Cláudia Piva | FRUSTRAÇÕES E DEPENDÊNCIAS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 20/04/2025 (há 1 ano) 1:05:25 988 visualizações

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Transcrição

de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos. Boa tarde a todos. É uma alegria estarmos aqui mais uma vez neste sábado, nesse nosso vesperal de sábado, ouvindo mais um um momento de reflexão da do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita, iluminando também a nossa vida, os nossos sentimentos e a nossa prática diária. Hoje temos a alegria de receber a nossa querida Cláudia Piva, que sempre traz para nós boas histórias, grandes reflexões e muitos ensinamentos a respeito dos temas que são escolhidos para que a gente traga aqui pro conhecimento de vocês. Para começar, eu quero ler uma mensagem e convidar vocês a fazer uma prece. Essa mensagem tá no livro Gotas de Esperança de Lourival. Lopes e diz assim: "Você marca a sua vida. Tudo o que você faz ou diz traz a marca de sua personalidade. Em todo lugar você está dando um recado pessoal. Somente você pode fazer como faz, ninguém mais. Sai de você uma vibração inconfundível. Deus o vê assim. Para ele, você é único em todo o universo. Sua marca é conhecida por ele. Seu rastro é diferente de todos os demais. Deus tem com você uma ligação também única. amam de maneira própria. Você e Deus formam uma unidade de profunda beleza. O amor de Deus lhe flui de uma forma que só você pode sentir. Foi o amor de Deus quem o fez inconfundível. E com essa certeza convido vocês a elevarmos o nosso pensamento a Deus, agradecermos por tudo o que vivemos, pelas oportunidades que recebemos de estar aqui, de termos merecido renascer, reconstruir a nossa vida, melhorar naquilo que podemos, modificar aquilo que temos condições de modificar, refazer os nossos pontos de fragilidade, reconstruir os laços, transformar os

ecido renascer, reconstruir a nossa vida, melhorar naquilo que podemos, modificar aquilo que temos condições de modificar, refazer os nossos pontos de fragilidade, reconstruir os laços, transformar os nossos nós em laços, aproveitar cada momento dessa encarnação, olhar com gratidão para os presentes que recebemos de Deus, sejam os belíssimos eventos da natureza que nos presenteia, as pessoas que estão em nossa vida, aquelas que nos amam, que nos auxiliam, que nos apoiam, que torcem por nós. Também aquelas pessoas que ainda nos desafiam e que fazem parte da nossa vida. que nós possamos crescer. Agradecemos também pelas oportunidades de trabalho, de experiência, de aprendizado em toda a nossa vida. Agradecemos pela presença dos nossos mentores, aqueles que estão conosco em cada momento. Agradecemos pelo mentor da nossa casa, Bezerra de Menezes, que é o nosso médico, que cuida de nós, cuida do nosso corpo, da nossa alma, do nosso espírito, das nossas emoções, que nos traz o remédio que cura as nossas moléstias, os unguentos que aliviam nossas dores, que tratam as nossas feridas e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Que Jesus esteja conosco em cada momento, que ele seja o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. Que não seja apenas um ponto de destino, mas um companheiro de caminhada, que olhemos sempre pro lado, sabendo que Jesus nos dá a mão e está conosco em cada instante, nos apoiando e sendo o nosso grande companheiro. Que ele esteja conosco e que nós estejamos com ele sempre. Que assim seja. Hoje a nossa querida Claudinha vai nos falar sobre nossas frustrações e dependências. Obrigada, Claudinha. Estamos com você. Boa tarde, amigos, amigas, queridos companheiros encarnados e desencarnados que se encontra aqui no salão Bezerra de Menezes, que nos acompanham pelas redes sociais, pela rádio TV comunhão. Muita alegria que estamos hoje aqui num sábado de feriado, mas muito mais de que isso, de reflexão, reflexão sobre a caminhada de

nezes, que nos acompanham pelas redes sociais, pela rádio TV comunhão. Muita alegria que estamos hoje aqui num sábado de feriado, mas muito mais de que isso, de reflexão, reflexão sobre a caminhada de Jesus e mais especificamente sobre a sua desencarnação e depois a sua ressurreição entre nós. A gente vai falar até um pouquinho sobre isso hoje aqui na nossa palestra. Mas o nosso tema frustrações e dependências, nós tiramos principalmente deste livro aqui, vida, desafios e soluções. É um livro maravilhoso de Joana de Ângeles, Espírito, Psicografia de Divaldo Franco. Está no capítulo quatro que fala, é um capítulo que tem subtítulos e o capítulo é Energias da Vida. Os subtítulos são hábitos mentais, frustrações e dependências, sensações e emoções e vida interior. Nós vamos falar só um pedacinho desse deste capítulo eh no dia de hoje, né? Também pegamos algumas coisas e reflexões do livro Emoções que curam de Hermance do Fu Espírito Vanderla de Oliveira Médium e também do Evangelho Segundo Espiritismo, como não poderemos deixar de citar. Então, um sentimento bastante familiar que nós nos deparamos na nossa vida é a frustração, né, meus amigos? Nos frustramos com frequência. E a gente vai falar um pouquinho sobre isso, porque as frustrações elas têm trazido desafios relevantes paraa sociedade ao longo dos tempos, mas hoje em dia de uma forma mais intensa. A frustração, ela acontece quando a gente se contraria por algum motivo e nos decepcionamos com alguma coisa. Como somos personalidades via de regra mais instáveis? Maioria de nós temos essa personalidade instável. Jana deângeles espírito nos fala aqui que então nos sentimos frustrados mais facilmente justamente por essa instabilidade que a gente apresenta no dia a dia. Por quê? Porque ainda não temos, talvez, muitos de nós, um aquele idealismo, aquele objetivo de vida mais certeiro, como nós vemos diversas pessoas que trazem um objetivo de vida mais específico. Então, não tendo esse objetivo de vida mais específico, nós

