CARIDADE CONSIGO MESMO - Gínia Lúcia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/02/2026 (há 1 mês) 48:41 1,222 visualizações

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Transcrição

Vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi [música] qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz. Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa. Essa casa que nos acolhe, que nos acalma, que nos traz serenidade e paz para reconstruirmos os nossos passos ou nos ajuda a nos mantermos mais serenos para fazermos o que precisamos fazer por nós mesmos. Para iniciar esse momento, eu selecionei um pequeno trecho. Quer dizer, eu não, né? Eles selecionaram para mim, que eles são uma gracinha. Eh, eu tenho instalado minutos de sabedoria do Carlos Pastorino e veio um mensagem que eu não sei se serve para vocês, mas para mim com certeza serve. A morte não existe. O que se dá é apenas uma transformação em nossa maneira de ser. Não espere que depois desta exista outra vida. Não. A vida é a mesma. A vida eterna já está sendo vivida por todos nós. Depois da morte, continuamos a ser o que já somos. Portanto, procure ser agora, antes da morte, aquilo que você deseja continuar a ser depois da morte, porque a morte não existe. Lindo, né? Nossa, serviu direitinho para mim. Eu vou sugerir que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir essa vibração amorosa, a vibração daquele a quem chamamos de pai. Alguns chamam de Deus, outros de todo poderoso. Ele é tudo isso, mas é mãe também, muito mãe, porque é carinhoso, é sereno, às vezes briga e torce a nossa orelha. Vamos agradecer também a Jesus, mestre, mestre dos mestres, nosso irmão, nosso professor, nosso tutor, aquele que nos acolhe, que nos ilumina o caminho com seu amor. E vamos agradecer a Bezerra de Menezes,

agradecer também a Jesus, mestre, mestre dos mestres, nosso irmão, nosso professor, nosso tutor, aquele que nos acolhe, que nos ilumina o caminho com seu amor. E vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor desta casa tão querida, que nos traz a força que precisamos para prosseguir nossa jornada. Ele que também dobrou os joelhos muitas vezes, que permitiu que as lágrimas escorressem, mas que transformou cada uma dessas lágrimas em ensinamento, em amor. E a essa senhora tão linda que nos acolhe todas quintas-feiras pela manhã, que abre seu coração para nos acalmar, para nos receber com um carinho imenso, porque nos compreende, compreende as nossas dores, os nossos erros, os nossos tropeços, porque ela também tropeçou. Dona Ivone do Amaral Pereira, que abre o seu sorriso, os seus braços para dizer: "Prossiga, meus irmãos. Vamos prosseguir com serenidade e muita paz. Assim, muito agradecidos por estarmos novamente aqui, nós vamos dar graças, graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, hoje eu tô com um presente aqui ao lado, né, que é a Gínia, é uma amiga querida e é um presente, porque vocês vão ver como que é um presente. Ela fala, ela fala aos nossos corações e o tema que ela vai conversar conosco é bem direto ao coração mesmo. idade consigo mesmo, com a Ah, e só um detalhe, eu fico com o celular ligado, é porque eu fico falando com os meninos aqui na internet. E eu digo menino, gente, porque nós somos todos, né? Inclusive eu que já passei dos meninos há muito tempo, mas permaneço sendo menina espiritual. Então, com a palavra, Gia. Bom dia aos corações, amigos que nos acompanha aqui presencial, no físico, no espiritual e aqueles que estão nos corações virtuais que nos acompanham. Esse é um dia que o Senhor separou para nós. Que possamos nos sentir amparados, agasalhados no amor do Pai, no amor, nessa energia amorosa e salutar. Mesmo aqueles que estão distantes fisicamente, que possam mergulhar nessa energia desta casa de oração, dessa energia amorosa que nos constrange pelo amor dos

