CORAGEM - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 08/11/2025 (há 5 meses) 36:21 559 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. >> Bom dia a todos. É sempre uma alegria estar aqui nesse espaço que nós temos aqui na comunhão para conversar sobre a doutrina espírita e sobre o evangelho de Jesus, a luz da doutrina. Conversar sobre as questões que nos afligem e também aquelas que nos encorajam para que a gente possa pensar um pouquinho sobre isso, né? Esse horário é o horário da nossa alimentação física e espiritual. Então, tão importante quanto alimentarmos o nosso corpo também é alimentarmos o vosso o nosso espírito. E por isso a comunhão nos traz essa oportunidade de alimentar também o nosso espírito nesse horário de pausa que nós fazemos no meio do dia. Então, alimentemo-nos do pão da vida que é Jesus, fazendo uma prece, elevando o nosso pensamento até Deus, nosso pai. até Jesus, nosso mestre, que veio nos mostrar o caminho até o Pai. E agradeçamos por tudo o que recebemos pelo dia de hoje, por esse sol que brilha, por essas nuvens que prenunciam a chuva, que nos banha e que nos traz a vida também por essa natureza exuberante, essas flores, esses pássaros, tudo o que existe e do qual fazemos. parte integrante. Agradecemos pela oportunidade da vida, por termos merecido renascer, estar aqui, viver novamente, existir aqui enquanto espíritos encarnados e podermos avançar na nossa jornada de espíritos imortais, tendo a oportunidade de refazer aquilo que fizemos e que precisamos mudar, de reconciliar os com aqueles que fizeram parte do nosso caminho e com os quais não conseguimos ainda nos entender, de refazer aquilo que precisamos, de avançar naquilo que já sabemos e de me aproximar cada vez mais de Deus, da natureza divina que existe em nós e congraçarmos com a natureza divina que existe em todas as coisas do universo. Pedimos a proteção dos nossos mentores, daqueles que se ocupam de nós para nos fazer melhorar, aprender, crescer, evoluir. Aqueles que nos intuem, que nos auxiliam, que nos dão a mão, que fazem de tudo para que nós possamos melhor aproveitar as oportunidades que recebemos. Agradecer a Bezerra de

prender, crescer, evoluir. Aqueles que nos intuem, que nos auxiliam, que nos dão a mão, que fazem de tudo para que nós possamos melhor aproveitar as oportunidades que recebemos. Agradecer a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa. que é o nosso médico que cuida de nós, cuida dos nossos corpos, dos nossos espíritos, das nossas emoções, de tudo o que nos envolve. Aquele que nos dá os remédios, que tratam os males que nos afligem, que nos dá os unguentos, que aliviam as nossas dores, que aplacam as nossas feridas, as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Agradecemos a cada um que se ocupa de nós e que nos ajuda de forma decisiva a aplainar o nosso caminho e a seguir cada vez melhor. Cumpramos com coragem aquilo que nos é designado e avancemos no amor, na caridade e na realização. Que assim seja. O nosso tema de hoje é coragem. Coragem, que foi um tema de muitas mensagens, que é um tema de livros e livros e livros, como uma grande virtude que se aponta e que foi um livro também psicografado por Chico Xavier. São não são poucas as mensagens que a gente vê que falam de coragem. Acho que quase todo livro que tem de mensagens tem pelo menos uma que trata desse tema. E vamos aqui falar um pouquinho mais sobre isso também. trazer algumas reflexões sobre esse tema. Coragem vem de coração. Então, a coragem é dar voz ao nosso coração, é ter essa sintonia com aquilo que está em nosso coração. Coragem não é imprevidência. Coragem não é um extremo como a gente pensa, né? que eu tenho que ter coragem. E essa coragem me faz me lançar dos abismos, me faz pular de lugares altos, me faz, enfim, coragem é o equilíbrio, né? na no oráculo de Delfos, lá na sabedoria dos gregos, eles já colocavam como um dos pontos maiores de sabedoria o caminho do meio. E a coragem é o caminho do meio. É o caminho do meio entre a imprevidência, entre a impetuosidade que nos faz ser imprudentes e o medo. Então, a coragem não é, não significa que a gente queira fazer coisas que

