Bate-papo com Autores | Livraria da Fergs
A Livraria da Fergs será palco de um momento especial de aproximação com o universo da literatura espírita no próximo dia 23 de abril, das 15h30min às 16h30min, com mais uma edição do Bate-papo com Autores, promovido pela equipe da Área do Livro Espírita O encontro contará com a presença já confirmada dos escritores Lizarbe Gomes e Iraci de Oliveira, e tem como público-alvo jovens e adultos interessados na literatura espírita. A proposta é proporcionar uma conversa descontraída e enriquecedora, oferecendo um momento de diálogo com autores espíritas ao Movimento Espírita e simpatizantes do Espiritismo. A atividade estimula a leitura individual e coletiva de obras espíritas de reconhecido valor doutrinário e literário, promovendo ações de valorização da literatura espírita, difusão da Doutrina Espírita e convivência fraterna. Não será necessário realizar inscrição para participar. Quem não puder comparecer presencialmente poderá acompanhar a atividade ao vivo pelas redes sociais da Fergs. Uma excelente oportunidade para mergulhar em novas inspirações e fortalecer o vínculo com a arte que consola, esclarece e ilumina.
Amen. O livro Construindo Dias Felizes convida você para uma profunda jornada de autotransformação. Ao longo de 52 desafios, um para cada semana do ano, Cláudia Johan Show oferece um guia prático com exercícios para desenvolver virtudes essenciais ao aprimoramento moral. Além disso, o livro pode ser utilizado nos encontros semanais do Evangelho no Lar, enriquecendo a leitura de Evangelho Segundo o Espiritismo. Um verdadeiro presente a todos que desejam aproveitar a oportunidade existencial para investir na educação moral. Construindo Dias Felizes é mais uma obra da Fergora, que você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. Boa tarde, sejam todos bem-vindos aqui no nosso primeiro bate-papo com autores. Estamos na nossa livraria da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Temos pessoas presentes e certamente temos aqueles que nos acompanham nas redes sociais. Nós queremos, iniciando o nosso trabalho, solicitar ao nosso amigo Iraci Oliveira que faça uma leitura para nós de harmonização. Nós escolhemos o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 6, O Consolador Prometido, Instruções dos Espíritos, o Advento do Espírito de verdade. Lê para nós, por favor, meu amigo, os dois primeiros parágrafos. Advento do Espírito de verdade. Venho como outrora aos transviados filhos de Israel, trazer-vos a verdade e dissipar as trevas. Escutai-me. O Espiritismo, como o fez antigamente a minha palavra, tem de lembrar aos incrédulos que acima deles reina a imutável verdade. O Deus bom, o Deus grande, que faz germinar as plantas e se levantarem as ondas, revelai a doutrina divina como um ceifeiro. reuni em feixes o bem esparso no meio da humanidade e disse: "Vinde a mim todos vós que sofreis". Mas ingratos os homens, afastaram-se do caminho reto, e logos ao que conduz ao reino do meu pai, e enveredaram pelas ásperas sendas da impiedade. Meu pai não quer aniquilar a raça humana. quer que ajudando-vos uns aos outros, mortos e vivos, isto é, mortos segundo a carne, porquanto perdi o texto. Porquanto não
elas ásperas sendas da impiedade. Meu pai não quer aniquilar a raça humana. quer que ajudando-vos uns aos outros, mortos e vivos, isto é, mortos segundo a carne, porquanto perdi o texto. Porquanto não existe a morte, vós socorreis mutuamente, e que se faça ouvir não mais a voz dos profetas e dos apóstolos, mas a dos que já não vivem na terra, a clamar: orai e crede, pois que a morte é a ressurreição, sendo a vida a prova buscada e durante a qual as virtudes que houverdes cultivado crescerão. e se desenvolverão como o cedro. Na sequência, a nossa querida Lisarb vai fazer a nossa prece. Então, com coração agradecido por essa bela oportunidade de estarmos aqui reunidos nesse ambiente a nossa livraria da Fergente de gratidão, de esperança, de confiança renovada. Somos muito gratos a Deus por estarmos também na presença de tantos amigos que acompanharão o nosso bate-papo. Que possamos sempre estar todos nós sob o amparo dos nossos bons amigos espirituais e sob o amparo do nosso pai amoroso. Que assim seja. Que assim seja. Muito obrigada. Então, a nossa atividade na tarde de hoje, ela foi organizada pela nossa área do livro, em parceria com a nossa área comercial e também com a nossa assessoria de comunicação. É uma ação então de divulgação e difusão da doutrina espírita, né, e em comemoração ao dia mundial do livro que é hoje. E nada melhor do que nós termos aqui autores junto conosco, né? Os autores Iraci Oliveira, a autora Lizarbe Gomes, trabalhadores espíritas e autores, né, da nossa editora. Então, é uma alegria e um prazer tê-los aqui conosco. Eh, se trata de um evento em que pode haver interação com o público, quem está conosco aqui presentemente e também quem está nas redes sociais, porque nós temos uma equipe lá chefeada pela nossa querida Tereca, que está lá nos nos cuidando de nós aqui e atenta no chat. Bem, eu separei para vocês dois, isso não estava no script, é só um parágrafo de um texto, né, de José Simões de Matos, a bênção do livro espírita. Está na revista
idando de nós aqui e atenta no chat. Bem, eu separei para vocês dois, isso não estava no script, é só um parágrafo de um texto, né, de José Simões de Matos, a bênção do livro espírita. Está na revista Reencarnação nossa, Porto Alegre, 1972. E é apenas um parágrafo, mas para mim, e eu tenho certeza que para vocês tem um grande significado. Diz assim: "Bem-aventurados os que escrevem, os que editam e semeiam livros, espíritas por toda parte. São uma bênção no caminho de todos os que sofrem e passam provações, fome e sede de sabedoria e amor em suas vidas, neste mundo de provas e expiações, em que ainda nos encontramos a caminho de nossa libertação e ascensão espiritual. E assim nós vamos então logo pro nosso bate-papo, né? Porque certamente quem está conosco está curioso para saber o que que os autores têm para falar conosco aqui. Nós vamos iniciar com a primeira pergunta aqui. Vamos ver. E aí eu vou fazer assim. Os dois podem responder essa pergunta. Pode ser? Então tá. Eh, qual o papel do livro espírita na sua vida, Lisabe? Bem, o livro espírita tem um papel luminoso, né, na minha vida. Eh, eu recordo que o primeiro livro que eu li referente à doutrina espírita foi o que é o espiritismo, justamente do de Allan Kardec. E foi algo assim que me ajudou demais, porque desfez muitas das impressões erradas que eu tinha sobre a doutrina espírita, sobre o ensino espírita. E acredito que assim como aconteceu comigo, aconteceu ao longo do tempo e acontecerá ainda, não é, com muitas pessoas, porque conforme a mensagem agora acabaste de ler, o livro acaba sendo um amigo de todas as horas. O livro acaba sendo um alimento paraa alma, né? E também muitas vezes acaba sendo um remédio paraa alma, né? Tanto que às vezes eu brinco com os amigos, ah, eu vou te receitar um livro, não digo, eu vou indicar, vou te receitar, porque às vezes aquele livro ali traz reflexões importantes que realmente curam, vão curando aos pouquinhos assim as nossas mazelas, os nossos equívocos, clareando o nosso entendimento a
