Como a adoção transforma nossa família? | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 09 de novembro de 2022, abordaremos o tema "Como a adoção transforma nossa família...
Boa noite a todos sejam muito bem-vindos ao nosso programa família no ar esse espaço que semanalmente apresenta vocês temas relevância para as nossas famílias e sendo discutidos com ajuda da doutrina espírita que nos inspira que nos orienta nesse processo na noite de hoje nós vamos ter um programa muito bom muito legal porque nós já estamos já estamos hoje comemorando o dia mundial da adoção e o nosso tema de hoje é adoção adoção como é que ela forma uma família e temos aqui uma família que vai estar compartilhando conosco eles vivências as experiências e os conhecimentos vou chamar a mãe da família que aí depois ela apresenta os demais convidados a nossa irmã nailca Ana eu que lá da Federação Espírita Catarinense daí o que é pedagoga casada tem cinco filhos e vai estar compartilhando conosco hoje como é que a adoção formou a família dela Como ela formou e transformou a família dela Boa noite naiuca seja bem-vinda boa noite Teresa tudo bem a gente está muito feliz e especialmente no dia como esse né de estar trabalhando esse tema que enriqueceu tanto né a nossa família nossa casa encheu de alegria de energia que bom Pois é né Ilka você agora vai apresentar para nós os nossos três outros ilustres convidados nós temos aqui ao meu lado Vitor que fez hoje um grande esforço para chegar aqui Fez bastante manobra e chegou aqui mesmo com bastante trânsito Victor Hugo é o mais o mais velho de todos ele tem 40 dias mais que o Augusto e daí nós vamos chamar o Augusto o Vitor Hugo é o nosso terceiro filho o Augusto Sérgio é o nosso quarto filho e tem a Ana Teresa que é a caçulinha a quinta e última filha boa noite boa noite gente Que família linda sejam muito bem-vindos meninos vou chamar assim que a Ana Teresa não fique chateada conosco né mas sejam muito bem-vindos meninos e meninas aí nosso programa família no Ar Vai ser uma honra ter vocês aqui conosco na noite de hoje vamos começar contando para o pessoal como é que foi essa sua experiência de como é que começou a adoção na vida da
sso programa família no Ar Vai ser uma honra ter vocês aqui conosco na noite de hoje vamos começar contando para o pessoal como é que foi essa sua experiência de como é que começou a adoção na vida da tua família a gente sempre fez o Evangelho no Lar né então os meus outros dois filhos Ricardo que é o mais velho e a Roberta faziam toda semana o Evangelho com a gente Liam o seu livro infantil nós vimos o evangelho e caía muitos e muitas vezes o tema no evangelho os órfãos e como também as orações né iam de um para outro Eles olharam muitas vezes pedindo a Jesus que abrisse as portas das casas para que as crianças tivessem abrigo carinho e amor assim como eles tinham e acredito que foi aí que começou daí mais tarde eu escolhi parar de lecionar para adotar crianças que eu preferi cuidar dos meus filhos né do que cuidar de filhos dos outros mesmo que eu amasse muito essa profissão que eu era alfabetizadora mas as escolas não davam assim Amparo para que a gente fizesse um trabalho que eu considerava de responsabilidade para com as crianças então a gente resolveu eu e o Roberto adotar crianças a gente deve isso também ao movimento Espírita de Rondônia onde as pessoas corrqueiramente tem o coração aberto e adota muitas crianças no Sul a gente não tinha visto tanto isso né mas lá a gente viu entendeu e Viu essas famílias e que também extrapolar nossa tá fechado teu microfone eu achei muito interessante isso que você contou então que seus filhos mais velhos fizeram orações faziam no Evangelho o pedido para receber irmãos da casa e que todos fossem acolhidos isso é muito legal bom eu queria começar então depois desse desse processo vou começar aqui com uma colocação do nosso irmão Emmanuel que fala sobre a questão da importância de no processo de adoção estarmos falando sobre a questão da adoção desde muito cedo e emano nos fala esse tens na terra filhos por adoção habitude do lugar com eles tão cedo Quanto possível para que se desenvolvam no plano físico sobre o conhecimento da
tão da adoção desde muito cedo e emano nos fala esse tens na terra filhos por adoção habitude do lugar com eles tão cedo Quanto possível para que se desenvolvam no plano físico sobre o conhecimento da verdade essa fala de mano tá no livro astronautas do Além eu vou começar vou começar por você mas você na época mas depois eu queria ouvir os meninos aí começando pela Ana Teresa depois o Augusto Sérgio fechando o convite pode ser como é que foi isso daí essa questão de conversar sobre é adoção contar desde cedo Isso foi o que vocês fizeram É sim nossa orientação nos trâmites da adoção que primeiro a gente tem uma guarda provisória né E tem assistência da parte psicológica assistência social que tem verificar se eles estão bem cuidados e como a gente está como eles estão é um trabalho muito lindo mas sempre né foi colocado que se deve contar a verdade desde o início então para os meninos que vieram quase juntos e tinham um quarto e os berços a gente eu né pintei em volta a história da vinda deles é assim um bonequinhos bichinhos e tal e eles chegando como um presente Divino né e os avós vindo de balão para visitar eles saber como eles eram quem eles eram e a gente colocava essa história todos os dias e com os dedinhos eles iam mostrando e tudo cresceram ouvindo isso foi muito muito natural tanto que o Vitor não lembro da história mas então ele sempre souberam disso né antes deles começarem a falar qualquer coisa ele já souberam que eles vieram e divisa né como presente para os nossos corações Ana Teresa também sempre ficou sabendo e a gente entende que a verdade liberta né Assim como Jesus falou e eu conheci outros cacazes inclusive na família que a criança nunca soube mas ficava numa agonia tão grande porque não se identificava fisicamente e profundada nem que fosse um traço Então ela descobriu que os olhos eram iguais ou da família e isso a sustentável né eu percebia nela assim uma aflição Ana como é que foi para você ter essa segurança dentro de saber da sua vinda
