Os infortúnios ocultos

TV Goiás Espírita 01/08/2025 (há 8 meses) 1:10:23 3 visualizações

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Transcrição

Quando estou só sentindo-me cansada, preocupações. perturbam o meu coração. Então me acalmo, espero em silêncio Jesus chegar e sentar-se junto a mim. Neste momento tudo se transforma. Me sinto forte ao lado dessa luz. É tanto amor, com fui e esperança. Então me rendo aos braços de Jesus. Ele me leva sobre as montanhas, me faz andar sobre mais tempestades. Estou seguro, não vou mais desistir. Jesus me ama mais o que eu posso ser. Neste momento tudo se transforma. Me sinto forte ao lado dessa luz. É tanto amor e esperança. Então me rendo aos braços de Jesus. Ele me leva sobe as montanhas. Me faz andar sobre várias tempestades. Estou seguro, não vou mais desistir. E Jesus me ama mais o que eu posso ser. Jesus me ama. Mais o que eu posso ser? aqui não Eh Jesus no silêncio para si meus irmãos a ti pedem paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxulgai nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença. Envolver nossos corações. Por isso vem Jesus. Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos a ti pedem paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença envolver nossos corações. Por isso vem, Jesus e ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a guerra e caminharmos juntos uma luz e ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a terra e caminharmos juntos com valor. Oh. Reunidos em nome do Senhor, em um só pensamento e coração, desligados lá do exterior. Neste tempo de fé e oração, procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do além pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para prática bem. Elevemos ao mestre uma prece, implorando amparo e proteção. Por aqueles que laboram nesta messe procurando a regeneração. Podemos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do além, pelas unas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Boa noite a todos, sejam muito bem-vindos. Boa noite. Boa noite aos nossos queridos

em sintonia com os nossos mensageiros do além, pelas unas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Boa noite a todos, sejam muito bem-vindos. Boa noite. Boa noite aos nossos queridos irmãos internautas que estão também aqui conosco, nos assistindo. Queria agradecer o Adones e a Emily, né, por essas músicas lindas, essa voz de anjo que a Emily tem, né, que em harmonia com o pai dela encantam a gente, encantam os nossos corações. Obrigada, viu? Bom, vamos aos nossos avisos. Hoje, como vocês perceberam, o armário de luz está fechado, mas semana que vem ele volta às atividades normais e no domingo nós também já teremos o armário de luz. Então, quem vier na reunião pública de domingo vai encontrar o armário de luz aberto. Quem quiser trazer também roupas, aquelas roupas que estão em bom estado, mas que a gente já não usa mais, né? e dar uma segunda chance às roupas, elas serão muito bem-vindas aqui no armário de luz, tá? Queríamos agradecer também a doação de vocês paraa obra do berço. Então, sempre que lembrarem, eh, fraldas PP, sabonete, a banheira, tudo que vocês trouxerem é importante pra gente montar esse enxoval para essas futuras mamães e esses nossos queridos irmãos que irão encarnar. Temos também a cesta solidária. E aí esse Qode que tá na frente da cadeira de vocês, vocês podem fazer a doação tanto paraa Casa Espírita Estudantes do Evangelho, essa casa que é nossa, que nos acolhe, que tem funcionário, que tem ar condicionado, que tem luz e que precisa do nosso cuidado. Então, pra casa espírita, a quantia que vocês puderem, quiserem doar, será super importante. Pra cesta básica, é a quantia de R$ 70 e múltiplo de 70, que aí a gente consegue identificar que é pra cesta solidária. e o caldo que aquece, que é outra obra voluntária também da casa e que acontece todas as segundas-feiras, no qual é os voluntários levam caldos, estão levando pro SEMAS, que é um abrigo da prefeitura. lá normalmente atende de 50, 60, já atendemos até 70 pessoas no SEMAS

acontece todas as segundas-feiras, no qual é os voluntários levam caldos, estão levando pro SEMAS, que é um abrigo da prefeitura. lá normalmente atende de 50, 60, já atendemos até 70 pessoas no SEMAS e também num local perto do Dergo, aonde a gente também tem socorrido aí os irmãos que estão em situação de vulnerabilidade na rua. Um outro aviso super importante é o retorno dos estudos ESD, EAD e também os seminários que vão começar semana que vem. Então, quem quiser fazer parte ou quem estiver curioso, tem a página também da Casa Espírita Estudantes do Evangelho no Instagram. E a gente tem também um quadro de aviso aqui no qual todas as obras da casa, tudo que a casa oferece pra gente está lá pra gente ver e pra gente participar, que é nossa, tá? Então, convido vocês também a dar uma olhada no nosso painel que a gente tem ali, tá? Quem tá vindo na casa pela primeira vez? Sejam muito bem-vindas, viu? Olha, a gente sempre tem os voluntários. Nós estamos com a camiseta ou com crachá, qualquer coisa que vocês precisarem, qualquer coisa. Quem já é da casa, muitas vezes a gente frequenta a casa e não sabe o horário, quer participar de outra forma, né? Tem tanta coisa que a casa oferece pra gente e muitas vezes a gente não sabe. Então nós estamos aqui para ajudar vocês, tá? e construir essa casa de estudo, essa casa de amor juntos. Então, nós estamos aqui à disposição, tá bom? Bom, nós vamos sortear um livro agora. O livro hoje sorteado é A Hora do Espelho do Juliano Fagundes. O Juliano ele é trabalhador da casa, goiano, escritor, tem várias obras, uma pessoa super querida aqui da nossa casa. Um livro que vale a pena, se vocês quiserem, quem não for, né, contemplado com o livro que nós vamos sortear agora, mas se quiserem comprar o livro do Juliano, a livraria da FEGO vai estar aberta até no final da nossa palestra, da nossa reunião pública. Você pode adquirir o livro lá em muitas outras obras, tá? na casa, né, na nossa livraria. Esse livro em particular do Juliano, ele está com um