no amor, nessa energia amorosa e salutar. Mesmo aqueles que estão distantes fisicamente, que possam mergulhar nessa energia desta casa de oração, dessa energia amorosa que nos constrange pelo amor dos espíritos aqui a cuidar de nós. Há muitas formas de nos mutilarmos, de nos cortarmos, tirar pedaços de nós, nos ferirmos. Às vezes a gente encontra corações em dor que estão se mutilando fisicamente por uma falta de um perdão, falta de caridade para consigo, falta de amor, de entendimento. Encontramos também muitos irmãos que se mutilam pelos pensamentos, mergulhados em sofrimentos constantes, que ainda não encontraram esse perdão, a auto iluminação. Talvez esse se use um dia para alguém que esteja aqui em muita dor, nos acompanhando no virtual, presencial ou os espíritos desencarnados. A Valéria trouxe uma lição inicial de preparação do ambiente muito importante. Aqui a gente tá construindo o nosso outro lado também. A morte não existe. Lembrarmos que a mutilação, através dos pensamentos, sofrimento constante nos deixam marcas mais trabalhosas, mais difíceis de serem curadas do que as próprias mutilações físicas. Porque essas marcam, ela elas são impressas. A alma imprime em si as dores que trazemos e que cultivamos em nós no perespírito. É assim que os espíritos descrevem nos livros, mostrando manchas escuras, mutilações perespirituais e que muitas vezes uma só vida não bastará para a cura. Muitas vezes é necessário um esforço, um sacrifício para curar-se. Mas Deus é tão bom. A espiritualidade que nos envolve, que cuida de nós, é tão misericordiosa. A providência divina, o amor do Pai é grandioso, que cobre todos, toda essa multidão de irmãos que a gente costuma chamar que nós somos pecadores. E essa cura ela é gradativa. E para chegar nessa cura física, mental, espiritual, principalmente, é preciso trabalhar o que a gente veio trazer hoje, a caridade para consigo, o autão para consigo, o autocuidado no sentido espiritual, porque ele vai abranger todos os nossos corpos, todas as curas.

é preciso trabalhar o que a gente veio trazer hoje, a caridade para consigo, o autão para consigo, o autocuidado no sentido espiritual, porque ele vai abranger todos os nossos corpos, todas as curas. E o alívio é para todo sempre. A gente traz uma lição baseada na lição que a Valéria separou com muito carinho para mim, para nós nessa manhã, que é do livro Bilhetes Fraternais, mas ela envolve muitas outras coisas. É uma lição bela que o espírito benfeitor amigo nos pede para deixarmos a nossa posição de mendigos espirituais. É tão triste quando a gente se coloca nessa posição de autoabandono, de se nos sentirmos abandonado pelo mundo, pelo mundo espiritual, pelo criador, para se chegar nessa posição de autoabandono por tudo e por todos, foi se preciso, talvez milhares de anos, séculos, vidas após vidas. E aí, mas chega o momento que a espiritualidade fala: "Meu filho, hoje é o dia do recomeço. Hoje é o dia de você se reerguer, como os mentores falam, tão bonito, só erguer, levantar-se. Igual lembrando Jesus que chega pro irmão e fala: "Levanta-te e anda". Quanto tempo, quanto sofrimento a gente tem guardado vida após vidas. E chega o momento que a gente precisa ver, além das aparências, além das questões físicas, vê o espiritual, deixarmos de ser abandonados, de se sentir abandonado para se autoacoler. Quantos irmãos fazem esse movimento de fora para dentro? E aí vem o espírito falando: "Não, o movimento requer, esse caminho requer de um movimento, deixar o movimento para fora de nós e fazer o movimento para dentro. A caridade para consigo é o movimento de dentro para fora. Até a gente entender isso, a gente vive desse movimento de fora para dentro. A gente tá em dor e aí a gente camufla a nossa dor, esconde bem escondidinho bem lá no fundo, tranca, joga a chave fora e fala: "Agora eu cuido de todos e de tudo aqui fora, mas dentro de mim tem uma dor imensa que eu camuflei, eu guardei porque eu não me senti forte o suficiente, eu não me senti preparada ou eu não me senti

