Conjemat - Tarde
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Tá, não é, eu tô sentindo a animação é tremenda. Se alguém ousar querer tentar dormir, eu vou chamar aqui paraa frente, tá bom? E olha que eu tenho visão que eu sou vidente, né? Como todos nós, a gente enxerga aqui o panorama espiritual também, ó. OK, gente, nós vamos falar sobre o centro espírita. Vocês estão me ouvindo bem? Perfeito, né? sobre o centro espírita. Aqui no tempo foi definido o centro espírita como um oce para as almas. Eu pergunto para vocês, qual é a visão que vocês têm acerca do centro espírita? O que é um centro espírita? Claro que vocês estão pensando, né? É o quê, André? La casa de amor e trabalho. Atendimento quê? Aprendizado. Aprendizade. Não deu para entender. Laboratório. Hospital de Alvas. Laboratório. Quem dá mais? Oi, foi escola. Escola. A senhora que tá entrando aí agora, por favor, centro espírita para vocês é o quê? Amor. Hum. Que mais? Hospital. O centro espírita são as quatro paredes. É a casa física. É o quê? Ô louco, essa é aquela voz de novo além. Tem moral. Tem um oral, né? O negócio ali ensaiado. Como é que é mesmo? O centro espírito é o quê? Fos de luz para a humanidade. Focos de luz para a humanidade. Que lindo. Que mais, gente? Centro espírita. Foco de luz paraa humanidade. Gostei. Oasis para as almas. Oasis de luz para Achei tão lindo o título. Que que é oasis? É um lugar que quando a gente, por exemplo, tá no deserto, alguém já andou no deserto aqui? Vamos imaginar. Aí você tá com aquela sede tremenda e de repente você encontra um. O que que é um? onde você tem ali, né, a possibilidade de ter uma área, uma sombra, um deserto. Isso é umas lá na Federação Espírita Brasileira a gente chama oasis de Ismael. O centro espírita é um OCIS, porque o OCES ele abriga, uma briga, eh, dá o certo conforto, não dá. O ois faz a gente se sentir assim, se sentir bem. Porque o as ele é como se a gente desse uma pausa, uma refrigerada e a gente ali encontrasse forças e tudo mais para depois seguir o caminho, né? Mais ou menos isso. Mosquinho, eu sei
, se sentir bem. Porque o as ele é como se a gente desse uma pausa, uma refrigerada e a gente ali encontrasse forças e tudo mais para depois seguir o caminho, né? Mais ou menos isso. Mosquinho, eu sei que você é uma filha de Deus, mas é uma voz da amizade. Muito bem. O pessoal está numa peregrinação vindo lá de fora para dentro, que após o lanche material a gente tem um lanche espiritual. Nós temos aqui representantes de várias casas espíritas, fério, confér sim, de várias cidades. É isso. Podem dizer, por favor, alguns nomes. Tangará da Serra. É isso o nome lindo Cafezal. Cafezal. Mira, sapesalara Satesal. Miraol, Miraçol do Oeste Juara. Braste Braste Cuiabá. Cuiabá. Oi. Barra do pogre. Mata varia grande. Sinop Sinope. Sinope. Araputanga. Araputanga. Putanga. Araputanga. É Niterói. Niterói. Queró. Niterói. Niterói. Raul. Her clar nosso querido Raulanga Piranga do Norte Puaçu. Com Puaçu não deuaçu. Iguaçu. Oiguaçu. Não. Crigo azul. Aç o Ah, os que lindos de Iguaçu. Muito bem. Castanheiras castanheiras. Matupacup. Olha, com esse Pentecostes fica difícil a gente traduzir. Vamos um por vez. Matopá. Matup. Matup. Matupá. Que bonito. Se nome indígena, né? Terra nova do terra nova do norte. Jura, Juruena. O pessoal que tá entrando aí agora, o casalzinho de mãos dadas, lindas, de que casa que vocês são? Jaciara, do Glória do Oeste, o Dodópolis. Aquele ali é voz que materializa. A voz tem que ser assim de ótimo. Quem mais? Acabou. Tem mais cidade tá faltando aãã. Até agora não tinha. Impressionante. Brasília. Parzia grande. Pimenta pimenta Rondônia. É pimenta é olha é pimenta de ror bem. Ok castanheira. Castanheira. Arniqueira. Aries. Ariquemes. Ariquemes. Rondônia também. Rondônia também. Rondônia também. Muito bom. Quem é de Rondônia levanta a mão aí, por favor. Olha, gente, umas cinco pessoas. né? Que beleza. Parabéns. OK. Muito bem. O centro espírita é um oasis. O centro espírita é um ponto de luz. O Centro Espírita eh, segundo de Menes, uma mensagem que está neste livro lindo,
co pessoas. né? Que beleza. Parabéns. OK. Muito bem. O centro espírita é um oasis. O centro espírita é um ponto de luz. O Centro Espírita eh, segundo de Menes, uma mensagem que está neste livro lindo, Dimensões Espirituais do Centro Espírita da nossa querida dama da mediunidade, quem é? Suerda não é publicada aqui pela feb editora. Bezerra vai dizer para nós que o centro espírita ele tem cinco dimensões espirituais, porque o centro espírita não é só o estabelecimento, assim como o nosso lar não é só a casa, o centro espírita transcende, ele vai além. Então, uma primeira dimensão que a gente poderia dizer, e eu vou mostrar para vocês, vocês vão me dizer qual é a dimensão do centro espírita aqui colocado em primeiro lugar. Centro espírita é um Jesus no lar. Lá ou Jesus no lá? Só um momentinho. Calma. O centro espírita é ninguém consegue ler não. Jesus. Ah. O centro espírito é um bar. O centro espírita é um bar. E como é que funciona um bar? Quando a gente pensa num bar, a gente pensa em algo que é bom ou não. No lar a gente tem a nossa família. Ora, se o centro espírita é um lar e no lar a gente tem a família, no centro espírita nós nos reunimos em família. Família. E essa família, ela é constituída de afetos e desafetos, de pares e de ímpares, daqueles que se amam e daqueles que ainda se amarão um dia. É tão interessante porque o lar nos traz aconchego com sono. O lar nos traz abrigo, proteção. E é exatamente na casa espírita que a gente encontra tudo isso estando no nosso lar. É como se de fato nós nos reuníssemos em família, mas não é uma família consanguínea necessariamente, é uma família espiritual. E esta família, naturalmente, ela vive em relação de uns para com os outros. as relações interpessoais que funcionam de maneira entre um e outro individualmente ou entre grupos, entre equipes na casa espírita, que é o nosso lar. Como é que funciona o nosso lar? O nosso lar, segundo em é um cadinho purificador. Já ouviram isso? É porque no lar a gente encontra tudo que é bom.
entre equipes na casa espírita, que é o nosso lar. Como é que funciona o nosso lar? O nosso lar, segundo em é um cadinho purificador. Já ouviram isso? É porque no lar a gente encontra tudo que é bom. Tudo que é pacífico, tudo que é maravilhoso. Confere? Confere ou não confere? Claro que confere, mas não é só isso. A gente também encontra no lá os nossos desafivos, por meio dos desafetos com os quais a gente tem que se relacionar. A gente nem sempre tem na relação entre aqueles que são pares e ímpares, afetos e desafetos, aqueles que são os nossos afins e desafins com uma relação absolutamente harmônica, serena, tranquila. Já aconteceu de alguém aqui brigar com alguém do centro espírita? Graças a Deus, ninguém se revelou. O índice de autenticidade, C tá muito alto. Já aconteceu de alguém brigar com alguém do centro espírita e sair da casa espírita? Já aconteceu de alguém sair de uma caça espírita por desa bênção e fundar outro grupo espírita? Engraçado, isso é bom ou é ruim? Tava esperando a pergunta, né, meu amigo? Isso é ruim, mas daqui um tempo, porque às vezes tá tãoessada a engrenagem da casa espírita que eu não consigo mais ficar ali e aí eu saio, um grupo sai de dissidentes que brigaram não necessariamente, mas que não mais se afilizaram e que tem todo o direito de sair e fundar uma outra casa espírita. O direito existe até de pensar diferente sobre alguns aspectos, até de discutir, mas sem dis sentido. A gente pode até ter opiniões distintas e até lutar por algumas opiniões, mas não podemos permitir que o nosso ponto de vista egoísta, com uma visão delimitada, seja a expressão da verdade. Mas Kardec recomendou que as casas não fossem tão grandes, que fossem até um tamanho médio ou pequeno para que houvesse produtividade, qualidade no trabalho. Então, às vezes uma dissensão, você tem a formação de outro grupo que nós não podemos nos converter, é que diante do conflito que muitas vezes surge nós nos tornarmos oponentes, adversários inimigos ao ponto do confronto.
