Bom dia, café! 101125 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 10/11/2025 (há 4 meses) 1:09:32 1 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

เฮ Nascer, morrer nascer [música] ainda e progredir sempre. [música] É além nascer, nascer renascer, renascer [música] ainda [música] e progredir progredir [música] sempre sem ser não [música] é ali. O [música] rei vencer [música] ainda e progredir sempre não é [música] além. Nascer pod nascer [música] nascer auda e progredir [música] progredir. >> Nossa cantoria, nosso coração, nosso bloco, nossa folia contra a solidão. Nossa teimosia, nossa louvação, nosso fogo, nossa magia contra a escuridão. Bom dia para você com a música do Ivan Lins, chama cantoria. O resto eu não vou cantar porque eu não vou acertar o tom. [risadas] Bom dia. São 7:35. Hoje é segunda-feira, dia 10 de novembro de 2025. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. A live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre nesse horário, 7:30 da manhã, para que a gente possa começar o nosso dia de bom humor, com boas notícias, né? bons exemplos, uma boa reflexão e assim eh termos renovada a nossa certeza de que não existe caos, porque quem tá no comando é Jesus, não é? É isso aí. É isso aí. Eu tô vendo que o povo segunda-feira anda acordando meio meio atrasado, sabe? Tô achando que eles estão acordando meio atrasado. Vamos ver quem tá aqui. Ah, é. Vou fazer minha autodescrição primeiro. Eu sou a Estela Martins, sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, bem curtinhos, óculos de arredondado vermelho. E hoje tô com uma blusa azul, com dizeres em branco em reforma íntima. Nós todos, né? Nós todos. E todo de agasalho amarelo que já já eu vou tirar porque já começou a esquentar, mas tava frio aqui fora, tava 14º, [risadas] tava um ventinho bem geladinho aqui. Eu tô no quintal da minha casa, então eu tenho plantas atrás de mim, ã, um computador e a garrafa de café do meu lado direito, minha companheira de Bom Dia Café, né? [risadas] Espero que vocês estejam todos bem. falando em todos bem. Vamos ver aqui como é que está a como é que tá o chat hoje. Teve gente chegando bem cedinho. Edna, bom dia. Edna Santana, bom dia

é? [risadas] Espero que vocês estejam todos bem. falando em todos bem. Vamos ver aqui como é que está a como é que tá o chat hoje. Teve gente chegando bem cedinho. Edna, bom dia. Edna Santana, bom dia mesmo. É isso mesmo. Bom dia, mas bom dia mesmo. Ah, porque você é de Tabaiana, né? Essa frase aí é típica da Illenoi, querida. Bom dia. Mas bom dia mesmo. Isso mesmo, queridona. Dina Santana, bom dia. Margarete, bom dia, querida. Bom dia paraa Elisa também. Uma semana muito produtiva para nós todos, querida. Dolores, bom dia. Abençoada semana para nós. Oi, Mateus, querido. Mateus e Patrícia tiveram aqui ontem. Vou vou mostrar a foto que eles fizeram, porque vocês sabem, né? Se vem aqui, tem que tirar a foto no cenário do Bom Dia Café, né? Senão não tem graça, né? Ó, essa é o cadê? Achei. Tem que tirar foto no cenário do Bom Dia Café, senão não tem sentido. Certo? E aí eles fizeram foto aqui também. A visita dele foi uma delícia. Simão Pedro veio também, andou aqui no quintal, ficou não gostou da pitanga. Simão Pedro não gostou de pitanga. Ai ai. Muito bom. Nivalci, bom dia, Nivalci. T Ah, Patrícia, bom dia, querida. Bom dia. Eu já já vou mostrar a foto que nós fizemos juntos. Oi, Marilda, meus amor, bom dia, querida. Você tá bem? Marilda também já fez foto aqui na mesa do Bom Dia Café. Patrícia Desenroios, bom dia. Ó, eu quase entrei atrasada hoje por culpa da Patrícia. [risadas] Mentira, gente, mentira. Sou eu que falo demais. Sheila, bom dia. Não, que Sheila é Hélia. Porque Olia o que eu tô enxer, eu preciso tocar de óculos, gente. Oi, Hélia. Bom dia, meu bem. Bom dia, Terezinha. Bom dia. Abençoada semana para nós todos. É verdade. Xarazinha, bom dia. A casa da Estela, gente, transmite tanta luz. Simão, ficou maravilhosamente bem aí. Que bom, né? Que bom. É muito bom bom receber Simão Pedro aqui. Traga sempre, né? Criança sempre faz bem na casa da gente. Muda o astral, muda tudo. É uma delícia, não é? É uma delícia. Vamos ver se vai abrir esse meu. Acho que é mais fácil, sabe?

imão Pedro aqui. Traga sempre, né? Criança sempre faz bem na casa da gente. Muda o astral, muda tudo. É uma delícia, não é? É uma delícia. Vamos ver se vai abrir esse meu. Acho que é mais fácil, sabe? Fazer o quê? Pera aí. É mais fácil mudar o jeito de fazer a coisa. Ó lá, deu certo. Vou mostrar para vocês. Simão, Pedro, Patrícia e Mateus. Mais fácil compartilhar a tela do que ficar tentando. Ó lá, ó os bonitinhos. Ó lá os bonitinhos. Olha a gracinha, queridíssimos. Ó, ela não abriu de todo ainda. Ela não salvou de todo ainda. Tananã. Tanã. Cadê? Aqui não. Oi. Tá fazendo oposto. Enfim. Não, não é lindo. Ó lá o Simão Pedro. Que gracinha. Foi muito bom ter vocês aqui, viu, gente? Foi muito bom mesmo. Me fez muito bem, podem ter certeza. Me fez muito bem. É isso. É bom a gente receber visita, não é? Eu gosto, adoro, adoro receber visita, faz muito bem para nós todos. Muito bem, queridos. A Dodé discutindo com o povo na calçada. Outros cachorros passando lá. Muito bem. Vamos pra nossa prece. Cadê? Tânia já mandou as vozes para mim e eu nesse final de semana não consegui editar nenhuma. Então hoje eu ainda vou usar uma um vídeo aqui para pra nossa prece, mas quarta-feira eu já tô com voz de Tânia de novo, porque ela já mandou as vozes para mim. Eu é X não tô meio tempo. Ah, isso é legal. A pessoa tá fazendo a ordem errada dos fatores. Pera aí. Vamos. Agora sim. Agora nós vamos pra prece. >> Ave Maria, rainha dos anjos. Mistica rosa, perfume de amor, luz que [música] acolhe a tristeza e a dor dos corações afogados no pranto. Angelitude é tanta [música] que o Cristo emberecido por [música] mãe te escolheu. E foi tanto [música] amor que de ti floresceu, que nos fizeste também ser teus filhos. >> Ave rainha dos anjos caídos. Ave [música] Maria dos arrependidos. Nós, os [música] que colhem a dor, te pedimos. [música] Volta, mãezinha, nos dá teu abrigo. >> E Tu vieste e [música] desceste ao chão. Teu coração [música] nos falou: "Vai passar". Cantem, meus filhos, voltem a mar e todos os males se

