Carlos C., Jorge E., Gustavo S. e Victor H. • Nosso fardo e as forças para suportá-lo

Mansão do Caminho 02/09/2023 (há 2 anos) 1:47:07 5,441 visualizações 614 curtidas

70ª Semana Espírita de Vitória da Conquista Tema central: Evangelho e Vida Realização: União Espírita de Vitória da Conquista

Transcrição

Sejam bem-vindos à 7ª semana espírita de vitória da Conquista. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos. Empregai bem a hora que vos resta e não esqueçais nunca que a vossa existência, por longa que vos pareça, mais não é do que um instante fugitivo na imensidade dos tempos que formam para vós a eternidade. O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 20. Item dois. Com muita alegria, nós saudamos todo o público aqui presente que nos honra nesta tarde e saudamos também aos nossos internautas que se unem a nós nessa audiência fraterna. Muito obrigada. E agora para nós iniciarmos a nossa atividade desta tarde, nós convidamos a nossa querida Marina para fazer a nossa prece de abertura. Boa tarde. Que possamos buscarmos, sentarmos, nos aquiietarmos na medida do possível, observarmos um pouco a nossa respiração e lembrarmos de onde estamos. Lembrarmos das bênçãos tamanhas que chegam a nós diretamente vindas do seio amoroso de Jesus. a envolver e iluminar esta tarde de atividades e de trabalho. E sabendo da tua presença aqui, mestre, é que antes de tudo agradecemos a ti e ao nosso Pai Celestial a oportunidade da vida e de estarmos aqui nesta semana espírita de vitória da Conquista. Agradecemos aos benfeitores amigos que desde tão antes estão aqui a trabalhar e a nos acolher, a confortar-nos e a conduzir-nos diante das nossas necessidades, diante das buscas de cada um de nós que nos trouxeram até aqui hoje. Mestre amigo Jesus que veio trazer as bem-aventuranças, que veio dizer que o seu fardo é leve e o jogo suave. Pedimos a continuidade das tuas bênçãos, que possem mais esta tarde iluminar aos palestrantes e esclarecer-nos, ajudando a que possamos abrir as nossas mentes e os nossos corações a todo amparo e todo o amor que aqui se faz presente diante dos teus emissários e da tua própria presença. Fica conosco, Senhor, e ajuda-nos. em especial, que nesta tarde, por todo sempre, possamos estar contigo. Que assim seja. Nossos agradecimentos a Sucos de Uva, Colheita do Sul, Grupo Kiaquio,

resença. Fica conosco, Senhor, e ajuda-nos. em especial, que nesta tarde, por todo sempre, possamos estar contigo. Que assim seja. Nossos agradecimentos a Sucos de Uva, Colheita do Sul, Grupo Kiaquio, Tubus Cep, Premium Distribuidora e aos demais parceiros, cujos nomes foram exibidos no nosso telão. E agora vamos convidar o nosso querido Marcos de Assis para o nosso momento musical desta tarde. É isso. Boa tarde a todos e a todas. Eu fico tão feliz quando vejo os jovens assim. Eu quando eu crescer, eu vou ser igual esses jovens. Aí vocês vão ver. Es eu falei pra Barreta, eu tô preocupado com a doutrina espírita em conquista porque tá envelhecendo e no meu tempo tinha tanto jovem participando, mas a gente vai orando, né, e vai tomando consciência aí, cuidando das nossas crias, incentivando a eles para poder se ingressarem e permanecerem na doutrina espírita. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos cantar. Qual de nós não tem nenhum defeito? Qual de nós não tem uma virtude? Precisamos só achar um jeito de suavizar o lado rude. Vamos ajudar-nos mutuamente e somar as nossas qualidades para fazer um mundo diferente e tirar a força da maldade. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar. E no futuro nós seremos anjos. No planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. E assim será. A felicidade só começa quando cessam as desigualdades. Quando todos compartilham sonhos e não usam mal a liberdade. O mestre falou: "Sede perfeitos e nos ensinou esta lição, que somente o amor será eterno. Nele está a nossa salvação. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar e acreditar. E no futuro nós seremos anjos. No planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar e acreditar. E no futuro nós seremos anjos. No planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. E viva Jesus. E viva Jesus! Obrigada, Marcos, por essa linda vibração musical. E neste momento vamos dar início à nossa roda de conversa sobre o tema Nosso

onde o amor, unicamente o amor há de reinar. E viva Jesus. E viva Jesus! Obrigada, Marcos, por essa linda vibração musical. E neste momento vamos dar início à nossa roda de conversa sobre o tema Nosso fardo e as forças para suportá-lo, que irá até às 17 horas com o intervalo das 16 às 16:15. E para isso nós vamos convidar agora os nossos facilitadores. Jorge Elarrá de Rondônia, ele que é engenheiro eletrônico, mestre em administração, professor universitário, pós-graduado em metodologia do ensino superior e trabalhador atualmente do movimento espírita do Paraná. Pode vir, por favor. Convidamos também Gustavo Silveira de Minas Gerais. Ele que é cientista da computação, participante do grupo Espírita Leonir em Uberlândia, Minas Gerais. E convidamos também Víor Hugo Menino de Minas Gerais. Ele que é estudante, participante do grupo Espírita Leon Denir em Uberlândia, Minas Gerais. Carlos Campete, que estaria aqui conosco hoje, ele não poderá participar da nossa programação por algumas questões de saúde que surgiram. Então, nós desejamos ao nosso irmão Campete pleno restabelecimento e esperamos poder reencontrá-lo em breve, com saúde. E agora nós vamos passar a palavra para o nosso querido Jorge, viu Jorge? Vamos deixar contigo essa missão de fazer uma breve introdução do trabalho e a seguir coordenar essa conversa com os nossos amigos sobre esse tema tão importante que envolve a misericórdia divina. Tá bom? Muito bem. Primeiramente, quero dar o meu boa tarde para todos e agradecer a presença dos companheiros que estão aqui nesse momento. Hoje pela manhã, nós tivemos a chance de ver aqui o Rafael Siqueira e a Menina. Agora de tarde a gente vai ter a chance de ver o Gustavo Silveira e o menino. Então, o nosso assunto de hoje, ele discute fundamentalmente os aspectos sobre um momento muito singular que a nossa humanidade está vivendo. Nenhum de nós ignora as dificuldades que a gente está vivendo nesse período da chamada transição planetária. um período que foi anunciado de maneira

muito singular que a nossa humanidade está vivendo. Nenhum de nós ignora as dificuldades que a gente está vivendo nesse período da chamada transição planetária. um período que foi anunciado de maneira muito clara por Jesus desde o sermão profético e depois de certa forma mais evidenciado no apocalipse de João dos sofrimentos que a humanidade atravessaria nos últimos tempos, das dores, dos dramas, de tal sorte que hoje uma quantidade significativa de pessoas experimenta sofrimentos muito atrozes. A humanidade hoje está passando por muitas dores. Os nossos fardos parecem ter aumentado de tamanho e isso tem conduzido para que nós sintamos assim como se as nossas forças estivessem faltando para que a gente conseguisse conduzir as nossas responsabilidades e as dificuldades que a gente vem atravessando nos últimos tempos. O nosso objetivo hoje à tarde é que a gente faça uma reflexão sobre esse tema, analisando não simplesmente os aspectos aspectos técnicos que a doutrina espírita nos oferece sobre a questão do sofrimento, mas fundamentalmente uma análise pessoal de cada um de nós diante daquilo que vai ser discutido para que a gente enxergue as nossas próprias dores. enxergue os nossos próprios fardos e assim consigamos decifrar alguns enigmas que só nós seremos capazes de interpretar pela condição de ser um um drama muito íntimo, muito pessoal e que de repente na nossa discussão dessa tarde, quem sabe a gente consiga encontrar as chaves que estamos procurando há muito tempo para tentar entender as razão, as razões do nosso próprio sofrimento. E falando sobre essa questão do sofrimento, das nossas dores e das nossas dificuldades, doutrina espírita, ela comparece no cenário de debate sobre esses assuntos, apresentando para nós uma visão bastante singular sobre o sofrimento humano, sobre como é que esse processo acontece, não é, Gustavo? como é que se dá a dinâmica do surgimento do sofrimento e como é que a doutrina espírita enxerga esse fenômeno tão comum na nossa sociedade. Você quer falar um pouquinho

esso acontece, não é, Gustavo? como é que se dá a dinâmica do surgimento do sofrimento e como é que a doutrina espírita enxerga esse fenômeno tão comum na nossa sociedade. Você quer falar um pouquinho para nós sobre isso? Então, só uma boa tarde a todas e a todos os amigos que estão aqui presente, nos acompanhando pela internet, nos acompanharam no futuro. Antes de falar, quero agradecer a confiança do convite, dizer que estou muito feliz, a primeira vez que venho a vitória da conquista e confirmando, né, algo que a gente tem podido perceber, que é a hospitalidade e o carinho do povo nordestino, que é incomparável, né? É diferenciável. Eh, só queria antes de entrar propriamente no tema, eu acho que há algo muito relevante que, de certa forma, o Elará até já introduziu aqui, que eu acho que nós precisaríamos abordar com clareza antes de adentrar o tema, porque alguém em nos ouvindo poderia supor ou deduzir que a gente esteja insensível à dor. Porque o nosso olhar aqui é o olhar sobre a dor, sobre os fardos, sobre a dificuldade. Mas alguém na dificuldade talvez tenha dificuldade de ter esse olhar. Por quê? Porque ela já não está mais falando sobre, ela está falando de, ela tá dentro da dificuldade. E isso é muito natural. Eh, eu acho que isso é muito natural. É, é ter a noção de que falar do ponto de vista de quem observa é diferente de falar do ponto de vista de quem passa pela questão. Então, o nosso olhar aqui ele não é insensível, mas é porque em tendo as ferramentas da doutrina espírita, nós precisamos ter o olhar do observador para fornecer tanto quanto possível, segundo as nossas capacidades, essas mesmas ferramentas para que quem esteja passando, que num momento não tem nem sempre uma condição de reflexão, possa então se servir do que a gente eh do que a doutrina espírita apresent Por que que eu tô dizendo isso? Porque eh eu particularmente noto que o espírita, eu vou falar do espírita porque eu não tenho condição de falar de outros, mas o espírita, ele vive um conflito