até no final da nossa palestra, da nossa reunião pública. Você pode adquirir o livro lá em muitas outras obras, tá? na casa, né, na nossa livraria. Esse livro em particular do Juliano, ele está com um preço bem convidativo. Então, vão lá, deê uma olhada e é uma literatura maravilhosa. Bom, vou fazer sorteio do livro agora, número 25. 25. Tem também a pomadinha do vovô Pedro, tá? Vamos à nossa leitura da noite. O livro de hoje é vinha de luz Francisco Cândigo de Xaviel pelo espírito Emanuel. De ânimo forte, porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, amor e moderação. Paulo, segundo Timóteo, capítulo 1, versículo 7. Não faltam recursos de trabalho espiritual a todo irmão que deseje reerguer-se, aprimorar-se, elevar-se. Lacunas e necessidades, problemas e obstáculos desafiam o espírito de serviço dos companheiros de fé em toda parte. A ignorância pelas pela pede de instrutores, a dor reclama enfermeiros. O desespero suplica orientadores, onde, porém, os que procuram abraçar o trabalho por amor de servir. Com raras exceções, observamos na maioria das vezes a folga, o pretexto, o retratamento. Aqui a temor de responsabilidade, ali, receios da crítica. Aculá, pavor de iniciativa em benefício de todos. Como poderá o artista fazer ouvir a beleza da melodia e se lhe foge o instrumento? Nesse caso, temos em Jesus o artista divino e em nós outros, encarnados e desencarnados os instrumentos dele para a eterna melodia do bem no mundo. Se algemamos o coração ao medo de trabalhar em benefício coletivo, como encontrar serviço feito que tranquilize e ajude a nós mesmos? Como recolher felicidade que não semeamos ou amealhar dons de que nos afastamos suspeitosos? Onde esteja a possibilidade de sermos úteis, avancemos de ânimo forte para a frente, construindo bem, ainda que refrontados pela ironia, pela frieza ou pela ingratidão. Porque conforme a palavra iluminada do apóstolo aos gentios, Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, amor e moderação. Agora vamos fechar os nossos olhos,

la frieza ou pela ingratidão. Porque conforme a palavra iluminada do apóstolo aos gentios, Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, amor e moderação. Agora vamos fechar os nossos olhos, vamos serenar os nossos corações, procurar uma postura confortável na nossa cadeira, respirar fundo, soltar o ar, trazer a mensagem acolhedora para os nossos corações que nós acabamos de ouvir agora. Se Jesus misericordioso estivesse nesse momento presente entre nós, ele nos diria: "Filhos, filhos queridos, não temam. Eu estarei sempre com vocês. Se hoje é um dia não tema, pois o sol nasce amanhã. Estarei sempre com vocês. E hoje é uma dia de bênçãos, porque hoje você teve uma boa notícia, porque hoje você recebeu uma notícia que está curado de um câncer, porque hoje você recebeu uma notícia que vai sair do hospital, porque hoje você recebeu uma notícia que um filho está voltando para casa. No ruim, no desafiador e no bom, eu estarei sempre ao lado de vocês. Filhos amados, irmãos queridos, não temam, porque vocês nunca estão sozinhos. Nunca Jesus nos abandona em nenhum momento. Então, com gratidão no coração, todos nós vamos trazer a imagem do Mestre Jesus. em momento de gratidão, agradecer pelo desafio que nos faz lutar, que é uma oportunidade pro nosso crescimento espiritual. Gratidão pelas bênçãos que todos os dias aparecem em nossas vidas. Gratidão por essa casa que nos acolhe, que onde estudamos, nos equilibramos, vibramos juntos em prol de algo maior e melhor que nos ajuda a caminhar, que nos ajuda em todos os momentos. Vamos vibrar também em gratidão pro nosso palestrante da noite, para que suas palavras sejam como um bálsamo, não só os nossos ouvidos, mas que também acalentem o nosso coração. E que ao sair daqui possamos colocar em prática todos os ensinamentos que aprendemos, não só aqui na casa espírita, mas com tudo que o evangelho e todas as obras espíritas estão aí para nos ensinar e esse caminhar nessa jornada, para que possamos nos transformar em espíritos puros. Que assim seja.

na casa espírita, mas com tudo que o evangelho e todas as obras espíritas estão aí para nos ensinar e esse caminhar nessa jornada, para que possamos nos transformar em espíritos puros. Que assim seja. Agora vamos convidar o palestrante da noite, Eduardo Vieira, vice-presidente da Federação Espírita de Goiás, palestrante espírita. E hoje o tema será o capítulo 13, os infortúnios ocultos. Seja muito bem-vinda, Eduardo. Uma boa noite a todas, a todos. Eu confesso que eu ouvi só os espíritos, viu, gente? Boa noite. Boa noite. Agora os encarnados, né? Muito bem. Inicialmente gostaríamos de agradecer a coordenação, direção dos trabalhos aqui da casa pelo convite que nos formulou para que aqui estivéssemos. Sempre uma alegria renovada participarmos das atividades aqui da reunião pública no estudantes do Evangelho na nossa Federação Espírita. Como a nossa irmã nos disse, o tema programado para reflexão da noite está ali no capítulo 13º ou capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, infortúnios ocultos. Antes da gente adentrar no tema propriamente dito, aproveitando aqui o ensejo, fazer o convite às irmãs, os irmãos para o nosso Congresso Espírita do Estado de Goiás, que vai acontecer o ano que vem, eh, no período do carnaval. As inscrições já estão abertas, quem tiver interesse pode buscar aí pela internet ou na nossa livraria. O pessoal também tem todas as informações. Vai ser um momento de grande aprendizado, momento de fraternidade entre a família espírita, todos aqueles que se interessam o estudo, na prática, a vivência do espiritismo. Então fica o convite, né, para o Congresso Espírita do ano que vem. E nos foi dito também que a obra, a hora do espelho está disponível na nossa livraria. Nós vamos tratar de um tema que de certa forma repercute na obra A hora do espelho, né? O espelho é aquele instrumento que reflete a nós mesmos, mas o livro é um convite não para o espelho que nos possibilita enxergar a nossa argamassa celular, vamos dizer assim, né? A nossa estrutura