em é o caminho do meio. É o caminho do meio entre a imprevidência, entre a impetuosidade que nos faz ser imprudentes e o medo. Então, a coragem não é, não significa que a gente queira fazer coisas que estão além da nossa capacidade, arrumar briga, enfrentar exércitos, pular de cima do vulcão e fazer coisas que vão nos colocar em riscos, né? Coragem não é imprudência, pelo contrário, coragem é nós reconhecermos o nosso medo. Porque a coragem também não é ausência de medo, mas é reconhecermos o nosso medo, respeitá-lo e agir mesmo com medo, não é? Tem aquela música que fala, né? Medo, eu não te escuto mais, você não me leva a nada. E a gente não defende que não se escute, a gente defende que se escute o medo. O medo é adaptativo, como dizem, né? A gente tem uma um organismo aqui no nosso cérebro que se chama amídala, que serve para nos alertar dos perigos. E é graças a isso que nós estamos vivos até hoje. Se não tivéssemos medo, talvez nem tivéssemos sobrevivido enquanto indivíduos e enquanto espécies. Então, é fundamental escutarmos os nossos medos, darmos voz a ele, mas é fundamental enfrentarmos esse medo também. E a coragem é sobre enfrentar o medo, não é sobre não ter medo ou ser imprudente, é sobre reconhecer o medo, dar voz a ele e enfrentá-lo. E compreender que mesmo com medo, nós precisamos seguir e precisamos agir. falando de coragem, falando de coração, falando de agir, eu me lembro daquela passagem que é o primeiro ou o segundo. Eu acho que é o segundo, porque o primeiro é uma introdução, né, do livro O profeta de Cali Gibran. O primeiro ele introduz, fala que é o profeta, quem é o profeta, que ele passou um tempo ali naquela cidade e que está se retirando. E aí as pessoas querem ouvi-lo sobre as questões fundamentais da vida. E a primeira questão sobre a qual elas querem ouvi-lo é sobre o amor. Então, por isso que eu digo que é também o primeiro capítulo que não é meramente introdutório. E aí o profeta, as pessoas dizem ao profeta, fala-nos do amor. E aí ele diz, né?

ouvi-lo é sobre o amor. Então, por isso que eu digo que é também o primeiro capítulo que não é meramente introdutório. E aí o profeta, as pessoas dizem ao profeta, fala-nos do amor. E aí ele diz, né? Quando o amor vos fizer sinal, segui-o, ainda que os seus caminhos sejam duros e difíceis. E quando suas asas vos envolverem, entregai-vos, ainda que que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir. E quando vos falar, acreditai nele, apesar da sua voz poder quebrar os vossos sonhos como o vento do norte a sacudir os os jardins. Porque assim como o vosso amor vos engrandece, também deve crucificar-vos. Assim como ele vos eleva à vossa altura e acarcia os ramos mais frágeis que tremem ao sol, também penetrará suas raízes, sacudindo o seu apego à terra. E ele vai seguindo e ele fala da necessidade de nós escutarmos o nosso coração, de ouvirmos o que é o amor, o que é que diz o nosso coração, mesmo que os caminhos sejam duros e difíceis. Porque vamos pensar, todos os caminhos são duros e difíceis. Às vezes a gente fala das famosas zonas de conforto, de não querer mudar, não querer transformar e não querer buscar caminhos teoricamente mais impetuosos por permanecer naquela zona. Mas a zona de conforto, eu já nem chamo de zona de conforto, né? Eu tava vendo uma palestra essa semana que fala que hoje eles já mudam e chamam zona de segurança, porque de conforto não é. Às vezes a zona de conforto é um espinheiro imenso no qual nós nos machucamos todos os dias. É um lago turbulento em que nós estamos nos afogando, mas nós não temos coragem de mudar, nós não temos coragem de sair, não ousamos buscar ser diferente. E Jesus fala dessa coragem na pesca milagrosa, quando ele se apresenta aos seus discípulos depois da pesca fracassada, no amanhecer, quando eles voltaram sem ter pescado nada, naquele desalento, desamparo, naquele desespero mesmo, porque eles não teriam o que colocar na mesa da sua família. E aí Jesus diz: "Por que vocês não voltam e jogam a rede do outro lado?"