te pedimos. [música] Volta, mãezinha, nos dá teu abrigo. >> E Tu vieste e [música] desceste ao chão. Teu coração [música] nos falou: "Vai passar". Cantem, meus filhos, voltem a mar e todos os males se dissolverão. [música] Doce mãezinha que acolhe os perdidos e os deposita aos [música] pés de Jesus sob o ampar. De tão [música] doce luz, a nossa cruz carregamos sorrindo. é rainha [música] dos anjos caídos, nós, os teus [música] filhos, enfim, redimidos em teus [música] ternos braços, ó mãe, descobrimos que [música] tudo passa se estamos contigo. >> Ave rainha [música] dos anjos caídos. Nós, os teus filhos, enfim, redimidos, [música] em teus ternos braços, ó mãe, descobrimos [música] que tudo passa se estamos contigo. >> É linda, né? Fazia muito tempo que eu não ouvia. Fazia bastante tempo que eu não ouvi. Ela é muito bonita, né? É muito bonita. E é legal porque toda vez que eu que eu ouço as músicas da Sâmbia, eu eu imagino imediatamente eu vejo o rostinho dela falando, né? É muito legal, muito bonita, muito bonita. Ai, ai. É bom começar assim. A gente precisa começar nossos dias sempre com uma música boa, sabe? Uma um pensamento bom, né? Antes de levantar da cama. Sabe por quê? Porque a hora que a gente acorda, a gente já despluga do mundo espiritual e pluga no mundo material, né? você às vezes não tem essa sensação e aí quando você vai fazer essa conexão, você tem que fazer ela já mantendo um nível mais elevadinho ali de pensamento para acalmar o coração, né? Tem hora que a gente não quer voltar, a gente quer continuar dormindo, não quer voltar, vocês estão entendendo o que eu tô falando, né? Não quer voltar porque lá é bom. Ai ai. Dulcineia, bom dia. Dulcineia também faz que nem a Patrícia. De vez em quando eu garro numa prosa com ela. Pelo amor de Deus. Márcia. Nossa, bom dia, querida. Bem-vinda. Bom Dia Café. Bem-vinda. Bom Dia Café. Dirana. Dirana, bom dia, querida. Bem-vinda também ao Bom Dia Café. Música para nossa alma. É mesmo, ela é linda demais. Eh, se você procurar no

rida. Bem-vinda. Bom Dia Café. Bem-vinda. Bom Dia Café. Dirana. Dirana, bom dia, querida. Bem-vinda também ao Bom Dia Café. Música para nossa alma. É mesmo, ela é linda demais. Eh, se você procurar no YouTube, chama Saga das Almas o canal. Tem essa e várias outras lá também, todas lindíssimas, poemas de Sam Aada, muito bonitas. Dolores, ela é linda, né? Linda mesmo. Pedro de Paiva, bom dia. Bom dia, querida. Eu imaginei que você ao ouvir fosse gostar. Sam é uma poetisa, sem dúvida, sem dúvida mesmo. Poema, eh, prece já feita, né? Vamos lá para nossas efemérides, porque hoje nós estamos fazendo aquela nossa série de vídeos eh chamado Nossas Histórias, que são gravações que eu fiz com o Kéber, que é um jornalista amigo meu de muitos anos. E ah, vocês vão entender, vocês vão ver o vídeo. Quem não viu segunda-feira passada vai poder ver. Hoje é outra história, né? Hoje é outra história. Hoje não é a mesma. Deixa eu, por falar nisso, deixa eu ver se tem algum aniversário aqui preparado, porque às vezes passa, né? Não, mas não tem não. Então tá bom. Então vamos lá paraas nossas efemérides de hoje. Muito bem. Aí a pessoa quer ler as efemérides, só que não abriu o roteiro. Aí não dá, né? Esse barulhinho do WhatsApp, eu esqueço do WhatsApp aberto no computador e fica plem. Não dá, né? Vamos fechar antes que eu fique mais incomodada do que eu já tô. Ó lá. Muito bem. A pessoa é rápida no gatilho aqui. Ótimo. Agora, pronto. Agora a gente não precisa mais ouvir os plank plank. Muito bem. Hoje é dia 10 de novembro, portanto, né? Eh, lá em 1000. Ah, é, nós temos uma interessantíssima aqui para vocês que estão chegando hoje no Bom Dia Café, como forma, como eu sou jornalista, eu gosto de ter um planejamento, fazer linha editorial, sabe? Umas coisas assim. Então, e aí, que que eu eh já tinha trabalhado com efeméri muitas vezes em jornais diferentes por motivos diferentes. E aí eu resolvi trazer as efemérides do movimento espírita porque muitas delas, boa parte das pessoas não conhece, não conhece os personagens, não

s vezes em jornais diferentes por motivos diferentes. E aí eu resolvi trazer as efemérides do movimento espírita porque muitas delas, boa parte das pessoas não conhece, não conhece os personagens, não conhece a história do movimento espírita no Brasil. E é bom a gente conhecer porque a gente pode entender melhor porque que o movimento espírita se comporta dessa maneira hoje, vendo o passado do movimento, né, o no do espiritismo no Brasil. Ah, é bem interessante quando a gente vai fazer essas eh essas pesquisas, sabe? Vale a pena mesmo, não só pelo personagem, mas no caso desses dos personagens, eles servem de exemplo para nós, né? Porque muitas a gente fica olhando para ah Jesus, né? Desculpa, parece uma coisa tão distante. E aí a gente vem falar de pessoas que viveram eh próximos a nós, que prepararam terreno para nós muitas vezes, que viveram em circunstâncias muito piores do que a gente vive hoje. Então, se eles puderem fazer, a gente também pode, né? Basta querer. Aos domingos, por exemplo, no canal Consolar Esclarecer, eu tenho feito estudo do livro estudo, a gente tem feito a leitura, na verdade, do livro A Esquina de Pedra do Wallace Leal Rodrigues. Eu não sei se vocês conhecem, mas o livro conta eh o livro é uma história, obviamente, um romance, conta a história de uma moça. E é o período de transição entre o entre o cristianismo primitivo e o catolicismo. Essa fase aqui. E é muito interessante porque ele descreve eh a uma boa parte do da da primeira fase do livro, como era a vida dos cristãos. E as eclésias, que ou eclesias, que eram as igrejas, né, os locais onde eles se reuniam, que eles não chamavam de igreja, chamavam de eclésias ou eclesias, elas eram independentes entre si. havia um conselho de anciãos, uma pessoa que era responsável pela pelo eh encaminhamento espiritual da de quem tava ali. Então, pelos estudos, pelos diálogos, né, por convidar outros participantes para falar. E quando eles tinham que tomar uma decisão mais séria, aí eram convocados, era convocado o