um aquele idealismo, aquele objetivo de vida mais certeiro, como nós vemos diversas pessoas que trazem um objetivo de vida mais específico. Então, não tendo esse objetivo de vida mais específico, nós ficamos tateando no dia a dia e muitas coisas nos frustram. ou porque ambicionamos demais, a nossa régua é muito alta, então tudo vai nos frustrar, ou porque ambicionamos de menos. E aí também se eu não tenho algum objetivo, se eu não ambiciono algo paraa minha vida de valor, tanto faz como tanto fez. E aquelas coisas que nós às vezes queremos, como não queremos muita coisa, mas de repente eu quero uma coisa específico, aquela uma coisa eu não consigo e aquilo me frustra demais. vai desde enfrentamento de situações simples, situações simples do nosso dia a dia. Quantas vezes a gente sai para comprar alguma coisa no mercado, uma roupa, um sapato e chegamos lá no local nós não encontramos e aquilo nos chateia demais. E às vezes nós pensamos até assim: "Mas por que que eu me chatei tanto com uma situação tão banal, tão simples? Era um sapato, era um ingrediente para uma comida que eu queria fazer ali uma janta, eu precisava daquele ingrediente e nós ficamos tão chateados. É, é uma frustração, realmente, porque não conseguimos aquele objetivo para o qual nós saímos de casa. Mas é um é alguma coisa simples, mas mesmo assim às vezes nos afeta de uma forma tão grande até coisas mais complexas, como por exemplo quando nós não passamos, nós lutamos muito por um objetivo de um concurso, de um vestibular, eh às vezes a demissão de um emprego ou não conseguimos eh um emprego aquele que a gente sonhou, né? até conseguimos passar no vestibular, conseguimos nos formar, mas não conseguimos ser admitidos ali naquele emprego. Então vai varia aí essas frustrações no nosso dia a dia. Só que isso tem se agravado e trazido consequências tão negativas para todos nós. E nós vamos falar, por isso que nós vamos falar sobre isso hoje. Essas frustrações, esse conjunto de frustrações que são diárias

o tem se agravado e trazido consequências tão negativas para todos nós. E nós vamos falar, por isso que nós vamos falar sobre isso hoje. Essas frustrações, esse conjunto de frustrações que são diárias e que são constantes, nos leva muitas vezes a uma dependência emocional, seja de pessoas, seja de coisas, seja de situações que nós ficamos presos naquilo como forma de compensação emocional em função dessas frustrações que nós acarretamos e vamos achando que a nossa vida é ruim, vamos nos decepcionando e vamos achando que a nossa felicidade ela está então naquela pessoa, naquela coisa, naquela situação. Colocamos aquela nossa expectativa em cima de situações e nos prendemos emocionalmente naquilo ali. E isso eh, por que que acontece isso? Porque nós, na via de regra, somos muito simplistas. Queremos soluções simplistas para coisas que não são simples. A nossa vida, ela é regrada de desafios e a gente vai entender isso justamente pro nosso crescimento, intelecto, moral. Então, algumas pessoas se deixam ficar em relacionamentos até abusivos, relacionamentos tóxicos, achando que aquilo é a solução para a sua frustração, para a sua felicidade. Então, de repente, a pessoa tem assim: "Eu quero ser feliz". Então, assim, é um objetivo muito amplo e complexo, né? A felicidade é algo que é construída com as pequenas coisas do dia a dia, não é assim? A gente aprende isso tanto na filosofia quanto na religião. E de repente nós colocamos por conta dessas frustrações esse esse objetivo que é altamente complexo e amplo. uma pessoa às vezes numa situação, no meu emprego, naquele emprego que eu estou e de repente acontece algo que eh não necessariamente eu perco o emprego, mas eu mudo de cidade, mudo de situação e vemos então que muitos de nós perdemos o chão, perdemos o rumo porque estávamos dependentes, estávamos então dependentes emocionalmente daquela situação ou daquela pessoa ou às vezes até de um animalzinho que nós colocamos ali toda a nossa felicidade e os animaizinhos, né,

ávamos dependentes, estávamos então dependentes emocionalmente daquela situação ou daquela pessoa ou às vezes até de um animalzinho que nós colocamos ali toda a nossa felicidade e os animaizinhos, né, duram, tem uma vida bem curta comparado a nós. Então é isso que nós temos que entender, nos autoconhecer, falar sobre frustração, porque elas ela vai ocorrer nas nossas vidas. Isso é um fato. Assim como um nós temos a certeza absoluta, né, que todos nós temos um corpo de carne e osso. Iremos deixar este corpo aqui na Terra pelo meio do fenômeno biológico da morte física, que aqui no espiritismo nós chamamos de desencarnação, rumando para a vida verdadeira, que é a vida do espírito. A questão de lidarmos com frustrações, ela também é um fato real para todos nós que nos encontramos aqui encarnados e desencarnados. por dois motivos principais. Um, por causa da nossa condição emocional, moral, espiritual, nosso nível evolutivo. Via de regra, somos pessoas carregadas de orgulho, de egoísmo. Ainda estamos aprendendo a sermos felizes, ainda estamos aprendendo o que é a real felicidade. Então, o nosso nível evolutivo ainda lida com frustrações em função de não adquirirmos ou de perdermos coisas que não tanto valor real em termos espirituais e morais. E outra coisa é aquilo que a gente já falou, porque estamos no mundo de provas, de expiações, rumando para o mundo de regeneração, como a doutrina espírita nos explica, que é o quê? Estamos aqui num mundo material físico, já falamos aqui outras vezes, que traz naturalmente desafios inclusive materiais, ou às vezes muito calor, muito frio. as situações ainda sísmicas que acontecem, não falando do que o próprio homem, né, aí ocasiona falando em termos de aquecimento global, mas vamos dizer que nós tivéssemos caminhado enquanto humanidade de forma não agressiva ao nosso planeta, teríamos sim ainda essas placas sísmicas trabalhando, porque o nosso núcleo ainda tem um percentual razoável de líquido. Então essas placas elas se movimentam e teríamos então essas

