CONECTANDO COM A PALESTRANTE ANA TEREA CAMASMIE | 15/12 | 20h30
"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Neste programa a entrevistada é Ana Tereza Camasmie, do Centro Espírita Tarefeiros do Bem, do Rio de Janeiro/RJ Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos.
Olá, olá para você que já está conectado conosco para mais um programa Conectando com o palestrante pelo canal Conecta Espiritismo e hoje com ela, ela, Ana Teresa Camasmi, minha querida amiga, muito obrigado por estar conosco. >> Ô Paulo, eu que agradeço. Uma delícia. A gente tá conectado aqui nesse momento >> pra gente poder conversar sobre outras coisas sem ser tão somente os conteúdos doutrinários, né? E a gente poder falar das nossas nosso dia a dia. >> Essa proposta. Exatamente. É essa a proposta do nosso programa, Ana. E a gente já começa com a nossa oração. Vou pedir para você fazer uma oração e eu faço no final. Pode ser? >> Pode ser. Pode ser. Então vamos. unir os nossos pensamentos e a gente poder conectar os nossos corações com essas vibrações de paz que os espíritos amigos nos enviam incessantemente e podermos nos sentir mais tranquilos, mais em paz e com o nosso entusiasmo aceso para divulgação do Espiritismo em todos os lares, em todos os lugares. E Deus continue abençoando essa nossa tarefa que nos faz tão bem e que possamos ter diálogos aqui de tranquilidade, mas que sejam diálogos que nos deixem bastante abertos, amorosos, alegres e felizes também. Que assim possa ser. Graças a Deus. Graças a Deus. Muito bom. Bem, o nosso programa tem como propósito, então, fazer essa aproximação com os nomes mais destacados do movimento espírita, esses palestrantes que tanto nos ensinam, nos trazem reflexões, orientações, né? E a nossa Ana, a, eu não vou aqui ficar chovendo no molhado porque eu sou suspeito para falar dela, né? Então eu vou pedir para que ela se apresente paraa gente, fale um pouquinho sobre ela e também, Ana, que você conte para gente o teu início no espiritismo. Você é espírita de beço, não é isso? >> Isso. Então, gente, eu sou a Ana Teresa, vocês já sabem, tem gente que me fala assim: "Eu conheço a sua vida inteira". Eu falei: "Meu Deus, já conheço mais do que eu?" Então, né? [risadas] Então, eu sou de besta espírita assim, eh, meus pais, quando eu cheguei, eu sou
ue me fala assim: "Eu conheço a sua vida inteira". Eu falei: "Meu Deus, já conheço mais do que eu?" Então, né? [risadas] Então, eu sou de besta espírita assim, eh, meus pais, quando eu cheguei, eu sou a quarta de cinco filhos. Então, quando eu cheguei na vida dos meus pais, já tava tudo para lá de arrumado, né? Mas falando um pouquinho antes de eu chegar na vida deles, meus pais não eram espíritas originalmente. E a minha mãe conta que quando a irmã dela teve alguns fenômenos mediúnicos, ela era médium e ninguém sabia, eles eram de Igreja Católica, foram a um centro espírita e assim tudo começou, desenvolvimento mediúnico da irmã e depois ela, ela também tinha muitos fenômenos mediúnios. Minha mãe tinha, né, a faculdade da psicofonia e assim ela prosseguiu frequentando casa espírita e seguiu em frente. Quando ela casou com meu pai, meu pai também não era espírita, mas se tornou. E ambos então decidiram abrir uma casa espírita nos fundos da nossa casa. Eu morava numa casa muito antiga, num bairro que a gente tem aqui no Rio de Janeiro, um bairro português, desses de casa de 1800, sabe? Então eu tinha uma casa grande de dois andares e tinha um terreno atrás dela onde eles construíram uma um salão de palestras e uma sala menor para passes. Nesse salão de palestras tinha também as reuniões mediúnicas. E aos poucos essa casa foi crescendo muito, começou a ter evangelização, reunião de estudos doutrinários, além das reuniões mediúnicas. também tinha um trabalho assistencial grande, atendiam as famílias da região. Então assim, a minha infância, minha adolescência foi toda mergulhada. Isso era natural, tão natural que eu achava que isso tinha nas outras casas também. >> Era assim. >> Eu achava que toda a casa era assim, não era nada disso. >> Na verdade, a nossa casa espírita era a única do bairro, né? E a gente tinha assim, a gente era conhecido na delegacia de polícia, tudo, [risadas] todo mundo conhecia a gente, padaria, farmácia, tudo conhecia a gente. Então, o trabalho assistencial cresceu e a
E a gente tinha assim, a gente era conhecido na delegacia de polícia, tudo, [risadas] todo mundo conhecia a gente, padaria, farmácia, tudo conhecia a gente. Então, o trabalho assistencial cresceu e a nossa casa ficou sendo um ponto de referência. Então, a nossa casa tinha o nome do espírito que era uma espécie de um mentor da minha mãe, que era irmã Elizabe. >> Irmã Elizabe, >> que a acompanhou até o finzinho dela. Então, era casa espírita, irmã Elizabete. Então eu conheci espiritismo assim quando eu me tornei adolescente é que eu entendi que tinham muitas casas espíritas em muitos outros lugares, que existia crer, que existia união das sociedades espíritas do estado. Então aí eu fui tomando o pé disso, >> a dimensão, >> a dimensão que isso era. E aí, então eu fui frequentar uma mocidade, porque na nossa casa não tinha uma mocidade com a Darci Neves Moreira, que é uma referência aqui do nosso estado. >> Então foi com ela que eu comecei a fazer parte de grupo de mocidade e assim comecei a fazer parte de confraternização das mocidades do estado do Rio de Janeiro e assim, nossa, aí nunca mais parou, né? seguir em frente. Mas lá da minha casa, Paulo, só eu que participo ainda e participei desde o começo do movimento espírito, assim, >> os meus irmãos não tiveram essa mesma aproximação, >> certo? >> Então, a minha ligação com a minha mãe foi muito forte assim, então quando ela mais tarde, que ela não tinha mais condição de coordenar a casa, mudamos de casa, muitas coisas aconteceram, ela começou a frequentar onde eu ia. E assim ela foi frequentando onde eu ia, levava ela pras reuniões e tal e ela ficava muito feliz de ver, sabe que eu dei um, né, que eu dei naquele caminho. Isso. >> E qual era essa casa que vocês que vocês passaram a frequentar depois? Você foi depois mãe? É, então, primeiro, eh, a gente fez parte da União das Sociedades Espíritos do Estado do Rio de Janeiro, que era >> isso, a o ZERGE, ela era um órgão unificador, né? Porque tinha a Federação Espírita do Estado da Guanabara e a User
fez parte da União das Sociedades Espíritos do Estado do Rio de Janeiro, que era >> isso, a o ZERGE, ela era um órgão unificador, né? Porque tinha a Federação Espírita do Estado da Guanabara e a User aqui, né? Depois elas fundiram e fundou o que hoje se chama CERGE, né? Depois eu comecei a fazer parte do Seara Fraterna e depois o Tarefeiros do Bem, que é o centro que hoje eu coordeno junto com Júlio César de Sagroris, que é meu marido, onde a gente tem diversas atividades. >> Ah, nós vamos chegar no Taref daqui a pouquinho, >> tá bom? Tá bom. >> Quer dizer, então o seguinte, que você não é de beço espa, você nasceu dentro da casa. Praticamente >> o berço era a casa, né? >> O beço tava lá dentro já. [risadas] >> Tá. Não é mole, não é muita coisa, né? É muito. >> E a tua mãe paraibana, certo? >> Não, minha mãe é de Alagoas. >> Alagoana. >> É, é do Nordeste. É, é uma, é um casal diferente mesmo, porque meu pai árabe, né? Meu pai veio da Síria e a minha mãe alagoana. Então, ele veio pro Brasil, né? Se conheceram mais tarde. Ele veio pro Brasil jovenzinho, né? Ainda menino e tal. E esse essa conexão com o espiritismo que chegou mais tarde na vida dele, ele abraçou com muita, né, com muita força, >> né? Ele tinha um pouco de vidência, tinha muita intuição. Então ele coordenava as reuniões, coordenava reunião de estudo, ele era muito estudioso, sabia várias línguas, ele tinha uma formação profissional grande, ele era advogado, contador, então ele tinha assim muito estudo, né? Então ele tinha paixão por esse lugar. Acho que eu peguei um pouquinho de cada um, não chego a ter uma mediunidade ostensiva como ela, né, que ela era ostensiva, mas esse gosto por estudo, coordenar estudos, eu vi ele fazendo, né? >> Fez uma mescla boa, né? >> É uma junção disso. >> Aí você vai para o Zerg, uma cidade, a tua mãe depois te acompanha e quando é que veio a a Ana Teresa palestrante? >> Ih, rapaz, isso aí é uma uma onda bem pra frente assim. É antes ou depois do tarefeiros? >> Eh, é depois do tarefeiros, né? Eu
