COMO SUPERAR OBSTÁCULOS AO DIÁLOGO

FEEGO 17/01/2026 50:09

Por que esse tema é tão importante ? Vamos descobrir juntos ?

Transcrição

Boa noite a todos. É com muita alegria que damos início a este momento especial de diálogo e reflexão, parte da preparação para o nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Eu sou Márcia Riso, diretora de gestão editorial da Federação Espírita do Estado de Goiás. É uma honra estar aqui compartilhando este espaço de interação, aprendizado, que nos conduz ao nosso congresso espírita. E hoje nós temos a honra de estar aqui conosco, nosso Dr. Alberto Almeida, quem convidamos para adentrar esta sala conosco. >> Olá, Márcia. É uma alegria imensa podermos estar juntos celebrando a vitória do bem, tia após tia, através desses momentosos eventos que nos unem fraternalmente a reflexões profundas na direção e o mundo melhor. >> É com muita alegria que nós recebemos o senhor. É uma honra a presença do Senhor aqui conosco no nosso congresso para nós refletirmos juntos sobre Jesus e Kardec, como eles nos inspiram para os desafios dos diálogos nos dias atuais. Muito bem-vindo, Dr. Alberto. É uma honra estar com o senhor. E nós vamos convidar também o Rodrigo Riso, que é membro do Conselho de Administração da Federação Espírita do Estado de Goiás, voluntário e vai participar conosco aqui deste momento de diálogo também representando a área de comunicação social espírita. >> Boa noite a nossa diretora Márcia. Boa noite, Dr. Alberto. Que honra e que alegria tá participando dessa live junto com o senhor, junto com a Márcia, mas dar boa noite especial a todos que estão nos assistindo nesse momento. Eu fico muito honrado de participar dessa live representando o setor da comunicação social da Federação Espírita do Estado de Goiás, mas especialmente representando o conselho e hoje num momento tão especial, Dr. Roberto, que eu tô podendo fazer uma live junto com a minha mãe, a nossa diretora Márcia Rizo. >> Sim, sim. Bem-vindo, Rodrigo. Vou falar um pouquinho do Dr. Alberto Almeida. Ele já esteve conosco em diversos congressos espíritas do estado de Goiás, trazendo luz, sensibilidade e profundo

Rizo. >> Sim, sim. Bem-vindo, Rodrigo. Vou falar um pouquinho do Dr. Alberto Almeida. Ele já esteve conosco em diversos congressos espíritas do estado de Goiás, trazendo luz, sensibilidade e profundo conhecimento doutrinário. O professor Alberto, ele é nascido em Belém do Pará, médico clínico geral, homeopata, terapeuta de família e transpessoal, além de educador, trabalhador dedicado às causas sociais, atua como diretor da Associação Médico Espírita do Pará, do Jardim das Oliveiras. Instituição que promove assistência, inclusão para famílias em situação de vulnerabilidade social. Espírita desde a infância, iniciou suas atividades no centro espírita Ivon Costa. Hoje colabora ativamente com a União Espírita Paraense e segue sendo uma das vozes mais marcantes da promoção do amor, da saúde integral e da visão espírita da vida. Seja muito bem-vindo, Alberto. É uma honra tê-lo conosco. E iniciando nossos trabalhos como bons espíritas, vamos fazer uma prece de agradecimento e assim nós pedimos nosso companheiro Rodrigo Rizo para fazer essa prece inicial para nós. >> Que honra minha. Então, vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, agradecer a oportunidade da vida, a oportunidade da reencarnação, a oportunidade de estarmos aqui nesse momento tão sublime em que uma sexta-feira à noite nós podemos divulgar o bem, divulgar o amor e divulgar um congresso espírita que se realizará levando os ensinamentos do nosso amado mestre Jesus e do codificador Allan Kardec. Bênçãos pedimos à Federação Espírita Brasileira, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a todos os líderes religiosos, as autoridades públicas que têm o papel e a função de conduzir os nossos municípios, os nossos estados e o nosso país. Que coloquem sempre a nossa nação, a nossa pátria no caminho do bem, do amor, da fraternidade. Bênçãos pedimos ao nosso palestrante, Dr. que siga o iluminando e o abençoando para que ele consiga continuar o seu trabalho tão sublime e tão importante de divulgar o nosso movimento espírita e os