da de quem tava ali. Então, pelos estudos, pelos diálogos, né, por convidar outros participantes para falar. E quando eles tinham que tomar uma decisão mais séria, aí eram convocados, era convocado o conselho dos anciãos, que eram não só os mais velhos, mas aqueles mais experientes, mas que principalmente tinham que ter uma vida exemplar. Esse era o maior critério. Olha só que coisa. Mas o interessante, eu tô falando disso para vocês, é que este formato de organização religiosa, é que existia dos dos cristãos primitivos, é exatamente o que o espiritismo ah é exatamente o a orientação que o Kardec deu pro funcionamento do movimento espírita, que cada unidade tivesse eh liberdade para eh administrar e para cuidar da sua eh da sua unidade, né, espírita, da sua casa espírita, grupo, centro espírita. Aí você coloca o nome que você quiser, mas com essa conexão de estarmos falando sobre a mesma coisa. É muito legal a gente conhecer, né, a história por conta disso, porque senão se sem ler o o esquina de Pedro, eu não ia nunca fazer essa ligação de um formato do do movimento espírita, né, das casas, da do da estrutura do movimento espírita com o que os cristãos primitivos faziam. Então, é bem legal a gente acompanhar isso, é bem bacana. Eliamar, querida, bom dia, meu bem. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Eu li Esquina de Pedra, mas com uma dúvida. Ai, o que é esquina de pedra? Esse é um termo que eles usavam naquele período para dizer o que era o que seria a base da de alguma coisa. A esquina de pedra é a base de um de uma construção. Então é a o canto, né, a estrutura do do de construção do prédio, é aquele canto, aquela esquina. E aí eles faziam de pedra para dar mais sustentação da para estruturar melhor, mais firmemente o o prédio que tava sendo construído. E esse termo foi trazido pro cristianismo para dizer que lá nos primeiros tempos a esquina de pedra era Jesus e depois Pedro. E aí no livro eles estão exatamente questionando qual será a esquina de pedra. Quer dizer, o que vai estruturar essa

para dizer que lá nos primeiros tempos a esquina de pedra era Jesus e depois Pedro. E aí no livro eles estão exatamente questionando qual será a esquina de pedra. Quer dizer, o que vai estruturar essa nova construção que tá sendo feita, já que o cristianismo primitivo vai ser deixado de lado para um formato novo com uma hierarquia definida e etc, que é a proposta de Alexandre e de Alexandria, eh, dele, de um de um grupo grande. Então, a o que eles estavam discutindo é qual será a esquina de Pedra daquele momento. É, isso é o o motivo do nome do livro. É bem legal, é bem bacana. Se vocês ainda não leram, eu recomendo bastante, porque é um livro muito lindo, muito lindo. Então, vamos lá. Então, lá em 1835, também no dia 10 de novembro nascia a Malha Domingo Soler. Eh, eu não vou contar onde que ela nasceu, como é que foi, porque essa é uma parte que para nós não tem uma uma motivação muito de muito tem muita motivação. O que interessa para nós é que numa noite caminhando sem espero é uma mulher, é um mulherço, gente. é uma mulher fantástica, fantástica. Numa noite, caminhando sem esperanças, desiludida com a vida, aparece-lhe sua mãe já morta. A visão causa-lhe espanto, mas lhe reavivam as esperanças e a malha recorda-se da religião. Busca auxílio em uma igreja luterana. As pregações da igreja e o contato com a religião impelem-na a não desistir. Volta a escrever versos, costura e tenta se reerguer. A visão novamente lhe causa aflição e ela procura ajuda de um médico homeopata, Dr. Heiser, não sei se é assim que fala, gente, é Iser que tá escrito e e que lhe salva da cegueira, né? Esse mesmo homeopata, embora se declare declarasse materialista, lhe entrega um exemplar de El Critério, periódico espírita que circulava na época. O pequeno jornal espírita lhe desperta a curiosidade e, buscando maiores esclarecimentos, Amália escreve para revistas espíritas da época: "Toma coragem, escreve uma poesia para o jornal é o critério que não é publicada, mas estimula o editor a lhe enviar um

scando maiores esclarecimentos, Amália escreve para revistas espíritas da época: "Toma coragem, escreve uma poesia para o jornal é o critério que não é publicada, mas estimula o editor a lhe enviar um exemplar de preliminares do espiritismo." Sua primeira publicação da malha, uma poesia vem no periódico espírita la a revelação. Seu primeiro artigo doutrinário, Lafé Espiritista, sai pelo El Critério em seu número 9 de 1872. Seus artigos chamam a atenção. E aí eu vou parar. Por que que ela é importante? Então, porque primeiro que a gente é uma um período, gente, nós estamos falando de 1872, em que as mulheres não faziam nada, né, a não ser cuidar da casa, fazer serviço doméstico. Amia escrevia, era poetisa e ela se, além de se interessar pelo Espiritismo, quer dizer, ela e se deslocou da Igreja Luterana do Catolicismo para se envolver com o Espiritismo e escrever sobre espiritismo. Então, era uma mulher escrevendo e escrevendo sobre espiritismo e publicando em 1870 e pouco. Então, ela estava completamente fora do padrão da época. Completamente fora do padrão. E corajosa, né? Porque cada vez que ela publicava uma poesia, todo mundo olhava torto para ela, né? Porque que que essa mulher tá se metendo? Essa escritora é uma mulher, entendeu? Era o pensamento da época, certo? Seus artigos chamam atenção e aos poucos integra seu movimento espírita espanhol, participando de reuniões em casas espíritas. Em 31 de março de 1875, aniversário de desencarnação de Allan Kardec, lê a poesia A memória de Allan Kardec diante dos membros da sociedade espírita espanhola, passando a integrar as fileiras dos propagandistas da doutrina espírita. Ela vira uma uma ela se torna então uma palestrante espírita, né? Porque os propagandistas, os chamados propagandistas eram nos palestrantes. Junto aos espíritos de Múrcia, permanece quatro meses recuperando-se de uma enfermidade. Amália, firmemente acreditando que seria errado viver do espiritismo, continua a trabalhar de dia e escrever de noite. Permanece em Madrid

