A CADA UM O QUE LHE É DEVIDO - VÂNIA RAMOS [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/01/2026 (há 2 meses) 41:06 305 visualizações

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Transcrição

Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. [música] [música] Senhor, mesmo tão longe. >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Que a doce paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E tenhamos a certeza que esta mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Eh, hoje, infelizmente, a nossa irmã que viria fazer a palestra, houve um imprevisto com sua filha, uma cirurgia de emergência, então, infelizmente ela não pôde vir. E nós aqui vamos, né, conversar sobre o tema e que a espiritualidade maior nos inspire, nos intua para que nós possamos aprender um pouquinho mais. E como sempre fazemos uma pequena leitura a prece para depois nós desenvolvermos o tema. Eu vou ler o tema aqui deste livro Senhor e Mestre, eh, ditada pelo irmão José de Carlos Abatelli e o título é Serenidade. Se não te asserenares interiormente, não viverás em paz. Compreende a tua fragilidade e não te conflites desnecessariamente. Aceita-te como és, trabalhando para que venhas a ser melhor. Busca errar o menos possível, porém se se errares, não te cobres além da justa medida. Não ocasiones prejuízo a quem quer que seja, nem te faças instrumento deliberado do sofrimento alheio. Ninguém transpõe a própria humanidade sem vivenciar as experiências pertinentes à sua imperfeição. E assim elevemos o nosso pensamento ao nosso bom pastor, nosso mestre de amor. Jesus, estamos aqui, Senhor, confiantes da vossa presença e do vosso amor para com todos nós, encarnados e desencarnados. Estamos aqui, Senhor, na condição de aprendizes, buscando nos tornarmos melhores para que um dia cheguemos à condição do apóstolo Paulo, que diz: "Não sou eu mais que vivo em mim, mas o Cristo é conosco, Senhor, hoje e sempre. Gratidão, Senhor, pela tua presença em nossas vidas. Que assim seja, meus queridos irmãos e irmãs. A, o título da palestra que a nossa irmã ia falar, a cada um que lhe é devido, ou seja, a cada um segundo as suas obras. E

a tua presença em nossas vidas. Que assim seja, meus queridos irmãos e irmãs. A, o título da palestra que a nossa irmã ia falar, a cada um que lhe é devido, ou seja, a cada um segundo as suas obras. E lá Jesus disse isso, tá? No evangelho de Mateus. E a cada um segundo as suas obras. As pessoas muitas vezes interpretam errada que obras são essas, né? Lá os fariseus, os escribas se vinculavam muito a as obras externas, ou seja, aquela coisa das práticas externas, mas não havia mudança, a renovação moral. E as obras que Jesus vem nos falar é exatamente as obras que cada um, a cada um compete e que muitas vezes nós vamos adiando por comodismo, por orgulho, por egoísmo. E essa questão das obras, o que são essas obras? são as atitudes do bem, como tá lá nas bem-aventuranças que Jesus nos disse, né? Bem-aventurados brandos e pacíficos, bem-aventurados os aflitos, bem-aventurados os que são justo, né? Eu tô falando aqui não exatamente como está lá nas bem-aventuranças. E nós e como nós vamos conquistar essa condição de brandos e pacíficos, de justos através das nossas ações no bem. E as obras que Jesus vem nos dizer são essas ações no bem, na condição de filhos de um mesmo pai, que nos criou simples e ignorantes, mas que nos deu a condição de todos nós, independentemente da condição social, intelectual, de raças, Não importa. A todos nós foi dado a condição de que nós temos um potencial está lá latente, que nós podemos passar cada vez mais praticar as boas obras. Nós passamos por várias experiências, reencarnações variadas. E essas reencarnações nós fomos acrescentando à medida que nós fomos desenvolvendo essas atitudes do bem. E lembrando que muitos falam assim: "Ah, mas como eu vou cumprir as leis divinas se eu não tenho, eu tenho pouco conhecimento a respeito disso?" Está lá no livro dos espíritos que a lei divina está gravada em nossas consciências. Então, muitas vezes nós nos damos conta que estamos fazendo escolhas erradas, mas pela vaidade, peloismo, pelo egoísmo, nós nos autoenganamos, né?

