Dai a César o que é de César, com Hélio Blume | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Dai a César o que é de César. ESE, Capítulo 11, itens 5 a 7. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Boa tarde. a todos, queridas irmãs, queridos irmãos. Agradecemos a nossa querida irmã Marileia, que sempre nos brinda com a sua arte, com a sua sensibilidade aqui presencialmente, não é, Marileia? Gratidão, querida. Mas ela não se furtou. de nos presentear naquele momento virtual que passamos durante a pandemia também superando, não é, todas as dificuldades, obstáculos que precis que nós precisamos superar naquela época. Gratidão, Marileia, mais uma vez. E nesse dia dos pais, dia 10 de agosto, vamos agradecer a Deus por estarmos aqui na casa de Ismael, na nossa amada Federação Espírita Brasileira, junto aos nossos irmãos que nos acompanham também de maneira virtual por todo o planeta. Unamos-nos em oração, numa só vibração, irmãos, unamos-nos. Unamos nossas mentes, nossos corações, elevando ao Pai o agradecimento, Senhor, pelas nossas vidas, pelas vidas dos nossos pais que nos proporcion a vida pela vida maior que nos proporciones, ó Pai. Obrigada, Senhor, pela oportunidade bendita da reencarnação, que nos traz aprendizados. que nos traz as oportunidades para aprender a amar. Todos que se apresentam à nossa volta, seja no nosso núcleo familiar, na grande família, nos ambientes profissionais, nas equipes de trabalho dos centros espíritas, as equipes de voluntariado, na rua onde os encontros fortuitos se fazem. Gratidão, Senhor, por podermos oferecer um olhar amoroso, o sorriso compassivo, a vibração que acolhe. O abraço que podemos oferecer ao Filho, ao pai idoso, a toda a família que podemos acolher em nossos corações. Ajuda-nos, Senhor, a cultivarmos esse afeto em nossa alma para que sigamos a cada romagem acumulando esse amor que nos trouxestes como exemplo. por meio do nosso amado Jesus. E então pedimos a permissão para iniciarmos o estudo do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo nessa tarde de inverno aqui em Brasília, que já se encaminha para a primavera trazendo e pes amarelos que nos fornecem tanta alegria aos nossos olhos e corações, Senhor, dizendo graças a Deus, que assim seja.
rde de inverno aqui em Brasília, que já se encaminha para a primavera trazendo e pes amarelos que nos fornecem tanta alegria aos nossos olhos e corações, Senhor, dizendo graças a Deus, que assim seja. E dando continuidade, convidamos o nosso querido amigo e irmão Franco para realizar o estudo preparatório da palestra pública da tarde de hoje. >> O livro é Fonte Viva. Nós estamos no último capítulo, 180. O título é Natal. Diz assim: "Glória a Deus nas alturas. Paz na terra e boa vontade para com os homens. Está grafado em Lucas, capítulo 2, versículo 14. Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens. Aí Emanuel comenta: "As legiões angélicas junto à manjedoura, anunciando o grande renovador, que é o Cristo, não apresentaram qualquer palavra de violência. Glória a Deus no universo divino, paz na terra, boa vontade para com os homens. O pai supremo, legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o embaixador celeste investido de poderes para ferir ou destruir. Nem castigo ao rico avarento, nem punição ao pobre desesperado, nem desprezo aos fracos, nem condenação aos pecadores, nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso, nem anátema contra o gentil inconsciente. Derramava-se o tesouro divino pelas mãos de Jesus para o serviço da boa nova. A justiça do olho por olho e do dente por dente encontrar enfim o amor disposto à sublime renúncia até a cruz. Homens e animais assombrados ante a luz nascente na estrebaria assinalaram júbilo inexprimível. Daquele inouvidável momento em diante, a terra se renovaria. O algó seria digno de piedade. O inimigo converter-se ia em irmão transviado. O criminoso passaria à condição de doente. Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos cercos. Em Sidom, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais sofreriam relegados ao abandono nos vales de Immundí. Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e revelando-a transitou vitorioso do
e dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais sofreriam relegados ao abandono nos vales de Immundí. Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e revelando-a transitou vitorioso do berço de palha ao madeiro sanguinolento. Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros. Natal. Boa nova, boa vontade. Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus sobre os esplendores de um novo dia. Eh, voltando aqui na passagem de Lucas, diz assim: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens". Até onde eu sei, o Cristo teve um trabalho gigantesco para descer a crosta e ficar entre nós durante um tempo. Gigantesco. Ele é um espírito puro. É o espírito puro que nós conhecemos e que conduz o nosso planeta, o único. E a história registra que o nascimento veio no Natal 24 para 25. Nós comemoramos os cristãos em todo o planeta. Quando da meio de outubro, final de outubro, início de novembro, o comércio começa a se agitar e a se preparar. Frutas, enfeites, presentes, propagandas. Esse é um lado, o lado comercial. E a espiritualidade também atua. A psicosfera da Terra nessa época. fica melhor, as pessoas ficam mais sensíveis, mais dispostas ao perdão, a mudança. Não que vão fazer, mas ficam mais sensíveis e mais dispostas. Nós estamos em agosto, existe uma música do grupo Roupa Nova que fala que Natal é todo dia. O que é o Natal? É a nossa comunhão com o Cristo de Deus. Nós vamos esperar para comungarmos com o Cristo na hora da doença, na hora da separação de um casal, na hora da perda de um familiar, de um emprego. Nós vamos esperar para comungar com o Cristo na velice quando estivermos já adentrando a espiritualidade de volta. Penso que não. See, essa mensagem veio em agosto para nos observar, nos trazer uma instrução, uma orientação de que nós deveríamos, devemos buscar fazer um esforço, por exercitarmos o Natal em maio,
