BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS - Anete Vidal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/10/2025 (há 5 meses) 41:16 430 visualizações

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Transcrição

Essa casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Já estamos em outubro, um mês tão festejado por todos nós, né? aquele mês que temos alegrias e temos reflexões sobre o nosso caminhar, seja por Kardec, seja por São Francisco de Assis, seja pelo Dia das Crianças, Nossa Senhora Aparecida, enfim, vamos agradecer por esse mês maravilhoso hoje, dia 13 de outubro de 2025. Que a paz possa estar com todos e vamos ouvir uma breve leitura do livro Filho de Deus, um livro pequeno, mas de grandes mensagens para nos acalmar, nos tranquilizar e nos proporcionar um bom viver. É do nosso querido Divaldo, por Joana de Angeles. E o tema que caiu foi Deus permanece. É o item 27 desse livro. Jamais abandono, solidão, infortúnio. Deus permanece contigo. Ele é o fulcro gerador de poder em torno do qual tudo e todos gravitam. Dele é a linguagem positiva, atuando à distância no equilíbrio cósmico da força de atração das moléculas. Magneticamente, a ele atraídos, estamos associados uns aos outros. Na grande obra de regeneração, sua ação se expande e produz efeitos que se devem realizar através dos fenômenos vivos da natureza. Quando as circunstâncias se apresentem, aságas, fomentando sombras e amarguras, quando as enfermidades predominem, diminuindo as resistências, quando as necessidades se multipliquem turbilhão de inquietudes, quando os apoios invistam sem piedade e todos se tenham ido, Deus permanece contigo. Quando um homem cai, há um distúrbio no equilíbrio universal. Quando ele se regue e avança, a harmonia sideral se reorganiza. Tu és como um cósmo no universo e as leis que te regem o destino impõe-te a gravitação harmônica em torno do astro rei. Deus aí permanece. Condutores orientam o passo,

harmonia sideral se reorganiza. Tu és como um cósmo no universo e as leis que te regem o destino impõe-te a gravitação harmônica em torno do astro rei. Deus aí permanece. Condutores orientam o passo, mestres conduzem o ensino, leis governam a vida. Não o duvides, nem o desconsideres. Descobre-o, pois, que ele permanece contigo. Uma breve leitura do livro Filhos de Deus, o item 27 do nosso querido Divaldo e Joana de Angeles. Vamos então nesse momento aproveitar que aqui nos encontramos mais uma vez. Que a espiritualidade maravilhosa paire sobre todos nós, liberando energia de luz, de tranquilidade e de segurança. Porque como somos filhos de Deus, irmãos do Mestre Jesus, aqui nos encontramos juntos nessa caminhada evolutiva, aprendendo sempre. Que a paz possa estar com todos. E vamos então nesse momento conversar. Hoje a nossa reflexão é uma conversa. É o capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, Bem-aventurados Aflitos. Eh, interessante esse capítulo, não só para ele ser meio longo, é um, talvez o maior capítulo que nós vamos encontrar no Evangelho em termos de espaço físico, mas principalmente para nosso interior, nos faz permitindo que cada um vá desabrochando vagarosamente tudo o que temos de bom conosco. Então ele começa falando da importância das causas, a importância das causas atuais das aflições. E essa reflexão é tão interessante, porque ele vai tratando vagarosamente daquilo que nós chamamos de importos, de pedras no caminho, mas vagarosamente nos leva a repensar e a refletir quais são as causas atuais das minhas aflições. Será que talvez até nossos excessos estávamos até conversando há pouco com os nossos companheiros que aqui se encontravam e já foram pro trabalho do atendimento, do atendimento fraterno que a casa oferece, do atendimento do passe de harmonização que a a casa oferece. Então vamos continuar a conversa amigável, querida e necessária que cada um tem consigo mesmo. Então quando ele fala que o grande problema das aflições são provocadas por situações que nós

