Bom dia, café! 291225 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
เ Ah. Bom dia, amigo. Bom dia, irmão. Basta um sorriso e ganhe esta canção. Dã. Bom dia, amigo. Bom dia, irmão. Basta um sorriso e ganhe esta canção. As flores campo, as nuvens no céu, as águas no rio e um barquinho de papel dor dor dorm. Bom dia, amigo. Bom dia, irmão. Basta um sorriso que ganhe esta canção. Bom dia. Bom dia mesmo. Nosso bom dia café está começando agora e quero te trazer sempre, sempre, sempre os bons exemplos, as boas notícias para renovarmos a nossa fé em Jesus como nosso mestre, modelo e guia. E por isso mesmo refletimos sobre quantas boas pessoas existem, fazendo coisas boas, fazendo coisas maravilhosas umas pelos pelas outras. Esse Bom Dia Café é também uma forma simples de mostrar o espiritismo em nossas vidas, no nosso dia a dia, criando um equilíbrio entre as informações do cotidiano, mais frequentemente oferecidas pela mídia convencional e nas redes sociais e com aquelas que muitas vezes ficam escondidas, pois contam sempre, né, falam sempre sobre gente, né, minha gente, do bem, agindo pro bem de todos. Falamos aqui sobre o evangelho e as demais obras básicas e a aplicação diária no nosso cotidiano de uma forma leve, bem morada e também com muito nervoso. Participe aí, curta, compartilhe. Trabalhamos de segunda a sexta às 7:30. Agora chame seus amigos, seus parentes, principalmente aqueles que estão desanimados. desanimados com a vida, desiludidos com o ser humano, não é, minha gente? Não é? Então, vamos aqui fazer a nossa autodescrição. Meu nome é Marilda Veiga. Eu sou uma mulher preta de 62 anos. Estou com cabelos castanhos escuros cortados na base da orelha. Hoje eu estou com uma camisa toda colorida, tipo Bom dia café, um colar todo alegre para vocês. Atrás de mim, uma porta marrom do meu lado direito, uma parede cinza clarinho do teto até sua metade e cinza abaixo com almofadas cinzas escuras lá no fundo. Do meu lado esquerdo, além de um armário com porta cinza, tem um vaso ali com hibiscos no fundo. Falo diretamente do sudeste do
até sua metade e cinza abaixo com almofadas cinzas escuras lá no fundo. Do meu lado esquerdo, além de um armário com porta cinza, tem um vaso ali com hibiscos no fundo. Falo diretamente do sudeste do Brasil, noroeste do estado de São Paulo, da cidade de São José do Rio Preto, que neste momento estamos com 22ºC, está ensolarado. E estamos aqui então para agradecer aos canais, aos canais que permitem essa transmissão desse nosso Bom Dia Café que faço aqui com muita emoção, com muito carinho. O início foi para que nós não nos esqueçamos desse espírito de Natal que está em nós e deve estar conosco sempre, porque é o nascimento do mestre, o nosso modelo e guia, é a nossa renovação. E nós estamos aqui 29, 29 de dezembro, minha gente, acabando o ano e começando novo momento de renovação, de esperança. E essa renovação é o nascimento de todos nós todos os dias. Nós não passamos à noite, não acordamos aqui. Então, temos que ter um agradecimento por este dia maravilhoso. E por esse dia maravilhoso, vamos aqui então, minha gente quer agradecer a todos os nossos amigos do chat, que sem os amigos do chat, sem os internautas, não teríamos razão de ser, não é? E aí eu deixei aqui, né? Até eu deixei o meu recadinho. Bom dia, gente linda. Porque hoje nós vamos receber visitas, queridos. Ô, querida Terezinha, chegou, meu amor. Hum. Eu também estava com muitas saudades e também dou bom dia café e de você com essa forma delicada de ser lá no nosso evangelho. Ó o nosso queridíssimo, queridíssimo Pedro de Paiva. Ah, Marilda Lux, hoje nós temos visita. Ah, agradecemos a nossa Estela querida, não é? A Hélia, né? Paz e bem lá de Salvador. Esse nosso Brasil é maravilhoso. Agradecer a Maria Ferraz, não é? que fala lá lá da Flórida, minha gente, da Flórida. Nós estamos internacionalmente internacionais. Feliz ano novo para você também, né? A Dulce Correia, não é? Ah, o nosso querido Paulo diretamente da capital do Brasil. Qual é? Concha, gente. Que cidade acolhedora. Que povo bom. Que povo bom.
nais. Feliz ano novo para você também, né? A Dulce Correia, não é? Ah, o nosso querido Paulo diretamente da capital do Brasil. Qual é? Concha, gente. Que cidade acolhedora. Que povo bom. Que povo bom. Nivalci, lá de Olinda, a cidade do frevo. Muito bom dia a todos e os demais cafezeiros aí, minha gente, eu comecei aqui hoje cantando essa bela música, né? Bom dia, amigos. Porque olha, pro BDC de hoje, esse BDC especialíssimo, nós vamos falar, nós vamos trabalhar aqui, né? trabalhar muito sobre amizade, minha gente. Nós vamos falar sobre amizade. Muito importante falarmos aqui sobre essa coisa linda que é a amizade. Mas antes disso temos que fazer, não é? Segundo manda as normas e as regras divinas. a nossa querida e a nossa bela, não é? Prece de abertura. E para isso especial temos aqui tchan tchan tch tchã a nossa vinheta. Так. Oração da amizade. Agradeço, Senhor, cada afeição querida com que me deste a vida. alegria, esperança, entendimento e amor. Enaltece por mim a amizade que vem resguardar-me a fraqueza em caridade infinda sem perguntar por não posso ainda entregar-me de todo parte do bem, ser louvado Jesus pela criatura boa que me espora. Estendendo-me paz e conforto e carinho. Toda vez que me encontra auxilia oua. Faz brilhar no mundo o olhar brando e perfeito que me tolera as provas de hora a hora, que me percebe o anseio de melhora e me ensina a servir sem notar meu defeito. Santifica na terra o ouvido que me escuta, sem espalhar a queixa e as aflições que faço, nos erros que cometo, passo a passo, nos meus dias de mágoa, sombra e luta, onde esteja aquele coração que me acolhe nos dons da palavra serena e nunca censura e nem me condena quando me vejo em treva e iritação. Reclama de esplendor para a glória celeste. mão puxa a bondade e júbilo de plano que nos socorre e ampara aqueles que mais amúgio do lar que me fizeste. A ti, Jesus, meu páido louvor, pelo gesto mais leve e com das santas afeições que me deste ao destino. Agradeço, Senhor Maria Dolores. Minha gente, tô aqui com a voz
mais amúgio do lar que me fizeste. A ti, Jesus, meu páido louvor, pelo gesto mais leve e com das santas afeições que me deste ao destino. Agradeço, Senhor Maria Dolores. Minha gente, tô aqui com a voz embargada. Até embargada porque é uma prece muito importante para falar da amizade. E para falar da amizade temos aqui hoje, minha gente, aniversariantes. Aniversariantes que são amigos, amigos leais, não é? E para isso, tchan tchan tchã tchã. Como sempre, merece aí. Eita! Olha a musiquinha. Parabéns para vocês nesta data querida. Muitas felidades, muitos anos de vida, gente, é pro nosso querido. Olha aí. Ah, parabéns, meu amigo. O nosso rivaldo e agora feliz aniversário. Tem mais hoje. três aniversariantes. Nosso querido Nelson, parabéns, Nelson. Muita felicidade para você. Que graça, que maravilha. E o outro tá chegando aí. Tá chegando, tá chegando. É gente importante, é gente importante. O Nelson nosso Hélio, é o Hélio, nosso querido Hélio, o Hélio Tinovo. Parabéns, parabéns, parabéns, Rivaldo Sábio. Parabéns, Nelson Tavares. Parabéns, Eric Luc por essa bênção do aniversário de vocês, completando mais um ano de vida, mais uma renovação, mais um ciclo se inestia, uma idade nova. Eita, eita, eita, eita, eita. E minha gente, sem maiores delongas, vamos para as nossas visitas especiais, porque o assunto hoje é amizade e muito mais. E depois a gente fala de feméride. Se der tempo, a gente conta boas notícias, mas a amizade é algo muito importante. Então vamos trazer aqui, né, ao palco as nossas, uma porque é uma irmã amiga e a outra porque é amiga e irmã. Nos conhecemos uma desde o nascimento e a outra na fase da adolescência. Vamos colocar aqui no palco as nossas queridas. Vamos lá. Chegando aqui, chegando aqui, chegando aqui com a técnica. Vamos lá. Vamos colocar as meninas no palco, não é? Vamos lá. Uma, a nossa querida Rubiane. Eita, eita, eita. E a outra, a nossa querida irmã e amiga Marras. Saudades. >> Eita, eita, eita, eita. Não é, meninas? >> Bom dia, gente. Que saudade de vocês.
