Bom dia, café! 250326 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 26/03/2026 (há 4 dias) 1:08:33 15 visualizações 3 curtidas

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5749037626294272

Transcrição

Nascer Morrer renascer ainda e progredir sempre. Não é além. Nascer, nascer morrer poder. Renascer, renascer ainda e progredir progredir sempre sem ser. Amen. He. P. O em Jesus, meu coração se acende no meu peito. Quando eu sinto essa luz iluminando a minha mente e o meu corpo, pareço flutuar quando penso em Jesus. Só quero paz. Bom dia para você. São 7:33. Hoje é dia 25 de março de 2026. O cabo tá atrapalhando eu olhar pro computador. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. A live que acontece de segunda a sexta-feira sempre nesse horário. Não, sempre não, desculpa. Acontece de segunda a sexta-feira. As segundas-feiras às 7:15 da manhã porque nós temos uma universitária na nossa turma. Eu adoro falar isso, gente, porque eu acho muito legal ela tá fazendo faculdade de novo, sabe? Como se já não tivesse um monte de formação, mas ela vai atrás de mais uma. Eu afliço o contato. E aí de terça a sexta a gente começa às 7:30 da manhã, que é a turma que já tá mais sossegada. Placo. Bom dia. O bom dia café é para você e para para que eu e você, para que nós todos possamos começar o dia de bom humor, te de esperança, de pé no futuro, otimistas, alegres, porque nós não estamos aqui para sofrer, nós estamos aqui para aprender. E aprender é sempre muito legal, sabe? É muito legal. A gente precisa sempre ver a vida de forma positiva, de forma otimista, né? Porque do contrário a gente carrega mais peso do que precisa. Vocês não acham? Então eu começo o dia cantando, pensa numa música bacana. Ah, se importa se você é afinado, se não é afinado, bobagem. Não é bom você cantar. Se você não começar a cantar, você não vai ser afinado nunca também. Vocês estão bem? Eu espero que vocês estejam. Nós hoje temos. Eu quero saber, cadê o povo hoje que tá meio dormindo, como diz Patrícia, esse povo ainda não acordou. Não tô, acho que isso não tá muito certo. Não tá muito certo. Mas como aqui a gente tá sempre muito ansioso para receber as pessoas para tomar café com a gente, eu achava que era só eu, né? Mas eu descobri que o

o que isso não tá muito certo. Não tá muito certo. Mas como aqui a gente tá sempre muito ansioso para receber as pessoas para tomar café com a gente, eu achava que era só eu, né? Mas eu descobri que o resto da turma do Bom Dia Café também fica assim. Então nós vamos chamar a nossa visita, depois a gente faz prece, depois a gente explica tudo, depois a gente fala com o chat, essas coisas todas que a gente gosta tanto de fazer aqui no Bom Dia Café. Tudo bem? Não esqueça, portanto, de colocar aí seu comentário, dizer bom dia. Só você não quer conversar, não quer ficar escrevendo no chat, não tem problema. Mas pelo menos coloco o bom dia, porque dessa maneira, com com essa sinalização que o YouTube entende que esse é um tema relevante, que essa é uma live relevante para apresentar para outras pessoas. E aí a gente vai multiplicando, né, a divulgação da doutrina, não só por conta do Bom Dia Café, mas porque aí quem entrar em contato com o BBC também acaba conhecendo o canal Renovando Consciências, que é por onde parte o Bom Dia Café, né, da é a origem do Bom Dia Café e também conhece os canais que são retransmissores do Bom Dia Café, como por exemplo a Web Rádio Fraternidade, a Conecta Espiritismo TV, E o pessoal da rádio espírita do Paraná, o nosso Rodney querido, o Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Iges, se vocês não conhecem o conteúdo deles, precisa conhecer porque é muito bom. O grupo Espírita Fonte Viva também, que tem um trabalho muito legal e tantos outros, né, além desses retransmissores do Bom Dia Café. Esse é nosso objetivo. Quando a gente fica falando falando, falando, escreve no chat, curte a live. é para fazer propaganda de todos os canais espíritas, né? Não só do renovando consciências e obviamente não só do Bom Dia Café. Tudo bem? Recado dado. Então tá bom. Agora sim. Agora vocês resolveram aparecer. Agora eu tô gostando. Lá. Aí é isso. Muito bom. Já já a gente tem um negócio caindo aqui. Pronto. Então vamos chamar a visita. Vamos chamar a visita.

á bom. Agora sim. Agora vocês resolveram aparecer. Agora eu tô gostando. Lá. Aí é isso. Muito bom. Já já a gente tem um negócio caindo aqui. Pronto. Então vamos chamar a visita. Vamos chamar a visita. Pera aí, calma aí. Achei. >> Bom dia, Luiz. >> Bom dia. A visita chegou. Olha, Estela, obrigado por por essa oportunidade da gente aprender com vocês aqui. Quando a gente vem aqui numa como visita aqui, a gente tá aprendendo, todos nós estamos aprendendo, né? E a gente jamais recusaria uma oportunidade de aprendizado como essa. Então, muito obrigado aí você. Eu que agradeço. Agradeço muito. Agradeço a Patrícia porque ela que fez essa ponte, né? ela que eh falou de você, porque você vai entender. Já já vou, não sei se a Patrícia contou, mas já já nós vamos entrar na nossa conversa mesmo de hoje e aí eu vou contar para você qual foi o o Macubuco aqui no Bom Dia Café que originou o convite para você que foi muito legal também. É o que você falou, né? a gente vai aprendendo o tempo todo. E eu acho que essa é uma das coisas mais bacanas que a gente tem na vida, é poder aprender o tempo todo. A gente nunca sabe tudo, né? Isso é muito legal, isso muito gostoso. Eu pelo menos acho que é muito bom. Antes da gente fazer a nossa autodescrição e da gente conversar com o chat, nós vamos, deixa eu puxar esse negócio não tá parando na minha orelha hoje. Vamos lá. Nós vamos colocar a prece que eu fiquei conversando e esqueci de pôr ela aqui. Mas a gente faz isso rapidex. Rapidex. Pera aí. Pã aqui. Ainda bem que a gente deixa tudo guardadinho no lugar certo porque senão vira uma confusão. Ai, pronto. Então vamos à nossa prece. Ao servir na sementeira do bem, nas linhas da compaixão, não te limites a dar remédio, agasalho e pão. Ergue a mensagem fraterna da bondade e da esperança e espalhe primeiramente as bênçãos da confiança. Ajuda com descrição. Não te comportes a esmo. A chaga do semelhante podia estar em ti mesmo. Recolhe a criança em sombra, relegada ao desalinho, qual se tivesse nos braços.

te as bênçãos da confiança. Ajuda com descrição. Não te comportes a esmo. A chaga do semelhante podia estar em ti mesmo. Recolhe a criança em sombra, relegada ao desalinho, qual se tivesse nos braços. o corpo do teu filhinho. Escuta os velhos da estrada que por triste sofrem mais, como se ouvissem pulsando o coração de seus pais. junto ao qualquer sofredor, em exemplo de lamentação ou em vezes de lamentação, estenda amor e alegria que ele é sempre o nosso irmão. Todos somos uns dos outros. Toda a terra é nosso lar, como um raio de sol que ajuda sem perguntar. Não ampares reprovando. Toda malícia é cruel. Socorro com reprimenda é pão recheado à véu. Semeia a luz em teu campo, não durmas em teu arado. Seguimos perante Deus todos juntos, lado a lado. Se atendes a caridade, não te esqueças cada dia que é preciso servir sempre como Jesus. serviria Emanuel. Sai, a gente precisa entender que nós estamos aqui para servir e não para sermos servidos, não é isso? Muito bem. Nossa, tá cheio de bichinho aqui hoje. Luiz, bom dia de novo para você. Vamos fazer a nossa autodescrição. >> Vamos lá. Então tá bom. Então começo aqui. Nós estamos em dois retângulos na tela. O eu estou do lado esquerdo e o Luiz do lado direito. Eu sou a Estela, mulher branca de cabelos grisalhos bem curtinhos. Uso óculos de redondo vermelho, eh, todo de batom avermelhado e usando uma camiseta amarela, que é o uniforme do Bond café, uma camiseta amarela com o símbolo é uma xícara com a fumacinha saindo assim estilizada e tá escrito Bom dia, café. Eu tô no quintal da minha casa, então atrás de mim tem várias plantas e eu estou com a minha garrafa de café aqui, né, gente? Porque senão fica difícil começar o dia ser um bom cafezinho. Você, Luiz? >> Bom, eu tô aqui com meus cabelos grisalhos, né? é uma encarnação já vivida h com um certo tempo. Eh, tô com sorriso no rosto, tô com meus óculos aqui, eh, tô com uma camisa aqui, não sei se dá para ver a cor, mas é um azul bem escuro, um azul marinho bem escuro. Eu tô na sala

