Cláudia Piva | A SOMBRA DO PRECONCEITO (PALESTRA ESPÍRITA)
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de vida. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa. Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunhão Espírita de Brasília. Não só aqueles que estão aqui encarnados na Salão Bezerra de Menezes, mas também os desencarnados aqui trazidos por seus mentores, por seus tutores, de modo a que possam também partilhar desses momentos de reflexão, de aprendizado. e aqueles que nos assistem pela internet, que assistem as palestras e os que assistirão em algum outro momento, desde que as palestras ficam gravadas no site da comunhão espírita de Brasília. Para começar nosso trabalho, eu vou ler uma página de Joana deângeles, mentora de nosso grupo de trabalho, pelo livrinho Vida Feliz. Esse livrinho pequenininho aqui que é uma um uma verdadeira joia, porque nele há 200 lições. A de hoje é a 157. Sempre que possível, luariza-te com a oração. Faz espaços mentais e busca as fontes da vida, onde airás energias puras e paz. Todos os santos e místicos que alteram o rumo moral da humanidade para melhor no Oriente e no Ocidente são unânimes em aconselhar a prece como recurso mais eficaz. para preservar-se ou conquistar-se a harmonia íntima. Jesus mantinha a convivência amiga com os discípulos e o povo. No entanto, reservava momentos para conversar com Deus através da oração, exaltando a excelência desses colóquios sublimes. Sai, portanto, do turbilhão em que te encontras mergulhado e segue no rumo do oases da prece para te refazeres e te banhares de paz. E assim agradecidos pela mensagem que
ia desses colóquios sublimes. Sai, portanto, do turbilhão em que te encontras mergulhado e segue no rumo do oases da prece para te refazeres e te banhares de paz. E assim agradecidos pela mensagem que nos vem e que nos recomenda exatamente esses momentos de prece, de recolhimento, de colóquio com o nosso pai várias vezes ao dia, se necessário for, se possível for, de modo que tenhamos cada vez mais consciência dos nossos atos. e cada vez mais certeza do caminho a seguir para chegar cada vez mais perto de Deus, nosso pai. Então, agradecidos a Deus pela vida e por todas essas possibilidades. Vamos passar a palavra pra Claudinha, Cláudia Piva, que vai fazer a palestra de hoje. Muito obrigada. Bom dia a todos amigos, amigas, a querida Norma que nos acompanha aqui há alguns anos já, né, Norminha, nesse trabalho de quarta-feira, há um bom tempo. Hoje nossa os que nos acompanham pelas redes sociais, pela rádio TV comunhão, encarnados e desencarnados, hoje o nosso tema, ele vem de um livro até pouco conhecido, mas que eu já citei aqui com vocês, um encontro com Jesus. é um, ele não é psicografado, ele é um compilado feito por Délcio Carlos de Carvalho das palestras de Divaldo Franco, de várias palestras e várias entrevistas que Divaldo Franco fez de sobre diversos temas. Hoje nós vamos falar sobre a sombra do preconceito. Também nos baseamos aí na numa mensagem de Joana deângeles sobre esse tema. E por que falar sobre preconceito? Um tema que a gente já deveria ou uma boa parte de nós já deveremos ter superado conhecedores das realidades atuais, não só trazidas pelo espiritismo, mas pelo espiritualismo, porque ainda é muito forte na sociedade vários tipos de preconceitos e eles são adversários fortes, são adversários cruéis da nossa evolução, da nossa nossa evolução espiritual, da estrutura da nossa sociedade como um toda, sociedade material e que nos últimos anos se acentuou inclusive de uma forma mais forte eh nesses extremismos que temos visto. Quanto mais presunçosa, quanto
