Anete Vidal | OBEDIÊNCIA E RESIGNAÇÃO (PALESTRA ESPÍRITA)
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. Com certeza, quando adentramos aqui a espiritualidade maior responsável por este horário, já nos aguardava e com certeza todos aqui estão estamos sendo assistidos, né, de acordo com a vontade do pai. E aproveitamos também para cumprimentar os nossos irmãos e irmãs que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília e que esta mesma paz chegue até a eles, aos seus familiares. E hoje nós temos o grande prazer de receber a nossa irmã Anete, que vai falar sobre um tema que é importante para todos nós, né, que é obediência e resignação que consta do Evangelho Segundo Espiritismo. E como sempre fazemos uma leitura para nos harmonizarmos mais, nos tornarmos mais receptivos à reflexão de hoje. E a mensagem que nós vamos ler, uma mensagem curta, está no livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes. E é o seguinte: trabalhe servindo. Trabalhar significa agir de acordo com a dinâmica universal. Tudo se movimenta e serve desde as estrelas até os átomos. Não lamente o trabalho a fazer. Realize-o da maneira melhor possível, dando tudo de si. Por ele você atrai benefícios da vida. Traz-lhe a saúde e o bem-estar. Os outros recebem o seu auxílio. Cumprir fielmente as próprias obrigações é sintonizar com o infinito. Só quem trabalha e serve conquista a legítima paz de consciência. E assim vamos, aqueles que quiserem fechar os olhos, se colocando de uma forma bem tranquila e vamos nos conectar com o nosso mestre Jesus, mestre de amor, amigo de todas as horas, que ele nos
iência. E assim vamos, aqueles que quiserem fechar os olhos, se colocando de uma forma bem tranquila e vamos nos conectar com o nosso mestre Jesus, mestre de amor, amigo de todas as horas, que ele nos envolva com sentimento maior. do amor, despertando em nós esse sentimento para que nos tornemos cada vez mais fraternos, solidários, que sejamos instrumentos deste amor junto aos nossos familiares e a todos com os quais convivemos. Mestre Jesus, nos ampare e nos fortaleça. E neste momento pedimos à equipe espiritual deste horário e ao Dr. Bezerra de Menezes, mentor desta casa, que inspire em tu e a nossa irmã Anete, que está com a palavra. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Boa tarde mais uma vez a todos e todas. Hoje já estamos no dia 17 de abril e esse ano tá passando rapidinho, né? Não sei se eu que tô apressada, mas tá rapidinho demais. Bom, eu vou começar de trás para frente, ou seja, nós vamos dar uma passagem breve pelo capítulo 9 e também pelo capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, para que nós possamos compreender melhor um tema que nos é meio complicado, quando ele fala da importância de você obedecer a obediência e a resignação, ficamos na dúvida, né? Eu vou ter que obedecer. Por que que eu tenho que obedecer, né? Não tenho sinal de trânsito. Eu não tenho que obedecer o vermelhinho, verdinho, amarelo. Isso é uma obediência. Existe uma lógica nesse encadear. Mas existem outras coisas interessantes na vida que são exatamente aquelas pelas quais nós fazemos julgamentos precipitados. E a historinha muito interessante de dois pombinhos. tava no mês de dezembro, um calor muito grande e simplesmente veio aquela chuva de verão, aquela chuva que parece que é um um regador em cima da gente, um balde virando. E dois pombinhos estavam no teto de uma casa e eles colocaram a asinha um e no outro, cada um como se eles estivessem até dentro do meu conceito. Olha o julgamento, né? estão se protegendo. Muitas vezes nós acreditamos o que o olho tá vendo, mas não o que tá