com um certo tempo. Eh, tô com sorriso no rosto, tô com meus óculos aqui, eh, tô com uma camisa aqui, não sei se dá para ver a cor, mas é um azul bem escuro, um azul marinho bem escuro. Eu tô na sala aqui do apartamento onde eu moro. Aqui atrás tem um quadro, umas flores, né? E e como ambiente assim, né, como psicosfera, tá maravilhoso, maravilhosa psicosfera com a Estela, né? A Patrícia tava agora com a gente, então muito bom, muito bom. Tô me sentindo muito bem aqui. >> Que bom, que bom, Luís. A gente fica bem feliz, a gente gosta de de visita, gosta de conversar, de prosear. Você vai ver que a turma do chat também gosta de uma conversa que é um espetáculo. É um espetáculo. Falando em turma do chat, vamos ver quem chegou aqui primeiro. Marilda, bom dia. Marilda é nossa universitária, viu? O Luiz, ela apresenta o Bom Dia Café também, mora em São José do Rio Preto e ela tá fazendo curso de psicologia. Ela é enfermeira, né? eh, já aposentou recentemente, assim, final do ano passado, se não me falha a memória, e já engatou, né, logo um curso superior aí para ser psicóloga também. É bom porque ela vai curar da cabeça da gente, eu acho ótimo. Ah, ai. Oi, Ariade. Bom dia, minha querida. Pati Lux, a Desen Ruios também tá aqui. Lá, bom dia, Luiz Lu. Quartou com visita. Isso mesmo. Não vamos esquecer dos likes. Terezinha querida, bom dia. Beção para todos nós mesmos. É a Sirlei. Eu acho que é a Sirlei que tá diferente. Eles puseram os arrogas agora a gente fica meio perdido. Bom dia, Miram. Já voltou do passeio? A Miram tava na praia, mandou cada foto, cada imagem. Pelo amor de Deus, praia é tudo de bom. Professora Vanda, bom dia. Professora Vanda, gente, foi reitora aqui da Universidade Federal de São Carlos. uma querida. Trabalhei para ela. Bom dia, Dolores. Bom dia, meu bem. Ó lá, olha que voz azul lindo. Ai, ele é lindo mesmo, né? E ele tá cheio de capitão. Tem gente que não gosta, né, da flor capitão, porque diz que cheira cemitério, mas eu adoro ela, acho ela linda. Ah, Verônica, bom dia. São José

. Ai, ele é lindo mesmo, né? E ele tá cheio de capitão. Tem gente que não gosta, né, da flor capitão, porque diz que cheira cemitério, mas eu adoro ela, acho ela linda. Ah, Verônica, bom dia. São José do Rio Preto. É isso aí. Oi, Hélia. Bom dia, querida. Tá calor aí em Salvador, meu bem. Dolores, bom dia. Lá Luiz, bem-vindo ao BDC. É isso aí, é isso aí. Ritoca, meu bem, bom dia. Antonieta, bom dia também para você. Oh, Maria Ferraz, bom. Então, já respondeu a minha pergunta. E a Maria tá lá na na Itália. Maria também mora nos Estados Unidos e tá lá na Ah, tá na estrada. Ah, entendi. Mas tá na Itália. Ela avisou que ela ia tentar acompanhar o Bom dia café, mas não sabia se ia dar certo. Hoje eu sonhei com Estrelux e Tininha, um encontro agradável com abraços e boa conversa. Que legal, Marilda. Bacana. Tinha é minha irmã, viu, Luiz? >> Ok. >> Bom dia a todos. Para Isso mesmo. Bom dia, Luía, Terezinha também. Muito bom, Jonas. Boa, bom dia, Jonas. Bem-vindo ao Bom Dia Café, direto de Florianópolis. Bem-vindo, bem-vindo mesmo. Então, pessoas, é o seguinte, vou contar para vocês. Ó, o Guilherme. Guilherme, bom dia também. Petrolina, muito bom. Eh, eu acho que vocês lembram que há pouco, acho que uma semana atrás, não, mais é um pouco, né? uns dias atrás, aí a gente tava aqui conversando e falando a respeito da água. Eu tava falando, né, da água, que não é água fluidificada, porque a água já é um fluído. Foi coisa que eu aprendi agora ou que eu parei para pensar agora, sei lá, né, porque depois que eu ouvi, eu achei que era meio óximo que a água é um fluído. E aí não a gente não deveria, não é que a gente fala errado necessariamente, mas a gente não deveria dizer a água fluidificada, o certo seria a água magnetizada. E aí ficou aquela conversa, se é fluído, se é energia, virou aquela confusão que sempre dá quando a gente entra nesse assunto. Eu particularmente acho que a gente faz essa confusão toda porque a gente estuda pouco sobre isso. a gente não dá o devido, a devida importância na

ão que sempre dá quando a gente entra nesse assunto. Eu particularmente acho que a gente faz essa confusão toda porque a gente estuda pouco sobre isso. a gente não dá o devido, a devida importância na hora de aprender, tanto pro magnetismo quanto para essa, para ah o que é exatamente o que nós sabemos já sobre pelo espírito, sobre fluindo, a gente faz uma confusão com isso e não não fala muito sobre isso, na verdade, né? A gente estuda pouco sobre isso. E a Patrícia sugeriu que a gente trouxesse o Luís, porque o Luís vai explicar tudo para nós. Vamos sair daqui sabendo tudo. Vamos sair daqui um esquentar. >> Então também vou, porque vocês vão me explicar também. >> Ai ai. É isso mesmo, Luiz. Mas é assim, olha, eh por conta dessa conversa, né, de a água já é um fluído, então deveria ser água magnetizada ou não? se é fluidificada, se tá certa. Aí eu não tô nem falando da questão eh de formação da da da perdi aqui a palavra de formação das de utilização das palavras, porque o estudo da do da língua a o estudo do idioma diz que a gente vai construindo o idioma ao longo do tempo. E o que o que antes era errado, por exemplo, não era correto, passa a ser correto pelo uso, pela cultura, né, que a gente vai construindo ao longo do tempo. Então, eh, eu vou começar a fazer uma pergunta, Luiz. Por que que a gente tem tanta dúvida, tanto questionamento na hora da gente se expressar usando fluído, princípio vital, pelo espírito, ectoplasma? Por que que a gente faz tanta confusão com essas coisas todas? >> É questão de definição mesmo, de entendimento, né? Então, a gente precisa voltar um pouquinho aí. Se você pensar assim, nós somos seres multidimensionais, né? Então, nós vivemos no mundo espiritual e porque estamos encarnados e no mundo material. Hum. Eh, no mundo espiritual a gente vive na eh na matéria imponderável do planeta. Na um pouquinho antes, só para melhorar a explicação. A gente tem mania, não deveríamos falar, mas a gente acostumou a falar que nós mexemos no fluído cósmico universal e