sa oferece. Então vamos continuar a conversa amigável, querida e necessária que cada um tem consigo mesmo. Então quando ele fala que o grande problema das aflições são provocadas por situações que nós criamos, existe um probleminha, assim como diz o próprio evangelho. Eu sei que existe a dor, como diz o evangelho, mas não devemos transformá-la em um sofrimento terrível. Não, a dor é um alerta, seja em termos físicos, se seja em termos morais. Então, vamos pensar como é importante não aumentar aquela dor. Ah, eu tô triste, sim. Qual motivo? Vamos atrás do motivo. Vamos descobrir se realmente esse motivo é tão grande quanto eu fico parecendo, demonstrando, sofrendo, que são exatamente as aflições que nós transformamos em grandes desesperos, em grandes não mais dores, mas sim aquele sentimento de não conseguir vencer o que eu tenho dentro de mim, porque eu tenho que trabalhar o meu eu. Nós sabemos disso. A doutrina pede isso. Por isso que é tão complicado, entre aspas, sermos espíritas, porque é uma doutrina essa pela qual estamos travando o nosso dia a dia e não apenas algo que é lido. Nós temos que trabalhar a nossa doutrina. Nós temos que entender o que Jesus nos trouxe e nos traz sempre. Jesus se encontra sempre ao nosso lado. A nossa lembrança junto com a lembrança do mestre Jesus, o seu caminhar com o nosso caminhar, o seu olhar passivo não era no sentido de não perceber, era no sentido de apaziguar. E aí, então, primeiro item desse capítulo cinco são as causas atuais das aflições. E ele ressalta muito que nessas causas atuais, o grande problema é saber o bem e o mal. Nós hoje já temos condições de discernir o que é melhor, o que é pior, o que é bom, o que é ruim, o que nós precisamos, o que nós deixamos de precisar. Como nós somos habituados desde que nascemos a simplesmente querer, eu quero, eu quero, mas como fazer? Como produzir? Tão interessante quando nós olhamos ao redor e encontramos os nossos companheiros como várias entrevistas, várias vários vídeos que nós podemos,

rer, eu quero, eu quero, mas como fazer? Como produzir? Tão interessante quando nós olhamos ao redor e encontramos os nossos companheiros como várias entrevistas, várias vários vídeos que nós podemos, vamos dizer assim, trocar de experiência quando nós vemos aqueles irmãos adotando crianças, como eu vi ontem um um vídeo, um senhor que ficou viúvo e a esposa disse, pediu a ele antes de sua morte física, que ele aprendesse a amar. Ele não entendeu porque ela estava doente, já estava acamada há muito tempo, mas simplesmente ao desencarnar ela lhe dá um abraço e diz: "Não se esqueça do amor". Enfim, ele foi, passou a a a o luto e ele sem entender ainda o que ela quis trazer até ele. E um dia ele foi num determinado ambiente, um lar de crianças abandonadas. Gente, é diferente. Antigamente era orfanato. Hoje nós falamos abrigo, os abrigos dessas crianças. E ele viu nove crianças, meninas pretas e elas simplesmente ali se encontravam sem ter um lar, um acolhimento fora daquele ambiente. E ele então entendeu a mensagem que sua esposa lhe ofereceu e e adotou as sete meninas, as nove meninas. Essas nove meninas hoje são mulheres formadas, são mulheres que estão apoiando todo esse irmão que entendeu o que era o amor. Mas aí você vai dizer assim: "Mas adotar não é tão fácil?" Não, não tá falando que é fácil, é algo que tem que sair de dentro de cada um. E eu tenho que entender se eu vou criar uma aflição, uma necessidade física naquele momento em que eu tô tomando decisões A ou B ou C. Então, as como Dani fala causas atuais das aflições, o evangelho tá dizendo: "Olha, eu poderia ter pego duas crianças, uma criança, nenhuma criança, eu poderia ter continuado nesse meu caminho, estudando, trabalhando em outras situações e me envolvendo no bem maior, que é a caridade." Ficamos na dúvida. Eu eu dei esse exemplo da adoção porque foi uma coisa que mexeu comigo dizendo: "Meu Deus do céu, que exemplo maravilhoso para conversarmos amanhã sobre as causas atuais". Aí você diz assim: "Mas o que

