Bom dia, café! 201025 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade
เ A morte é como um fato resultante das ações de um fenômeno vulgar. Desorganização molecular. Fim das forças do plasma agonizante, mas a vida si mesma se garante na sua eternidade singular em sua transcendência vai buscar a luz espaço fugida e distante. de a senta de todos os He. Aou! Resplandeceu, iluminou a barra do dia, o canto do galeco. Eu até pensei em cantar uma outra música, aquela da fazendinha, mas hoje tem visitas. Vocês iam achar meio estranho, né? Ela já devem estar achando estranho cantar logo na abertura. Mas como é que a gente fala sempre? Canta que seus males espant. Já vamos começar o dia de bom amor, bem animados. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. A live que acontece de segunda sexta-feira sempre às 7:30 da manhã. Agora são 7:33. Nós estamos no horário. A gente tá no horário e a gente traz aqui para vocês, eu, Pedro, Jairo, Patrícia, trazemos aqui para vocês o Bom Dia Café, que é para nós realmente começarmos o dia com boas reflexões, boas notícias, bons exemplos, né, através das nossas efemérides, mas hoje tem visita, então a gente muda toda a rotina da casa. Não é assim que acontece? Aqui também a gente vai mudando toda a rotina. Hoje nós vamos falar sobre um trabalho muito bacana que começou faz pouco tempo, que vai ter seu primeiro encontro agora. Enfim, elas vão explicar direito porque eu também tô cheia de perguntas aqui para fazer, mas vocês se preparem, peguem aí seu café devidamente adoçado ou não, pega uma água, porque vão ser três jornalistas na tela. Tô achando que eu vou bater meu recorde. Sabe aquele dia lá do Álvaro Mori. Acho que eu vou bater meu recorde hoje de novo. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Então, antes de fazer a minha minha autodescrição, eu vou chamar as visitas, porque assim a gente já faz autodescrição tudo junto, depois a gente faz a prece e assim nós vamos invertendo todo o nosso roteiro, né? Visita é bom para isso. Vamos lá. Vamos chamar as visitas aqui. Paranã. Vamos achar, né, as vinhetas das visita. Já viu, né, como é que é. Mudamos tudo
m nós vamos invertendo todo o nosso roteiro, né? Visita é bom para isso. Vamos lá. Vamos chamar as visitas aqui. Paranã. Vamos achar, né, as vinhetas das visita. Já viu, né, como é que é. Mudamos tudo de lugar. Cadê? Achei. >> Bom dia. >> Bom dia, pessoal, ouvintes. Bom dia, Estela. Obrigada por estar aqui. A gente tá muito feliz aqui de São Paulo do Friozinho. Você nesse sol aí já embaixo dessa desse de tudo. >> Bom dia, pessoal. Prazer estar com vocês. Que a gente tenha um café bem gostoso no dia de hoje. Três jornalistas, muito a perguntar, muito a responder, muito, muito adaptaco. E por aí nós vamos, né? É isso aí. É, ó, o sol aqui hoje tá soladeira, viu, gente? Nós estamos com Ah, aumentou a temperatura porque a hora que eu acordei tava 9º, agora nós já estamos com 13. Olha que beleza. >> Quando eu vim aqui pro quintal não tava ventando, então tava tudo bem. Mas esse evento acaba com a gente. Bom dia, meninas. Muito obrigada pela presença de vocês. Vamos fazer primeiro a nossa autodescrição e aí depois a gente vem com a faz a prece e em seguida a gente começa a conversar, tá bom? Eu vou começar por mim mesma. Nós estamos hoje excepcionalmente no Bom Dia Café com três retângulos. Eu tô na parte de eu vou colocar as as meninas uma do lado da outra. Pronto. Ó, para ficar simpático. Aí eu tô no retângulo inferior. Eu sou a Estela, sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtinhos. Eu uso óculos arredondado, de arro vermelho. Eu tô com uma blusa cinza e um casaquinho vermelho, porque tá frio por aqui. E atrás de, eu tô num quintal da minha casa, então atrás de mim tem algumas plantas. E aqui sobre a mesa, minha companheira inseparável, minha garrafinha de café, Eliana. Eu sou Eliana, Eliana Ferreira Hadad, sou jornalista, tô com uma blusa branca, uso óculos também arredondados, que nem a Estela, tem o cabelo cacheado e tô aqui aguardando as surpresas da manhã. Isabel, >> eu sou Isabel eh, Vitusso. Eu tenho um cabelo bem curtinho, gente, bem curtinho.
los também arredondados, que nem a Estela, tem o cabelo cacheado e tô aqui aguardando as surpresas da manhã. Isabel, >> eu sou Isabel eh, Vitusso. Eu tenho um cabelo bem curtinho, gente, bem curtinho. Eu tô com uma camisa amarela bem cítrica para já expandir a alegria desde cedo, bastante energia. Eh, estou aqui em São Paulo também e a gente tá muito feliz com esse bate-papo com vocês, essa informalidade. A Estela deixa a gente muito à vontade e a gente tá muito empolgada para falar desse projeto que a gente tá tocando. >> Muito bom. Então vamos lá pra nossa prece. Aí assim a gente não demora muito para começar a falar disso, porque nós estamos deixando já o povo aí já agitado. A nós vem falando bom dia para vocês, né? Pera aí, desculpa, hein. Eu também tô agitada aqui, ó. Tô esquecendo. Cláudia Bernardo, bom dia, querida, e muito obrigada por ser membro de um canal espírita. Muito obrigada mesmo. Nós estemos estamos sendo retransmitidos. A gente parte, o Bom dia, Café é parte do canal Renovando Consciência. Mas nós estamos sendo transmitidos pela web Rádio Fraternidade, pelo grupo Fonte Viva, também pela pelo Conecta Espiritismo TV lá do Rio de Janeiro, pela Rádio Espírita do Paraná e pelo Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Inesi. Então, Cláudia, eh, pode ter eh passou a ser membro de um desses canais, né? E se você também quiser ser membro de uns canais, de algum canal, já falei aqui algumas vezes que isso é importante porque software de retransmissão ele é pago. Tem várias outras questões também na produção de de canais eh no YouTube, em outras plataformas que exigem eh recursos, né, para você poder fazer uma produção de qualidade, uma produção bem feita para ser agradável para todos nós, né, para vocês, para nós que somos voluntários. Então, se você perder participar, é como você colaborar com a sua casa espírita, né? Esse negócio de entrar na casa espírita, trabalhar e sair, você sabe que dá, né? Tem papel higiênico, conta de energia, tem que alguém tem que limpar, tem uma série de
rar com a sua casa espírita, né? Esse negócio de entrar na casa espírita, trabalhar e sair, você sabe que dá, né? Tem papel higiênico, conta de energia, tem que alguém tem que limpar, tem uma série de coisas como na casa da gente que precisam ser pagas na casa espírita. Seja um associado, um sócio da sua casa espírita. E se você e quiser também pode ser canal, para ser membro tá aí do lado do inscreva-se no YouTube, tá? Tem a o botão inscrito e do lado desse botão tem seja membro. Olhe lá. A partir de menos de R$ 2 você já pode se inscrever num canal. Inscrever não, desculpa, ser membro de um canal inscrita. Fica à vontade. Se você não quiser ou não puder também não tem o menor problema, né? Já sabe disso. OK. Então, tá bom. Ângela Brandão, bom dia, meu bem. Bom dia, querida. Patrícia Desenroios. direto da Espanha. Bom dia, querida. Oi, Terezinha. Ó, ela já pôs Lux no nome de vocês. Ó lá, ó. Eliana Lux e Isabelux. Aqui assim, nós temos um amigo que vocês sabem, né, que a capital de São Paulo não é mais São Paulo, né? A capital de São Paulo chama Conchal. Conchal. E lá em Ccholó tem um amigo nosso chamado Paulo Wter e ele põe apelido em todo mundo, faz graça com todo mundo nas transmissões. Ele é uma figuraça. E ele aqui ele chama todo mundo de Lux no Bom Dia Café. Então eu sou a Estelux e você a Eliana Lux e a Isabel Lux. >> É isso. Piadinhas internas, né? Piadinhas internas. Terezinha, bom dia, meu bem. Bom dia, Maria Ferraz. Alegria, querida. Vanda, bem-vinda ao Bom Dia Café. Darc, bem-vinda. Bom dia, Café também, meu bem. Dolores, bom dia. Oi, Cristian. O Cristian correu, né, gente? Vocês viram, né? Né, meninas? O Cristian correu. Eu falei com ele e falou: "Não, pera aí. Ai, ai, tô brincando, hein, Cristian. >> Oi, Estela Chará. Bom dia, meu bem. Rubens, bom dia, bem-vindo ao Bom Dia Café, linda. Segundona. Isso mesmo, para nós todos, querida. Oi, Cris, bom dia. São Caetano do Sul. Darc, bom dia. Quem canta está impresso, Darc. Gostei disso. Quem canta está impressão.
