CHAVES OCULTAS PARA A COMPREENSÃO DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Alaciel Franklin [COMUNHÃO INSPIRA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/06/2025 (há 10 meses) 1:14:17 789 visualizações

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Transcrição

Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos para mais um programa Comunhão Inspira aqui na comunhão espírita de Brasília. Quero dar as boas-vindas a todos que estão aqui no salão Bezerra de Menezes. Também aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão e aqueles que nos acompanharão, nos ouvirão posteriormente pelo nosso canal no YouTube. Mais uma satisfação de estar aqui com vocês hoje, recebendo a presença amiga do Alaciel Franklin, trabalhador da comunhão espírita de Brasília, que vai nos falar sobre as chaves ocultas de o livro dos espíritos, um tema extremamente importante para quem deseja estudar, conhecer, compreender A doutrina espírita, como vocês já sabem, o a dinâmica do nosso programa será a mesma. Eh, é um programa de entrevista. Eu vou fazer perguntas pro nosso convidado, ele vai responder, obviamente. Mas se alguém, se algum de vocês quiser encaminhar alguma pergunta para o nosso convidado aqui no auditório, nós temos uma colaboradora que está ali com papel e caneta. Levantem a mão que ela vai até vocês e vocês podem fazer a pergunta. E se você está nos acompanhando pela TV, pela rádio comunhão, pode participar do nosso programa por intermédio do chat. A Andreia está nos auxiliando hoje ali na coordenação do chat. A Andreia capturar essa pergunta e trará para o nosso convidado também. Tá bom, Andreia? seja bem-vinda para o nosso trabalho de hoje. Por gentileza, tem algum aviso pro nosso público? Tem. Boa noite, queridos companheiros. Boa noite aos nossos ouvintes do YouTube. Temos um aviso maravilhoso na nossa festa junina, né, do nosso lar, onde podemos ver a movimentação durante essa semana toda, durante o mês. E temos também, né, as colaboradoras que estão aqui na entrada do nosso salão, vendendo as cartelas para facilitar a nossa vida, né, na chegada da festa, para que nós e possamos não enfrentar as filas. Então estão aqui embaixo e também estão na entrada, segunda entrada lá em cima, próximo ao atendimento fraterno. Então quem que precisar, quiser, pode já

ara que nós e possamos não enfrentar as filas. Então estão aqui embaixo e também estão na entrada, segunda entrada lá em cima, próximo ao atendimento fraterno. Então quem que precisar, quiser, pode já adquirir as cartelas. Está a R$ 25. E a nossa festa amanhã começa ao meio-dia. Estão todos convidados. Eh, por favor, Andreia, você pode fazer a prece inicial pra gente? Meus irmãos, vamos nos acomodar em nossas cadeiras. respirar profundamente e elevar o nosso coração ao nosso mestre Jesus. Vamos agradecer pela nossa vida, pela vida dos nossos familiares. Vamos agradecer pela semana maravilhosa que tivemos e pedinte que somos. Vamos rogar pelos nossos irmãos que precisam de uma palavra amiga, de um aconchego, de um acalanto. Vamos rogar por todos aqueles que ainda não conhecem o nosso mestre Jesus, aqueles que estão nos hospitais, nos asilos, nos presídios ou até mesmo nessas noites frias passando nas ruas. Que o alimento físico, material, espiritual chegue a todos eles e que nós possamos contribuir, que seja com uma prece para a melhoria não somente do nosso íntimo e do nosso lar, mas de todo o planeta terrestre. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, agora vamos começar o nosso bate-papo com o nosso convidado muito especial. De antemão, seu Alaciel, muito obrigado por ter aceitado o nosso convite. É uma satisfação enorme tê-lo aqui conosco. Seja bem-vindo. Muito obrigado, Ricardo Onia. A satisfação é muito maior minha, porque esta noite marca o retorno da minha do meu trabalho físico, a comunhão depois de mais de 2 anos, problema de pandemia, outras coisas assim, acabei passando muito tempo na no trabalho online, que nunca deixei de fazer. Prazer, mas tô muito feliz de retornar aqui. Tô muito feliz de estar com vocês. Sou muito grato ao Alcir, que junto com o Ricardo Honório, os dois me trouxeram até aqui. Sou muito grato a eles e a comunhão das suas ordens. Muito bom. O Alir, a que ele se refere é o Alcir Almeida, que o meu companheiro de programa O livro dos

rdo Honório, os dois me trouxeram até aqui. Sou muito grato a eles e a comunhão das suas ordens. Muito bom. O Alir, a que ele se refere é o Alcir Almeida, que o meu companheiro de programa O livro dos Espíritos em nossa vida. Se alguém não conhece esse programa ainda, eh, está perdendo uma boa oportunidade de ouvir o AC comentando as questões de o livro dos espíritos. Então aqui eu vou ficar o mais calado possível para ouvir o Alaciel. E no programa O livro dos Espíritos, eu também tento incomodar o menos possível o Alcir que faz os comentários de cada questão de O Livro dos Espíritos. Ele tá ali intimidado, mas ele é muito bom no que ele faz. Seu Alaciel. Ah, desculpa pelo seu Alaciel. Ele já me falou várias vezes para chamar ele de Alaciel, mas não tem jeito. Alaciel. Para começar o nosso bate-papo, eh eh conversando com o Alir, nós chegamos esse a esse título, né? chaves ocultas de O livro dos Espíritos. E o Asi, eh, muito bem intuído, eh, sugeriu convidá-lo para fazer esse tema em função da sua larga experiência na doutrina espírita, da sua experiência de vida, do seu conhecimento das obras espíritas. Então eu começaria lhe perguntando por esse título, chaves ocultas, eh o que ele nos diz, o que ele nos traz, que chaves são essas? A primeira coisa que nos traz é preocupação, porque o título é meio misterioso. Chaves ocultas que permitam a compreensão do livro dos espíritos. Isso já me deu muito que pensar. Vamos começar analisando um pouco a pergunta. Chave. O conceito mais comum de chave é um pequeno instrumento que serve para abrir portas, gavetas, cofres, muitas coisas. Mas aqui esse conceito não se aplica porque nós estamos pensando em aprender o livro dos espíritos. Como aprender como aprender uma obra espírita de uma maneira geral? Então, chave aqui é outra coisa. chave é um conjunto de, inicialmente vamos chamar de coisas que nos ajudem nessa tarefa de compreender para podermos aprender o livro dos espíritos, que é o nosso objetivo principal nesta noite.