present Por que que eu tô dizendo isso? Porque eh eu particularmente noto que o espírita, eu vou falar do espírita porque eu não tenho condição de falar de outros, mas o espírita, ele vive um conflito de achar que ele já tinha que viver tudo que ele sabe. E por achar que já tinha que viver tudo que ele sabe, muitas vezes ele finge que que ele já ele finge que vive. Então ele finge que não é invejoso, ele finge que não é orgulhoso, ele finge que não é egoísta, porque ele acha que ele já tinha que viver tudo que ele sabe. Mas o ponto fundamental aqui é que tem que existir uma distância entre o que você sabe e o que você faz. Tem que existir, porque é essa distância que te possibilita renovação. Se já não houver distância entre o que você sabe e o que você faz, das duas uma. ou você estagnou, que é um problema, você deixou de aprender, então o a sua moral alcançou o seu intelecto, quer dizer que seu intelecto estagnou. Ou, o que eu suponho, se alcançou a pureza espiritual. Se você não tiver nem um nem outro, haverá diferença. Tem que existir essa diferença. A distância que existe entre o que você sabe e o que você faz é o tamanho da sua possibilidade de renovação. Por isso que eu gosto muito de uma de uma frase do Cortela que ele diz assim que não tá envelhecendo. Ele eu não tô envelhecendo. Quem envelhece é quem nasce pronto e vai se gastando. Eu nasci não pronto e tô me fazendo. E a possibilidade do se fazer ou de se renovar está justamente no que você ainda não conhece ou no que você ainda não experimentou e não faz. De modo que nós vamos apresentar aqui, e aqui, primeiramente, nós vamos discutir sobre a questão do sofrimento na ótica espírita, mas nós também vamos apresentar algumas reflexões em torno do como conduzir isso. E se ao nos ouvir ou ao ler uma obra espírita falar assim: "Nossa, mas eu não dou conta de fazer isso aqui assim: "Que bom, então agora você pode tentar". Porque ninguém foi chamado a conseguir. Se nós tivéssemos sido chamados para conseguir, aí a gente estava perdido. Aí

u não dou conta de fazer isso aqui assim: "Que bom, então agora você pode tentar". Porque ninguém foi chamado a conseguir. Se nós tivéssemos sido chamados para conseguir, aí a gente estava perdido. Aí não ia ter misericórdia que sustentasse a gente de pé, porque ia ser um tombo todos os dias. Ninguém foi chamado a conseguir. Nós fomos chamados a tentar. Aí você tenta, tenta, tenta, tenta até que consegue. O a conquista é um movimento natural de quem tenta. Então, inicialmente, a gente é chamado a tentar. Então, eu só queria fazer esse ponto antes para que se alguém que estiver nos ouvindo, seja aqui, seja fora, e estiver passando por profundas dores ou por profundos conflitos, que nós tentemos olhar pra doutrina espírita com o olhar do consolador. Porque se nós exigirmos que o nosso coração acompanhe o nosso intelecto, aí o espiritismo ele vai deixar de ser para nós, não na sua essência, mas para nós, ele vai deixar de ser o consolador e vai ser o torturador, porque você não vai conseguir. Aí vai ser aquela frustração incessante. Mas eh eu vou falar rapidinho para já passar pro irmãozinho que eu já enrolei, né? Eh, quando a gente pensa, então, sofrimento, aflição, dificuldades, dores, problemas, desafios, e nós vamos para a mensagem da doutrina espírita, nós vamos ver que no capítulo 5, Kardec inverteu deu a ordem das bem-aventuranças, né? Seria bem-aventurados os pobres em espírito e depois os aflitos. Mas ele inverte, coloca os aflitos primeiro, daí ele põe o Cristo consolador. Aí é que ele vai falar do resto das bem-aventuranças, né? Mas curiosamente, ao falar das aflições, das dores, Kardecoloca um item chamado justiça das aflições. Isso é muito marcante porque então estabelece uma perspectiva a respeito da aflição, que é aí tem uma frase lá que eu adoro a maneira que Kardec escreve, porque eh oficiência da computação, no curso de computação você vê vários métodos de prova e Kartec usa isso o tempo inteiro para demonstrar algo, né? Então ele vai eh às vezes você pode ir

c escreve, porque eh oficiência da computação, no curso de computação você vê vários métodos de prova e Kartec usa isso o tempo inteiro para demonstrar algo, né? Então ele vai eh às vezes você pode ir por por negação e absurdo e às vezes você pode ir por uma dedução. E aí ele vai fazendo essa dedução. Ele diz assim: Deus sendo justo, porque isso é uma premissa. Ninguém vai provar que Deus é justo ou não. Isso é uma premissa. A gente assume que ele é a partir daí a gente avança. Por que que a gente assume que ele é? Porque seria muito mais difícil assumir que ele não é. É muito mais difícil. Então, um dos atributos da divindade que Cadec estabelece é soberanamente justo e bom. Então, aí Cadec diz assim: Deus, sendo justo, não pode punir alguém pelo bem que esse alguém fez. É natural. Pessoa fez o bem, ele é justo e ele é bom. O que que ele vai punir? Ele diz assim: "Não podendo punir pelo bem que se fez, nem pelo mal que não se fez, se somos punidos, é porque fizemos o mal. Simples e clara. Simples e clara. Se somos punidos. E aí com aquele conceito de punição que ela trouxe, né? Se somos punidos, não porque Deus tá lá punindo, mas porque é o movimento natural. Se somos punidos, é porque fizemos o mal. Ou seja, desorganizamos de alguma maneira. a gente causou uma perturbação e aí é preciso depois voltar, né? Eh, e aí então a gente entende não o porquê das aflições, que a doutrina espírita, se ela é o consolador, ela não vai se preocupar com o porquê, ela vai se preocupar com um porquê. Existe um porquê, mas isso não é importante. As causas das aflições, por mais que nós meditemos a respeito, elas não são os a coisa mais importante. Importante são as consequências dessa falta. O que que ela tá acarretando no futuro? O que que ela ainda está acarretando agora e pro futuro. Então o espiritismo não veio dizer o porquê, ele veio dizer que há um porquê. Com certeza. Nisso fica estabelecido justiça das aflições segundo o espiritismo, porque nós também consideramos não só a vida, a

o espiritismo não veio dizer o porquê, ele veio dizer que há um porquê. Com certeza. Nisso fica estabelecido justiça das aflições segundo o espiritismo, porque nós também consideramos não só a vida, a existência atual. É, essa questão do sofrimento, ela recebe da doutrina espírita um tratamento bastante elástico lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo no Espiritismo, aonde Kardec vai trabalhar os diferentes tipos de causas dessas aflições. E aí no mergulho dessas questões, a gente acaba encontrando algumas coisas muito interessantes, porque muitas vezes as pessoas que se aproximam da doutrina espírita querem colocar todas as responsabilidades ligadas a outras existências, não é verdade? Como é que a gente vê essa questão, Víor? Boa. Credo, desculpa. Boa tarde a todos e todas. Tô aprendendo, gente. Tá pegando direitinho, né? Tá. Eh, é uma alegria estar aqui profundamente. Eu espero que Jesus conduza o meu coração e possa me ensinar com alegria e com muito amor a colaborar aqui de alguma forma a essa reflexão. esses dias para trás pensava a respeito das dessas motivações das nossas dores e lançava o olhar a respeito daquilo que Kardec propõe. Existem dores, dificuldades que dizem respeito à existência presente e há dificuldades naturalmente em relação a outras existências. Kardec chega a afirmar com precisão que grande parte dos males que nos assaltam, diz-lhes respeito, as próprias os próprios equívocos da existência presente, pelos assédios do orgulho, pelos equívocos da arrogância, ele vai precisar no presente como que o número de sofrimentos que a gente passa. E aí eu fiquei pensando o porquê disso, né? Naturalmente nós seríamos induzidos a fazer algumas reflexões, mas eu pensei, será que não poderia existir um outro caminho? E aí quando a gente lê ação e reação, há um capítulo muito curioso. Há um acidente de avião ali e algumas pessoas, algumas pessoas não, todos envolvidos desencarnam nesse acidente. E o Silas e o André Luiz vão compreender um pouquinho melhor do que que se

ito curioso. Há um acidente de avião ali e algumas pessoas, algumas pessoas não, todos envolvidos desencarnam nesse acidente. E o Silas e o André Luiz vão compreender um pouquinho melhor do que que se tratava. E é interessante, né, que quando levanta-se o véu, a gente ganha a possibilidade de observar sobre maneira as coisas de maneira mais profunda. E o orientador, ele vai contar como que a história de dois desses que estavam ali no avião, eles estavam, né, desejos certa feita, de acender as regiões mais sublimes e pediram de algum modo, né, como que para acender e o pedido deles foi negado, né, Deus zebra. E aí é, eles ficaram um pouco incomodados. Esa aí, né? A gente trabalha direitinho, tudo certinho, beleza? Por que que não vai, né, desembolar essa elevação espiritual, né, regiões mais sublimes. E eles foram levados a meditar sobre o passado. Então, eles voltam que, né, eles vão, começam a voltar nas existências. Volta uma, beleza. Duas, beleza, três, tranquilo. Quatro, chique no último. Mas aí eles voltam na quinta. Aí quando eles se deparam com a quinta existência anterior, aquela tida, eles verificam um negóci que dá um uma tristezinha no coração deles, né? Eles falam: "Não, pode parar aí, já chega, né? Não precisa desse trem mais não, tá tranquilo". Eles perceberam que esses dois companheiros que estavam na queda do avião haviam empurrado dois eh duas pessoas de do alto de uma torre de num momento, né, que a gente tinha a guerra dos 100 anos. Aí nesse instante que eles percebem a crueldade, eles pedem para parar. E aí com essa experiência eu fiquei refletindo, né? Até quando a gente vai pensar, né, na expiação ou na provação de determinadas dores, existem momentos específicos. Nada acontece. A grande parte das nossas dores, por vezes, elas estão no campo da existência atual, porque a gente ainda não tem condições de reparar a extensão dos males anteriores. A gente vai lidando com a vida, com os propósitos assumidos, porque olhar para essa história espiritual ainda pede maturidade. Não é