te receitar, porque às vezes aquele livro ali traz reflexões importantes que realmente curam, vão curando aos pouquinhos assim as nossas mazelas, os nossos equívocos, clareando o nosso entendimento a respeito de tanta coisa. Então, de fato, é mesmo uma bênção sempre será. E a gente quer trabalhar muito ainda para que os livros continuem chegando e ajudando as pessoas, né? Realmente a trilhar um caminho melhor. Que continue escrevendo. Então, e o Iraci, meu amigo, qual é o papel do livro na tua vida? De fato, sem com certeza é muito importante, né? O meu primeiro livro que eu li foi, que eu não esqueço, eu acho que tava com 19, 20 anos, no limiar do infinito de Joana deângelas Podivaldo Pereira Franco. Então aquele livro ficou está lá comigo até hoje, sabe? Aquele livro manuseado já tá se desmanchando. Mas o livro é esse farol, o livro espírita, né? Esse farol na nossa vida, na nossa jornada terrena. Ele nos mostra quais os caminhos que devemos seguir para chegar no nosso objetivo reencarnatório, né, que é a nossa evolução. E também nos mostra pelas leituras dos livros mediúnicos, das histórias daqueles irmãos, né, que nos trazem as suas experiências de vida, caminhos pelos quais não devemos trilhar, né, para que a gente não tropece. Então, o livro espírita, seja aquele livro que de um espírito, né, que vai nos trazer conselhos para a vida, né, mensagens construtivas, também tem aquele livro que traz as experiências de sofrimento que nos leva a refletir e também crescer. Porque as experiências da vida que estão nos livros, né, é o que nos ilumina para que a gente possa acertar cada vez mais e progredir na nossa jornada. Esse é o propósito. Então é um companheiro diário. Às vezes a Janete fica rindo comigo, eu tô com três ou quatro livros lá em cima da cabeceira, porque eu tenho áudio de quando eu estou um estou lendo um livro e tem referência, eu vou lá no livro da referência para depois seguir em frente, né? Então, por isso que é um companheiro de jornada e essa luz no nosso caminho.
uando eu estou um estou lendo um livro e tem referência, eu vou lá no livro da referência para depois seguir em frente, né? Então, por isso que é um companheiro de jornada e essa luz no nosso caminho. Muito obrigado. Mas aí eu quero perguntar assim, agora vou fazer invertido, agora vamos proc primeiro. Como se deu essa vontade de escrever um livro espírita, amigo? Ah, pois é. O primeiro livro foi aquele, a lei do amor e o sobrevivente do suicídio. A gente começou lá por 2013 tratar esse assunto ah em grupo de estudos, depois fomos desenvolvendo em palestras e a gente sentiu que tinha a necessidade de passar experiências de vida e experiências de conhecimentos adquiridos. para quem desejasse, né, reconhecer aquele tema que era um tema tão tabu, né, e que se fala muito, né, do problema do suicídio, do sofrimento do espírito na na vida, né, após a o desencarne. Mas a gente sentiu que tinha pouca leitura, quase não existia no sentido de consolar os familiares, né? Consolar e esclarecer e prevenir. Então a gente teve essa inspiração e aquela vontade e a partir dali começou a trabalhar anos anos. A tá falando antes, ontem, né? E o livro saiu, né? E e foi uma graça, né? De ter esse livro. E e quando nós escrevemos, nós evoluímos junto com o livro, porque ele nos leva a refletir, né, e leva o nosso crescimento. Por isso é tão importante essa inspiração. Quando alguém tiver a inspiração de escrever um livro, escreva, né? Passe o seu conhecimento, a sua esperança de vida, a sua, os conhecimentos adquiridos, né, para que a candeia não fique embaixo do alqueir, né? Muito bom. Muito bom. E você, Lisarb? Como é que se deu essa vontade de escrever um livro espírito? Bem, no meu caso, foi uma preparação que, claro, é uma área que eu jamais imaginei na minha vida que eu fosse trabalhar com livro, né, com o livro espírita, conforme eu contei, comecei com estudo do que é o espiritismo. Na época já frequentava o Centro Espírita Paz Luz e Caridade em Pelotas. Continuei ali prosseguir os estudos. A mediunidade
vro espírita, conforme eu contei, comecei com estudo do que é o espiritismo. Na época já frequentava o Centro Espírita Paz Luz e Caridade em Pelotas. Continuei ali prosseguir os estudos. A mediunidade já foi também se manifestando. Primeiro a psicofonia, né? Os espíritos que se manifestam pela fala. Mais adiante começaram a vir as mensagens psicografadas, né, por meio da escrita. Então, foram várias mensagens, foi foram anos de preparação, até que apresentou-se uma escritora dizendo que queria, iria escrever um livro. E eu tinha na época 20, 21 anos. E eu recebi aquilo, informação com muita naturalidade. E a partir daí nós seguimos o trabalho de forma disciplinada, de forma organizada. E mas ao mesmo tempo que eu recebi a notícia com naturalidade, porque talvez já fiz isso já fazia parte de uma combinação anterior que depois a gente vai conversar aqui no nosso bate-papo. Uhum. Mas ao mesmo tempo também, claro, né? Ah, mas será que realmente é esse o caminho? Mas à medida que a história se desenvolvia, à medida que o livro ia caminhando, né, a gente via aquela história realmente eh era uma história que deveria chegar até o público, né? E aí depois, no seu devido tempo, o romance foi publicado, foi o nosso primeiro romance publicado e foi essa caminhada, né? começou assim e depois vieram outros autores, conforme a Rosália também já tinha falado que viriam com tempo outros autores e a gente tá nessa caminhada. Então eu acho assim que a gente agora já vai pra próxima pergunta contigo, porque ela tem tudo a ver com esta tua resposta, né, que é esse processo da escrita de um livro psicografado. Porque às vezes, Lizarb, a gente eh eu falo como leitora, né? Não sou autora, mas a gente fica imaginando como seria esse processo da escrita de um livro psicografado. Seria assim, eu, ah, hoje eu vou escrever, né? E aí vontade só hoje eu estou pronta para escrever um livro. Então, quem sabe tu fala um pouquinho desse que eu sei que tu tens uma colaboração bem importante para falar da tua experiência, né?
