Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Honório Corrêa e Wellerson Santos

Mansão do Caminho 27/04/2026 (há 1 semana) 5,741 visualizações

Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho oferece um espaço de diálogo dedicado ao esclarecimento de dúvidas sobre a Doutrina Espírita. É um encontro que reúne o público presencial e virtual para uma reflexão serena sobre temas essenciais da vivência espiritual e do próprio Movimento Espírita. Um momento simples, direto e fiel às tradições doutrinárias, convidando à ponderação e ao estudo contínuo. SOBRE O NOSSO CONVIDADO Wellerson Santos é voluntário no Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, sua atual cidade de residência. Além de sua atuação como voluntário, Wellerson é reconhecido como médium, escritor e orador espírita. Ele ainda desempenha o papel de coordenador e voluntário das Caravanas da Educação, uma iniciativa vinculada à ONG Fraternidade Sem Fronteiras, que realiza trabalho voluntário tanto na África quanto no Brasil. Como autor, ele possui um acervo de 38 livros publicados, sendo a renda destinada a instituições de caridade. Destacam-se entre suas obras as psicografias “A Cura Real", “Levantar e Servir", “A Rediviva de Magdala", dentre outros. 📺 Assista ao programa e aprofunde seus conhecimentos sobre o Espiritismo. 📌 Inscreva-se no canal e acompanhe nossos conteúdos doutrinários semanais. 🔔 Ative o sino para receber as próximas reflexões espíritas. 🤝 Compartilhe este vídeo com quem busca esclarecimento e consolação à luz da Doutrina Espírita. 💬 Deixe seu comentário e participe deste diálogo fraterno sobre o Espiritismo. #ConversandoSobreEspiritismo #Espiritismo #DoutrinaEspírita #EstudoEspírita #ConhecimentoEspírita #FilosofiaEspírita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #AllanKardec #ReflexãoEspírita #VidaEspiritual #Espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Há quem traduz a gratidão através do estilo bombástico das palavras, da eloquência dos discursos, dos gestos comovedores que todos tomam conhecimento. Passam como pessoas reconhecidas, portaduras de méritos e sentimentos comentados. [música] Todavia, tão logo as coisas mudam de rumo e os acontecimentos deixam de atenderd-des aos interesses imediatos. Eas desiludidas, deprimidas, frustradas. A vida é um hino de louvor a Deus, um poema de beleza, convite perene à gratidão. Por isso, há somente razões para o agradecimento e bem poucas necessidades para solicitações. Seja a tua, a gratidão silenciosa que opera no bem, porque este é o estímulo constante da tua existência, a fidelidade aos compromissos [música] nobres aos quais aderiste, espalhando ondas de otimismo e de esperança. Atitude paciente bondosa ao lado daqueles que se desequilibrado e sentem-se a sós. prece ungida de amor em favor dos enfermos, dos inquietos e dos adversários. [música] A perseverança nas ações relevantes [música] quando outros desertaram. O clima mental de fé e de união com tudo [música] e todos sejam as maneiras de expressares gratidão a Deus e à vida. pela honra de estares consciente da tua existência e presença no universo. A tua gratidão seja o amor que se expande e mimetiza a todos quantos se acerquem de ti, experimentando [música] a dita de viver. Estamos dando início ao conversando sobre o espiritismo. >> Convidamos a professora Solâ de Seixas para a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, [música] no silêncio das nossas mentes, elevamos as nossas almas [música] na busca da comunhão contigo. Por isto, [música] Senhor, te suplicamos que das perfumadas correntes da tua eternidade. Deixa-nos, Senhor, sentir a presença da grandiosidade do teu ser, que se agiganta a cada minuto nos servir, amando aos seus semelhantes e impulsionando o progresso de todos. Ó tu que és dádiva eterna, ó tu que és a beleza inconfundível, ó tu que aquece o frio das nossas almas [canto]

cada minuto nos servir, amando aos seus semelhantes e impulsionando o progresso de todos. Ó tu que és dádiva eterna, ó tu que és a beleza inconfundível, ó tu que aquece o frio das nossas almas [canto] e nos tira da ilusão. Ó Jesus, [canto] não há aroma maior do [música] que perceber a grandiosidade do teu ser que inunda o nosso planeta. Dá-nos a coragem de enxergarmos além das fronteiras humanas, para que assim despertos sejamos capazes de fazer [canto] esse silêncio necessário para escutar a tua voz que nos chega. pela necessidade do nosso semelhante, pela mão distendida, pelo olhar carente necessitado, pela voz que se apagou e pelo muito que todos podemos fazer diante do semelhante. Mas ajuda-nos, Jesus sermos humildes e mansos de coração, >> a fim de que não nos falte a tolerância, a bondade, [canto] a simplicidade com que te revestistes. Tu que já eras um espírito de escol fazendo parte da consciência cósmica, veio à terra e assim renovou de esperança os corações. Esta noite, Senhor, buscamos-te como de tantas outras, pedindo [música] que é tu de paz para os aflitos e sobrecarregados e ânimo para aqueles [música] que estão caídos, porque a tua voz os levanta, a tua misericórdia os alcança. E a tua bondade a todos impulsiona na direção do Pai. [canto] Dá-nos, Senhor, o discernimento e a vontade [música] cada vez mais determinada em prosseguir seguindo os teus passos, mesmo que ainda com dificuldades, mas que não [música] paremos, continuemos, sigamos contigo. Agora e por todo sempre. Que assim seja. >> Muito boa noite então a todos. Dando início aqui ao nosso conversando sobre o espiritismo, gostaria de um pequeno aviso antes de iniciarmos a a nossa reunião, relativamente agora ao dia 9 de maio, é o próximo sábado, onde nós teremos um seminário com o Dr. Alberto Almeida, cuidando da criança interior ferida, que é o título de uma das obras do Dr. Alberto. é o a véspera do dia das mães, iniciando-se às 16 horas até às 19, um intervalo das 19 às 20, depois dando seguimento Dr. Alberto na reunião