ao nosso planeta, teríamos sim ainda essas placas sísmicas trabalhando, porque o nosso núcleo ainda tem um percentual razoável de líquido. Então essas placas elas se movimentam e teríamos então essas situações aí, né, de arranjo físico do nosso globo que trazem então situações desafiadoras para todos nós. Fora essa questão material do globo, ainda tem a questão moral, né, gente, que todos nós sabemos, nós nos conhecemos um pouquinho, mínimo que seja, para saber que estamos nessa caminhada, neste planeta de provas e expiações. E é por meio das provas e das expiações. As provas são esses desafios que nós temos diariamente. As expiações é o que nós pagamos, entre aspas, em função de erros de reencarnações passadas. Então, estamos aí nessa caminhada com grandes desafios e temos, então, que aprender a lidar com a frustração e entender o poder que ela tem de nos amadurecer intelectualmente, mas principalmente emocionalmente. Então, as causas da frustração elas são variadas, mas nós vamos ater aqui ao que nós estudamos para a palestra de hoje com base nessa literatura aqui que nós citamos. Eh, pode ser que tenha e tem com certeza outros porquês estudados, seja pela ciência da psicologia, da neuropsiquiatria, mas nós vamos nos ater a essa bibliografia que nós citamos. Então, três principais fatos que nos fazem nós nos frustrarmos num grau maior do que o normal. Grandes mentiras que povoam a nossa mente. Nós temos crenças fantasiosas. A gente vai falar um pouquinho sobre cada uma dessas três aqui, né? De que eu nunca vou me frustrar. A nossa régua às vezes é muito alta, o nosso orgulho, a nossa vaidade e questões relacionadas à nossa infância. Então vamos falar um pouquinho dessas dessas três causas principais das nossas frustrações, crianças fantasiosas. E a gente vai estar aqui um caso que aconteceu com Chico Xavier, não necessariamente com Chico, mas que Chico vivenciou eh de uma pessoa que queria muito conhecer Chico, né? Então ele admirava muito Chico, trabalhava numa

qui um caso que aconteceu com Chico Xavier, não necessariamente com Chico, mas que Chico vivenciou eh de uma pessoa que queria muito conhecer Chico, né? Então ele admirava muito Chico, trabalhava numa livraria em Belo Horizonte e ele naquela época Chico vivia muito ali, né, nas nas cidades mineiras. Eh, lembremos que aquela época ali era, nós não tínhamos essa densidade demográfica nas cidades brasileiras e a coisa era um pouco mais simples do que hoje. Então, Chico caminhava muito por diversos locais e nessas idas, na capital mineira, ele ia nessa livraria e esse rapaz que atendia na livraria pedia muito para conhecer Chico, né? Ele se se apaixonou literalmente por Chico, leu todos os livros de todos os espíritos que eram que Chico psicografava, Emanuelo, André Luiz, Neio, Lúcio, irmão X, todos. Ele leu todos os livros que até então Chico havia psicografado e insistia, né, com os amigos. Olha, eu preciso conhecer o Chico quando ele vier aqui, porque como ele frequentava essa livraria, me apresentem o Chico, eu preciso conhecer ele. Até que um dia Chico entra na livraria e as pessoas então vão ali, né? Tinha algumas pessoas que já Chico era conhecido e as pessoas vão eh acolhem Chico com felicidade, com alegria, perguntam para Chico diversas questões, né? Eh, eh, quem esteve alguma vez com Chico sabe que ele, né, similarmente a Jesus, onde ele andava, tinha uma multidão junto para eh só para estar perto, tendo as energias ali que ele eh de naturalmente dispendia pras pessoas, né? Dizem inclusive que Chico ele tinha um perfume natural de rosas que ele expandia de si próprio sem ser perfume. É que era um espírito tão evoluído que tinha essa capacidade de oferecer a quem chegasse junto dele perfume de rosas, né? Então as pessoas foram perto dele, ficaram ali Chico e tal e foram até o esse moço que que se chamava Luísio, que queria muito conhecer o Chico. Então quando eles chegaram para esse Aluísio e apresentaram o Chico, aí Aluísio, não queria tanto, você não queria tanto conhecer o Chico? Tá aqui o

chamava Luísio, que queria muito conhecer o Chico. Então quando eles chegaram para esse Aluísio e apresentaram o Chico, aí Aluísio, não queria tanto, você não queria tanto conhecer o Chico? Tá aqui o nosso Chico, essa pessoa maravilhosa. E o Chico naquela humildade se apresenta ao rapaz. Aí o rapaz olha ali para aquele senhor vestido de uma simplicidade única, magrinho ali, né? Todo simplesinho, olha como a com aquela desconfiança, né, de quem diz assim: "Ah, vocês não vão me enganar não, né? vocês não vão me enganar, vocês estão aqui fazendo uma chacota comigo aqui. Abraçou o Chico decepcionado, frustrado e disse, né, quem me dera que você fosse o Chico, quem me dera? E abraçou o Chico ali e não conheceu nessa vida, além deste momento Chico Xavier. E o Chico, na sua humildade, né, sorriu, abraçou, devolveu o abraço e disse para ele, devolveu. É mesmo, né? Quem me dera que eu fosse o Chico Xavier? Qual era a expectativa, gente, desse rapaz? Qual foi a régua que ele botou para Chico Xavier? Por que que ele se frustrou lá em cima, né, lá nas alturas? Ou ele queria alguém que viesse iluminado, né, num se fosse algo que não existe na Terra. Não era um uma materialização de um espírito, era um ser humano encarnado. Ou ele queria alguém rico no que a gente conceitua, de com alto poder, eh, terreno, né, com roupas de luxo. E ele não viu nada disso. Ele viu uma pessoa simples e não conseguiu enxergar aquela personalidade divina de Chico, o perfume maravilhoso que ele trazia. Então, vejamos que as nossas frustrações vem disso, da nossa régua, da nossa fantasia que colocamos na nossa cabeça. Outras fantasias, outras coisas que fantasiamos. E aí os psicólogos falam, né, nós temos que alinhar as nossas expectativas, que é exatamente isso, é entendermos que todos vivemos numa sociedade em que somos, se eu tenho defeitos, outro tem também. Então, temos que caminhar com essas expectativas alinhadas. Nós criamos a fantasia de que a vida do aquele negócio da grama do vizinho é mais verde, né? A

