COMO SE TORNAR NOVA CRIATURA COM JESUS NA VIVÊNCIA DO TRABALHO NA CASA ESPÍRITA? | ARTUR VALADARES
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เฮ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro [música] de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza. Boa noite a todos. Sejam >> sejam muito bem-vindos à nossa casa, essa casa de Jesus. E é uma alegria, né, nós, aqueles que estavam conosco no nosso encontro às 17 horas nos ouviram falar que para nós é um é um momento de muita alegria o dia de hoje, esse encontro, essa reflexão das 17 horas e agora às 19 horas, porque nós alimentávamos, né, um sonho de poder propor o início das nossas atividades na diretoria de atendimento e orientação. com reflexões evangélicas, trazendo para todos os trabalhadores do movimento espírita das casas, em especial da nossa casa, algumas reflexões do evangelho de Jesus. Então, desde o ano passado, nós ficamos alimentando essa ideia e foi possível, então, em contato com a equipe que apoia os trabalhos do Artur Valadares, conciliar esse desejo com a vinda dele aqui, trazendo esse irmão estudioso do movimento, que compartilha conosco as suas reflexões, os seus estudos, nos dando recursos para também refletirmos e transformar em instrumentos paraa nossa vida pessoal. e pro nosso trabalho. Então, por isso é um motivo de imensa alegria pra gente tê-lo aqui, ter recebido, ele ter aceito o nosso convite e aí a gente fica aproveitando, né? Então, aproveitamos as 17, vamos aproveitar agora esse momento com ele e amanhã de manhã também. Então, para que a gente não se delongue, porque o tempo é dele, eu quero convidar o nosso presidente da casa, Adils Maris, para fazer a nossa prece, para que a gente possa continuar harmonizado, buscando o amparo da espiritualidade superior para bem acolher as reflexões que o Artur vai trazer pra gente. Boa noite, pessoal. Convido a todos aqueles que quiserem
ente possa continuar harmonizado, buscando o amparo da espiritualidade superior para bem acolher as reflexões que o Artur vai trazer pra gente. Boa noite, pessoal. Convido a todos aqueles que quiserem fecharem seus olhos, as janelas da alma, né? e a levar o pensamento a Deus, nosso pai, esse pai maravilhoso que nos concedeu o dom da vida, da existência e nos colocou nos braços de Jesus, esse mestre amigo de todas as horas. Gratidão, Jesus por ter-nos aceitado, por ter nos oferecido a oportunidade da reencarnação, de conhecermos, Senhor, o Consolador que o Senhor nos prometeu que viria nos alcançar os corações perdidos diante de tantas viagens, Senhor. Quantos convites nos foram oferecidos e quantas vezes deixamos de aceitar. Mas hoje, diante de tamanhas revelações, somos alcançados intimamente, Senhor. E nesse grande convite aqui nos colocamos genuflexos diante da tua amorosidade que nos convida dia a dia, Senhor, a nos transformarmos em pessoas melhores, a buscarmos sermos servidores em tua causa, não procurando ser servido, assim como o Senhor nos ensinou. Fortaleça-nos então no nosso caminhar para que a tua mensagem faça morada na mente, no coração de cada um de nós. E a sementinha plantada, Senhor, nesses corações possa dar aquela árvore frondosa e frutífera, onde o viajor possa adentrar e passar por ela e se alimentar dos teus conhecimentos e da tua mensagem, que nos convida a todos a sermos melhores, a amarmos uns aos outros, assim como o Senhor nos amou. Gratidão, Jesus. Gratidão por esta casa que ontem completou 65 anos na vida material. Sabemos da sua existência no plano há mais tempo, no plano dos espíritos. Então, que a comunhão espírita continue a receber grandes nomes, a trazer a tua mensagem, Senhor, sendo esse porto seguro ao viajor que busca tão solenemente compreender a si mesmo, vivenciando, Jesus, o teu evangelho, a estrada a ser percorída por todos nós. Gratidão mais uma vez. Que assim seja. Graças a Deus, graças a Jesus. Bom, eu passo a palavra então ao nosso
r a si mesmo, vivenciando, Jesus, o teu evangelho, a estrada a ser percorída por todos nós. Gratidão mais uma vez. Que assim seja. Graças a Deus, graças a Jesus. Bom, eu passo a palavra então ao nosso irmão Artur Valadares, que vai falar pra gente como se tornar nova criatura com Jesus na vivência do trabalho na casa espírita. Boa noite para todos. Boa noite para alguns que já estivemos juntos aqui mais cedo e para os que chegam agora também os nossos votos de muita paz. que possamos permanecer nesse clima de comunhão espiritual que a casa nos proporciona. Aproveitando também para parabenizar a casa e todos os trabalhadores pelo marco alcançado, mais um ano completo na seara de serviço com Jesus e com Kardec. Vamos então à nossa segunda reflexão desse dia com uma indagação que é realmente muito pertinente, como nos tornarmos novas criaturas por meio, né, ou no trabalho com Jesus, no trabalho espírita. E nós iniciamos com uma frase de Chico Xavier que creio seja muito importante para nós no entendimento do que é a oportunidade que temos na seara do Espiritismo, quando o convite ao trabalho já ressoa em nosso coração e em nossa consciência. Chico, certa feita disse o seguinte: "Se eu fosse esperar melhores condições para iniciar, eu não teria jamais começado". E é uma frase, né, provinda do Chico, que muitos talvez se considerarão um trabalhador já mais pronto, preparado. No entanto, também ele teve no trabalho nestes mais de 70 anos de mediunidade e especialmente ali naquele início, um processo de preparação justamente por meio do trabalho que se propôs a realizar. Quando a gente tem oportunidade de ler, por exemplo, um livro muito rico, muito instrutivo, para que vejamos o que é ou que são os bastidores de uma grande tarefa como essa, o livro de Sueli, Caldas Schubert, Testemunhos de Chico Xavier, ali nós temos uma dimensão mais clara do que é o processo depurador, transformador, que mesmo corações como um Chico Xavier passam. por meio do filtro renovador do trabalho