traço Então ela descobriu que os olhos eram iguais ou da família e isso a sustentável né eu percebia nela assim uma aflição Ana como é que foi para você ter essa segurança dentro de saber da sua vinda para família pelo meio da adoção Foi algo tranquilo eu não lembro como foi que foi contado parece que eu já nasci sabendo disso então Nunca tive essa questão assim né de ficar em dúvidas ou não Eu sempre tive muita certeza então foi super tranquilo e mesmo assim ocorreu dúvida mas foi Acho que muito mais fácil de lidar com isso já sabendo e para você Augusto Você lembra das historinhas que a mãe contava não lembro das historinhas Mas eu sempre soube Então para mim sempre foi tranquilo esse assunto sempre foi algum relevante Mas contou desde cedo então meio que algo natural é bem tranquilo Que bom E para você Victor que foi o quem abriu as portas do processo todo né Para mim é algo natural vai para mim são os que criam né a gente e ele sempre tá na gente de igual para igual o dependente e é filho adotivo Se aquilo foi igual então assim para mim é muito gratificante Que bom é para doutrina espírita né a adoção em muitos casos ela faz parte realmente do planejamento reencarnatório daquele planejamento da formação da família e vai se concretizando aqui no plano físico depois que a gente reencarna Infelizmente como todos os planejamentos nem todos nós cumprimos tão direitinho mas pela Família bonita que a gente tá vendo aí esse planejamento foi bem feito e bem executado né Na época como é que você e o Roberto conversaram inicialmente formar a família de vocês na família de vocês trazendo mais filhos por meio da adoção foi uma conversa que vocês tiveram logo no começo do relacionamento de vocês ou isso aconteceu depois isso aconteceu depois a gente não tinha não tinha a ideia de ter filhos adotivos até porque na nossa na minha família tinha nós tivemos eu tive uma prima que foi adotada e mas sempre foi criada assim como como filha né não tinha diferença nenhuma mas isso não nos gerou assim essa
até porque na nossa na minha família tinha nós tivemos eu tive uma prima que foi adotada e mas sempre foi criada assim como como filha né não tinha diferença nenhuma mas isso não nos gerou assim essa necessidade Foi mesmo quando a gente conviveu com famílias com bastante crianças adotivas e a gente nós não trabalho de evangelização inclusive evangelizamos Muitas delas né e a gente percebeu que era tão interessante daí quando nós fizemos adotar Porque o roberto havia feito vasectomia porque quando a Roberta nasceu eu mal tinha tido Ricardo sete meses depois eu ficava grávida e ele se assustou e já tinha isso para ele que iria fazer a vasectomia para poupar com aquela questão de anticoncepcionais e isso e aquele outro né então isso eu sabia Desde que eu casei que ele ia fazer e que mas ele tomou essa atitude assim sozinho tanto que no dia que eu ia ter a Roberta ele estava fazendo vasectomia daí eu não tinha ninguém para me levar para o hospital ela demorou uns dias para nascer Levei por via de Cesária só para ver né que esse assunto mas assim eu tinha no meu íntimo sempre que eu tinha que ter três filhos como se fosse assim em mim mesmo aquela questão de um planejamento reencarnatório da minha profissão ficou assim mesmo que eu observei conforme eu falei assim que trabalhar com tantas crianças só uma pessoa podia conduzirmos até riscos de integridade física eu pensei não eu quero filhos para mim mesmo é mesma né então conversei com Roberto e a gente comprou uma banheirinha e assim foi lá na Federação ver a notícia do Vitor que estava na casa do Ella raio da Sami e a Márcia Fini trabalhava com essa parte deslizado e eles falaram dessa criança que tinha vindo e o Roberto ficou muito emocionado da mesma hora lá eu não estava nesse dia né daí ele chegou em casa dizendo o nosso menino chegou daí logo eu fui demitida da minha escola não não pedi demissão eu fui demitida e daí Assim entre um choque e uma felicidade do ano com as minhas crianças né que eu não queria deixar as no meio do caminho
