fazia evangelho no lar, eu fazia a leitura do livro do Quando tinha qualquer coisa de Jesus, eu simplesmente dava de louco. E ele falou assim: "Olha, pulava, se você quiser chegar no ES de Álvaro, você precisa de fazer o o Aé. E o as estuda o evangelho segundo o espiritismo. Eu falei: "Cara, mas para mim o que o pessoal fala não concorda, é bobeira". Aí ele virou e falou assim: "Eh, é porque o pessoal se aventura querer falar de judaísmo sem

angelho segundo o espiritismo. Eu falei: "Cara, mas para mim o que o pessoal fala não concorda, é bobeira". Aí ele virou e falou assim: "Eh, é porque o pessoal se aventura querer falar de judaísmo sem saber. Sem saber. Então, ah, aí eu falei, ele falou: "Então, faz o seguinte, fica em silêncio, não fala nada para ninguém e fica em silêncio. Você vai ter que passar 8 meses. Depois de 8 meses eu te convido pro ESD". Eu falei: "Tá bom". E eu ia e ficava quieto, não falava nada. Não falava nada. No final disso aí que eu fui entender. Entender não. Aí aquiva. Oi. Tipo aquiva. Aquiva. Só que assim, como eu fui entender Jesus ouvindo um seminário do Aroldo que ele explica a escala dos espíritos crísticos. Aí eu ouvi que fal, ah, tá desse jeito eu posso ouvir o que esse cara tem para dizer. Se ele tiver achando que ele é Deus, ele para mim é um lun. Não tem diálogo. Não tem diálogo. Tem diálogo. Ele é um lunático. Se ele está numa escala que, como ele, existem outros tantos bilhões de espíritos e todos nós seremos maiores que ele e tá beleza, eu ouço. Então isso é muito interessante. E esses preconceitos que a gente tem em relação a judaísmo, que a gente vai lá e fala: "Não, porque os fariseus" e eu pensava: "Meu Deus, e lê", ela era fariseu. Que que esses caras sabe? Estão falando mal de fariseu, meu Gavalier. Eu ficava pensando os nomes aquiva e todos esses caras. Eu falava, gente, e eu pensava comigo, porque eu estudei em sei o que é um fariseu. Falava e eu vi amigos que dormiam 2 horas por noite. Eu vi, eu lembro de uma pessoa que ele subiu para pegar. Eu vou eu vou imitar aqui. Ele subiu numa cadeira para pegar um livro na estante. Ele abriu o livro e começou a ler o livro. E ele ficou 4 horas em pé em cima da cadeira sem tirar o olho do livro. E de repente ele esquece que ele tá em cima da cadeira e ele vai andar e cai. Eu falo: "Meu, que que é isso? Eu eu não conheço alguém que estuda espiritismo assim. Entende o que eu quero dizer?" E aí eu falava: "Como tão falando mal de

em cima da cadeira e ele vai andar e cai. Eu falo: "Meu, que que é isso? Eu eu não conheço alguém que estuda espiritismo assim. Entende o que eu quero dizer?" E aí eu falava: "Como tão falando mal de fariseu? Como tão falando?" Ah, não, porque os judeus faziam isso e tipo assim, como se fosse uma coisa, tipo, totalmente errada, equivocada. Como e como se fosse um conhecimento velho e ultrapassado. Exato. Que não serve mais. Que não serve mais. Eu fui crucificado, quase crucificado, porque eu quis trazer a primeira revelação para dentro da doutrina espírita. Sofri demais, porque eu como sou teólogo, eu não concebia que as pessoas chamassem Jesus de judeu. Aliás, as pessoas condenassem os judeus sem saber que Jesus era judeu. Desnaturalizaram Jesus, se tornaram antissemita, ocidentalizaram Jesus e criaram o verbo judiar, né, professor? É. E aí aquilo me me perturbava. Eu dizia, gente, nós, se nós queremos defender a doutrina espírita como algo positivo, cristalino e complementar da primeira e segunda revelação, que é assim que Kardec apresenta, como é que a gente não vai conhecer a primeira e a segunda e falar da terceira como fosse uma ilha? Por isso que o alvo tem razão. A gente escuta tanta heresia que parece até que quando se fala de fariseu é Satanás. E eu e eu quando comecei a dizer nas minhas palestras que Jesus era fariseu, nossa senhora, eu fui para um centro, acaba disse que eu tava obsediado, né? Porque Jesus nunca condenou os fariseus, ele condenva aqueles que ensinavam, sentava na cadeira de Moisés, ensinava certo, mostrava como era o certo, mas não fazia. A crítica dele era isso. Então, nós podemos dizer que muitos espíritas falam de doutrina muito bonito, mas não segue o espiritismo, como ele nos indica que siga. Então, era a preocupação de Jesus era a mesma que eu tenho. Eu não posso dizer que sou espírita e não ser compatível com o que o espiritismo me ensina. Viver espiritismo sem fanatismo, mas viver em autenticidade era o que Jesus pregava como fariseu que era. Porque é que ele

izer que sou espírita e não ser compatível com o que o espiritismo me ensina. Viver espiritismo sem fanatismo, mas viver em autenticidade era o que Jesus pregava como fariseu que era. Porque é que ele só atacavam? só atacava ou não, ele só salientava os fariseus porque eram os mais nobres, mais prestes da Torá, os que conhecia a Torá, os que ensinavam a Torá e não podiam ser incoerentes com a mensagem da Torá só por isso. Mas ele era fariseu, ele combinava com tudo aquilo que o farisaísmo exigia. Isso aí, professor. Sabe o que eu estranhava, professor? O que elá, professor, que todos nós aqui, o que que eu estranhava é que as pessoas estavam lá falando que eram estudiosas e e tipo assim e na primeira série de judaísmo na a se equivocando. Então eu achava isso farisaico, tipo você sem conhecimento querer falar de um assunto. Então eu tô falando isso, gente, não é para dizer, não é para criticar e atacar ninguém, não é isso não, tá? Nem eu. Quem sou eu? Só é só para dizer assim que a gente precisa de tomar cuidado. Então, quando eu vou falar de um assunto médico, eu falo assim: "Gente, me perdoem os médicos presentes, porque eu não sou médico." Quando eu vou falar de física, eu falo: "Gente, olha, eh, bem, a grosso modo, desculpem a minha ignorância sobre o assunto, porque para um físico ele vai ele vai falar: "Nossa, esse cara entende pouco". e assim por diante. Então, eu acho que vale a pena a gente ter humildade, falar: "Olha, eh, sem me aprofundar muito, mas pautado, isso é um, isso não é pieguismo, isso é humildade para falar de um assunto." Exatamente. Olha, tem uma pergunta aqui da Luciana Menezes. Eu quero falar só uma frase e a gente passa. Não, meu filho. Fala, Jorgito. Se para falar da primeira revelação já tem todo esse desgaste, imagine falar de Cristo e Buda. Só isso. Fecha parên. Nossa. É, aí é pior. E olha, eu eu quero fazer uma observação eh com relação ao movimento espírita de alguns lugares. A dificuldade, professor Severino, que o senhor teve para falar da primeira. Em

