BEM E MAL SOFRER - Vânia Ramos [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/06/2025 (há 9 meses) 42:55 293 visualizações

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Transcrição

Aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho pela equipe espiritual responsável por este horário. Eles nos recebem sempre com a alegria de compartilhar conosco dos ensinamentos do Cristo. Como sempre falamos aqui, somos todos aprendizes, né? E estamos cada vez mais não buscando não só o conhecimento, mas principalmente colocando em prática em nossas vidas. E como sempre fazemos uma leitura inicial e cumprimentamos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. E que a paz de Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E a leitura que nós vamos fazer está inserida no livro Vinha de Luz, que é ditado pelo espírito Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier. E nós vamos ler, o título é Não te afastes e faz uma citação do Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 13, que Jesus nos diz: "Mas livra-nos do mal". A superfície do mundo é, indiscutivelmente a grande escola dos espíritos encarnados. Impossível recolher o ensinamento fugindo à lição. Ninguém sabe sem aprender. Grande número de discípulos do Evangelho, em descortinando alguns raios de luz espiritual, afirmam-se declarados inimigos da experiência terrestre. Curtam-se desde então aos mais nobres testemunhos. Defendem-se contra os homens, como se estes lhes não fossem irmãos no caminho evolutivo. Enxergam espinhos onde a flor desabrocha e feridas venenosas onde há riso inocente. E condenando a paisagem a que foram conduzidos pelo Senhor para serviço metódico no bem, retraem-se de olhos baixos, recuando do esforço de santificação. Declaram-se, no entanto, desejosos de união com Cristo, esquecendo-se de que o Mestre não desampara a humanidade. estimam sobretudo a oração, mas repetindo as sublimes palavras da prece

santificação. Declaram-se, no entanto, desejosos de união com Cristo, esquecendo-se de que o Mestre não desampara a humanidade. estimam sobretudo a oração, mas repetindo as sublimes palavras da prece dominical, esquecem que Jesus rogou ao Senhor supremo nos liberte do mal, mas não pediu o afastamento da luta. Aliás, a sabedoria do cristianismo não consiste em insular o aprendiz na santidade artificialista, e sim em fazê-lo ao margo do concurso ativo de transformação do mal em bem, da treva em luz e da dor em bênção. O mestre não fugiu aos discípulos. Estes é que fugiram dele no extremo testemunho. O divino servidor não se afastou dos homens. Estes é que o expulsaram pela crucificação dolorosa. A fidelidade até ao fim não significa adoração perpétua no sentido literal. traduz igualmente espírito de serviço até o último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico. Se desejas, pois servir com o Senhor Jesus, pede a ele te liberte do mal, mas que não te afaste dos lugares de luta, a fim de que aprendas em companhia dele a cooperar na execução da vontade celeste, quando, como e onde for necessário. E assim, meus irmãos e irmãs, elevemos nossos pensamentos confiantes na proteção divina, que ele sempre está ao nosso lado, ele nos proporciona dificuldades, mas nos fortalece na luta contra o mal. Aqui, como nos disse, livrai-nos do mal, mas que façamos a nossa parte. Mestre Jesus, só temos a dizer gratidão, gratidão pelo teu infinito amor para conosco. Ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, hoje nós vamos falar sobre um tema que está no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, que é uma das bem-aventuranças, né, do que Jesus nos disse no sermão da montanha. Bem-aventurados os aplitos, porque serão consolados. E o item do qual nós vamos refletir hoje é o bem e mal sofrer. E muitos perguntam: "Como pode ser bem sofrer? Se o sofrimento nos causa tantas dores, tantos transtornos." E essa questão do bem sofrer me lembra

