Bom dia, café! 261125 O VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5749037626294272
เฮ >> Toda vez que eu penso em Jesus, Meu coração se acende no meu peito. Toda vez que sinto essa luz me iluminando e a minha mente e o meu corpo pareço flutuar. Quando penso em Jesus eu sinto paz. Bom dia para você. Bom dia. Bom dia. Bom dia. São 7:34 minutos. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. A live que acontece de segunda a terça-feira, segunda a sexta-feira, né? Segunda a sexta-feira, sempre às 7 horas das 7:30 da manhã. Jesus amado. Hoje vai ser daqueles dias, hein? às 7:30 da manhã para trazer para todos nós bons sentimentos, boas energias, vibrações de esperança e de paz pra gente começar o dia de bom humor, pra gente começar o dia bem contentes, bem felizes. Tá um cheirinho de pão quente aqui que vocês não têm ideia. André tá preparando o café da manhã dele. Nossa, deu até água na boca. Você já tomou café por aí? Ah, aqui tem o cafezinho também, ó. Já vou tomar a xícara tá apostos. Já está apostos. Eu sou a Estela Martins, sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, bem curtinhos, óculos de a arredondado, vermelho. Hoje eu tô com um batom mais clarinho, um pouco um bejinho, marronzinho, sabe? mais claro. Estou no quintal da minha casa, por isso eu tenho várias plantas ao fundo. E aqui na mesa, tô apoiada numa mesa, tem uma garrafa de café verde, copo com água e o computador. Muito bem. Vamos ver quem já chegou. Ó lá, a pessoa tá mesmo querendo me fazer morrer de fome hoje por causa do cheirinho de pão. Ai ai. Bom dia, Thaago. Bom dia, Jairuques. Bom dia. Chegou cedo, hein? Pôs a lenha no fogão hoje. Bom dia, Patrilux. Patilux, vamos continuar a semana com coragem. Eu não, eu esqueci da gravação ontem, mas eu vou gravar agora de manhã. Terminou. Bom dia, Café, eu vou gravar, garanto para você. Bom dia, Dolores. Tô dando trabalho paraa Patrícia, gente. Bom dia, alguinha. Likes, likes, likes. Isso mesmo, muitos likes. A Dolores dando bom dia pro Jairux, para Patilux. Nossa, só isso. Esse povo hoje tá dormindo mesmo, hein? Isso porque nós tivemos segunda-feira um
uinha. Likes, likes, likes. Isso mesmo, muitos likes. A Dolores dando bom dia pro Jairux, para Patilux. Nossa, só isso. Esse povo hoje tá dormindo mesmo, hein? Isso porque nós tivemos segunda-feira um bom dia café falando do set de gravação do chosen. Ontem nós falamos sobre terapia de vidas passadas e hoje vocês estão tudo dormindo. Eu não acredito nisso. Não acredito. Ah, bom. Ah, bom. Oi, Cris. Cristiane, bom dia. Abraço fraterno para você também, amiga. Estou tomando um cappuccino aqui com 11º. Nossa Senhora. Aqui nós estamos. Olha, tá avisando que o ar tá ruim. Cruzes. Nós estamos com 18º, mas tem um sol aqui e não tá ventando. Então a sensação térmica não é de 18º, não. É de um pouquinho mais. Um pouquinho mais. Manaus, Amazonas. Aí tá calor, hein, Cristiane? Aí é calor. Aí é calor. Coragem. A prece mais atendida e prontamente atendida. Coragem a todos nós. É isso. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Falando impresse. Ó lá, beij flor. Bem te vi. Gente, hoje vai ser bravo, cara. Eu tô trocando todas as palavras. Vocês perceberam, né? Tô aqui trocando tudo. Vamos fazer nossa preça. Quem sabe eu consigo me concentrar. [risadas] >> Trzes filhos, o Senhor nos abençoe. as lições do Evangelho, estejamos convencidos de que em todas as crises da existência consejam problemas, dificuldades, incompreensão, injúrias, provas, lutas, outras tribulações, amarguras, sofrimentos, desafios. perseguições, angústias, desilusões, tristezas, humilhações, calúnias, sofismas, pretelições, aflições, obstáculos, privações. Diante de qualquer transisceremos se nos dispusermos a esquecer o mal, crer no bem e servir com amor. Bezerra de Menezes. Ah, errei. Fiquei tão empolgada aqui com a prece, com a mensagem do Bezerra que errei o errei o vídeo, tirei o vídeo errado. Ai, ai. Mas é isso, né? Se a gente não esquece, não esquece no sentido do perdão, né? Não esquece no sentido de entender que algumas situações eh são provas e outras são expiações, mas que todas elas vêm para ensinar a gente alguma coisa, né?
uece, não esquece no sentido do perdão, né? Não esquece no sentido de entender que algumas situações eh são provas e outras são expiações, mas que todas elas vêm para ensinar a gente alguma coisa, né? Certamente paciência, perdão. Tem algumas coisas que são já clássicos, né? que nós todos precisamos eh aprender constantemente e e muitas vezes a gente não entende isso, né? Acho que quando é muito profundo, quando é muito dolorido, a gente tem dificuldade para entender, porque dói, né? E a gente não quer saber da dor, a gente quer acabar com a dor. Importa de que jeito. E nem sempre eh a pressa, né? E a a ansiedade e o desespero são bons conselheiros. Normalmente não são, né? Normalmente não são. Deixa eu ver quem mais falou bom dia aqui. Opa. Ah, dona Marilda, nós temos surpresas para vocês, hein? Nós temos surpresas com dona Marilda. Vocês aguardem aqui. Mor vento. Melhor eu não sair. Tá certíssima. Melhor não sair mesmo. Quando bem ti canta na minha terra é sinal de que alguma grávida por perto. Deve ser alguma vizinha. Ai, olha, ô Thaago, com tanto de BTV que tem aqui nesse quarteirão, impossível isso dar certo, cara. Sem contar que esse aqui é um quarteirão. Esse é um bairro de gente idosa. [risadas] Ai, ai. [risadas] O bom foi a cara do André, gente. >> Hã? >> O bom foi a sua cara. Hora que eu hora que eu falei que grávida só se for alguma vizinha. Bom dia, Terezinha, tá tudo bem aí? Como é que tá a temperatura em Brasília? Terezinha? Maria Ferraz, muitas bênçãos para você também, querida, e uma boa madrugada aí para você. Jair, o que será que tem nesse café da Esteluk para estar trocando as palavras? Eu troco sem tomar esse café e eu também. Eu já tava trocando antes de começar, antes de tomar o café. Eu tô desde ontem, na verdade, fazendo umas com meu com a minha dislexia a milhão. A milhão. Dulce Neia, bom dia. Não se esqueçam de curtir a live. Isso mesmo. Por isso, os orientais nos ensinam o buchido, a vida em cada suspiro. Cada instante devemos aproveitar tudo. É
