Bom dia, café! 251125 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 25/11/2025 (há 4 meses) 1:13:00 3 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5749037626294272

Transcrição

Nascer, [música] morreu, renascer [música] ainda e progredir. >> sempre não é [música] além. >> Nascer, nascer poder. [música] Raser, nascer ainda [música] e progredir, progredir sempre sem [música] ser não Amen. >> Bem-vinda Aurora. A terra sofreu noites convulsivas. Hoje eu não tô boa para cantar essa música. Vamos cantar uma mais fácil. Pera aí. Vamos começar de novo. Tudo outra vez. Amanheceu, peguei na viola, botei na sacola e fui viajar. [risadas] Bom dia. Ah, essa é boa também. Bom dia, amigo. Turu turu bom de irmão. Basta um sorriso e cante esta canção. Doron, doron, doron, dorm. Nossa, né? Bom dia, bom trabalho. Bom dia, minha gente. São 7:34. Hoje é dia 25 de novembro de 2025 ainda e nós já estamos tomando o nosso café. Bom dia, café. A nossa live que acontece de segunda a sexta-feira está começando agora. Já cantei frevinho hoje. Será que o povo de Olí de Pernambuco tá aí? Será que a turma de Pernambuco vem hoje? Tô vendo o povo muito devagar. A turma tá com sono hoje, pelo amor de Deus. Já é terça-feira, né? Esse povo já tinha que tá acordado. Será? Bom dia para você. Vamos lá. Vamos de novo. Quem sabe o povo já chega. A nossa live do Bom Dia Café. Embora você possa achar que não é uma é uma live espírita. Nós acordamos cedinho e a gente vem para cá. Eu, Patrícia, Pedro, Jairo, cada dia no cada um no seu dia para acordarmos junto com você e de maneira positiva, trazendo bons pensamentos, trazendo bons exemplos, né, com as nossas efemérides, trazendo notícias boas e como hoje nós vamos trazer uma boa visita que vem tomar café da manhã com a gente para nos falar sobre terapia de vidas, adas vão. Tô cheia de perguntas para ela e espero que vocês também tenham muitas perguntas para fazer, porque ela é a pessoa para falar com a gente sobre isso. Então, nosso objetivo aqui é que você comece já seu dia de forma muito positiva e com essas boas energias para equilibrar e chegar ao final dessa terça-feira de forma tranquila, harmoniosa, né? conversando a respeito de espiritismo,

você comece já seu dia de forma muito positiva e com essas boas energias para equilibrar e chegar ao final dessa terça-feira de forma tranquila, harmoniosa, né? conversando a respeito de espiritismo, de evangelho e da sempre da melhor maneira pra gente tocar o nosso dia e conviver com as pessoas que estão eh nos encontrando ao longo do dia, não é? Você já pegou seu cafezinho? Já doçou? O meu já tá aqui. E como vocês sabem, a gente, se você tá aí na, como vocês sabem, a gente inverte um pouco a ordem. das coisas, a ordem do Bom Dia Café, quando nós temos visita, né? Normalmente a gente faz prece, a gente depois tem efemérides, tem as boas notícias, mas quando tem visita a gente troca tudo, inverte tudo, porque a gente quer logo que a visita seente na mesa e venha conversar com a gente. Então vamos lá paraa nossa visita primeiro hoje. E vou lembrar você, antes de de rodar aqui a vinheta da visita, eu vou lembrar você que quando você se você puder, né, se você quiser e achar adequado, para você dar o seu bom dia aí no chat, curtir a live e se inscrever no canal, não só no Renovando Consciências, que é o canal por onde parte o Bom Dia Café, mas também se inscrever nos outros canais espíritas, nos nossos parceiros de transmissão que são Conecta Espiritismo TV, a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Fraternidade, o Instituto Goiano de Estudos Espíritas e o Grupo Espírita Fonte Viva. Eles são todos nossos parceiros de transmissão. Inscreva-se nos canais espíritas, compartilhe as lives que você gosta, comente no chat, porque essas são maneiras de convencer o YouTube a oferecer esse conteúdo para mais pessoas. E é sempre bom levar coisas positivas para serem compartilhadas pela internet. A gente reclama tanto que só tem coisa ruim na internet. Vamos compartilhar o que é bom, né? Muito bem. Então agora sim. Agora nós vamos lá chamar a nossa visita. Opa, mudou a visita de lugar aqui. Cadê a visita? Achei. Aí, agora sim. Bom dia, Eline. >> Bom dia, Estela. Tudo bem? >> Tudo bem. E você?

m. Então agora sim. Agora nós vamos lá chamar a nossa visita. Opa, mudou a visita de lugar aqui. Cadê a visita? Achei. Aí, agora sim. Bom dia, Eline. >> Bom dia, Estela. Tudo bem? >> Tudo bem. E você? >> Também, graças a Deus. Muito bem. A Elane, a Elane tá impressionada que 7:30 da manhã já tem gente assistindo live. [risadas] >> É verdade. >> Não podia imaginar. >> Vou contar para você que o o Renovando Consciências tem ora eh como é que é? Prece ao amanhecer. Eu não lembro o nome da da live agora. Esqueci o nome da live. Eu já falei tantas vezes. Começa 5 horas da manhã. Nossa, que bom. É, mas é porque tem pessoas que acordam cedo mesmo, naturalmente, né? Então, precisa ter coisas para todos, né? >> Então, a atividade do canal começa 5 horas da manhã e se não me falha a memória, acho que a última live é às 11 horas da noite. Ela termina meia-noite. >> Senão me falha a memória. Então, tem live o dia inteiro, né? Tem >> o dia inteiro. Ninguém pode reclamar que não tem tempo de ouvir, né? >> Sempre tem uma bolinha. Muito bem, nós vamos fazer a nossa a nossa autodescrição, Elane, e aí depois a gente coloca a prece, tá bom? Eu vou começar porque assim você já vê como é que é. Deixa eu ver se é algum recado aqui. Não, se como é que a gente costuma fazer aqui, tá bom? Eu sou uma mulher, eu sou a Estela, uma mulher de 60 anos, tenho cabelos grisalhos, curtinhos. Ele tá mais para branco ultimamente do que para grisalho. Exatamente. Mas eu uso óculos de arredondado, vermelho. Tô de batom vermelhinho também hoje. Uma blusa preta que é mais uma vez da camisetaria per espírito. Eles não patrocinam o Bom Dia Café, nem preciso patrocinar, mas eu adoro a camiseta deles. E tá escrito I see dead people. E quando eu ando com ela na rua, normalmente as pessoas reagem. É muito engraçado. Tô de com uma blusinha meio roxa porque tá um ventinho gelado aqui em São Carlos hoje, gente. E tô no meu quintal. Então, atrás de mim tem algumas plantas e a minha garrafa de café aqui em cima da mesa. Nós estamos em dois

meio roxa porque tá um ventinho gelado aqui em São Carlos hoje, gente. E tô no meu quintal. Então, atrás de mim tem algumas plantas e a minha garrafa de café aqui em cima da mesa. Nós estamos em dois retângulos hoje na tela do Bom Dia Café. Eu tô do lado esquerdo e a Eline, que vai se apresentar agora, tá do lado direito. >> Pode falar, Elaine. Fo a minha descrição também, né? Eu chamo Eline Deluca, eu sou psicóloga, trabalho com terapia de vida passada. Hoje eu estou com uma blusa vermelha para ficar bem alegre, porque aqui já tá saindo o sol. Eu estou em São Paulo, estou dentro do meu apartamento que é bem quentinho, eu tenho os cabelos loiros, bem bem claros atualmente também. E e eu acho que é isso, né? >> Isso tá com tem um quadro lindo atrás de você, né? Com >> tem um quadro que é uma pintura mediúnica da Valdelice Salum, que eu amo muito esse quadro eu gosto demais. É isso mesmo. >> Ele é muito, ele é muito lindo, viu? Muito lindo. A hora que nós começamos a conversar antes de entrar no ar, eu já fiquei olhando falando, gente, que quadro maravilhoso, hein? >> Foi assinado pelo Mon Estela, porque a a Valderico tinha sempre aqueles mestres da pintura, né? >> Então eu comprei vários na época que eu ia nas apresentações dela, porque eu sempre gostei. E esse é do Monetê, que eu sempre admiro muito, né? >> Nossa, mas ele tá maravilhoso, viu? Maravilhoso. Que bom. Muito bem. Vamos, vamos falar oi agora paraa turma que já tá aqui, o pessoal do chat que já chegou. >> A Terezinha. Oi Tereesinha, bom dia. Bom dia, querida. Bem-vinda de novo. Docineia. Tá frio aí no sul do Cineia, como é que tá a temperatura aí? Maria Ferraz. Maria Ferraz acordou cedo hoje, hein? Maria Ferraz tá lá no Texas, nos Estados Unidos. [risadas] >> 4 hor da manhã. Olha, essa é animadíssima. Parabéns. >> Ela ela participou do Bom Dia Café ontem, Eline, >> porque ela esteve no ela foi visitar o o set de gravação do The Chosen lá nos Estados Unidos. >> Ah, que bacana. >> Ela trouxe uns vídeos para nós, umas

