CARIDADE ATIVA, O CAMINHO PARA A FELICIDADE ESPIRITUAL - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi toda beleza. A todos, sejam tudo muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília, essa primeira sexta-feira de 2026, né, o segundo dia do ano, que a gente possa estar aqui reunidos, né, na uma família comunhão, renovando nossas energias, nossos pensamentos. E aí estamos hoje com o nosso irmão Wagner Alberto, que vai trazer o tema caridade ativa, o caminho para a felicidade espiritual. Pra gente harmonizar nossos pensamentos e acalmar nossos corações, eu vou ler um capítulo desse livro, Conselhos úteis, que foi editado aqui pela Com Espírita de Brasília, da nossa irmã Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela média Hilda Alonso, né? E aí a Ida Alonso fora a filha da Hilda Magalhãs. Então são conselhos maternais. O livro é esse aqui, ó, Conselhos Úteis, a capinha azul tem lá na livraria aqui da comunhão, né? É um ótimo livro para ter de cabeceira, né? E ler de vez em quando. Eu abri aqui no capítulo Nada justifica a inércia. Acho que muito bem a calhar quando o tema é caridade, né? Sempre temos alguma coisa para oferecer da nossa experiência e da especial visão que agora adquirimos dos problemas da vida terrena. É proveitoso lembrar que sempre é tempo para começar uma tarefa. Não é a idade física que impede que te proponhas a uma melhor atitude mental, a uma determinação nova, a um trabalho de utilidade indiscutível. Tens capacidade física, pois rigidez possu idez mental. Podes utilizar teus sentidos para quase que com plenitude. Dispões de tempo e de habilidades várias. Nada justifica a inércia ou a omissão que só poderiam prejudicar-te à saúde física e mental. Arregaça as mangas e põe em mãos à obra.
quase que com plenitude. Dispões de tempo e de habilidades várias. Nada justifica a inércia ou a omissão que só poderiam prejudicar-te à saúde física e mental. Arregaça as mangas e põe em mãos à obra. Não te mantenhas expectante, aguardando a oportunidade que há muitos já te oferecida. Faze tudo aquilo que puderes no benefício geral, não só dos teus familiares, mas também daqueles que possam ser alcançados pelo teu serviço. Aproveita com entusiasmo o que a vida te proporcionou, porque Jesus, que te observa te ajudará e te impulsionará quando dispuseres a qualquer atividade construtiva. Então, nossa irmã Hilda, né, trazendo a convite, a gente colocar mãos à obra, né? a gente vai ter sempre oportunidade de trabalhar, sempre vamos ter uma oportunidade de ajudar ao próximo. E aí ela pede inclusive pra gente ampliar, né, não só tá focando no nossos familiares, mas focarmos em todos aqueles que estiverem ao nosso redor, porque Jesus nos observa e Jesus vendo que a gente tá se colocando a ajudar ao próximo, ele também vai estar nos ajudando. Pois bem, após essa breve reflexão, fiquemos uma posição confortável. Façamos uma respiração profunda com objetivo de relaxar todo o corpo, elevando o nosso pensamento ao alto, agradecendo a Deus, criador de todas as coisas. agradecer por pela atual encarnação, agradecer por esse ano que se inicia cheio de oportunidades, que possamos renovar dentro de nós a esperança, renovar a fé e termos coragem no nosso dia a dia para fazermos o que for, né? necessário. Agradecer também a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, preparando este ambiente e nos acompanhando, nos auxiliando. Pedimos humildemente neste momento que ampare o nosso irmão Wagner para que ele seja intuído em seus pensamentos e em suas palavras no momento da palestra. Que assim seja. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. aqueles também que nos ouvem aqui através dos nossos canais, a Emiliana, a Lígia, a Giovanete e a todos que estão aqui,
