Bom dia, café! 080126 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 09/01/2026 (há 2 meses) 54:54 6 visualizações

O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Meu irmão, [música] tuas preces mais singelas são vidas [música] no espaço ilimitado, mas sei [música] que às vezes choras. consternado ao silêncio [música] da força que interpelas. Volve [música] ao teu templo interno abandonado, a mais alta [música] de todas as capelas. Ah. Céu. Bom dia, sol. Bom dia, mar. Bom dia, mundo. Eu vivo a cantar. Larará. Bom dia você que é meu irmão. Bom dia você. Paz no coração. Bom dia você. Bom dia você. Bom dia a vocês. Bom dia você que é meu irmão. Bom dia você. Paz no coração. Bom dia você. Bom dia a você. Bom dia a vocês. Que alegria tão grande de poder estar aqui, meu Deus, e meu sonho de consumo, participar desse maravilhoso programa que é promovido pelo canal Renovando Consciências, o canal que traz espiritismo em sua essência, porque ele tem uma proposta maravilhosa e essa proposta é conjugar os verbos amar, instruir, educar, agradecer, agradecer, conscientizar, renovar e é isso, gente. Esclarecer também. Então, todos os verbos que são conjugados para o bem, o canal Renovando Consciências nos convida a conjugar. Agradecemos aos canais parceiros, esses canais que estão aí retransmitindo a nossa programação. Que coisa boa, gente, poder estar aqui. É com muita alegria que a gente traz para vocês boas notícias. Bons exemplos, porque o Bom Dia Café é esse jornal diferenciado, porque é um jornal espírita e o espiritismo é Jesus. E Jesus é o quê? A alegria dos homens. Então, como é que eu vou chegar aqui com a cara amarrada? Como é que eu posso chegar para vocês sem trazer a alegria, a alegria de viver e bons exemplos, boas notícias? Então, eu quero fazer, já vou começar com a minha autodescrição para que vocês que têm eh baixa visão, deficiência visual possam entender mais ou menos de quem se trata. Eu sou uma jovem senhora de 62 anos, tenho uma pele parda, uso óculos de graus quadrados com as armações touradas. Tenho eh o meu cabelo, né, que agora nesse momento, graças às tintas do mundo, estão castanhos na altura do ombro, cacheados. Eu estou usando a

uso óculos de graus quadrados com as armações touradas. Tenho eh o meu cabelo, né, que agora nesse momento, graças às tintas do mundo, estão castanhos na altura do ombro, cacheados. Eu estou usando a roupa branca. Sabe por que eu estou usando? Ah, não, isso é depois, viu, gente? Vamos para a autodescrição. Já ia mudar o foco. Então, eh, tem uma pele parda, eh estou usando o batom cor deosa. Estou usando eh um lencinho aqui amarrado no pescoço com fundo branco e uns limões sicilianos. Meu minha meu eu estou trajando um vestido branco com a renda aqui no decote com mangas. E eu vou dizer para vocês que é por conta do janeiro branco para que a gente se conscientize que se deve tratar a saúde mental e a emocional. Ah, mas eu não sou louca. É para não ficar louco. A gente cuida da saúde mental para não enloiquecer, para não endoidecer. E vamos que vamos de poesia, vamos que vamos de bons exemplos, vamos que vamos de boas notícias. Deixa eu olhar aqui o roteiro porque pode levar o café, viu? Minha irmã tá aqui. A minha irmã que me socorre, que me dá comida. Boa notícia, não é não, gente? Então, é boa notícia. Então, vamos trazer. Vamos lá. Fiz a minha autodescrição. Vou olhar aqui a cola que Stelux, essa menina linda, mandou para mim. Rapaz, ela mandou tudo pronto e eu meio atrapalhada porque assim, meio atrapalhada, né? Faz parte. Eh, anotei aqui algumas coisas e outras estão aqui. Então, vamos lá. Eu já dei o bom dia, eu já fiz a minha autodescrição. Vamos rezar, né? Porque é tão bom, tanta coisa pra gente agradecer. Como é que a gente vai ficar aqui parado, né? Deixa eu colocar meu livrinho aqui. Aqui que é para que vocês vejam. Depois eu falo sobre. Não caia, por favor. É ao vivo, viu, gente? Por isso que é assim. Pois é, não caia cair. Tudo bem. Oi, estamos ao vivo. Vamos lá. Deixa eu colocar aqui. Opa, de cabeça para baixo. Não, por favor. Olha, não se no que tá quieto. Bichinho tava quietinho aqui. Tranquilo, quietinho. Vamos lá. Vamos ao que interessa. Tudo interessa aqui. Tudo

colocar aqui. Opa, de cabeça para baixo. Não, por favor. Olha, não se no que tá quieto. Bichinho tava quietinho aqui. Tranquilo, quietinho. Vamos lá. Vamos ao que interessa. Tudo interessa aqui. Tudo aqui interessa. Tudo aqui é importante, mas nós queremos agradecer e nós queremos trazer uns trechos daquele poema maravilhoso de Dival. de Maria Dolores, que Divaldo sempre cantava ao final das suas conferências. Muito obrigada, Senhor, pelo ar, pelo pão, pela paz. Muito obrigada pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham uma ave ligeira que correqueira pelo céu de anil e se detém na relva verde, sol picada de flores em tonalidades. Muito obrigada, senhor porque eu posso ver o meu amor, mas diante da minha visão, eu detecto cegos que tombam na escuridão, tropeçam na multidão. Por eles eu oro e a ti eu imploro com miseração, porque eu sei que depois dessa dor no seu reino de amor, eles enxergarão. Muito obrigada, Senhor, pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o tambor lá da chuva no telheiro, a alegria do vento no ramo do almeiro, ouvidos que ouve a música do povo que desce do mor na praça cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não esquece nunca mais. A voz sonora e melancólica do boiadeiro e a dor que geme, que chora no coração do mundo inteiro. Pela minha faculdade de ouvir, pelos surdos, eu te quero pedir, porque eu sei que depois dessa lida numa outra vida, eles voltarão a ouvir. Muito obrigada, Senhor, pelo meu lar. É tão maravilhoso ter um lar. Não importa se esse lar é um bangalô, uma casa no caminho, uma mansão, um grabato de dor. O que importa é que dentro dela existe a figura do amor, do amor de pai, de mãe, marido, e mulher, filho, irmão, enteado, alguém que nos dê a mão, a companhia de um gato, dois, três, quatro, ou de um cão, dois, três. Mas o que importa é que dentro desse lar exista a figura do amor, porque é muito doloroso viver na solidão. Mas se eu a

