Bem aventurados os que têm fechados os olhos, com Francisco Rocha
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Tá. Eh, a IGES, né? a TV Secal de Santa Catarina, a Rádio Deus Conosco de Maceió, a Rádio Nova Luz de Catalão, TV Goiás Espírita. Eh, e hoje, pessoal, a gente vai ter uma palestra, né, com o nosso irmão Francisco, que a gente admira muito, é o nosso, é um trabalhador aqui da nossa casa e ele vai vir com a palestra Bem-aventurados os que têm fechado os olhos, um tema muito importante que eu tenho certeza que vai agregar muito em nossas vidas. Então, gostaria de chamar aqui, ah, primeiro fazer a oração, né, pra gente começar da forma correta. Vamos fechar os nossos olhos, vamos elevar os nossos pensamentos até o mestre Jesus, esse mestre de amor, que é o benfeitor da nossa casa espírita, rogando as suas bênçãos sobre cada um de nós. que o seu poder e sua glória resplandeça em nosso ser, para que possamos, nesses dias difíceis que a humanidade está passando, né, que possamos ter forças para trilhar o caminho reto, né, tentar passar pela porta estreita para podermos um dia sermos merecedores da oportunidade de construir o reino de Deus em nossos corações. Por isso, damos início ao aos trabalhos de hoje aqui em nosso lar de Jesus. Que assim seja. Vamos chamar aqui à frente o nosso companheiro, nosso irmão Francisco para as palavras de hoje. Muito boa noite, meus irmãos e minhas irmãs. É nosso desejo mais profundo que todos vocês que aqui vieram nesse lar de Jesus e mesmo aqueles que nos acompanham por vias virtuais possam receber de acordo com a lei do mérito e demérito aquilo que viemos buscar na noite de hoje. Bem-aventurados os que têm fechado os olhos. Esse título está então na conta das bem-aventuranças, mas aliás, como é que a doutrina espírita trata essas bem-aventuranças? Em consultando o evangelho segundo o espiritismo, dá para perceber a inteligência aguçada do codificador em organizar esse livro que é o mais importante para os corações de qualquer ser humano vivente nessa terra. Porque ele não começa no Evangelho Segundo Espiritismo desnudando as falas do Cristo, não. Ele
organizar esse livro que é o mais importante para os corações de qualquer ser humano vivente nessa terra. Porque ele não começa no Evangelho Segundo Espiritismo desnudando as falas do Cristo, não. Ele faz nos quatro primeiro primeiros capítulos uma espécie de preparação. preparação para que possa se entender o tom daquela obra, para que possa se entender qual que seria o viés filosófico que seria utilizado, quais seriam os baloartes da humanidade aos quais nós deveríamos nos basear para poder entender o evangelho segundo a opinião dos espíritos. É apenas nos capítulos 5 a 10, que vem o que a gente pode chamar dentro desse livro, o creme de la creme, de toda a filosofia, a religião cristã, segundo inclusive o próprio Mahatmand, é que vem as bem-aventuranças mencionamos o líder hindu, não à toa, né? um líder político, religioso, auxiliou aquele povo todo eh em sair do julgo inglês, simplesmente traçando pela paz de todos eles, os movimentos pela paz do daí o título Mahatma, que vem de grande espírito, grande alma, ele mesmo teria nos dito que se perdesse, portanto, qualquer livro da humanidade já feita até o momento, restando-se apenas o sermão do monte, já era suficiente. Nada estaria de fato perdido. E Kardec resgata nesses cinco capítulos, do 5to ao 10º, o sermão da montanha. Mas o sermão da montanha, ele acaba nos trazendo dentro das suas bem-aventuranças alguns desafios. E eu diria para vocês alguns desafios inclusive de compreensão do sermão do monte. E não se sintam mal se em algum momento se deparando com essas falas do Cristo você tinha tenha sentido algum embaraço. Pessoas no passado, baloartes do Espiritismo brasileiro, também sentiram a mesma coisa que vocês eventualmente possam ter sentido a respeito. Um um exemplo é exatamente o educador Eurípedes Bassanuf. O educador da cidade de Sacramento, ele teria sido em sua juventude coroinha, portanto, iniciado, como era natural paraa maioria daquela população, dentro dos saberes católicos, acabou por se formar e
