CURA QUE VEM DE DENTRO - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/07/2025 (há 10 meses) 1:02:30 528 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver doando amor, vibrando luz. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à nossa palestra virtual da comunhão espírita de Brasília. nessa tarde de sábado. เฮ Fica tranquilo. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui Eu Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à palestra virtual da comunhão espírita de Brasília, que nós temos toda todo sábado às 15 horas, cada sábado com um tema que nos chamem a reflexão, a luz da doutrina espírita. Hoje estamos aqui com o tema a cura que vem de dentro. Nós extraímos, temos como referência a esse livro de José Carlos de Luca. O médico Jesus com o capítulo A cura real. essa cura real. Convido a vocês para ficarem aqui conosco nesses 50 minutos pra gente tratar um pouquinho desta cura, saber como o melhor caminho e o que provoca essa doença. Vamos fazer a nossa prece inicial para darmos início ao nossos trabalhos de hoje à tarde. Convido a todos a fecharem os seus olhos, a mentalizarem aí no ambiente onde estiverem, no seu trabalho, na sua casa ou em qualquer lugar, mentalizar o semblante do nosso mestre Jesus, do nosso Deus, pai amado de misericórdia, aos amigos espirituais que andam conosco, ao nosso mentor ou mentora, o anjo da guarda, Como quer que chamem, clamando a Deus, Pai de finita bondade, ao nosso mestre amado Jesus, que na palestra de hoje tenhamos inspiração, possamos levar o teu evangelho a Cristo à luz da doutrina espírita. Assim te pedimos mais uma vez e te agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui, poder estudar o teu evangelho, poder estudar essa doutrina que nos esclarece, nos consola e nos acolhe. Obrigado, mestre. E assim pedimos permissão e damos início a mais uma palestra virtual da comunhão espírita de Brasília.

gelho, poder estudar essa doutrina que nos esclarece, nos consola e nos acolhe. Obrigado, mestre. E assim pedimos permissão e damos início a mais uma palestra virtual da comunhão espírita de Brasília. E peço aqueles que estão aqui que possam deixar o seu like, curtir a sua página, curtir a nossa página, levar para que possamos continuar levando o evangelho a todos os cantos. Ao final dessa página, dessa palestra, compartilhe. Então, queridos irmãos, nesse tema de hoje, a cura que vem, nós temos como referência a esse livro, O médico Jesus de José Carlos de Luca, no capítulo A cura real. Ela começa com uma passagem de um psicólogo, escritor e um médico que escreveram o livro A doença com Caminho. E a frase diz o seguinte: Se a consciência de uma pessoa Se a consciência de uma pessoa se desequilibra, o fato se torna visível e palpável. na forma de sintomas corporais. Por isso, é uma insensatez afirmar que o corpo está doente. Olha o que que essa frase nos diz: "Só o ser humano pode estar doente. No entanto, se estar doente se mostra no corpo como um sintoma. Abre aspas. Quando uma tragédia é representada no palco, não é o palco trágico, mas a peça teatral. Quer dizer, o nosso corpo ele faz analogia aqui como um palco, né? Então ele tá dizendo aqui que o que tá doente é somos nós, né? Não é a nossa forma de agir, é a forma de pensar. E quando a gente pensa nisso, a gente coloca que muitas vezes buscamos curas físicas imediatas, mas esquecemos que a cura mais profunda e duradora começa no interior da alma. A nossa cura, ela tá dentro de nós. A gente vai ver aqui nessa leitura que José Carlos Deuca nos traz, que muitas vezes procuramos a cura física, mas aquela doença corpórea, ela é provocada por pensamentos, por atos nossos. E nessa frase aqui de de desses filósofos, né, que que é o o o são filósofos alemão, o Rudner, Dunk e o Deflen escreveram o livro A Doença como Caminho. Eles trabalham muito isso. Por isso que José Carlos Delca como médico, ele começou a a colocar aqui com essa frase

filósofos alemão, o Rudner, Dunk e o Deflen escreveram o livro A Doença como Caminho. Eles trabalham muito isso. Por isso que José Carlos Delca como médico, ele começou a a colocar aqui com essa frase que eu achei bem interessante. Esse livro, A Doença, eh, é o caminho é o de autoconhecimento e cura. É um livro em que você vai poder ler e conhecer você mesmo. E José Carlos de Luca, ele começa aqui falando o seguinte: "Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta. A cura real somente acontece do interior para o exterior do cerne para a forma transitória. Quer dizer, eu tenho que trabalhar o meu interior, que aí vai trabalhar a minha mudança para depois eu torná-las em ações, né? Então ele é bem claro aqui nisso. E ele diz o seguinte, ele continua falando: "Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia". Muitas vezes aquela dor no peito que nós sentimos, aquela angústia toda, ela não é um problema do coração, sim um problema de ansiedade, de angústia, um problema mental. Então, a gente tem que decifrar e essa, ele vai falar aqui durante a a leitura, a gente tem que procurar decifrar o que que tá provocando aquilo, qual todo aquele sofrimento que eu tenho que tá me provocando aquela angústia, qual os desequilíbrios mentais, o que que eu procurei fazer da minha vida. Uma vez uma colega minha me ligou, falou: "Wagner, eu não tô bem. Ela já tava fazendo um tratamento na comunhão e ela falou assim: "Eu não tô bem". E eu falei: "Sim, o que que você tem?" Ela: "Eu tô com a uma angústia, um desespero, uma dor, uma tristeza." E eu falei: "O que que você tava fazendo antes de acontecer isso?" Á, eu tava em casa, minha mãe me ligou, eu discuti com ela. Aí eu já depois já liguei pro meu irmão. Meu irmão já também falou um monte de coisas para mim que eu não tenho paciência com minha mãe. E aí desencadeou. Aí eu falei: "Você buscou quando desligou as ligações,