Vamos lá. Uma, a nossa querida Rubiane. Eita, eita, eita. E a outra, a nossa querida irmã e amiga Marras. Saudades. >> Eita, eita, eita, eita. Não é, meninas? >> Bom dia, gente. Que saudade de vocês. >> Bom dia, pessoal. Saudade de vocês. A Rubi vai se apresentar primeiro. Marila, >> pode ser, Rubiane, com você. Faça aí a sua autodescrição, a sua apresentação. Gente, nós nos conhecemos desde a época da mocidade e isso pro lado de 1980. Somos velhas amigas. Marceli nasceu comigo, não é? Na minha família, minha irmã querida, irmã e amiga. Porque na doutrina espírita, minha gente, minha mãe teve seis filhos. Todas, todos foram eh educados na doutrina espírita, mas ficamos dos seis, somente eu e Marcelin abraçando essa doutrina de luz, de esperança. E a Rubiane tá até emocionada porque desde criancinha nós nos conhecemos. Então agora que calane se apresente e Marceli faça a parte dela. Vamos lá, Rubiane. Bom dia, cafezeiros. Bom dia, minhas amigas, irmãs do coração. Que alegria. Tô muito emocionada. Eu sempre fui chorona, tá? Para quem não me conhece, elas sabem. Qualquer coisa me faz chorar. Mas que bom que é um choro de emoção, de gratidão, de felicidade, né? Eh, meu nome é Rubiane. Eu costumo me apresentar falando: "Meu nome é Rubiane". Rubi de Rubis e Anne de Ana da minha mãe, né? Rubs é meu pai, An, Ana, minha mãe e que a minha mãe tinha muita criatividade, então meu nome é um pouquinho diferente. Eh, eu sou uma mulher branca, olhos claros, difícil dizer se são castanhos claros ou verdes acastanhados. Dizem que depende do humor, dizem que depende da incidência de luz, né? Eh, tenho cabelos curtinhos, eh, batidinhos, né, lisos e estou vestindo uma blusa azul. E nesse momento eu estou no quintal da minha casa, na varanda. Então, atrás temos algumas plantas e e uma e uma parede branca lá no fundo, né? É uma alegria muito grande estar aqui. Como a Marilda falou, a gente se conheceu lá nos idos de 1980, né, Marilda? E eu eu era na descrição de um outro amigo, irmão, que era da nossa época de
ndo, né? É uma alegria muito grande estar aqui. Como a Marilda falou, a gente se conheceu lá nos idos de 1980, né, Marilda? E eu eu era na descrição de um outro amigo, irmão, que era da nossa época de humidade, eu era a irmã mais a irmã caçula. E essas duas queridas almas, como irmãs mais velhas, me ajudaram, vamos começar a minha vida, né? Me aconselhavam, eram minhas parceiras, eram as duas pessoas que meu pai falava assim: "Pai, posso ir?" A Marilda vai, Marceli vai, vai, tá? Se tá com elas pode. Meu pai era bravo, né? E vocês eram as duas almas que ele confiava a filha caçula dele também. >> Que bom, meninas. E nada melhor do que essa amizade de mais de 30 anos que a gente tem teve momentos muito próximos depois da vida, foi nos distanciando, mas sempre que a gente a gente conseguindo, né, se reencontrar e agora com a tecnologia não existe fronteiras, né, Rubiane, >> bom dia. >> A Rubiane, nós mor todos em São José do Rio Preto, Sudeste Brasil. A Rubiane, ela fez biologia aqui na Unespil. Onde ela foi parar? Onde você foi parar, Rubiane? >> Adivinha que era minha veterana? Eu tenho até hoje um livro. >> Eu tenho até hoje um livro que era da Marilda. >> Rubiane agora mora lá aonde? Porto Velho, Rumirane. >> Porto Velho, Rondônia. >> Você acha daqui foi pro norte do Brasil? >> Misericórdia. >> E é muito interessante porque assim, sempre as nossas vidas de alguma forma estavam entrelaçadas. Nos conhecemos na moidade lá do João do Amaral, né? Depois eu me mudei para Depois nos encontramos, reencontramos na faculdade. Eh, quando eu tava procurando a pós-graduação, atrás de quem que eu fui, Márcia? Você lembra? Quem me recebeu lá em Botucatu para eu conhecer, para ver a possibilidade de fazer pós-graduação lá? Mas a vida me levou para Ribeirão Preto, aonde eu conheci meu marido, quando ele foi fazer residência. Olha quem ele fala para mim que ele que ele encontrou, né, e conheceu aí no hospital em Rio Preto, né, vocês duas. Aí a Marilda já não era mais bióloga, né? Quer dizer, bióloga sempre vai ser,
dência. Olha quem ele fala para mim que ele que ele encontrou, né, e conheceu aí no hospital em Rio Preto, né, vocês duas. Aí a Marilda já não era mais bióloga, né? Quer dizer, bióloga sempre vai ser, mas como enfermeira e a Marcel, a pediatra que que ele conheceu. Foi sempre assim, a gente distanciava um pouquinho, mas alguma coisa, alguém nos colocava em contato de novo. Depois minhas irmã, minha irmã, né, que ah, sabe quem eu conheci? Reencontrei quem? As suas amigas da mocidade quando ela foi lá no amigas. Que lindo. >> Aham. >> E antes que ela >> recentemente o Ela, né? Nosso amigo em comum. >> Sim, sim, sim. Oi, ela já nos uniu. Ele, ah, não sei como. Mas minha gente, antes da Marcele falar alguma coisa que ela vai falar sobre ela, mas alguns minutinhos, algo importante pra gente falar, porque como nós vamos falar sobre amizade, estamos falando amizades, nós sabemos que e amizade é um laço que transforma as nossas vidas, né? Além da amizade, nós vamos falar do significado, dessas histórias inspiradoras para cultivar laços importantes, né? Vamos lembrar exemplos marcantes na cultura, na sociedade. Vamos ver se vai dar tempo, porque com essa emoção, então se preparem, né, nessa hora de conversa leve, emocionante, cheia de carinho. Olha a emoção de Rubiane. Eu tô aqui que não aguento carinho sobre esse esse tesouro que é chamado amizade, né, minha gente, que é um dos mais belos sentimentos que nós podemos experimentar. Amizade nasce do encontro de almas que se reconhecem, se apoiam, se fortalecem mutuamente, muitas vezes mesmo estando distantes. E aí no Evangelho de Jesus que nós encontramos a essência da amizade verdadeira. O Cristo já não disse pros discípulos, né? Já não vos chamo servos, mas amigos, né? onde tá lá João 15:15, que nesse momento Jesus mostra que a amizade ela é construída sobre confiança, respeito, sobre amor fraterno. E a doutrina espírita amplia essa visão, ensina que os laços de amizade eles não se limitam nessa vida presente. Amigos, podemos nos reencontrar em
