COMBATENDO A SOMBRA - Flaviana de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver do amor, vibrando. >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. É uma grande alegria receber cada um de vocês aqui, tanto aqueles que estão presencialmente como aqueles que estão nos acompanhando através da TV Comunhão e também aos nossos irmãos, né, do mundo espiritual que vem para cá para escutar um pouquinho e refletir conosco. Então, que é uma casa onde nós todos somos tratados e eu convido nesse momento que nós façamos a nossa prece inicial. Então vamos respirar fundo. Isso. Aserarenando o nosso pensamento, asserenando nossos sentimentos, nos conectando a esta casa do caminho, a qual nós aqui estamos para aprender e para servir. E elevemos o pensamento ao mais alto, a Deus nosso pai. a Jesus, nosso modelo e guia, a espiritualidade, os mentores desta casa e e vamos dar graças. Graças por estarmos aqui. Graças pela vida. Graças pelo ar que respiramos. Graças pelo alimento de cada dia. E vamos pedir a Deus, nosso pai que nos abençoe a todos, que nos envolva com sua paz, com seu amor. Pedimos pelas nossas famílias, nossos entes queridos, por cada um que está precisando nesse momento de orações, aqueles que estão em desespero, aqueles que estão desanimados, que eles sintam agora essas vibrações de luz, de paz e de amor desta casa e a nossa unida a essa casa. E pedimos também as inspirações do mais alto para que ao refletirmos o tema de hoje, ele possa ressoar em nossos corações para que nós possamos nos transformar, não perdendo de vista o nosso evangelho, a boa nova que nos convida. a seguir sempre buscando o amor. E assim nós vamos dar início a esta reflexão da tarde de hoje, dando graças a Deus, graças a Jesus. Então, minhas queridos irmãos, estamos nós aqui, temos acompanhando, nos acompanhando no YouTube 15 pessoas. Eu
vamos dar início a esta reflexão da tarde de hoje, dando graças a Deus, graças a Jesus. Então, minhas queridos irmãos, estamos nós aqui, temos acompanhando, nos acompanhando no YouTube 15 pessoas. Eu saúdo a todos que estão, né? tem a o Gilmar, Isabela, para que eles também se sintam presentes aqui conosco, né? Então vamos lá. Hoje o tema eh, só justificando, não seria eu a dar palestra, seria a nossa querida Germanda, mas ela teve um contratempo e acabou que não pôde chegar para a palestra. Então eu vim e peguei um tema que foi o primeiro que eu abri aqui. Nós vamos refletir juntos sobre eles, tá bom? Então o tema do livro Palavras de Vida Eterna e é Combatendo a Sombra. Muito importante e pertinente esse tema para cada um de nós. Aí quando nós falamos em sombra, né, o que que nos vem à mente? Algo que é ruim, algo que está nas trevas, não é assim? Aquilo que não tem luz, a cuja luz não não acessa. Então, às vezes vem essa imagem para nós, né, de sombra. E nós esquecemos de uma questão importante, né, que a espiritualidade sempre nos traz, que nós também temos as nossas sombras. Nós ainda temos aqueles locais onde nós ainda não acessamos, aqueles locais que precisam ser conhecidos, acolhidos e transformados. Então é esse o nosso convite, né? E Emanuel, nesse nessa obra maravilhosa, gente, cada capítulo dessa obra ele é transformador. Mas vamos lá. E ele fala, ele começa sempre com um versículo do Evangelho ou do Novo Testamento, das cartas. E hoje ele traz a carta de Paulo aos Romanos, o capítulo 12, versículo 2, e diz assim: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos". É Paulo falando, né, ao pessoal, aos Romanos. ensinando, pregando. E ele fala para ir para eles, olha, não vos conformeis, não se conformem com o mundo, né? Não se conforme com esse mundo. Transformai-vos. E quando Paulo faz esse convite, o que que ele tá falando para nós? Que a gente às vezes se depara com esse mundo cheio de de desafios, cheio de tribulações, não é assim? E o que que acontece quando nós nos