ainda não tem condições de reparar a extensão dos males anteriores. A gente vai lidando com a vida, com os propósitos assumidos, porque olhar para essa história espiritual ainda pede maturidade. Não é simplesmente falar assim: "Vou visitar o passado. Se a gente tá no nosso melhor momento agora, imagina que que foi para trás, hein? Eh, eu tava aqui refletindo na fala que o Gustavo tava fazendo, lembrando de uma questão de O livro dos Espíritos, que é a primeira delas que abre a terceira parte da obra, a parte referente às leis morais. Ali Allan Kardec pergunta: "O que é a lei de Deus? O que que é a lei divina? E os espíritos respondem: "A lei de Deus ou a lei divina é a única verdadeira para a felicidade do homem?" Então, se é a única verdadeira, é porque ela é a única verdadeira. Eu posso ter outras que tentam colocar o homem no caminho da felicidade, mas são todas falsas. A única verdadeira para a felicidade do homem é a lei divina. Ele diz, ela indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer. E aqui entra uma questão bastante interessante. Diz o finalzinho da resposta. E o ser humano só é infeliz quando o ser humano, Jusara, quando ele dela se afasta. Então, na hora que você tem o crescimento do espírito e o espírito na sua encarnação ou fora dela, ele se afasta da lei de Deus, ele se torna infeliz. E aqui tem um ponto importantíssimo, que é nós separarmos sofrimento de infelicidade. Porque ele não disse o homem só sofre quando dela se afasta. Ele diz: "O homem só se torna infeliz quando dela se afasta". Então, se o ser humano só é infeliz quando dela se afasta, é porque, na verdade, a gente pode experimentar sofrimento mesmo da na presença eh da lei divina. E isso é bastante razoável, porque na hora do parto, quando a criança é retirada, dói, né? Você puxar aquele ar e vai abrindo os alvéulos. Meu Deus! Vai estalando tudo e você vai puxando oxigênio pela primeira vez para fazer a primeira hematose. Ah, e a criança chora. Dói, né? Dói nascer os dentinhos dói. Uma sa de

i abrindo os alvéulos. Meu Deus! Vai estalando tudo e você vai puxando oxigênio pela primeira vez para fazer a primeira hematose. Ah, e a criança chora. Dói, né? Dói nascer os dentinhos dói. Uma sa de coisas que dói, mas faz parte da circunstância da vida orgânica. Ou seja, sofrimento é uma coisa, parto dói, eu acho. Então, oi. A dor da semente é o parto da vida. A dor da semente é o parto da vida. Então, quando a gente vê isso, nós estamos falando de sofrimento, mas nós não estamos falando de infelicidade. A infelicidade é uma outra questão. Então, quando a gente trabalha a causa das aflições, a gente tem que ter em mente essas duas dimensões. o aspecto do sofrimento que é inerente à própria natureza das nossas condições espirituais e a infelicidade que decorre da interpretação que o indivíduo faz sobre aquilo que ele atravessa. Jana deângeles, trabalhando essa questão na obra Plenitude, o Hércules conhece bem, eh apresenta ali o conceito de que existe o sofrimento e existe o sofrimento do sofrimento. O sofrimento do sofrimento é o dom de sofrer porque sofro. Ai de mim, coitadinho, porque sofro. Então isso é o sofrimento do sofrimento. E o sofrimento do sofrimento só existe no ser humano, porque só o ser humano interpreta moralmente o sofrimento que atravessa. O animal passa por sofrimento, mas ele não tem o sofrimento do sofrimento, porque ele não tem consciência das coisas. Isso nos leva a perceber que na longa estrada de construção das nossas percepções espirituais, os fenômenos de desenvolvimento da criatura na condição de prova, expiação e missão estão consignados apenas para a condição do espírito na já alcançada a condição ominal. Se eu tenho o princípio espiritual ainda antes da condição humana, não existe, na visão da doutrina espírita expiação. Vai. Ah, então não tem sofrimento, tem, mas não tem infelicidade. Ou seja, ah, mas o cachorro tem câncer, então ele tem sofrimento, mas ele não tem sofrimento do sofrimento. Ah, mas o cachorro foi atropelado, coitadinho,

em sofrimento, tem, mas não tem infelicidade. Ou seja, ah, mas o cachorro tem câncer, então ele tem sofrimento, mas ele não tem sofrimento do sofrimento. Ah, mas o cachorro foi atropelado, coitadinho, ficou machucado, ficou andando puxando da perna. sofrimento, mas não tem sofrimento do sofrimento. Momento em que a gente começa a experimentar as reflexões humanas sobre o próprio sofrimento, elas decorrem da condição ominal em que nós estamos, que é onde se insere os aspectos expiatórios. É onde o sofrimento pode ser um elemento educador do indivíduo de maneira moral. Antes do homem, o sofrimento é um educador físico. Eu preciso correr do predador, porque se ele me pegar, me morde, dói. Então é uma educação física. Quando chega no aspecto hominal, a educação ela é tanto física como é também no aspecto moral. E o que nós temos hoje na nossa sociedade é uma profusão de sofrimentos que já são decorrentes da análise que o homem faz sobre sua própria dor. Então, nós temos ali uma circunstância que é o sofrimento do sofrimento que promove em nós a necessidade de que a gente interprete tudo isso para que tenha uma uma lição para isso, né, Gustavo? que a gente consiga aproveitar essas lições para que haja um fruto positivo desse fenômeno que nós atravessamos de eh termos determinadas experiências que são amargas para nós e que de repente podem ter algum proveito para a nossa existência, não é isso? Eh, uma vez eu vi uma pessoa falando assim: "Se você destruir a casa de um João de Barro, sabe o que que ele vai fazer? Outra. Você não vai ver um João de Barro chorando? Ah, destruíram a minha casa, eu não sei o que eu vou fazer agora. Não, não, não. Ele chegou, não tem. Ele faz outra. Se você fizer isso com o ser humano, a primeira pergunta que ele vai fazer é: Quem que fez isso? Quem que fez isso comigo? Isso não deve nos levar a um raciocínio de assim: "Ah, então eu tenho que ser igual o João de Barro". Não, gente, o João de Barro tá atrás do processo evolutivo, ele tá atrás. Porque se a

isso comigo? Isso não deve nos levar a um raciocínio de assim: "Ah, então eu tenho que ser igual o João de Barro". Não, gente, o João de Barro tá atrás do processo evolutivo, ele tá atrás. Porque se a gente se a gente fosse medir assim e grau de revolta com o desenvolvimento da inteligência, seria um gráfico assim, ó. Quanto menos inteligente é uma parábola voltada para baixo. Menos inteligente, menos revolta, mas também não pensa. Aí começa a pensar, começa a raciocinar, vai aumentando o grau de revolta. Aí tá pensando e raciocinando, aí ele começa a entender, aí vai diminuindo o grau de revolta até chegar na na consciência plena, que é a inteligência máxima, sem revolta nenhuma, que ele já compreendeu. Estou dizendo isso porque então a ideia não é ficar aqui, se a gente vai passar por esse gráfico naturalmente, se a gente vai ter os momentos em que a gente vai se questionar, falar assim: "Por que comigo? Por que a minha casa? Por que o meu filho? Por que o por que o meu? Daí nasce uma noção de de injustiça, que é muito natural, porque eh como a gente esquece o passado, a gente só vê a colheita. E quando tá vendo a colheita, aí dá uma noção de injustiça. Aí a gente continua avançando e começa a compreender os diversos parâmetros. Estou dizendo isso porque isso queará trouxe do sofrimento pelo do do o sofrimento do sofrimento, né? É o sofrer em decorrência do sofrer. Cad vai abordar isso de uma maneira muito muito precisa e muito sensata na obra céu e inferno, no Código Penal da Vida Futura. Quando aí aqui acho que Kardec já faz uma outra distinção, porque o Elará falou sofrimento e infelicidade e às vezes a gente pode ver dor e sofrimento, que aí o sofrimento ali seria a infelicidade, né, que os espíritos trouxeram na questão. Porque Kardec vai dizer assim que a felicidade da criatura depende do grau de perfeição que ela já adquiriu. E o grau de sofrimento ou de infelicidade, né, pra gente ficar no no mesmo na mesma terminologia. E o grau de infelicidade depende do nível de

riatura depende do grau de perfeição que ela já adquiriu. E o grau de sofrimento ou de infelicidade, né, pra gente ficar no no mesmo na mesma terminologia. E o grau de infelicidade depende do nível de imperfeição. E por que que isso é importante? que aí Kardec primeiro que ele remonta as causas reais da infelicidade e segundo porque ele faz uma distinção muito importante, que é a distinção que o Ela tava fazendo aqui entre sofrimento e infelicidade, de forma que você pode ter um sem ter o outro, né? Paulo de Tarso, você pode ter um sem ter o outro. E aí ele sublimou aí, né, no momento de maior dor, foi o momento que ele conseguiu conectar, né? Você pode ter, vou usar a terminologia que ela já usou, você pode ter sofrimento sem infelicidade, que é o caso Jesus na cruz tá doendo, mas não tá infeliz. Você pode ter sofrimento sem infelicidade, você pode ter sofrimento e infelicidade, que é o mais comum. A pessoa, ela tá sofrendo e por causa do sofrimento ela fica infeliz. Só que quando Kardec fala que a infelicidade decorre da imperfeição, aí ele cria para nós uma nova possibilidade que é não tem sofrimento, mas tem infelicidade. Aí você olha pra pessoa e fala assim: "Mas você tem tudo? Por que que você é infeliz? E ela não sabe explicar. Kardec diria: "Porque ela é imperfeita". Isso é muito relevante, muito relevante, porque então a gente começa a entrar na nas num entendimento mais maduro sobre a infelicidade que sente, sobre a infelicidade que sente. E quando há essa distinção entre sofrimento e infelicidade, aí a gente começa a perceber que sofrimento não é causa de infelicidade, ele é efeito. Muitas vezes o sofrimento vem não para me tornar infeliz, mas para me mostrar que eu já era infeliz antes e não tava sabendo. Então, por exemplo, por exemplo, vão pegar uma uma causa de infelicidade que se chama ciúme. Sim, eu sei que talvez vai ser um esforço muito grande pra gente conseguir entender o que seja, mas vamos pensar o ciúme. O ciúme é uma causa de infelicidade. Por