oisa. chave é um conjunto de, inicialmente vamos chamar de coisas que nos ajudem nessa tarefa de compreender para podermos aprender o livro dos espíritos, que é o nosso objetivo principal nesta noite. conceito. Que coisas seriam essas? Primeiro, alguns conhecimentos que sirvam de pré-requisito. Por exemplo, se eu tenho que dar a minha atenção a uma a um conceito espírita, vamos pegar uma coisa simples. Então, eu tenho que eh aprender a questão da reencarnação. Algumas coisas são fundamentais pra gente compreender o que é reencarnação. exemplo, a gente tem que ter uma ideia do que seja espírito, porque o que é que vai reencarnar, segundo a teoria espírita, a doutrina, é o espírito. Então, a gente aprende que reencarnação é o retorno do espírito à vida corporal. Se é retorno, onde que ele tava? Então, um outro conceito importante pra gente entender o que é reencarnação é a gente ter a ideia de que existe algum lugar onde o espírito se manifesta, que não é o plano corporal, que a gente chama de plano espiritual. Então, essas ideias, esses conceitos são coisas chave, são coisas, são pré-requisitos que a gente precisa saber para podermos ter uma boa compreensão do que é aquilo que nós vamos estudar. No nosso caso, no nosso exemplo, era o conceito de reencarnação. Mas o tema que nos foi proposto é danado, porque ele fala em chaves ocultas. Isso dá uma ideia de mistério. E quando eu vi esse tema pela primeira vez, a primeira coisa que veio na minha cabeça era sociedade secreta. Há umas coisas que no pass havia no passado. Foram foram a os conhecimentos foram se abrindo. Então, eh já não tem mais tanta sociedade secreta pela aí. com fins religiosos. Talvez haja sidade secreto com outras finalidades, mas disso nós não vamos falar não. Não. Então o que acontece é que esse essa palavra oculta no nosso tema é mais voltado para o fato de que a gente às vezes pode não saber o que precisa para aprender determinadas coisas. Quando a gente começa a ler, por exemplo, o livro dos espíritos, é muito comum e a gente

ais voltado para o fato de que a gente às vezes pode não saber o que precisa para aprender determinadas coisas. Quando a gente começa a ler, por exemplo, o livro dos espíritos, é muito comum e a gente dedicara com alguns termos, algumas expressões que a gente não sabe direito qual é o significado. Então, para nós, aqueles termos são ocultos. É assim que eu interpreto essa parte do nosso tema. Agora o tema é chaves ocultas para a compreensão do livro dos espíritos. Que que é compreensão? Aí nós chegamos a uma coisa que é fundamental na aprendizagem. Quando nós vamos aprender uma coisa, a menos que seja um fato. Por exemplo, o livro dos espíritos foi publicado em 1857. Isso é um fato, não precisa muita compreensão, mas outros tipos de aprendizagem um pouco mais sofisticado, por exemplo, um conceito, lembram? Reencarnação é um conceito. Então, a gente precisa entender o que é reencarnação. Uma outra coisa que a gente também precisa entender é o que é um procedimento. Por exemplo, imagine que nós estamos aqui todos para fazer um curso de paz. Então o nosso dirigente, professor vai dizer assim: "Para você aplicar um passe, a primeira coisa que você tem que fazer é se preparar. Você se prepara fazendo sua reforma íntima todo dia. Todo dia. Não, não tem exceção. Domingo não posso fazer uma exceção no domingo. Não, não pode. A preparação é sempre a mesma. seguir o evangelho, se esforçar para resistir às más inclinações, praticar o bem, resistir às más inclinações não é a palavra que o Kardec usa. O Kardec usa a palavra domar, as más inclinações. Domar, vocês sabem, não é um verbo que indique uma ação muito suave aqui no centro do Brasil. próximo de Goiás, etc. Às vezes estão acostumados com o negócio domar os animais e a em geral é uma atividade que exige alguma energia. Agora tem uns processos de domar mais simples, mas em geral usa muita energia. E o Kardec quando usou esse termo, usou muito bem, porque pra gente vencer mais inclinações, aquela força que vem de dentro da gente, determinada por hábitos

