Carla Daniela Leite | ROSAS E ESPINHOS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 04/04/2025 (há 1 ano) 46:56 389 visualizações

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Transcrição

Casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde. Quase boa noite já, né, meus irmãos. Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos aqui à comunhão espírita de Brasília. Recebemos a todos com maior carinho, não só nós aqui encarnados, mas também nossos irmãos desencarnados. Muitos poderão estar aqui ainda no aprendizado e outros no auxílio aos trabalhos dos dos nossos eh responsáveis. Então, meus irmãos, vamos cumprimentar a todos também que nos assistem pela Rádio Comunhão, pela TV Comunhão, aqueles que nos assistem pelo YouTube e pelos demais recursos das redes sociais disponíveis pela internet. Sejam todos muito bem-vindos, muito acolhidos. Os trabalhadores dessa hora estão atentos às nossas necessidades, nossos sentimentos, as nossas expectativas e nós temos também que assumir a nossa possibilidade individual de tocar nossa vida paraa frente, para o alto, aproveitar todas as oportunidades para praticarmos o bem. é o bem, o grande remédio da humanidade. E muito importante também é nós aprendermos a amar o próximo como a nós mesmos, de verdade. Não dá aquilo que não presta mais. Dá aquilo. Vamos compartilhar aquilo que nós temos que nós gostamos de usar ou de fazer. Vamos aprendendo devagarzinho, meus irmãos. Vamos agradecer também ao Dr. Bezerra de Menezes, tão querido nosso, um um uma pessoa maravilhosa, um ser humano maravilhoso na bondade que prestou a todos que por ele passaram. E nós vamos agradecer o divino mestre, nosso amigo de todas as horas, Jesus. A imensa paciência e uma abnegação incalculável que Jesus com que ele veio ao planeta Terra para nos ensinar a viver. E agradecemos também a Deus, nosso pai, o senhor do universo inteiro, que nos atende a todos, a todos na sua doce providência. A providência divina é a solicitude de Deus para

ara nos ensinar a viver. E agradecemos também a Deus, nosso pai, o senhor do universo inteiro, que nos atende a todos, a todos na sua doce providência. A providência divina é a solicitude de Deus para conosco. Meus irmãos, após esses essas considerações e agradecimentos, selecionei aqui uma página deste livro incrível, Força Espiritual, José Carlos Deluca. Não podemos perder esse livro. Quis, procurei agora na livraria, não tem e é um livro que vai voltar, mas vamos procurar. sem perder tempo. Vejam só para pare com a queixa, que você procure reclamar menos e agradecer mais. A queixa constante é uma bomba que explode e arrasa qualquer possibilidade de solução de nossos problemas. A queixa, hein? Você já reparou que a maioria das pessoas evita contato com as pessoas queixosas? Isso ocorre porque a energia que eles liberam é desagradável e tão raras vezes atinge quem está por perto. A queixa poderia ser comparada a um espinho perigoso que todo mundo teme e do qual quer ficar longe. O hábito de da reclamação implica um aviso para o universo de que algo está faltando em nossa vida. Como acreditamos piamente nisso, a vida nos responde com mais faltas de e carências. O universo é uma caixa de ressonância. Recebemos o que damos e temos aquilo que oferecemos. Você até poderá ter uma situação econômica privilegiada, mas se permanecer reclamando de tudo e de todos, provavelmente não terá tempo sequer para dar um mergulho na piscina da sua confortável casa, porque viverá reclamando contra a falta de água. Aquí é um vício perigoso que deve ser combatido seriamente, tanto quanto se vivêsemos drogados por algum entorpescente qualquer combater. É uma droga a queixa que também vicia e prepara o terreno para diversas depressões. A lamentação produz desalento, estagnação, reduz nossas energias físicas e espirituais. e nos aproxima do contato com espíritos infelizes. Nós atraímos conforme o nosso sentimento, nossas vibrações, atraímos companhias. Então vamos procurar ter vibrações felizes. Continuando a a leitura, evite,