o ao Bom Dia Café, linda. Segundona. Isso mesmo, para nós todos, querida. Oi, Cris, bom dia. São Caetano do Sul. Darc, bom dia. Quem canta está impresso, Darc. Gostei disso. Quem canta está impressão. Oi, bom dia, Daisy. Bom dia. Bem-vinda ao Bom Dia Café, meu bem. Bastante gente diferente hoje aqui. Só em em Aracaju. Eu amo Aracaju. Dais. Eu amo Aracaju. Adoro. Vanessa, bom dia, querida. Dolores, bem-vindas. Eliane Isabel, é isso aí. os cafezeiros recebendo as meninas. Que bom. Visitas são maravilhosas. Não resta dúvida. Não resta dúvida. E vocês são especialmente carinhosos em nos receber, viu? 9º na terra da geladeira. Extim aqui tava 9º também. Ô, ô, xará. Maria Helena, bom dia, querida. Oi, Shirley, boa tarde. É, você tá onde mesmo, Shirley? Que para que país você foi? Bem, fala pra gente. Oi, Dolcineia, bom dia, meu bem. Rosiane, bom dia. Nossa, vou ter acelerar aqui, senão a gente vai passar amanhã inteira falando bom dia. Ó lá, Terezinha cumprimentando as meninas. Neto Batista, bom dia, bem-vindo. Bom dia, Café, querido. Antonieta, bom dia. Ângela Brandão, bom dia. Bom dia pra Ana Cris, bem-vinda ao Bom Dia Café. É, bom dia, bem-vinda também para Caerine. Márcio Dias, bom dia e bem-vindo ao Bom Dia Café. Sejam todos muito bem-vindos. Guarujá, ixe, deve estar um frio. Vanessa, Montes Claros, Minas Gerais, juntos e misturados. Ah, verdade. Praga, República Teca. Muito bem. Tá calor aí, companheira, ou tá friozinho? Muito bem. Hoje foi bem rapidinho, viu, gente? Apesar que tinha bastante gente. Sejam todos muito bem-vindos. pra gente poder ter mais tempo. Eu já vou colocar logo então a nossa prece e aí nós já vamos para a nossa conversa de hoje. Não comentes o mal, meu amigo. Não comentes os males do teu irmão. Também vives no caminho da dor e da imperfeição. Se vires num companheiro mazelas e cicatrizes, lembra que o mestre abraçou os pobres e os infelizes. Jesus. Jesus não veio atender aos caprichos do mais forte, mas consolar sobre a terra os desventurados da sorte.
companheiro mazelas e cicatrizes, lembra que o mestre abraçou os pobres e os infelizes. Jesus. Jesus não veio atender aos caprichos do mais forte, mas consolar sobre a terra os desventurados da sorte. Alguém errou? Guarda calma na espera da opinião. Às vezes tudo não passa de malícia e incompreensão. Recebe com vigilância quem acuse alguém contigo. Quem fala do mal dos outros não pode ser teu amigo. Quem segue o divino mestre em espírito e verdade conhece mais que a dos outros a própria necessidade. Bendita a boca fraterna que não vibra ou fala a esmo. Cuidado. O bom julgador julga os outros por si mesmo. >> É, cuidado para falar nos outros. Começando segunda-feira com um puxãozinho de orelha, né, de leve do Casimiro Cunha. Mas ele tá podendo. Muito bem. Então vamos lá. Chegou mais gente aqui. Tirinha, bom dia. Muito vento, bem muito vento e muito frio. Olguinha, bom dia para você também. Então vamos lá, meninas. Primeiro de tudo, quero muito que vocês duas façam uma apresentação rápida de quem são vocês, né? Vocês já falaram que são nós, né? Já falamos que vocês são jornalistas, mas queria que vocês contassem eh pra gente da onde, né? porque vocês duas estão juntas aqui hoje e aí a gente começar a falar do do evento, do projeto, para que a gente possa conversar mais exatamente sobre isso. Fiquem à vontade. >> Quer começar, Eliana? >> Não, pode falar você. >> Bom, eu sou, nós estamos vinculadas ao Correio Fraterno, Eliane e eu, desde 16, 17 anos atrás. Na verdade, o correio ele começou em família voltado a um projeto que foi iniciado, meu pai fazendo parte, que o lar da criança Emanuel em São Bernardo, São Bernardo do Campo, ABC Paulista. E a editora veio logo em seguida, começaram a editar o jornal Correio Fraterno, isso quase 60 anos atrás. Eh, me formei, então, quando criança, a gente convivia muito com aquela questão do jornal para cá, endereçamento para lá, levar no correio, que a gente já convivia muito com isso. Mas eu me formei em jornalismo e mudei de São
ndo criança, a gente convivia muito com aquela questão do jornal para cá, endereçamento para lá, levar no correio, que a gente já convivia muito com isso. Mas eu me formei em jornalismo e mudei de São Paulo. Morei em Minas 18 anos em Belo Horizonte, Uberlândia. Quando eu voltei para São Paulo com a família já, eh, eu fui dar uma mão, eu trabalhava como jornais, mas fui dar uma mão na editora e essa mão virou a mão, pé e virou tudo. E a vida da gente que a gente respira, né? E conforme foi caminhando, Eliana chegou também no projeto. O Cristian, que a a Estela comentou, também faz parte desse tripé. E é em torno disso que a gente acaba fazendo tudo que a gente pensa na vida. A maior parte é dividir entre família e o restante é correio fraterno, né? Então a gente edita livros também, jornal, livros e agora novas ideias além do site e tudo mais. Estamos caminhando para novos projetos. Aí >> só d uma paradinha aqui. Eu sou a dona da interrupção, viu gente? tá especialista na interrupção. Mas eu achei muito legal porque a hora que eu falei com o Cristian, que eu perguntei para ele do projeto, quem passou, na verdade, o projeto que vocês eh que vocês estão realizando para mim foi a Sami Aada, ela mandou para mim, eu falei assim: "Ô, Sam, aquele negócio bacana, da onde que é isso? Me conta lá, vou te passar os contatos." E já mandou para mim. Eu achei muito legal porque, gente, eles mandaram release do evento que vai ter. Ele me deu até taquicardia. Eu falei: "Espa, mandando release, eu vou ter o treco aqui." Amei, achei excelente. Excelente. Relize. Para quem tá acostumado com esse vocabulário, é um texto que se manda antes ou depois de algum evento, de alguma situação específica para fazer essa divulgação junto a jornalistas, né, junto a colegas normalmente de veículos de comunicação. Essa é a a descrição técnica inxuta dele. Eh, e aí eu achei muito legal vocês mandarem release sobre evento, porque esclareceu, esclareceu tudo, na verdade, mas aí por isso que deu mais vontade ainda de
sa é a a descrição técnica inxuta dele. Eh, e aí eu achei muito legal vocês mandarem release sobre evento, porque esclareceu, esclareceu tudo, na verdade, mas aí por isso que deu mais vontade ainda de chamar vocês. Muito bacana. >> Que legal. Eh, legal você falar do release, porque realmente é como no Correio Fraterno a gente trabalha como jornalista e espírita, né, a gente sabe que as informações são imprescindíveis para poder divulgar. Então, é muito importante no movimento espírita nós termos a data, o local, eh quem que vai participar, um release que traga informações para pro comunicador poder divulgar, né? E a gente costuma fazer isso. Bom, eu tô no correio há 17 anos, como disse a Isabel Vitus, eu sou formada em comunicação social, passei minha carreira toda trabalhando em revistas na editora Abril >> e quando entrei pro Espiritismo, achei uma fonte inesgotável de assuntos para poder ser explorado e fazer bem ao leitor. E aí eu comecei no jornalismo espírita, comecei na Federação Espírita do Estado de São Paulo, depois passei por outros, por outros veículos espíritas, mas quando cheguei no correio vi que era muito legal porque era um um espiritismo contextualizado, tudo que o jornalista gosta. eh você falar de espiritismo de uma forma contextualizada, que seja aplicável no agora, que traga consolo, informação, enfim, que traga opção, eh, mais uma opção, né, para as pessoas refletirem. E a gente tá muito feliz em nesse trio, eu, Bel e Cristian, eh, fazendo muitas coisas, jornal, livro, site, como disse a a Isabel, News, e por aí vai. E aí veio a ideia desse projeto também, o novo Centro Espírita. Então, vamos lá, vamos falar do projeto O novo Centro Espírita. Fantástico. >> Então, o Novo Centro Espírita é um projeto que nasceu das nossas reflexões sobre eh como está o como estava o acolhimento nas casas espíritas paraas demandas atuais. Eh, as pessoas estão procurando as casas espíritas porque estão emocionalmente abaladas, né? E começamos a pensar, o que será que as
