Capítulo 7 As primeiras perseguições - Seminário Paulo e Estevão

Estudantes do Evangelho TV 26/08/2025 (há 8 meses) 1:04:34 167 visualizações

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Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do Gef. Olá, boa noite a todos que estão aqui presentes. Boa noite aqueles que nos assistem pelo YouTube. Hoje nós daremos início eh ao capítulo s da primeira parte do nosso eh seminário, né, do livro Paulo Estevão. E eu gostaria de convidá-los, né, aos que estão em casa assistindo pelo YouTube, quando tiverem uma oportunidade de participarem aqui para nos reencontrarmos, para nos conhecermos, né? E hoje a mensagem escolhida é do livro Palavras de Vida Eterna, eh pelo Espírito Emanuel de Francisco Cândido Xavier. E a mensagem é para vencer o mal. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Paulo, Paulo, Romanos e capítulo 12, versículo 21. Muita gente quando não se mostre positivamente inclinada à vingança perante o mal que recebe, demonstra atitudes de hostilidade indireta, como seja o favor adiado, o fel da reprovação de permeio com o mel do elogio, o deliberado esquecimento quando se trate da honra ao mérito, ou a diminuição do entusiasmo na prestação do serviço em favor da pessoa. pessoa menos simpática. Entretanto, para vencer o mal, não basta essa meia, essa meia bondade peculiar a quantos se devotam a desculpas cortesão do campo íntimo. Todas as nossas manifestações que acusem essa ou aquela percentagem de mal são sempre plantação de mal, gerando insucesso e desgosto contra nós mesmos. O evangelho é claro na fórmula apresentada para a extinção do flagelo. Para que estejamos libertos da baba sinistra do antigo dragão que trava o processo da da humanidade, é indispensável aguardarmos aguardemos paciência contra as investidas, procurando esquecê-los, perdoá-los e fazer-lhe o bem tanto quanto nos seja possível. Porque o bem puro é a única força susceptível de desarmar-lhes as garras inconscientes. Não nos esqueçamos de que para anular a sombra noturna não basta arremeter os

em tanto quanto nos seja possível. Porque o bem puro é a única força susceptível de desarmar-lhes as garras inconscientes. Não nos esqueçamos de que para anular a sombra noturna não basta arremeter os punhos cerrados contra o domínio da noite. É preciso acender uma luz. Então a gente tem que aprender a perdoar verdadeiramente, né? Sem esperar nada em troca, né? que a outra pessoa nos perdoe e não fingir, né, que houve um perdão e aí começar a tratar aquela pessoa de uma maneira hostil ou tentar eh anular alguma coisa que ela esteja fazendo, né? Então vamos para paraa prece. Mestre Jesus, nós agradecemos essa oportunidade de estarmos aqui novamente reunidos para aprendermos um pouco mais sobre seus ensinamentos, colocá-los em prática, que nós possamos aprender a perdoar verdadeiramente aquelas pessoas que achamos que nos feriram, sem que possamos eh tratá-las de uma forma hostil ou de uma forma fingida e que o nosso perdão chegue até elas sem esperar nada em troca, sem esperar que ela nos perdoe, apenas oferecendo para ela, para elas todos o nosso amor. Que assim seja. E hoje a palestrante eh será a Cíntia Aruda, que ela está presente conosco todas as segundas-feiras, né? E a Cíntia, ela assim como vários queridos aqui dessa casa, tem a capacidade de nos colocar, né, de frente com os nossos medos e lapidar, né, e nos ensinar, nos auxiliar, né, no nosso caminho. E a gente agradece por isso. >> Boa noite a todos. Eh, eu acho que todas as pessoas são muito capazes, todo mundo tem seu talento e a capacidade que às vezes tá escondida na gente, porque a gente fica com receio, fica meio inibido, aparece quando a gente precisa. Olha aí a Gabriela que estreando no nosso cerimonial. Foi muito bom. Obrigada, Gabriela. né? Então, hoje nós vamos dar continuidade a as reflexões que temos feito sobre o livro Paulo Estevão. Tivemos na semana passada uma brilhante apresentação da nossa querida Nores, que de uma forma leve nos trouxe todo o peso que o capítulo mostrava para nós, né, da da

feito sobre o livro Paulo Estevão. Tivemos na semana passada uma brilhante apresentação da nossa querida Nores, que de uma forma leve nos trouxe todo o peso que o capítulo mostrava para nós, né, da da arrogância, da prepotência, da agressividade, de costumes estabelecidos que não respeitam as diferenças. Então, hoje nós estamos aqui no capítulo sete, o capítulo que se chama as primeiras perseguições. Depois do evento na Casa do Caminho, onde Estevan desassombradamente eh conversou com Paulo, eh rebateu seus argumentos, trouxe argumentos novos e foi sempre muito franco, muito tranquilo, sem medo e foi levado, né? pelos soldados e estava preso nas prisões do Sinédrio. E nós iniciamos então o nosso capítulo com essa situação. Ele estava lá e após a a os os grandes discursos dele, as todo que ele falou, tudo que ele mostrou, a tranquilidade com que ele se justificou, o que ele falava pro povo escutar, todas as pregações anteriores que ele já havia feito, tudo isso vinha comovendo muito a sociedade e também o benefício, né, das curas que ele vinha promovendo também na Casa do Caminho. E todo o trabalho da Casa do Caminho ganhou uma certa evidência. Por quê? Porque eles eram acolhidos ali nas suas necessidades, em tudo, em todas as criaturas ali que tinham alguma necessidade, fosse só de uma escuta caridosa ou de um medicamento ou de um alimento, tudo eles recebiam ali. E as obras da Casa do Caminho, elas eram todas financiadas por doações, doações inclusive de pessoas eminentes da sociedade. Mas aquilo ficava meio obscurecido, ninguém falava nada, porque até então não tinha aparecido ninguém para se sentir tão incomodado com aquilo. Mas Saulo era diferente. Ele tinha uma rigidez da norma, da palavra, de tudo que estava escrito ali na Torá, nas Escrituras. E ele era muito orgulhoso até pelo tipo de educação que ele recebeu. Então tudo isso fazia com que ele tivesse uma dureza de coração e não arredasse pé 1 mm que fosse, nem para se dispor a escutar e refletir. Mas ele era muito inteligente. Então, desse