ia, permanece quatro meses recuperando-se de uma enfermidade. Amália, firmemente acreditando que seria errado viver do espiritismo, continua a trabalhar de dia e escrever de noite. Permanece em Madrid até que se muda para Barcelona em 10 de agosto de 1876. Convidada pelo grupo espírita Círculo Labuena Nova Noevá. O meu espanhol é espetáculo, né? E com a esperança de encontrar melhores condições de trabalho na capital catalã, já então cidade empreendedora e de grande atividade econômica. Em 9 de maio de 1879, aparece-lhe seu guia espiritual, o padre Germano. Em Barcelona, encontra-se com o médium sonâmbulo Eudaldo, que recebe várias mensagens destinadas à Amália. Muitas dessas reunidas no livro Memórias do Padre Germano, que foi publicada em partes a partir de 29 de abril de 1888. Em 1891, Amália escreve suas memórias sobre a orientação do padre Germano. E aí a gente tem um dos livros eh mais conhecidos da literatura espírita, Memórias do Padre Germano. A história dela, gente, é maravilhosa. Então, vale a pena vocês procurarem a história da da Amália. E aí na internet tem um várias eh biografias bem interessantes dela, vários relatos também mais curtos um pouco pra gente conhecer um pouco melhor. Mas a memória, as as histórias delas são lindas, são lindas. Oi. É, ué, Olga. Bom, oi, Olga. Bom dia. Isso, na turma das 8. A turma das 8. Esquina de pedra me remete a pedra angular. a pedra irregular, muitas vezes deprezada pelo pedreiro, mas que acaba sendo a pedra fundamental da construção. Foi o que eu disse. Foi o que eu disse. É exatamente isso. É a explicação do livro, né? Muito bem. Aí a segunda enfermédia, acho que nós temos mais uma e de eu vou ser mais rapidinho um pouco também. Em 10 de novembro de 1923 é nascimento do médium João Nunes Maia, mais recente, né? bem mais recente, nosso contemporâneo. A mediunidade veio à tona cedo, trazendo angústias e aflições, mas João contou muito com o apoio da mãe Maria Nunes, que se apegava às orações. Mais tarde, a família

mais recente, nosso contemporâneo. A mediunidade veio à tona cedo, trazendo angústias e aflições, mas João contou muito com o apoio da mãe Maria Nunes, que se apegava às orações. Mais tarde, a família procura a procura de ajuda, encontrou dona Lozinha, conhecida benzedeira da região, por ajudar pessoas com diversos problemas. Nunes passou a frequentar as reuniões na distante casa da dona Lozinha. Eu acho que é lozinha porque não tem acento, viu gente? Medionizada, ela alertava sobre as suas tarefas futuras e sobre a necessidade de conhecer as obras de Allan Kardec através de reembolso postal. Quem é do tempo do reembolso postal? Através do reembolso postal, ele encomenda a Federação Espírita Brasileira os livros básicos da doutrina. De posse deles, viaja para a fazenda Breginho, onde estuda por quase um ano. Nessa época cria o hábito de meditar ao alvorecer e ao pôr do sol. E numa manhã tem a inspiração que o nortearia a Sociedade Espírita Maria Nunes, o lema do pão e do livro. O jovem Nunes muito estudou e lutou desenvolvimento desenvolvendo psicografia, psicofonia, clara evidência e desdobramento. Olha só. dobramento já lá no início no na metade de do século XX. Em 1950, incentivado pelo pai e já órfão de mãe, muda-se para Belo Horizonte, sendo acolhido pelo amigo Chico Sapateiro e o ensino ofício. Mais tarde vai morar no bairro Santa Teresa, onde conhece sua esposa Irene Nunes, com quem teve a filha. João Milnes frequentou reuniões espíritas em P Leopoldo, onde conheceu médium Francisco Cândido Xavier, de quem se tornou amigo. Numa reunião mediúnica na União Espírita Mineira, identifica-se com o espírito de Fernando Miramês de Olivideo, seu guia espiritual e autor de vários livros psicografados por Nunes, sendo o primeiro alguns ângulos dos ensinos do mestre. É outra história também que eu tô contando aqui um pedaço dela, né, mas que vale muito a pena vocês conhecerem porque é muito interessante. Algumas pessoas já sabem, mas esse barulho é porque tem uma obra aqui do

ória também que eu tô contando aqui um pedaço dela, né, mas que vale muito a pena vocês conhecerem porque é muito interessante. Algumas pessoas já sabem, mas esse barulho é porque tem uma obra aqui do lado. Bom, voltando aqui a nossa Oi, bom dia, Jairques. Bom dia. Já ceda aí no amor e caridade, hein? Bom dia. Bom dia. Eu vou compartilhar com vocês, então, o segundo episódio da nossa série, nossas histórias com o amigo Cléber. Vocês vão gostar. Cléber ficou todo empolgado com os comentários de segunda-feira passada. Então, se vocês quiserem ir comentando, falando sobre o vídeo, sintam-se à vontade, tá bom? O livro Perdone. Ah, que legal. O livro Perdoa-me fala da memória da Amália. Ah, que bacana. Muito bom. Bom dia, Antônio Fernando. Bom dia. Então, vamos lá. Oi para todos. Oi, gente linda. Vamos lá. Eu acredito que em algum momento todos nós já imaginamos que nossa vida vale uma história a ser contada, mas aí sabe-se lá o porquê, deixamos para lá. No episódio de hoje de nossas histórias, eu trago aqui o Cléber para nos mostrar que toda história vale um conto e mais que isso, toda história deve ser celebrada. E se você pegou esse bonde aí em movimento, volte uma casa ou um ponto e veja o episódio um para entender o que está acontecendo aqui. Eu sou Estela Martins, sou uma senhora de 60 anos, cabelos grisalhos bem curtinhos, óculos arredondados de vermelho. Eh, estou de blusa preta, um lenço estampado de preto, cinza e branco. E estou no meu quintal e ao meu lado está Cléber, querido. Vamos lá pra sua autodescrição e pro seu olá, como vai para todos? Bom jorno, boa tarde, boa noite para todo mundo. Quem tá aí, eu não sei o horário que você tá vendo o programa, então é mais ou menos por aí. Gente, eu sou o Cléber, estou aqui para para essa segunda participação e hoje eu estou para variar um pouquinho com a camiseta preta do Iron Maiden. Semana passada o último episódio era do Pink Freud, hoje é do Iron Maiden, tá? Eu tô com minha parede bege no fundo com a porta do lado

ou para variar um pouquinho com a camiseta preta do Iron Maiden. Semana passada o último episódio era do Pink Freud, hoje é do Iron Maiden, tá? Eu tô com minha parede bege no fundo com a porta do lado esquerdo, meu lado esquerdo, alguns livros também do lado esquerdo e uma escrivaninha do lado direito. Eu uso o óculos e tem o cavanhaque branco. >> Muito bem. >> É isso, né? Para começar, acho que a gente já conseguir me me para quem tá olhando o meu cavanhar que parece que ele tá cheio de falha, mas não é falha não, tá bom, gente? É que é que ele é branco, então tem algumas partes que parece que que ficou um branco pouquinho de um lado, escuro do outro. Parece um ninho meio mal feito, né? Né? Estelinha. >> Ai ai. Muito bom. E aí, qual vai ser a história de hoje, Cléber? Então, Estelinha, eu eu pensei muito nesses nesses últimos dias aí sobre a história que eu que eu deveria contar hoje. Eu cheguei à conclusão que eu vou entrelaçar duas histórias nas quais eu não sou o protagonista, mas eu estou, eu participo de ambas, tá? Porque esse entrelaçamento delas trazem uma reflexão, tá? E é uma reflexão que eu já venho fazendo da vida há muito tempo, né? E a primeira história é tem a ver com a minha mãe, né? Vamos lá. Eu sou um cara, vou fazer 60 anos daqui a pouco, tá? Daqui alguns meses já faz em novembro eu faço 60 anos. H, e não conto, sinceramente, Celinha, eu não conto que eu vá viver muito mais que 20 anos, tá? Já vivi 60 bem vividos. Se eu viver 20, ah, você tá sendo pessimista? Não, não acho que tô sendo pessimista. É uma questão de realidade, sabe? Então assim, se eu viver mais que 20 anos, Estela, ótimo, eu vou aproveitar, mas eu não vou contar que eu vou viver mais que 20 anos, tá? Porque seja lá os 20 ou o o menos que 20 que eu vi, eu tenho que aproveitar e vou aproveitar o que vier pela frente, tá? E o que minha mãe tem a ver com isso, tá bom? Eu explico. Em 1997, eu levei minha mãe para fazer uma uma viagem, uma viagem que ela desejava. Minha mãe sempre teve muita vontade de

