COMO DEUS ATUA? - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/01/2026 (há 3 meses) 1:05:15 1,567 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza de >> Olá pessoal, boa noite. Hoje a proposta é refletirmos sobre a providência divina nas nossas vidas. O tema proposto paraa noite de hoje é como Deus atua. A gente vai falar aqui ou tentar falar dos bastidores divinos nas nossas vidas, que existe muito, muito mais do que a gente pensa, muito mais do que ousemos imaginar. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, receba o nosso abraço de boas-vindas. Aqui é uma casa de oração, uma casa de reflexão e principalmente uma casa de fé. Se você passa por algum processo de dificuldade, por alguma angústia, por alguma aflição, tente refletir a respeito do amor de Deus. tente refletir a respeito dos ensinamentos que Jesus tem paraa gente e tente se fortalecer um sentimento chamado confiança. A confiança em si e a confiança em Deus. E é sobre a confiança em Deus que a gente vai aqui conversar nesses próximos minutos. A nossa reunião pública, ela se divide em três momentos, que o primeiro é a prece inicial. Segundo é palestra propriamente dito. Flávio por aqui tá dando microfonia. E a terceira é a prece final. Flávio é o nosso colega aqui do audiovisual que ele fica ali na cabine sempre solícito aqui no turno tá ele e Lucas agora de noite. E no final tem um passe que não é obrigatório tomar. Então vamos aqui ao nosso momento preparatório, que é a prece inicial. que não precisa ficar de olhos fechados, fica quem quiser. Quem quiser se sentar de uma maneira mais confortável, fique bem à vontade. Como existe espaçamento entre os bancos, pode até se deitar, mas não cochilhe muito. Você não perde aqui esse momento de reflexão evangélica.

ntar de uma maneira mais confortável, fique bem à vontade. Como existe espaçamento entre os bancos, pode até se deitar, mas não cochilhe muito. Você não perde aqui esse momento de reflexão evangélica. Então, que tentemos, tentemos mentalizar Jesus vindo em nossa direção, pedindo confiança em Deus. pedindo um favor paraa gente lhe dar um crédito, lhe dar um voto de esperança para que ele nos ajude de uma maneira efetiva, nos ajude de uma maneira que a gente possa melhorar, que a gente possa se fortalecer. É como se Jesus dissesse aos nossos corações: "Meu amigo, minha amiga, a dor pela qual nós estamos passando hoje aparenta ser insuperável, aparenta ser incompreensível, mas tenhamos paciência, tenhamos prudência, e tenhamos fé que possamos abrir os nossos corações para que o jardineiro do universo, que é Deus, possa plantar várias sementes, várias sementes e que frutifiquem em fortalecimento, em calma, em paz. paz para o nosso espírito. Assim, com essa prece damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Quero dar um boa noite aqui para quem nos assiste do YouTube. Larissa lá de Belém que fez aniversário no dia 11 de dezembro recentemente. Gisaura lá de Minas que tá desejando para todos nós aqui um ano de muita saúde física e espiritual, paz e harmonia. Nossa, que assim seja. Gisauro. A Leate Felipe Wagner. Pedro, Pedro aqui da casa, que legal. Juliana que nos acompanha dos episódios diários e antes o Portugal. Bem, vamos lá falar sobre como Deus atua nas nossas vidas. E a proposta de hoje é que tentemos fazer uma reflexão pro que nos aconteceu hoje, mas é hoje mesmo. Se a gente conseguiu reparar, se a gente conseguiu perceber, porque Deus, por incrível que pareça, ele atua nas nossas vidas de uma maneira muito, muito sutil. Às vezes a gente espera que Deus se plasme aqui do nosso lado, se materialize para resolver os nossos problemas. Às vezes a gente espera de Deus algo bem extraordinário, algo bem repentino. E ao longo da história da humanidade, nós, enquanto seres imortais, já

o, se materialize para resolver os nossos problemas. Às vezes a gente espera de Deus algo bem extraordinário, algo bem repentino. E ao longo da história da humanidade, nós, enquanto seres imortais, já cultuamos o Deus em relação ao tempo, que é o deus trovão, por exemplo. Nós, enquanto humanidade, na época do politeísmo, nós tínhamos inúmeras concepções da divindade. O tempo passa, a gente vem desencarnando, reencarnando e aprendendo na raticidade, no plano espiritual, trazendo a obra de Deus efetivamente pro nosso coração. Vamos mudando alguns conceitos e chegamos aqui à época da maioria da população do planeta Terra, do pensamento monoteísta, que existe um único Deus. um único Deus, mas com diversos significados. A proposta da doutrina espírita nas 10 primeiras questões, por exemplo, do livro dos espíritos, é tentar conceituar Deus e não consegue, porque a gente não tem uma linguagem para simbolizar essa perfeição. um cagoete espírita numa pergunta de bolso, na questão um livro dos espíritos, Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Mas a ideia de uma tribuna espírita não é tá aqui recitando questões, não é estar aqui com vocabulário rebuscado, muito longe disso. Isso nós temos outros espaços para aprofundar conhecimento, como por exemplo o estudo sistematizado da doutrina espírita, o ESD, que é um estudo gratuito que todo centro espírita sério oferece. E aqui na comunhão os nossos encontros, os nossos estudos voltarão aí no mês de fevereiro. É 1 hora e meia a gente escolhe uma vez por semana, vem aqui 1 hora e meia e começa a conversar sobre o espiritismo. A proposta da tribuna espírita é facilitar a linguagem. Em termos de facilitação de linguagem, a maior proximidade que eu posso oferecer aqui em relação ao conhecimento que eu tenho sobre o conceito de Deus, é um conceito trazido por João Evangelista na sua carta, em que ele diz que Deus é amor. é o conceito mais próximo, porque o amor divino por nós é tão grande, tão infinito, tão abundante