s simples, mas em geral usa muita energia. E o Kardec quando usou esse termo, usou muito bem, porque pra gente vencer mais inclinações, aquela força que vem de dentro da gente, determinada por hábitos de outras vidas, é difícil segurar. Então, às vezes a gente não tem muito jeito para quando nós estamos decididos fazer reforma íntima, às vezes não tem muito praticar o evangelho, às vezes não tem muito jeito da gente fazer tudo muito suave. Então, a gente tem que olhar no espelho e falar assim: "Como é, cara? Você já não você já não resolveu?" Então vamos vencer esse negócio. É mais firme às vezes, porque se a gente começar com muita moleza, às vezes dá certo, mas não é sempre. Então eu tava falando sobre procedimento do passe e o primeiro ponto que a gente aprende é que a gente tem que se preparar. se prepara em geral, tentando seguir o evangelho, de uma das mais inclinações. Depois a gente tem que se preparar no dia, tem uma preparação especial pro dia. E aí a gente vem para cá, não pode chegar no último minuto e principalmente não pode chegar depois do último minuto. A gente chega calmamente, estabelece a nossa sintonia vibratória com um ambiente que é sempre preparado antes pelos nossos amiguinhos espirituais. E aí a gente chegou, se preparou aqui com leituras, com orações e chega o grande momento da gente receber uma pessoa, um irmão, uma irmã nossa para tomar o passe. Então o dirigente diz assim: "Aí você se concentra, coloca a sua mão acima da cabeça, não toque, não precisa tocar". Coloque a sua mão, suas mãos sobre a cabeça e tente do fundo do seu coração projetar tudo que você tem de bom. E ainda peça para Jesus compensar, aumentar a energia que cai sobre aquela pessoa. Vinda do coração de Jesus. Vinda do coração dos amigos que ajudam em nome de Jesus. Pede a Deus lá do alto para mandar uma luz sobre aquela pessoa. Acompanhe as preces em alta vibração e finalmente termine agradecendo. E se você puder dar um sorriso pro paciente, você vai concluir com chave de ouro. Isso é um

a mandar uma luz sobre aquela pessoa. Acompanhe as preces em alta vibração e finalmente termine agradecendo. E se você puder dar um sorriso pro paciente, você vai concluir com chave de ouro. Isso é um procedimento. para, reza, executa e sorri. A gente tem que compreender para aprender um procedimento cada passo do procedimento. Então, a compreensão entra de maneira fundamental nessa questão de entender um conceito. Que que é reencarnação? A compreensão entra também de maneira fundamental e várias vezes para entender um procedimento. E a compreensão também entra de maneira muito importante pra gente compreender um princípio. Por exemplo, quando a gente comete uma violação da lei de Deus, a justiça divina atua no sentido de fazer com que a gente passe por algum desconforto ou fazer com que a gente passe até por algum sofrimento. A doutrina espírita chama esse desconforto ou esse esse sofrimento de expiação. E aí com aquele desconforto ou com aquele sofrimento, o objetivo da justiça divina é que a pessoa enxergue que aquilo que ela fez estava errado e que aí que ela se arrependa. e que passe a fazer a reparação. Então, o princípio que nós estamos falando é sobre o princípio da justiça divina, que nos traz desconforto quando a gente peca. Pecado é um nome popular paraa violação da lei divina. Mas é claro que a justiça divina não podia ficar só nesse negócio de trazer sofrimento, desconforto, etc. A justiça divina também traz bem-estar, conforto, alegria, harmonia interna, paz. Tudo isso reunido a gente chama de felicidade. A justiça divina proporciona felicidade para todos que praticam o bem. Tudo isso está dentro das chaves que o senhor comentou muito bem, que não são necessariamente ocultas, mas que passam, mas que passam despercebidas, né? São despercebidas, que passam despercebidas. E talvez essa falta de percepção de alguns é que traz a percepção de oculta para muitos. Exatamente. E quando na verdade estão aí para tantos quantos queiram perceber, elas não estão escondidas, mas estão desconhecidas. Não

percepção de alguns é que traz a percepção de oculta para muitos. Exatamente. E quando na verdade estão aí para tantos quantos queiram perceber, elas não estão escondidas, mas estão desconhecidas. Não estão escondidas. Bem lembrado. E dentro dessas chaves, Alaciel, que você comentou muito bem e que certamente teriam mais, porque tem muitas que passam despercebidas, mas eu queria tocar num ponto, já que a gente está falando de O livro dos espíritos, que é a primeira questão do livro dos espíritos, né? Quando Kardec perguntou que é Deus? E os espíritos responderam que Deus é a inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas. Poderíamos compreender, perceber, entender que esse conceito de Deus é uma chave aparentemente oculta para se compreender não só o livro dos espíritos, mas toda a doutrina, toda a lei da natureza, a compreensão de Deus. Certamente. Certamente. Quando a gente procura conhecer, compreensão permite que a gente conheça a Deus. Temos que partir de um princípio que nós já saímos derrotados, porque o finito não pode conhecer perfeitamente o infinito. E na questão 13 do livro dos espíritos, Kardec fala para nós: Deus é infinito e esse conceito de infinito é uma coisa genial. Às vezes eu tenho uma tentação danada de trazer uma analogia com a matemática. Não que eu queira alguém aqui presente e nem escutando e vendo a gente por outro pelo YouTube. Mas se você pega, por exemplo, um pedacinho de uma reta, um segmento de reta, como fala os professor de matemática, fala um pedaço. Se você dividir ela no meio, tem muitos pontos. Se você pegar o pedaço que você dividiu no meio, tem muitos pontos. Você vai diminuindo, diminuindo, diminuindo, vai ter muitos pontos. Então, a continuidade da reta não tem interrupção. Essa continuidade garanta que para cada divisão tenha muitos pontos. Isso dá uma ideia de infinito. E no mesmo, na mesma questão 13 do livro dos espíritos, o Kardec diz assim: Deus é eterno e isso para compreender que Deus é eterno e que Deus é infinito, nós

