COMO MUDAR? Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/07/2025 (há 8 meses) 44:36 2,715 visualizações

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Transcrição

Qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi? Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. >> Olá, pessoal. Boa tarde a todos nós que estamos aqui conectados com o Cristo, quer seja presencialmente, quer seja virtualmente, de uma maneira ao vivo aí na hora do almoço, literalmente nessa comunhão espírita para mais um momento de reflexão à luz do evangelho do Cristo trazido pela lupa do Espiritismo. Eu separei aqui uma mensagem pra gente ler, para fazermos uma reflexão a respeito da paciência. Esse livro é um livro de uma psicografia de Divaldo Franco pelo espírito de Joana deângeles, intitulado Vida Feliz, que esse livro foi me dado de presente por uma pessoa chamada Pedro, que é um colega que passou por nós na turma do estudo sistematizado da doutrina espírita e nos deu a bênção de ter acesso a esse texto. que como leitura preparatória, eu vou trazer um texto aqui a respeito de paciência, que a depender dos nossos processos, é um sentimento, um pensamento que é como se fosse um ponto de intercessão nos nossos corações. E daqui a pouco eu vou falar os contextos da paciência nas nossas vidas. Vamos ao texto. A paciência é virtude que te auxiliará na conquista dos bens do corpo, da alma e da sociedade. Ela ensina a técnica de como deve se aguardar quando não se pode ter imediatamente o que se deseja. Jamais te irrites. A paciência te auxiliará a tudo vencer. Vamos já já comentá-lo, mas antes vamos fazer uma prece inicial que se destina, não que vá conseguir a acalmar os nossos corações. Quem quiser fechar os olhos, fica à vontade. É facultativo. Particularmente eu estou de olhos abertos. Amado mestre Jesus, que nos próximos minutos eu possa efetivamente ter uma conexão com a tua obra, com o teu evangelho que tanto me ensina, que tanto me faz algumas vezes ficar curvado com a mão na cabeça, como se fosse esperando uma resposta,

s eu possa efetivamente ter uma conexão com a tua obra, com o teu evangelho que tanto me ensina, que tanto me faz algumas vezes ficar curvado com a mão na cabeça, como se fosse esperando uma resposta, como como se fosse esperando uma consolação, que eu possa me sentir no momento atual que eu estou passando, a depender da situação, se for uma aflição, como mais uma ovelha perdida que você tanto procura. que eu consiga ter na doutrina espírita um candieiro que vem iluminar os meus caminhos, um bom pastor que venha apacentar as minhas aflições. Com essa prece damos por iniciados os trabalhos da tarde de hoje. Eu quero desejar boa tarde pra Giovana, pra Edleusa lá do Rio de Janeiro, pra Juliana. Juliana nos acompanha nos episódios diários. Um abraço, Juliana, pra Jessonete também. O tema de hoje ele se destina a fazer uma reflexão interna. Como mudar? A resposta não é fácil. Porque nós estamos em um processo de constante mudança. A proposta do espiritismo nos traz o viés do tempo. Tempo de errar, tempo de cair, tempo de ficar atônito, tempo de chorar, mas principalmente tempo para se reerguer. Por que tempo para se reerguer? Porque todos nós estamos passando por uma experiência imortal. Temos o resto do tempo para continuar. E segundo relato os espíritos, na terceira parte do livro dos espíritos, na lei de progresso, no nosso processo de evolução, ninguém retroage. Isso significa dizer que agora, eu não vou falar a data nem a hora porque fica aí gravado também na internet, a hora em que nós estivermos tendo acesso a essa intervenção, nós estamos vivenciando a nossa melhor versão aos trancos e aos barrancos, às vezes com dores que nem ainda estão cicatrizadas. E as dores da alma, elas levam o corpo algumas vezes lacrimejar, em outras não. Porque a depender da situação que nós estivermos passando, nenhuma lágrima pode expressar um sofrimento. Ou de tanto nós chorarmos, nem lágrima mais tem. Só o rosto inchado como se fosse de uma picada de um maribundo. Mas Jesus se propõe a nos.