depois já liguei pro meu irmão. Meu irmão já também falou um monte de coisas para mim que eu não tenho paciência com minha mãe. E aí desencadeou. Aí eu falei: "Você buscou quando desligou as ligações, fazer uma prece, se conectar?" Não, eu fiquei pensando naquilo tudo que eles me falaram. Falei: "Então, você tá angustiada, você tá em sofrimento mental e o seu corpo tá reagindo". Por isso você tá com essa dor no peito. Quando eu li isso daqui, eu lembrei dessa situação e eu falei para ela, você tem que buscar se conectar na hora. Você tem que buscar os melhores pensamentos. Esquece o que eles falaram. Depois você pensa nisso, porque no momento você tá muito irritada. Aí ela pegou e falou assim: "É, realmente você tem razão". Falei: "Vamos fazer uma prece". Aí fizemos uma prece, ela se acalmou, chorou bastante e depois ela me falou que tava bem, me mandou uma mensagem dizendo que estava bem naquele momento, estava bem melhor. Falei: "Você percebe como que são os pensamentos na cabeça da gente? Porque quando eles entram, Divaldo Franco fala, falava, a gente não controla mais. O pensamento chega, ou eu torno ele em ação, ou eu elimino. Elimino de uma forma que eu vou pensar outras coisas. Tô com muita raiva do meu irmão. Não, não tô com raiva do meu irmão. Aquele chefe me deixou irritado. Não, aquele chefe não me deixou irritado, porque senão o seu corpo vai reagir, o seu corpo vai mandar uma notícia para você de que tem alguma coisa errada, alguma coisa não tá em sintonia. E ele diz aqui, ó, conte a seu médico. Ele vai narrar uma série de fatores aqui, que é bem interessante a gente ver isso. Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você com o seu gênio aumenta a produção de ácido no estômago. Quando a gente fica nervoso, quando a gente, o corpo ele reage muitas vezes por defesa e a gente tem muito ácido que ol tá falando e vai soltando. Por isso que essa cura a gente fala que vem de dentro. A gente tem que curar a nossa forma de agir e de pensar.

eage muitas vezes por defesa e a gente tem muito ácido que ol tá falando e vai soltando. Por isso que essa cura a gente fala que vem de dentro. A gente tem que curar a nossa forma de agir e de pensar. A gente tem que a a não muitas vezes resolver as coisas impulsivamente. Quando a gente pega uma situação e você quer resolver naquela hora, muitas vezes aquela hora não é de resolver, porque tá você nervoso, tá a pessoa envolvida nervosa, tá todo aquele contexto numa situação. Então você tem que equilibrar seu corpo, porque o seu corpo ele é reação de tudo. A gente é espírito, mas essa matéria que que carrega o nosso espírito é todo um mecanismo em que ele se conecta com o espírito através do perespírito. E para isso nós temos os pensamentos, temos todo um sistema organizado para que dentro dessa encarnação nós possamos evoluir o nosso espírito. Mas isso nós estamos prejudicando, nós estamos trazendo doença. Jesus em uma fala de Mateus 15:11, ele diz: "Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas o que sai dela". Porque os fariseus eles tinham muito, não pode comer isso, não pode comer aquilo, não pode dia de sábado, não pode, não pode isso. Então ele tinha que ele, ele falou isso de uma forma que para nós hoje é como fosse escrito hoje, né? Então não é o que entra, é o que sai. E o que sai são os seus pensamentos. Você pensou, falou e executou. E o que que você pensou? Com quem que você se conectou? Tem uma conversa de Joana de Angeles com Divaldo Franco em que Divaldo Franco tenta se matar no elevador do de Salvador. Ele no filme mostra bem claro, ele tenta pular e quando ele vai pular ele escuta um monte de grito. Só que ele tá sozinho na rua de madrugada. Ele tá desesperado, ele tá triste, ele tá abalado e ele é logo no início e ele não pula. Aí ele vê a irmã dele que tentou suicídio, que suicidou-se e disse para ele: "Di, não faça isso. Olha como eu estou até hoje." E ela diz: "Di, não faça isso, por favor. Isso não vai ser legal para você". Tipo assim, aí ele vai, se recolhe e

