ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS SENSAÇÕES DOS ESPÍRITOS - Q.257 "O LIVRO DOS ESPÍRITOS" - Antônia Nery

Comunhão Espírita de Brasília 12/06/2025 (há 10 meses) 1:09:01 348 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Olá pessoal, muito boa noite. Como é que estamos? Todos bem e vamos ficar melhor. Não é excesso de otimismo, não é realmente necessidade, né? Porque a felicidade depende de querermos antes de tudo e correr atrás dela, né? Porque não cai do céu também. Então nós vamos iniciar os trabalhos de hoje. Quem caiu do céu foi Antônio Néria. Tava tirou férias em nosso lar, veio passar aqui conosco um dia e vai viajar de novo, vai sumir de novo. Ela vai nos trazer hoje ensaio teórico sobre a sensação dos espíritos. Um resumão estilo estilo super didático de Antônia Neri com slides e tudo mais. Eh, para falar da percepção dos espíritos. Nós estamos no momento do estudo que Kardec a doutrina espírita, melhor dizendo, funde filosofia, religião, ciência junta num corpo doutrinário de discernimento, de compreensão. Então, a gente tá numa fase de como os espíritos sentem para tirar aquela coisa que a gente traz de muito do passado, que espírito é um fantasma que atravessa a parede, aquele ser etéreo que não tá em lugar nenhum, que não faz nada, o famoso rest in peace, túmulo de americano, né? Rip. Rest in peace, descanso para descans lá em cima é descansar, né? É, esse trabalho é feito um doido. Então é essa modificação de pensamento que Kardec nos convida. Então essa parte da vida espiritual, nós vimos a reencarnação, que é novidade para nós no Ocidente, mas tem 7.000 anos na tua Índia lá, né? Você teve lá inclusive na na época, 7000 anos atrás, fazendo arte. Então a gente tá trabalhando temas que modificam a tentam, né? é para o objetivo modificar nossa percepção e colocar um pouco mais de visão científica nas coisas. Então ela vai falar hoje como é que o espírito sente, como é que ele sofre, como é que ele ama, como é que ele tem prazer. Ela vai resumir. Eu tô te jogando uma responsabilidade grande, hein? todos os

Então ela vai falar hoje como é que o espírito sente, como é que ele sofre, como é que ele ama, como é que ele tem prazer. Ela vai resumir. Eu tô te jogando uma responsabilidade grande, hein? todos os trabalhos anteriores aqui que nós vimos, né, que já foi percepções, sensações e sofrimento dos espíritos, que é muito importante. Isso é o nosso futuro, é o nós daqui algum tempo nós vamos estar nessas condições e vamos entender a nossa verdadeira natureza espiritual, porque nós somos espíritos encarnados. Então, com essa breve introdução, nós saudamos a todos que estão aqui, mais uma vez, aos que nos acompanham pela TV Rádio Comunhão, aos que nos assistirão pelas plataformas digitais, são cinco redes sociais que a comunhão tem, onde os trabalhos são disponibilizados. Então você pode ouvir uma palestra, rever um tema, pesquisar algum assunto aí pelo por todas as redes sociais, correndo no parque, correndo pela quadra, um áudio ali dirigindo, desconcente da do volante, né? Enfim, tá sempre em contato com essa informação. Nós vamos ler um pequeno trecho introdutório do livro Sol nas Almas, que André Luiz psicografou por Valdo Vieira. Entregar para Deus um texto aberto ao acaso apenas para nos ajudar a sair do mundo material por um pouquinho de tempo, nos serenar, acalmar e criar uma conexão mais profunda com as forças espirituais aqui presentes. É o capítulo 24 de Sol nas Almas, para quem quiser ler depois, Entregar para Deus. Comum ouvir-se aqui além pessoas de convicção religiosa declarando-se decididas a transferir para Deus as responsabilidades que lhes concernem. Receando sacrifícios e e alérgicas a problemas, desertam da obrigação e asseveram que Deus lhes tomará o lugar. Diante de um esclarecimento que lhes reclame desistência e vantagens humanas, ou à frente de trabalho que lhes rogue humildade, ausentam-se apressadas da esfera da luta, dizendo-se tão confiantes em Deus que não hesitam entregar-lhe as tarefas que lhes dizem respeito, tal se o criador lhes fosse

balho que lhes rogue humildade, ausentam-se apressadas da esfera da luta, dizendo-se tão confiantes em Deus que não hesitam entregar-lhe as tarefas que lhes dizem respeito, tal se o criador lhes fosse assalariado vulgar. Puxando de orelha, né? Entregar para Deus. Deus tá no controle. Deus que manda, Deus que rege. É. E nós, cadê o nosso controle, a nossa ação, nossa responsabilidade, a lei de ação e reação, né? Texto forte esse. Para elas, Deus é obrigado a ocupar-se com a limpeza da casa, a transformar-se em a vigilante de pirralhos inconscientes, ou a enviar-lhe mensageiros que substitu o guarda de trânsito ou entregador da do armazém. A doutrina espírita chega ao mundo para erradicar-nos da alma semelhantes ilusões. Mas mesmo que a gente tava dizendo há pouco, né? Trazer a parte científica para essa visão que nós temos de religião, de tantas encarnações pretéritas. Da alma semelhantes ilusões, explicando-nos que a sabedoria maior nos concede os ingredientes da vida em regime de empréstimo para a execução da tarefa necessária à felicidade e aperfeiçoamento de nós mesmos. coincide com o que nós dissemos antes. Felicidade é uma conquista nossa, né? Querer e correr atrás. Apostolados domésticos, realizações sociais, espinhos de profissão, holocaustos de família, calvários e testemunhos de amor e desapego, são, na essência empreitadas que solicitamos a providência divina antes da reencarnação. Muito do que nós passamos, nós pedimos. Prometendo esforço máximo na desincobência de tais compromissos. Nós que nos referimos a Jesus a cada passo da crença, não poderemos esquecer que ele, o mestre, não relegou para Deus o áspero ofício de esclarecer-nos o que fez por si mesmo a custa da própria dilaceração. Por isso que Cristo orava muito, pedia a Deus forças para iluminar o nosso coração aqui na terra. Cristãos responsáveis, urge saibamos abraçar a renovação a que somos intimados pela mensagem do evangelho, do evangelho Rede Vivo, francamente dispostos a alargar o comodismo de tudo,