ia a milhão. A milhão. Dulce Neia, bom dia. Não se esqueçam de curtir a live. Isso mesmo. Por isso, os orientais nos ensinam o buchido, a vida em cada suspiro. Cada instante devemos aproveitar tudo. É verdade. Tem razão. Bom dia, parça Angelux. Tudo bem aí? Hoje faço jura que hoje é seu aniversário? Olha, menina, parabéns para você nessa data querida. Muitas [aplausos] felicidades, muitos anos de vida. Uh! Viva! Viva a Angelux! Viva Angelux! Beijos enormes para você. Você sabe que eu gosto muito de você, né, querida? A parça é uma uma pessoa muito querida na minha vida. Um beijo, beijo, beijo enorme para você, meu bem. Saúde. Me emocionei porque lembrei da sua tia. Ai ai. Bons tempos, hein, Angângela. Bons tempos. A tia da Ângela era. Vocês sabem que eu choro por qualquer coisa, né? Só quem não tá acostumado com bom dia de café que pode estranhar. A tia da Ângela era dirigente do de um dos dos grupos de mediunidade que eu fiz parte lá na Casa do Caminho e eu participei desse grupo com ela, dona Dina, muitos anos, muitos anos. Dona ensinou muita coisa para mim, muita coisa. E aí eu cantei parabéns para você e lembrei dela. Ai ai. Beijo, querida. Beijo grande para você. Final de ano a gente vai ficando mais sensível. Aí toma café para respirar fundo, né? Cantei junto. [risadas] Ai, ai, a tia tá bem. Ai, que bom, querida. Você manda um abraço bem apertado para ela. Disse que eu mandei milhões de beijos para ela, viu? Deixa eu ver aqui. Que bom, né? Nós já começamos Bom Dia Café Cantando. Parabéns para uma cafezeira. Olha, belo, belo começo de de quarta-feira esse. Gostei, viu, Ângela? Que bom que você entrou e contou que é seu aniversário. Antonia, bom dia. Lá, parabéns para Ângela. Isso mesmo, isso mesmo. Brasília esfriou um pouco porque tivemos chuva, graças a Deus. Nossa, aí chuva é tudo de bom, né? Aí chuva é mesmo tudo de bom. Muito bem. Muito bom. Vamos paraas. Hoje nós temos pouquíssimas efemérides, mas hoje nós temos o nossas histórias. Eh, segunda-feira nós tivemos a
huva é tudo de bom, né? Aí chuva é mesmo tudo de bom. Muito bem. Muito bom. Vamos paraas. Hoje nós temos pouquíssimas efemérides, mas hoje nós temos o nossas histórias. Eh, segunda-feira nós tivemos a participação da Maria Ferraz, né, falando lá do do The Chosen. Ontem nós tivemos também visita e eu já recebi um monte de mensagem porque várias pessoas eh foram procurar mais informações sobre a Eline e muita gente ficou animadíssima. Eu espero que a Aninha lá do do grupo mediúnico lá do Obreiros do Bem esteja assistindo. Ana, um beijo grande para você. A Ana ficou empolgada lá também, tá querendo ser paciente da Eline. É bom, né, gente? nós, a gente precisa resolver os nossos problemas de saúde mental, eh, com a mesma dedicação que a gente tem quando tratar de qualquer outra parte do corpo, né? E a gente não se incomoda, por exemplo, de ter que passar. Opa, pera aí, gente. Problemas. aqui na câmera. Vamos lá. Vocês aguentem um minutinho aí. Ah, voltou. Pronto, passado o susto. Quando a gente, vocês lembram que eu perguntei para ela ontem, eh, paraa Elane que, Eliane, que quando a gente cuida da nossa saúde mental, hoje a gente tá cuidando, na verdade, eh, da saúde mental do espírito, né? Porque se eu, eu, por exemplo, sou hipertensa, eh, hereditário na, na família, né? Tenho milhões de casos de hipertensão na família. Então, quando eu cuido da hipertensão, eu tô cuidando do corpo físico. A hora que o corpo físico morrer, eu volto pro plano espiritual. E nada de a hipertensão, não vai junto comigo, [risadas] graças a Deus. Não vai hipertensão, não vai o problema, a deficiência visual não vai. Não vai obesidade não vai junto. Graças a Deus. Graças a Deus. Agora, se eu não cuidar da minha saúde mental, ela vai junto comigo pro plano espiritual. Vocês concordam? Porque as questões emocionais elas não estão no corpo físico, elas estão no espírito. Então a gente precisa cuidar da saúde mental já para não carregar isso para depois, para não levar esse problema adiante. Vocês já tinham pensado nisso?
estão no corpo físico, elas estão no espírito. Então a gente precisa cuidar da saúde mental já para não carregar isso para depois, para não levar esse problema adiante. Vocês já tinham pensado nisso? O dia que eu vi essa história, eu falei assim: "Não é que tem todo sentido?" Então, esse preconceito que nós temos com relação à medicação para a saúde mental é absolutamente eh irracional. Por quê? Eu concordo. Eu não acho que é problema usar óculos todo dia. Eu não acho problema tomar remédio para hipertensão. Não acho problema tomar remédio para diabetes, nem para Eu não tenho diabetes, graças a Deus. para tiroide, que aí eu tenho hipotiroidismo, eu não acho problema tomar remédio, ah, sei lá, para todas as doenças que existem e que há necessidade de tomar remédio diariamente. Eu não vejo problema nisso, mas eu não aceito tomar remédio para sofrer menos de ansiedade. Não acho correto tomar remédio para não ter eh depressão. Aí eu não quero porque aí não pode, porque aí vicia, né? A gente precisa desfazer esses preconceitos, sabe? É urgente porque essa tristeza que se instala, que não sai e que dura uma semana, dura duas semanas, dura três semanas, ela já precisa de atendimento profissional. a não ser que você esteja passando por por luto. Se você tiver passando por luto, aí já é a outra história. Mas mesmo assim, se o luto não permite que você cumpra atividades básicas como se alimentar e tomar banho, você também precisa de ajuda profissional, sabe? A tristeza, o sofrimento no luto é muito natural, mas a ponto de não permitir, por exemplo, que você tome banho e coma, né, e sinta fome, aí você aí você precisa de atendimento profissional, né, de acompanhamento profissional. E isso não é demérito nenhum e nem problema nenhum. Isso acontece com nas melhores famílias, sabe? acontece nas melhores famílias mesmo. Vamos lá, Cris, dando parabéns para Ângela. Isso mesmo, canto. [risadas] Adoro vocês, cara. Adoro vocês. A Olga também dando parabéns, né, pr pra Ângela. Que bom, né, a gente poder estar
mílias mesmo. Vamos lá, Cris, dando parabéns para Ângela. Isso mesmo, canto. [risadas] Adoro vocês, cara. Adoro vocês. A Olga também dando parabéns, né, pr pra Ângela. Que bom, né, a gente poder estar junto. Obrigada. Paraa Antonieta também, pra Cris. lá agradecendo a Alguinha. A Olga também é da mesma casa espírita que eu frequentava, né? As doenças são alertas dados de que há um desequilíbrio com o espírito através do perespírito e com o seguinte o corpo físico. Todo tratamento deve considerar o espírito e o corpo físico. Sem dúvida. O que eu tô dizendo, Thago, é que ao contrário do restante do dos problemas eh das doenças que são no corpo físico, né? E o tratamento é no corpo físico. As emocionais são do espírito, elas estão nele, né? Patrícia Oliveira vizinha, bom dia. Tava sentindo sua falta. Terezinha, quando eu reencarnar, vou pedir a Deus para dar no jeitinho para eu nascer sem nervo ciático. [risadas] Ai, é verdade. Nossa, eu tô tentando cuidar da compulsão alimentar no momento. Tratar as emoções, tratar o espírito com a ciência e a espiritualidade. Sem dúvida, meu bem, sem dúvida. Mas você tem toda a razão, né? Quando a gente eh tem algum problema de saúde, a gente precisa obviamente cuidar do espírito também, né? É tudo reflexo. Eh, mesmo que se trate de prova, né, ou de expiação, as doenças são originadas por ordem e força do espírito, né? Você tem toda a razão. Muito bem. Bom, já fizemos a prece. Ah, é as efemérides. As efemérides. Eu vi o aniversário ali da Ângela e tudo troquei tudo. Mas eu não pus a vinheta não, né? Bom, se eu pus a vinheta, eu vou pôr a vinheta duas vezes. Podia ter posto a vinheta de Niver antes de cantar parabéns. Nem lembrei. Muito bem. Vamos ver. Em 1989, aos 50 anos, em Ituiutaba, desencarnava Jerônimo Mendonça, conhecido como gigante deitado. Foi um grande trabalhador, palestrante, escritor espírita, que juntamente com Chico Xavier, seu amigo, trabalhou pelas causas sociais e pela divulgação da doutrina. Jerônimo Mendonça, mesmo