o, que suicidou-se e disse para ele: "Di, não faça isso. Olha como eu estou até hoje." E ela diz: "Di, não faça isso, por favor. Isso não vai ser legal para você". Tipo assim, aí ele vai, se recolhe e senta numa escada e Joana Deanes aparece e ele cobra muito dela, dizendo que ela não protege ele, que ela não defende, que aquele espírito sempre ataca ele, que é o espírito que é que é obsessor dele há muitos anos. E na toda aquela narrativa, ele tá cheio de razão, cheio de raiva, cheio de ressentimentos, chega a tá com sudorese trêmulo e ela fala: "Não, de volta, a gente não pode intervir nos seus na sua vida. Você tem o livre arbítrio. Agora percebes com quem você tá se conectando, quais são os seus pensamentos para te levarem a tanta perturbação? Você está procurando elevar os seus pensamentos em oração, em pressa, em recolhimento, em cuidado com você, no autocuidado, né? no auto amor ou você tá se conectando com aqueles que vão te deixar mais perturbada ainda. E ele fala isso, ela fala isso para ele e ele fica ali, questiona mais algumas vezes, mas ele entende depois. Tanto é que ele a gente sabe que é de volta, né? Então, quando ele fala que da azia, é isso. Você tá reclamando lá, procurando um remédio para paraia para isso, mas o que que provocou aquilo? Muitas vezes foi uma irritação que você teve, uma aborrecimento em que você deixou aquilo tomar conta de você. Por isso que a gente fala que a cura vem de dentro. Quando eu mudo a minha forma de ver aquele contexto daquela situação, que é uma oportunidade, que aquilo ali não é um castigo, que eu não sou a vítima, não é fácil. Não é fácil. Por isso que nós estamos tendo essa conversa aqui. E a melhor busca é através da oração. Ah, Wagner, mas tem momentos que eu não consigo nem baixar a cabeça e me concentrar. Eu sei. Pede ajuda, vai conversar com amigo. Faz uma conversa boa, uma conversa, como dizia minha avó, frutífera. Não sei o que que é a conversa frutífera, mas minha avó falava, era muito bom essa palavra,

i. Pede ajuda, vai conversar com amigo. Faz uma conversa boa, uma conversa, como dizia minha avó, frutífera. Não sei o que que é a conversa frutífera, mas minha avó falava, era muito bom essa palavra, entendeu? Deve ser aquela conversa que dê frutos, né? Por isso que ela falava frutífero. Então, eh, e quando Jesus em Mateus 15:11 fala isso, que o ele já tava prevendo as nossas ansiedades, as nossas aflições e tudo. E Jesus é o maior remédio. O seu evangelho é como cápsulas curativas para nós, porque são exemplos. Ele não fala faça isso não. Ele dá exemplos, as parábolas, né? Ele ele lida com a gente de uma de uma forma tão suave e tão gentil que ele diz: "Olha aí, ó, essa parábola". Aí você vai lá ler, vê a parábola do semeador. Tem que semear para, pô, é mesmo, né? Eu tenho que semear na vida, tem que fazer isso. A misericórdia do cara que pediu perdão ao rei e e depois não perdoou o funcionário. Pô, eu tenho que perdoar para ser perdoado, né? Eu só peço perdão e não sou perdoado. Eu só peço perdão e não perdoo. A do bom samaritano, né? Não adianta o cara ser religioso, viver dentro da igreja ou dentro do centro espírita, se o coração dele não tá cheio de bondade, de caridade, de servir. E ele quer só ser servido, né? É só aquele cara que quer chegar lá, tem a sala do passe tudo pronto para ele, a o auditório da palestra, o palestrante lá para dar palestra para ele, depois o pessoal do atendimento fraterno, tem tudo ali à disposição dele, né? Tudo. Mas na hora que ele é chamado para trabalhar, para ajudar, não posso. Não dá. Minha vida é corrida, eu não tenho tempo para isso, nem para ficar ali com aquele colete do Eu posso ajudar, que é uma horinha, duas ali orientando o pessoal o que a casa tem de serviço, trabalhar no bazar, na sopa, na turma do evangelho do lá, vários trabalhos de auxiliar na Ded. Quer dizer, ele quer tudo pronto, tudo prontinho, mas ele não quer ajudar. Não posso, mas critica, critica que isso não funciona, aquilo não funciona, esse daqui não sabe