O educador da cidade de Sacramento, ele teria sido em sua juventude coroinha, portanto, iniciado, como era natural paraa maioria daquela população, dentro dos saberes católicos, acabou por se formar e constituiu o liceu em sacramento, escola que seria uma escola de referência. sacramento. E ele mesmo dizia que nunca entendeu direito as bem-aventuranças. Porque como assim, bem-aventurados os aflitos? Como é que pode a aflição trazer boa aventura, trazer felicidade, trazer contentamento? Estou eu sofrendo? Que sentido faz isso? A perplexidade de Eurípedes continuava mesmo enquanto católico, mesmo enquanto na cidade de Sacramento, uma das pessoas que teriam um dos maiores intelectos, uma referência, não é? mesmo sendo ele uma pessoa boníssima, foi ele, não sei se vocês sabem, que engendrou a campanha do Kilo, que muitos outros centros espíritas realizam também. O próprio Liceu que ele fontou tinha vários trabalhos de beneverência para várias pessoas. E ele tinha esse tio que não seguia o catolicismo. Na verdade, ele era votado voltado para uma religião que até aquela época era extremamente malquista. o espiritismo. Mas houve essa noite em que os dois puderam ficar conversando alongadamente. O tio não tinha o cabedal de experiência, o cabedal catedrático de de um de um eh eh de alguém que tinha feito um curso superior, como o sobrinho fez. E aí resolveu, ao invés de continuar aquele debate filosófico, religioso, dar-lhe um livro, o livro Depois da Morte de Leon Deni. Nósemos, né, obviamente o nosso inglês, o nosso inglês, nosso francês extremamente enferrujado, Leon Deni, mas escreve-se Denis aqui, não é? Na França a gente não coloca não, não, não fala o S ao final. Eu tô insistindo nessa questão por conta de outra personagem que falaremos. Então, ele recebeu em suas mãos esse livro, leu o livro e ficou algo impressionado, como se desnudasse uma cortina que Dantes ele não conseguia ver através. E ele foi convidado finalmente para poder conhecer aquela doutrina, porque além do tio, alguns
ivro e ficou algo impressionado, como se desnudasse uma cortina que Dantes ele não conseguia ver através. E ele foi convidado finalmente para poder conhecer aquela doutrina, porque além do tio, alguns outros familiares também estavam, não é, professando aquela doutrina. Ele foi então num centro espírita eh eh extremamente humilde nas cercanias da cidade de Sacramento para poder ver a sua primeira sessão mediúnica. Assim como teria acontecido com o próprio Kardec, ele também estava cético, gostou do que havia lido, mas para ele não fazia sentido aquele tipo de fenômeno. Eis que ele lança mentalmente um desafio. Enquanto estava acontecendo a reunião mediúnica e ele, um tanto quanto separado na posição de observador, lança o seguinte desafio: "Só acreditarei no que está se passando aqui se o próprio João Evangelista vier aqui e me explicar as bem-aventuranças". Bom, obviamente esse desafio mental partiu de um espírito como Eurípedes. Se fosse um desafio partido de um espírito como eu, certamente ficaria eu a ver navios. Mas ele sim tinha o merecimento e a necessidade do despertar através de um médium chamado Aristides, que como se fala no interior, era tão analfabeto que só saberia escrever o o se ele contornasse o fundo de uma garrafa. Veio um espírito dizendo-se João, e começou ali fazer uma preleção de extrema profundidade a respeito das bem-aventuranças do Cristo. Daí para diante, Euíedes não pôde ter mais nenhuma dúvida. foi realmente um dos grandes baloartes e se rendeu não só a compreensão das bem-aventuranças, mas a doutrina consoladora. Estou lhes contando isso porque o capítulo de hoje é o capítulo 8 que fala: "Bem-aventurados os puros de coração." Só que enxertado dentro do capítulo tem uma sessão final que coloca uma bemaventurança dentro de outra. Que é essa? Bem-aventurados que têm os olhos fechados. Ora, Jesus nunca havia haveria de ter dito disso. Nunca falou: "Bem-aventurados que est olhos fechados". Então, por que que Kardec inseriu exatamente essa