ela participou do Bom Dia Café ontem, Eline, >> porque ela esteve no ela foi visitar o o set de gravação do The Chosen lá nos Estados Unidos. >> Ah, que bacana. >> Ela trouxe uns vídeos para nós, umas fotos. Foi muito legal. O programa ontem foi muito bom, muito bom mesmo. Nossa. Eh, agora eles estão pondo a gente tem uns nomes que eu não consigo ler. G Silva, não, não consigo. G S S S passa seu nome direito aí porque eu não consegui ler, viu? Você me perdoa. Professora Vanda, bom dia. Muito bom ver a senhora aqui de novo. Andreia, bom dia, meu bem. Estelinha xará, bom dia. Ó, pouca gente dando bom dia no chat, hein? Vocês estão muito desanimado hoje. Eu fiz a maior propaganda do chat falando que vocês conversam para caramba. Agora tá todo mundo em silêncio. Vamos fazer a nossa prece. Enquanto o povo acorda e toma o primeiro café para ter condição de começar a conversar, nós vamos fazer uma prece, tá bom? >> Postais cristãos, o caminho do evangelho no rumo da divina luz começa na manjedoura e vai ao topo da cruz. Não te dou neste mundo as lágrimas de aflição, que o pranto lava os caminhos traçados no coração. Perdoa a mão criminosa que te fere e te faz chorar, pois alguém vela por ti nas luzes do eterno lar. Há muitas cendas na terra, no roteiro da ilusão, mas a estrada com Jesus é santa renovação. Agradece a providência e o tempo vestido em flor e louva o Senhor da vida nos teus dias de tua dor. Nem todo dia no mundo será de júbilo e mel. Mas se buscas Jesus Cristo, segue sempre ser fiel. Lembra-te, irmão, no caminho que os discípulos de Escol é aquele que em meio às sombras revela o divino sol. Se quereis subir ao alto, toma zelos em não cair. Constrói na lutas de agora as belezas do porfir. Se desejas a vitória do combate contra o mal, vive, amigo desde agora a vida espiritual. Aos grandes homens do mundo podemos admirar, mas somente a Jesus Cristo devemos acompanhar. Cassimiro Cunha é linda, né? >> Linda, muito linda, maravilhosa, >> muito bonita mesmo. Muito bom. Então

al. Aos grandes homens do mundo podemos admirar, mas somente a Jesus Cristo devemos acompanhar. Cassimiro Cunha é linda, né? >> Linda, muito linda, maravilhosa, >> muito bonita mesmo. Muito bom. Então agora nós vamos vamos eh já fizemos a prece. Ah, é, agora nós vamos apresentar, né? Vamos apresentar Eline, você me corrija se eu falar alguma bobagem, tá bom? Eline, fica à vontade para corrigir aqui, ó. A Eline trabalha desde 81 com terapia de vidas passadas e graças aos excelentes resultados apresentados a partir do primeiro paciente tratado com essa técnica e foi aplicando essa terapia eh que há 37 anos, né, há mais, né, me tornei uma psicoterapeuta especializada e reconhecida. Ela é o texto dela lá do site, viu, gente? A TVP é conhecida e aplicada em diversos países e tem sido mais utilizada até por conta dos seus benefícios mesmo. A técnica, no entanto, aqui no Brasil não possui reconhecimento da academia e, por isso não é regulamentada como ciência psicológica pelos conselhos de psicologia. No Brasil, a Helene é uma das pioneiras no estudo e desenvolvimento da TVT e seu primeiro contato com a técnica foi em 1981, por meio do psicólogo americano eh Morris Nerton, é isso? >> Netton. >> Netton, >> um dos e um dos principais estudiosos do assunto no mundo desde a década de 1960. Então, tá super a Mega Blaster habilitada. E eu já assisti você falando, viu, Elane? Por isso que eu fui atrás, >> porque eu falei assim: "Isso aqui é muito legal, muito legal". Ó o povo, ó o povo chegando. Ah, bom. >> Obrigada. Fico feliz que tenha gostado. >> Foi muito bom. Ângela. Bom dia, querida. A Andreia aqui falando bom dia também. Helen Paulino, bom dia. Bom dia para Ritoca também. Bom dia para Dulcineia. Ah, tá até bom. Aqui 19º. Ah, tá melhorzinho aqui. Tá 17. Olha só. Tá bom. Tá fresco. Dolores, bom dia, querida. Isso. Vamos dar o like, gente. Vamos dar o like. Linda mensagem. Eu também achei. A Tânia escolhe umas mensagens lindas, né, gente? A Tânia escolhe. Linda mesmo. Também gostei muito.

bom dia, querida. Isso. Vamos dar o like, gente. Vamos dar o like. Linda mensagem. Eu também achei. A Tânia escolhe umas mensagens lindas, né, gente? A Tânia escolhe. Linda mesmo. Também gostei muito. >> Oi, Shirley. Shirley também tá no leste europeu, né, Shirley? Agora eu não vou, eu sempre esqueço o lugar que a Shirley tá. A Shirley tá acompanhando a filha dela que teve nenê. Já teve, né, Shirley? Agora já nasceu a nenê. Um dia eu brinquei e falei: "A Shirley já é vovó". Ela mandou uma mensagem para mim: "Não, ainda não nasceu." [risadas] Ai ai. Aqui é assim, Elan. Então vamos lá. Vamos falar de terapia de vidas passadas. Minha primeira pergunta para você é: terapia de vidas passadas é a mesma coisa que regressão de memória? >> Olha, é a mesma coisa. Como é? Por que que se diz regressão de memória? Porque nós trabalhamos a técnica da terapia de vida passada parte do princípio que já tivemos várias vidas. Sempre que em outras vidas nós morremos com emoções mal resolvidas, o que seriam emoções mal resolvidas? com medo, com culpa, com raiva, com dor, com rancor, com ódio, enfim, sempre que a gente morre com emoções mal resolvidas, com aquelas coisas que ficaram em aberto, a gente carrega no nosso espírito, né, para as próximas encarnações. Então nós partimos do princípio que sempre que ficamos presos nessas emoções, trazemos um pouquinho delas para as vidas subsequentes. Então a técnica parte da vida presente para a origem dos problemas que tanto podem estar na vida presente, como infância, parto, vida intrauterina, como nas outras vidas. Então é uma regressão de memória a vidas passadas. A gente só denomina mais, Estela, terapia de vida passada e não de vidas passadas, porque a gente acredita que a gente tem uma vida, né, de várias encarnações. Então, a gente sempre faz regressão a todas as fases >> da nossa vida até encontrarmos as origens daqueles problemas que as pessoas estão me trazendo hoje. >> Ah, muito bem. Então tem todo sentido, né? Porque a vida, eu como espírito nós

