COMEMORAÇÃO DOS MORTOS. FUNERAIS - Q.320 A 329 "O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Antônia Nery

Comunhão Espírita de Brasília 17/07/2025 (há 8 meses) 1:06:09 258 visualizações

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Transcrição

Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa >> Olá, muito boa noite. Sejamos em paz em mais um encontro destinado ao estudo de O Livro dos Espíritos. Nós estamos hoje concluindo esse, vamos chamar capítulo no sentido de se referir a conteúdo sobre a vida espírita. A vida espírita no sentido de a vida nossa, espíritos que todos nós somos, estejamos encarnados ou estejamos desencarnados. Então, Kardec aborda por meio da sistematização de perguntas e respostas, temas com os quais ele vem trazendo uma nova visão de mundo para nós no ocidente. Então, nós já vimos o que era espíritos errantes, os mundos transitórios, como é que os espíritos percebem, sentem, sofrem. Inclusive tema esse abordado pela nossa irmã que hoje aqui se encontra, Antônia Neri. Depois tivemos um ensaio teórico sobre as sensações dos espíritos. Quando os espíritos encarnam a escolha de suas provas e expiações no sentido de participação, que isso depende do grau evolutivo do espírito, as relações de além túmulo, os vínculos se mantém. Uma pessoa desencarnada continua lembrando que você existe. Você continua lembrando daquela pessoa que passou na terra e voltou pra parte espiritual antes de você. Depois antipatias e simpatias no sentido de gostar ou não gostar ou ou gostar e gostar menos. Os vínculos, o que que nos prende, né, uns aos outros. Depois vimos no encontro passado lembranças da vida corpórea. Quando o espírito volta à pátria maior, eles relembra do das encarnações anteriores como se fosse capítulos da sua história. E hoje comemoração dos mortos. Como é que isso se dá? Curiosamente, estávamos aqui conversando sobre o país onde eu passei um bom tempinho da minha vida. Então vocês já sabem que é o Japão. E lá no Japão,

je comemoração dos mortos. Como é que isso se dá? Curiosamente, estávamos aqui conversando sobre o país onde eu passei um bom tempinho da minha vida. Então vocês já sabem que é o Japão. E lá no Japão, a comemoração dos mortos, ela é bem diferente do que se faz aqui. No final eu vou contar como as coisas são e nós vamos eh entender melhor e comparar essa visão de mundo. Mas deixa Ana Antônia Nelli trazer o conteúdo da noite. Primeiramente, então nós estamos encerrando esse capítulo hoje, esse tema, para na próxima encontro falar sobre o retorno à vida corporal. A gente pensa em desencarnar, eles pensam no encarne. Eu vou encarnar. E os espíritos têm pavor disso porque, poxa, eu posso cair, eu posso falhar. Eles pedem milhões de ajudas. Ó, você que fica aqui, por favor, me acompanhe, me monitore. Como se fosse um explorador entrando numa caverna ou mergulhador no fundo do mar, que pede apoio para quem está numa base, oriente-me aí nas coordenadas para que eu possa me movimentar com segurança. Então, só para nos situar dentro daquilo que nós estamos estudando e vamos então iniciar com uma leitura preparatória. Nós escolhemos atualidade de nós, um capítulo de número 48 do livro Rumo Certo, que Emmanuel ditou a Chico, atualidade e nós. Contemplarás o mundo sob impacto do progresso, observando que no bojo da tempestade surge a presença do trabalho renovador. Enquanto a ventania da transformação assopra furiosamente sobre a nave terrestre, alterando-lhe os rumos, guardarás lealdade à fé no supremo poder que lhe assinala os destinos. Essa mensagem eu abri ao acaso, mas ela é bem providencial para nós que vivemos dias não tão tranquilos, né, já que vivemos momentos de transição planetária. Muitos viajores, nossos irmãos, amedrontados diante da tormenta, pergunto por Deus, ao passo que outros se rendem discrença, tentando aniquilar o tempo na embriaguez os sentidos, como se o tempo pudesse acabar. Outros se recolhe a tristeza ao desânimo, desistindo da luta construtiva que foram

que outros se rendem discrença, tentando aniquilar o tempo na embriaguez os sentidos, como se o tempo pudesse acabar. Outros se recolhe a tristeza ao desânimo, desistindo da luta construtiva que foram chamados e outros, muitos ainda derivam para a fuga, acelerando os próprios passos na direção da morte, qual se a morte não fosse a própria vida em si. Isso merece uma repetição, né? Qual se a morte não fosse a própria vida em si, a nenhum deles reprovarás. Cada um de nós vive nas dimensões do entendimento em que se nos caracteriza o modo de ser. E na altura da visão espiritual, a que a luz da verdade já te guindou, pode ser a compreensão de todos e o apoio fraternal para cada um. Reconhecerás que a universidade habilita o raciocínio para as glórias do cérebro, mas tão somente a escola da vida prepara o sentimento para as conquistas do coração. Por isso mesmo, honorificarás a ciência sem menosprepresa a consciência. Estimarás a liberdade sem sem descurar da disciplina. Entesourarás conhecimento, cultivando bondade, e situar-teás nas frentes da cultura, socorrendo, porém, quanto possível, as retaguardas do sofrimento. Serás enfim o companheiro fiel do Cristo, a quem aceitamos por mestre e na certeza de que ele, o Senhor, está conosco hoje, tanto quanto esteve ontem e tanto quanto está agora e estará para sempre, marcharemos juntos a ouvir-lhe em qualquer circunstância o apelo inesquecível: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Com essa mensagem tão providencial ao encontro de nossas necessidades e desafios momentâneos. Agradeçamos a Deus por estarmos reunidos mais uma vez em estudo, em aprendizado, em processo de renovação. A Jesus, nosso mestre, nosso guardião, regente dos destinos deste planeta, que está em suas mãos por determinação de Deus. E todos nós somos devedores a Cristo de estarmos aqui e de sermos por ele conduzidos. Se nós chegamos até agora neste momento e somos o que somos, os aspectos positivos, muito devemos a intervenção do mestre amado. e aos espíritos amigos que vem em nome dele,