mo estava o acolhimento nas casas espíritas paraas demandas atuais. Eh, as pessoas estão procurando as casas espíritas porque estão emocionalmente abaladas, né? E começamos a pensar, o que será que as casas espíritas estão fazendo e como estão recebendo essas pessoas e como estão trabalhando ali dentro, como são os trabalhadores dessa casa espírita. Enfim, focamos no Centro Espírita e começamos a pesquisar eh com os nossos contatos se havia se havia alguma indicação de casas que fizessem eh atividades diferenciadas, que não fosse o consagrado, né, palestra, o consagrado esquema palestra, passe, estudo, desobsessão, alguma coisa nova. E para nossa surpresa, nós achamos muita gente, né? Eu acho que a Bel pode falar bem sobre isso, porque ela fez uma longa pesquisa e eu posso continuar aqui, né? >> Fica à vontade. >> A gente percebeu primeiro que pela facilidade que a gente tem de contatos, né? Acho que o jornalista, a a comunicação pra gente flui muito de um de um pezinho aqui, vai no outro, é o outro, é o outro. Em menos de 2 meses, a gente levantou 100 diferentes projetos que trazem uma inovação. Quando a gente fala inovação, não é assim, nossa, nunca ninguém tinha pensado, não. Às vezes aquele germen já está lá, mas a forma com a qual a pessoa descobre para trabalhar, para lidar com o seu público, o seu estado, que a gente conversou com pessoas de quase todos os estados, né, Eliana? Eh, e isso faz a diferença. Então, não é assim quando a gente fala o novo centro esp: "Nossa, apaga o que tá aí". Não, de jeito nenhum. É precisosidade para nós o que que a gente faz na casa espírita. Mas o que que a gente pode às vezes modificar que traz uma transformação importante paraa casa? Um exemplo disso, lidar com o jovem. Por que que o jovem, a gente fala o, ah, o movimento espírita está com o problema do dos jovens na casa espírita. Então assim, e a gente discutiu isso muito lá, né, Eliana, em nas reuniões de pauta pro próprio jornal, procurando temas para lidar com o jornal, é que a gente foi enveredando
jovens na casa espírita. Então assim, e a gente discutiu isso muito lá, né, Eliana, em nas reuniões de pauta pro próprio jornal, procurando temas para lidar com o jornal, é que a gente foi enveredando por aí essas reflexões. Por que que será que o jovem não não está na casa espírita? Que desafio é esse? E às vezes a forma com que você traz, você convida, você envolve e considera aquele aquela aquele aquela faixa etária dentro da casa muda tudo. Então quando nós somos, nós também não tínhamos respostas para tudo isso. A gente foi em busca da resposta, né, Estela? você que fala, Joel Vicen tá perguntar e fomos perguntar e e aí vem a contribuição do Cristian também trazendo essa por que que a gente não faz, por que que a gente não não encaminha? E foi empurrando a gente até que ele falou: "Gente, nós vamos ter que fazer alguma coisa". >> É importante isso. >> Essas são essas são questões que eu já falei aqui no Bom Dia Café algumas vezes. São questões que eu ouço desde que eu sou criança, né? Tem pouco jovem na casa espírita. Por que que a casa espírita não tem mais pessoas? Porque que as pessoas resistem a estudar? Porque que as pessoas não gosto de ler? Eu desde que eu sou criança que eu escuto essa mesma discussão e ela não caminha, né? Ela não vai para a prática, ela fica só no no TDT. Mas a prática mesmo não se desenvolve. Eu acredito, Estela, que eh inovar não significa você destruir o que já existe, né? é você acrescentar e assim eh sempre vai ser uma sugestão, eh, mais uma opção, porque a gente não tá querendo mudar a casa espírita, a gente tá querendo ajudar a encontrar outras fontes, outros outros meios, porque depois da da pandemia a gente percebeu um esvaziamento das casas, né? eh, principalmente nas atividades presenciais. Então, a Isabel não não falou, mas essas atividades que nós buscamos foram atividades presenciais que arregimentassem as pessoas >> para estarem presentes na casa. Eu achei interessante também, vocês conseguiram eh não ficar no eixo Rio São
atividades que nós buscamos foram atividades presenciais que arregimentassem as pessoas >> para estarem presentes na casa. Eu achei interessante também, vocês conseguiram eh não ficar no eixo Rio São Paulo, né, que é outro que é o problema também sempre de discussões, a gente acaba ficando muito próximo de onde a gente tá, né? não sair num não ir para longe da nossa bolha ou vamos tentar sair da nossa bolha, né, que é o nosso caso. Estamos às três no estado de São Paulo. E aí a hora que você sai daqui, né, e você descobre coisas fantásticas, aí você fala: "Nossa, por que que eu não vim antes?" Não é que foi o que eu brinquei com Aracaju. Aracaju já estive três vezes lá participando de atividades eh do movimento espírita e é impressionante você constatar as diferenças e como elas são bonitas, como elas são as diferenças de novo, né? Diferenças dentro da da >> das obras básicas, né? Assim, respeitando todas as as questões eh colocadas por pelos espíritos pro Kardec. Eh, mas são diferenças muito interessantes, né, que vale a pena a gente olhar para carinho. E aí de eh do que vocês encontraram que chamou atenção e e o que vocês decidiram fazer com essas informações todas? Olha o que chamou atenção. São diversos pontos que chamaram atenção e e nós estamos no momento que o projeto ele não tem um começo meio, não vai finalizar com essa edição que nós estamos fazendo agora, >> porque não não é uma roda que começou a girar. Então o tempo todo tem chegado ideias e o tempo todo a gente fala: "Nossa, nós vamos, já temos praticamente material para fazer um próximo encontro além do que vai acontecer de 3 a 7 de novembro". Depois a gente explica como é que o pessoal pode entrar para participar. Mas uma das coisas que me lembra agora, que chamou atenção é a quantidade de ideias inovadoras que tem, por exemplo, no Ceará. E essa, por que que a gente pensou também em fazer diversificado o o contato com os estados? Porque cada um traz a sua realidade. Por exemplo, no Ceará eles têm uma uma intensidade no