do qual nós vamos refletir hoje é o bem e mal sofrer. E muitos perguntam: "Como pode ser bem sofrer? Se o sofrimento nos causa tantas dores, tantos transtornos." E essa questão do bem sofrer me lembra uma fisioterapeuta que eu tive um período e ela alguns exercícios uma forma bem bem simples e e certos exercícios causavam dor. E eu falava, né, assim, olha, dona Vanissa, é uma dor boa. E eu: "Mas como dor boa?" Ela falou: "Porque ela vai causar efeitos posteriormente de melhoria. E a dor boa, como fala aqui, o bem e o mal sofrer, esse bem sofrer, Jesus vem nos convidar a sermos resignados, resilientes diante das aflições, das dificuldades, porque realmente todos nós, como Jesus bem nos disse, neste mundo tereis aflições, tende bom ânimo. Então, aflições, todos nós passamos por elas, por dores, uns mais do que os outros, mas com certeza Jesus está conosco e nos fortalece. Mas nós precisamos buscar esse bem sofrer no sentido de aproveitar a oportunidade da dor para que ela nos eduque. Porque a dor quando Deus nos proporciona é bem nos educar. Educar de que forma? Da nossa renovação, da nossa transformação moral. que muitas vezes nós nos colocamos na condição de vítimas, de coitado. E no próprio esse capítulo 5 nos fala das aflições e e que nós temos as aflições atuais que nós conquistamos através das nossas ações, pelo orgulho, pela vaidade, pela indisciplina, pela intolerância, pela acomodação, pela preguiça. Então, se nós fizermos uma autor reflexão e fazermos um um retrospectiva das nossas vidas nesta encarnação, nós sabemos que muitas vezes a dor de hoje foi causada pelas nossas previdências, pelas nossas invigilâncias, mas aqui ninguém está para condenar, para criticar. O evangelho de Jesus é exatamente para nos trazer esperança, ânimo. À medida que nós temos o conhecimento dos ensinamentos de Jesus e a doutrina espírita vem nos esclarecer o porquê das dores, é mais fácil nós convivermos com certas dificuldades. Muitos devem estar falando: "Ah, mas tive uma doença grave ou perdi um ente

de Jesus e a doutrina espírita vem nos esclarecer o porquê das dores, é mais fácil nós convivermos com certas dificuldades. Muitos devem estar falando: "Ah, mas tive uma doença grave ou perdi um ente querido e que ninguém perde, como nós sabemos, né? O é uma separação temporária. Nós vamos com certeza, reencontrá-los." É difícil é quando um ente querido e que nós muitas vezes vivenciamos com esse ente querido passando por problemas de doenças graves, acamados ou um filho que normalmente a lógica é de que os pais vão antes, né? E muitas vezes vem um filho em idade terra, um adolescente por um uma situação de doença ou até um acidente e que causa realmente um impacto muito forte nesses pais, né? Mas é essa hora que devemos buscar a Deus para nos fortalecer, porque realmente não é fácil. que se fosse fácil, todos passariam tranquilamente pelas provações. E o esse item bem mal sofrer é uma mensagem do espírito Lacoderri que ele vem nos falar exatamente, ele diz o seguinte: "Quando Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhe pertence". não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que todos os que se encontram na terra, quer ocupem tronos, queram sobre a palha. Então, a dor é para todos. O sofrimento, muitas vezes a gente acha que só aquele que está numa condição precária em termos financeiros e muitas vezes aquele que está ocupando, como aqui diz trono, mas vão ampliar, né, uma condição melhor financeiramente e tá passando por dores, por aflições que nós não temos nem condição de avaliar. Então, a dor vem para todos. Mas como ele diz, poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. E realmente à medida que nós vamos eh tendo conhecimento e que aquela dor vem nos despertar para o exercício do amor, do amor, da tolerância, da paciência. Muitas vezes um um familiar difícil é ele exatamente o instrumento que vem nos auxiliar para nós passarmos a modificar a nossa postura, o nosso modo de ver,