: "Agora eu cuido de todos e de tudo aqui fora, mas dentro de mim tem uma dor imensa que eu camuflei, eu guardei porque eu não me senti forte o suficiente, eu não me senti preparada ou eu não me senti merecedora. Quando a gente se vê apenas com o que é externo, com o corpo e não vê o espírito imortal que somos, a gente começa a pegar tudo de fora. É aquele movimento de se dar coisas que a gente sai e começa a nos dar coisas, roupas, sapatos, joias ou alimentos. a gente começa a nos dar e acumula, mas esquece do que tá acumulando espiritualmente, dos pensamentos negativos, dos pensamentos de menos valia, intoxicando a alma. Chega um momento que a espiritualidade, por amor fala: "Vamos curar, vamos refazer esse caminho despindo de coisas. Primeiro as físicas, depois as questões mentais e espirituais. Como dói. Dói porque a dor é curativa. Muitos já entenderam isso. Então, a gente vai falar que é os corações que estão em dor e buscaram esse movimento de fora para entender essa assimilação em prol do equilíbrio interior e do bem-estar espiritual do que o benfeitor amigo tá trazendo na lição. deixar de ser mendigos, mendigos espirituais para se tornar filho. E esse movimento é urgente, porque tem muitas coisas boas nos esperando. Mas se a gente tiver dentro dessa casca, dessa casca grossa, intensa, densa, a gente não vai sentir esse sol da verdade, esse sol de amor que vem nos aquecer. E chegou a hora de despir, de se autoerdoar, de se autoacolher, de sentir-se agasalhado, não pelo um pai e uma mãe físicos, não por questões aqui do mundo, mas por questões espirituais, que aconteça o que acontecer aqui no mundo externo, você não vai se sentir desamparado pela misericórdia divina. Outro ponto importante paraa gente trabalhar aqui hoje, refletir, para nos curarmos, nos agasalharmos e sentirmos aqui caridosos para conosco, é sentir o alcance da caridade que liberta. A caridade é libertadora, porque você passa a realizar dentro de ti ações constantes em favor do teu próprio crescimento, do

os aqui caridosos para conosco, é sentir o alcance da caridade que liberta. A caridade é libertadora, porque você passa a realizar dentro de ti ações constantes em favor do teu próprio crescimento, do teu crescimento espiritual. Quanto tempo a gente vem fazendo em prol de fora, do que tá fora? Aí, como o outro não reconhece os nossos esforços, a gente frustra, você se doa, se desfaz por inteiro por alguém que você ama ou alguém que você cuida, alguém que está ao teu redor. Dê o nome para esse alguém como pai, como mãe, como filho, como cônjuges, como irmãos, como família, como colegas de trabalho. Você se doa por inteiro, você se mutila para que o outro te veja que você está fazendo sacrifícios e esse retorno não vem. Aí frustra, quer fugir, fugir para onde? Se tudo tá dentro, né? Então ele vem dizer assim: "Em prol do teu equilíbrio interior e do bem-estar espiritual, autoacolha-se, trabalha a caridade, busque ações em favor do teu crescimento espiritual, pare de buscar o que tá lá fora." Aí vem a doutrina espírita nos trazer uma bela lição que tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, que tá nas palavras de Jesus, que muitas vezes a gente leu, mas não refletiu, comeu, mas não digeriu. A doutrina espírita traz ao nosso alcance da seguinte forma: ser indulgente com as próprias imperfeições. A indulgência não é o acobertamento do erro, mas antes de tudo a aceitação de nós mesmos. Porque esse Jesus, né, o Cristo nos pediu para serem, para sermos caridosos com aqueles que fazem mal, com os irmãos que praticam o mal no alto grau e quanto é merecedor sermos caridosos conosco. benevolente. Perdoa-te. Recorda, no entanto, que o perdão não é somente o esquecimento do mal, mas principalmente a concessão da oportunidade de repará-lo. A gente fala assim: "Eu já estava ficando de pé, mas eu tenho que reparar sim essa reparação que vai se dar no perespírito também de refazer a energia amorosa de se sentir filho de Deus. E essa reparação, muitas vezes a gente fala, é com o outro, não é conosco. Porque