er pela frente, tá? E o que minha mãe tem a ver com isso, tá bom? Eu explico. Em 1997, eu levei minha mãe para fazer uma uma viagem, uma viagem que ela desejava. Minha mãe sempre teve muita vontade de conhecer a Grécia e muita vontade de viajar de navio. Eu levei a minha mãe para fazer um cruzeiro marítimo na Grécia. >> Eita! >> E a gente chegou até a Turquia. >> É. >> Tá. Isso em 1997. Nossa, minha mãe assim foi a grande realização da vida da minha mãe, né? Foi uma coisa assim muito muito e e o legal, né? E o legal, quer dizer, legal. São histórias que a gente tem para contar no meio. No meio dessa história, no meio de uma das nossas dos nossos da nossa estada lá em na Grécia, em Atenas, no hotel, teve um trem moto. >> A gente tava no 14º andar do prédio e começou a balançar tudo dentro do prédio. >> Ah, >> quando eu olho, minha mãe tá ajoelhada lá rezando, coitada, desesperada, né? Mas assim, e o terremoto foi a mais de 100 km longe de onde nós estávamos. Para você ter uma ideia, como como essa questão de terremoto é uma coisa maluca, foi a mais, o epicentro foi muito mais de 100 km da gente, foi numa ilha e a gente sentiu em Atenas assim, foi forte, né? Balançava tudo dentro do quarto. Não quebrou nada, não caiu nada no chão, tal, mas balançou muito, né? Mas essa foi uma só um adendo, né? Eh, eh, o que que e eh eu quero dizer com isso? Levei minha mãe para fazer essa viagem, a grande viagem da vida dela. Isso em 1997, 20 anos depois, 2017, a minha mãe morre, ou seja, o período de 20 anos. Eu levei minha mãe e minha mãe morreu no meio desses 20 anos, tá? Por volta de 2007, mais ou menos. 2006, 2008, por volta de 2007. a minha mãe começa a ter demência senil e a vida dela dali paraa frente começa a ter uma regressão muito forte. A minha mãe começa a ter uma qualidade de vida eh eh pior, entendeu? Eh, não não eh eh financeiramente, porque nós sempre ajudamos minha mãe, não socialmente, mas assim de vida de saúde mesmo, a vida dela começa aingolar muito. Porém, nesses 10 anos de vida de de 97 até

h, não não eh eh financeiramente, porque nós sempre ajudamos minha mãe, não socialmente, mas assim de vida de saúde mesmo, a vida dela começa aingolar muito. Porém, nesses 10 anos de vida de de 97 até 2007, a minha mãe viveu muito essa viagem. Ela contava para todo mundo. Ela era a grande história que a minha mãe tinha para teve para contar nesses 10 anos, né? Até porque poucos anos atrás ela tinha passado pela separação do meu pai, ela tinha sofrido muito. Então assim, então foi uma foi uma bênção na vida, foi um bálsamo na vida dela, né, essa viagem. E ela durante 10 anos, ela contou muito, ela se divertiu muito, ela dava muita risada contando a história do terremoto, >> né? Então assim, foi uma coisa muito boa na vida dela. Já aos últimos 10 anos, ela começou a se esquecer das coisas. Então ela já não aproveitou. Então o que eu quero dizer, Estela, é o seguinte. Se eu hoje conto que eu tenho mais 20 anos, de repente pode não ser 20 anos, pode ser menos que 20 anos. >> É, >> entendeu? Então, a gente vê tanta gente hoje morrendo com 59, com 60, com 61, com 47. Eu, vi uma pessoa semana passada que morreu com 49. Então, assim, a gente não quer pensar dessa maneira, mas é importante pensar sobre a morte, Estela. >> É verdade. >> Porque quando a gente pensa sobre a morte, a gente lembra que tem que viver bem. E quando a gente é jovem, quando a gente tem lá 20, 15, 20 adolescente, jovem, 20, 30, 40, 40 e poucos anos, a gente não pensa nisso. A gente só quer aproveitar. Quando bate ali os 50, você já começa, opa, tô com uma dor aqui, tô com uma dor ali. [risadas] Tem que pensar na aposentadoria. >> É ladeira abaixo. >> É ladeira abaixo. Exatamente. E aí a gente começa a se preocupar. Então, Est, é legal as pessoas falhi não quero nem pensar na morte. Não, gente, tem que pensar sim, porque quando você lembra que você vai morrer, >> você lembra que você tem que viver bem, você tem que aproveitar o dia de hoje, porque você não sabe o dia de amanhã. Então, eu vou aproveitar hoje da forma e

quando você lembra que você vai morrer, >> você lembra que você tem que viver bem, você tem que aproveitar o dia de hoje, porque você não sabe o dia de amanhã. Então, eu vou aproveitar hoje da forma e aproveitar da forma correta, né? Porque eu acho que essa consciência de que a qualquer momento qualquer um de nós pode morrer, né? pode deixar o corpo físico, enfim, dê o nome que você quiser. Quando a gente tem consciência disso, você também tem consciência do que é importante e do que não é importante. E aí a vida tem uma qualidade muito maior do que ela tem quando a gente acha que tem a o o a o mundo inteiro pela frente, a vida inteira e a gente acha que tem todas as portas estarão abertas, né, Estela? É, mas 50 anos perde perde a referência, né? Perde a referência do que é importante. Hoje eu não vou fazer, deixa para amanhã, né? Deixa para amanhã. Você não sabe, não deixe para amanhã >> como é que vai ser o amanhã. E aí não é uma questão de você ser nem imediatista e nem de ser lúgubre, é porque a morte faz parte da nossa vida. Ela é um componente da nossa vida. a morte dos outros, a morte das coisas, a morte dos tempos, dos períodos. A morte faz parte da nossa rotina, que é o que você tá colocando, né? Se a sua mãe não tivesse ido lá, eh, eu só acho assim interessante você fazer essa divisão, né? Ela teve 20 anos para viver eh, a partir da de um determinado período. Nesses nos na primeira década do dos 20 anos, ela tem uma experiência muito positiva que que faz com que ela tenha uma vida divertida ou que lembre daquela experiência positiva e depois ela entra numa outra situação. E eu só não entendi por que você faz a ligação de uma coisa com a outra, porque para mim eu acho que elas não têm, né? Eu eu ficar, se fosse meu caso, por exemplo, se fosse uma história minha, eu ia que não é sua, né? Mas eu ia pensar assim, ó, ainda bem que na primeira década ela teve uma experiência maravilhosa para carregar enquanto ela estivesse tendo memória suficiente para reviver