proxima do contato com espíritos infelizes. Nós atraímos conforme o nosso sentimento, nossas vibrações, atraímos companhias. Então vamos procurar ter vibrações felizes. Continuando a a leitura, evite, portanto, permanecer na faixa da queixa, porque do contrário, você correrá o risco de não ver sua vida caminhar adiante. Cada vez que você se sentir impelido a reclamar indevidamente de alguma coisa, procure fazer silêncio fechando a boca por alguns minutos. É aquela água sagrada que o Chico tomava para não falar ou segurava a água na boca. Deixe o impulso passar e verifique que talvez exista algo em você mesmo com que não esteja concordando. Você grita com os outros, faz porque não queira escutar algo dentro de você mesmo. Na maioria das vezes, os outros são espelhos dos nossos próprios conflitos. O tempo que você gasta para se queixar é o mesmo tempo que uma pessoa de sucesso emprega para alcançar a vitória. Finalizando, troque a queixa pela gratidão. Quanto mais você agradecer pelo que tem, pelo que é, mais vida responde na mesma faixa. E isso quer dizer mais prosperidade, mais saúde e mais amor. Meus irmãos, hoje nós estamos recebendo a nossa querida Cala e vamos fazer a prece rápida aqui do da abertura para depois ouvi-la. ela traz uma umas considerações sempre muito importantes. Então, quem quiser fechar os olhos durante a prece para nós nos concentrarmos todos na mesma força divina, faça-o. Senhor nosso Deus, derramai sobre todo o planeta Terra a luz divina de vosso infinito amor. iluminar, Senhor, nossos pensamentos, nossas atitudes e nosso entendimento, a fim de que estejamos sempre seguindo as sublimes recomendações de Jesus. Que jamais nos esqueçamos de que nossa evolução espiritual é nossa grande responsabilidade neste bendito educandário, o planeta Terra. E que nos lembremos sempre de que este nosso estágio aqui na terra é de cunho absolutamente espiritual. Agradecemos, Senhor nosso Deus, pela família que neste orbe nos recebeu, por todos que deram a formação moral que temos nos

de que este nosso estágio aqui na terra é de cunho absolutamente espiritual. Agradecemos, Senhor nosso Deus, pela família que neste orbe nos recebeu, por todos que deram a formação moral que temos nos revelando amorosa presença de Jesus em nossas vidas. Agradecemos também por haver conhecido a bendita doutrina espírita calcada no cristianismo primitivo, puro, sem máculas, sem intercessões, sem omissões. Por tudo nós agradecemos, Senhor. Por tudo, Senhor, nós vos louvamos e vos bendizemos. Muito obrigada. Então, meus irmãos, vamos passar a palavra para Cala Daniela, querida, nossa, de muitos anos. e que vai apresentar um texto com um tema com um nome muito agradável, Rosas e Espinhos. Isso. Isso. Vamos lá. E o autor desse trabalho é o irmão José como o espírito e o médium é o Dr. Antônio Carlos. Qual é que é mesmo o o sobrenome dele? Belli, Batelli, carelli. Já tive a honra de hospedá-lo, como eu te contei, né? Vamos ouvir a a Carla. Boa noite, gente. Para mim é sempre uma alegria estar aqui nessa nossa palestra do Crepúsculo, nesse nosso encontro de estudos. E eu trago, como a Expedita falou, esse texto que se chama A rosa e os Espinhos. E a lição que o irmão José nos traz é muito interessante. Ele nos diz que se a gente deseja as rosas, a gente precisa também saber lidar com o espinho. Muitas vezes nós buscamos apenas o lado bom das coisas, das pessoas. Queremos apenas aquilo que existe de melhor, a beleza, o perfume, a vida e tudo o que tem de bom. Mas a gente para usufruir daquilo que é bom, para chegar aquilo que é bom, a gente também precisa reconhecer e compreender que existe também imperfeições, falhas que são inerentes à nossa humanidade. E essas imperfeições estão em todas as pessoas, estão em todas as circunstâncias, em todos os locais, nas coletividades, em todos os as circunstâncias e os lugares que nós habitamos. Então, para amar alguém, para amar alguma coisa, para desejar algo, eu devo também aceitar que nós todos seremos perfeitos. Nós todos somos