é? O espelho é aquele instrumento que reflete a nós mesmos, mas o livro é um convite não para o espelho que nos possibilita enxergar a nossa argamassa celular, vamos dizer assim, né? A nossa estrutura física, biológica, perceptível aos nossos olhos. Mas a hora do espelho é um convite para que olhemos para dentro, né, com os olhos da alma. Fica também a sugestão aí de leitura. Pois bem, Kardec no capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, ele trouxe aqui duas passagens anotadas por Mateus, que nós pedimos licença para a leitura do original, até para reforçar o hábito em nós de buscarmos ali na fonte às informações. É judicioso que nos dias atuais nós no nos dediquemos, né, ao estudo, à reflexão e aí principalmente buscando na fonte pela força das redes sociais, da comunicação presente em nossas mãos nas telas, a gente se habitua muito a assistir palestras, né, vídeos, enfim, mas nos parece que o hábito de buscar ali na obra, na fonte a informação e desenvolver uma reflexão sobre ainda é um dos mecanismos mais eficazes, né, pro nosso aprimoramento. E dentro da didática de Kardec, que nós já conhecemos, ele pinça ali nos Evangelhos, algumas das vezes, passagens anotadas por mais de um dos evangelistas, ele teste um comentário e depois ele abre a palavra pros espíritos. No que o Evangelho Segundo o Espiritismo ele denominou chamar de instruções dos espíritos. Dos 27 capítulos, o 28º é a coletânia de preces, salvo engano, três ou quatro capítulos tão somente Kardecos Espíritos, ele mesmo faz o comentário. Existe um capítulo muito peculiar no Evangelho que é aquele Os trabalhadores da última hora, em que Kardec é o único capítulo do Evangelho que ele não comenta, ele faz o destaque e já abre a palavra para os espíritos. nos parece que talvez se colocando também na condição de trabalhador da última hora e então declinou de fazer algum tipo de comentário. Mas enfim, neste capítulo 13, Kardec anota duas passagens ou traz duas passagens anotadas por Mateus. A primeira delas lá no capítulo sexto,

ma hora e então declinou de fazer algum tipo de comentário. Mas enfim, neste capítulo 13, Kardec anota duas passagens ou traz duas passagens anotadas por Mateus. A primeira delas lá no capítulo sexto, onde se lê: "Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens para serem vistas, pois do contrário, não recebereis recompensa de vosso pai que estás nos céus. Assim, quando derdes esmola, não trombeteeis. Ou seja, não alardeis, né? Como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas para serem louvados pelos homens. Digo-vos em verdade que eles já receberam sua recompensa. Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita, a fim de que a esmola fique em segredo. E vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompense. Inclusive, este é o título, né, do capítulo 13. não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. E aí no item quatro a reflexão é sobre os infortúnios ocultos, o nosso tema de reflexão da noite. Aqui no Evangelho, nós já conhecemos, recordando, obviamente, existe esse destaque de uma passagem neste subíem em que uma senhora que goza de posses, de facilidades de acesso a bens materiais, convida, leva a sua filha com ela para a visita a um lar de uma senhora que também tem outros os seus filhos, outros filhos. O marido está no hospital e ela então vai ali num ato de caridade, no período mais tranquilo para que não fosse vista, com roupas mais simples para que às vezes não viesse a ofender aquela que seria por ela assistida. Não só o trage simples, mas a linguagem também e a forma de se comunicar. Ela atende aquela senhora e o que fica da lição é que ela leva a filha para que ela então aprenda também, né, no exercício da caridade atender a estes a estes infortúnios ocultos. O que nos chama a atenção é o encerramento final aqui deste subitem, quando se diz: "Em casa, ela é uma mulher do mundo, porque a sua posição o exige. Ignoram, porém, o que faz, porque ela não deseja outra aprovação além da de Deus e da sua própria

aqui deste subitem, quando se diz: "Em casa, ela é uma mulher do mundo, porque a sua posição o exige. Ignoram, porém, o que faz, porque ela não deseja outra aprovação além da de Deus e da sua própria consciência. Certo dia, no entanto, imprevista imprevista circunstância, leva-lhe à casa uma de suas protegidas, que andava a vender trabalhos executados por suas mãos. esta última ao vê-la, ou seja, como ela era dada a atender esses infortúnios ocultos, numa certa oportunidade, ela recebe em sua própria casa uma das assistidas e que estava a vender ali coisas por ela mesmo manufaturadas. E aí esta última, ao vê-la, ou seja, a mulher que vendia essas coisas para também garantir o seu sustento, ao vê-la, reconheceu nela a sua benfeitora. Silêncio, ordena-lhe a senhora: "Não o digas a ninguém", falava assim Jesus. Então, esta é a passagem. E se nós formos observar, nós vamos identificar com facilidade aqui o exercício da caridade sem ostentação, sem o palanque, né, sem os holofotes. Infelizmente, em grande parte, ainda hoje, na atualidade, muitos buscam o exercício da prática do bem, mas tão somente naquelas ocasiões em que isso gera certa visibilidade. E muitos ainda existem que pregam esse bem supranasal, né? dizem que irão fazer, fazem promessas e a gente vê aí os discursos, né, político-religosos com promessas e promessas que da própria face daqueles que os proferem já denotam a impossibilidade de cumpri-os, o que é mais grave ainda, né? Mas o certo aqui é que se está diante da busca do exercício da caridade para assistir materialmente aqueles que precisam sem a ostentação, no silêncio, nos refolhos da própria alma, da própria consciência e na sintonia com o criador, até porque é da nossa natureza, né? Somos cocriadores com o criador. Mas existe também, ampliando essa reflexão, outros infortúnios que também são ocultos, mas não ocultos aos olhos da sociedade do ponto de vista material. são as chamadas dores da alma, que muitas das vezes as pessoas se apresentam com um sorriso às vezes até