a de infelicidade que se chama ciúme. Sim, eu sei que talvez vai ser um esforço muito grande pra gente conseguir entender o que seja, mas vamos pensar o ciúme. O ciúme é uma causa de infelicidade. Por quê? que ele decorre de uma imperfeição. Aí, que que Deus faz para tratar o ciúme da pessoa? coloca ela com a pessoa, um outro que é da liberdade, que gosta da liberdade. E o maior sofrimento do ciumento é ter uma pessoa livre perto dela. E o e o ciumento ele sofre por coisas irreais. Então, alguém poderia estar aqui hoje num momento tranquilo, ouvindo de evangelho, e o companheiro ou companheira tá em casa preocupadíssimo assim: "Nossa, onde é que será que ele foi? Será que ele foi onde ele tava falando mesmo? Será que ele vai voltar a hora que ele falou que ia voltar? Tá lá sofrendo e o outro tá aqui no evento espírita e o seu mento tá lá sofrendo." Por que que eu tô dizendo isso? Porque então a gente começa a perceber que é quando algo vem na minha vida e me vou dizer assim, me torna infeliz. Na verdade ele não me tornou infeliz, ele mostrou que eu já era infeliz antes. Eu só não sabia. E aí essa, esse sofrimento agora, ele me desperta para algo que eu preciso trabalhar dentro. Existe uma imperfeição moral, existe um um uma questão íntima precisa ser trabalhada, porque se o que tá de fora tá determinando o que eu tô sentindo dentro, então na verdade já existia a questão interior, ela só não estava sendo vista. E aí o que é que a gente pode perceber desse processo de sofrimento? Vamos que a gente tá discutindo quando a gente se aproxima dentro do lar que a gente vê as dificuldades da convivência doméstica. Víor, eu não entregou o microfone não, né? Eh, talvez, né? Eu fico imaginando, muitos de nós aqui devemos ter tirado carteira. E quando a gente vai tirar carteira, pelo menos em Minas Gerais, tem um negócio chamado direção defensiva. Todo mundo sabe o que que é direção defensiva? É, os instrutores ensinam que a gente deve dirigir não só pela gente, mas também pelos outros. Porque tem gente

tem um negócio chamado direção defensiva. Todo mundo sabe o que que é direção defensiva? É, os instrutores ensinam que a gente deve dirigir não só pela gente, mas também pelos outros. Porque tem gente que dirige bem e tem gente que dirige bem mal. E relacionar-se é estar em trânsito. E tem gente que avança sempre quando tem pare. Então, lidar com a dor, né, com as dificuldades no campo familiar, a gente poderia explorar variadas facetas, porque às vezes uma mãe, um pai tá ali sentindo uma aflição íntima. por causa da dificuldade de um filho ou de uma filha. E aí nessas horas é complicado, porque que você pode fazer se não oferecer presença, mas lidar com essas dores que assolam, né? Imaginemos enfermidade, quão complicado por vezes não é. Só que existe também o gênero das nossas aflições que dizem respeito à nossa má condução nos relacionamentos. E pelo amor de Deus, né? Tem acidente de trânsito emocional que é absurdo, porque às vezes demora muito tempo pra gente conseguir restaurar-se interiormente. Kardec vai dizer, né, que a cada imperfeição há um sofrimento e por isso mesmo a gente vai experimentando no campo da própria vida. Às vezes esses resquícios. Às vezes a gente convive com alguém que tem umas manias, tem um jeito meio complicado e a gente fica bravo pro outro mudar. Só que há um detalhe educativo e pedagógico da vida, é que aqueles que vão descuidando-se e vão assumindo posturas muitas vezes tão complicadas, eles próprio em si mesmos vão construindo uma situação desagradável que o que você poderia, né, chamar a atenção de fora é reduzido perto às vezes do quanto a própria intimidade desse coração já grita. A gente sabe que às vezes há determinadas dificuldades que são mais expressivas, né? Tem aquela historinha que o Aruto contou do cachorro que tava no posto eh chorando e chorando e uma pessoa passa para abastecer e pergunta ao frentista: "Por que que ele tá desse jeito?" Às vezes há determinadas dificuldades, tô me ouvindo duas vezes aqui que são mais expressivas.

o e chorando e uma pessoa passa para abastecer e pergunta ao frentista: "Por que que ele tá desse jeito?" Às vezes há determinadas dificuldades, tô me ouvindo duas vezes aqui que são mais expressivas. É bom para eu me escutar. melhor ainda, né? E aí o frentista diz assim: "É porque tá doendo o suficiente para ele chorar, mas não o suficiente para ele melhorar". Ele tava em cima de um preguinho, né? Então ali existia força para perceber o desconforto, mas não força para entender a necessidade de transformação. Então lidar nesse plano familiar é como estar no trânsito. E a gente vai sendo convidado muitas vezes a observar a direção defensiva, que é um dos desafios, né, supremos dessa convivência no plano da transição planetária. Esse plano familiar é como estar no trânsito e a gente vai convidado muitas vezes a observar, aproveitar para fazer aqui algumas observações que são muito importantes, porque a gente não pode deixar oportunidades como essa serem desperdiçadas. Nós temos, na verdade, dentro da existência humana eh sofrimentos em várias áreas, né? Nós temos sofrimentos na área física, corpo, sofrimentos no campo afetivo. Nós temos sofrimento no campo social, da sociedade em que a gente vive, do ambiente em que a gente se movimenta. E temos eh sofrimentos no aspecto econômico. São sofrimentos também que existem. Então, se a gente pegar a primeira letra de cada um, dá o quê? físico, afetivo, social econômico. Hã, é só uma fase. Realmente isso é só uma fase, gente, porque a existência ela vai passar. Então, por mais que os dramas do corpo sejam difíceis, é só uma fase. Que as dificuldades afetivas sejam complicadas, é só uma fase. Que os nossos dramas sociais, a encarnação onde nós estamos seja complicado. Só uma fase. E economicamente também é só uma fase. Nós não iremos viver isso de maneira eh e eterna, nem da forma imortal, porque nós temos somos espíritos imortais, a existência curta. Então, a leitura nossa a partir do ponto de vista, o enxergar a partir dessa

mos viver isso de maneira eh e eterna, nem da forma imortal, porque nós temos somos espíritos imortais, a existência curta. Então, a leitura nossa a partir do ponto de vista, o enxergar a partir dessa leitura, muda completamente o cenário e das nossas existências. E dentro dessa visão, eh, a doutrina espírita, ela ela nos oferece, precisar sua ajuda, ela nos oferece, botar quatro aí, eh, fala para nós, existem quatro naturezas de laços familiares. Quatro naturezas. Primeiro tipo de laço que a gente tem são os laços de afeto do passado, os nossos amores do ontem que renascem perto de nós. Aquelas criaturas que quando a gente chega em casa, que a gente se debruça no berço, a gente só falta chorar só de ver. Quando fala do telefone, oh, fala com a vovó, meu filho, né? Então aí aquela emoção, aquela aquela coisa que parece que o coração tá saindo pela boca, aquele prazer na convivência, aquela cumplicidade. E esse primeiro tipo de laço, são os laços de afeto dessa forma, eles são laços nascidos do ontem. Eu conheci alguém no ontem, criamos afinidade muito profunda e agora a gente renasce dentro do mesmo lar para uma complementação afetiva. E a gente fica às vezes, mas para que que nasce com uma pessoa que a gente já gosta tanto? Por quê? Porque a gente precisa ter também fôlego. Porque se a gente só tiver dramas na vida, a gente não dá conta. Então eu não dá, não aguenta. Então você precisa ter suporte, amparo, você precisa ter arrimo espiritual para que você vai fazer. Então o primeiro grupo desses quatro, quatro que a gente tem são esses espíritos que são grandes cúmplices nossos. Aí nós temos um segundo grupo que também é laço de afeto. Esse primeiro é laço de afeto. O segundo também é laço de afeto, mas eles têm uma natureza espiritual diferente. Os primeiros são meus cúmplices do ontem. Nossa, era muito bom. Nós tínhamos uma uma relação de afinidade e hoje é um prazer a convivência. O segundo grupo é formado de almas que a gente ama, mas eles são muito frágeis. Como eles são frágeis. Eu os amo

muito bom. Nós tínhamos uma uma relação de afinidade e hoje é um prazer a convivência. O segundo grupo é formado de almas que a gente ama, mas eles são muito frágeis. Como eles são frágeis. Eu os amo profundamente, mas é aquele filho que você tem que juntar. Vamos embora. Vamos de novo. E você tenta. E e não é dizer que você não gosta da conv, você gosta da conv, você tem prazer. Eu eu junto quantas vezes for necessário, não me canso de fazer, mas fulano não corresponde às minhas expectativas. É uma alma que, embora seja um espírito afim, não parece estar aproveitando efetivamente as oportunidades que a vida está concedendo. No Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13, item 19, nós temos uma um item chamado benefícios pagos com a ingratidão, aonde se trata especificamente disso, de você entrega, o outro não devolve. Você entrega, o outro não devolve. E a vontade que dá, de repente, é desistir. Não desista. A proposta é de não desistência. E lá os espíritos dizem que quando nós desistimos de alguém porque ele não corresponde ao investimento de afeto que a gente faz, nós corremos o risco de desacelerar a evolução do outro, porque ele vai desencarnar e vai dizer: "Sabe por que eu dei errado? por causa da minha mãe. Até minha mãe desistiu de mim. Então ele se esconde atrás da nossa desistência e ele se se coloca de forma confortável sem ter que se mexer. Quando a gente não desiste do outro, e eu não tô dizendo que a gente tem que dizer sim para tudo que ele queira, mas não desistir é não cortar o laço e não dizer a partir de hoje você me esqueça. é você de repente ter até que dar uma dura de aprender a dizer não, a colocar limite nas coisas, mas não rompendo o laço do de afeto que você precisa ter. Você promove no outro a percepção de que o seu amor é incondicional. Então, quando ele desencarnar, que ele disser, eu dei errado, mas ele não pode dizer, foi por causa da minha mãe e do meu pai que desistiu de mim. Então isso de certa forma impulsiona o espírito a procurar corrigir isso e é como fosse