éria imponderável do planeta. Na um pouquinho antes, só para melhorar a explicação. A gente tem mania, não deveríamos falar, mas a gente acostumou a falar que nós mexemos no fluído cósmico universal e tal, que tá aí fora o clube. Não é bem assim, porque fluído cósmico universal é o hálito divino, é aquilo que sai de Deus. ele vai sendo modificado 1 milhão de vezes até chegar no fluío planetário. Então, por exemplo, o fluido planetário da Terra não é o mesmo de Vênus, não é o mesmo de Marte, não é o mesmo de Capela. E e esses fluidos planetários, todos eles são compostos de du dois tipos de matéria, matéria imponderável e matéria ponderável. A imponderável é aquela que nós não percebemos com nossos cinco sentidos. A ponderável é a que a gente percebe com os nossos cinco sentidos. Então, por exemplo, tudo que a gente vê no mundo material, que a gente vê, ouve, se sente cheiro e tal, isso é parte da matéria ponderável da vida material que a gente tem no planeta. Mas existe a matéria imponderável, que é a parte do fluído planetário. O que acontece na matéria imponderável, que é o que a gente chama de mundo espiritual, nós não percebemos com nossos cinco sentidos. Nós percebemos com outros canais que são chamados de centros de força ou chakras. Então nós temos fluidos materiais e fluidos espirituais que são coisas diferentes. E nós, como somos um ser único encarnados, mas somos nós não somos aqui espírito aqui e e corpo aqui separado. Nós somos unificados. Então tem que ter alguém no meio que faz a ligação. Tem alguém que no meio ali que conecta os o a nossa parte fluidos espirituais com a nossa parte fluíos materiais. Esse alguém chamado de fluído vital. O fluido vital é aquilo que permite ao espírito vitalizar, ou seja, dar vida, animar a matéria. Fluido vital não existe no reino mineral, por exemplo, né? Porque não não existe vida no reino mineral, mas existe no reino animal, existe no reino vegetal, no no reino dos homens. Então o que que acontece? O fluido vit. Oi,

no reino mineral, por exemplo, né? Porque não não existe vida no reino mineral, mas existe no reino animal, existe no reino vegetal, no no reino dos homens. Então o que que acontece? O fluido vit. Oi, Anaí fica falando bom dia para você, ó. Expluído vital. Prazer. Faça isso. Não, não faça isso não. Mas obrigado. Mas então o fluido vit e é uma das grandes dúvidas que fica na na definição, na assimilação da definição ou do conceito de que seria um fluído vital. Então é isso, é algo que permite que nós tenhamos vida no plano material e no plano espiritual. Esse fluido vital aí que aí que entra o Mesmer lá em 1700 e tanto com seu magnetismo. Ele começou a desconfiar. Claro, não se tem a linha de pesquisa que se tem hoje, né? Não se tinha absolutamente nada, mas ele começou a desconfiar que ele podia curar as pessoas. baseado no magnetismo. O que que ele pensou? Ele ele ele imaginava, né? E no final ele tá correto, só que não não se tinha base para estudo. Ele imaginava que existia um fluido universal, né? Todo mundo tá mergulhado num fluido universal. E ele chama isso de fluido magnético universal. Foi o nome que ele deu lá em 1800 e tanto, 1700 e tanto. Então nós estaríamos mergulhados nesse fluido magnético universal. E ele falava: "As pessoas têm magnetismo, as pessoas emitem ondas magnéticas, o que paraa época era um absurdo. Era um cara louco, passivo de internação. E ele era um médico, né, famoso, bem conhecido na Europa inteira. E ele falava, se essas pessoas espelem, vou vou usar a palavra expelir para ficar um pouco mais visualmente mais fácil. Se essas pessoas expelem o fluido mag o magnetismo e as pessoas estão doentes, o magnetismo que elas emitem tem aquela doença nele. Se eu puder fazer ao contrário, influir, né, de alguma forma magnetizar essa pessoa de outra forma que ela que concerte esse essa esse magnetismo dela, ela estaria curada ou pelo menos um alívio de alguma doença. Esse era o conceito inteiro dele, né? E aí, claro, ele vai pesquisar, vai usar,

forma que ela que concerte esse essa esse magnetismo dela, ela estaria curada ou pelo menos um alívio de alguma doença. Esse era o conceito inteiro dele, né? E aí, claro, ele vai pesquisar, vai usar, ele usava íã, ele colocava íã nas pessoas, nas partes onde as pessoas diziam que tinham dores e tal e ia melhorando. E aí ele falou: "Puxa, o negócio realmente é sério". E aí uma certa hora ele desculpa, desculpa se interromper, eu sou a dona das interrupções, viu, Luiz? É especialidade. >> É esse conceito do Mesmer conceito que a gente faz do espiritismo até hoje, né? quando a gente vai não explicadinho desse jeito que você deu, aliás, que é outra coisa importante, a gente também não explica muito bem eh nas nos co da vida, nos nos cursos, nas orientações aí que a gente tem nas casas espíritas, a gente não o o nem fala de Mesmer muitas vezes quando vai falar do passo, mas você deu uma explicação aí bem fácil da gente imaginar, né? Bacana isso. E o o lembrando só para quem tá assistindo a gente, Kardec era magnetizador também, né? Ele já tinha estudado mesmo e já era aplicava o magnetismo, inclusive. Desculpa, continua, Luiz. >> Não é isso mesmo. Kardec com 20 anos de idade ele entra pra sociedade eh de magnetismo de Paris, né? se torna um magnetizador e isso vai ser de alta, vai ter um valor muito grande pra frente quando ele vai fazer a codificação. Mas voltando aqui, então o Mesmer ele acha o seguinte: seria interessante eu conseguir colocar esse esse remagnetizar, eu vou usar essa palavra, a pessoa para ela se curar, mas seria interessante se eu conseguisse colocar alguma coisa dentro do corpo da pessoa. E aí ele começa a considerar água como elemento de transmissão de fluido magnético de uma pessoa que tá bem para uma pessoa que não tá bem. E as experiências dele começam aí nesse sentido e tal. E aí ele começa a usar a água como elemento de cura ou de alívio no mínimo, né? Só que ele chega a uma conclusão interessante e que isso daí vai ser amplamente eh estudado por

aí nesse sentido e tal. E aí ele começa a usar a água como elemento de cura ou de alívio no mínimo, né? Só que ele chega a uma conclusão interessante e que isso daí vai ser amplamente eh estudado por Kardecis. depende de duas coisas, depende da vontade da pessoa que vai receber aquela aquele magnetismo de querer se curar, de querer ter o alívio, né? Pessoa pode estar refratária, não quero, não acredito nisso, não adianta, aí não vai, né? E a pessoa tem que tá interessada em se curar moralmente, porque o magnetismo tá sendo exalado pela pelas pessoas doentes daquele jeito, porque as pessoas estão moralmente eh eh existem desvios morais. Então você vê tudo isso aí é uma coisa que vem de Mesmer e e nunca ele foi nunca se deu validade a isso na sua época. Ele era considerado um cara meio louco pela ciência oficial, né, ciência acadêmica. E foi abandonado os estudos dele. Só que olha, olha só como é que a coisa é interessante. Se você chegar hoje em 2026 num lugar não espírita, num num grupo de amigos ou numa qualquer lugar e falar assim: "Magnetismo, todo mundo traz na cabeça Tesla". 90% das pessoas vão falar: "Tesla". Tesla de cola, Tesla. Claro, sim. Importantíssimo. Mas por que que ninguém fala em Mesmer, né, fora do ambiente espírita? Porque olha só, a grande diferença é o Tesla, ele tá usando o vocabulário do livro dos espíritos, o Tesla ele estuda, o Tesla e todos os seus seguidores cientistas estudam magnetismo nos seres inorgânicos. Mesma ele estudava magnetismo nos seres orgânicos. E são dois estudos diferentes, porque os parâmetros de estudo são diferentes. Só que chega uma hora esses dois convergem. E aí você olha a beleza do resultado dessa conversão. Você tem coisas hoje, por exemplo, eletrocardiograma, eletroencefalograma, eh tomografia, ressonância, MRI, tudo isso que são benefícios para cura, são recursos terapêuticos, vem dos estudos da ciência oficial lá do Tesle, Companhia Limitada e do Mesmer. Então, as duas coisas se uniram e olha a beleza que a gente tem e o resultado,