dê a mão, a companhia de um gato, dois, três, quatro, ou de um cão, dois, três. Mas o que importa é que dentro desse lar exista a figura do amor, porque é muito doloroso viver na solidão. Mas se eu a ninguém tiver para me amar, nem um teto para me agasalhar, nem uma pedra para minha cabeça recostar, nem assim blasfemarei, ao contrário, eu te direi: "Muito obrigada, Senhor, porque eu nasci. Muito obrigada, Senhor, porque creio em ti, pelo teu amor. Muito obrigada, Senhor, por estarem aqui comigo nessa live. Muito obrigada, senhores. Que alegria. [risadas] Estou muito, muito, muito feliz com essa possibilidade, viu, gente? E vamos continuar porque agora, nesse momento, nós queremos trazer, deixa eu ver o roteiro, viu, para não me perder, porque as aquelas pessoas perdidas são as mais procuradas, né? [risadas] E eu não quero ser procurada. Vamos lá. Eh, bom dia os participantes do chat. É, agora é a outra descrição. A vinheta do Bom Dia Café. Olha, tô aqui, viuelux? Qualquer coisa, por favor, você aparece aí e desa, por favor. Eu tô aqui, viu? Vamos lá. Bom dia, gente. Aí, participantes do chat. Quem não chegou, eh, eu ia comprar uma lupa e esqueci. Como é que eu vou fazer agora pessoa com baixa, eu viu, gente? Baixa visão, por favor. Eh, obrigada, senhor. Eh, já com os meus, no auge dos meus 62 anos, já não consigo enxergar. Se não se assustem não, viu? Sou eu. Consigo ver nada, Estela. Oh, meu Deus, que pena, não consigo ler. Depois, Estela, se você quiser entrar e trazer, eu não consigo ler nada. Eu estou fazendo a live no meu celular e não sei por a imagem ficou desse tamaninho. Eu não consigo aumentar e não consigo ler nada. Que pena, porque eu amo essa interação. Eu amo compartilhar com vocês o nosso Bom Dia Café. Olha, Estela, já estou invadindo aí, viu? Mas é nosso, tudo que é bom a gente pode compartilhar, não é? E o Bom Dia Café é demais de bom, muito bom. Excelente. Fantástico. A nossa Esté Lucas é a nossa estrela aqui do Bom Dia com café. Tem mais outros quatro eh participantes que

pode compartilhar, não é? E o Bom Dia Café é demais de bom, muito bom. Excelente. Fantástico. A nossa Esté Lucas é a nossa estrela aqui do Bom Dia com café. Tem mais outros quatro eh participantes que fazem esse Bom Dia Café ser esse jornal de boas notícias, de bons exemplos. Eh, querida, eh, infelizmente não consigo ler. Eu não vou mexer aqui porque eu tenho medo, tenho receio de cometer eh alguma estripolia e perder tudo. Então, gente, perdão. Vocês são muito bem-vindos ao nosso coração, ao canal Renovando Consciências, que agradece muito a vocês por estarem conosco nessa manhã. Estela Martins está transmitindo apenas transmitindo apenas com áudio. Opa. aumentou. Não sei se vocês estão vendo. Por quê? Porque eh a minha internet está problemática. Tá me vendo não, Estela? >> Ó, fica sossegada que eu tô pondo o povo do chat tudo na tela. Eles estão conversando com você. Fica tranquila. Beijo, >> beijo, cheiro. Vamos lá. Vamos que vamos. Então, gente. Aniversariantes. Deixa eu ver aqui. Eu anotei. Aniversariantes. Cadê Isa? Pronto. Aniversariantes. Ah, pera aí, viu, gente? Ah, tem um uma figura importantíssima que é, deixa eu abrir aqui, é um padre, é o padre franciscano que nasceu no dia 8 de janeiro de 1894. E esse padre, eu vou ler aqui alguma coisa sobre ele, gente. Eh, para a Igreja Católica, ele é um santo, um márte da fé. Para os judeus, um herói da Segunda Guerra, um dos 25 685.000 reconhecidos pelo Estado de Israel como justo entre as nações. E o que foi que esse homem fez? Ele cumpriu o preceito cristão de dar a vida pelos que ama. A eh porque ele se colocou como voluntário para substituir um prisil negro que foi escolhido pelos nazistas para morrer de fome. Quem faria isso? Dar a vida pelo irmão. Foi isso que o padre Maximiliano Maria Cob, um polunês, decidiu fazer. Olha gente, que atitude, né? Que atitude mais espetacular desse homem. Então, é ou não é uma boa notícia, um bom exemplo. E tem outro também, eh, tem vários, mas nessa data eu só encontrei esses dois. Primo Crolante