os pontos. Isso dá uma ideia de infinito. E no mesmo, na mesma questão 13 do livro dos espíritos, o Kardec diz assim: Deus é eterno e isso para compreender que Deus é eterno e que Deus é infinito, nós precisamos ter essa ideia de que o Pai celestial é tão grandioso, se a gente pensar nele para trás no tempo, a a gente sempre vai encontrar o pai celestial. Se a gente pensar lá no futuro, a gente sempre vai encontrar o pai celestial. O Deus é eterno, quer dizer, ele é infinito no tempo. Eu sempre encontrarei a Deus em qualquer tempo, assim como no passado, nós encontramos a Deus noutras encarnações. Não é a primeira vez que nós encontramos Deus. Também Deus é infinito no espaço. Deus tá pertinho. Se eu pensar lá longe no universo, em lugares onde a gente não consegue alcançar nem com nave espacial, Deus tá presente. Deus é infinito. E o que é muito interessante é que pelo fato a gente pega essa ideia de infinito, por exemplo, que eu dei ideia da continuidade na matemática outro, então a gente dividir certos números, mas sempre tendo outro, eh, para podermos usar a nossa cabeça e compreendermos alguma coisa, porque nós estamos tentando compreender uma coisa infinita e a gente é muito finito. Nós somos finito no tempo, nós somos finitos no espaço, nós somos finito na compreensão. Eu que o diga com esse tema. Então, logo que eu comecei a estudar essa questão da divindade, eh, eh, alguém me falou: "E ainda tem uma coisa, e Deus tá fora do tempo e Deus tá fora do espaço porque Deus é transcendente à sua criação. Tempo e espaço são coisas que foram criadas. Se nós admitirmos, como cientistas admitem hoje, que o nosso universo foi criado há mais ou menos 13,8 bilhões de anos luz. Então essa é o nosso limite máximo de tempo. E a distância que isso dá paraa luz percorrer para chegar até aqui é o nosso limite máximo de espaço. Para Deus não existe limitação porque ele é infinito. Então Deus é transcendente à sua criação. acontece que esses fatos que eu estou tentando trazer são todos presentes no

so limite máximo de espaço. Para Deus não existe limitação porque ele é infinito. Então Deus é transcendente à sua criação. acontece que esses fatos que eu estou tentando trazer são todos presentes no livro dos espíritos e logo no primeiro capítulo, como você bem mencionou. Mas se nós analisarmos tudo o que tá ensinado ali no livro dos espíritos, a primeira parte fala sobre essas coisas que nós estamos falando, sobre a criação de Deus, sobre o a própria divindade. Fala sobre a vida, a criação dos seres e de todas as naturezas. inclusive dos sendes vivos, da criação do espírito. A segunda parte fala detalhadamente sobre a questão dos espíritos. A terceira fala sobre as leis morais. Porque o Pai celestial não só criou os planetas, os seres vivos, os espíritos, ele também criou as leis e regulam esse conjunto enorme. Por isso, quando a gente quiser ser justo com Deus, a gente tem que dizer para ele assim: "Você é o criador e é o legislador". É interessante, eu não sei se vocês já pensaram que a lei da gravidade não é lei de Newton. Quando eu fui estudar, me disseram assim: "Vou te ensinar a lei de Newton". Aí ensinou a fórmula da lei da gravitação universal proposta pelo Newton. Quando eu vim aqui paraa comunhão, o que faz algum tempinho, eu aprendi que a lei da gravidade não é lei de Newton. A lei da gravidade é lei de Deus. Porque quando o pai celestial criou as massas, a matéria, ele criou a matéria com uma propriedade. Quanto mais massa, mais ela atrai outra massa. Quanto mais longe, mais fraca é a força de atração. O nosso irmão Isaac Newton, que carrega o nome da lei, ele tem uma virtude imensa, porque ele sacou uma fórmula que exprimia exatamente isso. Quanto maior é a massa, maior é a força de atração. Quanto mais longe tá uma massa da outra, mais fraca é a atração. é uma fórmula, é até fácil, mas eu não vou fazer falar qual é a fórmula. Agora, por isso, quando eu disse para alguém que a lei da gravidade não era a lei de Newton, mas era a lei de Deus, nego olhou para mim com um olho desse

, mas eu não vou fazer falar qual é a fórmula. Agora, por isso, quando eu disse para alguém que a lei da gravidade não era a lei de Newton, mas era a lei de Deus, nego olhou para mim com um olho desse tamanho. Eu falei, bilhões de anos antes do Newton nascer, as massas já se atraíam do jeito com a propriedade que Deus fez, com aquela força que era proporcional à massa e que era inversamente proporcional ao quadrado da distância. Então, como pode ser lei de Newton se a lei existe há bilhões de anos antes dele nascer? A lei é de Deus. V legislador do universo. Então isso tá no livro dos espíritos. as leis não, a lei da gravidade não vão querer estudar no livro de espírito, porque não tá lá não, mas as leis morais estão. Então lá no na parte terceira, depois de falar sobre os espíritos, na parte terceira o Karnecoloca as leis morais, que são as leis que devem ser seguidas pelos seres vivos, dotados de inteligência, dotados de livre arbítrio, para poderem prosseguir na sua evolução. Quando a gente, por exemplo, uma das leis é a lei da adoração. Eu sou adoro a lei da adoração. Até eu peço licença sem querer fazer uma conferência, porque nós já conversamos sobre isso e o A já me alentou, mas eu não posso deixar de falar para vocês alguma coisa que eu tenho um grande encanto, que é poder refletir sobre o Pai Celestial, porque ele é tão grandioso. tem umas características de tanta sublimidade que vale a pena a gente poder tentar comunicar um pouquinho. Por exemplo, eu não sei se vocês já assistiram um filme agora vou pensar que que eu sou velho. O filme chama Contato. É um filme que conta uma história de uma senhora cientista que fazia eh parte de um grupo que tenta descobrir inteligência em outros planetas, inteligência extraterrestre. Claro que ela leu o capítulo 3 do Evangelho Segundo Espiritismo e ela ouviu também Jesus falar que há muitas moradas na casa do Pai. Então, para o espírita, falar em outros planetas habitados é uma coisa tranquila, trivial, nem gera muita, muita excitação, aquela aquela