o aqui na terra. Cristãos responsáveis, urge saibamos abraçar a renovação a que somos intimados pela mensagem do evangelho, do evangelho Rede Vivo, francamente dispostos a alargar o comodismo de tudo, endereçar para o céu, aprendendo a entregar para Deus a consciência do dever bem cumprido e o serviço pronto. Agradecendo a Deus por essas lições que já tivemos de início, pedimos ao Pai proteção e paz para termos uma noite tranquila de estudo. Que Jesus nos abençoe em nossa união de propósito, de caminhada e de objetivo. Que sejamos solidários sempre os com os outros. O espírito da verdade nos abençoe com suas palavras de luz, sobretudo por meio da nossa irmã na sua oratória de hoje. Agradecemos a Bé de Menez, que guarda a casa, Ismael que carrega um grande compromisso com o Brasil. e a nosso irmão instrutor Alexandre, que é o patrono dos nossos trabalhos, os amigos e mentores espirituais que estão conosco, aqueles que nos acompanham de forma mais direta, aqueles que vêm hoje nos assessorar, nos auxiliar, nos socorrer, recebo também o nosso reconhecimento e a nossa gratidão. Vamos então, unidos e coesos, dar continuidade ao estudo. Hoje Antônio Ener falando sobre Antônio, ensaio teórico sobre a sensação dos espíritos. Com a palavra, Antônio, por favor. Boa noite a todos. Uma responsabilidade, né, porque esse tema já veio sendo estudado anteriormente. A Martinha também falou sobre essas questões. Hoje nós vamos, como o Marcos colocou, fazer um resumo, um apanhado de como funciona depois que a gente deixa o corpo espírito, né? Depois que a gente deixa o corpo físico, como é que a gente vive lá no plano espiritual? Então, hoje nós vamos falar exatamente dessas questões sobre as sensações dos espíritos, questão 257 do livro dos espíritos. Então, primeira coisa que a gente precisa entender como é a vida depois que a gente desencarna, como é que é lá, né? Como é, como é que a gente vai ouvir, eh, a gente vai enxergar, porque a gente não vai ter essa estrutura física. A gente a gente vai pensar ou como é que

que a gente desencarna, como é que é lá, né? Como é, como é que a gente vai ouvir, eh, a gente vai enxergar, porque a gente não vai ter essa estrutura física. A gente a gente vai pensar ou como é que vai ser esse processo? Como é que o tempo passa lá no plano espiritual? É igual o nosso tempo aqui. Como é que isso acontece? Bom, os espíritos, segundo a doutrina espírita, eles nos esclarece que possuem sensações e percepções, embora diferente das dos seres encarnados. Ou seja, nós continuamos mantendo as sensações e percepções, embora diferente de como a gente percebe e de como a gente sente aqui no corpo físico, porque aqui a gente tem essa estrutura, esse corpo físico. Bom, a espiritualidade afirma que quando, de sua volta para o mundo dos espíritos, a alma conserva as suas percepções que tinha quando encarnado aqui na terra. Mas, Antônia, deixamos o corpo físico, como é que é essa percepção lá no plano espiritual? e que desabrocham-lhes outras, ou seja, além dessas percepções que nós temos aqui no corpo físico, quando deixamos esse corpo, desabrocham outros tipos de percepções que são diferentes aqui do corpo físico, porque o corpo funciona como um véu que obscurece essas outras percepções. Sobre esta questão, Kardec realizou lá no livro dos espíritos um estudo que ele chamou ensaio teórico das sensações nos espíritos. Então, vamos ver como é que é a percepção de vocês aqui no plano físico. O que que é percepção? É a percepção da realidade é a forma como nós interpretamos, como nós compreendemos o mundo ao nosso redor. Ele é um processo individual e ele é subjetivo porque cada um vai interpretar da sua maneira, onde cada pessoa vai construir a sua própria versão da realidade dentro dos conhecimentos, dentro do que a pessoa entende, ela vai fazer a sua interpretação. Mesmo com a mesma informação sensorial, nós fazemos uma interpretação diferente. Então eu pergunto aí, o que que você vê aqui? Cada um aqui percebe de em uma sintonia diferente. Como é que que você enxerga?

com a mesma informação sensorial, nós fazemos uma interpretação diferente. Então eu pergunto aí, o que que você vê aqui? Cada um aqui percebe de em uma sintonia diferente. Como é que que você enxerga? O que que se eu perguntar aqui, cada um vai perceber de uma forma diferente? Quantas patas tem esse elefante aqui? Às vezes, né, as dimensões se confundem para nós. Então, como com como o que que você enxerga? Quantas patas tem aí, né? O que que você vê agora quando analisamos as partes, a percepção é uma quando analisamos o todo, a nossa percepção é diferente. Por isso, no plano espiritual a nossa percepção é diferente, porque vemos como um todo, diferente daqui do plano físico. linhas não parece que estão meio curvadas, não? Dá dá a impressão de que eles estão meio curvadas, né? Se você usar uma régua, você vai ver que elas estão retas, mas dependendo da nossa percepção, aí a gente vai ver, a gente vê elas meio tortas, né? Meio encurvadas. É a nossa percepção, né? E atenção, que que você vê aí? uma linda jovem ou uma bruxa. Com que com o que que você tá enxergando aí? Que que você tá vendo, né? Dependendo do seu olhar, da sua percepção, você vai enxergar aí uma jovem ou uma bruxa, dependendo do seu olhar, da sua percepção. Daí as retas horizontais são totalmente, aí a gente coloca retas, né? retas paralelas, como é elas são retas ou elas estão O que que você acha? Como é que você tá enxergando isso? Só pra gente, isso é só um teste, tá gente? Pra gente ver aí a nossa percepção. Então, diante disso, daí vocês puderam avaliar, sofrem os espíritos, que sensações eles experimentam lá no plano espiritual. Bom, nas pessoas encarnadas, as sensações são fruto dos órgãos dos sentidos. Então, a nossa as nossas sensações vão depender aqui dos órgãos dos sentidos. Então, os olhos são uma espécie de transdutores de luz que transformam as ondas luminosas de certa faixa de frequências em impulsos nervosos. Por isso a gente consegue enxergar os ouvidos e ele fazem o mesmo com as ondas sonoras.