que ele recebeu. Então tudo isso fazia com que ele tivesse uma dureza de coração e não arredasse pé 1 mm que fosse, nem para se dispor a escutar e refletir. Mas ele era muito inteligente. Então, desse embate que houve entre ele e Estevão na presença de tantas pessoas, inclusive de fariseus, de saduceus, que haviam acompanhado e visto tudo aquilo ali, ele realmente se sentiu ofendido. Ele ele acreditou em tudo que Estevão falou, tanto que ele tentou cooptá-lo para as linhas ali do trabalho no Sinédrio, mas ele não podia admitir que as suas palavras fossem desmerecidas por um simples homem ali que ele não sabia nem da onde vinha, nem quem era, defendendo aquele carpinteiro. Então ele entabulou, nesse capítulo todo, nós vamos ver muitas perseguições, né? prendeu Pedro, prendeu Felipe, prendeu João, só não prendeu Thago porque o Thiago tava lá ajoelhado, como é o costume, né, que eles fazerem fazendo as suas orações. E aí ele deixou passar batido. Nós só vamos entender isso há momentos em que a gente fica até revoltado com Thago, mas nós só vamos entender isso no final do livro e nós vamos ver que tudo tá certo, tem um propósito e a providência divina encaminha tudo. Então esse é um breve resumo, né, para quem leu o capítulo, entendeu as entrelinhas. Para quem não leu, vai acompanhar aqui durante a as nossas reflexões. Isso tudo deixou Saulo muito irritado. Ele se deixou levar então por aquilo com o desejo de vingança, como se houvesse sido feita a ele uma grande injúria, porque era assim que ele se sentia, né? Ele ele se sentiu ferido na sua vaidade, que era muito grande de doutor da lei. O próximo eh sumo sacerdote que entraria ali, ele substituiria Gamaliel. E era uma deferência muito grande. Ele era muito novo, né? E ele estava ali se sentindo então muito profundamente ofendido por Estevão. E esse esse orgulho racial que ele tinha logo ferveu dentro dele. Ele por impulso. Ele só permitia que aquele tipo de sentimento fizesse morada em seu coração. Ele não se permitia fazer uma reflexão mais

sse esse orgulho racial que ele tinha logo ferveu dentro dele. Ele por impulso. Ele só permitia que aquele tipo de sentimento fizesse morada em seu coração. Ele não se permitia fazer uma reflexão mais aprofundada das coisas que Estevão havia dito a ele, da situação da sociedade, porque o trabalho da Casa do Caminho também acalmava a população toda, que a maioria era de pessoas eh necessitadas, né? eh acalmava a sociedade também para que elas não entrassem, para que aquelas pessoas não entrassem em embate com o poder instituído. E já eram muitas reclamações, mas tendo alguém que diminuísse as suas dores, aquelas reclamações iam ficando eh diluídas no meio de todas aquelas providências. E o que que acontece? Então ele não pesou isso na balança, ele estava realmente muito revoltado e pretendia fazer alguma coisa. Ele era muito impulsivo, né? Então ele se deixou empolgar pela ideia de vingança. Principalmente, como a gente falou aqui no início, o desassombro, a paciência, a coragem de Estevão em afrontar os seus argumentos, em não se calar diante de determinadas determinados pontos de vista, fez com que ele ficasse mais irritado, porque pela ele se sentia pela primeira vez perdendo uma discussão, um embate, como se aquilo ali fosse um jogo de perde e ganha que não era realmente, né? Então, essas humilhações públicas que ele havia sofrido ali mereciam reparação à altura equivalente e era isso que ele ia começar a fazer. Ele tomou o pé da situação, foi tomar informações e viu que grandes multidões escutavam Estevão nos dias que ele fazia pregação, que eram sexto ou sábado, se não me engano, acho que era no sábado que ele fazia as pregações, eram centenas de pessoas que nem cabiam no ambiente reduzido ali. Eles ficavam do lado de fora escutando, se espalhavam em pé nas paredes, sentados no chão, mas para escutar o que Estevão tinham para dizer. E não eram só os necessitados, a população mais pobre da cidade, os os fariseus, os saduceus ou os nobres em geral e inclusive os patrícios

s no chão, mas para escutar o que Estevão tinham para dizer. E não eram só os necessitados, a população mais pobre da cidade, os os fariseus, os saduceus ou os nobres em geral e inclusive os patrícios romanos, eles até disfarçados, eles iam escutar essas pregações, porque era uma comoção tão grande que eles ficavam curiosos. E ao ficar curiosos e chegar ali e escutar tudo o que eles escutavam, eles acabavam se convertendo. Então, na nas imediações de Jerusalém, não era nem na cidade, nas imediações de Jerusalém já haviam quase 5.000 homens convertidos à ideias do carpinteiro do Nazareno, que era Jesus. Dentro da cidade havia muita coisa que acontecia também. E um dos pontos que mais eh eh ofendeu Saulo, né, e que se juntou já às humilhações que ele vinha sentindo, foi o fato dos dois nobres, né, dois riquíssimos nobres da cidade chamados Oséias Marcos e Samuel Natã, depois de escutarem Estevão várias vezes e naquele dia eles pegaram todo o seu patrimônio, toda a sua fortuna e dividiram entre os filhos E o que sobrou da divisão, eles doaram a Casa do Caminho para os trabalhos assistenciais que eles faziam lá. e passaram, foram até Pedro para fazer aquela doação e passaram então a fazer pequenas tarefas ali na Casa do Caminho, porque eles não se sentiam necessitados de mais nada diante do que eles haviam aprendido, descoberto e escutado ali. Saulo quando tomou conhecimento dessa situação, ele no dia imediato, né, no dia seguinte é o que os dois nobres fizeram, ele e tudo isso por conta da da influência que Estevão exercia na mente, na emoção dessas pessoas, ele então ficou mais revoltado ainda. Aquela transformação não só deles, mas de muitos outros que vinham acontecendo. Alguns deles até disfarçadamente, né, eles faziam isso para não serem perseguidos, mas ele botou investigação na cidade inteira e foi descobrindo um a um, denúncias anônimas, porque nessa hora, né, os mais fracos a troco de dinheiro, né, eles entregam os seus compatriotas, eles entregam as pessoas, eles traem, eles

ade inteira e foi descobrindo um a um, denúncias anônimas, porque nessa hora, né, os mais fracos a troco de dinheiro, né, eles entregam os seus compatriotas, eles entregam as pessoas, eles traem, eles ferem as pessoas. Então, por conta disso, muitas pessoas, inclusive aqueles que estavam lá se beneficiando das dos benefícios da Casa do Caminho também fizeram esse ato de traição, porque eles viam fulaninho tá aqui, fulaninho tá aqui, iam lá, pá, contava tudo e o pessoal do Paulo ia até suas casas, eh, tomava todo o patrimônio daquela família e ainda prendiam aquelas pessoas para fazer um interrogatório, sabe-se lá quando, porque essas pessoas Pessoas ficaram presas muito tempo. Então, as perseguições que Paulo capitaneou na cidade começaram a sacudir Jerusalém por causa da crueldade, por causa da violência com que ele estava, a truculência com que ele estava fazendo aquilo, inclusive contra os seus próprios eh conterrâneos, contra as pessoas que eram da sua religião, contra as pessoas que eram da sua raça, né? porque ele atingiu a todos, inclusive aqueles que eram eh iguais a ele. Ele não mediu esforços para perseguir e até usar isso como um exemplo para que as pessoas não mais procurassem a casa do caminho. Muito bem. E aí a gente busca lá, faz uma pausa aqui nesse ponto para ir na primeira epístola de Paulo aos Coríntios, no capítulo 8, versículo 1. Esse capítulo todo fala sobre o orgulho. E tem lá uma frase no versículo um, começando o capítulo que diz que o conhecimento ensoberbece, mas o amor edifica. E aí ele fala que ninguém se levantasse contra ninguém, porque não era assim que Deus via as pessoas aqui na terra. e começou a falar uma série de coisas nessa nesse capítulo da primeira epístola aos Coríntios, que se vocês tiverem alguma curiosidade, vamos lá ler, né? E e o que que isso significa para nós? Nós vimos que essa essa epístola fala sobre o orgulho. Então nós vamos descobrir dentro do coração, não só do Paulo, mas no nosso, fazendo uma autoanálise, uma autointerpretação,