m seja. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. aqueles também que nos ouvem aqui através dos nossos canais, a Emiliana, a Lígia, a Giovanete e a todos que estão aqui, não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, se inscrever para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina. Hoje, primeira sexta-feira do ano, primeiro dia útil do ano, passou-se as festas, Natal, Ano Novo, os corações voltam a se acalmar naquela agitação de receber os convidados, de preparar tudo, vestir a melhor roupa. E quero, tive assistindo uma palestra esses dias e o palestrante começou com uma fala que eu achei muito interessante. Nós tivemos 365 oportunidades. Nós sabemos pelas leituras que o tempo no plano espiritual não é o nosso relógio, não funciona dessa forma. O tempo lá é a transformação do espírito, a busca pela renovação. São as ações dos espíritos. Isso é o tempo lá medido. E é sobre essa medida em que vamos nos preparando para reencarnar aqueles que ainda necessitam reencarnar espíritos como como nós. E nessa alegria toda que temos, a espiritualidade sempre nos fala também que essa época do ano, como eles respeitam muito o nosso relógio cronológico, essa mudança de ciclo, passando pelo planeta de provas e expiações e das matérias que temos, ela eles respeitam muito isso e vivem terminam vivenciando isso sobre nós. E eles dizem também que é o melhor momento em que eles têm para agir em nós. É o momento em que estamos com os corações mais aberto, com a mente mais conectada, em que estamos mais receptivos. a receber os benefícios. Será por quê? Porque a energia do Natal ficamos mais caridosos e por que não somos isso o ano inteiro? Pois viemos para isso. O nosso presidente Adilson Mariz, ele falou aqui na palestra de Natal duas coisas que eu achei interessante que eu quero trazer pra gente dar entrada no nosso tema de hoje que o nosso irmão já citou ali. Na literatura espírita, no livro libertação, os espíritos André Luiz narra um conto
u achei interessante que eu quero trazer pra gente dar entrada no nosso tema de hoje que o nosso irmão já citou ali. Na literatura espírita, no livro libertação, os espíritos André Luiz narra um conto em que ele é levado a um templo religioso e esse templo religioso tá tendo um momento de oração. E o dirigente religioso, ele convoca a todos naquele momento para uma prece, uma oração. Todos baixam a cabeça e ele começa. E o espírito que que levou André Luiz, ele fala: "Prestem atenção agora o que acontece naquele momento. A nossa glândula pineal, que é o que nos conecta com o divino, nos conecta na hora da oração. De todos, 90% acendem. As luizinhas começam p acender e André Luiz fica feliz e contemplativo olhando. O espírito fala: "Não acabou ainda". Perceba, entram umas sombras no templo e vai soprando no ouvido de cada um e as luzinhas vão se apagando, se apagando. Fica apenas uma acesa de uma senhora sentada no banco da frente. André Luiz pergunta por quê. Porque nós não temos uma hora com Deus. Nós nos desconectamos com qualquer pensamento que não venha aquele momento. Estamos aqui, mas estamos pensando no que vamos fazer depois, até no passe que vamos tomar depois. é a nossa ansiosidade, ansiedade do futuro no cafezinho depois, igual eu tava conversando com o meu amigo, vamos tomar um café depois, em vez de preparar, sentar, harmonizar, já tá pensando no cafezinho de depois, no trânsito, não é essa época de Brasília, mas no trânsito, nas coisas que temos que fazer em casa, eu que moro em chára do caseiro que já chegou, será que eu deixei o papelzinho para anotação para ele fazer? Não dedicamos uma hora a Deus. E aqui nesse tema de hoje, caridade, o caminho para a felicidade espiritual. Eu pensando sempre no meu amigo que traz umas histórias muito boas e ele tem a memória melhor do que a minha, temos, não temos cabelo um como outro, mas eu tenho a memória. E aí eu vou ter que narrar para vocês aqui ler. Tem uma história que ela eu vi no na no site da Federação Espírita do Paraná.