ie de transdutores de luz que transformam as ondas luminosas de certa faixa de frequências em impulsos nervosos. Por isso a gente consegue enxergar os ouvidos e ele fazem o mesmo com as ondas sonoras. Paladá e olfato transformam os sabores e odores. O tato transforma sensações de frio e calor, pressões sobre o corpo e movimentos. Então o sistema, isso é feito via sistema nervoso aqui, ó, que vai facilitar isso. Sistema nervoso, ele leva os impulsos ao cérebro. Então, na teoria espírita entende, né? A teoria espírita entende que no caso dos encarnados, esses impulsos eles são processados pelo espírito por meio do perespírito. Então, pra gente entender como se processa essa sensação e percepção no plano espiritual, eu preciso entender o perespírito, para poder a gente entender. Então, vamos entender essa questão da percepção. A percepção é a capacidade do espírito de receber. Lembra que a gente falou que é a capacidade que a pessoa tem de interpretar? Pois então, a percepção é a capacidade do espírito de receber e interpretar as impressões do mundo, enquanto as sensações são as experiências físicas e emocionais que são transmitidas ao espírito pelo perespírito, o laço que une ao corpo físico. Estão vendo aqui? Então, nós temos o espírito, a nossa essência é luz, mas nós temos aqui, ó, está momentaneamente revestido para que nós possamos encarnar, para que o espírito pudesse agir e atuar sobre a matéria. Ele precisa dessa estrutura. Daqui nós temos o corpo mental, o perespírito. Kardec chamou tudo isso aqui de perespírito, que nós vamos já falar. Então, é como se a gente tivesse um amontoado de corpos. Veja que todos os nossos problemas está aqui no corpo mental, porque é a forma como a gente interpreta, é a forma como a gente percebe que vai gerar dor e sofrimento. Então, a percepção é a faculdade do espírito de conhecer e compreender o que ocorre no seu meio, seja no mundo físico ou no mundo espiritual ou as próprias emoções e pensamentos. Como eu entendo isso? Como eu interpreto, como eu sinto

o espírito de conhecer e compreender o que ocorre no seu meio, seja no mundo físico ou no mundo espiritual ou as próprias emoções e pensamentos. Como eu entendo isso? Como eu interpreto, como eu sinto as minhas emoções? Então, a percepção ela está intrinsecamente ligada à capacidade de discernimento e a experiência da consciência. A percepção está relacionada a isso. Então, como é que fica isso? E as sensações? As sensações, por outro lado, são as experiências físicas e emocionais que o espírito experimenta através do perespírito. Então, estamos encarnados. Então, essas experiências, as sensações são as experiências físicas e emocionais que o espírito experimenta através do perespírito. Elas resultam das impressões do corpo físico, como, por exemplo, a dor, o prazer, o frio, o calor e são transmitidas ao espírito, porque é a nossa consciência. Então aqui, ó, o corpo físico, ele tem as sensações e ele transmite via, né, essa estrutura para o para o espírito, para que ele possa perceber e interpretar isso. Então, Kardec chamou toda essa estrutura aqui de perespírito. Então, nós temos o espírito, o perespírito e o corpo físico. para facilitar. Ele chamou isso aqui tudo de perespírito. Então, o perespírito é o intermediário entre o espírito e o corpo físico, sendo uma espécie de envoltório semimaterial que une à matéria. O espírito para atuar na matéria precisava dessa estrutura aqui. É por meio do perespírito que o espírito recebe e transmite informações entre o corpo e o mundo espiritual. Então vamos ver o que que seria esse corpo, né? O que que seria por que o espírito precisa desses corpos, né? Como por que que ele necessita disso, né? Então, o que se conhece pelo nome de perespírito é um conjunto de estruturas semelhante a corpos que se interpenetram e vão se transformando à medida que o espírito evolui. Então, vejam bem, o perespírito é tudo isso. Então, é toda essa estrutura. A medida em que o espírito vai evoluindo, essa estrutura também se modifica. Quando encarnados, nós temos essa

pírito evolui. Então, vejam bem, o perespírito é tudo isso. Então, é toda essa estrutura. A medida em que o espírito vai evoluindo, essa estrutura também se modifica. Quando encarnados, nós temos essa estrutura aqui. Quando desencarnamos, nós deixamos essa parte aqui, essa, e mantemos essa estrutura e o espírito propriamente dito. Então, portanto, o perespírito é uma nomenclatura utilizada por Allan Kardec e representa todos os corpos espirituais que envolvem o espírito. Olha aqui, ó, dentro das de várias filosofias, né, eles dividem isso em vários corpos. Porém, Kardec chamou tudo isso de perespírito. Então, o perespírito é, portanto, o laço que une o espírito à matéria, ao corpo físico. E por que que o espírito precisa desses corpos? Então, a gente vai usar aqui um exemplo, né, de uma hidrelétrica, né, pra gente entender. Veja bem, veja aqui, ó. Aqui nós temos, né, a energia do espírito. Ela é altamente sutil. Se ela não for densificada, ela vai causar danos ao corpo físico. Por isso a gente chama isso de descenso, porque ele vai densificar essa estrutura. Imagina, por exemplo, uma hidrelétrica lá 800.000 V e a lâmpada na sua casa, olha aí a diferença. Então aí o que que nós temos? as substações. Ele, essas substações são, eles vão densificando a energia para quando chegar na sua casa, ela não queime a lâmpada. Assim vai ser. É, é por isso que a gente precisa que por isso o espírito para atuar em dimensões mais densas se reveste de corpos que diminuem a sua potência energética. É isso que por isso que a gente vai densificando para não destruir o corpo, né, o corpo físico. Então, algumas emoções afetam o duplo, tão vendo aqui em sua tarefa de medianeiro entre o espírito e o corpo físico. Então, nós temos o perespírito que faz todo e nós temos esse medianeiro aí quando submetido a impactos, olha, agressivos do perespírito, o duplo etérico, baixa seu tom vibratório, impedindo que os raios emocionais que descem da consciência perespiritual afetem o corpo carnal. Olha aí,