ouviu também Jesus falar que há muitas moradas na casa do Pai. Então, para o espírita, falar em outros planetas habitados é uma coisa tranquila, trivial, nem gera muita, muita excitação, aquela aquela coisa. Eh, eu sempre rezo pros outros planetas para ver se eles têm juízo, porque aqui a gente tem que tendo que rezar muito para ter juízo. Então, o Pai celestial espalhou por um universo em que há uma quantidade difícil de dizer quantos são, mas são bilhões, bilhões, bilhões e bilhões de planetas. Muitos desses são habitados. Há uma conclusão muito bonita no capítulo terceiro do Evangelho Segundo Espiritismo, esse que é intitulado Há muitas moradas na casa do meu pai, que é assim: "Nem toda a humanidade está situada na Terra. O nosso planeta só contém uma parcela da humanidade. Há outras parcelas da humanidade se desenvolvendo ao longo desse universo tão grande. E a presença do Pai Celestial ocorre aqui, ali, a colá e alguns bilhões de anos luz de distância. é o mesmo Deus criador e ordenador. Uma vez os fariseus que eles eram sacanas, quiseram perturbar Jesus e criticaram Jesus por ele que ter curado uma pessoa. Que coisa? Como é que vai curar? Criticar alguém que cura. Por que que eles criticaram? Porque ele ele tinha curado no sábado. Jesus não aguentou aquilo e falou assim: "Ó, eu trabalho no sábado e meu pai trabalha também". Quando eu escutei e li essa frase, eu pensei assim: "E o que que Deus tá fazendo? Porque se ele tá trabalhando, eu falei assim: "Eu quero saber o que que ele faz. Quem sabe eu posso dar uma mãozinha, porque lá no livro dos espíritos tá escrito assim: "É nossa tarefa dar continuidade à criação, tarefa dos seres humanos". Então, a resposta que eu tive, claro que parcial, é que Deus cuida da sua criação para que ela evolua constantemente. Aí eu entendi uma coisa que eu não sei, eu tenho quase certeza, tenho vontade até de apostar que vocês, cada um do que tá me ouvindo aqui, já passaram por uma experiência que eu me lembrei na hora em que chegou assim na minha cabeça que

ei, eu tenho quase certeza, tenho vontade até de apostar que vocês, cada um do que tá me ouvindo aqui, já passaram por uma experiência que eu me lembrei na hora em que chegou assim na minha cabeça que Deus cuidava da criação. e cuidava no sentido de que ela evolua. Veio na minha cabeça assim: É isso. Então, aquela vozinha eu escutei muito tempo, não escutei, não era som, mas vinha uma ideia na minha cabeça, sim. Por que que você não pratica alguma coisa de caridade? ainda não era espírita. Eu não sou de berço espírita, mas faz 40 anos que eu tô aqui. Tô começando a revelar minha idade, né? Vejam bem, acontece o seguinte. Pintava na minha cabeça uma ideia. Por que que você não faz caridade? E aquilo no começo era uma coisinha leve, suave. Eu não tava aí por aquelas coisas, tava lá na correria da vida e tal, mas foi chegando um momento que aquilo começou a ganhar força dentro de mim. Essa experiência daquela energia doce, mas poderosa falando dentro de você, é o Pai Celestial que tá trabalhando. E ele faz isso, como o senhor já falou, o tempo todo, mas o senhor falou uma, trouxe para o a nossa conversa um nome que é extremamente importante, que é o nome de Jesus. Então, o o Deus é a inteligência suprema, é quem cuida de tudo o tempo todo. E aí é chave, é chave que não é oculta, mas nem sempre percebe, se percebe. E aí eu pensei, onde é que entra Jesus nesse processo? Seria Jesus mais uma chave que a gente pode chamar de oculta, porque tem muita gente que parece que não tá percebendo ainda, né, o a importância de Jesus para todo esse processo, não só de compreensão do livro dos espíritos, porque nessa nossa conversa, o livro dos espíritos, ele entra apenas como um mote da nossa conversa, mas na verdade a gente precisa compreender a vida, a gente precisa compreender essas leis que regem tudo. E o livro dos espíritos acaba sendo apenas mais um instrumento para isso. Então, são chaves para compreender a chave, digamos assim, né? Eh, Alaciel, comenta um pouco de Jesus. Então, qual a importância de Jesus para