. Penso que não. See, essa mensagem veio em agosto para nos observar, nos trazer uma instrução, uma orientação de que nós deveríamos, devemos buscar fazer um esforço, por exercitarmos o Natal em maio, em setembro, em fevereiro, durante todo o ano. É difícil, é fácil. Não, mas é possível comungar com Cristo é estar com ele. Estar com ele no nosso querer, no nosso sentir, no nosso pensar, no nosso falar e no nosso agir. Nós somos individualidades. Ah, eu tô com uma parceira, com um parceiro, eu tô com uma família. Tudo transitório. Eu tenho bens materiais bastantes transitório. Eu não tenho bem nenhum. Tô em dificuldade de baixo uma ponte transitório. Mas a nossa ligação com o Cristo não é transitória. Hoje eu estou na doutrina espírita. Ontem eu estive no catolicismo. Anteontem no frente de umbanda. Em outro dia fui judeu, fui muçulmano, vou ser ateu daqui mais um tempo. Precisamos estar com Cristo, não em benefício dele, mas em nosso próprio benefício. Porque por que mais? Por mais que queiramos, principalmente os suicidas que assim o desejam por desconhecimento, nós não vamos morrer nunca. A nossa caminhada ela é longa e os desafios são os mais variados e eles no que a gente vai evoluindo, eles vão crescendo, eles não vão diminuindo tanto os desafios quanto o trabalho. Quanto mais nós temos para dar, mais Deus requer de cada um de nós. Então, nos liguemos ao Cristo, é uma sugestão minha, não só no Natal, mas se possível durante todo o ano. Uma boa palestra para vocês. Agradecemos ao querido Franco as reflexões, a leitura e de imediato passamos ao querido Hélio Blum a palavra para nos brindar com suas reflexões. >> Obrigado, Gisline. Muito boa tarde a todos. Obrigado, Franco, Marileia pela questão musical e que todos nós possamos nos sentir entrando numa casa do Senhor. Me recordava aqui porque não há coincidências. Espiritualidade vai trabalhando uma série de elementos. Nós vamos falar hoje do capítulo 11, que tem por título Amar o Próximo como a si mesmo. Antes da
Me recordava aqui porque não há coincidências. Espiritualidade vai trabalhando uma série de elementos. Nós vamos falar hoje do capítulo 11, que tem por título Amar o Próximo como a si mesmo. Antes da gente entrar nesse capítulo, fazer algumas considerações. O Cristo se reunia pregava seu evangelho em vários momentos, mas geralmente ele aproveitava as horas do dia, como esta, por exemplo, e muitas vezes ele reunido com a multidão, ele não deixava a solição. E os ambientes que ele criava eram um ambiente de uma compreensão ampliada, era de uma sensibilidade, de uma serenidade, luminosidade que alcançava os corações. Meu objetivo aqui é fazer com que de alguma forma a gente possa rememorar isso. Por que que eu digo isso? Primeiro porque, como o Franco mencionou, nós somos espíritos imortais. Nós já existíamos nesta época que o Cristo se fez homem entre nós. A gente precisa refletir sobre isso. Nós não somos espíritos novos, vamos ser diz assim. Nós temos milênios de encarnações e muitos de nós têm lembranças, algumas coisas assim mais eh aparentes, às vezes mais menos aparentes, mas em nos aconselho a buscar nos arquivos de nossa memória, algo que nos sensibiliza. E confesso que a música da Marileia, a prece da Gislane e a própria lição, elas nos remete aquele que verdadeiramente é o nosso irmão maior e que, de uma certa forma, como o Franco comentou, nós não temos condições de aferir, com certeza, mas, por exemplo, nós temos vários espíritos que dizem que o Cristo se preparou dos 500 anos. Outros falem 800 anos de preparo para bençar o seu espírito e poder se fazer homem entre nós. Então que a gente precisa refletir, nós tivemos a presença de alguém que marcou a história, tanto é que nós definimos antes do Cristo e depois do Cristo. E as suas vibrações, elas não são só daquela época. Elas se estendem até os dias de hoje e se estenderão. Por quê? porque ele é o nosso governador planetário. Ele segue, só que já não mais fisicamente entre nós, mas em espírito ele nos busca. Então as minhas
e estendem até os dias de hoje e se estenderão. Por quê? porque ele é o nosso governador planetário. Ele segue, só que já não mais fisicamente entre nós, mas em espírito ele nos busca. Então as minhas lembranças são exatamente a música, a própria prece. a gente percebe que há um encadeamento para que a gente possa falar do amor, que é a minha responsabilidade. Aqui tem só três itens para falar, porque há sempre uma programação onde nós não tratamos de todo capítulo, apenas um segmento dos itens cinco a s, mas eu queria que a gente refletisse sobre isso e buscasse verdadeiramente na gente fazer aquilo que nos lembra. Primeiro, buscar em nossas memórias algumas lembranças disso. Então, algumas situações, a vida do Cristo nos toca um pouco mais o coração. Emanuel vai além, ele nos chama atenção pra gente estar atento e perceber no nosso dia a dia aquelas situações que têm relação com Cristo que mais nos chama atenção. E aí, obviamente, fazermos uma rememoração, buscarmos descristalizar em nossas mentes muito desses aspectos que se fazem conhecidos por todos nós. Por exemplo, eu vou tratar de um tema hoje que é daia a César, o que é de César, que com certeza é conhecido, mas a gente busca além das palavras, a gente busca o sentir. que a doutrina espírita como terceira revelação, ela tem esse objetivo de fazer com que a gente conheça, a gente estude, então, para conhecer, a gente leia, a gente converse, a gente medite sobre aquilo que a gente conhece, a gente afira o que a gente sente em relação ao que conhece e ao que é meditado. E por fim, que a gente faça alguma coisa. Então, o objetivo da doutrina é conhecimento, reflexão, meditação, vivência. Esse é um grande desafio para todos nós, porque com certeza quando há cerca de uns 30 anos atrás ele nos dizia que a gente já conhecia o suficiente para ser melhores. Nós nos perguntávamos onde estava a limitação, o impedimento. E ele dizia na época, na reflexão, vocês vivem uma vida muito automatizada e pouco reflexiva. Hoje ele já não diz mais só isso. Hoje
ores. Nós nos perguntávamos onde estava a limitação, o impedimento. E ele dizia na época, na reflexão, vocês vivem uma vida muito automatizada e pouco reflexiva. Hoje ele já não diz mais só isso. Hoje ele diz que é preciso continuar observando muito, fazer aquilo que Marcos escreve no seu item 33, capítulo 33, quando ele diz o seguinte: "Pa gente sentir o Cristo, a gente precisa olhar, precisa vigiar e preciso orar." A maioria de nós muitas vezes nos atemos à oração. Muitos de nós fizemos uma vigilância para que a oração, entre aspas, faça mais sentido, surta mais efeito. Mas o interessante, como diz Em, a gente observar. Observar o quê? as nossas palavras, os nossos pensamentos, o nosso cotidiano. E aí nós falamos, já entramos nesta obra, eh estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, que é uma obra escrita para poder ajudar a gente estabelecer uma linha de conduta moral, que é o que o Cristo, principalmente entre nós, fez. fez inúmeras outras coisas, mas a conduta moral