Bom dia, café! 300925 AO VIVO Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
Nascer, nascer morrer, morrer, renascer, renascer ainda e progredir, progredir sempre, sem Não é nascer o rei de ser ainda e progred sem Bom dia, amigo. Turu turu. Bom dia, irmão. Para, para. Basta um sorriso e cante esta canção. Tor dor dor dor bom dia para você. São 7:34. Hoje é dia 30 de setembro. Cadê o Pedro para pôr uma música de Natal aqui pra gente? 30 de setembro de 2025. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. Se Deus quiser, hoje, sem nenhuma intercorrência, diriam aqui os os profissionais da saúde que fazem plantão. Eh, vocês estão bem? Tá começando agora o nosso Bom Dia Café, a live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre às 7:30 da manhã, para que a gente comece o nosso dia de bom humor, pensando em bons exemplos, fazendo boas reflexões e assim a gente passe o resto do dia já num equilíbrio, né? E aí recebendo as notícias que a gente tem que lidar com elas mesmo, faz parte, não é? No nosso mundo de provas e expiações por enquanto. Por enquanto mundo de provas e expiações. Mas a gente logo logo muda. Tá uma uma coisa aqui. Ah, tá. Eu vou tirar ele daqui um pouco que esse plim plim plim me incomoda. Hoje temos visita. Espetáculo. Hoje nós temos muita coisa interessantíssima para falar com vocês. Vocês vão gostar muito do tema de hoje porque ele é muito legal, vale muito a pena. Então, se preparem por aí. Nós vamos chamar a visita antes do de mais nada, porque assim a gente já continua o Bom Dia Café com ela aqui, né? A gente sempre muda a ordem das coisas quando tem visita, sabe? Porque dá uma gastura deixar visita te esperando. Cadê visita? Visita aqui. Visita. Bom dia. >> Bom dia. >> Bom dia. >> Nós já batemos uma caixa, como diria lá em Santa Rosa de Viterbo, eu e Eurídice já batemos uma caixa aqui nos bastidores, né, Euridice? >> Um pouquinho, um pouquinho, um pouquinho por causa da hora, né? Mas a língua fala muito mesmo com sono. É lá, tá vendo? Ela é da turma que a, como dizia um amigo meu, a vida inteligente só começa depois das 9 da manhã.
ouquinho, um pouquinho por causa da hora, né? Mas a língua fala muito mesmo com sono. É lá, tá vendo? Ela é da turma que a, como dizia um amigo meu, a vida inteligente só começa depois das 9 da manhã. >> Ó lá. É isso, faz parte. Eurídice, nós vamos fazer então nossa autodescrição e eu vou começar e depois passo para você, tá bom? Eu eu sou Estela, nós estamos em dois retângulos na tela. Eu tô do lado esquerdo e Eu do lado direito. Eu sou a Estela, uma mulher branca, eh cabelos curtos, ã, grisalhos. Tô usando a camiseta do Bom Dia Café, que é amarelo bem forte, com o logo da do da live, que é uma xícara de café estilizada. Estou no meu quintal para variar e espero que continue assim. Trabalhadores da construção civil, por favor, que me fizeram ir pra cozinha ontem, mas por enquanto eu tô aqui no quintal, então tem bastante planta à minha volta. Minha garrafa de café que não pode faltar. E é isso, Eurídice. Eu sou uma mulher parda. Eu nem sei como me descrever até hoje. E porque eh enfim, eh, tenho de tudo, né? e sou parda. Tenho 73 anos, o o cabelo grisalho, uso óculos, eh adoro conversar e tô na minha sala de visita. Não tive coragem de ir até a casa da Estela, mas de alguma maneira tô aí junto com vocês. É tudo tudo para que ela pudesse dormir até um pouco mais tarde, viu, gente? Então, ela tá aqui em São Carlos, mas ela tá lá na casa dela e eu na minha. Olha só que coisa. >> Tô em São Carlos. >> O importante a gente tá se sentindo bem, né? >> Lógico, lógico. Não tenha dúvida. >> Então, então é isso. Então é isso. Então, já fizemos a nossa autodescrição. Vamos falar bom dia pra turma que já tá aqui e já tem bastante gente. Tem fã clube, viu, gente? Eu tem fã clube, vocês não sabem de nada. Renata, eh, Renata RMS e ela tá duas vezes. Então, Renata, eu vou agradecer você em duplicidade, porque, pelo jeito, você agora é membro de dois canais espíritas, não é isso, querida? Então, muito obrigada pela sua ajuda, pela sua colaboração. A gente não tem como saber em qual dos canais a
dade, porque, pelo jeito, você agora é membro de dois canais espíritas, não é isso, querida? Então, muito obrigada pela sua ajuda, pela sua colaboração. A gente não tem como saber em qual dos canais a Renata passou a ser colaboradora, mas nós temos aqui, além do do Consolar Esclarecer, que é de onde parte o Bom Dia Café, né, a geração do Bom Dia Café, a partir do Consolar Esclarecer, nós temos o Renovando Consciência, que é o berço do renovar, do que é o berço berço do Bom Dia Café. E temos também o Conecta Espiritismo, temos a Rádio Espírita do Paraná, Web Rádio Fraternidade, Instituto Goiano de Estudos Espíritas e o Grupo Espírita Fonte Viva. Esses são os retransmissores do Bom Dia Café e tá indo lá pro meu Facebook também porque tem umas uns amigos que gostam de acompanhar lá pelo Face. Então, Renata, muito obrigada mais uma vez. E se você aí que tá assistindo, quiser ser membro de um canal espírita, do lado do botão aí no YouTube, do lado do botão inscreva-se ou inscrito, tem um outro botãozinho escrito seja membro. Se você quiser clicar lá agora, não vai te acontecer nada. Você clica e ele vai passar as instruções do que significa ser membro do canal espírita. Você tem ali alguns privilégios, como teus comentários apresentados com destaque, né? Seus comentários nas transmissões desse canal são apresentados com destaque e se o canal publicar alguma coisa, primeiro avisa você, depois os outros. É basicamente isso. Tem outras coisas lá, mas nesse momento eu não lembro. E o que você faz? você e doa um valor que, se não me falha a memória, começa com R 1,50, R$ 1,80 centavos. É uma um valor assim. E aí vai subindo com a sua possibilidade, tá? Ajuda muito porque os softwares de transmissão para vários canais ao mesmo tempo e que possibilitam a gente brincar aqui com vocês, colocar vinheta, essas coisas, eles são cobrados, eles não são de graça e eles eh são cobrados em dólar. Então não é não é fácil não, né? É complicado. Então se você quiser ser membro de um canal espírita, já ajuda. Isso equivale