sermos por ele conduzidos. Se nós chegamos até agora neste momento e somos o que somos, os aspectos positivos, muito devemos a intervenção do mestre amado. e aos espíritos amigos que vem em nome dele, que cuidam de nós, que nos acompanham, que nos monitoram mais de perto, que sempre se aproximam quando são convidados e chamados para nos trazer alento, alegria, esperança, paz, cura, renovação e, sobretudo, o desejo de viver uma vida plena, uma vida potencializada nas virtudes, na sabedoria e no amor. de Menezes está conosco nessa noite. Nosso querido irmão instrutor Alexandre que guarda esse grupo Ismael cuidando do Brasil e todos trabalhando sem desistir, sem temor diante de todos os desafios que possam surgir em nossa vida individual e coletiva. Estudamos porque sabemos que o amanhã será melhor e o dia de hoje nos preparamos para o dia de amanhã. Que assim seja. Saudamos a todos que nos acompanham pela TV e Rádio Comunhão, nosso abraço fraterno, também aos irmãos que nos assistirão pelas redes sociais. Comunhão tem cinco redes sociais onde todos os trabalhos estão disponíveis para consulta, revisão de tema, pesquisa, né, para alargar os horizontes em alguma área que queira conhecer mais e melhor. Fica todo esse material disponível, o convite para que seja usado para o nosso enriquecimento. Então, na noite de hoje, comemoração dos mortos funerais. Ana Ner vai nos trazer esse tema. Depois a gente vai dar uma pitadinha de visão oriental. Vamos ver o que que acontece na noite de hoje. Vamos acompanhar nossa querida irmã Antônia Neri. >> Boa noite a todos. Assunto interessante, comemoração dos mortos. No México, por exemplo, tem uma festa, eles fazem uma festa para comemorar a partida dos seus entes queridos, mas nós não ainda estamos preparados para fazer uma festa, né? Então nós ocidentais, né? Ainda temos aí algumas restrições e vamos depois o Marcos vai contar aí essa experiência. Deve ser uma experiência extraordinária lá do lado da essa parte mais oriental. Então, nós vamos tratar hoje das

nda temos aí algumas restrições e vamos depois o Marcos vai contar aí essa experiência. Deve ser uma experiência extraordinária lá do lado da essa parte mais oriental. Então, nós vamos tratar hoje das questões 320 a 329 do livro dos espíritos, que trata exatamente sobre essas questões. Antes de iniciar as questões propriamente dita, Leon Deni, ele ele ele fez uma análise muito interessante lá no livro Depois da Morte. Daí ele nos coloca, por exemplo, que a comemoração dos mortos sempre foi uma prática universal. Sempre humanidade, como no antigo Egito, cerca de 3.000 anos antes de Cristo, eles já realizavam, né, já a importância de honrar os mortos. Então, essa tradição, ela se manteve viva em diversas culturas. ao longo dos séculos, como nas celebrações dos romanos que eles chamavam de lá no Parentália, olha o nome, parentália, né? Que era um evento que era realizado anualmente no mês de fevereiro e esse evento era dedicado aos ancestrais falecidos. Leão Deni lá no livro, né? Depois daavam, no dia 1eo de novembro, eles faziam essa festa dos espíritos, os gauleses, que se realizava não nos cemitérios, olha que interessante, mas sim em cada habitação, onde os videntes e médiuns da época evocavam a alma aí dos falecidos. Olha que interessante. Então, ele se reuniu no dia primeiro de novembro. Eles faziam essa festa dos espíritos e eles comemoravam em nas residências. Dali os médiuns, os videntes, evocavam as almas dos falecidos para darem notícia, trazerem as notícias. Então, a festa dos espíritos na Gália, ela tem raiz lá na tradição celta, que era chamada de samim. Era um festival que marcava aí a passagem do ano e acreditava-se que os mortos retornavam para visitar seus lares. Que interessante, né? Então, médiuns e videntes desempenhavam um papel importante nessa celebração. Então, você veja que os médiuns, né, eles tinham um papel interessante nessa celebração, eh auxiliando aí na comunicação com o mundo dos mortos e na evocação das almas aí dos falecidos. Então, eles evocavam

você veja que os médiuns, né, eles tinham um papel interessante nessa celebração, eh auxiliando aí na comunicação com o mundo dos mortos e na evocação das almas aí dos falecidos. Então, eles evocavam ali os espíritos. Então, a gente sabe que evocar é diferente de invocar, né, gente? Então aqui eles evocavam, eles chamavam pelo nome, que evocar é chamar, né? Invocar, por exemplo, a oração é uma invocação, né? Você chama pelo pensamento, mas a evocação também pode ser feita também pelo pensamento. Você mentaliza, ou seja, você pode evocar seus familiares evocando via lembrando deles, pensando neles. Então essa festa, ela foi um dos elementos que contribuíram para a formação do dia de finados. essa história toda pra gente chegar no dia de finados, como é que se chegou aí ao dia de finados e que é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro. Você vejam que essa a festa dos espíritos ela no dia 1eo de novembro. E aí a igreja eh criou o dia dos finados aí no dia 2 de novembro. Aí começa aí as comemorações, né? Então, na Idade Média, em 1998, aí já depois de Cristo, então a Igreja Católica oficializou o dia dos finados. E esse dia dos finados, ele foi criado por Odílio de Cloni, que era um abade, era um abade da abadia beneditina de Cloni, como um dia especial para se orar para os mortos. ficou dedicado 2 de novembro o dia para se orar aos mortos, como um dia especial para orar aos mortos, consolidando aí um costume que atravessou séculos e influenciou aí toda a cultura ocidental, tá gente? Na perspectiva espírita, como a gente entende isso? Essa tradição, ela carrega um significado muito profundo na concepção espírita. Ela não é apenas uma oportunidade encarnados e desencarnados. Allan Kardec, lá no livro dos espíritos, ele explica que os espíritos eles sentem de maneira intensa, olha que interessante, eles sentem de maneira intensa a lembrança daqueles que os amaram na terra. Não é porque a pessoa desencarnou, que a pesso o o espírito esqueceu, não lembra? Não é? Eles

