BEM E MAL SOFRER - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]
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buscando a ti. buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de >> Boa tarde, minhas amigas, meus amigos. Sejam muito bem-vindos ao auditório Bezerra de Menes da Comunão Espírita de Brasília. Bem-vindos também todos aqueles que nos assistem pelo YouTube, pelas redes sociais da casa. Hoje com mais um momento de reflexão, o de número 14, com o título Bem e Mal sofrer. Mas antes de iniciarmos nossa conversa a respeito dessa situação do bem e mal sofrer, a gente gostaria de fazer uma leitura aqui preparatória, nos ajuda a reunir o nosso pensamento em torno de alguma palavra reconfortante, uma palavra que faça com que a a gente se acalme e consigue levar o nosso pensamento a uma condição de aprendizado. O livro Senhor e Mestre de Carlos Bacelli, editado pelo irmão José, nós vamos encontrar aqui na lição de número 58. intitulada fragmentos. O texto que começa assim: Enquanto não logras, né, enquanto não obtens a perfeição, te movimentarás em meio à transitoriedade de tudo o que te cerca. conceitos que se modificam, opiniões que se alteram, horizontes que se ampliam, verdades fragmentárias, tempo relativo, existência, fragmentos de irmão José. comenta ele que no nosso nível de evolução, muito ainda temos a adquirir, a evoluir e então muito do que já consideramos conhecimento, experiência e mesmo do que já estamos vivendo, tem lá a sua importância relativa. São, como ele diz, fragmentos, são pedaços, são etapas de uma caminhada maior. Então, é um é um convite para que percebamos que a nossa vida não está completa, nem tão cedo estará. e que às vezes as insatisfações que nos advém, aquelas tristezas, aquelas desteranças, não é? aquelas chateações, ah, mas a vida não tá tão boa. Tudo isso faz parte de um aprendizado
tão cedo estará. e que às vezes as insatisfações que nos advém, aquelas tristezas, aquelas desteranças, não é? aquelas chateações, ah, mas a vida não tá tão boa. Tudo isso faz parte de um aprendizado maior e que vai chegando aos pouquinhos, aos pedaços. Nós mesmos vamos avançando, conquistando pouco a pouco essa nossa realidade espiritual. Então, muito apropriada essa leitura, porque vai encaixar perfeitamente com o que vamos falar daqui a pouquinho, né? Vamos então à nossa prece de abertura. Mestre Jesus, obrigado pela tua presença, pelo envolvimento dos bons espíritos que aqui ocorrem e vem nos auxiliar. nos dirigir com suas intuições, suas inspirações. Obrigado, mestre, por todo esse apoio. Que ele possa ser estendido a todos aqueles que aqui se encontram e a todos aqueles que nos ouvem na esperança de que algum alívio chegue a todas as nossas almas. Que assim seja. Bom, vamos entrar então na conversa de hoje é da série Momentos de Reflexão. Hoje o episódio 14. Nós estamos no momento discorrendo sobre passagens do Evangelho Segundo o Espiritismo. E nós vamos encontrar no capítulo 5, Bem-aventurados os aflitos, nós vamos encontrar o item 18, que vai falar do bem e do mal sofrer. Bom, a gente pode se perguntar, né, o bem e o mal sofrer, mas sofrimento é sofrimento, não é? Como é que eu sofro bem ou como é que eu sofro mal, né? Assim, eu vou, será que é porque eu vou achar bom? Tá sofrendo ou será que é porque eu vou achar ruim? Será que bem e mal sofrer teria a ver com eu gostar ou não gostar de sofrer? Uma coisa assim meio masoquista, né? Parece o bem e o mal sofrer. Não, mas não é não é essa a abordagem do Kardec. No caso aqui, quando ele relata nas instruções dos espíritos, na parte instruções dos espíritos, já no capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, no item 18, bem mal sofrer. Não é isso que ele relata. Ele vai dizer que os espíritos informaram, e aqui é uma essa esse item é uma mensagem do espírito Lacorder, né, do final do século X, que o bem e o mal sofrer