, eles são cobrados, eles não são de graça e eles eh são cobrados em dólar. Então não é não é fácil não, né? É complicado. Então se você quiser ser membro de um canal espírita, já ajuda. Isso equivale a você participar e fazer uma doação mensal, ser sócio da sua casa espírita. Se você ainda não é, primeiro você sócio da casa espírita, pelo amor de Deus, né? As casas espíritas precisam eh se sustentar e não não existe mágica, viu, gente? Não existe mágica. Essa é a nossa participação na manutenção dos locais que nos acolhem, que nos recebem e que trazem tantas coisas maravilhosas para nós. Certo? Muito bem. Bom dia, seu Pedro de Paiva. Sorriso, um cartaz que ficou tão lindo. Ah, é porque eu fui caçar uma foto dela dando risada. Eu cei a foto, sabe? Essa foi espécie, ó. Terezinha, bom dia. Bom dia também, José Lopes. Bem-vindo, querida. Querido. Oi, Miriam. Bom dia, Miriam, bom dia para Fátima. Eita, Fátima, bom dia, querida. Bom dia para Alguinha também. Olha aqui, Paulux. Bom dia, querido. Você sabe que já fizeram aqui o o Paulux. O Paulo, ô Eurides, é um companheiro nosso de espiritismo, um amigo querido de Conchal aqui pertinho, né? E ele ele eh tava sempre acompanha o Bom Dia Café no com a possibilidade, com a disponibilidade possíveis. E aí ele começou a pô Stelux, eh chamar todo mundo de lux. Então aqui no Bom Dia Café todo mundo é lux, todo mundo é luxo, né? Então é Estelux, é Paulux. E aí a Eliana já colocou também que é Euridilux, já recebeu o seu Lux aqui. >> Gostei. >> Patrícia, bom dia. Ó lá, Euuri Silux, tá vendo? Terçou com estúdio, com estúdio Brasil. É isso. Tchau, tchau. Setembro. É, terça-feira é dia da Patrícia apresentar o Bom Dia Café. Eu troquei com ela. Ó lá, dando risada. Pedrã, o Pedro Jairuques, bom dia. Estelux, Eurilux e Cafezeiros. Adoro. Dolores, bom dia, meu bem. Bom dia também para Rosângela que é aqui de São Carlos também. Terezinha, bom dia. Aí Eliane. Eliane, bom dia. Vanira, o melhor café de Aracaju. Bom dia, querida. Opa, ela é da minha turma. Ela é bem
Bom dia também para Rosângela que é aqui de São Carlos também. Terezinha, bom dia. Aí Eliane. Eliane, bom dia. Vanira, o melhor café de Aracaju. Bom dia, querida. Opa, ela é da minha turma. Ela é bem vida inteligente só depois das 9. É isso. >> Não aguenta que Ô, ô, Fátima fica sossegada. O os os espíritos vão depositar aí um pouco de de fluído e aí o seu celular fica vivo até o Bom Dia Café acabar. >> Dolores. Ó lá. Bem-vinda, Eurídice. Isso mesmo. Bem-vinda para Eurídice. Muito bem. Tinha certeza lá. Tininha, bom dia. Gostou de ver? É isso aí. A Tininha também é da turma do depois das 9, porém, porém por conta do trabalho dela, virou e mexeu. Ela acorda muito antes do Bom Dia Café. Maria Angélica, bom dia. Ritoca, bom dia, querida. A Xarazinha, bom dia, lá do Rio Grande do Sul. Shirley também aqui de São Carlos, daqui do núcleo. A Shirley faz parte aqui do núcleo, aqui pertinho de casa. Hélia, bom dia. Tá chovendo em Salvador, Hélia, ou já parou a chuva? Oi, ó. Bom dia, meu bem. Eu também tenho vida após às 9. Ó lá, não falei? Ai, >> é que a nossa a nossa vida espiritual é muito intensa. A gente precisa >> eh prestigiar o lado de lá, entendeu? Então é isso. >> É isso. Tá vendo? É isso. Eu também vou chegar nesse ponto. Por enquanto eu não consigo. Toda vez que eu penso que eu vou dormir até mais tarde, acontece alguma coisa e lá tô eu acordada. Ã cedo. Vamos. Ah, lá chegou a Ana Carolina também. Bom dia. Bom dia. Bem-vinda, Ana Carolina. Agora nós vamos pra nossa prece depois nós já vamos pra nossa conversa. Preces, preces e preces aqui. Por Deus, Pai dos que choram, dos tristes dos oprimidos, fortaleza dos vencidos, consolo de toda dor. Embora a miséria amarga dos prantos do nosso erro, deste mundo de desterro, clamamos por vosso amor. As aflições do caminho, na noite mais tormentosa. Vossa fonte generosa é o bem que não secará. Sois em tudo a luz eterna da alegria e da bonança. Nossa porta de esperança que nunca se fechará quando tudo nos despreza no mundo da
oite mais tormentosa. Vossa fonte generosa é o bem que não secará. Sois em tudo a luz eterna da alegria e da bonança. Nossa porta de esperança que nunca se fechará quando tudo nos despreza no mundo da iniquidade, quando vem a tempestade sobre as flores da ilusão. Ó pai, sois a luz divina, o cântico da certeza, vencendo todas as pereza, vencendo toda a aflição. dia da nossa morte, no abandono ou no tormento, trazei-nos o esquecimento da sombra, da dor, do mal, que nos últimos instantes sentimos a luz da vida renovada e redimida na paz, ditosa e imortal. É sempre bom dar uma paradinha, né? A gente brinca. Vocês sabem que eu adoro dar risada, fazer umas piadinhas sem graça aqui no meio, mas hora que a gente escuta essas esses textos dá um um quentinho no coração, né? E aí a gente precisa dar uma paradinha para pensar no que tava sendo dito, né? Muito bem, chegou mais gente aqui, ó. Lá a Hélia tá contando que em Salvador tá um sol tinindo. Eita, que beleza. Para minha alegria também. A Rosângela acorda com a corda toda. É, eu acordo com a corda toda. Belo Horizonte, Minas Gerais. Muito bem, querida. Muito bom. Então vamos lá, vamos falar sobre o que interessa hoje. A Eurídice tem vai contar aí a história de um de um grupo que eu acho que ali não é um grupo de estudo exatamente, né, Eurid? Acho que ela tem uma característica diferente. Eu gosto, é um encontro mesmo, né? É um encontro que chama Repensando a vida e que é muito interessante, mas eu vou deixar a Euridice contar porque obviamente ela vai contar melhor do que eu, porque acho que eu sou a mais novinha ali da turma no sentido de a última a chegar no grupo. Ô, Eurídice, eh, o que que é o repensando a vida e se você puder assim rapidamente, como que ele começou e por que ele começou, que aquela história do porquê é muito legal. Então, bom dia a todos. Eh, a, eu nasci em Lara Espírita e até na palestra do Ailson me ocorreu esse tipo de coisa, né, que os trabalhadores das das frentes espíritas, em geral, os que já nasceram
