Carla Daniela Leite | ONDE ESTÃO OS SEUS ACUSADORES? (PALESTRA ESPÍRITA)
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A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Boa tarde, sejam bem-vindos aqui à nossa casa, aqui a comunhão espírita, tanto na presença física quanto na presença pelas redes sociais, que todos se sintam muito bem acolhidos aqui. Esse é o momento que a gente dedica ao nosso alimento espiritual aqui na comunhão. Todos os dias de segunda a sexta, nós temos dois momentos que são dedicados, né? Para além da nossa alimentação física, que nós temos também nesse horário, nós nos dedicamos à nossa alimentação espiritual por meio da palestra virtual que nós temos, do encontro virtual de harmonização que temos todos os dias ao meio-dia e do encontro presencial que temos aqui no auditório Bezerra de Menezes às 13 horas, todos os dias de segunda a sexta. Todos se sintam bem-vindos para acompanhar, para participar e para estar conosco neste momento. E para iniciarmos a nossa alimentação espiritual, eu convido todos a uma prece, a elevarmos o nosso pensamento a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, agradecer pela nossa vida, por tudo que recebemos, por tudo aquilo que constituímos para nós, por termos merecido a oportunidade de renascer e de receber a nossa família e tudo o mais que envolve a nossa vida. Agradecemos por esses presentes de Deus que recebemos, o sol que brilha, que nos banha, que alimenta a nossa vida, que nos enche de luz e que rompe com as trevas e o frio da noite. A chuva também que se mostra presente, banhando a nossa vida e trazendo para nós essa fertilidade que é tão importante. Agradecemos pela presença dos nossos mentores que fazem parte da nossa vida, que nos iluminam, que nos orientam, que se comprometem totalmente conosco, que escolheram estar conosco por muito nos amar e acreditar em nós, revelando a sua fé em que nós somos sim capazes de sermos felizes e perfeitos. Isso é
ientam, que se comprometem totalmente conosco, que escolheram estar conosco por muito nos amar e acreditar em nós, revelando a sua fé em que nós somos sim capazes de sermos felizes e perfeitos. Isso é inevitável. Então eles nos ajudam a seguir esse caminho. Agradecemos também ao mentor da nossa casa, a Bezerra de Menezes, que é o médico dos nossos corpos, das nossas almas, das nossas emoções, que cuida de nós, dando-nos os remédios que precisamos para curar-nos das nossas moléstias, para tratar as nossas enfermidades, tanto do corpo quanto da alma. Eh, os unuentos que aliviam as nossas dores, que cicatrizam, nos ajudam a cicatrizar e as vitaminas também que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Que Jesus esteja conosco em cada momento da nossa existência, que ele seja para nós mais do que um modelo distante, mais do que um porto de chegada, que ele seja uma companhia diária para nós, que nós olhemos para ele e nos sintamos vistas por eles também, que nós olhemos pro lado tendo a certeza de que ele está conosco, que nós estiquemos a mão tendo a certeza que ele vai nos acolher, que vai nos acompanhar, que nós movimentemos e mobilizemos o nosso coração na certeza que receberemos esse abraço do Cristo. Que ele esteja conosco neste momento, em todos os momentos da nossa vida. Que assim seja. Hoje o nosso tema é onde estão os seus acusadores? E esse tema vem de uma passagem do próprio evangelho de Jesus. Então, o nosso alimento de hoje é o próprio evangelho. Está aqui na passagem de João, no capítulo 8, versículos 1 a 11. E eu vou me permitir ir diretamente à fonte, compartilhar com vocês esse texto que aqui está para relembrar essa passagem que é tão importante da vida de Jesus e que deixa lições valiosíssimas para nós em vários sentidos. Jesus foi para o monte das oliveiras. Antes de nascer o sol, já se achava outra vez no templo. Todo o povo vinha a ele e ele os ensinava. E os escribas e fariseus trazem então uma mulher surpreendido em adultério, e, colocando-a no meio, diz-lhe: "Mestre,