em mal sofrer. Não é isso que ele relata. Ele vai dizer que os espíritos informaram, e aqui é uma essa esse item é uma mensagem do espírito Lacorder, né, do final do século X, que o bem e o mal sofrer estão relacionados com a maneira como a passa pelo sofrimento. Em termos mais modernos, é como a gente encara a dor. Será que eu vou encarar é a dificuldade com objetividade? Ou será que eu vou tentar negar a existência dessa dificuldade? Será que não tenho coragem ou não estou me sentindo confortável para olhar de frente para esse problema? Pode até ser que eu não esteja percebendo, mas é de forma consciente ou seria uma forma de eu colocar mais alguma bugiganga lá no quartinho de serviço, aquele que fica depois da área de serviço, o quartinho do entolho, o que você não usa mais o que você pensa que um dia vai precisar, aquelas coisas que nós usamos pouco, ou simplesmente as coisas que nós não sabemos o que fazer com elas, se nos livramos, se as guardamos, se voltamos a pensar nelas aqui mais um pouco ou mais na frente. Bom, põe lá no quartinho, depois eu vejo isso. E nós também temos um quartinho na nossa mente, ou chamado de inconsciente, né? A gente quando se depara com dificuldades as dores da vida, com as situações inesperadas que às vezes nos tiram do equilíbrio, porque não são situações inesperadas alegres, são às vezes tristes ou às vezes só agoniantes. Mas quando a gente não quer ou não pode ou não consegue resolver muita coisa da vida, muita coisa que tá doendo na gente ou que tá nos deixando desconfortável, a gente guarda no nosso quartinho da mente, a gente joga lá pro inconsciente. Fica aí, fica aí que depois eu resolvo. Mas então eu tô agindo de forma consciente, de uma forma e tenho uma série de questões que estão no meu inconsciente, que dizem respeito à minha pessoa e que eu preciso também pensar a respeito. Vou ter que ir lá no quartinho da mente, no meu inconsciente, trazer para o inconsciente, trazer para ali para a sala, para o quarto, para a área de serviço,
e que eu preciso também pensar a respeito. Vou ter que ir lá no quartinho da mente, no meu inconsciente, trazer para o inconsciente, trazer para ali para a sala, para o quarto, para a área de serviço, pensar a respeito e, como se diz, dar um destino, né, resolver a questão mais cedo ou mais tarde, porque são coisas minhas. Hum. Mas isso é uma conversa para outra hora. No momento. Agora vamos voltar aqui na questão do bem e mal sofrer. Por que é que eu não estou bem sofrendo ou mal sofrendo? O que que significa isso? Significa num primeiro momento que eu preciso compreender o que eu estou passando. Porque se eu não entendo o sofrimento, se eu não percebo, se eu não noto, se eu nem suspeito a sua origem, eu corro o risco de não aceitá-lo, de perder os benefícios que essa aflição pode me trazer. Sim, porque as aflições, as dificuldades, em última instância enviadas por Deus através da sua lei divina, tem sempre um teor educativo, nunca punitivo. Sendo assim, toda dificuldade que a gente enfrenta serve para o nosso crescimento sob algum aspecto. Podemos ter certeza, é sempre algo positivo que chegará após termos vivenciado aquele aprendizado. Mas é claro que fica mais fácil quando eu consigo vislumbrar o porquê do aprendizado, porquê dessa dificuldade. Então, eu preciso compreendê-la para bem suportá-la, para bem vivenciá-la. Então, o bem sofrer é passar pela provação, pela situação de aprendizado de uma maneira positiva, com um olhar atento, não de revolta, mas um olhar, um olhar atento analítico, que me diga o que É o que é que eu preciso aprender? O que é que eu vou ganhar ao final desse aprendizado? Qual é o meu lucro? O que o que eu ganho com isso? Porque certamente sempre nós ganharemos alguma coisa. Deus não trabalha em vão, gente. As coisas no universo e então em nossa vida não acontecem por acaso. Vamos lembrar de uma frase de Jesus quando ele dizia: "Não cai uma folha de uma árvore sem que meu pai o queira. significando que tudo no universo está debaixo da lei divina,
