CONVITE À PAZ - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/03/2026 (há 1 mês) 47:00 302 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de vida. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. [música] Boa tarde. Eh, sempre muito bom estar aqui para conversar um pouco mais, né, trazer algumas reflexões sobre o Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita, tratando de temas que falam sempre da nossa vida, das nossas dores, das nossas dificuldades, das nossas alegrias também. E de que forma nós podemos ver e lidar com essas questões à luz do Evangelho. E para começarmos, vamos fazer uma prece, que é o nosso alimento espiritual que nos eleva e que nos coloca mais próximos de Deus. Então vamos agora pedir a Deus, nosso pai, a Jesus nosso mestre, que estejam ao nosso lado e mais esse dia agradecer por tudo que recebemos, a vida com a qual nós fomos presenteados, essa existência agora que nós recebemos também, nós que merecemos renascer. reencarnar e voltar a lider aquilo que fizemos, mudar aquilo que precisamos, consolidar aquilo em que já estamos conseguindo trabalhar para desfazer os nós que que fizemos em nosso passado, construindo laços para iluminar um pouquinho mais e sermos iluminados por aqueles que estão ao nosso redor. Agradecemos por tudo o que recebemos e que é importante para nós, a família, o lar, as condições materiais, todas as os dons, os talentos e os recursos que recebemos para lidar com as questões, as tarefas, as dores, as dificuldades e as alegrias que teremos ao longo de toda a nossa existência. Agradecemos também a presença dos nossos mentores que estão ao nosso lado para nos ajudar, orientar, nos dar força para nos dar a sua mão e conduzir-nos pelos caminhos corretos, torcendo para que nós sejamos capazes de seguir essas orientações e trilhar pelo caminho correto, aquele

ajudar, orientar, nos dar força para nos dar a sua mão e conduzir-nos pelos caminhos corretos, torcendo para que nós sejamos capazes de seguir essas orientações e trilhar pelo caminho correto, aquele caminho que é o melhor para que nós possamos fazer o melhor progresso para nós mesmos e para aqueles que estão ao nosso lado. Agradecemos a nosso mentor pessoal, aquele que se comprometeu conosco nessa vida, que dedica o seu tempo, a sua energia para que nós tenhamos sucesso nas nossas tarefas e que estão sempre ao nosso lado para nos auxiliar, fazendo toda a diferença e sobretudo a nosso mestre Jesus, que é o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida, aquele que está ao nosso lado em todas as circunstâncias, que é o nosso mestre, que nos dá as lições que precisamos para seguir e para nos aproximar cada vez mais de Deus. Que nós sejamos dóceis a essas lições, que tenhamos força e coragem para aplicá-las em nossa vida e determinação para seguir em frente, mesmo nos momentos em que tudo parece difícil. que Jesus esteja conosco hoje e sempre e que nós estejamos com ele. Que assim seja. Hoje nós vamos falar de um convite, um convite à paz, que é o tema que está aqui no livro Bilhetes Fraternais, em que traz uma mensagem tão bonita do nosso querido Chico Xavier, em que ele nos diz: "Plante o amor e a paz, e a vida lhe trará a colheita de paz e amor, lembrando-nos sempre da nossa necessária colheita de tudo aquilo que plantamos. E nessa mensagem ele, o espírito Rodrigo, nos fala sobre as condições para a paz e o que é importante para que a gente compreenda essa paz. Falando desse tema, é inevitável me lembrar de uma música muito bonita do compositor paraibano Nando Cordel, que já fez músicas belíssimas aqui na nossa música popular brasileira, né, que já fez hinos verdadeiros lindos, né, como, por exemplo, eu destaco de volta pro aconchego e tantos outros que são músicas belíssimas, mas que também é espírita e já fez muitas músicas cristãs e espíritas de Eh, letras maravilhosas e