ninguém discute. A forma dele fazer as coisas, se apresentar e continua, ela é algo indiscutível. Então, nesse sentido, é objetivo desta obra e que Kardec inteligentemente faz como ele traz um texto evangélico, depois ele traz as suas considerações, a sua análise de mais alguns e por fim ele fecha o capítulo com aquilo que a gente diz, instrução dos espíritos, que são as mensagens. Além disso, se nós formos ver, há um encadeamento natural nessa obra para que a gente tire as nossas dúvidas, para que a gente consiga sentir verdadeiramente o Cristo. E aí eu me recordo sempre de Joan de Angângeles. Para muitos o Cristo uma figura venerável, foi um revolucionário, algo que fez muita diferença, mas está na cruz. para muitos ele fez coisas muito bonitas que viraram textos belíssimos que estão aí, né, ajudando a embelezar o próprio mundo. Mas o Cristo foi acima de tudo um irmão, ele foi acima de tudo alguém que o Pai decide nos enviar para viver e fazer com que a gente possa por isso se orientar. Então, vivemos uma fase onde
rio mundo. Mas o Cristo foi acima de tudo um irmão, ele foi acima de tudo alguém que o Pai decide nos enviar para viver e fazer com que a gente possa por isso se orientar. Então, vivemos uma fase onde essa doutrina espírita nos oferece todos os elementos, quer pela veia da religião, ou pela filosofia ou pela própria ciência, de fazer com que a gente consiga se convencer disso. E a gente ainda tava nessa semana discutindo nessa casa o seguinte: a gente pronuncia: Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Mas daí a gente pergunta no nosso viver cotidiano, nas nossas horas do dia, nas primeiras horas do dia, durante o almoço ou à tarde e à noite, ele é o caminho, a verdade e a vida? Essa é uma questão intransferível. Cada um de nós precisa de forma reflexiva responder isso. Então, nesse sentido, primeira coisa que Jesus faz é tentar mostrar, eu não vim destruir a lei. Esse é o primeiro capítulo dessa obra. O segundo, meu reino não é deste mundo, porque nós temos condições de elaborar em nossa mente vários mundos e apesar da guerra exterior existente, nós podemos estar em paz. E a gente precisa reflexionar isso. Nós não somos dependentes desse mundo exterior que se faz. Ao contrário, a grande força de nós em espírito está em nós. Somos, como diz o próprio Cristo, deuses. Vós sois deuses. Claro que ele coloca um Deus com letra minúscula pra gente refletir muito e depois conseguir imaginar o que é ser um pai criador. E depois segue. Há muitas moradas, ninguém pode ver o reino de Deus. E assim sucessivamente o Cristo consolador vem às bem-aventuranças, nas várias bem-aventuranças, como dizem os espíritos benfeitores, se perdêssemos todos os escritos sobre o evangelho, os evangelistas, os quatro evangelistas, o Atos dos Apóstolos e essa série de livros, ficássemos só com sermão da montanha, nós já teríamos elementos suficientes para nós fazermos a nossa evolução. Kardec insere isso e na sequência, então, ele chega ao capítulo 11, que o meu objetivo aqui é comentar, a minha programação é essa, de amar o
elementos suficientes para nós fazermos a nossa evolução. Kardec insere isso e na sequência, então, ele chega ao capítulo 11, que o meu objetivo aqui é comentar, a minha programação é essa, de amar o próximo como a si mesmo. Então a gente vai encadeando e claro que o próximo capítulo é: "Amai os vossos inimigos". Porque a gente precisa refletir sobre o capítulo 11 que nós estamos falando hoje para depois conseguir pelo menos ter uma ideia do que é amar os vossos inimigos. Então, meu objetivo é comentar obviamente esse capítulo 11 e que começa com uma questão evangélica, onde o Cristo nos mostra o mandamento maior. E o texto evangélico ele insere para começar esse capítulo que vou me ater ao cinco e ao sete, itens 5 e s. O texto que ele insere exatamente aquele texto que muitos de nós conhecemos, onde eh diz aqui o seguinte, né? Havia um rei e havia aqueles que estavam devendo pro rei e esses procuraram o rei dizendo: "Não tem condições de pagar, eu tô numa situação delicada, difícil, etc, etc, etc." O que que o rei fez? perdoou. E esses depois imediatamente encontraram os seus devedores, só que eles não fizeram o mesmo. Este texto é mencionado pelo Cristo, descrito pelos evangelistas Mateus e Marcos, exatamente para fazer a gente refletir sobre a coerência de recebermos um amor divino. E como diria muitas vezes ficamos com ele meio que neutralizamos eles e passamos pela metade, ou seja, passamos dele a metade. E aí não são palavras minhas. É Manuel que nos diz, vocês fazem oração, vocês pedem energias, vocês pedem solução. Nós oferecemos, nós nos esforçamos. Claro que existe a lei da necessidade, do merecimento de cada um de nós, mas eles nos atendem. Só que a Emmanuel diz: "Prestem bem atenção o que vocês fazem com as nossas concessões." Segundo ele, a maioria nós, entre aspas, passamos pelo nosso filtro do nosso querer, do nosso bem. E aí muitas vezes nós estamos limitando. Então gente, é por causa disso que Kardec insere neste capítulo que tem por título amar o próximo como a si mesmo
o nosso filtro do nosso querer, do nosso bem. E aí muitas vezes nós estamos limitando. Então gente, é por causa disso que Kardec insere neste capítulo que tem por título amar o próximo como a si mesmo essa questão. Não foram todos, mas aqueles perdoados pelo rei, quando saíram voltando, encontraram aqueles que estavam lhes devendo. E eles não fizeram a mesma coisa. ao contrário, forem fáticos na cobrança, exigiram pagamento, etc. Por que que eu tô mencionando isso? Porque essa é uma parábola mencionada como abertura para fazer a gente refletir. Dai de graça, o de graça recebemos. E nós temos então essa necessidade de refletir muito e buscar colocar isso. E é claro que ele coloca isso como mandamento maior, né? A questão da lei do amor. Depois, então, nós entramos no item cinco, que tem por subtítulo dai a César, o quer dizer César, que é da minha responsabilidade comentar. você fiel. E vou ler aqui o texto evangélico inserido, um de Mateus e outro de Marcos, quando diz o seguinte: "Os fariseus, tendo se retirado, entenderam-se entre si para enredá-lo com as suas próprias palavras. Mandaram então seus discípulos em companhia dos Herodianos, dizer-lhe: "Mestre, sabemos que és verás e que ensinas o caminho de Deus pela verdade, sem levares em conta a quem quer que seja. Por quê? Nos homens não considera as pessoas. Dize-nos, pois, qual a sua qual a tua opinião sobre isso? Énos dado, é nos desculpem, permitido pagar ou deixar de pagar a César o tributo? Este texto é conhecido por muitos de nós. Foi um texto preparado pelos fariseus da época que sentiram o crescimento do Cristo e viram quanto que o Cristo é de diferente do judaísmo. Ele buscava acrescentar, interpretar, não denegar, mas iluminar o judaísmo. E os fariseus começaram a preparar situações como esta de armadilha para ver o que que ele ia dizer. E aí eu paro para refletir se essa, se nós não nos lembramos que estávamos entre os fariseus naquela época, possivelmente ouvindo essa conversa, a gente faz diferente. A gente traz essa