ios para cura, são recursos terapêuticos, vem dos estudos da ciência oficial lá do Tesle, Companhia Limitada e do Mesmer. Então, as duas coisas se uniram e olha a beleza que a gente tem e o resultado, né? Olha como a coisa lá em cima é orquestrada de forma magistral. E aí eu fico pensando nessa eh não faz também muito tempo que eu fui me interessei e fui pesquisar mais sobre o o Mesmer, sobre o magnetismo e etco. E olha que eh meus pais eram espíritas, então gente, essa coisa que a gente nunca sabe tudo, a gente tem que ficar estudando, estudando que é maravilhoso. E aí eu eu é é interessante porque se a gente e se dedicasse mais, desse mais ênfase a essa, ao magnetismo, a estudar Mesmer, a entender Mesmer que antecede Kardec e fazer essa, eu acho, né, esse estudo mais aprofundado, mais dedicado, o resultado muitas vezes na hora do passe ou da do da magnetização da água. Eh, ser diferente, né, Cato? >> É, a gente o o bom Kardec fala de magnetismo no seu na sua obra de uma forma geral, né? Mas é uma coisa que a gente meio passa por cima, né? E e infelizmente, infelizmente, >> mas não deveríamos, a gente deveria realmente entender como que surgiu tudo, por exemplo, não se fala em centro espírita, muito pouco, pelo menos, como é que surgiu a ideia do passe, da onde que surge o passe. Então, existe todo um histórico que começa lá com o Mmer, né? E as cois eh a coisa vai se desenvolvendo, os seus seguidores vão trabalhando, aproveitando os resultados que ele tinha. Chega uma certa hora que um francês, eu esqueci o nome dele, ele fala, ele ele fala assim: "Nós já estamos utilizando a água que Mesma já fazia isso, a água como elemento de remagnetização do corpo, né, recurso terapêutico, mas por que que eu não posso tentar eh transferir o fluido magnético de uma pessoa para outra direto, por exemplo, aproximando as minhas mãos da outra pessoa, né?" E ele começa a fazer esse tipo de experiência e obter resultados semelhantes ao do Mesma, né? que fazia com água. E aí, aí entra o passe. Então

xemplo, aproximando as minhas mãos da outra pessoa, né?" E ele começa a fazer esse tipo de experiência e obter resultados semelhantes ao do Mesma, né? que fazia com água. E aí, aí entra o passe. Então eles, esse francês, eu esqueci o nome dele, ele chama que é o passê, né, de passar passar de uma de uma pessoa para outra. Daí que vem o passe. Então isso tudo vem pelos estudos de magnetismo que vem lá de 1800 e pouquinho, né? O Mesmer, ele morreu acho que em 1815, o Kardec já era nascido e e e teve acesso, então as informações ainda eram coisas recentes, estudos preliminares ainda. E o Kardec realmente foi levar paraa frente o negócio, entrou lá pra sociedade de magnetismo de Paris, eh entrou de cabeça nos estudos, se tornou um magnetizador. Lá na sociedade de Paris ele conhece o Fortier, que é aquele amigo dele que ele leva pra vida inteira. muitos dos amigos para ele levou pra vida inteira, ele conheceu lá. Mas o seu Forti é aquele cara que em 1855 começa a falar para ele nas reuniões mediúnicas e ele fala: "Isso é muita bobagem, eu não vou, eu sou um cara, né? Eu tenho a minha cabeça aqui técnica, bonitinho." Uma hora ele decide que se ele não fizer isso, ele vai perder o amigo. Então ele falou: "Deixa eu ir lá, deixa eu satisfazer o meu amigo porque eu não quero perder meu amigo". E assim começa a coisa, né? E você vê que tá tudo interligado aí. E por outro lado, pode falar, Estela? >> Não, sig >> não. Por outro lado, enquanto o Mesmer e os seus seguidores estão estudando o magnetismo que vem do corpo, por isso que é chamado de magnetismo animal, para diferenciar dos estudos de Tesla e outros cientistas da ciência acadêmica, então, Tesla, etc. e tal, a gente chama de magnetismo. Mesmer e seus seguidores, a gente chama de magnetismo animal. animal porque vem de um corpo físico, né? É por causa disso. Mas os estudos do do da ciência oficial em relação a magnetismo começam a comprovar um monte de coisa interessante. Você vê mais recentemente aí, há uns 20 anos, 15, 20 anos atrás,

É por causa disso. Mas os estudos do do da ciência oficial em relação a magnetismo começam a comprovar um monte de coisa interessante. Você vê mais recentemente aí, há uns 20 anos, 15, 20 anos atrás, nós temos o o caso lá do japonês Dr. moto que fez experiência com água, né, aonde ele colocou vários copos da água e em ambientes separados diferentes, isolados e as pessoas iam lá e e colocavam, né, faziam agressões, falavam coisas ruins, outras falavam coisas boas, outras faziam orações na frente dos copos. Peguei uma mais de uma vez informação porque essa experiência desse desse japonês aí, ela não é verídica, né? Que ele nem é que ele na verdade é um fotógrafo, não era um pesquis não é um pesquisador e que ele fez uma uma experiência que não tem valor científico. Vocês já ouviu falar disso? Olha só, a gente ainda hoje, desde 1859, depois de Charles Darwin, a ciência virou o provedor da verdade. Antes era igreja. E é o Darlin mudou o provedor da verdade, tirou da mão da ciência e botou, tirou da mão da igreja e botou na mão da ciência, porque as respostas que a gente não tinha há séculos começaram a aparecer. Então, o provedor da verdade atual é a ciência. Inclusive, nós espíritas temos uma falsa ideia de que, nossa, eu vou esperar a ciência comprovar o espírito, eu vou esperar a ciência comprovar Deus. O que que você tá falando? Você tá dando carta branca para que a ciência continue sendo provedor da verdade, mesmo nós espíritas, entendeu? Então, comprovação científica tem valor, obviamente, né? Mas tem que ter uma certa expectativa, né? O que que eles estão estudando? O que que a ciência vai estudar? Ela ela ela não descobriu Deus porque ela não tá estudando ou porque tá difícil? É porque ela não tá estudando. Não é a praia deles. E o a linha trabalho deles é o mundo material. E eles não vão descobrir espírito. No pior no melhor caso, eles vão descobrir tem alguma coisa que causa tudo isso que nós ainda não sabemos o que que é, né? Seu autógrafo de novo, hein? Mas então essa esse conceit antes da

r espírito. No pior no melhor caso, eles vão descobrir tem alguma coisa que causa tudo isso que nós ainda não sabemos o que que é, né? Seu autógrafo de novo, hein? Mas então essa esse conceit antes da gente entrar no Bia Café, gente, ele fez um comentário que eu achei fantástico e eu falei: "Você me dá seu autógrafo, eu vou pedir o autógrafo dele de novo agora". Ah, que isso? >> Olá, Luiz. Desculpa, eu fico te interrompendo, eu quebro seu sua linha de raciocínio, desculpa, >> mas aí a gente tava falando do magnetismo, tava falando do fluído e você tava eh nessa nesse raciocínio aí >> é que a gente começou a entrar nessa coisa dos conceitos, né, da da de credibilidade. Então nós e a ciência temos conceitos diferentes. Por exemplo, a jamais você vai ver um espírita, como espírita, ir para um laboratório de química fazer experiência para comprovar alguma coisa. Jamais um espírita como espírita, vai no laboratório de física fazer experiência para comprovar alguma coisa. Isso não é a nossa praia. Nós aproveitamos o resultado da ciência. Por isso que Kardec diz que o espiritismo e a ciência tem que andar passo a passo. Eles vão no laboratório, traz os resultados. Nós usamos para entender a evolução do princípio inteligente, que é o que o Espiritismo propõe, compreensão e evolução no princípio inteligente. Então você vê, é uma coisa muito bonita que o andar passo, a passo com a ciência, mas tem coisa que leva mais tempo para ser, né, para para se chegar aousão. história da energia, do fluído, que a gente fala assim: "Nós vamos agora e emanar energia positiva para fulano. É energia mesmo, tá certo esse tema? A gente faz confusão com isso também, com fluído. >> Uma tremenda confusão. Uma tremenda confusão. E uma tremenda confusão. >> E eu explico pro pessoal assim, você já ouviu falar em Einstein? Todo mundo já ouviu. Ninguém vai fazer teoria da relatividade aqui, pelo amor de Deus. Não fique com medo não. Então, olha só, Einstein tem uma fórmula que todo mundo já viu que é e = mc2. O que que é isso?