e. Bênçãos pedimos ao nosso palestrante, Dr. que siga o iluminando e o abençoando para que ele consiga continuar o seu trabalho tão sublime e tão importante de divulgar o nosso movimento espírita e os ensinamentos de Jesus. Bênçãos pedimos a você que está nos assistindo que abençoe a sua casa, a sua família, livrando de todas as influências negativas de encarnados e desencarnados. e que abençoe especialmente esse nosso momento de união, que os mentores espirituais possam nos conduzir para fazermos uma boa apresentação e levarmos aqui um pouco de esclarecimento, um pouco de conforto a todos aqueles que nos assistem. Que Jesus nos abençoe, ampare e proteja hoje e sempre. E que assim seja. >> Que assim seja. Antes de nós começarmos, Dra. Alberta, queria dizer que eh nossos os nossos ingressos para o congresso, nós temos lá no Teatro Rio Vermelho 1880 lugares. A parte de baixo está praticamente toda vendida, tem pouquíssimos eh lugares em cima, são lugares marcados. Então, tô convidando os ouvintes para fazerem as suas inscrições. Nós temos aí no link que foi apresentado no início dessa live o QR code que eh das inscrições e hoje quem fizer a inscrição neste momento da live vai ter um sorteio de uma camiseta. Então, olha, eh faz o seu comentário, curte, eu quero camiseta. #oquerocamiseta que amanhã de manhã nós vamos publicar o resultado desse sorteio no nosso Instagram do 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. E ó, eu já tô usando a minha camiseta aqui. Ela ficou especialmente bonita. E sempre relembrando, Márcia, que o nosso congresso acontece dos dias 14 a 16 de fevereiro no Centro de Convenções de Goiânia, especialmente nos teatros Rio Vermelho e Lagoa Azul. e que esse ano, Dr. Alberto, nós somos o congresso da inclusão com os ingressos mais baratos da história, uma um pioneirismo tanto da diretoria da Federação Espírita do Estado de Goiás, conduzida pela nossa presidente Márcia Ramos, do Conselho de Administração e da Comissão organizadora, os ingressos estão no

um pioneirismo tanto da diretoria da Federação Espírita do Estado de Goiás, conduzida pela nossa presidente Márcia Ramos, do Conselho de Administração e da Comissão organizadora, os ingressos estão no valor de R$ 120 para os adultos, de R$ 50 para os jovens e o nosso congressinho que acolhe e evangeliza as nossas crianças, tá pelo valor simbólico de R$ 30. Nós esperamos, evidentemente, todos lá para prestigiar esse grande evento, Dr. Alberto, que é um dos nossos palestrantes, mas também muitos outros nomes que vão estar lá levando muitos ensinamentos valorosos para todos nós. >> É isso aí. Muito obrigado, Alberto. O nosso tema geral central é Jesus e Kardec para os tempos atuais. Na sua visão, qual é o chamado mais urgente que esses dois mestres fazem para nós aqui e agora diante do mundo que estamos vivendo? Penso que o espiritismo é uma doutrina que propõe o seu olhar para a contemporaneidade. E a exemplo de Jesus, que também no seu tempo abordava as questões do aqui, do agora que eram levantadas no processo dos encontros, da convivência, a doutrina espírita veio com esse compromisso de reditar um olhar sobre o evangelho de um lugar diferente e também com essa pegada de fazer uma percepção da realidade em cima daquilo que está acontecendo vigentemente. É uma filosofia e uma ciência debruçada sobre o espírito imortal, que traz uma conduta, uma atitude diferenciada que se identifica com a figura de Jesus. A moral espírita é a moral cristã. Não é uma moral social do ponto de vista da convivência. daquela que nós aprendemos na dinâmica da educação, das etiquetas, muito embora tudo isso seja muito importante, a moral na perspectiva espírita são as leis naturais da vida e o espiritismo como uma ciência filosófica e como uma filosofia científica traz, portanto, essa dimensão da religiosidade, da espiritualidade nessa essa perspectiva contemporânea trabalhando a realidade do aqui, do agora. Então, todas as questões que permeiam o olhar espírita vem ao encontro das nossas necessidades mais

, da espiritualidade nessa essa perspectiva contemporânea trabalhando a realidade do aqui, do agora. Então, todas as questões que permeiam o olhar espírita vem ao encontro das nossas necessidades mais vigentes que perpassam o mundo na atualidade. Naturalmente que trazendo esse olhar de espiritualidade embasado numa perspectiva científico-filosófica, mas devolvendo-nos a figura de Jesus, que é o nosso alvo, o nosso objetivo maior ao apresentar o ecristianismo sob a ótica espírita com a pretensão de podermos dar conta de muitas questões que nos inquietam, que que nos afligem, que nos deixam demasiadamente confusos na escuridão, no blackout desses dias. O espiritismo é uma doutrina demasiadamente forte, imensa, grandiosa e que pode contribuir nos dias atuais, nessa mudança de era, para que possamos poder assim viver uma vida melhor, enfrentar os desafios, atender as nossas demandas psicológicas, físicas, sociais, culturais e viver no mundo, sendo capaz de viver no mundo dentro de uma inteireza. tão difícil nos dias atuais. E essa doutrina maravilhosa, ela nasce exatamente de um encontro com perguntas e respostas, um grande diálogo, aonde o livro dos espíritos traz da tradição oral grega essa perspectiva filosófica de poder trocar mediante o diálogo, a conversa. de profundidade, trocando, tangenciando questões muito importantes e tocando noos do coração para que pudéssemos entender a existência à vida. Então, a partir do livro dos espíritos, nasce então uma nova doutrina em meados do século XIX, a partir do diálogo de Allan Kardec espíritos, com mais de 1000 perguntas e respostas, a rigor, mais de 12 perguntas e subperguntas que nos trazem como que a luz para perguntas que muitas vezes nós fazemos no cotidiano. e desabrocha um conteúdo formoso que nos enseja, portanto, filosoficamente entender a vida e podermos ter um comportamento capaz de poder fazer valer a felicidade que todos buscamos, contribuindo para a felicidade dos outros. Eis, portanto, uma oportunidade imensa nesse congresso de fazermos esse