do Paulo faz esse convite, o que que ele tá falando para nós? Que a gente às vezes se depara com esse mundo cheio de de desafios, cheio de tribulações, não é assim? E o que que acontece quando nós nos deparamos com esse mundo? Nós falamos: "Nossa, como o planeta tá ruim! Olha só, tem guerra ali, tem guerra com lá. Que que o quê, né? Como tem a paz tinha que reinar no mundo. Não é assim que a gente fala? Mas aí Paulo ele fala, não fala para o mundo exterior, ele fala para o nosso mundo interior. Então ele diz, não vos conformeis, ou seja, não conforme você, não conforme eu, conforme, né, a o Gabriel, a Fernanda que tá ali. Não se conformem com esse mundo. Transformai-vos. Ele não fala transforma o mundo, não. Ele fala transformai-vos. Então é transformar mim, transformar cada um de nós. Temos que olhar para nós e nos transformar. Por quê? Como? Eu falo muito por quê? Como? Como? Porque nós não podemos transformar, eu não posso falar para pegar a Fernanda e falar: "Vou te transformar". Não, eu só posso transformar mim mesma, eu só posso modificar a mim mesma. Eu só posso mudar determinados comportamentos em mim. Eu não posso querer mudar a minha filha, o meu filho, meu, né, companheiro, companheira, amigo, não. E é por isso que Paulo fala cada um daqueles romanos isso, né? Não se conforme com o mundo. Transformai-vos. Transformai você. Transforma você. Transforma você mesmo. Por quê? Porque quando nós nos transformamos, nós vamos mudando um pouco a nossa volta, o mundo à nossa volta, não é? Cada mudança que nós fazemos modifica algo. Tudo que nós fazemos para nossa autotransformação vai ressoar no mundo à nossa volta. vai ser perfeito, não vai, porque ainda não estamos no mundo, né, no mundo perfeito, né, no mundo eh eh feliz. Nós estamos ainda num mundo de em processo de regeneração. E o mundo regenerado é um mundo que se degenerou e precisa se transformar, né? Uma casa que tá, né, bagunçada, degenerada, o que que a gente precisa fazer? precisa reformar, precisa, né,
regeneração. E o mundo regenerado é um mundo que se degenerou e precisa se transformar, né? Uma casa que tá, né, bagunçada, degenerada, o que que a gente precisa fazer? precisa reformar, precisa, né, organizar. E para organizar, ela fica organizadinha só com pensamento. Agora ela organizou. Não, nós vamos ter que fazer toda uma mudança, toda uma transformação. Só um minutinho, gente. Pede pro pessoal falar mais baixo aí atrás que a gente tá fazendo palestra. Obrigada. Não atrapalha. Então a gente vai precisa fazer essa transformação interior. A casa, né? Tava falando da casa, a casa tá bagunçada, gente. Como demora para arrumar uma casa bagunçada, uma casa que tá eh degenerada, digamos, caindo, precisando de reforma. A mesma coisa o nosso planeta inteiro. Imagine colocar esse planeta inteiro, né? Transformá-lo num mundo feliz, né? Tá difícil ainda na regeneração. Por quê? Porque tá em processo de mudança, de transformação. Então tá, parece que tá um caos, mas esse caos tem um objetivo. Tudo tem um objetivo. Mas vamos lá, vamos voltar aqui pro texto do Emanuel. O aviso evangélico é demasiado eloquente. Todavia, é imperioso observar-lhe a expressão profunda, que é isso que nós já comentamos em relação ao transformarmos a nós mesmos, né? Nós já comentamos isso. O apóstolo divinamente inspirado adverte-nos de que, em verdade, não nos será possível a tasta conformação com os enganos do mundo, tanta vez abraçado espontaneamente pela maioria dos homens. No entanto, não nos induz à violência, qualquer atitude de violência. Então, o que que o Paulo quer eh, que que o Emmanuel diz aqui? que nós vivemos no mundo, como eu falei, estamos num processo, né, de transformação, mundo de regeneração. Então, nós observamos o mundo e parece que tá um caos, é violência daqui, é feminicídio, várias situações que a gente nem cabe citar, nem cabe citar aqui. Mas o que que acontece? Se nós agirmos da mesma forma que o mundo age, vai haver mudança? Não vai, né? Não há mudança. Então, por isso que há, né, o imperativo aqui é a