omos, se eu tenho defeitos, outro tem também. Então, temos que caminhar com essas expectativas alinhadas. Nós criamos a fantasia de que a vida do aquele negócio da grama do vizinho é mais verde, né? A vida dos outros é melhor que a minha. O trabalho do outro é melhor, menos cansativo, paga melhor. A esposa ou a esp ou o esposo, os filhos dos outros não têm as exigências que o meu tem. O meu relacionamento não é bom porque o do outro é melhor. Então a gente tá sempre se comparando e sem conhecer as causas, as raízes, a vida daquela pessoa. Isso nos causa frustração. Hoje em dia, rede social, rede social é um problema, né? E nós temos evidências reais de que quando vamos olhar as redes sociais de pessoas que se suicidam, é uma vida, via de regra, é uma vida maravilhosa. fotos em locais paradisíacos, instagramáveis, como chama, eh pessoas que que fazem ali colocam filtros de diversas formas para ficarem mais bonitas, eh máscaras sociais e nós acreditamos naquilo. jovens se influenciam muito facilmente, crianças, adolescentes, muito mais ainda com aquela fantasia dessas crenças fantasiosas que nós trazemos. E hoje em dia isso se agrava, tem se agravado muito mais do que o que nós já trazíamos naturalmente com alta complexidade aí nessas fantasias que carregamos. E essa falsa crença, né, de ter e de poder sem esforço. Às vezes nós olhamos, Joana deângeles traz muito isso, alguém como Chico Xavier, Divaldo Franco, outros eh espíritos que progrediram muito moralmente e às vezes temos a audácia até de falar: "Ah, mas ele não passa pelo que eu passo, né? Às vezes a gente pensa isso, porque criamos essa crença de que esses espíritos chegaram onde estão, sem esforço, sem luta, sem dificuldades. E Jesus veio nos trazer exatamente o contrário, dizendo que todas as nossas conquistas são com muito esforço, desde as materiais até as espirituais. Hoje em dia, uma sociedade instantânea do jeito que nós temos, isso tudo piora, né? Porque tudo não é nem para hoje, é tudo para agora que a gente quer. E

forço, desde as materiais até as espirituais. Hoje em dia, uma sociedade instantânea do jeito que nós temos, isso tudo piora, né? Porque tudo não é nem para hoje, é tudo para agora que a gente quer. E esperar por uma maturação dos nossos objetivos, dos nossos projetos, dos nossos sonhos é algo que nós não aprendemos ou se aprendemos esquecemos e literalmente nos frustramos porque não conseguimos, não nos esforçamos. Achamos muitas vezes que esse esforço de eh para uns, exemplo do vestibular de medicina, algumas pessoas passam já no primeiro vestibular raras, gente, raras, assim, é quase que uma mega cena. Mas essas pessoas, quando nós vamos olhar o histórico desses estudantes, eles basicamente não tiveram vida, nem vida social, nem vida familiar, às vezes altamente com graves problemas sociais. Então nós não enxergamos, nós não conhecemos as dificuldades e dizemos: "Não, mas ele ali passou já naquele primeiro vestibular ou naquele primeiro, quase não se esforçou e conseguiu." Não conhecemos o histórico, então não podemos julgar, né? Então, são essas crenças fantasiosas de que o sucesso, a felicidade eh as coisas que vem vem sem esforço para alguns, mas para mim eu preciso de tanto esforço. Aí a gente começa meio que a se vitimizar e cai na frustração. Dado o nosso tempo, a gente vai passar pro segunda, segunda causa, né, da frustração, orgulho e vaidade. Então, às vezes, nós nós não nos autoconhecemos o suficiente e achamos que não temos mais orgulho, não temos mais tanta vaidade assim. Mas não é bem assim, né? Nós sabemos aí, cada um precisa se autoavaliar e saber que ainda carregamos uma dose considerável de orgulho e vaidade. E a irmã se foi espírito nos diz, né, nessa bibliografia que quando as nossas resistências de orgulho e vaidade se quebram, nos sentimos frustrados. O que é isso, né? Quando nós, algumas vezes, gente, eh, Pedro Paulo numa palestra aqui de um sábado, ele colocou num estudo aqui que ele fez, e eu vou esse exemplo que eu quero dar, que estava falando sobre amor. O que é

ando nós, algumas vezes, gente, eh, Pedro Paulo numa palestra aqui de um sábado, ele colocou num estudo aqui que ele fez, e eu vou esse exemplo que eu quero dar, que estava falando sobre amor. O que é amor? amor no sentido de relacionamento entre homem e mulher, o amor romântico e que muitas vezes e tinha várias frases ali na na no que ele tava passando aqui, né, no PowerPoint e dizia assim: "Se você eh quer um relacionamento em que seu seu parceiro ou sua parceira seja bonito, né, seja esteja aí no rol do que se chama beleza física, isso não é amor, isso é vaidade. Então, pra gente entender o que é essa vaidade, né, que não é só o querer estar bem, bonito ou eh fisicamente bonito ou bonita, mas tem outras formas. A vaidade intelectual de que a minha palavra é a que é a verdadeira, a minha palavra é sempre a correta, é sempre a última, eu estou sempre certo, vaidade intelectual. E assim por aí vai. Quando algumas vezes quebramos essa vaidade ou esse orgulho, a gente se frustra quando não seguem. Às vezes numa reunião de trabalho, numa reunião na casa espírita, num estudo de ESDE, num estudo qualquer, e nós falamos algo e somos contrariados e aquilo e e o grupo vai com aquela outra opinião que não a nossa, nos sentimos muitas vezes frustrados. E isso não seria de todo ruim se eu saísse desse processo de frustração, né? O problema é que nós, aquilo que nós estamos vendo, nós vamos nos afundando nessa derrota moral, nessa sensação de inutilidade, nessa sensação de subvalorização e começamos a nos enganar a respeito do que somos de fato, como nos diz Joana de Ângeles, ou nos nós nos sobrevalorizamos, nós nos damos muito valor, ou nós nos subvalorizamos, nós nos inferiorizamos. E esse excesso, né, de sobrevalorização ou de subvalorização de nós mesmos, ele acaba nos frustrando a tal ponto, né, que nós acabamos admitindo e não nos reconhecendo como quem nós realmente somos. e pode nos acarretar profunda dor moral, uma dor moral muito grande, uma dor moral que nos faz nos sentirmos a última pessoa,