issensão, você tem a formação de outro grupo que nós não podemos nos converter, é que diante do conflito que muitas vezes surge nós nos tornarmos oponentes, adversários inimigos ao ponto do confronto. Uma coisa simples, quando saiu agora essa pesquisa do censo em PGE 2022, vocês ouviram algum católico falar mal de católico, do movimento católico? Vocês ouviram algum evangélico protestante falar mal deles entre si? Teria por falar mal? Tem várias agremiações protestantes variadas que vivem em dificuldades de relacionamento. O catolicismo foi o que mais perdeu em termos de índice percentual. Agora a gente não ouve eles falando mal deles. Do Espiritismo, aparentemente houve uma queda e alguns se apresentaram como esclarecedores da situação, defensores. Na verdade, movimento espírito está acabando, movimento espírito está envelhecendo. Qual a perspectiva que a gente tem? Aí entra a crítica à federação, a federativa, a casa espírita, ao movimento espírita. Esse que está falando, esses que estão falando, tem direito de falar, tem. A questão é a contribuição efetiva que estão prestando ao movimento espírita. Nós temos todo o direito de pensarmos diferente, desde que permaneçamos unidos. Por isso que a recomendação de Bezerra de Menezes foi a união, porque unidos nós somos fortes. O lar nos une. Às vezes eu vou ter, por exemplo, um filho ou uma filha que vai constituir um outro lar. Então, entendamos uma possível separação, entre aspas, de uma casa para outra para se formar, porque o núcleo pode oxigenar determinadas atividades, porque às vezes o centro espírita nesse laro do centro espírita. Acontece isso aqui. Alguém é dono de centro espírita aqui? Ó, ele já falou ali não tem. Quando nós nos aboramos na possessão de donos de centro espírita, nós estamos possivelmente impedindo o crescimento da instituição, que o trabalho em família é coletivo. Cada um pode ter o seu papel, mas é um trabalho onde há necessidade do diálogo. O lá se constitui pela conversa. pelo diálogo, pela construção
nto da instituição, que o trabalho em família é coletivo. Cada um pode ter o seu papel, mas é um trabalho onde há necessidade do diálogo. O lá se constitui pela conversa. pelo diálogo, pela construção coletiva em que cada um tem a sua importância na relação. Eu não posso excluir, eu não posso dizer que o outro é menos importante. Todos são importantes. Assim também na casa espírita, todos são importantes. Um livro chamado Liderança Servidora, não sei se vocês conhecem, James Hunter. Saulo conhece, né, Saulo? Ele fez uma experiência interessante. Ele pegou uma pirâmide em que você tem o céu, que é o principal, digamos, né, representante de uma instituição, de uma empresa. E ele colocou esse céu virando de ponta cabeça, botou o céu lá no inferno, simbolicamente, para poder relacionar-se com o cliente, com a pessoa que merecia um atendimento, para estar na luta ali do dia a dia, no embate, não é? aquele indivíduo estrela que está fora do contexto, ele foi sentir na pele exatamente o valor que o outro teve, porque é servidor a liderança. Então, o presidente de uma instituição, ele é o primeiro servidor da casa, mas isso não significa que ele deve trabalhar sozinho. Num lar cada um tem o seu papel. Então, se eu sou o presidente da casa ou a presidente da casa e eu chego, sou aquele que abre a porta e depois todo mundo vai embora, eu fecho a porta, alguma coisa pode estar um pouco estranho, porque eu posso ter equipes de trabalho que podem e devem fazer o trabalho de maneira dinâmica e colaborativa. é uma construção coletiva, não é apenas uma visão, não é apenas um foco, mas nós vamos trabalhando as diversas áreas como hoje o movimento espírita está estruturado. E a gente consegue fazer isso na casa espírita, desde que a gente se organize, desde que a gente tenha diálogo, que a gente conviva num lar e mesmo que haja dificuldades, que a gente consiga trabalhar a superação dessas dificuldades. me record cerca de uns 30 anos. Acredito que hoje nós somos jovens. No meu caso também sou
conviva num lar e mesmo que haja dificuldades, que a gente consiga trabalhar a superação dessas dificuldades. me record cerca de uns 30 anos. Acredito que hoje nós somos jovens. No meu caso também sou jovem há mais tempo, não é, Leo? Ou melhor, é Leo Nel. E aí uma vez um amigo me ligou, ele estava noutra instituição, ele disse assim para mim: "Campete, venha para cá onde eu estou, que aqui não tem problemas. Onde você está? Cheio de problemas. E onde é que eu estava? Na Federação Espírita Brasileira, onde eu continuo estando até hoje. E aí eu respondi para ele que na minha inferioridade espiritual não vou. Agradeço mais o declino do convite. Sabe por quê? Porque se eu for aonde eu for e onde eu estiver, os problemas estarão, porque o problema não tá no outro. O problema está em mim. A solução não estará fora, estará dentro. Então, se eu for para outro lugar, eu vou levar os problemas e tudo vai continuar do mesmo jeito. É preferível que a gente trabalhe a solução olhando para dentro de nós mesmos. Então, diante de um conflito, de uma dificuldade, será que eu estou olhando para outros, enxergando o outro? Será que eu estou olhando para mim, me enxergando nas necessidades que eu tenho? O lar não é mil maravilhas. O lar tem muitos desafios, muitas dificuldades. Mas é exatamente quando a gente precisa de alguma ajuda, a gente volta para quem? Para a família. É a família que sempre ampara, por mais diferente que seja. Por mais que cada um tenha uma opinião distinta e tudo mais, mas quando há necessidade da sustentação, é a família que dá esse apoio, porque são aqueles que são os nossos irmãos. É assim que a gente deve entender o centro espírito, um lar constituído de uma família, uma família espiritual em que todos nós somos irmãos, em que em dados momentos um pode ter uma oposição, uma tarefa, uma e no outro momento essa pode mudar. permitir a relação, permitir o diálogo, a comunicação. Então, este é um uma primeira faceta em que nós não podemos esquecer de ter a presença de Jesus no lá. O centro
no outro momento essa pode mudar. permitir a relação, permitir o diálogo, a comunicação. Então, este é um uma primeira faceta em que nós não podemos esquecer de ter a presença de Jesus no lá. O centro espírita é a casa de Jesus. É onde nós temos a presença de Jesus. Por isso, o espiritismo é uma doutrina cristã fundamentada no evangelho de Jesus. O Espiritismo é uma religião cristã pra gente não ficar discutindo, não ficar tegiversando, não ficar polemizando. Kardec deixou claro esse assunto na revista espírita de dezembro de 1868. pouco antes dele desencarnar. Espiritismo é uma religião. É ou não é? Não, disse que não é uma religião no sentido histórico, tradicional de paramentos, de rituais, mas o espiritismo é uma religião no sentido da ligação com o pai, da criatura com o criador, do recolhimento da fraternidade. Esse é o sentido de religião. Então, o espiritismo é uma religião porque reúne em família, porque busca o desenvolvimento espiritual de cada um de nós. Então, além da dimensão familiar, nós temos também uma outra dimensão do centro espírita, que é ser um. Olha, fez a leitura, um templo. Este é o livro ensina-nos a orar. de Álvaro Crispino, febra editora. Tá disponível ali também. Muito bonito aqui. Como a gente deve orar. O centro espírito é um templo e o que a gente faz num templo? Que que a gente faz, gente, no centro espírita, mesmo considerado um templo? Ora, ora e trabalha e vigia, não é isso? Olhai, orai. Não, não é essa sequência não. Ah, tá lá em Marcos 13:33, no sermão profético, né? Olhai, vigiai e orai. Sim, é um tempo em que nós vamos estar atentos uma observação da realidade, porque a gente se sente abrigado, porque nós oportunidade de estar de olhos abertos, atentos ao que está acontecendo, então vigilantes para conosco mesmo e em conexão com a espiritualidade superior, por meio da prece, da manifestação da oração pela prece. E orar é a maneira mais simples que a gente pode fazer. O Evangelho Segundo Espiritismo diz que a melhor oração é a ação