scado nada, naquele desalento, desamparo, naquele desespero mesmo, porque eles não teriam o que colocar na mesa da sua família. E aí Jesus diz: "Por que vocês não voltam e jogam a rede do outro lado?" E aí eles não, nós estamos cansados, nós tentamos a noite inteira, nós não fizemos nada, não pescamos nada, de nada adianta seguir. E ele insiste, por que vocês não jogam a rede do outro lado? E aí Pedro, reconhecendo que Jesus não fala sem razão, como diz lá na minha terra, não dá ponto sem nó, disse: "Vamos, vamos tentar mais uma vez, apesar do cansaço, apesar da dor, apesar da desesperança." E eles tentaram. E quando eles tentaram, eles conseguiram pescar tantos peixes que quase rompeu as redes e que eles precisaram buscar outro barco de pescadores amigos para que ele não fosse afundado pelo peso dos peixes. Isso é coragem. Isso é ouvir aquela voz, a voz do Cristo naquele momento que disse: "Por que você não joga a rede pro outro lado? Porque você não segue esse caminho? Porque você não tenta de novo, mas tenta de outro jeito, tenta em outro lugar, tenta de outra maneira, porque você não tem a coragem de enfrentar os desafios tentando um novo caminho, né? Eu tava vendo uma definição estudando o psicodrama e a definição do Joaquim eh Jacó Levi Moreno de espontaneidade, que ele considera a espontaneidade como sendo a melhor virtude, né? A forma um indício de saúde mental. E ele diz que espontaneidade é dar respostas novas às situações antigas e respostas adequadas à situações novas. Isso é coragem, você conseguir mudar, você conseguir buscar o novo quando necessário, você perceber que as respostas antigas já não funcionam e buscar respostas novas que sejam adequadas à situação. Buscar reinventar, buscar tentar de novo. E essa coragem pressupõe confiança. Por que que Pedro foi adiante? Porque ele confiava em Jesus. pressupõe confiança em nós mesmos, né? Tem uma frase que eu acho muito bonita que diz que o pássaro ele pousa no galho não confiando no galho, mas confiando nas próprias asas, porque