rmos passando, nenhuma lágrima pode expressar um sofrimento. Ou de tanto nós chorarmos, nem lágrima mais tem. Só o rosto inchado como se fosse de uma picada de um maribundo. Mas Jesus se propõe a nos. Jesus se propõe a nos. E se tem algo que o ser humano, independente da religião, se depara momentaneamente e ciclicamente, é com um sentimento chamado arrependimento. Quando a gente cai intimamente nos nossos erros, não é aquele momento em que a gente erra, o outro às vezes critica e a gente por um processo de orgulho, por um processo pessoal, não dá o braço a torcer. Aqui estamos falando do arrependimento íntimo tratado por Allan Kardec na primeira parte de o livro Céu e Inferno, como uma força gravitacional. Ore, o arrependimento íntimo é uma força que nós temos lá de dentro. E a partir dele é como se o nosso corpo, como se a nossa psiquê, como se o nosso perespírito, como se toda a nossa estrutura corpórea entrasse em ebolição como um vulcão, a se transformar em erupção, não em uma perspectiva da irritação, que às vezes a gente utiliza esse exemplo e associa os processos de irritabilidade. Não, mas aos processos que nós temos de nos encontrarmos consigo. Se tem algo que o Espiritismo me ensina ao longo de alguns anos, é que não existe sensação de tempo perdido, porque todo tempo é tempo para nós aprendermos. E muito embora isso aparente ser parpo furado, não é que o digam, por exemplo, as nossas reuniões mediúnicas aqui na comunhão espírita de Brasília, que diariamente retratam, relatam, vivenciam e acolhem espíritos arrependidos. que o digam, por exemplo, os nossos trabalhadores reencarnados, que também diariamente acolhem espíritos reencarnados, que somos nós na matéria, em processo de burilamento, em processo de arrependimento. Falando ainda em atendimento fraterno, recentemente a nossa casa inaugurou esse serviço também aos domingos. Então, nós temos também domingo à tarde a perspectiva do atendimento fraterno. E às vezes no nosso processo de arrependimento, a gente tenta mudar,

ssa casa inaugurou esse serviço também aos domingos. Então, nós temos também domingo à tarde a perspectiva do atendimento fraterno. E às vezes no nosso processo de arrependimento, a gente tenta mudar, mas a gente não consegue, porque a mudança requer tempo. E a mudança, conforme retrata o texto na leitura preparatória, requer paciência. Em uma perspectiva psicológica, nós sucumbimos de maneiras semelhantes e não iguais, porque a eternidade nos demonstra que não existe uma situação igual à outra. Não existe. A gente pensa que existe num cagoete, ah, errei de novo, é a mesma coisa. Ó, o dedinho passa longe de ser. Porque nós estamos em um processo constante de interação, tanto social como principalmente espiritual. E às vezes a gente vai sucumbindo por determinado vício, por determinada má paixão, por determinada inclinação que nós temos em relação ao comportamento. E é muito difícil desapegarmos daquele padrão de pensamento. A gente tenta, tenta, tenta, passa um tempo, acaba caindo. Tenta, tenta, tenta. Passa um tempo, acaba caindo. E a gente tem um cagoete a dizer que a carne é fraca. Aí vem Allan Kardec no livro Céu e Inferno com um texto maestral. Maestral intitulado A carne é fraca. E aqui eu vou falar um pouco sobre esperança, porque a primeira vez que eu li esse texto, a primeira vez que eu tive acesso a esse texto, foi uma palestra que eu fui fazer no sábado de carnaval. Aí quando me passaram um tema que eu vi a carne é fraca, não sabia que tinha um texto, respirei fundo e me perguntei: "Meu Deus, o que é que eu vou falar?" E nada melhor do que estudar. Nesse texto, Kardec vem dizer o seguinte: ele traça a perspectiva da imortalidade. Ele junta a perspectiva da pluralidade, das reencarnações e vem falar no desenvolvimento do espírito. É um texto grande que a gente resume ou tenta resumir com o seguinte tópico frasal: "A carne não é fraca. A carne é matéria e sofre as influências do espírito. A lei de liberdade, quando a equipe do espírito de verdade vem construir o