eito de Deus, é um conceito trazido por João Evangelista na sua carta, em que ele diz que Deus é amor. é o conceito mais próximo, porque o amor divino por nós é tão grande, tão infinito, tão abundante que ele nos proporciona inúmeras oportunidades, tanto nesta atual reencarnação como no viés do pensamento imortal como um todo. que hoje, sexta-feira, para quem consegue ainda, que eu não consigo mais contar a vida em dias, em anos, a gente tá começando um ano, 2 de janeiro de 2026, fazendo aí votos de nos melhorarmos, fazendo aí promessas no ano novo, como se a nossa conduta fosse mudar na velocidade dos focos de artifício, que tanto comemora aí a passagem O pensamento imortal, ele nos propõe uma reflexão de termos uma ruptura em relação à contagem do tempo. O tempo ele funciona como se fosse uma prisão. Temos aqui, a depender do comportamento de hoje, 50 minutos para falar, temos aí dentro da nossa divisão de espaço um dia que são 24 horas. E aí temos o tempo mais hermético, mais fechado, que é contado aí por minutos, segundos, horas, meses, anos, milênios, o que quer que seja. Mas o tempo efetivo, o tempo que nos vale é o tempo do nosso sentimento, o tempo das nossas percepções. O que é que nós fazemos das oportunidades diárias diárias que nós temos? E hoje vou falar de uma que eu tô tendo agora. Hoje de manhã, saindo da reunião mediúnica. Reunião de medica que eu participo é toda sexta, 7:30 da manhã. Então tava saindo aqui no café que aqui em cima, quem não conhece a lanchonete da comunhão espírita de Brasília não sabe o que tá perdendo. Meu amigo, minha amigo, a comida é boa porque é fluidificado. A gente tem salada de fruta, café, cappuccino, pizza, que agora tem uma pizza lá também, a massa bem fininha, infelizmente acaba. Aí eu tava saindo da reunião mediúnica, aí estavam dois colegas de movimento espírita, Wagner e Anderson, não sei se vocês conhecem, que são palestrantes. Wagner toca aqui um programa chamado Episódios Diários comigo, Flaviana, Cláudia, Anderson tem um programa que ele vai

nto espírita, Wagner e Anderson, não sei se vocês conhecem, que são palestrantes. Wagner toca aqui um programa chamado Episódios Diários comigo, Flaviana, Cláudia, Anderson tem um programa que ele vai abordando o livro Boa Nova, tá tudo no YouTube. Aí eu tava passando para ir embora, aí falou: "Você tem 5 minutinhos, vamos aqui conversar?" Vamos. Foram 3 horas. E quando a gente tava conversando, começou a falar de espiritismo, começou a falar sobre fé e começou a falar sobre providência divina. Não, que eu não consigo perceber a providência divina na minha vida. Eu não consigo, eu não consigo. E lá vai conversar os causos da vida, as coincidências da vida. E a gente teve que ir, porque já era quase meio-dia e a gente tava com inúmeros compromissos, inclusive atrasados. E aí passa o tempo e a gente conversando sobre a proposta espírita da vida para a vida. Porque a proposta espírita para a vida é termos paciência, é termos resignação, é termos a lucidez da certeza que os nossos problemas não são resolvidos no tempo que a gente quer. E é muito, é muito difícil conviver com isso, porque bom seria se nós tivéssemos uma lâmpada do gênio Aladim lá, né, do do da história de Aladim, que a gente pregasse, saísse um gênio e que a gente resolvesse nossa vida com três pedidos. Mas não é bem assim, porque a gente tem que passar pela experimentação da matéria. Em termos de tempo, nós somos criados de uma maneira para a imortalidade, para a eternidade. O nosso tempo começa na nossa criação, quando nós fomos criados simples ignorâncias, lá na questão 115 do livro dos espíritos. Então, a questão 115 do livro dos espíritos já começa a nos ensinar como Deus atua nas nossas vidas, que Deus não faz uma segregação. Deus nos cria simples e ignorantes. Todo mundo zerado, zeradinho. Fosse um pen drive formatado. Eu sou da época do disquete. Da época do disquete. skete formatado e a gente vai adquirindo ao longo da vida, desenvolvendo o nosso psiquismo, desenvolvendo a nossa incrível, incrível

drive formatado. Eu sou da época do disquete. Da época do disquete. skete formatado e a gente vai adquirindo ao longo da vida, desenvolvendo o nosso psiquismo, desenvolvendo a nossa incrível, incrível capacidade de pensar, de escolher, de tomar decisão. A gente vai como se fosse fazendo um caminho, um caminho da vida. E a gente nesse caminho da vida se reencontra com as nossas próprias escolhas. Tá lá o registro na questão 171 de o livro dos espíritos. Que dogma se baseia em reencarnação. É uma oportunidade, mais uma oportunidade que Deus atua. Porque Deus é tão bom, é tão bom que quanto mais a gente erra, mais oportunidade ele nos dá pra gente aprender. Quanto mais a gente proporciona uma frustração ao nosso próximo, mais o tempo nos coloca em rota de ajuste com o nosso comportamento. Então, às vezes a gente passa hoje por uma frustração, não consegue entender, mas se a gente subir o drone, a maioria das nossas frustrações elas decorrem da nossa atual reencarnação. Então, muito cuidado às vezes que a gente vem pro espiritismo, não, que é um karma, que eu tô sofrendo, que eu tô aqui no mundo de provas, expiações, eu preciso sofrer. Não é bem assim, porque Deus não quer o nosso mal. O sofrimento tem um um uma maturação do pensamento espírita que o sofrimento é uma oportunidade da gente aprender. Porque qual é a premissa que nós temos sobre Deus? Começa daí, da base, da premissa, da coluna cervical, da estrutura. Porque se Deus é amor, conforme ensina João Evangelista, porque ele teria nos criado para a gente sofrer, porque ele teria nos dado a oportunidade de reencarnação pra gente sofrer. A gente passa por poucas e boas para nós aprendermos. E muitas vezes são os nossos imediatismos que nos levam à incompreensão da atuação de Deus. Tem um texto que dá para ler até o final do ano, é Encerrando o livro a Gênese. Dá para ler também até o final da reencarnação. E pela expectativa de vida do país que tá ali em 75 anos e nossa faixa etária aqui visual, a gente vai ter infinitas, não, mas