ue a minha, temos, não temos cabelo um como outro, mas eu tenho a memória. E aí eu vou ter que narrar para vocês aqui ler. Tem uma história que ela eu vi no na no site da Federação Espírita do Paraná. Lá tem um programa chamado Momento Espírita. tem um Instagram, é muito interessante, são 2, 3 minutos com Deus pra gente ir preenchendo. E a lição é do sapateiro e a moeda do amor pra gente começar a nossa A história é assim. Havia um senhor chamado Senhor Joaquim, um sapateiro humilde que vivia amargurado pela perda da esposa e pela solidão. Ele cumpria suas tarefas, mas seu coração estava seco. Sem alegria espiritual. Ele frequentava o centro espírita, mas dizia: "Como posso ser caridoso se mal tenho para meu pão e minha alma está em pedaços?" Nós sempre vinculamos a caridade ao ter. Cada certa noite, em um sonho real, uma voz doce lhe disse: "Amanhã, Joaquim, eu irei lhe visitar a tua oficina." Joaquim amanheceu ansioso, se preparou, ele acordou radiante, no dia seguinte, limpou o banco de madeira, preparou um café simples e ficou à espera. Ele acreditava que o próprio Jesus bateria a sua porta. A primeira visita logo cedo, um mendingo passou com os pés sangrando pelo frio. Joaquim, ansioso pela sua pela visita do mestre, pensou em ignorá-lo, mas com a compaixão mais alto. Ele chamou o homem, lavou os pés, deu-lhe um par de sapato, pois estava descalços, que havia consertado. dividiu metade do seu pão, o seu café, o homem partiu chorando de gratidão. Ficou ali sentado, à espera e ansioso como seu Antônio. A segunda visita à tarde, uma mulher com uma criança doente parou a porta pedindo ajuda. Joaquim olhou para o relógio, temendo perder a chegada do mestre. Mesmo assim, ele parou tudo, ofereceu o leite que tinha e ajudou a carregar a criança até o posto médico. Continuou sentado. A terceira visita. Ao ao escurecer, uma jovem, um jovem vizinho revoltado, com a vida e cheio de ódio, entrou em sua oficina para reclamar de tudo. Joaquim, apesar de cansado e da expectativa,
entado. A terceira visita. Ao ao escurecer, uma jovem, um jovem vizinho revoltado, com a vida e cheio de ódio, entrou em sua oficina para reclamar de tudo. Joaquim, apesar de cansado e da expectativa, ouviu com paciência por uma hora, oferecendo palavras de consolo, um abraço fraterno, e o acolheu. A noite chegou e ninguém especial apareceu. Joaquim, frustrado e triste, orou antes de dormir. Senhor, eu esperei o dia todo e o Senhor não veio me visitar. Estava triste aquele sapateiro. Em um instante, uma luz inundou o quarto e as vozes do mendingo da mãe do jovem ressoaram em sua mente. Joaquim, três vezes eu te visitei e nas três vezes tu me acolhestes. Joaquim compreendeu que a caridade ativa não é um evento extraordinário, mas o serviço humilde no cotidiano naquele dia. Ele não apenas ajudou aos outros, ele curou sua própria solidão. Ao colocar em movimento as forças da alma, como ensina a doutrina espírita, ele transformou sua dor em propósito. A felicidade espiritual não veio de um milagre externo, mas da luz que ele mesmo acendeu ao se tornar um instante de do bem, como ensina o Evangelho. Sempre que fizestes um destes meus irmãos mais pequeninos a mim fizestes. Quem registrou isso foi Mateus. Capítulo 25, versículo 40, dito por Jesus. Eu achei muito, muito interessante essa história e quando a gente vai se preparar para estar aqui, a gente começa sempre a buscar as melhores intuições para que a espiritualidade possa nos ajudar e, na verdade, nós ajudarmos a eles a transmitir a mensagem do Cristo. Porque nesse ano que passou, quantas caridades nós fizemos, quantas vezes nós nos colocamos à disposição de quem precisava de nós. Quantas vezes nós buscamos atender ao chamado de Jesus de Nazaré? pelos espíritos amigos que nós sempre falamos em todos os cantos, não, a espiritualidade está no controle. Estamos numa casa espírita, vou tomar um passe, mas já entro ali na negatividade. E a caridade ativa, ele começa comigo mesmo a trabalhar o meu interior, as minhas sombras, as minhas amarras