ãe depois te acompanha e quando é que veio a a Ana Teresa palestrante? >> Ih, rapaz, isso aí é uma uma onda bem pra frente assim. É antes ou depois do tarefeiros? >> Eh, é depois do tarefeiros, né? Eu começo tarefeiros. Tudo bem? O tarefeiros. >> Então, vamos pro Tarefeiros primeiro. Conta no >> isso. Como é que isso aconteceu, né? Quando eu casei com Júlio, isso lá 1993 mais ou menos, a gente, eu tava numa instituição, ele noutra, e ele teve a ideia de montar uma peça Violetas na janela, >> certo? e com esse dinheiro da peça conseguir ter recursos para poder fazer uma instituição espírita, começar uma instituição espírita. E ele muito criativo, ele conseguiu isso com muito êxito. Essa peça foi para vários estados aqui no Brasil, né? Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais. Ih, e foi para muito lugar com essa peça. Primeiro foi com um elenco assim, tudo com boa vontade, né? tudo com boa vontade, cenário, elenco, gente, depois quando a peça conseguiu eh recursos financeiros, aí conseguimos pagar os atores e tal. Então eu passei um tempo assim, eu ia para bastidor de teatro, pagava, pagava ator, fazia venda de livro, venda de camiseta. Nossa, foi uma doideira isso, mas foi muito bom também. Então, depois que a gente conseguiu esses recursos, aí a gente teve dinheiro para começar para alugar um lugar. a gente primeiro conseguiu alugar eh uma nos fundos de um prédio que tem aqui na zona sul que era em cima da casa do porteiro. Então a gente funcionou muito lá, muitos anos lá. E foi engraçado até porque a gente tinha uma sala única e as pessoas chegavam assim: "Nossa, mas o tfeira do bem aqui?" "Ah, é aqui sim". "Mas onde é que fica a reunião mediúnica?" "Aqui". Aí a gente as cortinhas. Mas um dia que faz atendimento fraterno. "Ah, aqui também. Aí a gente mudava a posição dos campos." Então, todas as reuniões, a gente brincava que era igual pro Jaque da Rede Globo, era só uma questão de mudança de cenário, só podia ter uma reunião por dia fazer o cenário do dia. E assim nós conseguimos
o, todas as reuniões, a gente brincava que era igual pro Jaque da Rede Globo, era só uma questão de mudança de cenário, só podia ter uma reunião por dia fazer o cenário do dia. E assim nós conseguimos construir, constituir um grupo muito amoroso e amigo, sabe? Então, a nossa, o nosso grupo originário, que ainda tem bastante gente desse grupo originário, eh, sustentou assim com unhas e dentes, sabe, aquela construção inicial. Então, a gente teve de lá para cá muitas mudanças e mudamos para uma casa maior, mas a gente ainda não pôde até hoje comprar uma casa própria, porque os aluguéis aqui no Rio de Janeiro é muito caro, né? Mas a gente dá conta, sabe? Sempre tem dado conta e a gente é muito feliz com o nosso trabalho. Tarefeiros hoje é uma referência. Todo lugar que eu vou e falo da nossa casa, todo mundo fica encantado com os trabalhos que a gente faz, porque as redes sociais, né? também trazem uma uma divulgação enorme disso. Então, muita gente escuta que eu sou do Tiferos do Bem, quando vem Rio de Janeiro vem visitar, parece até ponto turístico, né? Ah, nós vios visitar o Tarefeiros do Bem. Eu digo que é uma casinha azul que tem uma foto do Kardec na, né? >> Você já foi lá falar na nossa casa que foi uma alegria. Então é isso. Então, v aqui no Rio de Janeiro tem que passar no tarefeira do bem para conhecer nossa casa. E a gente tem uma preocupação, melhor dizendo, uma ocupação, né? Preocupação é meio negativo, de eh cuidar bastante do trabalhador da casa. Então, a gente a gente investe bastante em capacitação, treinamento, eh transformação moral, autoconhecimento de todo aquele que se coloca para ser trabalhador na nossa casa. A gente cuida de todo mundo que vem participar da casa como público, mas o nosso foco maior é para aquele que trabalha na casa. Então, todas as nossas atividades são dirigidas para você que trabalha. Então, a gente já entendeu de uma maneira vivida, experienciada, que o que faz o trabalho da casa ser harmônico, ser eh forte, né, vamos dizer assim, espiritualmente, é
rigidas para você que trabalha. Então, a gente já entendeu de uma maneira vivida, experienciada, que o que faz o trabalho da casa ser harmônico, ser eh forte, né, vamos dizer assim, espiritualmente, é quando a gente cuida da gente. Aí a gente tem condição de oferecer o melhor, sabe, para quem vem. Então essa é a nossa intenção, né? É a nossa expectativa. >> Perfeito. E eu me lembrei inclusive de uma palestra sua e intitulada Cuidado de Si, se eu não me engano, que você usa o texto do Emanuel lá do caminho, verdade e vida, que é bem bem nessa linha, né? >> É. E e é importante, né, Ana, porque ah muitas vezes a gente observa casas espíritas que t um cuidado extremo com quem visita, como se o trabalhador não fosse necessitado, se não tivesse problemas, né? >> É, como se o trabalhador também não tivesse obsediado, como se o trabalhador também não tivesse depressão, tristezas, enfim, né? Então o trabalhador espírita não pode passar no atendimento fraterno porque ele não precisa, porque se ele tiver o centro é fraco, alguma coisa desse tipo. É isso mesmo. Você falou tudo verdade, >> uma bobagem dessa, né? >> Como se o trabalhador espírita não eh estivesse isento >> isso de tudo que é >> isso imune, né? Não tô aqui dentro, eu tô imune. Tô >> É verdade. >> Agora esse local eh em cima da casa do porteiro é o primeiro local do Tfeiros também Botafogo, ou não >> é isso? É, em Botafogo também. >> Botafogo também. >> Nós também funcionamos em lugar emprestado. Assim, a gente funcionou uma época numa numa escola que domingo não funcionava, então a gente usava a escola no domingo, mas o período mais curto. O maior tempo a gente passou nessa casa em cima do porteiro aí, que era o nosso nosso bate-lugar, né? Aham. A gente veio para essa casa que nós estamos hoje. Olha, gente, tem mais de 20 anos isso. Já nem sei contar quantos anos a gente já tem junto. >> É bastante anos mesmo. >> É. >> É. E quem for ao Rio de Janeiro, vá no Tarfilhos que você não vai se arrepender. >> Venha, venha, venha, venha visitar a
ei contar quantos anos a gente já tem junto. >> É bastante anos mesmo. >> É. >> É. E quem for ao Rio de Janeiro, vá no Tarfilhos que você não vai se arrepender. >> Venha, venha, venha, venha visitar a gente. Ramena Barreto 110. Vem conhecer a gente. >> Barreto 110. Perfeito, Ana. Eh, depois eu quero que você volte no Tarefes para falar do trabalho que você faz hoje nos cursos online, que também é muito interessante, tá? Mas antes, já como é uma questão já do de uma Ana Teresa palestrante, conta pra gente agora como é que você começou como palestrante na tribuna. Eh, então tem dois pontos, dois marcos assim importantes. Eh, teve a a Federação Espírita do Estado de Goiás, teve uma época que o presidente da FEGO era um primo do Júlio, que era o Calci de Sarroris. >> Sim. >> E aí eles iam fazer um congresso no carnaval e ele perguntou se a gente iria, se eu e o Júlio iríamos. Eu já é, vamos, né? Vocês podem falar sobre atendimento fraterno, a gente precisa que, a gente já tinha um trabalho bom aqui de atendimento fraterno, tínhamos uma divulgação grande, a gente já tinha dado um monte de capacitação. Ah, então vamos. Mas eu não tinha ideia do público, sabe? Eu achava que era, sei lá, igual casa espírita assim, né? Quando eu cheguei lá, eu olhei aquela multidão, aquele auditório vermelho do Centro de Convenções lá de Goiânia. Eu falei: >> "Qual foi a doida que marcou isso?" "Não fui, eu tava fora de mim. Não é possível. Eu nunca tinha falado num público tão tão grande. E aí deu vontade de tudo, sabe? Deo banheiro, de sair correndo, de sumir, desaparecer, deu dor de cabeça, dor de barriga. Falei: "E agora não tem mais jeito, eu tenho que subir no papo". E aí eu e o Júlio a gente fez esse trabalho e foi o primeiro trabalho assim num público grande para mim. Foi muito, foi muito, muito assim, como é que eu vou dizer assim? foi uma oportunidade muito bonita pra gente, porque ele confiou na gente, assim, com muita certeza que a gente faria um bom trabalho. Eu acho que a gente fez um bom