r, né? E aí vontade só hoje eu estou pronta para escrever um livro. Então, quem sabe tu fala um pouquinho desse que eu sei que tu tens uma colaboração bem importante para falar da tua experiência, né? É, é bom que a gente esclareça que esse processo todo, a gente tem que recuar um pouquinho, né? Porque na verdade ele começa desde antes da nossa encarnação aqui lá no mundo espiritual, onde já são organizadas as equipes, porque também nunca é só o o autor, o escritor desencarnado e o médium, né? sempre tem a formação de uma equipe no mundo espiritual e também aqui no mundo terreno, que são as pessoas que nos auxiliam, né, nesse trabalho. Eh, chegam sempre no momento certinho, impressionante. E então já começa toda essa preparação, a pessoa aceita, então, o desempenho daquela tarefa mediúnica, o seu organismo já é preparado, já vem, né? E hoje até a própria ciência já tá demonstrando isso, né? que o médium tem todo o seu sistema nervoso adaptado, seus gens, né, já para essa tarefa. E então eles vão nos acompanhando, não é? Claro que também vão vendo as nossas tendências. se nós vamos, por exemplo, receber mensagens de cunho filosófico, de cunho eh científico, de cunho religioso, enfim, eh ou de cunho literário, vão vendo também que tipo como vai se manifestar essa mediunidade, se vai ser o grau de consciência, se nós vamos ser médiuns inspirados, nós vamos ser médiuns mecânicos, aqueles que recebem a mensagem não têm conhecimento que está sendo escrito. Então, cada um dentro da sua tarefa. Por isso que a psicografia ela tem várias nuances, né? Nunca tem assim, ah, é essa forma de psicografar. Uma pessoa de um jeito ou outra, conforme as suas habilidades, as suas aptidões. E aquilo vai se modificando e se aprimorando também ao longo do tempo. E os espíritos, então, amigos, vão acompanhando porque eles nunca nos impõem nada, né? Eles têm muito respeito pelas nossas decisões. Se em algum momento o médium resolve que não é aquilo que ele quer ou que prioriza outras coisas na sua vida, vai
porque eles nunca nos impõem nada, né? Eles têm muito respeito pelas nossas decisões. Se em algum momento o médium resolve que não é aquilo que ele quer ou que prioriza outras coisas na sua vida, vai ser respeitado também nessa decisão, né? Ah, depois ele até pode ver as consequências se foi uma boa escolha ou não, né? Mas nunca é um trabalho assim que venha por imposição. Por isso que eu te falei que eu acho que eu eu recebi com naturalidade essa tarefa porque não foi uma coisa que me foi imposta, né? e abracei com muito amor, com muito carinho, com muita responsabilidade, muita seriedade, né? Eh, sempre procurando opinião de outras pessoas também, os trabalhos que estavam sendo psicografados e que eles davam o sinal verde, né, para para vir adiante. A gente sempre pede outras opiniões de pessoas que conhecem a doutrina espírita, porque esse vai nos dando mais segurança, né? E assim nós vamos caminhando. Aí eu fiquei pensando aqui, Elisabe, quando tu falaste, tu falaste, tu citaste alguns espíritos, né? Então, certamente alguém pode pensar assim: "Ah, então eu posso escolher o espírito que vai me inspirar para minha escrita, né?" Eu gostaria que tu falasse esse essa escolha não é bem assim, né? é sempre conforme as tendências e as afinidades que existem, né, entre o médium e o autor. Eu, por exemplo, poderia poderia querer um espírito assim que fosse mais conhecido, mais famoso, vamos dizer, né? Exato. Aí eu quero muito receber uma mensagem dele, mas eu eu tenho que já estar afinizado, eu já tenho que já estar também moralmente mais próximo do nível daquele espírito para que haja essa essa condição de conexão de de afinidade mesmo, né? Então não depende só da vontade do médium, né? Pode querer muito, mas se não é o momento, pode também acontecer de naquele momento não estar chegada a hora dessa comunicação. Mas adiante, com o aprimoramento do médium, com o amadurecimento do médium, aí futuramente poderá ou não, né? Poderá ou não acontecer, né? Tudo depende da da nossa
ar chegada a hora dessa comunicação. Mas adiante, com o aprimoramento do médium, com o amadurecimento do médium, aí futuramente poderá ou não, né? Poderá ou não acontecer, né? Tudo depende da da nossa evolução, do nosso desejo, do nosso esforço. É sempre eu penso que qual é o o objetivo, né? É um fim útil, né? sempre fim útil. Meus desejo é um fim útil, né, ou não, né? Então a gente eh a espiritualidade que nos conhece, né, a todos sabe o que é bom e o que não é bom para nós, né? Isso. A gente sempre orientado na melhor maneira de servir, né? Essa aqui é verdade. É. E aí, Irac, mas eu quero te perguntar uma coisa assim, como é que pode, podemos, se é possível desenvolver a habilidade da escrita? Porque quando tu estavas falando ali, relatando da da do teu primeiro livro ali, eu eu percebi algumas dicas ali, né? Mas eu penso que tu tens mais para contribuir conosco. É, eu acho que primeiro a gente tem que ser educado para escrever na nossa língua portuguesa, né? Como todos nós temos essa oportunidade quando vamos à escola, mas a gente precisa ler muito, né? É importante ler porque a leitura ela vai nos eh trazer o vocabulário necessário, a o entendimento das ideias, né, a interpretação daquilo que a gente está lendo. E quando a gente vai aprendendo, então, a interpretar aquilo que lê, a nossa capacidade cognitiva melhora, né? Isso vai facilitar a nossa escrita, né? Eu escrevo de uma forma bem simples, né? o mais simples possível, né, para que todos aqueles que leem, né, possam entender de uma forma bem simples. É claro que tem escritas mais complexas, né, que também são necessárias, é importante, né? Eh, e daí pela prática, né, a gente começar a escrever, eh, se não está bom, reescreve de novo, revisa, né, até que ache aquilo ficou bem, aquele texto ficou bom, ficou inteligível, vai ser útil para alguém, né? Eh, como eu, a Janete, geralmente quando um escreve dá um, deixa o outro dar uma lida para ver como é que ficou, a gente se ajuda, né? Isso é importante. E acho que é isso, treinar, se dedicar,