controle. Estamos numa casa espírita, vou tomar um passe, mas já entro ali na negatividade. E a caridade ativa, ele começa comigo mesmo a trabalhar o meu interior, as minhas sombras, as minhas amarras de um passado nesta encarnação, que é a mais importante do meu espírito. Sim, é a mais importante. independente do que eu seja, do que eu valorize, essa encarnação é a mais importante do espírito, porque é o momento que estamos encarnados num planeta de provas, expiações. Já temos a codificação da espírito do da doutrina espírita. Já conhecemos Jesus, já sabemos do seu propósito, então não somos. desesclarecidos. Precisamos para ter o conhecimento, trazer as informações como livros, palestras, estudos, agir, servir, doar tempo e ter uma hora com Deus. Eu não sou bom em matemática, mas em 365 dias do ano, quantas horas não não não perdemos? Quantas horas não tem um ano? E a espiritualidade só nos pede uma hora por dia com Deus. uma hora, mas é uma hora de coração e de mente. É uma hora em que eu possa acalmar o meu coração, pois Jesus disse para Pedro: "Apacenta as minhas ovelhas. Acalma o meu povo." Foi isso que Jesus disse. Porque em toda a sua caminhada, em toda a sua trajetória, a nossa irmã aqui no dia 31 de dezembro, na última palestra do ano em que essa casa estava lotada, ela nos trouxe o convite de amar a Jesus, conhecer a Jesus. E a nossa irmã Neusa, ela foi muito feliz quando em cada palavra sua, ela foi começando com a sua trajetória, como ela chegou até ali. E amar a Jesus, você não vai amar em uma palestra, você não vai amar em um capítulo que você lê. Não, nós não somos um Paulo Estevão, um Paulo de Tarso. Nós não somos os discípulos porque eles já vieram com esse propósito. Eles estão nos 200 espíritos que Miramis narra que Jesus convidou para este. Jesus simplesmente só os acordou. Nós não precisamos de uma conquista contínua da insistência. Eu não sou muito bem de ditado. Tenho até medo de falar porque eu erro direto. Minha minha filha me corrige, me corrige
ente só os acordou. Nós não precisamos de uma conquista contínua da insistência. Eu não sou muito bem de ditado. Tenho até medo de falar porque eu erro direto. Minha minha filha me corrige, me corrige muito. Mas tem um ditado que diz que água quando bate na pedra bate até que fura. Somos nós. Nós somos aquele carvão que se transforma em diamante. Eu vi essa história e eu achei muito fantástica. O carvão ele se transforma em diamante e depois do diamante ele se torna inquebrável, intocável. Nós precisamos nessa caridade ativa ser este carvão que vai se lapidando em milênios, em várias encarnações, até levar luz às escuridões, tirar as sombras de nós primeiro, como falamos as nossas amarras do passado. Respeitando a diversidade do próximo. Jesus buscou em cada discípulo uma personalidade. Por que que ele fez isso? Para nos provocar isto, Pedro de uma forma, Thago de outra, André de outra. Mateus, um cobrador de imposto excluído pela sociedade, vivendo na luxúria, envergonhando a sua família, como dizia, andando com soldados romanos do lado dele para protegê-lo das pedradas, das muito diferente de hoje, né? Não, o apedrejamento continua. Só deixou de ser pedras físicas para ser um WhatsApp, uma rede social, jovens tirando a sua vida porque são atacados, são excluídos da sociedade. Eu não gosto de contar história particular, mas minha filha com 13 anos fui chamada na chamado na escola. E eu cheguei lá, a orientadora, fiquei no banquinho ali, já bravo, sem saber o que tinha acontecido, chateado, porque tava ali numa situação daquela constrangedora para mim. Olha como as coisas mudam. Quando eu entrei, ela seu Wagner. Sim. A Maria Clara, o qual o problema só tem que controlar os ânimos dela. O que que houve? Ela defendeu dois coleguinhas, mas defendeu como? porque eles estavam recebendo pul e ela tomou as dores dele. Falei: "Tá, até aí tudo bem, mas eu não tô vendo muito problema aqui." É, ela ficou que os meninos e começou a falar e eu tá, ela tá certa, eu sei que ela não pode sair
pul e ela tomou as dores dele. Falei: "Tá, até aí tudo bem, mas eu não tô vendo muito problema aqui." É, ela ficou que os meninos e começou a falar e eu tá, ela tá certa, eu sei que ela não pode sair por causa de uma brincadeira. Uma brincadeira. Ela foi chamada porque um menino lá chegou e fez aquela tradicional brincadeira. Quem chegar por último é ela parou ali na hora. Não, ninguém aqui é. e tomou as dores dos dois coleguinhas. Eu cheguei em casa e conversei com ela. Falei: "Minha filha, a gente tem que tomar muito cuidado hoje. Eu sei que você defendeu os seus dois coleguinhas. Ah, papai, porque ficam dizendo que eles são isso, que eles são aquilo, que tem beijo assim, que tem beijo assado." E eu falei que não tem beijo assim, não tem beijo assado. Tem beijo, tem amor, temos que ter respeito. Percebe? E a escola a chamou porque