estemunhos de Chico Xavier, ali nós temos uma dimensão mais clara do que é o processo depurador, transformador, que mesmo corações como um Chico Xavier passam. por meio do filtro renovador do trabalho na seara espírita cristã. Eh, o livro Deus Conosco, aqueles livros que são o resultado, né, das famílias, das reuniões íntimas na família Joviano, sementeira de luz, colheita do bem, sementeira de paz, também nos ajudam a conhecer algo desses bastidores da formação do trabalhador grandioso que veio a ser e que certamente segue sendo Chico Xavier. Mas com essa frase, ele já nos traz um material muito valioso para podermos refletir em nossa relação com o espiritismo, naquilo que nos cabe realizar. Porque no que concerne o trabalho, muitas das vezes nesta ou em outras existências, nós vamos reconhecer ou vamos identificar que não avançávamos tanto no trabalho por dois riscos que corremos, dois extremos que deveremos evitar, buscando uma tênueil linha central. de equilíbrio e de ponderação. Um caso, um extremo, é o daquela criatura que se considera inabilitada para qualquer trabalho. Não consigo, sou muito imperfeito, tenho muitas dificuldades, sou muito limitado. Então, a criatura ela sempre recorre a essa sua condição para do trabalho se afastar ou da responsabilidade, como se não fosse justamente o trabalho o que poderia corrigir essa questão, essa condição que é a de todos nós. E é o que o Chico gostaria de destacar. Se eu for sempre esperar melhores condições, eu nunca começarei, porque eu não estarei recorrendo aquilo que pode melhorar as condições, as minhas condições, que é justamente o trabalho, né? Então eu me recordo de um companheiro espírita, um grande dirigente. Certa feita, alguém foi ponderar com ele, que um um novo trabalhador era muito jovem e tal. Ele falou assim: "Não, fiquem tranquilos, essa é uma questão que o tempo resolve. Fazendo uma paráfrase, a gente pode aplicar a mesma coisa, o mesmo princípio é a questão das imperfeições. Tal trabalhador ainda é muito imaturo,
em tranquilos, essa é uma questão que o tempo resolve. Fazendo uma paráfrase, a gente pode aplicar a mesma coisa, o mesmo princípio é a questão das imperfeições. Tal trabalhador ainda é muito imaturo, muito imperfeito. Fiquemos tranquilos. Isso aí o trabalho vai resolvendo com o tempo, porque essa justamente é a função do trabalho na seara espírita, na seara cristã, quando bem é entendido, quanto bem compreendido. E a gente vai aprofundar um pouco mais esse ponto porque ele é crucial. Então, esse é um extremo, aquele que se vê sempre incapacitado e indigno do trabalho, como se o evangelho não fosse justamente o convite aos que não estão prontos, aos que não estão sãos, aos que não estão perfeitos. Não vim eu para chamar os sãos, mas os enfermos. Não é essa uma das mensagens, um dos eixos centrais do evangelho de Jesus? Se todos os trabalhadores do evangelho fossem como um Estevão, teríamos mais dificuldade em realmente nos reconhecer capacitados de alguma maneira. Mas existiu Pedro, existiu Saulo, existiu Tiago, existiu Madalena, existiu existiram todos esses que longe estavam de uma plena dignidade espiritual, de uma capacidade assim já plenamente desenvolvida, justamente para nos relembrar a todo tempo que a esses, sobretudo a nós, nas mais variadas condições de imperfeição em que ainda nos encontramos, que o evangelho se dirige como grande escoler do candário. eh laboratório de aperfeiçoamento das almas, que ele é. Então, esse é um extremo que deveremos evitar e especialmente o que está por detrás dele, porque geralmente essa postura ela oculta algo ainda mais grave. Essa postura, digamos assim, é uma é uma falsa modéstia. Eu costumo dizer, é um orgulho invertido. Já que a gente não pode ser o melhor dos melhores, a gente costuma querer ser o pior dos piores e a gente se coloca lá na plena inutilidade, porque pelo menos a gente tá numa ponta, a gente se destaca em algo, né? Então, um orgulho disfarçado é um compromisso às vezes justamente com essas imperfeições que não queremos