estrutura da nossa sociedade como um toda, sociedade material e que nos últimos anos se acentuou inclusive de uma forma mais forte eh nesses extremismos que temos visto. Quanto mais presunçosa, quanto mais orgulhosa é a pessoa, maior e mais vigoroso é o seu preconceito. E aqui entra também muito a questão do autoconhecimento, né, meus amigos, pra gente entender aonde, quais são os pontos, por que ainda agasalhamos esse tipo de sentimento, já que queremos evoluir, que estamos aqui compreendendo, tentando sermos melhores, integrantes de uma sociedade mais justa, mais equânime, sendo espírita ou não. O autoconhecimento é muito saber que se nós temos ou não preconceitos de diversas formas, a gente vai falar um pouquinho sobre issoento. É importante nós entendermos o porqu muitos de nós ainda trazemos essa sombra muito forte no nosso psicológico e no nosso agir, portanto, no dia a dia. O preconceito, que que ele é, na verdade, né? é um préonceito, é um julgamento antecipado, pré-concebido normalmente de forma eh um julgamento negativo sobre algum assunto, sobre alguma pessoa, que nós pré-julgamos subestimando aquilo que a gente não conhece ou com o que nós não concordamos. É uma verdadeira saga moral. Por isso, os espíritos nos advertem para que nós conheçamos, para que nós falemos, para que nós não camuflemos este assunto. Ele é uma chaga moral da sociedade muito forte e se demora muito no organismo social. Então, muitas coisas que nós vemos hoje, que a sociedade poderia estar mais evoluída, não está justamente porque de forma geral carregamos esses preconceitos, esses julgamentos pré-concebidos e não conseguimos avançar enquanto sociedade humana. Por que que ele existe, né? ele remanece aí do nosso estágio primitivo, do do estágio aí de quando ainda eh éramos tínhamos muito mais instinto enquanto raça humana. Quando nessa etapa da vida humana, falando só da vida humana aqui, são inclusive essa forma de espurgar o que é diferente. Então, quem tem aí eh ninhadas assim de até mesmo de
to enquanto raça humana. Quando nessa etapa da vida humana, falando só da vida humana aqui, são inclusive essa forma de espurgar o que é diferente. Então, quem tem aí eh ninhadas assim de até mesmo de cachorro, de gato, às vezes vê que tem mais, né, de que tem um grupo de animais ali que o animal ele rejeita a algumas vezes a própria mãe rejeita aquele animal que aquele animalzinho que é diferente, que ele tem algum tipo de deficiência, que ele é diferente ali do grupo, daquele grupo ali de de que que eles pertencem. Isso acontece porque uma forma de proteção, uma forma de sobrevivência da espécie. Entretanto, nós quando passamos dessa fase enquanto seres humanos, nós deveríamos deixar de lado este tipo de atitude e principalmente de sentimento. Então essa necessidade que foi momenta nossa aí enquanto civilização humana para conseguirmos progredir enquant sobrevivermos, né, a raça humana em si sobreviver aí ao longo da história, quando ela ele ainda permanece de outra forma, não nessa forma tão material, né, da morte, vejamos, a gente tá falando da morte de um ser que eh está sendo rejeitado porque ele é mais fraco. fisicamente vai prejudicar aquele grupo. Mas hoje a gente vê que nos extremismos há sim mortes por intolerância religiosa, intolerância racial, intolerância contra a mulher, enfim, nós chegamos nesse nível primitivo que está lá nos animais como uma forma de sobrevivência. Então, essa necessidade da gente conviver em grupo e de se autoproteger no ser humano, quando nós estamos falando de preconceito, ela é aumentada pela nossa vaidade, pelo nosso orgulho, pela nossa presunção. E aí nós estamos falando de um grande perigo moral que corremos. Porque isso aí, meus amigos, é o que responde. Essa breve introdução que a gente fez aqui em conceitos aí de ciência e até mesclando um pouquinho de filosofia, é o que explica a raiz do preconceito racial, do preconceito social, do preconceito político, que tem levado gerações volumosas, grande número de homens e mulheres,