trabalhos de auxiliar na Ded. Quer dizer, ele quer tudo pronto, tudo prontinho, mas ele não quer ajudar. Não posso, mas critica, critica que isso não funciona, aquilo não funciona, esse daqui não sabe trabalhar, aquele lá, mas não quer se envolver. Então isso é uma doença. Eu tô doente por dentro e não vejo isso, porque eu só critico, eu só falo, eu não ajudo em nada, eu não acrescento em nada, eu só olho para mim, eu só quero que me atendam. Só isso. Não que não possa acontecer isso. Pode, mas eu eu quis apenas mostrar. A casa não cobra que você tenha que pagar pelo seu não. O espiritismo não faz proselitismo. Mas eu só quis mostrar o tanto que a gente não quer saber de se envolver. Tem um meme que eu acho muito interessante eh na internet. Dia de cura na casa espírita, uma fila imensa. Todo mundo quer a cura. Dia de estudo, a fila curtinha. Ninguém quer saber o que que eu posso fazer paraa minha cura. Eu quero chegar lá, ser curado e embora. E Jesus quando ele curava, ele transformava a pessoa. Ele não só curava. Nós vamos ver isso daqui durante a nossa palavra. Pois o mal, como também o desequilíbrio, nasce no interior. Nós já falamos sobre isso. Allan Kardec, em o livro dos espíritos, ensina que doenças são muitas vezes provações necessárias ou reflexo do passado. José Carlos Deluca vai dizer isso aqui lá para lá na frente, mas continuando, ele vai dizer o seguinte. Conte ao seu médico que você tem diabetes. Relate que você tem diabetes. No entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso das frustrações. Mencione que sofre de enxaqueca. Todavia, confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica que é muito sensível, a crítica aleia e demasiadamente ansioso. Quer dizer, você é muito crítico, mas quando a crítica é alheia, é para você, você é demasiadamente sensível. Não gosto que me critiquem, mas adora criticar os outros, né? mete o pau nos outros, fala de tudo, mas quando você sabe que chega alguém e

rítica é alheia, é para você, você é demasiadamente sensível. Não gosto que me critiquem, mas adora criticar os outros, né? mete o pau nos outros, fala de tudo, mas quando você sabe que chega alguém e fala, você é demasiadamente sensível e ansioso. Muitos querem se curar. Olha só que interessante isso. Muitos querem se curar, mas poucos dispostos a neutralizar em si. Olha que fantástico, o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo. Não querem mudar de vida. procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa. Quer dizer, eu, a minha inveja, ela é grande. Eu não quero tratar. Tudo que é meu tá aqui comigo, me pertence. Tô com um coração cheio de mágoa, mágoa de coisas que aconteceram há 10 anos atrás. Mas sempre vem à tona. Ah, mas aquele cara, aquela menina, aquela pessoa, você já tá casado com outra pessoa, você já tá vivendo outra vida, tá feliz? Tá bem. Não, mas aconteceu aquilo, aquilo não dá para engolir. Quer dizer, você tá com aquela ferida que você como aquela ferida da que você que cicatriza quando tá criando a casquinha, você vai lá e tira a casquinha, aí ela flora de novo. Aí ela tá cicatrizando. Quando tá com a casquinha quase cicatrizada, que você vai ficar bom, você vai lá e tchum tchum tchum tchumum tchum. Vai na casquinha, arranca a casquinha e a ferida aparece de novo. Nunca vai se curar, porque você não deixa, você não tira a mão do pescoço do outro. Você tá ali grudado, você tá feliz com outra pessoa aqui, mas não a mágoa, entendeu? Você fica tocando em assuntos e a sua mente ela vai revivendo aquilo e ela vai deixando aquilo dentro de você. Aí vem a o o líquido gástrico que tá aí vem a zia. Aí a zia já se transforma numa isofatia. Aí vai embora. E ele continua dizendo o seguinte: o pessimismo que, né, que é a tristeza, pessimismo é aquele cara que nada vai dar certo para ele, nada. Nada. Ah, vamos fazer isso. Não vai dar certo. Não vai dar certo. Vamos fazer uma caminhada. Não, não, não. Tô com dor

que é a tristeza, pessimismo é aquele cara que nada vai dar certo para ele, nada. Nada. Ah, vamos fazer isso. Não vai dar certo. Não vai dar certo. Vamos fazer uma caminhada. Não, não, não. Tô com dor nas costas, dor nas pernas, vai chover, né? Então, aquele cara pessimista. Vamos pro centro amanhã tomar um passe. Rapaz, vai dar não. Vai dar não. Aquela sala é muito cheia. O povo respirando ali dentro. Não dá certo. A Covid tá aí, a gripe tá aí. Meu médico mandou ficar em casa. Quer dizer, você é pessimista para tudo. E ele diz o seguinte: "Pretendem, pretendem a desobstrução da artérias coronárias, mas querem continuar com um peito cheio de rancor e agressividade." Aquela hora que a gente fala: "Tô com ódio de fulano." Por que que você tá com ódio? Qual o motivo para você ter ódio? Passa, deixa. Tem, eu vi um diálogo no filme de Valdo Franco em que o espírito tava com ódio do daquele irmão, porque o irmão tinha era um médico, tava bêbado e tinha tirado a vida dele. E o que que ele fez? O que que ele fez? E o que que a irmã fez? Falou assim: "Se desliga dele o problema aqui não é ele. Problema aqui tá com você. Você tem que se conectar a você. Deixa ele, ele vai, a consciência vai cobrar isso dele. Mas vamos cuidar aqui de você. Você é o mais importante. Então, quando a gente tem esse olhar que eu sou o mais importante de tudo, por que que eu vou ter ót da pessoa? almejam a cura de problemas oculares. Todavia, não retiram dos olhos a venda do criticismo e da e da maledicência. Quer dizer, eu não deixo de ser crítico e nem tiro o olhar do da maledicência. Não deixo de ser maldoso de jeito nenhum. Não. Ou tudo que eu vejo, eu vejo mal. Vejo mal contra mim, tramando contra mim, porque eu sou a vítima eterna. Tudo conspira contra mim. Eu vejo só a maledicência. pedem solução paraa depressão. Entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação às perdas experimentadas. Quer dizer, eu crio com tudo. Tudo que eu vá fazer tem uma expectativa.