logo eu fui demitida da minha escola não não pedi demissão eu fui demitida e daí Assim entre um choque e uma felicidade do ano com as minhas crianças né que eu não queria deixar as no meio do caminho principalmente pela alfabetização mas daí o mundo né me levou como a gente já tinha uma proposta já tinha esse objetivo daí Deus enviou mesmo e o Vitor não veio é são gêmeos com alguns dias de diferença né todos os lugares as pessoas perguntavam são gêmeos são gêmeos e eles diziam somos gêmeos porque todo mundo falava isso porque aqui não né mas quando eu digito eles têm 40 dias de diferença né ex pessoas enlouqueciam até que eles se davam conta né de que as crianças tinham sido adotar é uma experiência tanto você teve então dois bebês ao mesmo tempo no seu sobre os seus cuidados deve ter sido bastante interessante é muito bom achei interessante que você colocando fala do Roberto nosso filho chegou que essa expressão eu já ouvi de algumas pessoas que passaram pela experiência da adoção é de ter a certeza de que aquele é o filho que tava faltando na família e não é qualquer filho é aquele filho né esse laço afetivo É bem interessante que que se forma nesse processo como um todo bom então olhando né mas mais um pouquinho a contribuição da doutrina espírita nós temos na psicografia de Camilo é uma fala sobre a adoção que a gente gostaria que de compartilhar com vocês ampliam seus créditos de amor aqueles pais que nada obstante seus adotivos difíceis conseguiram apontar os caminhos autoconhecimento da Auto aceitação e dos esforços renovadores conseguindo que superassem muitos conflitos interiores e marchassem Corajosos para a conquista da harmonia perdida perdoados pela coincidência é interessante que dentro da nossa do nosso Imaginário às vezes Popular algumas pessoas só só destacam os problemas que às vezes algumas famílias enfrentam com o processo de adoção e que filhos difíceis são mais comuns entre filhos adotados nós que trabalhamos na área da família né meio que nós vemos que filhos com
que às vezes algumas famílias enfrentam com o processo de adoção e que filhos difíceis são mais comuns entre filhos adotados nós que trabalhamos na área da família né meio que nós vemos que filhos com dificuldades existem tanto biológicos como motivos não é um privilégio de um ou de outra categoria mas o amor a firmeza a segurança e o encaminhamento pelo aspecto religioso ajuda muito a melhorar esses problemas dentro do processo da criação dos filhos como a mãe um pouco né É você considera que é maior dificuldade que aconteceu para vocês foi relacionada aqui ou não teve dificuldade nenhuma as dificuldades são nossas né limites Às vezes nossos que a gente tem que ultrapassar e aprender que são cinco e cinco cinco personalidades diferentes e os cinco trouxeram assim suas dificuldades físicas que cada um tem assim como eu tenho né e as dificuldades que que cada um trouxe assim no seu modo de ser né na sua personalidade então cada um precisou de uma direção do cuidado às vezes isso é que essa família é tão tão consistente tão igual que um tem ciúme do outro né quando quando a Roberta ficou assim uma moça eles tinham ciúmes mas depois o Vitor queria arrumar um namorado para ela de qualquer jeito até o evangelizador dele ele fez um bilhete pedindo para namorar a Roberta a Ana Teresa quando ficou uma mocinha os dois ficaram com ciúmes dela é normal assim não queriam que chegasse muito ninguém perto então assim mais assim do que o próprio pai eles tiveram enquanto irmãos né o Ricardo tem um cuidado tão grande com eles de uma preocupação no futuro a gente faltar porque nós dizemos Assim vocês preferem ter paz velhos ou não ter paz né mais velhos então nós éramos mais velhos do que todo mundo na escola e quando a gente não precisava mais para escola a gente começou a ir lá né dentro do maternal nas reuniões escolares mas daí eles eles se acharam assim muito envolvidos uns com os outros uns ajudam a resolver né também os problemas dos outros e a gente acha que um não se dá bem com outro mas se alguma
iões escolares mas daí eles eles se acharam assim muito envolvidos uns com os outros uns ajudam a resolver né também os problemas dos outros e a gente acha que um não se dá bem com outro mas se alguma coisa aperta eles estão sempre juntos e tão se apoiando né então eu acho eu trabalho cinco filhos dá trabalho mas vale muito a pena porque a nossa casa dificilmente tá vazia né E essa alegria é esse ritmo nem sempre alegria né mas a gente está junto quando se reúne todo mundo a gente fica imensamente feliz o Ricardo teve aqui há pouco tempo com a esposa e meu neto a família estava toda junto deles vem da onde eles estiverem já está junto dorme todo mundo junto então assim as dificuldades vem a gente supera perfeito A maternidade não é diferente porque você teve filhos de duas maneiras diferentes né A maternidade é a mesma uma coisa é muito mais tranquilo fisicamente a gente ter um filho adotivo né só que o primeiro da gente custa um pouco acreditar que é o nosso filho parece que a gente está embalando o filho de alguém mesmo até que de repente não dava momento a gente sente é meu sabe e daí pronto e daí já não tive essa dificuldade nem acontecer mas o primeiro assim cuidado parecia uma pérola que podia se mas ao mesmo tempo eu fisicamente eu tava tão bem para cuidar dele porque não tinha nada nem do parto normal né induzido nem de uma cesariana né então a gente fisicamente que é muito bem e se a gente se preparou emocionalmente melhor ainda né É você falando aí que é filho de alguém e lembro do que os espíritos nós sempre nos dizem nossos filhos nos são dados por empréstimo porque todos são filhos de Deus e nós estamos paz e eles filhos no futuro Pode ser que a situação seja bem diferente né E aí Tá todo mundo preferindo ainda mais velhos a não ter paz né pelo pelo visto né meninas esses pais aí são muito presentes são muito ativos ainda hoje por vocês adultos pai e mãe sempre vai ser bastante cuidadoso prestativo e quem é mais bravo a mãe ou o pai o pai é mais vai com remédio tranquilo né OK mas é