esclando um pouquinho de filosofia, é o que explica a raiz do preconceito racial, do preconceito social, do preconceito político, que tem levado gerações volumosas, grande número de homens e mulheres, civilizações, a miséria e a morte. O que justifica uma guerra em pleno século XX, com toda a evolução tecnológica que nós temos, é o preconceito justamente de povos. Quando nós levantamos uma arma, nós seres humanos levantamos uma arma para agredir e sabendo que vamos matar inúmeras inúmeros seres humanos por meio de uma guerra. Hoje nós falarmos disso, pelo menos assim, nós que estamos aqui dentro da doutrina espírita, é até surreal. Parece que a gente tá numa outra realidade, porque de repente a gente abre um jornal, um celular e nós vemos uma notícia de uma bomba que explodiu e matou centenas de milhares de pessoas. E nós do outro lado tem a inteligência artificial desenvolvendo formas e formas de cura de diversas doenças humanas, de diversas questões para alongar a vida humana. É um paradoxo muito grande. Uma das explicações para a guerra é justamente o preconceito. Então, por isso que às vezes nós subestimamos esses assuntos, relegamos lá naquele: "Não, eu não sou preconceituoso, não, eu não, eu já subo no elevador com alguém que não é da mesma classe social do que eu, eu não tenho preconceito, não é assim. Normalmente o brasileiro se coloca dessa forma e é um dos países mais preconceitosos do mundo, porque não tem aquele preconceito tão evidenciado. Então, Jonas deâeles nos alerta que esse sentimento, justamente pra gente não falar, não encará-lo e não se autoconhecer, acaba gerando o que nós temos visto e tem se acentuado ou as pessoas têm demonstrado de uma forma mais explícita de alguns anos para cá. Ele então vem desse sentimento, desse instinto que predominava em nós ali enquanto nos nos primórdios da evolução humana. Mas assume proporções de arrogância hoje, quando nós estamos aqui já evoluídos e passa a comandar a mente daqueles que agasalham esse sentimento quando não luta contra esse
mórdios da evolução humana. Mas assume proporções de arrogância hoje, quando nós estamos aqui já evoluídos e passa a comandar a mente daqueles que agasalham esse sentimento quando não luta contra esse sentimento, contra quando encontra justificativas para alimentar esse tipo de sentimento que nos coloca acima, né? A pessoa preconceitosa, ela se coloca acima daqueles que ela considera inferiores ou daqueles que não partilham dos mesmos ideais, dos mesmos pensamentos que ele ou ela, né? Então, nas religiões, quando nós temos o o preconceito religioso, e muitos de nós podemos até ter vivenciado situações assim, eh, justamente por sermos espíritas, né, que existe um preconceito religioso ainda muito grande quando os seus, eh, fiéis se destacam por eh trazerem conceitos mais arraigados, um fanatismo mais próximo aí, carregado de orgulho e pela ignorância da realidade acabam exacerbando, né? Acabam aumentando esse sentimento de que aquele que não congrega comigo, ele é diferente e eu rejeito. Então ele não, ele ou ela não presta, né? as diferenças raciais que nós temos aí no mundo espalhado quando pessoas, né, normalmente, e aí nós temos de diversas formas, né, as pessoas que se consideram de uma determinada raça se consideram superior àquela outra raça, sendo que hoje nós temos uma missigenação importante no mundo, né? E a questão toda trazida aí de grupos de etnias que se misturam para que se mostre que o ser humano, ele é ser humano, independentemente da cor da pele, independentemente da cor ou forma do cabelo, independentemente de se nasceu daquele grupo étnico ou não. E cada vez mais que a ciência avança, vejamos que lá na lá na Idade Média se acreditava que as pessoas, né, tinham um sangue diferente, os nobres tinham um sangue diferente, tinham eram feitos de um material especial, diferente de quem não era nobre, né? Outras questões recentes, podemos dizer, de seres humanos superiores, né? raça ariana que foi trazida aí na Segunda Guerra Mundial há poucos anos, ou seja,
pecial, diferente de quem não era nobre, né? Outras questões recentes, podemos dizer, de seres humanos superiores, né? raça ariana que foi trazida aí na Segunda Guerra Mundial há poucos anos, ou seja, conceitos fortes e que a gente pensa. Isso ainda existe? Existe frequentemente, nós vemos nos jornais, inclusive jovens sendo presos por estarem eh eh propagando esse tipo de conceito, esse tipo de preconceito, né, inclusive com ódios difíceis de se entender. um preconceito científico. Inclusive, o próprio espiritismo passou por isso no seu início, porque a ciência não aceitava os conceitos trazidos de forma científica por Allan Kardec. Então, são