COOPERACAO SEMPRE - Marcia Ramos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 01/07/2025 (há 10 meses) 31:55 149 visualizações

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Transcrição

os mosteiros, as pessoas que lá estavam tinham que conviver em sociedade. Quando nós convivemos em solidari em em sociedade, nós temos a fraternidade, nós temos a solidariedade. Quem bem explicou e exemplificou tudo isso foi o próprio Jesus quando ele passa ali pela região do mar da Galileia, convocando aqueles que lá estavam, aqueles pescadores, para iniciarem o processo do apostolado paraa divulgação do cristianismo. Depois vai para a coletoria e vai para a porta do templo. E conhecemos toda aquela trajetória de Jesus caminhando e convidando as pessoas para seguirem, porque ele é o caminho. a verdade e a vida. E uma das histórias mais lindas que existem, muit todas elas maravilhosas, mas é aquela daquele moço que a gente chama o moço da cama. O moço era paralítico, não andava por consequência há muitos e muitos anos. E ele precisava, ele ficou sabendo que Jesus estava naquela região de Cafarnaum, ali no mar da Galileia, e ele precisava se encontrar com Jesus. Mas como ele poderia fazer se ele não andava? E ele tinha quatro amigos. É muito amigo. Quatro amigo. Quem tem um já é uma pessoa muito feliz. Ele tinha quatro. E esses amigos, quando ficaram sabendo do interesse dele em procurar o mestre, eles se dispuseram a levá-lo. Só que por onde Jesus passava era aquela multidão, exatamente porque as aflições da terra são muitas e Jesus é o nosso consolo, é o nosso guia e modelo da humanidade. E eles seguiram carregando o moço, cada um pegando numa parte. A gente fala cama, mas certamente era um catre, era uma coisa bem rústica mesmo. Eles seguiram caminhando. Quando eles chegaram a casa onde Jesus estava, era tanta gente que era impossível, impossível eles se aproximarem, sobretudo porque era um volume grande que havia necessidade de se abrir ali para passar uma cama com uma pessoa dentro da cama e mais quatro pessoas. Era muita gente, não havia possibilidade e eles imaginaram assim: "Se a gente perder essa oportunidade como é que vai ser? Ele vai ficar tão frustrado? A

a pessoa dentro da cama e mais quatro pessoas. Era muita gente, não havia possibilidade e eles imaginaram assim: "Se a gente perder essa oportunidade como é que vai ser? Ele vai ficar tão frustrado? A gente não sabe se amanhã o mestre vai estar em outro local. Como é que a gente fazer?" Um deles teve a feliz ideia de subirem ao telhado, e a gente imagina que certamente era de folha, alguma coisa bem rústica, subirem ao telhado, um deles destelhou, tirou a telha ou a folha ou alguma coisa que cobria aquele local. subiram com o a cama, o rapaz da cama e mais os três, portanto, eram cinco pessoas em cima desse telhado. E quando eles subiram, viram que Jesus lá estava, eles desceram a cama em frente onde estava o mestre. E Jesus quando vê aquela cena, ele diz assim: "Natanael Ben Elias, era o nome do cidadão que ele tava vendo pela primeira vez. Ben Elias, seus pecados são perdoados. Aquilo ali foi, sabe aquele buchixo assim, todo mundo comentando, mas como ele pode perdoar pecado? Olha, foi aí uma uma situação assim muito os eles todos que lá estavam ficaram muito assustados porque ele não tinha, segundo as condições do templo, as prerrogativas para perdoar pecados. E ele percebeu aquele zumzum e sabia porque era o zumzum. E ele diz assim: "Qual que é mais fácil falar que o pecado é perdoado? Porque é muito subjetivo. Nós, por exemplo, não sabemos de quais são os nossos, nem os nossos, quanto mais os pecados alheios. Qual que é mais fácil? Eu dizer que seus pecados são perdoados ou pega sua cama e anda?" E aí eles assustaram mais ainda. E ele diz: "Pega sua cama e anda". E ele realmente pegou a cama e caminhou sem a necessidade daquelas outras pessoas. Então isso é colaboração, é participação. Quem quiser saber mais sobre essa história belíssima, existe um livro que chama Primícias do Reino, Divaldo com Amélia Rodrigues, a poetisa do Evangelho. E ela vai detalhar com muitas minúcias. A gente tá tão somente resumindo a história do Natanael Ben Elias. É aquele então do moço da cama