ito presentes são muito ativos ainda hoje por vocês adultos pai e mãe sempre vai ser bastante cuidadoso prestativo e quem é mais bravo a mãe ou o pai o pai é mais vai com remédio tranquilo né OK mas é isso essa relação e pelo visto aí os meninos são meio superprotetores das meninas né com essa história de querer dizer quem é que tem que ser o namorado ou tomar conta ainda isso hoje em dia na Teresa o que eu saio é mas quando você era menor era mais com maior controle era era e dos irmãos quem é mais ciumento vem acirrada essas disputa é mas eu acho que é que depende do momento mas na maioria Eu acho que o Augusta sim é mais disfarça melhor né Nós temos aqui um recado do Mateus é dali aliás aqui é a Lia digo que ama essa família linda Ana Teresa mora no meu coração que fofo muito obrigada por essa por essa contribuição que dá nossa irmã Lia bom um tema né que nós temos no nosso país que agora está na cabeça de todos nós é que a pandemia da covid 19 trouxe um número muito grande de crianças e adolescentes que ficaram sem os pais né em torno de 113 mil crianças e adolescentes na avaliação de vocês qual seria melhor forma de acolher todos todos esses esses órfãos da covid para que eles possam ter uma vida menos marcada pela dor da perda do pai às vezes o pai e mãe no espaço de tempo tão curto e com tantas pessoas às vezes da própria família sem condições de cuidar né Nós estamos preparados Estamos fazendo a nossa lição de casa direitinho vou começar pela Nair o que depois eu deixo para vocês comentarem essa essa consideração me lembra muito do texto que tem no livro mestre da Educação do Pedro Camargo de Vinícius era um artigo que foi retirado do discurso que ele fez numa escola e ele fala da criança cilada e ele é de 1976 esse texto mas é muito atual e quem gostaria de ler é interessante porque ele detalha muito toda essa questão e diz que não é contra os asilos mas sim é que ele se sente duplicasse de forma que cada coração cada lá pudesse ser um asilo né o asilo no sentido de abrigar alguém que tenha
muito toda essa questão e diz que não é contra os asilos mas sim é que ele se sente duplicasse de forma que cada coração cada lá pudesse ser um asilo né o asilo no sentido de abrigar alguém que tenha necessidade de um lado de uma casa de um pai de uma mãe de irmãos né e que se nós fizemos um esforço não existiria mais nenhuma casa lá de crianças e não teriam crianças para todos os lares que quisessem então eu acho isso que a gente deve abrir os corações porque realmente as crianças precisam merecem né mais do que um lugar que ela só o habita em que não tem carinho incentivo uma poda nas suas tendências quando necessário né carinho mas que encaminha eles para aquilo que eles querem e para que eles descubram o talento deles e que eles possam colocar nessa vida dentro do ambiente que dê essa estrutura para que eles possam realmente né desmanchar na vida e na questão falou que todos somos filhos de Deus a maior parte de nós esquece né portanto que todos nós também somos filhos adotivos exatamente de uma certa maneira E isso também acontece conosco e nós precisamos estar trabalhando isso é como é que vocês veem menos essa questão hoje de da abertura das pessoas para terem filhos adotivos acolhidos em suas casas não sei se aí vocês têm alguma proximidade com esse tema Eu já trabalhei muito ali na nossa evangelização no centro espírita com as crianças né do lar e conversando sempre foi muito aberta a isso sempre Conversei muito sobre isso quem tinha dúvidas eu afins porque também dentro da escola Sempre tem aquela pessoa que diz ai seu pai sua mãe não são parecidos com você que que tá acontecendo Então eu sempre Conversei muito e eu realmente sinto que ainda há uma dificuldade muito grande dessa questão da aceitação da questão de abrir o olhar para uma adoção realmente sempre essa dificuldade vejo ali a nossas crianças do Lar é muito bem amparadas Todas elas chamam dizem a minha casa minha casa isso eu acho muito lindo porque existe então um carinho ali dentro mas também são crianças que muitas vezes
nossas crianças do Lar é muito bem amparadas Todas elas chamam dizem a minha casa minha casa isso eu acho muito lindo porque existe então um carinho ali dentro mas também são crianças que muitas vezes têm um medo tem um trauma que às vezes conversando com a gente a gente entende e ver o quanto ainda é difícil nisso é difícil para criança é difícil para muita gente ainda hoje eu falar que eu sou filho adotiva muitas vezes olha no torto às vezes não às vezes ficam impressionados como que como que pode como assim a sua mãe não teve um filho biológico então eu sinto que estamos no caminho mas que ainda há uma grande caminhada para isso eu sinto que como eu disse esses lares adotivos esses lugares como minha mãe falou que sejam literalmente o lar dessas crianças que tenham esse apoio que a gente não vê eu acho que muito na maioria deles aquela questão dos 18 anos ir embora e não ter nada então é um ponto muito grande esse levar e se dar conta então eu acho isso eu acho que estamos no processo né mas que ainda é um tema difícil de ser levado de ser apontado e afins e os meninos gostariam de dar alguma contribuição a visão que eles têm eu acho a mesma coisa por enquanto ela tem um certo bloqueio do pessoal mas das vezes que eu falo assim eu não tenho nenhum problema normal o pessoal acha que é uma também fica um pouco surpreso mas acho também uma atitude bem bonita bem bacana mas acho que com o tempo vai se tornando um pouquinho mais habitual mas normal assim mas aqui por enquanto tem um bloqueiozinho que é normal né Eu acho vai no maturidade de cada um da cabeça de cada pessoa eu acho que é respeito também né tem que ter o respeito e importante é o amor né e as pessoas vem tem preconceito e Preconceito não leva a lugar nenhum hoje em dia é isso que você tá falando que Você levantou Vitor é uma coisa importante porque nós sabemos que a maioria das pessoas que adotar a criança quando ela é muito pequena e a preocupação com os órfãos da covid é que muitos deles tinham as suas famílias estruturadas mas