aa depressão. Entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação às perdas experimentadas. Quer dizer, eu crio com tudo. Tudo que eu vá fazer tem uma expectativa. Aquela pessoa que eu vou servir, eu tenho uma expectativa que um dia ela vai me servir. Aquela pessoa que eu sou amigo dela, eu tenho expectativa de que ela vai ser minha amiga. Aquela pessoa que eu amo, eu tenho expectativa de que ela me ama. Eu crio expectativa em torno de tudo que eu faço. Eu não faço por fazer, eu não faço porque eu quero fazer, né? Igual a palavra agradar. Uma vez eu vi uma pessoa falando: "Quer agradar todo mundo?" Não, você não tem que agradar todo mundo. Você tem que fazer por fazer, não é para agradar. E eu sou assim. Eu não faço para agradar, eu faço para fazer, né? Muitas vezes eu já vi pessoas falando: "Mas você faz isso para fulano, ele não merece. Eu tô fazendo para mim. O retorno é meu e o retorno que eu vou ter é o mundo conspirar a meu favor. Pode não ser ele que faça por mim, mas da lá na frente vai ter alguém que faça, entendeu? Porque a caridade ela funciona assim, né? Jesus ele curava sempre, mas deixava uma lição. Vá e não torne mais a pecar para que não se suceda coisa pior. Isso tá registrado em João 5:14. Todos que ele curava, ele falava: "Vá, mas não cure mais. Vá, mas não peques mais, né? E a cura oferecida por Jesus era completa. Jesus não curava só o corpo. Por isso que nós estamos falando que a cura vem de dentro. Ele não curava só corpo, ele curava a alma. Ele fez isso com todos que procuraram. Dois exemplos clássicos, dois exemplos diretos. A mulher que sangrava, o que que ele diz para ela? Ele tira a responsabil, ele tira o mérito dele e fala: "Sua fé te curou". Quer dizer, ele já mostra para ela a importância que ela tem com ela, porque ela buscou aquilo através de uma fé. em que aquele homem em que ela só tocasse, ela não precisava que ele abraçasse, que ele tocasse na ferida dela, não. A fé dela o curou e isso transformou o

porque ela buscou aquilo através de uma fé. em que aquele homem em que ela só tocasse, ela não precisava que ele abraçasse, que ele tocasse na ferida dela, não. A fé dela o curou e isso transformou o quê? A alma dela. Por isso que Chosen, quando ele tá conversando com ela, ele fala, segura na mão e fala: "Minha filha, olhe para mim." E ela fala: "Eu não sou filha de ninguém". Ele fala: "Sim, você é filha de Deus". Quando ele fala isso, filha de Deus, ele modifica a alma dela. Ela fala: "Sou mesmo, porque a tua fé te curou". Ela fala, ela começa a sorrir e ela sai dali transformada. quando da mulher do apedrejamento, ele fala para ela, mas ela fala: "Vá e não peques mais". Mas ele passa uma mensagem de que ela cometeu sim um ato, mas que aquele ato não foi sozinho, não foi só de responsabilidade dela. Ela só cometeu um ato porque existia uma segunda pessoa. E a gente só culpa a coitada da mulher e tá indo ali e ela sai dali transformada pela fé. É a transformação interior, é a cura que vem de dentro. Você não curou só o seu corpo. Aquela mulher não curou só o o sistema dela que sangrava, a patologia dela. Ela ele curou a alma dela. E é essa a intenção de Jesus. Por isso que ele fala pro alejado, pegue tua marca e siga. Porque que uma pessoa que eu acabei de curar vai passar a andar, não precisa mais de uma maca, de uma amuleta e ele vai falar: "Pega ela e siga". para ele ver o que acontecia com ele e que ele tá andando por causa da transformação moral, a transformação interior dele. É isso que Jesus provoca em gente, na gente, transformação interior. E a transformação interior como caminho, a gente tem que tirar de dentro de gente a culpa, o ódio, o ressentimento, o medo e a mágoa adoecem o ser. Tem uma passagem de nosso lar. Um é um diálogo entre Lízias, André Luiz e Clarécio. Lízias é o guia naquele momento de André Luiz e Clarêncio é um dos mensageiros, né? É um espírito de luz que coordena ali os trabalhos no nosso lar. E nesse diálogo, André Luiz tá ali já naquele naquele

