Bom dia, café! 031125 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 03/11/2025 (há 4 meses) 1:07:27 4 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Ah. Assim a inconsciência prodigiosa que guarda pequeninas ocorrências de todas as vividas. existências no espírito que sofre, luta e goza, ela é a registratora misteriosa. do subjetivismo, das essências, consciência de todas Ah. เฮ Bom dia, amigo. Bom, bom dia, irmão. Basta sorriso e cante esta cruzes. Esa que nós estamos com problema aqui. Ah, as flores no campo e um barco de papel. Doron, dor dour, bom dia para você. Tudo bem aí? Tá um chuvarel aqui em São Carlos, mas um chuvarel. Vamos lá, são 7:33 minutos. Hoje é dia 3 de novembro de 2025. E está começando agora o nosso Bom Dia Café. um pouco diferente do que ele costuma ser, porque aqui é assim, a gente vai dando um jeito, a gente, o negócio é aqui, a gente se adaptar as necessidades e as condições. Chove, chove, chove nesse momento. Exatamente. Não, mas tá chovendo sem parar aqui. E se eu ficar lá no meu estúdio um, vai chover em cima de mim. Então eu vim pra cozinha. Mas acontece que a mesa agora é menor, então não dá para pôr a câmera que eu costumo usar para vocês verem minha mesa de café. Então hoje vocês vão ter que se contentar é só com a chicrinha aqui aparecendo vez por outra mesmo, sabe? Mas nós precisamos correr porque hoje tem muita coisa para falar, tem muita coisa acontecendo, tem aniversários de montão, então vocês se preparem porque a segunda-feira tá animada, certo? Meu nome é Estela Martins, eu sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtinhos e eu gosto deles bem bagunçadinho assim, ó, para dar um ar de vó mais moderna, sabe? Mais pop, né? Tô de batom vermelho, óculos de arroado, vermelho também, brinquinhos, uma blusa de lãzinha amarela, um um amarelo mostarda, sabe? E a camiseta vermelha com o símbolo do fraternidades. Ah, fraternidade sem fronteira, né? É isso. E nós já estamos em novembro, hein, com o mês andando aqui em São Carlos hoje é ponto facultativo, então maior parte das coisas estão fechadas, muita gente emenda porque amanhã é aniversário da cidade, dia 4 de novembro. Então nós estamos aqui

ês andando aqui em São Carlos hoje é ponto facultativo, então maior parte das coisas estão fechadas, muita gente emenda porque amanhã é aniversário da cidade, dia 4 de novembro. Então nós estamos aqui quase que de folga. Vamos falar bom dia pra turma que já chegou, pros cafezeiros maravilhosos. Dolores, bom dia, querida. Bom dia. Ótima semana para nós todos. Paulques, bom dia, querido. Ah, Patux fez a nossa vinheta de Natal. Tá coisa mais fofinha. E aí eu lembrei de você. Mas você vai saber por a gente vai mandar para você, viu Paulo? Para você ver primeiro. Ai ai. Bom dia. Nossa, Héliia. Putz, tá ruim esse negócio do arro, né, do YouTube. A gente fica muito pequenininho, eu não enxergo. Bom dia, Hélia. Lá a turma se Isso. Nós vamos ter parabéns hoje. Nós vamos ter parabéns dobrado aqui hoje. Vocês nem estão sabendo, mas hoje tem parabéns dobrado aqui. Me perdi já. Ah, aqui achei. Buenos dias, Patrícia Desenroios. Segundou com alegria. Isso mesmo. Ó lá, Dolores falando: "Oi pro Paulo." Terezinha, bom dia. Muitas bênçãos para nós todos. Ai ai. Muito bem. Vamos paraa nossa prece. Vamos paraa nossa prece que hoje nós não temos tempo a perder, senão não vai dar tempo da de colocar tudo. Nós temos estreia hoje também. Ai meu Deus, nós temos estreia. Recorda que em tudo somos acalentados pelo amor incessante da providência divina. Então, sigamos adiante, lembrando-nos de que além da noite, o sol brilha sem sombra por mensagem de Deus, bradando a plenos céus a vitória da luz. Emanuel apertei o botão errado. Ai ai. Crê em Deus Pai. Café, gente. Café. Hum. Muito bem. Eh, nós fizemos a nossa prece. Ah, é, é bom sempre a gente abrir o o roteiro, né? Costuma dar certo seguir o roteiro, sabe? Para isso que a gente faz o roteiro, pra gente não ficar perdida que nem eu tô agora, entendeu? É para isso que a gente faz. Vocês já tiraram as coisas de Natal para conferir o que tá inteiro, o que não tá, o que vai precisar ser? ser reposto. Vocês já fizeram essas coisas? Não, ainda não. Ainda estão

isso que a gente faz. Vocês já tiraram as coisas de Natal para conferir o que tá inteiro, o que não tá, o que vai precisar ser? ser reposto. Vocês já fizeram essas coisas? Não, ainda não. Ainda estão esperando. Eu quero, eu vou ver se eu faço hoje isso, sabe? Já fiz, já fiz. É, hoje nós vamos falar de muitas coisas, mas antes da gente começar a falar de tudo e de falar das efemérides também, nós vamos falar aqui, ó. Vamos começar. Cadê? Tá aqui para cima. Isso nós tivemos, nós vamos falar de quatro aniversariantes. Quatro. Por quê? Porque sábado nós tivemos aniversariante e hoje nós temos aniversariante. Então nós vamos começar com uma queridíssima, maravilhosa, a nossa Eliane, querida, trabalhadora aqui do Renovando Consciências. uma pessoa fantástica assim que o cartão entrar, né? Porque você sabe que o card do Bom Dia Café do de aniversário é esse problema. Lindinha querida, parabéns para você. Eu vou cantar de pouquinho, né? Porque senão vocês vão cansar de me ouvir cantando. Parabéns, Eliane, mil felicidades para você, Lia. Um beijo grande no seu coração, muita paz, muita saúde, muita compreensão. Que Deus te acompanhe sempre, viu, meu bem? Um beijo também enorme, enorme. Ai, vai, vai, minha companheira de evangelho na segunda-feira. Vamos Card, funcione. Ele tem problema. Tururu. Patrícia, vamos trocar esse card, pelo amor de Deus, porque ele não fumega, companheira. Ó lá, ele não entra. Imagina hoje que esse monte de aniversário, ó, ele não vai, ele não entra. Inferno. Agora entrou. Olívia, querida, feliz aniversário. Olívia também é trabalhadora aqui do Renovando Consciências e nós nos vemos as segundas-feiras no Evangelho no Lar Virtual às 18:15. Vocês todos estão convidados. Parabéns, Olívia. Olívia, meu amor, beijinhos para você. Agora nós temos também um aniversário e especial também, especialíssimo, outra trabalhadora aqui do Renovando Consciências, uma querida amiga. Assim que ele entrar, né, a gente tem que ter paciência aí, Marilda. Marilda lindinha,