né, como, por exemplo, eu destaco de volta pro aconchego e tantos outros que são músicas belíssimas, mas que também é espírita e já fez muitas músicas cristãs e espíritas de Eh, letras maravilhosas e melodias encantadoras também. A minha predileta dessas músicas chama-se Paz pela Paz. E ele diz assim, a letra da música, que é uma lição para todos nós. A paz no mundo começa em mim. Se eu tenho amor, com certeza eu sou feliz. Se eu faço bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração. Chegou a hora da gente construir a paz. Ninguém suporta mais o desamor. Paz pela paz pelas crianças. Paz pela paz pelas florestas. Paz pela paz pela coragem de mudar. Paz pela paz, pela justiça, paz pela paz, a liberdade, paz pela paz, pela beleza de te amar. Ele então traz essa lição e essa frase marcou a minha vida e tem uma lição que permanece para mim, que eu me lembro sempre. A paz no mundo começa em mim. E isso significa muito. Significa que a paz não é um presente que a gente deva esperar de algo que vem de fora. A gente não pode esperar que a paz caia sobre nós, que ela desça dos céus e caia sobre a nossa cabeça. Ele mostra que a paz é construída por nós, que nós, se desejamos a paz, nós precisamos ser a paz. Nós precisamos construir essa paz dentro do nosso coração. E isso é importante porque muitas vezes nós queremos a paz, mas nós não estamos dispostos a efetivamente buscar ou a construir essa paz. Nós queremos que ela chegue e que caia sobre nós, mas não queremos ser elemento dela. Nós queremos que essa paz chegue sem esforço ou mesmo que ela chegue apesar de nós, mas não que nós possamos construí-la ou ser parte dela. Então ele atenta para isso. Ele nos fala que a paz do mundo começa em mim. E que se nós temos essa paz, esse amor, essa grandeza dentro do nosso coração, nós com certeza seremos felizes. Nós com certeza extravazaremos isso pro mundo ao nosso redor e nós com certeza seremos instrumento da paz. nós para construir essa paz num suporta mais o desamor e fala da

com certeza seremos felizes. Nós com certeza extravazaremos isso pro mundo ao nosso redor e nós com certeza seremos instrumento da paz. nós para construir essa paz num suporta mais o desamor e fala da contribuição e da importância que a gente construa essa paz por todos aqueles que estão lá fora, especialmente pelos mais vulneráveis, como as crianças, os animais, as florestas e todos aqueles que necessitam de nós paraa construção das grandes virtudes e dos grandes valores, como a justiça, a liberdade e tudo o de bom e de belo que existe no mundo e sobretudo pela beleza do amor que é tão importante nesse mundo. E aí a gente para para pensar, né? Sim, nós devemos ter a paz, nós queremos a paz, nós até nos convencemos de que devemos construir a paz, mas o que é essa paz e por ela é tão importante? Hoje se fala tanto em paz, né, no mundo de guerras, de bombas atômicas, de ameaças nucleares e um mundo onde a gente dorme num ambiente tranquilo e não sabe se não acordaremos com as notícias de que bombas estão explodindo em algum lugar, talvez até perto de nós, e bombas morais seguem explodindo em várias partes, até mesmo dentro de nós, não é mesmo? Então, é importante que a gente tenha um pouco de compreensão do que é a paz. E eu trago aqui alguns elementos pra gente refletir sobre ela. O primeiro ponto é que a paz não é a inatividade. A paz não é paralisia, não é estar parado, não é ficar em repouso, não é ficar esperando, não é a espera mesmo. A esperança não é a espera, né? A gente vê que o Paulo Freire fala disso, do verbo que a esperança não vem do verbo esperar, e sim do verbo esperançar, que exige uma postura ativa de nós. é a busca do coração, é a atitude de quem segue e procura aquilo que quer encontrar, que efetivamente luta e busca e não apenas permanece esperando, porque essa espera muitas vezes vai ser em vão. Mas uma espera com atitude, com vontade, com busca e com ação, essa sim trará em si mesmo a recompensa. Porque quem busca o bem, com certeza, como disse o Chico, será recompensado