u eu dei esse exemplo da adoção porque foi uma coisa que mexeu comigo dizendo: "Meu Deus do céu, que exemplo maravilhoso para conversarmos amanhã sobre as causas atuais". Aí você diz assim: "Mas o que que tem uma coisa a ver com o tema? Tem a ver com seu interior, tem a ver com seu viver?" Porque com certeza ele conseguiu compreender a mensagem da sua esposa, aceitou aquela mensagem com carinho, com amor, com respeito, mas eu entendi diferente. O outro entende também de outra forma. É a vida. Cada um é um e tem que ser respeitado. Por isso que ele fala que as causas anteriores das aflições existem sim no nosso caminhar. Nós temos aquelas causas que estão na nossa memória espiritual, que na realidade aconteceu, foi do passado. Hoje eu não preciso trabalhar dificuldades passadas nessa encarnação. Eu tenho que discutir as dificuldades atuais. O que tá me perturbando? O que não me ajuda? Por que eu tô tão aflita? Quais os motivos? São motivos que realmente me afetam materialmente, moralmente, espiritualmente. Será que eu não estou ampliando as minhas dores? Será que eu não estou colocando? Será? Será? Será? É importante utilizarmos as dúvidas para o nosso crescimento. É importante nós utilizarmos o questionamento para seguirmos compreendendo a nossa caminhada. Não decorem, não vamos decorar. É importante lembrarmos do mestre Jesus na sua caminhada com todos aqueles irmãos, ainda sem compreenderem exatamente essa energia maravilhosa de Jesus. e de Deus nosso pai, mas estavam com ele, levando a palavra amiga, levando conforto, levando um belíssimo de um abraço fraterno para aquele que pediu, porque temos que respeitar. Muitos temem o abraço. Podem observar que quando nós vamos abraçar alguém, esse alguém se não estiver preparado, ele ele fica até tenso. Então, vamos dar a mão, cumprimentar. olhar para aquele ser e dizer bom dia e vamos em frente na nossa caminhada. E aí ele fala que é importante o esquecimento do passado. Não é falar: "Ah, eu perdoo". Sim, você perdoa, mas quer

rimentar. olhar para aquele ser e dizer bom dia e vamos em frente na nossa caminhada. E aí ele fala que é importante o esquecimento do passado. Não é falar: "Ah, eu perdoo". Sim, você perdoa, mas quer passar do outro lado da rua, não quer encontrar com aquele ser que você achou que te magoou? Nós fazemos muito isso. É normal fazermos. é uma forma até primitiva de cada um de nós de nos preservarmos. Mas vamos analisar. Será que esse ser não precisa do nosso carinho, da nossa atenção? Será que esse ser não está assustado com a reencarnação dele mesmo? Será que ele não está precisando? Olha as causas atuais das aflições. Será que esse ser fez um planejamento reencarnatório? encarnou, cheio de vontades de crescimento, de evolução, de ser menos egoísta, menos vaidoso. Só que quando nós reencarnamos, as nossas memórias se encontram guardadinhas e elas podem ou não serem afloradas. A gavetinha pode ser aberta lá dentro de cada um de nós. Então, vamos lembrar que o esquecimento do passado já exata passado negativo, tá? Porque todo passado é sim um aprendizado. Todo passado, como diz o outro, a saudade significa que o passado valeu a pena. Olha que interessante, né? A saudade significa que o passado valeu a pena. É a minha história de vida. Eu até tenho saudade do tempo que nós brincávamos correndo pela rua. Hoje já não é tão fácil fazer esse tipo de movimento, porque não tenho mais idade até para fazer. O corpo já não acompanha. Mas vamos sonhar, vamos pensar como foi bom. Foi bom e hoje eu tenho outro caminho a percorrer. Eu não preciso mais sofrer porque a dor existe, mas o sofrimento é optativo. Portanto, vamos lembrar, o esquecimento do passado é importante se ele não significou nada. Se ele significou algo, vamos trabalhar. Seja com felicidade, seja com renúncia, seja com compreensão. Vamos lembrar da nossa história de vida como aprendizado. Como diz o Aroldo Dutra, nós não estamos só numa escola da vida, nós estamos também num hospital da vida, porque estamos tratando das nossas mazelas. É