ram a asinha um e no outro, cada um como se eles estivessem até dentro do meu conceito. Olha o julgamento, né? estão se protegendo. Muitas vezes nós acreditamos o que o olho tá vendo, mas não o que tá sendo percebido e sentido. Como nós julgamos? E o primeiro momento dessa historinha, ele diz assim: "Foi o que eu julguei logo, é animal, é extintivo, tá se defendendo". Mas aí vagarosamente ele foi repensando e falei: "Mas por que que meu julgamento foi só negativo? Por que que não foi no sentido de proteção ou no sentido de obedecer a realidade da natureza? Porque ele não pode contra a chuva. A chuva existe. Ele pode se proteger da chuva. Até tô vendo alguém passando aí com com guarda-chuva. Então começou a chover. Então, eh, como é que nós podemos compreender a obediência natural, extintiva dos animais? Como é que eles se protegem, se defendem e se respeitam? Então, começou o os a o autor desse texto, ele começa a fazer uma análise muito grande com relação à obediência e à resignação. Se fôssemos nós, nós estaríamos com essa e compreendendo essa caminhada, estaríamos logo reclamando. Tá muito fria, tá meio molhando, não tá na hora de chover, sempre chove na hora que eu vou sair de casa. Nós só colocamos problemas, dificuldades, como se fôssemos vítimas. Mas aqueles dois pombinhos me deram uma lição. Isso é a resposta do próprio autor. Enquanto eu resmungo, ele obedece, respeita a natureza. E aí eu achei muito interessante, eu nunca havia analisado por essa esse esse lado, eh lembrar que Maria quando recebeu a visita daquele anjinho, que foi convidá-la, não foi impor, foi convidá-la, né? Você tá sendo escolhida, você tá sendo melhor entendida na espiritualidade como um ser para receber o filho do homem. Aí, Maria, o que que ela teve? Ela resmungou. Era uma obrigação. Ela podia negar, não podia? Mas a resignação e a resposta de Maria foi: "Faz de mim segundo a vossa vontade". A resignação, ela é, na realidade, é uma renúncia permitida pela consciência, compreendida pela pela
negar, não podia? Mas a resignação e a resposta de Maria foi: "Faz de mim segundo a vossa vontade". A resignação, ela é, na realidade, é uma renúncia permitida pela consciência, compreendida pela pela responsabilidade que ela teria com aquele aceitar, faz de mim, conforme a sua vontade. Aí depois veio o São Francisco que disse assim: "Faz-me um instrumento." Olha a diferença. Faz-me o instrumento da vossa vontade. É obediência. É o sinal verde, vermelho, amarelo. Faz-me um instrumento da vossa paz. Obediência é um ato de conscientização, de tornar-se instrumento. É um processo da razão. Se eu não parar no sinal vermelho, eu vou ocasionar um acidente. Não é a razão que fala isso. Já Maria foi aquele sentimento de empatia com o mais alto. Faz-me sim de acordo com a sua vontade. Ou seja, a responsabilidade real por estar fazendo algo que realmente a responsabilidade é muito grande e ela aceitou com muita vontade de acertar, né? Então, esse texto, esse tema que é tirado do capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, é os mandos, os mansos e pacíficos. Como é difícil eu ser mansa e pacífico numa uma hora de mágoa, uma hora de raiva. Olha, é tão interessante quando a gente observa o nosso comportamento com os nossos netos e filhos, vamos dizer assim, descendo com os nossos pais, porque estamos cansados, irritados e muitas vezes nos alteramos ser brandos e pacíficos. Quantas vezes os nossos pais resistiram bravamente com aquele sentimento de resignação com relação às nossas dificuldades, os nossos vícios. Por isso, o tema de hoje é um tema de reflexão a cada momento, porque não percebemos muitas vezes que somos muito menos obedientes e muito menos aceitamos de forma resignada. a vida. Porque alguns reclamam, mas por que que eu tenho que reencarnar? Eu tenho que receber esse castigo? Não é um castigo, é uma escola. Eu não vou simplesmente refazer, eu vou fazer, porque só refaz aquele que por algum motivo não fez de forma adequada e pode até apagar. Não, eu vou reencarnar para ser melhor do que
igo, é uma escola. Eu não vou simplesmente refazer, eu vou fazer, porque só refaz aquele que por algum motivo não fez de forma adequada e pode até apagar. Não, eu vou reencarnar para ser melhor do que fui. Não é apagando simplesmente algo, não é simplesmente dizendo: "Eu esqueci, acabou". Não. É resignado, entendendo que essa reencarnação é um privilégio, é uma responsabilidade, é um viver sim de grandes experiências. Qual é, qualquém de nós aqui pode chegar e dizer: "Ah, eu tô feliz com tudo que acontece ao meu redor". Não, eu tô feliz porque eu estou numa escola e aprendendo. Uma grande maioria das situações não me agradam. Não é diferente de ficar com raiva, não é diferente de extravazar, surtar, como tá na moda agora, né? Ah, porque eu surtei tudo agora tá assim. Não, não