zias é o guia naquele momento de André Luiz e Clarêncio é um dos mensageiros, né? É um espírito de luz que coordena ali os trabalhos no nosso lar. E nesse diálogo, André Luiz tá ali já naquele naquele hospital, né? Naquele hospital do nosso lar. Ele já foi resgatado do umbral, ele tá ali se recuperando, mas ele sente ainda todas as dores que o levaram ao desencarn e ele tá cheio de perguntas toda hora passa por aquele momento. Lízias vai ali várias vezes e Líia chega com Clarêncio e os três estão ali. Lisas leva claro para conhecer André Luiz e e vice-versa, né? E Lisas diz o corpo que ele pergunta para pra Lízia, por que que ele não sente aquela aquelas coisas todas, né? Ele não tem algumas feridas do problema gástro que ele teve. Elisas diz: "O corpo espiritual guarda um histórico de todas as ações praticadas no mundo material." Quer dizer, ele tá nos mostrando aquilo que José Carlos Delca fala aqui de que a maioria dos sintomas das nossas doenças, elas são provocadas por nós, pelo nosso ódio, ressentimento, medo, mágoa, tudo, os sentimentos ruins, né? E ele fala isso e André Luiz então pergunta para ele: "Então deve deve me mostrar que tive uma doença que me tirou a vida. Aí ele se coloca como vítimo. Eu morri por causa de uma doença. Foi nada provocado por mim. Eu era um bom homem. Aí veio aquela doença e me tirou a vida. Aí, Clarcio entra no diálogo e diz: "Essa doença é o resultado de uma lei maior". Aí André Luiz logo pergunta: "Que lei?" Lízias, ação e reação. Quer dizer, tudo que você faz, toda ação que você provoca, vai ter uma reação em você. E ele diz, e Clarêncio vai e puxa também a conversa. O estado mental é determinante para a história do ser humano. Percebe o estado mental? A cura vem de dentro, né? Ele já tá falando ali, a cura tá dentro de você e ele já é um espírito, hein? E André Luiz, eu não sei do que vocês estão falando, mas uma vez ele se coloca de vítima, não sabia de nada. E Clarêncio, quando aí Clarêncio esclarece para ele, porque ele era médico no plano material.

André Luiz, eu não sei do que vocês estão falando, mas uma vez ele se coloca de vítima, não sabia de nada. E Clarêncio, quando aí Clarêncio esclarece para ele, porque ele era médico no plano material. Quando você poderia imaginar que a raiva, ódio, inveja, egoísmo e intolerância fariam parte de um diagnóstico? já puxa para ele a responsabilidade. E ele fica olhando Elizias, a Elísias vai e diz também: "Além do mais, os órgãos do corpo somáticos possuem incalculáveis reservas, incalculáveis reservas, mas não podem suportar ano após ano de maus tratos. Seu aparelho gástrico intestinal estava completamente destruído por excesso de todos os tipos, excesso de alimentação e excesso das descargas dos sentimentos. Aí, Clarêncio vai, esclarece para ele e finaliza o o diálogo. Centenas e centenas de criaturas deixam a vida na terra pelos mesmos motivos todos os dias. Não foi só você como ele falasse. Fique tranquilo. Uma verdadeira catástrofe silenciosa. A aflição não resolve os problemas. Entrar em desespero em aflição, você não vai resolver o problema. Você lembra que lá no início nós falamos que tem temos que nos acalmar, temos que ter serenidade, esperar o bom momento para resolver aquela aquele problema. não resolve o problema. O bom da vida é sempre recomeçar e recomeçar. Aí ele dá uma orientação. Lízas e Clarêncio explica as situações orgânicas causados pelos sentimentos, angústias, ódios, ambição, egoísmo e os excessos que nós já sabemos. Esse diálogo, ele está no filme Nosso Lar Um. É muito interessante a gente assistir esses filmes, ler o livro para quem gosta de ler também, pra gente saber como acontecem as coisas. A cura começa com o autoconhecimento, o autoperdão. Quando trabalho o autoconhecimento, comigo, eu vou trazer, eu vou ter o conhecimento e saber lidar com as curas. Quando eu trabalho a autocura, eu tô cuidando de mim para depois cuidar dos outros. Porque eu quero primeiro cuidar dos outros. Eu tenho solução para tudo, mas para minha angústia eu não tenho solução.