sim, como é que eu vou dizer assim? foi uma oportunidade muito bonita pra gente, porque ele confiou na gente, assim, com muita certeza que a gente faria um bom trabalho. Eu acho que a gente fez um bom trabalho, sim, mas foi muito tenso para mim. Nossa senhora, eu eu concordo em gêno número grau, não é fácil falar em público, não. Então essa foi foi a minha primeira experiência grande assim de falar, >> uma estreia assim, >> nossa, no susto. Engraçado é que durante a semana eu falei assim, Calci, olha só, tem um quadro branco lá para eu escrever. Olha o que que eu achava que ele não tem sim. Mentira, tinha nada. Claro que não. É um auditório enorme. Tinha. Eu achando que eu ia poder dar uma aula comum igual eu fazia na nossa casa. Quando eu falei: "Calci, que mentiroso, você não falou para mim que era um papo desse da mãe. Ah, se eu falasse você não ia vir." Então, bom, então foi isso. Então, dali eu fiquei muito conhecida, sabe? Foi um congresso assim muito muito importante assim de me chamarem para outros. Mas aí eu prossegui, fui falando em alguns congressos menores, a coisa foi seguindo em frente, até que em 2016, que foi o ano que meu filho faleceu. >> Uhum. >> Foi um ano assim muito difícil para mim em 2016, assim, eu não tinha vontade de falar em lugar nenhum. Então, foi um ano assim que eu fiquei meio barro meio tijolo, falava pouco, só ficava na minha casa mesmo, falava em poucos lugares. Nisso eu ia falando aqui no Rio de Janeiro normalmente. Eh, quando chegou assim, em janeiro, a Divina e o Rubens fizeram contato para eu falar no Congresso de Uberlândia. Eh, não acho que foi dezembro, tá certo? Foi em dezembro que o congresso era em janeiro. O que a Sandra Borba não ia poder ir? >> E se eu aceitava substituí-la? Eu pensei: "Ah, meu Deus, igual o congresso de [risadas] Goiânia, esse negócio >> isso tá me parecendo um negócio meio parecido com isso, né?" E aí eu então fiquei assim: "Ah, me dá um tempo para eu pensar porque eu assim, poxa, eu não tô muito bem, ainda vou enfrentar um
egócio >> isso tá me parecendo um negócio meio parecido com isso, né?" E aí eu então fiquei assim: "Ah, me dá um tempo para eu pensar porque eu assim, poxa, eu não tô muito bem, ainda vou enfrentar um público grande, acho que isso não vai ser muito bom não". Aí fui pensando assim, mas quem sabe não é justamente isso que pode me ajudar a sair dessa coisa meio bairro meio tesouro, essa tristeza que fica, né? Rondando a gente dia e noite, tá? >> Sim. E aí eu aceitei e foi bom demais. Mas eu cheguei lá dizendo isso, ó, gente, vocês estavam esperando a Sandra Mor, mas aí vocês me desculpem, quem quer me falar fui eu e tal, não sei quê. E para mim a surpresa ficou muito bom, ficou muito bom, foi legal demais. E teve um episódio nos bastidores assim desse congresso que um rapaz chamado Júlio Carvalho >> do Instito Espírita Amor >> me procurou assim entre uma palestra e outra. pedindo para eu falar no aniversário de 2 anos desse lugar. >> Arachá, né? >> É, é. Não é? É, tem um pratinha o nome. >> Pratinha. Pratinha. É lá que eles vendem os doces que não engordam, não é isso? >> Isso. Doces que não engorda. História, né? >> E aí, então, nesse ele falou: "Olha, a gente vai fazer dois anos e eu queria muito que você pudesse falar. Olha só que ele pediu para falar. Eu queria que você pudesse falar paraas mães emlutadas e pros pais que vêm nesse dia, porque é dia das mães. Eu falei: "Não, não, não. Aí agora você pediu demais para mim. Aí é demais para mim porque Nossa Senhora, lá fazer uma palestra ainda vai, mas eu vou falar pras mães e o tato, se não vai prestar, >> vai botar o dedo na ferida. >> Aí eu falei para ele, mas então eu acho que eu queria fazer parte desse público aí, sabe? alguém para falar assistir. >> E aí ele falou que lá as pessoas plantavam rosas para seus filhos. Eu falei assim: "Meu Deus do céu, não vai, não vou poder ir num negócio desse". Aí falei para ele: "Olha, não dá, porque me aconteceu isso, eu não tem jeito, vai fazer o dia das mães, olha só, eu não
Eu falei assim: "Meu Deus do céu, não vai, não vou poder ir num negócio desse". Aí falei para ele: "Olha, não dá, porque me aconteceu isso, eu não tem jeito, vai fazer o dia das mães, olha só, eu não vai poder e tal". Aí ele ficou assim: "Sério, você tá falando sério?" Falei: "Eu tô falando sério. [risadas] Ah, mas eu queria muito fazer. Então v aí ele pensou outro tema, então você fala tema X. Aí ele foi falou um outro tema lá que eu tô me recordando aqui, um tema outro. Eu falei: "Ah, bom, foi outro tema. Então tá bem, então eu vou". Aí eu fui, fui com a minha irmã, com o meu marido, chegamos lá em Pratinha e tal, tá tudo certo. E Simão Pedro de Lima tava falando antes de mim, era um evento, umas 500 pessoas assim, muita gente, sabe? Lá eles abrigam muita gente mesmo, sabe? E realmente tem um jardim onde as pessoas plantam flores para seus filhos, bem bonito. E aí tava eu sentada lá esperando minha vez de falar e aí eu tinha organizado tal do tema que tinha pedido. E aí eh me veio uma ideia assim que seria melhor para aquelas pessoas escutarem como é que eu tinha atravessado aquele momento. Eu tava um pouquinho à frente deles porque já se tinha se passado um ano que meu filho tinha falecido. Foi em maio de 2016, será maio de 2017. Eu falei: "É, realmente eu acho que vai ficar melhor se eu falar isso". Aí mudei a palestra inteira. Aí mudei a palestra inteira e falei da minha experiência, como é que eu tinhaado, como é que eu tinha passado por aquilo e fez um sucesso danado. Eu fiquei melhor, fiquei muito melhor. E teve até um depoimento bonito de um senhor, sabe? um pai muito sofrido. Quando eu terminei de falar, ele falou assim: "Olha, eu não sou espírita, mas eu acredito no que você falou só porque você passou a mesma coisa que eu." >> Ah, >> né? Então eu falei, é realmente >> lugar de fala, né? >> É. Então assim, acho que aquela intuição veio na hora boa. Então assim, acho que eu consegui tocar muitas pessoas porque eu tava falando ali como uma pessoa igual. Eu falei que eu queria fazer
né? >> É. Então assim, acho que aquela intuição veio na hora boa. Então assim, acho que eu consegui tocar muitas pessoas porque eu tava falando ali como uma pessoa igual. Eu falei que eu queria fazer parte do público, né? Sim. Era mesmo, era mesmo. Eu era uma participante do clube. Foi muito legal aquele dia, foi maravilhoso. Muita gente veio falar comigo no final, muitas, muitos pedidos de ajuda. Foi muito, foi um, um marco muito importante para mim. Bom, gente, aí depois disso não parou mais, né? Aí congressos e e enfim, palestras e seminários e assim. Eu acho que foi um jeito que a espiritualidade me ajudou a sair de dentro, né, e poder me curar através do trabalho. Eu não tenho dúvida nenhuma que o trabalho do bem é terapêutico, seja ele qual for. No meu caso, foi fazer palestra, mas qualquer trabalho do bem, não precisa ser nem na casa espírita, ele é terapêutico, sim, porque é o é a chance que a gente tem de desgrudar do nosso sofrimento intenso. Não tô querendo dizer que a gente deve ficar totalmente olhando para fora, >> mas também você ficar só conectado com a sua dor cronifica aquele sofrimento, né? Então você ter alguns respiros, alguns espaços, momentos do dia em que você olha para a dor de alguém, a sua dor ela descansa um pouco, porque a dor precisa descansar também, precisa também de parar de cutucar ela toda hora. Então ela precisa também de um pouco de repouso, porque a dor também ela vai vai trabalhando enquanto isso, né, na nossa. Então a gente vai ganhando recursos, vai ganhando paciência, vai ganhando fé, vai ganhando, não é, outros olhos, >> outros olhares isso. Para você poder lidar com aquela, com aquele lugar, porque chega uma hora que você fica sozinho com a sua dor mesmo, na hora que você vai deitar, na hora que você vai pensar, e você se encontra com a sua dor de novo, só que aí você se encontra diferente, sabe? você já vai se encontrar com ela mais fortalecido. Então eu acho, não tenho dúvida alguma, zero dúvida de que o trabalho do bem