uída sobre confiança, respeito, sobre amor fraterno. E a doutrina espírita amplia essa visão, ensina que os laços de amizade eles não se limitam nessa vida presente. Amigos, podemos nos reencontrar em diferentes existências, fortalecendo vínculos, né, onde vamos aprender juntos. E a amizade verdadeira é essa, é desinteressada, é baseada na bondade, na caridade, né? Como nos ensina o Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, nós podemos compreender essa amizade como um exercício de amor, com essa emoção toda dizendo aí, Rubiane, nos ensina também a praticar paciência, empatia, perdão, como um laço espiritual. que ultrapassa o tempo, ultrapassa a matéria, ela une corações, minha gente, em várias jornadas. E nesse nosso caminho de evolução, precisamos dos amigos. Nós sempre falamos das nossas preces, né, os nossos amigos espirituais, pois é através, né, desses amigos, não só os espirituais, mas os nossos amigos aqui na terra que aprendemos a ser melhores, a compartilhar e a servir. essa pequena introdução. Vou passar a palavra agora pra minha querida irmã, amiga Marcelinha, que está comigo na jornada, que me conhece mais do que não sei. Fala aí, Marcelino. >> Bom dia, amigos do Bom Dia Café. Bom dia, queridas do coração. É um prazer estar aqui novamente com a Marilda e a primeira vez com a Riane, nós três, depois daquela longa caminhada que nós fizemos, né, Ruby, na genética e espiritismo. E eu sou então a irmã e amiga, vamos falar hoje de amizade da Marilda. Eu sou amiga irmã da Rubiane, né? Por isso que a Rubiane vem como não amiga e irmã de sangue, mas, né? Uma irmã e extra sangue, né? Que transcende sangue. E eu sou também aqui de São José do Rio Preto, também tenho a pele preta, tenho o cabelo também castanho escuro, é um pouquinho mais compridinho que o da Marilda. tá virado para fora, né? Mas assim, cabelo curto no pescoço. Eh, estou vestindo uma blusinha azul escura com um filetinho prateado no pescoço. Tô com um colarzinho, né, prateado também no pescoço e porque eu adoro eh brilho,
Mas assim, cabelo curto no pescoço. Eh, estou vestindo uma blusinha azul escura com um filetinho prateado no pescoço. Tô com um colarzinho, né, prateado também no pescoço e porque eu adoro eh brilho, né? Adoro brilho. Então, sempre coloco um brilhinho, né? Quando o brilho não vem tanto de dentro, tem que sair de fora, né? Então, eu sempre coloco alguma coisa para dar um destaque. E tem, tô de óculos, né, com aqueles eh fiozinhos que seguram o óculos. Ah, tô com um colarzinho de pérola também aqui abaixo, que eu adoro pérola. E um brinquinho eh redondinho com a perolazinha. E ã atrás de mim tem uma parede bege e um armário de de colocar livros, né? Uma estante de colocar livros. Tô na minha no escritório de casa e eh até achei maravilhoso o ambiente que a Rub está. É muito assim e eh marca nossos olhos quando a gente olha e vê esse ambiente, essa natureza aí atrás de você, Ruby, a gente se sente assim, né? eh eh com a natureza, né? E ficou muito bonito esse sol, né? Estuante aí de de Porto Velho, né? E a Rubiane, ela tem a felicidade de estar sempre eh junto aí, pelo menos a cada um mês, dois meses com ela né Hul. Então, trabalham juntos na mesma casa espírita. E então a gente eh eu pelo menos fico muito feliz de estar novamente aqui com vocês. >> Uhum. E aí o Pedro Paiva, ele pensou que a gente tivesse dormindo. Estamos aqui bem acordadas, viu Pedro? Muito bem acordadas. E vamos relembrar então agora alguns momentos especiais, né? Eu vou passar para vocês bem os exemplos onde é que estivemos, não é? Onde é que nos conhecemos e eu vou pedir para vocês aí do chat também contar histórias sobre amizade, com quem vocês eh se conheceram. Eu aqui eu vou contar uma história que aconteceu comigo na nossa vida. Depois a gente retorna com Rubiane, com Marcali, porque eu tive vários amigos, graças a Deus, mas a gente sempre fala, né, amigos a gente conta na mão, porque amigo é aquele que realmente está ao seu lado, te ajuda. Eu tenho uma história muito importante para contar. E aí eu vou
graças a Deus, mas a gente sempre fala, né, amigos a gente conta na mão, porque amigo é aquele que realmente está ao seu lado, te ajuda. Eu tenho uma história muito importante para contar. E aí eu vou contar agora dessa querida, querida amiga, amiga Édna, porque na minha vida passaram vários amigos, mas essa amiga inspiradora que mudou a minha vida, que fez com que eu continuasse trabalhando e hoje me aposentasse, né? é um exemplo de história, essa história inspiradora que mostra que a amizade é um caminho também de aprendizado espiritual, minha gente. E essa amiga é a É, né? Como a Rubiane disse, eu fiz biologia, né? Depois a vida fez com que na experiência como professora que eu passei por vários cursos, professora primária, da escola primária, da escola secundária, que na época era escola secundária, agora ensino médio, mas aí tentei fazer alguma coisa na área da genética, mas aquilo me era um pouco enfadonho. E aí eu resolvi mudar, resolvi mudar porque quando eu estava fazendo um estágio no hospital de base da minha cidade como bióloga, para eu poderia ter sido geneticista, quando eu estava ali, colhi o sangue do paciente, ia semear aquela aquelas células, ia corar aquelas células para poder fazer o cariótipo ali do paciente. E aí eu bocejava, aquilo me era infadonho. Eu falava: "Meu Deus, o que que é isso? Porque o que não é enfadonho você faz com prazer, você gosta". E eu falava: "Meu Deus, nisso surgiu a faculdade de enfermagem na minha cidade e eu resolvi fazer". A minha coordenadora de estágio no hospital me perguntou 20 vezes: "Mas mulher, você tem certeza que é isso mesmo que você quer fazer?" Eu já era casada, eu já tinha dois filhos. Eu falei: "Não, é isso mesmo, vou fazer". E aí resolvi fazer enfermagem, fiz enfermagem, né? Estudei toda a a parte básica, depois fiz outros cursos na área da enfermagem, comecei a trabalhar no hospital e aí encontrei essa linda amiga Edna, que hoje aqui eu presto das minhas homenagens, né? Porque trabalhando nós passamos sempre com muitas dificuldades,
da enfermagem, comecei a trabalhar no hospital e aí encontrei essa linda amiga Edna, que hoje aqui eu presto das minhas homenagens, né? Porque trabalhando nós passamos sempre com muitas dificuldades, mas eu encontrei esta mulher, este ser especial, que ficamos sempre juntas. Ela, eu gostava muito dela, ia estudar na minha casa, eu ia estudar na casa dela para que a gente pudesse fazer as provas. E neste momento da vida, quando nós terminamos a faculdade, começamos a trabalhar no hospital e alguns anos depois eu queria estudar, fazer especialização e nós enfrentamos as barreiras e uma dessas barreiras é que não queriam que eu estudasse, fizesse uma especialização que aí tentaram me demover dessa função. E eu certa feita pensando nessas barreiras que nós enfrentamos, trabalhando num plantão de final de semana ali com Cabis baixa, eu falei: "Não, se eles não querem, é muita pressão para que eu continue na profissão. Se eu não quer, eu não preciso disso. Eu vou eu vou desistir. pensando nisso. Estou passando ali no corredor do hospital para um um paciente segura na minha mão e diz: "Não faça o que você está pensando, porque você nasceu para fazer isso. Se você fizer o que você está pensando, você não vai ser feliz, você não vai se sentir bem". Falei: "Nossa, que coisa! Alguém sai do corredor do nada e fala isso para mim. Foi o meu amigo espiritual que muito provavelmente intuiu esse paciente para dizer isso para mim. E eu continuei, não é? Mas será feita também por mais barreira, por mais dificuldade. Eu queria desistir mesmo da profissão, porque essa amiga, né, eu estava tinha tirado férias e nessas férias essa amiga me disse: "Olha, alguém não queria que você ficasse na instituição de trabalho. pediram que eu te dispensasse. Mas eu disse a eles, vocês podem dispensá-la, eu assino a dispensa dela, mas vocês também assinam a minha dispensa. Aí ela disse: "É o seguinte: "Olha, eu não sei o que aconteceu. A tua carta de dispensa sumiu, desapareceu." E ninguém nunca mais tocou na