ele ia dizer. E aí eu paro para refletir se essa, se nós não nos lembramos que estávamos entre os fariseus naquela época, possivelmente ouvindo essa conversa, a gente faz diferente. A gente traz essa conversa pro contexto dos dias atuais. E o que que nós faríamos? Como nós pensamos? Essa é uma questão interessante, porque estas armadilhas ou estas situações o dia nos oferece várias vezes. Nós vivemos uma sociedade hoje que tá muito mais ocupada do mundo virtual, do mundo irreal, muito pouco eh preocupado com questões de essência, por várias razões que parece que isso é o certo. Parece que para mim me dá bem no contexto da Terra, eu preciso fazer uma boa propaganda de mim. Eu preciso fazer uma harmonização facial para ser mais agradável. E aí o nosso espírito vai ficando para trás. E a gente precisa pensar que nós somos simplesmente uma representação do nosso espírito. Fisicamente falando, não há como inverter. Nós não devemos inverter essa questão de sermos encarnados vivendo experiências espirituais, porque na verdade é o contrário. Nós somos espíritos aqui, nós encarnados, não tô falando dos irmãos que nos ouvem aqui, os desencarnados, uma multidão que nos assiste, mas verdadeiramente nós somos espíritos. A nossa casa é no mundo espiritual e a gente tá passando um breve instante e que os espíritos defin momento de faísca, como uma encarnação. E a gente muitas vezes sofre tanto e tem tanto de sabor. E aí justifica e mando nos ajudar. quando ele diz o maior obbice de todos nós encarnados continua sendo isso, o nosso apego à matéria, a valorização das coisas da terra, não que a gente deva desvalorizá-las, mas sobre elas colocar luz do espírito. E aí nós lembramos, obviamente de pessoas como Paulo de Tarso, que fez numa encarnação uma transformação de Saulo, um perseguidor dos cristãos, para aquele que é o apóstolo dos gentios. E aí vem-nos uma grande lição da espiritualidade. Não é, não há limite paraa nossa evolução numa encarnação. É nós que limitamos. E o próprio Paulo
cristãos, para aquele que é o apóstolo dos gentios. E aí vem-nos uma grande lição da espiritualidade. Não é, não há limite paraa nossa evolução numa encarnação. É nós que limitamos. E o próprio Paulo nos diz isso quando ele diz que os impedimentos não estão na lei, os impedimentos estão em nós. Então a gente precisa referenciar, parar e pensar sobre umas coisas que a maioria de vocês sabe. Eu me lembro dos primeiros passos nas escolas, de vários aspectos, quando diziam que eu podia dar mais do que eu costumiramente dava, que eu podia render mais. E a gente vai evoluindo e aí os estudos vão nos mostrando que nós temos, né, uma capacidade exercitada de talvez 10%. E eu me perguntava onde é que estão os outros 90%. Hoje, segundo o Leão Deni, nós sabemos, estão no espírito, porque como diz Leon Deni, quem manda não é o cérebro físico que fica lá com as suas moléculas, com seus hormônios, trabalhando, pensando, é a mente que se sobrepõe a ele e cria o cérebro. E nessa mente, segundo o Leondin, nós temos vários gabinetes, o da imaginação, do desejo e por aí vai. Mas sobre ele está a vontade. E aí eu me lembro porque o Franco falou: "Quando Cristo nasceu, os espíritos de luz de várias moradas de nosso pai, nós estamos num planeta que é de terceira categoria. Nós estivemos nesta época vibrando, comemorando naquela frase que o Franco lembrou: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens". foi uma coisa sentida, equada por espíritos de outras esferas que reconhecem o valor e o poder do Cristo do amor, que é Jesus de Nazaré. Então, gente, esse fato é marcante e os espíritos nos dizem isso que o Franco leu, os espíritos nos dizem que nós não conseguimos valorizar e entender o exemplo da mangjedora, porque ele poderia ter nascido em qualquer outro lugar, mas as coisas se encaminharam e ele optou por nascer numa manjedoura para nos ensinar o quê? harmonia da natureza, representação das leis de nosso pai entre os nossos irmãos menores, os animais, etc., para nos chamar tanto
inharam e ele optou por nascer numa manjedoura para nos ensinar o quê? harmonia da natureza, representação das leis de nosso pai entre os nossos irmãos menores, os animais, etc., para nos chamar tanto nessa hora inicial como na hora final na Santa Ceia e o demais exemplos, a o valor da humildade e da simplicidade, que para nós falarmos do amor hoje preciso recordar isso, porque o amor não é uma coisa que eu planto hoje, amanhã nasceu. O amor é um sentimento que ele é regado pelas virtudes. E as virtudes nós precisamos construir. E essas virtudes excitadas no dia a dia da bondade, da tolerância, do perdão, da compreensão, vão nos aumentando a capacidade da gente conseguir ser obediente, da gente conseguir ser resignado, aceitar as coisas como nosso pai nos oferece e aí começar a reclamar um pouco menos e sermos um pouco menos rebeldes e de uma certa forma facilitarmos a nossa própria evolução. Então, nós precisamos recordar e um dos exemplos belíssimos para mim simplificar é Francisco de Assis, é o Chico Xavier, que são espíritos que nos mostram como se pode viver uma vida cristã. Nesse sentido, então, o que que acontece quando os fariseus arrumam essa conversa, cham os discípulos e manda os discípulos perguntar para ele? Olha que que Jesus responde. Jesus, porém, que lhes conhecia a malícia, respondeu: Hipócritas, por que me tentais? Apresentai-me uma das moedas que se dão em pagamento do tributo. E tendo-lhes eles apresentado um denário, perguntou Jesus: "De quem são essas imagens e essa inscrição?" de César, responderam eles. Então, observou-lhes Jesus: "Dai, pois a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Então, gente, nós, isso remete aquele texto evangélico que nós conhecemos, mas de nós, que é a gente tentar separar Deus e mamão. Por quê? Porque muitos de nós tentamos conciliar os dois, viver atendendo os dois, o que é impossível. Por que que é impossível? Porque mamão se entende nessa hora por todas as forças, os quereres, os poderes que a matéria nos oferece.