preconceitos que nós podemos falar edos, como a gente tá falando aqui, né? Nós falarmos sobre isso hoje e aí às vezes a gente pensa: "Isso, o que que tem a ver comigo, né?" né? É aí é o que Joana de Ângelos nos alerta de nós pensarmos que o que nós agazalhamos internamente, como nós agimos e o que trazemos ainda de desses preconceitos no nosso íntimo. Nós vemos que essa questão do preconceito, porque às vezes quando a gente fala em preconceito, a gente se detém muito no preconceito racial, mas ele perpassa aí os séculos, né? Jesus é o expoente máximo do preconceito quando e acabou sendo crucificado em função do que trazia de diferenças, de ideias diferentes, de forma diferente de pensar. Tivemos aí ao longo da história cientistas muito renomados como Newton, Galileu, Copérnico, que foram também sofreram demais nas mãos da sociedade da época. Outros nomes da religião, como João Rus, Jerônimo de Praga, Martinho Lutero, que também na sua época, por discordarem do status covigente da sociedade, sofreram muitos até a morte. Mais recentemente a gente pode citar Gand, que sofreu não só o preconceito político, mas o preconceito racial, como muitos de nós sabemos, sendo assassinado, né, por um paquistanês, eh, fanático que acabou assassinando, Martin Luther King, que também lutou pelas pelas, eh, diminuição das diferenças sociais nos Estados
tos de nós sabemos, sendo assassinado, né, por um paquistanês, eh, fanático que acabou assassinando, Martin Luther King, que também lutou pelas pelas, eh, diminuição das diferenças sociais nos Estados Unidos, também foi assassinado, né? Então, esses preconceitos de diversas ordens, eles permanecem nas sociedades. E muitas vezes o que os espíritos nos chamam atenção aqui é que nós camuflamos esses essa esse sentimento, inclusive enquanto nações, e nos colocamos como nações democráticas, propagamos que estamos, que somos evoluídos, somos o primeiro mundo aí de exemplo, mas arraigado, uma série de preconceitos que trazem consequências morais relevantes pros espíritos e pra sociedade de forma geral. Eh, a questão do preconceito, gente, ela ela ela é tão ela assim, ela é evidente para quem sofre, mas ela é imperceptível muitas vezes para quem faz. Porque a pessoa às vezes por falta de conhecimento, que nós chamamos hoje de letramento, ela não se apercebe. Nós vejamos, né, que hoje se nós eh soubéssemos que um chefe da NASA é pertencente ou veio das comunidades indígenas dos Estados Unidos, será que nós daríamos a mesma credibilidade a essa pessoa? É esse tipo de pensamento que nós temos que fazer, é esse tipo de autoconhecimento que nós temos que procurar ter para conosco mesmo, para que nós nos autoconhecendo e percebendo aí as nuances que o nosso subconsciente faz para dizer: "Não, eu não, eu sou uma pessoa que aceito todo mundo, aceito as diferenças, levanto as bandeiras, mas de fato se autoconhecer para entender o que ainda resta de sombra. No nosso íntimo, vejamos que Chico Xavier foi um exemplo máximo da atualidade junto com Madre Teresa de Calcutá, irmã Dulce, dos famosos religiosos agora, né? Eh, temos aí o padre Júlio Lancelote, atualíssimos e que convivem conosco, trazendo verdadeiros exemplos de inclusão, inclusão de todo tipo de pessoa que é relegado socialmente, é excluído socialmente, como Jesus fazia, como Jesus nos exemplificou. Chico, em uma oportunidade, não sei se vocês conhecem
os de inclusão, inclusão de todo tipo de pessoa que é relegado socialmente, é excluído socialmente, como Jesus fazia, como Jesus nos exemplificou. Chico, em uma oportunidade, não sei se vocês conhecem essa história, né? Chico, ele recebeu um pedido de ajuda de um cego que tava tinha sido atropelado e tava largado numa ponte embaixo de uma ponte qualquer, bastante ferido. E foram pedir ajuda para Chico. Chico, isso foi bem no início, é lido do seu apostolado, né? Do seu apostolado, né? Apostolado, né? assim, do seu de quando o Chico começou a trabalhar e ser conhecido na doutrina espírita e no Brasil inteiro que está no mundo, ele a gente sabe que ele eh tinha parcos recursos financeiros. Imaginemos naquela época que