Bem-aventurados os brandos e pacíficos • Orson Carrara
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
para a realidade e os valores reais da vida. Por isso, Senhor, nesse instante nós te rogamos a assistência fraterna ao nosso querido amigo irmão Peter Carrara, bem como aqueles outros que estão todos sintonizados contigo nesse instante, que sejamos inspirados, intuídos e que as nossas percepções possam estar ampliadas para que o nosso terreno seja abundante e fértil, para que assim a tua semente seja generosa. em nós. Vem, Senhor, e permaneça conosco. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez direto de Matão nosso querido amigo Osso Peter Carrara. Osso, seja sempre muito bem-vindo, sempre uma alegria tê-lo conosco hoje para abordar o tema bem-aventurados os brancos e pacíficos. Meu amigo, a casa já é sua, rogando voto de muita paz. Passamos a palavra para você. >> Boa noite, Rosângela. Boa noite, Naira, pela o trabalho excelente de tradução em Libras e a nossa saudação aos amigos conectados ao canal da UVCTV e também Mansão do Caminho. Que honra estar aqui novamente. Este programa de sextas-feiras às 18:30 é muito apropriado e nos abre uma perspectiva imensa de comentar, de refletir sobre os ensinamentos da doutrina espírita e também, é claro, por extensão do próprio evangelho de Jesus. E nós abordaremos o tema, como foi anunciado, bem-aventurados os brandos e pacíficos, que é uma das bem-aventuranças de Jesus. O tesouro moral contido nas bem-aventuranças do sermão do monte como conhecido constitui conteúdo muito confortador, extremamente consolador, por isso merecedor de todos nós da maior atenção e do permanente estudo para que nos aprofundemos nas questões que as bem-aventuranças apresentam. Cada bem-aventurança traz em si mesma embutida a sabedoria de Jesus e, naturalmente os propósitos de renovação que nós todos estamos comprometidos a realizar em nós mesmos. A expressão bem-aventurados correspondente a felizes aqueles e todas aquela toda aquela sequência de bem-aventuranças nos abre uma perspectiva imensa de pensar sobre o nosso próprio comportamento, sobre o nosso próprio
enturados correspondente a felizes aqueles e todas aquela toda aquela sequência de bem-aventuranças nos abre uma perspectiva imensa de pensar sobre o nosso próprio comportamento, sobre o nosso próprio modo de proceder na vida individual, na vida íntima e na vida naturalmente externa, no relacionamento uns com os outros. Então nós, com bastante honra e agradecidos pela oportunidade, vamos abordar esse tema: bem-aventurados os brandos e pacíficos. A palavra brandura que gera o comportamento brando, a palavra pacífico que lembra as pessoas que promovem a paz, portanto, que são pacíficos. São pessoas que fogem ao cotidiano normal que ainda prevalece conosco de certa tensão nos relacionamentos. de uma relativa agressividade que ainda não deixamos de trazer no comportamento coletivo. Nós estamos diante dessa proposta de Jesus. Felizes aqueles que são brandos, que são pacíficos, que são pacificadores, que são calmos por extensão, por excelência, né? Então, para isso, nós vamos nos valer das lições trazidas por Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo. Vou pedir pro Barreto colocar o arquivo digital que aí está, que trata exatamente da questão que propõe o tema Bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos. Esse tema é estudado amplamente por Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, a terceira obra da codificação lançada em 1864, publicada naquele ano e que traz o comentário, a reflexão à luz do Espiritismo dos ensinamentos trazidos por Jesus. Allan Kardec utilizou-se das máximas morais de Jesus para comentar na maioria dos capítulos, trazendo transcrições do Novo Testamento para comentar os ensinos de Jesus. E entre esses ensinos, além das afirmações de Jesus, além dos convites de Jesus, também estão as bem-aventuranças, entre elas, referindo-se aos brandos e pacíficos, que abre para nós uma perspectiva muito interessante de análise, de estudo. E nós vamos ver lá que neste capítulo 9 nós temos ali injúrias e violências, onde Kardec transcreve os trechos de
pacíficos, que abre para nós uma perspectiva muito interessante de análise, de estudo. E nós vamos ver lá que neste capítulo 9 nós temos ali injúrias e violências, onde Kardec transcreve os trechos de Mateus. Nesse subtítulo injúrias e violências, o próprio subtítulo já indica o oposto da brandura, o oposto da paz. Nós vemos as palavras injúrias, violências de todo tipo, né? eh onde entram agressividade verbal, física, lesões de toda espécie. E ali nós temos, além das transcrições próprias de Mateus, referindo-se a essa afirmação de Jesus, os comentários sempre lúcidos e oportunos trazidos pelo codificador. O mesmo capítulo, dentro da divisão instruções dos espíritos, que aparece na maioria dos capítulos, nós temos lá esses títulos: a afabilidade e a doçura, a paciência, obediência e resignação e a cólera. Notem, os amigos, que esses títulos trazem mensagens dos espíritos referindo-se a estas virtudes ou a esses comportamentos. O comportamento afável, o comportamento compreensível, traduzido na palavra afabilidade, que já demonstra por si só essa