e deitado. Foi um grande trabalhador, palestrante, escritor espírita, que juntamente com Chico Xavier, seu amigo, trabalhou pelas causas sociais e pela divulgação da doutrina. Jerônimo Mendonça, mesmo paralisado em uma cama ortopédica e cego, trabalhava arduamente pelo ideal espírita e, por isso, ficou conhecido como gigante deitado. Escreveu os livros Crepúsculo de um coração, cadeira de rodas, nas pegadas de um anjo, escada de luz, de mãos dadas com Jesus. E 14 anos depois, que é em coautoria, fundou o Lar Espírita Pouso do Amanhã. Pera aí que eu vou tentar mostrar para vocês. Aí, Lar, pouso da manhã, obra destinada ao amparo de órfãos. Ituotaba, após 50 anos de profi com a existência, desencarnou eh o gigante deitado, apelido dado por seus amigos e pela imprensa. E é esse também o título do livro compilado por Jane Martins Vilela, que é a biógrafa dele, né? Eh, aí eu vou o o texto que eu que eu encontrei na internet, eh, tem um trechos muito interessante aqui, ó. Imagine o leitor, um homem totalmente paralítico num leito há mais de 30 anos, sem mover o pescoço, cego a 20 anos, com terríveis dores no peito, necessitando do peso de quilos de areia para suportar essas dores. Esse homem resignado e sereno viajou pelo Brasil afora, proferindo palestras, cantando, consolando e orientando centenas de pessoas. E eu tinha esquecido. Olha que legal. Essa é a, se você, o pouso do amanhecer, tá vendo? É um trabalho bem bonito, bem bacana. Se vocês quiserem conhecer, eles têm um Instagram bastante ativo lá, vale a pena dar uma uma conferida. E aí eu vou mostrar para vocês porque achei um vídeo bem legal. Vamos ver se eu acho ele aqui. Ah, não, eu pus em outro lugar. Pera aí, já sei. Calma que eu vou chegar lá. Ai, ai. Não, acho que tá aqui, ó. Não. Oh, meu Deus. Também não. Onde será que eu pus? Ah, é. Tá certo. Eu pus aqui. Quer ver? Eu vi ele ontem aqui, ó. Já vou compartilhar com vocês. Se Deus quiser. Calma que vai entrar. Jerônimo é um dos grandes missionários da nova era. Nascido na cidade de
Tá certo. Eu pus aqui. Quer ver? Eu vi ele ontem aqui, ó. Já vou compartilhar com vocês. Se Deus quiser. Calma que vai entrar. Jerônimo é um dos grandes missionários da nova era. Nascido na cidade de Toyotaba, no Triângulo Mineiro, desde jovem dedicou seu espiritismo. Vítima de uma paralisia irreversível e crescente, ele experimentou as mais torpes provações. Um erro médico terminou por impedir-lhe a visão cegando-o. E mais tarde, porque a doença passasse para o segundo olho, ele também perdeu a segunda vista. O seu drama era de tal forma que as articulações enrijeceram. A circulação do sangue dava-lhe grande agonia e ele vivia com um ventilador ligado em grande velocidade e a menos de 1 m de distância. Dormia pouquíssimo. Nunca perdeu a alegria de viver. Era jovial, portador de uma inteligência brilhante, excelente conferencista. conseguia imitar a minha voz quase à perfeição. Muitas vezes na casa espírita da pressa em Uberaba, quando ela estava repleta, ele começava a falar num tom alto e as pessoas diziam: "Ai, o Divaldo Franco". Depois ele gargalhava e dizia: "Não, por enquanto eu Gerônimo Mendonça". Quando eu terminava palestras no Triângulo Mineiro, que ele ia sempre, a hora da saída, ele me dizia assim: "Ei, Divaldo, tu falas e transpiras e eu saio carregado". Porque ele realmente foi aquele que, tendo recebido o dom da charrua, segurou-a e levou adiante. É modelar. Depois de desencarnado, ele apareceu meus 15 dias e jubiloso, eu não reconheci. E ele me diz: "Divaldo, você não faz ideia da felicidade de poder ver e de poder locomover-me." A seguir e a paralisia ficaram no corpo daquele que tanto devia. Agora estou feliz. Portanto, esse nome que quisorna a instituição que tem dando-nos a todos a cobrir as pegadas em nome de Jesus. Parabéns. >> Obrigado, Divaldo. Nós sabemos que existe a causa e efeito no Jerônimo Mendonça, segundo a [música] biógrafa eh Maria Gertrudes, se não me engano, né? [música] Ela fez, escreveu sobre Jerônio Mendonça e ela consta que
. Nós sabemos que existe a causa e efeito no Jerônimo Mendonça, segundo a [música] biógrafa eh Maria Gertrudes, se não me engano, né? [música] Ela fez, escreveu sobre Jerônio Mendonça e ela consta que na 18ª dinastia do do antigo Egito, o príncipe Orencebe foi um do uma das vidas que Ger Mendonça [música] teve. Poderia falar um pouquinho sobre isso? >> Eu confesso que não li o livro e não tem. A verdade [música] é que ele era comprometido e sublimô. Isso aqui é importante. >> Tem uma história, ela é engraçada e ela é emocionante ao mesmo tempo. Em Minas Gerais, em uma cidade [música] chamada Ituutaba, triângulo de Triângulo Mineiro, né, nasceu alguém que recebeu o nome de Jerônimo Mendozaça. O Jerônimo era um atleta bonitão, forte. gostava de fazer exercícios físicos, né? E vaidoso. E o Jerônimo, então, musculoso, forte, olhava pro espelho e falava assim: "Ei, Tarzan, você tá bonito". [risadas] Na época era o filme do Tarzan, né? Que fez um sucesso, aquele Tarzan antigo, né? Que nem tão forte era assim, mas ok. Bom, pra época, né? >> Hoje nos tempos de Thor, eh, Aquaman, ele era bem fitness, né? O Tazã chegou ele, ô Tazã, você tá bonito. Ele tava ali pro teu tab e um dia uma pessoa levou ele num grupo espírita das antigas, os grupos espíritam reunião mediúnica na reunião pública. Imagine, ele sentou, tava um médio lá psicografando. Aí o médico recebeu uma mensagem, olhou aquilo, que mensagem mais esquisita. Eu não vou ler isso não. O espírito falou: "Lê, lê, porque essa pessoa tá aqui e precisa ouvir isso." O médico levantou e falou: "Tem uma mensagem aqui. Olha, gente, não é uma brincadeira. Eu tô falando sério. É uma mensagem pro Tarzan". [risadas] >> O Jerônimo levantou, >> é meu apelido. O médico virou aliviado, né? Falou: "O espírito mandou te dizer [música] o seguinte: Tazã, segura no cipó da fé". Porque você vai atravessar a floresta da dor. Pouco tempo depois ele tava plégico. Era o gigante deitado. Esse era o apelido dele. Eu nunca vi uma pessoa tão alegre na