m todos os as circunstâncias e os lugares que nós habitamos. Então, para amar alguém, para amar alguma coisa, para desejar algo, eu devo também aceitar que nós todos seremos perfeitos. Nós todos somos perfeitos, somos deuses, mas ainda somos seres em construção, tanto individualmente quanto coletivamente. E o mundo ao nosso redor, que é produzido por nós, é um reflexo também das nossas imperfeições, o que não lhe tira o valor e a beleza. Pelo contrário, a imperfeição é o que nos torna únicos, é o que nos torna completamente individuais, mas também é o que nos causa estresse muitas vezes, né? Tem uma música que eu acho muito bonita do Gilberto Gil que chama Drão, que ele fez pra esposa dele, Sandra, né? Já no momento se aproximando do momento em que eles estavam optando por não permanecer naquela relação. Mas tem um trecho dessa música em que ele fala que eh que o verdadeiro amor estende-se infinito, imenso monolito, nossa arquitetura. O que ele quer dizer com isso? O monolito é uma pedra feita de uma única peça, né? Uma pedra inteira. E o que ele quer dizer com isso é que todos nós somos um uma essência única. E pra gente amar a outra pessoa, a gente deve aceitá-la tal como ela é, como essa peça inteira, como essa pessoa que tem virtudes, que tem vícios, que tem coisas que a gente gosta e coisas que a gente não gosta. E esse monolito é nossa arquitetura. A gente conhece muito bem aquela metáfora do escultor que Michelângelo fala, né, que ele sabe que dentro daquela pedra de mármore já existe a obra completa, mas que ele precisa retirar o excesso de mármore. Então, todos nós somos obras de arte em produção. Somos aqueles Davis, somos aqueles aquelas pietás, aqueles Moisés que já existem dentro de nós. Porque Jesus nos diz que nós somos deuses e ele se refere a isso no presente, não no futuro. Nós não seremos deuses, nós somos deuses. Então, dentro de mim já existe essa obra de arte. Dentro desse monolito, já existe uma criatura perfeita que eu sou destinada a ser. Mas

sente, não no futuro. Nós não seremos deuses, nós somos deuses. Então, dentro de mim já existe essa obra de arte. Dentro desse monolito, já existe uma criatura perfeita que eu sou destinada a ser. Mas ainda existe muita sobra, ainda existe muitas coisas com as quais a gente precisa lidar. E aí o Gilberto Gil exalta isso, né? que amar significa apaixonar-se por esse monolito que a pessoa é, por essa arquitetura que ela mesmo promove dentro de si, né? Por isso que a gente, com tudo o que a gente significa, eu tinha um amigo que dizia que olha, se você quiser, você tem que comprar o kit completo, né? Então, existe um kit Carla, que pode ser uma pessoa que tem suas virtudes, que tem coisas boas, mas que também tem problemas que até eu tenho dificuldade de administrar, que dirá as pessoas que convivem comigo e estão ao meu redor, mas a gente vai lidando e trabalhando com isso a partir disso, a partir dessa dessas coisas. E amar é também uma escolha, é a gente olhar para esses monolitos, para essas pessoas, para essas esculturas e escolher estar ao lado dela, assim como escolher estar consigo mesmo. Nada na vida é completamente bom. Nada na vida é completamente agradável. Nada é completamente eh isento de problemas. Por mais que a gente goste, por mais que a gente ame, por mais que eu esteja fazendo aquilo que eu gosto, eu costumo brincar, né? Amo minha família, amo minha irmã, amo minha filhada que é uma pessoa que eu amo de paixão, minha mãe que já partiu, mas que eu amo profundamente, mas tem dias que elas fazem coisas que dá vontade de de enfim, prefiro não comentar, né? Porque todos nós temos esses estress. Adoro o trabalho que eu faço, gosto muito, né? Trabalho na área de direito, trabalho com processos vinculados a questões de tutela coletiva, mas tem dias que eu recebo uns processos lá que só Jesus na causa. Recebo uma ação de improbidade com 15 réus, 12 apelações, que eu digo: "Olha só, Jesus para me dar força diante disso, porque nesse dia eu não gosto de trabalhar com o que eu trabalho. Faço