na plena inutilidade, porque pelo menos a gente tá numa ponta, a gente se destaca em algo, né? Então, um orgulho disfarçado é um compromisso às vezes justamente com essas imperfeições que não queremos sanar e que fazemos delas então o motivo para não abraçar tal ou qual responsabilidade, tal ou qual cometimento a mais longo prazo, que nos pedirá paciência, perseverança, sacrifício. Como daquilo ainda não queremos nos libertar, ainda temos algumas algum certo compromisso com isso, a gente adota ou acaba adotando essa postura de, digamos, inviabilidade. Nos inviabilizamos para o chamamento de Jesus. É o que os espíritos já tratavam com Allan Kardec naquelas conhecidas e talvez mais incômodas questões de livro dos espíritos, 90, 911. Questão da vontade. Ah, pode o homem vencer, domar? Sim. E frequentemente fazendo bem diminutos esforços. O que falta é a vontade. Há quão poucos dentre vós se esforçam ou estão comprometidos com o esforço. Mas Kardec, ele como que ainda não fica tão satisfeito, ele ele aprofunda ainda mais a pergunta. Ele diz assim na 911: "Mas não existirão assim paixões tão vivas, tão entranhadas, que não seja impossível para a criatura vencê-las." E os espíritos com o seu jeito, né, de esclarecer às vezes de maneira um pouco mais enérgica, enfática, eles nos dizem: "Olha, é que muitos dizem: "Quero, mas o quero está nos lábios e não no coração". Muito felizes que não muito felizes ficam de que não seja como querem. Eu quero, mas assim lá, né? Eu quero, mas tô fugindo, quero distância. E eles então atestam para nós, os que assim falam o fazem porque ainda não querem libertar-se de determinadas paixões ou dessas paixões ou dessas imperfeições. Então, por detrás dessa postura, muitas das vezes estará essa acomodação, essa conformidade com o nosso estado atual. Há um anseio, quase que utópico no plano do sonho por Jesus, por aquilo que ele promete, mas não há ainda uma disposição firme no coração. O Emanuel, na mesma linha daquilo que os espíritos nos dizem, no nos trará uma
se que utópico no plano do sonho por Jesus, por aquilo que ele promete, mas não há ainda uma disposição firme no coração. O Emanuel, na mesma linha daquilo que os espíritos nos dizem, no nos trará uma outra mensagem muito interessante no livro Pão Nosso, o Mas e os Discípulos, em que ele vai dizer assim: "Uma simples partícula, uma diminuta palavrinha de três letras nos define a posição perante o evangelho. A depender de onde ela estiver na frase que contenha também a palavra Jesus ou Cristo, ela define a nossa postura espiritual e ele ilustra. E quando ele ilustra fica claro. Vamos ver aqui dois exemplos. O evangelho é sublime. O convite do Cristo é irresistível. Mas o que fala por útil? O que vem depois do Mas não é? Agora vamos pensar num outro exemplo. Eu sou muito imperfeito, tem muitas limitações, mas Jesus, entendem como muda completamente uma frase que denota uma postura de espírito. É o que vai desenvolver nessa mensagem. Os que assim fazem, colocando o mais depois de Jesus, ou seja, com mais força que Jesus, é porque ainda de alguma maneira se vê apegados ao vale, expressam a sua acomodação, a sua invigilância. Aqueles, porém, que já reconhecendo-se imperfeitos, que é algo importante, não fazem da imperfeição uma limitação ao exercício, ao chamado do Cristo. Estes sim entenderam o que de fato é a proposta do evangelho destinado aos enfermos, aos imperfeitos que ainda somos, porque colocam o Cristo acima disso. Portanto, a vontade fala mais alto, a escolha, a decisão, o anseio de deixar o vale em busca do monte. Eu sou frágil, mas o Cristo há de suprir o que falta em mim. Ele há de me dar forças. Aquilo que Paulo traduziu tão bem, porque vivenciou, tudo posso naquele que me fortalece. Eu por mim mesmo nada poderia fazer, mas com amparo de Jesus a multiplicar as minhas migalhas, o que nos impede de expandir em trabalho, em realização para o nosso crescimento e para o crescimento de outros. Então essa essa é a primeira via, o primeiro aspecto que nós precisamos
inhas migalhas, o que nos impede de expandir em trabalho, em realização para o nosso crescimento e para o crescimento de outros. Então essa essa é a primeira via, o primeiro aspecto que nós precisamos considerar, o cuidado com esse extremo da inutilidade. O Emanuel tem um outro texto no livro Rumo Certo, cujo título já diz tudo: Mas úteis. Somos imperfeitos, mas podemos ser úteis. E aí está a abertura que o Espiritismo, em tantas formas de atuação no mundo nos abre. ou qualquer outra experiência cristã ou experiência espiritual. Imperitos, sim, porém úteis. Mas existe um outro extremo para o qual também deveremos estar muito atentos a de nos considerarmos trabalhadores prontos, feitos, completos, abrindo mão de aprender, de ouvir, de aperfeiçoar, esquecendo que o trabalho tem muito a nos dar ainda, porque não completamos a carreira. Então, se um é um extremo da inutilidade em que fazemos das nossas imperfeições um obstáculo ao trabalho, o outro é o do orgulho, em que julgamos-nos já o suprassumo, temos atingido o píncro, a culminância e aí deixamos de extrair do trabalho, das possibilidades na experiência espiritual que nos vinculamos, muito mais recursos de crescimento. Essa também é uma postura grave que em muitas ocasiões, em existências pregressos, ou mesmo nesta, nos faz ter uma visão, um entendimento de nós mesmos superestimada. Existem exemplos e um coração que foi muito corajoso em nos trazer esse exemplo foi aquele que escreveu uma obra intitulada Voltei, porque ele foi surpreendido com a condição que encontrou no mundo espiritual. esperava mais, julgava que havia talvez feito mais e surpreende-se ao ver que a sua condição não era assim tão desenvolvida como ele imaginava. Ao ver ao seu lado, né, Cbachutel, Emanuel, Guon Ribeiro, eh, Bitencur Sampaio, né, aqueles espíritos todos luminosos, ele olha para si, aquela aquela luz assim bem fraquinha ainda, empanada. Então são extremos com os quais precisamos estar atentos e isso o faremos compreendendo essencialmente a que visa o trabalho.