a? Bem-aventurados que têm os olhos fechados. Ora, Jesus nunca havia haveria de ter dito disso. Nunca falou: "Bem-aventurados que est olhos fechados". Então, por que que Kardec inseriu exatamente essa comunicação de um espírito para poder falar dessa bem-aventurança apócrifa que estamos mencionando aqui para vocês? Veja o que se passava. A época de Kardec, lembremo-nos que a época do auge do positivismo francês, a maioria das reuniões mediúnicas acontecia na sociedade parisiense e normalmente elas aconteciam sob demanda. Você sabe aquela história que diz o telefone toca de lá para cá? basicamente de evocação. E dessa vez aconteceu. Membros da sociedade parisiense ali estavam reunidos e existiam alguns convidados. Alguns desses convidados chamaram atenção porque era um paizinho, uma mãezinha e uma criança cega desde o nascimento que estava ali. Disseram eles que queriam ajuda, porque não fazia sentido alguém puro de coração, como eles acreditavam sendo uma criança, sofrer por aquilo tudo. Então, se tivesse algum tipo de remediação, pudesse ela ser trazida através daquela evocação. e resolveram evocar o espírito de Cudadar. A gente lê como fizemos com Leão Denise, Curadars, não é? Mas cura, dar é como eles pronunciam lá em referência à cidade. Vamos tentar entender um pouco desse espírito, porque aí eu acho que a gente vai conseguir ter a chave para entender porque bem-aventurados os que têm olhos fechados. E para poder falar para vocês sobre o espírito de Curadá, eu vou recorrer ao livro de Carlos Bacelli, psicografia dele, ã, do espírito irmão José chamado Vianei Curadá. Sugiro fortemente a leitura porque ela é no mínimo inspiradora para poder compreender quantas almas como Curadá passaram por esse planeta ao nosso socorro por conta da misericórdia divina. No livro, então, menciona-se a origem extremamente humilde dessa pessoa. Ela morava a numa tribo, em vilarejo, não era nenhuma cidade da França que ficava coisa de 13 km de Lon, onde nasceu inclusive Allan Kardec.
ão, menciona-se a origem extremamente humilde dessa pessoa. Ela morava a numa tribo, em vilarejo, não era nenhuma cidade da França que ficava coisa de 13 km de Lon, onde nasceu inclusive Allan Kardec. E ela sempre teve de si para consigo uma vocação sacerdotal. Mas esse vilarejo era tão peculiar que eles nem francês falaram, falavam lá. Eles tinham um dialeto próprio. Motivo esse de que quando o Curadá ingressou na escola sendo extremamente criticado pelos coleguinhas. Tá aqui conosco, nem francês fala, quer ser padre, mas não consegue falar nenhum latim porque era necessário, não é, fazer as as missas em latim àquela época. Aliás, aqui no Brasil, há não muito tempo atrás. também havia essa necessidade, né? O pároco deveria então rezar falando em latim e de costas para para as pessoas que estavam recebendo aquele sermão. E Curadá ainda tinha uma outra questão. Ele tinha uma dificuldade muito grande de aprendizagem. Provavelmente essa dificuldade se dava por conta da falta de linguagem que ele parecia naquele momento. Como não sabia nem o latim e nem o francês direito, então ele acabou ficando para trás. Devido a sua fé, que foi reconhecida por aqueles que sabiam que ele poderia sim ingressar dentro dos quadros da Igreja Católica, o mantiveram. Ele foi convidado então para ir paraa cidade de Dá para poder iniciar os seus estudos dentro do catolicismo. E era realmente um homem diferente, porque a medida em que ele fazia o trajeto para a cidade, ele via o tamanho da miséria que havia sido perpetrada, principalmente por conta da revolução francesa no interior daquele país. As pessoas passavam fome, as pessoas tinham frio, lhes faltavam as coisas. No caminho que ele passava, ele deu tudo que ele tinha antes de chegar no seminário. Chegou lá basicamente com as vestes do corpo, mesmo suas chinelas foram entregues aos necessitados naquela ocasião. Quando ele ingressou, tornou-se um cura. Cura. seria aquele nível dentro do catolicismo mais baixo dentre os párocos. não chegou nem a ser padre, mas era