na causa. Recebo uma ação de improbidade com 15 réus, 12 apelações, que eu digo: "Olha só, Jesus para me dar força diante disso, porque nesse dia eu não gosto de trabalhar com o que eu trabalho. Faço curso de psicologia, adoro meu curso, adoro meu curso, mas os professores mandam uns textos pra gente estudar". que tem dias que é difícil haja xícaras e xícaras de café e haja disposição para conseguir lidar com isso. Então, nem tudo são flores. Nenhuma situação será somente flores. Nada do que a gente, das escolhas que a gente faça na vida significará um mar de rosas. Mas eh a gente precisa lidar com as coisas ruins, com os espinhos, para poder usufruir das flores, porque mesmo os mares de rosa são repletos de espinhos e a gente precisa lidar com eles, precisa aprender a lidar. Vittor Frankel, um grande psicólogo que viveu na época do, no século XX e foi contemporâneo da Segunda Guerra Mundial, escreveu um livro, escreveu vários livros, entre os quais eu destaco o livro Em Busca de sentido. Ele cita na sua epígrafe uma frase de Frederick Niet, em que ele diz que para quem tem um porquê é possível aceitar qualquer como. E ele fala isso por experiência própria. Esse livro, em busca de sentido, narra as experiências que ele teve num campo de concentração, em que ali ele viu e participou e sentiu na pele as coisas mais difíceis que um ser humano pode passar. Todas as circunstâncias degradantes, difíceis, viu seus companheiros passarem por coisas extremamente difíceis. E ele diz que mesmo nessas circunstâncias, nós temos escolha, que ele viu, ao mesmo tempo que ele viu pessoas fazerem coisas muito nobres, abrirem mão de sua comida para dar a outras pessoas, abrirem mão de suas próprias vidas em prol de outras que precisavam viver para estar com suas famílias, para reencontrar as suas missões, as suas tarefas e aqueles que amavam. e outros abriram mão de tudo. Para isso, ele via pessoas que nas mesmas circunstâncias faziam escolhas infelizes, como delatar companheiros, como roubar, né, até as pequenas coisas

aqueles que amavam. e outros abriram mão de tudo. Para isso, ele via pessoas que nas mesmas circunstâncias faziam escolhas infelizes, como delatar companheiros, como roubar, né, até as pequenas coisas e, enfim, promover cisões dificultando a vida dos outros. Então, nós podemos focar no melhor de nós mesmos e também ao mesmo tempo, diante dos mesmos estímulos, podemos fazer escolhas que são diferentes e que nos prejudicam. Então, nós podemos escolher a rosa ou podemos nos ferir e ferir com esses espinhos. Tudo depende de para onde eu movo meu olhar. Ele pessoalmente, ele dizia que encontrou um sentido na existência dele. Pouco antes de ser aprisionado para ir para aquele lugar, ele se casou, se casou com a mulher que ele amava. E ele colocou como propósito de vida, como o seu porquê reencontrar a esposa dele, que também havia sido aprisionada em outras circunstâncias e destinada a outro lugar. E ele dizia: "Eu vou viver a cada dia, eu vou lutar para viver, para superar todas essas dificuldades, porque eu quero reencontrar a minha esposa e eu vou reencontrá-la. Quando tudo isso acabar e isso vai acabar, eu poderei reencontrá-la e continuar vivendo com ela aquilo que eu viverei. E isso deu forças para que ele realmente pudesse superar aquela circunstância difícil. e não apenas superasse, mas desse apoio a todos aqueles que estavam com ele, compartilhando o pouco que ele tinha, procurando revivecer o ânimo daquelas pessoas e, enfim, tentando fazer as melhores escolhas a cada dia, mesmo diante das maiores dificuldades. Então, nós podemos escolher o bem, nós podemos escolher agir de acordo com o bem. Eh, Maria Dolores tem um livro de poemas que é foi recebido pela mediunidade de Chico Xavier e ele tem um poema, né, um livro que tem o nome dela mesmo, Maria Dolores. A gente consegue comprar e também baixar pela internet. E tem um poema que eu gosto demais e acho belíssimo, que se chama a a lição do do pântano ou a mensagem do pântano, alguma coisa assim nesse sentido. E ela fala do