portante porque nós sabemos que a maioria das pessoas que adotar a criança quando ela é muito pequena e a preocupação com os órfãos da covid é que muitos deles tinham as suas famílias estruturadas mas de uma hora para outra essa família se desfez é a mesma coisa que acontece muitas vezes com guerras e outras tragédias E aí a gente tem essa criança com uma idade mais avançada e que sofre muitas vezes esse preconceito porque ela já não é mais um bebezinho vai ser mais difícil tudo mais e pelo que a gente vê a adoção quando perfeita de uma maneira é pensada é vivida com amorosidade não é a idade que faz diferença mas a forma como a gente conduz esse processo no nosso dia a dia pode falar o apoio psicológico também é fundamental nessa parte para auxiliar a criança no entendimento ela aceitar a ideia que querendo não quem falou muitas vezes passa pelo trauma de pele o pai e a mãe muito cedo em algum acidente Então acho que esse auxílio é fundamental aí nessa nessa parte tem uma contribuição da nossa irmã Fernanda aqui que ela fala para nós que vemos casos de paz biológicos que não adotam seus filhos consanguíneos não é uma questão de sangue é uma questão de amor mesmo Obrigada Fernanda por esse seu comentário ele é muito importante porque quando nós nasce uma criança nasce um pai e uma mãe e às vezes assusta essa responsabilidade porque nem sempre as pessoas avaliam o que vai exigir deles a partir do momento que chega um filho na família as mudanças que terão que ser processadas então nós temos hoje filhos que estão órfãos apesar de estarem numa casa com pai e mãe e outros outros adultos é uma questão realmente muito muito séria porque a missão de amor da maternidade da paternidade é uma missão eu até arrisco em falar que é a missão mais importante que nós recebemos quando nós voltamos ao plano físico porque nós temos que dar conta de entregar esse filho para o mundo fortalecido amadurecido preparado E se a gente se omitia a coisa fica difícil dentro desse processo tem um
s voltamos ao plano físico porque nós temos que dar conta de entregar esse filho para o mundo fortalecido amadurecido preparado E se a gente se omitia a coisa fica difícil dentro desse processo tem um outro recadinho aqui muito bonito da Geni amada família Val é morbida como é que fala mórbida quer dizer desde o primeiro até o último membro me sinto grata por estar muitas vezes dentro dos laços dessa família exemplo para todos nós Pois é essa família aqui vai estar escrevendo história no movimento Espírita antes era de Rondônia de Santa Catarina agora vai escrever história para o Brasil como um todo tendo a coragem de estar falando sobre essa experiência né abrindo um pouco da sua intimidade nós temos também hoje em dia no nosso país a legislação que fala sobre os lares e as famílias acolhedoras que ficam um pouco de tempo com aquela criança aquele adolescente enquanto a situação não se decide Principalmente quando no caso daquelas crianças que saem da tutela dos Pais Por uma questão de negligência ou de violência ou mesmo às vezes algum impedimento de saúde da família e isso pode ser temporário é temporário porque essa família vai acolher durante um tempo mas ela não é uma família candidata a adotar essa experiência do acolhimento temporário gera para muitas famílias até um certo receio de acolher por um tempo e depois se apegar demais né aquela criança aquele adolescente que chega para para compor a família né E aí eu queria conversar um pouco mais sobre a questão espiritual por exemplo desse acolhimento temporário né ele também demanda de todos os envolvidos um cuidado com a formação e com vontade espiritual que essa criança precisa receber dentro do Lar Especialmente porque ela vem muitas vezes de uma situação muito difícil né você falou do Evangelho no Lar como trabalhadora da área da família como é que você vê o papel dessa família acolhedora nesse aspecto psico é mesmo que seja por um período curto de tempo é importante esse Amparo né eu tava aqui me lembrando de um
ra da área da família como é que você vê o papel dessa família acolhedora nesse aspecto psico é mesmo que seja por um período curto de tempo é importante esse Amparo né eu tava aqui me lembrando de um documentário com aqueles que ficam nas instituições Mas aos 18 anos tem que sair né E não vai ser um filho mas pode ser acolhido por uma casa né E aqueles que estavam à beira disso no documentário com 17 anos que normalmente as 18 né eles têm que sair daí foram tão bem recebidos nas casas que buscaram e a gratidão deles era tão imensa o convívio era tão lindo que a gente vê que vale a pena né mas olhando por esse lado de aproximar de Deus da criatura sempre é muito importante né a gente pode comer um Evangelho no Lar Mas levar na evangelização e quem não é espírita né levar para sua igreja que seja porque essa intimidade com Deus é uma coisa que também dá um Suporte Segurança tanto principalmente emocional né para pessoa nos momentos difíceis eu acho muito muito