ior ferida, que é o título de uma das obras do Dr. Alberto. é o a véspera do dia das mães, iniciando-se às 16 horas até às 19, um intervalo das 19 às 20, depois dando seguimento Dr. Alberto na reunião doutrinária da noite das 20 às 21 horas. Fica aí o convite daqueles que quiserem participar e se inscrever no site da mansão do Caminho. E o segundo aviso, então, que podemos dar aqui relativamente ao imposto de renda. Já entraremos amanhã no nosso mês de maio, é o mês da declaração aí do imposto de renda. E a mansão do caminho conquistou esse benefício do governo federal, onde nós podemos eh destinar uma parte do imposto a ser pago para [limpando a garganta] instituições filantrópicas, entre elas a mansão do caminho. Então basta que a pessoa entre no site da mansão do caminho e lá tem todas as instruções de como fazer estas doações, né, essa essa destinação da do imposto a pagar. Parte desse imposto, se não me engano, é 3 ou 4% que é destinado à instituição filantrópica, né? É uma é um roteiro simples e vai auxiliar muito as nossas obras sociais. Hoje nós estamos aqui, fiquem à vontade aqueles que estão presentes também para fazer perguntas para serem respondidas aqui pelo nosso irmão Wellerson e também pela professora Solange. Então a nossa equipe está aqui de apoio, caneta, papel na mão. Por favor, faça os questionamentos devidos. O nosso irmão Wellingon, ele é de BH, ele veio pessoalmente hoje aqui, né? de Belo Horizonte, só para estar presencialmente conosco, o que é uma honra. O Elon Santos é voluntário lá no grupo da Fraternidade Espírita Irmã Sheila, localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, sua atual cidade de residência. Além da atuação como voluntário, o Héon é reconhecido como médium, escritor e orador espírita. Ele ainda desempenha o papel de coordenador e voluntário das caravanas da educação, uma iniciativa vinculada a ONG e Fraternidade Sem Fronteiras, que realiza trabalho voluntário tanto no Brasil quanto na África. Ele é autor de mais de 41 livros

e voluntário das caravanas da educação, uma iniciativa vinculada a ONG e Fraternidade Sem Fronteiras, que realiza trabalho voluntário tanto no Brasil quanto na África. Ele é autor de mais de 41 livros publicados, sendo a renda destinada a diversas instituições filantrópicas. Destacam-se em suas obras as psicografias, A Cura Real, Pai Francisco, Diálogo com Jesus, dentre outros. Então, convido agora o Éerson para que você possa se apresentar ao nosso público aqui, por favor. Meus queridos amigos, companheiros de Ideal Espírita, queridos internautas que nos acompanham pelas redes sociais, A Mansão do Caminho. Boa noite. >> Que as bênçãos de Jesus continuem envolvido os nossos corações em muita paz, em muita harmonia. É sempre uma alegria renovada ao meu coração retornar à mansão do caminho, participar do Conversando sobre Espiritismo nessa experiência da troca de estudos, de informações que sempre engrandece o nosso coração e que nessa noite, pautados no Evangelho de Jesus, na doutrina espírita, nós possamos am refletir em torno das questões que nos forem trazidas, a fim de podermos seguir adiante na nossa jornada no entendimento acerca da vida. >> Muito obrigado, Ederson. Eu vou utilizar aqui uma pergunta da semana passada que ela foi realizada por Cris. Ela disse que os católicos, ela citou os católicos, tem uma forma de rezar, né, com o terço, as suas orações, o Pai Nosso, Ave Maria, eh diversas orações que são desenvolvidas pelos católicos. Então, qual seria a forma? Ela pergunta, qual seria a forma de orar então do espírita? Allan Kardec, o nosso codificador, em o livro dos espíritos, na sua terceira parte, que fala das leis morais, ele trabalha uma lei chamada lei de adoração. e orientado pelo Espírito de verdade, ele nos apresenta que a oração ela tem três funções, que é louvar, agradecer e pedir. Muito embora na nossa jornada muitas vezes nós nos utilizemos mais do petit pedir do que do louvar e agradecer, também tem essas funções. prece. E a prece, conforme nos ensina a

ar, agradecer e pedir. Muito embora na nossa jornada muitas vezes nós nos utilizemos mais do petit pedir do que do louvar e agradecer, também tem essas funções. prece. E a prece, conforme nos ensina a benfeitora Joana de Angeles por meio de Divaldo Franco, é abrir a boca da nossa alma para falar os ditos do nosso coração. Não existe uma fórmula, não existe algo pré-determinado para que nós possamos fazer uma oração, porque a oração ela vem da intimidade da nossa alma. Algumas religiões têm as prescrições, tem as suas orações que nós respeitamos. A companheira que fez a pergunta, a Cris, se refere aos nossos irmãos católicos, que tem a o terço, que tem as novenas dentro do nosso movimento espírita. Nós às vezes também nos utilizamos de algumas orações bastante conhecidas, como a prece de Cáritas, a oração de São Francisco de Assis, o Pai Nosso, que é a oração dominical ensinada por Jesus. Mas quando nós fazemos a oração, que é aquela que nós buscamos a intimidade do nosso ser, aquilo que nós estamos sentindo, o que realmente nós estamos necessitando, essa que nos liga diretamente ao Pai, porque aquela oração que vem do coração, e não apenas as palavras que às vezes nós verbalizamos como se fossem jogadas ao vento. Os benfeitores espirituais nos ensinam que a oração ela nos sustenta, ela nos auxilia no nosso dia a dia. Nós espíritas temos o hábito, por exemplo, como nos ensina Allan Kardec, de iniciarmos todas as nossas atividades espíritas, sejam doutrinárias, sejam as tarefas, como uma oração inicial, uma oração final. como abrindo e fechando as atividades com auxílio da espiritualidade, a benfeitora Maria João de Deus, por meio da mediunidade Chico Xavier, no livro Cartas de uma morta. Ela narra de maneira muito interessante que quando desencarnou, ela foi trabalhar no mundo espiritual em uma colônia onde ela foi convidada a anotar as orações que eram feitas. pelas pessoas aqui da terra. E essas orações são anotadas, catalogadas, endereçadas aos espíritos que foram