n. Nossa. É, aí é pior. E olha, eu eu quero fazer uma observação eh com relação ao movimento espírita de alguns lugares. A dificuldade, professor Severino, que o senhor teve para falar da primeira. Em alguns lugares do mundo a gente tem para falar da segunda. É, é mesmo. Tem lugares que a gente tem essa mesma resistência para falar da segunda. Vamos para a pergunta. Tem pergunta no painel, produção? Tem. Luciana Menezes gostaria de saber se a oração para Maria Não, ainda não foi respondida. Ave Maria foi feita em duas épocas. foi a primeira da saudação do anjo e de Isabel. A segunda é que vem com o Concílio de Éfeso, como falou aí o nosso querido Jorgito, quando Maria, o concílio se chamou Teotocos, quando Maria em grego passou a se chamar mãe de Deus, foi a Igreja Católica assim historicamente, sem condenar. E eu ninguém me ouve rezando uma Ave Maria dizendo Santa Maria, mãe de Deus. Eu nunca digo Santa Maria mãe de Jesus. Porque nem Jesus nunca se intitulou Deus. Até na hora, na último momento, pai perdoa, porque não sabe o que faz. Pai, em tuas mão, entrega o meu espírito. Pai, chegou a minha hora. tudo quando chamaram ele de bom. Bom é meu pai que tá no céu. Então ele nunca se colocou nessa condição. O que veio depois da divinização dele foi a historicamente foi a igreja que o chama de divinizou e o concílio de de de Éfeso eh transformou Maria em mãe de Deus, já que Jesus era Deus. Foram, foram duas etapas distintas, Luciana. É mais ou menos isso, minha filha. Resumidamente, escreve a Torá um ano. É os os Velozes, sim, né? Os Velozes. Exatamente. Tem gente que demora dois anos. Os velozes que todo um processo. Aquela tinta é especial, é um preparo manual. Eu já vi. Eles usam uma espécie de um carvão, uma pena especial. É tudo preparado manualmente, artesanalmente. Eu vi isso lá em É só falar comigo que eu mando imprimir. Eu tenho uma impressora aqui em casa, eu imprimo. Nem outro que domingo, mas não tem para ele. Não tem o valor de, não é que é feita a mão. Aí é que está.

á em É só falar comigo que eu mando imprimir. Eu tenho uma impressora aqui em casa, eu imprimo. Nem outro que domingo, mas não tem para ele. Não tem o valor de, não é que é feita a mão. Aí é que está. Gostaria aí é contigo, Alvinho. Todos recebem. Ai, depende, Magali. Eh, existe uma coisa que se chama colelo. A gente chama de colelo. Por exemplo, a pessoa quer, vamos supor, eu sou um empresário, vamos supor, eu tenho condições financeiras de auxiliar. E vamos supor que o vamos dar um não quer estudar. Ele ele quer estudar para ser rabino, por exemplo. Ele quer estudar para transmitir, para ser professor, para qualquer coisa. Então, o que que é comum no judaísmo? Eh, o comum é você falar: "Olha, professor, ao invés do senhor ter que trabalhar, vamos fazer o seguinte. Eu te pago um salário para que você possa estudar e você possa alcançar aquilo. Gente, vou falar uma coisa para vocês. O dia, o dia que nós espíritas fizermos, tivermos 10% 10% do amor ao próximo no sentido de caridade material que pode existir no judaísmo, nós teremos dado um grande passo. E quem fala isso é Emmanuel, não fala dos 10%, mas ele fala que é o povo que mais possui a condição de se auxiliar. Então isso é muito comum. Então, a, se alguém quiser estudar e não tiver condições, a pessoa vai lá e puf, rece per recebe. Por exemplo, tem um outro projeto aqui que é feito por vários empresários aqui em São Paulo, eh, no Brasil todo, aliás, eh, que, por exemplo, você quer fazer faculdade, você não tem dinheiro para pagar faculdade, você tem dificuldade. Então, você chega pro rabino e fala: "Rabino, queria fazer faculdade". Então ele vai te inscrever num projeto que é eh um fundo da comunidade alimentado por alguns empresários. Aí você estuda duas horas de Torá por semana, então você tem que ter presença, vai lá, estuda e esses empresários pagam a sua faculdade. Para nós pode parecer um absurdo, mas dentro do judaísmo isso funciona muito bem, porque vamos supor, o cara tá fazendo direito, o cara tá fazendo eh biologia e

sses empresários pagam a sua faculdade. Para nós pode parecer um absurdo, mas dentro do judaísmo isso funciona muito bem, porque vamos supor, o cara tá fazendo direito, o cara tá fazendo eh biologia e ao mesmo tempo ele vai estudar moralidade dentro do judaísmo. Então ele vai ser um cara que tá aprendendo intelecto e tá aprendendo a a ética moral e ao mesmo tempo ele está recebendo, ele está recebendo algo que evita com que, vamos supor, ele tenha que se jogar ao trabalho, ele pode se dedicar com mais afinco e ele vai cumprir com a obrigação dele. Então, para mim, eu não vejo problema nenhum. Outro dia eu ouvi uma história, detalhe, esses empresários visitam as Ichivá para verem as pessoas que eles estão bancando. É, eles vão lá porque para eles é honra. Diz assim, eu uso parte do meu dinheiro para bancar os seis meninos para estudar. para eles isso é uma uma mitsivar, é um é um mandamento, é algo que é importante para ele fazer. Ele se sente honrado de poder fazer isso. Primeira coisa que eu falei pro meu irmão, primeira coisa com com esse negócio da guerra, falei, precisamos mandar dinheiro para Israel, hein? Primeira coisa, eu não não perguntei, se tá sobrando, se tá não, eu preciso de fazer a minha parte, primeira coisa e é financeira essa parte. Então assim, vou dizer uma coisa para nós. A gente faz muita piada, eu brinco mesmo, eu mesmo adoro piada de judeu, sabe? Adoro, adoro, adoro e falo com dou risada, brinco, acho super, super natural e tranquilo. Mas a maneira que nós judeus lidamos com dinheiro dentro da comunidade em inúmeros aspectos, deveria ser um exemplo para os cristãos de maneira geral, porque a gente não tem problema em se reunir para ajudar o outro. Mas Magali para a gente ajuda na comunidade judaica pra pessoa ir rezar na sinagoga, a pessoa ganha dinheiro para rezar. Não é carpideira, não é? Por exemplo, o Elar tá velhinho, aposentou, a aposentadoria dele não tá dando. Ele tá não tá dando. Não não tô falando nem para manter, não é nem manter assim as