o significa para nós? Nós vimos que essa essa epístola fala sobre o orgulho. Então nós vamos descobrir dentro do coração, não só do Paulo, mas no nosso, fazendo uma autoanálise, uma autointerpretação, um julgamento sincero e honesto daquilo que a gente sente, das situações que a gente vive. Lembrando que o melindre é o orgulho da mágoa. Por que que o melindre é o orgulho da mágoa? Porque, desculpa, o melindo é o orgulho da mágua, porque quando faz algo ou fala algo pra gente que às vezes é uma grande verdade e a gente não gosta de ouvir, a gente se volta contra aquela pessoa. Lembra que a mensagem que a Gabriela leu Vencer o mal com o bem? a gente eh faz pequenas vingancinhas até sem nem perceber, se deixando levar por esse sentimento. A gente começa eh eh se conhece aquela pessoa e e tá compromissada com ela, com algum trabalho, alguma tarefa, a gente atrasa a tarefa, a gente não passa recados, a gente atrasa a chegada para um compromisso só para comprometer aquela pessoa. E a gente vai fazendo pequenas coisas, né, no trabalho, por exemplo, a gente não gosta da pessoa que tá sobressaindo. E esse orgulho que faz com que a gente se sinta mal é o tal do melindre. Por que que fulano tá olhando mais para ciclano do que para mim, né? E aí a gente cria até situações que constrangem aquela pessoa no trabalho. Quantos de nós já não passamos por isso, né? Então, é bom a gente observar que essa mágoa que se instala no nosso coração e que tudo isso que no que que é gerado, todos esses sentimentos gerados pelo orgulho são lixo que a gente vai jogando deliberadamente no nosso coração. Então, o melindre é o orgulho da mágoa, a pretensão é o orgulho das aspirações. Quando a gente deseja muito alguma coisa, a gente se acha a única pessoa capaz ou apropriada para receber aquela coisa. Isso é uma pretensão muito grande. Num concurso, por exemplo, eh, e eu vou confessar a vocês que eu já fiz isso, tá? Eu fiz um concurso muito difícil uma vez. Vou fazer o meia culpa aqui. E eu tirei uma nota boa nesse

são muito grande. Num concurso, por exemplo, eh, e eu vou confessar a vocês que eu já fiz isso, tá? Eu fiz um concurso muito difícil uma vez. Vou fazer o meia culpa aqui. E eu tirei uma nota boa nesse concurso, né? e não passei por causa da cota dos deficientes físicos, né? Eu tinha tirado oito na prova na média geral e uma outra pessoa que eu não sei quem é por conta dessa cota tirou 6,5 e entrou. E eu fiquei muito revoltada na época, era muito nova, fiquei não pensava nessas coisas pra gente ver que essas coisas acontecem com a gente também. E depois eu fui entender que essa pessoa que tinha uma dificuldade, eu não sabia qual era, se era motora, se era auditiva, se era visual, quanto de sacrifício ela não teve que fazer para alcançar aquela média e entrar naquele concurso difícil. Era um concurso pra Câmara dos Deputados. com aquela nota, outras pessoas junto comigo passaram e eu não passei. Eu fiquei muito tempo revoltada com aquilo, mas depois eu fui analisar friamente e ver que aquilo ali era uma injustiça que eu estava cometendo. Eu tinha capacidade, estudei muito, podia escolher as horas de estudar, tinha facilidade aos livros. Eu que tivesse me esforçado mais e tirado uma nota maior, não é verdade? Porque aquela pessoa que entrou naquela pretensa vaga que era, eu achava que era minha, né, fez o esforço dela também e muito maiores do que o meu, os meus esforços, porque ela tinha uma dificuldade maior do que a minha, né? Pra gente ver que se a gente for analisar intimamente o que a gente pensa, o que a gente sente, a gente tá sempre incorrendo nessas falhas. São falhas que a gente precisa observar. eh encontrar e entender pra gente poder corrigir e não incorrer mais nos mesmos erros. A presunção é o orgulho do saber. Olha aqui o Paulo, ele sabia tanto, estudou tanto, conhecia a lei e era muito respeitado e o saber dele lhe dava uma presunção de ser melhor do que os outros. Olha aí o orgulho, né, que aconteceu comigo também no concurso, né? Isso também cabe para mim aqui nesse

ei e era muito respeitado e o saber dele lhe dava uma presunção de ser melhor do que os outros. Olha aí o orgulho, né, que aconteceu comigo também no concurso, né? Isso também cabe para mim aqui nesse nesse nesse exemplo que eu dei. Que mais? O preconceito é o orgulho nas concepções. Ele tinha preconceito racial. E às vezes nós também em determinados momentos temos cá os nossos preconceitos que só aparecem em situações nas genéricas, talvez não, mas em situações que falem diretamente ao nosso sentimento, que estão profundamente ligadas a nós e a gente vai descobrir que ainda tem sentimentos mal resolvidos dentro de nós. Que mais? desprezo. É o orgulho no entendimento que ele desprezava aquela raça, aquela casta da sociedade. O o pobre carpinteiro de Nazaré, ele era um carpinteiro, tinha uma profissão, ele não ele era uma pessoa digna como todos aqueles que o seguiram e todos aqueles que estavam ali. E essa esse orgulho grande fazia com que ele desprezasse aquelas pessoas. E a gente vê nesse capítulo até na forma de falar com as pessoas, de tratar as pessoas, o jeito dele falar ou de ser indiferente ao que falavam para ele mostrava o grande desprezo que ele tinha ali por todos eles, até crianças falando com ele e ele o sentimento não não era tocado. Isso fazia com que ele se revoltasse mais ainda. O personalismo é o orgulho centrado no eu. A gente pode trocar personalismo por egoísmo, né? Porque é aquela pessoa que só se enxerga aquele orgulho. Eu sou o Saulo, eu sou o doutor da lei, eu sou aquele que conhece mais, eu sou o nobre, eu estudei em tal lugar. Então esse personalismo é esse orgulho centrado na minha pessoa, naquilo que eu acho que eu sou melhor do que os outros. A vaidade é o orgulho daquilo que se imagina ser. Quando ele dizia: "Eu sou isso, eu sou aquilo, eu fiz assim, eu fiz assado". Ele se imaginava alguém muito acima de todos. E quando ele se colocava assim, ele se colocava até acima da divindade que o criou. Porque se nós temos a humildade de reconhecer que essa divindade que criou