rmos ter um comportamento capaz de poder fazer valer a felicidade que todos buscamos, contribuindo para a felicidade dos outros. Eis, portanto, uma oportunidade imensa nesse congresso de fazermos esse link, Jesus, Kardec e a realidade daquilo que vivemos. Na atualidade temos visto os problemas extraordinariamente complexos no campo dos povos, das relações intrínsecas entre as nações, os desafios do autoestermínio, dos homicídios, das guerras. Mais de 30 guerras estão vigentes na atualidade e o homem parece que se perdeu de si mesmo. Nesse momento de transição, surge apelos de todas as áreas. E na perspectiva afetiva, psicológica, nós observamos o quanto nós estamos carentes, necessitados de uma luz que se possa projetar para que as nossas relações, a partir da família possam nos remeter aos grupos sociais com comportamentos capazes de exercermos uma atividade profissional que seja fermento para a mudança do mundo. Mas tudo isso deve emergir do autoencontro que o espiritismo proporciona. E esse modelo e guia que é o Cristo, segundo os espíritos disseram Allan Kardec, ele nos facula, portanto, esse portal, o acesso por esse portal. É, portanto, nessa pegada que o Congresso provavelmente vai nos brindar com formos ensinamentos, pegando aspectos quais a vida se nos apresenta como desafios a serem resolvidos do lar aos problemas diplomáticos internacionais. E assim, no âmbito de mais abrangente da vida e num clima de fraternidade, nós haveremos de extrair grandes pérolas desse mar que é o espiritismo se nos oferece e fazer um diadema, fazer uma formosa apresentação de conteúdos que nos suscite poder dar novos passos mais seguros na direção da libertação de nós mesmos. >> Sem dúvida, Jesus. Isso que o senhor fala, eh, eh, Alberto, vai muito de encontro com a fala da nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, Márcia, quando ela faz a divulgação do congresso. Ela fala exatamente que esse congresso com esse lema, com essa proposta, ele traz Jesus aos dias de

esidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, Márcia, quando ela faz a divulgação do congresso. Ela fala exatamente que esse congresso com esse lema, com essa proposta, ele traz Jesus aos dias de hoje e nos proporciona viver o amor em ação. Mas trazendo Kardec também, ele ele nos coloca para entender a fé como consciência. Acho que que se nós pudermos resumir eh o que vai ser esse congresso espírita é pensar que que ele vai nos demonstrar uma forma de amar como Jesus ensinou, mas compreender como Kardec explicou e e que esse talvez seja o espiritismo pro nosso tempo, eh associar os ensinamentos de Jesus com as explicações de Kardec, mas principalmente colocar isso nos dias atuais para que a gente possa tirar isso do discurso e colocar de fato em prática, como o senhor muito bem falou agora. >> Exatamente. Pode falar, professor, depois eu comento. >> Penso que Emanuel traduz com rara beleza e didática de que Jesus é a porta e Kardec é a chave. Nós temos o ensejo de poder tirar Jesus. daquilo em que o inessou ao longo do tempo. Jesus permaneceu nas catedrais que falam da engenharia, da pintura, nos afrescos, dos vitrais, da música, dos órgãos, o encanto da escultura, portanto da cultura. as catedrais que apontam na Europa doadamente para o céu no anseio de conectar o divino. Mas, infelizmente nós não logramos estabelecer um processo de transformação naquele que entra na catedral, até hoje ela é apitada pelos turistas notadamente que entram para bater as fotos e vem Deus na manifestação dos artistas, dos estetas, dos pintores, dos cantores, dos escultores. Mas parece que Jesus ali dentro não se faz presente como desejaríamos que fosse estar ou conectar-se. Ali é necessário poder compreender de que a mensagem como que de vida do sentido do cotidiano não está pautada. E no Brasil vemos também isso. Parece que Jesus necessita vir para as ruas porque não consegue entrar nos espaços religiosos que malgrado os esforços daqueles que estão à frente das várias manifestações