mundo espiritual em uma colônia onde ela foi convidada a anotar as orações que eram feitas. pelas pessoas aqui da terra. E essas orações são anotadas, catalogadas, endereçadas aos espíritos que foram evocados nas suas orações. E essas orações então são analisadas e toda oração, diz ela, feita com o coração, é respondida. respondida nem sempre da forma que nós desejamos, mas a forma que nós necessitamos para nossa jornada. Porque às vezes a oração é respondida por Deus e nós achamos que não fomos escutados porque não veio naquele formato que nós ansávamos, que nós queríamos, mas vem conforme aquilo que nós precisamos paraa nossa jornada. Nós espíritas temos em O Evangelho Segundo Espiritismo, no último capítulo, um roteiro, uma coletânia de preces espíritas, onde os benfeitores uns ensinam a falar com Deus, com Jesus, por meio de diversas orações, em diversas ocasiões à nossa vida. Mas isso não é uma ritualística, é apenas uma forma de nos ensinar. de conversar com Deus, mas cada um de nós temos a nossa própria maneira de orar. Isso é o que mais importa. É aquilo que nós tiramos de dentro da nossa alma. >> Bem, muito obrigado, Eron, pela resposta. Eh, professora, tem uma uma pergunta aqui de Kelilene. A Kelene tá sempre presente aqui. Toda hora faz pergunta. que sempre para Solange. Tia Solange, o que é o submundo mencionado no livro No rumo do mundo de regeneração. Que que seria esse subimundo, esse mundo inferior? Que que essa a senhora poderia nos falar sobre este assunto? >> Este submundo é criado pelas nossas emissões mentais. Nós sintonizamos o nível com o qual a nossa mente é capaz de produzir, isto é, o nosso espírito. Então, nós temos na própria Terra aquilo que nós chamamos de submundo, quando as atitudes são demasiadamente irregulares, fogem à normalidade, que levam à produção de coisas negativas, embora para aqueles que a produzem não a sintam desta esta forma, porque estão neste nível e aí eles se comprazem. Ao saírem do corpo, eles não podem ir a regiões celestes. Então, habitarão essas

vas, embora para aqueles que a produzem não a sintam desta esta forma, porque estão neste nível e aí eles se comprazem. Ao saírem do corpo, eles não podem ir a regiões celestes. Então, habitarão essas regiões que nós podemos chamar de submundo, o que estaria abaixo da normalidade, que estaria dentro de um contexto aonde eh a prevalência é do mal. no nossa forma de analisar, porque esses que assim vivem não acham que estão na maldade, eles ainda estão na ignorância. Por isso não despertaram ainda que podem avançar e ter estágios de felicidade diferente daquele que eles produziam, muito mais ligado à matéria do que ao próprio espírito. E assim continuam a viver no mundo espiritual. Então, tudo está em relação ao nosso padrão vibratório. Estaremos nas regiões mais elevadas porque estaremos vibrando de acordo com essa esse estágio. Se não assim pensamos ou não agimos, nós estamos nos equivalendo a um padrão que é o da ignorância. Porque o mal só existe por força da ignorância do bem. Então, todas as vezes que vem um pensamento negativo, nós estamos muito bem. Então, nós podemos mentalmente trabalhar esses espíritos que precisam não apenas das nossas palavras, mas da nossa exemplificação. E eles nos acompanham muito mais do que podemos imaginar e tiram as suas relações pela forma como nós agimos. Porque como nós falamos é fácil, mas como nós produzimos as nossas ações, elas levam o nosso quanto de energia que eles ou se beneficiam ou mudam de estágio e vão nos deixar porque nós não estamos sintonizando com eles. Então, toda a ignorância advém ainda do primarismo que ainda se encontram alguns espíritos. Que seja o número menor possível na terra, meu Deus, para que nós tenhamos essa entrada do mundo de regeneração, exatamente com uma proposta de crescimento, de aprendizado. Não é que todos vão se tornar espíritos superiores de repente, não. Mas é o que nos propomos. Então esse submundo existe na terra, na materialidade, como no mundo espiritual. E eles continuam agindo sob o formo de

os vão se tornar espíritos superiores de repente, não. Mas é o que nos propomos. Então esse submundo existe na terra, na materialidade, como no mundo espiritual. E eles continuam agindo sob o formo de bandos, tendo aqueles que são os que dirigem, os que mandam e que aqueles que se submetem, exatamente pelo desconhecimento de que são divinos e que eles podem ser felizes. Quando eles entenderem isso, aí tudo vai ser diferente e para eles mesmos será a libertação. >> Obrigado, professora. Oerson tem uma pergunta do público. Ele faz uma afirmação: o maior prêmio no mundo é a consciência tranquila e que estamos num estágio em que percebemos que o bem nos faz bem. Mas ele questiona, por que é tão difícil alcançar essa plenitude? Paulo de Tarso, em uma de suas cartas, ele afirma: "Porque o bem que eu quero, este eu não faço, e o mal que eu não quero, este sim eu faço." Os nossos hábitos, eles ficam arraigados dentro de nós. Assim como nós temos as qualidades e virtudes, que são os hábitos positivos, nós vamos encontrar os vícios e as imperfeições, que são os hábitos negativos. E como raízes de uma árvore profunda, esses maus hábitos, eles se entranham na nossa vida e fazem parte da nossa existência. Todas as vezes que nós desejamos fazer essa mudança, essa transformação na tão falada reforma íntima, nós temos dificuldades porque nós nos acostumamos àquelas atitudes infelizes, nos acostumamos a viver daquela maneira, daquela forma e fazer a renovação de atitudes às vezes traz dificuldades, sofrimentos. Às vezes nós temos aquela dependência perante algum vício que nós adquirimos, mas não é impossível fazer essa transformação, essa renovação interior, como tantos na história realizaram. Alcançar a plenitude é um trabalho palotino, degrau a degrau, por meio das sucessivas reencarnações, nós vamos depurando o nosso ser para alcançarmos essa fatalidade, que, aliás, é a única que nós temos. Um dia fomos criados, simples e ignorantes para atingirmos a angelitude. E esse processo, ele pode ser mais lento