brar da nossa história de vida como aprendizado. Como diz o Aroldo Dutra, nós não estamos só numa escola da vida, nós estamos também num hospital da vida, porque estamos tratando das nossas mazelas. É interessante essa colocação do nosso querido Aroldo, porque ele bota de tal forma que você repensa, realmente eu preciso trabalhar tudo que estava dentro de mim, guardadinho, escondido lá dentro, que nós chamamos de sombra, né? A nossa sombra é aquilo que eu eu não consigo me liberar dela. Não consigo sim, porque se eu estou com luz, se eu tô com energia, se eu estou trabalhando no meu eu maravilhoso, com certeza o meu eu nesse momento. Não no sentido egoístico só existe o eu. Não, eu estou sim trabalhando o meu viver, a minha experiência reencarnatória, porque sendo melhor comigo, eu serei melhor com todos que estão ao meu redor. É exatamente isso que a doutrina fala. Não podemos ficar presos ao nosso eu, mas temos que tratar bem o nosso eu. Temos que perdoar aquilo que já fizemos de errado. Eu não posso voltar lá atrás, mas eu posso não mais repetir ações inadequadas. Por isso que ele fala os motivos de resignação. Quais são os motivos que eu tenho que me resignar? Tem situações que eu não tenho como resolver. Tem situações que eu tenho que permitir que o outro avance no seu eu. Não sou eu que vou empurrar, eu vou oferecer caminhos. Jesus fazia isso e faz. Jesus proporcionava todos os seus discípulos, fazia com que cada um percebesse o caminho que devia que que assumir. É tão interessante quando nós contamos e conversamos sobre a história de Joana de Cusa, porque Joana depois Angélica, que como ela, ele na realidade fala para ela, não tá na hora de você vir comigo. Você continue com as suas orações, continue praticando o bem que você sempre fez. Porém, a hora chegará. Eu acho que vocês conhecem a história de Joana de Cuza, que é aquela grande senhora que acompanhava Jesus e queria continuar acompanhando mais, mais, mais e mais. E Jesus chega e diz: "Minha filha, você foi é casada com

onhecem a história de Joana de Cuza, que é aquela grande senhora que acompanhava Jesus e queria continuar acompanhando mais, mais, mais e mais. E Jesus chega e diz: "Minha filha, você foi é casada com um romano e você tem que respeitar esse convívio em que você se encontra. Um dia que o seu companheiro não mais estiver ao seu lado, você então poderá me acompanhar. Só que Jesus teve que nos abandonar temporariamente e ela então segue o cristianismo com todo amor, com todo carinho e sofre também as consequências pela opção escolhida, né? Ela, ela e seu filho, já um rapazinho, já um homem, são levados à cruz. Enfim, eu tenho sim que compreender a importância do meu passado. Isso é o meu passado, nosso passado. Não podemos jogar fora o nosso passado, mas não podemos ficar presos ao passado, porque o passado foi esse hospital que o Aroldo falou, foi essa escola que nós falamos. E eu vou continuar nesse caminho evolutivo, estudando, trabalhando, evoluindo emocionalmente, moralmente, espiritualmente, materialmente, por não? Então, quando ele coloca o esquecimento do passado, não é no sentido: "Ah, ele não existiu, não." O evangelho tá falando isso. Ele existiu, ele é importante, sim, porque nos deu a base para continuarmos sendo melhores sempre. Então vamos pensar nesse capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Bem-aventurados aflitos. Os aflitos são somos todos nós. Nós todos estamos aflitos nessa caminhada, até porque nos impulsiona, vai nos movimentando. Se você tem uma aflição positiva, você coloca nessa aflição a esperança, a compreensão, a paciência. o interesse em ser melhor, o interesse em vencer as suas dificuldades. A aflição, ela pode ser positiva ou negativa. Por isso que ele coloca que as causas anteriores das aflições são sim, estão sim e estarão sempre na nossa consciência espiritual. Nós sabemos hoje o que é bom, o que é ruim. Você vai dizer assim: "Não, mas a criança ela ela é um espírito antigo que se encontra naquele corpinho e ela começa do zero, tendo que aprender