versário e especial também, especialíssimo, outra trabalhadora aqui do Renovando Consciências, uma querida amiga. Assim que ele entrar, né, a gente tem que ter paciência aí, Marilda. Marilda lindinha, querida, um amor também de pessoa, uma pessoa maravilhosa, eh, que ensina muito para nós sempre. Ah, não vou ficar falando muito delas porque eu vou chorar. Elas são pessoas maravilhosas e e vocês precisariam conhecê-las, né, para entender porque que a gente gosta tanto delas. Mas de qualquer forma, parabéns para vocês nessa data querida. Mas tem mais uma, tem mais uma que tá faltando aqui. E como a gente gosta de fazer viver perigosamente, eh, essa não tem card para ela, porque ela não é exatamente uma trabalhadora do renovando consciência, sabe? Ela não é uma trabalhadora do Renovando Consciências, mas sem ela seria muito difícil uma certa pessoa chamada Jairux eh trabalhar na em várias frentes, aliás, não é só no renovando consciências. Então, meus parabéns de hoje, vou chorar porque Vanira me recebeu como uma irmã na casa dela, sabe? Desde a primeira vez em Aracaju. Vanira, beijos gigantescos para você, viu? Gigantescos. Eu devia ter dado um jeito de aumentar essa. Ah, vou aumentar. Vou aumentar aqui, ó. Aumentei. Pronto. Aqui a Vanira é uma querida, é uma querida. Uma querida, uma pessoa maravilhosa que me recebeu. Toda vez que eu vou para Aracaju, ela me recebe como se eu fosse irmã dela. É uma uma um amor de pessoa. E aí na mão dela, sabe o que que tem? É um cuscus paulista. É isso. A vanila foi obrigada a experimentar o cuscus paulista que eu fiz lá para eles em Aracaju. Eu vê se tem cabimento a pessoa sair de do interior de São Paulo e fazer cuscuz paulista na terra do cuscuz. É isso. É isso. É gostar de viver perigosamente. Vanila, beijos enormes para você, viu, meu bem? Fica com Deus, viu? Fica com Deus. Ai, ai. Parabéns para vocês nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Uh, eu fico só imaginando que que acontece com os com os pedreiros escutando o bom dia

eus, viu? Fica com Deus. Ai, ai. Parabéns para vocês nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Uh, eu fico só imaginando que que acontece com os com os pedreiros escutando o bom dia café, né? Pensa. Nivalci, bom dia, meu bem. Bom dia, Vanira. Vanira querida, é, hoje é aniversário dela. Dolores, parabéns para essas meninas lindas. Isso, Jesus as abençoe. Olá, olá, minha gente. Olá, Paulux. Tive alegria de ser recepcionado pelo casal Jairux e Vaniruques. A Van é especialíssima. É verdade. Bem, é verdade. Para acolher a gente, ela é uma coisa fantástica. Fantástica, fantástica. Alguinha, bom dia. Bom dia, meu bem. Muito bom. Hoje nós vamos ter estreia também daqui a pouco de um quadro. Ã, é uma série, ele vai ser mais curtinho um pouco e não vai ter tá sempre aqui conosco, mas chama Nossas Histórias. é um quadro que eu e um amigo jornalista achamos que seria interessante compartilhar com vocês. E mas vocês vão ver daqui a pouco. Primeiro a gente vai a gente vai fazer as nossas efemérides e depois a gente fala sobre o fala sobre esse quadro novo, nossas histórias, certo? Muito bem. Agora, efeméis. Nossa, se imagina se eu pulo hoje o o parabéns. Imagina, imagina eu pulando os parabéns hoje. Meu Deus do céu, que confusão. Vamos ver. Felix CPL para todas nossas queridas irmãs. Ah, muito bem. Oi, Thaago. Bom dia. Paz e bem para nós todos. Bora lá paraas nossas efemerides. Em 1843, também num dia 3 de novembro. Ah, eu sei, eu quase falei junho agora, mas eu sei porquê. Porque agora a pouco eu vi uma lembrança lá de sacramento, né? E tinha muita gente em sacramento esse final de semana. Bom, mas em 1843 nascia a irmã Teodor Deslier, médium da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Quando Kardec desencarna em 1869, além dos fascículos publicados referentes aos meses de janeiro e março da revista espírita, já estava no prelo número de abril do mesmo ano que Kardec redigira integralmente, passando os demais a partir de maio a responsabilidade direta de seus

s meses de janeiro e março da revista espírita, já estava no prelo número de abril do mesmo ano que Kardec redigira integralmente, passando os demais a partir de maio a responsabilidade direta de seus continuadores, tendo à frente pelo comitê de redação o senor Armã Teodoro Deslier, na qualidade de secretário geral da revista espírita, da qual fazia parte desde 1865. Então, além de médium, ele fazia parte da de diretoria, eh, escrevia para Ah, a gente cantou parabéns para você aqui, lindona. Acabamos de cantar parabéns. Você conseguiu ouvir? Conseguiu, deu tempo. Ó lá. Parabéns, parabéns, parabéns, Dulce Neia querida, bom dia para você também. A Rosiane, as meninas estavam ontem na leitura do A esquina de Pedra. Vamos ver se quarta-feira eu falo de outro livro que eu li para vocês. Fantástico. Muito bacana também, mas recheado de polêmicas. Mas vamos lá. Vamos para aqui. Então, esse o Armã Teodoro Deslier aparece várias vezes na revista espírita em posições diferentes, né? Ele é citado como médium e também é citado como como membro da diretoria da da 3 anos antes, né? O o Kardec já tinha chamado o Desle para fazer parte ah para contribuir com a recibista espírita. É esse o gente, o pedreiro tá mexendo no muro. Não consigo não olhar. De repente aparece um braço no muro, não dá para não olhar. Eu me desconcentro. Ô Jesus Cristo. Para me desconcentrar também é rapidinho. Xarazinha, bom dia, querida. Bom dia. Ah, já demos para cantamos parabéns paraa Marilda. Cantamos parabéns para Elian, para Elanine. Jesus amado, eu e as troca aqui, viu? Pelo amor de Deus, mas elas são boazinhas. Paraa Eliane. Demos parabéns paraa Olívia também, pra Vanira, viu, gente? Vocês estão chegando depois do do da gente cantar os parabéns aqui para todo mundo. Devia ser terça-feira, né? Porque a o legal é ver a Patrícia cantando parabéns, toda envergonhada. Muito bem. Então, deles é um personagem que aparece e em várias oportunidades, né, na revista espírita, em vários outros comentários. E tem um material