ndo o nosso ser para alcançarmos essa fatalidade, que, aliás, é a única que nós temos. Um dia fomos criados, simples e ignorantes para atingirmos a angelitude. E esse processo, ele pode ser mais lento ou mais rápido de acordo com a nossa liberdade de escolha. Nós somos os artífices, os construtores da nossa vida. Então, é muito importante que nós despertemos dentro do nosso coração a vontade, a determinação de poder realizar essa transformação interior, que, conforme dissemos, não é fácil, mas ela não é impossível. Porque se nós vermos nas páginas do Evangelho, nós vamos encontrar tantos homens e tantas mulheres que nos ofereceram o exemplo, que nos mostraram que é possível deixar os maus hábitos para descobrir as qualidades e virtudes que são latentes do nosso coração. E conforme ensine Emanuel pela mediunidade de Chico Xavier, o maior exemplo que nós temos de transformação moral nas páginas do Evangelho é a figura de Maria de Magdala ou Madalena, essa mulher que procurava o amor amando a sua moda e que pôde, ao se deparar com Jesus transformar a sua vida. Ela alcançou a sua plenitude por meio dessa renovação íntima que com certeza para ela não foi fácil. Adquiriu para junto de si, conforme conta as páginas do Evangelho, sete espíritos que atormentavam, que a obsidiavam na área sexual. E sem dúvida alguma, quando ela desejou fazer essa mudança, sair da prostituição, transformar-se em uma nova mulher, houve imensos atropelos. Mais tarde, com a morte de Jesus, quando Madalena fica sozinha, porque nem mesmo os apóstolos desejaram a sua presença entre eles, quantas vezes ela foi procurada por homens que pediram que ela voltasse ao meretrício, que eles dariam para ela tudo de novo, o palacete, ela se tornaria de novo a rainha da noite e ela se manteve firme, equilibrada, determinada. Então, o processo da nossa transformação interior é um processo que requer de nós muita vontade, mas mesmo se nós cairmos, é preciso levantar, ao invés de chorar, de lamentar, bater a poeira da estrada e seguir

rocesso da nossa transformação interior é um processo que requer de nós muita vontade, mas mesmo se nós cairmos, é preciso levantar, ao invés de chorar, de lamentar, bater a poeira da estrada e seguir adiante, porque essa é a proposta do evangelho para as nossas vidas. Obrigado, é uma pergunta do público aqui de Rosa. A Rosa Santos fez uma pergunta direcionada a você e ela gostaria de saber para os esses espíritos impedernidos, duros, espíritos que ela disse sejam malignos, eh quando desencarnam, eles vão para algum lugar específico, tem uma destinação específica. Jesus nas páginas do Evangelho, ele já nos ensinava que a semeadura é livre, mas a colheta é obrigatória. Todos nós, quando estamos encarnados, nós temos o direito de escolher o que desejarmos fazer da nossa vida. Mas é muito importante saber que depois advém as consequências. E essas consequências elas podem surgir tanto na nossa experiência enquanto estivermos encarnados, quando também advierte física. Nós vamos nos deparar com o tribunal da nossa própria consciência. Allan Kardec nos ensina que não existem lugares circunscritos no mundo espiritual. Aquelas questões trazidas pelas doutrinas religiosas do passado, o céu e o inferno, lugar de delícias e de prazeres ou lugar de intenso sofrimento por meio dos benfeitores espirituais, especialmente em o céu e o inferno, foi transformado nas nossas mentes. E conforme agora a pouco disse a Solange, para nós podermos viver céu e inferno, não é necessário desencarnar. Aqui mesmo na Terra, nós vivenciamos essas experiências de acordo com a nossa mente, porque somos nós que criamos céu e inferno para as nossas vidas. Mas quando nós na nossa estrada evolutiva escolhemos os desvãos da estrada, adentramos por caminhos menos felizes, pelos vícios, pelas atitudes endereçadas ao mal, a nossa realidade no mundo espiritual será concernente àilo que nós plantamos e vamos nos unir a espíritos daquela aquela mesma escola, aquela mesma talha, nós vamos, por um processo de sintonia e

al, a nossa realidade no mundo espiritual será concernente àilo que nós plantamos e vamos nos unir a espíritos daquela aquela mesma escola, aquela mesma talha, nós vamos, por um processo de sintonia e afinidade nos unir a estes espíritos que têm as mesmas escolhas, os mesmos direcionamentos. Seria muita pretensão de nossa parte fazermos o ajuizamento de para onde vão os espíritos maléficos, porque isso cabe à consciência de cada um e a Deus que é o nosso pai. Mas a doutrina espírita nos ensina que as regiões que nós vamos habitar no mundo espiritual, ela dependerá daquilo que nós fizemos. daquilo que nós construímos. Então, nós temos diversas obras da literatura espírita que nos falam das colônias espirituais, das regiões de tratamento, dos hospitais, mas também as colônias vinculadas ao sexo, as colônias vinculadas aos vícios de toda sorte, aqueles espíritos que se comprazem ainda no mal, ignorantes da sabedoria divina. Então essa realidade ela também acontece do outro lado da vida, como aqui na Terra nós nos unimos pelas afinidades que nós temos aqui. Nós estamos reunidos nessa noite na afinidade de estudar a doutrina espírita. Ali fora, alguns estão reunidos na afinidade em torno de uma mesa na bebida alcoólica. Outros estão na afinidade de se unirem para falar mal da vida alheia. E no mundo espiritual é o reflexo disso também, onde nós apenas perdemos o nosso corpo físico, mas continuamos com a nossa realidade íntima, vivenciando as mesmas experiências, somente que sem o corpo físico, com a realidade mais alargada, porque a realidade espiritual é a nossa verdadeira vida, onde nós estamos construindo a partir das nossas experiências do hoje e do agora. >> Muito obrigado, Eron. Vamos agora ao intervalo e já retornaremos. Há silêncios que atravessam o tempo. Silêncios que nascem na infância. e permanecem ecoando na alma adulta. Quantas vezes [música] buscamos no outro o amor que nos faltou? Quantas [música] vezes nos afastamos de nós mesmos, tentando apenas sobreviver