no Brasil vemos também isso. Parece que Jesus necessita vir para as ruas porque não consegue entrar nos espaços religiosos que malgrado os esforços daqueles que estão à frente das várias manifestações culturais, religiosas e filosóficas e cientistas, parece que a mensagem, enquanto não descer do do cérebro para o coração e do coração para a ação, ela ficará na Bíblia, notadamente no Novo Testamento, e que fechado, porque só podemos compreender o Novo Testamento se Jesus sair das letras e puder vir ao alcance da massa das pessoas no diálogo, na convivência, no contacto, numa perspectiva, portanto, de estar junto com o outro dentro de uma dinâmica de aprendizado contínuo em todas as direções, porque não há ninguém que detenha o evangelho, tenha uma procuração de Deus para falar em nome de Jesus e dispor para, por assim dizer, qual é o caminho. Jesus é o caminho e todos podemos nos aproximar dele discutindo, analisando, conversando, trocando. E é, portanto, a hora em que a mensagem de Jesus, que outrora não conseguimos entrar nas catedrais e que experimentou cruzadas santas inquisições, perseguições, fogueiras, calabços, é necessário na atualidade que ela seja resgatada e colocada ao alcance de todos aqueles que possam se aproximar do cristianismo e viver o cristianismo. no grau das possibilidades próprias para fazer dentro de si valer de que Jesus em nós efetivamente efetiva aquilo que é o grande sonho do processo libertário do ser humano e da sociedade. Então, o Espiritismo traz isso sem nenhuma pretensão de ser o único e naturalmente não o é, mas como parte de um conjunto de esforços de Deus para que não só as catedrais apontem para cima, mas nós, os homens, possamos subir aos céus, atrazendo-o para a terra no exercício de uma amorosidade que claudica nesses dias e de uma fé capaz de raciocinar, de enfrentar a dúvida e superar para além do agnosticismo e do materialismo, a certeza de que a vida é muito bela e de que possamos experimentá-la no cotidiano, mesmo vivendo as dificuldades

ciocinar, de enfrentar a dúvida e superar para além do agnosticismo e do materialismo, a certeza de que a vida é muito bela e de que possamos experimentá-la no cotidiano, mesmo vivendo as dificuldades que fazem parte da vida. >> Sem dúvida. Eh, o espiritismo é um divisor de água nas nossas vidas, né? Ele nos mostra necessidade da nossa reforma moral, a importância, né? Jesus, amor, Kardec, razão. E na sua palestra Como superar os obstáculos do diálogo, a gente tem visto as guerras que o senhor citou, as famílias se afastando por políticas, crenças, escolhas, amizade se rompendo por causa das pessoas que não sabem conversar, rede social, grupo de WhatsApp. Então, eh, todo mundo reage rápido demais. O que no fundo é o grande bloqueio interior que impede o diálogo verdadeiro hoje? >> É o aspecto moral. O orgulho e o egoísmo fecham as portas para a permeabilidade de uma interação profunda. Ele está posto no poder, exercido com dureza, falseado na manifestação com que ele se apresenta, nos diversos recantos do país e fora dele internacionalmente. O homem vive como que a crise do orgulho e do egoísmo, aonde ele usa o orgulho que representa a sua fragilidade interna para poder, valendo-se da manifestação do poder, da arma, da força ou dos conuios políticos, sejam partidários ou não, às vezes em casa, às vezes no grupo ali social da comunidade. Está o poder sendo exercido a partir do orgulho e da manipulação daqueles que podem fazer um exercício melhor e não o fazem. e não fazem porque estão perdidos na sua fragilidade interna e colocam o poder movido pelo orgulho a serviço do egoísmo e assambarcam, manipulam, enriquecem, exploram os outros, fazem movimentações que faz-nos entrever o quanto o homem ainda acumula celeiros quando aqueles outros irmãos estão a míngua. Então essa crise existencial decorre do da ignorância, a ignorância de quem somos, a ignorância das leis da vida, da reencarnação, da lei de amor, que se manifesta como solidariedade, fraternidade, como manifestação de indulgência, de

re do da ignorância, a ignorância de quem somos, a ignorância das leis da vida, da reencarnação, da lei de amor, que se manifesta como solidariedade, fraternidade, como manifestação de indulgência, de perdão, ela, infelizmente, essa ignorância ela sustenta o orgulho e o egoísmo que nos faz ter na atualidade crises de casa à esfera pública mais alta, da situação que envolve um pequeno grupo de amigos até o dilema dos encontros das nações, internacionalmente falando. Então esse é o momento de podermos fazer um esforço para olhar para além dessa bruma. que se nos apresenta impedindo de enxergar quem somos. Ainda estamos cristalizados no ego e assim no egoísmo, na egolatria, no egocentrismo, vivendo um orgulho que se espraia de mão dadas com egoísmo, nos impedindo de ser felizes e de fazer os outros ou de contribuir para que os outros também o possam se fazerem felizes. Então, vivemos uma crise moral. O problema do nosso país é moral. O problema do mundo é moral. E quando eu falo moral, eu estou falando exatamente da lei de amor, de caridade, de justiça, que fala daquilo que os espíritos assinalaram a Allan Kardec ao seu tempo, da nova era que estava começando aproximadamente um século, 70 anos, antes das vozes em que os espíritos assim se pronunciaram, que era a Revolução Francesa, aonde a igualdade, a liberdade e a fraternidade ade o lema que deveria nortear o mundo aquela época. Ali é o primeiro passo para a construção da nova era. E todas as grandes mudanças, as mudanças sociais e morais, elas se infiltram segundo os espíritos, durante séculos. E nós estamos observando o espiritismo surgindo em meados do século XIX e estamos na vigência pronta, profunda, como que daquilo que vai se transformando de um planeta de provas e expiações num planeta de regeneração. É a nova era que começa a amanhecer, mas ainda estamos algo distantes da claridade. Vivemos a escuridão dos homens perdidos, como disse, nessas vestimentas, sem se dar conta de que eles são para além do humano, eles são espíritos