todas as fases >> da nossa vida até encontrarmos as origens daqueles problemas que as pessoas estão me trazendo hoje. >> Ah, muito bem. Então tem todo sentido, né? Porque a vida, eu como espírito nós temos uma vida só, né? >> Isso. Isso. >> Espírito nós temos uma vida só. Tem todo sentido. E aí são várias encarnações e uma vida só. Tá certísimo. Ficou ficou usoável o o o falar em vidas passadas, né? Que fica mais fácil. Mas na verdade é terapia de vida passada. Nos meus livros eu escrevo terapia de vida passada. >> Vida passada. Tá bom. Vou me corrigir agora. Vou falar sempre certo. Outro dia eu tava também escutando, já era um filósofo, espírita falando e muito interessante também. E aí ele falou assim: "Não existem várias verdades, existe uma verdade só e várias interpretações da verdade." Eu é, tem sentido também, né? >> É verdade, tem sentido. Muito boa explicação. >> É porque se eu tenho a minha verdade, você tem a sua verdade, então nenhuma delas é a verdade, né? Exatamente. Mas ele tá certo porque existe uma verdade, né, Estela? É. >> Então aí que varia são as interpretações, né? >> É, é isso. É verdade. Ô, Elane, e o que que é exatamente do que se trata? as pessoas têm um uma nem sempre uma visão correta do que que é uma regressão de memória e ou de uma terapia de vida passada, né, que você falou que são coisas são iguais, mas do que se trata? Que que é exatamente isso? >> Sim, é uma terapia como outra qualquer. A grande diferença é que partimos do princípio também das outras vidas. Então, buscamos a origem, não só na vida presente. As terapias tradicionais sempre acreditam que todos os problemas foram gerados na infância. Algumas até creem que podem ter sido gerados na vida intra uteririna. E nós vamos mais longe, buscamos também a origem dos problemas nas vidas passadas. Como funciona, Estela? Quando o paciente vem, quer dizer, eu trato, a terapia trata de pessoas que t uma queixa que vem nos trazer os seus problemas, como para qualquer outra terapia, né? Então, numa

Como funciona, Estela? Quando o paciente vem, quer dizer, eu trato, a terapia trata de pessoas que t uma queixa que vem nos trazer os seus problemas, como para qualquer outra terapia, né? Então, numa primeira consulta, eu sempre faço uma grande entrevista para conhecer detalhadamente essa pessoa desde o momento que ela foi girada. Já quero saber como foi a gestação da mãe, como tudo transcorreu até o momento presente, quando ela me procura e saber quais são os objetivos dela, o que que ela está vindo buscar na terapia. Também sempre explico detalhadamente como é o trabalho e tudo que vai acontecer, porque a pessoa precisa ter segurança, né? ela precisa se entregar e saber o que vai acontecer, porque essa terapia envolta em muito mistério. Muita gente fala muita coisa e ninguém conhece nem entende direito, né? Então, as pessoas muitas vezes querem, precisam, sempre vem com certo receio, com um pouquinho de medo. Então, eu sempre explico, tiro todas as dúvidas, as pessoas perguntam tudo que tem vontade, então o paciente fica sempre muito muito seguro e tranquilo. Com isso em mãos, essa anamnese grande que eu faço, a partir de uma segunda sessão, eu faço, já começo o processo de regressão. Então, sempre que o paciente chega no consultório, ele senta na minha frente, eu pergunto como foi a semana dele, como ele está se sentindo, se houve algum episódio, ele vai me contar episódio diferente, se teve algum sonho diferente, se teve algum momento mais difícil ou não, enfim, me ponho a par de como ele está. Em seguida, a gente deita num devã, eu uso um pequeno relaxamento e em seguida eu faço uma pergunta pro inconsciente da pessoa. Eu pego uma queixa, geralmente ele me trouxe várias queixas, estão escritas na minha anamnese. Então, digamos que a pessoa sofra de depressão. Ela veio entre várias coisas também tem a depressão. Eu escolho uma de cada vez. A, essa terapia ela é muito objetiva. A gente pega uma queixa, então vamos pegar aqui como exemplo uma depressão. Então depois que

tre várias coisas também tem a depressão. Eu escolho uma de cada vez. A, essa terapia ela é muito objetiva. A gente pega uma queixa, então vamos pegar aqui como exemplo uma depressão. Então depois que eu fiz um pequeno relaxamento, eu digo: "Eu quero que o seu inconsciente agora vá em busca da origem dessa depressão, dessa tristeza que você me falou que sente, que te dá vontade de não fazer nada, de ficar na cama, de não levantar. Se em algum momento passado você já tivesse se sentido assim, aonde você estaria? Em que situação você se encontraria? Se permita lembrar, você vai repetir essa frase algumas vezes e à medida que você repete, você se lembrará. Então eu sempre peço pra pessoa repetir aquilo que ela sente com frequência. Então, no caso, ela repetiria: "Eu me sinto muito triste, tô muito desanimada, não quero sair da cama". >> Eh, já vou aproveitar e vou colocar aqui a pergunta do do Thago. Bom dia, viu, Thiago? Porque acho que tem a ver com esse momento que você tá falando. >> Você Isso é uma hipnose, você hipnotiza a pessoa ou é só uma sugestão? Olha, é um é um relaxamento onde a pessoa fica em estado alfa, como a gente diz hoje na meditação, como fica a pessoa quando vai ao centro espírita e se concentra, o médium ali para fazer o seu trabalho, você se concentra paraas suas orações. Então o paciente fica totalmente consciente, mas ele não está vigilante como nós duas nos olhando. Ele está deitado no divã, ele fechou os olhos. Eu fiz um pequeno relaxamento. Ele está me ouvindo, está ouvindo a ele. Tudo que ele fala está vindo dele para mim, não de mim para ele. E quando termina a terapia, ele sabe tudo que aconteceu. >> Ah, >> então é um estado hipnótico, mas eu não estou trabalhando com uma hipnose, entendeu? >> Entendi. Você também falou agora a pouco que essa é uma questão envolta em muito mistério, né? Você acredita que esse mistério todo e essa falta de de buscar uma informação concreta e científica, né, eh é que faz com que eh no movimento espírita se tenha tanto receio de de

m muito mistério, né? Você acredita que esse mistério todo e essa falta de de buscar uma informação concreta e científica, né, eh é que faz com que eh no movimento espírita se tenha tanto receio de de >> Sim. >> de regressão de memória. >> Sim, é verdade. Especialmente o movimento espírita foi que mais criou resistência. Nunca, nunca quiseram saber a maioria, nunca quiseram ler as obras, que eu escrevi três livros já, Estela. Então, tem uma parte, alguns centros ligados à US >> sempre aceitaram, sempre são alguns, já dei inúmeras palestras, mas os ligados à Federação Espírita nunca aceitaram. uma ocasião. Eu há muitos anos, né, quando eu fiz o meu primeiro livro, que já tem 30 anos, eu até mandei um exemplar para o dirigente da federação naquela ocasião, para o presidente, pedindo que ele lesse, que ele desse um parecer. Ele nunca leu e nunca deu o parecer. E >> a Federação Espírita a a F >> do Estado de São Paulo. >> Ah, FESP. Tá, tá. Fesp é. E até hoje eles não entendem. Só para você entender, uma pessoa que ouviu a minha outra palestra, essa que você disse que ouviu, me telefonou com um problema muito sério, mas muito sério mesmo, e que nós poderíamos resolver até o Natal, porque essa terapia a gente faz uma vez por semana, mas podemos fazer mais vezes se quiser, se possível, se necessário. Essa pessoa marcou todo animado, chegou no centro, contou que vinha fazer a terapia. Não, o senhor não vai não. Senhor não vai, vai fazer mal, vai piorar. É perigoso. O senhor, o moço me ligou no dia seguinte suspendendo. >> É, você sabe, eu já fiz regressão de memória. >> Eh, e o engraçado, e o interessante é que eu fiz regressão de memória orientada pelo plano espiritual. >> Ah, você fez sozinha, então? >> Eu não não fiz. eu aqui em São Carlos tinha um, um ele já faleceu, por isso que eu tô falando, tinha eh o Roque fazia a regressão de memória e ele fez com minha mãe por conta da asma da minha mãe e amenizou muito. E ela entendeu, na verdade, ela entendeu porque que ela tinha asma, então já ajudou bastante.