nascem na infância. e permanecem ecoando na alma adulta. Quantas vezes [música] buscamos no outro o amor que nos faltou? Quantas [música] vezes nos afastamos de nós mesmos, tentando apenas sobreviver às dores que nunca foram verdadeiramente cuidadas? Nesse caminho esquecemos algo essencial, que toda dor pede acolhimento. >> เฮ เฮ >> Então o nosso conversando sobre espiritismo, Wellerson, uma pergunta do público. Kardec disse que reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as suas más inclinações. Perfeito. O que o Espiritismo nos orienta a melhor forma para domar estas inclinações. O nosso codificador também na obra Basilar, O Livro dos Espíritos, na questão 919, ele questiona aos benfeitores qual era o caminho que Deus havia nos oferecido para que nós pudéssemos encontrar a felicidade. E eles responderam: "Um sábio da antiguidade Javolo disse: "Conhece-te a ti mesmo". O autodescobrimento é o caminho que nós temos para poder domar as nossas más inclinações. Por quê? Porque é imprescindível nós nos conhecermos para podermos fazer a nossa transformação. Enquanto nós estivermos nos desculpmos encontrando respostas para os nossos erros, enquanto nós não nos depararmos com a nossa realidade para fazermos essa renovação, nós permaneceremos na estrada estagnados. Em o livro dos espíritos, nessa questão referida, Santo Agostinho, um dos pais da Igreja Católica e um grande contribuidor na divulgação do Espiritismo com seus ensinamentos, ele nos traz de uma forma bem didática esse processo de domar as nossas más inclinações por meio do autodescobrimento, quando ele diz: "Fazei como eu fazia. Todas as noites antes de deitar, eu avaliava o meu dia. Aquilo que fazia de positivo reafirmava dentro de mim. Que fazia de negativo, de errado, tentava transformar no dia seguinte. E foi assim que esse homem se aperfeiçoou. Foi assim que ele transformou a sua vida de tal forma que teve coragem de escrever um livro para contar as suas debilidades. Santo Agostinho escreveu um livro que se

sim que esse homem se aperfeiçoou. Foi assim que ele transformou a sua vida de tal forma que teve coragem de escrever um livro para contar as suas debilidades. Santo Agostinho escreveu um livro que se tornou bastante conhecido, não apenas no movimento católico, o livro Confissões, onde ele conta todo este processo para poder renovar-se interiormente. O caminho do autodescobrimento é como se nós subíssemos uma escada degrau a degrau. Reconhecer o erro é o primeiro passo, mas reconhecer o erro não fala que nós vamos transformá-lo. É preciso arrepender-se do erro cometido, que não é a lamentação, não é a culpa. Depois de nós reconhecermos o erro, é preciso transformá-lo dentro de nós. É preciso que nós busquemos a prática do bem, sairmos daquela condição enfermiça para o despertamento dos valores dentro da nossa alma. para subirmos um terceiro degrau que é muito importante, que é nós sabermos que a nossa renovação, ela de alguma forma contribui para o mundo à nossa volta. Porque às vezes a nossa justificativa de mantermos no erro é dizer aquela famosa frase: "Todo mundo faz, todo mundo é assim". Mas nós não somos todo mundo, nós somos individualidades. E quando o indivíduo cai, a humanidade cai junto com ele. Mas quando alguém se levanta, a humanidade também se levanta junto com essa pessoa. São as pequenas diferenças que nós vamos fazendo no mundo em que nós estamos inserido. mesmo que esse mundo seja a nossa casa, o nosso trabalho, o nosso ambiente religioso, se estendendo pra sociedade. E o quarto passo deste processo do autodescobrimento é não voltar atrás à tomada de decisão positiva que já foi tomada dentro do nosso coração. Porque às vezes nós fazemos este caminho de reconhecer o erro. de transformar o nosso coração, de entender que isso fez a diferença na nossa vida, mas aí a pouco nós derrapamos, daí a pouco nós voltamos às mesmas atitudes infelizes. Então, manter-se de pé é o grande desafio para que a gente consiga realmente trabalhar os recursos divinos dentro do nosso coração. Evangelho de