s acabamos admitindo e não nos reconhecendo como quem nós realmente somos. e pode nos acarretar profunda dor moral, uma dor moral muito grande, uma dor moral que nos faz nos sentirmos a última pessoa, não nos permitirmos ser felizes e tornamos outras pessoas infelizes. Outra coisa também, achamos que para ser felizes, para termos sucesso, para sermos alguém na vida, nós temos que fazer algo extraordinário, algo fundamental pra sociedade, algo que abalha aí, eh, abalha o Bangu, como se fala, algo sensacional. Mas a vida não é assim, gente. Isso aí é a vida de novela, né? Hoje, inclusive, tem uma novela aí que tá pregando muito isso. E esse imaginário coletivo, ele é cultivado em nós às vezes desde criança, né? E e nós cultivamos isso nesse tipo de sentimento que nós temos então que ter que realizar essa coisa aí sensacional. Mas essa vida, a nossa vida, a vida real, ela não é assim, né? Nós realizamos pequenas coisas no dia a dia, muito importantes muitas vezes, mas para aquele nosso círculo social, para nós mesmos, paraa nossa família, mas talvez nunca vá ser aí eh algo transformador para a sociedade de forma geral, mas algo transformador para mim, meu Deus, que vitória nessa reencarnação. Os espíritos nos dizem isso. Que vitória nessa reencarnação. nós conseguirmos vencer a nós mesmos, vencer os nossos vícios e os nossos defeitos. E a frustração, então, ela pode se transformar nesta porta de entrada para o nosso desvalor pessoal, que encarcera a nossa mente na futilidade, no vazio. Que coisa triste, gente. o a quantidade de jovens, a quantidade de adultos, a quantidade de idosos, a quantidade de pessoas de qualquer idade, de qualquer crença, de qualquer sociedade, de qualquer país que não se valoriza, que cai nesse quadro de provação emocional, de não se valorizar e de se sentir falido moralmente, intelectualmente, materialmente, se sente aquela pessoa eh que não tem valor por conta dessas frustrações e muitas vezes, na maioria das vezes, frustrações irreais, como nós estamos vendo aqui,

mente, intelectualmente, materialmente, se sente aquela pessoa eh que não tem valor por conta dessas frustrações e muitas vezes, na maioria das vezes, frustrações irreais, como nós estamos vendo aqui, como esse exemplo do Chico, frustrações que não são frustrações reais, são essas fantasias que nós trazemos aí na nossa mente e questões relacionadas à infância. Eh, aqui nós temos que observar e se autoconhecer para ver se quem está se frustrando não é essa criança interior ferida que nós trazemos lá da época em que nossos pais ainda traziam. São duas situações, né, que via de regra pode ocasionar aí esse sentimento ruim dentro de nós. Pais muito rígidos e que nós ouvimos muitas vezes deles, né, que nós não prestávamos para nada, que a culpa da sua infelicidade ou da do seu fracasso era dos filhos, né? Era. E esse filho cresce então com aquela sensação de falência, né? já nasce com aquela com aquela co já nasce não, já cresce com aquela coisa dentro de si de que ele ou ela, né, esse espírito aí é tem esse grande essa grande ferida emocional de se sentir já culpado de tudo. A outra coisa também é os pais super protetores e que não permitem que os seus filhos tenham as pequenas frustrações. Isso também gera adultos feridos, porque no a vida, como nós falamos, ela é carregada dessas situações desafiadoras. Então, aquele menino ou menina que cresce e que nunca passou por nenhum tipo de derrota, que fosse um joguinho, que fosse uma cama que ele foi ou ela ou ele foi arrumar, né, arrumar ali a cama, a sua cama e não ficou bem arrumada. E o pai foi lá e sem eh desacreditar o seu trabalho, mas disse: "Olha, tá ótimo, mas vamos arrumar um pouquinho aqui, um pouquinho ali para que aquele aquele espírito ainda em formação, aquele caracter ainda em formação possa ir entendendo que ele vai ouvir não, ele vai ouvir críticas e ele vai então se decepcionar, se frustrar. Então nós pais educadores, trabalharmos isso em nossos filhos com educação, com respeito, sabendo que se nós não

ele vai ouvir não, ele vai ouvir críticas e ele vai então se decepcionar, se frustrar. Então nós pais educadores, trabalharmos isso em nossos filhos com educação, com respeito, sabendo que se nós não ensinarmos, o mundo vai ensinar de uma forma muito pior. Então, para ambos esses casos, ou quando nós tivemos pais muito autoritários que nos depreciaram ou quando nós tiver nós tivemos pais que evitaram toda e qualquer forma de frustração, nós precisamos trabalhar com autoconhecimento. Muito importante trabalhar com o nosso autoconhecimento para identificar o que que é que tá nos movendo nessa frustração constante. Nós estamos nos autoboicotando, nos sabotando internamente e nos permitindo frustrar de forma proposital, porque acreditamos ainda que somos aquela criança lá do passado que não prestava para nada ou que eh não podia ter frustração nenhuma. Cuidemos dos nossos jovens, das nossas crianças. Isso é uma ferida emocional que muitos de nós carregamos aí pelo resto da vida por várias reencarnações se não tratarmos. E qual é então a função da frustração? A gente ainda tá falando tanto de frustração lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, nos diz que neste nosso nível evolutivo, ela existe essa decepção, essa frustração para que a gente desenvolva a nossa inteligência, para que nós trabalhemos o nosso cérebro para saber como resolver problemas, como sair de quedas, como nos caminharmos para a frente usando a nossa inteligência. fazendo uso das nossas próprias forças e no lado mais religioso, aprendendo a ter fé, aprendendo a ter confiança, aumentando essa força interior que Jesus nos trouxe, dizendo que nós somos deuses, que nós temos a capacidade de fazer coisas mais grandiosas do que ele próprio. Na pergunta 54 do livro Joana de Angeles responde de pergunta, né, qual o significado das provações em nossas vidas. E essas provações, com as provações vem as frustrações. Os A resposta é que a provação para o espírito encarnado é fogo purificador. Dores na alma em forma

