Bárbara Britto | JESUS CONVIDA AO EVANGELHO: A PARÁBOLA DO JOIO E DO TRIGO (PALESTRA ESPÍRITA)
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Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando. Queridas amigas, queridos amigos, boa noite a todos. Muita paz. Jesus nos abençoe. Hoje é a primeira sexta-feira do mês, dia do projeto Jesus convida o evangelho. Toda primeira sexta-feira do mês, esse horário, vem uma irmã ou um irmão palestrante que falará sempre de uma passagem do Novo Testamento. Pode ser dos quatro evangelhos, pode ser dos Atos dos Apóstolos, das cartas de Paulo, mas tem que ser algo ligado à doutrina de Jesus. Hoje teremos conosco a nossa querida Bárbara Brito, que irá falar sobre uma parábola que eram histórias de com fundo moral que Jesus contava ao povo. A parábola do trigo e do joio. Antes que vocês tenham a honra de ouvi-la e eu desde já agradeço a presença dela aqui conosco. Nós vamos ler uma pequena mensagem conforme a tradição de cada trabalho espírita sério. Então eu saúdo a todos que estão chegando, a vocês que aqui estão e as que aos que nos assistem pela internet, pelas redes sociais, pela TV comunhão, rádio comunhão e os que irão nos assistir, porque esses estudos, essas reflexões são gravadas e ficam à disposição no canal YouTube, Canal da Comunhão, para quem quiser ouvir na melhor hora da sua agenda. Nós vamos ler como preparação capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Sede perfeitos. O homem no mundo, a questão é para ser espírita e ser bom, espírito bom, precisa andar no mundo todo diferente dos outros. precisa estar sempre se escondendo dos fatos, das coisas, das pessoas. Nada disso. O espírita e o cristão no mundo devem viver como o mundo admite viver. É o que diz o item 10 do capítulo 17. Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração de todos aqueles que se reúnem sob as vistas do Senhor, como nós
undo devem viver como o mundo admite viver. É o que diz o item 10 do capítulo 17. Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração de todos aqueles que se reúnem sob as vistas do Senhor, como nós aqui estamos agora, e que imploram a assistência dos bons espíritos. Para isso, purificai vossos corações. Não consintais que nele demore qualquer pensamento mundano ou fútil. Elevai o vosso espírito a Deus, a fim de que o Senhor, encontrando em vós as necessárias predisposições, possam lançar em profusão a semente que é preciso germinar em vossas almas para depois dar os frutos de caridade e de justiça. Mas não julgueis que convocando-vos incessantemente à prece e a evocação mental, pretendamos que vivais uma vida mística que vos conserve fora das leis da sociedade onde fostes convidados a viver. Não vivei como os homens da vossa época. Como devem viver os homens? Sacrificai até as necessidades e mesmo as frivolidades do dia dia, mas fazei tudo com um sentimento de pureza que possa santificar vossos pensamentos, palavras e atos. Sois chamados a estar em contato com pessoas de naturezas diferentes, de caracteres até opostos. Portanto, não choqueis a nenhum daqueles com quem estiverdes. Respeitai o universo de cada um. Sede joviais, sede ditos. Mas que seja a vossa jovialidade a que provém de uma consciência limpa. Seja a vossa ventura a do herdeiro dos céus, que conta os dias que faltam para entrar na posse de sua herança. Então, as nossas existências na terra é para que preparemos as nossas melhores moradas no mundo real. e originário que é o mundo espiritual. Oremos para podermos passar a palavra à nossa irmã Bárbara Brito. Senhor Jesus, aqui estamos, mestre querido, unidos e reunidos em teu nome. Posso a luz do teu coração aquecer os nossos corações e o ensinamento da tua doutrina, conduzir os nossos passos na vida. permite que teus mensageiros estejam aqui conosco com a equipe de trabalhadores desta casa do caminho, a fim de que nesta noite possamos pensar em ti, falar