importante pensar sobre esse também né que precisa desse Amparo e às vezes não para intensivo porque você vai ficar pouco tempo tem que fazer esse tempo valer a pena como é que foi a educação religiosa de vocês Ana como é que você vê isso desde cedo Evangelho no Lar desde sempre eu não crescia Espírita então foi tudo mais eu acho que também tem esse lado do entendimento da criança no pelo menos Minha experiência no espiritismo essa questão do entendimento de saber que nada é por acaso que tive uma mãe que que me gerou também tive tem uma mãe que que me criou que me ama e afim e saber disso né e não ter essa Como se chama o espiritismo me ajudou muito a não ter raiva por exemplo não ter esse rancor porque tudo eu sei que não é por acaso que que tudo tem como você de uma maneira certa então Nossa eu nem sei explicar hoje eu consigo conversar muito bem sobre isso principalmente pelo evangelização Foram 18 anos na evangelização esse ano que eu tô evangelizando então assim eu achei Fantástico desde sempre ter essa ideia na minha cabeça e
sar muito bem sobre isso principalmente pelo evangelização Foram 18 anos na evangelização esse ano que eu tô evangelizando então assim eu achei Fantástico desde sempre ter essa ideia na minha cabeça e ter esse entendimento esse laço né Essa base sólida e vocês Augusto e Vitor bastante também entender realmente que já vem com planejamento encarnatório facilita bastante facilitou bastante convívio a gente também que minha mãe falou a gente explica desde bebê desde sempre então conhecer a doutrina espírita toda essa história por trás ajuda muito então que nem falou acaba se tornando um processo natural e tudo bem bem tranquilo isso é muito foi muito bom para gente Para a gente entender o processo né e entender também a Encarnação também por enquanto de alma e a gente entender a gente tem coisa de passado tem que resolver então tem bastante coisa assim que abriu a ferramenta muito bom é a Ana falou de uma coisa que eu acho que é importante que a gente possa comentar e vocês falaram também na questão do planejamento reencarnatório que é feito a questão do do da visão que vocês por terem acesso a doutrina espírita desenvolveram em relação a aos pais biológicos de vocês que fizeram uma tarefa muito importante que eles viabilizaram que vocês viessem a esse mundo né Vocês percebem que essa visão né da reencarnação e do planejamento reencarnatório e tudo mais trouxe para vocês também um pouco mais de leveza para olhar a família de origem de vocês Com certeza eu não tô até com lágrima no olho é até difícil porque tinha muitas chances de eu ter raiva de eu não querer que eu não aceitar e o espiritismo essa questão do da reencarnação e saber que talvez eu cair no lugar certo no momento certo na hora certa me ajudou muito porque eu é como se assim eu não conheço mas eu já amo porque me fez conhecer a minha família poder talvez enfim aprender com ela né e evoluir então assim eu fico muito balançada com isso porque tinha todos eu vejo minha história e eu vejo cada cada passo muito bem planejado
er a minha família poder talvez enfim aprender com ela né e evoluir então assim eu fico muito balançada com isso porque tinha todos eu vejo minha história e eu vejo cada cada passo muito bem planejado e muito bem escrito então assim qualquer passinho diferente seria totalmente diferente na minha vida então assim me traz essa calmaria de saber que realmente foi planejado realmente estava estava praticamente escrito Eu realmente tenho e teria que estar aqui hoje com essa mãe com meus irmãos com meu pai com a minha casa passando pelos problemas que todos passam então é mais ou menos isso que lindo seu depoimento Ana é importante né que a gente possa possa ter essa visão de gratidão Joana de Ângela eles têm um livro muito lindo que fala sobre a psicologia da gratidão e nós precisamos aprender a ter em relação a nossa vida essa postura de a tudo dai Graças porque a gente pode não entender muito bem porque que foi aquele caminho porque a gente esquece do que planejou muitas vezes né só sente às vezes essa atração para aquele para aquele caminho mas quando a gente olha e vê que querendo ou não nós estarmos aqui é fruto de uma decisão de um homem de uma mulher que encararam aí mais despesa muito mais para mulher do que para o homem muitas vezes encararam a decisão de ter um filho quando muitos declinam dessa possibilidade e infelizmente nosso país tem um número alarmante de abortos que são cometidos por filhos que as pessoas consideram que não vão poder criar não vão poder educar mas esquecem desse caminho lindo que é o caminho da adoção da gente poder favorecer que outra mãe e outro pai exercitem aquele amor aquele cuidado que nós não podemos exercer num determinado momento bom nós temos no nosso país um problema também muito sério que é devolução de crianças adotadas é estima-se que esse número seja um número bem bem significativo o Conselho Nacional de Justiça não permite que ele seja divulgado mas a BBC fez uma estimativa que num período de cinco anos de nosso país entre 2015 e 2020