parar sim essa reparação que vai se dar no perespírito também de refazer a energia amorosa de se sentir filho de Deus. E essa reparação, muitas vezes a gente fala, é com o outro, não é conosco. Porque quando eu corrijo em mim, eu tô corrigindo em tudo aquilo que me permeia, que me envolve, que está à minha volta. Quando eu corrijo o meu pensamento, o meu olhar não é mais só o olhar aqui do corpo, é o olhar espiritual. É aquela beleza que eu vejo e o outro não vê. Primeiro em mim e depois na vida que nos cerca. Por isso que é preciso sair de nós, sair do do que a gente vê como corpo, como físico. Esse momento que a gente vive atual do mundo de provas, expiações, os espíritos vem dizer que é o momento de romper as barreiras do mal e cultivar o que é eterno. Do mal a gente sempre pensa do que é fora. É do mal que ainda a gente guarda em nós, pensando que é bem, que é bom. de tantas situações que nós vivemos no passado, em outras vidas que estão camufladas, escondidas dentro de nós. Nesse momento que a espiritualidade nos pede, sede benevolente com as tuas próprias imperfeições, sedesindes, perdoa a ti mesmo. Porque se pede pra gente ser indulgente com aquele que está num alto grau de maldade, ainda de ignorância quanto às leis de Deus? Imagine para conosco como eu vou sentir o amor do outro se eu não sinto esse autoamor? Como é que eu vou sentir essa energia e esse amor que os espíritos trouxeram e trazem a todo momento? que Jesus, né, o sol da verdade, o mestre amigo nos trouxe. Se eu não consigo nem sentir quem eu sou, se eu não me sinto algo de valor, se eu não sinto um ser primordial aqui, como é que eu vou sentir esse amor se eu não tenho? Como é que eu vou doar? Então, a a caridade para consigo mesmo é se sentirse, não se sentisse com o que você tem de concreto, de externo, mas se sentisse como o filho. E nos dias atuais, não fazendo esse movimento para dentro, vai ficar difícil da gente entender esse amor de Deus, esse amor que agasalha, esse amor que sustenta,

externo, mas se sentisse como o filho. E nos dias atuais, não fazendo esse movimento para dentro, vai ficar difícil da gente entender esse amor de Deus, esse amor que agasalha, esse amor que sustenta, esse amor que ilumina e que nos faz manter de pé a cada dia, mesmo depois de tantas pancadas ou de tanto sofrimento, de tantas mutilações que nós praticamos conosco mesmos. Como é que eu vou me curar? Como é que eu vou me tornar instrumento para o outro se eu não me curei? Como é que eu dou algo que alguém tá me pedindo se eu não tenho? Como é que eu cuido daqueles que eu amo se eu não tenho amor para me dar? Mas nós temos caminhos. Ser benevolente para contigo mesmo. Lembra-te, contudo, de que a benevolência não é complacência, a qual frequentemente nos mantém estagnados no erro. Benevolência é a busca de tudo que faz bem, de tudo que me impulsiona moralmente. É passar remédio na ferida, sabendo que o primeiro, a primeira gota desse medicamento vai doer, a segunda já dói menos, a terceira já apazía, a quarta, a quinta, quantas doses, quantas gotas desse medicamento colocar em nós? Então hoje é voltado para nós, é autocaridade, auto perdão, autoacolhimento para depois eu ir colocar o medicamento na dor do outro. E aí colocando o medicamento na dor do outro, a minha dor vai desaparecendo também. É o primeiro momento é do autocorro, da autoiluminação. Depois vem progressivamente até aprender isso, talvez vai demorar um tempo para cada um. Um tempo é diferente, né? O nosso tempo não é igual. Nosso entendimento decorre muito do que que a gente tem como verdade dentro de nós, né? Vamos lá que o tempo tá correndo e a gente precisa colocar medicamento em nossas feridas. Perdoa-te, pratica desse modo a caridade consigo e estarás bem habilitado para exercitá-la em relação ao teu próximo. Habilitar. Quantas vezes a gente foge dessa habilitação, desse amor baseado no trinômio, né, de benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdãos das ofensas,