disposição de compreensão, essa disposição de fazer a paz e a doçura, que é o oposto da grosseria. Muitos de nós ainda nos perdemos em atitudes grosseiras, com palavras grotescas, com respostas duras. A doçura propõe justamente o contrário, né? Que sejamos, além de afáveis, doces. Não é um doce melado, mas é um doce de atenção. É um doce, é a doçura do comportamento que compreende, atende e entende, não é mesmo? O que não dizer da paciência, essa virtude extraordinária que todos precisamos exercitar na aquisição para sermos verdadeiramente pessoas pacientes diante das adversidades que normalmente se enfrenta na vida humana. paciência até conosco, mas também paciência na nos obstáculos, paciência nos relacionamentos com pessoas irritadas, com com situações imprevistas. Quantos obstáculos não surgem, quantos impedimentos não surgem no cumprimento de um compromisso, por exemplo, onde somos chamados a exercitar a paciência. Existem momentos que não
tuações imprevistas. Quantos obstáculos não surgem, quantos impedimentos não surgem no cumprimento de um compromisso, por exemplo, onde somos chamados a exercitar a paciência. Existem momentos que não tem outra saída senão exercitar a paciência. Quando tudo concorre para que não dê certo, quando tudo concorre para que a gente não chegue no horário, eh, seja o trânsito, seja um pneu furado, seja uma fechadura que enrosca, situações, perdão, situações que todos nós estamos sujeitos, enfrentamos com frequência de obstáculos que surgem no meio do caminho. Então, estas mensagens são muito ricas. Nós queremos sugerir aos nossos amigos telespectadores e ouvintes a oportunidade de reler esses textos. Nós vamos aqui no final, até o final da nossa abordagem trazer alguns destaques dessas mensagens e também a obediência e a resignação. Duas grandes virtudes que demonstram principalmente humildade, né? A pessoa humilde, ela ela é obediente, é uma pessoa que compreende, que consente com a razão a situação em que é preciso às vezes apagar-se, que às vezes é preciso calar-se, às vezes é preciso compreender além da extensão que o momento pede. E a resignação que nos convida a aceitar muitas adversidades com aquela confiança oriunda da fé. O que não dizer da cólera? O contrário da paciência. A cólera é uma manifestação raivosa. A cólera é uma manifestação que demonstra uma profunda irritação, levando a comportamentos agressivos, a comportamentos que eh contrariam a boa conduta daquele que nos consideramos cristãos. E as bem-aventuranas, portanto, vão trazendo essas lições. O capítulo que nós estamos nos referindo, que é o capítulo 9, como dissemos, um capítulo muito rico, um capítulo com lições muito profundas. Eu e Maroía Baio. Maroía Baio é professora, está aposentada atualmente. Ela é da cidade paulista de Limeira, na região ali próxima a Campinas, eh, Limeira americana, Campinas, está à beira da rodovia Anhanguera. A Maruía é dedicada palestrante espírita, escritora, tem livros publicados e eu e Maruía somos
a, na região ali próxima a Campinas, eh, Limeira americana, Campinas, está à beira da rodovia Anhanguera. A Maruía é dedicada palestrante espírita, escritora, tem livros publicados e eu e Maruía somos amigos há bastante tempo. E a Maruía nos propor, nos propôs estudar as bem-aventuranças e extrair das bem-aventuranças as virtudes. Ela fez um estudo profundo sobre as bem-aventuranças e nós gravamos 25 episódios de até 20 minutos em média, né? Alguns até passaram um pouquinho, teve um apenas que chegou a 25 minutos, mas a maioria nesta média de até 20 minutos. Na média de 20 minutos. E esses episódios estão disponíveis todos no canal Agenda Espírita Brasil. Você vai procurar lá uma playlist, né, que tem esse título, As Bemaventuranças. E então nesses 25 episódios já foram exibidos, se não me engano, 22, eu acho que é 22, tá quase terminando a série, né? Nós gravamos os 25, esses episódios foram estreando e agora estão disponíveis. Deve faltar dois ou três para concluir a série. E nesses episódios, a Maruía estudou cada bemaventurança e foi desde as traduções, utilizando-se da sabedoria, do conhecimento do nosso Severino Celestino, que é um grande estudioso, com grande conhecimento dos idiomas originários que foram transcritos, escritos os documentos, né? que ele é muito entendido das traduções bíblicas. E então ela valendo-se do trabalho oferecido por literatura pelo professor Severino Celestino, que hoje é muito respeitado no movimento espírita pelo seu conhecimento idiomático, né, da das primeiras dos primeiros textos no Novo Testamento, ela compôs esse estudo de grande profundidade. Eu particularmente fiquei impressionado com o trabalho feito pela Maroía Bai. E além de eh buscar as traduções daqueles textos, inclusive da palavra bemaventurança, são traduções eh situando o contexto da época, o contexto histórico, o contexto geográfico em que isso se deu, referindo-se inclusive ao povo daquela época. Então é um contexto sociográfico histórico de profundidade. Então para