o a dispensa dela, mas vocês também assinam a minha dispensa. Aí ela disse: "É o seguinte: "Olha, eu não sei o que aconteceu. A tua carta de dispensa sumiu, desapareceu." E ninguém nunca mais tocou na Então, quando alguém nesse porte, essa maravilha, esse anjo, essa amiga verdadeira, coloca a sua vida, coloca a sua vida em defesa da minha, é uma verdadeira amiga, não é, minha gente? É uma verdadeira amizade. Porque quem que vai querer isso? Quem que vai fazer isso? Então é isso aí, é só apenas uma história que eu deixo aqui para vocês, um depoimento de vida. E aí a nossa Estela Martins está aqui dizendo que a Terezinha, Olga Garrito, Pedro, São Paulo são todos amigos. tá dizendo bom dia para todos e também para Rosiar para dizer que a amizade é muito mais do que um apoio, não é? A amizade, essa amizade ela nos completa, nos completa. E nós então essa aqui foi a minha história. E agora nós temos histórias da infância, da adolescência, nós temos histórias de vida, de amizade na vida adulta, mostrando como os amigos nos ajudam a crescer espiritualmente, não é isso? nos ajudam a crescer espiritualmente. E aí uma dessas que eu tô contando, essa é a minha história. A outra, minha gente querida, é a amizade da infância. Olha aqui, na infância as amizades são inocentes, são espontâneas, que nos ensina a dividir e a confiar, né? Isso é na infância. Nós também temos na adolescência. E aí eu coloquei, não dá para ver, mas depois eu vou colocar outras imagens, as amizades da adolescência que nos ajudam a enfrentar descobertas, desafios, muitas vezes sendo apoio emocional. Então essa amizade na adolescência que estamos todos aí e depois vocês vão identificar porque tá muito longe, né? foram as nossas amizades da adolescência, o nosso grupo espírita, porque a adolescência eu passei com o grupo espírita, com os amigos espíritos e uma delas está aqui, nossa querida Rubbiane. E na vida adulta eu já passei, né, dessa fase aí. Então, nós temos amigos na infância, nós temos amigos na adolescência, né, e
a, com os amigos espíritos e uma delas está aqui, nossa querida Rubbiane. E na vida adulta eu já passei, né, dessa fase aí. Então, nós temos amigos na infância, nós temos amigos na adolescência, né, e nós temos amigos na vida adulta. Não é, minha gente? E isso é importante. E aí eu solicito ao ao grupo >> achar aqui agora. Vamos lá. >> Isso. Vamos ver. Olha aqui na infância. Quem me reconhece aí? Quem vai me reconhecer aí nessa na infância? Vamos cá. Calma. E aqui na adolescência, né? Ninguém acredita. E aqui na adolescência, aqui estamos as três. Marcali, Rubiane e eu. Vocês me identificam aí, gente? Vocês me identificam? Será que eu sou essa de blusa vermelha? Na vermelha. É vermelha. Será que a Marceli é essa aí de blusa preta? E a Rubiane é na mocidade onde cantávamos, estudávamos a doutrina espírita, mas era também muita alegria. E aí na vida adulta essa minha amiga irmã, não é verdade? Mostre, Rubiane, >> aqui. Aqui a Rubiane, essa de branquinho aqui do lado direito da foto. Olha, Marceli aqui no meio, sempre falante. E eu aqui, >> a Rubi sempre grudada, né, Marcelin? Eu era um um um trapinho de gente. Eu era um trapinho de gente. Vamos ver se eu consigo. Vamos ver se dá para ver. Eh, essa aqui a imagem já tinha passado. Vamos ver aqui agora. Vamos procurar aqui. Uma, duas, três. Vamos ver aqui. Aqui eu já vi, não é? Tem sete aqui. Acho que aqui maior dá para ver, né? Já reconheceu a Rubiana? Então essa aqui toda tímidazinha tentando cantar. A Marcal aqui com as mãos sobre a mesa e eu, essa menina suave dela aqui. E aqui todo o grupo junto e e eu vi aqui no centro que não dá nem muito para identificar oncotô, mas eu estou aqui na minha infância, onde como nós dissemos as amizades estão tranquilas. Vamos lá, então, minha gente. Eh, vou deixar agora a palavra paraa Rubiane falar sobre amizade. Depois a Antonieta Bezerra me me reconheceu que eu sou de blusa vermelha. Eu pesava 49 kg, 50 kg. Para eu adquirir 50 kg foi muita coisa. É isso mesmo. Você achou? Tá. Eu gostaria que vocês do chefe
. Depois a Antonieta Bezerra me me reconheceu que eu sou de blusa vermelha. Eu pesava 49 kg, 50 kg. Para eu adquirir 50 kg foi muita coisa. É isso mesmo. Você achou? Tá. Eu gostaria que vocês do chefe também falassem alguma coisa sobre a vida, sobre a amizade de vocês, mas eu vou fal deixar aqui a visita falar sobre amizade. Fala aí, Rubi. Nossa. Eh, quando a gente fala de amizade, a gente tem que lembrar do nosso maior amigo, né? Nosso irmão mais velho, nosso maior amigo, que nos ensinou, né? como ser realmente um amigo e que é Jesus. A gente nunca pode esquecer e agradecer a ele pela pelo por est sempre ali com a gente, nos ensinou, nos ensina, nos acompanha e que nos dá a chance, né, a ele, ao nosso pai. que nos dá a chance de reencontrar essas almas queridas ao longo da nossa trajetória da vida, que às vezes a gente tem aqueles dias que a gente acorda se sentindo triste, se sentindo solitários, mas se a gente parar para pensar, a gente sempre tem uma alma amiga do nosso lado. aquele nosso amigo que nos acompanha, né, do lado espiritual, que é alguém que meio que abdica, né, de tantas coisas, de tantas oportunidades para estar com a gente no nosso dia a dia. E nós também sempre temos as nossas almas queridas que são colocadas do nosso lado, independente de onde a gente esteja. Conforme a Marilda tava falando, eu tava lembrando da minha infância. E se a gente for ver realmente, né, cabe na dá para contar na na palma da mão, eh, participar foi uma emoção muito grande para mim. Vocês vão dar risada, meninas. Eu sou evangelizadora e a gente e sempre falo pros jovens, né, a a beleza que é a oportunidade que é participar de um grupo espírita, de uma mocidade, de uma juventude espírita. E só em 2019 que eu me dei conta que eu participava, eu lembrava, lógico, inesquecível o nosso grupo, mas na minha cabeça era como se eu já fosse adulta. Aí eu comecei a lembrar, falei: "Gente, eu tive a honra, a felicidade de participar de uma mocidade espírita e eu carrego esses amigos, essas