te: Tazã, segura no cipó da fé". Porque você vai atravessar a floresta da dor. Pouco tempo depois ele tava plégico. Era o gigante deitado. Esse era o apelido dele. Eu nunca vi uma pessoa tão alegre na minha vida. Depois você pesquisa no YouTube, Jerônimo Mendonça, e eu nunca vi uma pessoa tão alegre. Uma vez uma repórter, uma moça entrevistando ele perguntou: "Jerônimo, o que que é felicidade?" Ele falou: "Para mim é virar de lado". [risadas] E ela: "Caraca, porque ele só fica, né? Só não não mexia, não mexia nada. Esse homem, [música] eles pegavam uma cama, levavam pros lugares e ele falava na cama deitado. E as pessoas saíam com a vontade de viver, com uma fé na espiritualidade, um gigante deitado. Muito bom, né? E nós estávamos aqui falando sobre doenças, sobre problema de saúde. É isso. É exatamente isso. Ó, Marcos Amaral tá aqui também, né? Bem-vindo de volta, Marcos. Marl Vega, vi ela Vega, já vi também. A Cris Cristiane, bom dia. Mas é impressionante, né? É impressionante a história dele. É muito legal, muito legal mesmo. Muito interessante, né? E tem mais história para vocês. Bora lá ouvir nossas histórias. Deixa eu tirar esse daqui agora. Vamos lá. Eu não sei porque que eu tô fazendo isso de ficar deixar esse pretão aqui, ó. Ó lá. Tá errado isso aqui, mas devagar a gente vai acertando, né? Tem tem uns dias que ontem eu fiz 500 vezes a edição desse vídeo aqui. Vamos ver se ele ó lá. Tá vendo? Não era para ter ficado esse preto. Agora vai. Bom dia, boa tarde, boa noite. Como vai você? Está começando agora o quarto episódio de nossas histórias, uma série de conversas entre dois jornalistas, eu e o Cléber, que você já vai ver já. Cléber está nos contando suas histórias e mostrando para nós que toda história vale um conto, um ponto e muita celebração. E é para isso que nós estamos aqui. Se você pegou esse bonde em movimento, pegou o bonde andando, eita, volte e veja o episódio um, o dois e o três aqui nesse canal mesmo. Ou então vá assistindo a partir daqui, você que
ós estamos aqui. Se você pegou esse bonde em movimento, pegou o bonde andando, eita, volte e veja o episódio um, o dois e o três aqui nesse canal mesmo. Ou então vá assistindo a partir daqui, você que decide. Eu sou Estela Martins, sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtinhos. Uso óculos arredondado, de aros vermelhos. Estou de batom vermelho, brincos compridinhos, pendura com uma pedrinha pendurada na ponta, casaco preto, porque nesse dia que nós estamos gravando, tá frio aqui no interior do estado de São Paulo. E aí vocês vão agora ver o Cléber. Oi, querido. Bom dia, boa tarde, boa noite. Já faça a sua autodescrição. >> Bom dia, boa tarde, boa noite. E para os notívagos, como eu, por não dizer boa madrugada. >> Isso mesmo. Boa, boa. Gostei. >> Eh, tudo bom, Estelinha? Eu tô legal. Eu sou o Cléber, né? Vocês já devem ter me visto aí nos três primeiros episódios, mas para quem não me viu, eu sou Cléber, tenho 59 anos, ã, sou jornalista, cabelo curto, grisalho, não tenho barba, não tenho bigode, mas tenho cavanhaque branco. Ah, estou vestindo uma jaaqueta, um agasalho preto com listas vermelhas. Estou aqui no em São Paulo, que também tá frio hoje, não é só no interior, aqui São Paulo também tá frio. E é isso. Eu tô no escritório aqui com o fundão eh bege nas minhas costas e do lado esquerdo eu tenho alguns livros e a porta. É isso, gente. >> Ah, verdade. Estou aqui para continuar as nossas histórias, né? >> Isso mesmo. Continuar as nossas histórias. As nossas histórias. >> E como bem disse você para celebrá-las, né, Estela? Isso é legal a gente sempre lembrar. Toda história vale vale uma celebração. >> Vale um conto, um ponto e uma celebração. [risadas] >> Exatamente. Exatamente. >> De hoje é o que mesmo, seu Cléber? Estrela. Eu tava pensando o seguinte. Ah, uma das principais intenções nossas aqui no nossas histórias, né, contando as histórias, é provocar reflexão nas pessoas, né? Eu tenho uma passagem na na minha vida que provoca muita reflexão,
te. Ah, uma das principais intenções nossas aqui no nossas histórias, né, contando as histórias, é provocar reflexão nas pessoas, né? Eu tenho uma passagem na na minha vida que provoca muita reflexão, né? Mas ela não provoca apenas a a reflexão pela minha história. Eu acredito que essa história ela vai fazer com que as pessoas reflitam, tá, por se tratar de algo que acontece todo dia na vida de alguém, tá? mas que a maioria das pessoas não valorizam. São os pequenos milagres, tá? Mas tá, pequenos milagres que quando você começa a entender e quando você busca entender, você acaba descobrindo que são grandes milagres, né? E é isso, Estela. É isso. Hoje eu quero contar aqui uma coisa que para mim foi um milagre, né? entre tantos outros milagres que já aconteceram na minha vida. Eu tava fazendo uma, tava dando uma recapitulada esses dias aí e aconteceram pelo menos cinco milagres na minha vida. Eu posso ir contando um a um, um a um, mas acho que esse de hoje vale a pena porque ele vale uma reflexão legal, eh, porque tem um desfecho meio contraditório depois. >> E o que que você chama de milagre, Cléber? Ó, Listela, eu acho que assim, eh, se eu for contar a respeito de todos os milagres, tem milagre, ã, para muita gente pode ser coincidência, para mim não, né? Para muita gente pode ser, ah, isso não foi um milagre, isso foi uma bênção, para mim é a mesma coisa. Então, mas você chama de milagre ou que é uma ocorrência inusitada ou uma coisa que seria impossível acontecer, mas aconteceu? >> Nesse caso de hoje é uma coisa impossível de acontecer, literalmente impossível. >> É porque, >> e eu vou e eu vou explicar porê. >> No espiritismo, por exemplo, a gente não crê em milagre, né? A gente acredita que as coisas aconteçam porque há uma programação para isso ou porque houve uma deliberação de livre arbítrio por conta de determinadas pessoas, indivíduos ali eh envolvidos e aquela situação se acontece. Ah, mas quando uma pessoa tá lá já condenada pela ciência, tá na UTI, tá à beira da morte, blá, e
rbítrio por conta de determinadas pessoas, indivíduos ali eh envolvidos e aquela situação se acontece. Ah, mas quando uma pessoa tá lá já condenada pela ciência, tá na UTI, tá à beira da morte, blá, e ela eh volta a viver, ela volta a viver não por um milagre, mas ela volta a viver porque na lei de evolução, e para que essa lei se cumpra, era necessário que ela passasse por essa situação de quase morte, né, de equ, de experiência de quase morte. E certamente a família, os amigos, os envolvidos precisavam passar por aquela condição para que depois ela voltasse. E aí a gente pode até dizer que é uma segunda chance, mas o milagre como algo extraordinário, eh, não natural etc, a gente não não acredita. Por isso que eu perguntei. >> É, não, eu entendo. Só que assim, como como nós estamos eh eh conversando e e falando não apenas para espíritas, >> né, são out, né? Então assim, então é eh eu coloco nesse por esse lado por assim para que todo mundo possa entender, né? Eh, e assim e e eu vejo como milagre mesmo. >> Você pode é você pode acreditar em milagre, não tem problema nenhum. É. Aí eu tô só dizendo porque que eu tô fazendo a pergunta. O que você chama de milagre? A gente pode dar outro nome. Mas é exatamente isso que você falou. O que o que eu chamo de milagre foi como eu falei, tem muita gente chama de coincidência, tem muita gente chama de cura, tem muita gente, são vários nomes, né? Eu chamo de milagre. Exatamente. Exatamente isso, né? Algo in algo inusitado, algo impossível de acontecer que aconteceu comigo, né? E não tenho e tenho vários casos comigo, viu, Estela? E por isso que eu digo para você, toda a história vale uma celebração. >> Vale, >> né? >> Então começa a hoje. >> Vamos lá. Eu sinceramente não vou não vou lembrar quantos anos atrás isso. Mais de 20, né? Ã, bem mais de 20. Entre 30 e 20. Eh, eu tinha um problema contínuo de gastrite e de eu eu, como é que é o nome daqui? Refluxo. Eu tinha muito refluxo, muita acidez, né? Fui fazer um exame, ã, uma endoscopia e descobrimos uma