am entregues aos necessitados naquela ocasião. Quando ele ingressou, tornou-se um cura. Cura. seria aquele nível dentro do catolicismo mais baixo dentre os párocos. não chegou nem a ser padre, mas era altamente reverenciado, não só pelo sentimento que ele imprimia dentro de suas pregações ao se lembrar do que Jesus havia falado nas Escrituras, mas também porque ele é um médium poderoso, mesmo sem o saber, haveria Curadá, cujo nome agora É, nós sabemos, não é? João Maria Batista Vianei ou simplesmente Vianei, como colocou Barcell, feito várias curas em nome de Jesus, mas ele ficou realmente famoso pelas curas que fez aqueles que eram cegos. Agora começamos a entender o porquê da evocação. Vamos chamar aqui uma pessoa, um espírito que já havia sido canonizado, aliás, mais tarde foi canonizado por Pio 11, é santo, mas que já era famoso na França por fazer curas de cegos. A evocação, portanto, aconteceu a evocação desse homem que, como conta os biógrafos de Humberto, ele comia duas batatas no almoço e um bolinho simples de tapioca na janta. dormia 3 horas por dia. Parece inclusive com Chico, porque o Chico também dormia pouquíssimo. Ele achava um desperdício do tempo. Dormir 6 horas. Eu, se eu não durmo 10 horas, eu acordo malmorado. Chico, não. 4 horas, 5 horas, no máximo. 6 horas passou da conta. 3 e 4 horas era o comum para Chico, para Vianei 3 horas por conta da má nutrição que ele se impunha queria que sobrasse pros outros por conta do ritmo de trabalho extremamente intenso. Ianei faleceu sofrendo muito, um desencarne muito sofrido, não tinha nem forças para debelar a doença que lhe acometeu. Então, foi esse homem que foi evocado. E eis a surpresa, meus irmãos, porque quando Vianei foi evocado, mesmo se compadecendo muitíssimo daquela criança, ele disse de pronto: "Não posso curá, eu não tenho condições de curar essa criança. Por que que cura dá naquele momento nada pôde fazer? O próprio espiritismo nos explica. Cura dar dentro desse capítulo também o faz. Mas eu
ão posso curá, eu não tenho condições de curar essa criança. Por que que cura dá naquele momento nada pôde fazer? O próprio espiritismo nos explica. Cura dar dentro desse capítulo também o faz. Mas eu gostaria, já que estamos nesse ponto das ilustrações, dar para vocês os exemplos práticos do por não aconteceu com aquela criança, a começar do patrono do espiritismo nesse país. O nosso irmão Bezerra de Menezes, ora, era médico, médico dos pobres. como ele era chamado, tinha potenciais mediúnicos importantes. Trata-se de um espírito de scol que veio para realmente auxiliar Ismael, o grande governador desse país, a implantar de vez por todas o espiritismo aqui no Brasil. E ele com essa mediunidade também, além dos medicamentos que prescrevia, curava as pessoas. Vocês não hão de ver que existia uma criatura que ele não conseguia cura, o filho dele, a ponto dos parentes dizer: "Como assim? Você cura todos e não consegue curar o seu próprio filho o repreendendo. O filho ele padecia de alguns males físicos, mas o que realmente incomodava era o nível de obsessão que aquela criatura passava. simplesmente o deixava trêslocado, o deixava louco em determinados momentos, precisava ser cuidado 24 horas por dia pelos familiares. E mesmo assim, Euripides não pôde fazer, Bezerra de