errando o livro a Gênese. Dá para ler também até o final da reencarnação. E pela expectativa de vida do país que tá ali em 75 anos e nossa faixa etária aqui visual, a gente vai ter infinitas, não, mas assim milenares oportunos ler esse texto, chama a providência. É a partir do item 20 do capítulo 2 do livro a Gênesis, onde Kardec vem escrever numa perspectiva mais de filosofia espírita como Deus atua na nossa vida. Mas Deus atua na nossa vida de uma maneira meramente sutil. E quando a gente consegue perceber isso, nós podemos trazer outra reflexão ao nosso coração. Porque quando a gente percebe a atuação de Deus na nossa vida, vem outra pergunta que nós podemos nos fazer e foi o tema de hoje do café com Wagner e com Anderson. Qual o propósito de Deus para mim? E o que é que eu posso fazer com esse propósito? Porque Deus quer que a gente aprenda. Deus quer que a gente se desenvolva. Deus quer que a gente evolua. Deus não faz o que nós fazemos com um passarinho, que é colocar dentro de uma gaiola e fechar para apreciar um belo canto. Não. Deus, ele fomenta a nossa liberdade de pensamento e ele sabe tão pontualmente que nós não estamos preparados, que eles nos oferece inúmeras oportunidades de refletirmos sobre o seu amor, que são os inúmeros créditos religiosos que a gente tem. Aí vem o pensamento espírita nos acolher. nos colocar no colo, nos dá um cafuné dizendo: "Tenha calma que vai passar, porque hoje você não entende, mas daqui a uns anos talvez sim." Tentemos lembrar eventual sofrimento que nós tínhamos há 10 anos, em 2016. Pode ser que tenhamos superado. Pode ser que aquela angústia hoje nos faça rir. Que a gente, quando a gente tá num problema, a gente não consegue ver nada além desse problema. Mas para quem é imortal, nada melhor do que o tempo. Para quem é uma criação de Deus, nada melhor do que a fé. E Deus, ele sabe da nossa necessidade de evoluir de uma maneira tão profunda, tão profunda, que ele nos dá de presente, por exemplo, o anjo da guarda. Mas erquietas como somos, nós queremos aí

e a fé. E Deus, ele sabe da nossa necessidade de evoluir de uma maneira tão profunda, tão profunda, que ele nos dá de presente, por exemplo, o anjo da guarda. Mas erquietas como somos, nós queremos aí dominar o mundo. E muito cuidado com esse pensamento imediatista de dominar o mundo. Antigamente tinha um desenho animado chamado Pink o Cérebro, que minha avó me contava, não sou dessa época. Meu filho antigamente tinha um desenho, o pink e o cérebro. Como era esse desenho? Era uma caneta e uma massa encefálica? Não, eram dois ratinhos. E o Pink era uma perspectiva mais otimista. Já o cérebro não, o cérebro era racional. E o Pink sempre perguntava: "O que é que vamos fazer hoje? Vamos dominar o mundo." E nunca dominava. Nunca dominava. é igual ao plano infalível de Cebolinha, que nunca deu certo. Porque quando a gente volta pra reencarnação, registra a questão 166 de O livro dos Espíritos, que é uma oportunidade de nós nos transformarmos. E vamos trabalhar um pouco a etimologia da palavra, a construção da palavra, transformação. Transforma a ação. Porque quando a gente reencarna no atual mundo de provas e expiações, não é a nossa primeira existência corpórea. Nós temos um vínculo com o nosso passado. Nós temos lições que precisam ser aprendidas, como por exemplo, não sei se vocês sabem, eu conheço, conheço intimamente uma pessoa que tem problemas familiares. Não sei se vocês sabem, alguém que porventura tenha. A família é um grande celeiro para nós aprendermos o que é amor. Aquele parente que a gente tanto contesta, que dá um choque fluídico assim de ter uma dor de cabeça, só de pensar nele, é mais uma atuação de Deus na nossa vida pra gente aprender a amar. Que a gente não sabe o que é amar. O amor que a gente tem, a dimensão do amor é amor de ser correspondido. Mas a proposta do Cristo é o amor ágape, o amor desinterressado. E a divindade é tão boa com a gente, é tão boa que lá no nosso planejamento reencarnatório já começa a atuação de Deus. Deus tá lá junto com a sua equipe no