se imaginava alguém muito acima de todos. E quando ele se colocava assim, ele se colocava até acima da divindade que o criou. Porque se nós temos a humildade de reconhecer que essa divindade que criou a todos nós, que é o mesmo Deus de todos nós, é quem sabe, é quem faz, é quem vê, é quem sente. a gente não se sentiria na condição de achar que os outros são menos do que nós, mas a vaidade dele era tão grande que ele achava então que ele estava ou maior ou equiparado a Deus, porque ele era uma grande autoridade. A inveja é o orgulho perante as vitórias alheias. Olha aqui eu de novo, né? Lá na história do meu concurso, né? Foi uma vitória que aquela, eu só sei que ela era uma moça, né? Que aquela moça conseguiu. Parabéns para ela. Ela ia precisar daquele emprego muito mais do que eu, que já tinha um emprego, porque até pelas condições de vida dela que não deviam ser fáceis, né? E eu espero que ela já tenha aposentado no emprego dela, que hoje tenha uma aposentadoria tranquila e que possa até manter a sua família com isso daqui. É o que eu desejo para ela. Eu me senti quando eu descobri que eu estava sendo tão egoísta, invejosa, em todos esses sentidos, que eu senti que o orgulho, eu fiquei com muita vergonha e e eu fui fazer terapia por causa disso, para admitir muitas outras disfunções nas minhas emoções que me reportavam a todos esses inconvenientes da minha personalidade que eu ainda precisava trabalhar. E não é nenhum desmerecimento a gente fazer isso, porque a gente tá aqui para crescer, para se aperfeiçoar, para ser uma pessoa melhor. Então, eh, reconhecer as nossas dificuldades íntimas que estão dormindo ou vivendo dentro daqueles defeitos que a gente ainda não trabalhou é muito importante, faz parte do nosso aprendizado e é para isso que a gente vem várias vezes aqui na terra, né? Então isso aqui é paraa nossa reflexão diante de tudo isso que aconteceu até agora, né? Porque mais coisas vão acontecer provenientes desses sentimentos que ele no frenesi da sua revolta, né, da sua insatisfação de se

paraa nossa reflexão diante de tudo isso que aconteceu até agora, né? Porque mais coisas vão acontecer provenientes desses sentimentos que ele no frenesi da sua revolta, né, da sua insatisfação de se ver aparentemente diminuído diante dos outros, procurou realizar, mas com requintes de crueldade. O que que aconteceu na manhã do dia seguinte, quando ele e o os amigos dele lá, os compatriotas dele doaram o seu patrimônio, dividiram entre os filhos, ele ficou sabendo no dia seguinte e no outro dia, autorizado pelas pelo por Caifás e por por outras pessoas do Sinédrio, ele foi até a casa do caminho, pegou uma escolta, foi até a casa do caminho para aprender Pedro, Felipe, João e Thago, que sem estavam lá eles e que eram os mais destacados, que eram quem dirigiam o trabalho. E ele chegou lá muito cedo, bateu freneticamente a porta, gritava, bradava para abrirem a porta, até que quem abriu a porta foi o próprio Pedro. E ele falou: "É aqui que mora um tal de Pedro? É aqui esse senhor. E o senhor conhece?" Sim, sou eu mesmo. E aí ele deu voz de prisão a Pedro e mandou amarrarem as suas mãos. Nisso, com essa confusão toda, os soldados entraram na casa e começaram a a procurar por João, por Felipe e por Thiago. Acharam o João, como ele diz lá no pequeno biombo onde ele morava, acharam Felipe e começaram a procurar Thaago. Thago tava mais para dentro da casa, mais escondido. Quando eles chegaram lá, Thago estava ajoelhado, como é o costume, como é a tradição, fazendo as suas orações, as suas ablações ali. E o Paulo perguntou: "Olha, mas tem alguém aqui que respeita a lei?" E ele foi cortando por fora, cortando por fora, se explicando. E Paulo disse: "Deixem esse daí. Esse aí não não oferece perigo." E levou mesmo com as as reclamações ou até o choro das crianças, das pessoas internadas, né? Ele estava pronto para levar os três. Até que ele encontrou o Samônio. Lembram do Samônio? que era o amigo do Gamaliel, que já tinha ido lá visitar o trabalho da casa do caminho, convidado por Pedro, que

estava pronto para levar os três. Até que ele encontrou o Samônio. Lembram do Samônio? que era o amigo do Gamaliel, que já tinha ido lá visitar o trabalho da casa do caminho, convidado por Pedro, que tinha ficado maravilhado com tudo que acontecer ali, que ele viu ali e que ganhou de presente de Pedro uma cópia da da dos papiros que Mateus escreveu com toda a passagem de Jesus aqui, que hoje para nós é o Evangelho de Mateus. E ele levou os pergaminhos com ele para poder ler, né? E e no dia, isso foi no dia anterior, no dia seguinte Paulo tava lá prendendo todo mundo e foi uma comoção geral. Todo mundo chorava, as crianças choravam, puxava a roupa dele e ele mandava a pessoa soltar, principalmente as crianças, né? Quem vai cuidar de nós, paizinho, porque eles chamavam Pedro de pai. E Pedro acalmou todo mundo e disse que eles estavam indo ali para fazer um esclarecimento. E os três se foram silenciosamente, sem opor nenhuma eh dificuldade, que foi mais um motivo de crítica de Paulo, né, pelo desprezo que sentia por eles. Porque o que que aquele Cristo tinha ensinado a eles a a não serem viris como a raça exigia, né? a não reagir, a não fazer nada e se entregar calmamente assim. Mas eles foram calmamente acompanhando a os soldados e toda a rua, todos os lugares por eles passaram, viram que Paulo havia prendido os três principais lá da casa do caminho. E nós vamos novamente lá na epístola dos de Paulo aos Efésios, né, no capítulo 4to, versículo 4 e versículos 31 a 32. Porque a conversa de Paulo com Salmônio deixou ele muito revoltado também, porque o Salmônio fez não no mesmo na mesma altura do Estevão, mas fez um discurso para ele. Se identificou como um nobre que fora deixado à rua pelos filhos e até pelos amigos da nobreza, porque havia adquirido uma doença. E aquela doença naquele momento o protegeu, que ninguém tinha coragem de chegar perto dele, que era ranceníase. Ele já tava perto já de desencarnar. A única coisa que ele ainda sofreu naquele momento foram as chicotadas que