contexto da época, o contexto histórico, o contexto geográfico em que isso se deu, referindo-se inclusive ao povo daquela época. Então é um contexto sociográfico histórico de profundidade. Então para cada bem-aventurança, a Maruiz elaborou um estudo de traduções e no episódio seguinte, para não ficar longo, foram divididos, né, para cada bem-aventurança. No episódio seguinte, ela vai extrair a própria virtude. Então, supondo aqui no nosso estudo de hoje, bem-aventurados os brandos e pacíficos foram divididos as essa bemaventurança foi dividida em dois episódios. Primeiro falando das traduções, das traduções das bem-aventuranças, a tradução da palavra branda, da tradução da palavra pacífica. E no episódio seguinte nós temos as virtudes da brandura, da pacificação. Então ficou um estudo extraordinário que particularmente muito me impactou. Aprendi muito com a Maroíça, né? E esses episódios estão disponíveis. Então, nós temos lá eh como disse, né, os bem-aventurados, aqueles que são brandos e pacíficos, em dois vídeos com a nossa maroía baio. Para você achar esses episódios, você pode fotografar a tela aí, né? Pode tirar um print no seu celular para você ter esse documento em mãos para eh futura pesquisa. São dois vídeos. Exortação à mansuetude. Felizes os mansos. Primeiro vídeo falando sobre a tradução ou as traduções e o segundo vídeo, exortação à mansuetude. Felizes os mansos, exaltando a virtude da mansuetude. Aí especificamente falando sobre a mansuetude. Então a pesquisa deverá ser feita no canal Agenda Espírita Brasil, lá na playlist que você vai identificar sobre o nome bemaventurança. Mas pensando nisso tudo e aproveitando este conhecimento da nossa Maroía Baio nesse profundo estudo apresentado já disponível, faltando apenas dois ou três episódios, nós selecionamos aqui um pequeno trecho para mostrar a vocês. Eu vou pedir para o Barrito retirar o PowerPoint e colocar o pequeno vídeo curtinho que nós selecionamos. Vamos ouvir >> 55. Na tradução para o grego, nós lemos:
m pequeno trecho para mostrar a vocês. Eu vou pedir para o Barrito retirar o PowerPoint e colocar o pequeno vídeo curtinho que nós selecionamos. Vamos ouvir >> 55. Na tradução para o grego, nós lemos: "Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra". E no hebraico, Jesus teria falado: "Avante os humildes, porque eles herdarão a terra". Então, agora sim, na terceira bem-aventurança, Jesus estaria se referindo a quem já é humilde. E uma das características da pessoa verdadeiramente humilde é ela ser uma pessoa doce, ser mansa, ser afável, porque humilde, manso, orgulhoso não combina. Certo, Orson? >> Não combina. verdade, >> não combina, certo? Outra coisa que nós precisamos destacar nesta bem-aventurança é que a palavra Terra realmente tem que estar com a letra minúscula, porque naquela época ninguém pensaria em designar o planeta Terra ou o nosso planeta com o nome de planeta Terra com a letra T maiúscula. >> Olha o detalhe da da gramática. Olha o detalhe, gente. >> Pois é, gente. Pois é. Então, a que terra Jesus estava se referindo? Não era ao planeta, certo? E seria muito estranho. Então, fiquem atentos quando vocês encontrarem em alguma tradução do Novo Testamento, se aí a palavra terra está realmente escrita com a letra T minúscula, que é o correto. Certo, Arson? Tá bom, >> perfeito. É muito boa essa explicação, Maruí. Voltei. E agora vamos ver então o que mais o professor Severino Celestino nos diz nesse livro do Sermão do Monte. Ele diz o seguinte, que ao se traduzir a palavra humilde ou humilhado do hebraico para o grego, foi escolhida a palavra praeis, no plural masculino em grego, que significa manso, gentil, brando. Então, na opinião dele na nas suas colocações, nas suas análises, ele considera que o termo grego usado para designar manso não reflete o caráter de humildade citado por Jesus em hebraico. Então ele acha que realmente assim a tradução não ficou bem colocada porque nós temos Jesus teria falado bem ou felizes avante os que são realmente humildes,
de humildade citado por Jesus em hebraico. Então ele acha que realmente assim a tradução não ficou bem colocada porque nós temos Jesus teria falado bem ou felizes avante os que são realmente humildes, que não é a mesma coisa que humilhado, porque nem todo humilhado é humilde. >> Isso. E ao traduzir-se para o grego, a palavra humilde do original em hebraico, foi traduzida como manso. Então, bem-aventurados os mansos. Então ele acha que não ficou muito bem colocado. Ou seja, parece meio confuso Orson, mas a questão é a seguinte, tem muita diferença dos orig do hebraico para a tradução em grego e do grego foi traduzido para o latim, que é a vulgata. da vulgata foi traduzida para outros idiomas e até mesmo a tradução que nós temos do Novo Testamento, que é a mais comum, não foi traduzida da Vugata, foi traduzida de uma tradução no holandês, porque aquele João Ferreira Almeida que que fez a tradução da da Bíblia, ele não pegou da fogata, ele vivia na época na Holanda. Então ele traduziu da do da Bíblia em holandês para o português. Então vejam quantas coisas foram se perdendo no caminho e quantas coisas foram eh mal colocadas assim ou traduzidas assim, não exatamente como era. E sem contar que os originais em hebraico já foram perdidos, não existem mais, né? eu fico pensando aqui, Mía, nos desdobramentos, prejuízos, adaptações que há nessa questão de traduções. Vejam os telespectadores que nós estamos num episódio falando de traduções. No próximo falaremos sobre a virtude por si mesmo. Mas quantos desdobramentos as traduções trazem? Isso. Eh, só voltando um pouquinho no slide anterior, vejam só, quem herdará a terra é aquele que é humilde. Mas como a gente já comentou na primeira bem-aventurança dos pobres de espírito, a humildade é a base de todas as outras virtudes e ela agrega em torno de si todas as virtudes, porque não dá pra gente pensar numa pessoa humilde que seja agressiva, que seja como a gente costuma ser de pavio curto, que ela seja caracterizada pela crueldade, pela