Menezes, perdão, não pôde fazer nada, exceto numa noite em que ele, em prantos pelo filhinho, fez uma prece voltada ao Cristo e o espírito que estava obsediando aquela criatura se manifestou. A prece daquele pai foi tão pungente que o espírito resolveu dar-lhe uma chance, mas disse o seguinte, mesmo na posição espiritual difícil que ele se encontrava, o espírito ainda disse: "Eu vou sair, eu vou dar-lhe o tempo pelo Senhor". Mas as mazelas físicas que ele sofre irão continuar, porque isso faz parte da expiação pela qual ele tem que passar. Meus irmãos, essa é a primeira categoria dos males que nos acometem, que tem difícil conserto dentro da mesma encarnação que você vivencia. Vejam, estamos falando aqui da questão
l ele tem que passar. Meus irmãos, essa é a primeira categoria dos males que nos acometem, que tem difícil conserto dentro da mesma encarnação que você vivencia. Vejam, estamos falando aqui da questão dos olhos, da privação da luz, mas multipliquem-os isso a infinito para as outras mazelas que acometem a todos nós seres humanos. Temos delas várias a elencar e muitas delas não tem o refrigério do necessário por serem mazelas que nós precisamos passar. Em que sentido vem essa necessidade, meus irmãos? Apenas para fazermos uma comparação útil. Comparação essa que fizemos inclusive num curso anterior. As leis da natureza, portanto, as leis divinas, sejam elas morais ou físicas, aí estão, são inderrogáveis. Mesmo Cristo não é capaz de ir contra essas leis, porque são leis perfeitas, são leis feitas para a harmonia do universo. Então, quando você tá numa expiação como essa da cegueira ou da paralisia ou então oligoide ou coisa parecida, elas não estão contigo porque Deus está lhe castigando. Nós espíritas já conseguimos ascensionar o nosso entendimento em compreender que Deus é todo amor e todo justiça. Aquele que é amor infinito e justiça sem fim, não pode simplesmente por capricho eh eh eh castigar a outrem. Isso não é possível. Então, quando acontece essas coisas, acontece simplesmente por conta de uma consequência das leis. Quer ver uma lei? Saímos, por exemplo, eu já vou bater aqui, não é nem a gente sai daqui e eu vou parar ali na rua e um motorista encalto me pega de frente. Me machuco muitíssimo, machuco as pernas, os braços, vou parar no hospital aos cuidados do médico. O médico fará de tudo, passará os medicamentos corretos, o tratamento necessário. Entretanto, precisarei eu, de qualquer forma passar por todas aquelas dificuldades do tratamento, do meu refazimento, se for possível os meus ossos novamente se reconstituírem, a musculatura rasgada conseguir se refazer por lei natural. aconteceu uma colisão. Quando vemos com essa ou aquela mazela, aconteceu-nos uma
se for possível os meus ossos novamente se reconstituírem, a musculatura rasgada conseguir se refazer por lei natural. aconteceu uma colisão. Quando vemos com essa ou aquela mazela, aconteceu-nos uma colisão, só que esta, do ponto de vista eminentemente moral, a ferir o nosso dupletério, a ferir o perespírito. E é ele que através das encarnações seguintes necessita de refazimento ao invés do corpo. Quando está a conta dessas expiações, o milagre, e olha que nós não acreditamos em milagre, ele não pode ser operado. Esse é o primeiro caso, o caso de expiação e ou prova. O próximo caso quem nos dá é o Cristo para poder mostrar porque Curadás não conseguiu fazer o que tinha que fazer. Existe um caso muito famoso nos Evangelhos que narra a cura do cego de Siloé. Então, havia uma fonte chamada de fonte de Suloé, onde ficavam vários mendigos, vários desvalidos, alguns cegos como esse. E esse lá era um tanto quanto famoso, porque embora cometido pela cegueira, era muito clara a sua evidência espiritual. continuava crendo, continuava firme nas crenças judias a respeito de um criador. Nunca mal dizia o que ele passava. Jesus passou por