o Reino, Divaldo com Amélia Rodrigues, a poetisa do Evangelho. E ela vai detalhar com muitas minúcias. A gente tá tão somente resumindo a história do Natanael Ben Elias. É aquele então do moço da cama que Jesus disse a ele que pegasse a cama e andava e andasse. Mas nós vamos ter também em um outro momento e sabemos da importância de que foi a família de Betânia, Lázaro, Marta e Maria, que eram amigos de Jesus. Jesus passa por aquela região ali da cidade de Betânia e segue para Jerusalém. E lá em Jerusalém, mais ou menos 3, 4 km de distância, lá em Jerusalém, ele fica sabendo mandar um emissário dizer que Lázaro estava enfermo. Ele ainda gastou dois dias lá em Jerusalém para resolver descer para, vamos dizer, de novo, descendo ou subindo para Jerusalém. Jerusalém é considerada a cidade sagrada de todas as crenças monoteístas, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Jesus ainda fica mais dois dias lá e quando ele desce, ele chega e Lázaro já havia morrido. E foi aquele, agora vamos imaginar Marta e Maria, uma reclamando e a outra dizendo que o Senhor fosse louvado, porque eram muito diferentes as duas irmãs. Por isso tem aquela passagem, Marta, Marta, Maria escolheu a melhor parte. E ele diz, aonde que tá o Lázaro? Ele só tá ali sepultado dentro de uma gruta. Já tem quatro dias que ele tá lá, porque ele gastou dois dias para descer. ficou dois dias lá, gastou mais uns dois para descer. Então, foram quatro dias, tá lá na gruta. E ele fala assim: "Vamos lá na gruta". E alguém diz assim, mas ele já está com mal cheira. Vamos lá na gruta. Chegando lá na gruta, ele diz assim: "Tira a pedra". Aquelas pedras grandes, pesadas mesmo. Aí a gente fica pensando e nos inquirindo, nos perguntando intimamente, mas se ele ia ressuscitar um morto? Porque que ele não falou paraa pedra sair daí a pedra saía não era mais fácil? Era, no entanto, ele queria nos falar sobre a importância da cooperação, da colaboração. E nesse momento relacionado a Lázaro, é bem explícito essa colocação trazida pelo

edra saía não era mais fácil? Era, no entanto, ele queria nos falar sobre a importância da cooperação, da colaboração. E nesse momento relacionado a Lázaro, é bem explícito essa colocação trazida pelo pelos evangelistas. Tira a pedra. Tirou a pedra e ele diz a Lázaro: "Sai, levanta daí, vem cá, sai daí". E Lázaro sai da tumba e ele continua pedindo colaboração, porque ele vai dizer: "Tira as ataduras". Porque era a ritualística própria dos judeus. amarrar os braços, as os pulsos, colocar a boto uma um pano no rosto. Então era o sudário, era a ritualística própria deles. E aí ele diz assim: "Desamarra". Ele já tinha ressuscitado, morto. Aí ele vai pedir para alguém desamarrar. desamarra, desarrumou braços, pernas, tirou o sudário e aí ele diz a um Lário, deixa aos amigos que lá estavam próximo relacionado a Lázaro, deixa que ele siga o caminho, quer dizer, livre arbítrio, vontade das pessoas. Então, essas duas desses dois fatos nos mostram com muita precisão a importância da colaboração de umas pessoas para com as outras. Jesus não fez nada sozinho. Paulo de Tarso, quando ele começa o trabalho dele, quando ele chega na cidade de Damasco, cego, ele fica três dias cego e Jesus vai atrás de Ananias. Já tinha cegado ele, não podia restituir a vista. Claro que podia, não restituiu de tantas outras pessoas, mas no entanto ele vai atrás de Ananias para que ele colaborasse com ele, para que voltasse Paulo de Saulo de Tárcio à visão três dias e ele vai lá e fala a Ananias, vai lá na rua direita lá na pensão, ele tá lá. E o Ananias fal primeiramente eu disse, mas aquele que queria me matar, que ele mesmo, vai lá. quer dizer, colaboração, participação das pessoas na na vida das outras pessoas, sobretudo na sociedade. E Ananias responde a Jesus depois desse diálogo: "Eis-me aqui, Senhor". e vai realmente lá onde estava Paulo de Tarso e restitui a visão a ele. E Paulo precisa da colaboração. Ele vai para o deserto, fica 3 anos no deserto para estudar os textos do evangelho. Exatamente. Lá é