ha, eu ia que não é sua, né? Mas eu ia pensar assim, ó, ainda bem que na primeira década ela teve uma experiência maravilhosa para carregar enquanto ela estivesse tendo memória suficiente para reviver aquela experiência maravilhosa, né? Porque >> Mas foi isso, >> não você dis >> foi foi exatamente o que eu fiz dizer, Estela. É outra coisa. >> Examente. Não, não, porque assim, ela, graças a Deus, eu fiz a viagem com ela e aí ainda falo assim, nessa primeira metade ela viveu muito bem, ela lembrou das histórias, ela contou ainda bem, porque assim, porque se eu não faço a viagem ali naquele momento, deixo para 10 anos depois, ela não ia aproveitar. Ela aproveitou muito bem esses 10 anos, graças a Deus, >> porque E outra coisa, e se eu deixasse a viagem, nem que fosse 10 anos, vai, se eu deixasse para 8 anos, a minha mãe ia ter 2 anos ali só para aproveitar. Não, ainda bem que eu fiz lá atrás. >> É, >> ainda bem que eu não deixei para depois. É isso que eu quero dizer. A hora que eu pude fazer, eu fiz. Por quê? Antes eu não podia, naquele momento eu podia e podia depois também. Não, eu fiz aquele momento, foi o primeiro momento que eu pude fazer paraa minha mãe e eu fiz. E aí ela pôde aproveitar muito tempo. Ela aproveitou por 10 anos, aproveitou bem, se divertiu, contou histórias. Quantos anos ria muito? >> Quantos anos >> quando ela se internou? >> Minha mãe >> 78. >> 78. >> 78. Ela viajou com 58. Aí aos 67, 68, mais ou menos, ela começa a ter o problema da demência senil, né? E aí ela depois é é que na verdade, Estela, eh, não é que eu faço a divisão, essa divisão acontece naturalmente, entendeu? Foi mais ou menos esse período mesmo, né? >> E eu só o que eu quis o que eu quis dizer com isso foi que legal que ela aproveitou muito bem esses 10 anos. E >> você tá fazendo a relação E você tá fazendo a relação dessa história com essa com essa sua ideia que você deixou claro que é uma ideia de que você tem mais 20 anos pela frente ou não? >> Não, não, não. Calhou. calhou por um

ão E você tá fazendo a relação dessa história com essa com essa sua ideia que você deixou claro que é uma ideia de que você tem mais 20 anos pela frente ou não? >> Não, não, não. Calhou. calhou por um outro motivo que que é a segunda história. >> É, >> né, que é assim que é o o não é só eh você aproveitar, não é só que eu tava falando de mim, né? Eh, é eu aproveitar esses 20 anos e eu fiz com que minha mãe aproveitasse, mas também desfrutar da convivência, né? Agora vai ser um pouco difícil falar, eh, mas vamos lá. Semana passada, eh, ah, eu perdi a minha >> Vou ajudar, vou te ajudar. É porque é muito recente, né, Cléber? A semana passada a sua a Lola, que é sua companheira aí de todo momento, todo dia. Que raça que era a dela mesmo, Cléber? >> Pug. >> Uma pug. Pug de 14 anos. >> 14 anos de convivência. Ininterrupto. >> Diária, diária, diária. >> Eu tenho histórias assim mirabolantes, né? Eu eu tenho o livro que você já comentou durante todos os dias em que eu escrevi o livro, todos os dias e todas as horas e todos os minutos em que eu escrevi o livro, ou ela estava ao meu lado na cadeira, enquanto eu escrevia o computador, ou ela estava no meu colo. Então assim, a Lola, como eu trabalho em casa, a Lola não me abandonava em nenhum momento, né? É uma uma coisa que me veio ontem durante uma oração que eu tava fazendo. É uma coisa engraçada, Estela. Eh, nesses 14 anos, é claro que é uma, as pessoas falam: "Ah, mas que relação absurda". Mas não é uma relação absurda, não. Até porque tem a ver. Eh, nesses 14 anos, eu me desentendi com amigos, me desentendi com esposa, me desentendi com filho e assim e cheguei a ficar, sei lá, um dia inteiro sem falar com a pessoa. Assim, com acontece, é relação humana com o animal não acontece. Foram 14 anos e que não houve um momento em que você, porque por mais que fizesse uma besteira de uma fez um xixi fora do lugar, um cocô falou pá, você dá uma pronta, vai para lá, você não sei o quê, tarará tarará, ele vai. Aí você põe ele para

que você, porque por mais que fizesse uma besteira de uma fez um xixi fora do lugar, um cocô falou pá, você dá uma pronta, vai para lá, você não sei o quê, tarará tarará, ele vai. Aí você põe ele para lá, ele olha pra tua cara com uma cara de coitado que você vai e pega no colo. Então assim, não houve um momento em 14 anos em que eu que a gente ficasse brigado. Então assim, é uma relação muito muito afinada. E eu aproveitei muito esses 14 anos com a Lola e a Lola aproveitou muito desses 14 anos comigo, com a minha família, com a minha os meus filhos, com a Odet. Nós temos 300.000 fotos com ela, todo mundo com ela e viagens que ela que ela chegou a fazer com a gente enquanto ela pôde. Então assim, então assim, a gente aproveitou, né, no último no a Lola eh partiu na terça-feira, na uma semana atrás, numa terça-feira. Na segunda-feira eu ainda passei com ela na rua, né? Ela já não queria muito mais, mas ela gostava de ficar na rua sentadinha, ela não andava mais, né? Porque ela teve artrite artrose. Então ela já não conseguia mais ir e uma perda muscular nas patas de trás e e ela já não andava mais. Então ela ficava sentadinha na rua olhando o movimento. Então eu levei e ela ficou passeou. Nós vamos ter que parar um minutinho. Bem, problema aqui. Só um minuto. >> Claro. Vocês estão vendo que o problema acontece no ao vivo e na gravação também, né? Interromper é uma coisa que faz parte. E aí quando parou a adrenalina, mas assim não deu. Eu até falei para ela, dá só um tranquilizante para ela não sofrer, né? E e a menina, não sei nem se chegou a dar, porque o coração já já ela acabou a adrenalina, o coração dela parou, ela tava abraçadinha comigo, com a Gabriela e ela partiu. Então assim, um dia antes eu tava achando que tava tudo bem ainda. Então se eu não levo ela para passear, se eu não leva, eu ia me arrepender hoje. >> Coisas que ela gostava de fazer. Então assim, >> faça. A reflexão é essa, sabe? Não pensa que tem a vida inteira. Aproveita o hoje. >> É. E posso tenho um ensinamento,