30 e 20. Eh, eu tinha um problema contínuo de gastrite e de eu eu, como é que é o nome daqui? Refluxo. Eu tinha muito refluxo, muita acidez, né? Fui fazer um exame, ã, uma endoscopia e descobrimos uma hérnea de ato, né? Uma hérneia. O que que é uma hérneia de iat? O iato é o diafragma do estômago, né? Quando a gente come, quando a gente começa a comer, o cérebro manda uma mensagem pro estômago. O iato ele se abre, o diafragma de estômago se abre para que a comida possa descer. Depois ele fecha para que o ácido gástrico faça o seu efeito e não suba, né, pro esôfago. A hérnia ela impede que o estômago feche, que o iato feche, que o diafragma fecha. né? Então ele fica aberto o tempo inteiro e o ácido gástrico sobe e aí tem queima esôfago, tal e dá uma coisa chamada esofagente distal, que eu também tinha. E em muitas gente, em muita gente isso dá câncer, inclusive câncer de esôfago, né? E ela comecei a tratar com remédios, porque você tem que tratar o refluxo, você tem que tratar a a impedir que o que o tenha refluxo, né? Porque você não tem mais como fazer com que o estômago feche. Então isso você vai ter esse problema pra vida inteira, a não ser que você opere. Com cirurgia você consegue tirar aquela hérneia e aí o estômago >> é só na cirurgia. Então, >> só na cirurgia, não tem outro jeito. >> Aí o estômago, o diafragma volta a funcionar tirando a hérnia, porque a hérneia que impede, que feche. Tudo bem. Foram anos, devo ter feito aí, sei lá, umas oito. Todo ano eu fazia uma uma endoscopia e tava lá, é, um belo dia, tô em casa, passei o dia em casa, tal, deu a noite, fui dormir. Dormindo, tenho um sonho. Ah, eu estava num, nesse sonho, eu estava num táxi branco, um fusquinha branco, tá? Ah, o mais engraçado de tudo é que aqui em São Paulo, não sei como é no resto do Brasil, mas aqui em São Paulo, pelo menos, Fusca, táxi, né, não tem o banco da frente. Pelo menos não tinha, tinha uns fusquinhas, não tinham o banco da frente. >> Eu não lembro de pegar táxi com Fusca aqui em São Carlos, então não sei te
nos, Fusca, táxi, né, não tem o banco da frente. Pelo menos não tinha, tinha uns fusquinhas, não tinham o banco da frente. >> Eu não lembro de pegar táxi com Fusca aqui em São Carlos, então não sei te dizer. Mas eu não tinha, mas esse tinha que não tinha o banco da o banco do passageiro, né? O banco do passageiro não tinha. Eu lembro disso. Era para entrar e sair mais fácil. Exatamente. E esse tinha eu estava sentado na frente, era um Fusca branco, o motorista não falava nada, era um cara estranho. E eu lembro que ao dar meia-noite ele acelerou o carro com tudo ali na São João. A gente, nós estávamos na Avenida São João em São Paulo. Ele acelerou, quando deu meia-noite, ele acelerou o carro com tudo, jogou o carro para cima da calçada, bateu numa loja, numa porta de loja, bateu, arrebentou a loja, o carro espatifou lá dentro, nós dois caímos para trás, né? O o >> foi o pesadelo, então não foi o sonho. >> Mas olha só, nós dois fomos caímos para trás, aquela confusão, né? batida, as coisas caindo dentro do carro e e eu não entendi. Aí assim, ao invés de perguntar se ele tava bem, a primeira pergunta que eu fiz foi: "Poxa, por que você fez isso?" Ele não respondeu, né? Quando ele não respondeu, eu falei: "Opa, falei: "Amigo, você tá bem? Tá tudo bem com você?" Ele levantou, né? Ele tava caído assim, ele levantou e eu tava meio caído assim, só tava deitado e virei pro lado e perguntei se ele tava bem. Ele levanta, ele olha para mim e diz assim: "Eh, não se preocupe comigo. Eu não sou daqui. Eu vim aqui por tua causa". E colocou a mão na minha barriga. Quando ele colocou a mão na minha barriga, eu senti uma dor horrível, insuportável, uma queimação assim muito forte, muito, né? Gritei de dor e acordei do sonho gritando de dor e com dor e com e com e com a barriga queimando. A queimando minha barriga. A primeira coisa que eu fiz foi o quê? Levantar a camisa. Quando eu levanto a camisa, eu tenho três manchas vermelhas na barriga em forma de um triângulo, assim, duas em cima. Puxa vida,
inha barriga. A primeira coisa que eu fiz foi o quê? Levantar a camisa. Quando eu levanto a camisa, eu tenho três manchas vermelhas na barriga em forma de um triângulo, assim, duas em cima. Puxa vida, >> aliás, uma em cima e duas embaixo. Três manchas vermelhas. >> Tá. Mas a mancha, mancha de de de apertão assim, que nem uma mancha de apertão de alguma coisa que ficou apertada na pele, talvez. >> Não sei, não lembro. Eu lembro que eram manchas vermelhas. Nunca parei para pensar. >> Então, tô querendo detalhes de algo que aconteceu décadas atrás. fala sério. >> É, eu realmente não não sei te dizer porque eu nunca pensei. Eu eu eu tenho um problema muito sério que eu não sei como eu fui ser jornalista. Eu sou uma pessoa de pouquíssima curiosidade. Eu sou muito pouca. Em casa todo mundo reclama de mim nesse sentido. >> As pessoas perguntam: "Ô, pai, aconteceu tal coisa?" Eu falo: "Ah, é, mas você não viu?" "Não, não vi". E você não vai perguntar não. Eu não tenho cruz. Eu sou seu oposto. Quando minhas irmãs têm ou quando meus pais tinham algum problema de saúde, precisava ir no médico e eles não sabiam se eles iam perguntar o suficiente, eles me levavam junto, porque eu pergunto o que precisa e pergunto o que não precisa também. >> Até não, até que para médico. Pergunto, por que que eu perguntei do do tipo de marca? Porque a hora que você falou três pontos na na no nas cirurgias que são feitas com >> espiritualmente, >> não não que são feitas com aquela >> Ah, sim. O cânulo com a laparia, tipo [risadas] laparos. >> Laparoscopia. São três, pelo menos zero, não sei se ainda é, são três furinhos, né? Você é um furo pra câmera, um furo para não sei o quê, outro furo para não sei o que lá. São três furinhos. E aí >> eu já vi aí, mas eram diferentes. >> Ah. diferente, porque a a laparoscopia eu já fiz, eu já eu já operei hérnea >> com laparoscopia. São três furos, um do lado do outro, bem pertinho um do outro. >> É, >> entendeu? Ah, quando eu operei o coração também, que eu fiz, eu fiz uma cirurgia
