CONTENTAR-SE - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Amigos, rendamos graças a Jesus por mais este encontro da sexta-feira, quando estamos todos sob a tutela do mestre. Vamos nos harmonizar. Primeiro, eu conversava aqui, comentava aqui com a Débora, que fará a nossa palestra hoje, eh, que pela primeira vez eu tava com medo de morrer por uma terceira guerra mundial, por até recentemente eu achava que isso não era possível, né? Porque afinal de contas se fosse uma guerra nuclear acabaria com todos nós do ponto de vista carnal. Aí abri aqui aleatoriamente. Olha a primeira frase da nossa mensagem. Não se impressione com notícias alarmantes. Resista às notícias de eminência de graves doenças, terremotos, desastres e mortes. Existem até os avisos com dia e hora marcados para o fim do mundo. Não se abalhe por tais coisas. Pense primeiro que a sua vida e a de todos os demais estão nas mãos de Deus. que uma vigorosa atuação de Deus faz com que nada aconteça sem o seu consentimento e siga em frente confiante. A confiança na determinação divina anula qualquer temor. É assim, gente, a espiritualidade não manda recado, não. Ela fala direto. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, esse amigo maravilhoso, arquiteto do planeta Terra. que acompanha tudo que nos acontece, que vibra para que nós possamos ser multiplicadores da sua luz, das suas bênçãos, que nos inspira para que em qualquer lugar onde nós estejamos possamos dividir com o nosso irmão esperança, acolhimento, compaixão, porque sabemos todos que a alma é imortal. E que todos aqueles que escrevem de próprio punho, o compromisso com as sombras terá depois que reparar como nós já devemos tê-lo feito muitas e muitas vezes. que escolhamos agora um novo caminho, conhecedores do cristianismo, da doutrina de Jesus. E que sempre que nos chegue qualquer notícia ruim, como eu dei agora a pouco para vocês, que nós possamos
zes. que escolhamos agora um novo caminho, conhecedores do cristianismo, da doutrina de Jesus. E que sempre que nos chegue qualquer notícia ruim, como eu dei agora a pouco para vocês, que nós possamos repensar e voltar à sintonia com mais alto. Que Jesus possa inspirar a Débora e que todos nós saiamos daqui alimentados pelas palavras do mestre. Que assim seja. Boa tarde a todos. É com muita alegria que aqui nos encontramos no dia de hoje, nessa tarde de sexta-feira, friorenta, né? Hoje o dia amanheceu friozinho e num trabalho que a gente participa aqui de manhã na roda de conversa, eu dizia: "Amanhã está fria, mas os nossos corações estão muito quentinhos, aquecidos pelo contato humano dos amigos". Então eu quero trazer essa fala para nós aqui agora também e dizer que apesar do dia, né, ter amanhecido frio e e e prenunciando que a noite também o será, os nossos corações agora se aquecem pelo contato muito agradável, muito prazeroso dos amigos. Então, é uma alegria ver a nós todos, a nós, a vocês dos dois planos da vida aqui presentes nesse auditório da comunhão espírita. Então, como somos agraciados e como os nossos corações hoje se fazem em festa, que a mensagem do evangelho e as reflexões que nos serão trazidas dos planos superiores da vida possam então tornar este nosso momento realmente um momento propício. para as transformações, porque pausar um pouquinho a nossa vida lá fora, abrirmos mão das nossas atividades do cotidiano que sabemos são inúmeras, né? tantos papéis que exercemos, tantos locais de atuação. Então, todos nós hoje andamos meio atribulados, não é? Então, pausar um pouco isso tudo, vir paraa comunhão numa tarde de sexta-feira para respirar e refletir sobre o real significado da vida, sobre o que realmente estamos aqui fazendo e se estamos fazendo de maneira adequada, de acordo com aquilo que assumimos. antes de para cá voltarmos. É uma oportunidade ímpar nas nossas vidas. Então, é por isso que agradecemos a Deus a oportunidade e rogamos a essa espiritualidade amiga, a essa equipe de