ele disser, eu dei errado, mas ele não pode dizer, foi por causa da minha mãe e do meu pai que desistiu de mim. Então isso de certa forma impulsiona o espírito a procurar corrigir isso e é como fosse uma espécie de mola propulsora do progresso do companheiro. Então não desistir é apostar no progresso daquele que está sobre a nossa convivência. Não necessariamente para que a gente diga assim: "Não é, eu tenho que fazer isso porque é assim que vai". Não é porque essa é uma estratégia para conseguir fazer com que ele caminhe. Desistir do outro vai automaticamente desestimulá-lo a acreditar que o amor seja incondicional. Então, nesse segundo grupo estão colocados todos aqueles a quem amamos. São laços do de afeto do passado, mas que são frágeis. São frágeis. São espíritos com graves dificuldades emocionais, mas que a gente nem por isso deixa de amá-los. Aí nós temos um terceiro grupo. O terceiro grupo dos espíritos é o grupo formado por aqueles que também são do passado, mas eles não são um laço de afeto. O primeiro é o grande amor que reencarnou. O segundo é uma alma que eu amo, mas é frágil. O terceiro não é necessariamente eh um espírito que me odeia. Ele pode ser um espírito que tem mágoa de mim, mas ele é alguém que vem do passado e tem uma história mal resolvida comigo, um ódio, uma violência, uma história que ficou mal acabada e que promove a proximidade desse indivíduo dentro do lar. Às vezes a convivência com eles é muito difícil porque eles não acreditam em nós. Às vezes eles dizem: "Não acredito em você. Você não gosta de mim". É um desafio constante, como se nós em algum momento tivéssemos traído a confiança deles. E hoje, por mais que você faça e diz: "É mentira, eu não gosto de você, não quero contato com você, não quero falar com você. Eu odeio você. Algumas vezes eles até dizem: "Eu odeio você". E como dói no ouvido de uma mãe, de um pai, você ouvir o seu filho dizer: "Eu tenho o ódio de você". E é muito importante que quando essas circunstâncias aconteçam,

es eles até dizem: "Eu odeio você". E como dói no ouvido de uma mãe, de um pai, você ouvir o seu filho dizer: "Eu tenho o ódio de você". E é muito importante que quando essas circunstâncias aconteçam, a gente que tem conhecimento espiritual faça algumas relativizações dessa situação. Primeiro pode ser um processo obsessivo, uma entidade que estimula para dizer porque sabe que vai doer. Segundo, é muito comum naquele que está vivendo o fenômeno da drogadição, ele ter um comportamento que não é o dele. Então, quando você tem um filho que se torna violento, se torna agressivo e que tem envolvimento com drogas, tem que separar dis: "Ese aqui não é meu filho. Esse é meu filho sob o efeito da droga, mas não é o meu filho, porque o meu filho não faz isso comigo." Você ter condição de de separar isso é muito importante para que você consiga administrar essas relações. Existe aquelas outras que decorrem de uma espécie de provocação para saber até onde vai o seu amor. Então ele disse: "Eu não vou fazer para ver o que que você faz. Vai me abandonar? Vai me jogar para fora de casa. Eu que eu fico testando o amor do outro para saber se o outro verdadeiramente me ama. Isso é muito comum em alguém que sofreu abandono na existência. Ele sofreu abandono. E quando alguém diz que vai amá-lo, ele não acredita que alguém vai amá-lo, porque ele tem uma história de abandono. Então, ele te provoca para que você demonstre amor a todo momento. Tem uma poesia do Carlos Dumão de Andrade que não vou dizer que ela seja exatamente isso, mas só para ter a ideia. Ela diz assim: "Quero que tu me digas todos os dias da minha vida que tu me amas". Não, na verdade quero que tu me digas isso a cada 5 minutos. Na verdade, eh, eu quero que tu me digas isso sem parar. Tu tens que dizer que tu me amas, tu me amas, tu me amas, tu me amas, tu me amas, tu me amas sem parar. Porque quando tu dizes que tu me amas, eu me convenço e quando tu me tu calas, me vem a dúvida. Então tu não podes parar de falar que tu me ama. Já pensou?

u me amas, tu me amas, tu me amas sem parar. Porque quando tu dizes que tu me amas, eu me convenço e quando tu me tu calas, me vem a dúvida. Então tu não podes parar de falar que tu me ama. Já pensou? Se ele que tem que andar atrás da pessoa, eu te amo, eu te amo, eu te amo. Na hora que eu paro, será que ainda me ama? Porque não falou? Então, é um é um sofrimento. A poesia não é isso, mas é mais ou menos isso. E muitos de nós sofremos essa carência profunda em que a gente precisa de provas intermináveis de amor para que a gente consiga se convencer que o outro nos ama. E muitos desses companheiros acabam se convertendo em verdugos do lar, agredindo, ofendendo, provocando para medir o quanto de amor se tem. No fundo, no fundo é uma mágoa e eu quero que você me prove que você me ama. E tem aqueles outros que realmente são inimigos do passado, entidades que verdadeiramente são entidades problemáticas, que não precisam nem de um obsessor para promover um processo de ódio, já são assim e que podem pertencer à nossa equipe doméstica. Às vezes entre os irmãos, você pode ter irmãos que se odeiam, chega na hora de uma partilha de bens, vira um inferno na família por conta de um espolho que não vale nenhum tstão. E as pessoas querem se matar por conta de um dinheiro que nem vão levar depois da morte. Tá todo mundo velho já brigando por um dinheiro que não vai ficar, vai perder depois. ninguém ainda vai levar nenhuma moeda. Então, há muitos dramas eh relacionados nesse terceiro tipo de laço, que são os laços dos inimigos do passado. E nós temos um último tipo de laço, que é um tipo de laço que ele vai tendendo a ficar menos frequente à medida que a gente vai eh tendo novas experiências, que são os espíritos novos que sim juntam a nossa família. Nem todos os laços vêm do passado. Eu posso ter na minha família um laço que é do presente, um espírito que se juntou pela natureza das provas no meu ambiente doméstico. Mas esse espírito que se ligou pela natureza das provas, ele entra pela

so ter na minha família um laço que é do presente, um espírito que se juntou pela natureza das provas no meu ambiente doméstico. Mas esse espírito que se ligou pela natureza das provas, ele entra pela natureza das provas, mas ele não sai mais natureza das provas, porque ou ele se tornou um afeto, ou ele se torna um desafeto e se vincula com a nossa história espiritual. A gente ouve muito uma fala de que nós temos uma família espiritual. E o que que é a família espiritual? A família espiritual é a somatória de todos os amores que a gente teve em todas as existências. Som assim os parentes, os amigos, todas as vai juntando, a família espiritual ficando cada vez maior. Então é esse companheiro que entrou pela natureza das provas, ele vai, na verdade, ao término da existência ou ele será alguém afeto que vai compor a minha família espiritual e isso aumenta a probabilidade dele voltar numa próxima existência, como o laço de afeto, ou ele vai virar um laço de desafeto e muito provavelmente ele volta para compor a minha equipe doméstica numa próxima existência. Ou seja, nossas famílias são formadas a partir disso. Quando a gente ouve esse tipo de situação, é muito comum a gente ficar em casa colocando as pessoas na caixinha. Esse é dessa caixa, esse é dessa daqui. E a gente começa a querer analisar as pessoas colocando os indivíduos que a gente convive em caixas separadas, como se isso fosse, na verdade importante para o fenômeno terapêutico do lar. Mas não é importante. Eu vou dizer por quê. Para este que é meu amor do passado e que eu amo profundamente, que sentimento eu preciso dar? Para esse indivíduo, que sentimento precisa entregar para ele para que a gente seja feliz? Que sentimento? Amor. Esse que é frágil, mas que eu amo, que sentimento eu tenho que dar para ele para que ele seja feliz? Amor. Para esse que é um desafeto do ontem, que tá em casa e que eu preciso resolver, o que que eu tenho que dar? amor. E para esse outro que chegou, que eu não sei se ele é do passado ou do presente, mas que ele

sse que é um desafeto do ontem, que tá em casa e que eu preciso resolver, o que que eu tenho que dar? amor. E para esse outro que chegou, que eu não sei se ele é do passado ou do presente, mas que ele pode se tornar um afeto ou um desafeto, o que que eu preciso dar para encurtar o meu caminho de felicidade com ele? Amor. Então, se o remédio é o mesmo, independente da doença, não precisa fazer diagnóstico. Aplica o remédio que vai curar todas as doenças. é um é um vermífogo de largo espectro que você não precisa resolve todas as espécies que tem. Então quando você vive a experiência do lar, não vale a pena fazer regressão de memória para saber que que eu tenho com esse pai, com a mãe, com o irmão, com não sei o quê. Não precisa disso. Se tivesse que saber, o velvado. Se o vel tá descido, é porque é importante que ele fique onde ele está. Não façamos eh o movimento de tentar descobrir o ontem, porque isso pode nos atrapalhar mais do que a gente imagina. Portanto, essas reflexões a gente precisa fazer, não é, Lorena? Essas reflexões a gente precisa fazer para que a gente possa aí pensar durante o intervalo e quando a gente voltar a gente vai falar sobre as soluções para esses dramas, tá bom? Então, para começar, foi uma pergunta direcionada a Elará. Obrigada. Ela trouxe em sua fala que existem tipos de laços no seio familiar e que estão ali para medicá-los com amor. Mas como proceder em relação àquelas pessoas que não estão na nossa família e apesar de não nos terem feito nada nessa existência, ainda sentimos um ressentimento por elas. Nós não podemos afirmar que, embora as pessoas não tenham feito nada por nós e nós sintamos antipatia, que obrigatoriamente esse processo decorre de encarnações anteriores. Existem pessoas que não são da nossa convivência, mas que elas possuem semelhança física com alguém que nos foi antipático e nós podemos promover um processo de transferência para essa pessoa. Então, de repente você teve uma madrasta que foi uma pessoa muito difícil, que ela

lhança física com alguém que nos foi antipático e nós podemos promover um processo de transferência para essa pessoa. Então, de repente você teve uma madrasta que foi uma pessoa muito difícil, que ela foi muito agressiva. Aí tem um cantor na uma cantora que ela parece muito com essa madrasta. Aí você olha para ten uma antipatia para essa mulher. Nunca não sei nem quem é ela, mas é um fenômeno que é o fenômeno de transferência, aonde você pode jogar para outro indivíduo um sentimento que você possui por alguém que aquela pessoa lembra. Então, existe essa circunstância também e existe as circunstâncias do passado. Quando os fenômenos acontecem dessa natureza e eu estou falando de quem não é do lar, né? Uhum. Fora do lar. Fora do lar em que acontece isso, se a gente começar a analisar e perceber que é uma questão de transferência, é muito mais fácil. É só você ressignificar a ideia de que essa pessoa não é a outra e trabalhar isso para que esse sentimento desapareça. Com relação aos às situações em que você esteja vinculado a alguém que seja do seu passado e que há uma antipatia, entre aspas, gratuita com relação a esse indivíduo, vale a pena considerar que a lei de causa e efeito, ela possui os seus instrumentos para realizar esse trabalho de proximidade, se assim for necessário. Nós temos no livro Entre a Terra e o Céu um caso ocorrido entre dois personagens, Mário e Angelina. Eles haviam tido uma relação na encarnação anterior problemática e os mentores estavam trabalhando durante o sono. Desdobrava um, desdobra e colocava os dois para se encontrarem para que eles pudessem eh se acertar, porque eles iriam se encontrar fisicamente mais à frente. Então eles já estavam preparando o terreno para uma possível relação entre esses dois. Aí o filhinho dela fica doente e ela vai levá-la no hospital. Quando ela leva no hospital, os mentores dizem assim: "Olha, a criança tá doente, vão no hospital para assisti-la, porque ela vai levar no médico para ver o que que a gente vai fazer."