ntensa, olha que interessante, eles sentem de maneira intensa a lembrança daqueles que os amaram na terra. Não é porque a pessoa desencarnou, que a pesso o o espírito esqueceu, não lembra? Não é? Eles sentem, ó, intensa lembrança daqueles que o amaram na terra. Para os espíritos felizes, essas recordadas que enfrentam desafios no plano espiritual, elas trazem conforto e esperança. O fato deles serem lembrados traz conforto, traz esperança. Então, vejamos aí o que nos diz a questão 320 do livro dos espíritos. que fala exatamente sobre essa questão. Lá na questão 320, Kardec pergunta aos espíritos: "Os espíritos são sensíveis à a saudade dos que o os amavam na terra? Eles são sensíveis à saudade. Espírito sente saudade. A gente acha a saudade uma coisa muito terrena, né? Mas a gente tem que lembrar que os desencarnados eles ainda carregam, principalmente no estado mediano ou um estado ainda eh de dois sofrimentos, eles ainda carregam muito essas ligações com o plano material. Daí os espíritos respondem a Kardec: Muito mais do que podeis julgar. Essa lembrança aumenta-lhes a felicidade se são felizes e se são infelizes serves de alívio. Então eles, ao lembrar eles, aquilo traz um certo alívio, um digamos uma certa calma, uma certa tranquilidade. Então eles sentem saudade da gente também. Então, o espírito ele é sensível à lembrança e às saudades dos que lhe eram caros na terra, mas uma dor incessante, isso a gente precisa eh precisa entender. que são sensíveis, né, as lembranças da que deixaram na terra. Mas uma dor incessante e desarrazoada, sem sentido aqui, né, o toca penosamente. Isso a gente tem que tomar os cuidados. E a doutrina espírita, os espíritos vêm nos esclarecer, porque nessa dor excessiva ele vê falta de fé no futuro e na confiança em Deus. esse desespero e, por conseguinte um obstáculo ao adiantamento dos que choram e talvez a sua reunião com estes. Então, no espiritismo, nós compreendemos, por exemplo, que a existência na Terra, a existência na Terra como uma etapa de nossa vida de

ao adiantamento dos que choram e talvez a sua reunião com estes. Então, no espiritismo, nós compreendemos, por exemplo, que a existência na Terra, a existência na Terra como uma etapa de nossa vida de espíritos imortais. Nós somos, nós estamos aqui com eh eh completando uma etapa da nossa eh caminhada como espíritos imortais. Nós somos espíritos imortais, não eternos. Imortais porque nós tivemos um começo, mas não temos um fim. Continuamos existindo. Eterno é não tem começo e nem tem fim, mas a gente tem um começo. Então nós somos espíritos imortais. Então, a morte dentro da doutrina espírita é vista como uma transição para o plano espiritual, onde a alma continua a existir. Ou seja, a morte não é o fim, não é o término, é o começo de uma nova jornada. Mas se os espíritos possuem essa visão da existência terrena, ou seja, da imortalidade da alma, da continuidade da vida após a morte, por muitas vezes choram quando ente querido desencarnam? A gente pergunta às vezes, né? Não, assim, não é espírito, não acredita na imortalidade da alma. E então por que que chora no momento do desencarne? Então, uma resposta razoável para isso é o pranto. Para o pranto seria a saudade. A pessoa se foi, a gente sente saudade. Quando um anjo querido da gente viaja, a gente não sente saudade, dá uma tristeza. É exatamente isso. O choro que muitas vezes desce dos olhos deve retratar, ó, a saudade imposta pela distância física. Por isso choramos. devido ao apego às sensações da carne, que nós espíritos ainda em evolução, ainda guardamos em nosso íntimo. Então, sentimos essa saudade, choramos. No entanto, precisamos esclarecer que essa doia excessiva e incessante pela perda de um ente querido afetar, como responder os espíritos, negativamente o espírito, pois ele pode interpretar essa dor como falta de fé no futuro e na confiança em Deus. Por outro lado, a tranquilidade é o resultado da certeza da imortalidade da alma e do reencontro que teremos no futuro. Então, um dia, na verdadeira vida, um