a Patrícia cantando parabéns, toda envergonhada. Muito bem. Então, deles é um personagem que aparece e em várias oportunidades, né, na revista espírita, em vários outros comentários. E tem um material muito interessante dele também. Se vocês procurarem na internet, vocês vão encontrar aquele grupo que faz as pesquisas nos documentos históricos, né, nos documentos que foram comprados mais recentemente. Acho que tem uns três, 4 anos que eles compraram os documentos, começaram a fazer a tradução e foram encontrando. E tem carta inédita do que agora já não é mais inédita, né? cartas que não eram conhecidas do Desli e recebidas por ele, que também tão nos nesses documentos. E é muito interessante também a avaliação que é feita a respeito dessa documentação. Vale a pena a gente ler, né? Vale a pena sempre a gente voltar um pouquinho na história, as nossas origens e ler as coisas e revisitar as informações de uma maneira mais cuidadosa, porque ao longo do tempo a gente vai mudando o entendimento das coisas e vai alterando o que se sabe sobre determinado conteúdo. Mudar o texto dos livros a gente não muda, mas a gente muda o entendimento. E aí quem vem depois não busca lá para ver se aquela informação tá correta ou não tá e aí acaba saindo saindo coisas que não não existem. Por exemplo, Emanuel nunca disse: "A maior caridade que se pode fazer ao espiritismo é a divulgação da doutrina. Ele não é isso que ele fala. A frase é enorme e lá no meio da frase ele diz que é muito bom divulgar doutrina espírita". Entendeu? Que é isso que eu tô falando? Se vocês duvidam que essa frase a maior caridade que se pode fazer é a divulgação da doutrina espírita, procura na internet que vocês vão achar mais de uma explicação sobre isso. A históra coisa importante também e que a gente foi alterando, né, o entendimento, ã, que a gente eh que Kardec dizia que não era para usar orações decoradas, que não era para usar orações decoradas, não era isso que ele dizia. Ele nas reuniões da sociedade

ando, né, o entendimento, ã, que a gente eh que Kardec dizia que não era para usar orações decoradas, que não era para usar orações decoradas, não era isso que ele dizia. Ele nas reuniões da sociedade espírita de Paris, o que ele dizia era para orar o Pai Nosso, preferencialmente ou fazer uma oração com suas próprias palavras, porque eles tinham ali naquele mesmo ambiente judeus, eles tinham eh muçulmano, eles tinham atu, eles tinham gente de vários lugares. Então ele não queria que aquele momento de concentração fosse ah ofensivo para as outras pessoas que estivessem na mesa. Então ele preferia não fazer orações, ele orientava para não fazer oração eh decorada, né, que era o Pai Nosso, que era o Pai Nosso e a Ave Maria, muito relacionados ao catolicismo. Então ele pedia para fazer um outro, uma outra prece, uma prece de do próprio coração. Era isso. Se não fosse isso, ele não teria colocado um monte de prece pro povo decorar no final do Evangelho Segundo Espiritismo, não é? É isso. Ô Mites, bom dia, querida. Que bom você tá chegando no primeiro, seu primeiro dia numa segunda-feira, no comecinho do mês de novembro. Que legal! Seja muito bem-vinda. Nosso nosso nossa live aqui é eh são momentos pra gente falar a respeito do Espiritismo, falar sobre Jesus eh de forma esperançosa, alegre, né? falar sobre grandes vultos também, não só do espiritismo, mas que eh impactaram a a o nosso entendimento a respeito da espiritualidade. Seja muito bem-vinda. Espero que você goste, viu? Parabéns para todo mundo, né, Olguinha? Isso mesmo. Certíssima. Xarazinha, saí da cama agora. Final de semana de obras na casa. Pensa só que canseira. É verdade, é verdade. Oi, Shirley. Bom dia, meu bem. Bom dia para Francisca também. Amém, querida. Amém. Muito bom. Nós temos outra efreméride. Vai dar tempo. Vai dar tempo. Em 1990 realizava-se na Bélgica o Congresso Mundial de Espiritismo. Eu não vou falar sobre este congresso especificamente, mas vou falar para vocês que eram congressos muito interessantes que nesse

o. Em 1990 realizava-se na Bélgica o Congresso Mundial de Espiritismo. Eu não vou falar sobre este congresso especificamente, mas vou falar para vocês que eram congressos muito interessantes que nesse período, nesse primeiro período do espiritismo e que a gente podia retomar, né, em alguns aspectos, não em tudo, porque a sociedade mudou muito, então não tem sentido querer fazer igual ao que era feito no passado. Mas é interessante porque eles apresentavam, as pessoas eram, os palestrantes eram eh convidados a falar porque eles eh desenvolviam um entendimento diferente a respeito tanto dos fenômenos quanto da dos dos textos publicados por Kardec. Eles tinham um entendimento diferente a respeito disso, um entendimento aprofundado ou um entendimento que não era exatamente o que todo mundo pensava. Então eles eram convidados para apresentar essa esses seus pensamentos. E hoje a gente faz o oposto, né? A gente convida para como palestrante aqueles que a gente acha que eles falam exatamente o que a gente pensa. Não que eu acho que isso esteja errado, muito pelo contrário, né, gente? Mas a gente podia de vez em quando introduzir, né, eh, pessoas que têm, eh, entendem de outra forma ou apresentam uma visão diferente do que se convencionou acreditar para que a gente faça uma reflexão, né? Eh, sempre foi isso. A ideia do Kardec foi essa, que o Espiritismo fosse realmente vivo e evoluísse junto com a com a sociedade, né? É isso que a gente deve eh também pensar. Bom, eu vou a Terezinha lá mandando parabéns para Marilda, para todo mundo. Eu vou colocar para vocês e vou explicar aqui primeiro. Eh, hoje como eu vou colocar no sempre as segundas-feiras depois de uma dessa primeira parte, pelo menos até o final de durante algumas segundas-feiras. Não, não é, não vai demorar muito. É uma série razoavelmente curta, na verdade. Não, ela é bem curta, né? Se for pensar que é só segunda-feira. Eh, com um material, uma conversa minha com o Cléber, que é um amigo querido, e, e a gente combinou de transmitir essas

rta, na verdade. Não, ela é bem curta, né? Se for pensar que é só segunda-feira. Eh, com um material, uma conversa minha com o Cléber, que é um amigo querido, e, e a gente combinou de transmitir essas nossas conversas ah aqui pelo Bom Dia Café. E eu espero que vocês gostem, porque elas têm muita relação com o que a gente pensa a respeito de espiritualidade. O Cléber não é exatamente um espírita. Eh, tem um entendimento, digamos, amplificado a respeito de religião, mas vocês vão perceber que eh tem muita muita similaridade e muita relação eh com o o que a gente gosta. sempre de repetir, né, no movimento espírita sobre os ensinamentos que a gente eh aprende dentro do movimento espírita. O que é certo e errado, formas diferentes de entendimento são válidas e graças a Deus não somos iguais. Graças a Deus, né, Thaago? Pelo amor de Deus. Imagina um monte de Estela andando por aí, pelo amor de Deus. Então, vamos lá. Oi, gente linda. Todos bem aí? Tudo tranquilo? Muito bem. Vamos começar aqui com material diferente, não é? Eu acredito que em algum momento todos nós já imaginamos que a nossa vida vale uma história a ser contada. Às vezes parece até uma novela, mas aí sabe-se lá o porquê, a gente acabou deixando para lá, né? Acha que ah, bobagem. Hoje eu vou trazer aqui para vocês um amigo que quer mostrar que toda história vale um conto e mais que isso, toda a história deve ser celebrada. Cléber Siqueira, que vocês já vão conhecer já já, é jornalista com pós-graduação em sociósicologia. Sua luta contra as discriminações e todas as formas de preconceito vem de longa data. Sua dissertação para pós intitulada Homossexualidade ou amor às chamas, um breve ensaio sobre o preconceito é de 2004. Em 2018, ele lançou o livro Infanto Juvenil Fernando, O Menino sem dedos. que narra o brotar do amor entre duas crianças diferentes. Em 2021, ele fundou o portal Viver Sem Preconceitos. Com 59 anos, recentemente, ele se tornou avô. Oh, delícia. E está doido para fazer com a neta algo que veio aqui fazer pra gente ou com a gente