mos conciliar os dois, viver atendendo os dois, o que é impossível. Por que que é impossível? Porque mamão se entende nessa hora por todas as forças, os quereres, os poderes que a matéria nos oferece. Mas Deus é força criadora, é luz, é energia que está em nós e nós precisamos reconhecer isso. Então, gente, reflitamos esta situação, ou seja, o mundo, entre aspas, procurando nos enredar no dia a dia, é muito costumeiro, principalmente nestas fases que nós vivemos. sempre foi assim. Na época de Jesus já era assim, mas hoje se faz mais intenso. Por quê? Porque nós vivemos um período de transição acelerada. Nós precisamos acelerar o nosso passo para sermos espíritos regenerados, porque o planeta está caminhando para regeneração. Vai deixar de ser um planeta de provas e e expiações. Só que a gente fica meio que esperando o planeta fazer isso para daí a gente embarcar no planeta. E deve ser o contrário, porque na verdade nós podemos viver já em nós o mundo regenerado num numa época num planeta de provas e expiações. E o que os espíritos estão fazendo é nos convidando. Aliás, Dr. Bezerra diz convidando, não convocando, porque convidando ele convidava tempos atrás, em outras eras. Hoje ele diz, vocês estão convocados a dar sinais do Cristo. Porque vamos analisar para mim aqui falar, eu sei que falo para alguns encarnados e para uma multidão maior e que muitos dos árabes que vêm lá do período de Abraão, Jacó. E nós temos na humanidade hoje um terço que acredita no que eu tô falando, um outro terço que tem suas dúvidas e um terceiro terço que não quer saber, que é contrário. E aí se fazem esses embates desses 3/3 e nós somos convidados e aí como diz to Bezerra, convocados a ajudar, convencer principalmente aquele terço que é rebelde, recalcitrante, que conhecem e que são os mesmos fariseus daquela época que estão entre nós nas nossas reuniões mediúnicas. Ele nos falam, não vem me falar de evangelho, eu conheço. Fui eu que ajudei a em parte criar os fatos que vocês registraram ou
ariseus daquela época que estão entre nós nas nossas reuniões mediúnicas. Ele nos falam, não vem me falar de evangelho, eu conheço. Fui eu que ajudei a em parte criar os fatos que vocês registraram ou às vezes a gente mesmo registrou. O que a gente quer é que vocês nos convençam que este Jesus que vocês estão falando é o Cristo do amor. E aí, e aí eles dizem, não é com palavras que vocês vão fazer isso, e muito menos com textos escritos, é com a vivência. Nós vamos acompanhar vocês nas 24 horas do dia para saber se vocês nos convence. E essa a realidade que nós nós vivemos. Não vou falar mais disso porque tá lá no reformador. Essa mensagem é do Dr. Dias da Cruz e ela se chama os 3os e ele fala e fica falando uma série de coisas que a gente precisa refletir, porque andar com o Cristo nos dias atuais não é fácil, não é um caminho de facilidades. Então, a gente precisa saber como está caminhando, com quem está caminhando e, de uma certa forma tirar o Cristo da cruz, porque há muito tempo em espírito, ele já nos busca e a gente precisa sentir ele. E aí a gente vai pra Jornão de Angelos. A Jornal de Angelos diz que o nosso mundo é um mundo de sobrevivência. Cada um busca se dar bem, cada um busca sobreviver, mas ela não chama atenção para gente deixar esse mundo da sobrevivência e passar pro mundo da vivência, ou seja, não simplesmente sobreviver, mas viver. E ela disse: "Se vocês verdadeiramente professarem, fizerem as coisas que vocês falam, vocês vão começar a sentir um calor interno, uma consciência tranquila. Aquilo que os outros pensam e falam, dizem, já não tem tanta importância. Eu começo a me sentir mais seguro e eu começo a sentir aquilo que ela fala que é a força do amor cristão. Mas Jesus não disse: "Eu não vim para os doutos, eu não vim para aqueles que usam as tribunas, falam, falam, falam, eu vim para os doentes, eu vim ajudar". E aí, gente, nas 24 horas do dia, a irmã Veneranda, que tá lá no nosso lar, sempre nos ajudando, ela é um espírito que define isso melhor, dizendo o seguinte, abre
vim para os doentes, eu vim ajudar". E aí, gente, nas 24 horas do dia, a irmã Veneranda, que tá lá no nosso lar, sempre nos ajudando, ela é um espírito que define isso melhor, dizendo o seguinte, abre aspas, as ordens imediatas de Deus para convosco são as situações que o dia vos apresenta. Fecha aspas. Que que eu tô querendo dizer com isso? todos os esforços no sentido de nós esclarecermos, de nós conhecermos, de nós sabermos quem disse isso, aquilo, de nós nos envolvermos, nos encantarmos com esses exemplos são válidos. Mas o que a gente precisa fazer é viver, é colocar em prática. E próprio Kardec que nos deixou estas obras maravilhosas, o Kardec nos diz: "Trago-vos as primeiras páginas de uma sabedoria que se vocês colocarem em prática, vocês vão abrir novas janelas, novas portas para novos conhecimentos." E nós estamos nessa fase. Nós temos várias mensagens publicadas na revista reformadora, uma delas do padrinho Padícero, quando ele diz o seguinte: "Muitos católicos sabem disso, muitos evangélicos sabem disso, mas quem verdadeiramente tem melhores condições de dar sinais do Cristo paraa humanidade são vocês espíritas". E aí seria assim, a bola tá na nossa mão, a gente precisa ajudar. Dr. Bezerra ano passado no deixou uma mensagem também já publicada que diz o seguinte: "E não esperem os espíritas ser uma multidão, porque os espíritos não vão ser uma multidão. Os espíritos vão ser aquele fermento que vai levedar essa massa, essa multidão. Então a gente precisa reflexionar, pensar na importância que nós temos. E nesse sentido, então, nós temos esta lição aqui que nos ajuda a refletir. E aí Kardec insere o comentário dele sobre esta página evangélica que eu li. A questão proposta a Jesus era motivada pelas circunstâncias de que os judeus, abominando o tributo que os romanos lhe impunham, haviam feito do pagamento deste tributo uma questão religiosa. Ou seja, é como se a gente pegasse o IPVA que nós pagamos, o imposto de renda e transformasse isso numa contenda