torno de si todas as virtudes, porque não dá pra gente pensar numa pessoa humilde que seja agressiva, que seja como a gente costuma ser de pavio curto, que ela seja caracterizada pela crueldade, pela irritabilidade. pela cólera, uma virtude não casa com a outra. Então, consequentemente, quem realmente é humilde de verdade é uma pessoa dócil, afável, mansa. >> Muito bem. Pode tirar Barreto, pode tirar esse arquivo de vídeo, porque vejam vocês essa questão da tradução, que é uma questão que toca diretamente no sentido que nós vamos entender os ensinos, né, com tantas traduções desde a escrita original até chegar a nós no português. A a Maruía dedicou-se a essa pesquisa de profundidade. É encantador o trabalho feito por ela. E nós vamos agora exibir mais um trechinho curtinho também para completar esse documento, porque realmente vai, pode tirar Barreto que eu vou colocar outro outro trechinho da Maroía, viu? É o trecho dois que também completa o assunto. Vamos ouvir agora o trecho dois da Maroísa falando sobre a questão. Eh, pode pôr Barreto, por favor. O vídeo não, não, o vídeo, o outro. O segundo arquivo está disponível aqui embaixo. Trecho dois, existe o arquivo de PowerPoint à sua esquerda e depois à direita tem um arquivo de vídeo que eu coloquei agora. É outro, não é aquele antigo. Eu tirei o outro e coloquei um novo. Isso é só colocar esse novo arquivo que está à disposição aí nos bastidores. Vamos ver. O Barreto tá encontrando alguma dificuldade lá. Eu já carreguei o arquivo, mas enquanto o Barreto eh acerta aí a inclusão do vídeo que já está disponível nos bastidores, para você que chegou agora, que está acompanhando aqui a live da União, não, esse é o arquivo PowerPoint, é o outro, é o outro que está do lado, mano. Isso, >> ele trabalha o sermão do monte inteirinho, versículo a versículo, capítulo 5, 6 e 7 de Mateus. uma leitura agradável, muito gostosa, com um jeito, aquela, aquela característica que ele tem do seu falar, do seu escrever, bem próximo do nosso dia a dia. Então, em
ulo, capítulo 5, 6 e 7 de Mateus. uma leitura agradável, muito gostosa, com um jeito, aquela, aquela característica que ele tem do seu falar, do seu escrever, bem próximo do nosso dia a dia. Então, em relação à mansuetude, ele diz algo assim fantástico. Ele diz o seguinte: "Assim como a humildade nos liberta das pressões exteriores que nos induzem ao cultivo das ambições humanas, a mansuetude nos liberta das pressões interiores que nos situam como um vulcão prestes a entrar em erupção, extravazando lava ardente em atos e palavras. sempre que surjam a contrariedade e o dissabor, como a gente costuma dizer, eu vou explodir, não é? >> Maroa, essa afirmação do Richard Simonete, esse livro dele tem mais de 30 anos. Olha a atualidade dessa afirmação que aí está o contrariado. É como se fosse um vulcão. >> Um vulcão. E ele comenta a respeito da mansuetude que ela é a virtude que mostra que nós somos donos de nós mesmos, impedindo que esse vulcão venha à tona. Por isso ele diz: "A humildade nos liberta das pressões exteriores, as cobranças do mundo material. E a mansuetude nos liberta das pressões interiores, ou seja, quando nós estamos a ponto de explodir e conseguimos nos dominar. E quem tem a mansuentude, mansuetude, quem é possuidor dessa virtude, brando, pacífico, como a gente viu no vídeo anterior, colocado por Kardec, consegue esse eh consegue manter esse autocontrole. Por isso, Simonete diz, o aquele que possui a mansuetude é dono de si mesmo. >> Que maravilha, né? do da doutrina espírita nos orientando >> isso. E aí o ele fala isso no capítulo três do desse livro e olha o título do capítulo, os herdeiros do planeta. Então aqueles que ainda têm o pavio curto e alguns dizem que o pavio é tão curto que nem tem mais, né? e que por qualquer coisinha já explode, precisa pensar um pouco mais, porque talvez não volte ou não fique por aqui, não é mesmo? >> Pode tirar, Barreto, pode tirar e substituir agora pelo PowerPoint. Isso pode subir. Isso. Perfeito. Então, nós vimos aí a citação muito apropriada do