nhecer, mas ainda estamos algo distantes da claridade. Vivemos a escuridão dos homens perdidos, como disse, nessas vestimentas, sem se dar conta de que eles são para além do humano, eles são espíritos imortais, para além do ego, há um eu superior ou uma centelha divina que nos habita ou que nos expressa. e nós nos perdemos nisso e passamos então a movimentarmonnos como se fôssemos morrer. E aí a gente explora o outro, passa o outro para trás, mata o familiar, eh, elimina o ser humano com as com a a mais alta insensibilidade, dominados às vezes por psicopatias, por transtornos psiquiátricos, mas também às vezes dominados simplesmente pela ambição ou então pela inveja. Então esse é o mundo que você nos apresenta, o mundo bem desafiador, que você sai de casa e não sabe se volta. E se você não tiver uma fé que te norteie e um psiquismo que sintonize com os benfeitores espirituais, você entra na ansiedade, deprime, faz crise de pânico e começa a desenvolver e a somatizar inúmeras doenças organicamente, mas que vem da alma que não conseguiu ainda encontrar-se a si mesma, está vivendo na periferia do ego, da personalidade, sem ter feito a imersão no Cristo interno. O Espiritismo faz ousadamente essa proposição de que possamos ir para além da casca e mergulharmos no âmago do fruto, além da periferia, e mergulharmos nas entrâneas, irmos além do orgulho e do egoísmo para descobrirmos a caridade que nos liberta, a fé que se apoia, que se apoia numa razão, a intuição que é capaz de poderos devolver a conexão com o divino que perdemos através do pensamento súbito, rápido, espontâneo, que possa emergir uma manifestação da intuição. Enfim, é todo esse manancial de conteúdos que nós haveremos de fazer reflexões durante o nosso congresso naqueles que são os diversos expositores, analisando os diversos temas a partir do indivíduo, para a família e para a sociedade, ganhando fórs de cidadania no mundo. >> Está certo? Como nos ensinou, Emanuel, né? O orgulho é a chaga da humanidade,

isando os diversos temas a partir do indivíduo, para a família e para a sociedade, ganhando fórs de cidadania no mundo. >> Está certo? Como nos ensinou, Emanuel, né? O orgulho é a chaga da humanidade, né? a chaga da humanidade. Eh, eu Ah, pode falar, Rodrigo. Esses dias, Alberto e Márcia, eu ouvi um comentário tão interessante que fala que a onça ela não desonça e nenhum animal deixa de ser o que é, mas que é comum ultimamente a gente ouvir que o ser humano se desumaniza. E nesse tempo de tanto ruir, de tanta intolerância, o diálogo ele ele justamente deixa de ser uma opção para nós e passa a ser uma missão, principalmente de nós que conhecemos a verdade trazida por Kardec. Eh, eh, e, e dialogar é justamente isso que o senhor falou agora, é reconhecer o outro mesmo na divergência, sempre mão da verdade, da caridade, do respeito, evidentemente, mas o amor sem escuta, ele passa a ser imposição e razão sem diálogo vira soberba. Então, acho que que a fala de história é muito oportuna e muito coerente com as necessidades e as chagas da humanidade atualmente. É, até as formiguinhas quando passam uma pela outra, elas encostam como que a cabeça, tudo em natureza se comunica. Há uma comunicação em todos os reinos. As plantas se comunicam entre si dentro de uma perspectiva evolutiva em que se encontram. Nós, seres humanos, que temos a tecnologia à nossa disposição, que vivemos o momento épico da Iá, não conseguimos sentar ao lado daquele que é o nosso familiar, à mesma mesa, e não conseguimos sonhar os mesmos sonhos ao lado do parceiro ou da parceira com que convivemos na vida conjugal. Temos uma dificuldade imensa de estabelecer uma comunicação que seja efetivamente produtiva, reflexiva, empática, compassiva, amorosa, porque nos detemos ainda nas nos instintos. E aqueles que somos mais para animalidade do que para espiritualidade, funcionamos usando a razão na direção do egoísmo. A nossa fala é para vencer o outro. E quando a gente não consegue falar, a gente foge. Ou então a gente usa o sofisma. Eu