abe citar, nem cabe citar aqui. Mas o que que acontece? Se nós agirmos da mesma forma que o mundo age, vai haver mudança? Não vai, né? Não há mudança. Então, por isso que há, né, o imperativo aqui é a nossa autotransformação para que eu mude aqui e aos poucos vá mudando a minha volta. Se eu entro num numa discussão com outra pessoa, olha, a própria palavra já diz: "Eu vou discutir, eu vou dar minha minha opinião e a Fernanda vai ter a dela". E a gente vai ficar numa discussão sem fim. Por quê? Porque a discussão vai querer que um ganhe, não é assim? E na realidade, o que que nós precisamos? Dialogar. O diálogo é diferente da discussão. A discussão um fala, o outro não escuta, o outro tá discutindo e levando tom no duelo, aquilo que no evangelho nos fala, né, que o duelo é uma prática, que naquela época era com armas, mas hoje a nossa, o nosso duelo muitas vezes é, né, com a língua, com os comportamentos, né, de competitivos. Desculpa aí, Fernanda. Então, é importante e imperativo que nós nos eh transformemos, olhemos para nós. O convite é para que nós olhemos para nós. Como falamos, o mundo tá aí. Mas o que que eu posso fazer em relação ao mundo? Eu posso mudar o pensamento do, né, de um líder, de uma nação? Não posso. Vai adiantar eu ficar reclamando e remoendo e falando mal e atirando pedra? Não. E quando fala que a gente precisa transformar, né, compreender, que aqui ele vai falar também da palavra compreensão, não significa aceitar. Aceitar é diferente de compreender. Aceitar é quando você falar tá errado, vai ficar errado mesmo. Não. Compreender é diferente. O compreender é quando eu entendo que a minha opinião é uma e a do outro é a outra. Ele tem a sua opinião. Pode não mudar. Mas eu compreendo por quando nós olhamos, eu sempre trago esse exemplo, gente, porque criança e adolescente fazem parte da minha vida. Então, quando a gente fala para uma criança de 4 anos que ela não pode comer doce na hora do almoço, ela ainda não entende. Ela quer comer o doce na hora do almoço.
lescente fazem parte da minha vida. Então, quando a gente fala para uma criança de 4 anos que ela não pode comer doce na hora do almoço, ela ainda não entende. Ela quer comer o doce na hora do almoço. E claro, eu sou o adulto da relação, né? Mas eu não vou brigar, né? bater, não vou tentar conversar, não vou convencê-lo, mas como a minha autoridade, né, de vó, eu vou falar: "Não, agora é hora de comer". Mas outra, uma pessoa que é adulta, ela às vezes não entende. Você vai entrar num embate, numa discussão vazia. Então, o compreender é entender que a pessoa não vai mudar naquele momento, né? O o Jesus lá no nosso lar, ele usa uma palavra bem as com a seu aperfeiçoamento ainda tardio. A pessoa ainda não alcançou é esse patamar. Então ela não compreende e não significa que ela não alcançou outro diferente de nós. Mas a compreensão ela é importante, seja em casa, no dia a dia, com o nosso, né, com as pessoas mais próximas, seja no no meio social. Por quê? que assim nós vamos mudando. Nós fazemos parte de uma formação aqui da casa e um dos das pessoas sempre fala: "Nossa, depois que eu comecei essa formação, eu até minha esposa falou que eu mudei." Por quê? Porque é um olhar para dentro de nós e fazer uma transformação. Eu não mudo o meu cônjuge, eu não mudo o meu filho, eu não mudo. Eu eu mudo. Gente, por favor, eu tô numa palestra. Peço vocês falem mais baixo. Tá tendo um probleminha aqui. O pessoal tá arrumando para peça que vai ter sexta-feira e aí eles esquecem que aqui tem palestra. Então vamos lá, continuando aqui. Aí o o Emanuel continua, não nos pede, né, esse esse mundo não nos pede rebelião e gritaria, não nos aconselha ao a Zedum e a discussão, né? A boa nova, o evangelho, ele não pede isso. O que que o evangelho ensina pra gente? Que que a boa nova nos ensina? Que que Jesus nos ensinou? Ele que é o modelo e guia. Ele que foi o ser mais perfeito que colocou os pés aqui na terra. Ele ensinou que é com gritaria, que é com rebeldia. Não, não é. Ele simplesmente e ele aceit