ta de fé no futuro e na confiança em Deus. Por outro lado, a tranquilidade é o resultado da certeza da imortalidade da alma e do reencontro que teremos no futuro. Então, um dia, na verdadeira vida, um dia a gente vai se reencontrar. Sobre essa dualidade entre a saudade natural e a dor incessante. Os espíritos deixam claro que o equilíbrio é essencial. é o que a doutrina espírita nos recomenda, é equilíbrio, bom senso. E isso é resultado da fé no futuro e também da confiança em Deus. Não devemos, no entanto, que a gente perguntou, e por que o espírito chor? Não devemos julgar as pessoas afirmando que por crer no espiritismos elas não podem e não devem chorar. Eu já ouvi muito isso. Você não pode chorar, você não deve chorar diante da desencarnação de alguém que ama. O choro de saudade e amor não é prejudicial ao espírito, mas o choro de revolta e inconformismo, pode afetá-lo negativamente. O espiritismo reconhece a dor da perda como um sentimento natural. É natural, gente, isso são emoções e inevitável, especialmente quando se trata de entes queridos. Vamos sentir saudade, vamos sentir falta. Lá no livro, Na era do espírito, psicografia do Chico, espíritos diversos e Herculano Pires. Em relação ao pranto, ele traz uma uma interessante colocação. Diante da desencarnação de uma pessoa amada, Emmanuel traz uma lição preciosa na mensagem que tá lá, mortos amados. nessa mensagem, nesse livro lá, ele coloca: "Chora quando não possas evitar o pranto que te derrama na da alma. No entanto, converte quanto possível as próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces de esperança, porquanto eles todos te ouvem o coração na vida superior, sequiosos de se reunirem contigo para o reencontro no trabalho do próprio aperfeiçoamento, à procura do amor sem a Deus. Eu gostei disso. Amor sem a Deus não é uma despedida. Você não é apenas um até logo, é um até breve. Posteriormente a gente pode se reencontrar. Então o choro em si não é algo negativo, tá gente? De onde que não se torne o

sem a Deus não é uma despedida. Você não é apenas um até logo, é um até breve. Posteriormente a gente pode se reencontrar. Então o choro em si não é algo negativo, tá gente? De onde que não se torne o sofrimento prolongado e revoltado. O choro pode ser uma forma, ó, de liberar as nossas emoções, expressar saudade e aliviar a dor que a gente tá sentindo. É o luto. E o luto faz parte desse processo. No entanto, é importante que ele não se transforme em um obstáculo para aceitação da morte e a continuidade da vida. Temos que ter esse cuidado para não transformar isso, né, para não aceitação da morte, da revolta, não aceitação da continuidade da vida após a morte. Então, a dor do luto deve ser enfrentada com serenidade, compreendendo a continuidade da vida em outro plano e a possibilidade do reencontro. Por que que eu botei a possibilidade? Porque a gente acha que desencarnou, logo nós vamos reencontrar os nossos entes queridos. Mas não é bem assim, tá, gente? É claro que existem eh eh condições vibratórias e isso vai depender muito da nossa atitude enquanto espírito aqui na vida eterrena. Sabemos que o espírito continua sua jornada em outro plano e o sofrimento excessivo daqueles que ficam pode prejudicá-lo. A doutrina nos convida a refletir sobre a morte. refletir sobre a morte. Eu tenho uma amiga que ela ela tem pavor da morte. Então, às vezes eu tô lá lá no trabalho, tô lá conversando, eu falo da morte, pelo amor de Deus, não fala comigo sobre esse assunto. Eu disse, mas você vai morrer e ela teve câncer. E eu disse, mas você vai morrer, mas eu já estou curada. Eu disse tudo bem, que maravilha. Aproveite o máximo, mas você vai deixar essa matéria. Ela disse: "Não quero saber nem trate comigo desse assunto." Mas tem gente assim, vocês acham que isso não existe? Existe, né, gente? Então, a doutrina nos convida a refletir sobre a morte, nos prepararmos para isso, né, gente, como uma transformação e não com o fim da existência. E como entender a comemoração dos mortos?

né, gente? Então, a doutrina nos convida a refletir sobre a morte, nos prepararmos para isso, né, gente, como uma transformação e não com o fim da existência. E como entender a comemoração dos mortos? Então, como que a gente vai entender isso? Existe a continuidade da vida? Como que a gente pode entender essa questão da comemoração dos mortos? Então, na questão 321 do livro dos espíritos, o dia de comemoração dos mortos tem alguma coisa de mais solene para os espíritos? Eles se preparam eh eles para visitar os que vão orar com eles nos túmulos? Então a gente fica perguntando ele, a gente se prepara, faz aqueles túmulos maravilhosos, né? E a gente vai, né? Vai lá e a gente espera, né? Será que os espíritos se preparam? Olha a resposta dos espíritos. Os espíritos podem atender o chamado dos que estão na terra, não só no dia da comemoração dos mortos, como outro qualquer. Desde que você lembre, desde que você se manifeste, eles com certeza vão estar presente. Então, segundo o espiritismo, os espíritos podem atender ao chamado de pessoas na terra. A gente já viu a evocação e a invocação, né, gente, espontaneamente ou através de evocação por os médiuns. Pessoa coloca, chama espírito fulano de tal, né? No entanto, essa comunicação está sujeita a algumas condições. Ah, não basta eu chamá-los, né, para que eles venham? Existem condições. Como a vontade do próprio espírito, pode ser que ele não queira. a permissão divina para comunicação. Às vezes ele tá sem condições para isso, especialmente quando se trata de espíritos evoluídos ou aqueles que estão em planos superiores. Não é a qualquer hora e a qualquer momento. Então, o espírito tem o livre arbítrio para aceitar ou recusar o chamado. Pode. Ele pode não estar disponível, não querer se comunicar com a pessoa ou com o grupo que o evoca ou pode não ter condições de fazê-lo. As condições a gente pode chamar, mas ele não está disponível, principalmente os espíritos, né, superiores, eles têm afazeres, né, eles não estão à nossa disposição.