metido a impactos, olha, agressivos do perespírito, o duplo etérico, baixa seu tom vibratório, impedindo que os raios emocionais que descem da consciência perespiritual afetem o corpo carnal. Olha aí, diminuindo esse impacto aí, promovendo uma espécie de barreira. vibratória. Por isso ele tá aqui, ó. E isso foi detalhadamente pensado para não eh causar nenhum dano aí ao corpo físico. Assim faz com que haja uma imunização contra a frequência vibratória violenta do perespírito. Que tipo de frequência? Ódio, mágoa, eh revolta, eh orgulho, vaidade? tem as frequências vibratórias que pode afetar o corpo físico, então, contraindo sua densidade no sentido de evitar o fluxo dessas toxinas mortíferas, deixando o impacto psíquico do ódio, da cólera, do ciúme impossibilitado de fluir livremente e atingir o sistema fisiológico do corpo físico. Embora nós saibamos que em alguns casos nós temos os impactos que o ódio, a cólera, o ciúme provoca no corpo físico o impacto e a gente às vezes adoece em função disso. Então aqui nós chamamos de descenso, né, da densidade energética vai se densificando. Então aqui, veja aqui o perespírito, né, vai densificando sua energia. Então, os órgãos do perespírito podem ser lesados pela ação desordenada ou maléfica da mente do indivíduo e pelos seus atos com repercussão no corpo físico. Lembremos o que o autor espiritual André Luiz relata lá no livro Nosso Lar, quando é acusado de ter sido suicida por ter provocado em seu organismo desequilíbrios que culminaram em seu desencarne. A pessoa poderá apresentar no órgão correspondente uma enfermidade ou uma predisposição mórbida. Olha aí. as doenças, resultando resultado de sua própria conduta passada. Aí está a lei de causa e efeito que o Marcos nos falou logo na no início da nossa do início da nossa conversa. Então veja bem, gente. Então a gente tem esses suportes, embora dependendo da frequência com a constância nesses pensamentos, nesse esses nessas vibrações, isso pode danificar o perespírito que pode

. Então veja bem, gente. Então a gente tem esses suportes, embora dependendo da frequência com a constância nesses pensamentos, nesse esses nessas vibrações, isso pode danificar o perespírito que pode repercutir aí no corpo físico. Então, a percepção e as sensações estão intimamente ligadas. As sensações físicas transmitidas pelo perespírito são percebidas pelo espírito, que as interpreta e com base nisso ele forma a sua experiência de mundo. Olha aí, com base nessas percepções, nessas sensações que são enviadas. Então, o espírito também pode ter percepções eh sem sensações físicas, pode ter, como, por exemplo, ao receber informações do mundo espiritual. Então, vejam aqui, nós temos o espírito propriamente dito, o perespírito. Aí nós temos aí o ego, persona, a nossa persona, né? Aqui tá o nosso grande problema que a gente dependendo a gente faz uma interpretação completamente equivocada da nossa realidade. Isso também funciona para os para o espírito. Então o espírito é quem forma o o perespírito, tirando elementos do meio ambiente e do fluido universal. Gente, você eles já estudaram a questão do perespírito, né, gente? Ele é formado ao mesmo tempo de eletricidade, fluido magnético e até de alguma quantidade de matéria inértile. Pode se dizer que é a matéria puríssima, o princípio da vida orgânica, mas não é da vida intelectual. Então, a vida intelectual está no espírito. É, além disso, o agente, ó, das sensações exteriores no corpo. Essas sensações se localizam nos órgãos próprios, via nervoso, que servem de canais condutores. Destruído o corpo, as sensações se tornam generalizadas. Porque quando estamos encarnados, nós temos aqui o vemos, enxergamos, então quando deixamos, a gente não tem essa estrutura, então é generalizado. É por isso que o espírito não diz sofrer mais da cabeça do que dos pés. Então como é que isso acontece? Então vamos agora abordar a volta do lá para o mundo dos espíritos. Será que a alma conserva as percepções que tinha quando na terra? Então aqui o espírito ao encarnar no

tão como é que isso acontece? Então vamos agora abordar a volta do lá para o mundo dos espíritos. Será que a alma conserva as percepções que tinha quando na terra? Então aqui o espírito ao encarnar no plano físico vem constituído de espírito, perespírito, fluído vital e corpo físico. A gente já viu isso. O espírito ao desencarnar, quando morre o corpo físico, o que que acontece? Então veja aqui, ó. O espírito é portanto e portanto continuamos vivos. Essa é a ideia. Continuamos vivos. Eh, porém em outra dimensão que é extra. física. Então nós temos aqui o espírito, perespírito, fluído vital e corpo. Então aqui o fluido vital retorna, a gente deixa, retorna, ou seja, ao fluido cósmico universal. E o corpo físico, né, permanece na matéria de onde foi retirado e decompondose e informando aí outros corpos de matéria. Diante de tudo isso que a gente falou, observamos que a sensação dos espíritos é um fato. Isso é um fato. Isso é existe. Então os espíritos sofrem, sofrem, sentem dor. Então vamos lá, vamos ver. Kardec, ele pede ao Espírito São Luís explicações sobre a penosa sensação de frio que um espírito devia sentir. Ele então indaga: "Concebemos os sofrimentos morais como pesares, remorços, vergonha, mas o calor e frio, a dor física não são efeitos morais. Experimentariam os espíritos tais sensações? O espírito respondeu com outra pergunta. Ele indagou o Espírito de São Luís e o Espírito de São Luís indaga com uma, faz uma outra pergunta. O espírito respondeu com a tua alma sente frio? E ele já perguntou. Não, mas tem consciência da sensação que age sobre o corpo. Olha aí. Por quê? Porque ele já vivenciou essa experiência. Ele tem registrado isso. Olha as sensações. Então, refletindo, Kardec conclui, esse espírito não sentia frio real, porque ele e ele não tinha mais a estrutura física, mas a lembrança da sensação do frio que havia suportado e essa lembrança tida por ele como realidade torna-se um suplício, porque isso tá registrado, tá gravado. Isso ocorre porque o cérebro guardou