es. Em 2021, ele fundou o portal Viver Sem Preconceitos. Com 59 anos, recentemente, ele se tornou avô. Oh, delícia. E está doido para fazer com a neta algo que veio aqui fazer pra gente ou com a gente contar boas histórias. E aí, vamos lá pra nossa visita. Oi, seu Cléber. Tudo bem aí? >> Bom dia, Estelinha. Bom dia para todo mundo que tá aí com a gente. Tô ótimo, Estelinha, graças a Deus. >> Aqui a gente costuma dizer bom dia, boa tarde, boa noite, porque você nunca sabe quando a pessoa vai assistir. >> É verdade. Então vamos lá. Bom dia, boa tarde, boa noite, gente. Tudo bom? >> É verdade, Celinha. A gente tem que sempre que pensar nisso na quando a gente fala na internet, né? >> É um hábito que a gente tem que ter. Você tem razão. >> Isso mesmo. E outra coisa importante da gente fazer que eu vou convidar você para para fazer também, eu vou fazer já a minha, é a autodescrição pros nossos amigos com redução de capacidade visual ou cegos ou com restrição eh visual. Então, eu sou a Estela, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem curtinhos. Eu uso óculos de aros arredondados e avermelhados. Eu também tô de batom vermelho, blusa, um agasalho preto com uma blusa, eu chamo isso de verde, verde por baixo. E eu estou num ambiente aberto e, portanto, tenho algumas plantas ao meu redor. Vamos lá, Cléber. Eu sou Cléber, tenho 59 anos, tenho só um cavanhaquezinho branco, né, para mostrar um pouco a idade. Também uso óculos. Eu tô, meu cabelo é curto, bem curtinho. Eu tô de camiseta preta, não aparece, mas é uma camiseta preta do Pink Floyd. H, o fundo eu tenho uma porta do lado esquerdo e atrás de mim uma parede bege. Do meu lado esquerdo eu tenho eu tenho alguns livros e do lado direito uma mesa com os utensílios domésticos. >> Muito bem. Então vamos lá. E nós viemos aqui hoje para contar histórias. >> Contar histórias. Isso. Mas me diga uma coisa que gera sempre muita curiosidade, né, principalmente com a abertura que foi feita hoje, por que que você acha

viemos aqui hoje para contar histórias. >> Contar histórias. Isso. Mas me diga uma coisa que gera sempre muita curiosidade, né, principalmente com a abertura que foi feita hoje, por que que você acha que a vida deve ser celebrada, a vida eu eu acho acho que isso é o principal, tá? A gente não deve só contar histórias, a gente deve celebrar, porque isso é o que fica oculto, Estela é o que as pessoas pouco pensam. Porque quando eu contar, começar a contar as minhas histórias aqui, eu vou ter sempre um motivo para celebrar, principalmente por estar vivo, né, e por ter oportunidade de contar e falar para as pessoas, olha, todos os dias quando você acordar, dê graças a Deus, respire, sinta o ar entrando, entendeu? Saindo, porque aquele pode ser o último dia, entendeu? Então, quando você olha para trás e vê o que você já passou, você fala: "Poxa vida, quanta coisa eu deixei de celebrar". Então assim, aí você fala: "Poxa vida, não, eu tenho todo dia, só por estar vivo, eu tenho o motivo de celebrar. E quando eu conto as minhas histórias agora, a sua abertura do programa foi uma história. >> É, >> entendeu? Você falando de mim já é uma história. Eu comecei a me emocionar só de você falando de mim, você contando, sabe? falando da minha neta que eu quero contar histórias para ela, sabe? Então são coisas que a gente foi conversando, eu fui passando para você assim que você encaixou muito bem no no texto, entendeu? >> Então, sem sem dar spoiler, sem dar spoiler spoiler dos outros episódios, porque nós teremos outros, viu, gente? Histórias o Cléber tem histórias aqui muito, muito interessantes. Eu tenho certeza que vocês vão se identificar com várias delas. Você imaginou que você ia ser avô? Não, não >> não. Algum dia tanta coisa que eu passei na minha vida. Perdão, não entendi. >> Algum dia você achou que você ia ser avô por todas as histórias que você vai contar ainda >> que nós vamos Eu imaginava que sim, Estela. Eu imaginava que sim, >> tá? Eu eu mas eu não projetava isso. Eu

lgum dia você achou que você ia ser avô por todas as histórias que você vai contar ainda >> que nós vamos Eu imaginava que sim, Estela. Eu imaginava que sim, >> tá? Eu eu mas eu não projetava isso. Eu não projetava, tô sendo bem sincero, não projetava isso. E a própria chegada da minha neta tem a ver com a minha vida, entendeu? O meu filho me disse isso, né? Falou: "Pai, eu adiantei a chegada da neta por tua causa, né? Esse é um dos motivos, né? Então assim, eh, aí você toma um susto, né? Você não tá esperando, né?" Quando ele fala, pô, mas agora tal, né? Aí ele vem e conta a história, você fala: "Pô, filho, obrigado, né? Eu, né? Não sabia, eu não sabia que eu merecia ser avô, né?" >> É. E como que foi esse processo de decidir contar histórias? Porque, gente, ó, eu, o, o Cléber é jornalista, eu também, a gente já trabalhou junto, foi aí que a gente se conheceu, né? Nós estivemos trabalhando na mesma redação, eh, mas a gente não tem uma, mesmo estando na mesma redação que seja por muito tempo, a convivência não necessariamente é gera intimidade, né? Você não necessariamente fica íntimo do outro, né? É louco isso, né? Mas é assim que funciona, principalmente se >> pode ser por anos, né, Estela? >> É. É. E essa convivência pode ser por anos e você não se torna íntimo da pessoa. E aí quando você falou comigo que a gente começou a conversar, enfim, muito por conta do viver sem preconceitos, certamente, e a gente começou a conversar e você falou sobre essa ideia de contar suas histórias e depois quem sabe a gente poder contar histórias de outras pessoas também, >> que é uma ideia, né? >> Imagina. Eentão, porque eu fiquei imaginando assim, por que será que ele resolveu contar as histórias dele? >> Por que levou você a decidir contar essas histórias? >> O que me fez chegar aqui, Estela. Na verdade, assim, eu lutei muito contra isso. Lutei muito. Tem acho que, sei lá, uns, pelo menos uns 15 anos que eu já ouço isso. Algumas pessoas falando para mim. Eu tava conversando com um amigo um