pode não ter condições de fazê-lo. As condições a gente pode chamar, mas ele não está disponível, principalmente os espíritos, né, superiores, eles têm afazeres, né, eles não estão à nossa disposição. Então, a gente sabe que não é só porque você deseja que eles vão vir para se comunicarem conosco. Na questão 321 do livro dos espíritos, esse é para eles um dia de reunião junto às sepulturas. Então, os espíritos se reúnem naquele dia, já que tem uma multidão de gente ali. Olha a resposta dos espíritos. Reúnem-se em maior número nesse dia. Por quê? Porque ali você chama, ou você evoca chamando nominalmente ou via pensamento, porque maior é o número de pessoas que os chamam, mas cada um só comparece em atenção aos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes. Não é assim, né, gente? São os amigos são ali, né? Então, há espíritos que só são lembrados nesta data, né? Às vezes a pessoa esquece, nem são lembradas e por esse motivo gostam da homenagem. A visita ao cemitério é uma tradição cultural, mas a conexão com os entes queridos falecidos pode ocorrer, como dissem os espíritos, em qualquer lugar, através de pensamentos e orações. Então você vai, tem gente que vai, fica sentado e e chama e e o espírito vem. né? Então, eh, vai depender da condição, né, que a gente viu ali, né, na questão 321B, Kardec volta a perguntar os espíritos sobre que forma comparecem e como seriam vistos se pudesse se tornar visíveis, como é que eles seriam vistos, como é que eles se apresentam. Já na idade média, na época, né, que tinha os médiuns, eles tinha lá e na Inquisição, eles perguntavam: "Então, como é que você vê os espíritos? Eles estão nos como é que eles se apresentam? Isso eles perguntavam. Como é que eles se apresentam? Daí os espíritos respondem sobre a que tinham em vida, a forma que eles tinham em vida. Então eles comparecem com a forma que tinham quando estavam encarnados para que possam ser reconhecidos. A aparência dos espíritos, ela pode variar de acordo com a com que a

a que eles tinham em vida. Então eles comparecem com a forma que tinham quando estavam encarnados para que possam ser reconhecidos. A aparência dos espíritos, ela pode variar de acordo com a com que a lembrança que as pessoas têm deles, podendo apresentar a idade e as feições que tinham em vida. Então eles vão, mesmo que já tenham falecido 20 anos, eles vão se apresentar com a a a forma que eles tinham para que eles possam serem reconhecidos. Então, a mente do espírito tem um papel importante na forma como ele se apresenta, podendo criar ou modificar sua aparência e vestimentas por meio do pensamento. Nós sabemos, a linguagem do espírito é diferente da nossa linguagem, é pensamento, né? Então ela é via pensamento. Então os espíritos que estão que aqui, ó, depende da mente dele. Ele pode modificar a sua forma, pode se apresentar mais jovem, pode se depende da condição do espírito, depende de como ele ele quer ser lembrado ou como as pessoas têm essa lembrança deles. Na questão 322 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Os espíritos esquecidos, não tem assim, tem alguns que são esquecidos, cujas tumbas não são visitadas por ninguém, comparecem, apesar disso, e sentem algum desgosto por não verem nenhum amigo se lembrar deles. Será que eles ficam chateados? Será que os espíritos ficam chateado com raiva, né? Então, olhem o que os espíritos respondem. O que lhes importa a terra? Somente pelo coração se prendem a ela. Se não mais o amam, nada mais há o que faça o espírito voltar à terra. Ele tem todo o universo pela frente, porém depende muito do estado do espírito. Imagine o espírito inferior, ele vai ficar chateado, né? Muitos já reconhecem que a visita aos túmulos não é fundamental para se sentirem amados. Já tem essa percepção, já tem esse entendimento. Então, o fato de não visitar em seu túmulo não representa grande nenhuma tristeza, nenhum mal-estar. Outros, no entanto, comparecem aos cemitérios na esperança de encontrar alguém que ainda se lembre deles e se entristecem quando se vem

túmulo não representa grande nenhuma tristeza, nenhum mal-estar. Outros, no entanto, comparecem aos cemitérios na esperança de encontrar alguém que ainda se lembre deles e se entristecem quando se vem sozinhos. Depende muito, né, do estado do espírito, da sua condição moral, da sua condição espiritual. Questão 323 do livro dos espíritos. A visita ao túmulo proporciona mais satisfação ao espírito do que uma prece feita em sua intenção. Eu visitar o túmulo, ir ao cemitério. O espírito gosta mais disso ou uma oração o satisfaz de uma forma melhor? Os espíritos responderam: "A visita que se faz ao túmulo não causa maior contentamento ao espírito do que a lembrança e a prece feita de coração. Então, visitar o túmulo é uma exteriorização da lembrança que se tem do espírito querido. Então, a gente vai visitar. é uma forma de manifestar a saudade, o respeito e o carinho, desde que realizada com boa intenção, sem ter apenas um compromisso social ou protocolar, desde que não se prenda a manifestações de desespero, de se jogar no chão, de ficar chorando, se lamentando, de cobranças, que muitas vezes a pessoa vai ao cemitério fazendo cobranças, acusações, Como ocorre em muitas situações, a visitação ao túmulo não é condenável, apenas é desnecessária, na visão da doutrina espírita, pois a entidade espiritual não se encontra no cemitério. Ela pode ir lá, mas não se encontra lá. E pode ser lembrada, homenageada através da preces em qualquer lugar. Então, a prece ditada pelo coração, pelo sentimento, santifica a lembrança e é sempre recebida com prazer e alegria pelo desencarnado. A gente pode fazer isso, né, gente? prece a oração. O que o que sensibiliza o espírito não é propriamente a visita, a sepultura, mas a lembrança fraterna e a prece sincera daquele que ficou na terra, o que pode ser feito a qualquer momento e em qualquer lugar. Por isso, o dia de finados não é mais importante para os desencarnados do que os outros dias. A diferença entre o dia de finados e os demais é que naquele dia mais pessoas