que a lei divina está gravada em nossas consciências. Então, muitas vezes nós nos damos conta que estamos fazendo escolhas erradas, mas pela vaidade, peloismo, pelo egoísmo, nós nos autoenganamos, né? falamos: "Ah, vamos deixar para outra reencarnação ou ou não, eu vou tentar isso, quem sabe sabendo que você tá buscando uma atitude incorreta, contrária às leis divinas". Então, essa questão da, segundo as suas obras, muitas pessoas, por falta de conhecimento, né? O caso aqui nosso, quando se fala que Deus é justo, né, que vem falar na justiça divina. E muitos questionam como Deus é justo? Se alguns ele é ele dá condições favoráveis em termos físicos e pessoas extremamente inteligentes, pessoas com uma um poder aquisitivo muito alto e muitos nascem num casebre limitados fisicamente com problemas mentais como esse Deus. é justo. E aí a doutrina espírita vem nos esclarecer. Toda dor, todo sofrimento é decorrente das nossas ações passadas e necessariamente não são de vidas passadas. Tanto que lá no capítulo 5 do Evangelho segundo Espiritivo, bem-aventurados os aflitos, lá se coloca as aflições de vidas passadas, mas que também muitas aflições, dores nós conquistamos nesta vida por incorrermos em erros, em desviarmos das leis da prática. das leis divinas e vem o sofrimento e muitos se colocam na condição de vítima, de coitados. Ah, por que que Deus me proporciona esse sofrimento, esta dor? Eu sempre cumprir com as leis divinas? Será que cumpriu realmente? Ou vidas passadas também você não cometeu erros? E olha lá o a questão 919 do livro dos espíritos, onde Santa Agostinho nos orienta, né, que a pergunta que Kardec faz, como conquistar uma condição moral melhor, como se reformar intimamente a reforma íntima. E a resposta é exatamente que a gente tem que se conhecer. conhecer a si mesmo. E como nós vamos nos conhecer? Primeiro, a primeira virtude que Jesus na bem-aventurança nos fala. Bem-aventurados, pobres de espíritos. Esse pobre de espírito é na condição de humildade, que

i mesmo. E como nós vamos nos conhecer? Primeiro, a primeira virtude que Jesus na bem-aventurança nos fala. Bem-aventurados, pobres de espíritos. Esse pobre de espírito é na condição de humildade, que também muitas vezes é mal interpretada. acha que o pobre de espírito é aquela pessoa ignorante, aquela pessoa que ainda não sabe dos valores morais, não é ser humilde. Então, a primeira bem-aventurança que Jesus falou no sermão do monte, ou seja, para nós nos autoconhecermos, é preciso que nós desenvolvamos a virtude da humildade, porque aí eu vou ter condições de me autoexaminar. Hoje e Santo Agostinho complementa a questão 919, dizendo que ele se autoexaminava. todos os dias. O que eu fiz de bem, o que eu fiz de mal, aquilo que eu disse pro meu irmão, eu gostaria que falasse comigo? Aquela atitude que eu tive em relação a um determinada pessoa, eu gostaria que fizessem comigo? É o que Jesus nos ensina e está no evangelho, que eu devo desejar ao outro aquilo que eu quero para mim, porque para mim eu quero compreensão, quero tolerância, paciência dos outros para comigo e eu para com o outro. Então, a justiça divina, ela é perfeita. Nada acontece por acaso. A justiça divina é como nós sabemos, a doutrina espírita nos fala da lei de causa e efeito. A cada ação, uma reação. Então, se nós cometemos atos indevidos errados, a reação virá. Tinha um rapaz que tocava aqui na comunhão, depois nunca mais ouvi. E ele compôs uma música que eu sempre lembro que é muito interessante. Ele dizia: "Joga a bola na parede e a bola volta". Então, ação e reação. Se você tem uma atitude de agressividade, de falta de respeito, em qualquer circunstância, isso virá de volta para você. Então, é esse cuidado que nós temos que ter. E o livro, muitos eh falam que não ler o livro, que é um livro realmente, mas é um livro que dá um ensinamento, o céu e o inferno. Kardec separa este livro em duas partes. A primeira na parte de teoria e a segunda depoimento de vários espíritos. condições variadas, elevados