o para rezar. Não é carpideira, não é? Por exemplo, o Elar tá velhinho, aposentou, a aposentadoria dele não tá dando. Ele tá não tá dando. Não não tô falando nem para manter, não é nem manter assim as despesas básicas, é para ter uma vida confortável, que a caridade pro judeu não é pra pessoa não morrer de fome, é para ela manter uma vida confortável. Então é para ser um pouco mais mesmo. Ó que coisa diferente, né? Para nós soa mal. Inclusive, é uma cara, é uma amitsvá, é um mandamento. Se alguém perde o dinheiro, a comunidade se reunir para ajudar que a pessoa tenha uma qualidade de vida semelhante. Então vamos lá. O Elará tá velhinho, vamos supor, tá lá aposentadoria magrinha, dificuldade, verdade. E o Elará tá, a gente olha pro Elará e fala assim: "Elahá, a gente precisa de 10 homens. A, a gente precisa de 10 homens paraar tod duas vezes, três vezes, duas vezes na semana, sabato, você não pode receber para isso, mas duas vezes, terça e quinta que a gente lê um pedor, beleza? Beleza. Você quer vir? Venho. Ah, então vamos fazer o seguinte, ela já que você tá vendo, a gente te dá um salário e meio que aí você pode usar pra sua família. Se tiver sobrando, você doa, você faz o que você quiser. E e eu tinha vários vários vários velinhos, eu tinha um tio velhinho que ele ia pra porta da sinagoga para completar minhã. Ele ia para lá, meu tio. Quer dizer, ele não era meu tio, ele era marido da tia da minha mãe. E ó, que coisa linda, né, Elará? Porque de alguma forma a comunidade em si se alimenta, eh, se retroalimenta. Aquele que foi, recebeu o dinheiro para estudar, ele vai, quem sabe, arrumar um emprego mais à frente vai ter sucesso e ele vai se lembrar: "Poxa, alguém me ajudou, eu quero ajudar". Nos Estados Unidos, por exemplo, isso é muito comum, sabe o quê? A pessoa fez uma faculdade, se forma, fica bem e ele volta para ajudar, para doar dinheiro pra faculdade que ele estudou. Isso é natural. Isso é natural. Agora nós espíritas, não todos, mas temos um pouco de dificuldade

culdade, se forma, fica bem e ele volta para ajudar, para doar dinheiro pra faculdade que ele estudou. Isso é natural. Isso é natural. Agora nós espíritas, não todos, mas temos um pouco de dificuldade de lidar com dinheiro e inclusive de apoiar as nossas obras sociais. Então, por exemplo, eu fui a a eu fui agora recente, nesse final de semana numa numa casa espírita que tem um abrigo de velhinhos, 40 30 40 velhinhos lá. 40 velhinhos. E a e a casa falou, tá? Eles estavam falando: "Olha, a gente tem uma dificuldade porque o que a gente consegue arrecadar paga assim malem as coisas e e vai ficando dívida dívida, né? Dívida dos da Zen trabalhista, etc, etc. Vai ficando." Então, acho que a gente vai ter que entregar esse esse asilo de idosos pra prefeitura. começa a não que vão, mas tá tá se tendo essa ideia, começou a cogitar, tendo ess tá começando a cogitar e eu falo gente, por que que nós espíritos, eu falei quanto que falta, R$ 20.000 por mês, a gente resolveria tudo. Aí eu pensei, puxa, são 200 eh padrinhos de R$ 100. Não era para ser tão difícil uma obra tão bonita. E a gente tem dificuldade em olhar e falar: "Ah, eu vou ajudar a obra daquela casa espírita". Quando muito, a gente ajuda da nossa quando muito. E tem que ser pouquinho, porque se for muito já é abuso. Então, então a gente tem dificuldade a lidar com isso. E e eu não tô criticando ninguém não, viu? Mais uma vez, eu tô falando que a gente precisa de abrir os olhos, porque se a gente acredita na causa, apoiar a causa é dedicar-se e dedicar também recursos. Não tô falando que quero fazer uma questão de ordem aqui, questão de encaminhamento. Na verdade, já já passou das 11 horas, nós temos algumas perguntas aqui que estão feitas. Eu sugiro que a gente pegue esta meia hora que a gente tem e avance nessas 11, sei lá quantas tem aqui, umas 10 perguntas que temá pra gente resolver isso, porque o professor Severino tem que dormir cedo. Vamos lá. Essa daí é para mim. Levi não adorou o bezerro de ouro, mas vendeu o irmão José. Não

qui, umas 10 perguntas que temá pra gente resolver isso, porque o professor Severino tem que dormir cedo. Vamos lá. Essa daí é para mim. Levi não adorou o bezerro de ouro, mas vendeu o irmão José. Não entendi bem a correlação com os três andares de calderário. Fernanda, Levi, que vendeu o José, foi lá atrás, mas vamos supor que ele tenha reencarnado na mesma tribo. Paulo não matou Estevão e foi um dos maiores divulgadores do cristianismo. O que você fez no passado pro judaísmo não importa, pro cristianismo também não, pro espiritismo também não. que importa o que você começa a fazer a partir do momento em que você se levanta. Então, o Levi que deu a origem à tribo de Levi foi um que esse sim vendeu o irmão José. Porém, mas porém, todavia, com tudo, o que nós estamos falando são 430 anos depois, mais de 430 anos depois, 450 anos depois, aproximadamente, mas 460 anos depois. Não é a mesma pessoa, mas mesmo que fosse, não seria problema. Muito bem. Hot day e sei lá como é que fala. Hofday. A escolha da tribo de Davi também pode significar que Deus nos escolhe mesmo imperfeitos para realizar obra de lei. Pronto. É isso aí. É isso mesmo. Maravilha de comentário. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Perfeito. Concordo. Cadê o próximo? Acabou. Poxa, pensei que tinha. Acabou. Vocês podem comentar sobre o judaísmo messiânico? Olha, eu conheço um pouco. É, então o que que acontece? A bem da verdade, não existe judaísmo messiânico. Ou é judaísmo ou é messiânico. Judaísmo messiânico é um nome que se tenta dar para igrejas cristãs de rito judaico, mas eles não são judeus. Não é judaísmo, não é judaísmo. É judaísmo. Então, o que que aconteceu com algumas pessoas? Eles são cristãos, mas eles têm uma grande afinidade com o rito judaico. E embora não tenham nada a ver com judeu, nada, não tem pai, não tem avô, não tem tio, não tem nenhuma vinculação com o judaísmo, mas são cristãos. E como são cristãos de uma prática ritualística parecida com o judaísmo, eles se autointitulam judaísmo messiânico,