o significado das provações em nossas vidas. E essas provações, com as provações vem as frustrações. Os A resposta é que a provação para o espírito encarnado é fogo purificador. Dores na alma em forma de angústia e saudade provando a resistência da fé. Dores no corpo, em úlceras purulentas, provando o valor da fé. Dores no sentimento em forma de ansiedade e frustração, provando a fé. Ou seja, o desenvolvimento da nossa fé, da nossa confiança, da nossa autoconfiança, da nossa confiança em Deus, da nossa confiança no bem, da nossa confiança no próximo. Na prática, além disso, as sensa as frustrações nos ensinam a paciência, a resiliência. Que difícil, hein, gente? paciência hoje em dia é algo é algo que só é espírito superior, porque eh nós naturalmente somos espíritos impacientes, mas hoje em dia, como a gente já falou, em que tudo é muito rápido, em que tudo é para agora, para neste momento, neste exato momento em que tudo se resolve na palma da mão de um celular, ter paciência e mais resiliência, né, persistência é um desafio. E isso é a característica do ser humano evoluído moral e intelectualmente, não só dos espíritos superiores, moralmente falando, dos mártires, dos santos, mas também dos grandes cientistas, dos grandes desenvolvedores, dos grandes eh homens e mulheres dessa sociedade que levam o nosso planeta paraa frente com essa paciência e resiliência para trazer os grandes as grandes descobertas e as grandes evoluções que temos hoje, que cada dia, né, vem outras coisas aí, que são esses homens e mulheres que estão persistentes ali trabalhando e lutando e acreditando e tendo fé, seja a fé material, seja a fé espiritual e moral. Resignação ativa, que é o quê, gente? Eu eu tenho uma resignação frente àilo que eu não posso mudar, mas eu não deixo de lutar para conseguir, para conquistar o que eu acredito. Então é aceitar o que eu não posso mudar, mas continuar trabalhando por aquilo que eu posso mudar. Imaginemos se nenhum de nós aqui acreditasse que o bem é mais forte que o

nquistar o que eu acredito. Então é aceitar o que eu não posso mudar, mas continuar trabalhando por aquilo que eu posso mudar. Imaginemos se nenhum de nós aqui acreditasse que o bem é mais forte que o mal. O que que aconteceria? Nós nem filho teríamos, porque acreditaríamos que não faz sentido eu ter filho nesse mundo, nesse planeta, que eu não tenho mais crença alguma em nada. Eu não faria a caridade de forma alguma. Eu não reciclaria o lixo porque acredito que o planeta vai se destruir mesmo. Essa questão da resignação ativa, ela é isso. Eu não posso mudar o mundo inteiro, mas eu posso mudar aquilo que está ao meu alcance. Mudar. As frustrações vem nos ensinar isso, porque se eu não consigo atingir aquele objetivo nesse momento, eu posso atingi-lo mais para frente ou eu posso atingir outro objetivo tão importante quanto que vai me satisfazer às vezes até mais do que aquele objetivo que eu tinha anteriormente. A humildade, né, gente? É humildade saber que o mundo não gira ao nosso redor, que eu não sou o centro do mundo, que a minha palavra não é a única, não é a última, não é a melhor, mas também não é a pior. E a minha vida tá intercalada com os demais seres humanos que me rodeiam, com a sociedade que eu vivo, que nós somos uma grande engrenagem viva, que nos interconectamos e que precisamos aprender a viver sob a da caridade, da compreensão, de estender a mão ao nosso próximo. O evangelho como terapêutica das nossas vidas é fundamental. O evangelho de Jesus lá no capítulo 5º do Evangelho Segundo o Espiritismo, nos traz um compêndio de mensagens que nos falam, nos ensinam, nos consolam, nos trazendo situações para nos tirar das tristezas, das melancolias, eh nos mostrando como sermos corajosos, como enfrentarmos a vida no nosso dia a dia. nos mostra que a frustração ela pode ser um um indício do que nós precisamos rever nas nossas vidas. Então, muitas vezes, algumas posturas que nós temos que mudar, algumas formas de falar, algumas formas de agir, reconstruir algumas decisões

um um indício do que nós precisamos rever nas nossas vidas. Então, muitas vezes, algumas posturas que nós temos que mudar, algumas formas de falar, algumas formas de agir, reconstruir algumas decisões que nós eh estamos teimando há muito tempo, não devendo ser essas frustrações um sinônimo de infelicidade, um sinônimo eh de desistência da vida ou de desistência de da crença na fé em Deus, e sim uma oportunidade de aprendizado. Eu tava estudando a a prece, né? Antes de falar que eu estava estudando aqui, a prece ela vem como um instrumento essencial para nós combatermos essa essas frustrações, esse sentimento de inutilidade, esse esse sentimento de fracasso que muitas vezes nos toma em função de que algumas vezes nós temos períodos na nossas nas nossas vidas que realmente nós vamos cair, tropeçar, levantamos, caímos. Eh, são aqueles momentos em que nós estamos sendo provados, em que nós estamos aí aguçando sentidos, aguçando a nossa inteligência, aguçando a nossa moralidade. E a pressa, então, ela é esse instrumento poderoso para essa conexão com Deus e com a ajuda da espiritualidade, pra gente superar esses momentos de tão grandes de tristeza e de frustração. E estudando aqui para essa palestra, tava numa palestrinha de Divaldo ali curta e peguei dois comentários. Eu achei assim muito interessante para nós vermos o quanto as pessoas recebem, o quanto nós recebemos quando nós acreditamos, quando nós nos tornamos humildes e quando nós buscamos com sinceridade, com humildade a Jesus para superar as dificuldades em nossas vidas. Então, dois comentários, né? um dizendo que estava com muito desesperado, com uma crise de ansiedade muito forte, consequentemente pensamentos negativos, muito tristes, vinham à tona. Aí ele fala, né, que que viu aquela palestra ali, levantou, orou, clamou por Jesus, imediatamente os sintomas e só quem teve uma crise de ansiedade sabe o quão difícil é. A sensação de uma crise de ansiedade é muito difícil, gente. É a sensação de morte física, de morte. a sensação que a