ezes vai ser em vão. Mas uma espera com atitude, com vontade, com busca e com ação, essa sim trará em si mesmo a recompensa. Porque quem busca o bem, com certeza, como disse o Chico, será recompensado com ele. Quem busca a paz e o amor e planta a paz e o amor, certamente colherá isso. Então, a paz não é inatividade. Eu me lembro no livro Os mensageiros, em que fala de vários espíritos, galpões verdadeiros de espíritos que estão ali dormindo numa total inatividade por razões diversas. Seja porque acreditavam que não havia vida após a vida e que quando a gente desencarnasse, morresse, a gente acabaria, seja por não ter disposição, não ter vontade, seja porque muitas vezes já eram mortos até mesmo em vida e inativos e pouco dispostos às buscas da vida, mas lá tem verdadeiros galpões de espíritos que estão dormindo. E André Luiz fica chocado com isso. Como as pessoas podem permanecer naquele sono, mas não é um sono tranquilo, não é um sono de repouso, não é um sono de paz, é um sono atribulado. Ele fala que percebia as pessoas com respiração ofegante, muitas vezes se mexendo e em situações que pareciam de tripulação ali e que de vez em quando um daquele os mentores ali daquele trabalho que o acompanhavam naqueles estudos se levantava assustado e saía correndo ou buscava alguma coisa e gritava e pedia socorro sendo atendido por aqueles. E aí os mentores que trabalham naqueles naquele lugar esclarecem, André Luiz, que o despertar é inevitável, que nós não podemos permanecer inativos, nós não podemos permanecer dormindo naquele na inatividade, nem mesmo no plano espiritual, tampouco aqui na Terra. Jesus esclareceu isso pra gente também, né? quando ele pediu aos seus discípulos mais próximos, no caso Pedro, Tiago e João, que se mantivessem despertos, mas não foi acolhido por eles naquele momento. Eles dormiram durante o período em que precisavam estar acordados e foram repreendidos pelo Cristo naquele momento. E muitas vezes isso acontece com a gente também. Nós dormimos

eles naquele momento. Eles dormiram durante o período em que precisavam estar acordados e foram repreendidos pelo Cristo naquele momento. E muitas vezes isso acontece com a gente também. Nós dormimos vencidos pelo cansaço e pela inatividade nos momentos em que mais precisamos. estar despertos e buscar aquele aquilo que nos é que nos cabe fazer. Então, a paz não é a paralisia, não é o sono, não é a inatividade. A paz é uma busca. A paz é o desejo de seguir em frente. A paz também não é a passividade, não é dizer sim para tudo. Não é simplesmente aceitar tudo que a vila, que a vida nos importa e deixar a vida nos levar passivamente, sendo conduzidos tal qual o barco sem leme no meio da tempestade. Não. Paz também exige posicionamento, também exige assertividade, exige que nós saibamos lidar com o leme, que nós saibamos manejar o nosso barco e que nós tenhamos um rumo. Mesmo diante da tempestade e diante da calmaria, é preciso que nós saibamos para onde estamos seguindo e o que é necessário para chegarmos nesse lugar. A gente estuda hoje muito a comunicação não violenta, que é foi criada, né, essa essa forma de ver o mundo pelo Marshall Rosenberg lá nos Estados Unidos. E ele fala muito isso, que muitas vezes o silêncio e a passividade podem ser mais violentos até do que a assertividade, que é a colocação justa e correta da nossa maneira de ser e dos nossos necessidades perante o outro. Ele fala que o silêncio, por exemplo, pode ser extremamente agressivo, porque tira do outro a oportunidade de conhecer os nossos pensamentos, de conhecer as nossas necessidades e o mantém na ignorância. Então, o silêncio e a e a passividade são agressivos conosco mesmos, em primeiro lugar, e são agressivos com o outro também, que se mantém naquela mesma postura, desconhecendo a verdade, desconhecendo aquilo que é a nossa necessidade. E o próprio Cristo nos disse, né, conhecereis a verdade, a verdade vos libertará. Então, é preciso que nós nos posicionemos dessa forma, com a verdade, com a assertividade, não simplesmente