vamos surtar. Vamos lembrar de Maria quando diz: "Faz de mim conforme a sua vontade". E lembrar de São Francisco, eu sou um instrumento da vossa paz. Olha que interessante. Então, esse tema eu tô misturando e vocês vão ver que nós vamos pro capítulo 5, bem-aventurados aflitos e vou pro capítulo nove, que é bem-aventurados, que são brandos e pacíficos. Vamos lembrar aquela passagem quando os nossos irmãos chegaram até Jesus, muito chateados de ter que pagar aqueles impostos aos aos romanos. E Jesus, logicamente, com a sua calma, com a sua paciência, com seu entendimento e principalmente com seu respeito, pede a moeda da época. Olha a moeda e pergunta: "O que vocês estão vendo nessa moeda?" Nós pensamos no dinheiro, né? Ah, é, é César. Dai a César o que é de César. Dai a Deus o que é de Deus. Mas na realidade Jesus estava se colocando e mostrando sobre ser manso, ser pacífico. Eu posso resolver todas as situações sem precisar dizer não. Eu posso ser brando e pacífico. Deixa eu ver a moeda. Deixa eu ver o que que você tá pensando. Deixa eu entender melhor o seu pensamento. Será que o que você tá falando eu tô entendendo? Mas não, a gente já chega assim: "Não entendi nada. Repete. Pronto, já criei um ambiente
e você tá pensando. Deixa eu entender melhor o seu pensamento. Será que o que você tá falando eu tô entendendo? Mas não, a gente já chega assim: "Não entendi nada. Repete. Pronto, já criei um ambiente difícil entre o emissor daquela dor e e eu que estou recebendo aquele momento, aquela informação. É interessante isso. Sabe por quê? Porque nós estamos sempre julgando. Já tem alguma coisa por trás disso. Olha a historinha dos dois pombinhos. Enquanto eles estão ali se defendendo, se protegendo, eu já tô achando que eles só fazem isso por extinto e não deixa de ser. Mas nada mais é do que um uma reverência. É compreender que a chuva molha, que a chuva esfria, que a chuva é um bem da natureza. Mas nós estaríamos, como eu comentei, reclamando. É muito interessante. Vamos lá. A época de Brasília, da época da seca e a época da chuva, que que a gente fala? Não aguenta essa secura. Aí na época da chuva, não aguento a chuva, não é assim? Por quê? Porque nós não estamos ainda compreendendo a beleza da natureza. Nada é por acaso. É interessante quando alguém chega e dizer assim: "Ah, eu me machuquei". É, foi por acaso? Não foi porque eu estava distraída faz olhando o celular e não vi o buraco. Então nada é por acaso. Precisamos compreender porque é mais fácil quando eu chego e digo assim: "Ah, vou é por acaso eu tô me libertando? Parece que ah, problema é deles, eles que resolvam." Não, eu que não estou exatamente me adequando à minha realidade. Eu estou negando que eu tenho que eu tenho virtudes. Eu tô permitindo que simplesmente as minhas dificuldades sejam maiores do que as minhas virtudes. Então, nós precisamos compreender quando ele fala assim: "A doutrina de Jesus ensina em todos os momentos a obediência e a resignação". Porque precisamos resolver os problemas, as dificuldades com empatia, com compreensão. Daí é a César o que é de César e não simplesmente vai briga, pode brigar, sai lá, o dinheiro realmente é seu, não vai pagar imposto nenhum, não. Calma, tranquilamente, repense. Então
com compreensão. Daí é a César o que é de César e não simplesmente vai briga, pode brigar, sai lá, o dinheiro realmente é seu, não vai pagar imposto nenhum, não. Calma, tranquilamente, repense. Então ele bota a obediência é o consentimento da razão. Vamos lembrar então a obediência é o consentimento da razão. A resignação é o consentimento do coração. Por isso que eu falei que eu ia começar de trás para frente falando de Maria e de São Francisco. Enquanto Maria estava resignada, compreendendo e permitindo aceitar aquela incumbência, nosso querido São Francisco já simplesmente diz: "Eu sou um instrumento." Como nós todos somos médiuns, somos instrumentos da espiritualidade, somos todos grandes irmãos entre nós, porque somos filhos de Deus. Se então nós erramos, sim. E muitas vezes os erros não são pequenininhos, não. Então nós precisamos aprender a respeitar, compreender que a natureza ela é um processo maravilhoso de resignação. A planta vai crescer, ela tem sementezinha, vai