róximo. Habilitar. Quantas vezes a gente foge dessa habilitação, desse amor baseado no trinômio, né, de benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdãos das ofensas, que a gente às vezes só busca para fora, para fora. Aí chega o momento tá vazio, né? É o é nos preencher de coisas. Então, quando a espiritualidade nos coloca aqui trinômio da para o bem-estar físico, mental, espiritual, benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições, aí a gente vai voltar pra gente, né? Benevolência para comigo, indulgência para comigo, perdão para as minhas imperfeições e todas as ofensas que eu fiz para comigo. A gente fala assim: "Mas eu ofendi foi o outro, mas essa dor, essa mancha ficou foi em nós. O outro já até esqueceu." Quando a gente chega para pedir perdão para alguém, fala assim: "Sobre o que?" Nem lembro mais. Aí você falou que tava doendo tanto em mim. Às vezes a gente fala: "Tava doendo em mim". É, é nesse caminho aqui que fora da caridade não há salvação. esse momento de transcender do material para o espiritual que a gente encontra esse caminho, a estrada de Damasco, que os irmãos, que Paulo veio no nos mostrar, despirse e mostrar a estada de Damasco e percorrer aí longos anos de dedicação a se curar. Às vezes a gente vê uma um uma história de um espírito como Paulo de Tarso e vê só movimentos para fora. Quando a gente mergulha na história de um irmão como ele, a gente vê que foi um movimento sempre para dentro de autocura, da caridade para com ele. Se te deprimes e te amarguras porque está se arrastando, né? Tá atrasando a tua marcha. A mochila tá muito cheia de pedras, né? Tá atrasando a nossa caminhada. A gente começa a tirar coisas. Quando a gente chegar aos 30, a gente começa a tirar coisas. Porque a gente vê assim, é um momento de reflexão, talvez para alguns será os 80 anos, momento você precisar tirar coisa, se despir daquilo que não tá servindo. A espiritualidade fala assim: "Bora tirar por dentro também aquilo que tá

nto de reflexão, talvez para alguns será os 80 anos, momento você precisar tirar coisa, se despir daquilo que não tá servindo. A espiritualidade fala assim: "Bora tirar por dentro também aquilo que tá carregando, as pedras psicológicas que você vem carregando aí há tanto tempo. Às vezes a gente já vê isso na juventude em alguns, mas para outros vai demorar muito mais. A espiritualidade não vem trazer idade cronológica. Ela vem trazer a época certa para você se despir de questões, de pensamentos, de situações, de mágoas que não vai te ajudar do outro lado da vida e que não vai ajudar nessa travessia que a gente tá passando. Talvez hoje a gente chegou aqui com um pensamento diferente dos outros dias, mas muitos de nós chega aqui essa casa buscando a autocura, o auxílio, buscando nas palestras, nas falas dos irmãos que passam aqui igual a mim, trazendo reflexões importantes para que a gente se cure, se liberte e não se mutile mais espiritualmente. Quando te te acolhes, né, com teus erros, vendo que é espírito em evolução, quando você se perdoa, você arrebenta as algemas que vinha trazendo de vidas após vidas. E só aquele que já libertouse dessas algênas sabe o quanto é bom ser livre, livre no pensar. Livre no amar, livre em seguir Jesus. O homem que ama a si mesmo, o homem que se ama, tolera-se, estimula-se constantemente, cada vez mais ampliando e sendo audacioso consigo e no bem. A gente é tão ousado para tantas coisas, mas tão tímidos para nos libertarmos, não é? Porque a gente tá com os valores invertidos, tudo para fora. Aí o irmão aqui pede para dentro. E eu encerro aqui com uma letra de uma música para apaziguar esse momento, porque aqui é só uma gota que depois a gente vai buscar mais esse medicamento. Não temos como em 30 minutos aqui falarmos de vidas. e de ensinamentos milenares, mas a gente tem como pegar essa gota, colocar na nossa dor e buscar mais medicamentos para a nossa alma. A força do amor é uma música espírita. Depois vocês procuram na internet. Não