lá com um grupo e, obviamente, também com seus apóstolos. E viu cego a pedir que estivesse com Jesus. Jesus toma de lama, coloca nos olhos do cego e ele se cura, consegue ver a luz novamente. E o curioso é que mais tarde os apóstolos perguntam: "Senhor, ele era cego porque haveria de pecado os pais ou seus ancestrais? Porque os judeus tinham e ainda têm essa crença de que o sofrimento que você agora padece, esse sofrimento inato, isso deve ter vindo de culpa de seus ancestrais. E agora você precisa pagar como se fosse uma transferência de dívida aquilo que eles fizeram. É você agora o bod expiatório para poder pagar isso. Eis que Jesus diz em hipótese alguma, na verdade, ele estava ali para que todos pudéssemos louvar ao nosso Pai que está nos céus e entender sua glória em curá-lo. Obviamente eu parafrasei, mas o Cristo está dizendo aqui para nós
e alguma, na verdade, ele estava ali para que todos pudéssemos louvar ao nosso Pai que está nos céus e entender sua glória em curá-lo. Obviamente eu parafrasei, mas o Cristo está dizendo aqui para nós simplesmente o seguinte: "Não, ele não precisava passar por isso, não. Sabe o que que aconteceu? Ele escolheu como missão para poder auxiliar a anunciação da boa nova, mostrando através desse evento, não é? O poder que não é meu. Jesus é fantástico. Ele sabe colocar exatamente as coisas dizendo da onde é. não é meu, é do meu pai que está nos céus. Então, existem também, meus irmãos, certas categorias de questões que nós vivemos que estão a conta de missão. E muitas vezes essa missão é pros familiares e ou para toda uma comunidade poder experimentar dentro do avanço. Por conta disso, meus irmãos, por conta da lei de causa efeito, por conta da justiça divina, operando naquele momento, ajudando aquela criança, que não poderia estar naquele momento, não é, sem a prova da cegueira, é que Vianei se expressou dessa maneira. Ele sabia, tinha confiança nos desígnios divinos. Mesmo assim, naquela mesma noite de evocação para podermos terminar, Vianei dirige exclusivamente ao final da evocação palavras a criança. E para que eu não possa perder a letra, eu gostaria que vocês ouvissem paraa nossa reflexão. O que curará? Disse pra criança naquele momento. Agora algumas palavras dirigidas a ti, minha pobre sofredora. Espera e tem ânimo. Se eu te disser, minha filha, teus olhos vão abrir-se, quão jubilosa se sentiria? Mas quem sabe se esse júbilo não ocasionaria a tua perda? Vocês se lembram? Se su seus olhos são motivos de escândalo, atiram o fogo. Confia no bom Deus que fez aventura e permite a tristeza. Farei tudo o que me for concedido a teu favor, mas a teu turno ora e ainda mais. Pensa em tudo quanto acabo de dizer-te. Antes que me vá, recebi todos vós que aqui vos achais reunidos a minha bênção. Vianeiadar. Há mais das vezes, meus irmãos, quando estamos passando por nossas próprias
em tudo quanto acabo de dizer-te. Antes que me vá, recebi todos vós que aqui vos achais reunidos a minha bênção. Vianeiadar. Há mais das vezes, meus irmãos, quando estamos passando por nossas próprias lutas acerbas, sejam elas físicas ou espirituais, sejamos capazes de, num momento de sensatez elevarmos os olhos aos céus, pedindo não necessariamente a nossa cura naquele momento, mas forças para podermos suportar. algo que muit das vezes nós mesmos solicitamos que pudesse ser feito. Certamente, nesse caso, todas as leis divinas à disposição da espiritualidade ficarão a nosso favor para que a gente possa continuar a caminhar, nos auxiliando e auxiliando a todas as criaturas que dependem de nós de uma maneira ou de outra. Jesus possa nos dar força sempre, nos abençoar a semana que resta. Que assim seja, meus irmãos. Bem, queridos irmãos, acho que todos ficamos realmente embcidos, né, com com a palestra do nosso irmão Francisco e aqueles que estão chegando no espiritismo, né, é muito