momento o protegeu, que ninguém tinha coragem de chegar perto dele, que era ranceníase. Ele já tava perto já de desencarnar. A única coisa que ele ainda sofreu naquele momento foram as chicotadas que Paulo mandou dar nele, né? Então isso aí deixou ele mais irado. E aí nessa epístola aos Efésios, o que que Paulo fala? Irai-vos e não pequeis. Não se ponha o sol sobre a vossa ira. Ou seja, não vão dormir com esse sentimento no coração. Toda amargura e ira e cólera e gritaria e blasfêmia e toda malícia sejam tiradas dentre vós. Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus os perdoou em Cristo. Nessa mesma eh epístola, eh há alguns outros trechos onde ele fala também da vingança, né? E a ira leva a pessoa o sentimento de vingança, que é isso que ele tá fazendo. Todas as ações dele são movidas pelo sentimento de vingança, que a ira ou a raiva desmedida estão fazendo com que ele cometa essa esses erros. Então, hã, ele tá falando aqui e lá nessa epístola ele continua falando: "Se alguém fez algum mal para você ou se alguém se intitula seu inimigo, dê a ele de beber, dê a ele de comer, dê a ele um abrigo, dê a ele a sua palavra e o seu coração." Vocês lembram de uma parábola de Jesus que fala assim: "Eh, eu estava no estava doente e fostes me ver. Estava preso e me visitastes na cadeia. Estava nu e me vestistes. Tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Então, tudo quanto fizestes aos meus pequeninos, fizestes a mim mesmo. É muito linda essa essa parábola de Jesus. E é mais ou menos isso que Paulo fala aqui, né? que principalmente naqueles momentos de dificuldade onde a gente encontra nas palavras de Sheila os nossos pontos mortos. Porque toda vez que qualquer situação ou qualquer atitude de alguém ou qualquer palavra que a gente ouça desperte em nós sentimentos de raiva, de ciúme, de inveja, de preconceito, desperte em nós uma raiva surda que faça com que a gente, a gente não vai fazer nada contra a pessoa, mas a gente fica

e ouça desperte em nós sentimentos de raiva, de ciúme, de inveja, de preconceito, desperte em nós uma raiva surda que faça com que a gente, a gente não vai fazer nada contra a pessoa, mas a gente fica lucubrando aqui na cabeça, né? Ah, podia acontecer isso, podia acontecer aquilo. E a gente esquece que pensamento tem muita força. Emanuel nos diz que pensamento é vida. Então, esses sentimentos que ainda existem dentro de nós são os chamados pontos mortos. A mensagem da Sheila se chama exatamente pontos mortos. Depois vocês podem procurar aí nos seus livros ou até na internet. É muito linda essa mensagem pra gente refletir sobre o assunto. Então, tudo isso é para nos despertar e nos chamar atenção para que tipo de atitude eu quero ter, para que tudo, que tipo de atitude vai edificar em mim mais paz a paz que eu desejo sentir? Porque enquanto eu me deixar corroer por sentimentos ruins, enquanto eu me deixar corroer por sentimentos que que extravazam a minha raiva e a minha mágua, muitas vezes até em atitudes, numa briga, você sabe porque ela começou, mas não sabe porque que ela terminou. No final da briga você não sabe mais, porque as duas pessoas estão brigando, começa a discutir, uma fala mais alto que a outra, no final ninguém tá escutando ninguém, as pessoas estão só jogando para fora mágoas, ressentimentos que são guardados e são mal resolvidos, né? Então, eh, é pra gente prestar atenção e trabalhar esse sentimento dentro de nós. Não significa jogar debaixo do tapete, porque ele vai continuar lá e vai continuar nos maltratando. É pra gente levantar o tapete e varrer aquela poeira. e tentar encontrar os meios de conviver com a realidade que somos nós, de não escondermos de nós quem somos nós verdadeiramente, mas também trabalhar em cima daquele sentimento. Por que que eu me sinto assim? O que que me levou a agir dessa forma? H, tem uma mensagem de Albino Teixeira que fala assim, eu me esqueci agora o título da mensagem, que fala assim: "Quando você sentir raiva de

eu me sinto assim? O que que me levou a agir dessa forma? H, tem uma mensagem de Albino Teixeira que fala assim, eu me esqueci agora o título da mensagem, que fala assim: "Quando você sentir raiva de alguém ou se sentir ofendido por alguma palavra que alguém diga a você, imediatamente pare e pense em algum benefício, em algum, alguma coisa boa que aquela pessoa fez para você, porque aquilo ali é vai ser igual mangueira de bombeiro." vai apagar o incêndio que tá dentro da gente. Se a gente descobrir naquela pessoa alguém bom, que fez alguma coisa boa pra gente, aquele mal momentâneo vai sumir, porque a gente vai entender que a pessoa não tá num bom momento, né? que a pessoa não tá não tá agindo daquela forma por ser a natureza dessa pessoa uma coisa muito ruim, porque a pessoa tá agindo daquela forma porque tá num mau momento, porque a natureza dela é boa. Ela foi capaz de fazer alguma coisa boa para mim, então ela pode fazer mais coisas boas para mim. Então, eh, vamos parar e refletir sobre isso. E se de imediato for uma coisa muito grave, a gente não conseguir perdoar, vamos pelo menos colocar na conta de Deus. Vamos depositar nas nossas orações, nas mãos de Deus, para que ele dê o encaminhamento, tanto dos nossos sentimentos que foram machucados, quanto das reações ou das atitudes da personalidade daquela pessoa que ainda não sabe agir com amor, né? Então, vamos pensar nisso e qualquer contrariedade que a gente tenha durante o dia, não vamos dormir, não vamos permitir que o sol se ponha sobre a nossa raiva. Vamos pensar, vamos avaliar. Não vamos ficar esperando pro dia seguinte, porque durante a noite a gente sabe que o espírito sai do corpo, deixa o corpo ali descansando e sai do corpo. Então os sentimentos do espírito livre, eles são muito mais fortes e muito mais potentes do que quando a gente tá aqui na matéria. E pode ser que esse rompante, esse arroubo qualquer que a gente tenha de raiva, de de chateação, desperte em nós, fora do corpo físico, um sentimento adormecido que não precisa

nte tá aqui na matéria. E pode ser que esse rompante, esse arroubo qualquer que a gente tenha de raiva, de de chateação, desperte em nós, fora do corpo físico, um sentimento adormecido que não precisa virar à tona naquela encarnação. Porque a gente tá próximo das pessoas, não é por acaso. A gente tá aqui, como diz a mensagem de Jesus, para nos reconciliarmos com os nossos adversários enquanto estamos a caminho, né? Então nós vamos encontrar em Joana de Angeles, no livro Conflitos Existenciais, uma reflexão muito profunda sobre tudo isso, que ela diz que a raiva é um sentimento que se exterioriza toda vez que o ego sente-se ferido. É a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a pretensão, a presunção, tudo aquilo que tá lá naqueles, naqueles sentimentos que a gente elencou, né? liberando esse abominável adversário que destrói a paz no indivíduo e destrói mesmo, porque enquanto a gente ficar remoendo aquele sentimento, a gente não vai ter paz, a gente vai se sentir mal, alguma coisa vai doer dentro da gente. Que mais que ela nos fala? que quando existe a primazia dos instintos agressivos, ou seja, quando eles predominam em nós, na contextura do ser este, diante de qualquer ocorrência desagradável, real ou imaginária, porque a gente quando começa a remoer muito, a gente já cria situações que não são reais, né? reboca-se na situação danosa, ou seja, revira-se, chafurda-se mais ainda naquele lamaçal, né, em agitação inconsequente. E aí a gente vê no Paulo a impulsividade dele que fez com que ele agisse como agiu, cujos resultados são sempre lamentáveis quando não funestos. a gente, a a a doutrina espírita, a literatura espírita, ela tá cheia de exemplos dessas situações, de pessoas que, agindo pelo impulso, inconsequentemente, por ficarem remoendo sentimentos menos bons, perderam uma encarnação inteira, uma grande oportunidade, recalcitrando sobre os mesmos erros, né? E aí tá livros e mais livros que a gente pode ler e servirem de exemplo pra gente. E que mais que ela nos fala?