o tem avô, não tem tio, não tem nenhuma vinculação com o judaísmo, mas são cristãos. E como são cristãos de uma prática ritualística parecida com o judaísmo, eles se autointitulam judaísmo messiânico, que são igrejas cristãs que admitem que Jesus é o Messias, mas usam a menor, tem talite, usa aquiipá, tem todo um uma prática litúrgica que se você entrar Na igreja você diz: "Eu tô numa sinagoga". Aí quando você começa a ouvir as pessoas o que elas falam, aí você diz: "Não, judaísmo." Ela tem uma embalagem judaica, mas o que é tratado é cristianismo. Qual a justificativa para isso? Isso, na verdade, decorre de alguns espíritos que têm uma tradição judaica. que viveram histórias de judaísmo e outras existências e estão num processo de migração para o cristianismo, mas ainda estão muito parecidos com o Thago da igreja nascente, que tá num cristianismo, mas está envelopado dentro de uma proposta ainda judaica. Eh, não quero criticá-los, mas quero entendê-los que eles estão num processo de transição, tá? numa metamorfose, saindo de uma condição judaica e começando a a se debruçar na janela para estudar cristianismo ou ao contrário, né, que estão no cristianismo, mas sem querer abandonar as práticas anteriores que se sentem segura. Vou fazer uma comparação grosseira com o que eu tô falando. H, existem alguns companheiros, e o espiritismo até tem desses, que ficam extremamente felizes quando eles encontram dentro do texto bíblico um versículo que valida o que eles pensam de espiritismo. Por exemplo, olha, encontrei aqui no livro de Jó uma fala que diz sobre reencarnação. Tá aqui no livro de Jó. Mas se eu sou espírita, eu não preciso de uma ratificação de um texto religioso para que a minha fé se fortaleça. E eu preciso encontrar dentro da Bíblia um determinado versículo que valide a minha crença, é porque eu faço parte daqueles entre nós, e eu não estou criticando, mas daqueles entre nós que ainda precisamos de uma validação religiosa para as minhas crenças. Eu preciso disso para que o meu coração se

e eu faço parte daqueles entre nós, e eu não estou criticando, mas daqueles entre nós que ainda precisamos de uma validação religiosa para as minhas crenças. Eu preciso disso para que o meu coração se acalme e eu possa dizer: "Não, eu acredito nisso, mas existe um lastro dentro de um texto religioso." Na medida em que a gente se aproxima da doutrina espírita. E aí eu evoco aqui o livro O espírito e o tempo de Herculano Pires, que na página 134, não sei onde tá Pires aqui, deveria estar por ah, não sei onde tá Herculano Pires, página 134 do livro O Espírito e O Tempo, ele diz: "O espiritismo considera as religiões, dos textos religiosos, mas ele não se curva diante deles. Ele os considera, mas ele não necessita da validação do texto religioso para as suas crenças. Então, é muito importante que a gente entenda dessa forma. São ainda eh processos de metamorfose. Então, aquele chamado judaísmo messiânico não é judeu, é cristão com prática litúrgica. eh, judaica. Ele vai até dizer que é judeu, né, Larrafa? Ah, ele vai dizer não. Aí você, aí você perguntar, mas de que tradição você é, sefaradi ou ascenaziasi? Ele não sabe dizer não, porque ele não tem raízes judaicas. Ele, na verdade, entrou no cristianismo e está olhando de lá para cá, mas ele não tem conexão, né? O o judaísmo é assim: você é judeu, é seu pai e sua mãe são de onde? Seus avós vieram de onde? Você tem que ter uma história que te conecta com o e e esse processo de maneira multisecular. Se você não tem, eh, assim, eu não tô dizendo que isso tá certo, que tá errado, tô dizendo que é assim. Se você não tem, você não é. Você pode ser um simpatizante. Vocês terem uma ideia, vocês terem uma ideia. Eh, eu eu tive eu tive experiência, né, numa determinada um núcleo judaico assim bem pequenininho, porque tem cidades pequenas que os a comunidade judaica é desse tamanho. Então, teve uma vez que nós estávamos reunidos numa comunidade judaica pequena e tinha um cara que ele já era convertido, ele já estava há muito tempo

enas que os a comunidade judaica é desse tamanho. Então, teve uma vez que nós estávamos reunidos numa comunidade judaica pequena e tinha um cara que ele já era convertido, ele já estava há muito tempo frequentando ali se esforçando para aprender, mas ele não tem família judaica. Ele não é, ele não tem, ele não tem, ele não tem, o pai dele não é, a mãe dele não é, o avô não é, ninguém é, mas ele gosta e ele está indo, tem mais de 10 anos que ele vai, eles estavam estudando o texto e de repente um dos companheiros virou-se para esse rapaz e disse para ele: "Você continua a leitura do Sidur?" Aí disse: "Continuo". Aí ele e ele é muito estudioso. Aí ele foi continuar. Quando ele começou a fazer a leitura, o outro que estava estudando pegou o sidur dele e jogou na parede, pá, e disse: "Eu nunca mais volto neste lugar". Por quê? Porque a leitura foi feita por alguém que não é não é judeu. Complicado. É muito complicado, sabe? É, é, é. O judaísmo é extremamente fechado e e é e para ser judeu ou você se converteu ou você nasceu de ventre de mãe judia, não tem outra opção. E aí a conversão vão questionar, porque não é qualquer conversão que é aceita, vão questionar um monte de coisas. Então assim, eu mesmo conheço pouquíssimos convertidos, bem poucos, talvez uns três ou quatro, no máximo em vivendo a vida toda no judaísmo, que são aceitos, né, obviamente. Agora, assim, o o judeu messião, o judeu messiânico, né, o aquele que se intitula judeu messiânico, judaísmo messiânico, ele quer convencer os outros judeus a se tornarem messiânicos, acreditarem em Jesus. E e assim, por exemplo, Elará, você quer convencer algum judeu a acreditar em Jesus? Isso é uma tarefa e glória. Isso é uma Você não vai conseguir. Então assim, nós temos algumas religiões no planeta que elas são altamente proselitistas. Altamente proselitistas. E o judeu, ele é altamente conservador. Ele ele não quer converter ninguém. Você não vai encontrar um judeu batendo de porta em porta. Olha, você não gostaria de conhecer a lei de Moisés? Eu venho

as. E o judeu, ele é altamente conservador. Ele ele não quer converter ninguém. Você não vai encontrar um judeu batendo de porta em porta. Olha, você não gostaria de conhecer a lei de Moisés? Eu venho aqui te ensinar tuar. Não quero dentro da comunidade. Sim. Se você tem uma uma um jovem que é judeu, meu Deus, a comunidade falta se arrastar pro cara estudar, pro cara aprender. A gente paga. Você você vai estudar, nós facilitamos para, mas tem que tá dentro. Quem tá do lado de fora, tá do lado de fora. Quem tá do lado de fora, tá do lado de fora. Ponto. O judeu, ele não está interessado em converter ninguém pro judaísmo, mas ele também não se converte. E também não se converte. Então, quando você tem uma doutrina que é assim e ela se depara com uma que é altamente prosilitista, você tem um choque porque eu quero te converter. E o cara dis, mas eu não quero ser convertido a confusão. Porque assim, o cristão ele pode ser qualquer coisa. O cristão, ele ele é cristão, mas ele pode, de repente deixar de ser cristão, virar budista, virar ateu, virar eh muçulmano, eh qualquer outra coisa, né? Ele pode porque ele não tem raízes com nada. Mas no judaísmo é diferente, porque o judeu ele tem uma raiz eh familiar que é muito complicado para você tirar disso. Então, você pegar um judeu messiânico ou desses que se chamam judeus messiânicos para querer converter um judeu para se tornar cristão. Ô, gente, é um trabalho danado. É mais fácil você pegar um cristão e levá-lo para uma igreja eh de judaísmo eh messiânico. É mais fácil porque ele não tem vínculo raízes familiares. Mais fácil do que pegar um judeu e querer transformá-lo nisso. É. E ela é uma falta de respeito na realidade, né? Sim. e tanto que em Israel isso é crime. Você pode ter qualquer religião, mas você não pode querer converter ninguém. Eu vi eu vi uns religiosos protestantes na cidade velha ali, bem perto daquela menorada de ouro que tem ali em Jerusalém. Aquela pregando o cristianismo na frente de uma sinagoga. Foi um rolo tão Não,