nios que também são ocultos, mas não ocultos aos olhos da sociedade do ponto de vista material. são as chamadas dores da alma, que muitas das vezes as pessoas se apresentam com um sorriso às vezes até pálido nos lábios, um semblante até de tranquilidade, mas no íntimo da alma o espírito sangra. Também podemos considerar estas situações como infortúnios ocultos. E se formos identificar no nosso tecido social, nas nossas relações, inúmeras ou inúmeros de fatos são os infortúnios. O mundo ainda é de expiações e provas ou em transição para o mundo de regeneração. E como nos diz Santo Agostinho ainda no Evangelho, o mundo se caracteriza principalmente pela condição de seus próprios habitantes. Então, se queremos um mundo regenerado, precisamos cada um fazer a sua parte. O mundo será regenerado quando as criaturas, os habitantes do planeta Terra forem criaturas regeneradas. É um processo natural. Não serão cataclismas, eh, situações extras ou aquelas que nós esperamos ao tal. da divindade para resolução desses infortúnios, dos nossos problemas, desafios, enfim, não é no dia a dia, segundo a segundo, cada um buscando o seu aprimoramento, a sua evolução espiritual. Existe um pensador francês, André Conte, e o que nos chama atenção é que é um filósofo materialista francês. Ele escreveu um livro intitulado O capitalismo é moral. Obviamente que não é objeto de reflexão, de estudo nosso, as questões que ele traz no campo da reflexão de sistemas, né, de organização social. Mas há ali nesta obra uma reflexão bastante interessante e que nos chama a atenção, porque ele revela ali nas suas reflexões, nos seus estudos, três gerações. Ele nos diz assim que pelos ídos das décadas de 50, 60, é possível nós identificarmos uma geração e ele a denomina como a geração política. Segundo ele, esta geração tinha os seus ídolos, como, por exemplo, General Deado, Stalin e outras lideranças de outro lado. E para essa geração dita política existia uma questão posta, ou seja, o que que era certo e o que que era

ha os seus ídolos, como, por exemplo, General Deado, Stalin e outras lideranças de outro lado. E para essa geração dita política existia uma questão posta, ou seja, o que que era certo e o que que era errado. Se nós lográssemos enquanto sociedade no planeta, a resposta satisfatória para esta questão posta, nós teríamos a solução dos nossos problemas em sociedade. O que é o certo? o que é o errado. Mas ele prossegue no seu estudo e nos diz que uma outra geração veio sucedendo essa dita geração política, não como um divisor de águas, até porque a natureza não dá saltos, mas ele nos diz de uma dita geração pelos ídos da década de 70, 80, a dita geração moral ou altruísta que seja. E para essa geração também existiam os seus ídolos, como por exemplo a BPR em França, que se dedicava às causas sociais, a atender os ditos excluídos da sociedade, trabalhos de benemerência. Essa dita sociedade moral tinha uma preocupação também, uma questão posta. E qual seria? Segundo ele, a questão posta era se saber o que que é o bem e o que que é o mal. Se nós lográssemos então enquanto sociedade uma resposta satisfatória para esta questão, também nós resolveríamos todos os problemas da nossa sociedade. E aqui nós estamos falando de infortúnios, né, ainda que ocultos. Mas ele vai no estudo dizendo ainda que para além da sociedade desculpa, da geração política, o que é certo, o que é errado, a geração moral, o que que é o bem e o que que é o mal, surge então pelos dias da década de 90, os anos 2000, chegando próximo das nossas gerações. Uma outra que ele a denomina como sendo a geração. E aí que é curioso, um filósofo francês, nós sabemos do perfil dos nossos irmãos franceses, e ainda materialista. E ele diz assim: "Essa geração que aí está é a geração espiritual, quase que uma dicotomia, né? um contrassenso. E ele coloca com clareza, dizendo-nos que essa geração espiritual, ela também tem os seus ídolos, né? Ele fala dos dalais lamas, ele fala das lideranças no campo, né, do sacerdócio,

? um contrassenso. E ele coloca com clareza, dizendo-nos que essa geração espiritual, ela também tem os seus ídolos, né? Ele fala dos dalais lamas, ele fala das lideranças no campo, né, do sacerdócio, da filosofia. Criaturas que querem trazer para a humanidade uma visão transpessoal, parapsicológica, vamos dizer, espiritual. Se fôssemos, é óbvio, dizer, poderíamos colocar também nesse rol Francisco Cândio Xavier, Ivone Pereira do Amaral, Divaldo Pereira Franco, que também se dedicaram, porque qual é a questão posta para essa geração dita espiritual? Se para primeira o que que era certo ou errado, a primeira no sentido do estudo, geração política. Se paraa segunda geração moral, ela se identificar, responder o que que seria o bem ou mal, para essa geração espiritual, a questão posta é a seguinte: qual o sentido da vida? Qual o sentido da vida? Porque se existem infortúnios, por certo existem leis que regem todo o equilíbrio do universo, inclusive o nosso universo íntimo. E essas leis, partindo do criador são perfeitas. E se existem infortúnios, são frutos do processo de aprendizado das próprias criaturas, dos espíritos de Deus. Interessante é que se formos buscar respostas para esta questão posta, qual é o sentido da vida, nós identificamos quatro grande obras, como ditas, sagradas da humanidade, que trazem essa ideia da espiritualidade, da transcendência. Podemos citar sem desmerecer outras que também t o seu valor, mas em grande parte, pensando em grandes núcleos de pessoas, nós temos o bagavagita ou guitar que orienta os nossos irmãos indianos. Nó nós temos o tauteting que orienta os nossos irmãos chineses. Se somarmos os chineses aos indianos, quase metade da população do planeta, muitos nem conhecem a Bíblia, temos o Corão ou alcorão, obra sagrada dos nossos irmãos muçulmanos e orientando grande parte do mundo ocidental a Bíblia, obviamente contendo ali os evangelhos, o mundo cristão. Se formos buscar essas obras e já o fizemos em algumas oportunidades, a Bíblia acho que umas cinco ou seis