cessidade. E o próprio Cristo nos disse, né, conhecereis a verdade, a verdade vos libertará. Então, é preciso que nós nos posicionemos dessa forma, com a verdade, com a assertividade, não simplesmente aceitando tudo aquilo que nos é imposto. Isso é o que aquela música fala, né? A paz sem voz é a paz do medo, não é a paz verdadeira, a paz do amor e da construção positiva do que existe. A paz também não é ausência de conflitos, porque mesmo diante dos conflitos, nós precisamos estar ali. E os conflitos, também nos diz Marchall Rosenberg, são necessários a convivência humana. As divergências são salutares. É muito importante que nós possamos trocar ideias, colocar-nos em determinados momentos, mas ter uma postura de abertura, de discutir, de debater, de ouvir. Aquela palavra adversários significam pessoas que estão em posição diferente da minha, que são diferentes, mas não significa que eles sejam nossos inimigos. Pelo contrário, nós podemos ter em relação a esses adversários, a essas pessoas diferentes, diversas, posturas que nos levam a tratá-los como inimigos, mas também podemos ter aquela abertura de ouvir, conhecer aquilo que é diferente, perceber que existe verdade na postura do outro e formular um aprendizado e uma abertura diante disso. Então, não é silenciar para evitar conflitos, mas é aprender, ouvir, falar também e sobretudo lutar. Lutar não é brigar, lutar não é fazer guerra. E aí a gente precisa diferenciar. Existe a guerra e existe a luta. A paz não contempla a guerra, sendo a guerra a divergência, o menosprezar do outro, o vencer o outro a toda força, o lançar bombas de desamor nos outros, ferindo até mesmo aqueles inocentes e aqueles que estão ali simplesmente por estar ali ou por ser diferentes de mim ou por pensar diferentes de mim. A luta é aquilo que nós travamos principalmente conosco mesmos e a partir de nós mesmos. É o bom combate que Paulo falava. E Paulo é um bom exemplo disso, a evolução dele, do Saulo, que era aquele homem da guerra, aquele homem que

os principalmente conosco mesmos e a partir de nós mesmos. É o bom combate que Paulo falava. E Paulo é um bom exemplo disso, a evolução dele, do Saulo, que era aquele homem da guerra, aquele homem que vociferava, que tinha as suas maneiras de pensar e de ser, e que impunha força, pela violência, pela tempestade, aquilo que ele pensava, eh, minimizando o outro e atuando com violência em relação a a ele, levando até mesmo à morte. em contraposição, depois que ele conheceu o Cristo e mudou a sua maneira de ser com muita reflexão, com muita luta consigo mesmo e com muito trabalho, sobretudo. Aí ele passou, no próprio dizer dele, a travar o bom combate, a verdadeira luta do bem, que aí ele fazia a partir de si mesmo e transbordava pro mundo lá fora. Ela era sim a luta pela paz, a luta pelo amor, a luta pelo bem, a luta que colocava aquelas ideias que ele havia conhecido do Cristo, mas que tinha o amor como instrumentos, que tinha a fortaleza, a resignação e todas as formas de luta que ele tinha. Aí, depois de conhecer o Cristo e depois de aprender a sua lição e passar a vivê-los, ele passou a ser aquele guerreiro do bem e falava dos instrumentos que tinha o guerreiro do bem. Ele fala lá em Efésios 6, né? o capacete da esperança, a espada da palavra e tantos outros que ele nos ensina a utilizar como instrumentos para construção da verdadeira luta, do verdadeiro combate. Então, não devemos ser pessoas de guerras, mas pessoas de luta, que trabalham, que buscam, que colocam aquilo que que é o nosso bem e que fazem essas lutas contra sobretudo dentro de nós mesmos. No livro Bagava Bagav Guita, ele fala muito bem dessa luta em que o príncipe Arjuna coloca os seus próprios exércitos em luta contra a sua família, que são aquelas coisas que existem dentro dele, né? as dificuldades, aqueles pontos que ainda precisamos demorar eh melhorar, os vícios tão conhecidos de nós e ele se propõe a lutar e travar esse combate consigo mesmo. E esse trabalho dentro de nós nos faz lutar também as lutas