onfiava em Jesus. pressupõe confiança em nós mesmos, né? Tem uma frase que eu acho muito bonita que diz que o pássaro ele pousa no galho não confiando no galho, mas confiando nas próprias asas, porque ele sabe que mesmo que o galho quebre, a asa dele o não o permitirá que caia. Ele sabe voar. Coragem é saber que independente de onde nós estejamos, nós sabemos voar. Nós temos essa capacidade porque somos pássaros. E seja lá o que aconteça, nós sobreviveremos e conseguiremos nos sair. Então, coragem pressupõe essa confiança, a confiança em Deus, a confiança em nós mesmos e a confiança, sim, quando necessário, no galho em que nós estamos, no lugar onde nós pousamos, nas pessoas que fazem parte do nosso ninho. Confiar é estar seguro, é agir e se permitir ousar. Por que que eu vou? Porque eu sei que eu tenho para onde voltar. Por que que eu posso tentar algo novo? Porque eu sei que mesmo que eu fracasse, eu pelo menos terei tentado e eu não serei jogada ao relento, porque eu tenho para onde voltar. Eu sei para onde eu posso ir. E o lugar maior onde para onde nós voltamos é para nós mesmos e para Deus que nunca perderemos. Então essa coragem pressupõe a confiança e a gente pode dar esse outro nome para ela que é o nome de fé também. Paulo de Tarso na carta aos Hebreus escreve a definição de fé, que é a minha predileta, a que eu mais gosto de todas. Ele diz assim no na carta aos Hebreus, capítulo 3, a fé é o fundamento da esperança. É uma certeza a respeito daquilo que não se vê. Então, a gente se joga, mesmo que a gente não saiba ainda qual é o caminho. São os discípulos que, confiando em Jesus foram e retornaram e jogaram a rede pelo outro lado, mesmo sem saber o que teria ali. E aí eles falam, né, que estar ali e ter o fundamento dessa esperança é confiar sobretudo. Fé tem o mesmo radical de fidelidade também, de fides. Então, é ser fiel ao que nós somos, ser fiel ao nosso coração, ser fiel a Deus, ser fiel à nossa essência e buscar, assim como disse o profeta de Cali Gibran, buscar aquilo

idelidade também, de fides. Então, é ser fiel ao que nós somos, ser fiel ao nosso coração, ser fiel a Deus, ser fiel à nossa essência e buscar, assim como disse o profeta de Cali Gibran, buscar aquilo porque o nosso coração pulsa, mesmo que gaste energia, mesmo que gaste coragem, mesmo que a gente não tenha certeza, mas a gente tem confiança e tem fé. E aí Paulo, na carta aos Hebreus, ele vai eh falando de outros exemplos de fé. Ele fala de Moisés que foi com o povo de Deus pelo deserto, sem saber o que encontraria ali. Imagina a ousadia dele de seguir com todo aquele povo. Fala de Noé, que construiu a arca ao comando de Deus, mesmo sem ter a certeza de que ia ter a chuva, né, de Abraão, de tantos outros, né? Eu me lembro de um filme que eu assisti quando eu era jovem há menos tempo, né? Porque a gente não fica velho, a gente fica jovem há mais tempo, que era da trilogia, que hoje já são seis, da trilogia do Indiana Jones, o último filme em que ele e eh para precisa no final resolver eh uma série de provas que são baseadas em virtudes. E a última dessas virtudes é a virtude da fé. Ele precisava chegar ao Santo Graal ali e ele era o único que talvez fosse capaz. E tinha os vilões, né, que queriam chegar também e sabiam que não conseguiriam. Já tinham feito várias tentativas e eles acreditavam que ele poderia ser capaz. E aí o que que eles fazem? Eles apunhalam ao pai dele para que ele não tenha escolha, para que ele precise, porque aquele grau tem propriedades curativas e que a vida do pai dele dependa disso. Então, tinha algo muito maior no coração dele, que era um motivo para agir e que superaria o próprio medo. Então, ele foi não por ambição, mas por amor e tinha um abismo imenso que ele precisava passar e não tinha como passar. A gente não via saída, não dava para pular por cima, era grande demais para tentar construir uma ponte, não haveria tempo para isso. Era fundo demais para se tentar descer e ir até o vale. E ele não tinha o que fazer. E ele falou: "A prova é a fé". Não é?