sol, já se achava outra vez no templo. Todo o povo vinha a ele e ele os ensinava. E os escribas e fariseus trazem então uma mulher surpreendido em adultério, e, colocando-a no meio, diz-lhe: "Mestre, essa mulher foi surpreendida em flagrante delito de adultério. Na lei, Moisés nos ordena a apedrejar tais mulheres. Tu, pois, que dizes?" Eles assim diziam para pô-la, para pô-lo à prova, a fim de terem matéria para acusá-lo. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia no chão com o dedo: "Como persistem, como persistissem em interrogá-lo, ele lhes disse: "Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe tirar uma pedra". Inclinando-se de novo, escrevia no chão. Eles, porém, ouvindo isso, saíram um após o outro, a começar pelos mais velhos. Jesus, ele ficou sozinho e a mulher permanecia lá no meio. Ele erguendo-se, então disse: "Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?" disse ela. Ninguém, Senhor. Disse então Jesus, nem eu te condeno. Vai e de agora em diante não peques mais. Essa parábola é cheia de ensinamentos, é repleta de muitas lições para nós. Ela tem uma narrativa muito interessante. Jesus vinha do Monte das Oliveiras, justamente onde ele havia feito, onde ele havia pregado, havia trazido aquelas lições tão preciosas. E ele tinha por hábito pregar no templo. Era um costume do povo dele, dos judeus, ir até o templo, ouvir e falar. A fala era livre para aquelas pessoas que tinham condições, né? Não era permitido para determinados grupos, para estrangeiros, para mulheres, mas para os judeus era livre a fala. Então, qualquer um podia ir ao templo e pregar. E Jesus fazia isso com frequência. ia até o templo e falava ao povo, dando-lhes as lições e trazendo as verdades que ele veio ao mundo para nos revelar. E isso já vinha chamando a atenção, pois essas verdades, apesar de, como Jesus dizer, não romper com as lições de Moisés, não romper com aquelas leis divinas que já haviam sido anunciadas à terra, trazia uma nova visão. Uma nova visão em relação à qual muitos não aceitavam,
esus dizer, não romper com as lições de Moisés, não romper com aquelas leis divinas que já haviam sido anunciadas à terra, trazia uma nova visão. Uma nova visão em relação à qual muitos não aceitavam, muitos temiam e muitos discordavam. Então, havia uma aliança ali para prender, para colocar Jesus em dúvida e mesmo para testá-lo, para conhecer a profundidade, pois aquele homem demonstrava conhecimento profundo da das leis e da natureza de Deus e se queria prová-lo e testá-lo para conhecê-lo mais e também para colocá-lo em contradição de forma a eliminar aqueles discursos que eram tidos como perigosos naquele momento. Então, uma mulher havia sido surpreendida em adultério naquele momento. E aí a gente pensa assim, uma mulher foi pega em flagrante em adultério, então ela não tava sozinha. Como é que uma pessoa sozinha é é pega em flagrante de adultério, né? Para que haja adultério são necessários dois, mas só ela foi levada naquele momento, né? Só a mulher foi levada para que pudesse ser apedrejada, porque a ela as leis se referiam e era isso que eles queriam. Na verdade, a gente vê que naquele movimento ali não existia um desejo de reparação, um desejo de correção, porque apenas aquela mulher foi levada, apenas ela foi culpada. Não se sabe onde estava o companheiro que levou ela a adulterar, onde estavam as pesso onde estava a pessoa que estava com ela naquele momento. Ela não é sequer citada, então não foi levada também e não foi nem dado a oportunidade de que se esclarecesse, né? Não se sabe se ele fugiu para evitar uma punição, se enfim o que que aconteceu naquele momento, mas aquela mulher foi levada e estava a ponto de ser apedrejada, de ser-lhe aplicada uma punição que era prescrita pela Torá, pelas leis de Moisés. E aí eles aproveitaram aquela ocasião para atestar Jesus. Então, aquela acusação que era feita, ela não tinha de forma alguma a intenção de buscar reintegrá-la, de buscar corrigi-la ou mesmo de estabelecer uma punição. Não precisaria ter sido levada até Jesus. O