iatamente os sintomas e só quem teve uma crise de ansiedade sabe o quão difícil é. A sensação de uma crise de ansiedade é muito difícil, gente. É a sensação de morte física, de morte. a sensação que a pessoa tem que ela vai morrer, que ela vai realmente desencarnar naquele momento. O desespero é muito grande. Então, esse rapaz conseguiu sair da crise ao ouvir a palestra e clamar por Jesus e pedir ajuda à espiritualidade superior. A outra também ao ouvir a palestra disse que se ajoelhou, orou com a Bíblia dela, uma pessoa possivelmente aqui católica, né, e que eh ela estava desempregada, passando por muitas dificuldades financeiras e dali, há três dias ela conseguiu um emprego. E esses são exemplos simples, o nosso dia a dia, as pessoas, aquelas pessoas que às vezes a gente olha e diz que tem que aquela pessoa é super agraciada, que aquela pessoa não sofre, que aquela pessoa tem favores divinos. É isso. São os seres humanos. Somos nós passando por esse tipo de dificuldade e usando os instrumentos que Deus nos dá, que Deus nos deu para superarmos essas frustrações, saírmos dessas dependências psicológicas, dessas frustrações emocionais e desse sofrimento real, desse sofrimento grandioso que podemos carregar. Então, a frustração ela é um convite a um recomeço de modo diferente daquilo que a gente vinha fazendo. Melhor se encararmos que é um aprendizado. E é o indício do que nós precisamos rever nas nossas nas nossas vidas, nas nossas expectativas, inclusive muitas vezes algumas vezes os nossos sonhos alterando a nossa forma aí de realizar o que a gente deseja. Lembrando sempre que os vitoriosos, né, não são os que sempre acertam. Olha só, não são os que sempre acertam e sim os que não desistem. E como isso é difícil, porque voltamos lá no dia de na sociedade atual, né, com essa questão de que tudo é eu tenho que vencer agora, conseguir agora, ser poderoso agora, ter dinheiro agora, ter tudo agora, ter beleza física, ter juventude, ter tudo agora. É bastante complexo nós conseguirmos entender o

é eu tenho que vencer agora, conseguir agora, ser poderoso agora, ter dinheiro agora, ter tudo agora, ter beleza física, ter juventude, ter tudo agora. É bastante complexo nós conseguirmos entender o evangelho, o convite de Jesus para todos nós. Nós temos exemplos infinitos de pessoas insistentes a resignação ativa, né, a perseverança, pessoas no mundo material, porque temos muitos exemplos de pessoas como Chico Xavier, que a gente já citou, citamos sempre, Divaldo, Mário Teresa de Calcutá, eh, Francisco de Assis, mas aqui acho que vocês estão já eh bastante conhecedores, são bastante conhecedores das duas histórias aqui que eu vou citar. rapidamente de Walt Disney, né, que quando ele começa, ele foi despedido de um jornal por o primeiro primeiro ou segundo emprego dele, por falta de imaginação. Vejamos justamente o Walt Disney. Ele falhou em vários pequenos negócios no início da vida até falir. Teve que comer comida de cachorro. Lembrando que naquela época comida de cachorro não era essas rações super premium que a gente tem hoje, né? Era comida de cachorro mesmo, aquela comida que era uma lavagem mesmo que davam pros animais. Então ele comeu essa comida de cachorro aí. E depois então de de muita persistência, resignação, perseverança, não se deixou levar pelos sentimentos de frustração, pelos sentimentos de falência moral e material e virou o império do entretenimento que nós vemos hoje. Ora Winfrey, né, que todos conhecem também começou, foi demitida de uma emissora de TV, né? Eu fico pensando, meu Deus, a demissão é algo muito grave na vida de um ser humano. Ser demitido de um emprego é algo muito grave. Mas ela foi demitida, não só uma vez, ela foi demitida duas vezes. Foi demitida desse trabalho depois como âncora quando ela estava num outro programa lá. Até que passados muitos anos, ela conseguiu o seu próprio programa televisivo que ficou por 25 anos no ar e hoje é uma apresentadora americana aí e e uma fortuna, né? Tem muita muito dinheiro, mas não só isso, é uma pessoa que traz

la conseguiu o seu próprio programa televisivo que ficou por 25 anos no ar e hoje é uma apresentadora americana aí e e uma fortuna, né? Tem muita muito dinheiro, mas não só isso, é uma pessoa que traz reflexões importantes para nós com o que ela nos traz. Então, nós temos que olhar para nós com compaixão. Nós temos que olhar para nós para esses nossos esforços que nós empreendemos, às vezes não conseguimos alguma coisa ou outra. Vamos nos tratar com mais carinho, vamos baixar um pouquinho a régua para com a gente mesmo. Vamos entender que nós, se nós estamos aplicando os nossos melhores esforços, as nossas melhores energias, aquilo ali ou vai dar certo ou nós vamos ter, né? Vamos pedir a Deus aí para que nos mostre um caminho, para que nos mostre uma solução, para que nos mostre o que nós não estamos conseguindo enxergar. E pode ser que para muitos nós possamos ser fracassados, mas não é isso que importa. Vamos olhar para nós com a consciência tranquila de que estamos dando o nosso melhor. Então, o autoconhecimento, traçar metas alcançáveis para nós, entendendo os sonhos que nós temos, eles podem e vão se realizar dependendo do nosso esforço. Quanto maior o sonho, maior o esforço. Quanto maior o sonho, muito mais suor, muito mais persistência. Nada vem do céu de graça, com sem esforço nenhum, gente. Nem para aqueles que hoje são arquibilionários, não nos enganemos, há desafios grandiosos para essas pessoas. racionalizar os motivadores do que aconteceu. Muitas vezes a gente entra nessa vitimização, nesse drama todo e não conseguimos enxergar o que realmente aconteceu para aquela frustração, para aquela coisa não ter dado certo. Alinhar as nossas expectativas, como a gente já falou aqui, controlar a nossa autocrítica. Muitas vezes nós somos os nossos maiores inimigos, somos os nossos maiores críticos, reconhecendo aí, né, sendo carinhoso para conosco, reconhecendo os nossos esforços e sendo mais flexíveis para conosco mesmo. E relembrando, então, estamos aí no sábado