la no hospital. Quando ela leva no hospital, os mentores dizem assim: "Olha, a criança tá doente, vão no hospital para assisti-la, porque ela vai levar no médico para ver o que que a gente vai fazer." E os mentor, e o André Luiz vai até o local para ver quando eles chegam lá, quem é que atende a moça no hospital? Qual é o enfermeiro que está de plantão no horário que ela chega com a criança doente? O dito Mário que eles estavam durante a noite desdobrando. Quando o André Luiz dá de cara com o Mário: "Meu Deus, é o cara que a gente tá de noite encontrando com ela, tá aqui." Aí eles voltam e contamor o que tava acontecendo. Disse: "Olha, a gente foi lá e sabe quem tá atendendo ela? É o é o Mário. Aí o benfeitor diz: "Precisamos dias de pressa porque a lei está se encarregando de reuni-los". Ou seja, Deus governa. As suas leis possuem instrumentos para promover os encontros entre as criaturas. felizes de nós se pudermos colaborar nesse processo. Mas Deus prescinde da ação dos homens, dos espíritos, para que faça o trabalho de socorro das criaturas. Não precisa. Então, se de repente eu tenho uma antipatia por alguém que não é da minha família e é uma relação do passado, tenha paz, porque certamente, se for necessário que haja um acerto, a própria lei de causa e efeito com seus íãs naturais vai trazer os indivíduos para mais próximo. O que a gente pode fazer é ir se trabalhando intimamente para retirar isso. Como proposta terapêutica, eu aconselho procurar no YouTube uns vídeos chamados Visualizações terapêuticas com Divaldo Franco, em que ele promove nessas visualizações um exercício para você poder se aproximar emocionalmente de pessoas que você tem dificuldade. Você entra lá no vídeo, você vai ver todos os detalhes de como é que faz. é uma uma mentalização que você realiza e que vai acostumando o nosso coração a encontrar com essa pessoa, ainda que não seja fisicamente. Aí quando encontra fisicamente, o cérebro tá acostumado a ver, não se incomoda mais tanto com a presença daquele que nos parece ser um

ação a encontrar com essa pessoa, ainda que não seja fisicamente. Aí quando encontra fisicamente, o cérebro tá acostumado a ver, não se incomoda mais tanto com a presença daquele que nos parece ser um desafeto. Muito obrigada, Jorge. Outra pergunta, outro pedido, né? Fale um pouco sobre a ansiedade que tem trazido muito sofrimento a muitas pessoas e gratidão pelos jovens que já estão se firmando como o futuro da doutrina espírita. Vamos lá. É só para testar o é distância em si. Eh, convenhamos que a ansiedade pode se configurar como uma energia natural da alma, mas que pode configurar-se também como um quadro patológico. E aí ela vai ter as suas reverberações, né, que precisam ser observadas pelos profissionais da saúde que são responsáveis aí por cuidar seja tanto psicólogos quanto psiquiatras, né? É justo que a gente pondere a importância sempre, né, do ressaltar das contribuições da ciência nesse particular. É, mas pensando na na ansiedade enquanto aflição, que às vezes a gente vive por um momento a pressão de alguma experiência, alguma situação, né, que não se trate aí, né, de um momento eh marcante do ponto de vista assim que transcorra longo tempo, mas pensemos nessas ansiedades que nós estamos sujeitos e que o próprio mestre vai dizer. dizer assim: "Não vos inquieteis pelo dia de amanhã", né? Como a falar desses abalos interiores que a gente sofre, essas pressões que nós estamos sujeitos devido às experiências às vezes afiadoras, né? seja elas sob o nosso controle ou não, a gente pode muitas vezes enfrentar ansiedade. E aí, né, cabe nos às vezes observar algumas coisas, porque uma e a gente tem emoção enquanto resposta às circunstâncias e a gente vai tendo sentimentos que é justamente a construção a partir de uma dada emoção que a gente vai gravando e aquilo vai se tornando mais permanente. Toda, todo o sentimento que vai se estendendo, né, que vai marcando-nos o psiquismo, carece de ser observado para que o não, o desequilíbrio não prolongue, porque é natural, né, termos

ais permanente. Toda, todo o sentimento que vai se estendendo, né, que vai marcando-nos o psiquismo, carece de ser observado para que o não, o desequilíbrio não prolongue, porque é natural, né, termos aí os nossos instantes que a gente se sinta como que oscilando. Às vezes a gente tá bem, de repente, né, a forma com que a gente vai receber uma experiência como que nos impacta. E aí a gente é chamado a fazer esse reajuste interno para diluir essa expressão que também é biológica, é química, visto que o nosso organismo ele tem essa resposta química. Mas compreendamos, né, talvez a importância em muitos instantes, sobretudo esses de tensão, em que a gente se perceba no como que no limear de alguma dificuldade ou já vivendo ela da prece da oração, não sentido de excluir aqui a nossa responsabilidade, agir diante dos determinados fatos. Mas algo que nos acomete quando muitas vezes a gente está desestabilizado é que a gente tende a tomar as piores decisões ou talvez se equivocar de uma maneira imprudente em provas, em experiências que às vezes elas são muito significativas para a construção interior do nosso eh do nosso coração. E é por isso que pensarmos na prece nesse sentido nos faz lembrar de Jesus quando nos recomenda entrarmos para o quarto e ali orarmos em secreto. Mas antes de orarmos, ele recomenda fecharmos a porta. Há instantes necessários em que nós temos que voltarmo-nos mais profundamente para a nossa própria presença e ali construirmos esse ponto de conexão com o mundo espiritual. Porque em verdade aqueles que nos assessoram existências às vezes conseguem observar melhor as circunstâncias e perceber aquilo que de virá, nos oferecendo condições de passarmos pela experiência um pouco mais preparados. E aí essa ansiedade que às vezes, né, caminhava para um ponto de insegurança, de medo, ela vai sendo trabalhada de modo que a gente se sinta um pouco mais seguro para enfrentar determinadas experiências que dizem respeito, né, à nossa existência, as lições de modo geral. Isso tendo como

ela vai sendo trabalhada de modo que a gente se sinta um pouco mais seguro para enfrentar determinadas experiências que dizem respeito, né, à nossa existência, as lições de modo geral. Isso tendo como base essas experiências em que a ansiedade ela surge ali, né, como que natural pelas aflições, né, premeditadas. Pensando nesse caso, eu peço desculpas porque eu tenho dificuldade de responder perguntas por não saber o contexto geral. Aí é sempre um tiro no escuro, mas que a gente procura fazer com o mínimo de discernimento possível para falar menos bobeira possível. Eu queria dar só uma contribuição nessa resposta que é o seguinte. Eh, todos nós somos ansiosos, tá? Todo mundo tem ansiedade. Vai fazer uma entrevista de emprego, você fica ansioso. Vai fazer o vestibular, fica ansioso. Vai fazer uma viagem importante, fica ansioso. É normal. Nós temos que nos preocupar quando a ansiedade se torna patológica. E quando é que ela se torna patológica? Quando eu não consigo sair do estágio de ansiedade, eu tô sempre ansioso. Eu não tô ansioso por uma coisa, eu tô por conta da outra. O ônibus está para chegar, outro já tô ansioso. Está para sair. Então, se você não sai do estado de ansiedade, aí ela se tornou doença. Mas viver episódios de ansiedade não é doença, é até saudável. Mostra que você não é um robô. Então, ter ansiedade não chega a ser crítico. O problema quando esse estado ele se torna praticamente permanente em nós. O que fazer? Bom, ansiedade é excesso de amanhã, estresse é o excesso de hoje e depressão é o excesso de ontem. Então, quando tem muito ontem, dá depressão, quando tem muito hoje, dá estresse, quando tem muito amanhã da ansiedade. O que que a gente precisa fazer? Se a gente tem a ansiedade, começar a se trabalhar, a se organizar emocionalmente, reduzir a agenda, que ajuda, eh fazer com que a gente tenha uma vida menos estressante. Existe uma série de técnicas de meditação, eh, taxiuan, xiats, já viram o xiatso que o pessoal faz assim com aquela mão devagarinho e