amor, do amor, da tolerância, da paciência. Muitas vezes um um familiar difícil é ele exatamente o instrumento que vem nos auxiliar para nós passarmos a modificar a nossa postura, o nosso modo de ver, que nós muitas vezes somos extremamente intolerantes, incompreensivos com o outro, quando nós queremos que o outro nos compreenda, que nos tolere, que que sejam pacientes conosco. Então, é o o aquela questão do dar e receber. E nós muitas vezes só queremos receber. E muitas vezes as aflições vêm até pela questão do orgulho, do egoísmo. E o Lacoder vem nos dizer, o desânimo é uma falta. Realmente não podemos desanimar diante das dificuldades. Por que que acontece o desânimo? Nós nos acomodamos, nos colocamos na condição de vítima e não buscamos resolver ou dar solução ou nos fortalecer para enfrentar aquele problema. O desânimo, como nós sabemos, tem pessoas que vai se entregando de uma forma tal que vem as doenças, a depressão. A depressão, nós sabemos, é uma doença e muitas vezes é causada por uma decepção, uma falta de ânimo. E ânimo lá, a a palavra ânimo quer dizer alma, vem da alma. Então, nós devemos fortalecer a nossa alma. para não permitirmos o desânimo. E ele vem então nos dizer, nos lembrando, que Deus não nos coloca fardos mais pesados do que podemos carregar. E realmente se nós observarmos se Deus nos proporciona dores, aflições, é porque ele sabe que nós temos capacidade de superar, de resolver, de ter a resignação necessária. Muitos aí devem conhecer casos de pessoas de extremamente resiliência, que vem a doença, não se entrega, vem problemas financeiro e a pessoa tá sempre ali firme, confiante, buscando soluções. Então é isso que ele veio nos dizer, que o fardo é de acordo com a nossa capacidade. Tenhamos a certeza que Deus é um pai de amor, de misericórdia, e ele não vai nos conceder nada do que nós não precisamos. Se a dor vem, tem uma razão de ser. É um ensinamento. E nós muitas vezes esquecemos que nós temos outras, tivemos outras vidas, outras reencarnações.

o vai nos conceder nada do que nós não precisamos. Se a dor vem, tem uma razão de ser. É um ensinamento. E nós muitas vezes esquecemos que nós temos outras, tivemos outras vidas, outras reencarnações. E muitas vezes essa dor que hoje estamos passando foi escolha nossa. de uma oportunidade de aprendizado, de renovação moral. E ele vem nos dizer aqui o o Lacoderre, quando vos advenham a causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponde-vos a ela, ou seja, se coloca acima dessa situação no sentido de resolvê-la. E quando houverdes conseguido dominar os ímpetos de impaciência, da cólera ou do desespero, dizei de vós para convosco, cheio de justa satisfação, fui o mais forte. é aquele enfrentamento que nós vamos ter que encarar, mas com a resiliência, com a vontade de superar e com a confiança. E ele vem nos lembrar da prece, que a prece realmente nos fortalece, mas não só a prece resolve. É preciso que tenhamos fé, confiança no Pai. Então ele vem no nos dizer ainda: "Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim: Bem-aventurado os que têm ocasião de provar a sua fé, a sua firmeza, a sua perseverança e a sua submissão à vontade de Deus". A mensagem que eu li, se algum vocês devem lembrar, exatamente fala eh sobre nos livrai do mal. E lá essa frase está onde? No Pai Nosso. E o Pai Nosso nos diz exatamente: "Seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus". Mas nós muitas vezes não aceitamos a vontade do Pai, que é a melhor para nós naquele momento. Eu sei que é difícil. Ninguém quer ter passar por dores, provação. Ninguém quer ser caluniado. Ninguém quer ser prejudicado por uma outra pessoa quando ele não fez por onde. E é difícil essa compreensão, mas lembrando sempre que Deus está ao nosso lado e busquemos ele sempre que tivermos vulneráveis a essas situações de de desequilíbrio, de dor, de sofrimento. E é interessante que tem a, nesse próprio livro que eu li a mensagem, tem um um capítulo que o Emanuel, olha só, a pergunta é para todos nós. Como sofres? Como nós

esequilíbrio, de dor, de sofrimento. E é interessante que tem a, nesse próprio livro que eu li a mensagem, tem um um capítulo que o Emanuel, olha só, a pergunta é para todos nós. Como sofres? Como nós sofremos? E ele vem nos dizer o seguinte: Não basta sofrer simplesmente para acender a glória espiritual, que muitos falam, né? Ah, bem-aventurados aflitos. Então, eu estou sofrendo, eu já vou conquistar o reino dos céus, mas eu me rebelo, eu reclamo contra Deus, eu não aceito. Como é que eu vou conquistar o reino dos céus quando eu tenho que desenvolver em mim o sentimento de resignação, de paciência, de tolerância e também para com o outro, porque eu só quero para mim. Então, é isso que ele vem nos dizer. Indispensável é saber sofrer, extraindo as bênçã de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz. Então, a dor muitas vezes vem nos proporcionar momentos de reflexão para que nós conquistemos a paz interior. Jesus nos disse: "Eu vos dou a minha paz, não a paz que o mundo a vos dá." dizer aquela paz que pode estar o maior tumulto à nossa volta, os maiores conflitos como nós estamos passando agora o nosso planeta, nós devemos sim orar, mas não permitir que isso nos desequilibre e nos coloque numa condição vulnerável para que influências nefastas negativa nos leve a cometer atos. de desequilíbrio, que muitas vezes nós não percebemos, mas a energia à nossa volta depende de nós. Mesmo que aquele outro esteja de desequilibrado numa situação que eles não é julgando, ele tá passando por uma situação difícil, mentalmente façamos uma oração por aquele irmão ou por a situação que está o nosso planeta, pedindo por todos, sem julgá-los, sem condená-los. Porque quando nós emitimos o sentimento maior do amor, da compreensão, além de ajudarmos a esfera, a energia da Terra, tá fazendo bem a nós mesmo, porque o que sai de nós tá sendo melhor. Porque se eu estou irritada, revoltada, criticando, eu já emano, eu já crio em mim mesmo essa energia ruim que antes de extravazar já está me afetando e fazendo