mprar e também baixar pela internet. E tem um poema que eu gosto demais e acho belíssimo, que se chama a a lição do do pântano ou a mensagem do pântano, alguma coisa assim nesse sentido. E ela fala do que é o pântano, né? Então, o pântano, na verdade, quem fala, quem faz o poema, quem narra é o pântano em si. E o que que esse pântano fala? Ele diz que ele era um um jardim verde cheio de flores, de lírios, com beleza, com vigor, mas que aos poucos ele foi se tornando triste, cheio de lama, com exalando mau cheiro e um lugar que ninguém queria estar. Então ele exaltava a beleza de outros pontos que estavam ali, que tinham cantarinhos, passarinhos que cantavam, tinham flores que ficavam ali e lamentava que em detrimento de tudo isso, ele estivesse ali com essa cercado por essa atmosfera tão triste, né? E no análise disso, né, no final, eh, se traz a seguinte reflexão, né? diz que o pântano eh ele é marcado por estar no lugar mais baixo que existe, né? Então o pântano é fica no nas profundezas, no lugar baixo. E aí todo o lixo, toda as enchurradas vão colocando ali e por ser o lugar mais baixo, eles acabam depositando todos aqueles dejetos e todas aquelas coisas que permanecem no pântano. Então o pântano recolhe e permanece com tudo aquilo. É diferente, por exemplo, de um rio. O rio recebe as mesmas enchurradas, recebe os mesmos dejetos, recebe a mesma poluição, mas ele tem uma corrente, tem um fluxo. Então tudo aquilo que ele recebe, ele deixa ir. Então ele recebe uma enchurrada terrível. Um ou dois dias fica aquelas águas turbulentas que eh ficam cheias de barro, enfeiam um pouco, né? ou tornam diferente aquele rio. Depois a chuva passa, vem o sol, vem a beleza e de novo aquelas águas ficam límpidas. Mas o pântano não, tudo o que ele recebe, ele guarda para dentro de si, ele mantém dentro de si e aí ele não deixa ir. E aquelas coisas vão se acumulando e se acumulando ali, elas vão extinguindo pouco a pouco a vida que existe nesse. Então o convite é para que a gente seja menos pântano e mais rio,

ele não deixa ir. E aquelas coisas vão se acumulando e se acumulando ali, elas vão extinguindo pouco a pouco a vida que existe nesse. Então o convite é para que a gente seja menos pântano e mais rio, porque é inevitável que na vida venham as enchurradas, que venham os dejetos, que venham a as tristezas, venham as nossas poluições da vida física, da vida moral, da das nossas emoções. Mas como diz Joana de Angeles, o importante é que nós não permaneçamos nela. É inevitável que a gente receba os maus estímulos, as má as má vivências, né? Que a gente passe por situações tristes, que nós sejamos incompreendidos, que nós sejamos derrotados em determinadas circunstâncias, que determinadas coisas nos tragam e pessoas nos tragam tristeza, nos tragam dor, nos tragam mais experiências. Mas se eu me paraliso naquela má experiência, eu me torno um pântano. Eu vou pouco a pouco retirando a minha vida, retirando a minha beleza, enquanto que se eu deixo fluir, passo por aquela experiência. Tinha um amigo nosso aqui da comunhão que foi presidente aqui, que ele dizia isso, né? Uma vez ele perguntou de uma amiga nossa que vinha estando ausente há muito tempo. Eu falei: "Olha, ela tá passando por problemas graves". Aí eu falei, aí ele disse assim, que bom que ela está passando por problemas, né? Aí eu fiquei sem entender na hora. Ele falou: "É porque se ela tá passando por problemas, eles vão acabar, né? O problema é se ela permanece nesses problemas". Então o pântano é aquele que permanece e permite que os problemas permaneçam neles. Mas se a gente passa pelos problemas e se os problemas passam pela gente, a gente consegue ver o dia seguinte, ver a luz do sol, ver aquilo que vai renascer. É interessante que quando Deus faz aliança com seu povo lá no Antigo Testamento ainda, né? O que ele marca como a aliança não é um sol brilhante todos os dias, né? É o dia e a noite. Ele diz: "Assim como o dia nasce depois da noite, é a minha promessa fiel a vocês, né? Ele não diz assim como o sol