outrina, conduzir os nossos passos na vida. permite que teus mensageiros estejam aqui conosco com a equipe de trabalhadores desta casa do caminho, a fim de que nesta noite possamos pensar em ti, falar de ti, comentar a tua doutrina, relembrar os teus ensinos e gravar no imo de nossas almas e no fundo de nossos corações os teus exemplos de filho de Deus, do nosso Messias. do nosso Cristo planetário, que coordena, dirige a nossa humanidade, o nosso planeta e que prometeu entregar a Deus todos nós, sem nenhuma exceção, purificados para vivermos definitivamente para sempre na verdadeira felicidade. Obrigado, Jesus por esta noite, por estarmos aqui. Muito obrigado. Graças a Deus. Então, com vocês a nossa querida Bárbara Brito, trazendo de para nós a lembrança da parábola do trigo e do joio. Boa noite a todos. Então, vamos falar aqui, né, da parábola do joio e do trigo. Vou vou relembrar essa parábola fazendo a leitura dela, tá certo? do Evangelho de Mateus, em que diz o seguinte: "O reino dos céus é semelhante ao homem que semeou boa semente no seu campo, enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a granar, apareceu também o joio. Os servos do proprietário foram procurá-lo e lhe disseram: "Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Como então está cheio de joio?" Ao que este respondeu: "Um inimigo é que fez isso." Os servos perguntaram-lhe: "Quero queres então que vamos arrancá-lo?" Ele respondeu: "Não, para não acontecer que ao arrancar o joio com ele arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aosifeiros: "Arrancai primeiro o joio e atao em feixes para ser queimado. Quanto ao trigo, recolhei-o no meu celeiro." Isso porque o joio e o trigo tem uma aparência física muito semelhante, né? Aí à medida que vão vão aparecendo os frutos, é que dá para para ver a diferença de um pro outro. Então, se não esperasse aparecer, né, eh eh desabrochar, né, então acabaria
sica muito semelhante, né? Aí à medida que vão vão aparecendo os frutos, é que dá para para ver a diferença de um pro outro. Então, se não esperasse aparecer, né, eh eh desabrochar, né, então acabaria arrancando o joio e o trigo junto, então haveria um grande prejuízo. Então não deixa, deixa crescer. Quando fica claro a diferença de um do outro, a gente vai lá e tira o que não presta, direciona pra tratativa e o que presta direciona pra tratativa. E aí, como é que a gente interpreta isso na nossa realidade hoje, né? O que isso significa na minha vida, na minha relação hoje, eh, com as propostas de evolução que Deus me apresenta e providencia para mim. Nós fomos criados por Deus, portanto, temos as suas virtudes em nós. Nós somos a derivação da dos atributos da divindade, certo? Só que como nós somos criados simples e ignorantes, a gente não sabe reconhecer essas virtudes e a gente não sabe utilizá-las em cumprimento a lei de amor, né, a lei da vida, ao que Deus nos criou para fazer. E por isso Deus nos coloca num processo de reforma íntima, que significa o aprendizado, né? eh, o que que eu sou, quais são as virtudes que eu que eu tenho, como utilizá-las, né, na minha vivência e como utilizá-las integrada a lei de amor. Então, à medida que a gente vai progredindo, nós vamos vivenciando essas virtudes e despertando elas na gente, desenvolvendo a habilidade de colocar essas virtudes em prática, certo? Só que enquanto nós estamos absorvendo esses ensinamentos, essa inteligência, desenvolvendo habilidade de lidar com algumas virtudes, continuamos com algumas chagas, continuamos com equívocos, com algumas ignorâncias, porque a gente não aprende tudo de uma vez. E aí eu resgato aqui o capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, onde eh é falado sobre o egoísmo, né? O capítulo 11 chama amar o próximo como a si mesmo. E aí no item 11 e 12 fala do egoísmo. E a espiritualidade nos chama atenção sobre o egoísmo, dizendo assim: "O egoísmo é o objetivo para o qual todos os