Na verdade, assim, eu lutei muito contra isso. Lutei muito. Tem acho que, sei lá, uns, pelo menos uns 15 anos que eu já ouço isso. Algumas pessoas falando para mim. Eu tava conversando com um amigo um dia, contando as histórias para ele. Ele falou: "Cléber, você já tem, sei lá, Estela, uns mais de 10 anos. Eh, Cléber, você tem que contar as suas histórias. As pessoas têm que ouvir as suas histórias, porque isso mexe com a vida das pessoas, faz com que as pessoas comecem a pensar, né? Faz com que as pessoas comecem a tomar, mais do que pensar, tomar atitudes, né? Então, seria legal se você passasse as suas experiências para que as pessoas também pudessem sentir ali, fazer um paralelo com a própria vida e ver o que que pode ser mudado, o que que pode ser transformado, né? E eu falava: "Não, Reinaldo, não, não, não, não vou fazer isso, eu não quero fazer, não quero, eu não quero." Passou. Aí tive um probleminha, um desses probleminhas com os quais eu vou contar ainda em não vou dar spoiler aqui hoje. Eh, uma amiga chegou para mim no hospital, bateu a mão na minha no meu ombro assim, falou: "Senhor Clevito, você está contando suas vidas? Você já sabe quantas você gastou? Porque, ó, chega uma hora que a coisa chega, né, Cléber? Chega uma hora que as vidas acabam, né? E eu fiquei com aquilo na cabeça. Aí eu falei: "Caramba, né?" E eu sempre tive uma coisa assim, eu sou uma, me acho uma pessoa tão abençoada por Deus. Eu não sou merecedor de tudo que Deus me dá de bom, eh, porque é muito, eu recebo muito mais do que eu dou. Nunca mais fale isso. Nunca mais fale isso. >> Deus é soberanamente justo e bom. E se ele tá te dando essas coisas, é porque você merece. >> Então, Estela, tudo bem. Eu até entendo, respeito isso, mas tem um um uma dado que eu acho que é importante nisso. Eu não tenho conhecimento disso. Pode até ser que espiritualmente eu seja merecedor, mas eu hoje encarnado, eu não tenho esse conhecimento. É se você, >> mas se você acredita, >> então se você acredita em Deus, essa é

ecimento disso. Pode até ser que espiritualmente eu seja merecedor, mas eu hoje encarnado, eu não tenho esse conhecimento. É se você, >> mas se você acredita, >> então se você acredita em Deus, essa é uma outro dia, nós vamos conversar sobre isso, mas se você acredita em Deus, você acredita nas características que a gente supõe que ele tenha, né? Tô dizendo isso porque a gente não tem capacidade eh cerebral para entender completamente quem é Deus, o que ele é, como ele funciona, obviamente. Então, a gente supõe que sejam essas características. E aí ele é soberanamente justo. Se ele é soberanamente justo, tudo que aconteceu com você, essas essas memórias que você vai compartilhar com a gente, elas só aconteceram porque você merece, >> né? E uma hora nós vamos nós vamos deixar um episódio para falar sobre merecimento, porque nós temos de merecimento, mas continua lá. Então, falando da minha da minha amiga Meg, que tava no hospital comigo. >> Isso. >> E aí ela falou isso para mim e eu fiquei pensando, falei: "Poxa vida, né? Será que Aí eu falei assim: "É, eu acho que eu tô ainda aqui." Eh, não. Ela virou e falou alguma coisa desse tipo assim: "É, você tem muita coisa para passar pra gente ainda". Eu fiquei pensá que eu tenho alguma coisa para passar pros outros? Eu acho que não. Eu acho que Deus quer que eu fique aqui, porque eu ainda tenho muita coisa para aprender. Hum. >> Mais do que ensinar, eu tenho muito mais a aprender. Só que fui aprendendo com o tempo. E aí chegou um momento em que eu comecei eh a sentir falta e isso tem a ver com o meu livro. Eh, eu comecei a sentir falta de passar paraas pessoas isso, tá? de passar para as pessoas as minhas experiências, porque eu vou, eu vou fazer só um adendo aqui dentro de uma, dentro de umas histórias que eu, que a gente vai contar, que é a história do livro. Fernando Menino sem dedos é o nome do meu livro. Quem é Fernando? Fernando é um menino que em 1982, no dia 9 de setembro de 1982, eu salvei a vida dele, né? E ele foi atropelado. Eu acabei

a do livro. Fernando Menino sem dedos é o nome do meu livro. Quem é Fernando? Fernando é um menino que em 1982, no dia 9 de setembro de 1982, eu salvei a vida dele, né? E ele foi atropelado. Eu acabei socorrendo o menino. Levei pro, eu tinha 16 anos na época, 17 anos. Ninguém teve coragem. Um moleque tava todo estropeado na rua. Era um moleque, ele tava fazendo 9 anos naquele dia, >> dia 9. 9 anos no dia 9 do mês 9. >> Oxe. >> E e eu socorri aquele garoto, levei para pro hospital. Ã, fiquei todo ensanguentado, tive que ligar pro meu pai, para meu pai ir me buscar. E aconteceu uma coisa engraçada no hospital que me fez tomar a atitude seguinte que eu tomei, que foi quando meu pai chegou, a mãe dele já tinha chamado os pais dela, os avós do menino, do Fernando. Estávamos todos em volta do Fernando na sala de observação. Eu fui o último a chegar junto junto com o meu pai. Tava ela, a mãe dele, a avó e o avô. E eu fiquei do lado da cama, bem no meio entre o avô e meu pai. E a mãe dele virou e falou assim: "Olha, Fernando, esse foi o rapaz que salvou tua vida". Ele virou para trás assim, olhou e falou assim: "Quem este senhor?" Aí ela falou: "Não, do lado dele". Ele falou: "Do lado dele eu só vejo o meu vô". Eu tava entre os dois. >> Puxa vida, >> ele não me via. Ele não me viu. E aí ficou, eu vim embora, eu falei: "Gente, não é para ele me conhecer". E escondi isso durante, sei lá, 40 anos, quase 40 anos, 30 e poucos anos. E aquilo começou a me angustiar. Eu tinha que pôr para fora aquilo, eu tinha que expurgar aqueles fantasmas. Eu peguei, escrevi o livro e fiz uma homenagem a ele. Fernando, menino sem dedos. Ele tem Fernando, é uma homenagem a ele, né? É uma ele e eu faço um link com ele dentro do livro, tá? Mas a história é uma história fictícia. Ah, você nunca conheceu ele, então? >> Eu nunca conheci. Eu me arrependo muito. Me arrependo muito, Estela, de não ter permitido que ele me conhecesse, porque eles tentaram me conhecer. >> Uma vez eu fui na escola, na escola que