ela inverteu os valores, ela colocou ela. Os agressores passaram a ser coitados. Os agressores passaram a ser protegidos. E ela que ficou do lado dos pequeninos que Jesus fala aqui. Porque Jesus não veio para os sãos, veio para os doentes, os pequeninos. que Jesus fala, aquele que eu dei de que você vai dar de comer, aquele que você coloca um cobertor, aquele que você vai matar a sede, que você vai curar uma ferida, aquele sou eu, é a mim que está fazendo. E ela é dessa casa da evangelização. E ela falou pra orientadora, a orientadora só me chamou porque no final, quando a orientadora foi a advertir, ela chegou para orientador e falou: "A senhora está me deixando constrangida. 12 anos e ela tinha 11 quando aconteceu isso. E a orientadora falou: "Fiquei abismada com as palavras da sua filha, constrangida. Aonde que uma criança vai falar assim? Eu falei, a Maria Clara, ela tem uma vida em que ela tá conhecendo o mundo da melhor forma, o mundo como ele é, o mundo de uma necessidade de pessoas que não saia empurando a espada, que não foi isso, mas que esteja do lado dos pequeninos. Ela vai ter tudo que ela precisa de ter para o seu conforto material, mas ela
do de uma necessidade de pessoas que não saia empurando a espada, que não foi isso, mas que esteja do lado dos pequeninos. Ela vai ter tudo que ela precisa de ter para o seu conforto material, mas ela vai ter tudo que ela precisa de ter para a sua construção espiritual, para a sua caridade ativa. Porque caridade não é tirar uma moeda do bolso e tirar o irmão perto da gente logo, porque ele tem algum cheiro desagradável. Caridade é doar tempo, é fazer isso como esse sapateiro fez. E ele entendeu a mensagem. Caridade é sentar do lado de um irmão quando vê o triste e conversar com ele. Caridade muitas vezes é o silêncio. Caridade não é aquele irmão que chega para você e fala: "Ô Anderson, eu tô passando mal. Eu tô com problemas. Eu tô com problemas em casa. E escuta, escuta e no final olha e fala: "A sua situação não tem conserto, tá complicada. Como dizia a minha vozinha de 92 anos, você acabou de jogar a última pá de terra em cima do cara. Você acabou de dar machadada. E eu saí de lá, cheguei constrangido, como diz minha filha, e saí de lá. Me desculpa a palavra, mas feliz pela filha. Oi. Até orgulhoso. Orgulhoso por aquele ser humano que defendeu os seus coleguinhas e defende. Ela tava agora no momento de prece aqui no dia 31. Meu filha, ele estava pensando no Mateus, papai, que é um coleguinha dela que ficou de recuperação. Falei: "Mande um WhatsApp". Aí ela falou: "Dentro do carro, não tem como?" O pai dele tirou o celular porque ele ficou sem recuperação. Aí eu falei: "Você vai saber se ele ficou ou não". E ontem ela toda feliz, papai, o Mateus passou. É isso que a gente precisa construir na humanidade, os nossos filhos. Pra gente finalizar, Ana Teresa Camasmini falou aqui e falou no congresso, se lembra? O importante da evangelização dos nossos jovens, da evangelização espiritual, começando em casa. Em casa. A última história no nosso evangelho. Sempre eu lia o evangelho. Entregava um livrinho para minha filha, um paraa minha esposa e lia o evangelho. Um dia Maria Clara e suas pérolas. Sim,
casa. Em casa. A última história no nosso evangelho. Sempre eu lia o evangelho. Entregava um livrinho para minha filha, um paraa minha esposa e lia o evangelho. Um dia Maria Clara e suas pérolas. Sim, minha filha, diga. Porque só você lê o evangelho, papai. A partir de hoje, minha filha, cada um vai ler o evangelho um dia. Você acredita? São esses espíritos que estão chegando. O Anderson sempre aqui com as crianças dele. Sábado aqui a comunhão tá triste, porque sábado a comunhão fica linda, né, Anderson? Cheia de crianças. Nós precisamos proclamar os jovens, trazê-los para dentro da casa espírita ou aonde frequentam para essa renovação do mundo. Gente, é essa a maior caridade ativa. É o respeito da diversidade do irmão. É o respeito pelo próximo que ele trilha o caminho dele. Não sou eu que planejo a encarnação dele. Ele já planejou e já veio. Eu já tenho a minha encarnação para tomar cuidado, para tomar conta e eu ainda quero planejar a encarnação do outro. Olha, toma cuidado. Olha, você não pode fazer isso. Isso não é legal para você, sabia? A gente planeja a encarnação do outro, não respeita as diversidades, seja de gênero, seja de cor, seja de classe social. O amor ele está presente aonde ele é plantado. Mas não, nós