ontra com a sua dor de novo, só que aí você se encontra diferente, sabe? você já vai se encontrar com ela mais fortalecido. Então eu acho, não tenho dúvida alguma, zero dúvida de que o trabalho do bem recupera nossas aulas. Com certeza. >> Que maravilha. Quer dizer, então, que depois de Fego, depois de Uberlândia, depois de Pratinha, dá-lhe rodinhas. >> Nossa, [risadas] o Paulo fica dizendo que eu só vivo de rodinha. E é verdade. A minha mala já é automática, sabia? >> A mala não desamuma mais, né? >> Ela se arruma sozinha já. Eu [risadas] aperto senão ela troca. >> Mas aí, mas aí, Ana, depois desse relato, dessa experiência com teu filho, tudo mais, aí nasce um outro filho, né? Nasce um filho. >> Ah, é verdade. >> Primeiro deles aqui, né? >> Nasce o primeiro. Isso mesmo. Esse livro aí foi uma alegria no meu coração mesmo. Essa capa aí já é uma capa avançada. É isso aí. Palavras para a alma. Isso aí foi um negócio bom. Eu tinha em 2000, lembra que eu fui pro congresso de Uberlândia em janeiro de 2017? Então aí quando acabou o congresso, já tinha rolado o convite de pratinha. O Rubens falou assim: "Que que você acha de fazer um programa paraa Rádio Fraternidade? 10 minutinhos só. Tá bom. Eu fiquei assim, mas rapaz, eu nunca gravei nada nessa vida, como é que eu vou? Você diz aí que eu vou fazer um programa. Ué, faz um teste e me manda. Vamos ver se fica bom. Você pensa, ele me deu carta branca assim. o que você quiser falar, você dá o título que você quiser. Só que assim, liberdade demais para quem não sabe nada, dá medo, né? Porque assim, ficou enorme, né? Eu falei: "Meu Deus, eu tenho que pensar no nome, eu tenho que falar no conteúdo, meu Deus do céu". Então eu fui no avião de volta para casa atormentada. Meu Deus do céu, o que que eu vou falar? Como é que vai ser? E aí, nossa, quando eu cheguei em casa, compartilhei com a minha família assim, gente, não é que o Rubens da Rádio Fraternidade me convidou para fazer um programa de 10 minutos e tal, eu ainda não sei o que que eu vou falar. Aí o meu
casa, compartilhei com a minha família assim, gente, não é que o Rubens da Rádio Fraternidade me convidou para fazer um programa de 10 minutos e tal, eu ainda não sei o que que eu vou falar. Aí o meu GMO falou assim: "Você vai falar para quem?" Ah, eu vou falar para espíritas, né? Quem ouve a ráo fraternidade, geralmente é espíritos. É. Ué, então palavras para alma. Não é tudo alma que vai ouvir sua sua coisa. Eu falei: "É, então pronto". Aí eu falei: "Ué, gostei desse nome." Aí foi pro Rubens. Ruben, o que que você acha? Palavras para tá excelente, tá muito bom. [risadas] Aí ele falou assim, >> grava, grava uma vinheta. Eu falei: "Mas eu nem tenho programa." Dis: "Não, amor, você vai, você vai falar isso. Eh, eh, convidando as pessoas para assistir o meu programa. Programa esse que não existia ainda, era só uma chamada." >> Eu falei assim: "Meu Deus, o nome disso é fé". Quem fé? O Rubens teve fé. Uma pessoa que nunca fez programa na vida, gravar uma chamada para um programa que não existe é muita fé, né? Fé isso, né? Um salto no escuro. >> Sim. >> Aí eu gravei a chamada com uma coisa chamada cara de pau, >> que [risadas] é isso chamar para um programa que não assisti ainda. E aí eu tive que correr, assim, bom, então agora eu já chamei, como diz o pessoal, quando bate o sino tem que ter, >> tô compromissada. >> Tô compromissada. Olha, gente, eu escrevi esse primeiro programa, acho que 50 vezes, escrevia, gravava, porque tinha que dar em 10 minutos. Então eu descobri que duas folhas dá 10 minutos. Se eu ler duas folhas dá exatamente 10 minutos. Então eu escrevi duas folhas com as 200 vezes. Aí eu consegui gravar o primeiro. Horrível, né? Mas é o primeiro. É assim mesmo. É feio, né? Mas é assim, é assim, tem que ser. Então, foi o primeiro palavra que foi sobre a humildade, porque eu entendi o seguinte, que eu tinha que ter muita humildade para fazer esse trabalho. Então, por isso que o primeiro programa foi humildade. Quando acabou o ano, a minha filha teve essa ideia brilhante. Foram, vamos
guinte, que eu tinha que ter muita humildade para fazer esse trabalho. Então, por isso que o primeiro programa foi humildade. Quando acabou o ano, a minha filha teve essa ideia brilhante. Foram, vamos juntar todos os seus áudios, transcrever para virar um livro. Aí a nossa instituição vai ter um dindim para pro ano de 2018. Então, vamos. E assim foi feito. E aí meu filho fez a capa, a minha filha diagramou e assim fez um negócio bem caseiro. Contratamos uma gráfica ISBN. O programa Palavras para AM ficou um sucesso, todo mundo gostou >> e teve uma coisa assim que foi muito legal para mim. Eh, toda vez que eu ia gravar, eu gravava de manhã bem cedinho, gravo até hoje, segunda-feira bem cedo, e eu fazia assim uns minutos de meditação, pensava assim: "Como é que eu tô me sentindo hoje? Então, num dia que eu tava sentindo muita culpa, eu escrevia sobre a culpa. No dia que eu tava sentindo muito medo, eu escrevia sobre o medo. Um dia em que eu tava me sentindo assim com muita saudade dele, eu escrevi maternidade desapego. Que eu falei: "Gente, eu não sou mais mãe do meu filho. Não é possível, gente. Eu não vou mais mandar o menino botar casaco. Como é que acaba assim? A maternidade acaba. Vou cuidar de quem já que eu não posso cuidar dele?" Ele era um um lelê daado aqui. Então, cada semana o que eu tava o que tava acontecendo comigo virava um texto e áudio. Hoje eu gravo áudio sem texto, não preciso mais de texto, já falo sem escrever, mas eu escrevia tudo. Tintim pro tintim. A gente lançou o livro, a nossa casa ganhou um dindim bom. Saímos do vermelho vendendo os nossos livros. E numa duas das cidades que eu fui, que foi São Carlos, foi Artur Valadares me chamou para eu falar no encontro de São Carlos, na hora do lanche, o Ricardo Pinfield da editora Candê chegou para mim e disse assim: "Olha, eu comprei um livro seu, aliás acabou lá, não tem mais nenhum, comprei o último". Eu falei: "Ah, que bom, mas quem é o senhor?" Aí se apresentou, aí ele me mostrou uns livros lindos da
e assim: "Olha, eu comprei um livro seu, aliás acabou lá, não tem mais nenhum, comprei o último". Eu falei: "Ah, que bom, mas quem é o senhor?" Aí se apresentou, aí ele me mostrou uns livros lindos da editora dele, sabe? um editado pelo disso, sei lá, uns três autores me mostrou, né? Olha, eu eu gostaria de editar o seu livro, já sei que você fez uma edição independente, já pesquisei, tu já tinha pesquisado tudo. Vocês vocês fizeram uma edição independente pra sua casa espírita, mas eu queria propor. Aí fez uma proposta, eu falei: "Ah, não, não vai dar, porque eu já tinha me comprometido com outra editora, então uma próxima vez, quem sabe". E assim eu saí de lá com esse convite, aí ele deixou o cartão dele assim, se você mudar de ideia, a capa do livro era preta e tinha uma escultura na frente que era uma escultura e inclusive tem essa capa dentro do livro, tá, né? >> Ah, gente, tá aí dentro, tá? Eh, era foi a primeira escultura que eu fiz quando eu entrei paraa aula de cerâmica e ela representava minha relação com meu filho, por isso que tá aí no começo. E aí ele falou que ele ia respeitar isso, mas que ele ia me Isso. Essa era a capa. A primeira capa. Exatamente. Foi o primeiro trabalho que eu fiz na aula de cerâmica. E ele então disse: "Não, eu vou respeitar sua capa, mas eu vou te sugerir outra". Mas tá bom. Aí eu disse que não e enfim. Eu sei que o que tinha acontecido com a outra editora que ia fazer o livro, eh, não aconteceu. >> Rompi o contrato com ela e aceitei a proposta dele. E assim a gente lançou palavras paraa alma, lançamos o caminho que a vida te encontra e agora a gente lançou sementes, né? E lá o caminho. É. E no caminha eu tenho a graça, né? Uma graça mesmo de ter o Jorge Elarrhá como o prefaciante desse livro. Ele fez um prefácio lindo. Verdade. >> Foi um, nossa, foi uma grata surpresa. A nossa casa também lançou o livro Mãe e eu chamei a Sâmia para trazer os poemas. E o Paulo tem todos. Lá que isso. A S é minha companheira nesse livro. Ela me