undo já ouviu. Ninguém vai fazer teoria da relatividade aqui, pelo amor de Deus. Não fique com medo não. Então, olha só, Einstein tem uma fórmula que todo mundo já viu que é e = mc2. O que que é isso? Não, não vou entrar em detalhes, mas significa que tudo que tem massa tem energia. É só isso que significa. Então, se você diz, se você diz assim, existe uma energia aqui, não sei que lá, eu vou te perguntar, cadê, qual é a massa dessa energia? Porque se existe um, existe outro. Se eu chegar e disser assim: "O espírito é uma energia e tal", eu vou falar assim: "Qual é a massa do espírito e a fórmula química dele?" E aí vai ficar complicado. Por quê? Porque eu tô usando a palavra que é >> única e exclusivamente do mundo material para algo do mundo espiritual. Não tem mínimo sentido. Então Deus não é essa energia. Deus não, o espírito não é essa energia. Não, não é energia. É mundo material. E a gente usa a palavra erradamente. Todo mundo entende. Se eu falar o espírito é uma energia, talvez ninguém vai me falar nada, passa batido. Tô, mas eu tô me fazendo entender. É questão de falta de vocabulário. Então, espírito é espírito, não é energia, né? >> Espírito é princípio a gente então não emana energia, a gente emana o quê? Fluído. >> Ah, eh, perdão, como você falou? a gente então não emana energia. Quando eu vou desejar o bem para uma pessoa, eu não estou emanando energia. Eu estou emanando talvez fluído. >> Você você tá emanando fluídos espirituais, porque você tá fazendo isso como espírito, não como corpo físico. Não são as suas células que fazem isso. >> É o princípio inteligente que faz isso. Então o meu princípio inteligente tá desejando um bem ou um mal que seja até, né, para um outro princípio inteligente. Não é o meu corpo desejando um bem para um outro corpo, >> tá? O magnetismo >> é o magnetismo ou o fluido magnético que a gente tava falando lá do Mesmer e tudo mais, ele ele é ele tem essa possibilidade de transmissão de corpo para corpo. É o que o fluído magnético

agnetismo >> é o magnetismo ou o fluido magnético que a gente tava falando lá do Mesmer e tudo mais, ele ele é ele tem essa possibilidade de transmissão de corpo para corpo. É o que o fluído magnético depende do fluído vital. Então é é é aí aí a gente pode falar é algum tipo de energia que vai de um corpo para o outro. Só que não é decidido pelo corpo fazer isso. É decidido pelo princípio inteligente. É o comandante das coisas. Quem comanda tudo é o princípio inteligente, né? Então o o meu eu como princípio inteligente decido que eu vou fazer uma doação, né, de de energia para uma outra pessoa que tá necessitada a nível de princípio inteligente. E se a pessoa tá refratária, não adianta. Então, e a a gente confunde muito as coisas porque eu acho que talvez em espiritismo não seja bem definido a a a linha que divide mundo, mundo espiritual de mundo material. E aí a gente usa as palavras tudo errado, complica tudo, né? A gente complica porque os conceitos não são claros, né? As palavras mudam de sentido. Por exemplo, eu tava falando agora a pouco a palavra magnetismo. Você chegar numa sala e falar magnetismo é Tesla. E para nós não é Tesla, para nós é mesma. Então tem que explicar. Não, um é magnetismo animal e o outro é simplesmente magnetismo. Pronto, tá bem esclarecido. Senor, jamais a gente vai esperar que um Tesla, por exemplo, um Einstein, apareça nos estudos de magnetismo no espiritismo, porque não, nunca existiu isso. Eles estudam outras coisas, eles estudam sim o efeito magnético, mas em seres inorgânicos, não em seres orgânicos, né? Então essa e existe muita talvez falta de eh conceituação de muitas das coisas do espiritismo, principalmente essa parte nebulosa, aquela parte inicial ali do do livro dos espíritos, né, que vai de Deus até quando ele define fluidos e princípio vital, fluído vital, isso é um negócio que fica nebuloso. E se fica nebuloso, a compreensão não pode ser clara, né? a gente não tem os conceitos claros, >> a gente para um pouco eh nesse nessa

incípio vital, fluído vital, isso é um negócio que fica nebuloso. E se fica nebuloso, a compreensão não pode ser clara, né? a gente não tem os conceitos claros, >> a gente para um pouco eh nesse nessa nesse princípio aí do livro dos espíritos, né? A gente usa muito o que vem depois, principalmente tá na parte mais na parte final do do livro dos espíritos. Eu acho que são as questões eh morais e não que isso esteja errado, né? estrado, viu gente? Mas o que nós estamos, o que nós estamos colocando aqui, eu pelo menos, é que a gente precisa estudar o todo, né, e não ficar preso nos pedaços, porque é difícil a gente pensar, era isso que a gente tava conversando, que eu acho que é eh é importante, viu, Luiz, a gente falar sobre essas questões aparentemente muito técnicas, porque fica mais fácil você, por exemplo, magnetizar a água, você dar um passe, você mentalizar uma pessoa na hora da prece, se você entende qual é o processo que tá acontecendo, >> exatamente, >> fica mais fácil de você fazer isso. Por isso que é importante estudar essa parte. Se fosse importante, ele não tinha cliccado lá no livro dos espíritos, né, gente? Vamos combinar, ele não tinha nem feito pergunta sobre isso, que a ideia é que nem tinha perguntado sobre isso, não é? É, é verdade. Você, você vê a gente, você tá falando no início, água magnetizada, fluidificada. A palavra fluido é uma palavra complicadíssima de se definir em espiritismo, porque nós estamos presos ao ano da codificação. >> É, em na época da codificação, hoje, hoje fluido é algo líquido, por exemplo, né, gasoso e tal. Isso são fluidos. Na época da codificação não se tinha conhecimento sobre muita coisa. Por exemplo, conhecimento sobre eletricidade era precário ainda. Então eles diziam que a eletricidade corria no fio e era um fluido correndo no fio. Então é fluido elétrico. Aí você fala assim: "Puxa, mas eletricidade não é fluido". Sim, hoje isso é claro que não é, mas na época não era. Então quando a gente vê os trabalhos mais antigos,

o no fio. Então é fluido elétrico. Aí você fala assim: "Puxa, mas eletricidade não é fluido". Sim, hoje isso é claro que não é, mas na época não era. Então quando a gente vê os trabalhos mais antigos, inclusive de Kardec, a palavra fluido tem que ser reprocessada, né? Antes da gente continuar. Pera aí, o cara falou fluido aqui. Que que é? Ah, tá, já entendi. Hoje a gente chama de AC ou X Y Z, né? Porque senão ela não vai ser bem compreendida. Então, por exemplo, fluidificação é uma palavra um pouco antiga aí, né? Palavra fluidificação significa que e houve interferência de algum tipo de fluido, né, de uma forma genérica. Mas olha só, o que acontece no plano material, a gente chama de magnetização. O que acontece no plano espiritual, a gente chama de fluidificação, né? E e isso começa a clarear um pouco as coisas. Então, se eu chegar e falar assim: "A água está fluidificada". Sim. Então, pera aí, complicou tudo, porque a água já é um fluido. Fluido no sentido da ciência acadêmica. A água fluidificada significa vai ter algum tipo de interferência, não estamos nem definindo o que que é ainda, vai ter algum tipo de interferência que vai alterar as propriedade da água. Como que é feita essa interferência? É com passe, é com alguém ali botando a mão na água e tal. Aí é magnetização da água. Se tiver um corpo físico atuando, se tiver fluido magnético atuando em cima da água, é magnetização. Se não tiver, é fluidificação. Quando que não tem? quando tá sendo operada por espíritos desencarnados, onde não existe fluído vital. Então, quando você vai dar o passe, por exemplo, você tem o passista, que teoricamente é o magnetizador, é aquele que vai transferir o seu fluido magnético para o fluido magnético do paciente, de quem tá recebendo passe. Só que isso é feito na câmara de passe e ninguém dá passe assim, a torta e a direita no meio da rua, o sinal fechou, ó, deixa eu te dar um passe. Não é assim. E você tá num ambiente protegido, controlado, etc. e tal, num ambiente, uma psicosfera eh eh organizada por