iritualidade superior, por meio da prece, da manifestação da oração pela prece. E orar é a maneira mais simples que a gente pode fazer. O Evangelho Segundo Espiritismo diz que a melhor oração é a ação de cada dia. Então, nossa ação de cada dia deve refletir a oração. Isso é oração, a nossa ação diária, a nossa forma de fazer no relacionamento com todos os seres da natureza. como é que a gente está se comportando? Como é que a gente se expressa? Quais são os sentimentos que tem? As vibrações que a gente compartilha. O templo é naquele sentido que não tem simbolismo, não tem ritual, não tem paramento. O tempo espírita não precisa ter imagens. Inclusive, é aquele tempo quando Jesus se fala de uma maneira tão interessante, dialogando com alguns, inclusive com a mulher, uma mulher que era aquela que estava pegando a água do poço, poço de Jacó, ela era uma samaritana. E ela então questionava como é que um homem pode se dirigir a ela e como é que poderia ser a adoração diante dos costumes que se tinha desse e de outro diálogo Jesus vai se referir quando nós tivermos oportunidade de enxergar que o templo ou os templos não serão de tendra, mas serão aqueles templos coração que vão abrigar os ensinamentos para o consolo. E esse templo que será a mente que também abrigará os ensinamentos para o esclarecimento. Esse é o templo, um templo dinâmico, um templo em que nós temos a vontade de estar, que seja atrativo, atraente, que seja gostoso da convivência. Não deixe de ser um espaço de convivência. O centro espírito é como templo. E para isso a gente não precisa fazer algo fechado, algo que fosse uma espécie assim de simbologia em que nós temos todos uns rituais, em que a gente se sente distante com púlpito, com palmas. Já na década de 70, Emanuel, pela psicografia de Chico dizia que os nossos templos estavam frios, porque a necessidade de um agasalho, de uma aproximação. Essa é uma das críticas que se faz. O tempo espírita ficou alheio à realidade social, ficou distante da necessidade do outro. Então
avam frios, porque a necessidade de um agasalho, de uma aproximação. Essa é uma das críticas que se faz. O tempo espírita ficou alheio à realidade social, ficou distante da necessidade do outro. Então fica complicado trabalhar. Essa crítica existe e ela é pertinente, mas a devolutiva da crítica está no ponto do que eu faço para melhorar essa situação. Porque se eu integro esse tempo, o que eu estou fazendo para melhorar? Eu faço parte da família e às vezes ir embora pode ser muito simples ou cômodo, mas depois a gente vai bater a porta de novo. Como inúmeras pessoas criticam a Federação Espírita, não é, de Mato Grosso, criticam a Federação Espírita Brasileira, provavelmente criticam casas espíritas aqui da região, mesmo espíritas, chamados espíritas, depois quando precisa de alguma ajuda, vai bater a porta da onde? da casa e que vai acolher, que vai abrigar. Essa é a função. Mas esse tempo tem que ser um tempo dinâmico, temos que manter a conexão aqui dentro com Deus, porque nós somos de Deus, somos filhos de Deus. Gente, só uma enquete, por favor. Vocês acham esse indivíduo aqui? Vocês estão vendo? Ou esse aqui mais bonito. Muito obrigado. Ao vivo é mais bonito, né? No templo a gente aprende uma característica fundamental. Uma vez a mamãe tava fazendo aniversário e eu fui dar um abraço nela, né? Sim. Deu os parabéns para ela. Eu fazendo aniversário, falei: "Imm querida, parabéns. Olha a obra de que a senhora fez. Ela mantendo o abraço, ela disse assim: "Meu filho, realmente você é uma obra de arte de Deus do jeitinho dela, falando simples, não é? Mas a assim, a virtude que eu mais admiro em você é a humildade. Então o templo é para nós exercitarmos essas características virtuosas da humildade, da caridade, trabalhando o nosso orgulho, nosso egoísmo. E nem sempre isso é fácil. Mas Bezerra de Menezes traz uma outra dimensão espiritual. para além do lar, para além do templo, o centro espírita também, tá? O centro espírita é um hospital, é um hospital. Alguém consegue ler aí?
Mas Bezerra de Menezes traz uma outra dimensão espiritual. para além do lar, para além do templo, o centro espírita também, tá? O centro espírita é um hospital, é um hospital. Alguém consegue ler aí? Você aí o último, por favor? Tá lendo? Olha, no telão. Não dá nem para ver no telão, não. Ó, o pessoal vai dar a dica aqui. Seara dos Médiuns. É uma obra aqui, no caso é Pedro Espírito Emano, Chico Xavier fotografando, Feb editor, integrando a coleção estudando a cantificação. Muito interessante, são cinco livros estudando a codificação. Seara dos Médiuns explica trechos, itens do livro dos médicos. Então é um hospital. E como é esse hospital? É um hospital que não concorre com a medicina da Terra. É um hospital que não deve substituir a assistência que se faz necessária pelos médicos. Quando eu tenho uma necessidade de um tratamento psicológico, eu vou a um psicólogo. Quando eu tenho necessidade de um médico, eu vou a um médico, conforme a especialidade. Agora, casa espírita, então um hospital em que sentido? Hospital de almas, não é isso? hospital espiritual para nos atender na nossa essência maior. Agora a gente pode atender a alma, que é o espírito encarnado, que está indo ali batendo as portas do centro espírito, que pode ser inclusive um trabalhador, o que a gente precisa de atendimento também. Esse atendimento normalmente é feito pela chamada, que agora esqueci o nome. Vou dar dica para vocês assim, tentando recuperar. Quando tem a oração, o passe e a água fluidificada, a fluido, fluidoterapia, não é isso? Então você vai na casa espírita, geralmente assiste a palestra, toma paz e ali na casa espírita a gente ora, né, faz a pressa, um templo também e toma água florificada. Aí depois você pode passar a semana fazendo os erros que você quiser, cometendo os pecados que você volta na semana seguinte certific. Não é assim? Alguns dizem que a gente mudou só de só mudou assim, viu, Raul? ali você ia paraa igreja e tal, depois passa, comportamento continua o mesmo. Então a
cê volta na semana seguinte certific. Não é assim? Alguns dizem que a gente mudou só de só mudou assim, viu, Raul? ali você ia paraa igreja e tal, depois passa, comportamento continua o mesmo. Então a gente precisa entender que o centro espírita com o hospital é que a gente vai realizar um tratamento íntimo, profundo de nós espiritualmente através de um atendimento fraterno, de uma conversa. Não é assim? A gente pode ter através de um passe, através da oportunidade de nós estarmos enfronhados na doutrina espírita. a gente entra no espiritismo e o espiritismo entra na gente para depois ele sair através do exemplo. Isso é muito importante. Então esse hospital ele não vai concorrer com a medicina terrena. Cuidado que a gente tem que ter a casa espírita pode ter assistência e deve ter principalmente a promoção social. Pode ter atendimento na periferia, porque é um ponto de luz no na comunidade, no bairro onde está inserido, tem que assistir de fato. Pode ir, inclusive especialistas montam ali um atendimento junto à necessidade onde aquelas pessoas estão. Agora tem que tomar muito cuidado para não transformar a casa espírita no sentido de hospital como se fosse consultório psicológico, terapêutico, médico, seja de especialidade. Nós podemos trabalhar em conjunto esforços. Um médico espírita, antes de ser médico, ele é espírita. Então ele pode e deve também, se puder, doar-se no seu, na sua competência, na sua habilidade em benefício de semelhanç. Agora, cuidado para não transformar a casa espírita como se fosse esse hospital material. Colocar, por exemplo, uma clínica odontológica, psicológica, terapêutica. De repente a gente tá trazendo coisas para dentro da casa espírita e deixando de fazer outras coisas que são realmente a função da casa espírita. Eu posso ser um profissional, por exemplo, e abrir o meu consultório em dado momento para poder fazer uma atividade que seja importante, né, atendendo gratuitamente, por exemplo, além dessa dimensão de qual que é ali colocaram que eu tenho exatamente