sto é o amor ágape, o amor desinterressado. E a divindade é tão boa com a gente, é tão boa que lá no nosso planejamento reencarnatório já começa a atuação de Deus. Deus tá lá junto com a sua equipe no caldeirão da reencarnação. Então tem a receita e para cada espírito tem uma receita específica, porque nós somos seres únicos, específicos diante da criação, cada um com sua história. Aí olha assim: "Não, pera aí, quem foi Mário?" Não, Mário foi o seguinte. Mário, na última reencarnação, ele foi muito invejoso, ele era muito materialista. Aí ele arrumou um emprego numa fazenda. Aí conquistou um voto de confiança com um fazendeiro. E o que é que ele fez? Num belo dia, no almoço, ele colocou com um veneno para matar o fazendeiro e toda a família. serviu e não comeu porque Mário se julga esperto, morre todo mundo. Como o fazendeiro não tinha família mais que morreu todo mundo, a fazenda ficou para Mário. Mas Mário não se conteve. Ele olhou pro terreno do lado e disse: "Vou fazer um novo amigo". Porque Mária também tinha um pouco de cobiça. E o que é que ele fez? Começou a construir uma amizade com a fazenda do lado. E depois de algum tempo, depois de 5, 10 anos, fez a mesma coisa. Por quê? Porque o padrão de Mário se repete. Enquanto Mário não quebra esse padrão, ele vai continuar cobiçando a propriedade do outro. Aí Mário vai e envenena também a família do lado, morre todo mundo. Mário, conforme a gente chama lá no Nordeste, não tinha um pau para dar num gato. 20 anos depois tinha duas fazendas. Aí passa o tempo, Mário desencarna e ele tem uma grande surpresa, uma grande surpresa que ele não leva um grão de areia dessas fazendas que nem dele era. Aí ele vai no seu processo de perturbação espiritual, questão 165 de O livro dos espíritos. Quando a gente desencarna, nós não temos mais as nossas máscaras sociais. Nós somos o que nós somos. Aí, meu amigo, aí, minha amiga, é uma vergonha que a gente passa assim no crédito, no débito e no Pix. Ainda faz uma prestação em termos de arrependimento.

máscaras sociais. Nós somos o que nós somos. Aí, meu amigo, aí, minha amiga, é uma vergonha que a gente passa assim no crédito, no débito e no Pix. Ainda faz uma prestação em termos de arrependimento. Aí Mário tá lá bem arrependido. Meu Deus, o que foi que eu fiz da minha vida? Aí Mário passa, sei lá, uns 150 anos no umbral, arrependido. André Luiz só passou sete, marcado espírito com a sua história. Aí começa o processo do caldeirão de Mário, porque a espiritualidade vai resgatá-lo. Aí ele vai para uma coluna espiritual, que pode ser nosso lar e começa o seu processo de reajuste. Não, realmente eu errei. Vou aqui esperar uma nova oportunidade. Aí um belo, um belo dia assisti uma reunião. Aí diz: "Mário, tu vai voltar?" Sério? Sério? Uh, rapaz, já aprendi demais. Pode botar aí o que for de resgate. Não, Mário, tu não vai aguentar não. Não, pode colocar. Eu aguento porque agora eu aprendi. Olha o seguinte, só da última da última reencarnação você matou 18 por causa de terra. E assim, você quer resgatar, você pensa que é uma nova pessoa, penso que eu sou uma nova pessoa. Então vamos fazer o seguinte. Na tua próxima família, desses 18, eu vou colocar só um, porque Deus sabe que a gente não aguenta o tranco. Então ele vai concedendo assim a conta gota. Aí coloca só, colocar só um na sua família. Aí vem o irmão de Mário que não topa Mário por nada, mas por nada. E Mário não entende. Numa perspectiva alegórica, é assim que o espiritismo ensina os conflitos familiares. São resgates que a gente faz de outra vida. Mas no seu familiar tá uma grande oportunidade que nós temos da atuação divina em termos de resignação. E vem Santo Agostinho num texto categórico, categórico em um Evangelho Segundo Espiritismo chamado Inggratidão entre pais e filhos. Fechando o capítulo, acho que é o 12. Honrai vosso pai e vossa mãe. E tem nove. Aí ele vem falar, vem falar em reencarnação, vem falar em reencontros, vem falar em antipatia na família, vem falar: "Olhe, faça de tudo para se reconciliar, porque a

osso pai e vossa mãe. E tem nove. Aí ele vem falar, vem falar em reencarnação, vem falar em reencontros, vem falar em antipatia na família, vem falar: "Olhe, faça de tudo para se reconciliar, porque a cegonha espírita não erra. Não erra. Às vezes pens, ah, não pedir para reencarna, não pedir para reencarnar". Realmente, às vezes a gente não pede. A depender a gente implora. Aí vem na família, contesto. Aí Santa Agostinho explica: "Olha, faça de tudo para se reconciliar, mas se não der, tranquilo." Por quê? Porque o tempo do outro não é o seu tempo. Cada um de nós tem o nosso próprio tempo. Mas a adversência de Santo Agostinho é: não perca a oportunidade da atuação de Deus na sua vida. Por quê? Porque Deus é amor. Se Deus é amor e eu sou uma criação divina, por que eu não posso ser amor? Porque eu ainda não consigo. Aí Santo Agostinho fala: "Olhe, mensagem aqui para pais e filhos, não é a música de Legião Urbana. mensagem aqui para pais e filhos e também para as mães. Mãe, se o convívio com seu filho não está ajustado, paciência. Tente, não que vá conseguir, tente observar no seu filho um ser imortal, assim como você. Filho, se você sofre uma rejeição do seu pai, da sua mãe, paciência. Tente, nesta atual reencarnação fortalecer o vínculo do amor de Deus dentro do seu coração. Aí ele dá um recadinho para pais e filhos que ele fala mais ou menos assim: "Mãe, olha no teu filho uma oportunidade e pensa, pensa mentalmente, filho, filha, eu não sei o que eu te fiz na reencarnação passada. Eu não sei o que tu me fizestes nesta na reencarnação passada, mas eu sei que nesta atual reencarnação é o momento que nós temos de nos conciliarmos. E se a gente não conseguir, pelo menos eu tentei. E essa é uma das lógicas de Deus na vida da gente. É uma das atuações de Deus na vida da gente, nós tentarmos, porque a tentativa já é um indicativo da mudança do espírito. E às vezes no nosso processo de socialização, a gente pensa que tem uma interferência no outro, mas não tem, porque o outro