orque o que sai de nós tá sendo melhor. Porque se eu estou irritada, revoltada, criticando, eu já emano, eu já crio em mim mesmo essa energia ruim que antes de extravazar já está me afetando e fazendo mal a mim mesmo. E muitas vezes as doenças são originárias da do sentimento de vingança, de ódio, que nos faz mal. E é isso que nós temos de ter esse cuidado de combater em nós. E Emanu ainda nos diz: "Muita gente padece, mas quantas criaturas se complicam angustiadamente por não saberem aproveitar as provas retificadoras e santificantes. São provas que estão nos proporcionando a nos melhorarmos. E e nós vamos lembrar de uma passagem de Jesus que ele fala sobre o homem prudente, que o homem prudente é aquele que constrói, edifica a sua casa na rocha. E o imprudente é aquele que constrói a sua casa na areia. Que casa é essa? é a nossa casa espiritual, o nosso templo íntimo. Então, quando eu busco superar a dor com resignação, se eu busco eh desenvolver sentimentos positivos, eu tô edificando a minha casa, eu como espírito na rocha. E como Jesus falou, quando nós, o homem prudente, vem a tempestade, os rios transbordam, vem a ventania e nada derruba aquele homem, ou seja, o homem prudente, nós humanos. E o imprudente é aquele que vai buscar os vícios, as facilidades das ilusões e ele mesmo busca a doença, o desequilíbrio. Esse é o imprudente. Aí vem a tempestade das aflições, vem os rios que transbordam e o leva para caminhos que levam a precipícios. Por quê? porque ele foi imprudente. Então, um convite que Jesus faz, que nós sejamos aquela rocha que tudo que possa vir a nos acontecer não vai nos derrubar, porque nós nos fortalecemos no amor de Jesus, conquistando as virtudes do reino dos céus. E essa questão da rocha é muito interessante. Tem o livro, O problema do Ser do Destino e da Doron Denis. E tem o último, os dois últimos capítulos, capítulo 26 e 27, ele fala sobre a dor. E ele fala de uma forma poética, ele nos compara a uma pedra rude, vamos dizer, um um mármore, uma

e da Doron Denis. E tem o último, os dois últimos capítulos, capítulo 26 e 27, ele fala sobre a dor. E ele fala de uma forma poética, ele nos compara a uma pedra rude, vamos dizer, um um mármore, uma pedra sem nenhuma contorno nem nada. E o cinzel da dor. O cinzel, nós sabemos que o escultor usa esse instrumento para ir lapidando e contornando, fazendo aquela forma maravilhosa. E ele então compara a dor é um cinzel que vai lapidando, formando em nós um caráter mais puro, mais simples, mais amoroso. Então, vou ler aqui um trechinho do que o Leon Denis nos fala. Primeiro, ele nos diz o seguinte: "A dor é como uma asa dada à alma escravizada pela carne, ou seja, no corpo encarnada, para ajudá-la a desprender-se e a levar-se mais alto." Ou seja, quando nós superamos as dores, que nós temos a resignação, a resiliência, esperança de dias melhores, nós é como criássemos asa, tornamos mais leve, nos libertamos. Quantos de nós, se fizermos uma reflexão do que passamos de dores e hoje e aquela dor nos fortaleceu, hoje nós nos sentimos mais leve no sentido de o espírito, no sentido de nós estarmos mais conectados com Deus, com Jesus. E vejamos o que o Leon Denis nos diz. A mão que dirige o cinzel é a de um artista incomparável. Não se cansa de trabalhar. Que mão é essa que dirige? Deus que nos dirige e que nos auxilia, que nos proporciona as oportunidades para nos lapidar, para nos tornarmos um dia espíritos puros. enquanto não tem arredondado, polido, desbastado as arestas do nosso caráter. Ou seja, Deus com o seu cinzel, aquele instrumento de amor, não de tortura, não de punição, vai nos proporcionando e vai nos amoldando, nos tornando mais puros, mais leves. Por isso, voltará tantas vezes à carga quantos quantas forem necessárias. Que volta é essa? Tantas vezes é a reencarnação. Eu erro hoje, cometo os delitos, pelo meu orgulho, pelo meu egoísmo, acomodo. Não. Eh, e muitas vezes eu busco o desequilíbrio através, como eu falei, dos vícios, da do comodismo. Não, amanhã eu faço, na próxima encarnação eu