grupo, mas na minha cabeça era como se eu já fosse adulta. Aí eu comecei a lembrar, falei: "Gente, eu tive a honra, a felicidade de participar de uma mocidade espírita e eu carrego esses amigos, essas todas as lembranças, as emoções até hoje comigo com muito com muito carinho e muita saudade, né? E depois quando eu fui, mudei de São José do Rio Preto para Ribeirão, olha que lá eu encontrei quatro e que também mantém o contato, às vezes mais próximo, às vezes um pouco mais distante, mas por causa do dia a dia, né, das correrias que também estavam ali e a gente se apoiava. cinco alminhas que foram estudar fora de casa, um de cada canto do país e que a gente tava ali um para para apoiar, o outro para ensinar. E às vezes eram nossas provas de paciência, às vezes nós somos as provas de paciência pros nossos amigos, né? Mas o importante é que a amizade verdadeira, mesmo com eh ideologias diferentes, religiões diferentes, eh criações diferentes, esse amor permanece, ele transp, ele passa, sobrepõe qualquer barreira que a vida possa colocar E isso é uma prova da bondade divina, né? Porque a gente nunca está sozinho. A gente sempre em qualquer lugar do mundo que nós estivermos, sempre nós vamos encontrar além das dos nossos familiares, né? Às vezes a gente se afasta até da família, foi o meu caso. Eh, teve um momento quando eu vim para Porto para Rondônia, que eu estava longe até do meu filho, mas eu fui recebida por três famílias muito queridas que me apoiavam e tava ali. E logo que eu cheguei aqui, eu peguei uma das aquelas viroses amazônicas que te deixa assim uma semana de cama sem conseguir tirar a cabeça do travesseiro. Não era malária, não era dengue, é uma virose, né? E foram eles e eu tava sozinha. E eles que cuidaram de mim fisicamente durante todo o período que eu tava em Montenegro. Eles cuidaram de mim emocionalmente, mas fisicamente também. Depois de aí meu filho foi para lá e eles não só cuidavam de mim, cuidavam também do meu filho. Aí mudei para Porto Velho. Quando eu
negro. Eles cuidaram de mim emocionalmente, mas fisicamente também. Depois de aí meu filho foi para lá e eles não só cuidavam de mim, cuidavam também do meu filho. Aí mudei para Porto Velho. Quando eu cheguei em Porto Velho também sozinha, eu e meu filho, meu marido tinha ficado em São Paulo. Eu encontrei quatro amigos. que a gente tava trabalhava junto, então a gente se via de manhã à tarde e muitas vezes à noite porque um frequentando a casa do outro e que foi minha família aqui. E por questões da vida a gente foi se afastando, mas nunca eh perdemos realmente o contato. >> Uhum. Mudei de emprego. Aí meu marido veio, nossa pequena família, né? Nosso núcleo que é eu, ele meu filho, estamos ficamos juntos novamente e eu mudei de emprego. E nesse novo emprego encontrei novos, novas almas. Tem uma tem uma pessoa muito querida que eu falo que é meu irmãozinho do coração. Uhum. Eu ganhei dois irmãos mais novos. Um que é aquele irmão mais novo, que fica pegando no teu pé falando e que você fala: "Ai, meu Deus do céu, aquele irmãozinho, né?" E o outro que é aquele irmão que abraça, né? Então assim, como ter amigos é importante. >> Aham. que nos acolhe, nos nos ensina. E aquele e o amigo verdadeiro é aquele que quando você vai fazer alguma coisa, né, que não vai ser bom para você, ele chega e fala: "Não, ó, não vai por aí, né? Todo mundo isso vai." E aquele aí você tem aquele amigo irmão que fala assim: "Pô, não vai pisar na bola se você fizer isso". >> Ô Ruby, eh, você acha que a diferença de colega conhecido e amigo verdadeiro? Você acha que tem? Marceli também acha. Eu vou dar só um exemplozinho aqui só para cortar. Depois eu vou passar palavra pra Marcel. colega, gente, são aquelas pessoas com quem nós convivemos em ambientes específicos, como no trabalho, no estudo, colega. A relação dos colegas é geralmente funcional, é baseada nas tarefas, nos objetivos comuns ou na convivência que nós temos circunstancial. E aí o evangelho nos lembra que devemos tratar todas as pessoas com respeito,
olegas é geralmente funcional, é baseada nas tarefas, nos objetivos comuns ou na convivência que nós temos circunstancial. E aí o evangelho nos lembra que devemos tratar todas as pessoas com respeito, fraternidade, mesmo quando o vínculo não é profundo, não é? Não tá lá em Mateus 7:12. Tudo que quereis que os homens vos façam, fazei também vós a eles. Isso é importante deixar declarado. Isso é colega. Aí eu fui pesquisar, eu vi que conhecido são laços assim mais superficiais também. São pessoas que encontramos na nossa vida social, na vizinhança, na comunidade. Existe uma simpatia, sim, uma cordialidade, mas não é necessariamente uma intimidade ou confiança. É um pouco mais superficial do que o colega. E a doutrina espírita também me ensina que cada encontro que temos com as pessoas é uma oportunidade de aprendizado, de de exercitarmos a caridade, pois até os conhecidos podem ser espíritos com quem temos compromissos na evolução. Sabiam disso? E como nós falamos dos colegas, dos conhecidos, e aí a gente só vai fixar esse o que a gente tá falando aqui de amigo verdadeiro. Aí os amigos são aqueles, como disse a Rub, como eu contei aqui, que caminham conosco em todas as fases da nossa vida, que nos oferecem apoio. Eles podem estar em todas as fases da nossa vida, mas às vezes não. Eles nos oferecem apoio, compreensão, tem um amor desinteressado. E aí, como a Rubiane já disse na primeira palavra dela, foi que Jesus nos deu o maior exemplo de amizade ao dizer: "Ninguém tem maior amor do que este de dar a vida pelos seus amigos". João 15:13. E pro espiritismo, os amigos verdadeiros somos os espíritos afins. Muitas vezes reencontramos em diferentes existências e que nos ajudam a crescer moral e espiritualmente. Então, vamos resumir assim. E aí a Marcin vai falar: colegas são aqueles de convivência prática. Os conhecidos são aqueles vínculos sociais superficiais e os amigos verdadeiros, minha gente, são aqueles de laços profundos, né, de amor, de espiritualidade, que transcendem o tempo e a vida