o meu consultório em dado momento para poder fazer uma atividade que seja importante, né, atendendo gratuitamente, por exemplo, além dessa dimensão de qual que é ali colocaram que eu tenho exatamente 300 minutos, não, 300 segundos. os 5 minutos que eu fiquei chamando vocês, eu vou recuperar aqui na fá e a direção permitir. Tem uma val da presidência, então vamos seguir. Tá bom. Então vejamos lá. A casa espírita, um lar, a casa espírita, um templo, a casa espírita, um hospital. Mas a casa espírita também, segundo o de Menezes, é uma escola, mas é uma escola tradicional de ensino, como a gente vê pro nosso aprendizado cognitivo, não. Também não vai competir com essa escola, assim como na condição de um hospital espiritual, vai competir, vai concorrer com um hospital, né, da medicina humana terrena. é uma escola de almas, é uma escola que vai trazer o ensino moral para que a gente tenha aplicação ética na transformação dos nossos próprios comportamentos. OK? Então, a gente tem esse trabalho todo exatamente para que possamos nos desenvolver. Por isso que a gente tem a representação da escola através de uma palavra chave que vocês estão vendo materializada aqui agora na posição vertical. Essa palavra começa com exool. Estudo. Estudo. Nós podemos fazer o estudo individual, podemos fazer o estudo coletivo, podemos fazer o estudo na casa espírita, podemos fazer o estudo na nossa casa, podemos fazer e devemos fazer o evangelho no nosso lar. E além disso também o estudo em família que é diferente do evangelho no lar. Mas a graça espírita é uma uma oportunidade de aprendizado pelo estudo da importância da leitura, da leitura das obras básicas de Kardec. Por isso a casa espírita deve oferecer o estudo das obras de Kardec, deve oferecer o estudo sistematizado, se puder o estudo aprofundado, o estudo e prática da medianidade, o evangelho redivo, quando possível implantar, que seja o mais rápido dentro das condições. São estudos que o movimento espírita oferta. Já tudo preparado e programado
estudo e prática da medianidade, o evangelho redivo, quando possível implantar, que seja o mais rápido dentro das condições. São estudos que o movimento espírita oferta. Já tudo preparado e programado para ser aplicado de acordo com a necessidade e possibilidade, guardando o respeito às peculiaridades individualizadas de cada casa espírita, porque é assim que funciona o movimento espírita. Não põe, mas sugere, mas é organizado, porque tem dinamismo, mas tem também diretrizes. Essa escola, escola das almas. André Luiz fala em biblioteca, né? a biblioteca das almas, onde nós temos oportunidade, então, de estudar e de aprender. Mas a gente aprende para poder refletir. O estudo do espiritismo não é como o estudo que a gente faz secular no aprendizado, por exemplo, dos ensinamentos, das matérias que a gente tem desde o nosso estudo formal, até chegar à universidade, não é? pós-graduação, nosso Raulo, doutor em educação. E a gente vai avançando os estudos no espiritismo. O estudo é para levar a nossa nossa moral, a nossa ética. Eu estudo para aprender esses ensinamentos que são transcendentes, que vem da revelação da espiritualidade. E no caso do espiritismo é com a fé raciocinada que me faz entender o que estou estudando, porque para além da informação chegou ao conhecimento. O dado é um número isolado. A informação é um dado com significado. E o conhecimento é quando eu interpreto esse significado, eu consigo entendê-lo. E aí vem a inteligência ou a sabedoria, que é quando eu aplico isso no sentido transformador da minha própria vida. Então é importante eu saber que reconhece-se o verdadeiro espírita pela que maravilha, não entendi nada. Isso está no item 4 do capítulo 17 do Evangelho segundo Espiritismo. Reconhece-se o verdadeiro espírito. É só há pouco tempo na minha ignorância que eu fui me atentar para esse início. Reconhece-se o verdadeiro espírita. Reconhece-se. O verdadeiro espírita é reconhecido. Ele não bota uma faixa assim na peça e dizer: "Eu sou espírita.
gnorância que eu fui me atentar para esse início. Reconhece-se o verdadeiro espírita. Reconhece-se. O verdadeiro espírita é reconhecido. Ele não bota uma faixa assim na peça e dizer: "Eu sou espírita. Não saímos por aí dizendo que somos espíritas, nem nos declaramos no senso que somos espíritas. Aliás, o Elará querido fez uma explicação genial sobre isso. Aqueles 1,8 lá, né, que se declararam espíritas, na verdade são trabalhadores espíritas, porque aquele que só frequenta a caça espírita, ele não se declara espírita, porque provavelmente ele até de outra religião, pois nem tem religião. Interessante, não é? Então, se tu considerar que tá se declarando escido como trabalhador, você tem qualidade, não tem quantidade. Nunca nos preocupamos com quantidade, não significa que a gente vai deixar de atender. Mas quando você fala dos princípios fundamentais da doutrina espírita, o conhecimento e o sentimento desses princípios chegam aí a bo parcela da comunidade brasileira, do povo brasileiro. Nós poderíamos dizer aí cerca dos 40% desses 215 milhões aproximadamente que nós somos, que acredita na reencarnação, acredita em Deus, acredita na incontraridade da alma, na comunicabilidade dos espíritos pela mediunidade, mas não se declara espírita. Mais importante não é se declarar espírita, mas a gente vê que este estudo é fundamental porque eu vou entender. Reconhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, pelos esforços que empregue tomar as suas másignações? Ótimo. Eu tenho aí uma informação. Eu preciso entender o que isso significa, que é o conhecimento. E eu preciso colocar isso em prática, que a inteligência é sabedoria. Espiritismo nos proporciona isso, que nos dá lucidez e nos ensina ainda que o progresso intelectual vem antes do moral para abrir o caminho discernimento, saber o que é certo, o que é errado, o que é bom, o que é bom e poder fazer a melhor escolha com o livro. Mas para além de um lar, de um templo, de um hospital, de uma escola, o centro espírita é uma