Eu vi eu vi uns religiosos protestantes na cidade velha ali, bem perto daquela menorada de ouro que tem ali em Jerusalém. Aquela pregando o cristianismo na frente de uma sinagoga. Foi um rolo tão Não, mas isso vai dar isso vai dar confusão. Eu vi o camarada com uma mesa para jogar em cima da mulher que tava pregando. Foi, foi um a bafafá. Olha, gente, eu passei 5 anos frequentando uma uma sinagoga do Beit Rabado, inclusive a mesma a mesma linha do Álvaro. Talvez seja até por isso que a gente se entende tanto e se afina tanto. Mas eu aprendi uma coisa, eu tenho uma simpatia muito grande pelo judaísmo. Depois do espiritismo, talvez fosse a doutrina que eu vivesse tranquilo nela. era o judaísmo. Agora eu aprendi que eu nunca posso ser judeu. Então eu me satisfaz com a minha doutrina espírita, respeitando o judaísmo. Eu acho que ali está toda a força moral, tudo que a gente precisa de suporte espiritual que a gente acha no espiritismo, a gente acha no cristianismo autêntico, a gente acha em qualquer religião que seja autêntica. Agora eu forçar a barra, eu digo a vocês, com todo respeito, aqueles que se diz judeu messiano, eu não consigo ver um judeu messiano pregando, não consigo. Eu entro numa sinagoga, eu me emociono, as lágrimas caem, eu participo no ritual daquele que parece que eu tô no no centro da minha espiritualidade, sem dificuldade, mas eu sei é porque eu conheço como é o comportamento dos ortodoxos. Eu f frequentei sinagoga deit rabado e frequentei sinagoga não ortodoxa. Menino, olhe, é uma coisa tão superficial na essência, na no entendimento, no conhecimento, que eu só fui duas vezes e o cara ainda me perguntou: "Como é que você vai pro Bake Rabad?" Eu disse a ele, "Como é que você consegue ficar aqui?" A resposta que eu dei para ele foi essa. É, então, pessoal, eh, as inscrições para para novas perguntas ficam encerradas, tá bom? Porque nós temos várias perguntas ainda. Se chegarem mais, olha, Álvaro, você precisa você precisa chegar cedo, porque nós só conseguimos ler um versículo.

ra novas perguntas ficam encerradas, tá bom? Porque nós temos várias perguntas ainda. Se chegarem mais, olha, Álvaro, você precisa você precisa chegar cedo, porque nós só conseguimos ler um versículo. Vamos lá, então. Vamos lá. Da Fernanda aí, ó. Da Fernanda. Elar é sua ou do professor? Caminhos que a humanidade de caminhos que a humanidade trilha ruma verdade? Pergunto: com o avanço da regeneração, essa crença poderá se transformar? Eu acho que tem um pedaço para frente aí dessa pergunta, mas vou tentar responder, pelo que eu entendi. Eh, o que é importante, Fernanda, que se torne uma uma crença comum, são as verdades espirituais e não o espiritismo como doutrina de Allan Kardec. O que é que consola a humanidade? Saber que somos uma alma imortal a caminho da perfeição, através da lei causa efeito pela reencarnação, na busca do amor, para que encontremos a plenitude. Isso é que é o essa que é a essência. E eu posso encontrar isso em várias doutrinas. Eu me encheria duas mãos minhas de doutrinas que possuem esse mesmo tipo de conceitos, sem necessariamente serem espíritas. Então, a gente não pode eh achar que é a doutrina de Allan Kardec que se tornará a doutrina dominante no mundo. Não, mas as verdades espíritas, essa não tem como escapar. Tu tá na lei da natureza ou a reencarnação não tá na lei da natureza? Reencarnação não é propriedade do espiritismo. A reencarnação será crença comum. Eu não tenho dúvida nenhuma disso. Reencarnação será a crença comum. Agora, se vai ser pela Seitano se vai ser pelo Espiritismo, pela ordem rosa Cruz, pelo círculo esotérico da comunhão do pensamento, pelo racionalismo cristão, pelo pensamento de Buda, pelo pensamento de Crist, se vai ser pela Cabala, se vai ser com Veda, se vai ser com uma rabara, eu não sei. Eu não sei. Mas reencarnação é a lei. A ideia da imortalidade, da lei de caus efeito, da reencarnação, vai ser crença comum. Não adianta discutir isso, será a crença comum. O espiritismo tá no meio disso aí, tem a vantagem de ter a universalidade dos ensinos dos

da lei de caus efeito, da reencarnação, vai ser crença comum. Não adianta discutir isso, será a crença comum. O espiritismo tá no meio disso aí, tem a vantagem de ter a universalidade dos ensinos dos espíritos, que limpa as questões de guru, mas não é, na verdade a única possibilidade de nós nos defrontarmos com essas verdades. Então, na medida em que nós nos aproximarmos disso, a gente, ah, tá aqui o começo. Olha, para nós espíritas que compreendemos Jesus como modelo e guia da humanidade e já reconhecemos nele o Cristo, o Messias prometido, essa diferença de entendimento faz parte da diversidade de caminhos que a humanidade trilha ruma à verdade. Pergunto: Com o avanço da regeneração, essa crença poderá eh se transformar? Jesus será o grande terapeuta da humanidade, como propõe Joana de Angeles, o grande médico das almas. É essa que vai ser a proposta. Seu ensinamento é o ensinamento libertador da criatura humana, porque propõe o amor, etc, etc. Mas não como uma visão teológica, mas como uma visão libertadora terapêutica. Universal universal. Universal. Ele é o terapeuta universal. E nós que somos os doentes é que precisamos entendê-lo e respeitar e submeter ao seu tratamento. Só isso. Isso. E tirar essa ideia de que eu sou um trabalhador, eu sou o paciente do terapeuta. É exatamente submisso às verdades que ele deixou para nós. Eu eu Sim, Álvaro, você está sem som, Álvaro. A gente também precisa entender que existe uma questão aqui de herança, atavismo, da inquisição, onde a gente quer converter as pessoas. Ninguém precisa de acreditar em Jesus, porque não tá escrito assim: "Fora Jesus não há salvação, é fora a caridade". Então eu posso viver viver muito bem dentro do meu judaísmo, cumprindo todos os rituais, inclusive os rituais, e ser uma pessoa extremamente caridosa e viver o bem e procurar a reforma íntima e procurar o perdão e procurar o amor ao próximo e procurar todos os elementos da essência sem que em momento algum eu falo assim: "É, eh, Jesus, não sei o