a grande demais para tentar construir uma ponte, não haveria tempo para isso. Era fundo demais para se tentar descer e ir até o vale. E ele não tinha o que fazer. E ele falou: "A prova é a fé". Não é? Então ele tava ali na beira daquele abismo e mesmo sem enxergar nada, ele colocou o pé. E quando ele colocou o pé, ele viu que um pouco abaixo da linha dos olhos dele tinha uma plataforma que era estreita, mas era o suficiente para que ele conseguisse chegar do outro lado. De onde ele estava, ele não conseguia enxergar essa plataforma, mas ela existia. No filme até ele joga um punhado de areia e aí ele vê que tinha aquela plataforma que ela sempre esteve ali. Ela não foi criada na medida em que ele passava, ela sempre esteve ali, mas do lugar onde ele estava ele não conseguia ver. E assim é na nossa vida, né? Martin Lutherkin diz que a gente não deve conhecer o final da jornada, o último dos degraus antes de começar a subir, que a gente deve apenas ver o próximo, o próximo degrau. Joseph Campbell, quando fala da jornada do herói, ele fala dos 12 passos. E o primeiro passo é decidir fazer a jornada. E quando a gente começa a jornada, a gente não tem ainda todos os recursos, a gente não tem várias coisas, a gente vai adquirindo isso ao longo do caminho. Eu decido ir, aceito o convite para aquela jornada, para aquela aventura, aventura da vida, né? E quando eu aceito, eu saio da situação em que eu estou e me lanço no mundo lá fora. E aí eu recebo o desafio, recebo as provas, recebo as armas, né, que no nosso caso são aquelas armas do cristão, força, coragem, a palavra e tantas outras que Paulo fala ali naquela carta aos Gálatas, acho que é aos Gálatas, não, aos Efésios, né, onde ele fala da armadura do cristão. Então a gente vai e busca essas armas, né? A gente recebe o mentor que todo herói tem também, aquele que que o guia e a gente recebe tudo que a gente precisa, todos os recursos, mas a gente não sai com a nossa mochila cheia, com tudo pronto. A gente vai recebendo isso ao longo do caminho. E as

aquele que que o guia e a gente recebe tudo que a gente precisa, todos os recursos, mas a gente não sai com a nossa mochila cheia, com tudo pronto. A gente vai recebendo isso ao longo do caminho. E as jornadas dos heróis são assim. Os nossos heróis às vezes são um pouco diferentes do que a gente imagina, né? E eu vou citar alguém que para mim é uma referência e que para mim foi e é um tem esse perfil da vivência do herói que é o Chico Xavier, né? Ele começou a jornada dele e o Emanuel, o mentor dele, foi anunciando aos poucos o que ele ia fazer. No dia em que ele foi convidado a aceitar, o Emanuel disse assim: "Olha, você pode ter uma vida absolutamente normal, constituir família, viver, etc, ou você pode desempenhar uma tarefa para a qual você está designado, né? Não tendo ele dito que o Chico já tinha aceitado essa tarefa antes de encarnar, né? E aí ele disse: "Você já você pode aceitar isso e a gente te dá uma semana para pensar ou ter uma vida normal ou seguir essa tarefa de trabalho com o Cristo da mediunidade que já vinha se apresentando desde criança nele, né? E aí no mesmo dia ele foi, né? Ele tinha começado a frequentar um centro por causa do caso da irmã dele, que tinha passado por uma obsessão muito séria e tinha sido socorrida dentro desse centro. Ele tava frequentando as reuniões e nesse mesmo dia ele foi na reunião e a irmã dele visualizou o Chico embaixo de uma cascata de livros. Então ali o Chico já tinha feito a sua escolha. Ele nem precisou de uma semana. Ele já tinha feito a escolha do coração dele, que embora fosse difícil, embora fosse assim extremamente onerosa, foi a escolha do coração dele, a escolha da coragem. E aí ele começou e o Emanuel disse pro Chico: "Chico, você vai escrever 30 livros, além de todas as mensagens, as cartas que ele escrevia, né, que são maravilhosas e que deram consolo a muitas pessoas, além das obras sociais, ele teria a tarefa de escrever livros e ele escreveria 30 livros. A gente não pode subestimar o que é escrever 30 livros, porque hoje a gente