os romanos lhe impunham, haviam feito do pagamento deste tributo uma questão religiosa. Ou seja, é como se a gente pegasse o IPVA que nós pagamos, o imposto de renda e transformasse isso numa contenda religiosa. Numeroso, numeroso partido se fundara contra o imposto. O pagamento desse constituía, pois, entre eles, uma irritante questão de atualidade, sem o que nenhum senso teria a pergunta feita a Jesus. É nos listo pagar ou deixar de pagar a ca do tributo? havia nesta pergunta uma armadilha. contavam os que a formulavam poder e conforme a resposta excitar contra ele, ou seja, Jesus, a autoridade humana ou os judeus dissidentes. Mas Jesus, que lhes conhecia a malícia, contornou a dificuldade, dando-lhes uma lição de justiça, com o dizer que cada um seja dado o que lhe é devido. E aqui Kardec sugere que a gente leia na introdução dessa obra, né, mais referências sobre os publicanos, que eram aqueles que cobravam os impostos. Então o que que eu tô querendo dizer é o seguinte: a nossa vida seria mais justa? estaríamos colaborando com o Senhor. Mas se nós nos preocupássemos menos em fazer uma justiça nossa e aceitássemos mais a justiça divina. O que que diz a prece de cáritas? Ela diz o seguinte: Deus pode, como a faísca abrasar a terra toda. Então, por que que tá acontecendo as guerras? Por que que nós temos tanta situação acontecendo? É para ver se a gente aprende. Por quê? Porque nós já tivemos inúmeras oportunidades. E se vocês forem refletir, as guerras acontecendo agora, principalmente as do mundo árabe, são na mesma região onde André, onde Felipe foram conversar com aquele povo que está representado hoje por aqueles que guerreiam. E eles fizeram o quê? colocar fogo naquela população. Era é conhecido como Decápoles, a região. Eram 10 eh eh comunidades e e povos na época. Vem correndo e pedem Jesus precisa nos ajudar. E o Cristo vai para lá, vai com os discípulos, é insultado no início, aquela coisa toda, manda todo mundo sentar no chão para, de uma certa forma dialogar e conhecer as razões, a
s precisa nos ajudar. E o Cristo vai para lá, vai com os discípulos, é insultado no início, aquela coisa toda, manda todo mundo sentar no chão para, de uma certa forma dialogar e conhecer as razões, a exposição do porquê. E aí ele inicia, o dia se passa e ele inicia aquilo que nós conhecemos como milagre da multiplicações, a o primeiro milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. Eram mais ou menos 4, 5.000 pessoas que se juntaram. Gente, nesta mesma região, nós temos as guerras hoje, ou seja, o palco é o mesmo. Nós continuamos extremamente iguais, como dizem os espíritos, e nos convidam, já que somos espíritos milenares e na época vivíamos, a nós refletir, a nós avaliar e acertar o nosso passo. E aí, por fim, item sete, essa sentença daéso que de César não deve, entretanto, ser entendida de modo restritivo e absoluto, como tudo no Evangelho. Jesus usava as parábolas para nos deixar ensinos atemporais para nos servir a qualquer tempo. Então, gente, estamos aí, né? Não tem aí uma série de discussões sobre os impostos, sobre questões, são as mesmas contendas. Como em todos os ensinos de Jesus, há nela um princípio geral. Jesus fez isso. Algumas coisas ele no ensinou de forma direta, fazendo milagres, etc. Outras não. Outras ele nos falou por parábola para que a gente conseguisse extrair cada um de nós segundo a sua necessidade, o que nós precisávamos disso até os dias atuais. Porque aí Kardec nos ajuda quando ele diz o seguinte: "Não tem dois espíritos iguais". Obviamente aquilo que eu falo não deve ser compreendido de forma igual por todos vocês, porque essa compreensão deve atender por princípio da lei divina a necessidade e o próprio merecimento e a própria condição da compreensão. Claro, por causa disso que em todos os ensinos do Cristo há princípios gerais. Então, é preciso extrair o espírito, o significado da letra para que a gente consiga aproveitar. Resumido sobrática e usual e deduzido de uma circunstância particular. Esse princípio é consequente daquele segundo o qual devemos proceder
o significado da letra para que a gente consiga aproveitar. Resumido sobrática e usual e deduzido de uma circunstância particular. Esse princípio é consequente daquele segundo o qual devemos proceder para com os outros, como queríamos que os outros procedam conosco. E aí, quando eu falei há pouco, se nós tivéssemos mais preocupados com nosso senso de justiça e colocar isso em prática, nós estaremos caminhando mais sobre os desígnios e a providência divina, porque todos nós sabemos o que nos agrada, o que nos faz bem, só que a gente cobra do outro outras coisas. E na verdade nós somos todos irmãos. Segue aqui, Kardec. Ele condena todo o prejuízo material e moral que se possa causar a outrem, toda a postergação de seus interesses e prescreve o respeito aos direitos de cada um, como cada um deseja que se respeitem os seus. E aí eu parei para refletir hoje quando eu li isso sobre que maravilha seria o mundo se nós fizéssemos isso. Tipo assim, até aqui eu vou, mas aqui começa o direito do outro e o respeito, etc. a nossa vida de relação seria muito melhor. E nós estamos construindo isso em cima primeiro do conhecimento. Muitos de nós sabemos disso, mas o que que acontece no dia a dia, a gente coloca isso como bela lição, mas vive na verdade o cotidiano. E o que nós somos convidados a trazer o evangelho como roteiro de nossas existências. É claro que não vai ser uma coisa assim, porque a natureza não dá salto. Os nossos espíritos não vão ir dormir num estágio acordar no outro. Esse é um esforço por causa disso que os espíritos nos dizem, que se conhece o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz para domar suas más tendências e inclinações, que é comum entre nós, porque nós ainda somos espíritos imperfeitos. Fechando aqui, estende-se mesmo aos deveres contraídos para com a família, a sociedade, a autoridade, tanto quanto para com os indivíduos em geral. Então, gente, nós vivemos uma realidade hoje, uma sociedade em conflitos, na verdade. E aí Kardec nos ajuda dizendo,