então? >> Eu nunca conheci. Eu me arrependo muito. Me arrependo muito, Estela, de não ter permitido que ele me conhecesse, porque eles tentaram me conhecer. >> Uma vez eu fui na escola, na escola que ele estudava ali na na no BRZ, bem ali perto da bem na região pestana ali >> em São Paulo, cap. Escol >> Oi. >> São Paulo capital. >> São Paulo capital. Isso é, tem que bom falar frisar, né? E me trancaram quando eu perguntei do Fernando, me trancaram. Ah, pera um pouquinho só. Me trancaram numa sala lá. Eu comecei a ficar nervoso. Aí fal não, a gente ligou pra família dele porque eles estão vindo para cá porque eles querem te conhecer. Eu saí correndo porque eu tinha medo que eles me conhecessem. Sei lá. Eu falei: "Não, ele ele não quis me conhecer. Ele não, ele não quis não, ele não conseguiu me enxergar e eu fiquei com aquilo na cabeça. E aí me escondi durante 30 anos e 30 anos com aquela angústia de conhecer o Fernando e não conheci e acho que não vou conhecer, né? Mas >> coisa, >> né? Mas pelo menos eu escrevi o livro, uma homenagem a ele. >> É. >> E esurguei um pouco dos meus fantasmas. Essa é uma das histórias que eu tinha para contar. E tem a história também do do Reinaldo, né, que ficou insistindo para mim, da Meg, que ficou insistindo para mim também. E por isso que eu falo, né, eh, que tem um pouco a ver com isso que a que a Meg falou e que o Renaldo falou de colocar as histórias para fora, né, de não ficar com isso para você. Eu fiquei com isso do Fernando durante 30 e tantos anos e sofri muito com isso, né? Então, acho que a gente tem que pôr para fora. C, se você tem alguma coisa para passar, passa. Por isso que eu falo, todo mundo tem uma história para contar. Por mais que você considere que ela não é interessante, ela interessa sim. Ela interessa pelo menos para você que tá aí em casa ouvindo a gente e interessa e vai interessar para muitas outras pessoas. Ela pode mexer, pode transformar a vida das pessoas. >> E você acha que a gente acaba não contando as nossas histórias paraas

a ouvindo a gente e interessa e vai interessar para muitas outras pessoas. Ela pode mexer, pode transformar a vida das pessoas. >> E você acha que a gente acaba não contando as nossas histórias paraas pessoas? Porque no nosso caso aqui, você tá fazendo essa esse compartilhamento da da sua história numa numa situação muito específica, né, que é a gente poder fazer a gravação, compartilhar isso na internet, né, eh muito por conta da nossa profissão, da do nosso, de nos conhecermos e etcospe mesma forma. Mas nem todo mundo vai ter condição de contar a história da sua vida num livro, né, ou compartilhar isso na internet. Você acha que eh a gente acaba, nós temos ao longo do tempo omitido as nossas histórias por falta de tempo ou porque o outro não queira ouvir? Porque os nossos avós contavam a história das famílias, né? Quem era nosso, eu lembro muito disso. Minha avó sentava com a gente no quarto e com os netos todos juntos e contava pra gente sobre a mãe dela, contava sobre os irmãos, contava sobre meu avô contava muito sobre a cidade, sobre Santa Rosa de Viterbo, enfim, a gente ouvia muitas histórias e hoje parece que a gente não ouve mais essas histórias, né? As pessoas não compartilham mais as suas histórias. Você acha que isso é tempo? Eh, sei lá, eu >> eu acho o seguinte, Cela, eh, existe várias formas de pensar isso. Eu acho que primeiro porque as pessoas não pensam, né, em em contar as histórias, elas talvez se considerem como algo meio irrelevante. Tem vergonha de se mostrar. Mas Estela, a gente vê tanta besteira na internet, né? Tanta porcaria, né? Ou seja, as pessoas não têm vergonha de fazer porcaria, >> mas tem vergonha de contar uma boa história, >> entendeu? Então, se a pessoa tem a coragem de lá dar cara para fazer um uma porcaria, colocar uma porcaria na internet, por que ela não conta uma história legal, né? no nosso muitas vezes, talvez a pessoa não tenha essa oportunidade de ter alguém, como eu tô tendo você agora, para repartir, bater um papo, né? E ter alguém que te

a não conta uma história legal, né? no nosso muitas vezes, talvez a pessoa não tenha essa oportunidade de ter alguém, como eu tô tendo você agora, para repartir, bater um papo, né? E ter alguém que te instigue, te faça uma pergunta como você acabou de fazer agora para mostrar isso, para incitar a pessoa a tirar de dentro dela aquela boa história, né? Mas se a pessoa parar para pensar, ela vai arrumar um jeito, porque internet existe, celular todo mundo tem hoje em dia. Então você consegue, sabe, você consegue, pô, quer saber, pô, tem tanto, tem tanto cara que faz que faz conteúdo de YouTube e a Gabriela, a Gabriela é minha filha, ela acompanha bastante isso, contando histórias, mas assim, histórias dos outros. Então vem um cara conta uma história de terror que aconteceu numa família, um caso policial que aconteceu na outra, um caso milagroso que aconteceu na outra. Então tem esses caras que têm eh eh um um um canais no YouTube, tá? que são eh voltados para isso. Então assim, então tem se se a gente quiser a gente arruma um jeito. Eu durante sei lá 15 anos aí mais de 10 mais de 10 anos, eh eu tentei não arrumar, mas tava na minha cara, né? Tinha você. Eu falei: "A Estela é a pessoa ideal para para ficar me percumando ali, me cutucando, né?" Então assim, a gente arruma, né? Por mais que assim você não queira, você arruma. Por mais que você tenha vergonha, tá? Faz o seguinte, você tá com vergonha, você tá em casa, tá ouvindo a gente, você tá com, ah, eu tenho vergonha, eu não tenho coragem. Faz o seguinte, grava um vídeo para para sem grava um vídeo contando uma história como se tivesse alguém do seu lado. Faz isso, faz isso uma vez, duas, três, faz esses testes. O nome disso é piloto, né? Vai fazendo esses pilotos, vai fazendo essas brincadeiras que uma hora você vai ter coragem de passar para alguém. A hora que você passou para alguém, a coisa vai embora. Aí você perde a vergonha, >> não é, Estelinha? É, é verdade. É vergonha a gente tem que ter sempre, senão a gente sai fazendo isso. A

ra alguém. A hora que você passou para alguém, a coisa vai embora. Aí você perde a vergonha, >> não é, Estelinha? É, é verdade. É vergonha a gente tem que ter sempre, senão a gente sai fazendo isso. A vergonha não morre. A vergonha. >> Quando tiver, eu tenho, tenho muita gente que fala assim para mim: "Ai, mas eu fico muito nervoso para apresentar qualquer coisa, para fazer qualquer coisa ao vivo." O dia que você não ficar mais nervoso, é porque você tá fazendo bobagem. >> Presta atenção, porque o dia que você tiver absolutamente seguro é porque você tá fazendo besteira. A gente tem que ter uma dose de nervosismo e de preocupação para fazer. Eu queria perguntar, >> existe um existe um um programa de televisão, eh, que é do Bill Grills, ele fala sobre é da natureza, ele vai sempre na natureza, né? Eu não lembro agora o nome do programa, é na Discovery. E ele tá sempre na natureza fazendo umas acrobacias muito loucas lá de subir montanha, descer de rapel, passar de tiroleza de uma montanha para outra. É uns cara, um cara muito maluco, né? E ele fala, ele tem medo todas as vezes que ele vai fazer algo. Por isso que ele tá vivo, né? O Cléber deu uma travadinha. >> Ah, voltou, >> voltou. É, voltou, >> voltou. >> Faz parte. >> O dia, o dia que eu perder o medo, eu não faço mais. Porque >> é porque ele aí ele morre. >> Ele morre. Exatamente. A questão da segurança. >> É, >> entendeu? O dia que ele perdeu o medo, ele perde a segurança. >> O que eu queria saber de você, eu queria também que você, por favor, Cléber, ele explicasse pra gente o que é o viver sem preconceitos e por ele começou, porque essa é uma história boa também. >> Nossa Senhora Est, eh, eu vou tentar resumir, tá? Porque essa é uma história longa, uma história que tem, é uma história de uma vida, na verdade, né? >> É. Não, mas você faz ela bem curtinha que depois a gente esmiuça. >> Olha, eu para começar o povo de vontade no >> Eu cresci, eu nasci mais do que crit, eu nasci no ambiente com pessoas com deficiência. Eu tenho duas tias que são