momento e em qualquer lugar. Por isso, o dia de finados não é mais importante para os desencarnados do que os outros dias. A diferença entre o dia de finados e os demais é que naquele dia mais pessoas chamam os espíritos pelo pensamento. A diferença é essa que ali se reúne e muitos chamam via pensamento. os espíritos, lá na questão 324, os espíritos das pessoas homenageadas com estátuas, vocês já viram, né, cemitério, né, fazem aquelas aquelas aqueles túmulos, né, assistem as inaugurações e as vêm com prazer fazer, né? Muitos as assistem quando podem, mas são menos sensíveis à honra, às honras que eles tributam do que às lembranças. Não são essas honras. Porque os espíritos quando deixam essa vestimenta, se já conseguiu, já galgou alguma melhora, isso pouco importa para o espírito. Então, somente os espíritos, ainda muito ligados às manifestações materiais, poderiam se importar com o estado do seu túmulo. E mesmos estes em pouco tempo percebem a inutilidade em termos espirituais de tais arranjos. O carinho com que são cuidados túmulos só tem algum sentido para os encarnados. Olha que interessante, que devem se precaver para não criarem um estranho tipo de culto. Não devemos converter as necrópoles vazias em salas de visita do além, como diz aí Richard Simonete. A gente vai lá, fica lá como sala de visita, né, do além. Lá na questão 325, a gente vai esclarecer tudo para quando vocês se prepararem adequadamente, né? De onde pode vir para certas pessoas o desejo de serem enterradas antes no lugar do que outro? Tem algumas pessoas, eu quero ser enterrada em tal lugar assim, né? Voltam a ele com mais satisfação após a morte. Eu queria ser enterrado em tal lugar e não fui e eles eles voltam, né? E essa importância é dada a uma coisa material é sinal de inferioridade do espírito. Os espíritos respondem: "A afeição do espíritos a a certos lugares, né? Por certos lugares é inferioridade moral. vai passar por todo um trabalho. A gente sabe disso. A gente tá crescendo, tá evoluindo, tá

píritos respondem: "A afeição do espíritos a a certos lugares, né? Por certos lugares é inferioridade moral. vai passar por todo um trabalho. A gente sabe disso. A gente tá crescendo, tá evoluindo, tá aprendendo. Aí a gente ainda é apegado em algumas coisas. Não é porque a gente desencarnou que a gente desapegou de tudo, né, gente? As nossas ideias, os nossos, né, sentimentos. O que representa um pedaço de terra mais do que outro para o espírito elevado? Nada. Não sabe que ele ele que a sua alma se reunirá aos que amam. Importante independente do lugar, mesmo que os seus ossos estejam separados, mesmo que estejam separados, eles a os as almas, né, os os eles se reencontrarão. Então, nossos entes familiares que já desencarnaram podem ser lembrados na própria intimidade e no aconchego do nosso lar. Não é para fazer um culto de evocação aos mortos, tá gente? Mas você pode nas suas orações, nas suas preces, no evangelho, no lá fazer oração pros seus familiares, né? E o o Marcos vai explicar com bem a tradição oriental. Então, eh, no aconchego de nosso lar, ao invés da frieza dos cemitérios e catacumbas, eles sempre preferirão receber essa nossa mensagem de saudade e carinho envolvida nas vibrações do ambiente familiar. Qualquer que seja a situação espiritual em que eles se encontrem, serão alcançados pelo nosso pensamento. Por isso, devemos nos esforçar para sempre. que lembrarmos deles, que nosso pensamento seja de uma saudade equilibrada, de desejo de paz e bem-estar, de apoio e afeto e nunca desespero de acusação, de culpa ou de remorço. Quantas vezes a gente, eu podia ter feito mais, eu podia ter feito isso, a gente acha isso causa causa sofrimento ao desencarnado. Você fez o que você tinha condição de fazer com o que você tinha, com os instrumentos que você tinha, você fez o seu melhor. Então, pra gente não trabalhar essa questão de culpa de que a gente podia ter feito mais, eu fiz o que eu dei conta de fazer. Na questão 325A, a reunião dos despógios mortais de todos

ez o seu melhor. Então, pra gente não trabalhar essa questão de culpa de que a gente podia ter feito mais, eu fiz o que eu dei conta de fazer. Na questão 325A, a reunião dos despógios mortais de todos os membros de uma família deve ser considerada como futilidade? Olha o que os espíritos disseram. Não é um costume piedoso e um testemunho de simpatia pelos entes amados. Se essa reunião pouco representa para os espíritos, é útil para os homens. Suas recordações se concentram melhor ali. Por isso eles se reúnem em um determinado local. Então, essa reunião dos restos mortais, de todos os membros de uma família, como um túmulo familiar ou um ossário, às vezes pessoas fazem isso, pode ser vista como uma forma de manter a memória e os laços familiares, mesmo após a sua morte. Então essa prática, embora material, pode ser significativa para os vivos, ajudando a preservar a história da família e oferecer aí conforto para os que ficam. Então, o espiritismo ensina que a importância dada aos restos dos mortais é mais relevante para os vivos do que para os próprios espíritos, que já se encontram em outra dimensão. A presença dos restos mortais em um local comum, tem família que faz isso, pode trazer conforto e sensação de continuidade para aqueles que sentem falta dos seus entes queridos. Então, é mais para os vivos. Questão 326. A alma que volta à vida espiritual é sensível às honras que tributam aos seus despojos mortais, quando ali é comparecimento de muitos, né? Vão ali, faz aquele aquele aquela multidão de gente, né? E aí os espíritos depende da evolução do espírito, a sua comoção ou não com as honras que eles prestem aos despojos. Então, depende, né? Em geral, em geral, os espíritos podem sentir satisfação ou desgosto com as homenagens e tratamentos dados ao seu corpo físico, especialmente logo após a morte, quando ainda conserva ainda certos preconceitos terrenos, não é? Ele desencarnou, mas ele carrega ainda consigo, certo? Então, ninguém veio aqui, não tem ninguém e não veio,