sa e viver o bem e procurar a reforma íntima e procurar o perdão e procurar o amor ao próximo e procurar todos os elementos da essência sem que em momento algum eu falo assim: "É, eh, Jesus, não sei o quê, não precisa disso. Você pode ser judeu, você pode ser o que você quiser." Olha, eu fui provocado pelo Álvaro. Vou fazer um comentário no livro Sabedoria do Evangelho do Torres Pastorino, que não vende, você só encontra na internet o PDF, não tem para vender. Tem um volume lá em que ele diz o seguinte: "A frase: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vem ao Pai a não ser por mim, ou seja, através de Jesus é que vai". O pastorino diz que houve uma corrupção nesta frase, que a frase era o eu. Não é eu, era o eu. O eu é o caminho da verdade, da vida. E ninguém vai ao Pai, a não ser pelo eu e não por mim. É pelo eu, que é o autoconhecimento, o a descoberta de si mesmo, que pode ser com Buda, com Krishna, com a Cabala, com quem você quiser, até com Jesus, mas eu tenho que ter alguém que faça esta referência para mim das verdades espirituais. Leia lá no Evangelho, no céu e inferno, espíritos felizes, você vai encontrar espíritos judeus que viveram judaísmo, espíritos de outras matizes. Então, eh, nesse sentido só. Manda abrasa. Deixa eu colocar uma mensagem, duas mensagens aqui da Ana Elisa. Eh, ela perguntou assim: "Porque minha outra mensagem foi apagada, não pode falar sobre guardar o sábado?" Depois ela postou outra, apagar a pergunta, não apaga a dúvida. Sinto muito ao moderador. Opa. Porque não teve nada de ofensivo e perguntar se um médico judeu pode trabalhar no sábado. Ana, eh, e e realmente você pode não tem problema nenhum se sua pergunta. Eu sinceramente não vi e voltei aqui para tentar encontrar a sua pergunta, né, acerca da de guardar o sábado. Não encontrei, me desculpe, chegam centenas de mensagens e muitas vezes assim de uma vez e eh para quem já trabalhou com a plataforma Streamyard aqui sabe que de vez em quando complica, né? Quando chegam as mensagens vai misturando tudo.

ntenas de mensagens e muitas vezes assim de uma vez e eh para quem já trabalhou com a plataforma Streamyard aqui sabe que de vez em quando complica, né? Quando chegam as mensagens vai misturando tudo. Eles combinam de mandar tudo no mesmo momento. Aí chega 10. Então assim, e sua mensagem não foi apagada, tá? Só para deixar isso muito claro, tá bom? Eh, mas acho que deu para entender a sua questão aqui daqui a pouquinho. Então, eh, aliás, respondidamente, já vamos falar disso. Guardar o Shabat é um dever do judeu. Salvar uma vida está acima de todo e qualquer, de absolutamente todo e qualquer. Você pode desrespeitar, você pode não. Você é obrigado a desrespeitar o Shabat para salvar vidas. Isso é que diz a lei judaica. Então, para você cair, tirar um animal que caiu no buraco, você tem obrigação de tirar. Sem passar mal, você for médico, se alguém for morrer, se não por falta de serviço médico, você deve trabalhar. Então, o raiala, o soldado pode trabalhar, o policial pode trabalhar, o socorrista pode trabalhar, o médico pode trabalhar no Shabat, tá? Isso. Salvar vida é o maior de todos os mandamentos. salvar uma vida. E foi isso que Jesus ensinou a vindo o evangelho. Quando criticaram ele, tava curando no sábado. Exato. Ah, olha aqui, ó. Essa aqui pro Álvaro. Então, o início do livro Evangelho Segundo o Espiritismo traz eh classificações erradas sobre os judeus? Não, mas ele não traz classificações absolutas. Kardec não esgota a Bíblia, Kardec esgota as historicidades e Kardec não, na minha percepção, não. O que que ele, o que estaria errado lá? Talvez ele pode falar dos sacerdotes, dos levitas, mas se ele falar só de um ou só de outro, não tem nada de errado. Segundo no início do do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele faz uma classificação sobre as diversos tipos de seguidores da Torá daquela época, escriba, fariseus, saduceus, ele faz já, né? É, hoje já no Kardec foi ali uma classificação histórica. É, ali é histórica, pastor é sabedoria do evangelho, viu Nails? Sabedoria do

Torá daquela época, escriba, fariseus, saduceus, ele faz já, né? É, hoje já no Kardec foi ali uma classificação histórica. É, ali é histórica, pastor é sabedoria do evangelho, viu Nails? Sabedoria do evangelho que é de Carlos Tor Pastorino, você vai encontrar na internet em PDF. São oito gente, mas eu vou dizer uma coisa. Se Kardec tivesse errado alguma coisa na questão do evangelho, do judaísmo, eu não teria problema nenhum em indicar, porque, por exemplo, ele fala de brotação espontânea, que é o conceituação da época na livro Gênesis. E ele mesmo fala: "Olha, se tiver errado, vamos ficar com a ciência". Então, se tiver alguma coisa errada, eu não vi. Pode ser que me expresse equivocadamente ou você entendeu equivocadamente, mas eu não teria problema nenhum em falar se tivesse. E outra coisa, não é fácil classificar 1800 anos depois, algo que aconteceu 1800 anos atrás escapou muita coisa. Por mais pesquisador que ele fosse escaparia alguma coisa. Ó, essa pergunta aqui do Marco, Marco Palmeiras, tem uma dúvida. Podemos ou não podemos fazer o sinal da cruz ao final das nossas preces? Um brau vai para um brau, gente. Brincadeira. Ô Marco, Marco, deixa eu dizer, deixa eu contar uma história. Quando eu estudei, quando eu estudei catecismo, porque eu passei por tudo isso, tinha uma piada que corria lá no grupo e até o próprio Frad, que era o que que pega, tomava as aulas do catecismo da gente, ele contava que tinha um um morenin, uma criança moreninha que a aprendia fazer o sinal da cruz e o padre era exigente, só comunga se fizer o pelo sinal ou sinal da cruz, correto. E o pobrezinho do menino tinha uma dificuldade muito grande de de aprender a coordenação pelo sinal da Santa Cruz, aquelas palavras todas. E o padre dizia sem saber e o menino ficou aflito que o maior desejo dele era comungar, não era decorar aquelas palavras e fazer o sinal da cruz. E aí ele foi com o pai e a mãe falar com o padre. O padre disse: "Não, senhor". Aí o menino disse assim pro padre, né? Disse: "Seu padre, olhe, o