m, né? Eh, como eu, a Janete, geralmente quando um escreve dá um, deixa o outro dar uma lida para ver como é que ficou, a gente se ajuda, né? Isso é importante. E acho que é isso, treinar, se dedicar, ler muito, né? Eu sempre li muito, né? Desde de pequeno eu dizia que eu tinha o hábito até de ler bula de remédio. Então, porque é a vida, né? Vida. Então, é isso é importante. Então, quanto mais a gente lê, quanto mais a gente se dedica, acho que é essa fluidez na escrita também vai nos facilitando, né? Inclusive na mediunidade, né? passar a a percepção mediúnica da eu percebo isso na Janete, né, quando estou lá apoiando ela, quando ela vai escrever também, né, que também vai fluindo, né, e a cada livro fica mais fácil, né? Vai fluindo. Sim, é um treino, né, amigo? Treino. Tudo é treino, né? Treino. É verdade. Então, o texto não sai prontinho de primeira. Pode ser que sim, pode ser que não. Pode ser, mas tem o esforço do do autor, né? Sim. a revisão, tudo o esforço, a dedicação, né, do autor, a disciplina. É, depois vê se tá didaticamente correto os parágos, né, se tá certo para que quem valer possa ter aquela, né, um didática, o livro tem que ter uma didática, né, para facilitar o entendimento de quem lê. Bem, então nós estamos pensando também aqui eh e nós que somos espíritas, aqueles que estão conosco, que estão nos acompanhando, né, e gostaríamos que vocês nos dissessem, acho que vocês já têm uma resposta para isso e quem nos assiste também. Mas se nós espíritas, então nós precisamos ler, vamos ver, estudar, conhecer os livros espíritas, isso. Mas como vocês sugerem que a gente possa trabalhar isso no nosso cotidiano? Como é que a gente incentiva a que as pessoas gostem de ler, né? Teriam alguma dica? Quem quer que vai primeiro na dica? Primeiro, Alisarbe. Tem alguma dica, Lisarb? Tem. Eu penso que a leitura, quando a gente vai adquirindo o gosto pela leitura, cada vez a gente quer ler e conhecer mais. A doutrina espírita nesse aspecto, eu sempre digo que ela nos seduz muito,
? Tem. Eu penso que a leitura, quando a gente vai adquirindo o gosto pela leitura, cada vez a gente quer ler e conhecer mais. A doutrina espírita nesse aspecto, eu sempre digo que ela nos seduz muito, né? Porque quanto mais a gente lê um livro, eh, mais fica querendo saber daquele assunto, aprofundar mais aquele conhecimento, isso já é um caminho assim natural, penso eu, né? Mas há quem prefira fazer o seu estudo individualmente, buscando as obras de sua preferência. E aqueles que gostam também, é uma coisa que ajuda muito nesse processo, é um grupo de estudo, né? Um grupo de estudo, frequentar, um grupo de estudo que nos ajuda na nossa sociabilidade. Nós vamos ali, participamos na casa espírita das leituras, dos estudos que são propostos, vai aprendendo, vai ajudando outras pessoas também, não é? Vai trocando ideias. é sempre muito enriquecedor e até já fica o recadinho aqui, muitas casas espíritas estão iniciando seus estudos do mês de abril, né? Quem sabe aí quem quem está pensando agora ainda é o momento, né? ainda estão no início dos estudos e e é algo que pode também, né, incentivar, porque às vezes num grupo um não é muito afeito a leitura, mas fica, né, fica assim contagiado pelos outros que gostam e aí vai progredindo no seu estudo, que que sim, como falaste, é muito importante, nós temos que estar continuamente estudando, né? É algo que mesmo pros médiuns que são inspirados assim, às vezes pessoa, ah, tá, pensa que é só chegar, pegar um caderninho e ir anotando que o espírito fala, não, a gente também tem que estudar para poder ter condições de fornecer a eles o os elementos que eles necessitam para desenvolver as suas histórias, né? Quanto mais o médium estuda e se prepara, mais ajuda também os autores. Então, essa é uma responsabilidade que a gente tem que ter também. Tá bom, Iraci, tu vai contribuir para nós, mas eu vou pedir um pouquinho mais de ti assim. E a Lisarve já deu uma dica ali. E lá no centro espírita, se a gente tem alguma pode eh ter alguma
er também. Tá bom, Iraci, tu vai contribuir para nós, mas eu vou pedir um pouquinho mais de ti assim. E a Lisarve já deu uma dica ali. E lá no centro espírita, se a gente tem alguma pode eh ter alguma ação, né, que incentive eh aos nossos companheiros, nossos irmãos, esse gosto, como disse a Elizabe, né, pela leitura, né? É, a Casa Espírita deve ter uma sala da leitura, né, que com livros disponíveis para que as pessoas possam e apanhar aqueles livros por empréstimo, ir para ler. E eu penso que se a gente tiver que indicar um livro, né, indicar um livro que seja para aquele que tá começando, um livro leve, aquele livro que começa se ler e não consiga parar, que depois a pessoa vai adquirindo o hábito e vai lendo leituras assim mais, né, dedicadas ao estudo da doutrina, assim de uma forma mais aprofundada. É como disse Kardec quando fala, né, da do estudo espiritismo, do simples para o mais complexo, né? Então começa com algo mais leve, mais simples, quem sabe um romance para aquele que tá começando, né? Eu lembro que o os meus filhos estavam com dificuldade de não de ler, né? E começaram a ler e eu lia, eu não via que eles não liam, né? Daí certa vez digo, mas eu tenho que achar um livro que eles comecem a ler e não parem de ler, né? Daí na época, como eu gostava de literatura universal, né, indiquei Júlio Verne para eles, né, depois que eles leram Júlio Verno, daí a partir dali leram de tudo, né? E daí vai os romances, vai os livros, né? Então que a gente escolha na biblioteca espírita um livro, né? Que seja leve pra pessoa começar e depois ela vai se aprofundando, né? conforme a a elesab falou que começou pelo pelo que é o espiritismo, que é um livro além daqueles diálogos interessantes, né, que nos chamam atenção, né, eu comecei lá pelo o livro no limiar do infinito, que era uma coisa que eu adorava, né, falar do universo, formação do mundo, essas coisas todas, né? E ali aquele livro me chamou atenção, né? A partir dali não parei mais de ler livro espírita também,
que era uma coisa que eu adorava, né, falar do universo, formação do mundo, essas coisas todas, né? E ali aquele livro me chamou atenção, né? A partir dali não parei mais de ler livro espírita também, né? Então é isso, né? Acho que a casa espírita ter livro disponível para emprestar paraas pessoas também o posto de livro para aqueles que tem interesse, né, em em adquirir os livros para levar uma feirinha de livro ajuda bastante também de vez em quando, né? Incentiva a divulgação do livro espírito e a leitura dos irmãos. Uhum. E sempre que fizer uma palestra também importante citar o livro. Era isso que eu queria chegou lá e se possível mostrar o livro, né? que é aquilo chama atenção. Se a palestra for uma palestra que tenha fluidez e alguém fique, digamos, motivado a estudar mais com aquela palestra, ela vai desejar eh buscar os conhecimentos mais aprofundados daquele livro, né? Então isso nesse sentido. Muito bem. Nós temos aqui presente, se alguém deseja fazer alguma pergunta, estamos abertos aqui, os autores aqui estão prontos para responder. Ficam muito à vontade, né? e quem nos assiste também, né? Esse momento tão gostoso, esse momento de aproximação do autor, do seu público leitor. Mas continuando, quando tu falaste da essa de mostrar os livros nas palestras, né? É verdade. Isso traz um efeito muito bom, porque muitas vezes quem está assistindo vai lá e pergunta: "Que livro é esse? Eu quero comprar, me mostra o livro que, né? Então a gente eh e com isso nós vamos incentivando, né, os nossos amigos, nossos irmãos ao gosto pela leitura da boa obra, né, como você falou, né, Iracim. Sim, da boa obra. Da boa obra, né? Mas eu gostaria agora de aprofundar um pouquinho a questão ética do autor, vocês pudessem me falar um pouquinho sobre este comportamento ético do autor, a questão dos direitos autorais, né, especialmente vocês que estão aqui conosco, que são autores espíritas, né, e que editam obras com a nossa editora da FCAS. Pode ser você primeiro, querido. É, no caso das obras