nós tentarmos, porque a tentativa já é um indicativo da mudança do espírito. E às vezes no nosso processo de socialização, a gente pensa que tem uma interferência no outro, mas não tem, porque o outro não foi criado para nos servir. Sinto muito, essa época da escravidão, passou tempo. O próprio Kardec escreve isso no livro dos espíritos, criticando esse viés que nós já tivemos enquanto sociedade, subjugando uns aos outros por uma relação de poder, por uma relação econômica. Hoje em dia nós temos o imperativo da lei do amor, que tem aí as famílias substitutas, as famílias adotivas. Os nossos laços familiares não são mais laços estritamente de sangue. Sabe o que é isso? É a atuação de Deus nas nossas vidas ao longo do tempo. Antigamente nós tínhamos conceitos familiares que até hoje algumas pessoas falam: família tradicional. O que vale da vida é o afeto. O que vale da vida é o amor. E não é a restrição de um vínculo sanguíneo que vai me impedir de amar alguém. Não é. Não é a restrição de não se ter um vínculo sanguíneo que vai fazer com que uma sogra não ame um genro. tentando quebrar um paradigma que o genro não vai roubar sua filha, porque filho a gente cria pro mundo e é muito difícil quando a gente descobre isso. Mas a atuação de Deus nas nossas vidas se dá também em outro contexto que é a lei de sociedade, que nós dependemos uns dos outros. Aí sabe um exemplo em relação a isso? É às vezes duas pessoas que não se falam, a gente tenta conciliar o conflito, porque nós somos cocriadores. Tá lá na questão 132 do livro dos espíritos. E a cocriação não significa nós criarmos aqui sim, salabim, orquídea. Aí aparece um orquídeo. Não, porque a cocriação de Deus é o amor, é a bem-aventurança da pacificação. E na bem-aventurança da pacificação, às vezes a gente se engana, é assim: bem-aventurados os pacíficos, porque verão a Deus. a gente tenta construir um conceito de pacificador, porque a gente se preocupa muito com o exterior. Mas como é que a gente vai pacificar alguém, um conflito se o nosso

pacíficos, porque verão a Deus. a gente tenta construir um conceito de pacificador, porque a gente se preocupa muito com o exterior. Mas como é que a gente vai pacificar alguém, um conflito se o nosso coração eventualmente ainda não é pacificado? A grande luta que nós temos é uma luta conosco. É o que o Espiritismo tanto fala, tanto fala em termos de autoconhecimento, que nós temos inúmeros exemplos aqui para contar. Inúmeros exemplos aqui para contar. E eu volto ao café da manhã que eu tomei com Anderson e Wagner, que a gente falando teve que ir embora. Andrea, esposa de Wagner mandando mensagem, espos mandando mensagem, eles já preocupados, coçando os cabelos que não tem, porque eles são carecas, não. Então, vamos parar aqui. Aí o que é que foi feito? Um grupo, mais um grupo de WhatsApp. Aí, como a gente falava de providência, o nome do grupo a providência. Aí quando eu vi o grupo, eu não sei se eu ria ou se eu chorava porque era mais um grupo. Não, mas vamos aqui a providência. Aí passa o dia e a gente continuando ali no grupo sobre sobre providência. Aí o colega que ia dar essa palestra hoje teve imprevisto, não pôde fazer. Aí Flaviana que coordena aqui a escala das palestras me ligou. Mar, você pode substituir? Posso. Qual o tema? Eu ainda não sei, mas daqui a 1 hora eu te falo. Isso era o quê? Umas 3, 4 horas da tarde. Aí meu Deus, e agora? O que que eu vou falar? Aí parei, pensei, não deu 2 minutos. Aí veio a intuição espiritual. Por que você não fala do assunto que foi o café? Porque foram 3 horas falando, conversando. Aí vem uma oportunidade realmente aí não. Mandarenda como Deus age nas nossas vidas. Aí o tema da palestra eu vou e mando no grupo. Vocês não sabem ainda melhor. Porque quando a gente conta uma fofoca, eu não sei de onde vocês são, mas de onde eu venho. Quando a gente vai contar uma fofoca é assim: "Você não sabe dar melhor." Ou então se for mandou minha irmã, ela manda uma mensagem, tá sentado, né? É assim. Aí eu sei que as trombetas do céu vão tocar, que minha

