CONQUISTA A PAZ - Hebert Tavares [PALESTRA ESPÍRITA]
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E a gente destampa a panela de pressão numa palavra infeliz, faz aquela descarga de fúria, né, muitas vezes por hábitos herdados da nossa infância. Aliás, nós crescemos ouvindo esses palavrões e nós simplesmente naquela descarga de fúria, a gente toca para fora. Não é comportamento elegante. Número quatro, a resposta infeliz. Essa resposta automática que já é viciada da gente, não é aquela resposta, fala assim: "Aí, tudo bem, tudo bem, é só verniz social". Mas é aquela resposta que machuca, aquela resposta que deixa uma segunda intenção nas entrelinhas, às vezes de uma palavra só. Isso não é elegância de comportamento. Número cinco, a frase de sarcasmo. Olha, muitas vezes é uma piada de mau gosto, mas que tem pontas que ferem. A gente sabe que tá dizendo alguma coisa que tá machucando ou que vai machucar. E tantas vezes nós esperamos ainda a validação de que alguém ria da ponta que tá ferindo. Número seis, um conceito depreciativo. São esses rótulos assim de, olha como ele é incapaz. De alguma forma nós estamos dizendo isso. Nós estamos lembrando da fragilidade dos outros, pelo menos sobre a nossa ótica. Às vezes o frágil é forte. Fraco é a nossa visão. Fraco é o ângulo que nós estamos mirando aquele comportamento. Número sete, o apontamento malicioso. São essas insinuações que você mesmo não gostaria que fizessem de você, mas nós estamos maliciosamente dando a entender nas entrelinhas que tem alguma coisa em alguém que não é bom. São comportamentos deselegantes. O gesto de azedúmia número oito, que é que Emanuelista, o gesto de azedume. Azedume feito com carrancas, com expressões de mais de 1000 músculos que nós temos na face e que todos nós somos especialistas em ler na face dos outros. Muitas vezes expressões de azedumes silenciosas que ferem, machucam, trazem distância entre as pessoas. Número nove, a crítica destrutiva. São esses apontamentos de falhas que não tem proposta nenhuma, nenhuma proposta verdadeira de melhoria ou de solução. É falar por falar. É deixar bem claro
pessoas. Número nove, a crítica destrutiva. São esses apontamentos de falhas que não tem proposta nenhuma, nenhuma proposta verdadeira de melhoria ou de solução. É falar por falar. É deixar bem claro que você não está satisfeito com o comportamento do outro. Isso não resolve. Só são espinhos. Espinhos são inúteis. 10. O grito de desespero. Você tá emocionalmente saturado. A panela de pressão tá cheia, você já tá no limite e você muitas vezes grita e são aqueles gritos que te tiram a razão. Já não importa mais se você tinha razão, você perdeu. São aqueles gritos que querem dizer sobre a dor que tá sendo carregada no peito, mas tá sendo dito de maneira inadequada. O outro não vai ouvir, o outro vai se fechar. São esses gritos que mostram insegurança ao invés de segurança. E você não procura ajuda. Procura ajuda. Tá na hora. Número 11, o pensamento de ódio. Talvez você esteja odiando no outro por ele ser igual a você e você mesmo não reconhece isso. É como uma ruminação de ofensas, rumina toda hora volta na boca e a gente mastiga aquele pensamento de ódio. São só espinhos. Número 12. a lamentação do ressentimento. Sabe essa situação que você fica recontando a mesma dor? Nem você aguentaria mais ouvir você, mas você fica insistentemente eh lamentando esse esse ressentimento. Já é um sentir de novo. Você ainda lamenta está sentindo isso de novo. Espenso. Número 13. Atitude violenta. Essa mão pesada. essas portas batidas, gestos de intimidação. Aliás, você quer dizer mesmo o que com isso? Eu tenho certeza que o outro não vai compreender bem se expressar com a intenção de diálogo. A palavra vai, a palavra volta, é o que resolve a situação. Mas assim são só espinhos, só machucam. Número 14, o riso escarninho. Esse riso irônico, esse riso exagerado, esse riso impróprio, esse riso que não deveria existir, mas ele é a custa da dor alheia, causa dor no outro. E muitas vezes nós não percebemos, estamos só espetando, são só espinhos, aliás, não é? Número 15, a fala da irritação.