a família, a sociedade, a autoridade, tanto quanto para com os indivíduos em geral. Então, gente, nós vivemos uma realidade hoje, uma sociedade em conflitos, na verdade. E aí Kardec nos ajuda dizendo, é por causa disso que vocês precisam ter muito trabalho, serem terem confiança e serem solidários, que é o que ele fala, é o estágio atual que o que o próprio espiritismo exige de cada um de nós. E aí, por exemplo, se nós aplicarmos o que eu falei em família, reunirmos, discutirmos o direito de cada um e tomarmos as decisões, nós vamos diminuir os conflitos. Mas o que que acontece? Eu mando e tem que obedecer. E aí nós vivemos uma oportunidade belíssima. E ao contrário do que muitas vezes imaginamos, as situações surgem em família, as complexidades, aí eu um trabalho, parece que vai ser uma maravilha, daí a pouco surgem os problemas, eles são degraus paraa nossa evolução. Então a doutrina espírita, ela veio para nos ajudar, nos relacionar melhor nos nossos trabalhos, na via pública e nós conosco mesmo. E nesse sentido a gente precisa aprender a ser solidário, a respeitar, porque nos dias de hoje parece que tá meio fora de moda o respeito. E aí nós temos, tipo assim, quem grita mais parece que pode mais, mas não foi isso que o Cristo nos ensinou. E nesse sentido, que maravilha seria se nós vivêsemos este mundo. Só fazendo o comentário, na sequência Kardec insere a instrução dos espíritos, mas não é o meu objetivo comentar hoje porque não tá na programação, mas não posso deixar de fazê-lo. O espírito Lázaro, aquele que nós conhecemos, ressuscitado pelo Cristo. Esse espírito em seguida dá uma mensagem aqui que tem por título A lei de amor. É o mesmo Lázaro. E ele nos fala na ótica dele o que é lei de amor. E aqui, gente, então nós temos o Lázaro ajudando a gente entender isso. E no capítulo 9, item oito, ele nos dá uma lição maravilhosa como mensagem quando ele fala da obediência e da resignação. E eu já falei isso sobre o sobre isso hoje. Sugiro que a gente leia esta mensagem. E nessa mensagem ele diz o
nos dá uma lição maravilhosa como mensagem quando ele fala da obediência e da resignação. E eu já falei isso sobre o sobre isso hoje. Sugiro que a gente leia esta mensagem. E nessa mensagem ele diz o seguinte: "Vocês já são obedientes, mas a obediência é o consentimento da razão de vocês. O que vocês precisam fazer é ser resignados, porque resignação é o consentimento do coração." E aí ele vai escrevendo a mensagem. Se não bastasse isso, Lázaro tem uma terceira mensagem que é o dever. Qual é o dever entre nós? Aí ele começa nos lembrando, ele não vive mais aquela fase do duelo. A gente tem que acertar as coisas na base, né, do duelo em via pública. Mas hoje nós vivemos um mundo conflitado conosco mesmo, que a gente tem que parar e ler. Então, gente, este essa obra ela é uma busca de fazer com que a gente tenha elementos para nos convencer que o Cristo é o espírito que melhor nos ensinou e continua nos ensinando a lei do amor e tantas outras. E nesse sentido, então, é bom que a gente reflita sobre isso. Quantas e quantas situações o dia não nos oferece. pra gente aplicar estes ensinos. Então, o evangelho é um roteiro paraa nossa vivência, mas como os espíritos amigos dizem, né, a gente tá muito mais ocupado em saber quem escreveu, onde é que tá escrito, do que pr propriamente entesorar o valor disso e viver e viver de uma forma assim, vou colocando em prática e eu vou usar um ditado bem popular que é das pessoas simples que diz o seguinte: Nós precisamos botar a carroça para andar e as melancias vão se ajeitar. Se nós colocarmos o que nós já sabemos no nosso cotidiano, na nossa vivência, dentro da lei, como diz aqui, do amai-vos uns aos outros, de respeitar o próximo, de amar o próximo e depois dar um outro passo e amar os inimigos, nós vamos transformar uma vida numa vida já de regeneração. Então, o convite dos espíritos amigos é para que a gente já vaiá edificando em nós aquilo que Paulo chamava de tabernáculo de luz, uma igreja viva. E que nós sejamos assim umas cartas vivas,
eneração. Então, o convite dos espíritos amigos é para que a gente já vaiá edificando em nós aquilo que Paulo chamava de tabernáculo de luz, uma igreja viva. E que nós sejamos assim umas cartas vivas, porque como diz Dr. Bezerra, a humanidade sempre precisou de Jesus, mas nunca como agora, porque agora era preciso. É na fila do supermercado, é na via pública, é eu dirigindo, é eu no ônibus, é eu no metrô. que a gente consiga se convencer que nós temos uma belíssima oportunidade. E aí cito Bezerra de novo, mensagens 2016, Congresso Espírita em Goiânia, com to Bezerra diz, abre aspas, os tempos atuais guardam similitude com os tempos da presença do Cristo, homem entre vós. Fecha aspas. Então, nós sempre tivemos necessidade do Cristo, mas nos tempos atuais é imprescindível a nossa participação como instrumentos de boa vontade. Então, os meus desejos que nesse belo