, ele olha para si, aquela aquela luz assim bem fraquinha ainda, empanada. Então são extremos com os quais precisamos estar atentos e isso o faremos compreendendo essencialmente a que visa o trabalho. O trabalho, o chamado do Cristo nesta ou naquela frente, atendendo à vocação de cada um de nós. Cada um de nós é chamado a ser uma peça, a estar num contexto, numa frente, numa atuação. Mas é preciso entender a primeira finalidade do trabalho, que é o que Emanuel vai descrever tão lucidamente para nós no seu livro Pensamento e Vida. Ele tem lá um capítulo intitulado justamente trabalho, capítulo 7. E ali ele traz dois conceitos que temos usado com muita frequência em nossos estudos, palestras, dada a importância que vemos neles e o risco que estar envolvid que está envolvido nesta questão do trabalho, especialmente no âmbito da religião, da religiosidade, o risco está envolvido em nos equivocarmos contra a natureza do trabalho. Porque ele diz assim: "Existem basicamente dois tipos de trabalho. ao trabalho ação que transforma o ambiente e ao trabalho serviço que transforma o trabalhador. Ele usa para ilustrar isso, o fato de que se a gente descer agora, se a gente puder em desdobramento ir às regiões mais sombrias do mundo espiritual, as furnas, aqueles ambientes realmente complicados, onde se mobilizam, se movem falanges voltadas ainda para sombras, o que que nós vamos encontrar lá? Muito trabalho, não é? O que a obra de André Luiz nos revela? livro libertação, por exemplo, a organização, a estrutura hierárquica daquela cidade que ele visita sob o comando ali de Gregório e outros espíritos há séculos funcionando. André Luiz, em outro momento, no livro Ação e Reação, juntamente com Silas, ele visita ou vai atender um caso de obsessão grave. Os tios desencarnados obsidiavam o próprio sobrinho porque haviam sido mortos pelo pai, ou seja, o irmão deles por conta da herança. E agora se vingavam no sobrinho ainda encarnado, fazendo cada vez mais avaro. E aí eles se aproximam, né, ali, começam
porque haviam sido mortos pelo pai, ou seja, o irmão deles por conta da herança. E agora se vingavam no sobrinho ainda encarnado, fazendo cada vez mais avaro. E aí eles se aproximam, né, ali, começam a conversar meio disfarçados com os obsessores. Logo eles percebem que um deles era a mente por detrás de todo aquele processo. E aí o Leonel começa a explicar para André Luiz o que eles faziam ali. Traz a ideia do desejo central e diz: "Olha, nosso papel aqui é ensuflar o desejo central dele. O problema dele é com dinheiro. Que que a gente faz a todo tempo? bombardeia ele com pensamentos voltados para isso. Cercaram ele com com espíritos que no mundo espiritual estavam na mesma condição para que aquilo criasse uma teia da qual ele não pudesse sair, ou pelo menos não facilmente, porque a todo tempo aquele desejo, aquele ponto nevrálgico dele era acionado por aquelas outras mentes. Ele começa a trazer uma aula para André Luiz sobre obsessão, mente, intercâmbio espiritual, influenciação, tudo. E diz assim: "Não, isso aqui a gente aprendeu nas escolas de Vingadores que nós temos lá nas cidades que frequentamos". Ou seja, meus amigos, o que que temos ali? Muito trabalho, às vezes mais do que nós, mais organizado do que nós. A questão é com que intenção estão visando transformar-se? ou estão querendo modificar o que vai no entorno, trabalhação, que não necessariamente gera elevação. E aqui está o grande risco de fazermos em nossa experiência espírita cristã no trabalho um trabalho meramente de ação. Porque o trabalho serviço que agrega a ação propriamente dita, a intenção nobre, o sentimento que se purifica, a conexão com o mais alto, o anseio de aprender, a humildade daquele que realmente quer crescer, aí esse se converte em trabalho e serviço, transforma o meio também, ampara os que estão lá fora, mas acima de tudo transforma o trabalhador, transforma o indivíduo, atendendo principal função do trabalho, aperfeiçoar-nos. Agora, quão grande é o risco de fazermos de nossa experiência de
o lá fora, mas acima de tudo transforma o trabalhador, transforma o indivíduo, atendendo principal função do trabalho, aperfeiçoar-nos. Agora, quão grande é o risco de fazermos de nossa experiência de trabalho meramente o trabalho ação. às vezes uma existência inteira de horas e horas, dias e dias dedicados, semana inteira quase a trabalhar, consumindo-nos naquilo, mas ao final tão ou quão impacientes como outrora, tão ou quão explosivos como antes, tão ou quão revoltados, carregando ainda as mesmas mágoas de decênios, que o trabalho está fazendo então por nós. Claro que de alguma maneira os benefícios que gerarmos por ele retornarão a nós na forma de auxílio, mas não o essencial, o que nos deveria fazer ascender. O Emanuel tem uma outra mensagem muito bela que está no livro Vinha de Luz, capítulo 110, título Caridade essencial. E o ele vai falar assim: "Todas as formas de caridade, como sabemos, né, na doutrina, caridade material, caridade moral, as divisões ali que Kardec propõe, todas elas são nobres, louváveis, valiosas, porque espalham benefícios do bem e do amor." Agora, nós precisamos estar muito atentos a uma caridade essencial, sem a qual todas as outras formas perderam muito em força ou em potencial. E ele chama essa outra caridade de essencial. Ele diz assim: "É a caridade de pensarmos, falarmos e agirmos segundo as lições de Jesus no Evangelho. É a caridade de vivermos verdadeiramente nele para que ele viva em nós. que não há como não se transformar em nos esforçando para que o Cristo viva cada vez mais em nós. Essa é a meta, é o horizonte que almejamos. Então essa é a caridade essencial. vivermos nele no intuito de aplicação que não seja meração ritual, meração por interesses humanos, status ou reconhecimento, é ação que seja nutrida por algo de amor, por um anseio real de fraternidade, do bem. Essa permite que o Cristo nos use, sirva-se de nós. Porque às vezes eu posso estar estendendo bem a alguém por meio da caridade material, por exemplo, mas com