al. Então, bom dia a todos. Eh, a, eu nasci em Lara Espírita e até na palestra do Ailson me ocorreu esse tipo de coisa, né, que os trabalhadores das das frentes espíritas, em geral, os que já nasceram ou participaram do Espiritismo antes, são de grupos de jovens, né? Então, eu participei a vida inteira na fui evangelizanda desde bebê e depois rapidamente eh paraa evangelização, virei evangelizadora. Mas o o eu acho que a característica principal talvez do grupo da Estela também e do meu ã na minha vivência é questionador, né? um grupo que gosta de perguntar, que gosta de descobrir, que gosta de achar caminhos. Então, sempre trabalhei nas casas espíritas e quando eu vim para São Carlos, eu trabalho com com médium em trabalho mediúnico. Eh, fui para um trabalho mediúnico, meu marido médico psicoterapeuta e um companheiro nosso, Edson Aguilra, foi trabalhar também nesse trabalho como esclarecedor. E aí ele falava pro meu marido assim: "Mas escuta, como é que eu vou convencer um espírito sofredor a perdoar? Por onde que eu começo?" Meu Deus do céu, que que passos eu tenho que dar para que ele possa se convencer e tal. E nesse sentido ele propôs, o foco seria trabalhar com o meu marido em primeiro lugar, mas eu fui puxada junto. Nós três começamos a estudar um pouco os livros da Jana de Angeles, em especial Plenitude. E aí para entender isso, os sentimentos, as emoções e os processos de trabalho emocional nessas questões que a gente precisa trabalhar intimamente. E durante um ano nós estudamos, lemos o livro e discutimos, líamos e discutíamos. E aí meu marido colocava questões, enfim, enfim, se mostrou não apenas eh focado na questão eh terapêutica, né, mas aí na questão espírita de uma maneira geral. E aí a gente falou, mas nós não podemos ficar com isso só para nós. Vamos abrir um grupo pra gente trabalhar, pra gente fazer os trabalhadores da casa trabalharem com isso e estudarem do jeito que a gente tá fazendo. E estudar era lia e trazia essas questões. Nossa, mas você viu que é desse jeito, daquele
ar, pra gente fazer os trabalhadores da casa trabalharem com isso e estudarem do jeito que a gente tá fazendo. E estudar era lia e trazia essas questões. Nossa, mas você viu que é desse jeito, daquele jeito e tudo mais. >> É um questionamento, um questionamento salutar, né? É exato. E aí nós começamos a montamos o a levamos paraa diretoria a a houve uma certa resistência inicial que a questão era mas é um grupo terapêutico? E a a nossa fala sempre foi eh a doutrina é terapêutica, não precisa terapeuta, a doutrina é terapêutica. Então, o que o espiritismo propõe é terapia, né? Mas espírita, são questões espíritas que que são trazidas. Enfim, a a diretoria propôs e nós aceitou e nós resolvemos trabalhar por um ano. A nossa questão era essa, é só um ano. Depois a gente renova grupo e mas é só um ano. Foi em 2011 que nós começamos. esse um ano tá até hoje, porque a gente foi eh estendendo, o grupo não queria parar e a gente foi se eh esticando, esticando e estamos lá até hoje. Assim nasceu o repensando a vida. E é nesse sentido, o nome veio também desse dessa proposta, né, da ideia de que eh o espiritismo pauta a nossa vida. Eh, pode pautar se a gente tiver atento para isso, né? Então, começamos a trabalhar nesse com esse foco, >> presencialmente, >> presencialmente nesse assunto. >> Então, presencialmente, inicialmente a gente começou e os assuntos como é que a gente fez? Eh, eh, eh, inicialmente nós elegemos o livro foi Conflitos Existenciais. porque ele trazia exatamente as questões que a gente tava propondo discutir, né, na vida e paraa vida. E mas à medida que a gente foi lendo o livro, por exemplo, você começa a ver que tem temas que são correlatos, né, que eh chamam por antecipação o próximo. Então, questões como o inconsciente, como os três andares lá do do da nossa mente, a a e outras questões que vão aparecendo no entorno, ah, preparação reencarnatória. E, e fim das contas tudo entra, Estela, tudo entra. Recentemente, por exemplo, nós discutimos bebê reborne. Ainda não
a e outras questões que vão aparecendo no entorno, ah, preparação reencarnatória. E, e fim das contas tudo entra, Estela, tudo entra. Recentemente, por exemplo, nós discutimos bebê reborne. Ainda não falamos dos adultos que usam chupeta, mas tá tudo mais ou menos no mesmo pacote. A gente discute tudo e e a proposta sempre é eh eu penso que eh talvez de também pautado pela ideia do do próprio Kardec, que é espiritismo não pode estar fechado nele mesmo. Isso >> a fé é raciocinada. Outras questões, isso sempre foi muito eh rico na minha casa, na minha vida. Essa ideia eufórica até de ir trazendo a ciência muito perto do espiritismo, né? Vendo tudo que olha, eles disseram, nós já dizemos. ou eh confirma isso ou aquilo. Então, a nossa proposta é sempre tá trazendo ideias correlatas ao espiritismo, mas que eh eh ajudam a entender melhor e confirmar, né? É a ideia da da da fé raciocinada e mais estruturada, cada vez mais estruturada. Então é essa a perspectiva. >> É, a gente sempre ouve falar, né, que é preciso discutir os temas atuais na casa espírita. Eh, e você pelo eh na escolha dos temas do repensando a vida, como você acabou de falar, inclui aí até o bebê reborne, né, o o adulto usando chupeta. Eh, fake news, a gente já falou muito sobre isso também. Eh, essa você faz essa escolha ou o as pessoas dão sugestões e também queria que você contasse pra gente como é que é o debate, já que existe uma coordenação, mas não é uma um você fala e a gente escuta. É, então os temas, eu sou pedagoga, trabalhei a vida inteira em escola pública, inclusive meu meu papel na escola era coordenação pedagógica. E eu sempre, como princípio de trabalho, a ideia era coordenar, não dirigir, coordenar, né? Então, sempre a ideia de tá propondo ã ideias, temas, estudos e depois ver o que dá, né, dentro da discussão do trabalho e tudo mais. E um pouco é isso que a gente faz. Eh, e no começo do ano, em geral, eu faço um projeto de temas, né, em geral também em cima de algum livro, algum material.