emplo, no Ceará. E essa, por que que a gente pensou também em fazer diversificado o o contato com os estados? Porque cada um traz a sua realidade. Por exemplo, no Ceará eles têm uma uma intensidade no auxílio de cas de novas casas que estão surgindo ou casas que estão com problemas de continuidade, um uma dificuldade no aspecto específico. Então eles têm um projeto que chama uma casa ajuda a outra. Para todos os projetos eles colocam uma nomenclatura, eles estão vou dar só um spoiler só um pouquinho, tá? Não vou falar muito, né, Eliana? senão depois cadê eh eles estão levando o espiritismo junto com outras eh apresentações ou espaços para outras religiões no no shopping center lá em Fortaleza. Então são os jovens que os jovens estão à frente do projeto, que é uma outra questão, né? A gente fala que o jovem tá na casa espírita, mas cadê o espaço que se dá pro jovem fazer o que interessa. Eles não querem carregar a cadeira, eles querem a mão na massa e ser desafiados. Então tem esse esse projeto também eh que o chegou através de um adulto, o ajuto estruturou e entregou, falou: "Vocês t carta branca para para caminhar". >> Se vira aí >> é uma vez por mês que eles fazem esse encontro. Então, é no ambiente aberto do shopping, nos corredores, e ali tem o espaço para para pro para para católicos falarem, os espíritas falarem. Então essa congruência de de religiosidade tem feito muito sucesso lá, mostra aza que tem, que significa e simboliza você falar assim em nome de uma religião, demonstrar a sua religiosidade, a integração de tudo isso. Eh, outros projetos também que que Ah, tem um só para falar mais um, casa espírita que ela tem trazer feito um trabalho de protagonizar a biblioteca da casa espírita. Ah, então em torno da biblioteca existe assim um comentário sobre o o autor daquele mês, projetos dentro da evangelização ou movimentando os departamentos em torno de temas que dizem respeito a autores, a livros, a história, mas tudo muito moderno. Então, em torno disso, a
or daquele mês, projetos dentro da evangelização ou movimentando os departamentos em torno de temas que dizem respeito a autores, a livros, a história, mas tudo muito moderno. Então, em torno disso, a criança trabalha, a reunião mediúnica trabalha em torno desses temas cujo centro está ali, a fonte está na biblioteca. >> Que beleza, não diga. Na verdade, a gente percebeu o seguinte, que os problemas das casas espíritas que chegam as casas espíritas, eles não são tão diferentes como eram no passado. As pessoas chegavam em busca de consolo, em busca de respostas, como como chegam até hoje. Mas eh percebemos que existem algumas casas que estão fazendo até trabalhos, atividades específicas para essas coisas que a gente tá ouvindo hoje muito mais sobre depressão, sobre eh ideiação suicida, sobre autismo. temos um um trabalho aí que foi que foi nos enviado que é sobre atendimento de crianças autistas na casa. Então, eh você percebe que há um leque muito grande, que tem muita coisa boa sendo feita. essa história de, ah, não, o espiritismo tá parado, não tá conseguindo fazer, não tá, não é verdade, porque a gente às vezes lida com um núcleo, com uma um núcleo para referência muito pequeno. >> Hum. >> E a gente tem que pensar que a divulgação das ideias espíritas, elas estão, ela tá aí, né? As ideias estão chegando. Hoje é muito mais fácil você falar sobre reencarnação, sobre mortalidade, coisa que a 40, 50 anos não era tão fácil. E aí as pessoas eram atraídas paraas casas para quê? Eh, para fazer caridade no sentido de assistência social. >> É, >> né? E hoje a caridade você vê que é atender as demandas emocionais que chegam. Porque nós nós também nós também estamos vivendo os tempos novos, né? Então são é o novo centro espírita para os novos tempos. Acho que é isso que tem que ficar bem legal, bem claro. E essas atividades têm que envolver não somente os jovens, tem que envolver a todos, inclusive o bem-estar do próprio trabalhador. É >> que às vezes dentro da casa espírita
ficar bem legal, bem claro. E essas atividades têm que envolver não somente os jovens, tem que envolver a todos, inclusive o bem-estar do próprio trabalhador. É >> que às vezes dentro da casa espírita acaba sendo eh como se fosse mais uma peça da engrenagem com todo o carinho. nós também trabalhamos em casas espíritas, mas que ele também tem necessidade, às vezes tanto individual como em família, com amigos, de certas assistências, de certos de certas respostas que estão aí para ele acessar e que não não estão sendo divulgadas. Eh, a gente passou por uma para uma outra fase mesmo, como você falou, né, que a assistência social, o apoio, ele tem que vir carregado pela lei de Jesus, né? Lei de amor. A gente tem que fazer mais eh do que uma ajuda material, né? mesmo aqueles que vêm buscar no espiritismo satisfazer alguma curiosidade, complementar um entendimento, talvez, mas essa essa carga de amorosidade no trato com as pessoas, ela precisa ser cada vez mais intensa mesmo, né? É, é interessante isso. E aí de posse de todas essas informações, essas coisas fantásticas, eu vi um em Aracaju tem uma casa espírita que é um pronto socorro. Não sei nem se isso é novidade, se é comum em outros lugares, mas eu nunca tinha visto, achei muito legal. Mas é um pronto socorro. Pronto socorro, não é só força de expressão. Então, de manhã até a até o final da tarde, começo da noite, eles têm palestra e passa a cada 40 minutos. palestre passa a cada 40 minutos. Eu estive lá numa sexta-feira à tarde, uma chuva que Deus mandava, que era uma coisa impressionante. Tinha 40 pessoas lá dentro. Olha, eu fiquei passada 3 horas da tarde, 40 pessoas lá dentro. Eu parei, fiquei olhando, falando assim: "Como assim, né? Como assim?" É muito interessante também o trabalho, mas eles só eles eles têm essa atividade, tem biblioteca, tem lá um bazar, mas a atividade deles é essa, é servir como pronto socorro o dia todo. Achei fantástico. >> Que lindo, né? Então, Estela aí também eh o o modo que a gente achou eh mais legal para fazer
m lá um bazar, mas a atividade deles é essa, é servir como pronto socorro o dia todo. Achei fantástico. >> Que lindo, né? Então, Estela aí também eh o o modo que a gente achou eh mais legal para fazer esse evento que vai ser em novembro, né, no início de novembro, de 3 a 10 de novembro, eh foi que essas próprias pessoas que vivenciam essas experiências ou que criaram essas atividades, são elas que vão falar, não somos nós que vamos apresentar as atividades. Então, eh, qual foi a a estratégia? Essas pessoas eh começaram a gravar vídeos, né, simples de 15 minutos no máximo, explicando e nós vamos colocar esses vídeos à disposição durante o evento para que as pessoas vejam as próprias pessoas falando sobre suas atividades. Então, nós somos simplesmente a ponte, né? Não somos os apresentadores das atividades. >> É, >> quem vai protagonizar são eles mesmos, né? Bem bacana. >> Sim, sim, sim. >> E a gente meio que facilitou também com esse slogam que a gente colocou, a ideia é boa, vai lá e faz, porque como você comentou, né, Estela, a gente detecta muito fácil assim no meio espírito, a gente tem esse hábito, detecta fácil. olha o problema do jovem, o problema e da falta de contribuição com as despesas da casa. E a vontade nossa é facilitar esse caminho entre a teoria e o colocar em prática. Então, se a ideia é boa, vai implementa. Ah, não vai sair perfeito. Nada que a gente faz é ser perfeito. Nós somos imperfeitos. E a gente tem que dar essa possibilidade, essa chance de arriscar, fazer ir aprimorando. Então, do jeito que veio o projeto para nós nessa leveza toda, a gente tem tentado eh passar para diante para que as pessoas façam mais, elaborem, arrisquem mais e vai ajustando, vai modificando e assim seguindo, né? E sobre o que que a Eliana comentou também, eu lembrei de uma coisa interessante. O hábito que a gente tem de falar, a gente precisa trabalhar com o bem. A gente pensa no bem da porta para fora assim da casa. Então, distribui o pão na década de 40, 60. O próprio lar, quando ele foi