i realmente lá onde estava Paulo de Tarso e restitui a visão a ele. E Paulo precisa da colaboração. Ele vai para o deserto, fica 3 anos no deserto para estudar os textos do evangelho. Exatamente. Lá é também encontra com rabinos, que são as autoridades do judaísmo. Gamaliel, que era mestre dele, quer dizer, colaboração de todas as pessoas que ali estavam naquele momento no deserto. Quando ele retorna para Jerusalém, retorna para Damasco, retorna para Tarso, ele vai também mostrando a importância da colaboração de umas pessoas para com as outras, chegando à casa do Caminho, que é o primeiro centro espírita do mundo, oficialmente, a sociedade parisense de estudos espíritas, mas a casa do caminho tinha todas as características de centro espírita e ali havia plena colaboração de todos, todos os que lá estavam. Pedro, Tiago, João, Barnabé, todos eles. E o próprio Paulo, que depois, em um determinado momento, ele fica também na casa do caminho. Quando Jesus orienta Paulo a escrever as cartas, ele diz: "Eu vou instruir intuir Estevo, que te intuirá e você escreverá as cartas, essas cartas que depois foram interpretadas por Emanuel com a colaboração de Francisco Cândido Xavier. Se nós não tivéssemos o trabalho realizado na França, começando em 1857, com o lançamento do livro dos espíritos, aquelas garotas de 13, 14 anos que foram médiuns do codificador, se nós não tivéssemos a a participação efetiva de todas aquelas pessoas, nós não teríamos a bênção da doutrina espírita. E essa doutrina espírita atravessa o oceano e chega no Brasil. e a colaboração sobretudo de Dr. Bezerra de Menezes num momento de grande dificuldade pela qual passava o movimento espita do Brasil e ele organiza o trabalho da unificação do movimento. Por isso, a importância de Dr. de Menezes e todos os nossos trabalhos. A gente inicia com uma prece, uma evocação cantada a ele, porque ele é o responsável por todo esse trabalho das federativas, Federação Espírita Brasileira, as federativas de cada estado da da Federação Brasileira. Ele é

uma prece, uma evocação cantada a ele, porque ele é o responsável por todo esse trabalho das federativas, Federação Espírita Brasileira, as federativas de cada estado da da Federação Brasileira. Ele é o responsável por todo esse trabalho. Mas vamos ver as atividades que foram desenvolvidas por professor Eurípes Barçanuf lá na cidade de Sacramento no início do século. Ele jovem e ele realiza um trabalho. Maria Santíssima em muitos momentos, ela se manifesta através da escrita, orientando-o sobre a importância do colégio, colégio Allan Kardec, que existe até hoje na cidade de Sacramento, a colaboração dos professores para que uma a quantidade de jovens e crianças fossem educadas. E esse trabalho de professor Eurípedes, ele repercutiu tanto, inclusive no estado de Goiás, porque muitas e muitas pessoas, hoje a mediunidade as pessoas estudam mais, já tem mais conhecimento, existem muitas casas espíritas, mas vamos imaginar no início do século passado, 1920, 1930, porque a doutrina chega logo depois da codificação, no final do século XIX, 1880, 90 por aí, certa tá chegando no Brasil 80. Quando as as pessoas moravam nas fazendas e muitos vão se lembrar, nossa, mas eu escutei essa história da minha avó, da minha bisavó, que os espíritos apareciam nas fazendas, que tinham ruído, tinham barulhos, tinham manifestações, muitas manifestações físicas, existia mesmo. E por quê? para chamar a atenção das pessoas para a importância do estudo e da prática da doutrina espírita, cidades aqui no estado de Goiás, onde a famílias inteiras eram envolvidas nos procedimentos da manifestação mediúnica. Nós conhecemos lá pelas décadas de 60, 70 uma jovem, a gente sempre escutava a história e imaginava que era um folclore, porque a história é tão assim arrepiente que a gente fala, deve ser folclore esse fato aí. E conhecemos a jovem e ela nos contou, aconteceu comigo, com ela. Estava dormindo no berço. De repente a mãe acorda de madrugada, a criança não estava no berço. Começam a procurar a criança, encontram