so que não deveria existir, mas ele é a custa da dor alheia, causa dor no outro. E muitas vezes nós não percebemos, estamos só espetando, são só espinhos, aliás, não é? Número 15, a fala da irritação. Essa impaciência, essa rispidez que você não gostaria que tivessem com você, mas talvez já seja um vício instalado na sua vida, mas você tem com os outros. Essa fala irritada, esses monossílabos. Hum. É sim, são só espins, só machuca, não resolve nada. Número 16. O coxicho do boato, aquela situação que você fala assim: "Olha, não conta para ninguém, mas você já contou, né?" né? E isso eh te leva a pensar, não poderia ter ficado calado, realmente precisava ter dito isso. Me lembra muito o ensinamento de Sócrates. E Sócrates, eh, uma vez estava no ali num jardim e um discípulo chega correndo e fala assim: "Mestre, mestre, eu tenho algo para te contar". E Sócrates vira para ele e fala assim: "O que você tem para me contar? Já passou pelas três pineiras?" Ele, como assim? Vou lhe dizer. A primeira a primeira peneira é verdade ele é. É verdade que eu tenho que contar pro senhor. OK. Mas tem a segunda pineira. Precisa ser dito. Ele parou. E eu vou lhe dizer a terceira ainda. Vai fazer bem para alguém. Imagina se as nossas atitudes fossem guiadas por esses três pensamentos. Não importa que sejam verdades, diamantes, embora se digam eternos, se jogar na cara do outro machuca. Então, antes de dizer algo, mesmo sendo verdade, pode machucar. Então, nós podemos passar pela segunda peneira, precisa e pela terceira vai fazer diferença, vai fazer bem para alguém. 17. O minuto de impaciência não é só intolerância, é aquele minuto que você já não aguenta mais. Te pegaram com aveia quente, te pegaram no momento errado, e vem uma resposta ríspida, porque você tem todas as razões, não é mesmo? Você tem a sua pressa, é o trânsito, é a fila. São essas microexplosões que se somam no dia a dia. Quais são as desculpas que você tem mais para esses seus minutos de impaciência? São só espinhos, não resolvem, só furam,
a, é o trânsito, é a fila. São essas microexplosões que se somam no dia a dia. Quais são as desculpas que você tem mais para esses seus minutos de impaciência? São só espinhos, não resolvem, só furam, só machucam, sangram. Número 18, o parecer injusto. Ora, são essas opiniões que nós damos sem conhecer todos os fatos. Só parece nós pegamos aquela aparência e já damos um veredito definitivo, sem defesa, sem recurso. Nós estamos vendo somente uma pequena parte e nós estamos nessa enorme irresponsabilidade de ferir a justiça, porque não é o seu ponto de vista só que vale. Justiça é quando nós equilibramos a situação entre os dois, entre os dois lados, né? Justiça é caridade. Então, abrir a boca demanda muita responsabilidade. E o último espinho que é manualista, a pancada verbal da condenação. Ora, o outro já tá condenado, é definitivo. O que importa mesmo é o seu ponto de vista. O que importa mesmo é o que você diz. E isso grava muitas vezes por séculos. Um chute na canela, uma semana, duas depois, pai tá curado. Uma palavra maldita. 100 anos depois ainda tá gerando veneno e lembrando do ocorrido. Então, esses espinhos invisíveis, essas fagulhas que criam incêndio, que criam discórdia entre nós, aproveita mesmo a quem? Aproveita você no bico que você torce, no monossílobo que você expressa. Um é sim, não. Trouxe para você mesmo o que você queria no seu relacionamento com as pessoas com que você tá lidando ou seria melhor fazer a outra pessoa compreender? Tudo são opções, mas nós podemos, sem dúvida, usar de espinhos. Existem antídotos e esses antídotos nós conhecemos, né? É o amor, é a tolerância, a paciência. Mais do que isso, o espírito de serviço. É muito fácil você fazer coisas boas para quem você gosta, para quem você ama. Mas bondade, bondade é quando você faz para quem você acha que não merece. É quando você faz para alguém que te magoou. Isso é bondade. Isso é um exercício do dia a dia. Isso é um melhor antídoto para o espinho. Ao invés de espetar, ampara, ouve, acolhe.