evoluir, vai crescer, vai dar suas florzinhas, vai frutificar. Não vamos colocar nada antes ou depois da realidade de cada um. Não vamos exigir que ninguém, nem a natureza, nem os pombinhos que estão ali pegando aquela chuva, que eles façam algo fora da realidade, das possibilidades de cada um. Não vamos exigir que o outro resolva os seus problemas. Nós precisamos resolver os problemas por nós. Se eu criei o problema, eu tenho como resolver. E antes de mais nada, vamos lembrar que nós estamos no mês de abril, o mês do nosso querido Chico, que se tivesse entre nós reencarnado, estaria completando mais de 100 anos, né? Já 1910 que ele nasceu. Olha que coisa linda, né? Temos o Bezerra de Menezes que desencarnou. Bezerra de Menezes é o mentor espiritual dessa casa, desencarnou em abril desse não interessa também foi no início do século passado. E vamos pedir orações pro nosso querido Divaldo, que se encontra nas nos final no finalmente da experiência reencarnatória, que ele possa vencer, se assim for, a vontade de Deus e o mérito
lo passado. E vamos pedir orações pro nosso querido Divaldo, que se encontra nas nos final no finalmente da experiência reencarnatória, que ele possa vencer, se assim for, a vontade de Deus e o mérito dele para poder caminhar melhor, encarnado ou desencarnado. Então vamos aproveitar esse mês, que é um mês repleto de coisas, de assuntos, de maravilhosas. Vamos aproveitar e orar por todos os nossos irmãos, aqueles que se encontra acamados, como é o caso do Divaldo. Vamos orar por aqueles que se encontram escondidos pela vida fora, mas precisando da nossa atenção. Por isso, o Brandos e Pacíficos não é ser uma pessoa inerte. sem vontade, não é um fantoche. Ser brando e pacífico é entender e respeitar, seja pela obrigação de você parar no sinal vermelho da da de trânsito, seja recebendo aqueles irmãos que vêm até nós pedindo auxílio. Não é auxílio financeiro que eu tô falando. Tô falando de respeito da mão amiga, mãos estendidas, que é um trabalho belíssimo que nós temos as sextas-feiras. Temos os sábados, sábado, ao sábado nós temos atendimento às famílias que a nossa querida Vânia participa. Então vamos compreender. Cada um de nós tem seu tempo, tem seu momento. É a resignação, é respeitar o seu momento. E cada um de nós tem a sua hora de ser instrumento, oferecendo o sorriso, o abraço. Por isso ele bota assim: "Cada época é marcada com o cunho da virtude ou do vício que atende salvar ou perder. A virtude da vossa geração é a atividade intelectual. Seu vício é a indiferência, indiferença moral. Nós já somos seres intelectualizados, já temos noção do certo e do errado, que é o instinto, mas agora precisamos trabalhar não apenas o intelecto, não apenas a tecnologia, não a matéria, mas o nosso interior, a nossa moral cristã. Não estamos aqui passando por essa vida, como diz o versinho em brancas nuvens. Plácidos, em plá repouso adormeceu. Não, nós estamos aqui nessa vida para sermos melhores, não simplesmente passando uma borracha no passado. Passado é a nossa história, mas sim fazendo com que o
ens. Plácidos, em plá repouso adormeceu. Não, nós estamos aqui nessa vida para sermos melhores, não simplesmente passando uma borracha no passado. Passado é a nossa história, mas sim fazendo com que o nosso presente e o nosso amanhã seja de glória conosco e com todos que estão conosco, encarnados e desencarnados. Vocês sabem que quando nós vamos tomar o passe, logo quando vocês saem do passe da cabina, da cabine, nós médiuns permanecemos na sala e vamos fazer atendimento aos espíritos amigos que vieram. Muitos acham que é só passar lá dentro, saiu e pronto, chega ali na porta, já esqueceram de tudo que eles ouviram. Dizem até que ser espírito é difícil por causa disso, porque a gente aqui dentro tá tranquilo, né? tá orando, tá agradecendo, desejando melhor para todos. Chegou ali no ponto de ônibus, nós já esquecemos tudo, né? Mas somos assim, é assim mesmo. Não vamos julgar. Só estamos no caminho. E esse caminho muitas vezes, como diz o capítulo 5, bem-aventurados aflitos, ele deixa bem claro que a maioria das aflições nossas são provocadas por situações dessa encarnação. Colocamos muito mais pedras que não precisava colocar, muito mais rancores e mágoas