ma encarnação inteira, uma grande oportunidade, recalcitrando sobre os mesmos erros, né? E aí tá livros e mais livros que a gente pode ler e servirem de exemplo pra gente. E que mais que ela nos fala? predominando nele o instinto de arbitrária dominação, como Paulo estava fazendo, que ele se achava dono de tudo da situação. E nós às vezes nos colocamos em situação assim também, em falsa postura de superioridade, percebendo a fragilidade dessa conduta e a impossibilidade de impor-se, Paulo não conseguiu se impor a Estevão, mesmo que tenha levado ele preso. Foram os argumentos dele de Estevão, que tocaram o coração da multidão, porque não considerado quanto gostaria, recorre ao mecanismo psicológico da raiva para exteriorizar a violência ancestral que lhe dorme no íntimo. Todos nós temos isso daí recalcado no fundo. Pode até não ser uma violência eh eh motivada pela crueldade ou uma crueldade motivada pela violência, mas é o nosso instinto ancestral. Nós viemos progredindo ao longo das eras, saímos do estado primitivo, estamos aqui hoje, então isso ainda existe dentro de nós. Senão nós não estaríamos mais vivendo no mundo de expiações e provas, senão nós não estaríamos mais passando pelas dificuldades que passamos hoje. senão não estaríamos mais cercados de tantas vibrações deletérias, de tantos miasmas, de tantas ações funestas, não só dos outros, mas muitas vezes das nossas, que pelo pensamento e pelo sentimento que a gente desenvolve ao conviver com isso, a gente ajuda a alimentar. Então é muito importante avaliar essas coisas. Parecem pequenos detalhes. Ah, eu também tenho direito de sentir raiva. Tem, mas reconhece que você tá sentindo a raiva e trabalha ela. Não se diminua sentindo raiva. Engrandeça-se mudando a sua raiva pelo estado permanente de paz que o perdão traz, né? A semelhança de um incêndio que pode começar numa fagulha e trazer prejuízos incalculáveis pela sua extensão, a raiva também pode ser ateada por uma simples insinuação de pequena monta, transformando-se em vulcão de cólera

êndio que pode começar numa fagulha e trazer prejuízos incalculáveis pela sua extensão, a raiva também pode ser ateada por uma simples insinuação de pequena monta, transformando-se em vulcão de cólera destruidora que a vassala. Quando eu li isso daqui, você sabe do que eu me lembrei? De linchamentos. uma multidão inteira enlouquecida, muitas vezes que não consegue não se consegue conter esses sentimentos desencontrados e acabam perseguindo alguém. A gente já ouviu muitos casos aí pelo noticiário de linchamentos em pessoas inocentes. Aquilo ali é é uma prova que aquela pessoa precisava passar. Com certeza. É preciso que venha o escândalo, mas ai daquele por quem venha o escândalo. A dor daquela pessoa poderia ser eh a o compromisso, a dívida daquela pessoa poderia ser paga de outra forma, mas naquele momento, com os pensamentos exaltados, todos entraram na mesma vibração de dívida e de compromisso sério com a vida pelas atitudes. Então, é preciso ter muito cuidado com o que a gente pensa e sente, porque o pensamento e o sentimento tem uma velocidade incrível. E quando a gente permite que ele se desdobre sem reflexão, ele pode causar muitos males para nós. Espíritos que estão em processo de preparação para a reencarnação e que tem esse sentimento avaçalador ainda dentro de si. Estudam muito isso. A gente vê lá no livro Memórias de um Suicida casos desse, né? A cartilha que Emanuel mandou pra terra foi uma solicitação que fizeram a Emanuel de como é que os espíritos se preparavam, se eles tinham aulas, se eles tinham algum livro que eles precisavam ler para se preparar. E aí ele ditou através da psicografia do Chico o livro Pensamento e Vida. tá lá no prefácio do livro dizendo que aquilo ali era uma um resumo de uma cartilha, era como se fosse uma cartilha que era usado e que foi usado inclusive por nós. Então é bom a gente sempre reler esse livro pra gente saber o teor nossos pensamentos, dos nossos sentimentos, das nossas ações para não nos comprometermos mais. Como é que

oi usado inclusive por nós. Então é bom a gente sempre reler esse livro pra gente saber o teor nossos pensamentos, dos nossos sentimentos, das nossas ações para não nos comprometermos mais. Como é que Jesus falava às pessoas quando ele fazia uma cura ou atendia alguém para escutar ou ajudava alguém? Vai, não peques mais, né? Então é pra gente pensar nessas coisas. Bom, vamos para diante. Gamaliel já tinha ido lá na casa do caminho, conhecido, já tava lendo os pergaminhos de Mateus. E aí, eh, não fui. Pera aí. Vou por aqui. Aí. E aí ele no dia lá que eh Pedro, João, Felipe, Estevão, todos foram confrontados ali no Sinédrio, foram lidas as acusações que existiam contra eles, que eles se preparassem, que daí a sete dias seria o julgamento, né? E eles, como eles eram judeus também, né? Eles eram da mesma raça, eles teriam direito a fazer a sua própria defesa. E Gamaliel estava ali presente, conversou alguma coisa com o sumo sacerdote, que não é dito no livro o que que é, mas muito provavelmente ele comunicou, deu os seus arrazoados e comunicou ao sumo sacerdote que queria conversar com Saulo, porque até a na na nas preleções dele ali com as pessoas que estavam ali, ele falava eh com muita ira, com muita raiva, né, com muita violência no palavreado dele. Então ele convidou o ex-disípulo para um entendimento e Paulo respeitava, Paulo não, né? Ele era Saulo, o respeitava muito e atendeu ao pedido dele, mesmo sabendo que ele se negaria a todo o pedido que ele fizesse. E já foi avisando, olha, não adianta pedir clemência por eles, porque eu quero que todos eles morram. E o Estevan, eu quero que seja apedrejado. Ai, que raiva que ele tava, hein? Que sentimento difícil. E a gente vê a a ele em alguns trechos do livro os pensamentos dele dizendo assim: "Como é que eu estou tão agitado, os meus pensamentos não me deixam nem dormir e eles têm essa serenidade toda?" Ele pensava isso. Como pode, né? Eles estão na beira da morte e eu que posso dar sentença final, não consigo ter paz, mas