o, aquela acusação que era feita, ela não tinha de forma alguma a intenção de buscar reintegrá-la, de buscar corrigi-la ou mesmo de estabelecer uma punição. Não precisaria ter sido levada até Jesus. O objetivo foi ali criar essa situação de colocar Jesus à prova. Então, foi levada aquela mulher a ele. E eles perguntaram: "O que devemos fazer com ela? O que fazemos na lei de Moisés é determinado que ela se seja apedrejada. E já era dito, já era sabido que Jesus tinha um discurso de perdão, tinha um discurso de amor, um discurso de renovação e que com ele andavam pecadores, andavam pessoas que eram, enfim, tidas como excluídos da sociedade, como Maria Madalena, como o publicano Mateus e tantos outros que eram verdadeiros excluídos. Então Jesus era tido como alguém que perdoava, mas o motivo para quererem que ele se provasse e que ele eh para ver o que ele disse. Então levaram para ele e perguntaram o que fazer com ela. Essa mulher foi surpreendida em adultério. O que nós devemos fazer com ela? E aí diz a passagem que Jesus escrevia no chão, que ele ficava escrevendo. Também não é dito aqui na passagem o que ele escrevia. Ontem eu vendo o Severino Celestino, que é um grande estudioso da Bíblia, ele diz numa palestra que ele faz que essa é a única ocasião em que Jesus no Evangelho é citado como estando escrevendo. Então ele tava naquele momento escrevendo na areia e é significativo que ele tivesse escrevendo na areia. Há uma eh uma das interpretações é que Jesus estava escrevendo as faltas daquelas pessoas, né? estava escrevendo o que cada um deles havia feito, né? E aí, eh, ele escreve e perguntam novamente para ele o que fazer com ela. E aí Jesus interrompe a escrita, levanta a cabeça e diz: "Aquele que não tiver pecado, que atire a primeira pedra". E todos ali permaneceram em silêncio e aos poucos foram se retirando a começar pelos mais velhos. E no fic no final ficou só Jesus com ela, né? Então tem coisas muito interessantes, né? Todos aqueles que estavam ali acusavam,
em silêncio e aos poucos foram se retirando a começar pelos mais velhos. E no fic no final ficou só Jesus com ela, né? Então tem coisas muito interessantes, né? Todos aqueles que estavam ali acusavam, queriam acusá-la e foram levados a isso por um objetivo maior de de poucos de acusar e de levar Jesus também. Então, provavelmente a maioria daqueles que estavam ali não tava sintonizada com aquele objetivo, apenas se rendeu àquela circunstância de aprender e de eh apedrejar aquela pessoa. E Jesus perguntando, eles foram vendo que realmente quem é que não tinha pecado, quem é que nunca tinha cometido um erro, quem é que nunca tinha cometido uma falta? E primeiro os mais velhos, talvez por ter mais faltas, talvez por ter mais sabedoria, mais compreensão, por já ter vivido mais e finalmente compreenderem as coisas, serem mais receptivos, eles foram se retirando até que permaneceu só Jesus e ela. E aí ele diz: "Eu também não te condeno. Eu também, mesmo eh estando aqui, mesmo permanecendo, eu não te condeno. Vá e não peques mais. E é interessante, Amélia Rodrigues tem um uma passagem do livro Luz no Mundo, que ela fala da dos desdobramentos disso. Ela diz que depois daquilo a mulher passou um tempo seguindo Jesus, né? impressionada com o fato de ter sido eh poupada, de ter-lhe sido poupada a vida, ela começou a seguir Jesus e num determinado dia teve a oportunidade de conversar com ele e pediu a ele para poder ficar junto com ele, para poder ser uma das suas seguidoras. Ao que Jesus disse, né? Nesse momento ela havia sido abandonada pelo marido, havia sido todos os familiares haviam virado as costas e ela queria recomeçar a vida e queria dar, né, era uma prática também de aquele que tem a vida poupada por alguém se sentir devedor daquela pessoa. Então, por gratidão e também por identidade, né, de pensamento, ela queria seguir Jesus. ao que ele disse, que ele estaria com ela em todos os momentos da vida dela, assim como Deus estava com ela. Mas que o filho do homem não tem sequer uma pedra para colocar a
, ela queria seguir Jesus. ao que ele disse, que ele estaria com ela em todos os momentos da vida dela, assim como Deus estava com ela. Mas que o filho do homem não tem sequer uma pedra para colocar a cabeça e ficar com ele não era uma possibilidade, porque ela não teria condições de viver a vida que ele vivia naquele momento, de passar pelo que ele passaria. Então ele pede que ela, ele olhe, Deus estará contigo, pode estar certa disso e siga o seu caminho e lhe será dado uma oportunidade. E aí Amélia Rodrigues vai ainda mais um tempo à frente e narra que 10 anos depois estava essa mulher buscando o caminho dela, vivendo numa casa humilde, mas que se transformou também numa casa do caminho. E ela ali acolhia