, mas a lembrança da sensação do frio que havia suportado e essa lembrança tida por ele como realidade torna-se um suplício, porque isso tá registrado, tá gravado. Isso ocorre porque o cérebro guardou esta impressão e o perespírito como elemento de ligação. Por isso que é importante a gente entender o papel do perespírito. Entre o espírito e o corpo, transmite do primeiro para o segundo impressões e no sentido contrário sensações. Então, do corpo o perespírito transmite sensações, do espírito para o corpo percepções, porque ele interpreta ali e aí ele eh eh vem a percepções do espírito. Então, de fato, Kardec continua, nem o frio, nem o calor podem desorganizar os tecidos da alma. Não pode. Mas Antônia, ele não sente frio. É uma sensação, é a lembrança de algo que ele vivenciou, assim como nós também. De vez em quando vem a lembrança e ele não dá e a gente passa por essa experiência. Então ela não pode congelar-se nem queimar-se. Não vemos todos os dias a lembrança ou a preocupação com o mal físico produzir os efeitos desse mal. a gente vê isso, né? Até mesmo ocasionar a morte, efeito dessas lembranças, dessas memórias que estão registradas. Por exemplo, a ansiedade. Ansiedade são lembranças que nós trazemos, seja dessa vida, seja de outra vida, que não foi trabalhada. Essas lembranças causam repercussões no no corpo físico. Então, todo mundo sabe que as pessoas que tiveram membros amputados sentem dor no membro que não existe mais. Certamente não é nesse membro que está a sede ou o ponto de partida da dor, mas no cérebro que conservou a impressão da dor. Assim como o perespírito conserva essa impressão, transmite para o espírito. E aí ele ele causa essa essa percepção, essa sensação. É o que nós chamamos de dor fantasma. É uma dor que é sentida em parte eh de algum membro. o órgão que foi amputado. Verificou-se, né, que o cérebo continua a perceber sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixado pelo membro amputado. Por isso que a pessoa

oi amputado. Verificou-se, né, que o cérebo continua a perceber sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixado pelo membro amputado. Por isso que a pessoa sente dor, embora não exista mais ali, mas existe a sensação que são percebidas pelo cérebro. A gente pode dizer que a mesma coisa podemos admitir, portanto, que reações semelhante nos sofrimentos dos espíritos após a morte. Porém, é preciso precaução para não confundir as sensações do perespírito que se tornou independente com as do corpo, tá gente? Podemos tomar essas sensações apenas como comparação e não como analogia, porque são diferentes, são processos diferentes. Então, liberto do corpo, o espírito pode sofrer, pode sofrer, pode. Mas esse sofrimento não é corporal, embora não seja exclusivamente moral, como o remorço, porque o espírito ele se queixa de frio e de calor lá, como Kardec foi questionar lá o espírito de São Luís. Então, apesar disso, não sofre mais no inverno do que no verão. Como assim? Temos vistos, por exemplo, aí ele cita Kardec, atravessarem as chamas sem sofrer nada. Atravessar nenhuma dor, o fogo lhe causa nenhuma impressão. A dor que sente não é física, como nós sentimos aqui no corpo propriamente dita. É um vago sentimento íntimo. Olha aí, que o próprio espírito nem nem sempre entende e por isso ele age como se fosse como se ele tivesse sentindo. Tem um livro muito interessante que são eh 30 anos com os mortos, Dr. C. Iland, ele era um médico, a esposa dele uma médium e ele certa ocasião ele estava desse corpo para estudos e pesquisa. Daí a esposa dele entrou e a esposa dele, uma médium extraordinária, desmaiou e começou a falar: "Por que é que você está cortando minha perna?" E aí o espírito, o o o doutor, né, o Icland perguntou: "Como assim cortando só?" E aí ele olhou pra esposa, ela tava ali caída, né? Ele disse: "Por que você tá cortando a minha perna?" Daí o Dr. Caulinho caiu em si. deveria ser a o espírito que estava ali acompanhando,

rtando só?" E aí ele olhou pra esposa, ela tava ali caída, né? Ele disse: "Por que você tá cortando a minha perna?" Daí o Dr. Caulinho caiu em si. deveria ser a o espírito que estava ali acompanhando, vendo ele desse secar ali o corpo. Daí Dr. Wland, conversando através da esposa, disse assim: "Veja bem, você está aqui, eu estou aqui desse corpo. Eh, veja bem, olhe para você, veja como você está." E ele foi explicando e foi mostrando para ele, disse assim: "Olha, na verdade você não tem mais necessidade desse corpo, mas a impressão estava lá". E aí quando ele cortava, ele não era uma dor física, era uma sentimento íntimo que depois que Dr. Wickler escareceu, ele disse: "Ah, é verdade, eu não preciso, o senhor pode continuar fazendo seus estudos". Mas veja como a eh isso pode influenciar esse sentimento íntimo que o próprio espírito nem sempre entende, principalmente porque a dor não está localizada e não é produzida por agentes externos. É mais uma lembrança do que uma realidade, mas é uma recordação também dolorosa. Por quê? porque aquilo não foi trabalhado. Da mesma forma como lembranças dolorosas afetam o nosso corpo físico. A, entretanto, algumas vezes, mais eh mais do que uma mera lembranças. Kardec coloca, por exemplo, que ensina-nos que a experiência de que no momento da morte o perespírito se despreende mais ou menos lentamente do corpo, não é, né? E nos primeiros instantes seguidos ao desencarne, o espírito não entende a sua situação, não acredita, está morto, sente-se vivo, vê o seu corpo de um lado, sabe que é seu e não entende porque está separado dele. É sempre assim. E isso varia de espírito para espírito e tem a ver com as condições e de cada um. Então isso é muito pessoal, né? Porque depende do entendimento, compreensão de cada um, mas é normalmente assim. Então essa situação persiste enquanto o laço entre o corpo e o perespírito não se rompeu ainda por completo. Recordemos a evocação do suicida lá da casa de banho da Samaritana descrita lá na revista espírita 1858.