prática. Os conhecidos são aqueles vínculos sociais superficiais e os amigos verdadeiros, minha gente, são aqueles de laços profundos, né, de amor, de espiritualidade, que transcendem o tempo e a vida material. Certinho? E aí, vamos lá, Marcelinei, fala aí do seu depoimento sobre amizade. Então, eu tenho uma poesia que a Marilda cita, fala. Eu às vezes falo e muitas vezes eu até troco umas palavrinhas, um uma frase aqui, outra ali, mas a gente guardou da infância e que eu acho que ela serve essa poesia para qualquer palavra que seja sã, por exemplo, quando a gente falou do livro, >> tá? E eu acho que a gente pode falar a mesma poesia no amigo, né? Então eu vou tentar. Qualquer coisa a Marilda me complementa. Eh, amigo, sabes ao certo o que é um amigo? Eu te digo, é um irmão que tu tens perto, que chora e brinca contigo, que te guia no deserto, que que na noite empresta abrigo, um coração sempre perto, na vitória ou no perigo. Um livro, trate-o, pois com muito carinho. Um amigo é como Jesus. Ciente bom nos teus passos. A criança abrindo os braços, ao homem mostrando a luz. Então o amigo que eu coube aqui nesta poesia do livro, né? É isso, né? É um irmão que a música já diz: "Você, meu amigo de fé, meu irmão camarada, amigo de tantos caminhos e tantas jornadas. Então, não é só uma jornada, são várias experiências que a gente passa com o amigo do lado, né, dando suporte, dando força, né, dando. A gente aprendeu na doutrina espírita que amigo, como você já tinha até dito, é mais que um irmão. Às vezes tem irmãos que não se dão bem, que não se entendem, que um não ampara o outro, que se o outro cair melhor, entendeu? sai, já deu, cansei. Então, tem amigãos que não são amigos e todo amigo é um irmão. Então acho que essa experiência da amizade que Deus deu para nós, essa experiência de estar junto com outra pessoa, porque amigo não existe essa no relacionamento uma pessoa sozinha, amigo só, sem ninguém ao lado. Amigo, amizade, ela propõe pelo menos uma relação a dois. Tem que ter um outro, né? E o
outra pessoa, porque amigo não existe essa no relacionamento uma pessoa sozinha, amigo só, sem ninguém ao lado. Amigo, amizade, ela propõe pelo menos uma relação a dois. Tem que ter um outro, né? E o outro que se preocupa com um, né, que orienta, orienta muitas vezes, não da forma às vezes que aquele outro desejaria, né? Fala, aponta às vezes um erro não com a função de julgar, mas com a função de orientar, de ajudar. Tem amigo que é mais elevado, que tem mais experiência e que consegue consertar as coisas. no caminho e tem os amigos, né, que são mais desajeitados, mais complicados e que precisam da assistência dos amigos mais experientes. Então eu acho que vai se formando uma corrente assim de amigos, né, amparando amigos, né, e forma essa irmandade dessa amizade. Então, se a gente for colocar na história, né, se a gente for rever na literatura espírita, quantos amigos, né, nos dão exemplo deste comportamento de estar ali junto, de ajudar. A gente vê em renúncia que foi aquela noismo da amizade com relação aos seus familiares, a mãe, o pai, o amor da vida dela, né, que Emanuel coloca como alma gêmea, chegou, né, para agregar vários setores. Ela não agradou todo mundo, nem o objetivo, objeto da sua vinda, que era o a alma gêmea dela, ela conseguiu agradar, né? Tanto que ele saiu aí pelas portas, né, laterais, mas ela tentou, ela tentou, ela foi aquela amiga mesmo, mas ela precisou ser amiga no sentido mais sublime que a gente possa, né, analisar. Ela precisou ser amiga da mãe. Que que ela fez para aquela mãe saindo eh para trabalhar deotornamente com aquele irmãozinho com dificuldades, amiga do irmão que tinha sido tio e que tinha se complicado. Mas aí ela consegue ajudar esse tio que se renova depois do acidente que morre. Ela ajuda o pai trabalhando na casa do pai sem dizer que era filha. Gente, que sentimento é esse? Se não é de uma amizade profunda, verdadeira, vindo do alto, do mais alto grau de sentimento de amor, amiga. Então, a gente vê no evangelho estas essas figuras, né, que são figuras
sentimento é esse? Se não é de uma amizade profunda, verdadeira, vindo do alto, do mais alto grau de sentimento de amor, amiga. Então, a gente vê no evangelho estas essas figuras, né, que são figuras evangélicas. aquela Célia de 50 anos depois, que foi aquela criatura, né, que pega aquela criancinha no colo e que dá oportunidade para ele reencarnar várias vezes e ela ali sustentando. Que que é aquilo? Voltando lá em renúncia, em auxion, a gente vê aquele amigo no plano espiritual dizendo para ela: "Você vai voltar?" é perigoso. Então ele é um amigo que tenta orientar, mas ela, né, detentora daquela potencialidade toda, fala: "Vou e vem e ajuda e é amiga, amiga de todos". Então, a gente vê esses exemplos de amizade, a gente vai tentando lembrar dela numa situação e aí a gente passa pela mesma situação, fala: "Para um pouquinho, deixa eu ver que que, né, porque se tornam para nós ícones, referências, né, de e de conduzimento, né, de capacidade de resistência. Então nós passamos por problemas e a gente lembra deles. A gente lembra de um Estevão, a gente lembra de um Abigail. E aí, como a Rubiane disse, a gente lembra de Jesus. Então, é o amigo que ensinou a todos estes baloartes do evangelho. Que que foi aquele Inácio de Antioquia? Que que foi ele na igreja que ele volta? em que ele é desconsiderado e ele se torna amigo do Cristo em detrimento a todas as atitudes cruéis que são realizadas para ele e ele continua lá firme, né? Então, se a gente for trazer, né, essa >> vários exemplos, né? Vários exemplos. É, é, é, é impressionante como um amigo realmente nos sustenta em todos os momentos. Porque a gente fala assim, às vezes, né, a amizade, a gente coloca aquele grupo de pessoas sorrindo como se fosse tudo maravilhoso, mas no exemplo que a Marilda deu da vida dela, né? Então, eh, nesses momentos são momentos importantes, definitivos às vezes de conduzimento e e que marcam a nossa vida vai paraa direita ou vai paraa esquerda e aí tem todo um desdobrar, né, de acontecimentos decorrentes desta nossa
momentos importantes, definitivos às vezes de conduzimento e e que marcam a nossa vida vai paraa direita ou vai paraa esquerda e aí tem todo um desdobrar, né, de acontecimentos decorrentes desta nossa atitude, né, dessa nossa escolha que muitas vezes um amigo nos ajudou a tomar, a decidir. Mas ali nós também tá em Paulo, porque muitas vezes a gente vai a gente faz conquista amigos nos ambientes agradáveis, mas Paulo já dizia: "Conquistai amigo, fazei amigo na iniquidade". E às vezes nós temos que fazer amigos também em todos os ambientes. E aí nós temos aí, minha gente, uma boa notícia que vai dar tempo depois. Se for falar de amizade aqui, a gente vai ficar um dia inteiro. Nós temos boas notícias. Eu vou passar uma boa notícia só sobre amizade da mídia. Vamos lá. Na mídia também tem boa notícia. E uma boa notícia que foi eh essa boa notícia eh de um amigo, uma amizade de um jovem rapaz que mora nas ruas e que fez o vídeo bater 8 milhões de visualizações. E ele dizia assim no site, só notícia boa, eu vou mudar a vida dele a moça, ela começou a passar mal de madrugada e ela precisou ir pra farmácia, minha gente. Aí ela disse: "Ainda bem que eu sou amiga de um morador em situação de rua, mais respeitado entre eles. E aí ela não precisou ter medo de ser assaltada nos b be be be becos da norte onde ela morava porque ela chama esse morador de rua de divul que acompanha. Então o que aconteceu? Como tem gente boa nesse mundo, não é? Essa jovem que estamos contando a história, ela fez amizade com um rapaz que mora nas ruas desde criança. Ele virou protetor dela e agora ela começa a agir para transformar a vida dele. E foi um vídeo que passou aí no nos TikTok, né? E ele chama Iago, de 31 anos, que ele aparece acompanhado com a Bruna, que precisou ir à farmácia de noite na zona norte de Brasília. Talvez a Terezinha lembre-se disso, num horário perigoso para andar na região. Ela disse que assim, eu comecei a passar mal de madrugada e precisei ir à farmácia. Ainda bem que sou amiga do morador em