O hábito que a gente tem de falar, a gente precisa trabalhar com o bem. A gente pensa no bem da porta para fora assim da casa. Então, distribui o pão na década de 40, 60. O próprio lar, quando ele foi fundado na década de 60, era em vista da miséria que que tava ali no ABC por conta das indústrias automobilísticas que estavam se instalando, eh, estradas sendo abertas, era uma mão de obra muito operacional, sem infraestrutura social alguma nas cidades. Hoje a carência social ela é outra, é a dor, né? Como a gente já comentou, a dor, a depressão, ideia ação suicida, eh na muitos casos de de crianças com a o transtorno do autismo, né, do espectro autista. Então são essas dores, as demandas. E aí chega a vez da gente olhar um trabalho de de do bem. Eu não preciso pensar o trabalho do bem. O que que eu vou fazer lá pro outro fora? é o que que tem de dor aqui dentro da minha casa espírita. Porque muitas vezes o espírita trabalhador, ele acaba indo numa outra casa para poder pedir socorro ao invés de não tem às vezes o espaço, esse diálogo, esse acolhimento, não existe uma fluidez neste caminho aberto na casa espírita. Às vezes até por falta de atenção, a gente criou o hábito de olhar lá fora, de levar o pão fora e a pessoa tá a míngua, tá chorando, tá ali e a gente não. Então o exercício e essa ideia não parte da gente. A gente percebe, você também há de convir, o pessoal que tá ouvindo, é um sentimento coletivo. Acho que a espiritualidade também vem trazendo esses ventos, esses novos ventos pra gente. serve que a dor ela tá muito mais próxima de cada um. A dor está em você e às vezes você não tá percebendo, né? E a gente encontrou muito trabalho em torno desse tema. >> Eu tô percebendo, Stelux e Isabelux, que eh os os as conversas estão nos sugerindo, né, outros trabalhos. vem aqui para Aracaju. Aqui a gente faz outra coisa diferente. Então, foi bem o que nós percebemos, que eh você acaba montando uma engrenagem que esses zelos vão aparecendo >> e que estão espalhados. Então, pro
ara Aracaju. Aqui a gente faz outra coisa diferente. Então, foi bem o que nós percebemos, que eh você acaba montando uma engrenagem que esses zelos vão aparecendo >> e que estão espalhados. Então, pro ouvinte que tiver em sua casa alguma atividade diferente, alguma coisa que queira participar, entra no nosso site, né, do projeto novo que é www.novocentroespírita. novocentroespírita.com.br e envia pra gente essas atividades pra gente colocar na fila eh pros próximos as próximas edições do evento, porque essa primeira tá quase completa já, porque essa essas atividades vão aparecer. >> Esse esse e-mail é para esse para mandar essas sugestões. >> Sim. Bom, a sugestão, a sugestão encaminha para educação@correiofraterno.com.br. É do cacau, né? Não tem o o cidil. Podem encaminhar para lá se quiserem no WhatsApp. Eu tenho o telefone também, a gente pode passar, viu, Estela? Eu tenho ele aqui também. Só um minutinho que eu já ponho. E aí eu queria que vocês eh falassem sobre e explicassem um pouco mais sobre eh como é essa a possibilidade de participação paraa sugestão para eh apresentar essas atividades inovadoras. A pessoa entra em contato, pode ser, né, por e-mail ou telefone, escreve da onde é, nome e sintetiza qual que é o projeto. Nós estamos fazendo isso da forma com que ela achar que convém para ficar mais claro para nós qual que é o projeto. E nós estamos entrando em contato depois, selecionando pro próximo encontro. A ideia nossa é fazer esse essa ideia periódica, sabe, Estela, sem data para acabar, porque a e a gente tá percebendo que tem tantas ideias boas que não vão se esgotar esses temas. E então assim, a princípio a gente tá trabalhando dessa forma. E o que que a pessoa vai fazer depois? Vai falar: "Ai, meu Deus, mas como é que eu vou? É difícil." Nada de dificuldade. A gente encaminha uma orientaçãozinha. Como é que a pessoa vai gravar o vídeo? No máximo 15 minutos, né, Eliana? Bem informal. Se essa pessoa quiser filmar o a o que elas o que faz, dá uma ideia do projeto,
e encaminha uma orientaçãozinha. Como é que a pessoa vai gravar o vídeo? No máximo 15 minutos, né, Eliana? Bem informal. Se essa pessoa quiser filmar o a o que elas o que faz, dá uma ideia do projeto, pode, a gente edita aqui, une, mas no contexto geral, as pessoas estão fazendo um depoimento. Para quê? Para quem que vai ser útil essas informações? Para outros dirigentes de casa espírita e outros trabalhadores das casas. Então eu como trabalhador, eu como expositor, o que que eu vou falar pro trabalhador para facilitar se ele queira entender e colocar em prática? Ah, o projeto nosso é isso. A gente fez isso porque descobrimos tal necessidade. Nós fazemos isso, isso, isso. Para começar, fizemos isso, 20 pessoas, falar, enfim, o que achar que vai ajudar a gente a entender o projeto e o dirigente também. E são projetos, Estela, que já estão dando certo, não são eh projetos aplicados, né? São projetos no sentido de tentativas, eles já estão sendo aplicados com sucesso e são projetos que merecem muitas vezes ser multiplicados, porque aí também entra a nossa caridade da divulgação. >> Eh, nós nós precisamos divulgar Kardec, toda a obra do Espiritismo. É o que nós fazemos em todos as nossas redes, né, de de comunicação, mas nós precisamos divulgar o que é bom. faz parte também do espírita divulgar e multiplicar o bem. Então, é simples, o vídeo é simples, pode-se eh fazer a a gravação no celular mesmo, eh porque a gente tá querendo realmente um um o depoimentos da maior simplicidade possível, porque é um é um movimento coletivo, não é um movimento editado por nós, né? que a gente coloca nas caixinhas tudo certinho. Não tem muita gente fazendo e testando, muita gente achando que tá dando certo e quer ter a alegria de compartilhar com outro. Então não é tão complicado. Pelo pelo contrário, não é nada complicado. É você apertar o botãozinho do celular para gravar e gravar a o que que você tem a dizer pros outros. >> É. E é interessante porque você vai vai desenvolvendo eh trabalhos, ações, enfim, vai inovando