me ou tenta resumir com o seguinte tópico frasal: "A carne não é fraca. A carne é matéria e sofre as influências do espírito. A lei de liberdade, quando a equipe do espírito de verdade vem construir o nosso processo de desenvolvimento de raciocínio, que tem lá liberdade de pensamento, liberdade de consciência e livre arbítrio, ela vem trazer uma perspectiva estratificada. Andar por andar vem nos ensinar o nosso processo evolutivo, por exemplo. que a respeito das nossas paixões, a respeito dos nossos vícios, a respeito das nossas más inclinações, Jesus traz um recorte no Evangelho de Marcos, que muitas vezes a gente se restringe só a primeira parte da frase, só o primeiro período. Orai e vigiai para não caires em tentação. A gente para ali, mas tem um complemento, vírgula. Orai e vigiai para não caires em tentação. Vírgula, porque o espírito está pronto, mas a carne é fraca. O espírito está pronto para reencarnar. Estar pronto em uma perspectiva reencarnatória é muito diferente do que estar preparado. Porque dizem as obras de André Luiz que o ciclo da vida é mais ou menos assim. A gente vem, passa pouco tempo nessa perspectiva reencarnada e volta pra pátria espiritual de onde nós saímos, o nosso CEP originário. E quando a gente volta, a gente passa por um processo de aprendizado como se fosse um cursinho espiritual. A gente vai sabendo em um processo de autão que nós somos seres limitados e nós passamos por um processo meticuloso de planejamento, planejamento reencarnatório. E o livro dos espíritos, na segunda parte, registra a respeito de provas e expiações que nós, a depender da nossa lucidez e consciência, conseguimos participar do nosso processo de planejamento. A depender do nosso desequilíbrio, quem participa são os mentores. Independente do contexto, quando a gente tá voltando, nós escolhemos o gênero das provas. É como se fosse uma diretriz. Um exemplo, vou reencarnar no Brasil. Ponto. Ali é um gênero. E quando a gente reencarna, que nós vamos vivenciando o nosso processo da

ós escolhemos o gênero das provas. É como se fosse uma diretriz. Um exemplo, vou reencarnar no Brasil. Ponto. Ali é um gênero. E quando a gente reencarna, que nós vamos vivenciando o nosso processo da lei de sociedade, que vamos tomando decisões, a coisa muda e muito. Muito cuidado para não cairmos em um cagoete de karma. Ah, que era para ser assim, porque Deus quis assim, que eu participei de um planejamento reencarnatório. Eu tô sofrendo porque eu preciso resgatar. Muito cuidado com isso, porque quando a gente interpreta o evangelho na sua amplitude, a gente ressignifica algumas palavras, como é o próprio sofrimento. A gente tá aqui para aprender. Porque se Deus realmente é bondoso, justo, bom e misericordioso, ele quer que quem sofra? nini guengem, ninguém. A gente passa por processos de aprendizado. E se tem um que nós ainda estamos engateando como se fosse um obra espiritual, é a perspectiva de espiritualizar o pensamento, de acreditarmos em Deus, uma força ainda indescritível e inteligível. paraa nossa percepção neurossensorial que está no comando de tudo. Um dos grandes desafios que nós temos é espiritualizar o pensamento. Porque quando a gente espiritualiza o pensamento, nós transpomos os nossos problemas. E para quem porventura também seja espírita, tem como se fosse uma cereja do bolo, que além de entregarmos a Deus, nós sabemos pela lei do trabalho que nós temos a oportunidade de arregaçarmos as mangas e trabalharmos de acordo com as nossas limitações. Não nos enganemos, nós somos seres limitados. No capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, quando Kardec traça a questão da evolução espiritual e ele vem trabalhar uma das bem-aventuranças, que é a bemaventurança que a gente menos entende, que é a justiça das aflições. Porque quando a gente passa por um processo de sofrimento, a última coisa que faz sentido é a seguinte: abre aspas. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Fecha aspas. Não tem sentido nenhum aqui, mas nada melhor do que o tempo,