acha que não merece. É quando você faz para alguém que te magoou. Isso é bondade. Isso é um exercício do dia a dia. Isso é um melhor antídoto para o espinho. Ao invés de espetar, ampara, ouve, acolhe. Use de pausa, uso de respiração, uso de uma oração breve. Substitua esses pensamentos, né? Tenha caridade na palavra, tenha serviço ao próximo. E muitas vezes, sabe o que que a gente faz para que isso aconteça? É o tempo que você vai beber uma água antes de dizer alguma coisa que não deveria. É o tempo que você respira fundo, conta até cinco, não precisa ser nem até 10. A disposição muda, o teor da palavra muda e o espinho não existe. Como é bom você não espetar e ver no dia seguinte o resultado de não ter espetado, colher o plantio daquilo que você fez com caridade, com ternura, com paciência, com acolhimento. Existe um um exercício que você pode fazer simples. Quer mesmo fazer um exercício sobre isso? Pega hoje aí um papel sem de papel, papel mesmo, tá? Escreva a sua mente escreve. Escreve um desses espinhos que você hoje não vai espetar ninguém. Um, um só. Ele vai ser um antídoto prático e você vai praticar hoje. Não espeta. Quando você acordar amanhã faz que nem o lema dos alcólitos anônimos. Só por hoje eu não vou espetar. Só um. Não precisa todos. Um só. E você vai ver o resultado no final da semana. Você vai ver a colheita do plantil que você fez só em não espetar. Eu não tô dizendo para você fazer o bom, só não faço o ruim e você vai colher. Imagina se fizesse o bom, muito melhor. Então, a gente sabe sempre que uma simples palavra, uma simples só, ela muda o clima da casa, ela muda o clima do trabalho. Não dizer é uma atitude de caridade. Claro que poderia ser dito, você tem o poder de dizer, mas se não disser, ajuda muito. Se aprender a dizer o que é bom, muito melhor. Um espinho arrancado hoje vai trazer certamente ambiente melhor amanhã. Então eu vou passar aqui algumas regras de ouro, alguns pensamentos de ouro. Se não edifica, cale. Não diga. Se não ajuda, não
. Um espinho arrancado hoje vai trazer certamente ambiente melhor amanhã. Então eu vou passar aqui algumas regras de ouro, alguns pensamentos de ouro. Se não edifica, cale. Não diga. Se não ajuda, não precisa ser dito. Agora reflita. Em outro momento será dito de forma diferente. Se pode ferir, se pode ferir alguém, o que você vai dizer, transforma ou em silêncio, ou em atitudes. Construa pontes, não muros. Espinhos constróem muros. Silêncio alimenta pontes. Palavras boas constróem pontes. O tom com que nós falamos certamente é a diferença entre entre construir um muro, manter uma ponte ou até mesmo construir uma ponte. Paz definitivamente não é ausência de problemas, é presença de virtude. Não é uma questão do que você está passando. É uma questão de qual o ângulo que você está olhando pelo que você está passando. Não é o que te acontece, é o que você faz com o que te acontece. Essa é a virtude. Essa é a virtude que muda os problemas. Muitas vezes faz com que eles desapareçam, não porque fisicamente eles não estejam ali, mas o ângulo é diferente. Nós olhamos de forma mais madura e nos tornamos desejáveis, porque toda a pessoa madura é desejável. Caridade também é modo de falar. A caridade é salvação, nos salva de nós mesmos para que possamos ajudar a salvar os outros das dores, das aflições do dia a dia. E muitas vezes nos leva a pensar o que é mais difícil para você. Pensa o que que é mais difícil para você. Se calar com caridade ou falar com doçura? É diferente. O simples fato de carar, de se calar, não espeta. Mas falar com doçura constrói, se explica, traz compromisso, traz parceria, traz sucesso na visão do outro. Então, falar com doçura é um enorme aprendizado daquilo que é bom, não daquilo que faz bem. pode fazer bem para você soltar aquela expressão ou aquela palavra no seu momento de dor ou irritação, mas não é bom para você. O resultado que você colhe não é inteligente. Então, existe uma técnica simples, uma brincadeira simples que se chama técnica do ser. Aliás, é o que é o que você é. E