ntro da discussão do trabalho e tudo mais. E um pouco é isso que a gente faz. Eh, e no começo do ano, em geral, eu faço um projeto de temas, né, em geral também em cima de algum livro, algum material. Esse livro, esse ano, por exemplo, nós nas férias, foi a primeira vez que a gente propôs isso pelo andar, o andar da carruagem lá no final de 2024, ah, que nós saíssemos de férias, mas lêssemos o livro Voltei. E aí em cima, então a ideia seria que durante as férias nós leríamos o livro Voltei e ao retornar vamos discutir sobre o que nós lemos, né? Então em cima do livro eu já vi havia separado algumas questões que precisavam e que poderiam ser aprofundadas e discutidas e é lógico o grupo trouxe outras. Então, nós estamos ainda pautados um pouco pelo livro de alguma maneira, né? Foi trazendo esses temas para pro paraa nossa discussão. A primeira é a ideia da luz aí, né? Que luz é essa que nós temos ou deixamos de ter que ele tinha e não sabia que tinha? Eh, como é que nós podemos conseguir essa luz para nós? Então eu sempre eh com essa perspectiva de ir enriquecendo e aprofundando que eh com inclusive com esse essa perspectiva de que romance espírita não é história, né? romance espírita é vivência do espírito. Ele tá trazendo uma experiência real, transformada, utilizada, elaborada para nossa vida, né? Como é que a gente pode trazer isso para nós? Então, embora não desencarnados, nenhum de nós ainda eh trouxemos o tema, os temas que pudessem est localizando nas necessidades que ele manifestou lá, desencarnado, né? O que que a gente precisaria que ele sentiu falta? E olha que ele era um estudioso, eh, ele sentiu falta. E que que como é que nós podemos prevenir isso antes, né, irmos nos nos estruturando para viver essa questão? E as a há sempre uma grande dificuldade nos grupos de estudo, né, ou mesmo nas situações no final de semana, por exemplo, né, que o Adeuson Sara estava aqui em São Carlos e ele toda hora tinha que dizer paraas pessoas, né, eh, vocês estão acordados, vocês tá todo mundo
mesmo nas situações no final de semana, por exemplo, né, que o Adeuson Sara estava aqui em São Carlos e ele toda hora tinha que dizer paraas pessoas, né, eh, vocês estão acordados, vocês tá todo mundo aqui encarnado, né? há uma resistência eh em participar, nas pessoas participarem das das conversas, como é que se resolve isso? Como é que se resolveu isso? Então, inicialmente, né, Estela, era presencial e por ser presencial, a proposta da pedagoga era propor agito. Então, eu trazia na no dependendo do tema alguma dinâmica de grupo, algumas questões para serem eh trabalhadas e estudadas e algum material que pudesse ser lido. Inclusive, a ideia era essa. O nosso sentimento inicial era eh não podemos exigir muito das pessoas, então eh coisas curtas, mas questionadoras. E o grupo, então, a partir de questões, eh, se, eh, organizava, discutia e depois a gente fechava com alguma ideia espírita, alguma mensagem eh mais eh conclusiva, né, em relação a ao tema. Trabalhamos muitos anos nisso, mas na pandemia, com o fechamento de cada um de nós em casa, nós começamos a trabalhar com a internet, né? Eh, digamos que a gente ficou um mês, talvez sem nos encontrarmos e aí até encontrarmos a internet, porque nenhum de nós, acho que ninguém naquela época lidava muito bem com isso, né? >> É, >> então >> nem nem tinha tinha dificuldade até em equipamento, em tecnologia, né? os os sistemas não funcionavam como eles funcionam hoje. >> Era muito muito era era muito difícil de usar tudo. >> É. E aí a gente eh foi se aventurando porque eu acho que também a a necessidade é a mãe, né, da da dos encontros, das caminhos. E a gente foi se se organizando, buscando e tudo mais até conseguir organizar o grupo online e começamos a trabalhar online. E aí gostamos tanto do online que nós não voltamos nunca mais. Presencial. Nós estamos ainda no online com a proposta de que a gente vai se, ah, não, a cada dois meses a gente vai se encontrar presencialmente, se abraçar e tudo mais. temos tentado fazer isso,
is. Presencial. Nós estamos ainda no online com a proposta de que a gente vai se, ah, não, a cada dois meses a gente vai se encontrar presencialmente, se abraçar e tudo mais. temos tentado fazer isso, mas o online é atrativo e ainda trouxe algumas questões, eu acho, online, que é pessoas que passaram pelo eh pela vivência presencial e deixaram de participar por dificuldades pessoais, porque é de noite, porque eu não posso largar o marido, porque eu tenho filhos ou por Então, ainda abriu essa essa possibilidade da participação de pessoas que não conseguiriam estar participando presencialmente, né? E e isso também de alguma forma segura a gente no online, porque você fica morrendo de pena, né? E nesse momento até a gente tem pessoas, já tivemos gente até do exterior dentro do grupo, agora tem acho que a Silvia só que é de fora de São Carlos, né? e Silvia Gandolf. Então, a gente vai participando, vai vivendo e para nós todos mais velhos, tudo, a internet é uma maravilha, um sossego. >> É, não é verdade, né? >> Agora a internet trouxe uma transformação muito grande, né? Porque foi o que aconteceu no começo, antes da gente estabelecer o grupo, é trancados em casa, nós vamos fazer o quê? É, >> e a busca por lives, por exemplo, por palestras, era isso. Eu quero gente, eu quero encontrar gente, eu quero conversar com gente. >> É, >> eh, nos para para mim pelo menos deu um pouco, abriu essa ideia de que nós podemos estar com outras pessoas eh que não são daqui, né? Eh, a a foi progredindo o espaço dos palestrantes espíritas. dos encontros espíritas e isso nos deu uma outra perspectiva, né? Então, mudou um pouco a cara. Quando você falou do fim de semana, me ocorreu que você ia perguntar era isso, não foi o que eu imaginei, mas eh que se nós eh estamos em casa e a proposta é a palestra, não vamos ouvir a palestra na hora da conversa. Lógico, a conversa tem que ser posterior à palestra. Então, a a hoje em dia funciona de solicitação, às vezes dos, eu fazia no domingo, mas eles mesmos pediram para ser com mais