tuação persiste enquanto o laço entre o corpo e o perespírito não se rompeu ainda por completo. Recordemos a evocação do suicida lá da casa de banho da Samaritana descrita lá na revista espírita 1858. Com todos os outros, ele dizia: "Não estou morto". Não, eu não estou morto. Ele não entendia isso. Ele era um suicida e acrescentava: sinto os verme me roerem. Ora, o verme não estava roendo o perespírito, estava roendo lá, corroindo lá o corpo físico. Porém, seguramente os vermes não rolíam seu perespírito e muito menos o espírito, rolhe o corpo. Mas como a a separação do corpo e dos e do perespírito não estava concluída, isso se originava uma espécie de repercussão moral que lhe transmitia a sensação do que se passava no seu corpo. Esta repercussão tem a ver, aí entra o sentimento de culpa, né? Então, repercussão não é bem a palavra que dê a ideia exata do que ocorre, porque pode fazer supor um efeito muito material. Era antes e de fato a visão do que se passava no cadáver que repercutia, né, que ainda estava ligado ao seu perespírito, produzindo nele essa sensação que toma que tomava como real, como autêntica. E vejam que era a lembrança, era uma repercussão, aquele sentimento íntimo. Então, desse modo, não era uma lembrança, uma vez que durante sua vida nunca tinha sido ruído pelos vermes. Era uma sensação nova atual que ele estava ali vivenciando. Tendo em vista, ele ainda está ligado ali, ainda não tinha se desligado do corpo perespiritual. Então, durante a vida, o corpo recebe impressões exteriores e as transmite ao espírito por intermédio do perespírito, que constitui provavelmente o que se chama de fluo, fluido nervoso. Então, estando o corpo morto, não sente mais nada. O corpo não, porque não possui mais o espírito, nem o perespírito, não nas condições que a gente tem aqui quando tá encarnado. O perespírito desprendido do corpo experimenta a sensação, mas como ela não se chega mais por um canal limitado próprio, torna-se de forma geral. E por que que isso acontece? por causa das propriedades do

respírito desprendido do corpo experimenta a sensação, mas como ela não se chega mais por um canal limitado próprio, torna-se de forma geral. E por que que isso acontece? por causa das propriedades do perespírito e uma delas é, ó, sensibilidade global. Nós não vamos falar dessas propriedades porque mais à frente vai ter essa visão, tá gente? Portanto, como o perespírito é na realidade um agente de transmissão das sensações que se produzem no corpo para o espírito, porque é no espírito que está a consciência. Disto deduz que se pudesse existir espírito, sem espírito, ele não sentiria mais do que sente um corpo morto. Da mesma forma, se o espírito não tivesse perespírito, seria inacessível a qualquer sensação dolorosa, porque ele é um instrumento que repassa as sensações, como ocorre com os espíritos completamente purificados. não tem mais essas sensações. Sabemos que quanto mais o espírito se purifica, mais a essência do perespírito se torna etérea, mais sutil. a gente viu que vai densificando até chegar o corpo físico e à medida que a gente vai evoluindo vai sutilizando. Então, eh, mas a essência do perespírito se torna etéria do que se conclui que a influência material diminui à medida que o que o espírito progride e por consequência o próprio perespírito torna-se menos grosseiro. medida que vamos avançando, que vamos evoluindo, vamos passando por várias experiências, nosso perespírito também, nós vamos melhorando, nosso perespírito também vai se tornando menos grosseiro. Mas e as sensações agradáveis são transmitidas? A gente já viu as sensações de dor, de sofrimento, de calor, né, de frio, como eles sentem, como uma repercussão e as sensações agradáveis ao espírito por como é que é feito isso? Da mesma forma que as sensações desagradáveis, como é que é feito isso? Então, sendo o espírito puro, inacessível, a gente já viu que se não ex não existe o perespírito, não tem como passar essas sensações. A a umas deve ser igualmente inacessível a outras, sim, sem dúvida. Assim é de

o espírito puro, inacessível, a gente já viu que se não ex não existe o perespírito, não tem como passar essas sensações. A a umas deve ser igualmente inacessível a outras, sim, sem dúvida. Assim é de fato para as sensações que provém unicamente da influência da matéria que conhecemos. Por exemplo, o som de nossos instrumentos e o perfume de nossas flores não lhes causam nenhuma impressão, porque tem a ver com as aqui com a matéria. Porém, o espírito tem sensações íntimas de um encanto indefinível. Eu fico pensando como seria isso, né, gente? Como é que a gente poderia descrever isso, né? Das quais não podemos fazer nenhuma ideia. Então já deixa Kardec já deixa claro aí por sermos a esse respeito como cego de nascença perante a luz. Por isso a gente não tem ideia de como isso acontece. Sabemos que elas existem essas sensações. Sabemos que elas existem, mas por meio se produzem não sabemos. A gente precisa chegar à condição, né, de espíritos puros. Daqui não passam nossos conhecimentos até aqui. Daqui para frente não tem como ele nos ah trazer informações. Não é que eles não queiram, é que é difícil trazer as informações com a estrutura que nós temos. Sabemos que o espírito tem percepção, sensação, audição, visão, que essas faculdades são generalizadas por todo o seu ser e não como no homem. só em uma parte do seu ser. Mas de que modo eles as têm? É o que não sabemos ainda, né? Então, os próprios espíritos, né, não podem nos dar uma ideia precisa, porque a nossa linguagem não pode ainda exprimir ideias que não conhecemos. Da mesma forma que para os selvagens não há termos para exprimir certas artes, ciências e doutrinas filosóficas, porque faltam palavras, faltam termos para se para se expressar com eles. Ao dizer que os espíritos são inacessíveis às impressões da nossa matéria, estamos nos referindo aí aos espíritos muito elevados, porque a gente já viu que os espíritos de uma eh elevação mediana, uma elevação inferior, a gente já viu como isso repercute lá essas dores,