do que para espiritualidade, funcionamos usando a razão na direção do egoísmo. A nossa fala é para vencer o outro. E quando a gente não consegue falar, a gente foge. Ou então a gente usa o sofisma. Eu lembro-me de Sócrates ao seu tempo, que enquanto aqueles que eram os sofistas iam à Atenas e vendiam as estratégias de como convencer o outro, ele trazia a maêutica, fazendo-nos entrever de que nas perguntas e nas respostas que o interlocutor trazia, ele dava a chance, a possibilidade do outro se encontrar. fazendo aquilo que a sua mãe fazia, que era um parto. Então, ele não dava respostas prontas, ele não oprimia ninguém, ele não estava para vencer ninguém. No diálogo, quando alguém vence, todos perdem. Ele estava para fazer emergir uma luz de dentro da pessoa. Ele futucava a possibilidade da pessoa se encontrar através de perguntas sempre muito inteligentes que davam a oportunidade do outro se ver. não tinha conclusão. Ele deixava o outro com aquilo que era o que foiá produzido naquele momento. E usando essa técnica, ele aquela época já nos ensinava que na dinâmica do diálogo é muito importante que possamos ter dois ouvidos e uma boca só para poder ouvir mais e falar menos e ensejar descer para a possibilidade do uso do plexo cardíaco do coração, para que o nosso diálogo não seja só de cabeça, ele seja por inteiro. leve o nosso sentimento e a nossa alocção seja algo que esteja além da diplomacia feita no na no ambiente de ar condicionado entre os chefes das nações, que às vezes não consegu evitar as guerras e não vão para as guerras. mandam os outros para guerras. aqueles que são os tutores da nação, os governantes, os presidentes das nações e os pobres humanos soldados estão na linha de frente se matando. É curioso isso, perceber que nós precisamos ir para além da diplomacia para facultarmos uma interação que seja tão fecunda, que nos coloque numa posição de horizontalidade no campo da interação e de alerir a verticalidade daquilo que possamos produzir a dois, a tr em grupo

ra facultarmos uma interação que seja tão fecunda, que nos coloque numa posição de horizontalidade no campo da interação e de alerir a verticalidade daquilo que possamos produzir a dois, a tr em grupo através de uma interaração dialogal. Eu ia fazer uma última pergunta pro senhor, mas eu acho que o senhor já até respondeu e eu iria perguntar eh o que uma pessoa hoje pode fazer para melhorar os relacionamentos, iniciar um diálogo mais curador dentro de casa e no trabalho. >> Nós aprendemos a dialogar em casa. Quando a pessoa chega para o ambiente psicoterapêutico, nós logo percebemos a facilidade ou a dificuldade que ela tem de comunicação social através da fala, de que esse fenômeno da do diálogo que deve entretecer a comunicação é pobre ou rico dependendo da sua história com seus pais. Nós aprendemos a dialogar com os pais quando somos crianças. E os pais precisam ter muita paciência. Os pais precisam ter os requisitos fundamentais para poder estimular as crianças num mecanismo de caminhada, sem procurar abreviar aquilo que eles querem ensinar através do castigo, da violência, da repressão, do grito, enfim, daquilo que suprime a riqueza de uma interação, dá mais trabalho. todavia, não deixa sequelas nem feridas abertas. Quando os pais se dispõem a fazer uma interação com os filhos, há exaustão, aonde não tem de modo algum um limite. Lógico, se o limite de um diálogo se estabeleceu com um adolescente, que pode explorar isso para tentar vencer o pai numa interação eh pela pela pelo incômodo da repetição, mesmo num adolescente que queira vencer o pai, por assim dizer, no cansaço, os pais podem silenciar dizer: "Meu filho, nós já esgotamos esse conteúdo hoje, vamos retomar amanhã porque ele quer sair, porque ele quer fazer aquilo e fica fica dando as explicações e o pai fica, a mãe fica o pai e a gente conversando e e eles insistem para vencer no cansaço. Mesmo nessa situação, nós precisamos fazer o que Jesus propunha, ir 2000 passos. fazemos uma pausa, mas seguimos

fica, a mãe fica o pai e a gente conversando e e eles insistem para vencer no cansaço. Mesmo nessa situação, nós precisamos fazer o que Jesus propunha, ir 2000 passos. fazemos uma pausa, mas seguimos amanhã novamente no diálogo, na interação. Ou então quando nós percebemos que aquilo entrou num mecanismo de eh selvagem, aonde o jovem quer arrastar os pais através de uma insistência eh burra, os pais podem dizer: "Meu filho, você é tão inteligente, nós já tratamos desse assunto, acho que já escutou esse tópico, você quer levantar outro e assim nós vamos ensinando o diálogo." O diálogo é algo que nós aprendemos em casa, que sempre se nos revela através dos pais, mediante a convivência com seus filhos, de que todo tema é tema e tudo pode ser conversado. Às vezes a gente pode até adiar ou prolongar de conformidade com as circunstâncias e com as necessidades, mas se nós não conseguimos estabelecer em casa a riqueza n dessa interação, aonde todos podem falar e todos podem ser ouvidos, podem ser acolhidos e tem o seu direito de fala, nós vamos eh cair por aquele modelo do sermão, do grito, do que manda de quem obedece. E vamos trazer adolescentes e adultos empobrecidos. Estamos numa época digital, aonde o diálogo escassia, porque as coisas os as pessoas se distanciaram em casa. O smartphone tomaram o lugar da mesa e tomaram o lugar das interações e funciona como uma máquina de proteção em relação ao outro que está distante. E nós fazemos do smartphone a nossa interação. Temos, participamos de vários grupos, podemos ter muitos seguidores, mas temos uma interação extraordinariamente pobre e não conseguimos fazer uma entrevista presencial com alguém ou discutir um assunto com elegância, com respeito com alguém, porque não conseguimos fazer isso porque não treinamos. Nós somos analfabetos na vivência de um diálogo cuja interação presencial nós não treinamos. A gente treina isso em casa com a família, mas a família vai para a mesa e cada um vai com seu smartphone. Tem um silêncio que parece paz, mas na