não volte ou não fique por aqui, não é mesmo? >> Pode tirar, Barreto, pode tirar e substituir agora pelo PowerPoint. Isso pode subir. Isso. Perfeito. Então, nós vimos aí a citação muito apropriada do Richard Simonete, né, no livro O Sermão do Monte. É um livro antigo dele, né? Um livro, eu falei 30 anos lá, mas acho que tem 50 anos, né? É um livro do nosso escritor consagrado, Richard Simonete, já desencarnado, mas na época foi muito ativo no centro espírito amor e caridade na cidade de Bauru, aqui no interior de São Paulo, né? Então ele faz uma comparação de que a pessoa irritada, a pessoa estressada pode é comparável a um vulcão que explode em palavras ásperas, em agressividade verbal e muitas vezes até física, né? o contrário da mansuetúda, daquele que controla os próprios sentimentos, aquele que aprendeu a controlar-se na na explosão da raiva. Então nós vemos aí, voltando à questão, né? Eu deixo aqui para você fotografar a tela, tirar um print se desejar, porque esses capítulos completos, os dois vídeos que eu mostrei, eu extraí 2 minutos de um e 3 minutos do outro, aproximadamente três ou 5 minutos de cada um, mas os vídeos completos eles têm em média 20 minutos e oferecem um conteúdo de profundidade a partir das traduções do primeiro vídeo e depois exaltando a virtude da mansuetude. E a Miza, inclusive faz referências a outros autores, trazendo também Joana de Angeles, trazendo o próprio Kardec, é que fica muito longo a gente ficar exibindo aqui. Por isso que nós estamos indicando, sugerindo ao telespectador que visite esses vídeos, procure ver esses vídeos, porque o aprendizado é um aprendizado grande, é um aprendizado suave, dada a temática desenvolvida do estudo da nossa maruía. Mas voltamos aqui, portanto, já utilizado, portanto, o trabalho da Maruía, voltamos ao nosso arquivo digital. Então, nós temos aí as duas citações, as duas transcrições e citações. Kardec utilizou-se dessas citações, né? Transcreveu Mateus 5.5 e 5.9. Bem-aventurados que são brandos,
ao nosso arquivo digital. Então, nós temos aí as duas citações, as duas transcrições e citações. Kardec utilizou-se dessas citações, né? Transcreveu Mateus 5.5 e 5.9. Bem-aventurados que são brandos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Porque tem muita lógica, muita coerência, afirmação, né? Porque eh filhos de Deus indica por si mesmo criaturas que se identificam com a bondade do criador. Mas é claro que no estágio que nós estamos, nós ainda temos que conquistar isso, né? Temos que conquistar essa dignidade da docilidade, do trato bom, da educação nos costumes, na voz, nos gestos, para que não sejamos instrumentos de violência. E no comentário de Kardec, lá no final do item cinco, no capítulo que nós citamos, que é Bemaventurados Os Brantos e Pacíficos, capítulo 9 do Evangelho, nós vamos encontrar esta afirmação do Kardec. É um comentário do codificador. Quando a humanidade se submeter à lei de amor e de caridade, deixará de haver egoísmo. Vejo que só nessa primeira frase nós já encontramos o material farto, de alta reflexão, porque nós vivemos uma época há bastante tempo, é verdade, né? onde o egoísmo é visto andando livremente. O egoísmo se manifesta, se impõe e e ele existe ainda porque nós ainda não usamos a lei de amor e de caridade que Jesus ensinou. Por ausência desta, desse comportamento amoroso e caridoso que nós ainda precisamos incorporar ao comportamento, há egoísmo. Então, deixará de haver egoísmo. O fraco e o pacífico já não serão explorados. Veja que interessante. É uma situação que ainda ocorre. pessoa considerada eh que é explorada pelo egoísmo alheio, por aqueles que estão tomados dessa não brandura, porque a brandura ela já denota por si mesmo a a sensação de paz, o desejo de fazer a paz já indica por si mesmo não explorar ninguém, porque a exploração de qualquer tipo é sempre uma violência, é uma agressividade. Então, o fraco e o Pacífico já não serão explorados, nem esmagados pelo forte e pelo violento.
o não explorar ninguém, porque a exploração de qualquer tipo é sempre uma violência, é uma agressividade. Então, o fraco e o Pacífico já não serão explorados, nem esmagados pelo forte e pelo violento. Olha, o mais difícil de ler um texto desse é que essa situação permanece conosco ainda. Ainda temos esse esmagamento do forte, eh, do fraco pelo forte. E é um esmagamento que também ocorre pelo violento, né? Nós vemos aí os quadros de agressividade na sociedade, seja no trânsito, seja nos roubos, nos homicídios, nos feminicídio, nos abandonos de todo tipo e até na crueldade. Crueldade que a gente tem visto se estender até contra os animais, né? Então isso é fruto de uma sensação, de uma realidade egoísta da humanidade que ainda não compreendeu a lei de amor e de caridade. Mas vem a afirmação do Cristo. Bem-aventurados os brandos, os pacíficos. Tal a condição da terra quando de acordo com a lei de progresso e a promessa de Jesus se houver tornado o mundo ditoso por efeito do afastamento dos maus. Então, quando a humanidade se submeter à lei de amor e de caridade, deixará de haver egoísmo. Essa condição será alcançada com a lei do progresso. E de acordo com a promessa de Jesus, né, se houver, vai se ser tornado o mundo feliz, porque aí aqueles que são teimosos e rebeldes serão afastados da convivência coletiva, serão levados para outros mundos, outras moradas onde sintonizam com aqueles sentimentos de egoísmo e de violência. violência decorrente, claro, do orgulho, do egoísmo e desse desejo de submeter o fraco que é explorado, o pacífico que muita vez, muitas vezes também é explorado. E esse esmagamento que a violência faz eh com aqueles que talvez não possam ou não consigam se defender. Então, o comentário de Kardec demonstra imensa atualidade e nós vamos ver Lázaro afirmar no item seis, que já adentramos aqui, aquelas mensagens que eu me referi no começo, nas instruções dos espíritos, né? Nós temos lá no início do item seis. Por isso que nós recomendamos ao telespectador ler novamente esses essas