oque fazia a regressão de memória e ele fez com minha mãe por conta da asma da minha mãe e amenizou muito. E ela entendeu, na verdade, ela entendeu porque que ela tinha asma, então já ajudou bastante. Eh, e eu não queria fazer. E ele vinha, falava comigo, eu falava assim: "Não, não, deixa isso para lá, esse negócio de lembrar do passado". Eu tô de boa que muita gente tem curiosidade, mas eu não queria saber. E aí houve uma insistência até o dia que houve uma comunicação falando assim: "Você ouça o que o Rock tá falando". >> Tá bom. Aí eu fui fazer e aí foi assim, >> mudou completamente minha vida, né? Porque eu entendi tanta coisa, tanta coisa e eu falei assim: "Isso é fantástico, mas nessa, nessa condição, eh, que é diferente, por exemplo, de outra pergunta, o Thago é quase um jornalista como eu, viu? E o Thiago tá fazendo outra pergunta interessante, né? Como é que você trata a questão da curiosidade e se muita gente procura terapia nessa eh com essa curiosidade, né? >> Não, a mai nunca procura. As pessoas vêm com queixas e as piores queixas. A vida toda eu já faço, hoje não é 37 anos mais, hoje já tem 43 que eu faço a terapia de vida passada. E as pessoas vêm quando sempre em último caso, geralmente o paciente quando veio esse tempo todo para TV, ele já foi ao médico, ele já fez terapias convencionais, ele já tratou com alopatia, com homeopatia, com tudo que você possa imaginar. Então, as pessoas vêm com muitos problemas, com coisas que elas estão lutando muitos e muitos anos para resolver e não tinham conseguido. E por curiosidade é muito raro. Olha, para te dizer, nesses 40 anos, se dois ou três me procuraram, foi muito. A gente não faz. Eu nunca fiz, nunca recomendei. Então, esses poucos que vieram, eu digo, eu explico, olha, a terapia, porque a terapia, inclusive parte do problema para busca da origem. Então não tem nem como fazer se você não tem uma queixa. Mas enfim, a pessoa vindo, ó, eu não tenho nenhum problema, eu só queria saber quem eu fui. Olha, infelizmente nós não fazemos, porque

origem. Então não tem nem como fazer se você não tem uma queixa. Mas enfim, a pessoa vindo, ó, eu não tenho nenhum problema, eu só queria saber quem eu fui. Olha, infelizmente nós não fazemos, porque terapia já é tratamento. Então é para quem tem um problema, você vem em busca da solução de coisas que você não está conseguindo resolver. E essas pessoas foram dispensadas. Mas olha que eu me lembro, acho que foram duas, porque assim, Estela, a pessoa quando liga para marcar horário não é com a secretária. A secretária passa para mim e eu sempre já converso no telefone. Esses tempos todos foram assim. Eu já pergunto se ela sabe o que é, se ela acredita no que eu faço, se já leu alguma coisa sobre. Ninguém vem, ninguém marca sem saberem detalhes. Então, as pessoas quando vêm é isso que elas querem. Elas me dizem: "Não, eu sei como é seu trabalho, é isso que eu estou buscando, é isto que eu quero fazer". Então, a gente não tem problema. Eu nunca tive problema com essa coisa da curiosidade, >> tá? E essa questão que a gente, que é o que a gente escuta no movimento espírita, como você falou, que é perigoso, que é arriscado, que é problemático fazer, porque você pode e ir para uma memória e não voltar mais dela. Já escutei tudo isso. Tô falando que eu já ouvi. >> É, eu também. e etc e etc e etc, né? Eh, que que você faz? >> A ladaainha foi sempre a mesma, 43 anos. >> É [risadas] a pena. >> Muda. É, não tem umas coisas no movimento espírita que não mudam. É verdade. >> É. É. Então, então é isso. Como tudo, se você não fizer direito com o profissional adequado, pode não ficar bom, né? Como qualquer profissão, se você buscar um médico que não é bom, o remédio não vai resolver, um advogado não vai resolver a sua questão e por aí vai. Então, trabalhando adequadamente como eu faço, olha, Estela, eu nunca tive problemas. Eu já atendi mais de 2.500 pacientes. Por quê? Porque eu faço a técnica, aprendi com Morris Netton, porém de lá para cá eu fui me aperfeiçoando com a própria prática, né?

ela, eu nunca tive problemas. Eu já atendi mais de 2.500 pacientes. Por quê? Porque eu faço a técnica, aprendi com Morris Netton, porém de lá para cá eu fui me aperfeiçoando com a própria prática, né? Então você tem que trabalhar, por exemplo, cada vida que aflora a vida inteirinha, desde a infância da vida passada até a hora da morte. Sempre até a hora da morte. A pessoa se desconecta de tudo aquilo quando ela revive a morte e já se vê fora daquele corpo. Nem sempre os terapeutas fazem isso. Há pessoas que fazendo essa terapia acreditam que se você reviver só o trauma, o trauma que ocorreu, você resolve. E não é verdade. As coisas ficam em aberto e aí você pode passar mal. às vezes há influências espirituais. Nós espíritas conhecemos a obsessão espiritual. Então, muitos pacientes quando estão enfrentando suas problemáticas tem obsessores acoplados a eles, porque geralmente os problemas ocorreram juntos, né, em outros tempos quando se conheciam. Então, quando isso aparece na terapia necessita ser trabalhado. E eu trabalho também conversando com aqueles que muitas vezes acompanh. Então, todos estão fazendo a terapia. Então, há um desligamento total de tudo que aflora numa terapia. Então, meu paciente nunca ficou mal. Ela nunca teve uma queixa em 43 anos. Ao contrário, os pacientes até hoje me enviam pacientes, pacientes de 20 anos atrás, de 30, eu já tenho de filhos, né? já tem de filhos de filhos e assim vai, o vizinho, o amigo, primo, parente. Então isto nunca aconteceu. Porém, se não for bem trabalhado, só para dar um exemplo, uma vez um terapeuta americano muito famoso, o esteve no Brasil e ele fazia muitos workshops, né, o Brian. E ele fazendo um workshop, ele pegava um paciente da plateia e fazia uma vivência. Então, a vivência era aquilo que aflorasse, só aquele momento, aquele trauma. E aí acabava, né? Tudo bem, eu nunca fiz isso, porque eu sempre soube que se isso acontecesse, muitas coisas iriam ficar abertas no inconsciente, ficariam a flor da pele e poderiam fazer mal. Um dia, atendendo

ava, né? Tudo bem, eu nunca fiz isso, porque eu sempre soube que se isso acontecesse, muitas coisas iriam ficar abertas no inconsciente, ficariam a flor da pele e poderiam fazer mal. Um dia, atendendo uma paciente, fazendo a anamnese, que eu vou perguntando tudo naquela anamnese, né? Você tem problema de saúde? você tem problema de insônia, todos os tipos de problema. E ela me disse que tinha bronquite. Quando a pessoa tem um problema, eu sempre pergunto: "Mas desde quando você já nasceu? Foi desde criança?" Ela falou: "Não, você sabe, eu já era adulta, não foi há muito tempo, foi uns anos atrás." Eu falei: "O que que aconteceu naquela época?" Aí eu falou: "Nada especial. O que eu me lembro é que eu fui num workshop assim, assim, assim, eu me ofereci para ser cobaia lá e eu revi uma vida aonde eu morri enterrada viva. >> Eles me enterraram até aqui o peito e eu fiquei ali e ali eu morri. Aí, isso eu tenho anotado na namnese, isso me alertou logo que ela detonou de van na primeira sessão. Ah, então desde então, desculpa, desde então ela tinha bronquite, ela vivia parando no pronto socorro com falta de ar. Na primeira sessão eu já fiz ela regredir a esta vida, porque ela só tinha visto aquele fato. Ela não sabia por aquilo tinha acontecido, aonde ela vivia, como vivia. Então, quando eu faço, a pessoa entende o contexto todinho aonde ela vivia, que tipo de vida ela teve, como ela foi parar naquela situação, o que aconteceu naquela situação até o momento da morte. Depois dessa regressão, nunca mais ela teve bronquite. >> Interessante. Ó, a Andreia tá perguntando se a Helene é espírita. É espírita? É espírita. >> Eu sou espírita. Eu sou espírita há 50 anos. Eu estou com 73 anos. Eu comecei, não foi de infância, não era da minha família. Eu era mocinha e eu tinha 20 e poucos anos quando eu eh queria muito eu já estudava espiritismo e foi assim que eu descobri a terapia de vida passada. Eu era católica, sempre estudei colégio de freiras. Meus pais me puseram no colégio de freiras quando eu saí do