curtinha que depois a gente esmiuça. >> Olha, eu para começar o povo de vontade no >> Eu cresci, eu nasci mais do que crit, eu nasci no ambiente com pessoas com deficiência. Eu tenho duas tias que são gêmeas que elas têm poliomielite e elas são mais velhas do que eu. Então, quando eu nasci, eu já comecei a conviver com pessoas com deficiência, eu já comecei a conviver com preconceito. Então, isso já tá na minha alma, isso, entendeu? quando eu nasci já tinha isso. E aí a vida foi me levando para para lutar contra as injustiças nesse sentido, né? E aí você acaba tendo um amigo, eu morei no lugar de São Miguel Paulo, nasci em São Miguel Paulista, em São Paulo, na zona leste de São Paulo, e eu tinha nordestinos do lado esquerdo, nordestinos do lado direito, que também sofriam preconceito, né? mais para baixo tinha um amigo que era negro e outro que era evangélico. Então assim, eu sofri, eh, eu via as pessoas passando por isso, os meus amigos, e aquilo me incomodava. Eu era moleque, aquilo me incomodava apenas, né? E aí mudei de São Miguel, fui para Guarulhos, quando eu tinha 10 anos e lá meu vizinho tinha uma deficiência eh visual. Então assim, as coisas na minha vida foram se encaixando de uma maneira em que tudo me levava a a combater a injustiça, né? E aí eu em 2000 eu resolvi fazer uma uma pós-graduação em sociósicologia e quando perguntaram o tema para mim eu falei preconceitos. Eu quero fazer um uma um TCC que combata os preconceitos. A minha orientadora, a Clarisson, ela virou, falou: "Você não vai conseguir fazer isso". Eu falei: "Eu vou conseguir fazer isso". Ela falou: "Você não vai". Ficamos um ano e meio discutindo para eu falar para ela que ela tinha razão. Eu tava e não ia conseguir fazer realmente. E aí eu fiz o o da homossexualidade, né? H, o ensaio no sobre o combate contra a homossexualidade, né, >> contra o preconceito. >> Contra o preconceito. Exatamente. É contra homossexual. contra preconceito contra eh contra o preconceito a homossexualidade. E

bre o combate contra a homossexualidade, né, >> contra o preconceito. >> Contra o preconceito. Exatamente. É contra homossexual. contra preconceito contra eh contra o preconceito a homossexualidade. E aí eu disso eu a coisa foi crescendo, fui trabalhar depois na TV Senac era uma empresa na época que a gente fazia muito muitos eh eh documentários e longas reportagens. Então eu tinha muita, sempre encaixei ali pautas, eu sempre tinha ideias de pautas que combatiam o preconceito. Sempre, sempre tava tentando colocar uma pa nem todas entraram, mas né, muitas entraram ali, pautas de de programas longos, documentários e reportagens que falavam contra o preconceito, né? E saí de lá. Aí em 2016 eu resolvi escrever o livro, escrevi o livro em 2018 eu publiquei e as coisas foram encaixando e aí eu falei: "Não, mas ainda não tô feliz, né? Eu preciso de eu preciso falar paraa Clarice que eu tava certo, eu preciso combater todos os preconceitos, né? Eu fiquei com aquilo na cabeça, né? 20 anos ali. Pô, eu tô, eu tava errado. Eu tava errado. Eu tava errado. Tô certo, tô certo, eu tô certo. >> Eu tô errado, mas eu tô certo. Eu tô errado, mas eu tô certo. >> E aí eu criei o Viver sem Preconceitos, que é um site. Eu criei um site primeiro, depois fui para as redes sociais, fiz um podcast, foram 30 episódios em um ano e pouco. Foram 30 episódios Combatendo Preconceito. Muito legal. Tem no Spotify, tá? São 30 episódios em que eu converso com pessoas que falam sobre preconceito. Tem lá síndrome de Turré, tem borderline, tem tudo lá. Então, procura lá no no Spotify que tem que tem lá no Viver sem preconceitos. E criei em 2000, faz 4 anos, 2000 e nós somos 25, né? Então, em 2021, eu criei o Viver sem Preconceitos, que é um site. E aí fui escrevendo e fazendo matérias que falavam tal, até que arrumei uma pessoa que me ajudou bastante e eu ficava tentando arrumar colunistas para escrever. E e olha que interessante isso, Estela. interessante isso para colocar logo no primeiro dia aqui. Eu sempre que eu ia

ssoa que me ajudou bastante e eu ficava tentando arrumar colunistas para escrever. E e olha que interessante isso, Estela. interessante isso para colocar logo no primeiro dia aqui. Eu sempre que eu ia procurar um colunista, eu falava: "Olha, a gente vai ter uma hora condição de pagar, a gente vai ter condição de pagar, vai ter condição de pagar". E aí arrumei uma menina para fazer marketing para mim. Ela veio fazer de graça para mim. Ela falou: "Primeira coisa, Cléber". Você você conhece o viver sem preconceitos? Falei: "Claro, meu sa falou, não, parece que você não conhece. Você não sabe a força que ele tem. Não é você que tem que pagar para um colunista, é o colunista que tem que pedir para escrever aqui. É. >> Aí eu falei, será? Ela falou, Cléber, você tem que se valorizar. As pessoas têm que se valorizar. E foi assim, Estela, que eu arrumei oito colunistas. >> Que legal. >> Hoje todos adoram escrever. Inclusive, na verdade, eu tinha oito, uma menina precisou sair. E aí eu, o que que eu fiz? Eu dei oportunidade para uma menina que tá começando, tá no primeiro ano de jornalismo, então ela tá, ela tem uma estagiária hoje que escreve também uma coluna e tá super feliz lá. E hoje no Viver Sem Preconceitos, eu tenho colunistas que falam sobre capacitismo, etarismo, eh LGBT fobia, cultura da paz. Tem essa essa tem uma uma do Rio de Janeiro que fala sobre infância, sobre autismo. Eu tenho a Fabiana que fala sobre racismo. Então assim, e tem de todos os os aspectos para comentar dentro do vivenciando preconceitos, né? Então, semanalmente eu tenho duas colunas. >> Que bom, né? Que bom. Excelente. >> Isso. Esse foi um resumo. Olha que o resumo foi longo já. É, foi longo, foi longo. Falando em longo, nós vamos encerrando aqui o nosso primeiro episódio e já avisamos, né, que nós vamos ter outros, é certeza. E mas principalmente se vocês mandarem para nós, como o Cléber já falou, né, aquela história muito interessante da sua vida ou que você acha ela que ela foi muito impactante, mudou muito a sua vida, uma