r um anseio real de fraternidade, do bem. Essa permite que o Cristo nos use, sirva-se de nós. Porque às vezes eu posso estar estendendo bem a alguém por meio da caridade material, por exemplo, mas com coração cerrado. A criatura é beneficiada, mas eu mesmo acabo não não me beneficiando tanto daquela experiência, que é o que então diz na conclusão dessa mensagem. Sem essa caridade essencial, poderemos efetuar grandes serviços externos, angarear a intercessão, a gratidão de muitas pessoas, erguer notáveis obras de pedra, mas no instante supremo de testemunho de nossa fé, estaremos sozinhos e desolados na condição de mendigos de luz. Porque o que aquilo agregou a mim? se o meu coração estava cerrado, se era um movimento meramente de ordem exterior, sem que eu me ligasse com todas as forças da alma, com as bases mais fundamentais da vida espiritual, que é o sentimento, o sentir. Se eu não me vinculei dessa forma a ação, ela transforma o ambiente, mas não é ainda trabalho, serviço, que é lição tão belamente transmitida para nós naquele encontro na casa de Betânia, Jesus e as duas irmãs, Marta e Maria, as irmãs de Lázaro. Como sabemos, Marta atarantada com a ação. Maria aos pés de Jesus. Marta, Marta, inquieta-te por muitas coisas, mas uma só essencial. Não é que Maria com a sua postura consagrasse a contemplação apenas inérte. Não é a ordem das coisas. intenção que alimentação, porque agir por agir a gente pode ficar igual Marta, inquieto, exaurido, cansado, desanimado, desiludido. Mas o que que explica então a força desses grandes trabalhadores que trabalhavam incansavelmente e jamais desanimavam? Primeiro estiveram aos pés de Jesus na oração, na humildade, recolhendo do mestre para então depois traduzir isso na ação. É isso que Jesus exemplifica. ter sim as mãos de Marta, mas o coração de Maria, humildade, simplicidade, aprendizado com Jesus para que isto se traduza no trabalho que nos renova, ajudando os outros. Então, veja como que o evangelho a todo tempo ele está nos falando disso,
Maria, humildade, simplicidade, aprendizado com Jesus para que isto se traduza no trabalho que nos renova, ajudando os outros. Então, veja como que o evangelho a todo tempo ele está nos falando disso, nos trazendo uma reflexão nesse sentido. E o espiritismo ajuda a ilustrar. Há um outro exemplo que a gente costuma também citar com frequência, porque ele é muito instrutivo, que é o caso de Gotuzo, que está no livro Obreiros da Vida Eterna. E é interessante porque Gotus, ele vivia numa, acho que é casa transitória que era o nome, que ela ficava naquelas regiões espirituais mais densas, né, para ajudar os espíritos ali em condição mais de sofrimento mesmo, preparando-os para que depois pudessem subir a a faixas mais elevadas, como nosso lar. E existia ali o Gotuso que havia desencarnado, era médico, acho que psiquiatra, e ele tinha um consultório ali e ele já tava uns bons anos trabalhando ali. Mas o André, ele nota que tinha alguma coisa estranha, embora ele fosse um parecesse, né, um trabalhador dedicado, de fato, era muito atencioso e tal, só que ele, o consultório dele ainda lembrava o consultório na terra. Quando ele tirava uns dias de descanso, ele ia descansar na terra. né? Aqui mais próximo à crosta, isso começa, o André começa a achar estranho, né? Até que um dia a mãe de Gotuso manifesta-se naquela esfera por meio de uma médium no mundo espiritual, a mãe de esferas bem mais elevadas e comparece assim, ó: "Preciso falar sério com você, Gotus. O trabalho que você tem feito aí ao longo desses anos é louvável, mas no fundo você sabe que você tá fugindo de algumas coisas que são fundamentais. Você não quer subir, você não quer se aprofundar renovando-se de fato para ajudar a renovar, porque você sabe que você vai ter que lidar com mágoas e ressentimentos que você traz da última encarnação. Então você se afoga nesse serviço que é mais de natureza exterior do que interna e permanece nessa faixa sem subir para outras mais elevadas, onde aprenderia melhor ou mais, onde poderia se
ncarnação. Então você se afoga nesse serviço que é mais de natureza exterior do que interna e permanece nessa faixa sem subir para outras mais elevadas, onde aprenderia melhor ou mais, onde poderia se transformar para ajudar ainda mais. E acha que com isso você tá kit. Olha aí o puxão de orelha da mãe a aquele que parecia ser um trabalhador dedicado, mas que na verdade ocultava naquele tanto de trabalho uma fuga ao trabalho real. Você não quer se trabalhar gotoso e por isso você tá trabalhando tanto. Não estamos aqui fazendo uma apologia a inércia, acomodação, que possamos trabalhar quanto as nossas forças nos permitam, mas que esse trabalho esteja sustentado nas fundações do trabalho real. trabalharnos para trabalhar, que o trabalho nos trabalhe, nos aperfeiçoe dia a dia, para que ele seja cada vez mais um reflexo do Cristo e menos de nós mesmos, porque pouco temos a dar de nós próprios. É preciso que o Cristo se engrandeça em nós. E isso só abrindo espaço e só abre espaço aquele que se renova. Então veja como é importante esse ponto aqui, porque muitos de nós, ao longo dos séculos temos nos perdido por um extremo, considerando-nos inúteis, nada fazendo, nos inviabilizando. Mas muitos outros temos nos perdido pelo outro sistema, trabalhando num monte no seio do cristianismo, mas não não nos trabalhando quase nada. Então, é preciso encontrar a postura do meio, do equilíbrio daquele que reconhece a sua potencialidade, a sua possibilidade de ser útil, mas reconhecendo também as suas fragilidades, imperfeições e a necessidade de melhorar-se a cada dia. Essa é uma das outras lições que ressalta da própria parábola do filho pródigo. Porque como é que ele volta ao pai depois de cair em si? Ele vê: "Puxa, eu tenho muita imperfeição isso, mas eu acho que eu posso corrigir isso trabalhando. Eu vou voltar pro meu pai e vou pedir para trabalhar." Essa é a postura de muitos trabalhadores que chegam à casa espírita mais maduros, né? Bom, eu reconheço que tem perfeições, mas que isso não