o que assumimos. antes de para cá voltarmos. É uma oportunidade ímpar nas nossas vidas. Então, é por isso que agradecemos a Deus a oportunidade e rogamos a essa espiritualidade amiga, a essa equipe de benfeitores espirituais que já estão trabalhando aqui nos nossos corações, nos nossos psiquismos, que eles possam nos auxiliar a encontrar o caminho e que a semente de tudo o que nos for trazido hoje, a semente que nos for trazida hoje, possa realmente encontrar um terreno propício para que ela possa ir florescer, frutificar. Meus amigos, aqueles que têm vindo aqui com mais frequência sabem que nós estamos nos dedicando ao estudo desta obra. Caminho, verdade e vida é uma das cinco obras que compõem a coleção Fonte Viva. Essas obras dessa coleção, né, das quais da qual o caminho Verdade e Vida faz parte, são obras que trazem pequenos textos. Nesses textos, o benfeitor Emanuel, pois a autoria espiritual de toda essa coleção é dele, pela mediunidade do Chico Xavier, Emanuel pinça do Evangelho pequenos trechos, pequenos versículos, às vezes um único versículo e ele faz uma análise, uma exegese desse dessa parte do evangelho. Então, hoje a lição que nos coube é lição 29 e ela tem um título interessante, necessário, um título que fala de uma das carências da humanidade atual. O título é contentar-se, fazer-se contente, fazer-se feliz, prazenteiro. E quando eu recebi o tema, abri o livro para que eu pudesse me inteirar para essa nossa conversa, eu fiquei pensando exatamente nisso, que nos tempos atuais em que temos vivenciado tantas dificuldades, a Terra, essa nossa casa, né, o nosso planeta, de provas e expiações em fase de transição. Ela tem sido sacudida em todas as suas instâncias, em todas as suas projeções, seja no âmbito mais particular das famílias, dos lares, ou no âmbito mais geral. dos países, das nações, do planeta como um todo. Nós vemos aí que as águas têm se revoltado, não é? E vivenciamos tempos difíceis. Eu me lembro aqui de um texto de Allan Kardec colocado na Gênese e também em obras
as nações, do planeta como um todo. Nós vemos aí que as águas têm se revoltado, não é? E vivenciamos tempos difíceis. Eu me lembro aqui de um texto de Allan Kardec colocado na Gênese e também em obras póstumas intitulado São Chegados os tempos. E Kardec desenvolve um raciocínio muito interessante desses tempos que são chegados, os tempos atuais em que estamos sendo todos convidados. a darmos a ferição do nosso equilíbrio, da nossa fé, da nossa harmonia interior, do quanto de evangelho já acumulamos como resistência moral. Porque eu me atreveria a dizer que hoje, encarnado na terra não deve haver ninguém que não esteja atravessando um testemunho individual, particular, familiar ou social, coletivo. Então, nesses momentos difíceis, alegrar-se, contentar-se, muitas vezes é uma tarefa difícil, é uma tarefa para alguns de nós quase impossível. E aí vem, vocês viram a lição de abertura e o próprio evangelho nos convidar a que nos contentemos com a vida, que nos alegremos com a vida, com a realidade, com aquilo que se nos apresenta. Mas onde embasaremos essa felicidade, esse contentamento? Se até mesmo o evangelho vem nos dizer que a felicidade não é deste mundo. Mas ao mesmo tempo que o evangelho nos traz essa assertiva, nós encontramos em o livro dos espíritos os benfeitores nos dizendo que nós temos a obrigação, o dever de buscarmos ser aqui na terra o mais felizes que pudermos ser. E onde encontrarmos subsídios para alicerçarmos tais orientações? Exatamente naquilo que a Juliana leu. Somos criaturas imortais. A imortalidade foi o maior presente, a maior consolação que o criador poderia nos outorgar. É tão importante que saibamos disso. É tão importante que todos os dias de nossas vidas abramos os olhos e nos levantemos das nossas camas com essa ideia nortear os nossos passos. Somos espíritos imortais. Isso é tão verdadeiro e nos traz tanta alegria que Jesus compôs como ato final da sua estada aqui na terra com a demonstração patente efetiva da imortalidade da alma. Quando no domingo ele se apresenta
sso é tão verdadeiro e nos traz tanta alegria que Jesus compôs como ato final da sua estada aqui na terra com a demonstração patente efetiva da imortalidade da alma. Quando no domingo ele se apresenta dizendo aos amigos, aos seguidores e a todos nós, seus seguidores até hoje estou vivo. Morte não existe, porque para atravessarmos todas as dificuldades que a vida nos traz, os desafios inúmeros, as vicissitudes da vida corporal, as aflições, só uma confiança restrita em Deus, na sua bondade infinita e na vida que nos aguarda para além desta vida, mas que pede-nos todos os esforços no sentido de superarmos as dificuldades atuais. Então, o que eu estou querendo dizer é: estamos aqui de passagem, somos peregrinos, egressos da animalidade primitiva a caminho da angelitude. Estamos em trânsito. Um dia todas essas dificuldades terão sido superadas, tanto aquelas que existem