a na hora da conversa. Lógico, a conversa tem que ser posterior à palestra. Então, a a hoje em dia funciona de solicitação, às vezes dos, eu fazia no domingo, mas eles mesmos pediram para ser com mais antecedência. Na quinta-feira a gente passa algum material para ser lido ou ouvido no sentido do das lives, né? >> Eles são de casa, viu, gente? E ó, vou contar para vocês, todo mundo faz. Quando você não faz, você fica morrendo de vergonha. É isso mesmo. A gente propõe lá para quinta-feira a live e tem uma riqueza, né, Estela de material espírita hoje em dia, com gente de muita qualidade, eh, que é imperdível, eu penso, essa essa proposta, essa essa condição, né, que a gente tem essa possibilidade. Então eu proponho as a a ideia é ler não muito mais do que uma live, 1 hora, 45 minutos, 1 hora e traz eh na minha proposta de hoje o tema vai ser esse e propõe a live ou a leitura, sempre com uma questão. Bom, pensa isso na sua vida, pensa isso. Como é que isso se encaixa na sua no seu pensamento como espírita ou não espírita? Como é que fica isso na nossa vida? Então a gente aí parte pro na segunda-feira, que é o dia da reunião, para tá discutindo essa live, né? E o que que ela trouxe de enriquecimento e de reflexão paraa nossa vida. por isso, repensando. >> E é interessante porque sempre tem, óbvio, né, que nós vamos ter ali pensamentos que são iguais, né, que são talvez equivalentes, mas tem umas ideias ali que surgem e que você fala: "Ó, não, nem passou isso pela minha cabeça, né?" Ou tem, inclusive eu não concordo com esse pensamento. E mesmo assim não sai uma discussão, né? não tem uma disensão por conta de pontos de vistas diferentes. Você atribui essa esse ambiente pacificador na ali e a quê? Porque acho que essa é uma das questões, né, que as eu já vi sendo colocada. Ah, o duro de você abrir para se todo mundo falar é que acaba um discordando do outro e isso vira um problema, né? tem sempre essa essa essa resistência a ao diálogo do outro. É, não, eu eu imagino, Estela, que isso
ocê abrir para se todo mundo falar é que acaba um discordando do outro e isso vira um problema, né? tem sempre essa essa essa resistência a ao diálogo do outro. É, não, eu eu imagino, Estela, que isso tenha também eh sido pautado pela ideia de que no material que a gente propõe estudar, eu já falei da ciência, mas não é só a ciência, eu trago questões ou eu proponho questões da Monja Coin, eh, do padre Fábio, do pastor, não sei das quantas, enfim, vem material, estudo proposta de todos os lados, né? Então, a gente já tem esse esse princípio de estar ouvindo o outro de alguma maneira, através do texto, através da live. Então, esse ouvir o outro é o nosso é o que pauta a nossa nosso princípio, que é recolher dados. E quando se falou em repensar a vida, a ideia é essa, nós podemos trocar informações e essas informações trocadas podem ser nos podem ser úteis para eh pautar o nosso comportamento, né? Então, tá, eu tenho filho autistas, aparece, tem mais de um no grupo. Eh, como é que eu lido com isso, né? Eu eu eu tenho muita dificuldade com a sogra, coitada das sogras, né? Eu tenho muita dificuldade com a sogra. Eh, como é que eu lido com isso, né? É, é, é karma ou é falta de habilidade mesmo reencarnatória? >> Vou fazer vou fazer um uma um parênteses aí. Eh, recentemente eu e Helenice, Helenice tá aqui, inclusive, ó, eu e Helenice estávamos juntas num evento e sentada uma de um lado da outra. Nós nunca tínhamos conversado sobre isso, hein? Nós estávamos só sentadinhas duas, uma do lado da outra ali. El Helenice tem filhos adultos já casados, eu também, etc. E aí o palestrante maravilhoso, que a gente ama de paixão, para lá e faz o quê? Piada com a sogra. A sogra >> foi a coisa mais engraçada, porque nós duas, ah, de novo essa história da sogra, a sogra, >> ela ficou muito brava e eu também. Aí ela não teve dúvida. Nós somos atrás do palestrante. Amigo, por favor, né? Aí fica gente sogra sempre sendo a bruxa nas histórias, nas piadinhas. Parar de fazer, >> para de fazer piada com sogra, porque aí
ão teve dúvida. Nós somos atrás do palestrante. Amigo, por favor, né? Aí fica gente sogra sempre sendo a bruxa nas histórias, nas piadinhas. Parar de fazer, >> para de fazer piada com sogra, porque aí a pessoa já entra na relação imaginando, ai sogra é tudo a mesma coisa. É que nem a história da madrasta, né? Eu tinha, eu tenho um, um enteado, eu tô separada do pai, do pai dele há décadas, mas ele continua sendo meu enteado. E ele quando ele era pequenininho, ele falava assim: "Você não é madrasta, você não é minha madrasta". >> Essa que eu conheço, né? >> Ele falava para mim: "Não, você não é minha madrasta". Mas por que não é? Não, porque madrasta é malvada. Ele era pequenininho, cara. Madrasta é malvada. Não, nem toda madrasta tem as boasadas. Aí ele falava: "Isso você pode ser". >> Então a gente precisa tirar esse estereótipo das coitadinhas de nós que somos só nós também acho que é estereótipo. Também acho. E assim a gente vai trocando as informações, porque eu acho que a gente eh de alguma forma e e nós perdemos isso socialmente falando, né, Estela? Antigamente, eu acho que os a interação entre as pessoas, entre eh os vizinhos, os parentes, era maior, né? Então, eh sempre a minha casa, por exemplo, sempre fez centro de encontros, né? Os meus tios iam paraa minha casa todos os finais de semana, >> então para ver a minha avó que morava conosco. Eh, então isso trazia a abertura para conversar. Nossa, tá difícil isso ou aquilo, não consigo fazer isso ou aquilo. Eram todos espíritas, traziam questões até do movimento espírita para ser discutido. Enfim, se conversava. Hoje em dia não se conversa, né, Estela? A gente mal se vê. Então, e a hora que se vê na casa espírita, então a hora que você vê, você chega 5 minutos antes da reunião, senta, tem que ficar quieta, não é para, não é para ficar falando. >> É. É. E aí ouve o que tem que ouvir, faz o que tem que fazer e te indo embora, né? Então não existe essa interação. E eu acho que essa aí surge provavelmente essa ideia, porque a ideia não é