m diálogo cuja interação presencial nós não treinamos. A gente treina isso em casa com a família, mas a família vai para a mesa e cada um vai com seu smartphone. Tem um silêncio que parece paz, mas na verdade é um pântano que se manifesta com a energia parada, aonde cada um tá em mesesmado no seu isolacionismo. E aquela família mais cedo ou mais tarde vai ter surpresas muito desagradáveis que se manifestam com a violência da depressão, com a agressividade de alguém ou com a surpresa de que alguém cometeu um crime. E nós nem sabemos pelo que ele cometeu crime, porque não não conhecemos os passos dos nossos filhos, o tom da voz. Os filhos não conhecem os seus pais, não sabem quando os seus pais estão falando e sobre o que estão falando, porque a escuta é muito pequena, as interações são muito rápidas, muito passageiras. E assim nós somos hoje desafiados também a conviver numa época de tanta comunicação digital. Nós precisamos considerar que nós somos analfabetos funcionais do exercício da convivência internacional social a partir de casa. Mas se ao contrário tivermos uma fecunda interação, nós conseguiremos lograr estar em qualquer espaço público, em qualquer grupo social. E a nossa presença será uma presença muito marcante de contribuição, porque aprendemos com os nossos pais de que o diálogo ele é um instrumento fundamental para que possamos nos conhecer, conhecer o outro e para expressar o nosso amor. >> Isso mesmo. A gente tem que treinar a paciência, escuta, o respeito em casa para conseguir dialogar com o mundo, não é isso? Rodrigo, permite, >> eu sei que o nosso tempo tá um pouquinho estourado, mas você me permite fazer uma última pergunta à nossa mediadora Márcia? >> Sim, vamos lá, R >> Alberto, eu queria fazer uma pergunta para você. Eu sempre falo eh eh que a gente já participou do Congresso Espírita sabe que momento incrível que é eh o quanto que a gente recebe de boas energias, de ensinamentos, como é um momento fraterno de reencontrar pessoas, de encontrar pessoas novas, que é uma

esso Espírita sabe que momento incrível que é eh o quanto que a gente recebe de boas energias, de ensinamentos, como é um momento fraterno de reencontrar pessoas, de encontrar pessoas novas, que é uma obrigação nossa não só participar, mas também convidar aqueles que não conhecem a participar. Então, pergunta que eu faço para você, qual é a importância daquelas pessoas que agora tão nos assistindo ou que vão nos assistir depois que disponibilizado o programa gravado? Qual a importância delas que não adquiriram ainda o seu ingresso participarem conosco desse congresso, desse momento único. Todo o evento desse naipe, ele propõe reflexões sempre profundas, com olhares diferentes a partir dos expositores que trazem uma experiência de vida e um conhecimento espírita aliado que permite que as questões mais intricadas que nos alcançam possam ser entrevista através de um lugar de fala, de uma percepção que às vezes é inédita para nós. Esse conjunto de reflexões, esse conteúdo que se apresenta, faz-nos sair enriquecidos de um evento como esse, mas tem a confraternização, a possibilidade de podermos estar mais próximos de um amigo, estabelecermos novas amizades, mas também tem o campo vibratório que se estabelece, porque quando participamos de um evento como esse, nós não participamos só os encarnados. O espírito André Luiz chega a dizer que há uma reunião cujos espíritos encarnados são em número de 1/3 em relação aos desencarnados, falando, portanto, dessa confraternização que envolve aqueles que nos acompanham e que precisam às vezes de ajuda, de auxílio, espíritos vinculados a nós. E também nesse ambiente dessa psicosfera, nós entramos no campo dos benfeitores espirituais que chancelam esses eventos atendendo a nossa saúde, atendendo-nos pela inspiração, nos ensejando reabastecer a bateria para fazermos um percorrido diferente a partir de então. E como e um evento como esse do congresso que a Federação Espírita de Goiás estabelece, ele também tem um valor especial porque