amos aqui, aquelas mensagens que eu me referi no começo, nas instruções dos espíritos, né? Nós temos lá no início do item seis. Por isso que nós recomendamos ao telespectador ler novamente esses essas mensagens. E o Lázaro vai dizer: "A benevolência, essa disposição de querer ser bom, essa disposição de promover o bem, a benevolência para com os seus semelhantes, que é fruto do amor ao próximo." Olha que detalhe que está dentro aí da entre vírgulas. A benevolência é fruto do amor ao próximo. Por quê? Quando você olha o próximo, se você tem amor pelo próximo, você vai ter uma disposição bondosa para com o próximo. Então essa benevolência que é fruto desse amor que deverá ser exercitado, conquistado, refletido, produz aquelas duas virtudes, a afabilidade e a doçura. ser afável, ser aberto às boas reflexões, a boa convivência, tratar-se bem, respeitar e a docilidade. Docilidade que igualmente ela é aberta às relações saudáveis. O relacionamento saudável é conquistado por este exercício. O que seria um relacionamento saudável, né? É uns, em princípio, em linhas gerais, um relacionamento saudável é um relacionamento respeitoso. Nós vemos os conflitos, os atritos que existem na sociedade entre sócios, entre cônjuges, entre patrões e empregados. quando adentra nesses relacionamentos a petulância, a arrogância, a vaidade, o orgulho, a ausência de benevolência, então nós vemos ali os conflitos existentes. Mas da mesma forma, quando aprendemos a amar, nós produzimos a doçura, a docilidade, essa disposição e a afabilidade. Então essa afirmação de Lázaro merece de nós máxima atenção. Nós somos convidados a refletir nisso diante dos relacionamentos que temos uns com os outros. Porque atualmente nós vivemos relacionamentos tensos que produzem inclusive a guerra. Amanhã cedo, às 11 horas da manhã, aliás, às 12 horas, nós vamos participar do congresso do canal Semeador.net, né? E vamos falar sobre a importância da família. Essa noção de afabilidade e docilidade, ela é produzida desde a infância. As
ás, às 12 horas, nós vamos participar do congresso do canal Semeador.net, né? E vamos falar sobre a importância da família. Essa noção de afabilidade e docilidade, ela é produzida desde a infância. As crianças assimilam o comportamento dos pais, as crianças aprendem a imitar os pais. Então, quando os pais são respeitosos, isso é visto pela criança, são exemplos, são assimilados. Nós teremos um adulto que aprendeu a amar com os pais. Nós tivemos a oportunidade de entrevistar uma psicóloga. A entrevista ainda está inédita, não foi postada ainda. E ela diz na entrevista que ela teve uma infância muito difícil com os pais, que ela não teve carinho dos pais, que os pais ela não detalhou, mas ela se refere à dificuldade na vida infantil com os pais. Ela poderia ter se tornado uma adulta agressiva, rebelde, revoltada, mas com o passar dos anos ela entendeu que aquela dificuldade vivida na infância, ela aproveitou aquilo como degrau de crescimento. Mas isso se deve à madureza do espírito. Nem todos são assim. Uma criança, ela recebe influência direta dos pais. Então, amanhã faremos no canal semeador.net às 12 horas uma abordagem sobre essa questão da família como porto seguro, né? A família é um porto seguro. Daí a importância desses valores serem semeados. Já um espírito amigo no item sete, na mensagem a paciência vai dizer: "Sede pacientes". A paciência também é uma caridade. Veja, o espírito pede diretamente ao nosso coração, o espírito solicita quem está lendo o texto. Lembramos que isso está no Evangelho Segundo o Espiritismo, está lá imerso no capítulo 9. Muitas vezes passamos desapercebidos, né? São pequenas pérolas que estão na nas entrelinhas, sede de pacientes. Ela tá convid o espírito tá convidando pra gente exercitar a paciência e acrescenta que a paciência também é uma caridade. Se a gente parar para analisar essa solicitação, ela é uma solicitação de brandura, é uma solicitação pacífica. Todos nós enfrentamos adversidades variadas e nós somos convidados a paciência,
aridade. Se a gente parar para analisar essa solicitação, ela é uma solicitação de brandura, é uma solicitação pacífica. Todos nós enfrentamos adversidades variadas e nós somos convidados a paciência, porque a ausência de paciência só agrava as situações. Então, a sabedoria do espírito faz um pedido direto ao nosso coração, informando, acrescentando que também é caridade ter paciência com as circunstâncias, caridade com a gente mesmo, né? e caridade, principalmente nos relacionamentos uns com os outros, quando somos convidados a exercitar a paciência. Por isso, bem-aventurados os brandos, felizes aqueles que são brandos, porque aqueles não causam problemas à saúde de si mesmos. eh espalham à sua volta paz, espalham ao seu redor uma sensação de harmonia, são instrumentos vivos de pacificação. E depois nós vamos encontrar Lázaro novamente lá no item oito, no texto obediência e resignação. E o Lázaro nos diz: "A virtude da vossa geração é a atividade intelectual. Seu vício é a indiferença moral. Vejam que informação