ontos que ainda precisamos demorar eh melhorar, os vícios tão conhecidos de nós e ele se propõe a lutar e travar esse combate consigo mesmo. E esse trabalho dentro de nós nos faz lutar também as lutas diárias, as lutas fora de nós e conquistar os mundos que existem dentro e fora de nós. Um ótimo exemplo disso também é Francisco de Assis, que começou a sua vida travando as lutas do mundo, sendo reconhecido pelo seu pelas suas características, né? O pai dele que era muito rico e que queria dar ao filho todos os bens do mundo, todo o dinheiro, todas as coisas boas, toda a mordomia, tudo ele tinha. Existia uma única coisa que Francisco não tinha, que era o título de nobreza que seu pai nunca podia, tinha podido ter e desejava pro seu filho com todas as forças. E qual era o instrumento para que Francisco conseguisse esse título de nobreza tão desejado? A guerra. Porque naquela época o caminho mais curto para se conseguir um título de nobreza era destacar-se na guerra e ser ser declarado cavaleiro do rei e ir paraas cruzadas. Aquele que era declarado cavaleiro do rei também recebia um título de nobreza. E naquele momento, paraa alegria do pai de Francisco, ele foi Assis declarou guerra contra a Peruja. E Francisco, como um dos jovens da sua cidade mais proeminentes, foi chamado a lutar nessa guerra. O pai comprou o cavalo mais bonito, a armadura mais brilhante, as melhores armas e foi Francisco naquele cavalo com as suas armas brilhantes para travar as guerras do mundo e sair de lá como vencedor, como cavaleiro, como nobre. Mas o mundo queria algo diferente, né, do que Deus queria. E a vontade de Deus se colocou naquele momento, assim como com Paulo. Não sabemos o que aconteceu nessa guerra com Francisco, mas ele voltou profundamente mudado. Ele voltou apeado do seu cavalo, desfeito da sua armadura e completamente diferente. Foi tido como louco por aquelas pessoas da sua cidade. Começou a romper com todos aqueles valores que, a princípio eram caros para ele. até o momento em que se deu a ruptura

e completamente diferente. Foi tido como louco por aquelas pessoas da sua cidade. Começou a romper com todos aqueles valores que, a princípio eram caros para ele. até o momento em que se deu a ruptura definitiva, em que ele abandonou todos os seus bens, entregando aos pobres e tirando até mesmo a roupa do próprio corpo, dizendo que ele queria viver não do que o pai do mundo dava a ele, mas do que o pai do céu dava a ele, o que Deus tinha para oferecer. E aí ele passou a viver o verdadeiro evangelho, saiu dos muros da cidade e passou a viver ali fora. Aceitou a missão que lhe foi oferecida em sonho de reformar a igreja do Cristo. Ali do lado de fora de Assis tinha uma pequena capela em ruínas, a capela de São Damião. E ele compreendeu naquele momento que a sua missão era reformar aquela capela. E ele começou a pegar pedras numa pedreira próxima ali e levar até aquela capela para reconstruir aquelas paredes. e foi fazendo isso devagar, dia após dia, e foi angareando pessoas que o ajudavam devagarinho, inclusive alguns daqueles seus amigos que também queriam a fama do mundo e que também, seguindo o exemplo de Francisco, passaram a viver a a o combate da paz. E depois de terminar de reconstruir aquela capela, ele percebeu que a sua tarefa era muito maior, que ele tinha que reconstruir a própria igreja do Cristo. E ele foi percebendo isso aos poucos e foi aceitando esse chamado. Ele pediu que ele pudesse ter uma audiência com o Papa para que ele pudesse simplesmente fazer um simples pedido, viver o evangelho do Cristo em toda a sua pureza. conseguiu essa audiência e aí ele já vivia praticamente como um mendigo, vivendo com vestido com sacos de batata e amarrado com cordas e andando descalço como um mendigo mesmo, casado com a irmã pobreza. Então ele chegou e provocou o choque entre os seguidores ali do Papa na Basílica de São Pedro, tão cheia de ouro, tão cheia de riqueza. E aí depois do choque inicial ele foi expulso. Mas o Papa também tinha tido um sonho em que um mendigo segurava os pilares ali da