mentos milenares, mas a gente tem como pegar essa gota, colocar na nossa dor e buscar mais medicamentos para a nossa alma. A força do amor é uma música espírita. Depois vocês procuram na internet. Não vou facilitar a vida de vocês hoje com essa música não. Força do amor. O que eu aprendi? O mundo é um lugar para eu me transformar. Para eu me transformar. Por isso estou aqui tentando me enfrentar. Me enfrentar não é o outro. Tanto desafio lidar com tantas imperfeições do próprio coração, não é do outro. Com o puro perdão. Sou eu a me aceitar. Outro perdão é isso. Sou eu a me aceitar. A caridade para consigo é essa questão da gente vai aprender. O puro perdão sou eu a me aceitar. A caridade para consigo, para comigo, sou eu a me aceitar. imperfeito em construção. Estamos em construção. Sei que se você sei que se você se vê sem se perceber, todo o valor que tem pode se perder e seu brilho apagar. Quando eu não me percebo todo o brilho, todo o valor que eu tenho como espírito imortal e filho de Deus, o meu brilho se perde, o meu brilho se apaga. Olha aquela estrela, que energia. E ela envia todo o seu amor do além. Foi esse amor que nos uniu de novo num rumo só de bem. A natureza já sabe do valor dela. A estrela, ela sabe que ela veio para brilhar. E ela brilha. A gente conhece uma estrela pelo seu brilho e dá nome para ela. Ali é a estrela da manhã, estrela da alva, estrela, ali a estrela do oriente. Ali a estrela pelo brilho dela. A gente conhece uma flor pelo seu perfume. Ali é um lírio. Olha o cheiro, o perfume que ele exala. Olha a rosa. A rosa rosa tem um cheiro próprio do que a rosa branca, do que a rosa amarela. A gente conhece a Rosa pelo seu perfume que ela exala e os espíritos nos conhecem pelo nosso cheiro, o nosso cheiro espiritual que a gente exala pelo teor dos nossos, das nossas vibrações. É assim que o amor nos encontra e é assim também que a dor nos encontra pel aquilo que a gente exala. Voltando à letra da música, olha aquela estrela que energiza e envia

nossos, das nossas vibrações. É assim que o amor nos encontra e é assim também que a dor nos encontra pel aquilo que a gente exala. Voltando à letra da música, olha aquela estrela que energiza e envia todo o amor do além e nos uniu de novo no rumo só de bem. Essa estrela é Jesus aqui, a estrela maior. E por isso estou aqui e junto vamos lutar, desafios vamos superar. Eu estou com você. É o Cristo falando em nossa intimidade. Eu estou com você até o fim dos tempos. Não foi isso que ele deixou. E por isso estou aqui junto. Vamos lutar. Desafios vamos superar. E eu estou com você. Remar imenso o mar para a nossa luz brilhar. E eu me sinto tão feliz. Basta acreditar. E capaz de tudo enfrentar. E o mundo vamos mudar. De mãos dadas posso mais. É a força do amor. Então, coração amigo, encarnado, desencarnado, virtual e no presencial, vamos recomeçar, vamos acolher nossas dores, colocar medicamento em nossas dores. Vamos aqui, ó, fazer a nossa luz brilhar, sentir-se tão feliz. Mas para isso basta que você acredite em você. Pare de se mutilar, seja no físico, no mental, no espiritual. Busque essa força que essa semente vai brotar assim e vai dar flores e frutos. Muita paz. Que a espiritualidade coloque medicamento aonde a minha voz não alcançou, aonde o meu magnetismo não alcançou. Que a espiritualidade alcança e apazigue tuas dores. Muita paz. Depois dessa serenidade toda, desse presente que foi nos oferecido, eu vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentir que a medicação foi nos oferecida, que começa a acalmar nossas dores, a acalmar o nosso pesar, a nossa cobrança conosco mesmo. E vamos agradecer, agradecer a Deus, a Jesus, a Bezer de Menezes, mas principalmente neste momento a dona Ivone, dona Ivone do Amaral Pereira, que nos abraça, que nos transforma em guerreiros das nossas próprias vidas, onde não fazemos guerra. Mas praticamos o amor, praticamos essa ação que nos energiza, que nos traz serenidade e paz. Assim, muito agradecidos pela oportunidade, pedimos licença para encerrarmos este