o de sofrimento, a última coisa que faz sentido é a seguinte: abre aspas. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Fecha aspas. Não tem sentido nenhum aqui, mas nada melhor do que o tempo, nada melhor do que o pensamento imortal. Porque quando nós nos colocamos em evidência no pensamento imortal, nós podemos perceber que fazemos parte de um todo. Um todo que vem ao longo de milhares de anos, que é a nossa história enquanto espírito imortal, e um todo ainda por porvir, que é a caminhada que nós faremos. E logo no comecinho do capítulo 5, Kardec tem dois textos, causas anteriores e causas atuais das aflições. E ele vem desmistificar um pensamento, a lei abre aspas do karma. Tô sofrendo porque eu preciso sofrer. Tô sofrendo porque eu resgato por Deus. Não, nós temos sim os nossos processos. Porque a questão 171 de livro dos espíritos registra que a reencarnação é uma oportunidade que Deus nos dá para nós nos reencontrarmos com a justiça dele. Muito cuidado no nosso processo de comparação, ainda mais quem porventura vive dentro de um celular em uma rede social numa vida alternativa. A proposta do Cristo é seguirmos o seu caminho. Jesus nem sequer pede para sermos igual a ele, porque ele sabe que a gente não dá conta. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Se quiseres me seguir, negue a si mesmo, tome a sua cruz e me segue. Jesus respeita o nosso processo de individualidade. E às vezes a gente tá se deparando em uma situação, pode ser uma situação num emprego, pode ser uma situação sem emprego, pode ser um conflito numa vida conjugal, pode ser uma um processo de desilusão amorosa que a gente quer dar um cavalo de pau na vida e pensa que vai resolver a vida em um cavalo de pau. Não resolve. A vida é como fosse um contagotas de pedacinho por pedacinho. Porque nós funcionamos, a nossa construção neurológica funciona através de padrões de pensamento. Não são nem pensamentos, são padrões. São emanações que se repetem, são hábitos, são rotinas. E para nós sairmos de uma rotina requer muito

rução neurológica funciona através de padrões de pensamento. Não são nem pensamentos, são padrões. São emanações que se repetem, são hábitos, são rotinas. E para nós sairmos de uma rotina requer muito esforço, mas é muito esforço que o diga, por exemplo, a frase célere, segundo eu começo uma dieta. como se esperar segunda-feira. Quando fosse chegar a segunda-feira, é como se fosse uma nave da Xuxa pousada, a gente ia entrar e todo mundo ia se resolver. Não. E quando nós tivermos uma ideia para mudarmos os rumos da nossa vida, comecemos com o primeiro passo. O primeiro que não é nem a vontade ainda, é a força da vontade. É a força de ter vontade. Porque quando a gente muda ou tenta mudar a estrutura do pensamento, é como se a gente girasse uma chave. Ou para quem é do final da década de 90, como se a gente girasse o matrix. E a gente tem que se observar. Em relação ao tempo, por exemplo, nós temos uma perspectiva de pensarmos a vida futura. Não, a vida futura, o que é que eu vou fazer no final do ano? Para onde eu viajar? Onde eu vou passar minhas férias? Não. A vida futura em uma perspectiva mais ampla. E tem um texto de Allan Kardec no capítulo 2 do Evangelho Segundo Espiritismo maestral chamado a vida futura. E o que é que vem ser a vida futura? É a vida espiritual. São as palavras de vida eterna que Jesus nos dá de presente. Por que palavras de vida eterna? Em tem um livro com esse título. Por que palavras de vida eterna? Porque o reino de Deus é uma riqueza que nós construímos dentro do nosso coração e não tem nenhum viés material, não tem nenhum viés pontual, não tem nenhum viés de tempo cronológico. O reino de Deus nos nossos corações é algo muito íntimo. Por isso que toda vez que Jesus vem falar no Evangelho pelos quatro, Mateus, Marcos, Lucas e João, no reino de Deus, ele nunca fala, eu posso até est errado, nunca é uma palavra muito pesada. Talvez, talvez Jesus não fale o reino dos céus é o reino dos céus se assemelha a o reino dos céus se parece com aí começa

us, ele nunca fala, eu posso até est errado, nunca é uma palavra muito pesada. Talvez, talvez Jesus não fale o reino dos céus é o reino dos céus se assemelha a o reino dos céus se parece com aí começa a contar as historinhas. Porque Jesus provoca na gente a nossa imaginação, que ele sabe que nós somos seres imortais. E ele vem sugerir, ele vem propor, por uma perspectiva indutiva que nós reflitamos o que é o reino dos céus. E se tem algo que o reino dos céus fala, é que nós temos uma incrível capacidade de mudar. Mas para isso, conforme retrata Joaninha, Joana deângeles aqui nesse texto sobre paciência, nós devemos aprender a aguardar porque não podemos ter imediatamente o que desejamos. Se tem algo que as pessoas maduras falam, e é muito bom aprender com pessoa madura, se tem algo que pessoas maduras falam, é a respeito do tempo. Porque quando a gente tá em um turbilhão de problema, a gente não consegue ver nada além daquele turbilhão. Vou fazer aqui uma dinâmica mais estática e não a dinâmica de de sala de aula. Quando a gente tá em um problema, a gente fica tão preso a ele que a gente não consegue olhar nada em volta. Para quem porventura seja espírita, quando a gente passa por um problema, talvez a gente pensa, vou pro centro, acho tem uma palestra, tomar um passe, aí vem, aí passa depende da palestra 25, 30, 50 minutos. E o problema aqui latejante, a gente vai pra cabine de paz e o problema continua. A gente pensa que nada foi feito. Mas é, André Luiz registra na obra Nos domínios da mediunidade que todo centro espírita sério tem uma preparação prévia. Às vezes, por exemplo, a gente tá num processo individual, meu Deus, como mudar? Como mudar? Não consigo. Como mudar? Aí vem uma intuição. Vá pro centro espírito assistir uma palestra. O atendimento já começa dali. Já começa dali. E se tem algo, uma característica que nos é muito marcante, mas é muito tímida, essa característica não é nos é muito marcante, embora tímida a respeito da mudança. É empatia. aceitar o outro como ele é e não como