os meus pensamentos não me deixam nem dormir e eles têm essa serenidade toda?" Ele pensava isso. Como pode, né? Eles estão na beira da morte e eu que posso dar sentença final, não consigo ter paz, mas eles têm uma paz infinita. Mas ele rechaçava esses pensamentos logo para não amolecer a fúria que tava dentro dele. Ele sabia que se ele parasse para pensar, ele ia agir de forma diferente, mas ele não queria. A vaidade e o orgulho não deixaram. Então Gamaliel ponderou com ele, eh pediu a ele que soltasse os quatro, que perdoasse os quatro e que deixasse porque eles não estavam fazendo mal nenhum a ninguém. Eles falavam só paraas pessoas ali, davam remédio, davam alimento, acolhiam aqueles que não tinham onde ficar, os doentes lá que estavam em fase terminal. E eles não estavam fazendo mal nenhum. Aliás, eles estão fazendo aquilo que nós deveríamos fazer e não fazemos. Então, acolha, deixa eles irem embora, fique em paz, eh, para não acirrar mais a turba que está aqui, porque nós temos os descontentes, que são a favor da pena de morte, mas nós temos os descontentes, que também querem que eles sejam perdoados e soltos, porque são os beneficiários do trabalho dele. E ele falou tanto, falou que Pedro era um homem velho, que Felipe era casado, tinha duas filhas, e que João era um moço ainda e que não tinha ninguém, era sozinho. E ele então falou: "Então vamos fazer o seguinte, eu vou perdoar os três, mas Estevão não abro mão. Estevão tem que ser lapidado porque os três realmente não fizeram nada contra mim. Mas Estevão me humilhou, ele me afrontou e dele eu não abro mão. Gamaliel, muito sábio, pensou, eu acho que eu vou ter que concordar com ele, porque já ganhamos muito aqui nessa concessão que ele está fazendo, porque ele ele adquiriu do Sineddrio os direitos, ele queria julgar e decidir tudo que se fizesse ali. Então, o Sinédio deu carta branca para ele e eu não posso entrar em embate com ele porque lá publicamente porque seria uma vergonha para as pessoas da minha raça, da dos meus companheiros aqui de

ali. Então, o Sinédio deu carta branca para ele e eu não posso entrar em embate com ele porque lá publicamente porque seria uma vergonha para as pessoas da minha raça, da dos meus companheiros aqui de Sinédri. Eu não poderia expô-los dessa forma, porque seria perder o respeito, já que eu sou uma sumidade. Mas ele contou a Paulo que ele estava lendo os pergaminhos de Mateus, que ele via muita verdade ali e que ele ia brevemente deixar o cargo e passar para ele e que iria se refugiar no deserto, próximo de uma cidade lá onde morava o seu irmão, que era comerciante, para poder lê-los mais profundamente. e que ele aconselhava a Saulo fazer a mesma coisa. Saulo ficou indignado. Ele não tinha coragem de de brigar, de fazer nada contra o Gamaliel, que era o seu mestre, né, em quem ele se confortou muitas vezes. Mas ele apenas disse assim: "Mas eu estou completamente eh eh não lembro agora a palavra que ele falou, a palavra fugiu aqui, mas eu estou completamente eh triste ou a situação eu fiquei agora horrorizada com que você me falou. Mas eu vou atender o seu pedido na figura dos outros três. Mas Estevão realmente ele vai ser lapidado. Por que que Gamaliel aceitou essa situação? Porque soltando Pedro, Felipe e João, o trabalho continuaria. Não haveria solução de continuidade. Tudo ali ia permanecer como estava. É óbvio que eles iam ter que fazer mais quietinhos, mais na surdina, mas o trabalho continuaria. Infelizmente ele teria que sacrificar Estevão por essa causa, mas Estevão tinha pleno conhecimento disso e estava calmo suficiente porque sabia que aquele sacrifício que ele ia fazer era o que interessava e o que precisava para que aquele movimento se estabelecesse mais ainda. Ele foi o primeiro mártir do cristianismo, né? E aí a gente vai de novo lá nas epístolas de Paulo aos Filipenses, onde ele diz e justamente eh dando nessa epístola, mostrando a eles eh como a gente deveria ser equilibrado, racional, eh responsável, deveríamos todos ser responsáveis nas decisões que tomaríamos. Então ele fala:

e justamente eh dando nessa epístola, mostrando a eles eh como a gente deveria ser equilibrado, racional, eh responsável, deveríamos todos ser responsáveis nas decisões que tomaríamos. Então ele fala: "Irmãos, não julgo que eu mesma o tenha alcançado, ou seja, alcançado todos os objetivos, né? Isso é só um trechinho. Mas uma coisa eu faço, esquecendo-me do que fica para trás e avançando para o que está adiante, prossigo para o alvo. O qual era o alvo de Paulo? De Saulo. De Saulo, não, de Paulo, né? Depois o convertido era disseminar o evangelho em todas as regiões conhecidas, né, ali que existiam naquela época. E era isso que ele estava fazendo. Ele tinha perdas numa cidade, era mal recebido em outras, muito bem recebido em outras, onde ele ficava mais tempo. Ele se mantinha do seu ofício primeiro, que ele aprendeu a ser tecelão, montava a barraquinha dele, fazia tapetes, fazia redes e era daquilo que ele se mantinha. Mas quando ele chegava muito al quebrado numa cidade, muitas vezes doente, e quando ele apanhava muito, que ele não conseguia fazer nada, a população que gostava dele acolhia, colocava em casa, dava remédio, alimentava. E por que que as pessoas fazem isso? É a generosidade, a gentileza, a verdade, o amor trazem de volta pra gente os mesmos sentimentos, né? Sabe aquela história da bola que a gente joga na parede, que ela volta para nós? Só que quando a gente joga a bola com uma força, né, ela perde um pouco ali, mas ela ganha o impulso da parede também. Então volta ser duplicada a força. Se nós podemos colocar nesse nesse nessa comparação. Então aquilo que a gente dá é o que volta pra gente. Vocês vejam a vida de Paulo no livro. Tudo que ele fez na primeira parte do livro voltou para ele na segunda, né? É, é mais uma, uma observação que a gente faz de exemplificação e de ensinamento que esse livro traz para nós. Então, Gamaliel recuou, deu dois passos paraa frente e um para trás. Que que significa isso? Que o ganho dele foi um passo pra frente. Não é assim?