que não precisávamos fazer ter. Então vamos aproveitar, vamos conhecer o Evangelho, vamos conhecer as obras do nosso querido Kardec, que nos explica exatamente cada momento que não estamos aqui por castigo, estamos aqui para aprender a ser melhor, para vencermos esses vícios da o excesso da da mágoa, das vaidades, do egoísmo. Porque tudo um pouquinho é bom, mas não precisa ser nem oito nem 80. E aí ele vai falar então: "Ai do espírito preguiçoso, ai daquele que cerra o seu entendimento." Então vamos lá no evangelho. Lembra aquela parábola? Vamos lá. Os últimos serão os primeiros. Olha que interessante, né? Mas tem outras parábolas também que nos fazem pensar muito. Trabalhador da última hora. Quem é esse trabalhador da última hora? Ah, é um preguiçoso. Será que ele é um preguiçoso? Será que ele não é um ser que veio para
ábolas também que nos fazem pensar muito. Trabalhador da última hora. Quem é esse trabalhador da última hora? Ah, é um preguiçoso. Será que ele é um preguiçoso? Será que ele não é um ser que veio para complementar um momento reencarnatório? Porque se nós formos analisar friamente, como eu queria, com os pombinhos que estavam ali se protegendo da chuva, extinto de proteção, de sobrevivência, eu estarei na realidade simplesmente julgando negativamente. Então, vamos lembrar. Capítulo 5, bem-aventurados aflitos. Capítulo 9, que fala sobre brandos e pacíficos. Como eles se completam. Incrível. Todo evangelho tem lógica na sequência. Quem estuda o evangelho sabe muito bem como é importante começarmos pela introdução, conversando com a introdução, entender cada capítulo, porque esses capítulos vão nos levar a compreender melhor conosco e em nós esse trabalho maravilhoso da reforma íntima, de sermos melhores conosco. E ele então vai colocar: "Ai do espírito preguiçoso, ai daquele que cerra o seu entendimento." Resistência orgulhosa, quantos utilizam do seu saber de forma não adequada a aos irmãos que estão ao seu lado. Por isso, Jesus sempre falou por parábolas, até difíceis de entendermos hoje, porque levamos sempre o lado da matéria, né? É o caso do parábola do semeador, né? Tá jogando as moedinhas, tá jogando as sementes. Ele tá falando de dom. É o caso do trabalhador da última hora. Quando eu comecei a estudar, eu achei um absurdo, coitadinho. Um trabalhou 8 horas, o outro trabalhou só três, ganhou a mesma coisa. Olha só, tava olhando o quê? o meu lado. Mas não, Jesus deixa bem claro, cada um tem sim uma quantidade X para complementar o seu caminhar. Se nós analisarmos dessa forma, na diferente, aquele trabalhador da última hora, ele não estava ali esperando preguiçosamente, não, porque passou já pela experiência da vida, estava complementando essa experiência. Não é diferente? É bem diferente quando nós começamos a tirar a matéria e colocar o sentimento, a moral cristã. Por isso ele
passou já pela experiência da vida, estava complementando essa experiência. Não é diferente? É bem diferente quando nós começamos a tirar a matéria e colocar o sentimento, a moral cristã. Por isso ele vai falar: "A obediência é um estado de alma conquistado pelo Espírito nas diversas encarnações. Pois para ser obediente é preciso não ser excessivamente orgulhoso e nem excessivamente egoísta, deixando que se sobressaia a humildade. Com a resignação, nós temos a obediência e a resignação são duas virtudes companheiras da doçura e muito ativas no bem do ser. Se nós formos no capítulo 17, vai falar do homem de bem. Olha que interessante. Que que será um homem de bem? É aquele que tem muitos muitos bens? Não. É aquele que tem a moral cristã. é aquele que se coloca de tal forma a oferecer o melhor que ele tem para ele, para ele poder saber como oferecer pro próximo. Então, precisamos trabalhar a nossa reforma íntima. Por isso Jesus coloca, Jesus foi o exemplo dessas duas virtudes. Todas as vezes vocês vão dizer assim: "Ah, mas Jesus entrou lá no templo e começou a quebrar as barracas. Por que será? Eles estavam vendendo os pombinhos. Lembra disso? Dessa passagem. Pessoal já acha que Jesus, tá vendo? Olha, ele surtou. Não, ele não surtou. Ele estava dando exemplo que nós temos que tirar de nós os interesses materiais. Temos que trabalhar num templo religioso interno para