E conhecemos a jovem e ela nos contou, aconteceu comigo, com ela. Estava dormindo no berço. De repente a mãe acorda de madrugada, a criança não estava no berço. Começam a procurar a criança, encontram a criança num pé de laranja. Não é qualquer manga, eh, goiaba, não, laranja que tem espinho, a criança no pé de laranja, em cima da das dos troncos, das folhas da laranja, sem nenhum machucado, sem nada. Então, quando acontecia isso, as pessoas imaginavam assim, mas onde é que a gente isso é espírito, quem vai nos socorrer? Ah, tem lá em Sacramento tem Jerônimo Candinho. E aí vamos imaginar a dificuldade que era para chegar em sacramento. Lombo de burro, eh, carro de boi, depois pegava algum caminhão, alguma coisa até chegar lá em Araguari. Daí tinha algum trecho de de trem para se chegar a Sacramento lá na fazenda onde o professor Euripides dava as orientações necessárias e muitas muitos centros espíritas foram criados dessa maneira e cidades temos inclusive a cidade de Palmelo, que é considerada a cidade mais espírita do Brasil que foi também trabalhada nesse sentido com Jerônimo Candinho. Então, muitas e muitas situações, essa cooperação, essa colaboração das pessoas para o resultado que temos relacionados à doutrina espírita. Chico Xavier também não foi diferente e sempre falamos da importância da família Joviano na vida dele, que eram pessoas muito preparadas, pessoas muito ocultas. Ele precisava naquele momento ter esse respaldo. E eles chegaram exatamente o professor Artur Joviano, que parece-me que a gente falou sobre ele há coisa de duas semanas ou às vezes até a semana passada, e também o Dr. Rômulo Joviano, pessoas que colaboraram com participaram efetivamente paraa realização dos trabalhos que iniciaram lá em Pedro Leopoldo e depois seguiu para Uberaba. Se nós não tivéssemos, se essas pessoas não tivessem colaborado, nós não teríamos a bênção da do desdobramento da doutrina espírita. Então, tudo é cadeia, tudo é união, tudo é rede, tudo é trabalho e a gente tem que estar junto.