de parte do mundo ocidental a Bíblia, obviamente contendo ali os evangelhos, o mundo cristão. Se formos buscar essas obras e já o fizemos em algumas oportunidades, a Bíblia acho que umas cinco ou seis vezes, capa a capa, a gente vai percebendo que a essência do que se quer dizer é quase que praticamente a mesma. Existe uma linha orientadora colocada a serviço da humanidade, independente da posição geográfica, da cultura, da língua. Porque se assim fosse, quantos não seriam os deserdados do mundo se imaginássemos, né, que apenas uma dessas obras ou apenas uma dessas mensagens fosse a genuína. Mas na essência, o que se observa desses compêndios extraordinários, cunho histórico, filosófico, moral, de espiritualidade, se fôssemos sintetizar tudo, a linha mestra orientadora se resume em uma palavra, amor. Criatura que ama, ela alcança condição de plenitude interior que afasta de si praticamente todos os infortúnios. Luz espiritual. Eis o nosso grande desafio enquanto aprendizes no mundo. E quando a gente fala de amor, sem desmerecer as demais obras citadas, ao menos posso dizer de mim, a grande essência do amor está no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Ali é o canto genuíno do sol espiritual, do amor. E interessante que Kardec disse, né, a lei de amor resume ela toda a doutrina de Jesus. Ele cunhou essa palavra, né? E se nós buscarmos observar de trás para frente amor, o que é que se escreve? São só quatro letrinhas, fica fácil, né? Hã, se escreve Roma. O que era Roma ao tempo de Jesus senão o poder temporal, a potência colocada a serviço dos interesses do império. Isso é tão curioso que nós aqui nos encontramos reunidos. Se estivéssemos em Roma há mais de 2000 anos atrás e por aquela porta entrasse um soldado romano, vejam, nós estamos falando de alta patente, um soldado que estivesse com a sua edumentária oficial, todos nós teríamos que nos colocar de joelhos. Ai daquele que se levantasse sem autorização do soldado. Era mais ou menos assim que funcionava no império. Então, Roma era a

a sua edumentária oficial, todos nós teríamos que nos colocar de joelhos. Ai daquele que se levantasse sem autorização do soldado. Era mais ou menos assim que funcionava no império. Então, Roma era a representação do poder máximo temporal no mundo. E vem Jesus e diz assim: "O meu reino não é deste mundo. Há muitas moradas na casa de meu pai." E ele vai desdobrando ensinamentos que vinham, de certa forma abalar esse edifício, essa construção social, obviamente edificada pela subjulação, a violência e a espoliação. E ele vem dizer assim: "A lei que vigora no universo é a lei de amor, que é o contrário de Roma, né? São as quatro letrinhas. E aí ele vai ensinando-nos o que é essa lei de amor. Ele inclusive a carta viva do amor, porque não escreveu nada de si próprio, não violentou consciências, não impôs uma sequer palavra a seu ninguém, apenas viveu o que pregou. Olha a força que tem o exemplo, né? Daí a pergunta de Kardec, livro dos espíritos. Qual o tipo mais perfeito colocado por Deus a serviço da humanidade para servir-lhe de guia e modelo? O modelo é o exemplo, né? E a resposta é a menor do livro dos espíritos, apenas cinco letrinhas. Jesus. Fico imaginando Kardec pegando aquela resposta, tipo assim, né, como diz os jovens, então esse aí é o cara. Aí depois ele se debruça no no livro dos médiuns para entender melhor o intercâmbio espiritual. Aí ele se debruça no Evangelho segundo Espiritismo para ele entender então quem é esse, né, modelo e guia. E aí vem o poeta, aliás, antes dele, né, pegando do original aqui ainda também, nós vamos lá nas características ou caracteres da lei natural. Kardec, no capítulo primeiro do Evangelho Segundo Espiritismo, ele diz que o as matérias tratadas no Evangelho, elas se dividem em cinco partes. Se lembram? A primeira trata dos atos comuns da vida de Jesus, da vida do Cristo. Então ele nasceu em Nazaré, nasceu em Belém, tinha irmão, não tinha irmão. Há uma controvérsia imensa essa parte da discussão, da controvérsia. A segunda parte, segundo Kardec,