saber o que é certo, o que é errado, o que é bom, o que é bom e poder fazer a melhor escolha com o livro. Mas para além de um lar, de um templo, de um hospital, de uma escola, o centro espírita é uma oficina de trabalho. E Kardec pergunta sobre o trabalho tem a resposta. Trabalho é toda ocupação útil. Então, para ser trabalhador tem que se ter uma ocupação útil. Aqui está o livro sobre hospital obsestão, não é isso? E aqui está o livro sobre a oficina de trabalho. Voltei. Todo espírita deve ler esse livro. Quem não leu, voltei agora, por favor. Quem ainda não leu, voltei. Sergil nove. 13 pessoas. 14. Os outros que não levantaram a mão são mentirosos ou estão falcando verdade? Ah, olha aí, quem leu então, quem leu levanta a mão. Ah, olha, quando você soma quem leu, quem não leu, dá um número totalmente diferente dos que não levantaram a mão. Eu só recomendo aqui, só tem pouquíssimos exemplares, mas segundo o Carlos Campete Salvo, este livro é o primeiro livro espírita que foi escrito por um espírito espírita destinado aos espíritas. Não significa que só nós espiritistas devemos lê-lo. A gente deve estudá-lo, mas qualquer um pode ler, o que é impressionante. E agora chegou me revenis, já que o nossoá mostrou aqui o eh post morto, né, que estava falando depois da morte, após a morte, o livro Voltei e Revenes acabou de ser traduzido e publicado também pela parceria da feb editora com Róes. Então é uma oficina de trabalho e é através do trabalho que a gente se desenvolve. A ocupação hoje o que nos faz escrito desenvolver. E assim a gente deve ser. Trabalhamos para o nosso crescimento. A oportunidade de fazer alguma coisa. O sentido da vida está em ser útil. Quando nós somos útil ou úteis, não somos inútil, não é? Nós somos úteis, a gente se sente bem, porque fazer o bem é bom. Quanta alegria nos traz. Quem faz o bem é feliz, quem faz o bem vive em nós. E toda vez que a gente sentir qualquer dúvida, qualquer dificuldade, e já encerrando as nossas palavras aqui, porque o nosso tempo escutou, é muito
Quem faz o bem é feliz, quem faz o bem vive em nós. E toda vez que a gente sentir qualquer dúvida, qualquer dificuldade, e já encerrando as nossas palavras aqui, porque o nosso tempo escutou, é muito importante a gente se lembrar de que o lar acolhe, de que o tempo abriga e nos conecta com o plano superior da vida. O hospital nos trata, a escola nos ensina e a oficina de trabalho nos dá condição da gente se desenvolver. É como se nós estivéssemos juntos diante de uma presença que é muito amiga e que é urmã, como a do nosso mentor espiritual, da nossa mentora, e que a gente possa, assim como a Bindra Natagesia na psicografia de Divaldo Pereira Franco, aquele que foi poeta e foi premiado e recebeu o prêmio Nobel de literatura em 1913 da gente poder dizer como um amigo, um colega de infância de juventude chamado Joel de Oliveira escreveu no livro Soms fazendo uma dedicatória para mim quando a gente era jovens há menos tempo. Ele colocou assim num poema esse dizer tão lindo de Tagor, que eu só fui descobrir que era assim depois de 15 anos quando eu fui ler o livro Estesia e lá estava a informação e que Joel registrou de uma forma poética e que depois a gente transformou numa música chamada amigo e irmão e diz assim: "Encontrei-te um e pediste para eu cantar. Minha voz se perdia na sinfonia da terra em festa e eu não podia cantar. Me chamaste amigo e a voz da tua melodia deu melodia a minha voz para que eu te chamasse, irmão. Muito obrigado, meus amigos, meus irmãos. A que amanhã a livraria estará aberta até às 9:30. Se for adquirir seus livros, terá ser até esse horário, 9:30. Senhoras e senhores, estamos agora arrumando o palco para o painel de perguntas e respostas aos palestrantes. Mais uma vez avisamos. Avisamos que após a prece final, pedimos que todos venham para a frente do palco. Vamos fazer a foto oficial da Conemate 2025. Ah, e também lembrando para os coordenadores da FIENT Regionais que teremos após o jantar a reunião às 20 horas do CFE. Teremos agora um painel de perguntas e
os fazer a foto oficial da Conemate 2025. Ah, e também lembrando para os coordenadores da FIENT Regionais que teremos após o jantar a reunião às 20 horas do CFE. Teremos agora um painel de perguntas e resposta com os palestrantes do nosso evento. As perguntas poderão ser encaminhadas através do formulário pelo QR Code exposto no telão e também por escrito aos voluntários. Convidamos ao palco onde já se encontra Geraldo Campetes, os demais palestrante, além da presidente da FMT, Luía Leontina, para mediar os trabalhos. Pode pegar um pou. Olá. Nós sabemos que o painel é um momento assim muito importante, é um momento de perguntas e muitas vezes a dúvida de um, a dúvida de todos glórias, de muitos de nós. Então, vamos dar início aqui ao nosso painel e a primeira pergunta é para o nosso querido Valor. A pergunta é: como superar as crícies que foram mescladas ao cristianismo, que ainda permanecem no entendimento de muitos de nós? Como por exemplo, Deus porío indevido, pecado e culpa. E nós, no nosso movimento espírita, vamos estudando Só através do estudo nós ficaremos a paz dessas. Crem quando o escita conhece a doutrina, não é não é crível. que ainda permanece à as crentes Quando nós estudamos o espiritismo, acaba essas grandes muit Muita gente crê que não adianta falar essa esses irmãos crerem nas crenticas. Aí só Deus. Eu fui numa casa de confrías. foi eles me levaram para um um lanche. Aí eu vi na sala um monte elefante, elefante que ela botou com o rabo para a porta de entrada. Aí eu perguntei por o que esse elefante, esse elefante gal é para guardar a nossa casa. Não entendi nada. Fui, foi uma casa e a ariasca tinha uma escultura. de Buda. O Buda estava de costa para Sara. O que o Buda com essa mania? Por que o Buda sabe das coisas e eu não sabia que o Buda na casa dos espías sabe das coisas. Muitas manias, muitas manias. Vamos estudar, meus irmãos. Vamos estudar. Deixa o elefante no na casa. É muito bonito elefante, muito bonito. A estátua do Buda. Agora o Buda
dos espías sabe das coisas. Muitas manias, muitas manias. Vamos estudar, meus irmãos. Vamos estudar. Deixa o elefante no na casa. É muito bonito elefante, muito bonito. A estátua do Buda. Agora o Buda alegre. o elefante alegre, não como o elefante da do trazendo para a ruta. É muita coisa para você explicar. Se nós nos pedimos, não estuda, aí só Deus. Só Deus. Obrigada, Raul. E é muito importante, né, o estudo, como Raul falou, e nós aqui temos uma riqueza de obras, né, aqui no nosso país, as obras básicas, as obras que vem Poriva de Amaral, as obras que vieram por mediunidade Chico Xavier, por último de Paulo Fran e tantas outras obras profundas quando nós estudamos através dela. Bom, dando continuidade, nós temos agora uma pergunta pro Geraldo. Como nos libertarmos do comportamento materialista em que vivemos, apesar do conhecimento espírita que já temos? É uma questão de de decisão que nós estamos vivendo hoje uma sociedade que ela é pós-moderna, que é caracterizada como uma sociedade líquida por um sociólogo e filósofo polonês, materialista inclusive, mas que deixou uma contribuição maravilhosa. E ele diz que a sociedade líquida que tem os medos líquidos, né, tem os comportamentos líquidos, tempos líquidos, tudo líquido, porque vai se esvaindo pelas nossas mãos e a gente não consegue controlar. E duas características dessa sociedade são exatamente a transitoriedade, ou seja, tudo passa e a celeridade. Tudo passa e passa rápido. E a gente acaba se envolvendo nesse comportamento se não nos vigiarmos, não atentarmos. E começamos a viver esse ritmo apressado, alucinado, em que a gente não tem tempo praticamente para as pessoas, para as atenções, para as relações. E vivemos na busca desenfriada das conquistas materiais apenas para o consumo. Vivemos, como Joana nos ensina psicografia do Adival, pelo hedonismo, ou seja, a razão de viver é gousar a própria vida sem maiores responsabilidades. E nós espíritas precisamos ter uma visão que transcenda, uma visão que seja mais ampla, que é