eu já eu já operei hérnea >> com laparoscopia. São três furos, um do lado do outro, bem pertinho um do outro. >> É, >> entendeu? Ah, quando eu operei o coração também, que eu fiz, eu fiz uma cirurgia de coração por laparoscopia, por não pela pro pela virilha, né? Então, eram dois furinhos, um ia o aparelho e o outro ia a câmera, né? Ã, mas essa não, essa era um era uma mancha em cima do umbigo, bem os quatro dedos para cima do umbigo e duas laterais, elas eram espaçadas, eram quatro, eram três manchas assim pouco espaçadas, mas eram manchas grandes, inclusive do tamanho de uma moeda, né? E aí, Estela? Eu deixei de sentir dor, eu deixei de ter de ter de ter refluxo, fui fazer um exame. Duas semanas depois eu pedi para fazer um exame. Fui fazer o exame. Eu não tinha mais a de >> E aí, >> isso já tem, isso já tem uns 20 anos. Eu não tenho mais, nunca mais tive problema de estômago. Nunca mais tive problema de estômago. >> E por que que eu eu tava dizendo para você que eh eh eh era um caso em que refletia e que as pessoas não, muita gente não valoriza os pequenos milagres. Quando a gente para para analisar, a gente vai ver que é um grande milagre. Alguns anos depois disso, eh, eu fui com a Odet, para quem não sabe, a Odet é minha esposa, já falei dela aqui outras vezes. Eh, nós fomos ao médico, ela tava com uma com dor de estômago, nós somos ao médico e inclusive foi um no PS, né? E aí a médica, ela conversando com a médica, a médica falou: "Olha, eu vou pedir para você uma endoscopia, ã, porque eu tô cismada que você tá com hérneia de ato." Aí eu tava junto, falei: "É héria de ato, doutora. Caramba, que coincidência, eu já tive héria de ato". Aí a médico olhou assim: "Você já teve ou você já tem?" Falei: "Eu já tive". Ela falou: "Então você operou? Aí eu fiquei meio quieto assim e eu só falei para ela: "Não, eu não operei". Ela virou assim: "Então você tem hérne de ato?" Eu falei: "Não, doutora, eu não tenho hernia de juro, Estelara virou e falou assim: "Ah, já sei. Com cara de deboche mesmo. Ai,
a: "Não, eu não operei". Ela virou assim: "Então você tem hérne de ato?" Eu falei: "Não, doutora, eu não tenho hernia de juro, Estelara virou e falou assim: "Ah, já sei. Com cara de deboche mesmo. Ai, já sei. Cirurgia espiritual. Eu olhei pra cara dela e falei assim: "Não, doutora, eu não fiz cirurgia espiritual. Agora eu posso provar pra senhora com os exames que eu tinha deato e que eu não tenho mais, mas não foi com cirurgia e nem com cirurgia espiritual da forma como a senhora tá pensando. O meu caso é diferente. Ela não perguntou, eu não falei, eu só falei isso. O meu caso é diferente. >> É. >> E ela ficou meio p, sabe assim? Não gostou. Ficou um clima meio ruim ali. >> Falei: "Ah, só espero não ter previsto a consulta da ADET, né? >> Mas é duro isso, né? Porque a pessoa, ela não sabe o que aconteceu, mas ela não acredita. >> Já julgou? Já me julgou. >> Então como é que Como é que você não acredita? Se eu pegar dois exames, um exame eu tinha hérneia de ato, aí anos depois eu faço o exame, eu não tenho mais hérnea de ato, que que aconteceu no meio do caminho se não tem tratamento para cura? >> Agora você quer você quer saber mais engraçado? Eu fiz uma cirurgia, uma cirurgia espiritual. Ou você foi numa bezedeira, porque elas também fazem isso, ou eu conheço alguns padres, por exemplo, e outros tantos pastores que fazem esse tipo de trabalho e e a cura é eh acontece de verdade, né? Por que que a pessoa o médico não acredita? Eu não entendo isso. Como é que ele pode não acreditar diante da prova? É a minha minha preocupação, entendeu? A prova tá aí, como que você não acredita? >> Mas ela não, eu eu acho que não é ela não é só que ela não acredita, Estela. Por isso que eu falo da reflexão. Ela não quer acreditar. >> Ah, bom. Ué, isso é verdade. Isso é verdade. >> Ela não quer. Porque se ela quisesse, se ela quisesse mudar a opinião dela, é, >> se ela não quisesse ser a dona da verdade, ela teria dito assim: "Pô, que legal, você tenha os exames. Você pode me trazer?
ão quer. Porque se ela quisesse, se ela quisesse mudar a opinião dela, é, >> se ela não quisesse ser a dona da verdade, ela teria dito assim: "Pô, que legal, você tenha os exames. Você pode me trazer? >> O dia que você trouxer o exame da sua esposa, traz para mim, que eu quero, eu quero aprender, eu quero entender o que acontece. Pô, se você não fez, você pode me explicar o que você fez?" Não, ela ficou pê da vida, virou a cara para mim, tipo, ah, esse cara tá mentindo para mim, ele fez cirurgia espiritual, sei lá o que ela pensou, mas assim, na a cara dela era uma cara de deboche e ela virou a cara para mim. E aí você tem toda a razão. Eu não sei. Você conhece o o Paulo Frutuoso >> de novo. >> Paulo. Então, Paulo Frutuoso é um médico do Rio de Janeiro que é espírita, eh, cirurgião, se não me engano, é aparelho digestivo mesmo. É estômago, mas ele só trabal oncológico e e acho que se não me falha a memória, é estômago. Eu não tenho certeza, mas eu sei. Ou que ele é cirurgião, oncológica, eu tenho certeza. E ele começou a frequentar um centro espírita do Rio de Janeiro que tem reuniões específicas de efeitos físicos com cura, para cura, não é com cura, é para cura, que tem aí uns 50 anos esse trabalho lá, então é muito solidificado. E ele, no livro dele, ele conta como isso acontece, ele dá as explicações que são espíritas, né? Enfim, mas ele eh o por que que eu tô falando dele e tô só contextualizando para para as pessoas poderem entender. Ele conta que no começo as po os colegas dele diziam para ele não falar no hospital que ele tava participando de um trabalho como esse, porque ele ficaria desacreditado profissionalmente. ele ia ser considerado um curandeiro, alguém sem conhecimento científico que estivesse praticando a medicina de uma forma eh irregular, digamos assim. Então, ele foi muito criticado, mas ao mesmo tempo ele vários médicos, isso ao longo das décadas seguintes, os colegas com quem ele tinha contato e que ele ele fala abertamente, né? ele já tem uma condição
, ele foi muito criticado, mas ao mesmo tempo ele vários médicos, isso ao longo das décadas seguintes, os colegas com quem ele tinha contato e que ele ele fala abertamente, né? ele já tem uma condição profissional que ele fala abertamente. Enfim, muitos colegas vêm até ele para dizer: "Você não sabe o que acontece comigo no centro, no centro cirúrgico e começam a narrar o que os médicos vêm e sentem e ouvem no centro cirúrgico do tipo, aí não vai mais pra direita que o problema tá mais à direita. Assim, assim, assim. Eles ouvem a orientação de onde eles têm que operar, aonde eles têm que procurar o problema dentro do centro cirúrgico. Se diante dessa circunstância a pessoa não acredita, é o que você falou, ela não quer acreditar. >> Nem com evidência, nem com evidência ela aceita. >> E aí, Estela, vamos lá. Aí volta na na questão da reflexão, né, que pr as pessoas que estão assistindo a gente, a questão da reflexão. Muitas vezes esses pequenos milagres são grandes milagres. Por quê? Porque não são só para mim. Às vezes a pessoa que tá do lado de lá, a médica, está tendo uma oportunidade de mudar. E essa essa o Cléber foi lá como instrumento, como uma pessoa que precisava estar na frente dela para que ela mudasse. Olha, doutora, você precisa mudar. Você precisa mudar. Ela prefere falar: "Não quero mudar". Vira as costas e vai embora sabe? Então assim, às vezes a oportunidade vai uma vez, duas, três, até que uma hora a pessoa vai mudar, entendeu? Então assim, eh, então às vezes o milagre não é só para mim, não foi só para mim, é o milagre que veio para mim, mas eu tenho que compartilhar isso. E aí, lembra lá no primeiro episódio quando eu falei: "Por que que eu tô aqui no nossas histórias?" Porque os meus amigos falaram: "Cléber, você tem que compartilhar suas histórias." Então é isso, entendeu? Vamos compartilhar essas histórias. Por quê? Porque elas não são minhas. Elas aconteceram comigo, mas elas não me pertencem, né? Então você tem que passar isso para que as pessoas comecem a, sabe, vamos,