almente logo após a morte, quando ainda conserva ainda certos preconceitos terrenos, não é? Ele desencarnou, mas ele carrega ainda consigo, certo? Então, ninguém veio aqui, não tem ninguém e não veio, não veio, não vieram nem fazer um uma leitura, uma apresentação, não é isso? ou participar, né? Então, a intensidade dessa sensibilidade diminui com o tempo e o grau de desprendimento do espírito em relação à matéria e às lembranças terrenas. Com o tempo eles vão entendendo, vão compreendendo e eles vão percebendo aí e ele vai diminuindo esse desprendimento, né? O que realmente importa para os espíritos são as lembranças e o carinho com que são lembrados mais do que as honras materiais. No entanto, a importância dessas homenagens varia de acordo com o grau, o apego do espírito aos aspectos materiais e suas lembranças da vida terrena. Então, o espírito que atingir um determinado grau de perfeição, despojado que se encontra das vaidades terrenas, compreende a inutilidade dos funerais pomposos, que serve mais para os que ficam do que para os que partiram. Desde que a gente vê aí, ó, que depende muito, né, da de do grau de evolução do espírito. Os espíritos assistem o seu enterro? Será que eles estão lá? Tão lá assistindo? Como é que é isso? Então, os os espíritos respondem. O espírito frequentemente assiste o seu interro, tá vendo aí? Mas normalmente perturbado, nem percebe o que se passa. Como é que é isso? Então, o espiritismo ensina que o espírito não morre, apenas se liberta do corpo físico. Após a morte, o espírito pode, não quer dizer que vai, né, permanecer próximo ao local onde ocorreu o desencarne, incluindo o velório e o enterro. Então, a capacidade do espírito de acompanhar e entender o que acontece no funeral depende do estado de perturbação ou de tranquilidade. Espíritos mais evoluídos ou aqueles que tiveram uma vida espiritual equilibrada podem participar de forma consciente, emanando boas energias para os presentes. que eles já tiveram essa consciência, mas normalmente não é assim

ou aqueles que tiveram uma vida espiritual equilibrada podem participar de forma consciente, emanando boas energias para os presentes. que eles já tiveram essa consciência, mas normalmente não é assim que acontece. Então, os espíritos que ainda estão perturbados ou em choque com a morte podem não ter consciência plena do que está acontecendo ao seu redor, incluindo aí o próprio enterro. pelos relatos que se tem até hoje nas reuniões mediúnicas, é de certo modo comum pessoas assistirem seu funeral, estando alguns inclusives deitados no caixão e ouvindo tudo que falam sobre eles. Já pensou que desastre, né? Cuidado, né? Na hora lá do, né, do funeral. Então, tudo isso depende só da pessoa que morre. aqueles que querem assistir o seu enterro, mas com muita tranquilidade para dar apoio aos que ficaram. Não é por apego ao corpo, mas esses são raros entre nós. lá no livro Conduta espírita, psicografia Ivaldo Vieira, né, pelo espírito André Luiz, ele fala o seguinte, ele adverte proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto coxichos impróprios ao pé do corpo inerte. O companheiro recém-desencarnado pede sem palavras a caridade da prece ou do silêncio que o ajudem a refazer-se. Esse é o propósito do velório, não é, gente? Não é ficar falando mal da pessoa que desencarnou. Então, é importante expulsar de nós quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros a que comparecemos. Até porque a solenidade mortuária é ato de respeito e também de dignidade humana. Lá na obra Obreiros da Vida Eterna, André Luiz, né, narra um caso prático que durante o velório de Dimas, uma pessoa presente conta uma história que envolve Dimas de um assassinato que ele presenciou. Então, a recordação do fato, eles eles ficaram contando a história. Daí eles presenciaram aquele assassinato. Aí a recordação do fato traz para o ambiente o assassino já desencarnado em situação ainda de perturbação. É preciso a intervenção então dos amigos

história. Daí eles presenciaram aquele assassinato. Aí a recordação do fato traz para o ambiente o assassino já desencarnado em situação ainda de perturbação. É preciso a intervenção então dos amigos espirituais de Dimas para afastar aquele irmão infeliz. sem saber, o amigo encarnado fizera uma invocação aí direta daquele espírito. Então, outro fato observado ainda no livro Obreiros da Vida Eterna por André Luiz é que o descontrole da esposa de Dimas o deixava agitado. Foi preciso adormecer a companheira de lutas para que o irmão, em processo de desligamento, conseguisse voltar ao repouso reparador. Então, qual é, então, deve ser a nossa conduta nessas ocasiões? A mesma postura de respeito que devemos ter para com qualquer pessoa encarnada. é a postura que devemos ter para aquele que acabou de deixar o corpo físico. Uma prece sincera, um pensamento simples, mas bondoso, endereçado aos entes que partiram, vale mais do que 1000 coroas de flores e solenidades fúnebres. Questão 327. Fica lesongeado com a concorrência ao seu enterro, né? Muita gente comparecendo, né? e aquele que não vai ninguém. Então os espíritos respondem mais ou menos segundo o sentimento que provoca essa concorrência. Então o espírito, ele pode ficar lisongeado com a concorrência de pessoas ao seu enterro, mas isso depende do grau de evolução e dos sentimentos que motivam essa concorrência. Por que a pessoa foi ali? Por que a pessoa está ali? Foi curiosidade, foi, né? Se o espírito já alcançou um bom nível de desenvolvimento, ele pode sentir satisfação ao ver que deixou boas lembranças e que sua partida gerou comoção. No entanto, se o espírito ainda estiver muito ligado aos preconceitos e sentimentos terrenos, ele pode se incomodar com a disputa ou com o abandono do seu corpo físico. Então, um exemplo é o caso do Dr. Dezer de Menez, que mesmo após a morte acompanhou seu enterro e se alegrou com a comoção dos amigos, demonstrando que um espírito evoluído pode se sentir lisongeado com as honras prestadas aí ao seu corpo, né?