le marca como a aliança não é um sol brilhante todos os dias, né? É o dia e a noite. Ele diz: "Assim como o dia nasce depois da noite, é a minha promessa fiel a vocês, né? Ele não diz assim como o sol brilha durante 24 horas por dia, assim como a vida é uma eterna primavera, assim como a gente tem felicidade o tempo inteiro, não. A vida é essa essa impermanência. Um dia é a gente tá feliz, outro dia a gente tá triste, um dia é primavera, outro dia é outono, outro é inverno, outro é verão. Um dia, um momento é dia, um momento é noite, um dia é de chuva, outro dia é de sol. Mas como dizia Fernando Pessoa, um dia de chuva tem a mesma beleza do dia de sol também. E é tão ou mais importante. Então o não existiria primavera se não houvesse o inverno, não existiria dia se não houvesse a noite, né? Não ex não teríamos a beleza dos dias de sol se não houvesse a chuva para trazer a fertilidade. O sertanejo que eu diga, né? Os dias mais comemorados são os dias de chuva que vem. Então, existem rosas e existem espinhos, existe dia e existe noite. E a gente precisa enxergar a beleza, passar por essa experiência, por cada uma dessas experiências, agradecer por elas e permitir que elas passem por nós, deixem essa marca e que elas ensinem pra gente que lição que cada circunstância dessa tem para me trazer, que lição que cada rosa, que lição que cada pétala, que lição que cada perfume, mas também que cada espinho pode trazer para mim, o que eu tenho a aprender de cada coisa. E é importante a gente ter isso dentro de nós. Nós todos temos rosas e temos espinhos e cada um de nós tem isso também. E não é uma coisa simples nem linear, né? Tem aquela fábula que diz que o todo ser humano tem dois animais dentro de si, dois cães dentro de si, um que é o bem e outro que é o mal. E eu digo que é muito mais profundo do que isso, né? Porque a gente não tem só dois cães dentro da gente, a gente tem um canil inteiro dentro de nós, né? E ao mesmo tempo em que eu tenho eh coisas que são boas, que me fazem bem e que me

do que isso, né? Porque a gente não tem só dois cães dentro da gente, a gente tem um canil inteiro dentro de nós, né? E ao mesmo tempo em que eu tenho eh coisas que são boas, que me fazem bem e que me deixam feliz, eu também tenho várias coisas que ainda me afastam da minha felicidade. Mas quem disse que isso não é importante também, né? Já foi dito por um filósofo que às vezes no nosso, naquilo que a gente mais quer combater dentro de nós, está o eixo e o pilar de toda a nossa personalidade, está tudo aquilo que a gente precisa. Por isso, Cauung cunhou o termo curador ferido, baseando-se ali na filosofia grega, em que ele diz que às vezes das nossas próprias imperfeições, das nossas maiores dificuldades, vão surgir as nossas maiores virtudes, a nossa maior entrega, o nosso a o melhor de nós, aquilo maior da o melhor da nossa personalidade. Então aquilo que hoje nós lamentamos e combatemos pode ser no futuro o alicce. E aí eu cito o exemplo de Emanuel, que é o mentor do nosso querido Chico Xavier, que um dia foi o espírito ainda é, né, ainda lida com as próprias imperfeições, mas ele conta, isso não é fofoca, porque foi ele mesmo que contou isso no livro há 2000 anos, das dificuldades que ele já apresentou no espírito dele, do momento em que ele, contemporâneo a Cristo, teve a oportunidade de estar com ele, mas foi vencido naquele momento pelas suas dificuldades pelas suas imperfeições da alma, ali tidas como a vaidade, o orgulho, o egoísmo, que impediram que ele reconhecesse a importância do Cristo e sentisse a si mesmo e a tudo aquilo que ele representava. Ele era senador de Roma e acreditava naquele momento que aquele era o império definitivo de todos os tempos. Então ele não soube valorizar a presença daquele que era o nosso Cristo e considerou muito pequeno diante da sua própria grandeza e da grandeza de tudo que ele representava. Naquele momento, ele não aproveitou a oportunidade que o Cristo deu a ele de mudar a vida dele e com isso mudar o próprio destino e o destino de tantas