criamos uma família tradicional, criamos costumes, a sociedade cobra. Cobrar o que se a sociedade não dá nada? Jesus, o ser mais completo, mais completo que andou por essa terra, tá lá no livro dos espíritos, não nos cobrou nada, não nos impôs nada. Ele propôs o seu evangelho de amor, de acolhimento. Andou com todos, amou Maria de Madalena, Joana Decusa, Mateus, Pedro. Quem viesse até ele, ele disse: "Eu sou o caminho, a porta e a vida". É essa a nossa caridade ativa. É isso que nos transforma. é o amor e o respeito pelo próximo. Que possamos mostrar isso através das nossas condutas. E é essa mensagem que eu quis trazer. O que nós programamos para 2026? Precisamos das conquistas materiais? Sim, mas não para que possam nos possuir, para que possamos ser usuários,
s nossas condutas. E é essa mensagem que eu quis trazer. O que nós programamos para 2026? Precisamos das conquistas materiais? Sim, mas não para que possam nos possuir, para que possamos ser usuários, possamos fazer aqui agora em nossa prece, quando o Anderson tiver fazendo uma hora com Deus, uns minutos com Deus, o que eu quero para 2026, qual transformação moral que eu vou proclamar dentro de mim, qual transformação? Qual mudança eu necessito fazer? O que me incomoda mais para que eu possa ter essa caridade ativa? Pois a caridade começa dentro de casa. Um bom dia, um bom 2026, de muita paz, de muita transformação, de muito estudo, de muita busca a trazer informação para se transformar em conhecimento. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Muito obrigado a todos. >> Obrigado ao Wagner também pela reflexão desta manhã. né, ancorada na caridade, né, que a gente fala muito sobre o amor em ação. Agradecer todos que estão aqui presente no salão Bezerra de Minezes, né, nos conectado aqui em pensamento e em energia também a todos que estão nos acompanhando de forma online, seja agora ao vivo ou depois gravado. f o convite de se inscrever no canal da comunhão, ativar notificações e deixar a sua curtida, né? É uma forma de indicar conteúdo foi útil pra plataforma e ele ser indicado para outras pessoas. Wagner falou muito sobre o estudo, né? E aí para quem ainda não participa dos grupos de estudo aqui da comunhão, seja pros adultos, jovens ou até para as crianças, né? Que fique o convite para nesse ano verificar, né? para poder fazer a inscrição ou quem já estuda não esquecer de renovar a inscrição se for o caso. Então fica aí já o convite durante o mês aí de janeiro vão ser informado, né, as datas de abertura de matrículas. Bem, nesse sentimento de agradecimento, voltamos a pensar em Deus, nosso pai, agradecer todas as bênçãos que caem do alto, agradecendo a Jesus, nosso mestre e modelo, pela sua presença, pela sua companhia. pelo seu amparo, que possamos nesse ano que se inicia
m Deus, nosso pai, agradecer todas as bênçãos que caem do alto, agradecendo a Jesus, nosso mestre e modelo, pela sua presença, pela sua companhia. pelo seu amparo, que possamos nesse ano que se inicia renovar nosso íntimo, pensando em tudo que foi dito na manhã de hoje, que possamos estar atentos aos convites que o alto nos traz de praticarmos. A caridade que vai muito além da caridade material, a caridade do carinho, do amparo e às vezes também a caridade do silêncio. Que possamos estar atentos nesse ano que se inicia por estas oportunidades. Aproveitemos, irmãos e irmãs, neste momento de conexão com o alto, de pensarmos no nosso ambiente de casa, dos nossos familiares, amigos e amigas, mas que também incluamos neste momento aqueles entes queridos que já não estão mais entre nós, que eles possam estar recebendo também todo o amor que está permeando este salão, esta palestra, que eles possam ter as suas energias também renovadas, que eles possam perceber todo o amor que estamos enviando para eles, todo amparo, que a estrada deles possam ser de luz. E para nós que ficamos aqui ainda encarnados, renove, Senhor, nossas forças, nos ampare quando a saudade bater na certeza de que laços de amor são para sempre e nem mesmo o tempo pode apagar. Que possamos sair daqui renovados. Que possamos ter um bom final de semana, um ótimo 2026, que vamos em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à
líbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar [música] o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música]
ntão a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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