direitos autorais, né, especialmente vocês que estão aqui conosco, que são autores espíritas, né, e que editam obras com a nossa editora da FCAS. Pode ser você primeiro, querido. É, no caso das obras mediúnicas, nós que somos os responsáveis, o médium responsável pela obra, responde por ela e tem tem que ter o cuidado de sempre destinar esses direitos autorais a benefício, né, da divulgação da doutrina espírita, do movimento espírita, das casas, das instituições espíritas, não é? Porque trata-se de um trabalho que não é uma produção dele, né? Advem de uma outra inteligência, advem um outro autor desencarnado. Então não cabe ao médium ficar tendo proventos de relação a isso aí, né? Em relação a esse trabalho que ele produz. Não é fruto do seu esforço pessoal, assim do seu trabalho, da sua pesquisa própria, né? Então, nesse sentido, como a história vem de uma inteligência invisível, né, de um outro autor que é o criador da obra, que é quem elabora tudo, não é justo que a pessoa fique eh tendo benefícios de deste trabalho. Então, o médium deve ser aquela pessoa que deve ter a sua profissão, né, o seu rendimento e não viver assim do que ele produz da parte da sua atividade mediúnica. Então, por esse por essa razão também a gente tem que ter esse cuidado ético, né? Sempre é recomendável para não termos problemas. É, eu fiquei pensando e lembrando lá do Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Dos dons, dai gratuitamente, né? O que recebemos examente aquela parte que que que ele fala sobre a mediunidade gratuita que fala justamente sobre isso, né? obra dos esforços da pessoa, então não é justo que tenha ganhos com com aquela atividade. A mediunidade é coisa santa e santamente deve ser exercida estar no evangelho. Exatamente. Exatamente isso. É, mas não se restringe a questão dos direitos autorais somente as obras psicografadas, né? As outras obras também, né? Se nós estamos, digamos, dando a nossa parte, né, em prol da doutrina, mesmo os livros de pesquisa que a gente faz, né, em que a gente
s somente as obras psicografadas, né? As outras obras também, né? Se nós estamos, digamos, dando a nossa parte, né, em prol da doutrina, mesmo os livros de pesquisa que a gente faz, né, em que a gente entrega os direitos autorais, os direitos econômicos paraa federativa, né, acho que a gente está fazendo a nossa parte e uma vez que a gente entregue para o movimento espírita, para a sustentabilidade do movimento espírita, para contribuir com a sustentabilidade idade da aqui da nossa área comercial, da nossa federativa, do a sustentabilidade também, a auxiliar na sustentabilidade econômica dos centros espíritas e sobretudo, né, da sustentabilidade espiritual, né, e e moral, eh, que a doutrina espírita nos proporciona. Nós temos a obrigação, então, ética, de preservar esses direitos autorais, né? Às vezes pode ocorrer de alguém solicitar para nós os livros, né? Se não tem os miolos dos livros, eh, o PDF do livro para estudar, as pessoas ficam divulgando às vezes pela internet, né? As pessoas colocam livros em PDF na internet. Isso não ético, né? Porque isso custou. Um livro para ser produzido tem o custo do trabalho, da dedicação do autor, de toda a parte de revisão, editoração, né? Eh, e produção do livro, distribuição, né? Ele tem tem esse custo econômico, né? Então, a gente tem que ter esses cuidados. E diz a lei, né, que o livro ele, a, o direito autoral é reservado ali 70 anos após o desencarne do autor. Então, não é porque tem um livro aí, às vezes na internet de um de um autor, né, já um conhecido, um bestseller do espiritismo, né, que que a gente se encontra um texto desses na internet que a gente vai sair divulgando. que a gente fizer isso, nós estamos contribuindo para eh, digamos, contrariar a ética da divulgação do livro espírito. Então, que a gente tem esse cuidado. que é sempre o livro, né, o livro impresso, eh, se tiver em ebook, né, que a pessoa possa também adquirido de uma forma mais barata no ebook, mas que ele tem essa sustentabilidade, então espiritual, moral, né, de e contribuia
o livro impresso, eh, se tiver em ebook, né, que a pessoa possa também adquirido de uma forma mais barata no ebook, mas que ele tem essa sustentabilidade, então espiritual, moral, né, de e contribuia para contribua, né, para a nossa sustentabilidade econômica também no nosso movimento espírito. Porque o que que a gente diz? O, é quem recebe a assistência gratuita no centro espírita é quem vai procurar a assistência, né? Mas o o movimento espírita precisa se sustentar. Nós precisamos ter recursos para atender. E o livro é uma fonte de econômica de recursos que a gente deve considerar, né? Tanto é que tem essa livraria maravilhosa aqui que está nos ajudando em todas essas dimensões aí da sustentabilidade do Santo Espírito. Exatamente. Exatamente. Eu fiquei pensando quando tu falavas, né, amigo, que muitas vezes aquele que, né, na ânsia de ter o livro não pode comprar ou busca, como você falou, o PDF e às vezes compartilha, né, com tantos outros. A gente vê muito isso no grupo do WhatsApp, né, mas por não conhecer e não entender, né? que isso também fragiliza o nosso movimento espírita. Tu concorda com isso, amigo? Fragiliza a missão do espiritismo na Terra. Olha só, fragil, olha como é profundo. Fragiliza a missão do espiritismo na Terra. Porque se fizermos algo que não ético, que não é correto, nós estamos agindo em desacordo com a lei, com a lei moral, né? Que o espiritismo nos ensina a sermos corretos. Se eu não tenho dinheiro para comprar um livro, vai no posto de livro da lá da na do Centro Espírita, né? Pega por empréstimo para ler, né? Então é importante que a casa espírita tem esses livros disponíveis e também tem no caso das obras básicas aqueles livros econômicos, né, que os tanto pode o centro espírita disponibilizar para um preço acessível ou em muitos casos ou o centro espírita distribui principalmente obras básicas para aqueles que não podem adquirir, né? Então, que ninguém se sinta, digamos, desprovido da do livro para ler, que busque o seu centro espírita e lá consiga o livro do que