era decorar aquelas palavras e fazer o sinal da cruz. E aí ele foi com o pai e a mãe falar com o padre. O padre disse: "Não, senhor". Aí o menino disse assim pro padre, né? Disse: "Seu padre, olhe, o senhor podia me desculpar? Porque eu sei as palavras todinha, só não sei espalhar na cara. Então a questão aí é essa, viu? Viu, Marcos? Se você sabe ou não espalhar na cara, o importante é o objetivo da tua prece e da tua oração. É como Jesus ensinou, entra no teu quarto, fecha a tua porta e ora a Deus em silêncio, que aí é que está a essência da nossa prece. É, é. Se você for um palestrante espírita, você tiver representando o espiritismo, talvez não vai ter sentido. Mas se você se sente bem fazendo, faça. Faça na sua casa, faça. Objetivo. Às vezes, agora uma história pausa outra, né? Sabe a história do toco, né? de Chico Xavier, que ele fazia, ele fazia eh homeopatia através de Dr. Bezerra e tinha um senhor que tinha um problema de vista muito grande e fui e vivia lá todo dia pedindo a a Chica uma um remedinho pro olho e não e não melhorava. Toda semana eu já estava Chico, por favor, seu E Chico dizia, mano, vamos atender esse rapaz, pelo amor de Deus, traga o remedinho que cura o olho desse rapaz. E o rapaz voltava com 15 dias, Chico já ficava olhando na plateia se ele estava ou não estava. De repente o cara sumiu, voltou seis meses depois. Aí chegou, foi falar com o Chico. Seu Chico, esse negócio que o senhor ensina aqui e recebe não tem muita, não serve muito não. Aquelas bolinha não fez remédio, nenhum, não fez efeito nenhum em mim. Eu fui lá para depois lá para embaixo do sacramento, tem um moreno lá que tem um toco, ele benze o toco, passa o toco no olho da gente, a gente fica bonzinho. Chico sofria muito da vista, disse: "Meu filho, pelo amor de Deus, traz esse toco para cá para passar no meu olho para ver se eu melhoro." Quer dizer, tudo está na na na certeza e nas tuas boas intenções e na tua sintonia com Deus. O resto e artifícios humanos que que passam nada

o para cá para passar no meu olho para ver se eu melhoro." Quer dizer, tudo está na na na certeza e nas tuas boas intenções e na tua sintonia com Deus. O resto e artifícios humanos que que passam nada mais do que superficialidade que a gente respeita. Porque pra gente tem que ter um toco que benza para poder ficar bom do olho. Para outros não precisa, é só o seu relacionamento com Deus. Ela Adália, gostaria de saber mais sobre o Zé Grosso, onde buscar, querid com Álvaro, querido amigo espiritual, Zé Grosso, um dos espíritos mais amorosos que eu conheço. Então você vai encontrar a história dele no dossier Peixotinho. Você vai encontrar a história dele no materializações luminosas, materialização do amor, materializações luminosas de Dante Labat e tem o do Rani, Ranieri, Rafael Américo, Ranieri. Então ali você vai encontrar muita coisa sobre o Zé Grosso que eu posso te contar é que Zé Grosso era um dos espíritos que fazia parte do bando de Lampião. E ele foi vendo que a coisa se desviou, não se fazia o o que era a ideologia do grupo. Então ele vendo os cidades, as pessoas percebendo tanta dificuldade, eh, quando invadia o bando de Lampião, ele percebeu que aquilo tava errado e ele passou aí por de trás as escondidas e avisava: "Ó, amanhã o bando de Lampião vai entrar aqui, tira as mulheres, tira as crianças". E ele começou a fazer isso. Porém, descobriram, descobriram. Lampião descobriu e Lampião então foi eh levou ele paraa catinga, cortou a língua dele, furou os dois olhos dele e ele morreu na catinga. Ele foi encontrado eh ele foi encontrado, ele era um obsessor. Então ele chegou a tentar obsediar as reuniões do Peixotinho. Ele fazia parte de um grupo de obsessão. Eram três espíritos, Pedro, Jesuíno e Isé Grosso. Tava obsediando uma menina. A menina tava quase na morte. Peixotinho foi prestar assistência de desobsessão e dialogou com Zé Grosso. Zé Grosso é um espírito que despertou, passou a fazer parte da equipe de Peixotinho, foi acolhido por Sheila e passou a trabalhar

tinho foi prestar assistência de desobsessão e dialogou com Zé Grosso. Zé Grosso é um espírito que despertou, passou a fazer parte da equipe de Peixotinho, foi acolhido por Sheila e passou a trabalhar nos efeitos físicos, se materializando, garganta de voz direta. Ele trabalha a com muito com médiuns de efeito físico, muito. Ele é muito ativo dentro do das reuniões de efeito físico. E é um espírito que deu um salto quântico a lá André Luiz, que sai do umbral e vai para grandes elevações no plano espiritual, segundo seu esforço. É um espírito que tem o nome de Zé Grosso, porque ele é grande, forte, tem uma voz assim, ele dá risada, ele é muito engraçado, ele faz rimas, quadrinhas, ele faz eh rimas com os nomes das pessoas que estão na sala, ele fala com todo mundo e ele é um espírito de imensa amorosidade. é um dos espíritos mais amorosos que eu conheço e é um espírito que, nossa, é um fiel, é um fiel amigo. Olha, eu quero eu quero corrigir uma página que eu dei. Eu falei página 133 e 134. Eu fui pegar o livro para ver a página 1034, tá? E é o último parágrafo do capítulo segundo da segunda parte. Então você vai na segunda parte da obra. Segunda. Qual é a obra? Qual é a obra? O espírito e o tempo. Ah, sim. O espírito e o tempo. Segunda parte, segundo capítulo, último parágrafo. Eu vou até ler para não não falar a palavra errada. Segunda, segundo capítulo. Segundo, aí diz assim: "O espiritismo respeita as escrituras, mas a elas não se escraviza. O espiritismo respeita as escrituras, mas a elas não se escraviza. Vá ser preciso assim. Que perfeição de texto. Perfeito. Ah, vamos lá. Pergunta da Zuila. Por que a descendência é importante para contar a história? Pois é, esse é o problema. Quando a pergunta vem fora do momento, a gente não sabe que importância de que história. Eu vou eu vou lhe dizer que ela tá falando da genealoguria. Tô levando. Genealogia judaica, aquilo que a gente falou da do genealogia de Maria. Genealogia Maria de Jesus e do Coen também. Como é que sabe que é Coem? Como é que