deza e da grandeza de tudo que ele representava. Naquele momento, ele não aproveitou a oportunidade que o Cristo deu a ele de mudar a vida dele e com isso mudar o próprio destino e o destino de tantas pessoas. O Cristo, mas o Cristo mesmo disse para ele, olha, você tem duas escolhas. Aproveitar essa oportunidade que eu estou dando agora, neste momento, e a partir de agora a sua vida será mudada. Inclusive, todas aqueles aquelas provas que você atraiu para si mesmo poderão ser reformuladas em virtude da sua escolha pelo bem? Ou você pode esperar mais um pouco e fazer com que essa mesma cineta soe no momento futuro. Então, assim como Emanuel, nós temos essas escolhas: aceitar agora o melhor de nós mesmos ou demorar um pouquinho mais, sofrer um pouquinho mais, arcar com as consequências das nossas escolhas e mais adiante acatarmos aquilo que existe de melhor. E o Emânuel de a partir de onde ele construiu, quando ele finalmente aceitou, a partir de onde ele construiu a própria força, as próprias virtudes e o próprio caminho a partir daqueles mesmos pontos em que ele havia identificado as fragilidades. Então, aquelas falhas dele foram à força e muitos dos escritos dele falam sobre isso. depois de muitos séculos, foi convidado a participar da terceira revelação, a participar do espírito de verdade que trouxe a doutrina espírita aqui para nós. É dele a mensagem que está no capítulo 11, item 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que se chama o egoísmo. E ele fala do egoísmo ali. E quando ele fala do egoísmo, ele não tá falando de ninguém mais do que de si mesmo, trazendo luz sobre aquela fragilidade da própria alma que ele compartilha para que se transforme numa força transformadora para ele e para tantos quantos estejam ali. Há várias mensagens dele em que ele se refere ao egoísmo, ao orgulho, a vaidade, a transitoriedade dos bens. Tem uma, no livro Vinha de Luz, tem uma uma mensagem muito bonita dele em que ele fala da transitoriedade de tudo que existe de material, até mesmo dos

orgulho, a vaidade, a transitoriedade dos bens. Tem uma, no livro Vinha de Luz, tem uma uma mensagem muito bonita dele em que ele fala da transitoriedade de tudo que existe de material, até mesmo dos maiores impérios, mostrando que ele assimilou muito bem a lição que o Cristo trouxe de que aquele império de Roma havia passado. E aí eu me lembro que o Cristo aceitava todas aquelas flores, mesmo com os seus espinhos. Nenhum dos escolhidos e dos chamados pelo Cristo era perfeito. Ele lidou com aquele espírito de públiolentos, convidando e sabendo em que ele se transformaria, enxergando aquela escultura perfeita que existia dentro daquele bloco de pedra. Chamou Pedro, aquele homem cheio de arroubos, de imperfeições, de erros, mas também puro de amor e de vontade e de acolhimento, né? Tantos aqueles, Maria Madalena, Paulo de Tarso, de espírito violento, que perseguiu os cristãos durante tanto tempo, mas que manteve-se fiel ao Cristo até o momento em que deixou esse mundo e que nos últimos dias de sua vida dizia que eu vivo, mas já não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim, mostrando a identidade total com o mesmo Cristo que um dia ele havia perseguido. E o que baseou tudo isso? Estevão, que foi lapidado naquelas circunstâncias eh em que Paulo eh determinou, dizia e disse no momento em que ele estava a a morrer ali, né, a morrer pela lapidação, ele dizia: "Se ele é tão fiel assim a Deus e a lei de Moisés, o que dirá se ele conhecer o Cristo?" Então ele já reconhecia que naquele ponto, naquele alicerce onde residia o maior fraqueza de Paulo, que era a sua intransigência na defesa dos princípios que ele não conseguia compreender, residiria sua maior força. Porque o mesmo amor que e a mesma compreensão, a mesma fidelidade que justificou a perseguição, foi a mesma fidelidade que justificou o amor que ele veio demonstrar ao Cristo. Então, dentro de nós estão as virtudes e hoje aquilo que nós temos de falta, os nossos espinhos, serão também as nossas maiores virtudes.