espiritual. Nós sabemos hoje o que é bom, o que é ruim. Você vai dizer assim: "Não, mas a criança ela ela é um espírito antigo que se encontra naquele corpinho e ela começa do zero, tendo que aprender vagarosamente a engatinhar, a andar, a falar as primeiras palavras, a se expressar com mágua, com dor, com fome, com desconforto. Imagine, vamos nos imaginar como um bebezinho engatinhando, aprendendo a falar. Como para nós que já somos espíritos no processo um pouco mais lá na frente, lembrar que estamos ali de alguma forma reiniciando uma grande oportunidade reencarnatória, porém vivendo vagarosamente, aprendendo, continuando, caminhando, evoluindo. E ele fala então que é o esquecimento do passado. É importante sim, mas não é abandoná-lo. É lembrar que o perdão começa quando eu já não me lembro mais de algo negativo que aconteceu ontem, anteontem, há 10 anos atrás, há 20 anos atrás. aquele situação ocorreu, me magoou, me deixou aflita, porque eu não tinha como resolvê-los de forma mais tranquila. Mas eu simplesmente aqui me encontro trabalhando essa caminhada que não é fácil para ninguém. Caminhar no bem é interessante interiormente e bom para todos aqueles que se encontram recebendo essas energias. Porém, eu tenho que reconhecer que cada um é um. Eu tenho que reconhecer que eu sou eu, que eu preciso vivenciar as minhas experiências. Eu preciso trabalhar essa minha grande experiência reencarnatória. Não posso abandonar porque não é por aí, não é por esse caminho. E vamos lembrar que a doutrina deixa bem claro: não desista jamais. sempre crescendo, aprendendo, praticando, lembrando que o caminho junto de Jesus, as ações do mestre Jesus são ações consoladoras, são ações de bem viver, são ações voltadas para o nosso pensar, analisar, conviver com situações, com problemas, com felicidades. Lembrando que Jesus deixou bem claro que a felicidade plena não era desse mundo. E não é desse mundo. Por quê? Porque nós temos que aprender a encontrá-la. A felicidade tá conosco. Quantas pessoas eu me lembro muito,

sus deixou bem claro que a felicidade plena não era desse mundo. E não é desse mundo. Por quê? Porque nós temos que aprender a encontrá-la. A felicidade tá conosco. Quantas pessoas eu me lembro muito, porque eu gosto muito da dessa poetisa Cora Coralina, quando ela sempre colocava exatamente essa situação. Umas pessoa que viveu, criou os filhos e teve condições de fazer o que ela tanto gostava, já com uma idade bem avançada, a poesia, os Doces lá de Coracoralina em Goiás. Então, vamos lembrar que somos sim caminhantes, somos sim seres amantes de nós mesmos. Por isso ele vai falar: "Somente na vida futura podem efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da terra". Então, a partir dessa aflição, eu vou entender a importância da reencarnação. Porque senão, para que reencarnar? Perguntamos muitas vezes, por que eu tenho que reencarnar? Eu não tenho que reencarnar, eu peço para reencarnar. E aí eu me lembrei, eh, tem um um é uma música com uma letra maravilhosa que se fala aos pés do monte. Eu vou ler a poesia, não vou botar a música. Um sentimento me ronda, não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito ser. Tua palavra, palavra de Jesus, me consola e me sonda. Me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Teu falar me encantou. Quis seguir caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui. Minha dor serenou. É uma grande poesia que nos auxilia a entender as aflições pelas quais passamos, as os interesses individuais de cada um para renascer com relação às suas dores da alma. Tem até um livro, sugiro muito interessante que se chama As Dores da Alma. Vale a pena é de Ramed. Então vamos trabalhar essa esse movimento interior que nós compreendemos que ao estarmos aqui temos saudade daquela situação deliciosa, gostosa, calma e tranquila que se encontra no mais alto que é dentro da

amos trabalhar essa esse movimento interior que nós compreendemos que ao estarmos aqui temos saudade daquela situação deliciosa, gostosa, calma e tranquila que se encontra no mais alto que é dentro da nossa consciência. A nossa consciência tranquila significa um caminhar, um viver, uma aflição de que produzi o melhor que eu podia. Na próxima, como diz a musiquinha, como diz essa poesia, eu vou renovar, porque as dores da alma vão sendo vencidas vagarosamente, paulatinamente, continuando a esperança e a certeza de que o mundo, a Terra, esse planeta maravilhoso, é um planeta de regeneração, porque a regeneração está em nós. Nós estamos regenerando, nós estamos nos vencendo interiormente e sendo seres espíritos maravilhosos num grande caminhar. Por isso que esse capítulo, o capítulo 5, continua: "Sem a certeza do futuro, estas máximas, que são as belezas que o mestre Jesus nos traz, seriam um contracenso, mas ainda seriam até um erro, o engudo. Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. Por quê? Porque nós sempre achamos que sofrer significa materialmente uma dor, um desequilíbrio físico. Não, ele está falando das dores da alma. tá falando que cada um de nós tem sim algo a oferecer de melhor. Somos filhos de Deus, somos irmãos desse mestre maravilhoso. E ele coloca: "A fé no futuro pode consolar". Imagine, vamos parar aqui. Imagine se eu não tivesse fé no futuro, nesse futuro maravilhoso que são as reencarnações. O que adiantaria eu estar aqui agora orando, agradecendo, dizendo sempre: "Senhor, que bom que estamos juntos mais uma vez". Então, vamos lembrar, como ele fala aqui, a fé no futuro pode consolar e infundir paciência, mas não explica anomalias que parecem desmentir a justiça de Deus. Então ele e esse esse esse capítulo C, ele traz memórias para cada um de nós de tudo que nós já produzimos de bom. é o bem e o mal, o certo, o errado. E aí vamos trabalhando, porque as aflições existem, elas devem ser trabalhadas para o nosso bem, a nossa