lando. >> É. É. E aí ouve o que tem que ouvir, faz o que tem que fazer e te indo embora, né? Então não existe essa interação. E eu acho que essa aí surge provavelmente essa ideia, porque a ideia não é convencer ninguém de nada, a ideia é trocar ideia, né? Então, cada um traz o seu posicionamento, traz as suas ideias, expõe o seu ponto de vista. Lógico que a gente, a a perspectiva é sempre um ponto de vista estruturado. Quanto mais estruturado, melhor. Traz ideias, olha, não deixa de ver tal filme ou não deixa de ler tal livro. Então, enriquece o grupo de alguma maneira, >> né? É. Então você falou isso que a gente não briga. >> É, é. Você pode até saindo de lá. Ah, Eurid falou um negócio absurdo. Onde você viu aquilo? Mas o legal do espiritismo é justamente essa liberdade. >> É, >> você não só pode, como Kardec estimula que você discuta e duvide daquilo e pense sobre aquilo, não é para você ficar aceitando tudo. >> O jeito que o Kardec trabalhava e a gente vem vendo, vem vendo isso cada vez mais, era enriquecedor, né? apaixonante. Ele tinha um gás que me parece que não tô nem perto de ter que ia pros lugares discutir, né? Leva a questão para ser discutida a quilômetros de distância >> e e ler aquilo tudo de carta. Então, a intenção era muito essa sempre dele, né? Aliás, que era o que ele fazia com os espíritos, ele trazia a as comunicações, né? Tudo que ele recebia. das das médiuns trazia de alguma maneira essas ideias e é que ele concentrava o o o a síntese daquilo só no pensamento dele, né, de alguma maneira. E e mas sintetizava isso, né, trazia esses pensamentos, essas discussões e essas questões todas da vida, né? Eu vou, eu tenho mais uma pergunta para fazer, mas antes de fazer a pergunta, eh, queria compartilhar com vocês. A Eurídia, você tava lá, ela pode, inclusive dizer que não ou completar. Eh, esse final de semana, no domingo, nós tivemos, a gente já falou que o Edeilson Sala estava aqui em São Carlos e ele participou de uma atividade que o o obreiros do Bem tem feito aqui na na
pletar. Eh, esse final de semana, no domingo, nós tivemos, a gente já falou que o Edeilson Sala estava aqui em São Carlos e ele participou de uma atividade que o o obreiros do Bem tem feito aqui na na casa. O obreiros do bem é a casa espírita mais antiga aqui de São Carlos, no interior do estado de São Paulo, e o ano que vem completa 100 anos. E eles eh já esse ano eles já começaram o ano fazendo uma série de de eh de atividades em comemoração aos 100 anos. O que eu já achei, já falei aqui que eu achei fantástico, eh, essa programação, essa organização antecipada, eu achei já lindo. Mas, enfim, aí eles começaram a fazer o encontro nos domingos de manhã. das 9:30 até às 10:30 da manhã, o último domingo do mês, tem um educação continuada, né, que chama, >> é, >> chama educação continuada, com temas eh diferentes, né? E às vezes é, era o pessoal da diretoria que apresentava, outras vezes eles chamavam outra pessoa para falar sobre isso. O próximo, o de outubro vai ser com Otaciro Rangel Nascimento sobre mediunidade. E nesse domingo foi o o Adilson Sales que que falou e o Adilson é ótimo porque ele dá umas cutucadas assim nas feridas do movimento espírita. Adoro. E mas o que eu queria dizer sobre isso? No começo, eh, havia óbvio, a preocupação da diretoria da do Obreiros de que pouca gente compareceria. Então, o primeiro foi eh, muito especial, juntou, foram pessoas inclusive de outras casas, lotou o auditório e tal. Foi um show, foi um espetáculo. Vamos ver continuar. No segundo já tinha bem menos gente e aí houve aquele desânimo, né? Será que nós estamos indo pro caminho certo? E conversaram muito sobre isso. Agora já virou outra coisa, sabe? Depois desses meses fazendo, sei lá, teve o quê? Uns quatro ou cinco, não, não sei quantos foram. >> Desde o começo do ano já. >> É, então agora já é outra coisa. As pessoas chegam lá e já chegam porque elas vão encontrar os outros. Não é só o encontro paraa gente conversar e aprender ou rever aquilo que a gente já tinha esquecido, porque a