uando eu trabalho a autocura, eu tô cuidando de mim para depois cuidar dos outros. Porque eu quero primeiro cuidar dos outros. Eu tenho solução para tudo, mas para minha angústia eu não tenho solução. Quando eu trabalho auto perdão, aí eu posso perdoar. Quando eu trabalho o auto amor, aí eu posso amar. Quando eu trabalho autocuidado, aí eu posso cuidar. Porque quando eu me coloco, quando eu cuido de mim, quando eu me amo e quando eu perdoo, aí eu tô pronto para isso. Mas se eu não me amo, se eu tô sempre pessimista, se eu tô sempre me chicoteando, como eu vou amar alguém? Você só dá o que você tem no coração. Quando eu não cuido de mim, eu sou descuidado comigo. Como que eu vou cuidar de alguém? Quando eu não me perdoo, tô cheio de mágoa, de angústias, de ódio, como é que eu vou conseguir perdoar alguém se eu não me perdoo próprio? Então, a saúde é o resultado do equilíbrio da alma. Se a tua alma tá bem, aquelas pessoas que estão bem, tem pessoas que vivem 100 anos, cento e pouco, mas são pessoas tranquilas, porque ela tá sempre bem com ela e ela acredita sempre em Deus. Minha avó era assim, passou por dificuldades imensas, viveu 92 anos saudável, mas eu via sempre minha avó otimista com muitas vezes falando pro meu avô na sala: "Calma, Chico, isso vai se resolver". Meu avô morreu primeiro que ela. Era tremendamente ansioso e morreu bem primeiro do que ela. Ela viveu mais uns 20 anos depois que ele se foi. Mas ela era assim, ela tinha responsabilidade com a vida. E tudo isso que a gente tá falando, gente, não é ter não, não é ter responsabilidade com a vida, não. Não é deixar de ter responsabilidade com a vida. É ter responsabilidade com a vida, mas é uma responsabilidade consciente. É sem chicotear, sem se cobrar. Tá bem? Não é não deixa a vida me levar, não. É levando a vida, sabendo que nós temos um Deus que nos ampara, que cuida de nós e que tudo proverá. Aquele momento mais difícil passa, assim como aquele momento bom vai passar também. A fé nesse nessa frase que eu falei, a saúde

nós temos um Deus que nos ampara, que cuida de nós e que tudo proverá. Aquele momento mais difícil passa, assim como aquele momento bom vai passar também. A fé nesse nessa frase que eu falei, a saúde é o resultado do equilíbrio da alma. Ele tá no livro O Homem Integral de Joana Deângeles. A fé sincera, curativa, fortalece o espírito. A fé sincera e curativa. Aquela fé que eu acredito, não é aquela fé que eu fico lá, se acontecer comigo é porque eu mereço, então eu vou ter fé. Não. Os bons espíritos nos auxiliam quando encontram em nós vontade de melhorar e resignação. Quer dizer, quando você tá disposto a fazer sua mudança, se coloca à disposição para essa mudança, busca a mudança dentro de você, você abriu a porta para que os bons espíritos entrem e te auxiliem. E vão te auxiliar. Agora, se você tá fechado, retraído, se colocando como vítima, eles não podem fazer nada por você. E como trabalhar essa resignação ativa e melhorar a prece durante o dia, faça várias preces. A gente não faz oração nem só quando vai dormir, nem só quando levanta, não. E no resto do dia esquece que Deus existe. Não. Tá no carro ali no momento sozinho, faz uma prece. Tá subindo um elevador, faça uma prece. Peça equilíbrio. Tá entrando para uma reunião, faça uma prece. O passe, quando puder, passe na A comunhão espírita tá tendo passe em vários horários. Busque lá no nosso site, tome um passe, o evangelho no lar, reunir você, sua família, ou se você mora sozinho, só você. Tem um colega meu que ele falou que faz com o gato dele. Ele falou: "O gato dele sobe na mesa, ele fica lá fazendo o evangelho. O gato se chama Moisés, ele fala: "Moisés, isso assim, assim, né, Moisés?" Jesus tá dizendo isso aqui. F o gato só olha assim para ele assim o mal barato. Gente também que faz sozinho aqui. Toda quarta-feira nós fazemos, eu e minha esposa e a minha filha. Sentamos, cada um faz uma leitura, conversamos, debatemos sobre aquela leitura, conversamos como é que foi o nosso dia, pedimos sabedoria pro dia seguinte,