va, eu ia me arrepender hoje. >> Coisas que ela gostava de fazer. Então assim, >> faça. A reflexão é essa, sabe? Não pensa que tem a vida inteira. Aproveita o hoje. >> É. E posso tenho um ensinamento, >> uma coisa que eu não tinha pensado, Estelinha, e vou colocar junto aqui pro que tem a ver também. E perdoe. Perdão. O perdão. Quando você perdoa alguém, você não tá perdoando a pessoa, >> você tá perdoando o teu coração. Porque quando você eh não perdoa, você ainda tem um rancor pela aquela situação, por aquela pessoa. Quando você perdoa, você se alivia. Então, o perdão, eu eu vejo o perdão dessa maneira. Eu não vejo perdão para pessoa. Eu vejo perdão, algo que me alivia, que tira de mim aquele rancor, aquela tensão e é isso que me faz viver melhor, perdoar. Então é um pouco, eu acho que a gente tem que, sabe, pensar um pouco nisso, eh, refletir bem. que tem um tem um um uma ensinamento muito interessante que tá em Mateus. Entra em acordo de pressa com teu adversário enquanto estás com ele a caminho do tribunal para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, o juiz te entregue ao carcereiro e te joguem na cadeia. Na verdade, hoje a gente pode fazer um entendimento, a gente deve, né, fazer o entendimento, >> parábola, né? >> É, é uma parábola fazer o entendimento de que a gente deve se acertar com as pessoas enquanto está caminhando com elas. E aí o se acertar não é só pedir perdão, não é só desfazer desavenças, mas é também dizer: "Eu te amo," né? eh demonstrar carinho pela pessoa, eh viver junto com ela, conviver com essa pessoa para fazer essas demonstrações de carinho, de amor, de ternura, de paciência, enfim, e também com aqueles com quem a gente não se dá muito bem, né? entender aquela pessoa, entender porquê daquele comportamento e aprender a conviver com ela sem disensões, sem tensões, enquanto estamos junto com a pessoa, porque de repente acontece alguma coisa, a gente desencarna ou ela desencarna e você ainda vai ficar com essa história para resolver depois, né?

sões, sem tensões, enquanto estamos junto com a pessoa, porque de repente acontece alguma coisa, a gente desencarna ou ela desencarna e você ainda vai ficar com essa história para resolver depois, né? >> Eu tenho eu tenho uma história, as duas as duas histórias que você conta, né? eh de vivências com dois seres que você amou muito ou que você ama muito, que são sua mãe e a Lola. Eh, e aí, gente, é assim mesmo. Quem já teve animal de estimação sabe que é um amor profundo também pelo cachorro, pelo gato, pelo passarinho. É desse jeito mesmo. A gente chora, sente saudade e tá tudo certo. Ninguém tá comparando animal com gente. Nós estamos dizendo que os sentimentos são profundos com todos, >> eu estou falando de amor. Cela >> e falando de amor. Isso. >> Eu não tô falando de pessoas, né, de animais. Eu tô falando de amor. >> Pessoas de amor. É. Se se al foi bom você falar, porque se talvez eu não tenha expressado corretamente, mas na verdade o que eu tô falando de seres de de pessoas, seres humanos ou animais. Eu tô falando de amor, >> eu tô falando de viver, de procurar aproveitar o tempo. É, é, é na verdade é fazer uma reflexão, entendeu? Vou aproveitar a minha vida, não vou deixar para amanhã. Muitas vezes a gente fala: "Ah, vou aquilo que você falou lá no começo, ah, deixar isso para amanhã". Tá, se não tiver jeito, OK, tudo bem. Não teve jeito, não vai ser, ah, matar um um bonde aí para você poder fazer as coisas hoje. Não é isso. O que é possível fazer hoje, faça. >> É, >> tá. Sentiu vontade de dizer eu te amo, diga. Diga. >> Não é porque a pessoa não diz para você que você não vai dizer diga, faz bem para você dizer eu te amo. >> É. É. >> Eu não, eu contei aqui da naquele primeiro episódio a história do que aconteceu comigo, exatamente como no nosso lar. >> Não lembro. Se eu não lembro, é melhor você contar de novo. >> É. Eh, eh, eh, no, no filme, e no livro Nosso Lar tem uma história do Allan Kardec que tem uma pessoa que ele eh encarnado ainda. >> André Luiz,

bro. Se eu não lembro, é melhor você contar de novo. >> É. Eh, eh, eh, no, no filme, e no livro Nosso Lar tem uma história do Allan Kardec que tem uma pessoa que ele eh encarnado ainda. >> André Luiz, >> André Luiz André, >> eu falei, misturei André, Alan Kardec com André Luiz. Perdão, gente. André Luiz ainda encarnado, tem uma senhora que ela sempre vai pedir ajuda pro marido dela e ele não suporta aquela mulher. Depois que ele desencarna. Um dia, é, já depois de ter passado por umbral, tudo, ele está perto de um lago e ele olha do outro lado do lago e vê a mulher. >> É. >> E ele olha e fala: "Ai, meu Deus do céu, aquela mulher chata, não sei o que, tal". P aí bate no coração dele e fala: "Opa, comigo aconteceu uma coisa muito parecida. Ã, aqui no bairro tem uma senhora que ninguém suporta. Ninguém suporta. É uma mulher, ela ela é não é que ela é chata, ela é ela gosta de se intrometer na vida das pessoas. Então ela bate na tua porta para pedir papelão, para pedir gelo, para pedir um copo de água. Na verdade, ela não quer nada disso. Ela quer bater papo. >> É. >> E ela é uma pessoa, ela é carente, né? Ela tem a ao provavelmente deve ter algum déficit, né? E então ela tem alguma necessidade que, né, que as pessoas não conseguem enxergar. A minha sogra enxergava e eu, sendo bem sincero, quando vi aquela mulher corria para casa. Ah, não, não quero nem ver que ela vai me parar e vai ficar falando, falando, falando, falando. O cérebro do Cléber ficava, aquela mulher vai ficar falando, falando, falando. Aquela mulher chata fala chata, aquela mulher. E eu sentia aquela coisa ruim. Um dia eu tô chegando em casa de carro, entrei na rua, ela vem subindo a rua, eu olho e falo: "Ai, meu Deus do céu, senti uma coisa ruim com relação a ela." Entrei com o carro e pensei: "O que que ela me fez de tão mal que eu tô sentindo essa coisa tão ruim?" Ela não fez nada. Aquele sentimento ruim, aquela coisa que me machucava por dentro era minha. Eu estava criando aquilo. Aquilo era meu.