instigante. Vejam que informação que mexe com o nosso raciocínio e nos mostra a realidade, né? A virtude da vossa geração é a atividade intelectual. E realmente é o que a gente mais faz como adultos. Estamos todos envolvidos em diferentes atividades intelectuais, visando a diversos interesses, sejam nas pesquisas da ciência em seus diversos segmentos, sejam na administração para produzir bens, sejam no interesse para enriquecer, como tanta gente se dedica, né? Seja para aprimorar produtos, circunstâncias, aprimorar tecnologia, é uma virtude mesmo da geração atual, atividade intelectual intensa. Tanto é que nós vemos o progresso que isso está gerando materialmente. Mas há um vício, né? A indiferença moral, que embora o livro tenha sido publicado em 1864, está prestes a completar o bicentenário, 200 anos, mas esse vício permanece. A indiferença moral ainda está presente conosco. Muitas vezes não somos omissos à própria renovação. Esquecemos desse compromisso
restes a completar o bicentenário, 200 anos, mas esse vício permanece. A indiferença moral ainda está presente conosco. Muitas vezes não somos omissos à própria renovação. Esquecemos desse compromisso de evolução, de aprimoramento moral, onde deveremos adquirir e desenvolver a paciência, a tolerância, eh a disposição bondosa, como a benevolência citada aqui tantas vezes, e permanecemos indiferentes. Isso é um mal, porque o maior prejudicado somos nós mesmos, que ficamos estacionados numa clausura de indiferença, estacionados, cristalizados no egoísmo. A indiferença moral é egoísta. Então, quando a gente lê uma afirmação de Jesus: "Bem-aventurados os brandos e os pacíficos". tema da nossa abordagem nessa live de hoje. Ora, nós podemos ficar indiferentes. Onde é que Jesus tá querendo chegar com esta com esta afirmação? Puxa, isso significa que eu preciso, devo desenvolver a minha brandura, porque eu preciso ser uma criatura promotora de paz, ao invés de ser uma criatura promotora de perturbação. E claro que quando falamos em postura de brandura ou o oposto, postura de agressividade ou atitudes de paz ou ausência dela, abre-se um universo aí de exemplos que possam ser citados e naturalmente que a imaginação do telespectador vai longe, né? Porque a gente pode pensar em muitas situações que todos vivemos, mas a bem-aventurança específica estudada hoje e essa afirmação de Jesus: "Bem-aventurados os brandos, deve provocar em nós uma reflexão para não ficarmos indiferentes. Como é que vamos ficar indiferentes?" uma afirmação daquele que nós já sabemos ser o mestre da humanidade, o condutor deste planeta. É um crime contra nós mesmos. E o pior, né, com agravamento, porque a nossa indiferença moral não atinge apenas a nossa cristalização no orgulho, na vaidade. A nossa indiferença moral gera desdobramentos que prejudica a sociedade. Por isso que nós estamos numa sociedade tão confusa, onde cada um pensa em si, dominados pelo materialismo, pelos interesses de todo tipo. E nós vemos uma sociedade caótica,
que prejudica a sociedade. Por isso que nós estamos numa sociedade tão confusa, onde cada um pensa em si, dominados pelo materialismo, pelos interesses de todo tipo. E nós vemos uma sociedade caótica, repleta de atitudes e de comportamentos e de circunstâncias arrogantes, orgulhosas, vaidosas, ilusórias todas elas. Então, quando o Lázaro diz que o vício é indiferença moral, isso deve provocar uma reação em nós que estamos em contato com essas afirmações. É uma autoanálise, né? Eu sou indiferente moralmente ou estou conseguindo no caso específico dessa bem-aventurança, sem citar as outras, né? Porque abre outros universos. Aquelas nove bemaventuranças, elas abrem um universo amplo de progresso e aprimoramento do espírito. Mas já que nós estamos falando de brandura, eu sou brando, eu sou pacífico. Meu Deus do céu, isso provoca uma revolução interior se a gente não for indiferente. E o espírito protetor, ao referir-se à cólera, vai dizer, né, as impaciências. Agora o contrário, né, que se originam de contrariedades muitas vezes poeris, decorrem da importância que cada um liga a sua personalidade, diante da qual entende que todos devem se dobrar. Olha aí, a manifestação clara do orgulho é quando a gente se acha mais importante do que os outros, quando a gente acha que o nosso interesse, a nossa pressa, o nosso objetivo é mais importante do que os outros, dando muita máxima importância, uma alta importância. Então essa postura de se autoexaltar, que muitos de nós às vezes adotamos, geram as impaciências, porque aí nós não temos paciência com o ritmo do outro, com a compreensão do outro, com a necessidade do outro, com a dificuldade do outro. Então, as impaciências se originam de contrariedades. E olha, o espírito classifica muitas vezes poeriis, realmente, muitas vezes são decorância que cada um liga à sua personalidade. Aí está uma atitude egoísta e vaidosa, prepotente até. A gente começa a achar que todos devem se dobrar ao nosso ponto de vista. O nosso ponto de vista, convenhamos,