mas é um livro que dá um ensinamento, o céu e o inferno. Kardec separa este livro em duas partes. A primeira na parte de teoria e a segunda depoimento de vários espíritos. condições variadas, elevados mais ou menos aqueles rebeldes, várias situações. E é interessante que na primeira parte, no capítulo 7, fala sobre as penas futuras segundo o espiritismo. E tem um item que é muito importante para todos nós, Código Penal da Vida Futura. Nós, no nosso planeta, no nosso país, temos as nossas leis e as leis penais. Aquele que cometeu um crime, um roubo em qualquer circunstância e que é apurado que ele foi o culpado, ele responderá criminalmente. Ele irá para um determinado presídio, várias situações. E não estamos aqui para julgar, porque todos nós cometemos falhas, erros. Mas alguns que os as falhas e os erros são gravíssimos, mas todos nós responderemos perante a justiça divina, que é a nossa consciência. E lembremos que a lei maior de Deus, tá lá no livro dos Espíritos, na terceira parte, é a lei de justiça, amor e caridade. E assim Deus atua conosco. Ele é amor, ele é justiça e caridade. Então, ele é justo, ele não vai nos conceder privilégio. Nós conquistamos a nossa condição moral pelo nosso esforço, pelo nosso mérito, não por privilégios. Então, a cada um, segundo as suas obras, vai depender de cada um de acordo com nós estamos pautando as nossas vidas. E lá no Código Penal da Vida Futura, eh, Kardec, eu vou ler o item, o item, ele são vários itens, eh, do primeiro ao 33, mas como é extensa, eu vou ler o primeiro e depois tem o 29 também que fala sobre a misericórdia pra gente desenvolver. Eh, o item primeiro, Código Penal da Vida Futura. A alma, o espírito. Por que que fala a alma ou espírito? Porque a doutrina espírita é a alma é quando nós estamos encarnados e espírito quando estamos desencarnados. Ou seja, é a mesma coisa só para distinguir quando estamos encarnados e desencarnados. A alma, o espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições

ando estamos desencarnados. Ou seja, é a mesma coisa só para distinguir quando estamos encarnados e desencarnados. A alma, o espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições de que não se libertou durante a vida corpórea. O seu estado feliz ou infeliz é inerente ao seu grau de depuração ou de imperfeição. Então, se nós lermos lá na segunda parte, tem espíritos altamente sofredores que eles caem em si e percebe o quanto que erraram. E há aqueles, infelizmente, rebeldes que não querem mudar. Eu sempre cito o livro do André Luiz, psicografia do nosso querido Chico, libertação. Ele relata um caso de um espírito, o Gregório, que ele havia séculos que estava desencarnado, porque como ele foi papa de uma época que se entendia da justiça divina, eh, de uma forma não muito correta. Então, o que que aconteceu? Ele se achou, colocou na condição de justiceiro. Só que essa justiça que ele achava que era correta, tá lá no livro, ele influenciava outros espíritos para cometer o mal. Ele era um espírito altamente vingativo. Então ele passou por processo. Agora é aquele momento que todos nós, com certeza, hoje que estamos aqui, já tivemos situações mais difíceis, mas chegou o momento de igual o filho pródigo, né, caiu em si quando percebeu que tinha desviado da vida do da casa do pai. E quando ele chegou numa condição tão triste, tão precária, ele resolveu voltar paraa casa do pai. Então, muitos de nós, teve um momento que nós voltamos paraa casa do pai. Lembremos, tá lá no Evangelho de João, capítulo 10, que fala o bom pastor. E Jesus diz que nem uma das ovelhas que meu pai me confiou se perderá. Olha a esperança, o lenitivo consolo que nós temos. Por mais que erramos, Jesus não nos abandona. E ele tá sempre nos enviando espíritos do bem, nossos mentores para nos auxiliar, para nos despertar, que é essa a cada um segundo as suas obras. E é muito lindo, e é isso que a doutrina nos mostra. A doutrina é esclarecedora, mas é consoladora, que vem nos mostrar que nós somos