muito eu já estudava espiritismo e foi assim que eu descobri a terapia de vida passada. Eu era católica, sempre estudei colégio de freiras. Meus pais me puseram no colégio de freiras quando eu saí do curso normal, né, que na época eu fiz normal e fui pra faculdade, comecei a entender melhor, a estudar as coisas, eu já tinha mais curiosidade. Eu comecei a me interessar pelo espiritismo de ouvir falar, de pessoas amigas contarem. Fui paraa federação, comecei a fazer escola de médiuns e comecei a ler ler. Eu me encantei, eu me encantei. Foi um deslumbramento. Eu nunca mais parei de ler, de estudar. E lá na federação eu comprava o jornal A Folha Espírita. Assinei esse jornal minha vida toda, né? E um dia tinha uma matéria sobre um casal que vinha que vi que tinha vindo dos Estados Unidos, a Maria Júlia o Nei Prieto Perez, que faziam parte da Associação Médico Espírita. Eles tinham trazido o livro do Morris Netterton, Vidas Passadas em Terapia. E quem quisesse estudar aquele livro, ou médicos ou psicólogos ou psiquiatras ou psicólogos, que fossem até a Associação Médica. E eu fui como dezenas de pessoas foram e foi assim que a TVP começou. Então eu era espírita novata na época, mas hoje já [risadas] 50 anos praticamente. >> Tá certo. O Thigo tá perguntando qual que é a indicação clínica para fazer TVP. >> Olha todos os Desculpa, termina. >> É, tem uma indicação clínica. Existe a indicação clínica? A indicação é o que você sente que você não resolve. Pode ser tanto problemas emocionais como doenças que a medicina muitas vezes não traz uma resposta. Então, aquelas doenças que a medicina com a medicação controla, mas não cura, então a depressão, a ansiedade, o nervosismo, a insônia, a dificuldade de relacionamento com quem quer que seja, a dificuldade de se encontrar numa vocação, num trabalho que te agrade. Então, pela por todas as razões pelas quais você busca uma terapia convencional, são as razões pelas quais você busca uma terapia de vida passada. >> Bom, agora eu vou fazer uma pergunta.

e te agrade. Então, pela por todas as razões pelas quais você busca uma terapia convencional, são as razões pelas quais você busca uma terapia de vida passada. >> Bom, agora eu vou fazer uma pergunta. você não não, eu vou me pôr aqui na posição de de jornalista de verdade. >> Eh, se é um um bom tratamento, isso não vai contra o conceito espírita, inclusive de que nós não devemos lembrar do passado, que há necessidade do desse véu do esquecimento para que a gente possa manter ah adequadamente a nossa o nosso reencarne. Olha, é isso que os espíritas alegam esses anos todos, né? Mas eu não vejo por essa forma, porque veja bem, nós trabalhamos na terapia, ninguém vê todas as suas vidas, não. Nós trabalhamos um apanhadinho de vidas que tem relação com os problemas que a pessoa está sentindo. Então, a pessoa vê o que ela tem que ver. Como é que a gente sabe? A gente não sabe. A gente parte da queixa para a origem. Então eu vou eu vou trabalhando cada queixa até que a pessoa não lembra de mais nada no trabalho de regressão e aí ela recebe alta e ela fica bem. Então o que eu aprendi na doutrina, inclusive tem uma passagem do evangelho muito bonita que agora eu não me recordo o nome, mas que diz assim que você nunca deve deixar de ajudar quando você sabe o que fazer, que está na mão de Deus. A cura a coisa vai acontecer e ele vai se curar. se estiver da vontade de Deus, mas nós temos que ajudar de todas as formas. Se essa terapia surgiu, se alguém descobriu essa terapia sem querer, que foi assim que começou, tinha psicólogos ou psiquiatras nos Estados Unidos que fazendo terapia convencional ou trabalhando com hipnose, o seu paciente começou a falar coisas que eles não sabiam. Eles foram pesquisar, encontraram a filosofia oriental e descobriram a reencarnação e assim começou a terapia de vida passada. Então, se Deus permitiu, Deus, né, a gente se aconteceu é porque era o momento da humanidade naquele exato instante descobrir uma nova forma como tantas outras, não é? Quanto se descobre

vida passada. Então, se Deus permitiu, Deus, né, a gente se aconteceu é porque era o momento da humanidade naquele exato instante descobrir uma nova forma como tantas outras, não é? Quanto se descobre uma vacina, quanto se descobre uma medicação que possa curar as pessoas. Eu falei para vocês que era era bom a gente ouvir ela, [risadas] mas não é não tem essa passagem no evangelho. Não sei se você lembra, ela é muito linda. Eu eu fiz eu eu fiz palestras em centro e muitas vezes eu li essa mensagem que agora eu não me recordo dela toda, mas é do espírito explicando quem é você para julgar. Se você tem na mão um meio de ajudar, é sua obrigação fazê-lo. >> Tem toda a razão. Concordo com você. Por isso que eu gosto de trazer, às vezes eu eu trago inclusive eh para cá para conversar com a gente eh pessoas que eu não concordo com tudo que elas falam, porque acho que a gente tem que ter contato inclusive com aquilo que a gente discorda. Pode não aceitar, mas a obrigação de conhecer, de entender, de saber do que se trata, a gente tem inclusive com aquilo que a gente discorda, né? Sen não tem, não tem condição. >> Inclusive, posso complementar um pouquinho? Como eu trabalho na terapia com as influências espirituais, como eu disse, seja obsessão ou não, porque muitas vezes são espíritos amigos e mentores que também se aproximam e mandam recado. Então, esses anos todos, através de alguns pacientes com a mediunidade aberta, naturalmente, né, muitos sempre foram espíritas, muitos, até a maioria, né, não todos, mas muitos. Então eu recebi muitas mensagens através dos próprios pacientes, de que o trabalho era muito bom, de que o trabalho tinha que continuar, que eu nunca desistisse, que eu nunca deixasse de fazer como eu fazia, que como eu fazia era o correto. E teve muitos pacientes que o mentor falou paraa própria pessoa através dela, né, que ele trabalhava há muito tempo para ela vir para essa terapia, porque ele como mentor dela sabia que só essa terapia iria ajudá-la a dar os parabéns

tor falou paraa própria pessoa através dela, né, que ele trabalhava há muito tempo para ela vir para essa terapia, porque ele como mentor dela sabia que só essa terapia iria ajudá-la a dar os parabéns pela coragem da pessoa vir fazer e se autoconhecer profundamente. Então eu também fui ficando tranquila à medida que fui trabalhando. Depois, perto do primeiro livro, quando eu já tinha, veja, 14 anos de terapia de vida passada, uma vez uma entidade veio me dizer que eu ficasse sossegada, que aqueles anos todos eles, uma equipe observava o meu trabalho. E naquele momento eles vieram dizer que eu tinha uma equipe que trabalhava ali com ele pela qualidade do trabalho, que eu nunca tivesse medo e nem dúvida e que eu nunca deixasse de fazer como eu fazia. E assim eu fiz. E hoje já tenho 43 anos de terapia. >> E você tem você tem eh outros profissionais também da psicologia que trabalham com com você, que que se interessaram por TV também e fazem TVP ou não? >> Infelizmente, Estela não vai morrer comigo. Por quê? Porque os espíritas não aceitaram. O nosso Conselho Regional nunca aceitou. Então, as pessoas, os terapeutas, os os psicólogos foram ficando com medo. Eu até cheguei a abrir curso, mas não teve procura. Teve alguns que vieram, eu fiz supervisão individual durante esses anos, foram muito poucos e eles acabaram também não trabalhando com a técnica. Então eu não tô deixando ninguém preparada, mas não porque eu não quis ensinar, porque ninguém quis aprender e quem veio não teve vontade de fazer porque sofre essa pressão. Se você faz, o Conselho Regional te proíbe de dizer que você é psicólogo. Se o paciente é espírita, que muitos são, vão no centro, o centro proíbe, você não vai, que você vai piorar. em tantos anos foi criando, né, uma nova geração que já não tem mais interesse, entendeu? >> Que já cresce com esse peso aí, >> já cresce com esse medo. Já cresce com esse medo, com essa essa conversinha que você falou, que faz mal, que não tem que mexer, que não pode lembrar, etc e tal,