mos os nossos maiores críticos, reconhecendo aí, né, sendo carinhoso para conosco, reconhecendo os nossos esforços e sendo mais flexíveis para conosco mesmo. E relembrando, então, estamos aí no sábado que simboliza o o dia em que Jesus foi crucificado, né? E Jesus nas suas últimas horas, hein, gente, como é que será que foi? Estamos aí no no feriado da Páscoa. Nós às vezes não pensamos, pensamos com o cérebro comercial na Páscoa, no Natal. E hoje eu refletia muito sobre não frustração, porque não conseguimos nem entender os sentimentos que Jesus sentia como espírito perfeito e nós tão imperfeitos. Mas lembremos um pouco daquele dia, daqueles dias, principalmente aquela quinta-feira, a última ceia, né, naquele período ali que Jesus chama os discípulos para seiar e comemorar a Páscoa que já existia. E ele já sabia do que ia acontecer. E ele então faz, conversa com os discípulos, fala que alguém iria traí-lo. Os discípulos se entristecem, os discípulos também se frustram. Aqui sim, os discípulos se frustram porque alguém iria trair ele. Jesus chega, né, com toda aquela alegria, com todo eh aqueles aquela festa quando ele entra em Jerusalém. E depois ele diz poucas horas depois pros discípulos que alguém iria trair e que ali começaria um período de grandes provações para todos eles. Fala da traição de Pedro, que Pedro iria traí-lo por três vezes. O que será que Jesus sentiu? O que que será que Jesus pensou, sabendo que aquele que era a pedra, que seria a pedra angular do seu evangelho, o iria trair por três vezes? Mas Jesus não se frustra. Jesus consola. É neste neste diálogo com os discípulos que ele diz: "Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. O que pedirdes em o meu nome, isso eu farei. Eu enviarei um consolador. Não vos deixarei órfãos. Não se turbe o vosso coração. Não rogo para tirar os discípulos do mundo, mas para que guarde os discípulos do mal. Tudo isso tá lá naquele naquela conversa que Jesus teve com os

vos deixarei órfãos. Não se turbe o vosso coração. Não rogo para tirar os discípulos do mundo, mas para que guarde os discípulos do mal. Tudo isso tá lá naquele naquela conversa que Jesus teve com os discípulos. Uma conversa longa, uma conversa de irmão, de pai, que sabe que vai deixar os seus filhos a mercer, de lobos famintos que dali a pouco viriam para pegá-lo como o primeiro cordeiro a ser a ser sacrificado. Ele vai orar nos nos orto das oliveiras, então, com Pedro, Tiago e João, com esses três discípulos. mais os mais próximos pede para que eles vigiem e orem. E o que que acontece? Eles dormem três vezes. E na terceira vez, quando Jesus vai os acordar, vem aquela turba de soldados. Jesus avista de longe. Alguém se aproxima, um discípulo que conviveu com ele, o beijo. O beijo, o símbolo do amor, o beijo, símbolo de carinho, era a maior traição que poderia acontecer, que alguém poderia eh efetuar contra outra pessoa. Aquele que o beija identifica Jesus e Jesus pergunta: "Eu estive no templo ontem, antes de ontem, antes de onte-ontem. Vocês precisam de um beijo para me reconhecer?" E Jesus então é preso. A traição do discípulo amigo por meio do símbolo do amor. Todos abandonam Jesus. Todos. Gente, o que será que é se sentir abandonado? exceto a mãe, as mulheres, e João, o discípulo bem amado. Que que é se sentir será abandonado? Naquele momento único, naquele momento em que mais Jesus precisava do olhar dos seus discípulos, daqueles tantos que ele curou, daqueles tantos que ele levantou, daqueles tantos que ele apoiou, todos, exceto as mulheres e exceto João, o abandonaram. Aqueles que o aplaudiram há poucas, poucos dias, quando ele chegava em Jerusalém. Eles agora gritavam barrabás, um criminoso. Como nós nos sentiríamos? Como nós como lidaríamos com essa frustração? Como lidamos com essa frustração quando um amigo, um amigo, um filho, um marido, uma esposa, um tio, um pai, uma mãe, um amigo nos vira as costas. Jesus e a frustração, nenhuma frustração, ao contrário, Jesus pede que

essa frustração quando um amigo, um amigo, um filho, um marido, uma esposa, um tio, um pai, uma mãe, um amigo nos vira as costas. Jesus e a frustração, nenhuma frustração, ao contrário, Jesus pede que perdoe-nos ainda hoje, porque ainda hoje nós não sabemos o que fazemos. E vocês me conhecem, sabe que eu choro mesmo, né, gente? pede o perdão por nós, retorna dois dias depois, aguentando essa terra aqui de tantas dificuldades. Ele toma, né, na ressurreição um corpo de carne e fica com a gente ainda 40 dias. Olha o amor desse homem por nós, mostrando que a vida continua, mostrando que o amor sempre é maior do que qualquer frustração e que tudo vale a pena pelo amor e nos dá mostra da vida eterna. e nos mostra que sem frustração, somente cultivando a esperança e a confiança em nós em primeiro lugar, porque ele confiou em nós. Ele confia em nós. Ele nos disse: "Perdoai-les, eles não sabem o que fazem. Ainda não sabemos, mas um dia nós saberemos e nesse dia não nos frustraremos. E nesse dia nós caminharemos com ele e alcançaremos a sua mão e iremos com ele lado a lado para esse reino que ele nos anunciou, para esse reino que ele disse que não era aqui, para esse reino que nos fará felizes, a felicidade verdadeira. E aí, então nós também não sentiremos frustração e também olharemos aqueles que nos agridem, que por acaso não nos entendem, que por acaso nos magoam. Também diremos: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem". Muito obrigada. Obrigada a quem deixou o celular tocar, porque eu não chorei aqui, que eu tô emocionada desde o início dessa palestra. Agradeço muitíssimo a Dra. Bezerra de Menezes, que me permitiu a honra de falar com vocês nesse sábado de aleluia. Muito obrigada. Muito obrigada, Claudinha, pelas suas palavras muito inspiradas, que nos trouxeram lições tão profundas e reflexões assim tão interessantes que a gente vai levar paraa nossa vida agora, né? As suas palavras me lembraram uma prece que eu vou trazer aqui, vou me dar liberdade de trazer que é uma prece de

e reflexões assim tão interessantes que a gente vai levar paraa nossa vida agora, né? As suas palavras me lembraram uma prece que eu vou trazer aqui, vou me dar liberdade de trazer que é uma prece de mei que foi recebida por Chico Xavier que se chama Confie Sempre. Diz assim: "Não perca a tua fé entre as sombras do mundo. Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo. Crê e trabalha. Esforça-te no bem e espera com paciência. Tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha. Luta e serve, aprende e adianta-te. Brilha a alvorada além da noite. Hoje é possível que a tempestade te amafanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-a com a aflição e ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia. Não se turbe o nosso coração. Sigamos o exemplo de Jesus. Acreditemos que a vida de Jesus nos inspire e que a Páscoa seja um momento de reflexão e renascimento para todos nós. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre, a cada dia da nossa vida. Que assim seja. Uma feliz Páscoa para todos e um ótimo renascimento no dia a dia de cada um de nós. Um grande abraço a todos e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz,

s pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à

. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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