atitude, né? Que atitude mais espetacular desse homem. Então, é ou não é uma boa notícia, um bom exemplo. E tem outro também, eh, tem vários, mas nessa data eu só encontrei esses dois. Primo Crolante se destacou na seara espírita como um trabalhador dedicado e competente, ocupando diversos cargos na onde ele trabalhou. foi membro da Federação Espírita do Paraná, exercendo também funções executivas, além de trabalhar para Jesus, porque nós somos. Olhe que patrão, gente, nós temos Jesus. O que é que a gente pode dizer mais? Porque Jesus é a alegria dos homens. Jesus é a boa nova. Quando alguém diz assim: "Jesus trouxe a boa nova", eu lembro que ouvindo nosso querido eh Aroldo Dutrá, ele diz que Jesus é a própria boa nova. Boa nova, boas notícias, notícias do reino. Então, se é boa nova, se é boas notícias, é bons exemplos. Então, Jesus é a própria boa nova, a alegria dos homens. Jesus, o governador planetário, ele nos trouxe alegria. Jesus trouxe a certeza da imortalidade, a certeza de que não a gente não mora aqui nesse planetinha. Eu digo, o planetinha não é desmerecendo, não, viu? É porque ele é pequeno em relação a outros ordens. Mas esse planeta gigante para o meu coração, muito amado, muito, que muito ama, esse é uma das casas da morada do pai, das moradas do meu pai. É um andá. Jesus trouxe isso. Jesus disse que nós não morremos. Jesus disse que nós vamos renascer. Quanta notícia boa. O próprio mestre Jesus. Ah, mas eu sou tão pequeno. A gente diz: "Ah, eu sou tão imperfeito". Eu vou dizer para você. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar que no futuro nós seremos anjos. No planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. E assim será. Qual de nós não tem nenhum defeito? Qual de nós não tem uma virtude? Precisamos só achar um jeito de suavizar o lado rot. Vamos ajudar-nos mutuamente e somar as nossas qualidades para fazer o mundo diferente e mudar a força da maldade. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar que no futuro nós seremos anjos no

udar-nos mutuamente e somar as nossas qualidades para fazer o mundo diferente e mudar a força da maldade. Um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar que no futuro nós seremos anjos no planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. Grupo Acorde da Paraíba, nosso querido Marco Lima cheiro. E é isso, gente. Boas notícias. Eu quero dizer para vocês que o movimento espírita está cheio de coisa boa. Aliás, o movimento espírita, a doutrina espírita é a melhor notícia que eu recebi do da natureza, porque é a força na natureza que faz o espiritismo ser o que é. Porque o espiritismo ele traz as leis naturais. O espiritismo traz Jesus, faz com que Jesus seja relembrado, com que Jesus esteja aqui, porque ele nunca se foi. Essa história de Jesus, de que Jesus vai voltar. Hum, hum, hum, hum. Não, não vai, porque ele nunca se foi, ele sempre esteve. nós é que nos afastamos, mas ele está aqui conosco. Então, o movimento espírita e eu que sou integrante do movimento, tem muita coisa boa. E eu quero apresentar para vocês eh um poeta, um poeta chamado João Prado. E eu vou dizer que esse poeta ele é conhecido como poeta do otimismo. Por isso que eu tô trazendo o João Prado. Eu disse: "E Estela, posso apresentar João Prado?" Claro, amiga. E aí eu quero dizer para você que João Prado, ele é ele é muito tímido e sua timidez que ele é própria, desaparece quando João Prado sobe em um palco. Mesmo que seja apenas um plano baixo, separado para apresentação e brinda o público com a sua poesia, com a sua pessoa. Sua poesia é vibrante, empolgante, declarando a beleza da vida, o que ele rendeu o título de poeta do otimismo. João Prado já é um ancião, gente. Mas eu quero trazer um poema de João que eu acho fantástico, esse poema que ele diz assim: "Virei criança, já não tenho mais juízo. Descobri que só preciso de um sorriso para viver. Virei criança, não me afobo com desdita, vejo a vida mais bonita quando eu deixo acontecer. Virei criança, passo muito pelo pouco, meio bobo, meio louco. Acho a guerra uma

so de um sorriso para viver. Virei criança, não me afobo com desdita, vejo a vida mais bonita quando eu deixo acontecer. Virei criança, passo muito pelo pouco, meio bobo, meio louco. Acho a guerra uma utopia. Virei criança, picolé para mim é festa. Eu namoro pela fresta da janela da alegria. Virei criança e na estrada da inocência, meu amor, virou doença de se dar sem receber. Virei criança. Eu cantei, brinquei de roda, a esperança tão em moda deu-me a mão para me dizer que ser criança é ter tudo sem nada ter. É nas mãos da namorada ter o doce que há no mundo. Virei criança e tão bom se toda a gente se fizesse assim semente pelo menos um segundo. Virei criança. Tenho medo do escuro e por trás de qualquer muro. Pode ter bicho papão. Virei criança e meu pé, meus pés sem protocolo andam nus pisando solo sem pisar minha razão. Tirei criança e com minha tiradeira. Derrubei da goiabeira um filhote de tristeza. Virei criança, vou feliz cortando o campo que era a luz do pirilampo. Vou nascer na correnteza. Virei criança, vou caçar um resfriado. Vou morar, vou morar todo telhado numa chuva coisa boa. Virei criança para que a minha dona na esperança. Fiz caruna para sorrir enquanto voa. Virei criança e no peito um passarinho. Canta, canta o coitadinho. E quanto mais, mais quer cantar, virei criança. Se meu sol está distante, está perto. E quem garante é a razão para Deus. Travar. Virei criança, empinei meu papagaio e o danado como um raio. Estancou, voou, sumiu. Mas ser criança é ter outro simplesmente bem mais alto e mais coerente que o primeiro que fugiu. Virei criança, puso uma esperança, pus um doce de criança, na cabeça para pensar. Não sei de guerra, nem de crime, nem de morte. Bem fazejo a minha sorte. Tenho mundo para brincar. Virei criança. Pus no na mão do meu destino um peão bem pequenino para girar meu coração. E não me importo se ele gira, se ele roda. E até me não me incomoda. Se ele andar de mão em mão, virei criança. Vim você vencer criança. Vem você entrar na dança. Vem brincar de