? >> Que já cresce com esse peso aí, >> já cresce com esse medo. Já cresce com esse medo, com essa essa conversinha que você falou, que faz mal, que não tem que mexer, que não pode lembrar, etc e tal, que são mitos. São mitos. >> Pois é. do cine tá falando quero e o Thigo tá colocando ainda muito preconceito na academia sobre esse tipo de terapia. De que forma você acha que isso será dirimido na ciência da psicologia? >> Olha, neste momento que vivemos, eu não sei dizer, durante esses anos todos eu acreditava que isso aconteceria, né? Dr. Hernane Guimarães fez trabalhos, muitos espíritas deixaram aí muitas obras que comprovam a reencarnação. Ah, e eu, Hermínio Miranda, e eu acreditava que através da terapia, porque eu fiz muito por divulgá-la, eu escrevi três livros, eu dei muitas palestras, eu tive muitos pacientes, então eu acreditava que tudo isto ajudaria, porém não ajudou. Então, hoje eu não saberia dizer para você o que poderia. Só o tempo. >> É só o tempo. É. A a Rose, a Rosiane tá perguntando, são necessárias várias sessões de TVP para se ter uma resposta? É assim, olha, cada caso é um caso, porque cada pessoa vem com uma queixa, às vezes pequenininha, às vezes imensa, né? Porém, a média, a média é de 3s meses, com uma sessão semanal de 2 horas seguidas, porque é trabalhoso fazer essa terapia. Porém, às vezes, as pessoas têm uma queixa pequena, muito objetiva, já fizeram muitas outras terapias, muitos outros tratamentos. Então, às vezes pode ser muito rápido. Tanto que nesses anos todos eu atendi muitas pessoas de outros estados, de outras cidades, até de outros países. Então, as pessoas que vinham de fora não podiam vir toda semana numa sessão de 2 horas. Então a pessoa ficava como até hoje quando tem fica uma semana, 10 dias e a gente faz três dias na semana sessões de 3 horas, de 4 horas e a pessoa vai embora. Se precisa, volta daí um mês, dois, quando puder, se vê que sobra alguma coisa. Nesses anos todos raramente alguém voltou. o retorno que eles me deram.

es de 3 horas, de 4 horas e a pessoa vai embora. Se precisa, volta daí um mês, dois, quando puder, se vê que sobra alguma coisa. Nesses anos todos raramente alguém voltou. o retorno que eles me deram. Olha, eu tô ótimo com aquilo que eu vi, me fiquei muito bem, tô satisfeito, não estou precisando. Se eu precisar retornar, eu retorno. Eventualmente, alguns retornaram mais duas ou três vezes até que fechamos todas as questões. Então, é muito relativo. Eu digo uma média porque a grande maioria esses anos todos teve um tratamento de mais ou menos 3 meses. Olha, Dolor está fazendo aqui uma brincadeira, mas que tem uma coisa bacana pra gente pensar também, né? Eh, eu acho que algumas lembranças do passado devem ficar na caixinha. Pela minha vida atual já dá para saber que não fui boa bisca. [risadas] >> É, posso responder? Claro, fica à vontade. >> Claro, isso é ótimo. Serve como reflexão para todos nós. É diferente de quando você tem um problema muito sério e você não consegue resolver, você tem uma doença que você já tomou de tudo e não resolveu. Ou você tem uma dificuldade enorme de relacionamento com o marido, com a esposa, com o filho e já fez de tudo e não resolveu. Então é diferente. Então, é nesses casos, por isso que a terapia é para quem tem problemas sérios, né? De forma corriqueira, nós podemos sim fazer um trabalho de autoconhecimento, como ele falou, a gente se observa e vai se transformando a cada dia, né? E a doutrina espírita nos ajuda muito, né, a fazer esse trabalho de autoconhecimento, de reforma íntima, né, como a gente costumava dizer. >> É, é verdade. Ô, Eline, e me fala uma coisa. Eh, no caso assim, você acabou de dizer, né, as pessoas vão procurar porque elas têm necessidades que são eh graves, né? são questões graves, mas eh o resolver essas questões que podem até não ser de vidas passadas, talvez possam ser de uma da vida atual, você dando solução para isso ou pelo menos entendendo o que tá acontecendo, eh posso concluir que vou deixar de carregar esse problema paraas

de vidas passadas, talvez possam ser de uma da vida atual, você dando solução para isso ou pelo menos entendendo o que tá acontecendo, eh posso concluir que vou deixar de carregar esse problema paraas próximas? >> Sim, é o que a gente acredita, né? Do mesmo jeito que você deu aí seu depoimento, que a sua vida mudou, a de sua mãe, com a compreensão de tudo que você viu e sentiu, é o que acontece com os pacientes. Eles sentem um alívio imenso e, claro, uma amplitude de consciência enorme. Então, claro que o objetivo da terapia é a pessoa se transformar num ser melhor. Então, a pessoa depois que revê as vidas, que compreende aonde ela acertou, aonde ela errou, como ela morreu quando essas coisas ocorreram, descobriu que traços de personalidade ela tá trazendo até hoje que não tinha mudado como orgulho, como raiva, como medo, etc, etc. É claro, ela muda a visão de vida totalmente, então ela transforma o seu comportamento. E com isso, muitas, eu atendi muitos problemas de relacionamento. Então, casais que iam se separar e não se separaram, outros que queriam se separar e puderam se separar da melhor forma e cada qual seguiu muito bem um novo caminho. Outros que não sabiam o que estudar, escolheram ali uma profissão e depois ficaram muito satisfeitos e se deram bem. Então, resolver problemas de saúde, cólica menstruosa, eu trabalhei demais, né? As pessoas tomando remédio, ficando de cama todo mês porque tem muita cólica menstrual, faz terapia de vida passada, a maioria nunca mais teve. Enxaqueca, então nem se fala, né? Tem pessoas que tomam comprimidos para dor de cabeça todos os dias. Eu tratei inúmeras. Nunca mais tiveram a dor de cabeça e xaqueca. Então resolver é isso, né? >> Muito bem. Ó, Terezinha tá contando pra gente que o Alberto Almeida também trabalha com TVP e você tem razão. Eu já ouvi ele falando sobre terapia de vidas passadas, né? Já vi ele falando sobre isso. >> E aí é uma uma resistência interessante, né? porque é respeitadíssimo no meio espírita. E aí eu tô colocando como

ouvi ele falando sobre terapia de vidas passadas, né? Já vi ele falando sobre isso. >> E aí é uma uma resistência interessante, né? porque é respeitadíssimo no meio espírita. E aí eu tô colocando como resistência por ele trabalhar com TVP, né? [risadas] É um resistente. Lá o Alberto faz, elas estão comentando lá. Dr. José Lacerda, você estuda os livros dele? Sabe quem é? >> Apometria, não é? >> É. Então, >> eu acho que acho que ele escreveu um livro sobre apometria, senão me falha a memória. >> Ah, tá. A Elene só atende pessoalmente ou também online? Teresinha tá perguntando porque ela tá lá em Brasília. >> Olha, eu não o conheço. Eu li um livro há muitos anos, mas eu nunca me nunca me aprofundei, nem me especializei em apometria, porque não era algo que tinha a ver comigo, nem com qual >> nem trabalhei com isso nunca. Então eu não posso nem opinar >> e nem conheço. Realmente eu sempre fui uma buscadora, né, por fazer terapia de vida passada. Tudo que era desse ramo eu sempre li, mas nem por isso eu pratiquei, né? >> Eh, a Terezinha tá perguntando se você só atende pessoalmente ou se atende online também. >> É, eu só atendo pessoalmente porque eu não consigo fazer terapia de vida passada pela internet. A gente trabalha com muitas emoções, os pacientes sentem emoções reais, você revive aquele passado. Então o paciente muitas vezes chora muito, eh tem o sintoma que ele tem no dia a dia, ele sente lá, seja uma dor de cabeça, uma dor de estômago. Então não tem condições. Eu tô sempre ali amparando, acompanhando. Se tem influência espiritual, eu estou conversando com elas, estou encaminhando. Então, não é possível fazer a não ser presencialmente. Então, eu só atendo presencialmente hoje muito menos do que eu já atendi. Atendo poucas pessoas, hoje eu atendo bem poucas pessoas, porque essa terapia demanda muita energia, eu me desgasto, me cansa. Então eu sempre fui, né, muito energética, mas aos 73 vai mudando, né? >> Ah, vai. Ah, vai. muito. >> Eu era plugada no 440, agora eu já tô no