apa na Basílica de São Pedro, tão cheia de ouro, tão cheia de riqueza. E aí depois do choque inicial ele foi expulso. Mas o Papa também tinha tido um sonho em que um mendigo segurava os pilares ali da Basílica de São Pedro. E ele reconheceu que aquele homem que estava ali, né, era o mesmo sonho de Francisco, mas guardadas as devidas proporções e da realidade do Papa. Então, era a mesma missão revelada de uma forma diferente. Ele tinha sim que reconstruir as bases da igreja tão distanciada do que era a mensagem do Cristo depois de 11 séculos ali. E ele, o Papa, reconhecendo aquele homem, deu a ele a permissão. E Francisco fundou a ordem dos franciscanos que existe até hoje. E aí ele não foi nobre, ele não foi rei, mas ele foi um homem muito maior do que isso, porque ele não alcançou os bens do mundo, mas alcançou a paz que vem de Deus. E por isso ele foi esse exemplo para todos nós até hoje. E aí é o que o Chico fala. Se a gente planta o amor, se a gente planta a paz, se a gente planta os verdadeiros valores do nosso coração, se a gente busca aquela paz que vem do céu, os tesouros que vem do Cristo, a nossa paz interior, nós conquistamos essa verdadeira paz. E é o que diz também o nosso irmão Rodrigo, que nós podemos escolher entre a paz do mundo, entre os valores do mundo, que são aqueles valores temporários, e os nossos valores que se consolidarão e que permanecerão conosco para todo sempre. Foi feito um estudo científico dentro da neurologia, né, da neuropsicologia, que falava do quão efêmeras são as nossas buscas pelo que é transitório, que as nossas vitórias perante o mundo não nos dão a satisfação real, são sempre, sempre, sempre transitórias. Então, se nós conseguimos vitórias, por exemplo, se nós conseguimos dinheiro, se nós conseguimos uma vitória num concurso de beleza, são pontos que ao invés de nos dar realização, nos trazem apenas mais ansiedade e uma busca mais profunda por aquilo que é do mundo. Se eu consigo ganhar o meu primeiro milhão, eu já busco o próximo. Se eu consigo ganhar um

de nos dar realização, nos trazem apenas mais ansiedade e uma busca mais profunda por aquilo que é do mundo. Se eu consigo ganhar o meu primeiro milhão, eu já busco o próximo. Se eu consigo ganhar um concurso de beleza esse ano, eu já tô preocupada em manter isso, em realizar procedimentos, em eh tentar segurar entre os meus dedos tudo aquilo que é efêmero. E isso não gera uma plena realização, gera cada vez mais ansiedade, porque nós estamos preocupados com aquilo que vai se acabar, com aquilo que vai inevitavelmente perecer. Ao contrário, há coisas que realmente nos trazem alegria. aprender coisas novas, partilhar aquilo que nós aprendemos, partilhar aquilo que é nosso, viver o amor, viver aquelas relações que trazem a o verdadeiro afeto e buscar os verdadeiros bens. Como dizia o Cristo pra samaritana, quando nós bebemos daquela água que não nos mata a sede, nós aprofundamos a nossa sede. São como somos como o náufrago que busca matar a sua sede com a água salgada. Eu me lembro de ter lido quando eu era adolescente ainda um livro que falava disso, de jovens náufragos que entravam no mar e que tinham aquela vontade de para matar a sua sede beber a água do mar. Só que eles aprenderam eh que quando nós bebemos aquela água do mar, aquela água ao invés de matar a nossa sede, ela nos desidrata, ela não acrescenta a água ao nosso corpo, ela retira até o pouco de água que nós temos e que por e por isso nos causa uma desidratação profunda levando-nos à morte. Então, o que que aqueles jovens fizeram? resistiram à tentação de matar a sua sede com aquela água do mar e esperaram a chuva que veio do céu. E aí eles aproveitaram aquela água, utilizando-se de recipientes, de lonas, de baldes, acolhendo aquela água que veio do céu e mataram a sua sede a partir dela. E esse é o convite que o Cristo faz, que nós busquemos a água que vem do céu e não a água do mundo. Então, quando nós acolhemos a água da chuva abundante que vem, nós conseguimos matar verdadeiramente a nossa sede e seguir.