te vai contar uma fofoca é assim: "Você não sabe dar melhor." Ou então se for mandou minha irmã, ela manda uma mensagem, tá sentado, né? É assim. Aí eu sei que as trombetas do céu vão tocar, que minha irmã tem uma fofoca para me contar. Aí não tô sentado não. A fofoca é grande. Se deite. É brincadeira entre irmãos, né? Pode contar, mano. Aí eu mandei no grupo para vocês sabe dar melhor. Apareceu uma palestra, eu vou falar sobre a providência, como Deus age nas nossas vidas. Aí no começo eu fiquei pensando: "Meu Deus, o que que eu falo? Que que eu falo?" Mas é um assunto tão usual, é um assunto tão diário que a gente tem inúmeras oportunidades para falar. Por isso que Jesus fala: "Quem tem olhos para ver que veja." Quando chegar em casa, pode ler essa passagem do Evangelho. Quem tem olhos para ver que veja, quem tem ouvidos para ouvir que ouça. Mas Jesus insiste porque Deus atua nas nossas vidas diariamente, como se dissesse assim: "Pelo amor de Deus". Aliás, pelo amor de Deus, não, pelo meu amor. Acreditem em mim. Aí Jesus vai falando e ele aprofunda. E tem uma passagem linda no Evangelho de Lucas. Pedi e obtereis. Bater a porta e ela se abrirá. Aí às vezes a gente passa por um processo de dificuldade e se recorre ao evangelho. Não vou pedir aqui porque o próprio Jesus fala: "Pedir, obtereis, bater a porta, ela se abrirá". Então vai ver aqui a porta da esperança se abrindo lá do programa Sérgio Malandro, que também minha avó me contava. E a gente às vezes fica brigado com Deus porque a gente pede, não obtém nada e a gente bate a porta e tudo se fecha. Mas a gente volta a falar a questão do imediatismo, porque a passagem do pedir obtereis, ela é dividida. Pedir e obtereis. Meu Deus, por que eu tô passando por isso? Por que eu preciso passar por isso? No pedi obtereis, a proposta do Cristo não é uma resposta resolutiva. Não é uma resposta resolutiva. A proposta de Jesus é uma pergunta existencial. Por que eu passo por isso? Aí vem um complemento. Bater a porta e ela se abrirá.

do Cristo não é uma resposta resolutiva. Não é uma resposta resolutiva. A proposta de Jesus é uma pergunta existencial. Por que eu passo por isso? Aí vem um complemento. Bater a porta e ela se abrirá. Não é um super trunfo que vai resolver os nossos problemas como se fosse um pó de cim salabim. Bater a porta e ela se abrirá é uma nova oportunidade para nós trabalharmos, para nós quebrarmos os nossos ciclos, para nós quebrarmos os nossos padrões. E é difícil, é difícil o Mário da Cobiça e o Mário Assassino dos Fazendeiros na outra reencarnação, se segurando, se segurando nessa atual reencarnação, ele vai ser só cobiçador, se segurando. Porque quando a gente volta, a gente passa por um processo de planejamento reencarnatório que as nossas provas, e a depender do caso, as expiações, são escolhidas de uma perspectiva genérica. Você vai habitar um planeta de provas e expiações. Você vai morar no Brasil, a depender de quem seja, uma prova mais. Você vai ser funcionário público, trabalhar em Brasília. Diferença de prova para expiação. Espírito emano no no livro Consolador vem dizer que a prova é algo que a gente pede para saber se efetivamente nós estamos maturados. Antigamente que a gente estudava aí a tabuada, tinha toda a revisão da tabuada, né? Aí pronto, aí a prova era lá no teste. Ou não sei vocês, na minha época eu tinha um negócio de chamada oral, que era um brau em pessoa chamada oral. E eu tive um professor de matemática, Horácio. Nossa. Aí o que é que o Horácio fazia quando alguém tava conversando? Era um teste que ele aplicava. Nossa, uma lembrança de perespírito. A voz de Horácio. Testinho para você que está conversando. Que é isso, professor? Aí o espírito imperfeito, ele sempre procura um argumento para escapar das situações. Que é isso, professor? É porque eu falo sozinho. Não, mas vai fazer o teste aqui. Então, a prova é algo pra gente experimentar o processo de amadurecimento que nós temos. Já a expiação não. A expiação é efetivamente uma reparação. Se alguém tem algum rancor de mim por

o teste aqui. Então, a prova é algo pra gente experimentar o processo de amadurecimento que nós temos. Já a expiação não. A expiação é efetivamente uma reparação. Se alguém tem algum rancor de mim por algo que eu fiz na outra reencarnação, nada melhor do que ser o meu filho, meu irmão, minha mãe, meu pai. Nada melhor se eu desgastei muito meu corpo em termos de expiação na reencarnação passada, na atual reencarnação venho com algum comprometimento pro espírito experimentar. E essa ideia como Deus atua em nossas vidas, a gente tem que ter em mente também o sentimento da resignação. E aqui tem um pensamento de Chico que é incrível, incrível. E não é de espírito. Um livro, uma comunicação mediana que ele fez. Chico dando uma entrevista aí, o que é que ele fala? Olhe, vamos ter cautela com os nossos processos. Por exemplo, por exemplo, se uma criança nos pedir uma faca, Chico Xavier falando, a gente vai dar e ele mesmo complementa para não dar um viés, né? Porque às vezes a depender a gente dá. Certamente que não, porque a criança não vai saber o que fazer com a faca. Às vezes ela pode até se violentar com a fala. Aí ele faz uma associação com Deus que ele fala, às vezes a gente pede respostas imediatas, mas Deus não vai resolver a nossa vida, porque quem resolve a nossa vida somos nós. Um grande paradigma em relação à história do pensamento religioso que a doutrina espírita quebra é a questão do protagonismo, que nós somos responsáveis por conduzirmos as nossas vidas. E é difícil. Aí tem o anjo da guarda na questão 495, dos espíritos. Tem os espíritos que nos são familiares, que nos são simpáticos. Na questão 514 de O livro dos Espíritos tem inúmeros recordes de que nós não estamos abandonados, não estamos sozinhos, não estamos a mercer, não ficamos a deriva. E na lei de sociedade aí é só o que tem. Às vezes a gente conhece uma pessoa, aí começa ali a estabelecer um vínculo de amizade. E hoje eu tava resgatando com Wagner, como eu conheci Wagner. Fiz até uma poesia para ele no ano novo com esse