s para cada um de nós de tudo que nós já produzimos de bom. é o bem e o mal, o certo, o errado. E aí vamos trabalhando, porque as aflições existem, elas devem ser trabalhadas para o nosso bem, a nossa esperança, a nossa realidade. Aqui me encontro mais uma vez agradecendo a espiritualidade amiga por me oferecer a oportunidade de reencarnar e vencer nesta encarnação, dentro do possível as minhas grandes dificuldades, os excessos, como foi colocado, excesso de vaidade, excesso de egoísmo, porque tudo é válido nessa vida. os excessos até da paciência, muitas vezes precisa ser trabalhado. Então, vamos aproveitar esses momentos que estamos aqui reunidos, lembrar que o capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo é um alerta, é uma experiência reencarnatória para que cada um de nós possa compreender a beleza da vida. Estamos reencarnando por amor. Estamos reencarnando por esperança e pacientemente aprendendo a ser melhor vagarosamente, mas com pés tranquilos no nosso chão do crescimento físico, moral, espiritual. Então, que a paz esteja com todos. Vamos elevar nossos pensamentos, agradecendo a espiritualidade pelo carinho, pela paciência. pelo entendimento de que cada um de nós se encontra nesse momento, nessa vivência, num aprendizado contínuo, não mais como enfermeiros ou doentes, mas como irmãos nessa caminhada de amor, de compreensão, de afeto. Que assim seja. Graças a Deus. Vocês já vão ser chamados pro passe, mas antes, só lembrando que nós temos atendimento fraterno na nessa casa maravilhosa. A partir de desde segunda-feira até domingo, nós temos atendimento fraterno, temos esses atendimentos são aquel aqueles pelos quais nós temos a oportunidade de conversar com alguém que irá lhe orientar, irá colaborar com a sua experiência reencarnatória. Nós temos segunda, sexta, sábado, domingo, enfim, de segunda a segunda é só subir. Nós temos atendimento fraterno constante. Temos também, não sei se vocês conhecem, algumas atividades e e grupos maravilhosos, como segunda-feira, nós

domingo, enfim, de segunda a segunda é só subir. Nós temos atendimento fraterno constante. Temos também, não sei se vocês conhecem, algumas atividades e e grupos maravilhosos, como segunda-feira, nós temos um grupo maravilhoso, que é o grupo de irmãos que necessitam apoio na nas dependências químicas. Sala 13, a partir das 7 horas da noite, é só subir. Sobe naquele andar ali que nós temos a lanchonete, na última salinha, lá no finalzinho, sala 13. Na quarta-feira, nós temos um grupo chamado Viver, que é um grupo voltado para pessoas aflitas com a sua experiência reencarnatória e às vezes com ideias não muito boas, com relação a continuar nessa experiência. Se chama Grupo Viver também às 19 horas na sala 13 também toda quarta-feira. E temos na quinta e sexta, são dois dias que nós temos, a pessoa pode escolher ou um ou outro. Às 19 horas também o grupo aolher para pessoas aflitas e ansiosas. Mesma coisa. Chegou, vai, sobe, já pode direto pra sala 13, sem nenhum encaminhamento, sem nenhuma burocracia. Que a paz esteja com todos. Que Jesus esteja sempre conosco e em nós. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os

e amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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