ara girar meu coração. E não me importo se ele gira, se ele roda. E até me não me incomoda. Se ele andar de mão em mão, virei criança. Vim você vencer criança. Vem você entrar na dança. Vem brincar de pique esconde e vem gritar com a maior felicidade. Eu vi falar da vaidade. Não sei quando, não sei onde. Gente, o poeta do otimismo canta vida, canta alegria, canta esperança. E é isso que a gente tem. A gente tem alegria de viver. Porque quando perguntaram a Divaldo Franco por ver que o homem de na época ele era octagenário, esse homem todo durinho, falando como se fosse um menino, um jovem com aquela alegria de viver, alguém disse para ele: "Divaldo, você está muito conservado." Aí ele respondeu: "Não, conservado não. Conservado é peixe em freeze. Em freezer. Aí disseram para ele: "Qual é a receita?" Ah, a receita é doutrina espírita, porque eu tenho alegria de viver. Então, nós não estamos conservados, nós estamos alegres, porque nós somos felizes por conhecer o espiritismo. A Isa, você está muito empolgada. Isso aí, nossa, tô mesmo, tô empolgada, tô feliz. Eu estou no Bom Dia Café, trazendo para vocês boas notícias, trazendo para vocês a esperança, trazendo para vocês a certeza de que o mundo tem jeito. O mundo não está pior, gente. Quando alguém diz que está pior, é porque não conhece os princípios básicos da doutrina espírita. Não conhece a lei de progresso, não conhece a lei de amor, justiça e caridade. Não sabe que hoje nós estamos melhores que ontem. diz Divaldo Franco com muita propriedade, não sei se é Joana que me passou essa informação, não, Divaldo mesmo, que nunca existiu tanto amor como nos dias atuais. Nunca existiu tanto amor, nunca houve tanta solidariedade, tantas instituições de proteção animal, de proteção ao idoso, de proteção à mulher, de proteção à criança. Não precisava, né, gente? Para que tudo isso? Não precisava. Não precisava, deveria ser. Ninguém precisava dessa proteção porque não era preciso, né, desse cuidado. Mas um dia a gente vai chegar lá. Mas antes não

a, né, gente? Para que tudo isso? Não precisava. Não precisava, deveria ser. Ninguém precisava dessa proteção porque não era preciso, né, desse cuidado. Mas um dia a gente vai chegar lá. Mas antes não tinha. Ontem a gente ficava vulnerável a mercer. Hoje tem proteção, hoje tem amparo. E a gente se sente muito feliz porque nós estamos com pezinho na regeneração. Olha que notícia maravilhosa. Nós estamos no pezinho com pezinho na regeneração. Vamos lá, Estela. Deixa eu olhar aqui, viu, querida? Por favor, deixa eu ver que eu anotei aqui. Tô cheia de colinha, gente. Se eu sem a cola não sou nada, nada, nada, nada, nada. E femérid e a gente tem tem muita coisa para apresentar. Ei, que tal trazer essa FMR de essa notícia que aconteceu no dia 8 de janeiro de 1958, mas a FEMER não precisa sair dessa data, né? Pode ser um data atual, mas eu peguei aqui, deixa eu pegar aqui, viu, gente? Onde foi que eu coloquei? Ah, a fundação a fundação do lar Cristo, que foi fundada fundado em 8 de janeiro de 1950. Aqui tá dizendo que foi 58. Ah, foi 58, sim. É por Carlos Juliano Torres Pastorino. Torres Pastorino dedicada, essa instituição dedicada às assistência social e promoção da dignidade humana. inspirada é uma entidade espírita inspirada na figura de Fabiano de Cristo, um frade franciscano eh português conhecido por sua caridade. inicialmente focada em crianças desabrigadas, expandiu seu trabalho para atender familiares e idosos em vulnerabilidade, desenvolvolvendo metodologias próprias de educação transformadora e atuando em diversas regiões do Brasil para garantir direitos e oportunidades aos mais necessitados, unindo amor e técnica em suas ações. Então, no dia 8 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro, esse professor Torres Pastorinho e o Suar e ele não estava sozinho, evidentemente, tinha mais alguém com ele, não é? E é muito linda essa história. Então, vamos lá. Eh, aí eu quero dizer para você, para vocês, que eu sou da poesia, né? Não é para falar de mim, não, gente, é para falar. Eu só