sas pessoas não tivessem colaborado, nós não teríamos a bênção da do desdobramento da doutrina espírita. Então, tudo é cadeia, tudo é união, tudo é rede, tudo é trabalho e a gente tem que estar junto. E Allan Kardec, quando ele traz o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, tem três capítulos aqui que ele fala da relação do homem para com Deus, fala aos trabalhadores espíritas. Portanto, ele tá falando para nós, são os capítulos 19, a fé que transporta a montanha e o capítulo 20, que chama os trabalhadores da última hora. Vamos lembrar da parábola do trabalhador, que o da última hora vai receber o mesmo salário do da primeira hora. E nesse capítulo 20, no item 4, ele vai falar falar sobre a missão dos espíritas. E o médium que traz essa mensagem, o espírito, o espírito que traz essa mensagem é Erasto em Paris em 1863. Asto foi discípulo de Paulo. E nós separamos alguns alguns parágrafos, algumas frases relacionadas a esse texto e ele vai dizer assim, Herasto, dizendo assim: "E chegada a hora que deveis sacrificar em favor da sua divulgação, divulgação da doutrina espírita, hábitos, trabalhos, ocupações fúteis. E a gente sabe que doutrina espírita exige muito dos seus trabalhadores. Por isso é que tem aquela frase célebre que é atribuída ao Raul Teixeira, que o espiritismo é muito bom, a doutrina é muito bom para quem aguenta, porque é muita disciplina, muita renúncia, muito estudo, tem que ficar atento mesmo. Então ele vai dizer, Herrasto, é chegada a hora em que deveis sacrificar em favor da sua divulgação hábitos, trabalhos, ocupações fúteis. Certamente falareis com pessoas que não quererão ouvir a palavra de Deus, pois ela recomenda renúncia constante. Pregareis o desinteresse aos avaros, a abstinência aos devaços, a mansidão aos tiranos domésticos e aos opressores. Quer dizer, você vai pregar para um um grupo de pessoas que não estão nem um pouco ainda preocupados com a orientação trazida pela doutrina espírita. E ele vai concluir dizendo assim: "Ide e pregai a Deus

dizer, você vai pregar para um um grupo de pessoas que não estão nem um pouco ainda preocupados com a orientação trazida pela doutrina espírita. E ele vai concluir dizendo assim: "Ide e pregai a Deus e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que vos confiou. Mas cuidado, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se desviaram do caminho. Perguntareis se entre os chamados para o espiritismo, muitos se desviaram como reconhecer os que se acham no bom caminho? Então, tá perguntando, como é que eu vou reconhecer quem é que tá no bom caminho relacionado ao espiritismo? e ele vai responder. E aí fica fácil pra gente identificar quem que realmente tá vestindo a camisa do Espiritismo, quem que tá vestindo a camisa do Mensageiros da Luz, da Federação Espírita Brasileira, da Federação Espírita do Estado de Goiás ou qualquer outra casa espírita, podeis reconhecê-los pelo ensino e pela prática dos princípios verdadeiros da caridade. Lembrando que fazer sopa, distribuir cesta, kit é um dos elementos, porque a verdadeira caridade é a benevolência, a indulgência, o perdão das ofensas. Então ele vai dizer: "Podeis reconhecê-los pelo ensino e pela prática dos princípios verdadeiros da caridade, pela consolação que distribui aos aflitos. Ninguém consola mais, nada consola mais do que a doutrina espírita. tem uma pessoa enferma, você sabe qual a consequência daquela situação, mas sabe que todos nós somos filhos de Deus, herdeiros da criação, e todos nós fomos criados para a luz. Não existe nada que conforte mais um coração saudoso do que a bênção da reencarnação. A certeza que nós temos da reencarnação, o encontro que temos, teremos sempre, eternamente com os nossos entes queridos. Por tanto, as pessoas e todos nós já perdemos entes queridos. Há poucos dias nós fazíamos uma conta aqui de companheiros nossos que retornaram ao plano espiritual 23. Nesses 50 anos de de mensageiros da luz, 23 companheiros nossos já nos deixaram. Muita saudade de todos eles, mas a gente tem a certeza em muitos momentos a gente