torta e a direita no meio da rua, o sinal fechou, ó, deixa eu te dar um passe. Não é assim. E você tá num ambiente protegido, controlado, etc. e tal, num ambiente, uma psicosfera eh eh organizada por espíritos superiores. Quando você chega na sala de passe e você vai fazer a imposição de mãos ou os movimentos da mão com a intenção de transferir o seu fluídico para aquela pessoa, ele é potencializado pelos mentores do trabalho. Então o que que acontece? existe uma fluidificação ali. Por quê? Porque o que eles trazem, os mentores trazem, não é exatamente magnético no sentido de fluído vital. Eles pegam o meu fluído vital como passista, potencializam e conseguem transferir pro organismo ou pro corpo, pras células, né, como diz Kardec, daquele que tá recebendo passe. Então, é eh acaba sendo um trabalho em conjunto, porque sem sem a presença desses espíritos funciona, mas é muito mais difícil. é muito mais limitado, né? A gente consegue fazer muito menos. Os espíritos que estão ali na sala de passos estão preparando aquele ambiente até para quando o passista entrar, ele não se sentir refratário na medida do possível. Tem gente que vai no centro espírita para tomar passe, para desafiar e dizer que não funciona. Tem. E não vai funcionar mesmo. Mas se você tá lá, até aquele que tá em dúvida e tal, mas tá passando por uma situação difícil, né? um amigo, um parente, leva no centro, eh, não, deixa eu ver e tal, a pessoa entra naquela sala, ela não, ela, ela vai ceder um pouquinho, vai falar: "Puxa, tomara que dê certo", né? Então você vê essa preparação toda é a fluidificação, ou seja, interferência dos espíritos na psicosfera do local onde isso vai acontecer. Então a água, por exemplo, quando você vai para tratamento espírita, você coloca o pessoal lá, por exemplo, deitado enquanto existe um tratamento e tal. E sempre é falado, né? Traga sua própria água, né? A água não é dividida, traga a sua própria água, sua garrafinha, você bota ali do lado onde você tá para ser tratado.

nto existe um tratamento e tal. E sempre é falado, né? Traga sua própria água, né? A água não é dividida, traga a sua própria água, sua garrafinha, você bota ali do lado onde você tá para ser tratado. Aquele tratamento ele ocorre de uma forma muito interessante. O o que os espíritos fazem é eles rec, enquanto você tá deitado lá sendo tratado, eles recolhem o seu ectoplasma. fazem uma infusão do seu ectoplasma naquela garrafinha de água que você trouxe para você, que é personalizada, e depois eles então magnetizam a água utilizando, né, o magnetismo das pessoas ali. Por que que eles colocam ectoplasma ali? Porque ali contém a sua assinatura ectoplármica. Ali é quem você é. Se se você faz esse tratamento, você pega aí você sai do centro com a sua aguinha que tem o seu ectoplasma e dá para outra pessoa, que que acontece? A pessoa não morre, mas não acontece nada, porque não tem não, não. Aquilo ali não serve para aquela pessoa, aquilo serve para você. Então a água do tratamento espírita, ela é personificada. Numa palestra espírita, onde você tá no ambiente misto e todo mundo bebe seu copinho de água no final, não. Aí não, porque não é um tratamento personalizado, né? ali o que você tem é um um digamos assim uma uma coisa mais genérica, né, onde as pessoas vão ter oportunidade de de se sentir melhores um pouquinho, mas no tratamento não é bem personalizado. É uma é como se fosse quase uma prescrição ali médica, né? Então você vê ali tem magnetização e fluidificação ao mesmo tempo. Oi? É, então tá certo falar água fluidificada e tá certo falar água magnetizada. Vai depender da circunstância, vai depender da situação. >> Isso tá certo, mas tem que ser entendido. >> É isso. É, tem tem que ser entendido. Exatamente. Agora, e falou uma outra palavra aí também que a gente usa pouco e não vou nem entrar em muita discussão sobre ela, mas queria que você explicasse melhor pra gente. Eh, dito desse ectoplasma. É, eectoplasma, vai longe a coisa. Mas olha só, o ectoplasma ele é gerado por um corpo

entrar em muita discussão sobre ela, mas queria que você explicasse melhor pra gente. Eh, dito desse ectoplasma. É, eectoplasma, vai longe a coisa. Mas olha só, o ectoplasma ele é gerado por um corpo físico. Espírito não gera ectoplasma. Espírito consegue utilizar ectoplasma. O ectoplasma ele é gerado dentro de cada uma das nossas células. É, é a nível celular. O ectoplasma. É, é assim, a quando a célula vai se alimentar, ela puxa de fora dela duas coisa, que é o alimento dela. Ela puxa glicose e oxigênio, traz para dentro da célula e isso vai ser processado. Uma célula é quase como se fosse um corpo inteiro. Dentro da célula você tem sistema de respiração, de excreção, de metabolismo. Você tem tudo isso lá dentro. Então, quando o oxigênio e a glicose chegam dentro da célula, eles são levados a um órgão da célula. Como nós você comeu, vai ser levado ao sistema digestivo, né? Isso vai ser levado para um órgão que chamado de organela, porque é uma coisa tão pequenininha, uma organela da célula chamada mitocôndria. O que essa mitocôndria faz é receber o oxigênio, receber a glicose e transformar isso em energia, que vai nos dar energia física, muscular, pra gente conseguir sobreviver, né? vai sair dali. Aí existe um resíduo nesse processamento dessa mitocôndria. Existe um resíduo que é chamado de ectoplasma. Então essa célula, essa esse metabolismo, ele gera duas coisas. Ele gera a energia que a gente chama de ATP, né, que é a energia muscular e tal, que a gente conhece por aí e gera ectoplasma. Como que é gerado esse ectoplasma? André Luiz explica isso de forma magistral. Então ele diz assim: "Não é só pegar oxigênio, pegar a glicose e fazer o metabolismo, não. Pega o oxigênio, pega a glicose, a mitocôndria recebe os dois e antes dela processar, ela chega lá em cima e pergunta: "Qual que é o teu estado mental?" Aí a pessoa, o estado mental é de raiva, porque você tá morrendo de raiva para alguém, de alguém. Que que acontece? O metabolismo gera ATP normalmente e gera

ergunta: "Qual que é o teu estado mental?" Aí a pessoa, o estado mental é de raiva, porque você tá morrendo de raiva para alguém, de alguém. Que que acontece? O metabolismo gera ATP normalmente e gera energia de raiva. Então, quando eu tô com raiva de alguém, as células que estão recebendo essa raiva são as minhas, não são, não tem a menor chance de ser a pessoa de quem eu tô com raiva. É 100% dessa energia negativa vem para mim. E se você tá na fraternidade, na caridade, o que que acontece? O ectoplasma gerado, ele contém, né, o meu estado mental. Então, se eu tô bem na caridade, se eu fiz fraternidade e tal, eu vou me sentir bem, porque as células tão produzindo energia boa. Se eu tô na raiva, na vingança lá, na na, né, e tal, que que vai acontecer? Eu vou começar a me sentir mal, eu vou adoecer literalmente. Por quê? porque tem energia negativa circulando ali e tá me prejudicando. Aí é que vem o mais interessante. Quando o ectoplasma tem energia negativa, os espíritos superiores não podem fazer nada com aquilo, não servem para eles. É um, é uma é um ectoplasma estragado, digamos assim, estragado, entre aspas, por favor. É um ectoplasma estragado, você não pode usar. Por exemplo, se você quer fazer um molho de tomate, né? Você vai lá na na venda e compra um tomate estragado, você vai jogar fora. Ele fala: "Puxa, comprei tomate, não serviu, não consegue fazer um molho de tomate". A mesma coisa ele não consegue interferir na matéria e nos ajudar. A para interferir na matéria eles precisam de ectoplasma, né? Nós geramos o ectoplasma, mas eles usam. Então o espírito não consegue usar ectoplasma ruim. Se ele não consegue usar ectoplasma ruim, que que acontece com ectoplasma ruim? fica circulando ali na minha 70 trilhões de célula, fica fazendo mal ali, né? Quando o ectoplasma que eu gera é bom, o que que acontece? Os espíritos vem recolhem o meu ectoplasma, portanto eu não tenho excesso de ectoplasma, né? Porque ele é recolhido com frequência, recolhem e vão ser utilizado para benefício de outra