a gente não tinha um SUS da forma que acho que nem tinha assim uma uma questão da da saúde, né, paga aí pelo governo, mas foram pedir ajuda para ele e ele não tinha como não ceder ajuda a esse rapaz, a esse senhor, na verdade, que tava lá atropelado, caído, cego, né? Uma pessoa altamente vulnerável. E ele foi dar essa ajuda para esse rapaz. Alguém o ajudou, né? Conseguiram um médico de graça ali. O médico medicou, prestou os primeiros socorros, atendeu, só que o o o senhor deu alta e não tinha para onde ir. Ele era um um mandarilho, ele era um um uma pessoa em situação de rua e Chico trabalhava. Então ele precisava de cuidador para esse senhor. Que que Chico fez, né? Chico botou um anúncio no jornal para que alguém, né, alguém se se alguém se interessava a fazer os trabalhos de cuidador de um senhor cego que estava em recuperação ali, né, e com uma misérizinha ali que ele oferecia para pra pessoa cuidar. Passaram-se alguns dias e ninguém se apresentou. Só que, se não me engano, ali uns cinco dias depois, duas mulheres se apresentaram para Chico, se oferecendo para cuidar como cuidadoras desse desse senhor que precisava de cuidados intensivos, né, até porque ele era cego. E elas aceitaram o valorinho irrisório ali que Chico daria para elas, deu para elas, né, pr fazer a a ali esses
as desse desse senhor que precisava de cuidados intensivos, né, até porque ele era cego. E elas aceitaram o valorinho irrisório ali que Chico daria para elas, deu para elas, né, pr fazer a a ali esses cuidados para com o cego. E só que elas falaram: "Só tem um problema. Nós somos prostitutas, nós trabalhamos, trabalharemos aqui durante o dia. À noite, nós vamos para o nosso trabalho que é a prostituição. Imaginemos isso lá no início, né, da da do século XX lá pelos anos 40, 50. Chico, por acaso fez alguma cara, aquela cara que a gente faz assim, né, como se nós fôssemos, estivéssemos acima do bem e do mal, né? a gente olhar, pensar, às vezes até dispensar a pessoa. Não, Chico aceita, não questiona, dizer, olha, eu tô precisando de ajuda, não interessa o que vocês fazem depois. O importante é que tratem este idoso, este senhor, este doente aqui de uma forma respeitosa, cuidadosa, com o máximo de amor que vocês puderem dar para ele. Se passou um mês, elas realmente cuidaram, se dedicaram e obviamente, né, elas encontravam Chico todos os dias e Chico foi ali repassando o evangelho de Jesus, a caridade que uma pessoa que trabalha tratando de ser humano pode exercer além da profissão, né? um um parênteses aqui, eh, fazendo um curso que eu tô fazendo em quando a gente fala em termos de inteligência artificial, os estudiosos, né, do Vale do Silício, que são os expoentes aí em estudos tecnológicos e dos avanços a que o ser humano pode chegar, o que que eles têm colocado com relação à área da saúde? Quanto mais humano o ser humano for, maior diferença ele vai fazer nessa sociedade do futuro, em que a gente diz que as máquinas, né, as inteligências artificiais substituirão o homem e os profissionais da enfermagem se sobressairão na medida em que trouxerem justamente o que o humano tem de diferente, que é tratar o ser humano, tratar a natureza, tratar o pró próximo e o próximo, seja ele humano ou não humano, com os conceitos do evangelho de Jesus. Ele não fala conceitos de evangelho de Jesus, ele fala o que o ser
r humano, tratar a natureza, tratar o pró próximo e o próximo, seja ele humano ou não humano, com os conceitos do evangelho de Jesus. Ele não fala conceitos de evangelho de Jesus, ele fala o que o ser humano tem de diferente. E foi exatamente o que essas mulheres prostitutas excluídas daquela sociedade fizeram. trataram, talvez como nenhum outro, nenhuma outra pessoa, aquele cego, aquele também excluído, aquele também relegado, aquele que a sociedade também deixou largado para morrer no meio da rua também. Eh, ambos se recuperaram. As duas mulheres, quando vocês procuram essa história, tem as fotos delas na internet. As duas mulheres, após isso se desligaram da prostituição, foram embora para Belo Horizonte. Uma uma se formou como enfermeira, exatamente como