mas principalmente se vocês mandarem para nós, como o Cléber já falou, né, aquela história muito interessante da sua vida ou que você acha ela que ela foi muito impactante, mudou muito a sua vida, uma história de superação, de aceitação, de resiliência, depéria sua, mas de alguém que você conheceu de perto e acompanhou. Ou se você quiser, você também pode convencer seu amigo, sua amiga ou um familiar a contar para nós a história deles. Então nós vamos lá, hein? Já começa já. Conta aí a sua história, manda para nós que nós estamos bem curiosos para saber quais são as histórias que nós vamos receber. No nosso próximo episódio teremos mais histórias aqui do Cléber. É isso mesmo, né, Cléber? >> Com certeza, Estelinha. Aí é só perguntar que eu vou contando as historinhas. >> Isso mesmo. Muito bem. Então é isso. Nós vocês aguardem, vocês aguardem porque em breve teremos mais episódios desse nosso podcast dentro do do Bom Dia Café ou como nós gostamos de chamar, né, Cléber? A gente escolheu um nome bem legal aqui. A sugestão é do Cléber. Nossas histórias. >> Nossas histórias. >> Nossas histórias. Verdade. Nós vamos, nós vamos contar nossas histórias que tenho eu. De vez em quando eu vou ver se arranco alguma historinha da Estelinha também e de você que tá em casa, que tá aí vendo a gente, né? Tá em casa, tá no carro, tá no trabalho, seja lá onde você estiver, pensa nisso. Ah, e uma coisa, se você não quiser mandar a história inteira, manda ali umas cinco linhas, dando uma palinha só do que é. a gente depois, se for o caso, até te ajudo depois para você dar uma contada na história melhor, você manda pra gente, a gente vai conversando e você conta a história pra gente depois. >> É isso aí, tá bom? A gente a gente a gente põe você no link aqui, >> certíssimo. Então, até o próximo. >> Até o próximo, gente. Um beijo para todos. Até >> e boa semana. >> Tirei antes da hora, né? Desculpa o malu jeito. Achei que eu fosse só me colocar. Espero que vocês tenham gostado. Tem umas histórias muito legais, tem algumas

eijo para todos. Até >> e boa semana. >> Tirei antes da hora, né? Desculpa o malu jeito. Achei que eu fosse só me colocar. Espero que vocês tenham gostado. Tem umas histórias muito legais, tem algumas histórias muito interessantes que o Cléber conta, eh, e que eu acho que cabe para nós todos, né, no entendimento dele sobre algumas situações muito impactantes e que eu pelo menos aprendi muito. E é interessante, né? Porque eu fui conhecer ele mais intimamente com essa gravação. Pensa só se tem cabimento. Décadas depois que a gente trabalhou junto, é que eu fui conhecer ele por conta da Cecília, na verdade, né? Cecília Queiroz, que já esteve aqui no Bom Dia Café mais de uma vez. Ela conversando com o Cléber, falou para ele: "Procura a Estela, que a Estela, a Estela é boa para fazer isso. Eu gosto, né, de ficar bisbilhotando a vida dos outros." É isso. Muito bom, né? Muito bom. E vocês vão lá conhecer o site do Cléber, Viver sem preconceitos. É um trabalho muito interessante que ele faz, dando voz. a aos mais diferentes perfis de seres humanos que ele poôde alcançar, né? Eu tenho dois eh, me sinto muito privilegiada pelos amigos jornalistas que eu tenho, porque além do Cléber, eu tenho a Cris também, que, eh, no canal dela do YouTube, eu já trouxe a Cris do Bom Dia Café também no canal do YouTube. A Cris já entrevistou pessoas ligadas a religiões e filosofias religiosas que eu nunca soube nem que existia. Então, um trabalho muito interessante, não só de pesquisa, mas um trabalho também de possibilitar que todos os formatos de entendimento filosófico, religioso e no caso da Cris, né, e no caso do Cléber, de pessoas que lutam contra o preconceito, eh, dá voz para essas pessoas, né? Isso é muito bacana, isso é muito legal. É o que eu falo sempre para vocês aqui. O que não falta é gente boa fazendo coisa boa por aí, né? Eh, não falta. Tem muita gente bacana por aí. Espero que vocês tenham gostado. Bom dia. Café fica por aqui hoje. Amanhã temos a nossa sucursal internacional

a é gente boa fazendo coisa boa por aí, né? Eh, não falta. Tem muita gente bacana por aí. Espero que vocês tenham gostado. Bom dia. Café fica por aqui hoje. Amanhã temos a nossa sucursal internacional e eu espero que vocês tenham uma ótima segunda-feira, que corra tudo bem. Acho que eu não esqueci nada, né? Né? Editora. Não sei se ela tá ouvindo. Acho que eu não não esqueci nada. Um Ah, é, esqueci. Eu ia esquecer, mas não esqueci. Tá vendo? Lembrei. Olha, vamos ver. Ah, sim. Vou mostrar para vocês. Se você ainda não se inscreveu, inscreva-se. Tá começando hoje. Eles estão colocando hoje no ar episódio. Olha, a pessoa vai compartilhar a tela do Aqui achei. Ai, será que vai abrir o primeiro? É cruzes. Que aconteceu aqui? Não sei o que aconteceu aqui. Olha, ficou uma coisa esquisita aqui, hein, companheira. Não sei o que que houve. Ó, eu acho que vocês não vão conseguir ver. Vamos ver. Eh, esse aqui é aquele projeto que eu trouxe as as duas jornalistas para cá. O novo Centro Espírita é um projeto lá do Correio Fraterno. Eh, tá começando hoje, ó lá, ó. Começou hoje já aqui. Abertura. Como resgatar os colaboradores afastados? Como trazer de volta os trabalhadores que antes da pandemia eram ativos em nossa casa e ainda não retornaram. O projeto Reconstruindo Laços inspira reconexão entre todos. Para você participar. Para você ter acesso a esse material, você precisa fazer inscrição, viu? Precisa fazer inscrição. E a inscrição, olha que que tá acontecendo aqui. A inscrição eh é feita por Dá uma procurada aí na internet, o novo centro espírita. Não sei o que que houve aqui, mas eu espero que vocês eh tenham acesso a esse material e vocês vão gostar muito. Um lindo dia para nós todos. Já cantamos parabéns, viu, Verônica? Pra Marilda. Cantamos parabéns pro povo que fez aniversário também no sábado. >> Parabéns para vocês nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Ai, entrei cantando só para ela não parar de falar que eu canto com vergonha. >> Aí sim, hein. Aí sim,

ém no sábado. >> Parabéns para vocês nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Ai, entrei cantando só para ela não parar de falar que eu canto com vergonha. >> Aí sim, hein. Aí sim, >> aí sim. Você viu? Ó. >> Muito bem. >> Não vou pegar ela no final. Quase que não dá. >> Não falo mais mal. Não falo mais que você tem vergonha. Beijo, meu povo. Até amanhã. >> Até amanhã. Amanhã estaremos aqui. Um beijo grande para vocês todos. Fiquem todos com Deus e até Felix CPL. Muita luz. Ciao

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