e que acontece? Os espíritos vem recolhem o meu ectoplasma, portanto eu não tenho excesso de ectoplasma, né? Porque ele é recolhido com frequência, recolhem e vão ser utilizado para benefício de outra pessoa, outra coisa. E a possibilidade do ectoplasma ruim ser utilizado só pode vir pelos espíritos inferiores. E como nós estamos em provas e expiações passando perrengue aqui, isso acontece por quê? Porque nós trazemos na nossa história histórico espiritual espíritos que não são afins, espíritos que temos dívidas, esses mexem no nosso ectoplasma. E aí que acontece? Eles alocam, adençam o nosso ectoplasma e alocam, por exemplo, e colocam na área do coração. Aí se sente um monte de pontada no coração, desconforto, vai no cardiologista, ele faz 1 trilhão de exames e diz: "Mas você tem o coração no garotão de 20 anos, você tá muito bem". E você fala: "Mas doutor, eu sinto pontada?" "Não, não pode ser". Olha só, nós estamos falando duas coisas diferentes. O exame clínico, ele tá puramente do campo material. Ele não olha na matéria imponderável. Isso está acontecendo na matéria imponderável. Então isso é uma palavrinha de 5 minutos. Senoplasma, eu vou fazer um comentário e depois uma pergunta. Na medicina chinesa, já falei isso a semana passada aqui, na medicina chinesa, eles dizem que se você tiver com raiva, magoado, triste, qualquer coisa assim, não é para você. Você não pode cozinhar, não pode preparar, querida, porque todo esse mal-estar, todos esses sentimentos ruins vão pro alimento que você tá preparando. Olha só que interessante, né? A a relação, o que você tá explicando com a orientação da medicina? >> Não, não pode fazer comida, muito menos da passe no centro. Exatamente. E eles dizem assim que você faz a mesma coisa se você tiver limpando a casa, se você tiver dirigindo, se tiver assistindo, tudo que você tá sentindo vai para aquilo que você tá >> pra ação que você tá desenvolvendo, vai junto, né? Então, se você tiver morrendo de raiva de alguém e abraçar uma pessoa,

se tiver assistindo, tudo que você tá sentindo vai para aquilo que você tá >> pra ação que você tá desenvolvendo, vai junto, né? Então, se você tiver morrendo de raiva de alguém e abraçar uma pessoa, você tá passando um um um ruído ou tá passando uma sensação muito ruim, um ectoplasma, por exemplo, estragado, como você falou. Aí a pergunta que eu queria fazer para você, que muitas vezes a gente escuta essa esse questionamento, eh, quando vai falar, por exemplo, de reunião de efeito físico, a gente fica sem ectoplasma, eu posso gastar demais o meu gastar, entre aspas, gastar demais o meu ectoplasma, doar mais ectoplasma do queia? Hum. É bom, o ectoplas vai ser recolhido pelos espíritos superiores com cautela, obviamente, mas existe uma situação que que existem vários estudos nesse sentido. Por exemplo, olha só, você tá num dia bom, tá todo contente, você tá indo pro centro espírita, pra palestra, não sei, 8 horas da noite, então você teve seu dia de trabalho e tal, etc, etc. Aí você tá cansado, você foi um dia difícil, foi um dia pesado, você teve reuniões que não foram boas, etc. Você chega lá no centro, vocês fica em dúvida se hoje eu vou no centro ou não vou de tão cansado que você tá, como acontece várias vezes com a gente aí, mas eu vou, tá? Você insistiu? Foi. Você chega no centro se arrastando, entre aspas, aí, né? Você chega ali, né? Eu vou ficar no meu cantinho aqui porque hoje não consigo nada. Aí você chega ali quando acaba a reunião pública, reunião pública não é tratamento, quando acaba a reunião pública, você não ouviu nada, não prestou atenção em nada que o que o palestrante falou, porque você tá ali adormecido e tal. Quando acaba a reunião pública, você tá a 1000. Você sai dali a 1000 e fala: "Gente, vamos sair, vamos fazer isso". O que que aconteceu? Você recebeu algum tipo de tratamento ectoplármico. Agora tem o outro lado que é o que você tá falando que é quem dá. É muito comum, é muito comum você chegar bem no centro espírita, chega bem, alegre, pra, gente, que legal. Hoje vai

ento ectoplármico. Agora tem o outro lado que é o que você tá falando que é quem dá. É muito comum, é muito comum você chegar bem no centro espírita, chega bem, alegre, pra, gente, que legal. Hoje vai ter uma palestra, vamos, tá? Vai começar, vamos sentar. Você senta na cadeira, o palestrante começa a falar, você entra num estado de bocejo absurdo que você fica a e pelos padrões sociais nossos é uma coisa complicada. Você não vai no meio do centro, mas você fica ali a boca querendo abrir os olhos lacrimes porque você tá lutando contra aquilo por causa dos nossos padrões sociais, né? O que que acontece aí quando acaba a palestra? Você tá bem, não dá um único bocejo, vai para casa e ainda demora a dormir. Por que que acontece? Existem alguns estudos em função disso. Quando existe o recolhimento do ectoplasma, você, entre aspas, perdeu a energia. É uma carga energética que você doou. Aí que que acontece com a sua energia média? Abaixou, é a hora que você boceja. Aí eles vão lá e tacam a mão e pega mais um pouquinho de ectoplasma, você boceja de novo. Então existe alguns estudos nesse sentido, né? Que o que o que se você pensar logicamente até faz sentido, né? Então >> faz sentido. >> É. Então aí você tem os dois lados de quem recebe, né, de quem chega mal no centro espírito de sai bem e de quem dá, que fica bocejando o tempo inteiro, né? Mas a gente produz ectoplasma o tempo todo ou a gente tem uma capacidade limitada? A gente já sabe disso, a gente tem informação sobre isso? >> É ilimitado porque o ectoplasma é gerado pelas mitocôndrias. Para não gerar ectoplasma, a célula tem que estar morta. Então, todas as nossas células geram ectoplasma, >> tá? Então é uma produção eh eh interrupta conta, >> é contínua. Ah, muito. Gostei disso. Achei interessante também. Ô Luiz, vou falar uma coisa. A gente sempre recebe visita aqui, viu Luiz? Das mais variadas, dos mais variados tipos, dos mais variados assuntos. a gente recebeu já mais de uma vez visita que nem era espírita, que é o caso do presidente da