número seja um número bem bem significativo o Conselho Nacional de Justiça não permite que ele seja divulgado mas a BBC fez uma estimativa que num período de cinco anos de nosso país entre 2015 e 2020 172 crianças e adolescentes foram devolvidos porque eram muito problemáticos ou porque não conseguiu se enquadrar em termos de comportamento porque tinham problemas de saúde e a família não quis arcar com essa responsabilidade é como como nós podemos entender esse comportamento a luz da doutrina espírita vamos começar pela nailca Vamos pensar alto aqui juntas como a gente nunca isso nunca nem passou pela nossa cabeça né porque as dificuldades vem e Deus nos dá cercamentos que a gente trabalhar e superar cada uma delas aprende a gente aprende a criança né e também não acredito que pensando assim como Espírita que possa haver um planejamento para isso né então é uma questão de dificuldade dos ser mesmo em relação ao outro né mas eu tenho visto e muitos casos de pessoas que têm dificuldades mas que vão trabalhando de autoriamente com elas e vamos envolvendo mais amor mais carinho envolvendo mais essas crianças e vão dando conta do pecado né então assim eu acredito que qualquer situação tem uma resolução e que a gente não deve ser bobada não vai dar conta porque Deus não teria colocado no nosso caminho então que cada um você tem mais horário na psicologia buscar auxílio de Terapias né Para que tanto no meu ser que está com dificuldade possa se proceder disso assim como a criança que normalmente está buscando mais carinho mais amor e às vezes tem muitas dificuldades é comum que a criança que tá ali né tendo às vezes ofertada para que haja alguém para buscar e eu sei que lá no lá que nós temos algumas vezes que as crianças foram para você me retornaram pegavam mais a esse sentido de carinho com evangelizador e a Ana vendo isso na infância dela acredito que ela teve medo também mas ela não chegou a cogitar de falar com a gente mas eu tinha medo de ser devolvida porque ela viu isso
carinho com evangelizador e a Ana vendo isso na infância dela acredito que ela teve medo também mas ela não chegou a cogitar de falar com a gente mas eu tinha medo de ser devolvida porque ela viu isso acontecer né coleguinha que tava ali foi embora porque tinha sido anotar de repente estava de novo porque tava no Lara outra vez né vinha para evangelização e assim mais tarde que ela falou que tinha medo de ser devolvida quanto mais devolver devolver para quem a Ana Teresa queria falar que aquela hora assim como foi como a gente programou a Ana Teresa o pai dela rezou dia e noite para ela aparecer porque tinha uns dois meninos três meninos e só Roberta de meninas então ele queria que queria mais uma menina e ela veio veio a notícia que ela tava já estava postos de me preparar quase no dia do aniversário dele Ah então foi uma filha muito desejada nessa composição familiar mas pelo visto cada um deles teve uma força de atração sobre vocês bem grande né bom nós temos ainda um tempinho mas eu queria que a gente pudesse aqui ouvir um pouco com vocês como venha passar para os nossos internautas né essa mensagem como adoção transformou e transforma a nossa família essa família que vocês compuseram é uma família que mostra que foi uma família que se formou também com a adoção e se transformou a partir dela se você estivessem aqui agora fazer uma mensagem para quem está nos ouvindo é quanto é importante adoção para formar e transformar uma família o que que vocês diriam acho que que nem por exemplo que ele falou hoje felizmente tem muita mãe solteira muito mais solteiro acaba não se adaptando e daí tem muita gente que vai se envolver com esse moleque Prefiro não tem e acaba descobrindo um laço muito forte eu acho que isso que é importante assim ó esse convívio dá uma oportunidade para cada pessoa Independente se for assim ou não ou adoção que às vezes pode ser algo surpreendentemente positivo e que nem também falou para assistir um pouquinho que nada por acaso eles têm uma dificuldade algum momento um pouco
e for assim ou não ou adoção que às vezes pode ser algo surpreendentemente positivo e que nem também falou para assistir um pouquinho que nada por acaso eles têm uma dificuldade algum momento um pouco mais difícil mas persistir que sempre vale a pena no final que é feito de amor gratidão Então se às vezes passa que a pessoa tem que estar pensando sobre então que deve deve menos permitir arriscar que algo muito bom Eu acho que o importante é o amor né E a coragem né que não adianta a gente adotar a gente toma decisão a gente adotar um peeling não tem mais volta né Independente de problemas a gente não pode devolver né tem que assumir a responsabilidade e a tudo igual né independente adotivo e tem que mandar amar todos iguais Ah eu diria que o primeiro passo é sempre Pior né É sempre mais difícil eu acho que ainda mais no país que a gente tem que é muito burocrático adoção Mas que como meus irmãos falaram No final sempre sempre vale a pena eu acho que você descobre eu não sei eu não sou mãe não sou pai mas eu tenho por mim que você tem um amor diferente porém ao mesmo tempo igual dos outros filhos e uma experiência nova eu acho que como também Eles falaram se dar a oportunidade Abrir também os olhos ver que que existem essas formas ver ali a mãe que tá gestando às vezes se encontra desesperado e saber que existe adoção também que ela não precisa abortar que a gente já havia falado e se jogar porque a gente ficar com medo não leva a gente a lugar nenhum né então e tudo é aprendizagem a gente sempre leva isso como como um trabalho né no final de tudo e você na época tem um microfone tá fechado O mais incrível da adoção é transformar um conceito em realidade aquele que a gente já conhece desde que nasceu Todos nós somos irmãos né e dilatar a nossa família é também ver o quanto é importante a gente desenvolver esses laços para entender também a família Universal né que a gente fala fala mas a gente pode viver já né esses filhos são nossos de alguma maneira vieram de uma outra de um outro