> Foi um, nossa, foi uma grata surpresa. A nossa casa também lançou o livro Mãe e eu chamei a Sâmia para trazer os poemas. E o Paulo tem todos. Lá que isso. A S é minha companheira nesse livro. Ela me deu um poema para cada capítulo e a gente tá gravando pela sala virtual Joana de Angeles de 15 em 15 dias nas quartas de noite. Cada quarto um capítulo. Já vamos pro último agora. >> Já é o último. >> Vem. É o último. Isso. >> Tá incrível o programa. Tá incrível. >> É um livro para um programa e um livro paraas mães que estão passando desafios na maternidade, né? E também aconteceu uma coisa curiosa com esse livro, que quem compra às vezes me fala assim: "Olha, você não escreveu o meu caso, né? O meu meu desafio". "Mas qual é o seu desafio?" "Não, o meu desafio é porque eu tive filhos com óvulos doados". Eu falei: "Ei, realmente, eu ainda não escrevi sobre esse assunto". Então, tem fazer o segundo. >> É, tem muita gente que me sugere capítulos, sabe? Tem muito mais desafio do que eu posso imaginar. Esses são alguns, né? >> Sim, >> tem muitos desafios. Então esse livro é para acompanhar quem tá vivendo desafios maternais, né? E o programa também é para isso também, para apoiar. >> É. E o sementes esse daqui que lindeza que ficou uma gracinha de mim. Aliás, >> eu acordi de venda na nossa casa pro Natal, amigo culto, não sei o quê. >> É excelente para presente, né? Muito bom. >> É. Você tava falando sobre o Ricardo Pinfield quando, quando lançou o caminha, eh, eu estava com você e o Júlio no lobby do hotel, eh, lá em Uberlândia, que ele chegou com os livros todos. >> Foi, foi sim, eu nem tinha visto ainda, foi a primeira vez. >> E esse livro vendeu tudo, sabe por quê? Porque dentro dele tem um capítulo chama-se As Faces Invisíveis da Violência. E a palestra que eu fiz foi sobre esse capítulo, porque eu tava muito tocada com esse assunto. Eu usei bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. E eu mostrei o quanto que faltava a paz no lar, nos relacionamentos afetivos,
que eu tava muito tocada com esse assunto. Eu usei bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. E eu mostrei o quanto que faltava a paz no lar, nos relacionamentos afetivos, eh, que tem a violência normalizada, né, banalizada, de uma maneira que a gente não percebe que a gente é violento com os nossos pares afetivos. Então, eu fiz bastante, dei muitos exemplos e as pessoas ficaram muito mexidas com a minha palestra. o que teve de gente me procurando, mas foi muito, gente, é quase um assédio, foi muito forte eh o que eu provoquei nesse dia. Essa palestra tá na rede, dá para assistir que é do Congresso de Uberlândia, fácil de achar. É, as pessoas não sabiam que elas eram violentas nas suas relações. Porque eu falo do silêncio punitivo, porque eu falo da ironia do sarcasmo, eu falo da desqualificação, da diminuição da estima. Isso. Eu fiz até um diagrama. Exatamente. Você acredita que o Jorge Elarrá decorou isso? Eu não sei de cor, mas ele sabe. É inacreditável. Eu que criei o negócio, mas ele decorou e ele sugeriu um dos um dos itens dos 10, ele que sugeriu para mim. Então ele é meu coautor nesse trabalho. Eh, então eu fiquei, foi, era uma época, essa época dessa palestra aí eu tava envolvida demais com esse assunto e eu tô vendo esses assuntos hoje. Hoje as pessoas estão falando muito na rede por causa do feminicídio, né? >> Uhum. >> Eh, essa violência naturalizada, não sei que palavra dá para isso, né? é banalização, né? >> É banal, né? Como se fosse natural a gente desqualificar os outras e é isso, né? Então, que a gente tenha lares mais saudáveis. A paz começa ali, né, todo dia na maneira como você se dirige. Pro parceiro ou pra parceira que você escolheu para passar a vida. Como é que você maltrata essa pessoa todo dia? Como é que você pode colaborar para um ambiente tão tóxico desse? Então, a impressão que eu tenho assim que as pessoas despertaram, sabe? Quando eu fui falando, olha, isso é violência quando você faz isso, fica dois, três dias sem
para um ambiente tão tóxico desse? Então, a impressão que eu tenho assim que as pessoas despertaram, sabe? Quando eu fui falando, olha, isso é violência quando você faz isso, fica dois, três dias sem falar com seu par, quando você nega a comunicação, né? Então, eu fui falando vários exemplos que parecem pequenos, mas você imagina todo dia você vivendo isso, uma dúvida a respeito do seu caráter, uma desqualificação do seu corpo, da sua maneira de ser, na forma de brincadeira, na forma de ironia, na frente dos outros. a exposição na frente dos outros. Então eu fui falando dessas coisas e foi recorde de venda, vendeu tudo, [risadas] >> vendeu tudo no evento. >> Foi, foi assim. Eu, olha, a fila de autógrafo era interminável. >> Eu me lembro disso. >> Interminável. Foi incrível. >> Falando em evento, Ana, eh nós teremos agora em fevereiro um evento do Conecta Espiritismo, que será o Conecta Campinas, né? >> Ah, então é um evento diferente, né? diferente. E aí do dia 20 ao dia 22 de fevereiro, no eh Parque Dom Pedro, no centro de exposições do Parque Dom Pedro. >> E eu tô sabendo que você e Júlio farão um trabalho lá diferenciado, não é? Não >> vamos, A gente vai levar para lá uma experiência nossa da nossa casa, que é a experiência da sala de conversa. Ótimo. >> Eu tive um teve um vídeo que viralizou aí que eu tava fiz uma parte no congresso de campos, eh, falando que nós na casa espírita precisávamos nos preparar melhor para receber esse público que hoje tá frequentando as nossas casas. Então, a gente precisa estudar mais sobre transtornos mentais, falar mais sobre autismo, mal de Alzheimer. Os Já repararam que os nossos trabalhadores da casa estão lidando com seus pais? Tudo com mal de Alzheimer, demência senil? Os nossos trabal trabalhadores da casa não sabem o que fazer com seus idosos. Então, nós precisamos falar desses assuntos delicados, porque essa é a nossa fome de conhecimento atual, a nossa fome de consolo, inclusive de aprender a lidar com os filhos que estão eh adolescendo e
Então, nós precisamos falar desses assuntos delicados, porque essa é a nossa fome de conhecimento atual, a nossa fome de consolo, inclusive de aprender a lidar com os filhos que estão eh adolescendo e estão na época da definição de orientação sexual. Eles estão perdidos, nós também. Então, nós precisamos nos preparar. Estamos na nova era, nos preparar para oferecer a nutrição que essas pessoas e nós também precisam receber. Então, na nossa casa a gente ainda não tem curso disso. Nós estamos nos preparando disso. Já me perguntaram muito, vocês já tem curso disso? Não, não. Eu só falei que a gente precisa. Nós também estamos nos aprontando. Então, nós estamos estudando isso, né, sobre transtornos mentais, sobre todas essas coisas que estão chegando. Não precisa ser psicólogo para isso, embora eu seja. Mas, eh, a gente então criou na nossa casa eh sala de conversa. Então, antes das reuniões públicas, uma hora antes, a gente tem uma sala de conversa. Então, tem um coordenador treinado pela gente para coordenar grupos pequenininhos de 10 pessoas, grupos pequenos de maneira que as pessoas tenham espaço de exposição. Então esse coordenador leva um texto ou de Emanuel ou de André ou da Joana, assim, os espíritos mais eh consistentes que a gente tem, né, Leonif, enfim, que a gente conhece, que a gente tem prática deles. a gente prepara perguntas que sejam não perguntas doutrinárias teóricas, são perguntas que relacionam o texto com a nossa experiência. Então, por exemplo, esse texto que o Paulo citou, Cuidado de Si que tá no livro Caminho, verdade e Vida. Então, Emanuel fala que a gente precisa descobrir quais são as nossas necessidades pra gente aprender a cuidar delas, que a gente pode cuidar dos outros, mas uma pessoa precisa saber cuidar de si também para poder falar de um lugar de autoridade. Como é que eu posso dizer que você precisa se cuidar se eu não faço esse mesmo movimento comigo? Então, se eu tivesse com esse texto lá na sala de conversa, eu vou levar essa pergunta, né? Como você cuida das suas