ue retornaram ao plano espiritual 23. Nesses 50 anos de de mensageiros da luz, 23 companheiros nossos já nos deixaram. Muita saudade de todos eles, mas a gente tem a certeza em muitos momentos a gente até percebe a presença deles nas nossas casas, nos nossos trabalhos. Então, doutrina espírita é a doutrina que consola as nossas aflições e as nossas dores. Podeis reconhecê-los pelo ensino e pela prática dos princípios verdadeiros da caridade, pela consolação que distribuem aos aflitos, pelo amor que dedicarem ao próximo, pela sua renúncia, pela dedicação ao próximo. podeis reconhecê-los finalmente pela vitória de seus princípios divinos. Princípios divinos da doutrina, né? Porque Deus quer que a sua lei triunfe. Os que a seguem são os escolhidos para que vencerão. Os que, porém, falseiam o espírito dessa lei para satisfazer sua vaidade e a sua ambição, esses serão destruídos. E aí a gente vai também num livro que se chama Espírito da Verdade. Esse livro é uma livro trazido por Francisco Cândido Xavier, Valdo Vieira. São vários espíritos. E nós trouxemos uma mensagem falando exatamente sobre esse capítulo 20 e tem quatro que a gente acabou de ler parte dele. E ele vai falar uma mensagem do Caibutel e ele vai dizer assim: "Seja voluntário, seja voluntário na na evangelização infantil. E muitas vezes a gente oferece esse trabalho para alguma pessoa faz, mas não gosto de menino." E aí a gente fica sem graça, sem perguntar porque não gosta. E a pessoa já despaixa a gente de imediato. Se nós não educarmos a infância, como será a juventude? Como será a vida adulta? Se essas crianças em algum momento não tiverem o não? E o não é pedagógico, eu preciso dizer não. Como é que vai ser em algum momento que ela for contrariada? Ela quer um tênis que custa não sei quanto. O pai não pode comprar. Há muitos e muitos anos nós tínhamos uma colega de trabalho e ela saiu à noite num restaurante e a hora que ela foi saindo do restaurante, ela foi abordada para um jovem, foi assassinada e depois o jovem confessou

uitos anos nós tínhamos uma colega de trabalho e ela saiu à noite num restaurante e a hora que ela foi saindo do restaurante, ela foi abordada para um jovem, foi assassinada e depois o jovem confessou porque ele queria a bolsa dela, porque ele queria comprar um tênis, imaginou que ela poderia ter naquela bolsa o dinheiro. Então isso a gente só abrir as mídias aí, as redes sociais. A gente tá vendo todos os dias jovens e crianças que nunca foram contrariados em casa e aí vai dar problema mais para frente. Seja voluntário no templo espírita. Olha aqui, tudo é voluntário. Precisa de limpar a mesa, precisa de limpar o banheiro, precisa de fazer a sopa, precisa de arrumar a cadeira. Qualquer coisa que fizer na casa espírita é voluntário. Portanto, é necessário que todas as pessoas tenham assim um grande apreço, grande amor pela doutrina espírita pra gente realizar esse trabalho voluntário. Há 50 anos, o dia da inauguração do centro, a hora que o presidente da Federação Espírita chegou aqui para inaugurar o centro, nós estávamos parecendo uns tatus. Dalvina tava aqui também e os meus filhos todos filhos dela, Fernando. E nós estava parecendo um tatu porque tinha grama por todo lado. Aí a gente tava plantando grama e como aqui era no meio do mato, não tinha gente, não tinha, não tinha casa, não tinha nada, o presidente foi convidado e com muita eh gentileza ele veio saber onde que era. Chegou de tarde, a gente estava nessa situação. Então tudo que acontece dentro da casa espírita vai pintar, vai arrumar a porta, a janela, pode saber que tem um voluntário envolvido nesse trabalho. Seja voluntário no templo espírita, seja voluntário na assistência social. E às vezes a gente até põe assim umas mensagens de tô precisando de açúcar, às vezes a gente até tem em casa, mas fal o outro vai arrumar. Não, a gente também pode arrumar para ajudar aquele que não tem nada em casa. Então esse trabalho é um trabalho permanente do nosso grupo espírita mensageiros da da Luz, o trabalho da da assistência social.