o Cristo faz, que nós busquemos a água que vem do céu e não a água do mundo. Então, quando nós acolhemos a água da chuva abundante que vem, nós conseguimos matar verdadeiramente a nossa sede e seguir. Quando nós buscamos as águas que apenas aprofundam as nossas dores, a nossa sede e nos trazem mais ansiedade, nós permanecemos sem essa paz e não conseguimos eh seguir dentro disso. Então, a paz é sobretudo isso, é sobretudo buscar aquilo que é bom, buscar o que é permanente e trabalhar buscando aquilo que que tem. Quando eu me lembro de Paulo, é inevitável pensar no livro maravilhoso Paulo e Estevão e ver a postura diferente dos dois. Paulo, Saulo, naquele momento, ainda era aquele homem da guerra, impetuoso, bravo, mas não num sentido bom, e que buscava aniquilar, enquanto Estevão era um homem da serenidade, que ouvia e não buscava agredir, não buscava responder, mas permanecia com a verdade dentro de si. chocou Paul chocou aquele Saulo violento, aquela serenidade no olhar de Estevão e ele foi fundamental para que ele pudesse se reconstruir. Aquele olhar sereno, pacífico, mas detentor de toda a profundidade, de toda a verdade, ficou marcado no coração de Paulo para sempre e permaneceu com ele e foi uma das grandes buscas dele. Então, a paz não é apatia, mas é a harmonia. Não é a passividade, mas é a serenidade da confiança de que em Deus nós temos aquilo que nós precisamos. Buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será acrescentado. Quando nós buscamos o tesouro da terra, quando nós buscamos a água da vida, quando nós buscamos o pão do céu, nós conseguimos as realizações daquilo que precisamos. Então, é preciso acreditar, confiar, é preciso trabalhar, é preciso buscar a saúde do corpo e do espírito, é preciso buscar as realizações e os tesouros do céu para que nós possamos encontrar essa paz. Cristo, no sermão da montanha falou da paz duas vezes. Ele falou da paz em duas bem-aventuranças. Ele diz que são bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque herdarão a

possamos encontrar essa paz. Cristo, no sermão da montanha falou da paz duas vezes. Ele falou da paz em duas bem-aventuranças. Ele diz que são bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. Nós estamos no processo de regeneração. E era disso que Cristo estava falando. Quando ele diz que herdarão a terra, ele diz que os brandos, os pacíficos, serão aqueles que permanecerão na terra em regeneração. Então ele já diz que a terra regenerada será um lugar de paz, onde não teremos violência, onde não teremos injustiça, onde não teremos a preponderância da violência sobre o outro. Então, aqueles que buscam a paz, aqueles que constróem a paz e que fazem o trabalho pela paz, são aqueles que permanecerão no mundo regenerado. E ele fala mais adiante que bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. E os pacificadores não são apenas aqueles que vivem em paz, mas aqueles que constróem a paz, que trabalham por essa construção de um mundo mais pacífico, mais generoso, mais justo. E naquela época os, se a gente analisar etimologicamente dentro da do hebraico, do aramaico, né, das línguas antigas, de uma forma geral, quando se fala filhos de alguma coisa, significa aquele que tem as características, né? Então, o filho é aquele que tem as características do pai. Muitas vezes Jesus falava dos filhos da luz, porque são aqueles que carregam a luz consigo. Então, quando ele fala filhos de Deus são aqueles que já trazem em si as características de Deus. Então, os pacificadores, os que lutam pela paz por um mundo melhor, que constróem a justiça, que constrói a harmonia, que constrói o amor, são aqueles que têm Deus no coração e que carregam Deus. São aqueles que são aqueles que Jesus chamou deuses, né? Vós sois deuses, aqueles que já estão caminhando para o nosso destino inevitável, que é a comunhão com Deus, que é estarmos em paz. Assim foi que Paulo disse no final da sua vida que eu vivo, mas já não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. Porque ele tinha