rincipalmente obras básicas para aqueles que não podem adquirir, né? Então, que ninguém se sinta, digamos, desprovido da do livro para ler, que busque o seu centro espírita e lá consiga o livro do que necessita para o sua leitura, o seu esclarecimento, a sua educação espiritual. Eh, eu lembrei quando você falava das campanhas que anualmente temos tido aqui na nossa federativa da obra, né, com preço acessível as obras básicas para o centro espírita, né? Eu não, eu vou talvez falhar. Não sei se nós já estamos no terceiro ano dessa campanha, mas aí eh, aqueles que foram os idealizadores, né, me perdoem, mas eu acho isso muito positivo, né, amigo, que disponibiliza a obra num custo muito, mas muito acessível mesmo. Isso precisa ser divulgado para os nossos leitores, para os frequentadores do Centro Espíritas. Mas vamos continuar aqui com mais uma perguntinha. Pode ser? Então, eh, qual é o papel das obras espíritas na formação moral e ética de um espírita? Qual o papel das obras espíritas na formação moral e ética daquele espírita? é uma função muito importante e me faz recordar nesse momento, Cleusa, até porque já que eu tô falando dos romances espíritas, né, e falasse numa forma mais abrangente de obras espíritas, mas lembro muito de uma orientação, né, de de Vony Pereira, que tá no livro de Evaçando Visível, que no caso dos romances espíritas Ela fala algo muito importante que serve muito paraa tua pergunta. Ela diz assim: "O móvel dos romances espíritas é a propaganda da doutrina de modo suave e convidativo, tributando os instrutores espirituais grande apreço a essas obras, por julgarem-nos imensamente úteis pelos exemplos oferecidos aos leitores." Então, é o que o Iras falou no início, né? A importância desses exemplos que eles nos trazem, porque é como uma prevenção. A gente lê um romance espírita, um livro espírita de estudos, enfim, que vai nos chamando atenção para determinadas atitudes que nós em geral tomamos e que nós vamos percebendo que não convém mais para nós, né? que isso
ce espírita, um livro espírita de estudos, enfim, que vai nos chamando atenção para determinadas atitudes que nós em geral tomamos e que nós vamos percebendo que não convém mais para nós, né? que isso está nos causando problemas, tá nos dificultando do relacionamento social, relacionamento com as pessoas. Será que vale a pena modificar isso, melhorar? Então, a gente vai vendo as experiências que eles nos relatam, vai vendo o que que vai dar do certo, o que que não vai dando certo, né? As consequências dessas atitudes, eh, toda a função ali da da ação da lei divina na nossa vida, né? Todas, normalmente as histórias que nos são contadas mostram todas aquelas etapas do arrependimento, expiação, reparação. E isso faz sim com que a gente aprenda e perceba e vá se corrigindo enquanto ainda está aqui, né? Temos essa oportunidade. Então, esse é um é um grande ganho pro nosso processo de crescimento espiritual, de evolução espiritual. Podemos permanecer indiferentes a tudo isso. Claro, podemos, mas sempre nos surge essa oportunidade e é bom que a gente possa aproveitar, né? Porque sempre nos favorece muito, não só individualmente, como também na nas nossas ações aí junto às pessoas que nos seram. Ai, muito bom. Eu eu fiquei encantada aqui te ouvindo, sabe, Lizard? Porque é tu fosse bem assim, eh, prática mesmo, né? Quer dizer, é como se tu vivesse aquela história que tu estás lendo, refletisse e pensa, bom, eu não quero essa história para mim. Para mim é, acho que é mais ou menos isso, Lis, porque normalmente eles nos trazem experiências, eles não contam histórias que se passam em outros planetas, né? Eles contam histórias que se passam aqui na nossa vida de relação, né? Que pode ter se passado comigo em algum momento ou com uma pessoa conhecida próxima de mim, né? Então aquilo tudo já vai chamando atenção e vai fazendo pensar, olha, será que esse é o caminho certo? Será que não é? Então traz essa reflexão que nos permite assim algo preventivo mesmo, né? Não errar mais ou não errar
vai chamando atenção e vai fazendo pensar, olha, será que esse é o caminho certo? Será que não é? Então traz essa reflexão que nos permite assim algo preventivo mesmo, né? Não errar mais ou não errar mais de forma mais grave que depois vá se arrepender mais adiante. Ah, tá bom. E tu, Iraci, querido amigo, alguma contribuição? Eu acho que não só, digamos, de não errar daqui pra frente, né? Mas como eu diria, a nossa vida é uma jornada e no passado às vezes cometemos erros e acertos. erros e os erros que cometemos às vezes no passado, eles ficam ali latente no inconsciente. E quando nós estudamos um a doutrina espírita, refletimos eh pela leitura, pelo estudo, as lembranças dos erros podem ser trazida de volta para o consciente. E daí a gente reflete, né, e interioriza aquele conhecimento. E se uma vez que trouxe de volta, interiorizou e transformou então de algo consciente em aprendizado, em sabedoria, a gente não vai levar aquele erro mais inconsciente para ter que tratar em outra encarnação, porque nós já tomamos consciência que aquilo é é errado, que foi um erro, nos possibilitou a nos perdoar daquele erro e a partir de agora seguir a em frente a vida, né, com leveza, como algo superado, algo que temos plena consciência que não vamos mais seguir por aquele caminho. Então, a leitura não só, digamos, nos projeta no futuro, mas como nos busca no passado para o presente e projetar um futuro mais sereno, eh, com maior sabedoria e menos erros, né? Porque é isso que a lei de progresso espera de nós, né? para que a gente dê esse passinho adiante nessa escala da progressão espiritual para que um dia a gente alcance aquela perfeição moral, né, que é o que a doutrina e Deus espera de nós, né, que a gente se torne seres mais eh perfeitos, né, próximos, chegaram mais próximos ao criador, né? Eu eu brinco assim com os amigos e daci que nem que sejam passinhos de formiguinhas, mas que sejam passinhos de formiguinhas e que não fiquemos estagnados, né? Né? No caminho. E se tiver algo embaixo do tapete, a