ria, estamos nos referindo aí aos espíritos muito elevados, porque a gente já viu que os espíritos de uma eh elevação mediana, uma elevação inferior, a gente já viu como isso repercute lá essas dores, sensações, frio e calor, né? cujo envoltório eterno não tem nada de semelhante ao que conhecemos aqui na terra. O mesmo ocorre com o perespírito. O mesmo não ocorre com os com as os perespíritos mais denso. Estes percebem nossos sons, dores, mas não por uma parte limitada de sua individualidade, como quando encarnados. Pode-se dizer que neles as vibrações moleculares se fazem sentir em todo ser e chegam assim ao seu sensórium común. O que que é isso? é uma expressão latina usada em medicina e em anatomia que significa a sede das sensações. Então que ele que assim como ah chegam assim ao seu sensório como a sede, né, que é o espírito, né, o próprio espírito, embora de um modo diferente, o que produz uma modificação na percepção desses espíritos. Então eu fico pensando, por exemplo, os espíritos suicida, os espíritos em uma condição ainda inferior, como as lembranças e como isso repercute de forma dolorosa no plano espiritual, porque é geral, não é localizado. Eu sinto dor de ouvido, eu sinto uma dor na perna, lá é generalizado porque não existe essa estrutura física. Eles ouvem o som de nossa voz, no entanto, nos compreendem sem necessidade da palavra, apenas pela transmissão do pensamento, a forma de comunicação deles. Isso vem em apoio ao que dissemos, a percepção dessas vibrações é tão mais fácil quanto mais desmaterializado está o espírito. Então, quanto a visão é independente de nossa luz. Então, a visão é é é geral. A percepção eu não para eu enxergar e eu preciso virar no plano espiritual não, porque é é global. Então, a o dom da visão é um atributo essencial da alma. Para ela não há obscuridade, mas é é mais ampla e penetrante para os que estão mais purificados. Então essa visão, essa percepção, quanto mais evoluído, maior a percepção, como eles enxergam, como eles entendem e como

bscuridade, mas é é mais ampla e penetrante para os que estão mais purificados. Então essa visão, essa percepção, quanto mais evoluído, maior a percepção, como eles enxergam, como eles entendem e como compreendem. Se estão numa condição inferior, a percepção deve ser parecida com a nossa aqui no plano físico. Podemos concluir então com Kardec. Os espíritos possuem todas as percepções que tinham na terra, porém em grau mais alto, porque as suas faculdades não estão amortecidas pela matéria, que a gente viu que são que é densificado. Eles tem sensações desconhecidas por nós ainda, né? Vem e ouvem coisas que nossos sentidos limitados não nos permitem ver nem ouvir. Para eles não há obscuridade, exetuando-se aqueles que por punição se acham temporariamente nas trevas, né? Mas isso, vejam bem, gente, é o próprio espírito que por um, eu eu diria por um processo, por um mecanismo de culpa, ele então entra nesse processo e aí ele, como diz, vê as trevas, não percebe a luz. É quando, né, um desencarnado chega no plano espiritual, a condição vibratória dele não permite que ele enxergue ali o seu mentor, o seu guia espiritual que todos nós temos. Não é que o espírito não é que não dá para ele enxergar até que haja uma mudança na sua estrutura mental. Daí ele abre espaço e aí ele consegue enxergar ali nas naquelas regiões, né, que a gente vê eh nas obras de André Luiz. Aí os mentores, né, o como Alexandre, os mentores espirituais estão ali ajudando e amparando aqueles espírit espíritos sofredores, mas muitos deles não conseguem enxergar. Então o que que fazem? Eles densificam sua energia para que possam ser enxergado e observado por por aqueles espíritos. Sim, nós podemos continuar sofrendo e muito e por muito tempo, mas também podemos deixar de sofrer. Ah, isso é maravilhoso, né, gente? Até mesmo a partir do momento em que deixarmos nossa vida corpórea. Antônio, eu posso? Posso, graças a Deus, nós temos livre arbítrio. Eu posso fazer essa mudança, essa transformação e eu posso fazer agora, antes de deixar o

mento em que deixarmos nossa vida corpórea. Antônio, eu posso? Posso, graças a Deus, nós temos livre arbítrio. Eu posso fazer essa mudança, essa transformação e eu posso fazer agora, antes de deixar o corpo. Os sofrimentos terrenos são, por vezes, independentes de nós. Muitos, porém, são consequência de nossa vontade. Remontemos à fonte e veremos que a maior parte deles resultam de causas que poderíamos ter sido evitada. Quantos males, quantas enfermidades não deve o homem aos seus não deve ao homem aos seus excessos, a sua ambição numa palavra, as suas paixões. Então, 100% responsabilidade nossa não é o outro, não é ninguém, não é punição divina, é responsabilidade nossa. E quando a gente toma consciência dessa responsabilidade, somos livres, nos libertamos. O homem que tivesse vivido sobriamente, que não tivesse abusado de nada, que sempre tivesse sido simples em seus gostos e modestos nos seus desejos, pouparia a muitas tribulações. O mesmo se dá com o espírito. Quanto sofrimento a gente não teria evitado? Basta a gente fazer uma retrospectiva na nossa vida. Quantas coisas a gente não poderia ter evitado se a gente tivesse eh um desejo mais moderno, né, digamos assim, se tivesse uma vida mais simples. Mas nossa ambição, veja bem, gente, todos nós temos ambições de melhorar nossa vida, de querer progredir, de querer querer melhorar. A gente tá falando dessa eh ambição desequilibrada, desordenada. Então, os sofrimentos que padecem são sempre consequência da maneira como viveram na Terra. Ou seja, nossa dor, nosso sofrimento é resultado do que a gente viveu aqui. Então, a gente precisa fazer. Por isso que Santo Agostinho dizia: "Todas as noites faça uma análise do dia que você teve, faça uma retrospectiva. Eu aí eu gritei, eu xinguei, eu faço uma análise. Eu poderia ter feito diferente e não precisava ter agido dessa forma. gente fazer essa análise. Isso é reforma íntima, isso é transformação, isso é melhoria para chegarmos no plano espiritual numa condição melhor. Então a