idade que justificou o amor que ele veio demonstrar ao Cristo. Então, dentro de nós estão as virtudes e hoje aquilo que nós temos de falta, os nossos espinhos, serão também as nossas maiores virtudes. Por isso, cada um de nós tem o seu caminho. Por isso, nós somos criados simples e ignorantes. E todos nós chegamos à perfeição, mas nenhum de nós chegará do mesmo jeito. Cada um de nós será perfeito de acordo com o seu caminho, de acordo com o seu jeito, com a com a sua trajetória, a partir das escolhas que nós fazemos e que moldam o nosso caráter. Não existe dois espíritos iguais. Cada ser criado único, individual e cumpre a sua própria trajetória. Então, todos nós seremos perfeitos, todos nós seremos pessoas de bem. Mas a Carla de bem é diferente da de qualquer outra pessoa que está aqui. Da mesma forma que o Francisco é diferente do Paulo, que é diferente do Estevão, que é diferente do Pedro, que é diferente da Maria Madalena, que é diferente de cada um que está ali. E na nossa trajetória, com os nossos espinhos, com as nossas pétalas, com os com as nossas escolhas, nós vamos moldando o nosso caráter. Então, abracemos aquilo que nós somos, abracemos aquilo que cada um é. Saibamos que a gente precisa passar pelos espinhos para poder viver o melhor de nós. Saibamos que se eu preciso fazer um bom trabalho, eu preciso me defrontar com as horas e horas de estudo inediante, com as horas e horas de treino difícil, com a convivência, que muitas vezes não é fácil, mas que aproveitando o melhor de cada coisa, a gente vai conseguir construir o melhor de nós e nos encontraremos no mundo onde todos seremos perfeitos, onde todos seremos felizes e cada um aprenderá uns com os outros para nos tornarmos ainda mais felizes nessa convivência do bem. Assim como Paulo e Estevão se abraçaram no final, amando cada um como ele era e aproveitando cada um mesmo com seus espinhos. Que sigamos esse exemplo e vejamos o melhor de cada um, principalmente de nós mesmos. Muito obrigada a todos e boa

no final, amando cada um como ele era e aproveitando cada um mesmo com seus espinhos. Que sigamos esse exemplo e vejamos o melhor de cada um, principalmente de nós mesmos. Muito obrigada a todos e boa noite. Agradecemos muito de coração as as considerações aqui feitas e aprendemos muito também. Que bom que não somos só nós que somos os imperfeitos, né? Todos nós temos uma coisinha para burilar. Vamos fazer a prece de encerramento e depois vamos aguardar a chamada para o passe, a orientação ali em cima do nosso colega lá. Então vamos de preferência fechar nossos olhos para nós nos concentrarmos na prece e fazermos uma força só espiritualmente. Senhor Jesus, nós queremos agradecer muito pelas considerações desta tarde e que nós possamos voltar à nossa casa. Após o passe, com o coração leve, repleto de luz e de bons propósitos para com todos, que nós levemos a todos do nosso convívio o bem-estar, a solicitude, atitudes de fraternidade e, principalmente, a caridade da delicadeza. Agradecemos a Deus, nosso divino criador, pai de amor e de bondade. Agradecemos ao divino pastor das nossas almas, nosso amigo Jesus, que derrama sobre nós todos seguidamente suas bênçãos. Agradecemos aos amigos espirituais que nos amparam e a todos os benfeitores que aqui trabalham. que nós todos nos comportemos sempre de maneira gentil e coerente com as recomendações do nosso mestre e Senhor Jesus. Muito obrigada a todos, a todos que aqui estão. Muito obrigada, Senhor. Obrigada por este momento de aprendizado, de considerações. Muito obrigada. Dai-nos força, Senhor, e definição da nossa, do nosso desejo de evoluir, de servir, de nos aproximarmos cada vez mais dos ensinos de Jesus. Graças a Deus por tudo. Uma boa noite para todos nós. Que haja paz e amor em nossos corações e aqueles que vão tomar o passe vão ser orientados ali em cima. Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e

ser orientados ali em cima. Boa noite, meus irmãos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da

fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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