o Adival, pelo hedonismo, ou seja, a razão de viver é gousar a própria vida sem maiores responsabilidades. E nós espíritas precisamos ter uma visão que transcenda, uma visão que seja mais ampla, que é exatamente a visão do conhecimento espiritual. O que o Elará tava falando aqui na palestra, o que o Raul aqui nos convida convocando para o estudo. Quando a gente vai estudar, nós vamos refletir, vamos ponderar, vamos sentir para poder viver. E aí a gente sai desse ritmo, porque se nós acreditamos mais que isso, temos certeza e não agimos em conformidade com aquilo que a gente estuda, ou seja, temos o estudo, mas não temos a prática, temos a teoria, mas não temos a vivência, nós estaremos resgatando os comportamentos fariseus ou farisaicos na atualidade. Seremos hipócritas e falsos. E nós precisamos ser autênticos, verdadeiros e coerentes. Isso é uma questão de esforço. É uma questão de olhar para dentro de nós mesmos, de verificarmos qual a diferença que a gente pode fazer na nossa própria assistência em cada dia que a gente vive aqui. E de repente eu vou poder me olhar e ver, eu tenho potencial para fazer melhor. você meramente aquele indivíduo destituído de visão, seguindo outros que não tm visão no daqui da figura desta linguagem, tá? Todo o respeito aqui não é preconceito. Então a gente tem que tomar cuidado para não se deixar levar pela ilusão. E o espiritismo nos dá o aparato todo, o recurso todo para que a gente tenha segurança comportamental, que a gente tenha condições de tomar melhor decisão, decisão mais lógica, mais racional, refletindo o bom senso que a Allan Kardec nos testemunhou na sua intervenção. Então, gente, é estarmos atentos para a realidade espiritual, é simplesmente agir em conformidade com aquilo que nós estamos aprendendo. Esse é o caminho melhor. Sabe por quê? Que a existência passa, mas a vida continua. Passa rápido. Então, eh, uma pergunta agora para o La Cordega. Considerando os ensinamentos do Espiritismo sobre a força transformadora do amor, como compreender na prática os
sa, mas a vida continua. Passa rápido. Então, eh, uma pergunta agora para o La Cordega. Considerando os ensinamentos do Espiritismo sobre a força transformadora do amor, como compreender na prática os estados de ansiedade, depressão, claustrofobia, quando o coração deseja melhorar, mas a mente se sente paralisada, sem ânimo, sem direção, mesmo sabendo que o amor é o caminho. Bem, nós nós temos um corpo, nós somos mais do que um corpo. Nós temos uma mente, mas nós somos uma consciência. A consciência, como dizem, é a voz de Deus dentro de nós. Ela tem todas as respostas. A mente tem as perguntas. A nossa mente ela pode viciar. Quando o apóstolo Paulo diz assim, ó, o bem que eu quero fazer, eu não faço, mas o mal que eu não quero eu faço. A carta aos Romanos, o que que ele está dizendo? Tá dizendo da predominância da nossa característica extintiva egoica em detrimento da nossa característica humana, extintiva, essencial. E aí nós vamos pegar uma referência maior, é Santo Agostin na questão 919, na questão 919. Quando ele coloca, Kardec pergunta, qual a forma o meio prático para que possamos resistir ao mal e desenvolver o bem? Ele diz: "Primeiro passo é o conhecimento, mas o conhecimento pelo conhecimento, ele não vai fazer a mudança. Por isso que Jesus diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Então, o conhecimento da verdade é o GPS, é a bússola. Mas a mudança é a aplicabilidade daquilo que nós conhecemos. Isso requer exercício e toda a todo o ciclo virtuoso, ele é exercício para estar suplantando o círculo vicioso. Por excelência é a oração de Francisco de Assismo. Eu com muito tempo achava quando Senhor fazer instrumento da sua e a gente por aí fazendo aração. Não, não é isso. Toda a orientação dos benfeitores espirituais de Jesus desses tutelares é uma orientação que é intimista. Quem de nós já não brigamos conosco a alcançar os nossos objetivos? Quem de nós às vezes não temos um padrão de ficar se autodescaracterizando? Então a oração de Francisco ela tem dois
ue é intimista. Quem de nós já não brigamos conosco a alcançar os nossos objetivos? Quem de nós às vezes não temos um padrão de ficar se autodescaracterizando? Então a oração de Francisco ela tem dois aspectos. O primeiro é eu voltando para mim como realmente a pergunta foi feita, porque o que que é a margem? Amar é cuidar, amar é zelar, amar é respeitar. Amar é valorizar. Amar é entender, amar é compreender. É o amor em prática. Porque o amor ele é o hino vibrante do universo, diz o espírito. Joana deângeles. Ama o verbo debaixo do solo, o homem a mulher no solo e o pai nas galáxias. Então quando nós colocamos esse amor em prática, então nós são francisco diz assim: "Senhor, fazer de mim instrumento da sua paz. Quando eu tiver brigando comigo, que eu busque a paz que todos nós destinamos. Onde houver ódio dentro de mim, o nosso geral comentou muito bem e nós ouvimos também na palestra do nossoá, que eu leve realmente o meu perdão, o meu autoacolhimento e assim sucessivamente. O segunda fase, ele diz assim: "Já é o aprendiz que que aprendeu se acolher o amor em prática". diz assim: "Senhor, fazei que eu procure mais." Ó, agora já é o aprendiz, devolvendo por gratidão aquilo que ele recebeu. Amar que ser amado, perdoar que ser perdoado. E aí, resumindo, é Jesus. A referência maior quando Pedro pergunta Senhor, quantas vezes eu devo perdoar meu irmão? O perdão, o exercício do amor. E ele diz assim até sete vezes. Em outras palavras, como se Jesus falasse assim, Pedro, toda e qualquer virtude é treino. Vai treinar. Então, não sete vezes, mas 70 vezes, sete vezes. Então, como superar? treinando. Ah, há um livro discografado pelo nosso querido Raul, que está aqui na livraria que se chama Carta da Paz. É explicação. Título, acho que é isso mesmo, a carta da Paz, hein? A Magna carta, né? Da Magna da Paz. É linda a obra porque explica trecho trecho desta oração, né, que o nosso Lacodé trouxe aqui. Vale a pena que é explicação didática e traz assim eh elementos informacionais que a
né? Da Magna da Paz. É linda a obra porque explica trecho trecho desta oração, né, que o nosso Lacodé trouxe aqui. Vale a pena que é explicação didática e traz assim eh elementos informacionais que a gente não encontra normalmente. A gente vai ver a riqueza dessa oração, oração de São Francisco, OK? A carta Magna da Paz. É isso aí. E o que nós falávamos, né? Temos aí uma riqueza em nossa literatura. Temos muito que ler, que aprender, que estudar. A pergunta agora é para o Raul. Como entender espiritualmente o medo que se transforma em crise de ansiedade? esse aperto no peito, essa sensação de sufocamento e desespero, mesmo quando racionalmente sabemos que não há perigo, como a doutrina espírita nos orienta a lidar com esse sofrimento silencioso que tantos passam. É, é sobre, é sobre a essa ansiedade que transforma aí, é, eh, o medo que existe na atualidade, o medo de tudo, essa ansiedade que nós vivemos nela. Como que a doutrina pode nos ajudar e a lidar com esse com esse medo? O medo é um milo é uma prática na nossa vida Como quando você desconhece alguma coisa, se nós não conhecemos Temos os espíritos. Se nós não conhecemos o outro, se não conhecemos a nossa sociedade, muitas vezes nós temos medo. Medo de gente, medo da sociedade, medo dos espíritos, o medo de espalha na sociedade, da nossa sociedade. No Rio de Janeiro, todo mundo tem medo de sair à rua. Porque o a pessoa tem medo dos a assaltantes. Muita gente tem medo dos espíritos. Temos muita gente que pratica a mediunidade e tem medo dos espíritos. Como o medo é uma uma prática desde sempre. Agora tem medo que é mais viável. Muita gente que tem medo de altura, muita gente, quem tem medo de muita gente ao redor, muita gente tem medo de elevador. Medo é uma tem o nome que dá quando você tem medo. Tem um uma fobia. Nós na terra nascemos com muitas fobias, muitas fobias que aprendemos em casa, com os os nossos pais, nossos tios, dos vizinhos. Fobia agora tem na nossa sociedade temos psicologia para nos tratar.