ra já é outra coisa. As pessoas chegam lá e já chegam porque elas vão encontrar os outros. Não é só o encontro paraa gente conversar e aprender ou rever aquilo que a gente já tinha esquecido, porque a gente vai esquecendo as coisas. Por isso que eu preciso estudar sempre, ler sempre, retomar as obras básicas e etc. Porque a gente esquece de muitas vezes a gente esquece do óbvio, né? >> É, não é? Mas a gente a gente chega lá, fala e com essa expectativa de encontrar o outro, de abraçar, beijar, ver todo mundo, falar oi para todo mundo, aquelas pessoas que você ficou um mês sem ver, porque que hora que você vai encontrar, né? Chega 5 minutos antes, 10 minutos antes, não dá tempo, não dá tempo de conversar, virou um um evento de educação e social também. E tá uma delícia, uma delícia. de encontro, né? Ponto de encontro. É. >> Você sabe ela >> o fato de eu est na no no obreiros, eu eu sou paulistana, né? E eu eu vim para São Carlos faz 25 anos. Então, eh, já trabalhava lá na casa espírita lá em São Paulo e quando vim, minha mãe, que ainda tava viva naquela ocasião, eh, entre aspas, me explorava com a minha com a minha habilidade pedagógica e, eh, chamando para fazer determinadas questões, trabalhos e tudo. já já tinha feito, inclusive, eh, enquanto morava em São Paulo, alguns trabalhos com os pais daqui, com a evangelização e tudo. Mas um do uma das propostas sempre que eu fui trabalhar no Coen e o que aparecia muito eh precisamos de um seminário de passe. Então, toda hora que aparecia um problema qualquer que fosse do trabalhador ou do atendido, vinha essa esse questionamento ou esse pedido da diretoria para para pro Coem. Ó, precisamos de um seminário de passe, como se o seminário de passe resolvesse todas as questões do trabalhador. Mas, enfim, era essa a perspectiva. E aí esse seminário de passe assumiu muitos, muitas caras, né? Tinha eh várias semanas, depois tinha só um fim de semana, depois era só uma tarde depois. E assim foi na na tentativa de pegar o maior número de trabalhadores da casa
ssumiu muitos, muitas caras, né? Tinha eh várias semanas, depois tinha só um fim de semana, depois era só uma tarde depois. E assim foi na na tentativa de pegar o maior número de trabalhadores da casa espírita. até uns anos atrás a gente fazer a proposta da diretoria é vamos fazer um trabalho com os trabalhadores e durante 2 anos, Estela, 3 anos, eh, Alex, eh, Claudino, né, que trabalha lá no Caibar, eh, e eu e meu marido e outras pessoas, a gente se juntou e fazia mensal mente um encontro para trabalhar com os trabalhadores da casa. Estela tinha trabalhador de muitas outras casas, inclusive de outras cidades, mas os trabalhadores da casa devia ter uns três, quatro. E a casa é enorme, >> enorme. >> E aconteceu bem isso. E a gente trabalhava essas questões, tá? Se você precisa atender alguém que vem pedir, é o suicídio, é a depressão, é a drogadicção, é o aborto, eh são esses temas que a realidade nos traz e e que a gente às vezes bota o pé na jaca, né, porque fala bobagem. Então vamos abrir isso, entender isso, estudar isso. Estela 3 anos com umas 10 pessoas, às vezes menos. Então, muita eh decepção em relação a essa a esse engajamento do trabalhador. Depois, eh, talvez eh logo em seguida a pandemia, nem foi a pandemia, foi logo em seguida a pandemia, o o pessoal lá do Obrejo começou a fazer esse trabalho com os os trabalhadores da casa online. E aí, Estela, online, eram 40 pessoas, 44 pessoas, 45 pessoas. Tinha muita gente da casa, mas tinha muita gente de fora também. E e durante uns dois anos esse trabalho foi online. E eu acho que essa sensação inclusive com pouca falta, porque também tem isso, né? Se você vai num dia é bom, já no outro dia não é tão bom, mas você vai percebendo que essa esses nuances essas nuances acontecem nos encontros. Então, começou a ser eh divertido estarmos juntos por 1 hora30 num domingo de manhã, um por mês. E aí este ano é que a diretoria propôs que ao invés de ser online a gente se encontrasse ao vivo. Então, quando você fala o medo de tá
do estarmos juntos por 1 hora30 num domingo de manhã, um por mês. E aí este ano é que a diretoria propôs que ao invés de ser online a gente se encontrasse ao vivo. Então, quando você fala o medo de tá diminuindo, tá diminuindo existe história para sentir isso de tá diminuindo. e às vezes até sumindo, mas eh tem sido um trabalho incrível do pessoal todo lá da da diretoria de manda recado, faz a inscrição, manda recado de novo, enfim, a internet também tem ajudado muito, né, Estela? Eu acho que a a a nossa essa ferramenta de trabalho trouxe muita muita colaboração no sentido de envolvimento da pessoa, né? >> É verdade. Não, e é outro momento também, né? A gente não pode esquecer que é outro momento, as pessoas estão em outras condições, sentindo falta desse contato de novo, sentindo falta desse contato físico, se afastando um pouco daquela sensação de olha, a pandemia, a pandemia me ensinou que é legal ficar sozinho. >> É, >> eu sou uma, eu sou uma dessas pessoas que descobriu que dá conta de ficar sozinha na pandemia. Então, eh, tem isso também. O que eu queria agora pra gente encerrar aqui a nossa conversa é que você dissesse pra gente quais seriam os parâmetros ou pelo menos uma direção para aquelas pessoas que estão aqui assistindo Bom Dia Café e que gostariam de criar em suas casas ou com seus amigos, enfim, onde elas acharem melhor, eh grupos como Repensando a Vida com esse objetivo, né, da do debate, da discussão salutar. É, tem outros pelo Brasil, nós não somos únicos. Eh, eh, como é que chama? Oficina dos sentimentos. Me parece que o Vanderlei Oliveira propôs em algumas cidades e algumas casas espíritas que ainda trabalham nesse nesses moldes. Então, a ideia sempre foi trabalhar em cima do material que tem surgido. O o Aroldo que gosta de gosta e falou já em algumas lives dele, algumas entrevistas, a ideia da Joana de Angeles que diz: "Gente, olha, cuida das da sua emoção, cuida do seu sentimento." porque daqui para frente a coisa vai eh ferver, né, de alguma maneira. E aí a enchurrada de