, uma característica que nos é muito marcante, mas é muito tímida, essa característica não é nos é muito marcante, embora tímida a respeito da mudança. É empatia. aceitar o outro como ele é e não como nós queremos que ele seja. Porque o outro, por incrível que pareça, não foi feito para nos servir. Sinto muito em dizer, o outro, assim como nós, foi feito para se socializar. No espiritismo, quando a gente passa por um processo de tratamento espiritual, alguém aqui já passou por um processo de tratamento espiritual? Alguém também já repetiu? Se ficar com vergonha, passa a mão na cabeça. É bom demais principalmente repetir, meu Deus, de novo. Quando a gente vai para um processo de tratamento espiritual, a primeira recomendação que a gente tem, leitura edificante. Aí lá vai, compra um monte de livro, é bom que ajuda na livraria. Aí durante muito tempo, leitura edificante, leitura edificante. E certa vez eu parei para pensar no sentido de leitura edificante. Qual o sentido disso de ler essa ruma de texto? Ruma é um um um linguajar nordestino que se edifica muito, um bocado, como chama aqui em Goiás, um trem, um trem de texto, essa ruma de texto. Aí pensando, pensando, me inquietei, fiz uma reflexão. Leitura edificante significa construirmos outra casa mental, desapegarmos do padrão de pensamento que nos levou àquela queda. Aí vem Jesus. Tudo tá no evangelho. Construção da casa sobre a rocha. Quando fores construir uma casa, não faça como as pessoas imediatistas que constróem a casa sobre a areia. Tendes paciência, tenderação, construa a casa sobre a rocha. Leitura edificante é um hábito mental que nós precisamos mudar. A mudança efetiva, corpórea, de comportamento, de frequentarmos outros ambientes, parte do nosso pensamento. E a questão 90 do livro dos espíritos traça um grande exemplo do quanto é importante a força da vontade. Os espíritos dizem mais ou menos assim: "Ah, se vocês soubessem o que é a vontade, né?" Então, nessa perspectiva de quando, como mudar, devemos ter em mente o tempo,

o é importante a força da vontade. Os espíritos dizem mais ou menos assim: "Ah, se vocês soubessem o que é a vontade, né?" Então, nessa perspectiva de quando, como mudar, devemos ter em mente o tempo, a esperança e a fé. Porque quando a gente traz a fé pro nosso coração, e aqui a gente já se encaminha pro final, a gente tem a perspectiva de pensar que somos sim cocriadores, não de fazermos uma situação aqui que mude tudo água pro vinho, que nós ainda não temos esse padrão fluídico, mas de acreditarmos em si e termos em mente a seguinte frase: Abre aspas, trabalha para Jesus, fecha aspas. Para finalizar, vou contar uma historinha aqui do livro Contos Deste de Outra Vida, que é uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito de Humberto do de Campos, intitulado Em nome de Jesus. É a história de João Rigueira. Era uma pessoa que desencarnou e deixou uma filha. Aí João Rigueira foi recebido pelos mentores e disse: "Eu quero trabalhar para Jesus. Quer?" Quero. Tem certeza? Tenho. Que eu quero mudar. João, se você quer mudar, você tem que trabalhar. Assina minha carteira aí e me coloca no centro espírita, mas na perspectiva, na perspectiva espiritual. E João tinha deixado a sua filha no orfanato, quer dizer, com amigo. Aí quando João desencarnou, o amigo deixou a filha no orfanato. E João meio que não entendia essa situação. E querendo mudar, querendo se aperfeiçoar, João conhece uma família que funda um centro espírita e João vira o mentor da casa e a família ajuda todo mundo. Todo mundo. Aí João vê a sua filha no orfanato. A menina foge do orfanato e vai trabalhar em uma casa em condições insalubres. E João tentando chegar aquela menina tentando chegar. E aqui o recorte do texto quando ele consegue chegar é quando ele insiste mentalmente. E aqui é um exemplo como os mentores insistem mentalmente com a gente. Aí ele insiste mentalmente, consegue acessar a filha. Vá lá, vá lá naquele centro espírita e peça ajuda. A menina foi lá, bateu a porta, tô com campainha. Naquela época não tinha interfone, tô