s nos ensinou? Ele que é o modelo e guia. Ele que foi o ser mais perfeito que colocou os pés aqui na terra. Ele ensinou que é com gritaria, que é com rebeldia. Não, não é. Ele simplesmente e ele aceit ele simplesmente aceitou, não. Ele compreendeu quando ele está na cruz, o que que fala para Deus? Pai, perdoa-lhes. Eles nem sabem o que fazem. Então, não é que ele aceitou com, né, eh, digamos, com passividade, não. Ele sabia qual era a missão dele. E às vezes a nossa missão aqui não é uma missão fácil, né? Mãe, pai, tem umas missões assim bem complexas, mas aceita, compreende, né? Qual é o papel do pai e da mãe? É orientar, não é? Então, a gente vai orientar, mas sempre visando o melhor, sem o quê? Sem cobranças excessivas, sem, né, ficar o tempo inteiro mantendo a postura. Até que uma hora aprende. Você vê um adolescente, você fala para ele, ele não te escuta. Um adolescente, ele tem, tá com os hormônios à flor da pele, foi construído tudo que precisava ser na infância, na adolescência ele vai colocar tudo para fora. E a primeira coisa é se rebelar contra quem? contra os pais. A maioria acontece assim, né? Então aí eles vão fazer inúmeras coisas para testar tudo aquilo que eles acham que nada de ruim vai acontecer com eles. E a gente vai fazendo o quê? Orientando. Enquanto é menor de idade, você dá os limites, mas depois que fica maior, fica mais complicado. Dá limite porque é adulto, não é? Então o que que a gente faz quando os filhos ficam adultos? Orienta assim também nós podemos fazer. Mas não com ar profal ou com ar de que nós somos melhores, não. Nós também estamos aqui aprendendo todo santo dia. Todo santo dia nós aprendemos e aprendemos justamente com essas situações. E é dessa forma que nós vamos combatendo as nossas sombras. Porque quando nós chegamos em determinadas situações, o que que acontece? A gente sente dor, a gente é atingido de alguma forma, porque ninguém aqui ainda é Jesus, não é? Então nós somos humanos, temos ainda muitos lados nossos, o nosso
inadas situações, o que que acontece? A gente sente dor, a gente é atingido de alguma forma, porque ninguém aqui ainda é Jesus, não é? Então nós somos humanos, temos ainda muitos lados nossos, o nosso lado que, como diz Emanuel, aqui as nossas trevas interiores, as nossas sombras ainda existem. E nós estamos aqui para aprender e iluminar aos poucos essas sombras, compreendê-las e transformá-las. aquilo que a gente já consegue fazer. Vai ficar todo mundo perfeito agora? Não. Eh, Kardec, lá no no livro dos espíritos, na pergunta na questão 919, acho que é essa mesmo, é porque ela é muito famosa, ele faz uma pergunta: "O que que é preciso para que nós possamos combater em nós as nossas más inclinações?" E os espíritos vão responder: "Conhece-te a ti mesmo", já dizia um sábio da antiguidade. Então, é esse mergulho em nós mesmos, nos conhecendo, buscando entender as nossas dificuldades. O que que me deixa irritado, né? Porque que todas as vezes que eu estou com uma determinada pessoa, aquela pessoa eh me algo me incomoda e essas questões elas vão surgindo para que nós possamos aprender quem nós somos. Então, nós nos deparamos com a dor, nós nos deparamos com as dificuldades, com as pedras no caminho, é para o nosso autoconhecimento, porque às vezes nós vamos colocando alguns sentimentos embaixo do tapete, não deixa para lá, mas uma hora ele sai, sai em forma de doença. Então, o olhar, a dor, né, a doença, alguma coisa, é, a enfermidade é para nos fazer olhar para nós mesmos. Então esse combater, né, a sombra é nesse sentido, combater no sentido de se olhar, de se compreender e ir transformando aos poucos aquilo que nós já podemos transformar. Vamos virar Chico agora? Vamos virar Madre Teresa agora? Não, mas nós podemos ser a melhor versão de nós mesmos. É muito bom quando a gente olha para trás e fala assim: "Poxa, há há cinco anos atrás eu era assim, assim, assim, hoje eu sou assim, olha só, melhorei, tô mais paciente, mas ainda não venci determinadas coisas". Tá? Isso aí a gente vai