. Às vezes a gente conhece uma pessoa, aí começa ali a estabelecer um vínculo de amizade. E hoje eu tava resgatando com Wagner, como eu conheci Wagner. Fiz até uma poesia para ele no ano novo com esse Wagner aqui num sábado, 5 horas da tarde. Eu ainda sou um pouco brigado com relógio. Aí eu sempre chego em cima da hora. Aí eu cheguei, faltava 3 minutos para começar a palestra. Wagner aqui quase desfalecendo. Oi, tudo bem? Tudo bem? Não, eu que sou Mário, vou dar uma palestra aqui. Ô, coisa boa. Você é Mário. Eu tô fazendo um curso de palestrante na Federação Espírito DF, que inclusive a FEDF tá vai abrir uma turma. Quem tiver interesse em ser palestrante, procura lá o site da Federação Espírita do DF, que eles vão promover agora um curso para palestrante. Não, que eu vou ser palestrante, tô fazendo um curso. Aí, oxe, e por que tu tá nervoso assim? Tu não tá no curso, nada melhor do que uma oportunidade. Se eu não tivesse vindo, se eu tivesse atrasado, não, mas não ia conseguir. Consegue. Porque outra forma de Deus atuar na sua, na nossa vida é nos experimentando. Não no sentido de nos testar com ceticidade, mas no sentido de nos testar dizendo: "Meu filho, você tá pronto, pode ir." E tá aí hoje Wagner na Tribuna espírita no ESD, no estudo mediúnico, no programa aqui episódio diário, né? Quase quase uma onipresença, mas onipresença só Deus. Então Deus ele atua nas nossas vidas inúmeras. inúmeras situações. E é na lei de sociedade onde ele se faz mais presente, que ele conhece uma pessoa. Aí a partir disso começa a conversar com a pessoa, começa a ser mais simpático essa pessoa. Outro exemplo, colega Pedro que nos assiste aqui no YouTube. Conheci Pedro numa turma de ESD, passou pela turma que eu sempre fico no no inicial, eu e o Wellington. Eu costumo brincar com ela porque a gente é espírito retardatário, nunca progride. Cheguei na comunhão 2021, ainda tô no de terça-feira, 8 horas da noite, tá lá os retardatários, os supletivos. Aí eu conheci Pedro, aí passa Pedro já

e a gente é espírito retardatário, nunca progride. Cheguei na comunhão 2021, ainda tô no de terça-feira, 8 horas da noite, tá lá os retardatários, os supletivos. Aí eu conheci Pedro, aí passa Pedro já tá quase terminando o éito. Aí semana passada a gente saiu para jantar um um sushi aqui, não na comunhão, mas aqui perto. A gente começa a conversar, porque Deus também atua na nossa vida quando a gente conhece outra pessoa. A gente pode fazer um vínculo de amizade, a gente pode fazer um vínculo de aproximação do trabalho, a gente pode construir um vínculo para ser trabalhador do movimento espírita do qual eu nunca pensei ser, nunca pensei nem ser espírita, mas Deus atuou na minha vida para eu sê-lo. E Deus atua na minha vida para eu dar testemunho sobre a obra do Cristo. Porque quem tá aqui não é Mário, quem tá aqui é Jesus. Quem tá aqui é Abra de Allan Kardec. Mário é um mero papagaio que se não tiver prudência e responsabilidade vai se perder de novo, conforme já se perdeu em inúmeras reencarnações. Então Deus atua nas nossas vidas quando a gente permite, porque Deus está conosco diariamente. Diariamente. Hoje, por exemplo, mais uma atuação de Deus na minha vida, que como um papagaio, eu vou contar para vocês aqui uma fofoca da reunião mediúnica de hoje, de manhã. O espírito chegou, tu já viu uma jaboticaba? Já? Já viu a jabuticaba no pé? Já? Pois olha aí como é bonita. Aí a delegadora fala: "Não, realmente é bonito aqui". Olha, o nosso processo de orgulho se assemelha a jabuticaba no pé. Por quê? Porque ela é bem grudadinha, ela não desvincula. Aí o espírito continua, mas o meu orgulho me impede de amar. Aí o espírito começa a chorar. Me ajude, pelo amor de Deus, me ajude. O que que eu posso fazer? Aí vem a ponderação de quem é dialogador na renda mediúnica. Você já tem a consciência. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? Quando a gente tem a consciência, a gente tem uma chave para abrir outra porta. Quando a gente tem a consciência de si, a gente começa a conjugar a máxima do

ência. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? Quando a gente tem a consciência, a gente tem uma chave para abrir outra porta. Quando a gente tem a consciência de si, a gente começa a conjugar a máxima do Cristo, bater a porta e ela se abrirá. E o espírito continua: "Não, porque o orgulho me impede de amar e como eu cobro muito as pessoas, eu deixo de ver a beleza de Deus nela, nelas." O espírito continua. Porque a beleza de Deus não está na imperfeição. Quer dizer, não está na perfeição. A beleza de Deus, ela resplandece, ela reflete na limitação que nós temos. E o espírito continua. Observa uma cachoeira. Quanto mais bonita a cachoeira, mais irregular é o solo. E sabe o que eu quero dizer com isso? Que a obra de Deus é uma completude, é um encaixe, como se fosse um jogo de tétris. A obra de Deus não é algo hermético, não é algo fechado. Deus, ele atua nas nossas vidas quando a gente amolece o coração. Deus atua nas nossas vidas quando a gente se perdoa. A gente se preocupa muito falar: "Eu vou perdoar o outro. Eu vou desculpar o outro. Eu vou oferecer uma nova oportunidade pro outro. E o nosso auto perdão, como é que tá? Numa numa sociedade que se cobra cada vez mais, numa sociedade que tem uma extensão do perespírito, que é um aparelho celular, que a gente vai aí tendo outra dimensão da vida no zap ou no zap zap. Deus, ele atua em nossas vidas na medida em que a gente permite, porque Deus insiste com a gente, insiste muito com a gente. Deixa me ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Regina de Goianá, Minas Gerais. Pedro Juliano, já falei. Helena, muito obrigado, Helena, tamo junto. Nara, Felipe, Iara, Álvaro. É que a gente fala de mã e Manu. Feliz novo para você, mãe e Manu. Tá certo. E é isso, Isabela Teodoro. E para finalizar, pessoal, como Deus atua nas nossas vidas, ainda sobre o pediobtereis, certa vez um espírito numa comunicação mediúnica disse o seguinte: "Olhe, às vezes a gente pensa que o evangelho é a gente pedir oportunidade pra gente. É digno pedirmos oportunidades pra gente