É você apertar o botãozinho do celular para gravar e gravar a o que que você tem a dizer pros outros. >> É. E é interessante porque você vai vai desenvolvendo eh trabalhos, ações, enfim, vai inovando por conta das características da casa que você tá, né? E aí a outra casa pode adaptar, não fazer exatamente do mesmo jeito, mas você vai passar a ter de como resolver problemas que você não sabia nem que você tinha, né? o outro. Olha, nós estamos aqui fazendo atendimento para, sei lá, pro trabalhador, né, que foi o que Isabel tava falando, o trabalhador que tá deprimido. Nossa, tem trabalhador deprimido na nossa casa. Porque tem uma coisa também, né, de nos espíritas que nós colocamos e aceitamos para nós mesmos. Espírita não pode ficar triste, espírita não pode ser obsidiado, espírita não pode ficar doente. E principalmente, que eu acho que é o pior de todos eles, espírita não pode sofrer quando alguém que ele ama desencarna. Essa eu acho que é >> é a pior de todas eles. E e é necessário você ter esse olhar e às vezes a gente não para para pensar nisso, né? Quem tá na diretoria tá naquela correria de resolver os problemas que estão por ali >> e não tem esse olhar. Então é bom ter contato com com casas que já estão fazendo trabalhos nessa área e em tantas outras, até para poder fazer uma verificação se na nossa casa tem esse tipo de problema, tem essa demanda que a gente pode, não sabia que tinha, né? É sempre muito bom isso, muito bom. >> Eu vejo o evento, Estela como uma vitrine, sabe? eh a pessoa vai eh ter acesso a uma série de atividades e, como você disse, ela pode adaptar as necessidades dela. Então é muito interessante porque, por exemplo, nós achamos trabalhos para enlutados. >> Uhum. >> né? falado, como você disse agora, esse eh os trabalhos sobre as dores emocionais, da depressão, do vazio existencial, etc, etc. Como nós encontramos também eh trabalhos que, por exemplo, são inovadores, algumas casas já não estão eh eh fazendo só palestras >> para divulgar a a doutrina, né, para
do vazio existencial, etc, etc. Como nós encontramos também eh trabalhos que, por exemplo, são inovadores, algumas casas já não estão eh eh fazendo só palestras >> para divulgar a a doutrina, né, para para quem tá chegando. Estão fazendo rodas de conversa. onde as pessoas eh chegam e expõe as suas dúvidas e tem uma equipe que responde, já não é mais uma pessoa só a a responder. São atividades que você pode eh adaptar para sua paraa sua casa e isso em todo o Brasil. Essa daí, por exemplo, a de Juiz de Fora, né, Bel, que eles pararam, que eles estão fazendo as rodas, tem também no interior de São Paulo. >> Então, tem muita coisa legal sendo feita e dá assim um gás pra gente como espírita, >> porque você fala: "Nossa, olha que legal, né? A coisa não tá parada, tá todo mundo". E eu acho o o a casa espírita, como disse o Herculano, >> que se a gente soubesse o centro, o papel do centro espírita na sociedade, né? a gente ter eh teria dado muito mais importância a ele do que tá sendo dada, porque realmente se nós conseguimos passar fazer na casa espírita uma um local de acolhimento, de informação, de possibilidades de de estudo, de possibilidades de de tentar novas respostas, enfim, tem muita coisa coisa ser feita e já está sendo feita muita coisa, muita coisa boa. >> Ó, esse aqui é o Jairo, que é um dos apresentadores da da do Bom Dia Café, >> é lá de Aracaju também. E ele tem um um se envolveu um trabalho não só no Amor e Caridade, que é os a casaí da qual ele faz parte, que hoje ele é ele é presidente, mas ele já desenvolveu, se não me falha a memória, em outras duas casas também, que é o de desenvolver um trabalho para que a administração seja horizontalizada. E aí você tem o grupo todo tomando decisões a respeito de todas as coisas e de uma maneira muito democrática. É um trabalho muito interessante também. Você podia entrar em contato com elas, hein, Jairux? Só que o vídeo do Jairux precisa ter uns 20 minutos, porque ele fala que é um horror, gente. Jornalista, genteita.
balho muito interessante também. Você podia entrar em contato com elas, hein, Jairux? Só que o vídeo do Jairux precisa ter uns 20 minutos, porque ele fala que é um horror, gente. Jornalista, genteita. >> É, ele parece jornalista. Ele não é, mas ele parece. Parece. manda pra gente. >> Olha, e para e o evento, vamos falar do evento, exatamente, como é que vai ser, quem vai poder participar, como como que a gente se inscreve, vão contando tudo aí para nós, exatamente do evento. >> Olha, então a pessoa que quiser participar agora, ã, agora para quem quer assistir aos eventos, >> isso, >> entra no o novocentroespírita.com.br, do BR se inscreve no dia do dia 3 ao dia 7. Essa pessoa pode entrar durante o dia todo para assistir. Por exemplo, no dia 3 vão ter eh sei lá, cinco, seis vídeos lá à disposição para que a pessoa assista. No no segundo dia, outros vídeos diferenciados. Então são cinco dias com vídeos diferenciados. Eles são breves, são objetivos, nada cansativo. E e ele eles podem assistir a esses esses vídeos durante esses cinco dias. Estão lá disponíveis que horário? Durante o dia todo, né? E >> entender que diferente, né? Que diferente. Gostei disso. >> Diferente. É. E depois esses vídeos eles vão ficar na plataforma nossa. Eh, mas para quem se inscreveu, o que é no Cult Kardec, a gente tem uma um espaço para nós de vídeos chamado Cult Kardec. Depois, entrando automaticamente você já clica e cai lá, >> tá? Mas é que que bacana, né? Eles Mas só por que que vocês resolveram fazer só para quem foi inscrito? para não ficar um p assim, você deixa solto lá no no YouTube, no passar do tempo isso se perde, >> né? Então a gente acabou desafiando >> para que a gente também forme essa comunidade de troca de ideias, de informações, >> tá, >> né? >> Excelente. É, tá bom. Tá bom. Então é só inscrever. E aí a partir do dia três, é isso, >> do dia 3 ao dia 7 a gente pode assistir lá, >> pode assistir aos vídeos que as próprias pessoas fizeram, os dirigentes ou quem já está eh à frente dessas atividades da
a partir do dia três, é isso, >> do dia 3 ao dia 7 a gente pode assistir lá, >> pode assistir aos vídeos que as próprias pessoas fizeram, os dirigentes ou quem já está eh à frente dessas atividades da Casa Espírita que estão inovando, gravaram, mandaram para nós e nós vamos estar disponibilizando, >> tá? É o trabalho do jornalista, entre aspas aí, né, Estela? O jornalista quando ele quer dar voz, exatamente como a pessoa falou, a gente escreve entre aspas. Então a gente tá até entend entre aspas. >> É verdade, é muita Eu tô eu tô aposentada, mas não tem jeito, né? Outro dia entrou um rapaz também para para acompanhar um estudo que eu faço do livro A esquina de Pedra do Aléal. E aí depois eu ria tanto, aí eu gente pera aí que eu vou tomar uma água porque ele pôs lá. Nossa, que estudo interessante. Parece até um jornalista fazendo estudo. >> Ah, que bonitinho. >> Eu caí na risada. Falei: "Nossa, isso para mim é um elogio porque eu sou jornalista". >> Ah, então, então você tá no caminho, você você tem futuro, viu, Estela? Você tem futuro. >> Pois é. Pois é. >> Olha, foi muito engraçado. Não adianta, né? a gente não perde, perde o formato. O formato a gente, a gente mantém, não tem jeito. Eh, o que eu queria dizer para querer perguntar para vocês agora é assim, vocês foram fazendo essa pesquisa, conversando com as pessoas, aí vocês tiveram a ideia desse do evento, né, desse formato que também é inovador, que que as pessoas estão falando para vocês a respeito disso, né? como é que elas estão reagindo quando elas ficam sabendo eh que vocês estão procurando esses essa essas ações, essas eh não novidade fica esquisito, mas essa inovação mesmo na casa espírita e o e a proposta do evento, como que elas reagem? A gente tem uma imagem de que no espiritismo só tem velho que não gosta de fazer nada que seja fora do quadrado. Vamos combinar, né? É isso que a gente normalmente a gente encontra, certo? Então, eu tô querendo saber como é que foi a reação dessas pessoas. >> Eu acho que a reação, eh, se a gente