a gente desenvolver esses laços para entender também a família Universal né que a gente fala fala mas a gente pode viver já né esses filhos são nossos de alguma maneira vieram de uma outra de um outro jeito e por isso mesmo a gente tem que também agradecer todos os dias pelos pais biológicos que conseguiram colocar eles nessa realidade né daqui viessem Até nós então o bacana é isso porque como irmãos ele se sentem bem unificados e sentem essa vivência no dia a dia né então quando ele tem essa frase de Jesus dizendo que todos somos irmãs o pai é Deus eles têm essa certeza não é mais um conceito quando nós convidamos essa família para estar conosco aqui nesse programa foi com a intenção de poder mostrar o quanto o amor é potencializado dentro de uma família quando nós temos a certeza que podemos abrir o nosso coração para que mais um esteja junto de nós seja esse mais um pensado antes seja esse mais um porque passou pela nossa frente a gente não conseguiu resistir aquela atração daqueles olhinhos que nos chamam para que os aceitemos como nossos filhos a missão dos pais e das mães são missões muito importantes e muito difíceis essa família que nós estamos vendo aqui é uma família que apertou o laço e que ninguém está abrindo mão de amar um pouquinho mais aqueles que estão do lado dificuldades toda a família vai ter desafios toda a família vai ter mas quando há o amor presente a família se torna um presente para todos nós E essa experiência magnânima que vocês trouxeram para nós e não dou não só o meu coração mas o coração daqueles que estão nos vendo e ouvindo nesse dia mundial da adoção então nós podemos aqui meus irmãos encerrar com um convite permita que a adoção transforme a sua família com como uma instituição em que o amor transborda acolhe e se transforma de uma maneira em que os laços ficam mais fortalecidos e Indestrutíveis porque é essa nossa missão é esse o nosso papel nossa gratidão imensa a essas pessoas tão especiais que compartilharam conosco um pouquinho da
em que os laços ficam mais fortalecidos e Indestrutíveis porque é essa nossa missão é esse o nosso papel nossa gratidão imensa a essas pessoas tão especiais que compartilharam conosco um pouquinho da história deles a Ana Teresa como evangelizador e Educadora nossa gratidão imensa o seu depoimento foi maravilhoso ao nosso irmão Augusto que trouxe também mensagens inequívocas de que o importante é o amor e que tem momentos que fica mais difícil sim mas a gente tem que passar a seguir adiante né Às vezes o filho torce por um time de futebol diferente do nosso não quer a nossa não gosta da nossa profissão mas a gente vai Aprendendo a Amar ao lindo Vitor que trouxe esse depoimento que teve uma missão de abrir os braços da Família com a chegada dele para que outras pessoas chegassem também tua missão foi muito importante foi muito bem cumprida e a essa pessoa linda que é naiuca então da nossa parte meus irmãos gratidão imensa por vocês terem nos brindado na noite de hoje com a experiência de vocês muita luz na caminha de vocês pais e que Jesus esteja cada vez mais perto da família de vocês e dos próximos membros que irão é isso meus irmãos na próxima semana nós estaremos com vocês aqui novamente debatendo um outro tema tão relevante tão importante quanto foi esse da adoção Boa noite a todos e até a próxima tchau pessoal beijos beijos nós queremos te agradecer do fundo do coração e aproveitar esse momento para pedir que você se junte ao projeto continue sendo um colaborador continue fazendo as suas doações para que o trabalho prossiga levando esclarecimento levando Consolação há milhares de corações espalhados pelo Brasil e pelo mundo gratidão e esperança Da continuidade da sua doação iniciamos hoje a campanha com essa a Federação Espírita brasileira que busca mostrar quem ela é o trabalho realizado por meio desta instituição Centenária trazendo você para dentro da nossa casa como surgiu a Federação Espírita Brasileira de Auguste Elias o seu fundador aos dias de hoje o que ocorreu
balho realizado por meio desta instituição Centenária trazendo você para dentro da nossa casa como surgiu a Federação Espírita Brasileira de Auguste Elias o seu fundador aos dias de hoje o que ocorreu quem foram e quem são os vultos que fizeram e fazem parte dessa história Qual a relação de nomes como Chico Xavier Bezerra de Menezes simboni Pereira com esta instituição qual a sua missão como ela atua na formação apresentaremos a Federação Espírita brasileira em formato dinâmico vídeos depoimentos áudios conheça e faça parte desta família a Federação Espírita brasileira lança o portal FEB podcast com conteúdos em áudio que objetivo esclarecer e consolar corações para uma postura de vida com fé harmonia e esperança diretamente dos estúdios da Federação Espírita brasileira está começando podcast espiritismo em Pauta você está ouvindo Podcast estudando o Livro dos Espíritos Olá eu sou o Tiago Toledo e você tá ouvindo Podcast do cidadão do universo você está ouvindo o podcast do Entre Dois Mundos você está ouvindo Podcast do gostinho de leitura estudando o Livro dos Médiuns Olá eu sou a Marina Miranda e você está ouvindo Podcast Minha Nada Mole Encarnação essa é a nossa forma de transmitir Esperança conhecimento e alegria
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