importante essa visão, né, que a doutrina nos traz, né, os milagres, né, que todos querem, quem não quer um milagre, né, é claro que todos querem. Eles existem, existem, mas não da forma como se imagina, porque existem antecedentes nossos que só a reencarnação explica. Então, a beleza da doutrina está exatamente aí. Aquelas palavras que Jesus utilizou, agora a gente as compreende na inteireza, como essa de arranca, se os seus olhos forem motivo de escândalo, arranca-o para longe de ti. Então, muitas vezes, quando não é um um pedido, como esse caso que o nosso irmão Francisco disse, né, um pedido de missão daquela alma, muitas vezes a pessoa vem porque o olho dele foi o objeto de escândalo em outras vidas. Aí ele pede, ele pede para vir com aquela deficiência. Então, muitas vezes aquelas dificuldades que nós passamos aqui, nós estamos curando a nossa alma. Jesus não veio para salvar corpos. Se fosse assim, ele salvaria o próprio, né? Ele veio para salvar almas, porque nós somos espíritos eternos. Então, a terra é só
ui, nós estamos curando a nossa alma. Jesus não veio para salvar corpos. Se fosse assim, ele salvaria o próprio, né? Ele veio para salvar almas, porque nós somos espíritos eternos. Então, a terra é só uma passagem, tá? Estamos aqui apenas por um momento e neste momento nós temos que aproveitar essa doutrina tão linda, né, Francisco, que nos faz entender tudo isso e passar com resignação, com coragem, com fé, tá? Porque aí sim a gente sabe que aquilo ali é uma necessidade pro nosso espírito. Então vamos ter coragem, fé, força pra gente vencer aquilo, porque a verdadeira libertação é a libertação da alma e não do corpo, né? Então é isso que a doutrina veio para esclarecer para todos nós, para que a gente eh não é à toa que é chamado consolador prometido, né? Ele veio para consolar. Da mesma forma que Jesus falou, né? Vinde a mim, todos vós estais cansados, sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Ele não falou que vou fazer milagre, não. Ele falou: "Eu vos aliviarei". E o Espiritismo vem na promessa de Jesus para consolar. E como é consolador, né? A gente poder ter explicação paraas nossas dores, paraas nossas dificuldades e saber que são temporárias, né? que logo passaremos por elas e seremos espíritos muitos felizes, que a felicidade aguarda todos nós. Tá bom? Então vamos paraa nossa prece final, né? Vamos agradecer mais uma vez por esta essa oportunidade que tivemos na noite de hoje de refletir sobre essa importante lição. Ó mestre amado, ó espíritos amigos que aqui estão e trabalham em benefício de todos nós, nós queremos mais uma vez agradecer por todo o amparo, por todo o carinho, por todas as luzes que são derramadas sobre nós, sobre este auditório, para todos os nossos irmãos encarnados e desencarnados que buscam a ti, ó mestre querido, para o consolo, para o amparo, para aliviar de suas dores, suas dificuldades. Muito obrigado, meu Senhor Jesus, por tudo que o Senhor nos deixou, por suas mensagens de sabedoria infinita e por este consolador prometido, Senhor,
ro, para aliviar de suas dores, suas dificuldades. Muito obrigado, meu Senhor Jesus, por tudo que o Senhor nos deixou, por suas mensagens de sabedoria infinita e por este consolador prometido, Senhor, que nos faz agora entender a beleza e a magnanimidade de suas leis eternas. Que possamos, Senhor, utilizar a nossa vida, a nossa atual encarnação para transformar o nosso espírito segundo a tua vontade. Muito obrigado, mestre querido, pelo dom da vida, por aqui estarmos, pelo tudo de bom que nos acontece, mas também pelas dificuldades que nos ensinam, que nos elevam. Que a tua paz e o teu amor nos guarde e nos ampare hoje, agora e sempre. Que assim seja. Uma boa noite a todos. Nós vamos então passar pro passe, chamando os nossos irmãos para nossa cabine, por favor.
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