Talvez a Terezinha lembre-se disso, num horário perigoso para andar na região. Ela disse que assim, eu comecei a passar mal de madrugada e precisei ir à farmácia. Ainda bem que sou amiga do morador em situação de rua, mais respeitada entre eles. E ela não precisava ter medo de ser assaltada nos becos da Asa Norte, porque o divo me acompanha e ainda atualiza a moça nas fofocas contra a Bruna. E esse vídeo viralizou. A Bruna Mendonça tem 22 anos, é consultora política. Ela sabe que o Iago era era, né, um dependente químico e ela ia resgatar o amigo para que ele pudesse dar os primeiros passos. Ela levou o Iago para tirar a certidão de nascimento no cartório e o próximo passo que ela ia dar foi a internação. Ele disse e ela disse assim: "Ele quer mudar de vida. Tudo que eu posso fazer por ele, eu vou fazer. Eu tenho um carinho enorme por ele. Olha que lindo. E os dois se conheceram naquela época lá fazia 4 meses. E depois de um gesto de solidariedade, quando a Bruna deu uma blusa e um cobertor paraa mulher de água que estava pedindo no prédio onde ela mora, no dia seguinte ela reencontrou a mulher e acabou conhecendo o Iago. A Bruna levou os dois pra igreja, deu comida a eles e começou a gravar vídeos mostrando o cotidiano deles, sem intenção de viralizar. Mas Iago começou a ajudar o Bruna com pequenas tarefas, encheu o pneu do carro e a amizade deles foi crescendo. Iago, que nasceu também em Brasília e viveu na rua desde os 12 anos e ele só sabe agradecer a amizade que ele tem com a Bruna. Depois que esse desses vídeos, o Iago começou a receber doação dos seguidores da Bruna e ela fez uma promessa aos amigos. Prometi que eles iam sair dessa. E aí com o dinheiro das visualizações, né, ela melhorou, porque ela mesmo, a Bruna é consultora, ela não precisa. Ela só quer ajudar mais pessoas, abençoar mais pessoas, não é? Uma linda mensagem de amizade, minha gente, né? Essa amizade desse jovem morador de rua com essa consultora que fez um vídeo, segundo ela, sem nenhuma intenção, que viralizou e mudou
s pessoas, não é? Uma linda mensagem de amizade, minha gente, né? Essa amizade desse jovem morador de rua com essa consultora que fez um vídeo, segundo ela, sem nenhuma intenção, que viralizou e mudou a história dessas pessoas. Não é bacana isso? Uma amizade, né? Porque você fala assim, aonde que ela conheceu uma pessoa ali no mundo diferente do dela, né? Paulo já dizia: "Conquisti, fazei amigo na iniquidade, em situações que muitas vezes não nos favorece". Então é muito bom esse que deu para contar, né? que já são 8:41, nós somos mais ou menos fiéis ao horário. >> Marilda >> e eu Oi. >> A gente diz assim que a gente faz um amigo quando a gente quando tá na relação com ele, nunca pensa assim: "O que é que eu sou ansioso?" Se quando não tem esse, o que é que eu vou ganhar com isso, né? surte uma amizade porque aí não tem interesse. >> Uhum. Então vamos só. Opa, >> a Rub vai falar. >> Eh, o Kardec, ele fala pra gente que essa amizade é o cenas do, vamos dizer assim, cenas dos próximos capítulos de como será a nossa sensação quando a gente alcançar um grau elevado de espiritualidade, né? chegar na no nível de espíritos puros, que é esse convívio que você falou. Não, ninguém pensa o que que eu ganho com isso. Simplesmente tô aqui, né? precisa. Tô aqui. >> E aí, minha gente, eu só vou concluir alguma coisa da nossa história, desse nosso bom dia. Como é que as diferentes culturas valorizam a amizade nas culturas ocidentais, como Europa e América, a amizade é muitas vezes associada à liberdade de escolha, né, e ao apoio emocional. É comum valorizar amigos como família escolhida. pessoas que compartilham interesses e oferecem suporte em momentos de crise. É esse o a visão de amizade na Europa e nas Américas. Nas culturas orientais, na China, Japão, Coreia, a amizade é vista como parte da harmonia social. O respeito, a lealdade e o compromisso são fundamentais. No Japão, por exemplo, a amizades eh amizades de longa data são cultivadas com grande dedicação e a confiança é considerada mais
rmonia social. O respeito, a lealdade e o compromisso são fundamentais. No Japão, por exemplo, a amizades eh amizades de longa data são cultivadas com grande dedicação e a confiança é considerada mais importante que a proximidade física. Ah, meu amigo falou isso, é palavra, é honra para eles. Nas culturas africanas, a amizade está profundamente ligada à comunidade. O conceito de o bumuntu, eu sou porque nós somos mostra que os laços de amizade, solidariedade são essenciais para a identidade coletiva. Nas culturas árabes, a amizade é marcada pela hospitalidade, pela lealdade. Receber amigos em casa e compartilhar refeições é uma forma de fortalecer vínculos, vínculos e demonstrar respeito. É isso que nós vemos, né? Quando se tem esses vídeos com figuras árabes, eles todos nos chamam comendo juntos, não é? E nas culturas indígenas, a amizade é vista como parte da conexão espiritual com a natureza e com a tribo. O vínculo entre os amigos é muitas vezes entendido como uma extensão da fraternidade universal. E aí, do ponto de vista do evangelho de Jesus, minha gente, a amizade e a expressão do mandamento: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Tá lá em João, né? Já aqui na nossa doutrina espírita, que é o consolador prometido por Jesus, ela nos ensina que os amigos podemos ser reencontros de outras existências, fortalecendo laços que transcendem culturas e fronteiras. Assim sendo, embora cada cultura valorize a amizade de maneira própria, todas convergem em um ponto. A amizade é um bem universal, capaz de unir corações e promover a evolução espiritual. Eu acho muito lindo que a amizade é uma dádiva divina, é o abraço que consola, a palavra que encoraja e a presença que ilumina. Quando cultivamos amigos, estamos cultivando também o amor de Deus em nossas vidas. Por isso eu vou deixar aqui um depoimento realizado por essa amiga querida que deixou aqui para para mim a sua mensagem. Vamos lá. Vamos ver. É falar sobre amigos. Que coisa gostosa falar sobre amigos. Que coisa mais gostosa ainda é ter