não acontecem por acaso. Vamos lembrar de uma frase de Jesus quando ele dizia: "Não cai uma folha de uma árvore sem que meu pai o queira. significando que tudo no universo está debaixo da lei divina, que existe um encadeamento de ações, vários, claro, para isso, o livre arbítrio, para optarmos pelos diferentes caminhos, mas todos de acordo com a lei de Deus. Então, bem sofrer significa então compreender e suportar as provas que precisamos. Por, pessoal, vamos lá. Desanimar, se desencorajar, só vai tornar as coisas piores. Quando eu desanimo frente à tarefa, quando eu digo assim: "Ah, não tenho coragem, não vou encarar. Quero desistir. É o mesmo que dizer assim: Deus errou, me deu uma prova superior às minhas forças. Faz sentido? Claro que não. Deus é a perfeição. O que nos chega nos chega de acordo com o que os nossos ombros podem carregar. E o Cristo já dizia isso, né? Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, que eu vos aliviarei, né? Bom, então o que chega para mim cabe exatamente no meu ombro. É um peso que eu posso suportar. É a história daquele ditado popular, né, que diz assim: Deus dá o frio conforme o cobertor, então a prova não é nunca superior às forças daquele que precisa realizá-la. Por isso é que o espírito nos alerta. desanimar, perder a coragem, refugar, dar para trás, querer sair fora, não é a melhor opção. Não é a melhor opção. Outro dia, acho ontem, assisti ontem, eu li uma frase que diz assim: "Você não é derrotado quando perde". Porque a vida é feita de mil batalhas. Você é derrotado quando desiste, quando desiste de lutar. A gente já conhece esse ditado. A gente não vai vencer todas as batalhas sempre, porque as contingências são diferentes. Cada dia um dia diferente. Cada dia eu me levanto diferente, cada noite que passou foi outra. As minhas forças hoje estão melhores ou não tão boas. a minha saúde física, o momento que eu tô vivendo, algumas coisas contribuem para ajudar, outras nem tanto. Então, nem sempre eu vou vencer,
utra. As minhas forças hoje estão melhores ou não tão boas. a minha saúde física, o momento que eu tô vivendo, algumas coisas contribuem para ajudar, outras nem tanto. Então, nem sempre eu vou vencer, mas não é por isso que vou me sentir derrotado. Porque eu não posso perder de vista o meu objetivo, que é realizar um aprendizado através daquela dificuldade que eu ainda não consegui identificar como uma oportunidade de aquisição, de conhecimento, de crescimento espiritual. Então, desistir não é uma opção. Poxa, Leandro, você falando assim até que de certa maneira parece fácil, né? Devemos continuar, insistir, avançar, como se fala muito por aí também, cortar na própria carne, não fugir dos problemas, das situações, buscar um avanço real, uma melhora efetiva da sua pessoa, querer ser feliz através do domínio de si mesmo, do autoconhecimento, da reforma do seu quartinho lá na mente, lembra? Seu inconsciente. Mas não tem nenhuma ajudinha, não. Mas é claro que tem. Deus não nos desampara nunca. O que sabemos da principal e primeira ajuda que temos? disponível 7 dias por semana, 24 horas por dia, dormindo ou acordado, estivermos aonde estivermos, estejamos aonde estivermos. A prece, a prece, a prece de uma maneira geral, simplificada, a gente pode dizer que a prece é uma ligação com Deus, uma ligação com as forças do bem no universo. É como a mangueira da bomba de gasolina no automóvel, como o cabo de recarga no veículo elétrico. É encher o tanque da nossa alma com um pouco mais de combustível divino para continuarmos em frente na nossa tarefa, no nosso bem. sofrer. Então, a prece é o apoio para a alma. Ela nos sustenta, ela nos acalma. É como oasis no meio do deserto. É como a água de coco geladinha depois de uma caminhada no parque sobre um sol intenso. É como o abraço de alguém que você não vê há tanto tempo ou que vê todos os dias, mas que lhe traz aquela aquela recarga amorosa, aquela força que você não sabe da onde vem, mas que te renova. Aprecia tudo isso e muito mais.