aprendermos a compreender a beleza da vida. Não estamos, estamos reencarnados simplesmente para passearmos por por esse planeta. Estamos aqui sim como alunos, como jovens seres cheios de vontade, de interesse, não de ilusão, mas de vontade de vencer sim as suas dificuldades. Então, esses esse texto ele é maravilhoso e ele bota assim: "A obediência e a resignação são próprias dos brandos e pacíficos, aqueles que possuirão a terra, a qual ao passar para um mundo de regeneração, deixará de ser um mundo de expiação e provas. Neste estágio, os rebeldes e obstinados são mais não mais nascerão nesse planeta. Então é é importante entendermos essa
ssar para um mundo de regeneração, deixará de ser um mundo de expiação e provas. Neste estágio, os rebeldes e obstinados são mais não mais nascerão nesse planeta. Então é é importante entendermos essa passagem. O mundo, o planeta Terra não vai explodir. Nós sabemos que aqueles irmãos que estão renascendo, estão reencarnando, já estão encarnados, como todos nós, quem sabe já estamos sim num mundo preparando o nosso mundo de regeneração. Mas como ele coloca aqui, mas tem aqueles que ainda são pouquinho teimosos, aqueles que a vaidade é excessiva, o orgulho, então nem se fala, vão precisar sim talvez ser levados, serem reencarnar, não é levados, serão oferecidos outros planetas, talvez menos evoluídos para reencarnar. E nós, se Deus permitir, e se nós continuarmos nessa nossa evolução maravilhosa, com certeza estaremos reencarnando nesse planeta lindo chamado Terra, porque já estaremos compreendendo qual é a nossa missão, entendendo como diz aqui Maria: "Faz mim segundo a vossa vontade". e São Francisco, eu sou um instrumento da vossa paz. Então essa é a beleza desse capítulo, é mostrar que somos todos capazes de compreender que nada está errado, que os pombinhos da nossa vida que avistamos por aí nos fios pendurados ou mesmo no teto de alguma casa, estão agindo pela extinto e nós estamos apreciando cada um pelo nosso nosso amor. Que a paz esteja com todos. Boa Páscoa, bom final de semana. Vamos lembrar que a Páscoa para nós espíritas é o simbolismo de quê? Da renovação. É a oportunidade de termos consciência de que cada encarnação é uma renovação, é um momento de nos educarmos. nessa caminhada. Que assim seja todos. Um abraço forte. Boa Páscoa. Agradecemos a nossa irmã Anete pela reflexão e este é o momento, né, de elevarmos o nosso pensamento nos conectando com o nosso pai maior e Jesus. E neste momento, Jesus, nosso bom pastor, nos ajude, Senhor, a combatermos em nós o orgulho, o egoísmo, para que nos tornemos mais obedientes às leis divinas, sendo justos, amorosos,
ai maior e Jesus. E neste momento, Jesus, nosso bom pastor, nos ajude, Senhor, a combatermos em nós o orgulho, o egoísmo, para que nos tornemos mais obedientes às leis divinas, sendo justos, amorosos, misericordiosos. Mestre Jesus, e que sejamos resignados diante das situações pelas quais temos que passar e que não encontramos solução, mas confiemos no Pai. Ele sabe o que é o melhor para nós. E assim, Senhor, só temos agradecer pela bênçãos recebidas, pela assistência que nos é dada neste momento a todos aqui presentes, encarnados e desencarnados. E pedimos, Senhor, que a tua paz, que o Teu amor seja direcionada a toda a humanidade, levando consolo lenitivo para aqueles que estão em sofrimento, em desespero, levando a paz para aqueles que ainda se encontram em revolta, envolvidos com guerra, lembrando que são todos nossos irmãos. todos necessitados do amparo divino. Mestre Jesus, gratidão pela tua presença em nossas vidas e nesse momento que pedimos que envolva todos aqui um abraço fraterno, amoroso. E lembrando que a nossa irmã disse: Páscoa é renovação, renovação de sentimentos. renovação de atitudes para que cada vez mais estejamos sintonizados com vosso amor. Se conosco hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Por gentileza, aguardem a chamada para o passo e a nossa irmã vai dizer as prioridades, tá? Fique em paz. Feliz Páscoa. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo
o a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.
s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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