aqueles necessitados da vida, aqueles que não tinham para onde ir, não tinham com quem contar, que estavam fracos, adoecidos, necessitados. E na casa dela conseguiam encontrar um abrigo. E naquele momento ela se reencontra com uma pessoa crucial na vida dela, o marido que havia abandonado ela naquele momento, na no momento em que tinha acontecido, né, que ela havia sido flagrada em adultério e ele havia deixado, né, abandonado ela e ela havia seguido o seu caminho. E naquele momento ele se encontra com ela 10 anos depois, na condição de necessitado. E ela o acolhe, oferece para ele um caldo reconfortante, oferece abrigo, trata das feridas dele e permanece com ele até o momento em que ele falece devido às consequências da enfermidade que ele vivia, que naquele momento era incurável. Mas ela teve oportunidade de ainda naquela vida fazer esse resgate e retornar o amor que existia naquele relacionamento. E aí eu me lembro de muitas coisas pensando nesses acontecimentos que Jesus nos traz, nessa oportunidade que ela recebeu. Todos nós erramos. Todos nós cometemos erros dos quais nós lamentamos muito. Todos nós temos arrependimentos na vida e todos nós somos devedores. Não há ninguém que não tenha algo de que não se arrependa. Não tem ninguém que nunca tenha cometido um erro. Daí porque
amos muito. Todos nós temos arrependimentos na vida e todos nós somos devedores. Não há ninguém que não tenha algo de que não se arrependa. Não tem ninguém que nunca tenha cometido um erro. Daí porque aqueles homens foram se afastando. Todos nós já cometemos erros. E a gente precisa pensar nisso como uma oportunidade de reparar. Tem uma, é muito interessante no livro, acho que Luiz Acima ou Alvorada Cristã, tem uma passagem que se chama A conta da vida. E não fala dos erros, mas ela fala da do custo que todos nós temos na vida, né? Ali fala de uma mãe que tava muito preocupada com o filho muito jovem que não tava dando uma finalidade útil paraa sua vida e e ela não sabia o que fazer. E numa noite ela tem um sonho em que aparece um dos anjos para ela, né, que eram de acordo com a crença dela, e aparece e fala pro filho dele para que você tivesse aqui o quanto foi feito de sacrifício, quantas pessoas se sacrificaram, quantos animais para matar sua fome, quantas, enfim, tudo o que foi feito para que ele estivesse vivo ali naquele momento. E ali pedia para ele que honrasse esse tudo isso. Dizia: "Você não é culpado de tudo que aconteceu. Isso não será cobrado de você. Apenas uma coisa se pede que você faça por merecer". Eu me lembro um filme que me chamou muita atenção, que eu assisti foi o resgate do soldado Ryan. Ele ganhou, foi na década de 2000, 2010, alguma coisa assim. E tem uma história que é bem, é um filme de guerra que mostra na Segunda Guerra Mundial um conflito muito muito grande ali, né? E vários soldados, um conflito muito mortal e muitos soldados pereciam em cada batalha. e mostra no início do filme que uma família de cinco irmãos, quatro deles haviam morrido. E eles estavam muito preocupados em como dar essa notícia para aquela mãe que ela havia quatro morreram na mesma batalha, né? Como eles fariam isso? Então eles resolveram tomar uma atitude de procurar esse filho que tava sobrando para mostrar e devolver a mãe. Então ele teria preferência para retornar. Então
sma batalha, né? Como eles fariam isso? Então eles resolveram tomar uma atitude de procurar esse filho que tava sobrando para mostrar e devolver a mãe. Então ele teria preferência para retornar. Então eles colocam todo um esquadrão para voltar e procurar aquele soldado e devolvê-lo à mãe. E tem vários acontecimentos, né? Mas desculpa o spoiler, mas é um filme que já tem mais ou menos uns 20 anos, né? E no final eles conseguem encontrar esse soldado e ele faz questão de honrar os compromissos que ele tinha tido lá e fica por mais uma batalha. E daquele esquadrão, o vários, inclusive o líder, acabam por perecer para salvar a vida daquele homem. E quando o líder está para perecer, ele só pede uma coisa para aquele soldado. Faça por merecer o sacrifício, né? Então, que ele tivesse uma vida boa, tivesse uma vida plena, que a vida que ele tivesse valesse aquilo que foi, que custou para cada um daqueles soldados, né? E no final do filme, o Ryan com