domingo, dia dos pais, a gente possa em consideração aqueles, como diz a Gislâia, que nos deram a vida e segue nos dando e ajudando. E, acima de tudo, ao nosso pai maior, a gente por consideração reflexione um pouco mais e assuma determinados compromissos que a gente não deve postergar. Os tempos atuais são extremamente favoráveis para nós afirmarmos a nossa posição de cristãos, não ficando em cima do muro, mas assumindo posições para que a humanidade possa ser iluminada. e aqueles que nos antecederam já deixaram de ser encarnados e a a responsabilidade está mais conosco hoje. Então, que a gente se sinta animado. Eu agradeço aí a atenção, os ouvidos de vocês e peço a Deus, nosso pai que nos renove as oportunidades, amplie o entendimento para que a gente possa ser mais irmãos e o Cristo possa nos usar como instrumento se cristianizar nessa humanidade. Agradeço um excelente final de domingo. Então, muito obrigado. Nesse momento a gente só agradece a esses dois papais aqui que a gente conhece que tem dois tem duas filhas lindas que já deram frutos maravilhosos. Parabéns ao Hélio, ao Franco nesse dia dos pais. E eu vou dar uns
a gente só agradece a esses dois papais aqui que a gente conhece que tem dois tem duas filhas lindas que já deram frutos maravilhosos. Parabéns ao Hélio, ao Franco nesse dia dos pais. E eu vou dar uns recadinhos e vou passar a palavra ao frango para fazer a nossa oração final. Eh, eu gostaria de comentar com vocês esses dois livros que eu adquiri aqui na livraria. Achei, achei tão bonito esse a Leal fez essa edição de comemoração eh de Mess de Amor, uma edição comemorativa. Foi o primeiro livro editado do Divaldo Franco na O espírito Joana de Ângeles, né, editado por Joana de Angeles. Achei interessante que é um livro de comemoração de 60 anos de editoração de livro dele, porque ele eh psicografou outras obras antes, mas que não haviam sido editadas. Foi editado em 5 de maio de 2024, comemorando 60 anos da primeira do primeiro livro, né, editado. E esse livro tem 60 capítulos. E o último capítulo é intitulado eh olha que curioso, Hélio, achei interessante isso. Ante a desencarnação, então como se fosse quase uma preparação da de toda uma vida, né, que estava no porvir ali do nosso amigo Divaldo Franco. Então, uma edição bonita, capa dura, né, do primeiro livro editado e uma o lançamento aqui da nossa editora, a Federação Espírita Brasileira, eh, de Adilton Puglies, um estudo, né, sobre o nosso, que a gente só deve agradecer ao nosso querido Allan Kardec, que organizou a nossa amada doutrina espírita, eh, a grandeza de um homem, né? Um estudo sobre Allan Kardec quentíssimo, saiu do forno agora. Fica aqui o comentário, está disponível na livraria também para encomendar. E também a gente eh comenta sobre essa editoração porque é a nossa fonte de estudo, né? O Pentateuco tá disponível para download no site da FEBR gratuitamente. Então, o estudo da doutrina espírita é gratuito. a também aqui na Federação Espírita Brasileira, assim como em todos os centros espíritas, gratuitamente, mas também eh a venda dos livros, tanto na FEB como em todo o movimento espírita, ele eh suporta
também aqui na Federação Espírita Brasileira, assim como em todos os centros espíritas, gratuitamente, mas também eh a venda dos livros, tanto na FEB como em todo o movimento espírita, ele eh suporta a própria infraestrutura dos centros espíritas. Como que é possível a existência dessa infraestrutura paraa gente poder realizar os estudos? É com é com o nosso é com a nossa associação, né, que todo centro espírita tem e com a venda de livros também. Então, a gente enquanto sociedade civil se organiza, editora como membros associados a gente contribui também. Então, quem tiver interesse em ser associado da FEB, pode eh se informar junto à recepção como fazê-lo também. E nós mesmos nos apoiamos para que essa estrutura de estudo, de aprendizado, de conhecimento se perpetuei. Porque começou lá atrás sobre a inspiração, sobre autorização do nosso Senhor Jesus Cristo. Então é por isso que a gente divulga, porque é nossa responsabilidade por estarmos aqui, por divulgar as possibilidades de conhecimento que nos consola, não é mesmo? Então, a gente agradece a presença e, na verdade, a companhia, porque todos nós aprendemos eh a oportunidade do trabalho, né, o aprendizado em estarmos aqui. Então, quem desejar o passe, basta permanecer aqui na casa, né, sentadinho. a equipe vai organizar eh o o passe e chamar cada um. Então, convido o Franco para conduzir a oração, por favor, Franco. >> Mestre Jesus, Cristo querido, Cristo de Deus, nós te agradecemos pelo encontro, pelos ensinamentos. Pedimos tuas bênçãos, Senhor, para todos nós. Mas abençoa também, Senhor, os enfermos nos hospitais. nos corredores, nas UTIs, nos apartamentos. Abençoa os médicos, Senhor, enfermeiros, assistentes, o pessoal da hotelaria, da segurança, do administrativo. Abençoa, Jesus, nossos irmãos nas penitenciárias, nas delegacias, nos cemitérios, nos necrotérios, nas vias públicas, Senhor, nos orfanatos, nos asilos, nos hospícios. Abençoa nossos governantes, Jesus, em todo o nosso planeta. Abençoa aqueles, Senhor,
s delegacias, nos cemitérios, nos necrotérios, nas vias públicas, Senhor, nos orfanatos, nos asilos, nos hospícios. Abençoa nossos governantes, Jesus, em todo o nosso planeta. Abençoa aqueles, Senhor, que nos últimos dias se suicidaram, passaram pela pena de morte, pela eutanásia, pela violência gratuita, pelo aborto, Senhor. Abençoa, Jesus, toda a nossa humanidade. Muito obrigado. >> Obrigada. Uma ótima semana a todos. Muita paz. Fiquem com Fiquemos todos com Deus.
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