posso dizer que você precisa se cuidar se eu não faço esse mesmo movimento comigo? Então, se eu tivesse com esse texto lá na sala de conversa, eu vou levar essa pergunta, né? Como você cuida das suas necessidades? Quais são as suas necessidades? Quais as que você mais tem mais dificuldade de cuidar hoje? Então, a gente vai orientando essa conversa e a gente tem o fundamento doutrinário, o coordenador tem o fundamento doutrinário para poder oferecer, se for necessário, quando as dúvidas chegam. Então, o coordenador da sala de conversa, ele não é um palestrante. >> Sim, >> ele vai ler a página e todo mundo, não precisa levar xerox, né? Ele lê assim devagarinho, vai explicando os pedacinhos e vai fazendo as perguntas. E vocês, como é que é isso e isso? Como é que vocês se sentem nessa circunstância, naquela? E favorece que as pessoas possam falar delas, que elas possam também perguntar, compartilhar suas angústias, suas preocupações. E o coordenador vai mediar esse diálogo, não deixar alguém falar demais, não deixar o outro sair sem falar. ele media essa conversa, ele faz devolutivas e ele faz um fechamento desse desse estudo. Então, essa metodologia que a gente tem, a gente tem treinamento para essa metodologia, a gente chamou sala de conversa para isso, >> a gente aplica também para os pais da evangelização e também tá em todas as reuniões públicas antes do tema do dia. Então, no Conecta a gente vai levar essa metodologia para as pessoas poderem experimentar. Que maravilha, que maravilha. Eu tô pensando aqui, né, eh, esse coordenador, esse facilitador, né, tem que ter muita habilidade, né, para fazer esse trabalho de compor, né, de de dosar orientar, né, é, ele tem a orientação com a gente, mas é fazendo o que ele aprende. >> Fazendo o que aprende. É, exatamente. >> A tentação é grande de virar palestra, né? >> Sim, muito legal. E essa fala tua, eh, realmente foi lá em campo dos gotaces, não foi? >> Foi, foi. >> Ela realmente viralizou de um jeito porque você diz naquela fala que a fome
irar palestra, né? >> Sim, muito legal. E essa fala tua, eh, realmente foi lá em campo dos gotaces, não foi? >> Foi, foi. >> Ela realmente viralizou de um jeito porque você diz naquela fala que a fome mudou, né? E ela e eu penso que esse vídeo viralizou porque as pessoas estão com fome exatamente disso. As >> todo isso, todo mundo as casas estão percebendo isso, se identificaram, né? Isso, exatamente, Paulo. Como as casas espíritas estavam com fome disso, falaram das suas fomes para mim. O que teve de gente que me escreveu, mas eu assim eu não dei conta de responder todo mundo. Não consegui responder todo mundo. >> Imagina >> porque todos queriam caminhos. Eu ainda tô construindo esses caminhos. Sugiram que todos construam também, pensem também. Eu fui numa casa espírita em Matão, acho que eu te falei isso, que eles têm grupo para paz de autistas. Eu achei lindo. Falei: "É isso, é isso. Façam grupos". em que vocês possam partilhar as suas dificuldades à luz da doutrina. O que que o Espiritismo pode nos apoiar nesse entendimento aqui, eu viver sozinho o desafio de cuidar do meu filho autista, eu tenho outros pais espíritas como eu, que estão passando a mesma coisa e nós temos fundamento doutrinário para nos ajudar. O >> que que a gente sabe sobre o autismo? O que que a gente pode aprender e pesquisar? >> Sim, >> né? Então, para autismo, para qualquer outro tema desse desafiante, né? Estamos em tempos de desafio. >> Nós aqui estamos exatamente no nesse momento de criar um grupo para mães e pais autistas, ou seja, traz mãe que mãe de autista, pessoa que trabalha com autista, né, >> para criar exatamente nesse formato aí tem e tem surgiu da desse vídeo aí. >> É, tá vendo que legal isso. Tem muitos livros falando de transtornos mentais e obsessão, né? >> Sim. Então, a gente tem que dar uma olhada nesses livros e a gente poder eh compreender melhor essa interface. Sim, >> tem alguns cursos que o Leonardo Machado lançou no Espiritismo Play, que é da mansão do Caminho, falarão sobre esse
a olhada nesses livros e a gente poder eh compreender melhor essa interface. Sim, >> tem alguns cursos que o Leonardo Machado lançou no Espiritismo Play, que é da mansão do Caminho, falarão sobre esse assunto. Então, pode ser um lugar pra gente se apar. >> Sim, é uma fonte >> isso. Mas eu acho que em breve a gente deve ter alguma iniciativa da FEB para nos ajudar nisso, sabe? >> Para que as casas espíritas possam implantar esse tipo de socorro, né? as eh tran transtorno do pânico, as compulsões, >> ansiedade. >> Isso, ansiedade, >> depressão. >> Nossa, é um é um universo bastante vasto aí para ser explorado, né? >> Isso. Nós temos muita coisa boa pra gente estudar junto, compartilhar junto e crescer junto >> e construir esse essa essa proposta. E sobretudo, Ana, quando você falou sobre a questão da sala de conversa, a roda de conversa, eu acho que é fundamental que as casas espíritas se abram para ouvir as pessoas, porque é muito legal a palestra pública, né? Como diz até o Elará também, eh, é muito legal a palestra pública, mas você vai para ouvir, qual é o momento que você fala, né? >> É verdade. >> Qual que você interage? Isso, >> esse os cursos, claro, são momentos assim, mas a hora de conversa eu acho interessante porque não necessita que a pessoa esteja num frequentando um grupo de estudos para poder se manifestar, né, >> aberto ao público. >> Inclusive, ela tira alguma dúvida, mas será que isso que você disse é isso que eu tô pensando? >> Uhum. >> Exatamente. >> Um temo, um temo ah, porque espírito segue a vida, né? Que que é isso, né? [risadas] explica o que é, né? >> Isso. Verdade. Verdade. Muito bom isso. Eu espero que a gente possa dar esse passo. >> Sim, sim. Falando em grupo de estudos, quero que você fale um pouquinho sobre os estudos online do Tarefeiros, das obras da Joana. >> Ah, ah, poxa, isso aí pra gente chover e relampear, né? Então, [risadas] olha só, na pandemia foi assim, aquela coisa, né? Todo mundo em casa, a gente vamos estudar o quê, né? Aí, eh, eu
da Joana. >> Ah, ah, poxa, isso aí pra gente chover e relampear, né? Então, [risadas] olha só, na pandemia foi assim, aquela coisa, né? Todo mundo em casa, a gente vamos estudar o quê, né? Aí, eh, eu peguei um livro que eu amo, que é problema do ser do destino, do Leão Deni, falei dis assim: "Ah, vou fazer um estudo online disso aqui". Aí foi juntando gente online, foi juntando gente e eu fui ficando empolgada e feliz e não sei o quê. Aí acabou a pandemia. Ué, então vamos, isso que a gente faz online, bora fazer presencial. Bora. Então, eu saí do online e botei presencial na nossa casa. As terças-feiras eu escolhi o horário de terças-feiras de 5 horas. Porque eu tinha uma idealização que os médiuns que chegam paraa reunião mediúnica das 7 viessem pro estudo das 5. Inicialmente até eu consegui alguns, mas depois encheu de gente que nem tinha nada a ver com reunião mediúnica. Mais mas o que aconteceu quando acabou o livro do Leão Deni, eu acabei com ele no no virtual, no é no virtual, eu perguntei pro grupo assim: "Ah, o que que vocês gostariam de estudar?" Aí eles escolheram o livro Conflitos Existenciais, assim, ah, vamos ler o conflitos, vamos, mas a ideia era esse livro, ponto, depois a gente escolheria outro, nada demais. Então, começamos com conflitos por porque eles haviam escolhido isso. E um companheiro nosso falou assim: "Ah, vamos gravar aí a gente não tinha nem muita tecnologia assim, mas botamos o celularzinho lá, sabe aquelas coisas bem caseiras". E assim começou, começamos a gravar e fomos colocando no canal da nossa casa. Depois isso foi melhorando muito e compramos o microfone e tripé pro celular, ninguém mais ficava segurando, botamos aquelas coisas, né? Melhora a iluminação, melhora a posição da cadeira e agora já tá hightech lá, tá tá bem bolinho. Mas ele não acontece online por quê? Porque o nosso editor de vídeo, ele faz o seguinte, ele pega a minha gravação do áudio e da imagem e ele vai insertando as minhas telas que eu uso no PowerPoint. Então ele fez