a já velhinho com a esposa dele, pergunta, né, com a esposa e os filhos. Eu fui um bom homem. Minha vida valeu a pena. Minha vida agregou ao mundo para que ele pudesse dizer que realmente o sacrifício daqueles homens foi um sacrifício que valeu a pena. Então, a cada momento da nossa vida, é isso que a gente deve falar. Jesus diz a ela: "Vá e não peques mais". A gente não deve focar nos custos, nos erros que todos nós cometemos, mas no que nós podemos fazer de bom para merecer. Vá e não peques mais. E essa mulher assimilou essa lição dessa conversa com Jesus e da conversa que ela teve. Ela seguiu adiante e fez valer, fez por merecer a vida que foi dada a ela, a nova chance. Ela aproveitou essa chance para fazer o bem. e para acolher aqueles irmãos. Cauung fala de um conceito que eu acho muito interessante, que são os curadores feridos, né? Então, a partir daquela dor, a gente, ela constituiu a missão dela. Os curadores feridos são aqueles que a partir da sua dor, a partir do seu problema, a partir dos seus erros, constituem a sua força e constituem a
r daquela dor, a gente, ela constituiu a missão dela. Os curadores feridos são aqueles que a partir da sua dor, a partir do seu problema, a partir dos seus erros, constituem a sua força e constituem a sua missão de vida. Então, ela que foi tão excluída, ela que foi tão julgada, ela que foi condenada naquele dia e poderia ter morrido, mas teve sua vida de volta, dedicou a sua vida a acolher aqueles que não tinham mais nenhuma oportunidade, que já eram excluídos. Naquela comunidade havia aquela morte social também. Aqueles que eram doentes, a as mulheres pecadoras, todos aqueles que eh eram excluídos da sociedade, eram tidos como mortos para aquela sociedade. E da mesma forma que Jesus reviveu e deu uma nova chance à aquela mulher, ela deu chance a muitas outras pessoas. Então, ela conseguiu reconstruir a vida dela. E os acusadores, né, como foi aqueles acusadores? Eu me lembro de uma vez eu trabalhava aqui no na assistência a presos, né, a pessoas em aprisionadas na papuda. E ali eu conheci muitas pessoas. Um dia eu conheci um homem que era um homem bom, com certeza era. Era uma pessoa temente a Deus. Ele chegava, ele lia as passagens do evangelho, ele ajudava a organizar tudo. Quando não tinha, né, a visita religiosa era uma vez por semana. nos dias que não tinha, ele lia o evangelho com as pessoas, conversava com aqueles que necessitavam, enfim, ele procurava ter uma conduta, não cedeu a todas as pressões que existem em ambientes que são negativos, principalmente, e teve uma vida honrada ali. Depois de muitos anos que eu deixei, é, né, não soube mais dele. Um, uns 5, 10 anos depois, eu encontrei ele na plataforma superior da rodoviária junto com o filho, vivendo uma vida normal, né? Ele me encontrou, me reconheceu, me abraçou e aí eu perguntei como é que tava a vida dele. Ele falou: "Olha, eu tô bem, me reintegrei, tô trabalhando, tô vivendo a minha vida normal. De tudo aquilo que eu passei, eu não me arrependo de nada, né? Sei que estava ali por uma razão, né? E
dele. Ele falou: "Olha, eu tô bem, me reintegrei, tô trabalhando, tô vivendo a minha vida normal. De tudo aquilo que eu passei, eu não me arrependo de nada, né? Sei que estava ali por uma razão, né? E paguei o que eu tinha para pagar, mas mantive a minha fé e hoje eu tô vivendo uma vida boa. E eu via o olhar do filho dele. O filho dele realmente tinha uma admiração pelo pai por ter conseguido superar tudo aquilo, aquela mesma admiração que eu vi nos filhos do Ryan do filme, né? Então aquele homem, apesar de ter cometido erro, de ter tido algo que o levou a ser aprisionado, de ter sido condenado, ele não abdicou de ter uma vida boa, uma vida justa. E eu fico pensando, pensei muito depois desse dia, será que eu também não fiz muitas coisas que poderiam me colocar na prisão? Será que eu não errei? Será que não poderia ter sido eu no lugar dele ali? Talvez a diferença entre eu e ele é que no momento em que eu errei e errei muito, errei profundamente, eu tive a compreensão das pessoas, eu tive oportunidade, eu tive uma nova chance e isso evitou que eu caísse nessa sucessão de erros, que eu fosse excluída e que eu enfrentasse essa morte social que ele teve que enfrentar. Mas ele renasceu das