r, para nos despertar, que é essa a cada um segundo as suas obras. E é muito lindo, e é isso que a doutrina nos mostra. A doutrina é esclarecedora, mas é consoladora, que vem nos mostrar que nós somos herdeiros dos nossos próprios atos, das nossas próprias ações. Então são escolhas nossa. é o nosso livre arbítrio que vai fazer com que eu evolua mais rápido ou menos, ou até tem casos que estaciona. E voltando ao Gregório, ele tinha um espírito que foi sua mãe em uma encarnação, a Matilde. E ela junto com a equipe de espíritos abnegados no bem, chegou aquele momento que houve o diálogo acolhedor, porque quem ama acolhe, quem ama não condena, não expulsa de casa, não isola. E ela, com toda a sua amorosidade, um espírito já evoluído, conseguiu que ele percebesse que era o momento de buscar ajuda. E ele se ajoelha e ela ali é uma, é lindo a o momento do reencontro e dele se colocar na condição ter a humildade de reconhecer que estava numa vida errada. Ou seja, dali em diante, é claro que ele ia passar por várias expiações e provas, porque nós sabemos que há pessoas que passam ainda por expiações e outras já estão mais suave, só provações. Por quê? Porque ela já além do arrependimento, ela já passou por dores severas e hoje ela já está numa condição melhor. E vejamos aqui então aqui fala, né? O seu estado feliz ou infeliz é inerente ao seu grau de depuração ou imperfeição. E o item 29 do Código Penal da Vida Futura diz o seguinte: "Certamente a misericórdia de Deus é infinita, mas não é cega. Olha só, por isso cada um segundo as suas obras, não é cega. Ele sabe das nossas imperfeições, mas ele é paciente e ele vai nos dando as provas de acordo com a nossa condição evolutiva. Por isso que está lá também no Evangelho que não há fardo mais pesado do que nós possamos carregar. Ou seja, vai Deus vai nos conceder dores e sofrimentos de acordo com a nossa capacidade de enfrentá-los. E aquela circunstância que muitos ainda têm dificuldade é de ser resiliente diante da dor. Eu não vou me entregar,

ai nos conceder dores e sofrimentos de acordo com a nossa capacidade de enfrentá-los. E aquela circunstância que muitos ainda têm dificuldade é de ser resiliente diante da dor. Eu não vou me entregar, eu não vou ceder, eu vou lutar para vencer. E quando chego aquela situação que eu não consigo, porque eu tenho passar por aquilo, olha lá o ensinamento de Jesus sobre a resignação. Não é para se acomodar, se fazer de vítima, de coitado, mas há situações que nós precisamos ter a resignação diante das provas e das expiações. E aqui diz o seguinte: "Certamente a misericórdia de Deus é infinita, mas não é cega. O culpado que Deus perdoou não fica dispensado de reparar suas faltas. E enquanto não houver satisfeita a justiça divina, sofre as consequências dos seus erros. Por infinita misericórdia, devemos entender que Deus não é inexorável, pois deixa sempre aberto ao culpado o caminho da redenção. O caminho da redenção é qual? É o caminho que Jesus nos disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim". Que caminho é esse que Jesus nos convida? É a prática dos seus ensinamentos e a verdade também, porque à medida que eu adquiro conhecimento e vou colocando em prática, eu vou passar pelo caminho, vai ter obstáculos, dificuldade, mas eu vou vencer e vou chegar à verdade que é Deus. E a vida é que tá lá também no Evangelho de João, no capítulo 10, que Jesus fala: "Eu vim para que tenham vida em abundância". Que vida é essa? É a vida nossa agora atual, não é? A vida espiritual que nós somos espíritos imortais. É a vida que nós um dia vamos conquistar na condição de espíritos puros. Vamos passar por uma série de burilamentos igual o diamante que lá séculos era carvão e vai passando por processo até se depurar e virar um brilhante de valor inestimável. E é assim que todos nós vamos chegar a essa condição. Quando só vai depender de nós. E aqui, né, essa questão que Deus deixa sempre aberto ao culpado o caminho da redenção. E é esse caminho que Jesus nos

assim que todos nós vamos chegar a essa condição. Quando só vai depender de nós. E aqui, né, essa questão que Deus deixa sempre aberto ao culpado o caminho da redenção. E é esse caminho que Jesus nos fala. E o último item, o 33, que ele faz praticamente é um resumo dos outros. Apesar da diversidade de gêneros e graus de sofrimentos dos espíritos, olha só, a vários graus, o Código Penal da Vida Futura pode resumir-se nesses três princípios. O sofrimento é inerente à imperfeição, ou seja, nossas dores sofrimento é inerente ainda a nossa condição evolutiva pelos erros do passado e erros que ainda cometemos. O item dois, toda imperfeição, assim como toda falta que dela resulta, traz consigo o próprio castigo. Vamos lembrar que a expressão aqui que muitas vezes as traduções, mas nós sabemos que Deus não castiga, Deus não pune, ele nos dá oportunidade de repararmos os nossos erros consigo, né, que dela traz consigo o próprio castigo em suas consequências naturais e inevitáveis. Assim, a doença decorre dos excessos e o tédio da osteosidade, sem que haja necessidade de uma condenação especial para cada falta ou indivíduo. Então, cada caso é um caso. Não há porque muitas vezes as pessoas, ah, aquela pessoa tá passando por isso que ela deve ter aprontado, não deve ter sido boa coisa e tal, muitas vezes não. Ela aceitou essas provações nessa vida atual para evoluir mais rápido. E e lembremos, não julgueis para não serdes julgados, que nós temos esse mau hábito de julgar os outros, né? Então vamos sempre lembrar de não julgar. E aqui diz o seguinte, e aqui fala, né, de uma condenação especial para cada falta ao indivíduo, porque há também aquele irmão que vem para passar por uma aprovação, expiação, mas ele se envolve tanto com a prática do bem que ele atenua a sua falta. O presidiário aqui na nossa nosso planeta, no nosso país, ele não tem atenuantes. Por que que Deus, que é pai de amor e misericórdia, não nos vai dar atenuantes de acordo com as nossas posturas, nossas ações, nossos comportamentos