ora do quadrado. Vamos combinar, né? É isso que a gente normalmente a gente encontra, certo? Então, eu tô querendo saber como é que foi a reação dessas pessoas. >> Eu acho que a reação, eh, se a gente pode resumir, foi de, ai, que bom, né? existe mesmo essa necessidade. Eh, todo mundo muito interessado em ver coisas inovadoras e falar também sobre as sobre as atividades que estão realizando. Então, eh, é realmente como a Bel falou, você vai formando uma comunidade que você um vai indicando o outro e você vai percebendo que o espiritismo tá vivo, sim, >> e muito vivo, né? não tá eh eh se perdendo como muita gente eh eh imagina, porque a a casa espírita possa estar vazia. Eh, no caso aqui, olha que a a Luciana eh o sementinho de Jesus é aqui em São Carlos. É exatamente o que ela tá falando. Eles fazem tudo da horizontalidade. Ele também tem aplicado, né? né? Eles aplicaram na prática e tem o o sementinhas tem ser se mantido nessa condição, né, de fazer tudo na horizontalidade. É bem interessante. E aí ele eh a assistência, ó, entra em contato com eles. Ô, >> é, vai ser legal que é bem bacana também. E a gente sabe, Estela, a gente tem certeza que essa playlist de atividades que a gente vai ter relacionada, ela vai se expandir, né? Então, olha que legal você ter um uma relação de atividades que você pode depois eh consultar para ver se alguma coisa eh se adapta às suas necessidades, à demanda da sua casa, >> porque a casa espírita ela é muito importante, >> eh, seja presencial ou ou online. A casa espírita é que dissemina as verdades, né, da da da obra básica. Quanto mais informação ela tiver e quanto mais segurança ela tiver também quanto essas atividades, melhor vai ser a divulgação, porque como a Abel falou, nós não somos perfeitos. >> Então, o trabalhador não é perfeito, o dirigente não é perfeito, os frequentadores, os colaboradores, nós estamos todos na mesma >> na mesma canoa, às vezes sentados em banquinhos diferentes, né, em posições diferentes, mas a canoa é a mesma.
igente não é perfeito, os frequentadores, os colaboradores, nós estamos todos na mesma >> na mesma canoa, às vezes sentados em banquinhos diferentes, né, em posições diferentes, mas a canoa é a mesma. É, é verdade. >> Nós precisamos dar um jeito de dessa canoa ter conteúdo, né, >> Bernadete? Eu não entendi sua colocação. Dessa forma perde as características de centro espírita. Fiquem ingressa, coloca ele no quadrado. Não entendi. Você depois puder. A gente gosta de repente alguém que tá discordando. Eu eu gosto de gente que aparece discorda. Sempre acho bom. Eu acho que ela acho que ela deve estar se referindo a alguma coisa que nós já mencionamos da dificuldade da casa espírita eh talvez a fazer algum processo de inovação, né? >> Algumas já estão conseguindo, pelo menos foi isso que eu entendi. Se ela puder colocar em >> É, é, e a gente tem umas umas coisas que são muito bacanas, né? Eu tenho muito problema com as caras que eu eu me causa muito mal-estar as casas espíritas fazerem as coisas tudo atabalhoadamente, né? Sem organização, sem planejamento. Eh, ah, se tiver, se for feito com amor, fica tudo bem, não é assim, fica tudo bem, não é? a gente precisa ser organizado, planejar as coisas, principalmente quando você envolve mais gente, né, na história. E aí aqui na na aqui em São Carlos, eh, voltei a frequentar uma casa espiritual onde eu fiz evangelização e mocidade, né? fui evangelizada lá, eh, criança e e é encantador para mim porque eles estão desde o começo agora de 2025 já comemorando 100 anos que serão completos em 2026, sabe? E preparando a comunidade do do Centro Espírita para essa para essa comemoração e entre outras coisas ser assim, ó, plante comemoração aos 100 anos do obreiros do bem. E aí nós queremos chegar até 100. Agora já tá em 150 e poucas árvores plantadas já. Então essas ideias são muito legais, pois elas precisam ser feitas com antecedência, né? Planejadas para elas darem certo. Isso é muito bacana. Muito legal. >> São provocações, né, Estela? São
das já. Então essas ideias são muito legais, pois elas precisam ser feitas com antecedência, né? Planejadas para elas darem certo. Isso é muito bacana. Muito legal. >> São provocações, né, Estela? São provocações e isso funciona muito com com a gente, com criança, com jovem. >> É. É. >> A espiritualidade ela provoca a gente também. é que muitas vezes a gente faz ouvidos mocos, vamos falar assim, essa questão mesmo desse projeto, depois a gente revendo a gente começou a perceber quantos a gente faz a nossa prece, vezem as intuições, na editora e tudo, quanto que já estavam sendo sugerido pra gente o caminho da educação. A gente falava: "Gente, mas o que que é essa questão da educação? A gente mexe, a gente trabalha com publicação de jornal, mas o que que é educar?" Não entendia. Até por isso que nós colocamos educação @correio fraterno. Eh, além do se do se falar, do refletir, do levar o conhecimento, é a prática. É uma coisa muito prática ao projeto, sabe, Estela? >> Porque o conteúdo a gente já tem base. Nós estamos virando especialista em espiritismo. Nós precisamos ser especialista no amor, na troca, na simplicidade, né? E aí é que entra a necessidade da empatia, né, Estela? Porque ah, como espíritas, até como seres humanos, como como espíritas, mais ainda, a gente tem que ter a empatia de entender a dor do outro. >> Ela pode às vezes eh eh ser muito mais pesada pra pessoa do que para nós. É muito fácil a gente como espírita falar: "Ah, mas isso é lei de causa efeito. Ah, isso mais não, mas como é que tá o seu coração? Sabe o que que eu posso te dizer para você sair dessa eh dessa situação e e continuar em frente? Porque problemas vão aparecer. O espiritismo não está ali para acabar com os problemas da humanidade, né? Está ali para esclarecer, né? O espiritismo não é uma doutrina salvacionista, ela é uma doutrina que ela te chama transformação. É verdade. A Débora colocou uma coisa interessante aqui, ó, que é preciso estudar e inovar também no modo de estudo. Os livros da codificação são
ta, ela é uma doutrina que ela te chama transformação. É verdade. A Débora colocou uma coisa interessante aqui, ó, que é preciso estudar e inovar também no modo de estudo. Os livros da codificação são pouco estudados. O Débora, concordo completamente. Esse formato igreja já cansou, né? Sabe o padre falando e todo mundo ouvindo é bravo, né? É bravo, é cansativo, é bom em algumas situações. Não tô dizendo que a gente tem que pegar também esse formato de palestra que a gente tem que convencional e jogar fora. É isso. A Isabel falou isso várias vezes, né? Que não é para jogar o que é feito hoje fora, não é isso. Não é substituir, é incluir, né? É agregar. Então você ter esse formato e ter a roda de conversa, por exemplo. Você ter outros formatos, né? A gente tem hoje já alguns, o Thiago Brito já veio aqui no no Bom Dia Café, já fiz entrevista com ele também, eh, que é muito interessante, que é você falar do espiritismo, da doutrina espírita, das obras básicas, mas fazendo graça, fazendo humor, né? Tem gente que fica horrorizada, mas isso toca as algumas pessoas de forma muito especial. Então, a gente tem que agregar os formatos, né? Concordo completamente com você. Vocês encontraram formatos diferentes de estudo também, gente? >> Olha, de estudo. E, por exemplo, tá falando da da codificação, tem o pessoal, acho que se eu não me engano em Fortaleza, teatralizando, foi pontual, né? Mas utilizaram histórias maravilhosas que tem de muitas de dor, mas muita de espíritos felizes do céu inferno. O céu inferno é uma potência de de teatralização. E esses jovens estão trabalhando isso. >> E no ABC tem um pessoal fazendo revista ilustrada, trabalhos ilustrados com fatos, contos que estão na revista espírita, que também tem contos de espíritos lá que uma verdadeira obra de arte. É verdade. Meu Deus do céu, que história maravilhosa. Quem não conhece vai procurar que vale a pena teatralizar aquilo lá, né? Então existem sim, tem aí bastante vai longe, >> vai longe a proposta de vocês. Ó lá, a