s alguém com ele, não é? E é muito linda essa história. Então, vamos lá. Eh, aí eu quero dizer para você, para vocês, que eu sou da poesia, né? Não é para falar de mim, não, gente, é para falar. Eu só estou me colocando no contexto. Eu quero trazer para vocês notícias boa, boas. Eh, e nós temos um projeto lindo, belíssimo, um projeto poético chamado uma oportunidade chamada Vida, poemas a favor da vida. Aí eu quer, eu quero, eu fiz um poemazinho eh que vai retratar bem o que eu quero dizer. Poesia para quê? Porque vocês vão me perguntar, mas que tem a ver poesia com boas notícias? Procure lá. A Guimarães tem uma poesia falando, tem uma palestra falando da influência da poesia na no tratamento, na prevenção do Alzheimer. Vocês vão ver. Poesia para quê? Poesia para quê? Para fluir a emoção, para aliviar atenção, para não perder a razão. Poesia para quê? para aplacar dores, para falar de flores, para eternizar amores. Poesia para quê? Para ficar a sós, para desatar os nós, para desafogar os cós. Poesia para quê? Para meu renascer, para extravazar o ser, para colorir meu viver. Então, a poesia promove isso na gente. Poesia serve para muita coisa, porque a vida é um cântico poético. Estar reencarnado é a poesia de Deus que ele nos presenteia com a oportunidade do renascimento. Tem notícia melhor do que a de saber que nós vamos voltar a ser criança. João Prado, ele que é já é um octalogenário, octagenário, ele fala muito em ser criança. Vocês sabiam que o único animal que deixa de brincar é o homem? Olha que tristeza. Aqui nossa criança interior, cadê? Cadê essa criança? A gente não vai viver eh de fantasia não, viu, gente? É pés no chão. Porém, é importante a gente brincar, uma brinqueda, uma brincadeira saudável, relembrar, fazer coisas que não ofendam, que não eh atinjam a a sensibilidade alheia. de forma negativa, né? Que não maltrate ninguém, mas busque sua criança interior, deixa ela falar, deixa ela sorrir, deixa ela brincar. É o único animal. Eu tenho um gato aqui de

sensibilidade alheia. de forma negativa, né? Que não maltrate ninguém, mas busque sua criança interior, deixa ela falar, deixa ela sorrir, deixa ela brincar. É o único animal. Eu tenho um gato aqui de 13 anos, Sena Santos de mamãe. A gente tem, o apelido dele é, ele tem 13 anos, mas ele brinca, ele ama um filhote. Quando ele vê um filhote, os olhinhos dele, a pupila dilata e ele corre, ele brinca, ele salta, ele é uma coisa linda. Aí meu gatinho. Prendi porque ele não deixa eu fazer a live. Eu estou na varanda e eles ficam soltos por aqui. Eu tenho, vou dizer para vocês, eu tenho mais de 50 gatos. [risadas] É porque eu sou protetora, mas olha, encerrou a carreira. Vamos lá. E então nós deixamos de brincar. Por quê? Se a vida é uma eterna alegria, se nós estamos aqui graças a essa oportunidade de de recomeçar, de refazer a história, de acertar, de vencer na vida. Mas eu digo vencer no aspecto moral, de vencer a nós mesmos, de do autoconhecimento, não é? E aí eu falando dessa oportunidade chamada vida, eu vou apresentar para vocês, porque é boa notícia, né, Estela, dizer para vocês que para vocês que existe um projeto e nós já estamos na nossa quinta edição. Uma oportunidade chamada vida, primeira edição, poemas a favor da vida. Uma oportunidade chamada vida, segunda edição, poemas a favor da vida. Uma oportunidade chamada vida, terceira edição, poemas a favor da vida. Não tem fins lucrativos. Apoio do CVV, centro de valorização da vida, uma oportunidade chamada vida. E eu vou dizer para que que serve. Serve para que a poesia invada a sua alma. Ah, mas uma poesia vai fazer com que a pessoa desista de dar cabo a própria vida? Sim, sim, pode. Sabe por quê? Porque aqui tem poemas com a temática de valorização da vida, da alegria de viver, do presente concebido por Deus. Mas quem vai ter na sua deprê, na seu estado de ansiedade, coragem de ler, não precisa ler, basta tocar, porque aqui está impregnado de amor, de amor dos poetas que fizeram suas poesias pensando em dar para vocês

ter na sua deprê, na seu estado de ansiedade, coragem de ler, não precisa ler, basta tocar, porque aqui está impregnado de amor, de amor dos poetas que fizeram suas poesias pensando em dar para vocês muita alegria, muita coragem, fé e esperança. E aí quando você toca que você olha, você já saiu da faixa vibratória, daquele sentimento que você carrega, carrega em si. E já começa. E nós trazemos poemas autorais. Eu tenho poema autoral aqui. São vários poetas do Brasil inteiro durante a pandemia que trouxe tantas coisas boas. Inclusive essas lives, não é, não existiam como hoje. E hoje nós temos as lives ao vivo, nós entramos na sua casa, trazemos boas notícias, trazemos esperança, alegria de viver. Nós trazemos Jesus para pertinho de nós, porque ele tá ali do lado de fora, desse lugar chamado coração batendo. Mas a o trinco é por dentro, a chave está do lado de dentro. Vamos abrir então. Durante a pandemia, poetas do Brasil se reuniram em um grupo chamado Garimpo de Poesias e espiritualidade, que é um garimpo que garimpa boas notícias, também garimpa poemas espiritual, espiritualistas e não é o poema que é espírita, porque como diz o poeta, escritor, professor Alberto Centurião, ele diz: "Pô, pô, a o espiritismo não precisa estar na poesia, ele tem que estar no poeta". Então vamos lá. Eu vou trazer um poema autoral de Santologia de 2024 que diz assim: "Vejo você tristonho, acabrunhado, pensativo e nativo enfadon. O que se passa contigo? Fala aí pro seu amigo. Tristeza é coisa séria. Não tratada traz miséria. Antes você sorria, gostava de companhia, de amigos e balada e agora não quer mais nada. Trancou-se para a vida o que houve, alma querida. É difícil para mim, mas vou procurar resumir. Foi como se uma chave virasse e nada mais me interessasse. De repente, a vida ficou cinza. Não quero ver gente. Estou um velho reão cinza. Tudo aconteceu bem devagar. Agora eu não consigo evitar esse estado de melancolia. Desculpe a minha patilha, amigo. Segura minha mão, se achegue ao