ereis, certa vez um espírito numa comunicação mediúnica disse o seguinte: "Olhe, às vezes a gente pensa que o evangelho é a gente pedir oportunidade pra gente. É digno pedirmos oportunidades pra gente no pedir obtereis. Mas o que é nobre mesmo, o que é nobre mesmo somos nós também pedimos pro outro amar o próximo como a si. Aí o espírito deu o seguinte exemplo: imagine você se você tem algum parente com dependência química, que você faz de tudo, de tudo para tirar essa pessoa dessa dependência e não consegue. Aí você começa a fazer evangelho no lar. É lindo porque ali também tem uma perspectiva de atuação divina no núcleo familiar. E conviver com dependência química não é fácil porque a pessoa se desconfigura. Tem inúmeros casos aí de mãe acorrentando o filho porque não aguenta mais. E o que é que a gente faz? julga a mãe que não soube ser mãe, que tá acorrentando um filho. E para finalizar, para finalizar como Deus atua nas nossas vidas, outra comunicação hoje, porque em reunião medânica é só o que tem atuação de Deus. Aí o espírito veio dizer: "Olhe, eu desencarnei num processo de overdose e eu comecei a me drogar num sábado. Eu comecei a me drogar por vaidade, por empoderamento, por sensação de poder, para ser aceito perante os meus amigos. Comecei com uma besteirinha, que todo mundo fala só uma besteirinha e depois era de quinta a domingo. E um belo dia, um belo dia, a dose foi maior do que eu comportava. E eu tô aqui para dizer para quem quiser escutar espírito falando. E eu tô aqui replicando o espírito, que em relação à dependência química, não julguemos, porque a dependência química é a dependência fisiológica do corpo, a droga. O espírito disse o seguinte: "Imagine você com sede, você toma um copo d'água. O dependente químico, ele tem uma associação fisiológica a droga. Ele falou do grupo Acolher. Não sei se vocês conhecem, é um grupo aqui, um grupo terapêutico que é na sala 13, é só chegar quinta, 7 horas da noite e tem um grupo para dependente químico.

ica a droga. Ele falou do grupo Acolher. Não sei se vocês conhecem, é um grupo aqui, um grupo terapêutico que é na sala 13, é só chegar quinta, 7 horas da noite e tem um grupo para dependente químico. Aí ele disse: "Olhe, eu espiritualmente participo do grupo acolher e eu vejo situações de pessoas que sucumbiram como eu sucumbi. A diferença é que eu desencarnei, essas pessoas estão no vício. E se eu pudesse, se eu pudesse, eu daria um conselho para quem passa por esse tipo de situação. O conselho que eu vou dar, espírito falando, não é um conceito de outro mundo. O conceito que eu vou dar é um conceito bem singelo que Jesus fala: "Orai e vigia". Então, independente de qualquer situação que nós estejamos passando, temos a certeza absoluta que Deus atua nas nossas vidas. Deus atua nas nossas vidas por uma palestra dessa. Deus atua nas nossas vidas por uma ligação que nos chega. Deus nos atua nas nossas vidas por um anjo da guarda que às vezes nos dá um conselho, que a gente escuta, que ele nos dá um conselho diariamente, todo dia, o dia todo. Deus atua das nossas vidas como a gente permite. E sobretudo, sobretudo com essa semente de um conceito de Deus que a gente tem dentro do coração, que às vezes a gente tapa, que Deus, conforme descreve João evangelista, é amor. E aí, meu amigo? Aí, minha amiga, onde tem amor? Segundo registra Paulo na carta aos Coríntios, tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Que tenhamos um excelente ano novo ou conforme a gente brinca, não um próspero, mas um próximo ano novo. Era isso que a gente tinha para falar. Muito obrigado. Vamos agora para esse final. Quem quiser ficar de olhos fechados, fica à vontade. Particularmente tô de olhos abertos. Amado Mestre Jesus, que eu possa ter mais confiança na vida, no sentido de que a vida é um dom, que a vida é um presente, que a vida é uma dádiva e o teu amor consegue secar as minhas lágrimas. Ó mestre amigo, que eu possa sempre caminhar contigo na certeza que eu não estou sozinho, porque tu é o caminho, a

um presente, que a vida é uma dádiva e o teu amor consegue secar as minhas lágrimas. Ó mestre amigo, que eu possa sempre caminhar contigo na certeza que eu não estou sozinho, porque tu é o caminho, a verdade e a vida que me ensina que os meus processos fazem parte da minha rotina enquanto espírito imortal, que eu possa ter fé, autoconfiança na quebra dos meus paradigmas, porque o teu amor E a tua proteção eu já tenho. Assim, com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. E quem quiser retomar o passe, fique à vontade. Te colega vai chamar, esqueci teu nome, me desculpa, Luiz vai chamar. Muito obrigado, pessoal. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do

a] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, [música] assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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