píritos acaba sendo apenas mais um instrumento para isso. Então, são chaves para compreender a chave, digamos assim, né? Eh, Alaciel, comenta um pouco de Jesus. Então, qual a importância de Jesus para nós e humanidade terrestre nesse processo de compreensão, de busca dessa compreensão? Jesus é uma chave importante. Deixa, deixa eu fechar uma ideia e aí eu falo de Jesus. Eu queria fechar o seguinte. essa presença divina em cada um de nós. Quem não teve essa experiência, procure um canto e fique em silêncio um tempinho. Aí pergunta assim: "Você tem alguma coisa falar comigo? Pode chamar Deus de você que ele não ruim. Eu chamo Jesus de cara. Essa experiência de Deus falando dentro da gente, sugerindo coisas, nunca você vai escutar uma censura, uma condenação, mas você vai dizer assim: "Não seria bom você sorrir para aquele senhor que todo dia você passa perto assim E e você todo dia passa por ele, ele só tá ali vendendo uns amendoins na no sinal luminoso e você não diz nenhuma vez você diz bom dia para ele. Aí aí você pode ter uma sugestão divina. Essa essa presença de Deus falando com a gente, surge ideias. A gente não escuta, mas surge ideias. é chamada de imanência divina. E Deus tá presente em todo lugar do universo. Então, a imanência é uma capacidade de Deus estar em todo lugar. E o Kardec comentou muito sobre a questão da do panteísmo, como se alguém disse assim: "Mas se Deus tá em todo lugar, então Deus é o conjunto de tudo". Não, não confunda Deus com a matéria, porque Deus é transcendente. Além de ser imanente, ele é transcendente. Isso tá muito bem explicado no finalzinho do capítulo um do livro dos espíritos. Aí o que que acontece ao longo do tempo? Essa providência divina que o Kardec trata muito, foi mandando para nós mensageiros, mestres, profetas. E por que que Deus faz isso? É porque tem muito surdo nesse mundo. Ele fala dentro, mas nego não escuta. Aí ele diz assim: "Eu vou ter que levar alguém para berrar. Foi assim que surgiu João Batista, porque ele

que Deus faz isso? É porque tem muito surdo nesse mundo. Ele fala dentro, mas nego não escuta. Aí ele diz assim: "Eu vou ter que levar alguém para berrar. Foi assim que surgiu João Batista, porque ele berrava. Então surgiram muitos emissários, grandes mestres. Só vou falar de alguns que são mais relacionados aqui com o nosso hemisfério ocidental. Há mais ou menos 3600 anos, 1600 anos antes de Cristo, surgiu Moisés. E Moisés era, foi um desses enviados, grande mestre, que publicou um conjunto de 10 regras, princípios, mandamentos que a gente conhece como os 10 mandamentos ou o decálogo. povo naquela ocasião era muito mais encrencado do que hoje. Então, as regras tinham que ser muito diretas. Então era assim, não matar, não desejar os bens do próximo. Tem uma regra que naquela ocasião era não desejar a mulher do próximo. Mas Moisés já mudou isso também, assim, não desejar o homem da próxima por causa do modernismo. A necessidade de amar a Deus e de amar o próximo foi colocada. Esse amor ao próximo era traduzido por essas regras muito diretas. No decálogo, Moisés passou, o tempo passou e aquelas 10 regrinhas de de Moisés foram sendo aumentadas, foram sendo eh entre aspas complementadas por detalhes e detalhes e detalhes. dos detalhes. Foi criado um corpo enorme de conhecimentos que às vezes fazia com que se perdesse aquela aquela coisa tão objetiva de 10 mandamentos claros. Não tem quem diga que não entenda os 10 mandamentos, mas os seres humanos que não são profetas, que não são eh enviados divinos, eles estão em todos nós estamos sempre em processo de evolução. Então, há 3.600 600 anos mais ou menos atrás, a humanidade era bem mais atrasada do que hoje. Então, criou um conjunto grande de regras, etc. e tal. Lá dentro estavam 10 mandamentos, mas ficou um pouco diluído. Passado o tempo, o pai celestial, que tem que tomar conta do seu rebanho, disse assim: "Vou mandar mais um". Aí vem Jesus. E Jesus fez uma coisa sensacional. Ele não destruiu nenhum dos 10 mandamentos, ao

ado o tempo, o pai celestial, que tem que tomar conta do seu rebanho, disse assim: "Vou mandar mais um". Aí vem Jesus. E Jesus fez uma coisa sensacional. Ele não destruiu nenhum dos 10 mandamentos, ao contrário, mas ele colocou um que não só reúne todos os 10, mas reúne muito mais coisa. Jesus disse assim: "O maior mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas. E o segundo maior é amar o próximo como a si mesmo. Aí alguém perguntou: "Mas mestre, que história é essa? Explica para nós o que que é amar o próximo como a si mesmo". E ele não teve a menor dúvida. Muito simples. Faça para todos só o que você gostaria de receber deles. Aí a pessoa pensava assim, aqueles que tiveram dúvida pensaram assim: "Ah, então quando eu tô na pior, eu gosto de ser ajudado". Quer dizer que para amar o próximo como a mim mesmo, eu tenho que ajudar os outros. Jesus sorriu porque ele acertou. E aí chegou o outro e falou assim: "Mas pera aí, tem uma consequência desse negócio. Se eu só posso fazer para todas as pessoas somente aquilo que eu gosto, eu quero receber, então eu não posso fazer nada para ninguém que eu não queira receber". Jesus sorriu de novo. Ele falou assim: "Dá um exemplo, dizer, por exemplo, eu não gosto de sofrer, então para amar o próximo como a mim mesmo, não posso fazer ninguém sofrer." Jesus tornou sorrir. Porque é isso. E é uma coisa interessante esse mandamento, porque ele é genérico. Ele generalizou o não matar. Não matar é um caso particular do amor ao próximo. Eu não quero ser morto, então não posso matar. Não furtar é a mesma coisa. Não desejar a coisa do outro, não fofocar. Antigamente chamava prestar falso testemunho, agora chama fofoca. Mas é o mesmo pecado. Fake news. Fake news. Obrigado. É isso. Então, Jesus foi uma pessoa sensacional, porque ele pegou aquilo que tinha de essência na lei de Moisés e ampliou de uma maneira enorme. Além disso, ele fez uma outra coisa genial e é por isso que a gente lembra tanto dele. Não só ele falou, mas ele deu exemplo. E isso é