os compartilhar essas histórias. Por quê? Porque elas não são minhas. Elas aconteceram comigo, mas elas não me pertencem, né? Então você tem que passar isso para que as pessoas comecem a, sabe, vamos, vamos valorizar suas histórias, vamos valorizar o que tá acontecendo com você. Às vezes uma coisa que você diz: "Ah, isso não foi milagre, isso foi uma coincidência". Não, às vezes é um milagre para você e que você precisa passar paraa frente. A médica talvez fosse exatamente isso. Talvez essa médica eh estivesse ali preparada para ser utilizada como uma ferramenta futura. E ela não quer. Ela se nega ao ouvir isso aí na hora de uma cirurgia, ela se nega a ouvir que é mais pro lado direito, que é mais para cima. Não corta, não corta aí que você vai cortar uma veia. Pode ser também que você tenha sido semeador, né? Que você tenha feito a semeadura e ela só vai brotar e e crescer e frutificar um pouco mais adiante, né? Talvez seja tenha sido um outro cutucão que ela precisava receber para mais à frente ela entender melhor o que ela tava fazendo. E de e de qualquer forma, sabe, Cléber, o que que eu penso também? que eu acho que é muito importante a gente falar sobre isso, o seu cuidado em eh não esquecer em guardar essas histórias para você, lembrar para você mesmo dessas histórias que são todas histórias positivas, né? Não são, olha, >> a gente costuma guardar muito que acontece de ruim. Quando eu tinha 10 anos, fulano falou para mim na escola, a gente lembra e revive aquele sofrimento todo. E aí quando você para para pensar e 10 anos, que que aconteceu de bom? Aí a gente já não lembra mais. É, >> a gente não guarda. Então eu acho que e o nossas histórias também têm essa função, né, de propor pras pessoas que tiverem nos assistindo para fazerem esse retrospecto das suas vidas, que nem o Cléber faz, e puxar lá o que que de bom aconteceu, quais eram as coisas, quais foram as coisas boas que que aconteceram, esses pequenos milagres que o Kéber tá falando, né, que a gente pode
que nem o Cléber faz, e puxar lá o que que de bom aconteceu, quais eram as coisas, quais foram as coisas boas que que aconteceram, esses pequenos milagres que o Kéber tá falando, né, que a gente pode chamar do que quiser, chama de milagre mesmo que tá tudo certo, né? milagre, bênção, coincidência, eh, como você tava falando, né, dentro do espiritismo, tem outros nomes. Eu acho que eu acho que é o nome, uma coisa que eu sempre falo, Estela, eh, até tive uma discussão uma vez, discussão, não foi discussão ruim, foi discussão boa, positiva, >> né, com com a Raquel. A Raquel é uma pessoa que me ajudou muito dentro do viver sem preconceitos, né? E e eu falava para ela assim: "Eh, eu Cléber me vejo assim. Quem é o Cléber?" O Cléber é um Zé ninguém, é o Zé Rosquinha da Esquina. Quem é o viver sem preconceitos? é a coisa mais importante do mundo que existe. Porque quem tenta dividir duas personalidades que eu vou te colocar, tenta dividir obra e pessoa. Quem foi Shakespeare? Esquece a obra dele. Não é ninguém. Quem foi Einisten sem o trabalho dele? Como pessoa? Apenas ali. Alguém sabe da vida de Einstein? >> Alguém sabe da >> sem obras? Nós não somos nada. >> É, nós não somos nada se a gente não deixar uma obra. Você sabe quem foi? Oscarlino Tqueira. Ninguém sabe. Sabe quem sabe? A minha família. Foi o meu avô, entendeu? Não tô desvalorizando o meu avô. O meu avô para mim foi a pessoa mais importante do mundo, pai do meu pai. Mas para mim, talvez pros meus primos, pro meu, pros meus irmãos, o meu avô era uma pessoa simples, um trabalhador, um serralheiro. Então assim, que com muito esforço construiu a casa dele, depois uma casa para cada filho, sabe? E não é uma pessoa notória, entendeu? Não foi uma pessoa conhecida. Um dia Oscarlino de Siqueira será esquecido. É muito, muito tranquilo com relação a isso, porque quando toda a minha família morrer, os meus filhos já não sabem quem foi ele. Apesar de eu falar, >> não há necessidade, né? E não há necessidade, porque ele foi importante
com relação a isso, porque quando toda a minha família morrer, os meus filhos já não sabem quem foi ele. Apesar de eu falar, >> não há necessidade, né? E não há necessidade, porque ele foi importante para quem conviveu com ele. Isso é o que interessa, né? É isso. >> E é por isso que eu falo da obra, né? Então o que você deixa fica, você morre. Por isso que eu falo, a minha ideia com viver sem preconceitos é transformar, é mostrar para as pessoas que é possível viver sem preconceitos. >> Então conta de novo. >> É possível viver com menos preconceitos. >> Então conta de novo o que que é o viver sem preconceitos, porque as pessoas que não assistiram os episódios anteriores não sabem. Conta aí. >> O VBC Preconceitos. Ele é um portal, né? Ele, eu tenho site, rede social, né? H, atualmente eu tenho oito colunistas e todos escrevem sobre como a gente pode apoiar as a as minorias e combater os os preconceitos e as discriminações. Ele existe há quatro para 5 anos. E é isso, né? É uma forma que eu encontrei usando a a o meu conhecimento jornalístico, né, de produzir um site jornalístico, né, onde eu tenho colunistas que falam disso e eu também falo disso e eu uso rede social para isso também, né? Quem quiser conhecer o meu Instagram é @vspreconceitos com essa no final. O símbolo é um girassolzinho com duas pessoas dentro. E o viver sem preconceitos também é um site. Se alguém quiser entrar é vivemito.com.br. >> Vs. Então @vspreconceitos que é de viver sem preconceitos nas redes sociais. >> Isso. Isso. Eu tinha todas as redes sociais. Aí eu resolvi manter só hoje, só tô mantendo só o Instagram. É muito bom, >> porque teria que ter uma forma diferente de trabalhar com Twitter ou X, né, hoje. E eu não tinha condição de não tinha condição de fazer isso. >> E tem um outro uma outra rede que dizem que é uma rede profissional que realmente não vai para mim, que é o LinkedIn. >> É, hoje se transformou. Não, não. LinkedIn virou uma exposição pessoal ali. As pessoas estão mais preocupadas