e ela tá falando da genealoguria. Tô levando. Genealogia judaica, aquilo que a gente falou da do genealogia de Maria. Genealogia Maria de Jesus e do Coen também. Como é que sabe que é Coem? Como é que sabe? Foi essa pergunta. É porque o judeu dá muito valor à genealogia. É tanto que por isso que Mateus começa falando de Jesus com a genealogia dele, de Abraão até Jesus. Ah, tem uma pergunta aqui, ela já foi respondida em parte, mas me me parece que a parte final aqui merece alguma algum comentário. A Fernanda, acho que foi a própria Fernanda que fez, inclusive, e a correlação com os três andares da casa mental de Calderaro, Álvaro, eh eu entendo a questão de sermos imperfeitos, só não entendo ter que ter uma tribo escolhida como se fosse privilégio, mas não foi feito para você. entender, querida Fernanda, foi feito por simbolismo para que os judeus pudessem entender. Então, é natural você não entender, porque o texto tem 3.000 anos, ele é escrito com simbolismo, ele é escrito com tradição judaica. Eu entendo, eu imagino que você não tenha essa tradição. Para um judeu, isso faz sentido. Para um judeu, quando se estuda há 3.000 anos atrás, há 2.500 anos atrás, você vai achar analogias que se encaixam com um conhecimento milenar trazido por André Luiz sobre os três andares da casa mental. Então, no judaísmo, a gente trabalha com simbologia, a gente trabalha com símbolos. Eu também acho que não tem que ter a tribo escolhida. Eu nem sei que tribo eu sou. Tá tudo bem. É só judaísmo, é simbologia. El vai dizer, é um código que é passado de mestres para discípulos. Esse código secreto, ele é passado de mestre para discipl. Então, não tem sentido para nós não. Eh, a gente só usa a mesma simbologia para entender. Eh, só respondendo aqui, então, ao hot day, sobre o estudo, afinal somos espírito no tempo, uma terça não teve sem aviso e o de terça passada, episódio 25, foi pelo canal Conecta Espiritismo, somente com Elará. Depois a FEGO publicou Rod. Eh, na verdade essa programação é feita eh

no tempo, uma terça não teve sem aviso e o de terça passada, episódio 25, foi pelo canal Conecta Espiritismo, somente com Elará. Depois a FEGO publicou Rod. Eh, na verdade essa programação é feita eh pela plataforma aqui do Igzio, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, tá? Ã, eu não, quem tá programando, se não me engano, é a Ivana, o o afinal somos o espírito no tempo e a gente sempre manda eh eh é pelo canal do Igzi e vai para vai para parceiros, né? Canais parceiros, tá? O Conecta é um deles, é Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita, TV Seal, TV Goiás Espírita, enfim, nós temos vários canais parceiros eh que recebem então o episódio Programa ao vivo. Tá bom? Ã, eu vou dar uma olhada nisso. Eu realmente teve, não teve errar o programa terça-feira passada? Teve e fui eu que fiz a a as meninas estavam numa reunião e não puderam participar e eu fiz e foi o capítulo sobre invasão espiritual organizada, tá? Eu fiz uma busca rápida aqui. Eu realmente não encontrei no canal do Iges, mas eu vou ver o que que aconteceu, Rotter. Mas você vai poder assistir todos os episódios, tanto do Afinal, Somos o Espírito no Tempo, quanto do o de Moisés a Kardec, ou pelo canal do Iges, que é o Instituto Goian de Estudos Espíritas, ou Conecta Espiritismo, ou Rede Amigo Espírita ou Web Rádio Fraternidade ou TV SECAL, tá bom? eh TV Goiás Espíritas tem um leque de canais aí você vai poder escolher qualquer um deles para você assistir aí essas séries, tá bom? Só lembrando, pessoal, pouquíssimas curtidas e o eu na minha opinião, o o nós nós fizemos aqui um um bate-papo excelente. Ah, por que pedir curtida não num programa espírita? Eh, está sendo bom para nós, não está? Para mim, para mim particularmente está sendo lindo. Então, quando eu curto, quando eu compartilho, eu faço com que a plataforma indique esse conteúdo para mais pessoas, né? Pra gente espalhar essa bênção que é a doutrina espírita que é esse estudo. Então, a gente pede para vocês, tá, curtam, compartilhem para que o YouTube entenda eh o nosso

nteúdo para mais pessoas, né? Pra gente espalhar essa bênção que é a doutrina espírita que é esse estudo. Então, a gente pede para vocês, tá, curtam, compartilhem para que o YouTube entenda eh o nosso conteúdo como relevante e possa indicar aí para mais pessoas, tá bom? Por isso que a gente pede essa força aí para vocês, meninos. Perguntas esgotadas partindo para o o encerramento. Sim, com certeza. Então, tá bom. Eh, eu vou pedir pro professor Severino Celestino, então, fazer nossa presta de encerramento. OK, meu filho. Com prazer, amigos queridos, vamosar este momento para agradecer a Deus, a Jesus, aos espíritos benfeitores que estiveram conosco esta noite. ele continue nos instruindo, incentivando para que continuemos nessa tarefa libertadora, onde aqueles que conosco estiveram nesta noite e estarão no futuro possam perceber a importância do conhecimento que liberta. Só a verdade realmente pode nos libertar. A nossa doutrina com o espírito da verdade traz bases, racionalidade para que possamos cada um buscar o seu caminho para o reencontro com Deus. Jesus, nosso mestre maior, governador deste planeta, tem permitido e proporcionado que muitos tenham hoje acesso a esses estudos e essas informações que não tínhamos no passado, mas ao mesmo tempo nos cobra a responsabilidade daquele que conhece ter que praticar, ter que utilizar para o bem daqueles que lhe cercam. Nós estamos felizes por mais esta oportunidade. Gratos por mais esta noite reunido com esses irmãos queridos sobre a direção dos espíritos superiores, a coordenação do nosso querido irmão Adriano e aqueles que enviaram suas dúvidas, suas perguntas respeitáveis. A gente nota que todos estão querendo realmente buscar a verdade para se melhorarem, para se libertarem de atavismos que atrasam o nosso progresso espiritual. Jesus amigo, obrigado por tudo. Obrigado por mais essa oportunidade de servir, de poder trazer alguma luz da nossa parte. E precisamos também cada um de nós de muita luz interior para poder perceber a necessidade

obrigado por tudo. Obrigado por mais essa oportunidade de servir, de poder trazer alguma luz da nossa parte. E precisamos também cada um de nós de muita luz interior para poder perceber a necessidade daqueles que estudam conosco, para poder penetrarmos em suas necessidades e aliviarmos as suas dores, as suas incertezas e as suas dúvidas. Gratidão, Senhor Jesus. Abençoa este planeta que tu tanto amas. Desperta a mente dos seus dirigentes para paz. que foi sempre um sonho. Minha paz vos deixo, minha paz vos dou. que nós possamos auxiliar com cada um com a sua pequena, porém importante colaboração, a unirmos forças e vibrações para que este planeta complete o sonho e a visão de Isaías, um planeta de paz, onde todos viverão em harmonia e em felicidade. Obrigado, Senhor, por mais esta noite. Permanece conosco hoje, amanhã e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Que assim seja. É isso aí, pessoal. Mais uma vez momentos muito especiais aí vividos com vocês. Eu, professor Severino Celestino, Jorgito Elará, Álvaro Morderrá e com vocês que estiveram nos acompanhando, beijo nos corações de todo mundo. Lembrando que esse trabalho é feito sempre com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Então, no o nosso próximo programa, deixa eu ver rapidinho aqui a data para já falar para todo mundo. Cadê, cadê, cadê? Deixa eu colocar aqui. Hoje, dia 17 de junho. Então, primeiro de julho. Primeiro de julho. É isso aí. Primeiro de julho. Tá bom. Estaremos de volta com a série de Moisés a Kardec. Pessoal, beijo no coração. Fiquem com Deus e até a próxima. Tchau. Tchau. Deus quiser.

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