sus, da vida do Cristo. Então ele nasceu em Nazaré, nasceu em Belém, tinha irmão, não tinha irmão. Há uma controvérsia imensa essa parte da discussão, da controvérsia. A segunda parte, segundo Kardec, da mensagem de Jesus, ou seja, dos teus ensinos, da matéria que ele estava a estudar, se referia às palavras ditas por Jesus, que serviram paraa construção dos dogmas. Eu e o Pai somos um. Aí alguém defende. Ah, então ele era o próprio Deus. Aí o outro, não, não, ele era o filho, né? Mas tem o Espírito Santo, a trindade. Aí começam as ilações. Também tem muita discussão sobre isso. A terceira parte, as curas. Ressuscitou Lázaro ou não ressuscitou? Ele tava morto ou não estava? Transformou a água em vinho ou não transformou? Multiplicou pães ou não multiplicou? também da discussão sem tamanho. A quarta parte, as predições. É chegado o fim dos tempos. Aí João anota lá no Apocalipse. Ah, então vai acabar tudo, o mundo vai ser exterminado. Não, não. Vai acabar um ciclo, né? E vai se abrir um outro ciclo. Também tem tema para discussão, não há consenso. Mas aí Kardec, vocês se lembram, nos diz assim: "Existe uma quinta parte do evangelho, que é a parte moral do Cristo. Esta é indiscutível e interessante. Os estudiosos se preocupam mais com as quatro primeiras do que com a quinta. Parece que nós gostamos, né, do debate, isso é bom, mas muitas vezes partimos para posições bélicas, aí já é prejudicial. Mas o certo é que quando se fala então da moral do Cristo, Kardec reservou a terceira parte do evangelho para tratar disso ou desculpa, do livro dos espíritos para tratar disso. As leis morais é a terceira parte que é o estudo aprofundado feito no Evangelho Segundo Espiritismo, recordando também são quatro partes o livro dos espíritos. A primeira parte é da criação, não é assim? Nós vamos estudar com qual outro livro a tirar cola, porque o livro dos espíritos é um livro de perguntas e respostas, temas mais filosóficos. A primeira parte a gente estuda com da criação, estudamos com a gênese.

dar com qual outro livro a tirar cola, porque o livro dos espíritos é um livro de perguntas e respostas, temas mais filosóficos. A primeira parte a gente estuda com da criação, estudamos com a gênese. A segunda parte que trata do mundo espírita ou espiritual, nós estudamos com o livro dos médiuns. A terceira parte que trata das leis morais, que abre aqui aão, a questão 614, que nós vamos fazer a leitura rapidamente. Nós estudamos com quê? com o Evangelho Segundo o Espiritismo. A última parte do livro dos espíritos que trata das penas, gozos, as consolações, nós estudamos com o céu e inferno. Então, o livro dos espíritos tem quatro partes, as outras quatro obras complementam elas e onde Kardec aprofunda o tema. Quem não leu ainda, gente, fica o convite. Ainda dá tempo. Tá baratinho, né? Aliás, nem tem custo, tá na internet. Me recordo de um irmão protestante que se manifestou numa reunião nossa de trabalho mediúnico e ele se manifestou pela psicofonia de uma irmã, de uma companheira e ele dizia assim: "Eu não admito esse tipo de brincadeira comigo. Nervoso, insatisfeito. O diálogo se desdobrou. O médium dialogou conversando com o espírito e ele disse: "Mas que que ele aflige? Que infortúnio é este?" Ele disse assim: "Eu não admito esse tipo de brincadeira. Eu quero saberonde que esconderam a minha Bíblia. Eu preciso dela urgente para fazer uma consulta aqui." E aí o irmão de Alagoa foi conversando com o espírito. Olha, meu irmão, o evangelho a gente tem que carregar é na mente e no coração, né? Mas o diálogo se desdobrou. Mas o que fica para nós? Será que quando nós chegarmos do lado lá vai ter livro dos espíritos? Pra gente entender melhor como é que é essa questão da espiritualidade? Vai ter o livro dos médiuns, o evangelho, como é que vai ser, né? Porque a nossa bagagem que nós vamos levar, o que a gente sabe, o que a gente sente. O restante somos meros usufrutuários, né? Vai ficar por aqui mesmo. Ou alguém já viu caminhão de mudança seguindo um cortejo fúnebre? Não tem sentido, né? De

, o que a gente sabe, o que a gente sente. O restante somos meros usufrutuários, né? Vai ficar por aqui mesmo. Ou alguém já viu caminhão de mudança seguindo um cortejo fúnebre? Não tem sentido, né? De modo que fica aqui a expressão das leis morais na parte terceira, ou seja, que se deve entender por lei natural. Primeira pergunta. E os espíritos responderam: "A lei natural é a lei de Deus. É a única verdadeira para a felicidade do homem. Lei natural. Só eh indique-lhe o que, desculpa, eh, indique o que deve fazer ou deixar de fazer. Qual que é o sentido da vida? Nós estamos aqui para fazer alguma coisa. A terra não é playground, né, propriamente. E ele só é infeliz quando dela se afasta. Então, existe uma lei natural. Que que tá dizendo os espíritos? É a lei do próprio Deus, a única verdadeira que pode gerar felicidade para nós. E nós só somos infelizes quando dela nos afastamos. Aí Kardec não é bobo nem nada. Ele perguntou, desdobrou, pera aí. É eterna a lei de Deus? 615. Os espíritos responderam: "Eterno imutável como o próprio Deus". Aí vem a 616, vamos pular na 621. Aí ele pergunta assim: "Mas então onde está escrita essa lei? Porque eu só sou feliz se eu viver de acordo com ela. Eu não vou ter mais infortúnio, só felicidade e paz. Aonde que ela está?" E os espíritos responderam, né? Aonde? na consciência, na nossa própria consciência. Então, ninguém está abandonado na criação. Nós trazemos o nosso íntimo gravado no nosso DNA, as próprias leis de Deus. Afastando delas, é que nós vamos gerando infortúnios. Os infortúnios são convites para uma retomada de uma caminhada nova, para a gente conseguir então ir se compreendendo e ir evoluindo. Mas aí é interessante por se a lei, porque o evangelho nos diz, a lei é de amor, mas ela também é de justiça, a lei é de justiça, né, e de caridade, mas ela também é de amor, né? E como ficamos diante da lei de amor? Porque aqui expressamos que quem ama está imune a infortúnios. Não porque eles vão deixar de chegar, é a forma com que a gente administra os