terapia demanda muita energia, eu me desgasto, me cansa. Então eu sempre fui, né, muito energética, mas aos 73 vai mudando, né? >> Ah, vai. Ah, vai. muito. >> Eu era plugada no 440, agora eu já tô no 220 e em decréscimo. >> Então eu também. Então eu hoje atendo um muito poucos. Muito poucos ainda tendo, mas muito pouco. >> Muito bem. O o Thigo também tá perguntando da se você utiliza mediunidade na terapia. Você acabou de falar da energia, mas acho que pode complementar. >> Sim. Eu não tenho nenhuma mediunidade ostensiva, nunca tive, frequentei o centro, tudo, não tenho mediunidade ostensiva, mas eu desenvolvi através do próprio trabalho com a TVP a sensitividade. Então, quando, porque foi assim, eu trabalhava com a terapia, o Morris Netterton e todos eles, ninguém nunca falou em espírito, entendeu? Porque ninguém era espírita, a maioria era americano, começou lá e ninguém nunca falou em espírito. Mas eu quando comecei a fazer, já tinha feito minha escola de médiuns, já frequentava trabalho de mesa e eu sabia o que era obsessor, sabia o que era fazer doutrinação, eu já tinha conhecimento e um belo dia, mas ninguém queria que aparecesse um espírito na terapia. Quem fez o curso lá na Nesp e depois quem trabalhava com isso não queria não nos porque o Morris Netterton veio várias vezes ao Brasil e eu fiz workshop com ele como tantos outros e uma vez perguntaram para ele se não aparecia espírito. Ele falou: "Olha, raramente, mas quando aparece manda embora logo". Então ninguém queria, ninguém queria ver ninguém, né? E um belo dia, Estela fazendo uma regressão, quando o paciente já tinha acabado, incorporou e não era uma médium de incorporação que frequentava centro. Ela nem sabia que era médium, mas ela incorporou um obsessor que veio explicar para mim porque que ele estava obsidiando o casal, que ela veio fazer a terapia por um problema no casamento. Dali aí eu soube conversar, lógico, porque eu já tinha conhecimento, já estudava. Dali eu percebi que seria inevitável acontecer isto e passou a

ela veio fazer a terapia por um problema no casamento. Dali aí eu soube conversar, lógico, porque eu já tinha conhecimento, já estudava. Dali eu percebi que seria inevitável acontecer isto e passou a acontecer. E com o tempo eu fui já percebendo sempre que tinha alguma influência porque eu tenho sintomas físicos. Então, me dá sintomas do obsessor ou sintomas da própria pessoa. Então, à medida que eu fui fazendo, eu já explico isso na anamnese e quando cada sessão que a pessoa termina, eu pergunto: "Você ainda sente alguma coisa?" Se eu estou sentindo, eu falo: "Olha, eu sinto que tem presenças por perto. Vamos ver quem é". Pergunte você que está aqui perto, agora que vimos os fatos, podemos conversar, se ponha na minha frente e fale comigo quem era você ali e o paciente vê, quer dizer, ele int, né, ou vê se ele tem vidência. Ah, é aquele cara lá que eu matei ali na guerra. A gente tava lutando, eu o matei, ele tá aqui falando como é que eu matei ele, etc, etc, etc. E aí eu faço o diálogo, entendeu? Eu falo para, mostro, falo para paciente falar para ele: "Olha, mas a guerra acabou há muito tempo, você tá parado no tempo, eu já não sou aquela pessoa, porque nós já vimos a vida toda até a hora da morte". Então eu mostro para aquele espírito que a pessoa que ele acusa já morreu. Você não viu que aquela pessoa morreu também? Ele continuou lutando, mataram ele logo depois, já morreu. Então, e você não entendeu? Não, não entendi. E aí eu explico e tudo se resolve e a gente fecha o pacote. >> Então eu sinto, mas eu não estou utilizando da minha mediunidade para fazer a terapia. É, utilizando do que eu estudei na técnica do Morris Netherton e de todas as terapias, porque eu me formei em psicologia, né, e sempre estudei bastante. >> Quando a gente vê a as descrições, né, ou lê as obras do Paulo Frutuoso, por exemplo, que são as reuniões de efeito físico, mas ele é médium, ele é médium, não, desculpa, ele é médico, né? Ele ele diz que ele não é médium, mas ele é médico. >> Aí quando ele vai nesses mesas obras que

, que são as reuniões de efeito físico, mas ele é médium, ele é médium, não, desculpa, ele é médico, né? Ele ele diz que ele não é médium, mas ele é médico. >> Aí quando ele vai nesses mesas obras que ele fala de efeitos físicos, que ele conta das experiências dos colegas médicos que eh ao realizar uma cirurgia intuem, ouvem alguém falando na orelha deles, faça isso, faça aquilo e a gente faz isso. Eu sou médio, mas eh nem sempre é a prática mediúnica que está em ação, essa prática mediúnica mais clássica, né, que a gente ouve falar. Mas a mediunidade a gente usa o tempo todo, né? Porque enquanto nós temos aí um espírito nos orientando, nos dando alguma intuição, nos influenciando, né, como diz no livro dos espíritos, a grosso modo, eles nos dirigem. Aí a gente tá na prática, tá na prática mediúnica de qualquer forma, né? >> Sem dúvida. Então, é claro que eu sou inspirada, é claro. Eu nunca duvidei. Eu sempre acreditei muito, né? Tanto que depois de 14 anos, como eu contei, veio um espírito dizer para mim: "Nós observamos você esses anos todos, estamos aqui para ajudar. Nunca tenha medo, porque você conquistou uma equipe que trabalha aqui, mas eu não estou usando da mediunidade para fazer o trabalho. A equipe me observa e é claro que se necessário me inspira. >> Muito bem. A DCA tá contando também que lá no sul aí ela pôs aqui ah lá Novo Hamburgo tem o Alexandre Lunques que também acho que é assim que fala hein gente em Novo Hamburgo, que também trabalha com com terapia de vidas passadas. É bom a gente saber, né, que >> é claro, >> é bom a gente saber. Elane, você tem que gostaria de falar mais alguma coisa, dizer mais alguma coisa que foi uma conversa excelente, mas eu tinha certeza que ia ser, tinha certeza absoluta. >> Não, eu fico muito feliz pelo convite. Agradeço imensamente o convite, quem me ouviu, porque eu gosto muito de falar sobre a terapia, exatamente porque ela até hoje não foi aceita, né, pela maioria. quer, é importante que divulgar os excelentes resultados de quando ela é