a. Nós na terra nascemos com muitas fobias, muitas fobias que aprendemos em casa, com os os nossos pais, nossos tios, dos vizinhos. Fobia agora tem na nossa sociedade temos psicologia para nos tratar. Temos psiquiatras para nos tratar. Temos os centros de espírita para nos tratar dessas fobias com passe, com diálogos, muitas, muita Gente que não busca o centro, não busca a a p e psiquiatra. Muita gente não busca os psicólogos e essa gente quer morrer com com medo. E Deus nos nos brindou com uma psicologia. Se Deus nos brindou com a medicina, se Deus me nos brindou com o centro espírita, não há ter medo. Muito bom. Obrigado. Bom, eh, continuando agora, a próxima pergunta é para o Geraldo. Após a pandemia, observamos um esvaziamento nas casas espíritas. Que aprendizado, reflexões e ações podemos ter para contribuir com nossas casas e com o movimento espírita? O maior aprendizado do meu entendimento que a gente precisa ter é de que nós precisamos voltar presencialmente para as casas espíritas. Porque a pandemia já passou. Isso. Então, o que acontece? Evidentemente com o processo pandêmico, a gente pode desenvolver mais o uso das tecnologias. Hoje a gente tem como aqui a possibilidade, né, de ter o Ela lá em Curitiba falando para nós aqui por meio da internet. Se nós não tivéssemos esse recurso, isso não seria possível. Então, a gente tem que realmente aproveitar os recursos. É um caminho sem volta, se desenvolveu bastante o uso, não é isso, de encontros, de estudos, como temos até hoje onlines, utilizando as redes, né, a internet e porque a gente pode se encontrar com pessoas de um mundo inteiro, de vários países, de várias eh estados e de várias cidades. E houve, por exemplo, dias, Raul e queridos amigos, que eu estive, por exemplo, em vários países no mesmo dia. Olha que chique, porque de manhã você fazia uma live num, né, numa localidade, à tarde noutra, à noite noutra, e a gente conseguia, se fosse presencial, não daria para fazer isso. Mas acontece que a gente usa esse recurso que é muito
você fazia uma live num, né, numa localidade, à tarde noutra, à noite noutra, e a gente conseguia, se fosse presencial, não daria para fazer isso. Mas acontece que a gente usa esse recurso que é muito importante, necessário para quando a gente não consegue estar presencial. Porque nada se compara a estarmos juntos aqui presencialmente como estamos. Nada substitui um abraço, mas que a gente olhe um abraço virtual, né, que a gente acaba fazendo isso, existe o contato de certa maneira. Nós utilizamos muito essa esse recurso é valioso, é imprescindível. Mas o que existe muitas vezes é o comodismo, é a má vontade, é a ociosidade do trabalhador que deveria se dignificar indo à casa espírita para honrar ao compromisso que assumiu. Às vezes nós estamos em casa e queremos participar online. Quando se andássemos 5, 10 minutos de carro, às vezes não dá nem isso. nós estaríamos na casa espírita, porque é muito cômodo, é muito fácil. É evidente que é mais, é mais fácil, é mais econômico, é uma série de coisas, mas esse contato tete a tete, o abraço aqui presencial, estarmos olhando um nos olhos do outro faz toda a diferença. E a casa espírita, gente, ela exige é para trabalhar com os encarnados, porque os espíritos já estão presentes. Se nós não estamos presentes fisicamente na casa espírita, então que a gente desencarna? Raul vai falar um pouco sobre istoando as palavras do Geraldo. A casa espírita tem os fluidos. Os benfeitores fricam o centro. Se fomos ao centro, só na chegada nós somos vafejados com os fluidos dos bem agora, Em casa tem criança, tem empregada, tem o o marido, a mulher que não gosta. TV TV TV. Isso tem muitas muita muita coisa nesse meio. Agora, a preguiça que o Geraldo tava nos dizendo é uma preguiça de de monte. Eu tenho na minha cidade tenho muitos amigos espírita. Aí eu estou pensando que eles estão vendo a palestra online, não. O casal estava jantando na hora da palestra. Jantando restaurante não é preguiça, é mal vontade. Muito cuidado, meus irmãos. Estamos
. Aí eu estou pensando que eles estão vendo a palestra online, não. O casal estava jantando na hora da palestra. Jantando restaurante não é preguiça, é mal vontade. Muito cuidado, meus irmãos. Estamos nessa terra. semo sendo testado. Todos nós estamos em teste de da religião, teste da nossa fé. Agora, quando a dor de barriga vem, todo mundo acha o caminho Muito cuidado, gente. É muito bom nós irmos ao centro. Eu tenho saudade, sabe de quê? De quando meus filhos eram pequenos e por duas vezes eu fui ao centro espírita e esqueci eles no centro. E tem um amigo que tá sentado ali que é o Saulo, a gente frequentava o mesmo centro, ele falou: "Quem tá esquecendo o menino aqui, ó, dormindo aqui no banco." Então daí o o online não substitui isso, viu? Então daí a importância da gente ir levar a família, ensinar para eles, porque senão eles vão aprender só online, né? Então, daí a importância da gente ter esse olhar próximo aí. Mas eh eu vou perguntar aqui para o Campete agora. Se eu não concordo com determinada atividade de caridade, que o centro espírita que eu frequento está realizando, apesar de gostar de estar na casa por achar que estamos gostando, gastando muito tempo e energia com essa atividade e menos tempo nas questões doutrinárias, o que Eu faço inicialmente eu queria agradecer essa pergunta, eh, porque ela nos enseja a oportunidade de alguns esclarecimentos. Eh, é preciso entender que algumas casas têm alguns perfis, não é assim, La Corder, né? Eh, Raul, eh, Luía, há determinadas casas que tem um perfil mais de estudo, outras têm mais um perfil, por exemplo, de assistência e promoção social, outras têm mais a questão de um atendimento mediúnico, não é, espiritual. Então, a gente precisa compreender esses perfis das casas. O ideal é que a casa espírita, na medida do possível, ela tenha as áreas que já estão definidas inclusive numa orientação centroespírita, que é um documento orientador macro para o funcionamento de qualquer casa espírita. Então você tem as diversas áreas, claro
ha as áreas que já estão definidas inclusive numa orientação centroespírita, que é um documento orientador macro para o funcionamento de qualquer casa espírita. Então você tem as diversas áreas, claro que às vezes a equipe é pequena, você vai assim, vai trabalhando, tem uma área de infância e juventude que a evangelização é fundamental, né? você tem uma área, depois vai criando uma área de família, a área de estudo, por exemplo, a área de promoção, assistência e promoção social. Então você vai fazendo uma associação de tal maneira que você tem um certo equilíbrio no funcionamento das atividades da casa espírita. mesmo que ela tenha um perfil mais, digamos assim, olha aqui, o mais, digamos, eh, forte, entre aspas, é o estudo. Eu posso dizer de cara, por exemplo, a FEB, ela tem um potencial e tem um desenvolvimento na área do estudo, mas na área da divulgação, mas não deixa de ter assistência e promoção social. Ela nasceu assim com departamento inclusive de assistência social, porque acima de tudo está a caridade, mas a caridade não é o assistencialismo, vai além disso, a gente sabe muito bem. Então o que eu recomendo a você que fez a pergunta assim, não como uma recomendação de que tem autoridade moral, tome como uma sugestão, permaneça trabalhando, não saia da casa para que não se torne feliz. Permaneça na casa trabalhando. E se você acha, por exemplo, que precisa ter menos atividade, nesse caso, pelo que entendi, seria talvez uma campanha do K, Alto de Souzo, uma assistência lá do Sopão, essas coisas todas, trabalha uma questão do estudo, trabalha uma questão da organização. essa parte, por exemplo, né, que vai ter a parte vai dar uma segurança mais de conteúdo nas palestras públicas, nos estudos em grupos, implante, se ainda não foi implantado e gradativamente vai conseguindo espaço sem dividir, porque você pode ter uma opinião diferente, mas respeitar outra. Verifica o trabalho que tá sendo feito. O trabalho tem a sua importância. Considere isso como importante e tente