nha de essência na lei de Moisés e ampliou de uma maneira enorme. Além disso, ele fez uma outra coisa genial e é por isso que a gente lembra tanto dele. Não só ele falou, mas ele deu exemplo. E isso é legal, porque quer um exemplo vale mais do que 1000 fotografias e uma fotografia vale mais do que 1000 palavras. Ele deu um exemplo. Jesus nunca nunca recusou alguém, não discriminou alguém. Esse amar ao próximo como a si mesmo inclui a gente não rejeitar ninguém. Aceitação plena de todos como irmãos. E esse conceito, desculpe, Araciel, atrapalhar o teu raciocínio, mas eu queria trazer para esse nó, para essa nossa análise, digamos assim, um outro nome que, salvo o melhor juízo, não pode faltar. Nós falamos de Deus, nós falamos de Jesus, mas como nós estamos falando de o livro dos espíritos, não podemos encerrar o nosso programa sem antes falar do Kardec. Não é, que é uma das chaves para a compreensão do mundo, para a compreensão da vida, né? Para e para compreender o próprio Cristo e para compreender a Deus. Quero te ouvir sobre Kardec. Com muito prazer. Kardec pegou o que Jesus falou. e começou a explicar pra gente detalhadinha, porque depois que Jesus morreu, aconteceu a mesma coisa que aconteceu quando o Moisés morreu, começaram a criar um monte de máximas e ordenações humanas em relação à aquelas coisas simples e perfeitas que ele havia falado. Aí o Kardec, depois de 1800 anos, olha, são 1800 anos de Moisés a Jesus, 1800 anos de Jesus a Kardec. Kardec resgatou a pureza desse ensinamento do Cristo. Uma parte disso foi colocada nas leis morais, parte terceira do livro dos espíritos, aquela que Kardec colocou que era mais importante, a lei de justiça, amor e caridade, que no Evangelho Segundo o Espiritismo Kardec estudou como a lei de amor. e estudou também no capítulo, isso no capítulo 11, no capítulo 15, ele estudou como fora da caridade não há salvação. Por favor, não esqueçam que amor é uma coisa linda e caridade é o amor em ação. Quem definiu isso foi Teresa de

isso no capítulo 11, no capítulo 15, ele estudou como fora da caridade não há salvação. Por favor, não esqueçam que amor é uma coisa linda e caridade é o amor em ação. Quem definiu isso foi Teresa de Calcutá. O Kardec fez uma coisa sensacional. Ele explicou para todos nós que espírito não é anormal. Comunicação com o plano espiritual não é a normalidade, é a coisa mais mais comum que existe. Quando o espírito é bom, ele fala na nossa cabeça com coisas boas. Se ele não é lá muito bom, ele começa a tentar. Cabe a nós decidirmos seguir pelo bem. A gente estuda para poder diferenciar o bem do mal. E aí a nosso livre arbítrio, a nossa força de vontade atua paraa gente dizer: "Vou seguir o caminho do bem". nem que tiver que domar. O Kardec transformou conhecimento do Cristo em alguma coisa que pudesse ser empurrado por mais 1800 anos, pelo menos. Então, ele não mudou nada do que Jesus falou. Como Jesus não mudou nada da essência daquilo que Moisés falou, mas ele ampliou, facilitou, trouxe para nós muita informação sobre a evolução do ser humano em raciocínio e em sentimento. evoluímos em raciocínio quando a gente estuda, quando a gente resolve problema, quando a gente aumenta a nossa capacidade intelectual, a nossa inteligência, evoluímos pelo sentimento, quando a gente pratica o amor ao próximo, praticamos o bem e deixamos de praticar o mal. Ele chamou isso de lei de do progresso, que é uma das leis morais. muito importantes. O Kardec trouxe para nós a informação de que fora da caridade não há salvação. Jesus já tinha falado isso. Ele contou uma historinha de uma pessoa e e ele falou: "Tive fome e me deste de comer. Tive sede e me deste de beber. estive nu e me vestisse, esteve preso e me foste visitar falando sobre a caridade material e sobre a caridade moral. Você me consolou, você me ouviu, você me sugeriu que não pecasse, você me sugeriu que você me levou remédio, uma caridade material. Kardec distinguiu a caridade material e a caridade moral e disse assim: "Tem que

olou, você me ouviu, você me sugeriu que não pecasse, você me sugeriu que você me levou remédio, uma caridade material. Kardec distinguiu a caridade material e a caridade moral e disse assim: "Tem que se praticar as duas. Quem pratica a caridade tá fazendo o amor em ação. A Madre Teresa imitou ele. Tantos outros, né? É excelente, meu amigo. Infelizmente, como acontece todo mês, o tempo acaba. E a gente precisa encerrar o nosso programa. Eu ficaria aqui ouvindo o Alaciel por muito mais tempo, porque ele fala de uma maneira que não atinge apenas os nossos ouvidos. Eu tenho essa percepção, não sei se vocês tiveram isso, mas atinge também o nosso coração. Alaciel, eh, muitas vezes a mesma coisa é dita do mesmo jeito, ou melhor, a coisa é dita da mesma com a mesma o mesmo conteúdo, mas a maneira como é dita, ela pode gerar um efeito completamente diferente. E eu percebo a tua, na tua fala essa consequência. Você fala de um jeito que enquanto você vai falando, a gente vai refletindo, a gente vai maturando as as informações e gerando efeitos bem específicos. E eu tô sendo sincero com contigo. Infelizmente o tempo eh impede de a gente continuar falando. Na questão 780 de O livro dos Espíritos, Kardec tratou de um tema que o Alaciel falou bem a passan, mas falou da do aprimoramento intelectual e do aprimoramento moral. E na questão 780 e 780, os espíritos disseram pro Kardec: "O aprimoramento intelectual antecede o moral, engendra o moral. Esse foi o verbo que a gente utilizou. Por quê? Porque quando a gente compreende, e essa é uma das chaves do nosso bate-papo de hoje, quando a gente compreende melhor por que eu devo amar o próximo, por que que eu devo perdoar? Quando a gente compreende isso e isso é intelecto, nós passamos a realizar de forma melhor, de forma mais compreensiva. Então o Kardec teve a percepção de levantar essa temática para os espíritos e eles disseram: "O conhecimento intelectual engendra o moral". Daí a necessidade que o Espírito de verdade nos traz no capítulo 6º do