acontece online por quê? Porque o nosso editor de vídeo, ele faz o seguinte, ele pega a minha gravação do áudio e da imagem e ele vai insertando as minhas telas que eu uso no PowerPoint. Então ele fez uma edição bem bonitinha, então acontece sempre atrasado, então acontece na terça, ele posta até o domingo, ele posta aquele vídeo e assim vai. Então ele não, ele é gravado, então não é online, né? Ele é gravado e postado. >> Quando acabou o livro Conflitos, não. Inclusive eles pediram o seguinte, que eu fizesse alguns exercícios com eles de autoconhecimento. Então essa parte eu nunca gravo. Então eu termino de dar o conteúdo, a gente desliga as câmeras e eles vivem um exercício comigo. Então na verdade é um encontro de autoconhecimento mesmo que a gente faz relativo sempre ao tema. Então, quando acabou o conflitos, eles escolheram plenitude. >> Plenitude. >> Aí, quando acabou a plenitude, escolheram autodescobrimento. Então, a gente vai, então vamos seguir com a Joana daqui para >> como são 13 livros, vai longe, né? >> É, então nós temos aí a vida toda para gravar, né? >> Aliás, o conflito é o 13º, né? Que >> Pois é. Ol, olha onde a gente começou. A gente não começou do primeiro, né? >> Estamos indo com um coração. E sabe o que que tá acontecendo? Já não cabe mais gente na sala. É uma desculpa de cadeira, faz chegar cedo, mas a gente tá seja que Deus quiser. Quando ficar insuportável, a gente dá outro jeito, sei lá. Divide em dois. Já pensei em dividir em dois grupos para todo mundo poder sentar confortável. Mas o que eu, olha só o que eu falei sobre a fome, eu não sabia que as pessoas tinham fome disso. Descobri sem querer. As pessoas têm fome de entendimento sobre elas mesmas. Então, eu não tô dando aula de transtorno mental, >> tô dando aula de sofrimento. >> Eu tô dando aulas e exercícios paraa pessoa compreender o que acontece com ela do ponto de vista espiritual. O que que o espiritismo tem? que me ajuda a me compreender e eu tô segurando na mão da Joana, né, com todos os recursos
os paraa pessoa compreender o que acontece com ela do ponto de vista espiritual. O que que o espiritismo tem? que me ajuda a me compreender e eu tô segurando na mão da Joana, né, com todos os recursos que a psicologia dela traz pra gente poder dar passinhos. Então, as pessoas estão encantadas com isso, estão felizes que estão entendendo Joana. Olha só que lugar que cheg >> É, tem isso também, né? >> É, ai, eu tô entendendo a Joana. Eu falei assim, gente, menos não é isso tudo, mas assim, eu tô tentando fazer o mais didático possível, eu estudo aberto, Paulo, para poder dar aula >> e é muito bom. elas são de muita densidade. Então eu estudo duas, três vezes cada capítulo para poder chegar no PowerPoint, pra gente poder eh ali alcançar a essência do pensamento dela, né? Então é muito rico. Eu não sou yunguiana, nem estudei psicologia yunguiana muito pouco, a minha linha de terapia outra, mas a maneira como ela coloca é muito tranquilo da gente compreender se a gente tiver atenção. >> Sim. Não é? E dá e dá >> e tem tem um tem um tabu também essa coisa da do vocabulário que a Joana utiliza, né? Mas falta um pouquinho de boa vontade de de se aplicar ali, olhar com mais atenção, ler, reler, assimilar. >> Ela tem ela tem uma maneira poética de escrever, então ela não coloca o sujeito predicado na ordem que a gente usa, >> sabe? Assim, >> isso, >> João, aí bota o aposto, depois o predicado e não sei, né? Ela usa, ela vai às vezes colocar o sujeito no fim da frase ou no parágrafo seguinte. >> Aí no parágrafo seguinte, ah, então ela tá falando é disso. Aí você volta pro primeiro para entender. Então se você vai entendendo a maneira como ela, o estilo dela, daqui um pouco você se apta. Pronto. Isso >> é pegar o jeito ali, né? >> É. E ela tem uma cultura muito vasta. Então ela junta João com Maria, que não tem nada a ver. O João e a Maria são de universos diferentes. Ela pega um físico com filósofo e ela pega um psicólogo e um médico. Então a gente fica assim, mas quem é essas pessoas que que ela tá
não tem nada a ver. O João e a Maria são de universos diferentes. Ela pega um físico com filósofo e ela pega um psicólogo e um médico. Então a gente fica assim, mas quem é essas pessoas que que ela tá falando? Então a gente precisa entrar na Wikipédia, saber quem é. Ah, é essa pessoa. Então aí agora já entendi porque que ela tá referindo. Então pra gente poder alcançá-la, a gente tem que tá ali com >> que é estudo, né? recursos. É isso. Dá para ler no ônibus. É, não dá para ler no ônibus. >> Leitura, leitura é uma coisa, estuda outra. É, assim, à medida que você vai lendo, você já vai tendo esses recursos, aí vai ficando mais fácil. >> Então, tá lá no canal do YouTube, www.tarefeirosdobem.com.br. BR. >> Exatamente. Então assim, a gente, quanto mais gente assistir, quanto mais like, quanto é melhor pra gente, >> melhor, >> a gente fica feliz com a sua presença. Pode botar comentário, a gente lê os comentários. Tem muita coisa, muita coisa divertida nos comentários. Muito bom, muito bom mesmo. >> Muito bom mesmo. Ana, partindo pro nosso final, nós temos uma sessão chamada tríades. >> Hum. uma sessão que tá ancorada nessa questão do nosso cogificador, né, que adora. Eu costumo brincar que o Kardec um bom celta, né, de outras vidas, adora uma tríade, o número três, né? Então a gente vai observar nas obras básicas isso, rapaz. É mesmo, >> pode observar que tá lá um monte de tríades, né? Então, de cara três livros espíritas da tua preferência. Olha, puxando a sardinha aqui. Bom, eu não vou falar das obras básicas, né, gente, que aí é é recorde de audiência. Por exemplo, eu amo seu inferno, sabia? Eu adoro. Eu não sei se é porque eu sou psicoterapeuta, eu gosto de história de gente. Então, se >> segunda parte é show. >> Eu adoro aquele tanto de história de gente, então eu gosto muito. Então, assim, não vale a obra básica, né? >> Tá. Então eu escolhi para te contar que eu gosto muito, muito do Paulo Estevão e eu uso muito nas minhas palestras porque tem detalhes incríveis, não acaba, não
, assim, não vale a obra básica, né? >> Tá. Então eu escolhi para te contar que eu gosto muito, muito do Paulo Estevão e eu uso muito nas minhas palestras porque tem detalhes incríveis, não acaba, não acaba, a gente não acaba de detalhes, sabe? Porque cada vez que a gente lê um pedacinho, a gente entende outra coisa, serve para outro tema. Então assim, Paulo Estevão, sem dúvida, ele é assim a nossa Bíblia, eu acho, né? >> Dos mais citados aqui, viu? É, eu acredito. Mais citado isso aqui. >> Estevão deve ser o mais citado. Outro que é uma paixão do meu coração, que é o problema do ser e do destino. Eu, se eu que se eu pudesse entrevistar o Leão Deni assim, eu queria conversar com ele sobre esse livro. Ah, me fala desse livro. >> Explica aqui. Você que tava acontecendo com você, que que você pensou que, mas como é que você teve essa ideia das potências da alma, ser o pensamento, a vontade? Fala aí disso que eu fico encantada. Eu adoro esse livro. Ele é um livro assim que já me consolou muitas, muitas. >> Ele é poético, né? >> É. Nossa, mano, né? Então assim, ele fala bem dizei a dor, então é demais. Ele é muito incrível, né? Então assim, o problema é do ser do destino. E eu escolho um livro da Joana que é o Conflitos, sabe? Eu acho esse livro precioso porque fala das nossas experiências atuais e dos nossos sofrimentos atuais e ela dá caminhos pra gente, sabe? Pra gente sair do roda moinho do sofrimento. Então eu escolheria Paulo Estevão, problema do Ser e o conflitos existenciais. >> Show. E o legal do conflitos que eh é como se ela pegasse toda a as duas obras anteriores, né, da série psicológica. E ela faz um uns melhores momentos ali, umur, né? >> É um compacto da dos sofrimentos. É muito legal. Deus, muito bom. >> Muito bom. Três livros agora. Não espíritas. >> Olha, não espíritas, eu diria. Tem um que eu acho bom que é a arte da felicidade do Dalai Lama. da >> é, não é espírita, mas é muito bacana porque ele fala de dor, de sofrimento, sabe? Ele tem é uma visão espiritualista