Deus do céu, que história maravilhosa. Quem não conhece vai procurar que vale a pena teatralizar aquilo lá, né? Então existem sim, tem aí bastante vai longe, >> vai longe a proposta de vocês. Ó lá, a Maria Ferraz >> é abrimos a as portas da primeira casa espírita do mar do norte de Houston, Texas e a terceira na cidade de Houston. Houston. Estamos fazendo e aprendendo ao mesmo tempo. >> Olha que legal, né? E essa live está ajudando muito. Ô Maria Ferraz, inscreva-se lá, >> é, inscreva-se lá no no evento e vão lá tirar boas ideias para vocês eh multiplicarem por aí. >> Bem bacana, >> bem legal. >> E também, Estela, só para só para ilustrar, por que que não é para destruir o que já existe, né? Porque eh é uma coisa que também dá certo, porque você tem você tem público para todos os formatos, >> isso, >> né? Você tem a pessoa que chega a casa espírita e não quer falar com ninguém, ela quer só ouvir, ficar quietinha e ir embora na primeira fase. >> É, >> né? Então, a palestra aí entra realmente como uma coisa que pode eh eh transformar. Então você você tem públicos para todos os formatos. Você tem o jovem, você tem o idoso, você tem o que está carente, você tem o que tá buscando uma atividade diferente, você que tem o que tá buscando sentido pra vida e por aí vai. Então por que não ter outros formatos? Por que não ter outras atividades? Exatamente. Você tem público para congressos como céu em Uberlândia, que é aquela aquela coisa gigante, super bem feita, ou congresso de Aracaju, lá, o congresso de Sergipe, Congresso Espírita de Sergipe, que é maravilhoso também, que também é esse formato fantástico de show que é muito legal, mas você tem congressos e você tem encontros que são menores, que são pequenininhos, que é o de Conchal, por exemplo, que eu brinquei aqui. aqui, né, que é a capital do estado de São Paulo, não é mais São Paulo, é Conchal. E lá tem um encontro, um congresso que eles fazem com 300 pessoas, 200 pessoas, em que as apresentações são diferentes e você conversa ali, a hora que termina
o Paulo, não é mais São Paulo, é Conchal. E lá tem um encontro, um congresso que eles fazem com 300 pessoas, 200 pessoas, em que as apresentações são diferentes e você conversa ali, a hora que termina você fica batendo papo ali com o palestrante. É a coisa mais gostosa do mundo. Ou em ou em sacramento, gostoso, >> que também é pouquinha gente, mas aí você tem que fazer uma imersão no estudo, porque você tem que ficar muito concentrado. As pessoas t papel, caneta, elas vão anotando tudo que tá sendo dito. É outra coisa, é outro universo e para cada um deles tem quem goste, né? É muito legal. >> Sim. É muito importante a gente perceber que eh nós não podemos ficar engessados, né? Nem engessados no que já tem e nem engessado no tipo, não, joga tudo fora e começa de novo? Não, não é essa a proposta. A proposta é que você eh abra e compartilhe e acrescente, >> né? Por isso, por isso a ideia, a ideia é boa, vai lá e faz, >> né? Se você acha que a ideia não é boa, que não se adapta a você, não faça, >> né? A liberdade tá tá ali, ninguém tá inessando ninguém. Exatamente. Então, para nós encerrarmos aqui a nossa conversa, antes que eu estore o meu estouro, que eu bato o meu próprio record, o Álvaro Morderai veio aqui e com a filha do Peixotim >> e nós ficamos, nós ficamos quase 2 horas. Eu mais do que o estouro, né? Foi o recorde dos recordes. >> Foi uma fosão isso daí não foi esto. >> Foi, foi, foi. Mas é fantástico. Vocês tiverem oportunidade de assistir. Choramos os três no ar. Foi, foi muito, muito especial mesmo. >> Legal. >> Eh, mas para vocês aí que estão nos assistindo agora, inscrevam-se, vão conhecer as novas práticas a partir do dia 3, né? >> Isso. >> A partir do dia 3 agora. Isso. Eh, inscrevam-se antes e a partir do de três a sete assistam as propostas que estão sendo apresentadas nesse trabalho maravilhoso que tá sendo feito e que segue, vai seguir muito tempo, porque tem muita coisa boa para ser mostrada por aí. Meninas, muito obrigadas. >> Muito obrigada. Suas considerações
nesse trabalho maravilhoso que tá sendo feito e que segue, vai seguir muito tempo, porque tem muita coisa boa para ser mostrada por aí. Meninas, muito obrigadas. >> Muito obrigada. Suas considerações finais, por favor. Ah, eu agradeço a oportunidade, estar uma delícia esse essa sua programação e conto com a divulgação de todos e o carinho de todos para esse nosso projeto. Estamos à disposição para o que vocês precisarem. Um beijo, um dia super gostoso para todo mundo. >> Obrigada. >> E o bom tudo, Estela, agradecer estar com vocês, dividindo essa ideia. E o bom de tudo que se ficar muito bom mesmo for excelente, o mérito não é nem nosso, porque as ideias lá estão apresentando apenas uma >> uma união aí de esforços de cada um, né? >> A gente muito feliz, eu te agradeço muito mesmo. >> É muito muito a cara do repórter que só reporta. >> Vamosar o que está acontecendo. >> Muito bom. Muito bom, gente. Muito obrigada pela presença de vocês. Aqueles que estiveram aqui no Bom Dia Café pela primeira vez, voltem sempre. Nós sempre tratamos as efemérides, que a gente gosta muito de de falar sobre elas, eh, porque são bons exemplos, né? São figuras históricas, atividades fantásticas. A gente não tem ideia da quantidade de hospitais espíritas, por exemplo, que que existem por aí e de pessoas maravilhosas. a gente fica citando sempre os mesmos, mas a o espiritismo, movimento espírita no Brasil tem pessoas fantásticas fazendo coisas muito legais e nós gostamos muito de trazer as boas notícias aqui também porque nós não estamos parados e não estamos indo devagar, nós estamos progredindo de acordo com aquilo que nós somos capazes de fazer. E Deus já sabia disso, né? Qual é novidade para ele? Ele sabe muito bem do que nós podemos e não podemos fazer, que nós podemos ou não. Então, venham sempre, estejam sempre aqui. A gente gosta muito de conversar com o pessoal no chat. Hoje foi difícil, né? Porque três jornalistas numa tela só é bravo. Um beijo grande para vocês. >> Obrigada, gente. Obrigada aos ouvintes.
aqui. A gente gosta muito de conversar com o pessoal no chat. Hoje foi difícil, né? Porque três jornalistas numa tela só é bravo. Um beijo grande para vocês. >> Obrigada, gente. Obrigada aos ouvintes. A gente adorou. Parabéns pelo seu trabalho, Estela. >> Obrigada, querida. Obrigada. Eu me divirto aqui. Meu bom dia café é minha diversão preferida. Um beijo enorme para vocês. Obrigada. >> Até amanhã. Até am.
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