a trás e fala assim: "Poxa, há há cinco anos atrás eu era assim, assim, assim, hoje eu sou assim, olha só, melhorei, tô mais paciente, mas ainda não venci determinadas coisas". Tá? Isso aí a gente vai tentando. Será que eu já consigo vencer isso? Ser menos irritadíssimo trânsito, né? Será que eu consigo já ter um um direcionamento, um foco? E assim a gente vai se trabalhando. Eu já consigo me libertar daquela mágoa lá atrás que ainda me corrói o peito. Então é um processo diário, ininterrupto. Nós vamos, né? É um é todos os dias é um esforço contínuo. Por quê? Porque o que que Jesus fala lá no evangelho? No mundo tereis tribulações. Ele não falou pra gente que ia ficar que você nós íamos viver num paraíso terrestre aqui nesse momento. Não. Ele falou: "No mundo tereis tribulações. Tem de bom ânimo e não perder a esperança, né? Manter o foco naqu nos nossos objetivos no bem. não nos acharmos donos da verdade, que muitas vezes quando nós já estudamos um pouquinho, quando quando nós somos mais velhos, nós achamos que somos os donos da verdade, muitas vezes não escutamos os outros. Isso também é um ladro nosso que nós precisamos trabalhar, ouvir o que o outro tem a dizer. Por isso o diálogo é importante, o diálogo não com já com o pensamento no duelo. Olha, ele tá falando isso, eu vou responder assim, eu vou responder. Aí já não é diálogo, é uma discussão. Então é um ouvir, né? compreender, entender que às vezes a pessoa não consegue ser aquilo que nós gostaríamos que ela fosse, porque nós também criamos, né, esse queremos que os outros sejam como nós somos e nem quem disse que nós somos certinhos. Por que que o outro também? Claro que nós não vamos aceitar determinadas situações de agressão, violência, não precisamos disso. Precisamos da limite, né? Então, aceitação não significa compreensão e compreensão não significa aceitação. Compreender é alguma é algo. Aceitar é diferente. Nós podemos aceitar aquilo que nós não podemos mudar em nós. Às vezes nós ainda não conseguimos
ica compreensão e compreensão não significa aceitação. Compreender é alguma é algo. Aceitar é diferente. Nós podemos aceitar aquilo que nós não podemos mudar em nós. Às vezes nós ainda não conseguimos determinadas situações, né? Mas se chega para nós, né? É, é um, é já um um exercício para que a gente futuramente possa transformar isso. Então, esse olhar para nós de buscar uma autotransformação, buscar vencer essas sombras que ainda, né, nos envolve da intolerância, da violência, da irritação. Isso aos poucos e com esforço contínuo nós vamos vencendo, né? Vamos ver o que mais aqui que o Emmanuel porque senão acaba falando mais do que o Emmanuel. Aí ele diz assim: "Não nos cabe o pretexto de seguir o mestre sair armado em punho, golpeando aqui e ali na pretensão de estender-lhes a influência". Então é aquilo que nós falamos, a gente vê muitas vezes por aí, né? Em todo em todos os sentidos, as pessoas se armam porque se acham donos. Eu sou cristão, mas o que eu penso é o que tá certo, porque foi o que aqui, ó, tá escrito aqui, Cristo falou. Então, as religiões, por exemplo, são interpretações, cada um com sua interpretação. Então, não me cabe eh eh querer ir, né, armado para que a pessoa mude, né? O espiritismo ele não é ele não faz prosélitos. né? Como que nós eh podemos transformar? É nos transformando. O convite é paraa nossa autransformação. Não é para convencer ninguém a ser espírita, não é para convencer ninguém a Não, porque ser espírita tem que trazer, traz consigo o quê? Uma mudança, uma autotransformação, uma mudança interior, uma reforma íntima, como chama Emanuel. Então, vamos lá. É imprescindível adotar a conduta de Jesus próprio, que em nos conhecendo as viciações e fraquezas, suportou-nos a rieza do coração, orientando-nos para o bem, cada dia com esforço paciente de caridade que tudo compreende para ajudar. Então, esse é o nosso papel aqui, ó, gente, só para registrar a presença de mais algumas pessoas que estão aqui, a Raquel, a Ana Regina e o Marcondes.