nza. Não quero ver gente. Estou um velho reão cinza. Tudo aconteceu bem devagar. Agora eu não consigo evitar esse estado de melancolia. Desculpe a minha patilha, amigo. Segura minha mão, se achegue ao meu coração. Sai desse quarto escuro. É duro o primeiro passo. Vou pegar você no braço. Vamos viajar no tempo, rever amigos da escola, jogar uma partida, uma partida de bola, tomar banho no lago, mergulhar em águas cristalinas, receber da mãe um afago. A atenção das meninas descolaram a grana. O velho não se engana. Fala para ele a verdade. Vamos assistir uma sessão da tarde. Vai ter lanche e gargalhada. Quando a viagem finalizada, quero que sinta que estou aqui disposto a lhe ouvir. A vida, amigo, é dor de Deus. E ainda que seja teu, observa a harmonia do universo. Nada é tão perfeito quanto esse verso. O nome desse poema é Conversa Fraterna. E é isso, conversa com o Senhor do tempo, só ele dará cabo ao teu sofrimento. Então, boas notícias. E essa é uma boa notícia, não tem fins lucrativos. Nós doamos esses direitos autorais. O CVV, gente, é o nosso parceiro. Aqui você liga e você vai ter alguém para lhe ouvir: "Ah, mas eu não quero que ninguém me fale nada. Eu só quero desabafar". Sinta-se à vontade. Pode falar, abrir seu coração, falar da sua dor, que você não tem coragem de falar para qualquer um, porque lá no seu viver não é qualquer um que vai lhe ouvir, são pessoas que amam ser úteis, que foram preparadas para afagar seu coração com ouvido, com palavras que acolhem, porque nesse momento você precisa de acolhimento. Ó, que alegria estarmos aqui. Vamos lá. Deixa eu ver agora o que que a gente tem, viu? A gente tem mais coisa. Tem muita coisa. Tem boas notícias. Ah, sim. Está. Me diz aí se eu não estiver indo bem, se você quiser que pare, porque eu estou empolgadíssima. Estou muito feliz por estar compartilhando, gente. Espiritismo não é aquela coisa que as pessoas costumam se aproveitar daquela foto de Kardec. Não é hoje que o povo faz self, né? Não é hoje que a gente faz aquelas fotos,

estar compartilhando, gente. Espiritismo não é aquela coisa que as pessoas costumam se aproveitar daquela foto de Kardec. Não é hoje que o povo faz self, né? Não é hoje que a gente faz aquelas fotos, não. Era uma foto nos moldes da época. Aí Kardec tá lá, gente. Ele era um, ele era um professor, um pedagogo, um cientista, matemático. O homem era o cara. é o cara, né, Hipolito Leon Denis Rivaio, que adotou o pseudono de Allan Kardec, porque ele não queria que o seu nome aparecesse, que ele já era, ele já era, ele já tinha eh o seu lugar, ele já tinha lançado livros, ele era realmente de fato um eh eu digo um revolucionário do bem. Então ele usou o pseudonim, aquela foto, ah, porque Kardec tá com aquela cara, a gente julga, né? Que coisa espetaculosa. A gente não olha o contexto. A gente simplesmente, né, tá muitas vezes ignorante do saber das coisas que precisamos saber. E é isso que o Bom Dia Café faz, esclarecer o jornal das boas notícias, o jornal espírita, que é esse que lhe traz para a realidade do amor, do bem, da paz, da harmonia. Vivemos no mundo. No Evangelho segundo o Espiritismo, tem um capítulo que trata do homem no mundo. O homem no mundo, né, para viver uma vida, sabe, de contemplação, uma vida separada da sociedade do mundo, que é o mundo atual. O mundo em que nós somos chamados a viver é para que nós sejamos melhores que ontem, para que nós representemos Jesus, para que nós possamos dizer que é é possível renovar, transformar, modificar, agradecer, perdoar, esclarecer e acima de tudo se autoconhecer. Autoconhecer, conhecer-se. Não é verdade? Deixa eu colocar um café para molhar a garganta. Olha, eu tinha colocado e não tomei porque tava falando demais, né? Quando a gente fala demais, é bom ter cuidado com o que a gente diz, porque palavras elas são captadas, são absorvidas, são eh ligadas a outras mentes. Quando a gente fala, a gente plasma. E aí alguém vem e diz: "Olha, vou somar com essa outra energia e com outra e com outra". Então, o que a gente fala, o que a gente

, são eh ligadas a outras mentes. Quando a gente fala, a gente plasma. E aí alguém vem e diz: "Olha, vou somar com essa outra energia e com outra e com outra". Então, o que a gente fala, o que a gente expressa é muito delicado. Cuidado com o que nós falamos, cuidado com o que nós eh distribuímos por aí, né? Porque a gente sabe que palavras o vento leva, mas pessoas absorvem, pessoas transformam em ações. Então, tudo é energia. O que eu emito aqui através das minhas palavras é energia que vai ser utilizada por outras mentes. Tenhamos cuidado. Continuando, nosso, na doutrina espírita, nós temos vários eh elementos maravilhosos. Eh, eu, enquanto espírita, eu tive a maior alegria da minha vida quando eu descobri através de um professor maravilhoso chamado José Valmon de Oliveira, assistindo Valmon, ele disse: "O espiritismo a tua morte". Isso para mim foi uma libertação que eu gosto muito de de ser criança, eu gosto muito de brincar, eu gosto muito de alegria. Então, quando eu fiquei sabendo que eu vou renascer e vou voltar a ser criança, literalmente, isso me causou extrema alegria. Eu quero trazer para você um poema autoral que fala assim, ó, esa um pouquinho, viu? Esse poema diz assim: Razão farfalha o riso solto, transparecendo alegria. Meu sonho envolto numa frágil fantasia, meu vaso de cristal a sete chaves guardado. tem valor sentimental, pensamento embaraçado, que eu acumulei coisas fúteis, pedaços de sentimentos, guardei coisas eh inúteis, lembranças e lamentos. Quero juntar ternura em um porta-tesouro, até surgir a cura num tempo vidouro. Cura para o poeta viciado em beleza. Esse louco esteta de alma nua e presa, aprisionada e cativa, algemada a criação. Sua mente seletiva mergulha na solidão. A solitude e a companhia dela não abre mão. Tampouco da poesia. seu viver, sua razão. Então, o poeta tem dessas coisas e gente também fica melancólico também, por isso que ele é poeta, porque a melancolia muitas vezes faz com que o poeta se inspire, mas logo vem a alegria. Porque João Prado, o