ajuda, eh fazer com que a gente tenha uma vida menos estressante. Existe uma série de técnicas de meditação, eh, taxiuan, xiats, já viram o xiatso que o pessoal faz assim com aquela mão devagarinho e quem tá vendo ficar louco, pode empurrar logo a mão. Mas é exatamente isso. É ansiedade que quer que você faça o movimento de uma vez e ali é para tirar ansiedade. Então, tentar esses mecanismos sozinho. Se não der, um terapeuta que alguém vai conversar com você para tentar digerir a ansiedade, se for preciso, utilizar o médico que possa oferecer o medicamento para reduzir os casos de ansiedade mais graves. e sempre, sempre, sempre associar a tudo isso a terapêutica espiritual, que é o conhecimento da existência das leis de Deus e da presença de Deus em nós. Quanto mais eu tenho certeza de que Deus está no controle de todas as coisas, menos chance de ser ansioso eu tenho. Não vou dizer que é uma certeza de que eu não serei, mas a certeza de que Deus está no comando de tudo tem a grande possibilidade de nos asserenar por dentro. Então, aumentar a fé é o grande instrumento para reduzir a ansiedade, que atualmente é o maior de todos os males que a nossa humanidade tá experimentando, que já até ultrapassou a depressão. Obrigada, Jorge. Existe um fardo coletivo, preconceitos e discriminações de vários grupos de indivíduos que parece não ter fim. Como buscar atualmente uma solução diante do primado da matéria? Diante do quê? Perdão, do primado da matéria. Eh, eu acredito que aqui a gente tenha que ter um uma certa cautela pra gente não tomar sobre nós um fardo que não é nosso. Quero dizer assim, ó. Há uma mensagem Humberto Campos chamado Ante o Grande Renovador. Ante o Grande Renovador é a mensagem que abre o livro Luz Acima, que para mim, eu não sei, acho que não é um livro muito conhecido, então para mim tá assim, ó, Boa Nova e Luz Acima. Então, no mesmo nível. E Humberto Campos abre a mensagem falando isso ante o grande renovador. É uma prece. E ali ele vai eh ele vai conduzindo a gente a perceber

im tá assim, ó, Boa Nova e Luz Acima. Então, no mesmo nível. E Humberto Campos abre a mensagem falando isso ante o grande renovador. É uma prece. E ali ele vai eh ele vai conduzindo a gente a perceber como Jesus enfrentou os grandes problemas da época dele. Porque se o preconceito é o grande problema da nossa época, isso significa um certo despertamento, porque o preconceito ele não começou agora, né? Ele sempre houve, mas antes era até lei, né? Então, se o nosso grande problema é o preconceito e e eu concordo, né, ele tá aí num num dos dos grandes problemas e desafios da sociedade. Pensemos em como Jesus enfrentou, como Jesus enfrentou os problemas da época dele. E aí Humberto Campos fala várias coisas, como ele enfrentou o Império Romano, como ele enfrentou o farisaísmo. E em todas essas maneiras de Jesus, que é o grande renovador, ou seja, é o renovador por excelência, há um padrão. Em nenhuma passagem do evangelho, nós vamos ver Jesus falando assim: "Pessoal, agora nós temos que organizar um grupo para acabar com os imperadores romanos". Não teve. Agora nós temos que fazer um grupo para acabar com os fariseus, porque eles estão eles estão deturpando a mensagem. Foi foi milênios trabalhando para essa mensagem chegar e agora eles estão deturpando tudo. Vamos acabar com os fariseus. Isso não vai ter porque até mais cedo a gente comentava, né? É a diferença do pecado com o pecador. Então, eh, como agir perante uma sociedade com níveis de preconceitos ainda elevados? Do jeito que Jesus agiu. E como Jesus agiu? Emanuel fala assim: "Age com o malfeitor com a mesma prudência do médico no trato com o doente. O médico ele elimina a doença, não o doente. Porque eliminar o doente não soluciona. Porque se solucionasse já não era pra gente ter criminosos, porque até até pouco tempo atrás a pena de morte estava em vigor. E matar nunca foi motivo ou risco de morrer nunca foi motivo para que alguém não fizesse algo. Pode ser para alguns, mas não para todos. Então, o matar, até porque em doutrina espírita isso não

vigor. E matar nunca foi motivo ou risco de morrer nunca foi motivo para que alguém não fizesse algo. Pode ser para alguns, mas não para todos. Então, o matar, até porque em doutrina espírita isso não faz nem sentido. Então, atua com a prudência do médico que ampara o doente e elimina a doença. Ou seja, e aí a gente poderia pensar em várias maneiras. Se alguém é preconceituoso e eu tô lidando com ele, eu posso não ser preconceituoso na frente dele. Porque às vezes ele é preconceituoso porque ele não conhece outra maneira de ser. E eles fala assim: "Ah, mas o exemplo, o exemplo leva muito tempo." Mas a questão é que o que o exemplo não faz, tão pouco a força poderá fazer. no sentido de que por mais que você imponha comportamento, você não transformou o coração. Então, para Deus é como se nada tivesse acontecido. Porque os espíritos dizem assim: "A intenção é tudo". Então, se nós queremos uma renovação integral do ser, a gente precisa tocar ele na fonte, a fonte ao coração, de modo que a gente vai lidando na sociedade, promovendo o bem e não atacando o mal. Não é atacando o mal que a gente vence o mal. A gente vence o mal promovendo o bem. E aí? Ah, é, eu vou ler Rata, lembrando aqui uma mensagem de Emanuel, capítulo 144, caminho, verdade e vida. Que temos com Cristo? Aí, Emana começa mensagem assim: "Grande erro supor que o divino mestre houvesse terminado o serviço ativo no calvário. Jesus continua caminhando em todas as direções do globo. Seu evangelho redentor vai triunfando palmo a palmo no terreno dos corações, mostrando a ação lenta, mas incessante. E ela é lenta porque ela constrói só uma vez. a gente é que fica refazendo infinitas vezes, né? Mas aí a questão é que quando a gente pensa na transformação do ser, a gente tem que cuidar da fonte. Não adianta eu impor atitudes ou palavras, porque isso não é renovação, isso é isso é mudança de comportamento, mas não não faz. Então, é a gente promover o bem, é a gente fortalecer o bem, porque é assim que a gente vai

atitudes ou palavras, porque isso não é renovação, isso é isso é mudança de comportamento, mas não não faz. Então, é a gente promover o bem, é a gente fortalecer o bem, porque é assim que a gente vai pouco a pouco eliminando o mal, não pela guerra, mas pela promoção do bem. Por isso aí quero encerrar com uma frase que eu ouvi certa vez, eh, tava numa reunião mediúnica, o espírito diz assim: "O bem não vai vencer o mal". Porque o mal não é para ser vencido, o mal é para ser convencido. É diferente. É diferente. O vencer aqui é porque ele dizia muito da guerra. O o embate não é assim. Não é o vencido e o vencedor, não. São os dois transformados, porque esse é o esse é o propósito, né? E aí pode ser do pior criminoso do mundo até eu que acho que sou um homem de bem, eu só não fui descoberto ainda, né? Como o Emanuel falou, só não fui descoberto ainda. Muito obrigada. Dá tempo de mais uma pergunta? Eh, a espiritualidade pode nos influenciar a manter um relacionamento com uma pessoa com a qual tivemos faltas em vidas passadas. por questões de resgate. Quando a gente utiliza esse termo espiritualidade, nós não estamos falando dos espíritos benfeitores. Nós estamos falando, quando falamos espiritualidade, toda a largueza que a gente tem, desde os espíritos mais sublimados até as entidades mais complicadas, porque a espiritualidade. Mas vamos entender que a pergunta era: os espíritos bons, os benfeitores podem fazer, vamos reescrever dizendo que a pergunta nos interroga se os benfeitores estariam interessados nisso. De certa maneira, sim, quando o planejamento é desenhado no mundo espiritual para o reencontro das almas que precisam se acertar, é muito importante que a gente entenda que esse acerto não é o acerto de um com o outro, é de cada um consigo mesmo. Porque como diz André Luiz, ninguém deve para ninguém. Nós devemos é para a lei e para nós mesmos. Então, quando eu entro entro num relacionamento com outra pessoa, não é para que eu pague pro outro, que ninguém paga só para pagar

nguém deve para ninguém. Nós devemos é para a lei e para nós mesmos. Então, quando eu entro entro num relacionamento com outra pessoa, não é para que eu pague pro outro, que ninguém paga só para pagar pro outro tem que trazer o carnê junto para pagar. Eu vou me resolver diante da lei e o outro vai se resolver diante da lei. Como existe padrão semelhante, eles estão juntos, mas é que cada um vai se resolver dentro das suas condições. E aí pode sim existir uma um planejamento, isso acontece com razoável frequência. em que espíritos que possuem conflitos entre si e t um padrão assemelhado são programados para se reencontrarem no aqui no palco da vida para retornarem uma relação que se inicia pela simpatia que se estabelece entre eles. Eles são tem mágoas, mas eles têm simpatia e eles se atraem quando é casamento. Eu entendi que era casamento aí, né? Não, Lorena. E entendi isso. Casamento, né? É uma É cria. Por quê? Porque debaixo da da mágoa sempre tem amor. Toda mágoa sempre tem amor embaixo. Quando reencarna, aquela atração acaba fazendo com que a gente se vincule a alguém que nos magoou até no passado. Pode acontecer, mas isso não significa dizer que na visão da doutrina espírita os relacionamentos são indissolúveis. O fato de haver uma programação espiritual para que a gente reencontre alguém para tentar resolver um conflito do ontem não determina que a gente vai ter que viver com essa pessoa, independente daquilo que aconteça até o final da nossa existência. Existe um planejamento, mas a execução desse plano pode não se dar conforme o desejado. Se de repente no caminhar dessa relação houver um processo de violência, de agressão, de machucamento muito profundo, não está descartada a possibilidade de eh de dissolução desse relacionamento que existe. E para a doutrina espírita não existe essa ideia de, ah, você tinha que viver 40 anos com ele, né? Aí se parou, ficou faltando 10. Então agora vai voltar para viver os 10 que faltou. Porque Deus não tem relógio. Relógio