Menez, que mesmo após a morte acompanhou seu enterro e se alegrou com a comoção dos amigos, demonstrando que um espírito evoluído pode se sentir lisongeado com as honras prestadas aí ao seu corpo, né? Ele pode acontecer, né? 328. A reunião daqueles que acaba de morrer assiste o espírito daquele que acaba de morrer, assiste as reuniões de seus herdeiros. Gente, deve ser triste isso, né? E as brigas, né? Olha o que os espíritos respondem. Quase sempre. Deus quer para a sua própria instrução e para o castigo dos culpados. E nessa ocasião que vê quanto valiam os protestos que ele faziam. Todos os sentimentos se tornam patentes e a decepção que experimenta vendo a a raridade, né, vendo a a capacidade, né, dos que dividem o seu espolho, esclarece e e esclarece aos seus propósitos, mas a vez deles também chegará. Então é comum que o espírito após o desencarne se mantenha próximo aos seus familiares e acompanhe os acontecimentos relacionados sua morte, incluindo aí a partilha dos bens. Essa observação serve como um aprendizado para o espírito que pode avaliar o impacto de suas ações e decisões sobre aqueles que picam. O espírito também pode testemunhar a reação dos herdeiros, observando o amor, o respeito ou em alguns casos desinteresse e a ganância que possam surgir no momento da divisão aí das heranças da herança. Então, assistir às reuniões e entender a situação, ó, de novo, depende do grau de evolução e a preparação do espírito. Questão 329 do livro dos espíritos. O respeito instintivo do homem pelos mortos em todos os tempos e entre todos os povos é um efeito da intuição, da existência da vida futura, da continuidade da vida. É a sua consequência natural. Sem ela, esse respeito não teria sentido. Kardec traz uma nota interessante. O respeito pelos mortos não é apenas um costume, como se vê, é um dever de fraternidade que a consciência conserva para o qual nos alerta. Por pior que tenha sido morto, não temos o direito de aumentar-lhes ali o suplico com as nossas vibrações agressivas.

vê, é um dever de fraternidade que a consciência conserva para o qual nos alerta. Por pior que tenha sido morto, não temos o direito de aumentar-lhes ali o suplico com as nossas vibrações agressivas. A caridade nos manda esquecer o mal e lembrar o bem, pois só assim ajudaremos o espírito desencarnado a superar suas falhas e esforçar-se para evoluir. Então a gente tem aí pode fazer esse trabalho e ajudar aquele espírito. Pensando e falando mal dele, só poderemos prejudicá-lo, irritá-lo e até mesmo voltá-lo contra nós mesmos. Então, Chico Xavier dizia que saudade é uma dor que fere os dois mundos, tanto os que ficam quanto os que partem. Obviamente nossos entes que partiram sentem a nossa falta, lembram daquilo daquilo de bom que foi vivido. Portanto, nas horas difíceis em que a saudade bate mais forte, eleve seu pensamento a Deus e faça uma prece por aqueles que seguem do outro lado da vida. Desapegar não é deixar de amar. Que às vezes a gente pensa, né? Não é nada disso. Não confunda desapego como deixar de amar. Desapegarse é deixar a outra pessoa ir e você aceitar aquela condição para um futuro reencontro. A vida não termina no túmulo. A vida é eterna. O corpo físico morre, porém a alma apenas muda de plano. Lembre-se disso. Quando a dor da saudade apertar, lembre-se, é apenas um instante, logo, quem sabe, estaremos reunidos. Então, não nos esqueçamos de que mais do que o mais importante não é o comportamento nosso na hora da desencarnação de um ente querido, no momento de nossa própria ou no momento de nossa própria morte física, mas sobretudo a conduta que devemos ter durante toda a existência física, pois que sendo espíritos imortais, nossa vida é uma constante preparação para morte. A verdade é essa. Todos os dias nos preparamos para a morte. A gente só não sabe quando, mas todos os dias nos preparamos para a morte. Razão pela qual é preciso viver bem para morrer bem. Essa é a grande diferença. Como é que eu estou vivendo? O resultado dos meus atos aqui é que

quando, mas todos os dias nos preparamos para a morte. Razão pela qual é preciso viver bem para morrer bem. Essa é a grande diferença. Como é que eu estou vivendo? O resultado dos meus atos aqui é que irão influenciar a meu o meu retorno ao plano espiritual. Isso é que vai fazer a grande diferença. Portanto, saibamos aproveitar essa nossa estardia, estadia que no corpo físico, fazendo o nosso melhor, para retornarmos possamos ser felizes, livres de culpas, remoços, simplesmente livres. Muito obrigada. O tema é apaixonante porque é universal. Esse tema mostra a certeza da humanidade ou grande parte dela na continuidade da vida, no sentido de que a morte física não põe fim a relacionamentos, que lembrar dos mortos é manter um relacionamento vivo. Aí, como eu prometi, eu vou correr um pouquinho aqui por causa do tempo. Então, é beleza, é vida, é a espiritualidade em todo o planeta, é isso, é a doutrina espírita. Simplesmente ela é um fragmento das verdades universais. Galera, uma boa noite, até o próximo encontro. Quem quiser o passo é só aguardar um pouquinho mais. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que

samos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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