diferente e não precisava ter agido dessa forma. gente fazer essa análise. Isso é reforma íntima, isso é transformação, isso é melhoria para chegarmos no plano espiritual numa condição melhor. Então a gente pergunta, imaginávamos que uma vez desembaraçados do grosseiro voltório material, instrumento de nossas dores não mais sofreríamos, mas sofremos ainda. Mas não é punição, não é condenação, é resultado das nossas próprias ações. Dedui-se que sofrem porque merecem e só podem queixar-se a si mesmo, tanto neste quanto no mundo espiritual. Em suma, as sensações e percepções dos espíritos são multifacetadas e variam significativamente, dependendo do seu grau de evolução e estado de encarnação e desencarnação. Como é que eu quero deixar esse corpo? Como eu quero estar lá no plano espiritual? Espíritos mais elevados tendem a ter percepções mais amplas, menos limitadas pela matéria. Enquanto espíritos mais próximos do plano material podem ainda experimentar sensações físicas e emocionais, por isso choram, por isso sofrem no plano espiritual, sentem saudade. Sentem saudade. Nós vamos falar no no quando a gente for falar desse da dos das manifestações, né? Quando a gente deixa o corpo físico mais à frente, que é um capítulo que nós vamos tratar disso, tá? Quando a gente sente saudade, o espírito sente saudade, né? Porque tá ainda, ó, sensações físicas e emocionais semelhantes dos seres humanos. Quanto mais evoluído o espírito, mais sutil e menos materializado é o seu perespírito. Isso significa as sensações físicas tendem a diminuir e as percepções ampliam-se eh ampliam-se para incluir realidades além do plano físico. Então, que que a gente conclui de tudo isso? que a evolução espiritual ela é crucial para a transformação das sensações e percepções. É a nossa mudança, é a nossa, é a nossa reforma íntima. Ao progredir, o espírito torna-se mais livre das limitações físicas e emocionais e consegue acesso à realidade mais amplas e sutil. Então, o espírito tem o livre arbítrio,

a, é a nossa reforma íntima. Ao progredir, o espírito torna-se mais livre das limitações físicas e emocionais e consegue acesso à realidade mais amplas e sutil. Então, o espírito tem o livre arbítrio, vamos deixar, né, a faculdade de escolha entre o fazer e o não fazer. A escolha é nossa. Você escolhe como você quer estar ao deixar este corpo físico. Não alimentar o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulho, o egoísmo. E aí vai. Sua missão é nutrir bons sentimentos e praticar o bem em sua jornada espiritual. Um grande erro é acreditar que evoluiu o suficiente e mais que os outros. Esse é o grande erro, acreditarmos que já evoluímos o suficiente, que não precisamos mais estudar, que não precisamos mais avançar. E isso só atrasa o nosso processo e o nosso crescimento espiritual. Está nas nossas mãos. Temos escolhas. Podemos transformar, modificar agora, antes de deixarmos o corpo físico. Muito obrigada. Esse conceito da densificação nos faz lembrar de algumas coisas. Uma delas é: por que que nós não lembramos do passado? Porque se a gente não tivesse essa densificação, imagina você viver com as lembranças constantes, né, que o espírito traz em si, de tudo que você já fez de errado nessa vida e nas passadas. Isso estaria assim martirizado, né? seria um rolo compressor sobre a nossa consciência. A gente não teria coragem de olhar pro espelho, de olhar para alguém, de fazer o bem. Seria algo que nos destruiria. Então, a sabedoria divina, pela desificação, tira as lembranças do passado. O que importa é faço bem, olha paraa frente, não olhe para trás. Densificação também nos chama atenção. Essa parte que Antônia Neres dispôs tão claramente. Os espíritos são muito sensíveis às emoções e sentimentos. que aqui pela densificação, por exemplo, eu me lembro de alguma coisa desagradável que aconteceu no passado. Às vezes eu fico irritado ou depressivo ou triste, até choro, mas alguma coisa me distrai. Eu venho pra comunhão, sento aqui, assisto uma palestra, tomo um passo, eu saio leve, mas como espírito não. Por

vezes eu fico irritado ou depressivo ou triste, até choro, mas alguma coisa me distrai. Eu venho pra comunhão, sento aqui, assisto uma palestra, tomo um passo, eu saio leve, mas como espírito não. Por isso que os espíritos têm o orar e vigiar e muito atento, porque se ele lembrar de alguma coisa desagradável, ele vive aquilo com uma intensidade vibrante. Então o passado deixa de existir por causa da memória. Então os espíritos puros, eles não gostam, não por vaidade, mas porque faz sofrer lembrar de coisas que já não lhes interessa mais. Por isso é importante deixar ir embora aquilo que não nos faz bem. E é o que Cristo disse: "Perdo". Perdoar não é ser bonzinho pros outros apenas, é você se garantir saúde e estabilidade. Eu perdoei, eu esqueci, acabou. Porque se eu ficar remoendo aquilo desencarnado, aquilo vai voltar a acontecer, vai ser revivido e eu vou sentir tudo isso. Então, repare como na doutrina os conceitos científicos aqui foi psicologia, foi, eu lembro quando eu fiz psicologia, a gente estava percepção, sensação, tudo mais, né? com os aspectos da dos fluídos, a parte científica nos esclarece e nos dá uma visão que nos mostra as possibilidades de termos saúde integral, de viver bem onde quer que estejamos. Então, a gente encerra por aqui. Agradecemos a nossa irmã que esteve conosco. Ela vai viajar, mas ela volta. Não estarei aqui de volta. Um bom final de noite, um bom transcurso de semana e os irmãos que desejarem o passe, aguarde um pouquinho mais que serão conduzidos as instalações. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir

irituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

ue estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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