daí a pouco nós voltamos às mesmas atitudes infelizes. Então, manter-se de pé é o grande desafio para que a gente consiga realmente trabalhar os recursos divinos dentro do nosso coração. Evangelho de Jesus nos convida a seguir adiante sempre, a não olhar para trás como aquela famosa história bíblica mitológica de Ló, que olhou para trás e se transformou numa estátua de sal, numa simbologia de que olhar para trás às vezes nos auxilia, mas quando nós olhamos para trás apegados àquilo que nós vivemos e principalmente aos nossos nossos erros, nós ficamos ali estagnados. Mas quando a gente olha paraa frente, aquilo que nós vamos alcançar por meio da nossa transformação, isso nos fortalece para podermos realmente prosseguir realizando a nossa transformação. >> Muito obrigado, Wellson. Professora, aqui do YouTube tem uma questão de Selma. Ela pergunta se um desencarnado poderia ficar 50 anos no umbral. Nossa, fica difícil a gente poder aquilatar o tempo, porque o tempo nosso não é o tempo no mundo espiritual. Se a pessoa tem um nível de consciência que ainda está ligado a esses valores que estão determinados por essa palavra umbral, ela pode permanecer até que ela mude atitude, que ela mude sentimentos, que ela mude vibração. Agora, equilibrar esse tempo fica muito difícil, porque nós não sabemos, em particular, eu não sei como é medido esse tempo no mundo espiritual, pelo que o que eu tenho de referência é são de realizações. Não importa o quanto você usa, porque não tem a mesma cronometragem. Nossa aqui das horas de um dia, enfim, porque não se mede do lado de lá o mesmo tempo pelo que nós vivemos aqui. Realmente fica difícil para mim se o nosso companheiro tiver alguma informação a mais que ele possa completar a respeito do tempo. >> É isso mesmo, Solange. questão do tempo, ela é muito variável no mundo espiritual e nós não podemos mensurar como é o processo de cada um de nós no mundo espiritual. André Luiz narra no livro Nosso Lar que ele permaneceu 8 anos e quando ele foi informado disso, ele se

do espiritual e nós não podemos mensurar como é o processo de cada um de nós no mundo espiritual. André Luiz narra no livro Nosso Lar que ele permaneceu 8 anos e quando ele foi informado disso, ele se assustou porque para ele não havia passado tanto tempo assim. 8 anos para nós parece muito tempo, mas para ele ele não percebeu que havia passado tanto tempo assim no mundo espiritual. Então nós sabemos que as reencarnações elas são variáveis. Às vezes a pessoa ela pode, o espírito, melhor dizendo, pode ficar no mundo espiritual por um período de 50 anos, de 60, de 70 anos para depois reencarnar. E esse período em que ele fica na erraticidade vai variar conforme a sua condição interior. Então, se for um espírito arraigado no mal, se for um espírito que está ainda ligado às questões terrenas, ele vivenciará esse processo durante todo esse período. Mas a misericórdia divina, ela também se apresenta para todos nós. Chega o momento em que o espírito desperta, ele vê a necessidade de realmente retomar as redes da sua vida. E muitos de nós, estando em sofrimento no mundo espiritual, nós oramos, nós rogamos a Jesus o auxílio. Então as portas se abrem para que nós possamos recomeçar, mas não poderíamos também responder à questão de uma forma tão direta em relação ao tempo no mundo espiritual, que com certeza é bem diverso do nosso aqui da Terra. >> Obrigado, Eron. A a nossa irmã Rosângela faz uma pergunta relativamente aos médicos. Ser médico é uma elevada responsabilidade, mas determinados comportamentos médicos podem redundar em problemas futuros. Ela cita aqui aqueles que praticam aborto, eh, a eutanásia assistida, ela cita também o suicídio assistido. que que nós poderíamos sobre a ótica da doutrina espírita esclarecer a respeito desse comportamento que nós percebemos muito enraizado na nossa sociedade, principalmente nos países de primeiro mundo que adotam estas medidas de eutanásia ou de aborto. Desde que a medicina surgiu no mundo, ela tem objetivo de salvar vidas. Todo profissional médico quando recebe o

lmente nos países de primeiro mundo que adotam estas medidas de eutanásia ou de aborto. Desde que a medicina surgiu no mundo, ela tem objetivo de salvar vidas. Todo profissional médico quando recebe o seu diploma, no dia da sua formatura, faz até um juramento. Se preciso for, eu darei a minha vida para salvar a vida de alguém. No entanto, quando começa a sua jornada, o trabalho do dia a dia, alguns, pela liberdade de escolha, acabam enveredando por estes caminhos menos felizes. É certo que cada um responde segundo o conhecimento que detém. Está no livro dos espíritos que Deus não analisa o ato em si, ele analisa intenção pela qual foi realizado. Quando nós não dispomos o conhecimento e tomamos uma atitude equivocada, nós somos responsáveis, sem dúvida alguma. Mas quando nós temos o conhecimento e fazemos mesmo assim, o compromisso é muito maior, porque muito será pedido a quem muito foi dado. Nós temos também alguns países que adotam a prática. Às vezes o médico é contra, mas o país é a favor. Então, existem as leis do país que precisam ser vividas. Aí nós temos a questão do karma coletivo. Aí se trata de uma uma questão mais abrangente. Mas quando se refere ao profissional individualizado, ao médico que dentro do seu consultório ele toma atitudes como essa, com certeza responderá pelas suas atitudes do outro lado da vida, assim como todos nós respondemos pelas nossas, mas pelo fato de ter estudado, de ter passado anos dentro de uma universidade estudando as questões das doenças, as enfermidades, o meio de auxiliar a humanidade para minorar as suas dores, trazer maiores dores. Então, é uma grande complicação que cada um assume para sua própria existência. >> Muito obrigado, Ederson. você nessa resposta falou sobre pós provas coletivas e provas individuais. Então a Luciana faz uma pergunta relativamente a isso, né? O que seriam essas provas coletivas e o que seria essas provas individuais? As provas coletivas são aquelas referentes às decisões que se tomam de um país, quando os governantes, através