cação e de ensinamento que esse livro traz para nós. Então, Gamaliel recuou, deu dois passos paraa frente e um para trás. Que que significa isso? Que o ganho dele foi um passo pra frente. Não é assim? aparentemente ele sairia perdendo porque ele queria salvar Estevão também, mas ele tava ganhando porque ele estava salvando o movimento. Então, lá no Emanuel, no livros eh no livro Bção de Paz, eh, num trechinho da mensagem, ele fala: "Não nos será lícito esquecer que o apóstolo da gentilidade, no versículo 14 do capítulo 3 da epístola dedicada por ele aos Filipenses, gravou as suas inesquecíveis palavras de entusiasmo e esperança. Prossigo para o alvo." Entretanto, no versículo 16 do mesmo documento, ele não deixou de prevenir-nos sensatamente. Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos. Sábias palavras de Emanuel, sábias atitudes de Gamaliel, né, que deu um passo para trás para que ele pudesse resolver um passo paraa frente. E é assim que a gente tem que fazer na vida da gente, né? Então, finalizando o capítulo, daí em instantes, com surpresa geral da assembleia, Saulo de Tarso da tribuna propunha libertação de Pedro e Felipe, o banimento de João, já que ele era novo, solteiro, ele não poderia mais ficar em Jerusalém, foi para Éfeso e reiterava o pedido de apedrejamento para Estevo, por considerá-lo o mais perigoso dos elementos do caminho. E daí a 7 dias haveria então eh a defesa de Estevão, né? Então nós vamos ver que há muitos ensinamentos nesse capítulo e eu acredito que só aquela enumeração de sentimentos e atitudes que a gente tem que que a gente pode ter e que a gente precisa trabalhar e que a gente precisa observar, que a gente precisa ser vigilante, eh já nos abastece de bastante reflexão para essa semana. No capítulo da semana que vem é emocionante que é a morte de Estevão, né? E a dedicação que ele teve, o Heleone vai nos trazer aqui com as a sua capacidade de entendimento, vai ser virtual o nosso encontro. E eu gostaria de finalizar aqui a nossa apresentação

e Estevão, né? E a dedicação que ele teve, o Heleone vai nos trazer aqui com as a sua capacidade de entendimento, vai ser virtual o nosso encontro. E eu gostaria de finalizar aqui a nossa apresentação ainda do livro Conflitos Existenciais de Joana de Angeles na mensagem intitulada Raiva, que sempre que formos invadidos pelo desequilíbrio dessa natureza, qual natureza? a raiva. Reserve-se a coragem de adiar decisões, de responder para esclarecer, de discutir em nome da autodefesa, porquanto invariavelmente o ego ferido precipita-o em postura inadequada de que se arrependerá de imediato ou mais tarde. Quantas pessoas já nos dizem isso, né? É uma discussão, é um embate, alguma coisa, faz silêncio. Nada como um dia após o outro com uma noite no meio e um travesseiro bem macio pra gente botar a cabeça, né? E de preferência antes de dormir fazer uma prece, né? Pra gente receber boas inspirações, pra gente saber o que vai falar, o que vai fazer. E Joana deângeles termina dizendo que a terapia da prece e da meditação constitui salutar recurso para o controle das emoções, reabastecimento de energias vigorosas que se encarregam de acerenar o sistema nervoso central, impedindo ou diminuindo a incidência da ira. Porque fisiologicamente, num momento desse de ira, de raiva, de destempero, a gente joga muita adrenalina na corrente sanguínea e e perde o controle. É como se a gente atiasse fogo numa fagulha, num pavio, né? Então a gente tem que ter cuidado até por causa da nossa saúde física, mental e espiritual. Num sentimento assim, a gente atrai também espíritos que querem perder tanto a nós quanto aquele outro que tá sendo alvo da nossa raiva e se aproveitam da nossa fragilidade para colocar mais desequilíbrio ali. Nosso coração pode explodir uma hora dessa. Vocês já imaginam, né? Como é que é uma pessoa ressuscitada quando tá chegando assim no hospital, além de usar o desfibrilador, né? Tem algum médico aqui para me ajudar? Eles não dão injeção de adrenalina. Imagine você já tá com isso aí normal no

ressuscitada quando tá chegando assim no hospital, além de usar o desfibrilador, né? Tem algum médico aqui para me ajudar? Eles não dão injeção de adrenalina. Imagine você já tá com isso aí normal no corpo e injeta mais adrenalina no coração. O que que pode acontecer? Uma explosão, né? Então vamos ter cuidado com as nossas ações, os nossos pensamentos. Tem problema se as pessoas chamarem a gente de bobo, de fraco, de covarde? as pessoas vão chegar no mesmo nível de entendimento que nós estamos construindo para nós hoje. Então, é importante fazer essa ferição, é importante a gente fazer essa observação. Olha, vigiai e orai, né? Vigiar é ver tudo, é ver o nosso sentimento, a nossa atitude, é ver a circunstância ao redor de nós, né? E a mensagem do espírito de verdade, né? também nos diz: "Espíritas, amai-vos e instruí-vos". E no segundo mandamento, ele diz o quê? Vigiai e orai, né? Então, a gente estuda para entender ou aumentar a nossa percepção daquilo que é certo ou errado. Vigia para observar o que tá acontecendo, ora para pedir inspiração. Pronto. Aí vai depender de quê? da nossa vontade de fazer o que é certo. Não é certo pros outros, é certo para nós, tá? Essa é uma, essa é uma conversa que a gente tem particularmente com a gente mesmo, aquela de ficar de frente pro espelho e ter coragem de olhar nos nossos olhos para responder questionamentos íntimos que a gente tem e que às vezes no correr do dia ou até pro comodismo ou até porque não quer dar de frente com realidades que são difíceis pra gente administrar, a gente não olha. Então é importante que a gente faça isso, que a gente estude, que a gente ore, que a gente vigie para que o nosso caminho seja mais florido. É isso, meus amigos. Eu agradeço a atenção de todos, de todos que estão aqui, de todos que estão nos acompanhando pelas redes sociais. E nós vamos aqui encerrar a nossa noite de hoje, tá? Pedindo a Terezinha para fazer a prece. Meus queridos irmãos, vamos fechando os nossos olhos, abrindo bem os nossos corações

o pelas redes sociais. E nós vamos aqui encerrar a nossa noite de hoje, tá? Pedindo a Terezinha para fazer a prece. Meus queridos irmãos, vamos fechando os nossos olhos, abrindo bem os nossos corações e vamos buscando estar aqui agora. Vamos nos ligando amorosamente com os nossos queridos mentores individuais, os grandes responsáveis por aqui estarmos. Vamos nos ligando com o mentor dirigente dos nossos estudos, agradecendo profundamente a oportunidade que tivemos. Vamos envolvendo a nossa querida companheira Cíntia, que com tanto zelo, com tanto amor, cuida de cada um de nós e veio nos trazer essas lições tão lindas, tanto exemplo de humildade, de doação e de confiança no nosso amado mestre Jesus. Queridos companheiros, que tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir. Que consigamos sempre dar um passo para trás, retroceder, respirar profundamente e deixarmos de impor a nossa reação. Busquemos trabalhar a nossa paz interior, para que sejamos luz aonde estivermos. E é com muito amor, com muito respeito que nós vamos até a nossa querida mãezinha em espírito, pedindo, mãe querida, envolva-nos em seu manto azul. Visite os nossos lares, levando a paz, a harmonia, a serenidade e o amor. E com muito amor, com esse envolvimento profundo, nós vamos até Deus, nosso pai e ao mestre Jesus, para agradecer tudo que somos, tudo que temos e nos dispemos conosco essa mensagem de amor. e essa proteção infinita que estamos recebendo através deste banho de luz. E que o nosso querido do companheiro Leão seja envolvido em proteção e luz para que no próximo encontro nós possamos continuar bebendo dessas lições tão lindas. Agradecidos que somos, nós dizemos mais uma vez: "Obrigado, Senhor, e que assim seja. Graças a Deus e a Jesus.

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