que dizem que é uma rede profissional que realmente não vai para mim, que é o LinkedIn. >> É, hoje se transformou. Não, não. LinkedIn virou uma exposição pessoal ali. As pessoas estão mais preocupadas em se mostrar, >> é, >> do que mostrar o seu trabalho, que >> as pessoas estão muito se tornou um uma rede da vaidade. >> É, vixe. >> Então, não é não é não é a minha cara, entende? Como eu sempre digo, o important o Cléber Siqueira, ele não é ninguém. O viver sem preconceitos é a coisa mais importante que eu tenho, [risadas] porque eu acredito que o viver sem preconceitos vai permanecer depois que eu morrer. >> É, é isso. É isso. Ele pode até não ser alimentado, mas ele vai continuar lá. >> Vai continuar. Tanto é que até hoje, ã, eu tinha um podcast, foram 30 episódios. Eu parei porque como era apenas áudio, eu queria fazer vídeo, eu falei: "Não, eu vou parar porque até hoje ele é ouvido já faz trs anos que eu parei." >> Eu fui foi no primeiro ano, faz uns 2 anos e meio, mais ou menos. É 2 anos e meio que eu parei. Eu não tenho mais 2 anos e meio. Exatamente. >> Ele continua, continua, ele continua sendo acessado. >> Ele continua sendo acessado. >> E o mais engraçado, eu não sei porquê, nunca fui atrás para descobrir, o meu maior público é da Virgínia, nos Estados Unidos. [risadas] Não, não sei te explicar porquê. Que coisa. >> O lugar que mais se ouve o meu podcast é na Virgínia, no estado, acho que é de estado, né? Da Virgínia, nos Estados Unidos. >> Estado. É estado. Que coisa interessante. >> Que coisa louca. Olha que loucura. >> É, a internet leva a gente onde nós não somos capazes de imaginar, né? >> É, eu tava um dia olhando a olhando a olhando a porque a gente tem como analisar ali, né, os lugares que nós somos acessados, né? Aí eu nunca tinha sido acessado um determinado lugar. Quando eu olho ali para quatro audições da mesma semana na Índia, >> eu só falo em português, o, né? Então é, >> então alguém gostou, compartilhou e outras pessoas foram ouvir, né? Deve ser
ado lugar. Quando eu olho ali para quatro audições da mesma semana na Índia, >> eu só falo em português, o, né? Então é, >> então alguém gostou, compartilhou e outras pessoas foram ouvir, né? Deve ser isso. >> Deve. E só pode ser brasileiro ou português ou alguém que fala a nossa língua. Não é possível, né? Que o indiano vai ficar ouvindo por língua. Não sei que ele fale nossa língua, mas eu sei. É muito louco isso, né? >> Sei. É, não é? Não sei também. >> E o, para quem quiser ouvir, né, o tá no Spotify, viver sem preconceitos também. E lá eu tenho entrevisto pessoas, eu falo de doenças raras, né? Síndromes raras, né? Síndromes como tu ré. H, falo de doenças como, ah, bulimia, anorexia e assim vai. Falo de cultura da paz, falo de câncer, falo de homossexualidade, falo de racismo e por aí vai. Misogenia, >> muitos assuntos, >> muitos assuntos. São 30 assuntos. O último deles, meu último entrevistado, foi o padre Júlio Lancelote. >> Ah, >> para falar de aborofobia, que é o preconceito contra pobres, que, aliás, só para deixar aqui já, ã, eu acho que esse a porofobia, tá, é o maior preconceito que a gente enfrenta no Brasil, muito mais do que racismo, muito mais do que homofobia. >> É. Porofobia é o pior preconceito que o brasileiro enfrenta, >> porque é o que tá mais disseminado, né? >> É o que está mais disseminado, tá? E eu falo e eu falo mais, Estela, eh, até vou falar uma coisa meio polêmica aqui. Eh, eu acho, inclusive as pessoas não têm tanta bronca do presidente Lula. As pessoas têm muita bronca do que ele faz, que ele é o cara que combate a pobreza, o cara que combate, sabe, ajuda o pobre. E combater a pobreza muitas vezes incomoda. Brasileiro, eh, tem muito brasileiro que tá na na no na na no nível da, que a gente diz assim, na linha, né, considerada pobre, né, e que não gosta de ser chamado de pobre. >> É. >> E que por isso tem preconceito contra pobre. >> Contra pobre. É. esses 5 anos que eu tô com o viver sem preconceitos, eu tenho visto muito isso. >> Nossa, se as essas pessoas se essas
pobre. >> É. >> E que por isso tem preconceito contra pobre. >> Contra pobre. É. esses 5 anos que eu tô com o viver sem preconceitos, eu tenho visto muito isso. >> Nossa, se as essas pessoas se essas pessoas entrassem na classificação do IBGE sobre qual é a nossa classe social, elas iam tudo enfartar, né? >> Com certeza. Nós somos considerados pobres. >> É, >> nós somos pobres. Não tem essa de classe média. Até porque a classe média não existe. >> É classe média, a classe média tá achatada, né? Exatamente. Então assim, é complexo isso, né? Mas não é como é só uma um adênio que eu fiz aí. >> É, não, a gente precisaria chamar um sociólogo para fazer essa discussão e o geógrafo. >> Exatamente. >> O sociólogo e um geógrafo para fazer. >> O que eu estou falando é daquilo que eu tenho visto, entendeu? Desses 5 anos. Então é é só uma é mais uma um estudo, é mais uma questão antropológica do que sociológica. >> É verdade. Antropológica. Tem razão, tem razão. Você disse tudo, mas lindinho. Ã, é isso. >> É isso. >> Vamos guardar pro próximo episódio, né? Porque >> e falaremos mais de mais outros milagres e quem sabe eu consigo paraa semana que vem aí >> eu consigo fazer um purri aí dos outros milagres, >> falar uma fazer uma coisa mais rápida e falar de vários. >> É, seria ótimo, seria muito bom. O que não falta na sua vida são pequenos milagres. E na minha também. E na minha também. Eu tenho. Eu sei bem disso. Pequenos. >> E se as pessoas que estão >> E se as pessoas que estão nos assistindos, elas pararem para pensar, elas vão descobrir na vida delas também pequenos milagres que talvez não foram valorizados, >> mas que elas podem agora começar a valorizar. >> E você pode começar começar a falar deles, a discriminar isso. >> É contar para nós, né, Cléber? Exatamente. >> Conta para nós dos seus pequenos milagres ou conte uma boa história que você quer celebrar da aí da sua vida ou proponha que outra pessoa que você sabe que tem uma história bacana para ser celebrada ou um milagre, pequeno milagre
nos milagres ou conte uma boa história que você quer celebrar da aí da sua vida ou proponha que outra pessoa que você sabe que tem uma história bacana para ser celebrada ou um milagre, pequeno milagre ou um grande milagre que ela possa contar e mandar aí pra gente, a gente fica esperando. É só entrar em contato conosco pelas redes sociais, não é isso, Cléber? >> Exatamente. Gente, até semana que vem. Isso. Até a semana que vem estaremos de volta com nossas histórias. Beijo para vocês. >> Beijo.
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Bom dia, café! 080126 AO VIVO Renovando Consciências
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus
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Bom dia, café! 110925 | AO VIVO | Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer
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