m que você não vê há tanto tempo ou que vê todos os dias, mas que lhe traz aquela aquela recarga amorosa, aquela força que você não sabe da onde vem, mas que te renova. Aprecia tudo isso e muito mais. A prece calma, refrigera a alma, predispõe a nova luta, suporta, sustenta. É conexão com Deus. Então, para caminharmos de maneira produtiva, não vamos nos esquecer da prece. E ao nos lembrarmos da prece, ao falarmos com Deus, a nossa conversa íntima entre dois melhores amigos, porque Deus é o nosso melhor amigo. Então, ao conversarmos com o nosso melhor amigo, não vamos nunca deixar de ter fé. É, no caso, na infinita bondade de Deus. Vamos sempre nos lembrar que Deus não nos coloca em aflição para nos torturar, para nos ver sofrer, por acaso, jogando dados. Deus não é assim. Deus é a bondade suprema, é o amparo supremo, a perfeição suprema e tudo que lhe faz, ele faz por amor, para que nós sejamos felizes e soframos o mínimo que é necessário, porque faz parte do aprendizado. E até gosto de comentar quando falo esse tipo de frase que a dor é necessária, né? A situação de incômodo, de sair da zona de conforto, de ter que se movimentar, de vencer limites, que é o aprendizado. Vou botar a régua mais alta para saltar o esforço. Isso é a dor, mas não é o sofrimento. Porque o sofrimento é a forma, é a maneira, o modo como a gente vê a prática desse esforço. O sofrimento é a gente quem cria, é a visão que nós temos da situação. A situação, gente, é a mesma. Um corte, tá na cozinha cozinhando, descuidou-se, cortou ali o dedo com a faca. O fato é o corte do dedo pela faca. Como é que você vai proceder daí pra frente? é que vai dizer se você vai sofrer ou não ou o quanto. Então, de maneira geral, para que não nos esqueçamos desse momento, é que a dor é inevitável, mas o sofrimento é sempre opcional. Bom, então já sabemos o que é o bem sofrer, já sabemos que a prece é o nosso amparo, é o nosso suporte, mas todas as provas são iguais. Todo mundo passa pelo mesmo tipo de prova. Eu tenho que ter esse
Bom, então já sabemos o que é o bem sofrer, já sabemos que a prece é o nosso amparo, é o nosso suporte, mas todas as provas são iguais. Todo mundo passa pelo mesmo tipo de prova. Eu tenho que ter esse comportamento, eu tenho que ter esse entendimento. Para que tipo de prova? para todas, para algumas, para algum tipo, para as maiores, para as que doem mais ou para toda e qualquer prova, toda e qualquer injunção que a vida me traga. Hum. Bom, diz o espírito lá, La Corder, que as provas elas são as provas de natureza, tanto material quanto espiritual. Portanto, pode ser que o meu problema seja uma dificuldade financeira. Pode ser que o meu problema seja a dificuldade de moradia ou de transporte. Pode ser que a minha dificuldade seja conseguir aquela matéria que me falta para fechar o semestre na faculdade. Pode ser conseguir uma vaga no médico que eu quero e tá sempre cheio e eu nunca consigo. coisas materiais, coisas do dia a dia, coisas da convivência prática. Mas pode ser também que a minha dificuldade seja no amar e ser amado, no compreender e ser compreendido, no perdoar e ser perdoado, no tolerar e ser tolerado, no aceitar e ser aceito. Pode ser que a minha dor seja a dor da alma, a dor do coração, não do órgão físico. Não é uma cardiopatia, né? É da alma. Mas tanto faz. É tudo aprendizado. Tudo é aprendizado. Tudo tem uma razão de ser. Hum. Interessante, né? E claro, é sempre proporcional às nossas forças e creiamos as recompensas ou a recompensa será sempre proporcional ao meu empenho na luta. Quanto mais eu me empenho, e isso significa quanto mais eu me resigno, quanto mais eu aceito a minha situação e trabalho de forma positiva para melhorá-la, porque sou eu que vou achar a solução dentro de mim, com o apoio dos outros, com esclarecimento, com ajuda, mas sou eu. Eu é que tenho que me sentir confortável. Eu é que tenho que achar o ponto aonde aquilo faz sentido para mim. Quanto maior o meu esforço, maior a minha recompensa, ou seja, melhor eu vou me sentir, mais feliz eu estarei.