onde não fazemos guerra. Mas praticamos o amor, praticamos essa ação que nos energiza, que nos traz serenidade e paz. Assim, muito agradecidos pela oportunidade, pedimos licença para encerrarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meninos, eu aqui, graças a Deus, tá tudo bem, mas eu tenho alguns recadinhos antes de vocês correrem pro passe, só dizer para vocês, primeiro, obrigada pela presença virtual e presencial. Segundo, que a nossa casa ela assiste a mais de 300 famílias. Então, aqueles que porventura tiverem qualquer coisa sobrando em casa ou que não queira mais ter enjoado, nós agradecemos e aceitamos. Além disso, nós também ajudamos a os outros centros espíritas, porque a comunhão ela é um pouco grande, né, e tem uma um pouco de oportunidade a mais que outros. Então essa oportunidade a gente oferece aqueles que também precisarem em outros centros. A comunhão oferece a cada um de nós o atendimento fraterno, que é aquele agasalha ao coração, que pode se dar tanto virtual quanto presencial. Quando é virtual, é só mandar um e-mail paraa comunhão, acessar o site da comunhão. Lá tem um e-mail que é da@ comunhão espírita tudo junto.org.br. Senão no presencial nós temos de segunda a quinta de 8:30 às 10:30, de 15:30 às 21 horas. Na sexta é de 8:30 às 10:30 também, mas à tarde é de 13:30 às 21 horas. No sábado 10 às 11:30, de 15:30 às 19:30 e no domingo de 17:30 às 19:30. O que se fala no atendimento ali fica. Então também fiquem muito tranquilos, muito serenos, que pode ser um momento de desabafo. Eh, a outra coisa é que a casa oferece também o agasalho pros que são dependentes químicos ou que são familiares de dependentes químicos, às vezes até amigos muito próximos que sofrem com isso. Então, na segunda e na quarta-feira, na sala 13 às 19 horas. E é só chegar, não precisa passar em lugar nenhum, é só procurar onde que é a sala 13. Aí o pessoal mostra e pronto, tá? É no andar de cima. Ali temos o grupo viver. Para aqueles que pensaram em sair dessa vida antes da

precisa passar em lugar nenhum, é só procurar onde que é a sala 13. Aí o pessoal mostra e pronto, tá? É no andar de cima. Ali temos o grupo viver. Para aqueles que pensaram em sair dessa vida antes da hora ou que tiveram familiares que pensaram ou que fizeram isto na sala 14, nas quartas às 19 horas. Ajuda-nos a acalmar o coração, a aceitar algumas dificuldades que todos temos na quinta e na sexta. a casa. E também é só chegar na quinta e na sexta também. Só chegando na sala 13 temos o grupo acolher. Esse grupo trata uma coisa, trata não, né, na realidade ampara e ajuda a trabalhar em si próprio ansiedade que em algum momento todos temos, né? Então, a ansiedade às vezes ela nos machuca muito. Então, também sejam bem-vindos para só se direcionar para lá. E agora a Denise, essa moça linda que tá bem aqui na minha frente, ela vai convidá-los e eu vou pedir que vocês deem preferência para ir tomar o passe, né? E tem o passe virtual, mas tem o passe presencial. E eu vou pedir que vocês eh observem primeiro aqueles que tm que retornar pro trabalho. Acho que não vai ter tanta gente assim, mas tudo bem. Aqueles que tm que voltar correndo pro trabalho, desde que sejam os primeiros. Eles vieram aqui só pegar uma injeção de ânimo. Os demais, como eu, por exemplo, né, os mais antigos, que tiveram coragem de vir logo para essa encarnação e que serviram de exemplo pros outros seguirem atrás, os mais velhos, né? em sequência e posteriormente os jovens, os que seguiram esse exemplo. A não temos criança, né? Nós temos até jovenzinhos, mas não temos criança. Então, se tivéssemos criança, elas seriam as primeiras da fila, até mesmo antes dos outros, tá? Então, sejam muito bem-vindos até quinta. Que a paz e o amor os acalmem e os agasalhem hoje e sempre. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o

ica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada [música] um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos

estendam para cada [música] um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. >> O terceiro

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