ritação, mas não é bom para você. O resultado que você colhe não é inteligente. Então, existe uma técnica simples, uma brincadeira simples que se chama técnica do ser. Aliás, é o que é o que você é. E ser. Nós vamos utilizar as três palavras para dizer o seguinte: de sentir, nomeia essa emoção ou essa palavra que vai ser utilizada. Se não for boa, você calhe. O é de escolher, porque você pode escolher, dizer ou não. Qual é o valor que você quer viver agora? O que você quer que essa palavra resulte? É isso. O que você quer viver com essa palavra? É um momento de paciência, de caridade, de interação, de alegria, de coisas boas? Não, não diga. Se calhe. E o R de responder? respondeu. Fala curta, respeitosa, objetiva, construtiva. Falar demais também é falta de caridade. Toma o tempo do outro. Não dá oportunidade para que haja essa troca de bola. Só um fala, o outro só ouve. E muitas vezes nós estamos falando na forma de espinhos. E nós vamos encontrar no espiritismo muitas informações nos chamando atenção para essa elegância do comportamento, como no capítulo 9 do livro do Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo tema bem-aventurados os que são brandos e pacíficos. Aliás, mansidão não é fraqueza para quem pode, não é para quem quer. É força sob controle. É quando você pode, é quando você tem o poder de fazer, mas você opta por não fazer porque é inteligente, emocionalmente inteligente. O capítulo 10 do Evangelho Segundo o Espiritismo ainda diz assim: "Bem-aventurados os misericordiosos". Misericórdia. O que você vai dizer pro outro vai doer. Você não gostaria que dissesse para você: "Seja misericordioso, não diga. Indulgência para com o próximo." Indulgência num modernizando essa palavra que Jesus usa. Quer dizer, pega leve, seja indulgente, pega leve com o outro. Quer ser mais severo? Seja severo com você, mas não com a outra pessoa. Capítulo 12 do Evangelho Segundo Espiritismo ainda diz assim: "Amai os vossos inimigos. Doar o bem onde o mal lhe visita". E eu vou lhe dizer uma coisa, inimigo só quer
cê, mas não com a outra pessoa. Capítulo 12 do Evangelho Segundo Espiritismo ainda diz assim: "Amai os vossos inimigos. Doar o bem onde o mal lhe visita". E eu vou lhe dizer uma coisa, inimigo só quer dizer não amigo. Jesus sabia muito bem o que ele estava dizendo. Não é esse que que é o seu mal de morte? Não, inimigo você dorme com ele. Inimigo é quando aquela pessoa que você mais ama, ela não corresponde ao que você esperava dela. Ela frustra você. Aliás, a sua frustração está intimamente ligado no quanto você espera da pessoa. Espera menos, frustra menos, então dê mais, deseja menos, porque inimizade quer dizer quando uma atitude ela é não amiga e aquilo dentro de você gera um um potrinho pulando, dando coiso para tudo quanto é lado. Isso é inimizade. E Jesus tá falando assim para você: Como que você é medido nesse momento? Porque você vai ser medido não pelo que você faz, mas pelo que você reage. Como você reage nesse momento? Você consegue lidar com esse momento em que o que você esperava do outro não se cumpriu? Como que você vai reagir? Isso tudo é elegância de comportamento. E ainda na na questão 459 do livro dos espíritos, onde Kardec pergunta se os espíritos influenciam nos nossos pensamentos, atos. E a resposta, óbvio, claro que sim, mais do que você imagina, né? Praticamente são eles