cinzas, assim como essa mulher renasceu das cinzas e como ela, ele conseguiu refazer a vida. Da mesma forma que que ele que eu pensei, eu espero que tenham pensado também aqueles que foram levados por Jesus. Muitos deles não foram levados por nem pelo sentimento de de de justiça que levaria aquela mulher à morte, mas pelo movimento de massa de que aquela mulher ia ser apedrejada e enfim, era um hábito daquele povo, né? Se juntar à massa e apedrejar. E isso é um movimento do nosso, da nossa sociedade também, né? Pode não ser um apedrejamento físico, mas quantos apedrejamentos a gente vê por aí que comprometem a vida das pessoas. Hoje a gente vive muito a cultura do cancelamento, a cultura de acusar antes mesmo de saber o como aconteceram as coisas, de não procurar compreender, mas de atirar as pedras. E
em a vida das pessoas. Hoje a gente vive muito a cultura do cancelamento, a cultura de acusar antes mesmo de saber o como aconteceram as coisas, de não procurar compreender, mas de atirar as pedras. E se cada um de nós pensasse como Jesus pensou, como Jesus convidou cada um daqueles acusadores a pensar, né? Será que eu posso acusar? Quem de vós não tem nenhum erro? Atire a primeira pedra. Será que eu tenho condições de atirar pedras? E se ele estava, como existe essa versão que diz que ele escrevia na areia os erros das outras pessoas, né? Muito interessante que Jesus tem escrito na areia os erros das outras pessoas, não definitivamente, não em pedra, mas na areia. Então, que a gente supere esses erros, mas que a gente não se reconheça também como merecedor de misericórdia e necessitado de misericórdia, porque muitas vezes a gente não se sente eh merecedor de misericórdia. E é interessante a gente pensar também, e é a pergunta que é feita, onde estão os acusadores? Aquela mulher, ela se sentia culpada naquele momento. Ela realmente tinha cometido um erro, mas se sentia indigna de viver e ela demorou a reencontrar o sentido da vida. Entre esse momento e o momento em que ela reencontrou Jesus e conseguiu ficar eh estabelecer um sentido da vida dela, ela muito vagueou. Ela ficou vagueando. Ela chegou aquele momento e aquele erro, diz Amélia Rodrigues, justamente por não encontrar um sentido pra vida. Ela havia sido não materialmente, mas emocionalmente abandonada pelo seu companheiro, que não se lembrava que tinha esposa. E aquele vazio existencial acabou induzindo ela ao erro. Depois disso, ela abandonada pelo marido, abandonada por aquele companheiro que havia cometido o erro com ela e fugido, abandonada pela própria família, abandonada pela sociedade, totalmente excluída, ela vagueou até que ela conseguiu em Jesus encontrar esse sentido da vida, encontrar nos seus próprios erros, encontrar nas suas próprias fragilidades como uma curadora ferida, encontrar ali o instrumento da sua mudança. Então, o
guiu em Jesus encontrar esse sentido da vida, encontrar nos seus próprios erros, encontrar nas suas próprias fragilidades como uma curadora ferida, encontrar ali o instrumento da sua mudança. Então, o sentido dela passou a ser dar vida aqueles que socialmente estavam mortos. Então, os acusadores também são pessoas que seguem o mesmo caminho, que também t erros, que também são se tornam em determinado momento refém dos próprios erros e acabam por conta disso pegando em pedras para acusar outras pessoas. É importante que a gente reveja a nossa postura, reveja os nossos próprios erros e reveja os as nossas escolhas diante dos nossos próprios erros. Em que eu vou transformar os meus erros? Eu vou transformar os meus erros em pedras para atirar nos outros, em julgamentos para fazer pros outros? Eu vou transformar os meus erros, as minhas cicatrizes, as minhas dores em oportunidades para mim mesmo e para as outras pessoas que estão comigo? Eu vou contar uma história e ler um textinho porque tá chegando perto aqui do meu momento de encerrar. Uma história é a história do buraco. A história do buraco fala sobre nós como curadores feridos, sobre qual o nosso caminho de reparação, qual o nosso caminho de compreensão dos nossos erros e daquilos que nós somos. É uma história que passa com todos nós, né? Existia um caminho e eu seguia por esse caminho. Dentro desse caminho existe um buraco. Eu passo por essa estrada, não vejo o buraco e eu caio nesse buraco. Eu choro, choro, choro, lamento, lamento, lamento. Isso me dói. E eu fico ali um tempo terrível, até que vem alguém, levant, ergue a mão e me ajuda a sair e eu sigo meu caminho. No segundo capítulo da história existe essa estrada, existe esse buraco. Eu sei que ali tem uma estrada, um buraco, mas eu caio no buraco mesmo assim. Eu choro, choro, choro, lamento, aquilo me dói. Até que vem alguém e me tira do buraco e eu sigo meu caminho. No terceiro capítulo, eu sei que estou passando pela estrada, eu sei que tem um buraco, eu caio no buraco mesmo assim.