istas, a ideia da Joana de Angeles que diz: "Gente, olha, cuida das da sua emoção, cuida do seu sentimento." porque daqui para frente a coisa vai eh ferver, né, de alguma maneira. E aí a enchurrada de livros da irmã SUF do eh, ah, me esqueci o nome dele, Nossa Senhora, do Já já vi. Enfim, tem o que que é lá de de Catanduva. Eh, então, muitos livros que falam sobre o o nosso, a nossa emoção, o nosso sentimento, né? Então, quando as pessoas dizem: "Ah, mas não dá para eu fazer um trabalho assim na minha casa porque eu não sou pedagogo ou eu não sou psicólogo, não é para ser, né? É preciso que a gente tenha boa vontade. Pega o capítulo, quero o que acontecia lá, que que foi? É o Ramed. Ramed. É isso mesmo. Eh, pega o capítulo e o Ramed ainda tem um um livro, né, que ele ele põe duas visões do Nós vínhamos conversando isso outro dia, né, Estela? duas visões do mesmo assunto. Então, se ele vai falar de tristeza, tem um artigo que olha um uma faceta do do assunto e tem outro artigo que fala outra faceta do mesmo artigo, né? Então, a riqueza do mat, isso hoje recentes, mas se a gente vai olhar o Emanuel já falou disso, o André Luiz lá atrás já falou disso, eh, enfim, a a bibliografia espírita é muito rica, né? Então, eu acho que o que e hoje a internet ainda facilita para burro, né? Então, me parece que a questão é essa. Primeiro é grupo, pessoas que se conhecem, né, passam a se conhecer, sabem o nome das outras e tem voz, né? cada um com o seu jeito de falar, fala mais, fala menos, não gosta de falar, tipo a Sandra no nosso grupo. Eh, enfim, cada um tem o seu jeito e é incorporado ao grupo com o seu com o seu jeito, né? Então, inclusive a ideia é essa, não é para ser um grupo de 300 pessoas, é para ser um grupo de 30, no máximo 25 pessoas, aonde todo mundo possa falar, possa opinar, possa trazer a sua ideia e espaço, né, na vida para fazer esse tipo de coisa. Então, eu tenho sugerido e enfatizado que é um trabalho essencial, eu penso na casa espírita, Estela, porque a palestra é
possa trazer a sua ideia e espaço, né, na vida para fazer esse tipo de coisa. Então, eu tenho sugerido e enfatizado que é um trabalho essencial, eu penso na casa espírita, Estela, porque a palestra é útil, é interessante, mas ela passa. O passa porque você vai fazer outras coisas. Ouviu, ouviu, ouviu e tudo bem. Mas o que você pergunta intimamente e tenta achar a resposta, isso fica, né? Então essa essa proposta de e por isso que quando você falou, não sei se é estudo, se não é estudo, é estudo, porque a a a proposta é não é estudo só do livro, mas estudo das suas próprias ideias e das ideias dos outros, né? Então, eh eh eh essa proposta de estarmos juntos discutindo é essencial nos em alguns grupos, alguns anos, quando a gente terminava o ano, a última reunião era sempre sobre o trabalhador, né, na na hora da avaliação. Tó já vimos tudo isso e agora? E quando se falava sobre o trabalhador, a minha proposta para o grupo sempre foi: Por que que na Casa Espírita nós não temos grupo de mães de autistas? Por que que deve ter muitas no meu grupo mesmo lá do repensando umas três, quatro e nos outros? E hoje em dia o autismo tá pipocando, né? Por que que a na casa espírita agora até tem o grupo do do do dos do luto, né? O grupo das pessoas que perderam pessoas, né? Eh, filhos, né? Por exemplo, grupo de mães que ficaram sem os seus filhos encarnados, eh grupo de mães com filhos ou pais, né? Com filhos com problema de drogadicção. Por que que a gente não tem? Porque com certeza esses pais têm muito para perguntar, muito para responder, muito para ler, muito para trocar, né? Grupos de sei lá, você pode fazer n grupos, né, Estela, de estudo, pequenos grupos. A casa espírita, a nossa lá, os aobor, tem muitas salas. Como é que aquelas salas ficam fechadas durante o dia? Será que tem gente? Não, não teria gente que poderia tá tocando grupos pequenos que abre a porta, vamos conversar um pouquinho, ó. Foi bom, tá? Tchau. Quer dizer, nenhuma complicação, Estela. É, eh, a a proposta seria, vamos aproveitar
gente que poderia tá tocando grupos pequenos que abre a porta, vamos conversar um pouquinho, ó. Foi bom, tá? Tchau. Quer dizer, nenhuma complicação, Estela. É, eh, a a proposta seria, vamos aproveitar o que a doutrina espírita tem para nos oferecer, conversando sobre ela e sobre o que já tá proposto. Muito bem, gente linda. Dona Eurídice, muito obrigada pela sua presença. >> Muito obrigada por acordar tão cedo. Esse sacrifício por você, eu faço outras vezes. Eba! Ainda bem. Ainda bem. Gente, muito obrigada pela presença de vocês também. A gente teve um número aqui bem considerável de pessoas acompanhando durante todo o Bom Dia Café. Muito obrigada. Eh, mandem o bom esse essa nossa conversa paraas pessoas da sua casa espírita. Quem sabe não surge uma ideia, um novo grupo, como eu disse Euríce. Sim, novas. Desculpe te, desculpe te interromper, mas eu também tenho dito isso. Eu eh tenho material arquivado, estruturado de anos de oficina, né? Então eu posso conversar, eu posso passar tudo isso pro grupo. Olha, veja essa palestra, veja aquele material. Tô tô absolutamente as ordens para oferecer o que eu já consegui. Não é tudo, mas pode ser o começo, né, paraa pessoa se sentir segura para começar a fazer um trabalho parecido. Já tem uma consultoria garantida e eu posso dizer que é uma boa consultoria, gente. É boa consultoria. Muito obrigada. Olha, beijo muito grande para vocês todos. O Bom Dia Café vai ficando por aqui. Amanhã tem mais, né? Amanhã tem Bom Dia Café lá da Sucursal. Amanhã é dia de sucursal aqui no Bom Dia Café. Sucursal Espanhola amanhã. Opa, opa. >> Um beijo muito grande para vocês. Eu espero que vocês fiquem muito bem nessa terça-feira, que seja um dia muito auspicioso para pensamentos, para boas reflexões e a gente se vê de novo amanhã, então, no Bom Dia Café. Um beijo grande para vocês. Até breve. >> Até. Tchau. Tchau. E eu sei lá como é que sai disso. Não sei nem é. เฮ
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