rdec teve a percepção de levantar essa temática para os espíritos e eles disseram: "O conhecimento intelectual engendra o moral". Daí a necessidade que o Espírito de verdade nos traz no capítulo 6º do Evangelho de nós nos instruirmos. Então essa conversa toda que o Alael trouxe pra gente hoje, se a gente tivesse que resumir tudo, era assim, gente, ó, temos que largar a preguiça de lado. Precisamos estudar para compreender e uma vez compreendendo, podermos agir com conhecimento de causa. O o espírito de verdade nos diz isso, né? Espíritas, amai-vos. moral, mas instrui-vos. Precisamos buscar conhecer, aprofundar, compreender. E o livro dos espíritos é uma dessas chaves pra gente compreender melhor as leis naturais, que eu espero em momento oportuno nós voltarmos com Alaciel aqui para dar continuidade a esse bate-papo. Me perdoe ter avançado mais 2 minutos no nosso tempo. Eu quero agradecer mais uma vez a presença de cada um de vocês aqui no salão Bezerra de Menezes da comunhão Espírita de Brasília. agradecer aqueles que nos acompanham pela TV, pela rádio comunhão. Agradecer a Andreia por ter estado aqui conosco e agradecer eh ao Alaciel pela sua disponibilidade, pela sua gentileza, pela sua caridade de ter aceitado o nosso convite. A gente se vê no próximo mês com um outro convidado, uma nova temática. E para encerrar eu quero pedir ao Alaciel para fazer a nossa prece de encerramento. Por favor, Alaciel, dizem que espírita não faz prece lida, mas eu vou pedir licença para ler. Ó, por favor, eu queria fazer com vocês a prece de Maria Dolores, que é intitulada Mãos Marcadas, onde a lição que se tira é uma poesia, a lição que se tira é que quando a gente se instrui e passa a amar na prática, uma das grandes formas de amar é trabalhando. E eu quero falar, fazer essa poesia, não só homenageando Maria Dolores, que é um um amor de espírito, mas também homenageando a comunhão, que é uma casa de trabalho a qual eu faço, fico muito feliz de me associar sempre, há muitos anos.

não só homenageando Maria Dolores, que é um um amor de espírito, mas também homenageando a comunhão, que é uma casa de trabalho a qual eu faço, fico muito feliz de me associar sempre, há muitos anos. Mãos marcadas. Senhor, quando me deres o privilégio do renascimento no bersário do mundo, ante as necessidades que apresento e aquelas que não vejo, eis, Senhor, o desejo em que dia por dia me aprofundo. Deixa-me renascer em qualquer parte. Entretanto, que eu possa acompanhar-te, onde constantemente continuas trabalhando e servindo em todas as estradas, para que eu também tenha as mãos marcadas como trazes as tuas. Quanta ilusão quando me debatia, crendo que o desespero fosse prece a rogar-te alegria e segurança sem que eu nada fizesse. Imitava na terra o lavrador a temer terra e lama, vento e bruma, aguardando milagres de colheita, sem plantar coisa alguma. Entretanto, Senhor, agora sei que o trabalho é divino compromisso, estímulo do céu, guiando-nos os passos e que, atendendo a semelhante lei, puseste ambas as mãos em nossos braços por estrelas de amor e de serviço. Assim, quando efetues as esperanças em que me agasalho e estiver entre os homens, meus irmãos, que eu me esqueça em trabalho e me lembre das mãos. Não me despoimar-me, que eu busque tão somente a luz que me acenas. No anseio de servir-te, quero trabalho apenas. Dá que eu seja contigo onde estiveres uma rést. Que eu seja alguém sem destaque, sem nome, que se ouvide no bem. E se um dia uma cruz de provas e de agravos reclamar-me a tarefa e o coração, não me largues ao susto a que me enleie. Ajuda-me a entregar as próprias mãos aos cravos da incompreensão que me rodei entre bênçãos de fé e preces de perdão. Não consintas que eu volte ao tempo morto da ilusão convertida em desconforto. Dá-me os calos da paz nas tarefas do bem, a servir e servir sem perguntar a quem. Ouve, celeste amigo, aspiro a estar contigo, longe de minhas horas desregradas. Onde sempre estiveste, sempre continuas plantando amor em todas

tarefas do bem, a servir e servir sem perguntar a quem. Ouve, celeste amigo, aspiro a estar contigo, longe de minhas horas desregradas. Onde sempre estiveste, sempre continuas plantando amor em todas as estradas, para que eu também tenha as mãos marcadas como trazes as tuas. Uma boa noite a todos. Fiquemos todos na paz de Jesus. Forte abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores

sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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