ue deram consolo a muitas pessoas, além das obras sociais, ele teria a tarefa de escrever livros e ele escreveria 30 livros. A gente não pode subestimar o que é escrever 30 livros, porque hoje a gente se acostuma com isso, porque o Chico nos fez acostumar com isso. Ele escreveu mais de 400 livros, né? Mas imagina naquela época, isso era 1930, mais ou menos. Quantas pessoas já tinham escrito 30 livros? Grandes escritores. Machado de Assis escreveu 30 livros, grandes cientistas, né? Einstein e tantos outros. Será que escreveram? Todos escreveram 30 livros, né? Grandes poetas. Quantos escreveram 30 livros, né? E o Chico era só um mineirinho de Pedro Leopoldo que mal tinha terminado o ensino fundamental porque tinha tido que trabalhar desde criança para ajudar a sustentar a família dele com o tanto de irmãos que ele tinha. Então, imagina ouvir de um homem que se apresentava como um senador romano duro, que ele teria que escrever 30 livros. Ele deve ter pensado, eu 30 livros, imagina. Mas ele não disse não. Ele foi e encarou com fé aquela confiança mesmo a respeito daquilo que não se vê. E com disciplina, que é outra coisa que a gente não pode minimizar. O Chico assumiu o compromisso e assumiu de coração, de verdade. Todos os dias ele estava lá na hora marcada, sentado na mesa, com o lápis na mão todos os dias. Ele não faltava, mesmo doente. E ele ficou doente várias vezes. Ele tinha momentos que os olhos dele mal conseguiam enxergar. Os olhos chegavam a sangrar, mas ele não deixava de estar lá. Ele foi, seguiu bem o conselho do Emanuel da disciplina, disciplina, disciplina e se fez presente e se colocou realmente à disposição, se entregou mesmo e fez, né? O primeiro livro dele foi o Parnas do Alen Túmulo, em que ele recebeu poemas de escritores maravilhosos e famosos da nossa Imagina a coragem que foi preciso, né? Imagina a coragem para ser para se inscrever nosso lar, que hoje também é normal, mas que naquela época ninguém tinha pensado em como eram as colônias, ninguém tinha

ina a coragem que foi preciso, né? Imagina a coragem para ser para se inscrever nosso lar, que hoje também é normal, mas que naquela época ninguém tinha pensado em como eram as colônias, ninguém tinha jamais fixado um quadro de como seriam isso. Nosso lar, no início, foi tratado como um livro de ficção científica e não foi aceito nem mesmo pela FEB, porque eram conceitos muito novos. Mas ele ousou, ele teve a coragem, ele entregou e se comprometeu porque ele confiava. Ele confiava naquele com quem ele estava trabalhando. Ele confiava no Cristo e confiava que ele estava fazendo uma tarefa pro bem e não foi eh deixado de lado, não foi desenganado. Ele fez os 30 livros e depois dos 30 livros aí o Emanuel comunicou ele que haveria mais 30. E aí as pessoas dizem que o Emmanuel enganou o Chico, mas eu não acredito que ele enganou. Eu acredito que como o herói do Joseph Campbell, o Chico foi conquistando aos poucos a tarefa dele. Talvez se ele não tivesse conseguido, ele tivesse parado por ali mesmo e nem os 30 ele tivesse feito. Talvez se ele não tivesse desempenhado bem, seriam só esses 30 mesmo. Mas como ele fez com disciplina, com coragem, com entrega essa tarefa, ele recebeu o direito de fazer mais 30. Ele conquistou o direito de fazer mais 30. Depois ele entregou os 30 e conquistou o direito de fazer mais 30. Depois ele fez mais 30. E aí o Emanuel comunicou a ele depois dos 100 livros que a vida dele havia sido desapropriada em favor do evangelho do Cristo. Ou seja, que ele faria aquilo que ele já se propôs a fazer desde o início, entregar a vida dele paraa propagação do evangelho. Foi a escolha dele, não foi uma imposição. O Chico escolheu isso e foi beneficiado com essa possibilidade. Ele mereceu estar ali porque ele teve coragem, teve disciplina, teve resignação e conquistou a tarefa que ele teve. E tantos outros, né? Eu me lembro do exemplo de irmã Dulce também, que começou na ordem ali e era uma ordem rigorosa, né? Uma ordem daquelas de irmãs mais enclausuradas mesmo. Então