fazemos, eu e minha esposa e a minha filha. Sentamos, cada um faz uma leitura, conversamos, debatemos sobre aquela leitura, conversamos como é que foi o nosso dia, pedimos sabedoria pro dia seguinte, força. O evangelho no lar, ele é fantástico e é um momento de 20 minutos. Quer dizer, você pode tirar 3 horas para um filme, 4 horas, ficar ali sentado mexendo no WhatsApp. Você não pode sentar numa mesa com sua família, com os livros postos. agradecendo a Deus por aquele momento, por aqueles espíritos que estão ali assistindo. Muitas vezes aqueles espíritos que se vincularam com você durante o dia vão ver o evangelho no lar e vão fazer, né? E pra gente ir pro nosso fechamento, nesse evangelho do lar são valiosas para a renovação espiritual e a cura interior. Toda a cura verdadeira começa de dentro para fora. É de dentro para fora, não é de fora para dentro. Muitas vezes tem que acontecer uma causa externa para você buscar isso de dentro para fora. Mas é de dentro para fora. Quando nos curamos espiritualmente, muitas vezes o corpo também responde com saúde. A maior cura que podemos buscar é a da alma, como falamos no início. E essa ninguém pode tirar de nós, porque a conquista é interna. Aí eu deixo uma reflexão para você depois que eu leio isso daqui. Olha como é que José Carlos de Luca finaliza. Finaliza. Depois de ele falar tudo isso, ele dizem: "Pedemução paraa depressão". Nós fal aí ele diz: "Suplicam para o auxílio, para os problemas, não cuidam de suas frustrações e ressentimentos". Não levantam a voz para espessarem suas lágrimas e necessidades. Quer dizer, não pedem socorro. Imploram a cura de um nódolo de mama. Todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetiv afetividade por conta de feridas emocionais do passado. Aí ele diz, Deus nos fala através de mil modos. A enfermidade, você lembra que nós viemos lá atrás? É um deles. E por certo, o principal recado que ele chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida. Aí ele

il modos. A enfermidade, você lembra que nós viemos lá atrás? É um deles. E por certo, o principal recado que ele chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida. Aí ele finaliza: "Tudo cura. Toda cura sempre é uma autocura. E o evangelho de Jesus, olha só que linda essa fala. Toda cura sempre é uma autocura. E o evangelho de Jesus é a farmácia onde encontramos os remédios. Onde encontramos os remédios que nos curam por dentro. Há 2000 anos. Esses remédios estão à nossa disposição. Quando decidiremos? Quando decidiremos? E ele finaliza com a outra frase: "Toda cura sempre é autocura. E o evangelho de Jesus é a farmácia onde encontramos os remédios que nos curam por dentro. E eu deixo essa reflexão. Quando nos deciremos, quando nos decidiremos a essa autocura, meus irmãos, quando vamos usar esse remédio que é Jesus, essa farmácia que é o seu evangelho com todo o mecanismo que temos. Hoje temos a doutrina espírita que nos esclarece, nos traz. Então, quando trabalhamos a nossa cura interior, a nossa cura mental, o bem-estar integral, o autoconhecimento, o crescimento pessoal, a busca uma ajuda profissional, né, psicólogos, terapeutas, práticas religiosas, espirituais para curar o nosso espírito. autoconhecimento, estudar o evangelho, estudar a doutrina espírita, a reflexão sobre si mesmo, a busca por padrões negativos e a identificação de traumas são passos importantes. Atitudes positivas, cultivar a gratidão, o otimismo ou perdão, podem contribuir para a cura e o bem-estar. Em resumo, cura que vem de dentro é um convite à jornada de autodescoberto e transformação, buscando a cura e o equilíbrio em diferentes níveis do ser, a partir da própria força interior de você mesmo, desculpa, de você mesmo. A sua busca interior é você e você, pois é para isso que vivemos, viemos para este planeta de provas e suas para a nossa transformação interior, para a renovação do espírito na matéria. Obrigado a todos. Vamos fazer a nossa prece final e ir para o

isso que vivemos, viemos para este planeta de provas e suas para a nossa transformação interior, para a renovação do espírito na matéria. Obrigado a todos. Vamos fazer a nossa prece final e ir para o nosso fechamento. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais, guardiões, agradecemos aqui por mais essa palestra virtual da comunhão espírita de Brasília, tratando do tema hoje, a cura que vem de dentro. que possamos, ó mestre, buscar nessa mensagem final a nossa transformação interior. Que possamos, nessa cura que vem de dentro trazer da nossa própria força essa autodescoberta e essa transformação, buscando um equilíbrio para as nossas almas, para o nosso espírito. que assim o nosso corpo possa responder da melhor forma. Obrigado a todos. Uma boa tarde. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Que possamos buscar essa autocura dentro com a transformação interior a nossa. Obrigado. Através da do melhor remédio que é Jesus. e do seu evangelho, que é a nossa farmácia. Obrigado a todos, uma boa tarde, até a próxima oportunidade aqui nessa palestra virtual. Não esqueçam de ao final compartilhar, mandar essa palestra se gostou para algum amigo, seguir a nossa página, assistir os demais programas que temos lá em nosso canal. Temos vários programas de 10 minutos, de 20, episódio diário, páginas espíritas, explorando espiritismo, programas que podem nos trabalhar nessa autocura, nessa autotransformação. Obrigado a todos. Uma boa tarde. Fiquem com Deus. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Ciao. Ciao.

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