portas dentro dos nossos corações e são as que nos pedem ações mais imediatas quanto aquelas que se fazem exteriormente a nós. como elementos da pedagogia divina, fazendoos despertar para a necessidade de transformação interior. Então, contentar-se é uma palavra de ordem. E Emanuel vai retirar da epístola, da linda epístola de Paulo apóstolo aos Filipenses, quando ele diz assim: "Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho." Olha, Paulo, já aprendi a contentar-me com o que tenho. Verdadeiramente um espírito viril, valoroso, bravo. Ele havia aberto mão da sua confortável situação familiar da sua confortável situação financeira. seguiu Jesus, colocou-se pronto ao trabalho, enfrentando todas as dificuldades de ordem material, de ordem afetiva, de convivência num mundo que ir daqui para ali oferecia dificuldades e perigos. Ele chega já no adiantado da hora em relação à sua existência física. Quem olhasse Paulo nesse momento da carta a à comunidade de Filipos que ele tanto amava, diria: "Meu Deus, Paulo tá louco, ele não tem nada. o pobre do homem. Quem o olhasse sem saber quem era, acreditaria estar em
aulo nesse momento da carta a à comunidade de Filipos que ele tanto amava, diria: "Meu Deus, Paulo tá louco, ele não tem nada. o pobre do homem. Quem o olhasse sem saber quem era, acreditaria estar em contato com alguém que habitava as ruas com esmoler, com às vezes até um visionário, um louco, mas era Paulo, o apóstolo, aquele que já havia compreendido exatamente Isso que dizíamos agora, que era um espírito imortal que tinha uma tarefa a cumprir e que a cumpriria a par de todos os obstáculos que a vida lhe colocasse. Então, abre o coração como discípulo que encontrou o seu sentido de viver e sabe que está cumprindo aquilo que veio fazer e diz assim: "Gente, eu tô tão contente, eu consegui, eu aprendi a me contentar com o que eu tenho." E não se enganem pensando que havia ali um espírito ocioso desses que diz assim: "Ah, deixa o tanto faz a água correr para cima, para baixo, eu vou sentar aqui esperar cair do céu". Não, não. Nós estamos falando de Paulo que difundiu a boa nova. a pé debaixo de açoite, de pedrada. Quando ele achava uma carona num barco, o barco naufragava. E ele tava dizendo ali pros filipenses que ele havia aprendido a se contentar com o que tinha e ia firme trabalhando, feliz. Quando eu li isso, foi um quase um tapa. E eu falei: "Pera lá, e eu como tenho me colocado na vida? Tenho me contentado com as oportunidades de trabalho, com as dificuldades, com os desafios? Tenho sabido agradecer a Deus cada elemento de aprendizado que ele tem me colocado nas mãos. Ou eu tenho feito da minha jornada de vida um rosário de lamentações. Nada que eu faço dá certo. Toda pessoa que se aproxima de mim é para me dar problema. Até o encanador que vem arrumar o cano destrói o outro cano. Então tem uns negócios assim que a gente vai criando na vida e vai caminhando naquelas lamentações, naquelas reclamações sistemáticas e a vida acontecendo ao nosso lado, nos convidando a olhar para ela e tirar dela o aprendizado precioso dos espíritos imortais que somos, porque é das diferentes circunstâncias
eclamações sistemáticas e a vida acontecendo ao nosso lado, nos convidando a olhar para ela e tirar dela o aprendizado precioso dos espíritos imortais que somos, porque é das diferentes circunstâncias que a vida de encarnados nos oferece, que nós vamos retirar o elemento imperecível, mas é preciso que nos contentemos, é preciso que a gente queira estar vivo, goste de estar vivo, goste da vida. Eu me lembro aqui falando disso do Chico Anísio, que uma vez a repórter perguntou para ele: "Chico, você tem medo de morrer?" Ele falou: "Ô, minha filha, medo não. Tenho dó. Tenho dó. Que a gente tenha dó de pensar que vamos deixar a vida. É bom demais viver, independente de como estejamos, com quem estejamos, que dor nós carregamos. É muito bom viver e viver aqui, como Paulo tá dizendo, tendo aprendido a contentarmo-nos com o que já temos. E olha o que Emanuel vai dizer, não é? Que a vertigem da posse avaassala a maioria das criaturas da Terra. A vida simples, condição da felicidade relativa que o planeta pode oferecer foi esquecida pela grande maioria dos homens. A vida simples. A gente hoje tá tão loucamente buscando ilusões falaciosas que a gente se esquece do simples, esquece que o máximo da sofisticação tá na simplicidade. Se a gente vai receber um amigo em casa, eu me