do espaço sem dividir, porque você pode ter uma opinião diferente, mas respeitar outra. Verifica o trabalho que tá sendo feito. O trabalho tem a sua importância. Considere isso como importante e tente trabalhar outras outros aspectos, outras áreas também para que a casa possa fazer o trabalho de um modo mais completo. Então a minha recomendação, minha sugestão é de que pessoalmente você continue trabalhando, porque quando a gente se afasta por um motivo ou outro, depois a gente vai sentir a nossa responsabilidade, né? Ninguém é insubstituível, porque pode chegar um outro fazer melhor do que a gente faz. qualquer coisa que nós estamos fazendo, mas ninguém substitui a nossa responsabilidade. Quando você se afasta de um trabalho porque não concorda maneira como tá sendo feita, aquela responsabilidade que você tinha, quem sabe de contribuir para que uma outra etapa, outra área fosse desenvolvida, essa responsabilidade você leva consigo. Se você não a cumpriu, depois vai responder por isso. Então, permaneça, converse, dialogue, procure os melhores caminhos. Essa resposta sua me lembrou aquela tríade de Kardec, trabalho, tolerância e perseverança, né? trabalho solidariedade. Solidariedade. Isso. Olha aí, muito importante. Agora nós gostaríamos de ficar até mais tarde, só que temos outros compromissos hoje. E vamos fazer aqui a nossa última pergunta aqui para o laborder. Como usar as bases espíritas para se libertar de um vício? Qual é a grande proposta da doutrina espírita? Reviver o evangelho de Jesus em espírito e verdade. Quando é que Jesus censurou? Quando é que Jesus criticou? Mas nenhum momento Jesus titubeou, nenhum momento Jesus conviu. Sempre ele agiu com muita clareza. Sim. Sim. Não, não. Qualquer coisa fora disso é a obra do marigno. Então, todo e qualquer vício, Jonas coloca muito claro no livro Amor imbatível amor. Merece respeito, carinho e responsabilidade. Por quê? A psicologia também diz assim: "Olha, todo movimento compulsivo é na gula, é de compra, é de redes
oloca muito claro no livro Amor imbatível amor. Merece respeito, carinho e responsabilidade. Por quê? A psicologia também diz assim: "Olha, todo movimento compulsivo é na gula, é de compra, é de redes sociais, é de sexo, seja qual for, está ocupando lugar de alguma coisa que a pessoa não está sedando amorosamente. Então, é muito importante que nós evitemos aqueles que temos conosco, esses movimentos compulsivos ou essas viciações, seja elas quais forem, também as viciações morais da queixa, da lamentação, da crítica, da censura. É fundamental que nós nos acolhamos. Por primeiro passo, acolhimento incondicional. Acolher não é conver. Acolher é você buscar entender o que que está acontecendo conosco. Da mesma forma que você para ir ao médico, para ir você ele identificar o que você está vendo, ele não te censura onde está doendo, que jeito que é essa dor, de que momento que ela vem. Então, quando eu faço o acolhimento incondicional, para quê? para que eu possa entender qual é a minha carência, qual é a minha dificuldade. Entender. Entendido. Agora vem o terceiro passo para que eu possa me atender adequadamente. Tá muito claro isso na questão 919 do livro dos espíritos, quando Santo Agostinho nos fala o passo a passo do autocolhimento amoroso. Então, toda e qualquer viciação, vejamos o que Jesus faz com a mulher, a samaritana, no poço de Jacó. Ele não critica, ele não censura, mas ele revela aquilo que passava na intimidade da alma dela. Ela era uma pessoa que estava se buscando, mas estava buscando no outro. Da mesma forma, aqueles que temos da mesma forma quando ela atende também a mulher carente afetivamente, ela estava também se buscando no outro. Então não é o outro que vai nos preencher, porque Deus não criou ninguém importante. Na relação com o outro, nós nos compartilhamos, mas ninguém completa ninguém, porque nós somos seres faltantes. E Joana Diante coloca isso também no livro Amor e Batível, amor, quando ela compara, ela faz uma metáfora. Nós somos a semelhança
hamos, mas ninguém completa ninguém, porque nós somos seres faltantes. E Joana Diante coloca isso também no livro Amor e Batível, amor, quando ela compara, ela faz uma metáfora. Nós somos a semelhança de uma semente que trazemos dentro de nós todos os ingredientes necessários para nos tornarmos pessoas felizes. Da mesma forma que a semente tem dentro dela todos os elementos necessários para despertar a árvore que a tipifica. Mas para que nós possamos despar da árvore dentro da semente, é fundamental que nós busquemos plantá-la, regá-la, tubar, cuidado. A mesma coisa somos nós. O vício está ocupando o lugar do cuidado que eu não estou me dando. Nós agradecemos aqui aos nossos queridos palestrantes, né, por esse momento de painel. E devolvemos aqui a palavra para o nosso cerimonial, lembrando aos coordenadores diferente que teremos a nossa reunião do Conselho Federativo de Estadual. O Geraldo vai falar também a respeito dessa pergunta. Eu queria é isso, eu queria exatamente aproveitar a oportunidade, agradecendo aqui a nossa querida Luía, também no Corte, querido Raul, a todos vocês, né, nossa maestrina de cerimônia, agradecer a presença, porque amanhã cedinho, acho que Saulo também vai, né, Saulo? Saulo, estaremos tendo o privilégio de seguir de carona com Silvio, não é? E a digníssima e a Lara, né, que fez 16 anos ontem. Então, a gente vai seguir logo cedo, depois do café da manhã, não ficaremos para o encerramento da panemática. E por isso agradeço a oportunidade do convite, nos sentimos honrados e estar aqui a Federação Espírita Brasileira verificando esse movimento tão lindo, tão puxante, demonstrando aí a o testemunho de cada um de vocês no Isso é o espiritismo, isso é o movimento espírita. Nós estamos trabalhando, nós estamos buscando fazer o melhor e vocês estão de parabéns. E eu agradeço de coração e uma última solicitação. A gente fala nos livros espíritas porque nós aprendemos que a maior caridade que a gente pode fazer para com a doutrina espírita é a caridade da sua própria
radeço de coração e uma última solicitação. A gente fala nos livros espíritas porque nós aprendemos que a maior caridade que a gente pode fazer para com a doutrina espírita é a caridade da sua própria divulgação. E o livro espírita é o principal elemento de divulgação do espiritismo. Portanto, a gente associa a questão da sustentabilidade também dos eventos com esse equilíbrio, que por favor quem tiver condições, não saia do evento sem pelo menos adquirir um livro. Quem não tiver condições pode pedir pro vizinho ao lado, por favor, me dê de presente ali. Tá certo? Não tem nenhum problema. Gente, mas olha, eu tenho certeza que todos aqui gostaria de dar um abraço no Geraldo, mas não tem como, né, Geraldo? Então fica aqui o abraço de todos. Eu vou te dar um abraço em nome de todos, agradecendo a sua presença entre nós, que de coração. Muito obrigada, viu? Agradecemos as cidades Juína, Cuiabá, Araputanga, Sorriso, Tangará, Básia Grande, Juruena, Juara, Sinope, Jafiara, Cafanheira, Codriguaçu, Ipiranga do norte, Cáceres, Sapezal, Pimenta, Barro do Bugre, Matupá, Rondonópolis, Pras Norte, Pontos dos Gaúchos, Tapurá, Miraçol do Oeste, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Terra Nova, Alta Floresta, Vilena, Ariquemes, São Paulo, Brasília, Niterói, Rondônia e Glória do Oeste. A oração ilumina o trabalho e a ação é como um livro de luz na vida espiritualizada. Emanuel encaminho Verdade e Vida, psicografado por Chico Xavier. Para nos conduzir na prece de encerramento desse segundo dia, convidamos o trabalhador Silvio do Centro Espírita Caminho da Luz de Glória do Oeste. Já estamos com saudade, né? Já tá quase acabando, praticamente para nós, igual Geraldo Campest falou, a gente vai amanhã. Já estamos assim com gostinho de saudade, mas que vamos levar essa energia amorosa, esse acolhimento de juína pros nossos lares, para onde a gente quer que vai. Então vamos orar. Agradecido ao Mestre Jesus pela oportunidade de estarmos reencarnados nessa vistência e podendo escolher a oportunidade
to de juína pros nossos lares, para onde a gente quer que vai. Então vamos orar. Agradecido ao Mestre Jesus pela oportunidade de estarmos reencarnados nessa vistência e podendo escolher a oportunidade de conhecer os ensinamento do mestre através dessa bendita doutrina que é a doutrina espírita. Seja conosco, Senhor, iluminando, envolvendo nós nas nossas caminhadas. E sabemos, Senhor, qual é difícil as nossas escolhas, mas estamos felizes, Pai, por estar aqui em Teu nome, sendo um laborador da sua CA. Permita, Senhor, que os bons Espíritos possa iluminar toda essa região, esse estado, o nosso Brasil e o mundo. E orando, Senhor, pedindo a espiritualidade maior que possa envolver esses nossos irmãos que estão em guerra. Seja conosco hoje e sempre. E assim seja. Só um minuto. Minuto. Um minuto. Só um minuto.
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