que te guiam. a gente encontra a o ensinamento de que a higiene mental pela caridade, né, pela caridade na palavra em especial e pela vigilância é a maior defesa espiritual que nós temos. Então, se nós pudéssemos elevar nesse momento o nosso pensamento a Deus para sobre esse tema que nós estamos aqui conversando sobre esses espinhos, talvez nós pudéssemos fazer uma oração mais ou menos assim. Senhor Jesus, meu irmão, meu amado mestre, meu guia, médico da minha alma, inspira-me a retirar dos meus lábios, dos meus gestos, dos meus pensamentos, esses espinhos invisíveis que ferem a mim e aos outros. Ensina-me a falar com doçura, pensar com caridade e agir com paciência. Que eu possa cooperar hoje sem esperar
eus gestos, dos meus pensamentos, esses espinhos invisíveis que ferem a mim e aos outros. Ensina-me a falar com doçura, pensar com caridade e agir com paciência. Que eu possa cooperar hoje sem esperar convite na construção da paz minha e do outro. Senhor, pacifica meus pensamentos, guia minhas palavras e abençoa quem está comigo agora, mesmo que nós não pensemos do mesmo jeito. Que assim seja. Muito boas reflexões, né? Eu gosto desse tipo de tema levinho, mas contundente. Então, agradecidos a Deus, nosso pai pela oportunidade de aqui estarmos, a oportunidade de termos essas reflexões para levar conosco, para considerar ao longo do dia, talvez até por mais dias, porque amanhã quando formos falar uma palavra, talvez travemos e pensemos: "Será que merece? Será que é o caso? Será que vai fazer um bem para outra pessoa e para mim? São essas coisas que nos fazem melhores a cada dia, essas reflexões e as atitudes que a gente toma e em função delas, por elas. Então, agradecidos. Vamos fazer uma pequena prece a Deus pela oportunidade, pelo momento, por termos mais essa lição a considerar em nossas vidas. Obrigada, meu pai. Assim seja. Queria, hoje vai ser o último dia que eu vou fazer esse esse aviso, porque o prazo de entrega é até domingo para quem se interessar por acaso. Comunhão espírita de Brasília, todo fim de ano, perdão, gente, ela eh promove uma cesta de Natal um pouco mais caprichada, vamos dizer assim, paraas 300 famílias que ela assiste. Então, solicita da comunidade, aqueles que tiverem interesse, que puderem, que desejarem contribuir itens que possam ser eh que não sejam perecíveis, que estejam em embalagens de longa vida e que possam fazer um almoço, uma um lanche, uma comemoração que dê aquela alegria que a gente acha na comida. E a gente pede farofa, pode ser farofa pronta, batata palha, um panetone ou enlatados, que pode ser sardinha, milho, ervilha, azeitona, qualquer coisa que capriche no na salada ou no macarronada que vai ser feita ou uma geleia, suco de
ofa pronta, batata palha, um panetone ou enlatados, que pode ser sardinha, milho, ervilha, azeitona, qualquer coisa que capriche no na salada ou no macarronada que vai ser feita ou uma geleia, suco de fruta, tudo em embalagem longa vida, chocolate, doces de lata, bombom, o que seja, para ajudar. D nesse nessa comemoração também das famílias menos favorecidas. O lugar para entregue é aqui do lado de fora a o almoxarifado da comunhão e até dia 30, domingo, estamos recebendo, tá? Muito obrigada a todos. Hoje vamos fazer o passe ali. A Naddia, que normalmente está conosco ou Delor, eles hoje não vão estar. Então nós mesmos vamos chamar as pessoas paraa sala de passe, tá bom? Muito obrigada a todos. Tenham todos um bom dia e uma boa semana. É isso. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia [música] com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.
ica] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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