tino inevitável, que é a comunhão com Deus, que é estarmos em paz. Assim foi que Paulo disse no final da sua vida que eu vivo, mas já não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. Porque ele tinha uma harmonia tão grande com o Cristo, uma unidade tão grande com os princípios que o Cristo defendia, que ele já sentiu o seu coração pulsar com ele e que as palavras do Cristo já eram as palavras dele próprio. Da mesma forma, o Cristo falava, né, que ele e o Pai era um, porque ele vivia intensamente essa comunhão com Deus. E foi isso que ele quis nos ensinar. Por isso ele aceitou o título de mestre, porque ele veio para nos mostrar o caminho e para nos dizer e exemplificar o que precisávamos fazer. Da mesma forma, o Francisco, cujo único desejo era viver integralmente o evangelho e assim viver a comunhão com Deus na sua proximidade maior, também conquistou essa paz que era um chamado filho de Deus. que nós possamos também caminhar para isso. E aí eu me lembro no final do nosso querido Chico Xavier, que tambémou quando ele dizia que as pessoas o procuravam e que se sentiam bem, ele dizia que as pessoas sentiam saudades do Cristo e que felizmente ao se aproximar dele, eh, lembravam do Cristo e que o grande privilégio deles era poder sinalizar o Cristo para as pessoas. quando eh perguntavam para ele, ele que era médium e trazia muitas notícias do além, perguntavam sempre para ele com segundas intenções: "E aí, Chico, quais são as novidades?" E o Chico respondia sempre inevitavelmente: A grande novidade, meus irmãos, ainda é o Evangelho de Jesus. Então, estando em perfeita sinfonia, sintonia. E aí eu quero terminar com mais uma música do Nando Cordel que se chama Irmão Chico, né, que ele fez em homenagem ao Chico Xavier e ele diz assim: "Se a gente seguisse o seu caminho, seria feliz. Se a gente ouvisse os seus conselhos, seria feliz. Se fosse manso como ele, seria feliz. Tinha mais coragem, mais determinação para mudar. Se a gente compreendesse mais o que ele deixou, seria a caridade e a paz, a mão do amor.

conselhos, seria feliz. Se fosse manso como ele, seria feliz. Tinha mais coragem, mais determinação para mudar. Se a gente compreendesse mais o que ele deixou, seria a caridade e a paz, a mão do amor. Não ia mais ficar chorando, nem se lamentar. Quem seguir o seu exemplo vai se iluminar. Quando acusado usou o amor, caluniado usou o perdão. Quando traído usou a luz do coração. Quando atacado, ele sorriu. Elogiado, ele nem viu. Ao nosso querido irmão Chico, a nossa eterna gratidão. Esse é um exemplo de alguém que procurou estar em sintonia com o Cristo, em sintonia com o Evangelho e que por meio de seus livros trouxe muitas lições. mas por meio de sua vida deixou mais lições ainda. E aí eu quero convidar vocês, se quiserem saber um pouquinho mais sobre a vida do Chico, a participar do musical que será apresentado nos dias 13, 14 e 15 na sala Martins Pena, em que no Teatro Nacional apresentaremos um pouco mais da vida de Chico Xavier para aqueles que quiserem conhecer e eu garanto que vale a pena conhecer. Eu tô no elenco do musical e tenho certeza que vocês verão coisas belíssimas da vida desse homem que exemplificou o amor em todos os seus momentos. E agradecendo a ele, agradecendo a Paulo, agradecendo a Francisco de Assis, agradecendo a Bezerra de Menezes, também apóstolo do amor, a Alta de Souza e todos esses queridos mentores da nossa casa, sobretudo a nosso mestre Jesus. Nós pedimos que sejamos também construtores da paz, que nós sejamos também construtores da paz em nós, para que essa paz que começa em nós possa se expandir, trazendo o mundo de regeneração que tanto desejamos e que precisamos. Que possamos construir juntos essa paz e que sejamos chamados filhos de Deus nesse mundo de regeneração, do qual somos herdeiros. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. Um grande abraço a todos. Que a paz esteja conosco, assim como Cristo sempre nos desejou. Uma ótima semana para todos nós e muito obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe

e. Que assim seja. Um grande abraço a todos. Que a paz esteja conosco, assim como Cristo sempre nos desejou. Uma ótima semana para todos nós e muito obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a

harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores [música] espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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