elitos, pelo meu orgulho, pelo meu egoísmo, acomodo. Não. Eh, e muitas vezes eu busco o desequilíbrio através, como eu falei, dos vícios, da do comodismo. Não, amanhã eu faço, na próxima encarnação eu mudo. Agora eu vou continuar assim, sou assim e não vou mudar, né? Como dizem o complexo da Gabriela, que teve uma novela, né, que falava: "Eu nasci assim, eu sou assim, vou morrer assim". Não é isso? A doutrina vem nos mostrar que nós viemos reencarnar exatamente para crescermos, para burilarmos o nosso espírito. Então, Leon Denise continua: "E sob a ação das marteladas repetidas, ó, o sentido figurado, marteladas". Quando nós temos uma dor, uma aflição, não, nós não temos a sensação que estão nos socando, martelando, né? Então ele usa essa expressão e sob a ação das marteladas repetidas forçosamente a arrogância e a personalidade excessiva onde cair. Ou seja, é preciso muitas vezes a dor para que a nossa arrogância, o nosso orgulho egoísmo caia e nós nos transformemos. Para todos haverá processos diferentes. Processos diferentes. Por quê? Porque cada um de nós somos um ser individual com as suas experiências, com as suas dificuldades. A dor que vem para um não é pro outro. Aquele tá achando que a dor dele é mais forte quando é do outro. É, mas como Jesus falou que não dá cargos mais fardos mais pesados. Então aqui cada um tem a sua dor necessária para a sua transformação, mas em todos agirá com eficácia de modo a provocar ou desenvolver a sensibilidade. A dor muitas vezes nos depura, nos desperta sentimentos mais nobres, então desenvolve a nossa sensibilidade, a delicadeza, a bondade, a ternura. Muitas vezes nós quando passamos por um problema nos tornamos mais ternos, mais brandos com o outro, porque vamos entender a situação do outro. Por isso que Deus nos permite a dor, a bondade e a ternura fazer sair das dicerações e das lágrimas alguma qualidade desconhecida que dormia silenciosa. Qualidade que dormia silenciosa. Olha só, tá lá no Evangelho, no capítulo 11. amar ao próximo como a si mesmo, que há