enfermeira. E na época que a gente lê essa reportagem lá na internet, ela estava viva ainda, né? Então assim, lá pelos anos 80, no final dos anos 80, ela ainda estava viva, era essa enfermeira. A outra foi ser costureira, mas também abandonou o a a aquela questão ali da prostituição. Por quê, gente? Porque trou tiveram uma oportunidade, tiveram alguém que olhou, ah, mas quantas pessoas não vão fazer isso, não vão mudar de vida. não interessa. O que interessa é que a gente seja humano, que a gente saia justamente desta, deste passado aí que importante pra nossa sobrevivência enquanto ser humano, para que o ser humano se estabelecesse, se fôssemos hoje o homo sapiens sapiens que somos hoje, com essa inteligência desenvolvida e em termos espirituais, com essa evolução intelectual e moral que já temos e não voltemos então a cometer assassinatos frios porque é uma mulher, porque não é da religião que eu professo, por não é da minha cor de pele, por enfim, não tem um porquê que justifique na nossa evolução, evolução moral de hoje, do planeta Terra, nós temos leis importantes que nos mostram o quanto isso é retrógrado. E pra gente finalizar, nós trazemos dentro da doutrina espírita mais motivos relevantes para que combatamos
je, do planeta Terra, nós temos leis importantes que nos mostram o quanto isso é retrógrado. E pra gente finalizar, nós trazemos dentro da doutrina espírita mais motivos relevantes para que combatamos fortemente qualquer tipo de sentimento que possamos ter, porque, né, temos diversas encarnações, não sabemos o nosso passado e traz, podemos trazer livos, podemos trazer ainda essas características, mesmo que não queiramos, mas no nosso autoconhecimento, percebendo esse tipo de sentimento. Peçamos a ajuda à espiritualidade, busquemos dentro do da doutrina da literatura espírita, como lá na questão 799 do livro dos espíritos, numa pergunta que parece não ter a ver com preconceito, mas a gente vai ler aqui a resposta para ver a resposta completíssima, curta, direta, objetiva, sem enrolação, que os espíritos nos deram. Como pode o espiritismo contribuir para a evolução humana? Aí eles respondem: "Pode ajudar a derrubar as ideias da filosofia materialista e assim fazerem os seres humanos entenderem onde se encontram seus reais interesses." Pode eliminar as dúvidas acerca da vida após a morte, de modo que as pessoas possam se sentir seguras a respeito do futuro. E pode ser vital em erradicar os preconceitos de religiões, classes sociais e raças. A doutrina irá, por fim, ensinar a humanidade a grande lição de irmandade, sobre a qual todos os homens e mulheres irão eventualmente viver em solidariedade. Vejamos aqui que os espíritos já nos respondem, homens e mulheres, eh, irmandade, fraternidade, sermos irmãos verdadeiros. Quando não tivermos mais nenhum nenhum resquício desse preconceito, quando de fato nos encararmos como irmãos e irmãs, não admitiremos, a sociedade não admitirá um irmão dormindo na rua, um animal dormindo na rua. Porque a gente começa a ampliar a nossa capacidade de amar. Nós começamos a fazer essa interconexão com a natureza, porque somos parte dela. Começamos a fazer interconexção com o próximo, sabendo que se temos mais inteligência, bens materiais, oportunidades, temos o dever
s a fazer essa interconexão com a natureza, porque somos parte dela. Começamos a fazer interconexção com o próximo, sabendo que se temos mais inteligência, bens materiais, oportunidades, temos o dever social, mas mais do que isso, moral, de estender a mão para aquele que neste momento tem menos. Porque a doutrina nos explica que amanhã poderá ser eu e esse amanhã poderá ser ainda nessa encarnação. Hoje o ser humano tem uma vida longa, né? A expectativa de vida da sociedade aumentou bastante. Vimos um caso neste final de semana de um idoso num lar de de que foi colocado pelos filhos num lar de idoso muito bem pago, um lar diferentemente de outros que ficam, né, em em casas que tem maus tratos, mas assim, era um local bastante eh bastante mesmo de classe para classes sociais mais elevadas. E esse idoso dizia, né, nessa reportagem, por que