ente de caridade que tudo compreende para ajudar. Então, esse é o nosso papel aqui, ó, gente, só para registrar a presença de mais algumas pessoas que estão aqui, a Raquel, a Ana Regina e o Marcondes. Obrigada pela presença de vocês aqui no nosso canal. Então, nós estamos aqui para fazer a nossa parte, para servir, tendo o modelo e guia que é Jesus. E às vezes nos perguntar, como Jesus, será que Jesus agiria assim? é que nós vamos agir igual a ele. Nem sempre, porque nós ainda não somos Jesus. Mas alguns pontos nós já vamos poder compreender um pouquinho mais. Não, eu posso, acho que eu consigo ser um pouco mais tolerante com essa situação, não aceitação, mas para na compreensão do outro. Eh, renovemo-nos para o melhor. Já tá acab chegando nossos momentos finais. Eleva o padrão vibratório das emoções e dos pensamentos. Aqui ele já tá ensinando como nós podemos agir. Renovemo-nos para melhor. Eleva o padrão vibratório das emoções e dos pensamentos. Cresce para a vida superior e revela-te em silêncio, na altura dos teus propósitos, convertendo-te em auxiliar precioso da divina iluminação do espírito. Então, olha só, renovemo-nos, mantenhamos a vibração elevada. Como que nós podemos fazer isso nesse mundo que tempo inteiro nós recebemos notícias, né, desagradáveis, tempo inteiro você tá vindo para cá, aí acontece, né, uma uma situação desagradável no trânsito, como seguindo, né, elevando os pensamentos, buscando a prece, nos fazendo esse essa proteção, né, essa autoproteção. através da prece do evangelho. Um dos tratamentos mais eficazes, eu sou eh atendente fraterna aqui, um dos tratamentos mais eficazes é o evangelho no lar. É o evangelho no lar. Então, por quê? Porque ele vai mudando, fazendo uma limpeza na nossa casa. Então, as leituras, as boas leituras, significa que, ah, eu não posso assistir nada. Pode, mas não pode deixar que isso te atinja. Então, vamos por que muitas vezes nós entramos na vibração daquilo que tá passando. Então, vamos trabalhar boas leituras que nos ajudam a manter,
ir nada. Pode, mas não pode deixar que isso te atinja. Então, vamos por que muitas vezes nós entramos na vibração daquilo que tá passando. Então, vamos trabalhar boas leituras que nos ajudam a manter, por exemplo, como uma leitura como essa que nos convida a nossa autotransformação, que nos convida a continuar a nossa caminhada, a termos um objetivo. Qual é o nosso objetivo? a nossa autransformação, a nossa missão aqui na terra é a nossa mudança interior através, né, dessa reforma interior, fazendo o bem, compreendendo o irmão que ainda está no caminho e que ainda tropeça, assim como nós também tropeçamos. Então essa compreensão do quando eu me conheço, quando eu conheço as minhas limitações, quando eu olho para dentro de mim e quando chega alguém que que faz algo que, né, na aos nossos olhos é tão ruim, a gente passa a olhar o com esse olhar de compreensão, com olhar misericordioso do Cristo, entendendo que esse irmão é um irmão que tá muito machucado, ferido, muito doente. É fácil não, porque a gente fica com raiva, às vezes a gente fica indignado, mas a gente pode exercitar esse olhar e olhar calma, né? Como que Cristo agiria? Será que eu consigo fazer um pouquinho? Ainda não consigo não. Mas eu já posso, né, não desejar o mal pro outro. Já posso não desejar que aconteça o mesmo com ele, olho por olho, dente por dente. Já posso desejar que ele encontre um caminho dele de luz e fazer a minha autotransformação. Por que que eu ainda sinto dessa dor? Por que que me atingiu tão forte isso? São questões que nós podemos fazer para, né, nos nos conhecermos cada vez mais. E claro, nós temos várias formas hoje no mundo de autoconhecimento que nos nos auxiliam nesse nesse processo, nessa caminhada. E terminando, não te resignes aos hábitos da treva, mas clareia-te por dentro, purificando-te sempre mais, a fim de que a tua presença irradie em favor do próximo a mensagem persuasiva do amor, para que se estabeleça entre os homens o o domínio da eterna luz. Então, olha só, gente, não nos deixemos resignar. Ah, eu
que a tua presença irradie em favor do próximo a mensagem persuasiva do amor, para que se estabeleça entre os homens o o domínio da eterna luz. Então, olha só, gente, não nos deixemos resignar. Ah, eu sou assim, nasci assim e vou morrer assim. Não, a gente pode mudar esses hábitos ruins que nós temos. A gente pode começar a dar a a trazer mais luz para dentro de nós para podermos irradiar. Porque quando nós trazemos luz para dentro de nós, através das nossas virtudes, do exercício do bem, nós irradiamos. E as pessoas por as pessoas por conta da sua luz. A gente tá falando um exemplo de Jesus, né? Mas Chico também. Quantas pessoas às vezes aqui a gente quer ficar perto, a gente quer, né, ouvir porque elas irradiam. Não é que elas são perfeitas, mas elas já começaram a trazer essa autotransformação. E nós todos podemos fazer isso, porque todos somos filhos de Deus, filhos da luz, centelhas de a centelha divina tá aqui dentro de nós. E por isso Jesus falou: "Fazei brilhar a tua luz". Meus queridos, muito obrigada a vocês. Que vocês tenham um resto de dia, uma resto de tarde e noite maravilhosa e um final de semana também. E vamos ficar agora com o passe virtual. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia.
lo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta
E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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