refa que ele teve. E tantos outros, né? Eu me lembro do exemplo de irmã Dulce também, que começou na ordem ali e era uma ordem rigorosa, né? Uma ordem daquelas de irmãs mais enclausuradas mesmo. Então ela ficaria ali fazendo preces, né? Ela era chamada, já tinha uma promessa de casamento. E aí ela disse pro pai dela que não se casaria porque ela queria abraçar o casamento com o Cristo. E o pai dela se conformou, comunicou a família que com do jovem com quem ela iria se casar, que infelizmente isso não ia acontecer. E ela foi, mas lá ela percebeu que não poderia ter toda a vivência que ela queria, que era da caridade. Por outro lado, as pessoas começaram a procurá-la. Ali no fundo tinha um galinheiro e as pessoas procuravam ela no meio da noite, sem abrigo, sem comida, sem nada. E aí ela começou a levar as pessoas para aquele galinheiro e procurar, mesmo de forma precária, dar abrigo. As galinhas viraram alimento, né? No final das contas, as galinhas eram arrendadas para dar renda pra comunidade. E um dia, quando o dono do das galinhas foi perguntar, ela simplesmente disse que as galinhas tinham cumprido a sua tarefa de alimentar as pessoas. E ela foi fazendo aquilo mesmo contra eh às vezes até a orientação. Chegou um momento em que ela precisou ser afastada, né? Ela tinha que escolher entre seguir na tarefa ou se adequar às normas. E aí ela ficou sozinha numa ordem, sem as companheiras, sem ninguém, como uma forma de puni-la, mas também de preservar a tarefa que ela vinha fazendo. E quem for hoje visitar ali em Salvador, vai ver que onde era um galinheiro, hoje é um grande hospital. É o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito daquilo que não se vê. é olhar para um galinheiro e não saber que ele vai ser um hospital um dia, mas saber que ele pode ser mais do que aquele galinheiro. É você receber um convite para fazer uma coisa que você nem imagina como vai fazer, mas confiar de coração de que aquilo vai ser feito se você se entregar com força e com coragem e com fé. Então, coragem é

ê receber um convite para fazer uma coisa que você nem imagina como vai fazer, mas confiar de coração de que aquilo vai ser feito se você se entregar com força e com coragem e com fé. Então, coragem é seguir o nosso coração, mesmo que os caminhos sejam duros e difíceis. mesmo que ali por baixo daquelas plumagens haja uma espada que nos possa ferir, mas sabendo que esse é o caminho do nosso amor, esse é o caminho do nosso coração. Aí para terminar, eu queria eh trazer uma música que se chama Mar da Vida e que ela fala de coragem também. Ela diz assim: "Ondas da vida carregam o barco, atracado no tempo, não quer navegar, naufraga em si mesmo, temendo os monstros que existem no mar. O monstro da morte consegue sozinho fazer com que os barcos prefiram parar, mas monstros não existem sequer nas mentiras contadas no mar. Vai e enfrenta os tormentos do alémar. Isso as velas da coragem para lutar e ir além. Estrelas do bem vão te guiar. Vai, que o Cristo seja a luz do seu vogar. que o risco não te impeça de tentar ganhar o mar com um instrumento que se chama amor. Tenhamos coragem, tenhamos fé, porque o caminho vai se desdobrar na nossa frente e nós encontraremos o que precisamos se cultivarmos com amor. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre. que ele seja o nosso guia, o nosso companheiro de caminhada, aquele que jamais deixará de estar do nosso lado. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Uma ótima tarde, um ótimo fim de semana e tudo de bom. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. [música]

a auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. [música] Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu.

ação que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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