também é de amor, né? E como ficamos diante da lei de amor? Porque aqui expressamos que quem ama está imune a infortúnios. Não porque eles vão deixar de chegar, é a forma com que a gente administra os infortúnios. É diferente. Espírito superior, por exemplo, às vezes pode ser assaltado por uma inveja, por uma cólera, mas Paulo disse assim: "Dá conta da tua administração". A gente lê a carta de Paulo e pensa assim: "Nossa, eu tenho que cuidar da empresa, eu tenho que cuidar lá em casa". Ó, a nossa infantilidade, ele tá dizendo: "Dá conta da tua administração íntima. Cuidado com o que você pensa, porque é pensando que você fala, é falando que você faz. E aí que você vai gerar ou a felicidade agora ou a desdito, o infortúnio, posterior, porque é da lei. Plantou-se, có-se. E aí vem o poeta e nos diz assim: "Porque o amor é lei natural". Vamos falar de Vamos falar de lei natural. Uma lei natural, então, pra gente compreender melhor, a lei de gravidade é uma lei natural. Quer a gente queira ou não, ela vai imperar. Ah, mas pera aí, Eduardo. Avião, ele rompe com essa lei, ele voa. Mas se acabar o combustível, der uma pan, infelizmente tem acontecido muitas no Brasil aí, né, no mundo afora, ele vai para onde? Todo aquele equipamento. Então, vejam, ela não foi, né, derrogada a gravidade. Pode-se até fazer uma força superior a ela, mas ela continua imperando porque é uma lei natural. É como a lei de amor, é uma lei natural. Querem ver? O poeta diz assim: "O amor, o amor é o sublime impulso de Deus, é a energia que move os mundos. Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva, palpita em todas as criaturas, alimenta todas as ações. Aí ele vem dizendo assim: "O ódio é o amor que se envenena, mas não deixa de ser amor. É o avião que voa, não deixa de ter lei de gravidade. É lei natural. Então, vejam, a revolta é o amor que enlouquece. O orgulho é o amor que, ah, desculpa, a revolta é o amor que se transvia, OK? O orgulho é o amor que se enlouquece. O orgulhoso tá fadado a ficar louco.

ntão, vejam, a revolta é o amor que enlouquece. O orgulho é o amor que, ah, desculpa, a revolta é o amor que se transvia, OK? O orgulho é o amor que se enlouquece. O orgulhoso tá fadado a ficar louco. Cuidado. A discórdia é o amor que divide. A vaidade é o amor que se ilude ou ilusão, né? A avareza é o amor que se encarcera. O vício é o amor que se embrutece. Conviver com viciado é muito difícil, né? Ele quebra tudo, a casa, todo mundo sofre aquela confusão. A crueldade é o amor que tiraniza. O fanatismo é o amor que petrifica. Petrificar vem de pedra, né? E Jesus assim, ó Israel, de tu não sobrarás pedra sobre pedra. O fanatismo talvez era muito intenso naqueles dias, né? Olha que curiosidade. Aí ele vem traçando um outro divisor. Ele diz assim: "A fraternidade é o amor que expande, se expande. A bondade é o amor que se desenvolve. O carinho é o amor que se enflora. A dedicação é o amor que se estende. O trabalho digno é o amor que aprimora. A experiência é o amor que amadurece. A renúncia é o amor que se ilumina. Analisa uma mãe dentro de casa, né? Ela faz o almoço. Se bem que hoje em dia a dinâmica é diferente, mas na nossa geração ela faz o almoço, corre para aqui, corre para ali, coloca na mesa e a última comer. Já viram? É incrível, né? O sacrifício é o amor que santifica. Aí ele finaliza dizendo assim: "O amor é o clima do universo. Não é em vão que Jesus veio falar disso para nós. Se há infortúno, busquemos o amor." E ele fala assim: "É a religião da vida, a base do estímulo e a força da criação. Ao seu influxo, as vidas se agrupam. Longe dele, a sombra coagula, o infortúnio acontece. Com ele tudo se aclara. Longe dele, a sombra prevalece. Em suma, olha que beleza, em suma, o amor é o bem que se desdobra em busca da perfeição no infinito, segundo os propósitos divinos. E o mal é simplesmente ou temporariamente o amor fora da lei. O mal é simplesmente o amor temporariamente fora da lei. Por quê? Porque vai ter que gravitar pra lei de amor. É lei natural. Então, tudo está sobre o manto dela. E

temporariamente o amor fora da lei. O mal é simplesmente o amor temporariamente fora da lei. Por quê? Porque vai ter que gravitar pra lei de amor. É lei natural. Então, tudo está sobre o manto dela. E vem Paulo e diz assim, quando ele nos advertiu pra gente administrar, ele fala assim: "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor". Aí foi o Renato Russo, né? O Paulo fala assim, ó. E não fiz eh será como o metal que soa ou como o sino que tine. Ele sabia do que que ele tava cantando, né? Não é bobo não. Aí ele diz assim: "E ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todas as mistérios, todas as ciências e ainda que eu tivesse o toda a fé, toda maneira de transportar os montes e não tivesse amor, eu nada seria". Agora sim, né? E ele fala assim: "O amor é paciente, é bondoso, não é invejoso, não é arrogante, não se ensoberbece. Não busca os seus próprios interesses. Olha a mulher do evangelho que saia de casa à noite para visitar os infortúnios ocultos, né? Ele vem desdobrando, dizendo-los, né? Mas regozija-se com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Aquela carta belíssima para Coríntios. Paulo, a ao escrever isso, eu acho que ele já falou com a essência, porque ele disse-nos assim: "Não sou eu que vivo mais, é o Cristo de Deus que vive em mim". Ou seja, é o amor, né? Que estava cantando no íntimo dele. Esse é o convite, né? Esse é o convite para nós superarmos os infortúnios. É buscarmos compreender essas leis naturais, especialmente a lei de amor, e vivermos em consonância com elas. Porque aí alcançaremos a vida em abundância, né? A verdadeira vida e não só a existência do transitar pela terra, mas a vida por excelência. Viver em abundância é viver espiritualmente na terra e não só para atender as nossas questões materiais. Isso vai nos gerar, quem sabe muitas vezes é mais infortúnio. Precisamos buscar essa sabedoria. E a ciência nos diz assim, porque nós falamos aqui de um pensador da academia no início, a ciência nos diz assim:

nos gerar, quem sabe muitas vezes é mais infortúnio. Precisamos buscar essa sabedoria. E a ciência nos diz assim, porque nós falamos aqui de um pensador da academia no início, a ciência nos diz assim: "Não existe vida concebida no nosso planeta, como a conhecemos, se faltar quatro elementos: a água, o ar, o alimento e a luz". E Jesus nos disse, né? Eu sou a fonte da água viva. No diálogo com a mulher da Samaria. E veio o poeta e cantou, né? Pois a água viva ainda está na fonte. Você tem dois pés para cruzar a ponte. Tente outra vez. Alguns pensavam que era um lunático e tava, mas sabia do que tava falando igual o Renato, né? Jesus nos disse mais: "Eu sou o fôlego de vida". Lembram dos quatro elementos? nos disse assim: "Eu sou o pão da vida e concluiu dizendo-nos: "Eu sou a luz do mundo." A ciência tá certa. Nós precisamos de mais ainda de Jesus em nossas vidas. E que ele, ainda que os infortúnios nos alcancem, que ele nos fortaleça, nos gereitu, alimentando os nossos melhores propósitos. especialmente os de servir e de amar. Muito obrigado. Agradecemos o nosso irmão Eduardo pela belíssima explanação. Temos um conteúdo aí para nossas reflexões, nosso evangelho. E pedimos que Jesus abençoe a todos que escutam a sua palavra, que buscam os seus exemplos. Nós vamos nos preparar paraa segunda parte das nossas atividades, agradecendo a presença dos nossos irmãos que nos acompanharam pela internet. Vamos ouvir uma música com essa dupla e vamos buscar uma conexão espiritual para nos prepararmos pro passe. Eis que lhes mostre um caminho sobre um modo excelente. Um caminho de amor, de amor. Um caminho de amor. Ainda que eu tivesse a mensagem de Deus. Se não tiver amor, o amor Se não tiver amor, ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, o amor Se não tiver amor, tendo a fé, que transporta os montes, conhecendo a ciência, os mistérios. Se em nós não existisse o amor, nada disso se completaria. Se não fosse o amor, o amor, se não fosse o amor, o amor se eu fosse o amor.

é, que transporta os montes, conhecendo a ciência, os mistérios. Se em nós não existisse o amor, nada disso se completaria. Se não fosse o amor, o amor, se não fosse o amor, o amor se eu fosse o amor. O amor. Convidamos os nossos irmãos médiuns a se posicionarem e cada um de nós buscando esse silêncio, trazendo a figura amorosa de Jesus, fazendo essa conexão espiritual com a fonte da nossa vida. Deus nosso pai de amor, bondade e misericórdia. Mais uma vez, Senhor, nós aqui nos reunimos em Teu santo nome, te agradecendo, Senhor, por essa oportunidade renovada de estarmos em contato com a espiritualidade amiga que nos assiste nessa casa que nos acolhe em oração. Obrigado, Jesus por esse recurso divino de adentarmos na sua esfera luminosa e recebermos do seu coração bênçãos que jorram sobre nós. Que nós possamos, Senhor, nos abastecer dessas energias salutares que nos curam. que nos esclarecem, que nos consolam, que nós possamos, Senhor, irradiar essas bênçãos que são derramadas sobre nós, para os nossos lares, envolvendo os nossos familiares, para a nossa casa que nos acolhe em oração, no conjunto de todos os trabalhadores. para a nossa comunidade, para a nossa pátria do evangelho e o nosso planeta. Pedimos, Senhor, que o Senhor acolha a todas as preces dos nossos irmãos que rogam a paz pelo nosso mundo, pelos nossos irmãos que sofrem os infortúnios, os infortúnios. conhecidos e os infortúnios ocultos, aliviando os corações, Senhor, nos dando a certeza de que o Senhor está na condução dos nossos destinos. Que seja qual for, Senhor, a nossa necessidade de prova e de expiação, um dia nós nos reuniremos a essa grande família espiritual que o Senhor tem preparado para cada um de nós. E que a regeneração, Senhor, do planeta e de cada um de nós, que seja no seu tempo, Senhor, mas que o Senhor nos ensine a sermos pacientes, porque nos sentimos, Senhor, aflitos, cansados, sobrecarregados e que o Senhor venha em socorro das nossas dores e das nossas aflições. E com a oração que o Senhor nos ensinou,

ine a sermos pacientes, porque nos sentimos, Senhor, aflitos, cansados, sobrecarregados e que o Senhor venha em socorro das nossas dores e das nossas aflições. E com a oração que o Senhor nos ensinou, nós pedimos permissão para encerrarmos as atividades dessa noite. Pai que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino de amor e de bondade, seja feita a vossa vontade aqui na terra como ela é feita em todos os o universo. O pão do corpo e do espírito dá-nos hoje, Senhor. Perdoe as nossas ofensas, nos ensinando a perdoar aos nossos irmãozinhos que ainda não nos amam. E não nos deixes cair nas tentações do mundo, mas livra-nos, Senhor, de todo mal e de toda perturbação. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para hoje e sempre. Que a tua doce e sublime paz, Senhor, permaneça entre nós, em nossos corações, nos acompanhando de retorno para os nossos lares e lá permanecendo conosco. Que assim seja, Senhor. Meus irmãos, desejamos um bom retorno a todos para os lares. Aqui nós temos uma água fluidificada e que cada um de nós tenha uma excelente semana.

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