assim com os amigos e daci que nem que sejam passinhos de formiguinhas, mas que sejam passinhos de formiguinhas e que não fiquemos estagnados, né? Né? No caminho. E se tiver algo embaixo do tapete, a gente retira e limpa limpa tapete, retira, se segue em frente. Ai, mas aqueles que estão conosco, estão eh nos ouvindo, né? Nós queríamos assim perguntar para vocês, né, se a leitura das obras espíritas pode inspirar um, vamos dizer assim, um aspirante a escritório. Eu aspiro escrever, né? Existe essa possibilidade porque porque vocês estão relatando o escritor não nasce pronto. Eu eu cheguei a essa conclusão aqui, ó. Ele não nasceu pronto, né? Ele se forjou. Bom, mas como é que é isto? Então, há possibilidades para isto? Sim, sem dúvida, né? As obras espíritas elas podem se inspirar pessoas que queiram, que tenham essa familiaridade com a escrita, né? Eh, tem pré-requisito então a Elu eu acho que foi uma coisa que me atraiu muito, por exemplo, do trabalho que eu faço com com os autores espirituais, é que nós nós todos nós gostamos muito de história, né, e gostamos muito de escrever. Então, el Olha lá, Lisar gosta de escrever sobre histórias que se passaram lá no século XIX. Então, é aquela questão da afinidade. Interessante. Aham. Então, seja um autor mesmo, uma pessoa que goste de escrever, que tenha essa habilidade, seja ou por inspiração, sempre o livro espírita pode encorajar, pode estimular essa busca do conhecimento que, né, que que sempre faz parte em todo momento. que como a gente estava conversando antes, até mesmo os autores, né, como no caso do Iras, também tem as os seus os seus espíritos amigos que auxiliam, né? Porque toda vez que uma pessoa se direciona, faz o exercício mental, no sentido de procurar divulgar ideias do bem, ideias que sirvam ao progresso, é claro que os bons amigos espirituais estão ali acompanhando. Talvez essa influência não seja assim tão intensa como no caso de um médium psicógrafo. Ela se dá, ela é mais sutil, não? Ela se dá de outra
laro que os bons amigos espirituais estão ali acompanhando. Talvez essa influência não seja assim tão intensa como no caso de um médium psicógrafo. Ela se dá, ela é mais sutil, não? Ela se dá de outra maneira, mas ela não deixa de acontecer, né? Claro que todos os autores também que tenham esse esse amor no coração, essa vontade de colocar o seu conhecimento a serviço do bem, sempre vão contar em muito, né, com o amparo da espiritualidade. E essas obras servem muito, sim, para inspirar futuros autores. Futuros autores. Então é possível, né, Lisar tá nos dizendo aqui que é possível então termos novos autores, né, e a nossa editora está aí pronta para recebê-los, né, para recebê-los, né? Sabes, Lizard, que eu lembrava de um diálogo que eu tive uma vez com uma companheira, né, e que ela falando: "Não, mas essa obra eh não é mediúnica". Sim, não é mediúnica, mas ela é inspirada. Ela é inspirada, tem a inspiração do alto, né? Os espíritos estão ali atentos, né, para que o bem cada vez tenha mais espaço. Então eles eles inspiram, né, aqueles boa vontade que tem os pré-requisitos, porque aisar já falou, tem que ter pré-requisitos, não é, né? Além do esforço, o pré-requisito do gosto e do da habilidade com a leitura e com a escrita. E tu, Iraci, que que tu recomendas aí para nós com relação a esse? Eu acho que a leitura do livro espírita, a leitura espírita para quem vai escrever, né, um livro espírita, ela é necessária, né? Eu, por exemplo, trabalho com mediunidade também, mas não escrevo livro mediunizado, né? Sim, mas os livros que eu escrevo é pesquisa e e para mim saber onde eu vou buscar, eu tenho que ter lido outros tantos livros, né? Então tem muitas referências de livros que a gente leu, né? E tem uma ideia que a gente vai, digamos, essa ideia foi processada em nós, né? No nosso aprendizado, nas nossas vivências. E nós somos o somatório de tudo isso. Nós somos o que somos nesta encarnação, a nossa personalidade, a nossa visão de mundo. somatória de tudo que lemos, que
o nosso aprendizado, nas nossas vivências. E nós somos o somatório de tudo isso. Nós somos o que somos nesta encarnação, a nossa personalidade, a nossa visão de mundo. somatória de tudo que lemos, que refletimos, que vivenciamos e assim vamos amadurecendo, né, a ponto de tendo a inspiração de escrever um livro, né, o ou o ou receber esse livro pela mediunidade, né, a gente possa colocar no papel, então, essas informações do livro, né, de uma forma madura, serena, né, que seja útil para quem ler, né, E não se não se engane, né? Eh, quem tá escrevendo o livro aprende muito. Ah, sim. E e por com certeza a com maior facilidade, né? Porque precisa estudar, precisa refletir e cresce com isso. É como quem vai fazer uma palestra, né? precisa se preparar, precisa ler, precisa planejar para e com isso ele aprende esse processo continuado de evolução de todos nós. Então é é isso, né? É necessário, é bom, né? É preciso a gente ler, né? Para conhecer a nossa doutrina e e mesmo mediúnico, né? Se não conhecer a doutrina espírita, a pessoa que não conhece a doutrina espírita e e escreve um livro mediúnico, ela pode ser influenciada e escrever coisas que são contrárias até o não estejam alinhada com a doutrina espírita, né? Então o médium precisa fazer esse filtro também, a gente sabe disso, né? Então isso é importante, né? Não sei se eh Alizabe concorda com filtro do médium. muito importante. O médium realmente tem que conhecer a doutrina espírita, porque há há obras que são mediúnicas, mas não necessariamente espíritas, né? Às vezes é mediúnic, interessante essa colocação da Alisp. Então, mas não tem assim aquela afinidade com os princípios espíritas, né? Por exemplo, autores que que não acreditam na reencarnação, por exemplo, que é um princípio espírita. Ah, é um ponto de vista daquele espírito, mas não é um ponto de vista do espiritismo. Então, e como é que a pessoa que lê aquele romance vai distinguir isso também? É bom que estude a doutrina espírita, né, para ter uma ideia de quais são os princípios, quais
o de vista do espiritismo. Então, e como é que a pessoa que lê aquele romance vai distinguir isso também? É bom que estude a doutrina espírita, né, para ter uma ideia de quais são os princípios, quais são as bases da doutrina espírita para poder então distinguir assim esses romances às vezes muito fantasiosos, trazendo descrições fantasiosas do mundo espiritual. Tudo isso a gente tem que se saber distinguir com base no estudo prévio da doutrina espírita, né? Porque senão a gente vai se convencendo de qualquer coisa. Ai, muito interessante, gente, muito interessante mesmo a a colaboração de vocês. Assim, eu fico pensando em quem está nos ouvindo, né? Porque são informações muito significativas, né? Esse cuidado para nós leitores, né? O médium sempre é convidado ao estudo constante, até como como falava antes, né, para ter mais elementos para fornecer para os espíritos, isso ajuda muito e sem dúvida pro nosso crescimento pessoal também é algo que nos faz muita falta, né? E a gente quando psicograf é o primeiro leitor, né? E eu, no meu caso, a história é tão novidade para mim quanto seria para qualquer outro leitor. Eu sou sua primeira leitora do livro, porque a trama vai se desenvolvendo de uma família que eu não tenho. Ah, sim. domínio nenhum sobre aquilo ali. Entendi. Não tem a história pronta, não. Não, a gente vai aprendendo e se emocionando em capítulos. É, só tem que ficar assim sossegadinho com a mente quietinha. Não interfere aqui. Eu tô tentando materializar e Ah, mas eu queria que fosse assim. Não, não é assim. Fica quietinho, escuta como é que vai ser a história aí. Tá bem, tá bem. Vamos lá. Vamos adiante. Muito bom. Muito bom. Da palavra vem a frase da frase, vem. Vai crescer. Nós já vamos é, eu vejo assim que tem tanto pra gente conversar para nosso bate-papo. Ah, você convidou a pessoa que tem paixão para falar disso, né? Deixa falando, eu fico falando aqui até umas 6 horas da gostoso mesmo, né? Espero que quem nos ouve também esteja assim nessa mesma sintonia de de