que ele foi, porque os filhos, ninguém mais ia visitá-lo. Ele estava ali cercado de luxo e de bons tratos no final da vida, mas estava sã da mente. A mente estava sã e perguntava porque ele tinha sido abandonado. Então hoje, meus amigos, nós não precisamos ser abandonados na rua, mas o abandono, mesmo numa idade aí mais avançada, ou quando tivermos algum tipo de doença, ou quando não tivermos mais as forças físicas, todas a juventude, o que nos sustenta, se for só material, isso se esai. E se tivermos, tivemos uma vida que foi aí eh de preconceitos, as consequências virão na forma da solidão, na forma do abandono, na forma de não eh essa não colaboração, essa falta de fraternidade. Então, pensemos, nos analisemos. O convite da espiritualidade é para que a gente se analise. Vejamos, principalmente nos conceitos espíritas, que vamos ainda nascer e renascer tantas vezes quanto for necessário para que a gente progrida, para que nós para que a nossa evolução se faça moral, intelectualmente, como a doutrina prega, nas diversas formas, nos diversos eh nas diversos países, nações, de de diversas eh com diversas deficiências ou tendo o corpo físico
a evolução se faça moral, intelectualmente, como a doutrina prega, nas diversas formas, nos diversos eh nas diversos países, nações, de de diversas eh com diversas deficiências ou tendo o corpo físico perfeito, enfim. O que plantarmos hoje será o nosso jardim, o nosso pomar ou a nossa o nosso terreno árido de amanhã. Vamos nos analisar e vamos derrubar esse qualquer tipo de preconceito que por acaso ainda exista no nosso consciente ou subconsciente e vai se externar pelas ações que às vezes a gente pensa que nem é capaz de fazer ou nem gostaria de cometer algum tipo de situação da forma que às vezes a gente age. porque somos seres humanos imortais que viemos aí de diversas reencarnações e estamos aqui para aprender. Vamos nos analisar e se já superamos esses preconceitos, façamos da nossa vida esse exemplo para aqueles que convivem conosco, para aqueles que nos olham como espelho, porque naturalmente tem muitos encarnados e desencarnados nos olhando, nos observando. E se já superamos os preconceitos, podemos sim e devemos servir de exemplo para essa sociedade que a gente tanto quer, livre de preconceitos, essa sociedade fraterna, essa sociedade de homens e mulheres de bem e que rejeitaremos toda e qualquer forma de preconceito. Um bom dia a todos, uma boa semana, que as reflexões de hoje possam calar fundo em nossos corações e que possamos aí evoluir enquanto espíritos imortais que somos todos nós. Obrigada, gente. Obrigada Cláudia. Realmente é um tema bastante atual. Muitas vezes a gente diz: "Não, Brasil não é um país que tenha preconceitos". Sim, temos e muitos. E não é só preconceito de raça, que quando se fala em preconceito se pensa: "Ah, não, diferença de cor de pele". Não temos preconceitos de toda a ordem religiosos. Temos preconceitos sociais com classes menos favorecidas, com pessoas que ganham menos, que a gente moram longe, andam em transportes lotados, diferentemente de quem anda no seu carro novo. E são sempre consideradas pessoas que são diferentes,
s favorecidas, com pessoas que ganham menos, que a gente moram longe, andam em transportes lotados, diferentemente de quem anda no seu carro novo. E são sempre consideradas pessoas que são diferentes, que não merecem tanto quanto nós merecemos. Então, consideremos um pouco aquilo que às vezes se abriga dentro do nosso coração e que não deveria estar ali, não deveria fazer morada ali. É uma reflexão para todos. Agradecidos pelo momento, pedimos a Jesus, pedimos a Joana de Angeles, Dr. Bezerra de Menezes, o patrono dessa casa, que nos abriga sempre com muita segurança e carinho. Pedimos permissão para encerrar esse primeiro momento. Agradecidos. Façamos o passe em seguida aqueles que desejarem. Para quem ainda não sabe, o que vem pela casa pela primeira vez, os passes são oferecidos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os
bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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