das dicerações e das lágrimas alguma qualidade desconhecida que dormia silenciosa. Qualidade que dormia silenciosa. Olha só, tá lá no Evangelho, no capítulo 11. amar ao próximo como a si mesmo, que há em todos nós uma centelha divina. Então está em nós todas as virtudes, mas ainda latentes. Aqui quando diz dormia silenciosa, ou seja, está ainda na condição lá dormitando. medida que nós vamos desenvolvendo essas faculdades inerentes a nós que estão lá dormitando, vão acordando e vão nos levando a evoluir, a ir em direção ao Pai. E ele ainda diz: "Ou então uma nova virtude adorno da alma para sempre adquirida. Então, quando nós adquirimos aquela virtude, adquirir não é temporário, porque m fala, eu tenho paciência sempre, não. Então, ainda não adquiri a paciência. Eu sou tolerante sempre, não. Nem sempre sou. Então são fxos, né? Vai e volta. Mas nós ainda que a partir do momento que nós adquirirmos verdadeiramente qualquer virtude aqui, como ele diz, adorno da alma, ela vai ser sempre aquele adorno que está em nós. Nós não vamos mais perder. Ninguém perde paciência. Não perde é porque ainda não conquistou. Não perde a tolerância porque ainda não conquistou. Então é isso que Leon Denis vem nos dizer. E para encerrar, lembrando do que Jesus nos disse sobre essa questão de aflições, tá em Mateus, capítulo 16, versículo 24. Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me. Então, o convite de Jesus é que nós, o exemplo que ele nos deu do sacrifício maior da cruz, todos nós temos a nossa cruz. Vamos carregá-la com confiança, fazendo para que ela se torne mais leve. leve em virtude das nossas atitudes, das nossas ações no bem. E é esse convite que Jesus nos faça. E esse renunciar é o quê, gente? É renunciar ao egoísmo, ao orgulho e tomar sua cruz. Cada um de nós temos a nossa cruz, maior ou menor. É abraçar os sofrimentos, as dificuldades e os desafios que podem surgir no nossos caminhos e encarar esses obstáculos com coragem e perseverança, confiando no Pai Maior.

a nossa cruz, maior ou menor. É abraçar os sofrimentos, as dificuldades e os desafios que podem surgir no nossos caminhos e encarar esses obstáculos com coragem e perseverança, confiando no Pai Maior. Lembremos dessas duas palavras: coragem e perseverança no bem. coragem para enfrentar situações. E é esse recado que nós deixamos aqui sobre o bem e mal sofrer. Saibamos enfrentar as dificuldades com confiança, com serenidade e equilíbrio e buscando sempre ajuda que nós não vivemos sozinho. Deus que nos criou para conviver. E muitas vezes é na convivência, no trabalho do bem, é que nós aprendemos e nos fortalecemos no enfrentamento da dor. Que Jesus nos ampare e nos fortaleça. E neste momento só tenho agradecer a Deus, a Jesus, a essa equipe espiritual maravilhosa que nos abraça, que nos acolhe. Jesus amado, envolva-nos na energia do vosso amor, nos fortalecendo para que possamos enfrentar as dificuldades do dia a dia com tolerância, com serenidade, com resiliência. E neste momento, Jesus, pedimos por todos aqui, encarnados e desencarnados, por todos os seus familiares e pedimos principalmente pelo nosso planeta, encarnados e desencarnados, que a vossa paz esteja presente no coração dos homens, despertando-os para o amor fraterno, despertando-os para o verdadeiro sentimento. que o Senhor nos trouxe, o amor. Ser conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos e irmãs, antes do nosso irmão chamar para o passe, eu vou uns avisos rapidinho, tá? Hoje nós tá, essa semana tá havendo o seminário do grupo Acolher e hoje nós vamos ter uma palestra, um tema muito interessante, ansiedade, o tempo perdido. É pelo psicólogo Pedro Paulo Zul e é às 20 horas hoje. Todos estão convidados é neste auditório e tem duas, tudo com relação, se nós observarmos, tem tudo a ver com o tema hoje, né, sobre o bem e o mal sofrer. E tem também grupos de ajuda. Muitas vezes vocês têm um amigo ou tem alguma pessoa que tá com dificuldade, depressivo, tem o grupo Acolher, que

o a ver com o tema hoje, né, sobre o bem e o mal sofrer. E tem também grupos de ajuda. Muitas vezes vocês têm um amigo ou tem alguma pessoa que tá com dificuldade, depressivo, tem o grupo Acolher, que atende aqui na sala 13, quinta e sexta às 19 horas. Tem o grupo Viver, quartas às 19 horas, sala 14. E lá na frente tem também e tem aquele o grupo de dependência química, se vocês não sabem, inclusive os familiares também participam, que é uma ajuda assim muito importante, muito necessária. É de segunda, segunda e quarta às 19 horas na sala 13. E o atendimento fraterno, que eu acredito que todos aqui conheç conhecem, que tem um atendimento aqueles que precisam ser ouvidos, desabafar, né, que estão com aflições, problemas difíceis, tem lá os nossos irmãos e irmãs que acolhem, ouvem e encaminham por tratamento. Que Jesus nos abençoe. Tenham todos uma ótimo final de tarde, uma ótima noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

essa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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