onvidou a pessoa que tem paixão para falar disso, né? Deixa falando, eu fico falando aqui até umas 6 horas da gostoso mesmo, né? Espero que quem nos ouve também esteja assim nessa mesma sintonia de de aprendizado, né? Juntos aqui. E eu teria uma última pergunta. penso que vocês já falaram, né, mas bem brevezinho assim e já fazendo as suas despedidas e creio que vocês já falaram, mas eu vou tá no meu roteiro aqui, né? Então, como o livro espírita pode contribuir para o crescimento pessoal e espiritual de uma pessoa e isso impactar nos na sua vida de relação? Aí eu vou pedir o auxílio de Emanuel, que nos traz uma frase muito objetiva nesse aspecto, quando diz assim: "O livro nobre nos livra da ignorância, o livro espírita nos livra da ignorância e do mal". Então é nesse aspecto, por livrar-nos do mal, é que ele de fato contribui muito pro nosso crescimento, porque a gente aprende que tem que ficar longe do mal. né, que a prática do mal só nos traz a estagnação. Nada de bom cresce ali. e pelos inúmeros exemplos e conhecimentos que nos chegam dos amigos espirituais, nós somos convencidos disso e dessa maneira, né? Entendendo que o mal, se alguma vez fez parte do nosso modo de agir, tem que ficar no passado, no nosso presente, que a gente se dedique cada vez mais ao bem. E então, finalizando o nosso encontro, gostaria de agradecer imensamente pelo convite. CL, foi um prazer imenso estar aqui junto contigo, com Iraci, com tantas pessoas queridas que estão aqui junto conosco, com as pessoas que estão nos acompanhando pela internet. gostaria de agradecer muito e dizer da minha imensa felicidade de ver aqui a livraria reaberta servindo ao público novamente. É um momento de alegria, de congratulação, de parabéns a todos que participaram aí desse reerguimento, né? Depois de tantos infortúnios no ano passado, agora a gente vê essa livraria bonita, ampla e que recebe a todos com tanto carinho. Parabéns e gratidão a Deus por isso. Obrigado, querida Iraci, por gentileza. Eu acho que é isso, né? A
ano passado, agora a gente vê essa livraria bonita, ampla e que recebe a todos com tanto carinho. Parabéns e gratidão a Deus por isso. Obrigado, querida Iraci, por gentileza. Eu acho que é isso, né? A Elisabe já disse, o livro espírita, a leitura, vai nos levar justamente a nos livrar da grande, do grande mal da humanidade, que é o desconhecimento, a ignorância, né? E e vai nos trazer luzes para um uma nova forma de viver, de agir, eh vai nos levar a refletir e conhecer melhor a nós mesmos. E a gente se conhecendo melhor a nós mesmos, as nossas lado, o lado bom, como se diz, as nossas virtudes, mas também as nossas imperfeições, a gente vai poder entender melhor o nosso irmão, o próximo quando ele erra conosco, né? Perdoar. Então ele vai nos trazer essa fonte de luz, né, de entendimento e de que vai nos levar a uma sociedade mais humana, uma melhoria melhoria das nossas relações humanas com o nosso próximo e para um mundo de paz, né, que é o que a gente espera, de paz, de harmonia, um mundo de fraternidade. E falando em mundo de fraternidade, onde a gente possa nos tratarmos todos como irmãos que a doutrina espírita nos ensina, agradecemos a todos que estão aqui conosco. Agradecemos a Cleos, a área do livro espírita, a área comercial da Ferg, área de comunicação, que todos estão aqui dando suporte para este trabalho de hoje. Somos gratos aos irmãos e irmãs que nos acompanham pela internet aí nos na rede social da nossa Fergs. parabenizamos o esforço de todos que fizeram, né, todo esse processo de reconstrução e sorguimento desta livraria, né, este ponto de luz que nos ilumina aqui na Federação Espírita do Rio Grande do Sul e se reflete pelas livrarias de todos os os postos de livro, né, de todas as nossas casas espíritas e que o livro espírita, né, que foi já no nosso passado, é hoje, né? E será sempre no amanhã. É essa esse repositório de conhecimento, de sabedoria, de acolhimento de todos nós, para que a gente possa cada vez mais nos abraçar como verdadeiros irmãos. É o que Jesus,
é? E será sempre no amanhã. É essa esse repositório de conhecimento, de sabedoria, de acolhimento de todos nós, para que a gente possa cada vez mais nos abraçar como verdadeiros irmãos. É o que Jesus, o nosso mestre modelo guia espera de nós. E que a luz que aqui reflete neste momento, nesta livraria alcance todos os nossos irmãos no nosso estado, nesses países e além, né, nesta nossa humanidade. Muito obrigado, Cleus. Obrigado a todos por esta oportunidade. Eu que agradeço. Eu me sinto muito emocionada. Um sentimento imenso de gratidão a todos que colaboraram para que esse evento acontecesse. Quem nos assiste, se gostou, se manifesta, por favor, né? Eh, contamos com esse olhar atento de todos aqueles que estão conosco, que se gostaram a gente faz de novo, né? Tem proposta de um novo bate-papo aí para o mês de julho, né? para que comemoração do do dia do escritor e estaremos então nos organizando para essa atividade. Nos despedimos, né, dizendo até breve. Muito obrigado a todos. E é como disseram os nossos irmãos, o espaço, a nossa livraria está linda, linda nos dois, nos dois sentidos, tanto fisicamente, vocês estão assistindo com certeza aí encantados, né? Quanto o ambiente espiritual, é uma psicosfera agradávelíssima. Venham desfrutar aqui. Um beijo a todos. Nesta jornada envolvente, cada página convida você a refletir sobre a verdadeira essência da fé e a poderosa força do amor capaz de transformar vidas. O jovem Gesiel, a saga de Gustavo Roman, é mais um lançamento da Fergs Editora, que você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil.
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