e a isso, né? O que seriam essas provas coletivas e o que seria essas provas individuais? As provas coletivas são aquelas referentes às decisões que se tomam de um país, quando os governantes, através de leis, eles trazem as decisões para que todos possam eh realizar, fazer, tomar os direcionamentos da sua vida. Nós escutamos certa ocasião Divaldo falando em uma de suas palestras a respeito do Brasil, do karma coletivo do Brasil, que estava vinculado à questão da escravidão e também da guerra do Paraguai, que os nossos karmas eles teriam sido minorados com a lei Áurea e também com a construção da usina de Taipu, minorando os compromissos cármicos do nosso país. Agora, as provas individuais, elas se referem à aquelas escolhas nossas, em que nós tomamos atitudes, que às vezes prejudicamos a terceiros, mas que a escolha ela é exclusivamente nossa e nós vamos responder por ela. Então, a diferença básica é esta, que o karma coletivo seria aquele em que a nação se envolve por meio de guerras. por meio de destruições. E o karma individual seria aquele que nós tomamos pelas nossas próprias mãos, pelas escolhas que fazemos. >> Muito obrigado, Eron. Eh, o Eduardo aqui no YouTube faz uma pergunta. Eh, como abraçar? Ele botou abraçar entre aspas, né? como abraçar o inimigo encarnado. Ele ele busca assim uma orientação de como vencer essa dificuldade de amar os nossos inimigos. O amor aos nossos inimigos é trabalhado em Evangelho segundo Espiritismo por Allan Kardec e pelos benfeitores espirituais. Muitos de nós entendemos de forma equivocada a proposta do evangelho de Jesus. Porque amar aos inimigos não é necessariamente andar de braços dados com ele. O ideal seria que nós criássemos os laços de amizade, porque geralmente o ódio ele decorre de um amor doente, de alguém que foi muito vinculado ao outro e por algum motivo esse elo se esfacelou, transformando-se em ódio. Então o amigo se torna um inimigo. Mas para nós estreitarmos esses laços, nós dependemos também do outro, porque o

inculado ao outro e por algum motivo esse elo se esfacelou, transformando-se em ódio. Então o amigo se torna um inimigo. Mas para nós estreitarmos esses laços, nós dependemos também do outro, porque o outro precisa desejar estreitar esses laços conosco. E quando o outro não deseja, então a tarefa ela passa para as nossas mãos. E o nosso compromisso, amar os nossos inimigos, é nós também no dizer de Jesus, orarmos por eles, estarmos sempre vibrando para que eles possam abrir a sua consciência, possam trabalhar o perdão dentro dos seus corações, estarmos preparados para auxiliar quando por acaso eles necessitarem. Porque a vida ela é muito curiosa. Ela sempre vai cruzando os nossos caminhos com aqueles com os quais nós temos dificuldades a começar dentro do nosso lar, onde nós encontramos aqueles com os quais nós temos simpatia, antipatia, aqueles que são os nossos amigos de outrora também os inimigos. E ali dentro do ambiente doméstico, o cadinho depurador, como diz Jesus em uma das mensagens do livro Jesus no Lar, pela pena de Chico Xavier e o espírito Neo Lúcio, o lugar onde nós vamos redescobrir a nós mesmos dentro do ambiente doméstico. Quando se trata de pessoas do nosso convívio fora do lar, às vezes as dificuldades também são maiores dessa convivência, mas o importante é nós buscarmos cultivar no nosso coração a consciência tranquila de que nós fizemos a nossa parte. Divaldo, ele tinha o costume de dizer que na nossa vida todos temos inimigos, mas o importante é não ser inimigo de ninguém, porque ser inimigo de alguém é nossa escolha. O outro ser o nosso inimigo, a escolha é dele. Portanto, a responsabilidade também é dele. Então, o convite de Jesus para nós amarmos os nossos inimigos é não guardarmos o nosso coração rancores, mágoas, não vibrarmos negativamente com o nosso pensamento. Quando vemos a pessoa, já começamos a pensar mal dela. chegou fulano de tal, nós se soubesse que ia vir, nem estava aqui e já saímos do ambiente. Então é procurar conviver da melhor forma possível, respeitar o

mos a pessoa, já começamos a pensar mal dela. chegou fulano de tal, nós se soubesse que ia vir, nem estava aqui e já saímos do ambiente. Então é procurar conviver da melhor forma possível, respeitar o outro nas suas escolhas, estar preparado, conforme nós dissemos, para o momento que se por acaso o indivíduo precisar de nós de alguma maneira e nós pudermos auxiliar e estendermos a mão. A reconciliação, ela se faz passo a passo na construção de um elo que foi quebrado, que precisa ser restabelecido. Isso acontecerá mais cedo ou mais tarde. Por isso, o Evangelho nos recomenda: "Reconcilia-te com teu adversário enquanto estiver a caminho com ele." >> Obrigado, Elerson. Então, como última pergunta, não é bem uma pergunta, seria até uma uma informação, esclarecimento. Eu vi que você é autor aqui de 41 livros. Então, gostaria que você falasse um pouco, né, sobre os seus livros, sobre as suas obras, sobre a sua psicografia, sobre esse caminho literário que você está naturalmente trilhando para o bem da doutrina espírita. Já há 33 anos, nós temos realizado o trabalho divulgação do evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita, onde nós somos chamados. Tive a bênção de nascer em um lar espírita, então recebi toda a orientação desde a evangelização, passando pela juventude, a mocidade até chegar à fase adulta. E já na fase adulta, quando a mediunidade da psicografia surgiu no processo de educação mediúnica, processo que leva algum tempo, os livros começaram a surgir. Então nós temos a nossa psicografia, alguns livros que são infantis, alguns voltados à juventude e sua grande maioria aos adultos no estudo especialmente do evangelho. Seria impossível nós falarmos de todos os livros, mas queríamos dar a atenção especial a uma série que é a menina dos nossos olhos, vamos assim dizer, chamada A cura real. É uma série de livros onde nós trabalhamos as curas realizadas por Jesus. O primeiro livro se chama A Cura Real, onde as 27 curas realizadas por Jesus são analisadas pelo benfeitor