gente. Aí ele insiste mentalmente, consegue acessar a filha. Vá lá, vá lá naquele centro espírita e peça ajuda. A menina foi lá, bateu a porta, tô com campainha. Naquela época não tinha interfone, tô com a campainha, bateu palma e pedi uma ajuda. E a médium que dava passividade por intermédio de João, foi atender a menina e disse: "Não, menina, sai daqui, vou ajudar ninguém não". Aí João viu e na perspectiva íntima dele, ele queria mudar para se aperfeiçoar. João viu aquela situação, ficou indignado, muito triste. Aí foi conversar com o mentor Nicésio. Nissésio, faz 20 anos que eu tô aqui nesse centro ajudando. Aí coloco minha filha aqui nessa perspectiva que eu tô querendo mudar, que eu tô querendo me melhorar. E eles não ajudam a minha filha. Aicésio vira para João. João, 20 anos, né? É 20 anos. 20 anos trabalhando com Jesus, né? É. 20 anos. 20 anos aprendendo como mudar. É. 20 anos aprendendo como mudar. E agora tu se depara aí com essa situação, né, João? É, me deparo. E agora a Inicésio olha para João assim. com olha 43 e de João, deixa eu te falar uma coisa, se a gente quer mudar, independente, independente do processo, das situações em que nós estejamos nos deparando, que trabalhemos para Jesus, porque o trabalho de Jesus é anônimo. É gratuito. Deixe me ver aqui quem tá no nosso canal do YouTube. Boa tarde, Miriam. Tatiana, muito obrigado. Larissa lá de Belém, Eliana e Juliana. É isso, pessoal. Como mudar? Olha só, ninguém tem uma fórmula pronta. Sabe por quê? Porque nós não somos o robôs. Ninguém tem uma fórmula pronta para ajustar a nossa vida. Sabe por quê? Porque só quem sabe da gente é a gente. Só quem sabe das nossas dores somos nós e Jesus. As pessoas que às vezes desacreditam da nossa mudança, nós temos a faculdade do tempo e a força de vontade pra gente mudar. E não nos enganemos. Não nos enganemos. Ninguém muda por ninguém, porque o outro, assim como a gente, tem a sua própria história e vai seguir a sua própria caminhada. A gente tem que mudar por nós, pela

não nos enganemos. Não nos enganemos. Ninguém muda por ninguém, porque o outro, assim como a gente, tem a sua própria história e vai seguir a sua própria caminhada. A gente tem que mudar por nós, pela nossa força de vontade e para Jesus que tanto nos espera. E quando Jesus percebe a gente chegando, ele diz mais ou menos assim: "Meu filho, minha filha, ainda bem que você chegou, que eu já não vi a hora". Era isso que tínhamos para falar no tempo já estourado que nos foi concedido, que fiquemos em paz com Jesus. Vai ter o passe. E agora vamos pra prece final. Amado mestre Jesus, nesse momento de comunhão espírita de Brasília, do mundo, do universo, que nós possamos nos fortalecer na tua obra, que tanto nos ensina amor, que tanto nos traz luz e que tanto nos traz esperanças. Que o teu evangelho possa oxigenar os nossos dias, que o Teu evangelho possa nos servir como se fosse uma brisa bem suave para quem esteja com calor. Porque a partir disso, em um contato íntimo e pequeno com a tua obra, nós, amado mestre, podemos crescer, nos fortalecer e seguir com a nossa caminhada, independente do que nós estivermos passando. Com essa prece, damos por finalizados os estudos da tarde de hoje. Fiquemos em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da

biente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre

egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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