ndo. Eu vou voltar pro meu pai e vou pedir para trabalhar." Essa é a postura de muitos trabalhadores que chegam à casa espírita mais maduros, né? Bom, eu reconheço que tem perfeições, mas que isso não inviabiliza o estar ou buscar estar mais próximo do meu pai e que justamente o trabalho será esse caminho. Ao passo que qual era a posição do filho mais velho? Eu sempre fiz a sua vontade. Eu sou o trabalhador pronto. Eu sou o suprassumo. Qual dos dois entrou primeiro na casa que representa o reino? O que equivocou-se o monte, mas não desistiu. Caiu em si, reconheceu as suas imperfeições, mas não deixou de buscar no trabalho a sua redenção, o seu aprimoramento. Então, a postura do trabalhador é a postura do filho pródigo. Caiu em si, tropeçou muito. A cada novo tropeço reconhece, se ergue de novo e volta à jornada em busca do Pai pelas vias do trabalho, do esforço de trabalho com Jesus. Então, esse é o é o caminho do meio que nós precisamos encontrar. E o espírito que consegue encontrar essa linha tênue pela qual nós caminhamos entre esses dois extremos, torna-se ele, dizem, algo admirável do ponto de vista da espiritualidade superior. Ele tem uma mensagem curtinha, Emanuel, no livro de Respostas, capítulo 22. O título é assim: Admiráveis. Ele fala: "São admiráveis todos os trabalhadores, os espíritos nobres e retos que militam com grandeza na causa do bem. São admiráveis. Mas não são menos admiráveis aqueles que se reconhecem frágeis e imperfeitos e que caindo e erguendo-se muitas vezes nas trilhas da vida, às vezes sob a chuva de censuras e de críticas, resistem sempre à tentação do desânimo, não desistindo de trabalhar. Olha que lindo isso, gente. A irana tá dizendo o seguinte para nós aqui do alto, tão bonito é ver um trabalhador já mais maduro, já mais consolidado, nobre, reto, que milita com grandeza na causa do bem. Quanto é belo ver o trabalhador ainda imperfeito, frágil, que reconhece isso, que cai ainda, mas que se ergue sempre, que resiste à tentação de desanimar,
eto, que milita com grandeza na causa do bem. Quanto é belo ver o trabalhador ainda imperfeito, frágil, que reconhece isso, que cai ainda, mas que se ergue sempre, que resiste à tentação de desanimar, não desistindo de trabalhar. É um quadro tão belo quanto o mais grandioso dos trabalhadores na seara cristã. Não é isso a essência da história do cristianismo? Quando o próprio Emano definirá, em falando de Madalena, também de Paulo, o evangelho é o código de ouro das vidas transformadas para a glória do bem. É admirável ver a história desses que longe estavam de serem prontos, que muitas imperfeições e tropeços traziam, mas que não desistiram. E com Cristo se alçar a um patamar de lucidez, de maturidade, de amorosidade, de bondade que inspira os que viemos depois, que nos toca, que nos estimula. Essa é a história do cristianismo. E é com esse intuito, por exemplo, que Emmanuel escreve os seus romances. O fato da gente poder acompanhar um Paulo sendo construído é justamente para que vejamos isso. O ser nova criatura é o trabalho que fará. Mas o trabalho entendido nesses termos, não o agir por agir, sem bases, sem inspiração, sem conexão com Cristo, mas o agir lúcido daquele que se reconhece imperfeito, mas útil é o que Paulo tinha em Damasco. Quando a luz do Cristo brilha sobre ele, o que ele vê? O abismo de suas imperfeições e de sua queda moral. Mas então o que ele pensa, Senhor, que queres que eu faça? Como é que eu posso ser útil? É isso. Evangelho no fundo é isso. Quando você se aproxima do evangelho, a luz do Cristo te revela e você vê, então, meu Deus, é isso aqui que eu sou. Ó o tamanho do abismo. Ó o tamanho do buraco, ó o tanto de problema. Mas então deve ressoar lá dentro em nós a perguntinha. Senhor, por onde eu começo? Como é que eu posso ser útil? Porque está aí a chave da nossa redenção. É o que o livro Paulo Estevano nos propicia, acompanhando esse coração passo a passo da sua transformação, nas lutas ingentes por dentro e por fora, para que cada vez mais o Cristo
da nossa redenção. É o que o livro Paulo Estevano nos propicia, acompanhando esse coração passo a passo da sua transformação, nas lutas ingentes por dentro e por fora, para que cada vez mais o Cristo encontrasse espaço dele e o seu agir fosse moldado por Jesus, para que cada vez mais ele fosse pelo trabalho uma nova criatura em Cristo. Essa é a história de Paulo e ele descreve isso tão lindamente em suas cartas. Ele tem um versículo na segunda carta aos Coríntios, que eu acho que ele sintetiza de maneira poética toda essa nossa reflexão, que ele vai dizer assim: "Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que o poder ou a excelência desse poder seja de Deus e não nossa. É bonito o símbolo, né? Paulo escolhe para representar o trabalho que ele realizava e por extensão, o trabal o trabalhador cristão, ele escolhe o símbolo de um vaso de barro. E o que que caracteriza um vaso de barro? Extremamente frágil, mas eminentemente útil. Não é a nossa condição. O vaso de barra, ele é extremamente frágil. Mas se bem conduzido pode ser extremamente útil, por exemplo, a transportar a água da vida. E é isso que Paulo dizia então a seu respeito. À medida que o trabalho crescia, ele era mais conhecido e alguns às vezes até passavam do ponto reputando aquela glória a ele e não ao Cristo. Ele disse: "Meu amigo, eu sou um vaso de barro. O que eu transo não me pertence. Essa excelência, essa glória não é minha, mas é que eu tenho me esforçado para ser um vaso de barro cada vez mais puro, para contaminar menos a água viva que me foi dado transportar. Então eu sou frágil, mas eu aprendi a ser útil e com isso eu vou seguindo com Jesus. Porque o que faz também o vaso de barro? Põe um pouco de água no vaso de barro, espera um tempo. Quando você volta, parte da água sumiu. Para onde foi essa água? Pro vaso. Aquele que transporta a água a absorve. Aquele que se propõe a trabalhar com Jesus, embora a fragilidade, daqui a pouco vai se vendo cada vez mais preenchido por ele. E aquela fragilidade