e ela me fez de tão mal que eu tô sentindo essa coisa tão ruim?" Ela não fez nada. Aquele sentimento ruim, aquela coisa que me machucava por dentro era minha. Eu estava criando aquilo. Aquilo era meu. Ela não tinha feito nada de errado para mim. Ela não tinha feito nada. O que que eu fiz? Parei o carro, sai pra rua e fui bater um papo com ela. Daquele dia em diante, Estela, eu senti, eu sinto um alívio tão grande de ver essa mulher. Eu bato papo com ela. Eu nunca mais senti aquela coisa ruim. Ela não fez nada de mal para mim. >> É. É. >> Aquilo era meu. >> Atenção. É. Então, quando a gente sente alguma coisa ruim, alguma coisa que tá nos machucando, observa primeiro se aquilo não é seu. >> É isso. >> Porque às vezes aquilo é seu, é você que tá criando aquela coisa ruim. >> Você sabe que tem uma tem uma coisa muito disso. >> Só você pode curar, Estela. Se você criou, só você pode curar. >> Pode curar. Tem uma coisa que não é legal, que não tá só no movimento espírita, tá em vários outros lugares também, que quando você entra num ambiente, numa casa, por exemplo, e sente o mal-estar, é porque aquele ambiente tem tá eh carregado, negativo, ou quem tá ali dentro não é legal. E nem sempre é isso. Nem sempre é isso. Às vezes eu que estou entrando é que sou incompatível com aquele ambiente. Então eu me sinto mal. Eu posso estar entrando num ótimo ambiente, num lugar em que as pessoas são super autoastral, que elas elevam os pensamentos dela e aí isso cria uma incompatibilidade com os meus sentimentos e com a minha faixa vibracional e eu não consigo ficar ali dentro. Então é o que você acabou de falar. Será que o mal-estar é meu ou é do outro? E se é meu, por que que ele existe? Porque foi a pergunta certa que você fez. Por que que eu sinto >> congelou, Estela? Deu uma congelada no seu, Estela. Não sei se você >> Isso. Voltou, né? Voltou. Ah, voltou agora. Voltou. Eh, tem a gente volta pro pro nosso tema principal de hoje, que é você avaliar a sua vida, né, e saber entender o que é

, Estela. Não sei se você >> Isso. Voltou, né? Voltou. Ah, voltou agora. Voltou. Eh, tem a gente volta pro pro nosso tema principal de hoje, que é você avaliar a sua vida, né, e saber entender o que é importante para viver o momento, viver o agora, viver o presente de forma completa, né, de forma verdadeira, sabendo entender inclusive o mal-estar, o sentimento com com relação às outras pessoas. Isso é muito legal. Então são três historinhas que eu contei hoje, né? Eh, eu participo das três e são histórias. Ah, por isso que eu digo, toda a história vale ser contada. >> É, é verdade. >> Toda história tem a sua, sabe? Então, são três histórias bobas, vamos dizer assim, entre aspas, sabe? Ah, três historinhas bobinhas que trazem grande grandes reflexões, entendeu? Reflexão do perdoar do amor, reflexão do vamos aproveitar hoje, não vamos deixar para amanhã, vamos dizer eu te amo, sabe? Vamos, vamos, sabe? Eh, são reflexões que nos fazem crescer tanto aqui como espiritualmente. >> É, >> são reflexões que vão nos fazer o quê? nos sentir melhor, nos fazer aproveitar melhor o amanhã, a partir de hoje, a partir de agora. Então, foi um pouco isso. Acho que essas são as histórias de hoje. Estela, >> você tem mais alguma pergunta para com relação a essas historinhas? Pode fazer isso. >> Não, acho que acho que hoje eh eu acho que hoje a gente caminhou bem, né? entremeando um pouco de história, um pouco de reflexão, juntando coisas externas, inclusive acho que ficou ficou bem interessante. A gente pode até encerrar aqui o nosso segundo episódio e porque a gente sabe que nós temos outros, né? O Cléber tem várias histórias para contar e todas vão ser boas como as de hoje, vão nos levar a boas reflexões também. Mas a gente quer repetir um convite para vocês. A gente quer muito que vocês também mandem as suas histórias para nós. Você pode mandar como texto, você pode mandar como áudio, você pode mandar um vídeo se você achar que que fica melhor, se você se sentir mais à vontade. E você pode

mandem as suas histórias para nós. Você pode mandar como texto, você pode mandar como áudio, você pode mandar um vídeo se você achar que que fica melhor, se você se sentir mais à vontade. E você pode também, se você conhecer alguém que tem uma história interessante, bacana para contar, convença a pessoa a contar essa história. também pode ser texto, áudio, vídeo e mandar aqui para nós, né? Pode ser um parente seu, um amigo, sei lá, alguém que você conhece aí que tem uma história interessante para para nos contar, que nós estamos curiosíssimos aguardando essas boas histórias pra gente compartilhar com todo mundo aqui, não é isso, Cléber? >> Exatamente, Celinha. E e eu acho legal, se a pessoa puder mandar em vídeo, eu acho legal, porque a gente pode mostrar a pessoa contando, né? >> Pois é, >> isso é legal, né? Mas também pode ser escrito e pode ser em áudio também, não tem problema, né? Aí a gente, se for o caso, a gente entra em contato com você, pergunta se você quer participar. Então a gente pode transformar isso aqui num numa num num num grande bate-papo. >> Exatamente. Exatamente. E vai ser muito bom. A gente espera bastante por isso. Por enquanto o de hoje fica por aqui. >> Fica por aqui. >> Mas a gente volta. A gente volta porque vai ter episódio três, quatro e etc. etc, etc. Até mais, gente. Tchau, Clé. >> Até mais, gente. Um beijo, um abraço. Boa semana para todos. >> E aí, gostaram? O Cléber é um bom contador de histórias, né? É o que todo jornalista deveria ser, um bom contador de histórias também, né? Também. Mas é isso, queridos. Eh, muito obrigada pela participação de vocês. Antes de sair, deixa eu só fazer uma uma colocação aqui que a Patrícia me mandou aqui. Eliamar, a Patrícia, ela mora lá, tá morando lá na Espanha. Eh, e aí ela mandou para mim a seguinte explicação, ó, que a o livro que você a que você se referiu, eh, em espanhol é te perdono e em português é perdoe. E e é uma é um livro da Amália Domingu Soler ou Soler com as memórias da Teresa Dávila.

plicação, ó, que a o livro que você a que você se referiu, eh, em espanhol é te perdono e em português é perdoe. E e é uma é um livro da Amália Domingu Soler ou Soler com as memórias da Teresa Dávila. Então não são as memórias da Amália, mas são memórias da Teresa Dávila. E a a Patrícia falou sobre isso, acho que a semana passada, na terça-feira passada ou na terça-feira retrasada, não lembro, porque era uma efeméride da Teresa Dávila e ela falou sobre esse livro inclusive. Então, o livro chama Perdoo-te e fala das memórias da Teresa Dávila. Ó, um médium com faz a passa as informações paraa Amália Soler e a Amália escreve o livro com as memórias da Teresa Dávila, certo? É isso que ela colocou aqui para mim. Espero poder, espero ter ajudado. Andreia, bom dia. Que bom que você gostou da conversa com com o Cléber. Fico muito contente. Cléber é um querido. Gente, beijo para vocês. Amanhã tem mais Bom Dia Café. Espero que a segunda-feira de vocês seja muito boa, seja muito agradável e a gente volta amanhã, tá bom? Um beijo grande para todos e até

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