poeta tem dessas coisas e gente também fica melancólico também, por isso que ele é poeta, porque a melancolia muitas vezes faz com que o poeta se inspire, mas logo vem a alegria. Porque João Prado, o poeta do otimismo, ele começa, ele começa, o primeiro livro ele nunca publicou, porque ele diz, é interessante que ele diz assim que ele é preto, pobre, eh tinha cabelo eh crespo. Crespo é crespo que fala cabelos crespos. Eh, morava mal e se achava feio, mas agora ele diz que é rico e diz que pobre também. Ele agora é rico, é bonito, continua preto porque é é lindo sendo preto, continua com cabelo crespo, muito lindo, por sinal, mas ele agora tem alegria de viver. Ele disse que o primeiro livro dele foi uma cate. Ele botou tudo para fora, nunca publicou porque ele disse que tem um carinho muito grande, porque foi através desse jogar fora tudo aquilo que não lhe servia, que ele descobriu a alegria de viver. Eu quero trazer eh mais um poema do nosso querido João de Todos tempos. Eh, e nesse livro ele fala de muitas de muitas eh de muitas eh das publicações dele, ele traz reunidos aqui em João de todos os tempos. Tu que andas cansado, vazio, desanimado, parece que o mundo todo já desabou ao teu lado. Levanta cara, sacode. Eu sei como é que, não sei como é que pode tanta amargura e desdita e crer. A vida é bonita. Vive viver na beira do tempo, a festa que o tempo fez e reage de uma vez. Galopa num esperança tirada de lá do fundo, rodopia a mão no mundo, no laço prende a certeza, briga, sacode, disputa, vira a mesa, vai à luta. A vida te cobra vida, o mundo te cobra garra, amarra o teu desengano num pé de não quero mais, bem distante da esperança, da coragem bem lá atrás, acredita, vai em frente com a raça quebra, com a raça quebra corrente e bate no peito. Posso, quero, faço, aconteço. Viro o mundo pelo avesso, mas faz, constrói, realiza. Não precisa ser gigante super homem, nem precisa. Basta seres tu somente com a força suficiente que tens lá dentro de ti, mas que está

, aconteço. Viro o mundo pelo avesso, mas faz, constrói, realiza. Não precisa ser gigante super homem, nem precisa. Basta seres tu somente com a força suficiente que tens lá dentro de ti, mas que está adormecida. A vida te cobra riso, faz da vida um paraíso. Quem tem raça por raiz terá flor feito o sorriso. Vem, levanta firme altaneiro, põe só um sangue nas tuas veias, põe mais sal nesse tempero. Habita Deus no teu peito de um jeito bem verdadeiro. Tem estrelas te espiando. Quem importa lama no pé, a fé que vai carregando. A gente se for a fé, se realmente palpita, faz essa vida bonita do jeito que a vida é. Ele fez esse poema para um amigo que estava tristonho, cansado, querendo desistir. Mas nós não vamos desistir porque a vida é um eterno renascer. E bons exemplos, boas notícias. Essas precisam ser divulgadas, precisam ser apresentadas. Eu sei que o mundo, esse momento atual tá trazendo espíritos de outras esferas que estão aqui na última oportunidade, né? estão tendo a última oportunidade, não reencarnarão mais nesse planeta que está com pé na regeneração, se não se renovarem moralmente. Não é isso, gente? Então, sigamos em frente com alegria, porque eu costumo dizer que o canal Renovando Consciências, que traz Espiritismo em sua Essência, ele deu uma oportunidade a muita gente, está dando a nossa querida Norma, a nossa gratidão, essa mulher guerreira que com a coragem e a fé, a esperança, a perseverança, norma não existe, né? [risadas] Ela não é normal para muitos, mas ela é normal. Porque ela acredita no ser humano, ela acredita nessa semente que está em nós, a semente do amor. Porque nós somos filhos da luz, nós somos seres divinos. E qual é a finalidade da da encarnação? A perfeição relativa. Nós estamos aqui para felicidade. Ninguém está aqui para sofrer. Nós temos um outro projeto aqui chamados poetas na cozinha. São poetas que durante a pandemia, pensando na fome, se reuniram e lançaram poemas que alimentam o corpo e a alma, poemas que aquecem a alma e o coração,