, eu diria. Tem um que eu acho bom que é a arte da felicidade do Dalai Lama. da >> é, não é espírita, mas é muito bacana porque ele fala de dor, de sofrimento, sabe? Ele tem é uma visão espiritualista do que a gente fala na doutrina, mas dito por outra pessoa. Eu eu gosto muito isso, sabe? Gosto demais isso. Eh, eu gosto de um autor que ele foi católico, um padre católico, mas depois ele casou, mudou a vida toda. É, Jean Velupe. Eh, ai meu Deus, deixa eu já já eu me lembro o nome do livro, mas é porque ele vai falar, >> ele vai falar do medo, sabe? Hã, >> no mergulho, no medo. Eu já já vou me lembrar desse desse. Acho que é Caminhos da Realização. >> O título. >> É isso. E outro que eu uso muito, que é tomar a vida nas próprias mãos de uma autora alemã, mas tá em português, Gudrum Bucard, nome dela, tomar a vida nas próprias mãos. Ela é daquela linha espiritualista antroposófica. É ela que fala dos setênios que do Rodolfo Steiner. Ela vai falar dos ciclos da nossa vida, sabe? >> E como é espiritualista fala da vida espiritual e da vida material. >> Você jáou em palestra, né, esse ciclo, né? Sim. >> Exato. Então, tomar a vida nas próprias mãos é um livro em que ela vai falar assim da necessidade que a gente tem de encarnar, sabe? >> A gente tomar nossa vida do jeito que a nossa vida é seguir em frente. >> Muito bom, muito bom, muito bom. Três filmes inesquecíveis. A gente, eu amei o filme que conta a vida do Divaldo. Eu amei esse esse filme demais, mas demais. >> Bem feito >> isso. Então é é Divaldo Franco, mensageiro da página que filme espírito, ele tem um problema. Os filmes espíritas, como eles ficam muito preocupados em em trazer o conteúdo, às vezes fica meio monótono, né? E esse do Divaldo não, ele ele é, sabe, >> time bom demais. E assim, e eu que tive uma proximidade com Divaldo, eu vejo assim o quanto tem dele ali de verdade, sabe? Claro que o filme é muito pequeno, perto da grandeza, né? Mas o pouco que mostrou, sensacional. E gostei também das mães de Chico, né? Não, por que por
jo assim o quanto tem dele ali de verdade, sabe? Claro que o filme é muito pequeno, perto da grandeza, né? Mas o pouco que mostrou, sensacional. E gostei também das mães de Chico, né? Não, por que por que será que eu gostei, né? Eu gosto, gosto demais desse filme. >> E um filme não espírita que eu gostei é um filme chamado O Piano. >> Hum. que tem dois filmes com esse nome. Eh, tem um que é de um judeu, >> porque ele é ator alto, não é? >> É. Então, não é esse, >> não é esse >> piano é de uma mulher muda. >> Ah, >> é a história de uma mulher muda. >> E que ela toma uma grande decisão, não vou dar spoiler não, ela tomou uma grande decisão. Ela falava através do piano. Todas as emoções, tudo que ela pensava, ela expressava através da música, porque ela teve um trauma na infância e ela parou de falar. Então ela falava através do piano até um determinado momento que aí vocês vejam um filme para ver o que aconteceu com ela. [risadas] Eu uso às vezes esse pedaço numa palestra para poder mostrar o que é a gente decidir viver. Decidir viver. >> Ô, que legal. >> Eu não vi não. Três personalidades espíritas ou não que você admira. E por quê? >> Olha, são três personalidades que já faleceram. Então, eu escolhi o Altivo Panfiro, que ele era o dirigente de uma instituição enorme aqui do Rio de Janeiro, que é o Leon Deni, uma verdadeira universidade, >> o C, >> curso de tudo que vocês possam pensar, de todos os livros espíritos que você possa pensar, além de um trabalho assistencial de grande porte na Malé, que é uma comunidade próxima ao Leão Denim. Então assim, um trabalho gigante. Esse homem que acolheu a mim e ao Júlio num momento difícil nosso. Eh, foi um foi um momento em que a gente tava assim eh muito desanimado e ele assim nos ajudou demais. Ele tinha uma coisa assim maravilhosa que é não julgamento. Eh, foi uma época em que a gente ficou assim muito afastado do movimento espírita. Teve um momento que a gente ficou um pouco afastado por algumas dificuldades nossas e do movimento e ele
julgamento. Eh, foi uma época em que a gente ficou assim muito afastado do movimento espírita. Teve um momento que a gente ficou um pouco afastado por algumas dificuldades nossas e do movimento e ele foi nos acolheu assim como um pai imenso. E ele, eu admiro, ele já faleceu, uma pessoa incrível, ele tinha um amor paternal, um afeto sem sedução, sabe? Isso é raro. Um homem corajoso, uma ousadia de criar tantos trabalhos espirituais e de estudo de aprofundamento, um rigor com o espiritismo. Inacreditável. Então ele publicou tudo que você possa imaginar sobre o Leon Denis, tudo. Ele abriu uma gráfica assim, que pessoa, sabe? >> Até encurtou o nome, né? >> É >> do problema do C, >> não é? Porque ele usou o nome original que Leon Den usou. >> Ah, sim. >> O problema do ser e do destino foi o nome original. O edador já foi depois. >> Já foi depois. >> É bom. Além dele, então, claro que eu vou chicar, citar o Chico, né? Porque é exemplo pra gente de amor e o que que é a gente ser verdadeiramente simples demais. Não podia deixar de citar o Divaldo, que é um querido, pela firmeza que ele sempre teve, não tinha medo de de expressar o que pensa, não tinha medo de ser quem ele era. Ele não tinha preocupação em ser perfeito, ele tinha muita preocupação em ser verdadeiro e coerente. Quem gostar, ótimo, quem não gostar, ótimo também. Ele não usava me palavras para agradar ninguém. Então, se alguém julga ele por alguma coisa, eu digo: "Constrói o que ele construir, depois a gente conversa". Aí eu acho de isso assim: "Constrói o que ele construiu, depois a gente conversa". >> Constrói a manção do caminho e depois a gente conversa. Sustenta uma manção do caminho para você ver o que que é. Então, muita sabedoria, um homem de uma sabedoria enorme, sem ser pegas, sabe? >> Nem de se fazer superior de jeito algum. Então, os poucos diálogos pessoais que eu tive com ele são inesquecíveis para mim. Então, >> que bonito. >> É isso. >> Nosso, o nosso Paulo de Tar do Espiritismo, né? >> E é >> de
rior de jeito algum. Então, os poucos diálogos pessoais que eu tive com ele são inesquecíveis para mim. Então, >> que bonito. >> É isso. >> Nosso, o nosso Paulo de Tar do Espiritismo, né? >> E é >> de >> todos os lugares que eu fui falar, em que ele já esteve antes, é impressionante os lugares por onde andou e o que que ele teve, o que que ele enfrentou para poder fundar centros espíritas em lugares tão distantes, né? Maravilhoso. >> Que lindo, Ana. Muitíssimo obrigado. Foi ótimo. >> Nossa, eu segundo assunto aí. >> E olha, obrigado demais pelo teu tempo, pela tua disponibilidade, pela tua fala, pelo teu carinho. Sempre um aprendizado pra gente, viu? >> Eu que agradeço, Paulo, a sua paciência, não só de me entrevistar, mas de me esperar, né? um ano que assim muito muito intenso para mim, eu não conseguia parar uma hora pra gente conversar. Então, gratidão por me aguardar, viu? Já é muito honrado. Que o Conecta prospere muito e leve muita, muita informação boa para consolar os corações doloridos por aí, viu? Muito obrigada. >> Até fevereiro a gente a gente vai se ver em fevereiro, né? >> Fevereiro estaremos lá. Prazer. Até breve. >> Até breve.