sso planeta, no nosso país, ele não tem atenuantes. Por que que Deus, que é pai de amor e misericórdia, não nos vai dar atenuantes de acordo com as nossas posturas, nossas ações, nossos comportamentos dentro da família, no trabalho, na sociedade? Então, nós podemos suavizar as nossas faltas de vidas passadas com a prática do bem. Olha lá a cada um segundo as suas obras. E o item três, como todo homem pode libertar-se das imperfeições, desde que o queira, olha só, a vontade, pode igualmente anular os males consequentes e assegurar sua felicidade futura. Ou seja, eu posso me libertar das minhas imperfeições através das minhas escolhas, da minha vontade. E está lá no livro dos espíritos, na terceira parte, sobre a questão da condição moral do espírito. E Kardec pergunta: "Por que que tem espíritos, né, que que t facilidade para praticar o bem e outros têm tanta dificuldade?" E ele fala, é porque aquele já adquiriu o hábito de praticar o bem, já passa a ser uma rotina, uma coisa espontânea. E sobre a vontade, ele também pergunta: "Por que que nós temos tantas dificuldades de fortalecer a nossa vontade? Por que que não agimos no bem?" Os espíritos falam: "É porque a nossa vontade ainda é muito fraca. Nós não fortalecemos a nossa vontade no sentido eu vou mudar, eu quero mudar, eu vou me tornar melhor. Então a vontade é inerente a cada um de nós e nós temos que fortaleccê-la. E aí Kardec encerra esse item, né, que é o capítulo 7, a cada um segundo as suas obras, no céu como na terra. Tal é a lei da justiça divina. Ou seja, ou aqui ou no mundo espiritual, nós vamos responder pelas nossas ações. Então, tá aí o convite, que nós busquemos transformar a nossa vida buscando sempre a prática do bem, pautando as nossas vidas no evangelho de Jesus. E para encerrar, eh, todos devem conhecer uma música do Almissat, que eu acho que o título é tocando em frente, não tenho certeza, mas essa frase, olha só, tem tudo a ver com a cada um segundo as suas obras. Cada um de nós compõe a sua história.

música do Almissat, que eu acho que o título é tocando em frente, não tenho certeza, mas essa frase, olha só, tem tudo a ver com a cada um segundo as suas obras. Cada um de nós compõe a sua história. Cada ser em se carrega o dom de ser capaz e de ser feliz. Então, todos nós temos a nossa história, mas nós podemos a partir de hoje construir uma história melhor, porque todos nós somos capazes de ser feliz. Que Jesus nos abençoe e nos proteja e que tenhamos um ano de boas realizações, de mudança, de renovação, sempre faltando a nossa vida com boas ações. Eu agradeço a atenção de todos e que Jesus nos abençoe. E neste momento vamos trazer a figura doce meia do mestre Jesus, nos envolvendo com seu olhar carinhoso e terno, estendendo as suas mãos sobre nós, transmitindo vibrações de paz, de saúde, de tranquilidade e nos convidando a sermos fraternos, solidários com todos com os quais convivemos. que sejamos sempre o primeiro a estender a mão, a ter um olhar de acolhimento, um olhar carinhoso. E assim pedimos a ele que nos fortaleça na nossa caminhada, mas que a nossa caminhada esteja sempre ao lado de Jesus e que ele possa transmitir essa mesma energia de paz, de amor para toda a humanidade, principalmente levando a paz onde há conflitos. Levando a luz onde há sombras, levando o sentimento maior que é o amor. Ser conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Por favor, aguardem nossa irmã para orientação para o passe, tá? Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir

guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do [música] nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o [música] teu reino,

aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o [música] teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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