a? Pro vaso. Aquele que transporta a água a absorve. Aquele que se propõe a trabalhar com Jesus, embora a fragilidade, daqui a pouco vai se vendo cada vez mais preenchido por ele. E aquela fragilidade vai sendo transmutada, o coração vai se fortalecendo em Cristo, mas justamente porque ele a todo tempo lembrava que era um vaso de barro, humildade. O reconhecimento das nossas fraquezas, gente, o estudo de nós mesmos é a maior segurança que nós podemos ter para não nos transvirarmos. Por isso os espíritos falam tanto, tu conhece a ti mesmo. Sem isso, daqui a pouco a gente tá lá no pináculo. De novo, Paulo, de novo, a segunda carta aos Coríntios, ele diz que tinha um espinho na carne e ele falou que orou a Jesus para que afastasse o espinho na carne. E Jesus responde a ele: "Não, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Então Paulo conclui assim: "Pois bem, então quando sou fraco, então sou forte". Olha a sabedoria espiritual disso. Que que é o espinho na carne? Não sabemos. Era algum problema que ele ainda trazia, alguma questão moral que o incomodava, alguma imperfeição sua que era o espinho a todo tempo, lembrando, você ainda é humano, você ainda imperfeita. Ele pede, Senhor? E Jesus fala: "Não, isso aí está aí para lembrar lembrá-lo da sua condição." E é justamente reconhecendo que há espinhos ainda, que há imperfeições. É aí que abre-se espaço para o Cristo. Porque aquele que se crê pronto, como o filho lá mais velho da parábola. Não, eu sou, eu sempre atendi a sua vontade. Ele tava mais distante que o irmão mais novo. A condição dos fariseus. Jesus diz aquela frase conhecida: "Eu vim para os enfermos e não para os sãos, aos fariseus". E a gente fica pensando, ah, então quer dizer que ele disse que os Ele queria dizer que os fariseus eram sãos? Não. Ele tava dizendo apenas que eu vim para aqueles que já se reconhecem, enfermos. Os que ainda não reconhecem não tem como ajudar muito ainda. E era o caso dos fariseus. Não é que eles eram sãos, é que eles se viam, se achavam sãos.
vim para aqueles que já se reconhecem, enfermos. Os que ainda não reconhecem não tem como ajudar muito ainda. E era o caso dos fariseus. Não é que eles eram sãos, é que eles se viam, se achavam sãos. Mas longe estavam de selo. Por isso o espinho na carne, por isso a convivência difícil que lembra as nossas imperfeições. Por isso os reves que lembram ainda o quanto precisamos trabalhar, paciência, serenidade, resignação, é nisso, reconhecendo isso, que o Cristo encontra espaço para crescer em nós. E é daí que nasce a nossa fortaleza. Por isso a frase de Paulo que soa, né, contraditória. Quando sou fraco, então sou forte. Porque quem se crê forte demais está longe da verdadeira fortaleza. Querem um exemplo? Pedro, que que ele falou para Jesus? Se preciso for, eu vou até a morte com você. Os outros aí, ó, uns ingratos, deixaram você lavar os pés deles, tal. Pedro se colocando como o mais forte, o mais fiel dos discípulos. Que que Jesus falou para ele? Pedro, Pedro, esta noite ainda notarás que o homem no mundo é mais frágil do que perverso. Pedro, você ainda não acessou suas fragilidades, mas a vida te mostrará. E só então você poderá construir a verdadeira fortaleza. Porque o Pedro, rocha, rocha de sustentação do cristianismo que nós conhecemos, começa da negação pra frente. Claro que antes ele recebeu material, né? Mas o trabalho maior é dali paraa frente, quando ele teve o primeiro contato mais profundo com as suas fragilidades. Ali Jesus encontrou agora uma porta aberta. Porque antes Pedro estava muito cheio de si. E quem está cheio de si, pouco espaço há para o Cristo. Pouco espaço há para a aplicação da verdadeira, como diz Emano, verdadeira e segura fórmula de ascensão. De novo, no livro Rumo Certo, agora, capítulo 54, irmano tem uma mensagem chamada Mais com Jesus, em que ele, entre outras coisas, vai tratar disso, desse processo gradual de transformação, das tantas limitações, imperfeições que ainda temos, mas como elas não podem ser tomadas por nós como um impecílio, um
, entre outras coisas, vai tratar disso, desse processo gradual de transformação, das tantas limitações, imperfeições que ainda temos, mas como elas não podem ser tomadas por nós como um impecílio, um obstáculo. Porque ele diz assim: "Mais cedo ou mais tarde, a criatura vai percebendo que Jesus não nos exige prodígios de transformação imediata, nem espetáculos de grandeza, mas sim aplicação no bem passo a passo. Perseverança, uma das frases mais bonitas de Jesus no evangelho, pelo menos para mim. Na vossa perseverança ganhareis as vossas almas. Perseverança, chave, pouquinho a cada dia, o passo a passo de sempre, que vale mais às vezes do que o sprint tentado de maneira abrupta e que culmina depois na exaustão. Porque a jornada do evangelho não é um sprint, não é 100 m. A jornada do evangelho é maratona. E quem sai afobadamente no sprint sem preparação de bases, sem clareza de propósitos, logo a energia acaba. E aí vem a frustração, vem o desânimo, vem o desalento, porque era mais ação do que serviço. Agora a maratona não é aquele que preparou-se porque sabe que a corrida é longa, é passo a passo, é todo dia, é constância. Esse é o trabalhador que vai sendo nova criatura. Então, voltando à mensagem, o emano fala isso. Jesus não pede prodígios de transformação imediata. Ele pede essa aplicação com sentido do bem. E aí ele traz para nós, ao final dessa mensagem o que ele chama ser de a regra de ascensão espiritual segura e verdadeira para todos nós. Ele diz assim: "A cada dia, um tanto menos com os nossos pontos de vista pessoais e um tanto mais com Jesus". Essa é a fórmula mais segura de ascensão, de elaboração, estruturação da nova criatura em Cristo a cada dia, um tanto menos com as nossas cristalizações, com, né, as nossas ilusões, com os nossos pontos de vista muito pessoais, os nossos caprichos, tanto menos com isso e um tanto mais com Jesus. cedo ou tarde as gotinhas de Jesus vão fazendo diferença. Vão sobando-se, sobando-se gota a gota e daqui a pouco a natureza daquele todo já