mpre recebe visita aqui, viu Luiz? Das mais variadas, dos mais variados tipos, dos mais variados assuntos. a gente recebeu já mais de uma vez visita que nem era espírita, que é o caso do presidente da Associação Brasileira de Anseníase, que veio aqui ano passado, se não me falha a memória, foi ano passado, eh, para falar sobre Anceníase, porque é um tema que é religioso, né, que não deixa de ser religioso, mas que tem a ver com a nossa rotina, com o nosso cotidiano. Mas eu vou te falar, hein? Você tem um jeito bem bacana de explicar as coisas, viu? Bem legal. Aproveita muito isso, porque você explica umas coisas que não são da nossa rotina, né, com termos que não são do nosso cotidiano, mas que a gente tá entendendo. E eu tô vendo o povo aqui comentando no chat. Eu é o chat é o nosso termômetro. E é bem bacana. Falando nisso e por conta disso, antes da gente terminar, que o nosso horário já já inclusive acabou, eh eu vou mostrar para vocês. O o Luís participou de um de uma série de de estudos. Eu vou abrir aqui para vocês para mostrar porque foram os que eu assisti inclusive. Pera aí, deixa eu colocar um lugar cérico aqui. Pronto. Para vocês conhecerem é um compartilhar tela. Tá aqui. Pronto. Vou mostrar. Esse é um trabalho muito interessante que você que eu recomendo bastante para vocês conhecerem. Chama projeto acolher o luto. É isso? Tá difícil de ler aqui. >> É projeto acolher perdas de luta. >> Isso, perdas e lutas. Eh, tá no YouTube, é muito bacana. E o o Luís participou aí de uma série de estudos. Então tem fluindo, tem fluindo, tem ectoplasma, tem várias coisas ali para você assistir. Assistam, porque obviamente que numa hora para ele falar sobre todos esses assuntos, eh, a explicação foi a que ele pôde fazer em uma hora que eu já achei fantástico. E se vocês tiverem interesse em conhecer, e eu acho que vocês devem ter interesse em conhecer fluído, ectoplasma, pelo espírito, vão assistir os vídeos do Luís nessa série, porque é muito mecânico, vale muito a

tiverem interesse em conhecer, e eu acho que vocês devem ter interesse em conhecer fluído, ectoplasma, pelo espírito, vão assistir os vídeos do Luís nessa série, porque é muito mecânico, vale muito a pena e é fácil de entender que não sei se estão perceberam que ele tá falando aqui. Da onde que é esse esse grupo, Luiz? >> Eles são de São Paulo, eu acho que são do Brasil. Eh, não, acho que acho que eles são uma base, eu acho que é em Salvador, se eu não me engano. >> Ah, tá, tá. >> Mas eles têm ramificações aqui nos Estados Unidos, onde eu moro, por isso que eu participo. >> É muito bacana o trabalho deles, né? Gostei bastante do dos estudos que eles apresentam, né? Dos temas que eles colocam. Muito legal, muito bacana mesmo. >> Isso. >> Tem alguns comentários que eu vou compartilhar com você, ó. Um homem mal fecundado por um mau espírito pode prejudicar um homem bom? Não, Deus não permitiria. É, mas tem que ser um homem bom, né, Jair? Tem que ser um homem bom. >> Aí é que tá difícil achar o homem bom, né? Ai, ai, que é isso? Ah, Rosiane, bom dia. Vou voltar para assistir no início. Isso mesmo. Eu acho que você deve porque tá foi tá muito legal essa conversa aqui. Pera que eu errei aqui na travadinha. Isso. Pronto. Agora aí. Maravilhoso. Também achei, Ju, Cineia. Também gostei. Simplicidade é tudo. É isso aí. Ó lá. traz ele de novo. Eita! Tá vendo? Luiz fez sucesso, ó. Tá fazendo sucesso. Top das galáxias. >> Meu Deus! >> Luiz perguntou: "Gratidão por compartilhar conosco anos de estudos e reflexões aprofundadas". Isso mesmo. Ô Luiz, qual que é a sua formação profissional? Que que você faz da vida? >> Eu sou engenheiro eletrônico. >> Ah, >> eu trabalho com rede de computadores, né? Na área informática. >> É, é. É porque eh eu brinco, falo que a gente no espiritismo não devia dar ênfase para a profissão, né, do palestrante, do expositor, enfim, salvo quando a profissão dele interfere diretamente no tema que ele vai falar. Sim. >> Não é porque às vezes você vai perguntar

ia dar ênfase para a profissão, né, do palestrante, do expositor, enfim, salvo quando a profissão dele interfere diretamente no tema que ele vai falar. Sim. >> Não é porque às vezes você vai perguntar para uma pessoa vem fala, fala fala tão bem sobre aquele tema e aí você fala assim: "Nossa, o que que você faz?" "Ah, eu sou tal coisa". porque tem uma relação direta com a profissão dela. É bem bacana isso. Quem quem foge essa regra é o Simão Pedro lá de Minas Gerais. Ele foge completamente essa regra. É de é para matar. Nas nossas reuniões de desobsessão, eu recebo o ectoplasma de montão. Ó lá. É isso. É. Tem que voltar com certeza. Também acho. Também acho. Muito a falar ainda. Sem dúvida. Isso mesmo. Vai estudar, Mari, vai estudar. Deixa o link para Ah, vou colocar. Pode deixar do ciné. Vou colocar lá no grupo do Bom Dia Café. Fica sossegado. Foi muito bom, Luiz. Gratidão. Muito bem. Muito bem, Luiz. Você tava falando pra gente de do das lives que você participa. Aproveita que agora é a hora de fazer propaganda. >> É, a gente faz muita live. Eh, é esse do projeto Acolher perdas de lutes eu faço uma vez por mês. Eh, eu tenho um programa, eu moro metade do meu tempo aqui na Flórida, em Orlando, e metade do tempo em Portugal. Então, fico uma perna lá, uma perna aqui. >> Mas eu tenho um programa aqui no nos Estados Unidos é quarta-feira, só que ele é em inglês, né? Nas quartas-feiras às 7:30 da noite, no Kardec Radio Rádio, né? Kardecradio.com. E e a gente traz temas assim como esse, assim, é um programinha de 30 minutos, né? E e a gente eu sou muito focado em conceito das coisas, eu sou muito focado em contextualização, porque senão a gente se perde. Você vê, a gente falou logo no início, eu falei, né? Tem que definir quantas, né? Insistir nisso. Eu sou chato com essas coisas, porque eu acho que uma vez que a gente entende o conceito e a contextualização, a coisa vai bem, né? perto de razão. Eu sou da área de comunicação, sou jornalista e aí me incomoda profundamente quando a pessoa

acho que uma vez que a gente entende o conceito e a contextualização, a coisa vai bem, né? perto de razão. Eu sou da área de comunicação, sou jornalista e aí me incomoda profundamente quando a pessoa usa o termo para se referir a uma coisa e aquela aquele termo não se refere a isso. >> E aí você disse que tem a comunicação. Então o fato de você definir primeiro sobre o que nós estamos falando conceitualmente, qual é o significado daquele tema, facilita a comunicação e o entendimento do outro. Quando você mistura as coisas e usa o termo errado, você complica o entendimento de quem tá te ouvindo. Faz parte da boa comunicação. >> Faz parte, >> né? É muito legal. Muito legal, viu Luiz? Você abraços fluídicos. Ô Luiz, >> é maí. Ama muito bom. >> É Ma daqui de São Carlos. Mased tá, mas tá aqui. Vou almoçar com ela hoje, inclusive. Ripoca, gratidão por trazer tantas informações de forma simples e fácil de compreender e também por despertar o desejo de aprofundar mais no assunto. Muito obrigada. Isso mesmo, Luís. Muito obrigada, viu, pela sua participação. Foi muito, muito legal. Eh, e aqui a gente tá sempre aberto, viu? do dia que você tiver alguma coisa para divulgar, alguma coisa para contar, ou se você quiser eh falar sobre algum tema que tá na onda aí, que as pessoas estão com o conceito, por exemplo, equivocado, você fica, pode ficar à vontade que aqui é o espaço para isso mesmo. Tá bom, querido? >> Mas muito obrigada pela sua participação, foi muito, muito boa mesmo. >> Obrigado. >> Boa quarta-feira para você. Boa boa semana. que fique com Deus aí, que participe sempre, esteja sempre aqui com a gente, porque foi muito bom mesmo. Para vocês que estão no chat, muito obrigado pela presença, muito obrigado pelas mensagens todas. Foi muito bom ter vocês todos aqui. Amanhã nós temos mais bom dia café, vocês não se esqueçam, amanhã temos Pedrux na parada e e vocês sabem, né? Lucas é sempre reflexão e diversão. Um beijo muito grande para vocês e até amanhã.

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