spírita não existe essa ideia de, ah, você tinha que viver 40 anos com ele, né? Aí se parou, ficou faltando 10. Então agora vai voltar para viver os 10 que faltou. Porque Deus não tem relógio. Relógio dele não tem ponteiro para est marcando 10 anos. O que importa é tempo emocional. E a gente não precisa obrigatoriamente retornar com as pessoas na mesma condição de cônjuge. Porque tem pessoas que dizem assim: "Meu Deus, eu não vou separar dele, porque se eu separar, vou voltar de novo casada com ele. Então é melhor eu suportar agora para me ver logo livre de uma vez." Não, pera aí, não é isso. O reencontro pode ser na condição de mãe e filho, de irmãos, até de marido mesmo, mas esse não é uma obrigatoriedade. Só que o desenho que a doutrina espírita nos coloca, a gente vai encontrar no livro Encontro Marcado, informações importantes sobre isso, quando Emânuel nos assevera que o relacionamento conjugal, ele não tem a previsão espiritual de separação, ou seja, ninguém planejou, olha, tu vai viver 20 anos, depois vai ter uma briga bem aqui, você vão separar. Os os casamentos são planejados, mas as separações não. O que não quer dizer que isso significa dizer que a gente perdeu a encarnação. Emanuel diz o seguinte no livro Encontro Marcado, as separações conjugais, elas são sempre lamentáveis, embora às vezes justas. Então, por que que ela é sempre lamentável? Porque ela sempre decorre de uma coisa que deu errado, de um, alguém falhou nessa condução, porque o ideal é que a gente não sofresse isso, porque quando há uma separação, há sempre desgaste, né? No modelo daquela, vocês não conhecem, são muito novas, mas na minha época tinha uma música assim, o cravo brigou com a rosa debaixo de uma sacada, né? O cravo saiu ferido e a rosa não saiu inteira. Ela saiu toda despetalada, despedaçada, como ela queira. Inteira ela não saiu. Então, na hora que você separa existem machucamentos de parte a parte, então ideal que elas não acontecesse. Então, elas são sempre lamentáveis, embora às vezes elas sejam justas. E

eira ela não saiu. Então, na hora que você separa existem machucamentos de parte a parte, então ideal que elas não acontecesse. Então, elas são sempre lamentáveis, embora às vezes elas sejam justas. E quando é que elas vão se apresentar como justas? a gente vai ter que pegar o livro Na era do espírito, escrito por Hermínio eh eh Herculano Pires e e Emmanuel, aonde ele trabalha numa das mensagens a seguinte informação: "Ninguém pode aceitar a criminalidade em nome do amor." Então, quando a gente esbarrou num num fenômeno que já é um fenômeno que já passou do limite do razoável, a gente tem que considerar a necessidade até da integridade física das pessoas. Existem muitos casais que vivem até melhor separado do que junto, mas é sempre lamentável. E aí de manhã tava comentando do livro da esperança, capítulo 78, 76, uniões de prova, em que ele diz que antes de sair, esforce-se para fazer tudo que puder para salvar a relação. É muito mais saudável reconquistar aquilo que eu já tenho do que sair ao encontro de alguém que eu nem conheço. Eu não quero estar com essa pessoa porque ela tem o defeito A, B e C. Não quero. Aí larga, aí casa com outro que pronto, não tem A, B e C, mas tem de D a Z tudinho. Então, mais razoável que a gente procure na medida do possível o resgate das relações. E para resgatar uma relação, a gente tem que desenvolver novamente a cumplicidade, a admiração, o companheirismo, a partilha conjunta para que a gente restaure relacionamentos às vezes que parecem fadados ao insucesso e a separação, podem ser restaurados, porque às vezes a gente tá magoado com o outro e acha que o outro não quer e o outro tá louco para restaurar a relação também. Então, quem sabe mais faz o primeiro movimento. A gente faz movimento de aproximação. E assim, só para terminar, porque o nosso tempo já estourou, mas eu queria só deixar aqui uma uma reflexão. Quando a gente tiver relacionamentos com bastante desgaste, faça duas análises. Análise número um. Eu já fiz tudo que eu poderia fazer para

já estourou, mas eu queria só deixar aqui uma uma reflexão. Quando a gente tiver relacionamentos com bastante desgaste, faça duas análises. Análise número um. Eu já fiz tudo que eu poderia fazer para salvar. Se não fez, faça para que a consciência não acuse. E segundo, analise assim: Eu gostaria de envelhecer ao lado dessa pessoa? Se a resposta for sim, invista na relação, porque parceiros perfeitos não, nós não somos, o perfeito, não existe também. Então, a gente tem que começar a desenvolver o dom de aceitar o outro do jeito que o outro é e dizer do fundo do nosso coração: "Você não precisa ser perfeito para merecer o meu amor." Sei que tem defeito, mas eu amas lá. Pode ser que de repente no curso da história, esses próprios mentores possam dizer: "Melhor que a gente não continue com essa relação pelo nível de desgaste". Mas lembrando sempre, já fiz tudo para que ela não tenha conflitos depois de consciência. Entreguei tudo que eu podia. É isso que eu quero. E aí aqueles três conceitos que eu disse de manhã, primeiro, não enlouqueça na noite, não guarde ódio do companheiro e não envenene seus filhos. estratégias importantes para que a gente faça uma nova história e não fique olhando só para trás. Como diz Emanuel no livro Ceifa de Luz, capítulo 45, o passado é como espelho retrovisor. Quem dirige olhando pro retrovisor bate. O passado é só para se orientar, igual o espelho retrovisor, mas o olho tem que tá olhando nos carros que vão pra frente. Excesso de passado destrói o futuro. Que maravilha. Mas como nós já chegamos às 17 horas, estamos nos encaminhando para o encerramento e a gente franqueia a palavra para os nossos facilitadores fazerem as despedidas e as considerações finais. Eh, antes de mais nada, agradecer a todos, né, pela presença e também a quem nos acompanha pela internet. É muito bom poder estar ao lado do desses dois amigos muito queridos. Ela tem sido um professor e o irmãozinho tem sido um grande irmão de caminhada. Eu fico sempre muito feliz de estar ao lado

ernet. É muito bom poder estar ao lado do desses dois amigos muito queridos. Ela tem sido um professor e o irmãozinho tem sido um grande irmão de caminhada. Eu fico sempre muito feliz de estar ao lado deles e acho que no final de tudo eh nos compete trabalhar o coração perante os desafios e os obstáculos que a vida apresenta. Trabalhar o coração para responder uma pergunta fundamental. O que isto quer me ensinar? Eman nos diz assim: "Faz corretamente o que te pede o dia de hoje e não precisarás repetir a experiência amanhã. Se a gente desistir, a a coisa, a tarefa fica lá, ou melhor, a necessidade fica lá. A tarefa alguém cumpre, mas a nossa necessidade fica lá. Mas se a gente conseguir encontrar essa resposta, o que isso quer me ensinar? Talvez eu possa fazer não o ideal, porque existe o ideal, que é o, por exemplo, o que que o Cristo faria no meu lugar? Esse é o ideal, mas existe o melhor que eu posso fazer, que talvez não seja o ideal, mas por ser o melhor que eu posso fazer, já é muito bom, ainda que seja pouco, né? Eh, então é isso, agradecer mais uma vez sempre e que Jesus nos abençoe. Essa madrugada eu estou voltando para casa. Esse momento aqui é a minha última participação na Semana Espírita de Vitória da Conquista desse ano, dos seus 70 anos. Então, como despedida, eu quero deixar a todos nós a reflexão de que ao longo da nossa caminhada de muitas encarnações, nós conseguimos construir uma caixa de ferramenta que já tem muitas ferramentas dentro dela. O nosso problema é que a gente não usa as ferramentas que já tem. A gente pode amar mais, a gente pode perdoar mais, a gente pode insistir, ai mas vai dar muito trabalho. Então esse esse não movimento nosso é que promove o aumento do peso dos nossos fardos. Então se eu carrego os fardos meus, o que fazer para suportar melhor? Abre a caixa de ferramentas, usa os recursos que você tem e eu vou provar que a gente tem mais recursos. Já viram quando a gente se emociona, a gente faz um pouco mais do que a gente faz normalmente?

Abre a caixa de ferramentas, usa os recursos que você tem e eu vou provar que a gente tem mais recursos. Já viram quando a gente se emociona, a gente faz um pouco mais do que a gente faz normalmente? Por quê? Porque na hora que a gente se emociona e chora, a gente abre o baú, aí eu tiro umas ferramentas e uso. Aí depois eu fecho o baú de novo. Então quando eu choro, aí eu perdoo, eu concedo perdão, eu vou atrás, o baú tá aberto, aí depois eu não vou fazer mais isso nunca mais na minha vida. Aí eu não vou. Aí fecha o baú de novo aí. não usa as ferramentas que tem. Gente, nós estamos aqui para sentir. Não vamos deixar as oportunidades passarem. Os nossos lares são um local maravilhoso para que a gente consiga desenvolver sentimentos. E muitos de nós não estamos operando tudo que a gente pode fazer. Então, o que é para fazer? É para entregar o que se tem. Entrega, mas entrega tudo de amor que você puder. Abre o baú e faz o que tiver que ser feito, sem a expectativa de que obrigatoriamente o outro vai ter que corresponder. O nosso papel não é que o outro nos corresponda, é que a gente faça. O nosso papel vai de semeiadura, não é de colheita. faz, porque nós temos que vencer a nossa indiferença. O problema da ingratidão é do outro, não é meu. Então eu me resolvo diante da vida. Então a grande convocação da doutrina espírita é que para carregar os nossos fardos, que a gente abra a caixa de ferramenta e tire todo o instrumental que a gente tem para usar, que o fardo vai ficar mais leve. O grande problema é que a gente carregar, quer carregar o fardo nas nossas costas com tanto instrumentação que a gente já possui ao longo dessas caminhadas e que o Cristo veio nos ensinando a como colocar esse material dentro do baú. A regra é: abre o baú e usa tudo que tem. O Casimiro Cunha diz, abre aspas, se desejas paz crescente, guerra pouca, ajuda sem reclamar e aprende a calar a boca. É forte, né? Mas com essas palavras a gente se despede com muita alegria. Uma ótima tarde e até o

diz, abre aspas, se desejas paz crescente, guerra pouca, ajuda sem reclamar e aprende a calar a boca. É forte, né? Mas com essas palavras a gente se despede com muita alegria. Uma ótima tarde e até o ortozinho de noite. Nós agradecemos imensamente aos nossos facilitadores por esse momento primoroso, luminoso que nós tivemos nesta tarde e desejamos um ótimo retorno para Jorge. ficaremos aqui com saudade. E hoje à noite nós teremos às 20 horas palestra com o tema Ergue-te e anda com Artur Valadares de São Paulo. E assim nós finalizamos a nossa roda de conversa desta tarde de sábado, agradecendo ao Senhor da vida por essa oportunidade, pela proteção e permissão e agradecendo ao nosso mestre Jesus, aos benfeitores espirituais que estão aqui conosco confraternizando e convivindo nesse banquete de luz. Agradecemos a todos vocês aqui presentes e aos internautas que nos acompanharam até agora. Desejamos uma feliz tarde, um ótimo retorno aos seus lares e até logo mais. À noite.

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