mento realizado por essa amiga querida que deixou aqui para para mim a sua mensagem. Vamos lá. Vamos ver. É falar sobre amigos. Que coisa gostosa falar sobre amigos. Que coisa mais gostosa ainda é ter amigos, né? Amigos de verdade. É muito bom ter amigos de verdade, aqueles que mesmo distante, mas mesmo quando a gente se separa deles fisicamente, eles continuam dentro do nossos corações, né? é num cantinho ali guardado e a gente firme tá lembrando deles por algum motivo, por alguma coisa que que nos fazem lembrar daquela pessoa ou por uma saudade que bate mesmo. De repente nós temos aqueles amigos que são mais presentes na nas nossas vidas, né? E e o o amigo mesmo verdadeiro é aquele que a gente pode contar para qualquer coisa, para qualquer momento, para qualquer horário, né? e que estão na vida da gente de forma muito intensa. Eh, eu tenho grandes amigos, aliás, eu tenho muitos amigos, mas eu tenho amigos eh alguns amigos que nunca vão deixar de fazer parte da minha vida. Nunca, nunca, nunca, nunca, né? É aquela frase, até que a morte nos separa. E eu posso dizer, por exemplo, que eu tenho uma grande amiga, eu acho que existe amiga filha, amiga irmã, e eu tenho uma grande amiga irmã, né, que se chama Marilda, né, amiga do peito mesmo, amiga irmã, que às vezes a gente fica um tempo longe, mas de repente uma manda uma mensagem pra outra, vamos tomar um cafezinho e lá vamos nós tomar um cafezinho, matar saudades. bater um papo. Isso é muito gostoso. Aliás, eu sou amiga dos cafés, né? Eh, tomo tanto café, faço tant para tantos lugares tomar um cafezinho, bater um papo com amigos que assim, eh, eh, às vezes eu falo: "Meu Deus do céu, eh eu não tô saindo dos cafés aqui em Rio Preto tomando, encontrando amigos, mas é a coisa mais gostosa do mundo, né? Então Um beijo, Marilda, minha minha amiga, irmã querida, um abraço para todo mundo. Tchau. É isso, né? Amigo é isso. Amigo é coisa para se guardar no lado esquerdo do peito, dentro do coração. Assim falava a canção que na América
minha amiga, irmã querida, um abraço para todo mundo. Tchau. É isso, né? Amigo é isso. Amigo é coisa para se guardar no lado esquerdo do peito, dentro do coração. Assim falava a canção que na América ouvi. Então, falar de amizade, minha gente, é isso que é essa dádiva divina, essa maravilha, né? E aí vamos terminar a nossa mensagem de hoje, o nosso bom dia, café de hoje com essa linda mensagem do ano novo, porque renovação, renovar amizades, renovar carinho, renovar atenção, renovar tudo. Então vamos lá, vamos ver se a gente aguenta falar da mensagem, a mensagem do ano novo. Renova. Ai ai ai. Os rios correm entre duas margens que parecem distante às vezes em abismos assustadores. No entanto, uma ponte pode ligá-los, facilitando o trânsito de segurança. Palestina possui dois mares, o generoso, o mar da Galileia e o outro de águas paradas, porque salgadas e quase metálicas. O primeiro as suas águas na razão direta e pelas fui das nascenas. O outro as absorve as transforma em s. Abismos multiplicam sempre os picos montanhosos, demonstrando em tudo que sempre existem a caminhada de todos os conhecidas como o bem mal. elegendo-se qualquer delas, os resultados inevitavelmente desenham alegrias ou não existem, pois desafios que não possam ser enfrentados galharia, nem provas deível superação. Um mundo de aspressões relativas como é a Terra, nada se apresenta de exceto a causalidade soberana. Por essas razões, lutar desfaldando a bandeira da coragem é o dever que devemos. Cada um existe mais na busca do triunfo total. Bem-aventurados que choram. O que se redim? Ai dos que galhofam, o que se tende coragem no estrugir das vossas dores, nos vossos testemunhos silenciosos. Seres intangíveis que vos amam, partilham das vossas, sustentam-vos nos testemunhos diários. Não desfaleçais as perspectivas dolorosas. Mantende a eita confiança de Deus que vos elege óleo de amor. Quando algo parecer impossível de ser transposto ou pensar na ponte da misericórdia e as duas mágicas serão alcançadas.
ectivas dolorosas. Mantende a eita confiança de Deus que vos elege óleo de amor. Quando algo parecer impossível de ser transposto ou pensar na ponte da misericórdia e as duas mágicas serão alcançadas. Quando a janela do sofrimento estiver escancarada, mostrando tormentos que não cessam, recordai-vos que o Senhor colocou às vossas costas outro retângulo aberto e de alegria para o vosso júbilo. Quando o mar, quando morte e desolação a mão sai assim na direção dele na Galileia, onde Jesus cantou assim ele o seu evangelho nas baixadas das vida, olhai asadas que vos aguardam, avançando sem temor. para alcançá-las, embora asidades enfrentadas, nunca estareis a su. Portanto, há mais sucessão do que o amor e a suão para todos os enigmas existenciais, saudando o ano novo que no calendário terrestre, vossos nossos amigos espirituais. Assim como nós outra aqui presentes, rogamos ao Pai Celestial que vos abençoe com esperança e saúde moral da qual decorrem a emocional e a mental, tornando os vossos dias no mundo terrestre enriquecidos pela paz do dever cumprido. aidora maternal Joana deâia do Fer no livro Compromisso de amoral em 18 de outubro de 2022 e é com essa mensagem de amizade de esperança que desejamos a um feliz ano novo. Paz, esperança. Mais nada. Obrigada Rubiane. Obrigada minha irmã. Obrigada, minha irmã amiga pode falar as suas considerações finais sobre >> muito obrigado, Marilda, Marceli, aos amigos cafezeiros, né, que estão aqui com a gente, que todos nós tenhamos um ano maravilhoso, que possamos nos estar unidos e nos apoiarmos, né, mutuamente, com muita amizade, com muito amor e sempre lembrando que não estamos sozinhos. No nosso lado, nós temos nosso maior amigo. Muito bom dia para você. Obrigada a todos que nos ouviram, que compartilharam esta manhã radiosa, um só amigo para todos, um feliz ano novo com aquela esperança e a perspectiva de grandes belas realizações. Neste ano, surgindo as dificuldades, é lembrar-se no himo da mensagem de Maria de que tudo passa.
amigo para todos, um feliz ano novo com aquela esperança e a perspectiva de grandes belas realizações. Neste ano, surgindo as dificuldades, é lembrar-se no himo da mensagem de Maria de que tudo passa. A única coisa que não passa é o amor de Deus em nós. Muita paz a todos. Ah, obrigada a todos pelo carinho, por mais esse Bom Dia Café. E vamos aqui deixando para vocês a nossa, nosso querido e bondoso Jesus que abençoe a todos nós hoje, sempre com renovação em nossos corações. Amigos.
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