hamada A cura real. É uma série de livros onde nós trabalhamos as curas realizadas por Jesus. O primeiro livro se chama A Cura Real, onde as 27 curas realizadas por Jesus são analisadas pelo benfeitor espiritual Frit Shiney, que por nosso intermédio ele traz algumas considerações, colocando nos dias atuais a passagem evangélica para nós refletirmos sobre a nossa cura interior. companheiro e amigo chamado Charles Simões Pires. Ele faz um trabalho de pesquisa a respeito dessas curas, que também está colocado no livro. No período da pandemia, a espiritualidade pediu para que nós pudéssemos desdobrar este estudo, pegando cada capítulo para fazer um livro, para que nós pudéssemos fazer uma compreensão melhor a respeito da cura. Então, nós começamos fazer este trabalho e nessa série nós já temos três livros publicados. Um deles se chama Levantar e Servir, que fala da cura da sogra de Pedro. O segundo fala menos, ouve mais, que a cura do surdo gago. E a Rede Viva de Magdala, que conta a história de Madalena. Esses três livros eles não são psicografados, são livros de próprio punho. Num trabalho de pesquisa que nós fizemos nas diversas obras do nosso movimento espírita no estilo Miudinho, que é um estilo que foi desenvolvido pelo presidente da União Espírita Mineira, senor Honório de Abreu, foi uma referência no nosso movimento espírita mineiro. Ele trouxe esse estilo do estudo, pegando versículo por versículo e analisando à luz da doutrina espírita. Então, nós fomos pegando esses versículos e analisando os livros. Para aqueles que queiram conhecer, podem ser adquiridos através de um site que se encontra no meu Instagram, basta procurar o Santos, vão encontrar o link e podem adquirir. Toda a renda dos nossos livros são dedicadas a instituições de caridade, entre elas o grupo Sheila, que nós fazemos parte em Belo Horizonte, a Amivale do Jeonha, que é uma região bastante sofrida das Minas Gerais, e a Fraternidade Sem Fronteiras, já mencionada nessa noite, que a organização que nós fazemos parte, que

rte em Belo Horizonte, a Amivale do Jeonha, que é uma região bastante sofrida das Minas Gerais, e a Fraternidade Sem Fronteiras, já mencionada nessa noite, que a organização que nós fazemos parte, que realiza um trabalho humanitário tanto no Brasil quanto na África. Muito obrigado, Eron. Nós chegamos, infelizmente, aqui ao fim da nossa programação do dia de hoje e convidamos você então para se para se a sua despedida, né, do público presente, aqueles que nos assistem nos canais virtuais. As nossas palavras finais, Mar Sérgio, é de gratidão pelo carinho com que sempre sou acolhido nessa casa, pela presença dos nossos amigos que vieram conosco trocar essas experiências dos nossos internautas que trouxeram também os seus questionamentos, que possamos fortalecer os nossos corações, buscando ser pessoas melhores na construção de um mundo mais pacífico, de um mundo mais amoroso, onde nós possamos realmente viver esses dias tão ansiados do mundo de generação em busca da nossa felicidade. Tenhamos uma excelente noite e que em breve oportunidade possamos nos reencontrar novamente. Muito obrigado. Nós agradecemos o Wellerson a gentileza de ter vindo da sua cidade, onde mora, Belo Horizonte, especialmente para a programação do dia de hoje. nosso reconhecimento, a nossa gratidão por ele ser um médium brilhante com diversos livros editados e o trabalho que desenvolve para a doutrina espírita. Vamos agora agradecer também a nossa Diana, que é a nossa tradutora. Diana, muito obrigado, tradutora de Libras, né? Agradecemos aí ao Júnior, ao Víor e ao Sérgio que estão aí na sala técnica, a professora Solange, a vocês que vieram nessa véspera de feriado, né, feriadão aí adiante. Muitas pessoas já deixaram a cidade. Agradecemos aqueles que nos assistem de forma virtual e nos preparemos então para o encerramento da nossa reunião. Muito obrigado, professora Solange. Muito obrigado, Wellerson, pela presença. Vamos agora à prática da doutrina espírita com a aplicação dos passes coletivos ao longo dos

ncerramento da nossa reunião. Muito obrigado, professora Solange. Muito obrigado, Wellerson, pela presença. Vamos agora à prática da doutrina espírita com a aplicação dos passes coletivos ao longo dos corredores, onde eu convoco os médiuns para se colocarem. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino orientador. Mais um capítulo, Senhor. Mais um capítulo foi escrito esta noite no Conversando sobre o Espiritismo. Capítulo relativo ao esclarecimento, as elucidações, a lógica racional objetiva do entendimento da doutrina espírita. aqueles pensamentos que nos conduzem a reflexões a respeito da nossa própria vida, do nosso comportamento, da nossa existência, das razões porque estamos nesta terra tão difícil, esse mundo de provas, o mundo de expiações, de dores, onde percebemos em determinados momentos que nos dando a sensação de que estamos cubo, mas muito pelo contrário, em ti, Senhor, acreditamos, em ti cremos e sabemos que Deus é que realiza todos os atos da vida. Nada, absolutamente nada. Nenhum fio do cabelo cai se não for pela vontade de Deus. Então nos sentamos todos abrigados, pacificados, porque temos alguém que ora por nós, delegou a Jesus esta responsabilidade, o nosso irmão mais velho, o nosso orientador, aquele que conduz os nossos passos e Jesus delega os bons espíritos, aos nossos guias, familiares, ao nosso guia espiritual, para que sempre esteja ao nosso lado. Abençoa, pois, esta casa, Senhor. Abençoa os nomes que colocamos na entrada desse cenáculo dos encarnados, dos desencarnados. abençoa a nossa água e conduz a nossa gratidão a Edivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a benfeitura Joana de Angeles, aos bons espíritos que nos conduzem e orientam. A nossa gratidão ao público presente, aqueles que nos assistem remotamente, aqueles trabalhadores da mansão do caminho, seus voluntários, seus doadores, seus assistidos, seus assistentes. Por eles, Senhor, por eles rogamos as vossas bênçãos, o vosso amor e a vossa paz. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar, felizes

seus voluntários, seus doadores, seus assistidos, seus assistentes. Por eles, Senhor, por eles rogamos as vossas bênçãos, o vosso amor e a vossa paz. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar, felizes pensando em vós, levando para aqueles que lá nos aguardam amor e felicidade. S conosco, Senhor, hoje, por todo sempre. Que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.

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