esqueço que é o amigo que eu vou receber. E eu fico apavorada, angustiada. Eu quero encher a casa de suntuosidades, servir um verdadeiro banquete e o amigo chega e eu não relaxo, eu não consigo viver a experiência de receber um coração amigo, porque estou apavorada em mostrar, em expor, em ostentar quando um chá com bolinho de fubá seria o ponto alto da sofisticação. Se tivesse um pão de queijo, então estourava todas as expectativas. E a gente poderia viver aquele momento simples, convivendo afetuosamente com aquele coração amigo, mas estamos avaçalados porque não nos contentamos com aquilo que temos. Queremos sempre mais e mais e mais nessa busca. E o homem incoerente não procura saber se possui o menos para a vida eterna,
go, mas estamos avaçalados porque não nos contentamos com aquilo que temos. Queremos sempre mais e mais e mais nessa busca. E o homem incoerente não procura saber se possui o menos para a vida eterna, porque está sempre ansioso pelo mais nas possibilidades transitórias. Geralmente permanece absorvido pelos interesses perecíveis. insaciável, inquieto, sob o tormento angustioso da desmedida ambição. Na corrida louca para o imediatismo, esquece a oportunidade que lhe pertence, abandona o material que lhe foi concedido para a própria evolução. E aí, meus amigos, quando a vida passa e nós nos vemos já nos umbrais da espiritualidade, quantas vezes olhamos para trás e percebemos que passamos a vida sem conseguir nos contentar com o que tínhamos, que já era muito, já era rico e passamos a vida loucamente em busca de tudo aquilo que teríamos que deixar no breve tempo de uma existência na Terra. E nesse momento, muitas vezes, sob o cáustico de lágrimas dolorosas, nós dizemos: "Ah, se pudesse voltar o tempo, ah, se fosse me dado mais algum tempo, mas não podemos ficar. O tempo é recurso que não volta e que muitas vezes não se estende. É por isso que Emanuel vai nos dizer, se já compreendemos as nossas responsabilidades na vida com o Cristo, que examinemos a essência dos nossos desejos mais íntimos, estaremos acaso esperando que alguém realize semelhante aprendizado por nós? Com essa questão, o benfeitor encerra o seu texto e fica para nós a reflexão. Por que caminhos temos transitado? Temos sabido encontrar o simples, a simplicidade rica. sofisticada da vida, temos sabido nos contentar com os elementos preciosos que Deus nos entrega diurnamente. Ou seguimos como crianças nas ilusões, sonhando com reinados na babescos? que tal qual grandes bolhas fluidas de sabão, um dia estourarão e nos mostrarão a vacuidade que havia ali. possamos, meus amigos, eu sinceramente desejo que eu e vocês possamos despertar bem antes. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada. Amigos, ouvindo a Débora falar sobre o
vacuidade que havia ali. possamos, meus amigos, eu sinceramente desejo que eu e vocês possamos despertar bem antes. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada. Amigos, ouvindo a Débora falar sobre o tempo, eu me lembrei de uma mensagem que certa vez nos chegou ao grupo, onde o espírito amigo nos disse assim: "Não há tempo perdido, há tempo mal aproveitado". Então é isso. Todas as experiências que nós vivemos traziam consigo um propósito. E se não conseguirmos alcançar aquele propósito naquele momento, ele ainda continua conosco esperando a oportunidade propícia para que ele se manifeste. Vamos elevar o nosso pensamento até Jesus, pedindo a ele que na próxima sexta-feira que estejamos novamente reunidos em seu nome, podendo desfrutar das benéces das suas palavras tão acolhedoras, tão amorosas, na certeza de que caminhamos e caminharemos sempre juntos rumo aos páramos celestes, onde Todos searemos juntos com Jesus e com todos aqueles que sob a sua tutela velam por todos nós. de Jesus em sua infinita misericórdia possa alimentar no nosso coração este contentamento, não só em relação à vida encarnada, mas acima de tudo a o contentamento de seres que foram criados por um pai perfeito e que diante da diante da sua grandiosidade nos permitiu existir trazendo a alegria desta criação. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que aqui estejamos novamente sexta-feira, neste instante de comunhão com as esferas superiores. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir
rituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
ue estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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