e sentir confortável. Eu é que tenho que achar o ponto aonde aquilo faz sentido para mim. Quanto maior o meu esforço, maior a minha recompensa, ou seja, melhor eu vou me sentir, mais feliz eu estarei. Pelo menos terei compreendido pelo que passei e terei percebido o que eu precisava, se não aprender, pelo menos começar a aprender. Bom, e lembrando uma coisa, né, gente? Se Deus é o bem supremo, nada é maior do que o bem. Logo, as recompensas serão sempre maiores que as aflições. O porvir, o que vem depois, embora a gente não consiga enxergar ou embora possa parecer muito distante, será sempre mais confortador, será maravilhoso em relação ao que no momento nos falta e nos dói na alma ou no corpo. Bom, daí então nessa caminhada que ensejaremos, nessa caminhada que vamos oportunizar ao nosso espírito, no momento de luta, não podemos esquecer de três coisinhas: ser forte e não desistir. É aquilo que a gente falou no início, né, da não desistência, não é uma opção. Então, sejamos fortes. Ah, mas tá doendo. Mas é claro, tá doendo em você, tá doendo em mim, tá doendo em todo mundo. Faz parte. É o esforço. Lembra? Botei a régua mais alta, quero saltar mais alto. Vai doer mais, mas a recompensa vai ser melhor. Então, sejamos fortes. Não desistamos. Sejamos pacientes, gente. Paciência é elemento base para a construção de qualquer coisa. Para qualquer aprendizado há que se ter paciência. Então, sejamos pacientes e oremos. Oremos sempre para termos aquele combustível e a paciência para termos tempo. Tempo para realizar, tempo para plantar e tempo para esperar. A colheita. Paciência conosco, paciência com a vida. Nada de ficar com raiva, nada de se desesperar. Não vai, nunca resolveu coisa alguma, só piora. Então, ao final, La Corder deixa uma um trecho interessante. Ele diz assim, que é como eu gostaria de terminar esse nosso encontro. Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim. É a visão dele da frase de Jesus: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé.
que é como eu gostaria de terminar esse nosso encontro. Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim. É a visão dele da frase de Jesus: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé. ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus. Por quê? Porque terão centuplicada, terão 100 vezes mais a alegria que lhes falta na terra. Porque depois do labor virá o repouso. Então, minhas queridas e meus queridos, que nós guardemos com muita alegria em nosso coração que o bem sofrer é muito valioso para todos nós, para a nossa alma e para o nosso corpo, porque ele é o viver, o experimentar de maneira esperançosa, educativa, é o construir, é o bem lavrar. É a colheita farta, abundante, promissora que vamos encontrar em nossa vida ainda nessa existência ou nas próximas, sempre com o pensamento em Deus de que ele é o nosso pai maior, o bem maior. E toda vez que precisarmos, toda vez que nos sentirmos desamparados, tristes, querendo se desesperar, elevemos o pensamento a esse pai e peçamos ajuda através da prece. E por faral em prece. Então vamos à nossa prece de encerramento. Mestre Jesus, mais uma vez obrigado pela alegria de aqui termos nos encontrado para discutir mais um pouquinho das lições que viestes nos dizer. Obrigado pela dica do bem sofrer para que experimentemos com tranquilidade e com aproveitamento as experiências benéficas, todas elas que a vida nos traz. Dai-nos força, Senhor, para que possamos compreender por nós mesmos a necessidade do amarmo-nos uns aos outros como o Senhor nos amou. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação [música] física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e
ante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.
desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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