tecer a bateria para fazermos um percorrido diferente a partir de então. E como e um evento como esse do congresso que a Federação Espírita de Goiás estabelece, ele também tem um valor especial porque são no ele é no período correspondente ao carnaval e a maioria das pessoas se perdem no carnaval. Eu, que sou médico tenho a oportunidade de constatar a tragédia que é o carnaval imediatamente pelas aditivos alcoólicos e outros psicotrópicos que são fartamente usadas, usados e abusados, como também depois para as experiências que se manifestam na posição do abortamento ou das relações conjugais que se interrompem a partir desses quatro dias de férias. que às vezes os casais se permitem ter ou que pulam a cerca, enfim, quatro dias de loucura, quando poderia ser de formosa manifestação cultural, de entretenimento gracioso, a humanidade se perde no carnaval como uma festa da carne. O espiritismo, sem nenhuma hipocrisia, abre espaço para que a gente olhe para a alma nesses quatro dias. Mais do que isso, nos enseje criar novos amigos, ter uma percepção da realidade de vida diferente. Um evento como esse, às vezes abre-nos a comporta do sentido da vida. E a partir de então, parece que a nossa vida ela toma uma nova direção a partir dos conteúdos que nos são apresentados, além do que os livros que nos são oferecidos do ponto de vista para o a aquisição, além do que o contacto fraternal com aqueles que estarão fazendo as falas, enfim, são tantos benefícios que nós precisaríamos de um bom tempo para assim relacionar Que maravilha, né? Será um momento de luz, união, que às vezes a gente nem consegue perceber tantos benefícios que a gente obtém estando num num ambiente desse, num momento desse. E nesse sentido nós estamos aí na tela com o Qry Coach para você, ouvinte, fazer sua inscrição. Eh, aproxima seu celular, eh, vai ser o link direto paraa inscrição do congresso. Lembrando, como falou o Rodrigo, que a parte inferior já tá toda praticamente vendida e temos pouquíssimos espaços na parte de cima.

eu celular, eh, vai ser o link direto paraa inscrição do congresso. Lembrando, como falou o Rodrigo, que a parte inferior já tá toda praticamente vendida e temos pouquíssimos espaços na parte de cima. E assim nós queremos então agradecer o Dr. Alberto por essa conversa tão rica, por este momento tão importante. E se você gostou dessa conversa, isso é é um pouquinho do que nós teremos no Congresso, onde ele vai desenvolver esse tema com muito maior detalhamento. E nós temos que agradecer e eu também gostaria de fazer um convite, que no próximo domingo na livraria da Fé Ego, nós teremos uma tarde de histórias às 17 horas, 5 horas da tarde para divulgar o nosso congressinho que é o congresso infantil, que também e estará estará ocorrendo no mesmo período como jovem. E e convido você, criança, família, para participar lá na livraria da Federação Espírita na do setor marista. E como o professor Alberto falou, a nossa livraria vai estar toda presente lá no Congresso com mais de 10.000 obras disponíveis. Rodrigo, minha parte, eu só tenho que agradecer a comissão organizadora do Congresso pelo convite, a toda a equipe da comunicação social da Federação Espírita do Estado de Goiás, que me permite hoje participar dessa live e poder falar, mas principalmente aprender com os ensinamentos Dr. Alberto traz para nós. Eu acho que se a gente pode sintetizar tudo que nós falamos aqui hoje, eh, que seguir Jesus e compreender Kardecés de muros. Porque se nós formos pensar só o diálogo guiado pela caridade, é, ele vai ser capaz de reconciliar a consciência e transformar a sociedade. Eu confesso, Márcia, que eu fiquei muito curioso para poder assistir e acompanhar a palestra do Dr. Alberto, que traz os ensinamentos de Jesus, que traz as explicações de Kardec, a ótica escrita para os tempos atuais, para que a gente possa aplicar de fato o diálogo, de aplicar de fato a conversa e o entendimento dentro das nossas casas, nos nossos locais de trabalho, com aquelas pessoas que nos são mais próximas e principalmente com aquelas

car de fato o diálogo, de aplicar de fato a conversa e o entendimento dentro das nossas casas, nos nossos locais de trabalho, com aquelas pessoas que nos são mais próximas e principalmente com aquelas pessoas que talvez nós tenhamos algum tipo de diferença. Da minha parte, eu só tenho agradecer de coração por essa oportunidade de est aqui. Obrigado, Alberto. Para mim foi uma grande honra, um motivo de muita alegria eu sendo o conselheiro mais jovem da Federação Espírita do Estado de Goiás aos meus 29 anos, poder participar e dialogar com você, que para mim sempre foi uma referência, e falar com a nossa diretora Márcia, que também nessa encarnação tem a difícil ar da missão de ser minha mãe. É uma honra muito grande estar aqui hoje com todos vocês. A você que nos assistiu, agradeço de coração por essa oportunidade de estar aqui com todos vocês. >> Muito obrigado e fica aqui o convite. Venham viver essa experiência com a gente. Dr. Alberto, boa noite. Muito obrigado, senhor. Muito obrigada a todos os ouvintes.

Mais do canal