nto, aquilo me dói. Até que vem alguém e me tira do buraco e eu sigo meu caminho. No terceiro capítulo, eu sei que estou passando pela estrada, eu sei que tem um buraco, eu caio no buraco mesmo assim. Eu choro, lamento, aquilo dói muito em mim, mas eu já sei o caminho de saída, então eu consigo me erguer e levantar daquele buraco e seguir o meu caminho. No quarto capítulo, eu passo pela estrada, eu sei que existe um buraco, então eu contorno o buraco e não entro nele. E no quinto e último capítulo, finalmente, eu sei que tem aquele buraco, eu passo pela estrada, eu sei que tem o buraco, eu me aproximo dele, eu vejo que tem alguém lá dentro, então eu dou a mão a essa pessoa e ajudo ela a se erguer, né? E ajudo aquela pessoa que está lá sofrendo e chorando a se erguer e seguir o caminho dela. Então, todos nós conhecemos os buracos da vida e a partir desse conhecimento nós nos tornamos aptos. E o segundo texto, para terminar mesmo, é um convite para nós, para que a gente deixe de atirar pedras e passe a tirar flores. Então, tem um texto que se chama Atire a primeira flor que diz assim: "Quando tudo for pedra, atire a primeira flor. Quando tudo parecer errado, seja você a tentar o primeiro passo certo. Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz. Traga para a treva você primeiro a primeira lâmpada. Quando todos estiverem chorando, tendo você o primeiro sorriso, seja, tenha você o primeiro sorriso. Talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem. Se a vida for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, a qual tudo de positivo deverá seguir-se. Quando ninguém souber de coisa alguma e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar, a aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo. Quando alguém tiver angustiado à procura, consulte bem o que você se o que se passa. Talvez seja em busca de você mesmo que o irmão esteja. Daí, portanto, o seu sim deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a
guém tiver angustiado à procura, consulte bem o que você se o que se passa. Talvez seja em busca de você mesmo que o irmão esteja. Daí, portanto, o seu sim deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, o primeiro que pode ser o único e mais sério ainda, talvez o último. Quando a terra estiver seca, que seja a sua mão a primeira regala. Quando a flor se sufocar no urs e no espinho, que a sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor. Se a porta estiver fechada, de você vem a primeira chave. Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e o primeiro abrigo. Se o pão for apenas massa e não tiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento. Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio. Nem por outro lado, aplauda o erro. Dentro em pouco a ovação será ensurdecedora. Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu. Sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido. Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém. Quando tudo for espinho, atire a primeira flor. Seja o primeiro a mostrar que há um caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita, que o entendimento reconstrói, atire você quando tudo for pedra, a primeira flor. E que Jesus esteja sempre ao nosso lado para nos orientar, para nos dar uma nova chance e que nós saibamos honrar essa chance, vivendo uma vida de bem, fazendo por merecer. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. Um grande abraço a todos e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,
icos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no
nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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