cada um liga à sua personalidade. Aí está uma atitude egoísta e vaidosa, prepotente até. A gente começa a achar que todos devem se dobrar ao nosso ponto de vista. O nosso ponto de vista, convenhamos, ele é muito limitado, é muito pequeno diante da grandeza da própria vida. Então, nós não podemos ficar indiferentes. A citação anterior da indiferença moral igualmente se enquadra aqui com grande clareza. Isso está no subtítulo A cólera, no item nove. E a última tela, Haneman, no item 10, no subtítulo A cólera, o homem não se conserva vicioso, senão porque quer permanecer vicioso e que aquele que queira corrigirse sempre o pode. Nós vemos aí que é uma questão de vontade, de iniciativa, de decisão. Então são trechos nas entrelinhas, são pérolas que estão nos capítulos que a gente vai gradativamente descobrindo. Eu volto aqui no capítulo nove que originou a nossa conversa para exaltar o título, né? Bem-aventurados, felizes, abençoados, aqueles que são brandos, que procuram ser calmos, que procuram ser dóceis, afáveis e promovem a paz. Isso provoca uma indagação nesse momento da reflexão. Como é que eu sou? Eu esta semana, diante de uma dificuldade para mexer num ventilador, perdi o equilíbrio. Não é de cair da escada, não. Perdi o equilíbrio. As coisas não estavam dando certo. Constatei em mim a falta de brandura diante de uma uma circunstância material de mexer no ventilador. me exasperei porque não estava dando certo, porque não não conseguia e, portanto, promovi com a minha irritação um ambiente contrário à paz, felizmente superado com a compreensão da esposa, rapidamente superado, mas foi um momento de tensão. Agora a gente estende isso para a humanidade e vemos aí os resultados decorrentes da nossa omissão, da nossa indiferença moral. Por isso, será importante que busquemos esse capítulo para reler as mensagens, para estudar novamente a orientação trazida pelos espíritos e, claro, a lucidez do codificador. Eu repito aqui o que já mostrei justamente para que a gente volte a a sentir vontade de
er as mensagens, para estudar novamente a orientação trazida pelos espíritos e, claro, a lucidez do codificador. Eu repito aqui o que já mostrei justamente para que a gente volte a a sentir vontade de consultar o capítulo, né? E recomendo, com muita ênfase, que vocês possam eh buscar no canal Agenda Espírita Brasil os conteúdos produzidos pela nossa Maruísa Baio, que se constitui, a meu ver, um documento precioso para o nosso tempo. quando ela vai falar de justiça, né, quando ela vai falar de humildade e de outras virtudes que estão nas bem-aventuranças, eh a gente percebe a a atualidade desses conceitos diante dos desafios em curso, desafios que aí estão a a nos confrontar, né, exigindo brandura, exigindo pacificação, porque se a gente der asa, se a gente der valor as circunstâncias envolvidas, a gente acaba caindo na ilusão da agressividade que só prejudica ao próprio autor desdobramentos para outras criaturas envolvidas conosco. Então, a palavra doce de Jesus, né, eh, bem-aventurados os brandos e pacíficos, é um convite à melhora individual. enche-nos o coração de conforto, de esperança, mas ao mesmo tempo não é apenas conforto e esperança. nos provoca uma vontade de pensar mais seriamente no assunto para que estejamos enquadrados nessa classificação que Jesus faz, que atrelada as demais bem-aventuranças, né, que são todas elas, demonstram a grandeza deste mestre que nos ensina tanto. Logo no nos primeiros episódios da série gravada com Aoí, ela faz uma divisão didática das parábolas, relacionando-as com os períodos, com a evolução dos espíritos e com as virtudes. Trabalho belíssimo que está à disposição lá. Nós queremos incentivar a todos os nossos ouvintes e telespectadores para não perderem a oportunidade de verem esse conteúdo. Eu fiquei muito contente com a definição, o convite do tema aqui, porque imediatamente me lembrei desse trabalho que será feito, que foi feito, né? já está pronto, já está gravado, disponível e que vocês podem usufruir. Minha gratidão pela
o, o convite do tema aqui, porque imediatamente me lembrei desse trabalho que será feito, que foi feito, né? já está pronto, já está gravado, disponível e que vocês podem usufruir. Minha gratidão pela oportunidade desta noite, meu abraço carinhoso a todos, meu abraço afável, bendita doutrina espírita. Muito obrigada, Naira, pela tradução. Um grande abraço a todos. >> A gratidão é toda nossa, meu amigo. Que o Senhor da vida te inspire sempre para nos auxiliar, bem compreender as suas mensagens. Paz e luz a ti. >> Um grande abraço. Muito grato. >> E nossa gratidão também a tantos amigos que nos acompanham, tanto aqui na UAVCTV como na TV Manal do Camilo. Lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas nós estamos aqui na UVC TV para começarmos o dia na luz da oração com o nosso momento de reflexão e as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa de entrevista Somos Todos Imortais. A presença de vocês é sempre uma grata satisfação saber que estamos na sua companhia. Lembrando também que todo esse conteúdo que nos traz calma a alma, que nos traz reflexões, que nos desperta para a vida, está disponível aqui na UFCTV para compartilhar, para enviar o amigo e assim que possamos compartilhar o bem sempre. Então, a todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida, nossa imensa gratidão e paz e luz a todos.
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