s caprichos, tanto menos com isso e um tanto mais com Jesus. cedo ou tarde as gotinhas de Jesus vão fazendo diferença. Vão sobando-se, sobando-se gota a gota e daqui a pouco a natureza daquele todo já foi transmutada. E é o que vemos passo a passo ao ler o livro Paulo Estevan de Saulo a Paulo, somos presenteados com aquele dia a dia do apóstolo. A cada dia o esforço dele, um tanto menos com o velho Saulo, impetuoso, abrupto, às vezes até agressivo, né? Às vezes insensato e um tanto mais com Jesus. mais paciência, mais amor, mais compreensão, a ponto de um dia poder dizer ele e nós também poderemos um dia sem qualquer pretensão. Já não sou mais eu quem vive, é Cristo que vive em mim. Porque é onde nós iremos desaguar. regatos e rios que somos, todos nos direcionamos a isso, a presença viva do mestre em nós. Quando para ele abrimos espaço, menos de nós, menos cheios de si, mais cheios de Jesus. é o que o trabalho nos proporciona por meio dos desafios que nos apresenta, das disciplinas que nos propõe, das mudanças a que nos impele. Isso é a seara do trabalho, do serviço com Jesus no Espiritismo ou em qualquer parte. Então, ante essa que é uma questão central para todos nós, meditemos nisso. Não pequemos pelos excessos, nem a inutilidade, nem a presunção. A centralidade da humildade com a disposição da boa vontade. fez o caminho para sermos a cada dia e um dia indefinitivo as novas criaturas em Cristo que almejamos ser para que tenhamos enfim a alegria de podermos dizer: "Já não somos mais nós quem vivemos, mas é Jesus que vive em nós." Que ele nos abençoe a sempre, muita luz e muita paz. >> É uma pena que o relógio aqui na comunhão não para, né? Eh, nós queremos agradecer também os nossos irmãos que estão nos acompanhando pela TV Comunhão e que mandaram mensagens de bastante carinho pro Artur, puxando um pouquinho a sardinha lá de Minas Gerais. pessoal de Nova Lima, Juiz de Fora também, os nossos irmãos de Pernambuco, Petrolina, nossos irmãos lá em Manaus, no Amazonas
nte carinho pro Artur, puxando um pouquinho a sardinha lá de Minas Gerais. pessoal de Nova Lima, Juiz de Fora também, os nossos irmãos de Pernambuco, Petrolina, nossos irmãos lá em Manaus, no Amazonas e nossos irmãos de São Paulo, paulistas que estavam presentes aqui nas mensagens amorosas que nos enviaram. Muito obrigada. Para que a gente então possa encerrar, né, agradecer, eu convido a nossa vice-diretora do da diretoria de atendimento e orientação, Rutdaia, para fazer a nossa prece e as palavras finais aqui do nosso momento. A Patrícia esqueceu de falar que tem uma pessoa lá da Argentina que mandou um abraço, viu, Artur? E lembrando que é dessa pessoa na Argentina, a gente vai encerrando também lembrando de uma grande cantora da Argentina que a Mercedes Souza e ela diz: "Graça a La Vida". É uma música bela e a gente hoje tem que agradecer essa vida, essa vida dada por Deus, essa vida que Jesus falou: "Deixa que eu tomo conta daquele povo lá, eu ensino para eles o caminho do amor." E hoje, graças a Artur Valadares, que trouxe para nós a importância do trabalho, do trabalho feito com amor, do trabalho feito com a união de cada um. E esse trabalho ele é muito importante. E hoje eu falei: "Nossa, tem que começar a rever e amar da o tanto que eu dou conta, o dou tanto que eu dou conta a todos eles." Eu acho que essa mensagem tá no coração de cada um de nós. Então a gente agradece imensamente a esse Deus pela nossa vida em abundância, a Jesus por esse mestre, amigo, companheiro de todos os minutos, de todos os minutos, ao nosso guia protetor, nosso anjo da guarda, que se prontificou a nos ajudar nessa nossa caminhada e ao Artur, porque ele aceitou, ele falou sim para nós há uns meses atrás E quando ele falou assim, a gente nem sabia de tanto de bênçãos que nós iríamos receber nesses dois momentos aqui na comunhão. Então a gente agradece, agradecemos a vocês que estão aqui presente, né, com essa energia tão maravilhosa que com certeza tá sendo aproveitada para trabalhar tantos outros irmãos
tos aqui na comunhão. Então a gente agradece, agradecemos a vocês que estão aqui presente, né, com essa energia tão maravilhosa que com certeza tá sendo aproveitada para trabalhar tantos outros irmãos necessitados dessa energia refazedora. Isso foi o que eu aprendi aqui na comunhão, né? E aqueles que estão nos ouvindo também recebe da mesma forma. Então nós só temos que agradecer só. Mas eu vou abrir uma exceção e vou pedir um pedido pequenininho a Bezerra de Menezes, a José Grosso e por que não Euripes Barçanufo? Tem que pedir ele também que traga Artur de volta, que ele possa aceitar novamente o convite quando a ele for feito. Não vai ser hoje, nem amanhã, mas depois de amanhã, né? Então, muito obrigado, Artur. Muito obrigada a Deus, pai de misericórdia, a essa casa que nos acolhe tão bem, mas tão bem. é o nosso lar, é o nosso hospital, é a nossa, é a nossa escola, né? Hoje nós aprendemos, hoje fomos alunos, com certeza ainda não tão perfeitos que nós estamos caminhando, mas muito obrigada e que a doce paz de Jesus fica no coração de cada um de vocês. Uma boa noite. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando
[música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,
vem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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