outro projeto aqui chamados poetas na cozinha. São poetas que durante a pandemia, pensando na fome, se reuniram e lançaram poemas que alimentam o corpo e a alma, poemas que aquecem a alma e o coração, memórias afetivas. É lindo, gente. Vai lá, vai lá buscar nas redes sociais poesia em flor, a nossa querida Luciana, a nossa querida Sara Albuquer e muita gente boa por trás desses projetos. em favor da vida, em favor da alegria. Norma querida, gratidão. Estela, meu amor, Estelux, você tem algo para nós para nos dizer? Se você tiver, apareça ao vivo, porque você está aí nos bastidores, você está aí bem atenta. Então, queremos você aqui conosco, um pedacinho que seja, se você tem algo para nos trazer. Sen não, se não tem, nós queremos finalizar com uma poesia pela vida. Que é que você acha? O que é que você me diz? Fala aí, querida, se você estiver me ouvindo, porque às vezes a gente dá uma saidinha, né? Às vezes a gente precisa dar uma said, não é assim, gente? que às vezes a gente não precisa se ausentar, às vezes a gente precisa eh abstrair para continuar abstrair, dar uma voada. As pessoas costumam me dizer que eu vivo sempre no mundo da lua. Tem uma irmã que ela canta, eu vivo sempre no mundo da lua e canta outra, viu? Que eu não vou cantar aqui que eu não sei se pode, mas a minha irmã canta para mim uma musiquinha aí. E hoje eu já entendi porque TDH aparece em qualquer idade, acho a gente já nasce, eu não sei mais, viu? Mas aos 60 anos a gente descobrir, confirmar, porque eu vai, né, tantas coisas, mas a gente é feliz porque a gente está encarnado, está tendo a oportunidade, a oportunidade de servir, a oportunidade de se renovar, a oportunidade do autoconhecimento. Então, dando continuidade, já que temos tempo, eu selecionei aqui um poema. Eu sou da poesia, viu? Não estranhem. Se vocês não estiverem gostando, por favor, reclame e reclame para que a nossa querida Estela tenha tino da próxima vez. rimas do outro mundo. Belmiro Braga nasceu em 7 de janeiro, ontem, comemorou

m. Se vocês não estiverem gostando, por favor, reclame e reclame para que a nossa querida Estela tenha tino da próxima vez. rimas do outro mundo. Belmiro Braga nasceu em 7 de janeiro, ontem, comemorou o aniversário de 1870 em Juiz de Fora, Minas Gerais. E pela pena abençoada de Chico Xavier diz: "Rimas do outro mundo: "Cheguei feliz ao meu porto, estou mais moço e mais forte. Encontrei paz e conforto na vida depois da morte. Eis as rimas de outro norte que escrevo que escreve o poeta morto. Olha, a gente descobriu que a morte não existe. Não é legal. O poeta chegou e disse: "Epa, tô vivo, que alegria!" Então ele disse: "Com a ignorância protância proterva, que a morte é ao fim e o homem passa, julgando no talo da erva a paisagem linda e imensa. Ah! Feliz o que conserva as luzes doces da crença. Quanta gente corre e corre ansiosa atrás do prazer. Sonha e chora, luta e morre sem jamais o conhecer. Não há ninguém que se forre sobre a terra ao padecer. Fecha a bolsa da ambição, não corre atrás da sorte. Venera a mão que te exorte nos dias de provação. Tem coragem, meu irmão. Ninguém se acaba com a morte. Olha que boa notícia. No mundo vale quem tem um cifrão de prata e de ouro. Mas da morte ao sorvedores, ao sorvedouro, jamais escapa ninguém. No céu só vale o tesouro daquele que faz o bem. Se liga aí, viu, galera? É do parnazo. Quem que tua alma emprestes arda no fogo da devoção. Deus é pai que nunca tarda no caminho da aflição. Nas mágoas do mundo guarda a fé do teu coração. Na vida sempre supus sem muita filosofia que em prol do reino da luz basta na terra sombria que o homem siga Jesus e que a mulher siga Maria. >> Gente, que coisa linda, não é? É isso. É o otimismo, é a alegria de viver. Nós precisamos de amor. O mundo precisa de amor. Já chega de tanta eh amargura, de tantas más notícias. Já chega de tanto guardar mágoas. Para que mágoa, gente? Para quê? Eu não tô guardando dinheiro, imagine mágoa, não guardo, mas eu tô guardando bons sentimentos. Eu tô guardando

e tantas más notícias. Já chega de tanto guardar mágoas. Para que mágoa, gente? Para quê? Eu não tô guardando dinheiro, imagine mágoa, não guardo, mas eu tô guardando bons sentimentos. Eu tô guardando eh aqui num potinho, eu estou guardando indulgência, estou guardando benevolência, eu estou guardando, melhor dizendo, eu estou exercitando perdão. Porque sem perdão a gente vai cair, sabe onde? No forço terrível da do ressentimento, a gente vai cair no forço terrível das doenças degenerativas. A gente vai cair nesse lugar escuro, trevoso, de tantas coisas ruins. Para quê? Não guardo mágoa, não guardo o ressentimento, não guardo desamor, não guardo desesperança. O Espiritismo me aprendeu. Tem um passarinho ali cantando. Não vá não, meu filho. Fique aqui comigo. Vamos dividir esse espaço. Então vamos botar para fora, porque nós estamos aqui para representar essa doutrina honrosa que chegou às nossas mãos. Graças a um homem que se colocou à disposição, ele Allan Kardecit le denizá. Mas e se ele não quisesse, não se preocupe, teria outro. Porque com os homens, os homens e apesar dos homens, o espiritismo ele iria florescer na terra, porque não veio por um homem, veio pelos espíritos superiores, pelo espírito verdade, presidindo a codificação. O Espiritismo chegou para nós. Que alegria, que notícia boa. Então, gratidão à vida, gratidão a Deus, gratidão à natureza, gratidão a você que com muita paciência, com muita coragem, com muita eh determinação, porque precisou disso, ficou conosco até agora. Muita paz e muita luz. E até breve. Obrigada, gente. Obrigada, Renovando. Obrigada, Estela. Paz e luz.

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