gente também pode arrumar para ajudar aquele que não tem nada em casa. Então esse trabalho é um trabalho permanente do nosso grupo espírita mensageiros da da Luz, o trabalho da da assistência social. E ele vai seguindo aqui, seja voluntário na propaganda libertadora, porque a gente tem que ter a honra de dizer que é espírita. É uma satisfação, a honra mesmo a gente dizer que é espírita, porque mostra a nossa grandeza de alma, sem subterfúgio, sem orgulho, sem soberba, mas só pelo fato de conhecermos a doutrina espírita, podem ter certeza que a gente já tem um caminhar diferente pelo rumo ao processo da evolução espiritual. Seja voluntário na imprensa espírita. Aqui ele fala imprensa e hoje a gente sabe das mídias, das redes sociais que realizam um belíssimo trabalho. E ele diz assim: "Seja, não espere de braços cruzados a cobrança da assinatura". Quer dizer, vamos mais pessoas aprender a trabalhar com as mídias para que divulguemos mais a doutrina espírita. Evite os, envie seu concurso modesto dentro das suas possibilidades. Então, a moçada aí pode ajudar bastante na divulgação e saber o que que tem que divulgar, porque também para divulgar a doutrina a gente tem que ter o conhecimento, o comprometimento na sua divulgação. E ele vai concluir, o caibá vai concluir assim e nós também. Sim, meu amigo, não se sinta realizado. Quer dizer, hoje eu vim, limpei o centro todinho, amanhã vou limpar de novo, depois de amanhã outra vez. É assim que funciona. Hoje eu fiz a palestra, amanhã eu tenho que fazer de novo, depois outra vez. Hoje eu fiz uma viagem, amanhã eu tenho que fazer outra. Sempre a gente trabalhando nesse sentido. Cultive espontaneamente espontaneidade nas tarefas do bem. Faz com alegria. Fazer com alegria, como Paulo de Tar nos orientava a trabalharmos com alegria. A sementeira é grande e os trabalhadores são poucos. E é verdade, agora mesmo veio uma demanda aqui que depois a gente vai conversar sobre isso também. A mobilização de todos. Cada qual pode servir ao seu modo. Aliste-se enquanto

abalhadores são poucos. E é verdade, agora mesmo veio uma demanda aqui que depois a gente vai conversar sobre isso também. A mobilização de todos. Cada qual pode servir ao seu modo. Aliste-se enquanto você se encontra válido. O Chico dizia que existem duas maneiras da gente evoluir. É desidratando pela pelas lágrimas ou pelo trabalho. Então é melhor desidratar pelo trabalho. gente trabalhar bastante. Esse aqui é uma turma eficiente, hein? Meu Deus. Olha, tá vendo? Esse é o trabalho voluntário. Chegou aqui e resolveu o problema. Assuma iniciativa própria. Essa aqui agora falhou um microfone, já tem dois aqui comigo. Apresente-se em alguma frente de atividade renovadora e sirva sem descansar. Olha aqui, sirva sem descansar. Pega um final de semana, viaja os final de semana inteirinho e na segunda-feira você já tá pronto para começar tudo de novo. E aí as pessoas fal não cansou, não cansou bastante, mas tem que continuar. Quase, quase sempre espírita sem serviço. Aqui é muito bom a gente observar essa colocação trazida aqui pelo caib. Tudo claro, né? Quase sempre espírita sem serviço é alma a caminho do tenebroso labirinto do umbral. Quem quiser saber sobre umbral, vai lá no livro Nosso Lar e mais outros tantos da obra de André Luiz que a gente fica sabendo os sofrimentos que é umbral. Umbral dos espíritas corresponde ao purgatório dos católicos, mas também a dona Ivone Domaral vai falar muito sobre isso. Seja voluntário na seara de Jesus, nosso mestre e senhor. Que ele nos abençoe, nos envolva em muita paz e que possamos ter o entendimento da importância do voluntariado, do trabalho na edificação, da divulgação da nossa abençoada doutrina. Com esse pedido, com essas colocações, nós estamos encerrando essa parte do nosso trabalho, convidando os nossos companheiros médios para se posicionarem para a transmissão dos passes. Você que nos assiste pelas redes sociais também vai receber o passe agora. Coloca aí a sua água para fluidificar. Que Deus te abençoe e te envolva em muita paz. Passe é uma

a a transmissão dos passes. Você que nos assiste pelas redes sociais também vai receber o passe agora. Coloca aí a sua água para fluidificar. Que Deus te abençoe e te envolva em muita paz. Passe é uma transmissão de energias. Daí a gente pede que Deus cruze braços e pernas. Não é ritual. Então, somente para as energias fluírem melhor. Amor, a melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. gentileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu coração, gentileza, auxílio e perdão. Que Jesus nos envolva em muita paz. M.

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