quem me ouviu, porque eu gosto muito de falar sobre a terapia, exatamente porque ela até hoje não foi aceita, né, pela maioria. quer, é importante que divulgar os excelentes resultados de quando ela é feita adequadamente. Então, para mim é um prazer falar. Eu agradeço imensamente o convite, agradeço a todos que me ouviram, estou à disposição. Se alguém tiver dúvidas, quiser fazer perguntas depois para mim, é só mandar o WhatsApp. Eu posso colocar aí, você pode passar o meu celular para quem tem interesse e me e me escrever pelo WhatsApp que eu estou à disposição. >> Ó, o Thiago já tá falando, tem que voltar, ó. [risadas] >> É, talvez não deu para perguntar tudo que quisesse, né? >> É, não. E eu nem coloquei todas as perguntas porque eu me preocupei aqui em colocar as que iam a atender um maior número de pessoas, né? Quando a gente coloca algumas muito específicas, atende uma pessoa só, não é legal. É melhor a gente atender bastante gente. E eu gostaria aqui de só de repetir uma colocação que você fez, Elane, logo no começo da nossa conversa, que eu achei eh sensata e prudente, né? Da mesma maneira que a gente busca por um médico, por uma médica que tem, que seja responsável, né, ou que a gente procura um engenheiro que seja responsável, que tenha boas indicações, que trabalhe com seriedade. quando a gente vai procurar um psicólogo, né, um psiquiatra, ou quando a gente vai procurar especificamente terapia de vida passada, eh, é preciso também saber com quem que a gente tá lidando, quem é aquela pessoa e quais são os objetivos dela e por que ela ela usa essa prática, porque ela usa esse conhecimento. >> Então, é preciso procurar gente responsável, eh, profissionais responsáveis em todas as situações, né, Elan? Sem dúvida, Estela. Por isso eu me interessei em fazer três livros. Então, eu tenho um site, os livros estão lá, quem quer ler pode abaixar gratuitamente. Então eu explico exatamente como a terapia funciona nos três livros, com muitos exemplos de casos. Então, quando as pessoas me perguntavam,

s livros estão lá, quem quer ler pode abaixar gratuitamente. Então eu explico exatamente como a terapia funciona nos três livros, com muitos exemplos de casos. Então, quando as pessoas me perguntavam, ai será que fulano é bom para eu ir até fora de São Paulo mesmo? Vou dizer: "Olha, leia os meus livros, você vai entender como a terapia funciona." Se você buscar um profissional que não faz mais ou menos assim, você não faça, por senão você pode sim. Ah, tem perigo, tem perigo. Tudo que é mal feito tem perigo. Então, se você quer saber como é, leia o que eu escrevi, que ali é a minha experiência. E ali você vai saber se o que você está fazendo é adequado, se tem alguma semelhança ou não. >> Eu tô pondo aí no ar. Eles são os livros. Isso são os livros. >> Ó, o primeiro livro, Estela, eu conto como a terapia de vida passada chegou no Brasil e colo sempre com muitos casos. Tem pouca coisa escrita de teoria que meu objetivo não era escrever para profissionais. Meu objetivo era escrever pro povo, paraa pessoa comum, ler e entender. Então eu botei vários exemplos de caso no primeiro livro de como a terapia chegou e os exemplos. No segundo caso, as faces do invisível. Foi depois eu comecei a trabalhar, como eu disse, com os obsessores, com os mentores dos pacientes. Então eu fiz o segundo livro abrindo esse campo e trazendo muitos exemplos de casos com os espíritos se comunicando a pessoa da pessoa, sempre correlacionado às vidas que elas estavam vendo. Sempre tudo é correlacionado às vidas passadas que afloram na terapia. No terceiro livro, eu nem pensava em escrever um terceiro livro porque dá muito trabalho, ainda mais há 30 anos atrás. E mas naquele momento, como até hoje, mas naquele momento mais, eu fui recebendo inúmeros pacientes com problemas de relacionamento, fosse o casado, o separado, o solteiro e aí que tinha casos muito interessantes. E eu sempre achei incrível tudo que eu vi, porque a terapia de vida passada foi um deslumbre para mim e é até hoje, né? E eu queria poder compartilhar, eu digo,

aí que tinha casos muito interessantes. E eu sempre achei incrível tudo que eu vi, porque a terapia de vida passada foi um deslumbre para mim e é até hoje, né? E eu queria poder compartilhar, eu digo, só eu vejo isso. Milhares de pessoas nunca vai saber o que eu presenciei tantas vezes, tanto durante uma vida. E eu pensei, vou colocar casos de relacionamento afetivo num livro. E fiz o terceiro livro, por isso ele chama Amor perfeito, ele está ao seu alcance. Então, também tem uma parte teórica pequena, mas muitos exemplos de casos, mas aí só de problemas de relacionamento. Nos outros não. Tem de tudo. Depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, etc, etc. >> Então, eles estão disponíveis lá no site. É isso. >> Estão. Você pode passar o site depois para eles, né? >> Posso, posso fica, já vou pôr já, ó, que aí fica mais fácil. Isso. >> Lá, Elane, ela já tá de jeito aqui porque eu já >> Isso, isso. >> Ó lá. Aqui já devia ter deixado, né? Não é isso, Elane. Ele entrou em outro lugar. Lane. Deluca, tudo junto, né? >> É. El de Luca minúsculo, Luca com 2 >> aqui. Pronto. Eu vou colocar porque assim fica mais fácil quando as pessoas estão assistindo. >> É que é muito interessante as pessoas lerem e se inteirarem melhor do assunto. Até quem sempre veio para fazer a terapia, além de eu explicar pro telefone, eu sempre pedi que a pessoa se inteirasse do assunto, lesse o que eu escrevi, porque tem que calar no coração. Você tem que se inteirar do assunto e falar: "Não, essa terapia é essa que eu vou fazer, é essa que serve para mim". Isso ajuda muito a abrir o inconsciente da pessoa, entendeu? >> Muito bom. Tá aí, então, para vocês é o site da Eline. Não é difícil na Eline de Luca, tudo junto com 2cs.com.br. E aí vocês vão encontrar um material bem bacana lá. O site é muito bonitinho, muito fácil de ser usado, sabe? clean, assim, não tem muita eh não tem rebuscamento. Então, é fácil de se encontrar as informações. Eu já entrei lá algumas vezes para para dar uma olhada, para fazer a minha lição de

ser usado, sabe? clean, assim, não tem muita eh não tem rebuscamento. Então, é fácil de se encontrar as informações. Eu já entrei lá algumas vezes para para dar uma olhada, para fazer a minha lição de casa, né, que precisa. >> Você sabe, eu sempre quis fazer as coisas muito simples, porque no nosso ramo é sempre aquela coisa daquele palavreado, entendeu? >> Que a maioria das pessoas não vai entender. Então, nunca foi meu objetivo, sabe? Meu objetivo era abrir exatamente para que o assunto se tornasse assim comum para qualquer pessoa. >> Muito bem. Deu certo, viu? Porque lá no site tá ótimo. E a conversa, a conversa com você também é excelente. Eu agradeço muito, viu? Mais uma vez, tô à disposição. Muito obrigada e um excelente dia a todos. Um abraço meu carinhoso. Sintam-se abraçados carinhosamente por mim, por quererem me ouvir às 7:30 da manhã. Todos estão de parabéns, [risadas] >> gente. Muito obrigada, Elane, mais uma vez obrigada por por eh por dedicar um tempo aqui para conversar com a gente e explicar para nós a respeito da da TVP, da terapia de vida passada. E muito obrigada a vocês que acompanharam o Bom Dia Café de hoje, que foi um assunto tão profundo, mas de forma tão leve, né? Muito leve, muito gostoso, muito tranquilo. Foi muito bom mesmo. Queridos. Muito obrigada. Eh, amanhã tem mais Bom Dia Café. Vocês fiquem aí espertos e alertas porque amanhã tem mais muita coisa boa pra gente conversar, né? E começar o nosso dia de bom humor, eh, animados, né, de forma bem positiva. Tem uns uns recados aqui. Deixa eu só dar uma lá. Tem mais perguntas aqui, ó. Maria Ferraz dizendo: "Muito obrigada, aprendi muito." Ã, o Thiago falando: "Parabéns pela coragem". Coloca o link lá no Whats a gente acessar os livros. Pode deixar, vou colocar, fica sossegada. E a Andreia falando: "Excelente trabalho, todo mundo agradecendo você". O tem que voltar do Thaago. Eu já coloquei WRB, a rádio lá também falando que acompanhou aqui hoje. Ótimo, gente. Não dá mesmo para colocar todas as

"Excelente trabalho, todo mundo agradecendo você". O tem que voltar do Thaago. Eu já coloquei WRB, a rádio lá também falando que acompanhou aqui hoje. Ótimo, gente. Não dá mesmo para colocar todas as perguntas, né? Vocês sabem, às vezes não dá certo. [risadas] Um beijo grande para todos vocês. Fiquem todos com Deus e amanhã a gente tá de volta. Uma ótima terça-feira para todo mundo. Até. >> Muito obrigada. Ciao

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