pítulo 11 chama amar o próximo como a si mesmo. E aí no item 11 e 12 fala do egoísmo. E a espiritualidade nos chama atenção sobre o egoísmo, dizendo assim: "O egoísmo é o objetivo para o qual todos os verdadeiros crentes devem dirigir suas armas, suas armas, suas forças e sua coragem. Ou seja, o que que significa crentes, né? Eh, quando nós passamos a ter o discernimento do sentido da vida e passamos a compreender que o nosso futuro é a perfeição e que a perfeição significa viver servindo, viver a caridade, viver amando. Então, quando nós entendemos esse sentido da vida, é que nós devemos então canalizar os nossos esforços para vencer o egoísmo. E é interessante porque eles usam dirigir suas armas, suas forças e sua coragem, né? E suas armas aqui, ele tá se referindo a recursos. Então eu vou utilizar de recursos para tentar trabalhar o egoísmo. Eu vou utilizar das minhas forças e da minha coragem. Então isso é interessante porque já é a espiritualidade dizendo o seguinte: "Olha só, o egoísmo faz parte de você, faz parte da sua idade moral". Ok? Então não adianta você não querer ter o egoísmo, ele faz parte da sua ignorância. Agora, entendendo que ele faz parte da sua ignorância e que você está aqui para sair da ignorança, para conquistar a inteligência através da conquista de habilidades, de uma conduta mais amorosa, então se concentra em vencer essas ignorâncias. E aí quando eles focam no egoísmo, eh, eles focam justamente porque assim, o que que é o egoísmo, né? E aí vamos vamos trazer também o conceito do egoísmo, porque às vezes a gente fala assim: "Ah, o orgulho é o pai do egoísmo." Então, o orgulho e o egoísmo é que impedem, é que são as maiores entraves da nossa evolução, né? são os os maiores desafios da gente conseguir vencer essa evolução. Mas a gente pega o orgulho e egoísmo e coloca numa coisa tão tão pesada e tão grande que às vezes a gente vai avaliar e pensa assim: "Mas eu não sou egoísta, eu não sou orgulhoso". Então vamos resgatar o conceito para que a gente entenda que o
ca numa coisa tão tão pesada e tão grande que às vezes a gente vai avaliar e pensa assim: "Mas eu não sou egoísta, eu não sou orgulhoso". Então vamos resgatar o conceito para que a gente entenda que o egoísmo e o orgulho se apresentam na gente de uma maneira muito muito singela, muito simples e imperceptível. Porque o orgulho é justamente o desejo que eu tenho de que as coisas sejam feitas da minha forma, da minha maneira, que aconteça da minha maneira. Esse é o orgulho, tem que ser do meu jeito. E o que que é o egoísmo? Tem que ser em meu benefício, né? Então assim, não importa o efeito, não importa os problemas que isso pode gerar, os desequilíbrios que isso pode gerar na vida do outro. Se atender a minha vontade e me beneficiar, é o que interessa. Então, a gente tem as nossas escolhas no dia a dia, no nosso cotidiano, numa mesa de almoço, né, com pessoas em que às vezes eu não tô disposta a ceder, a flexibilizar a negociação do que a gente vai comer, né? E aí eu exijo, não, gente, vamos comer tal coisa. Aí o outro, ah, não, mas vamos comer tal coisa. Não, eu insisto, vamos comer tal coisa, mas fulano tem alergia. E fulano toma o antialérgico, né? Então, percebe, a gente eh a gente tem essa natureza. Por que natureza? Porque ela é consequente da ignorância. Eu ainda não sei pensar no próximo como eu penso em mim. Eu não sei ser justo integralmente porque eu ainda estou desenvolvendo o senso de justiça. Eu ainda estou entendendo o que é o amor, o que faz bem, o que faz mal. Eu ainda tô aprendendo a discernir. Então eu me equivoco mesmo. E aí vem a espiritualidade, diz: "Olha, é isso mesmo. É isso mesmo. Você tem o egoísmo, tá? e faz parte do seu momento de vida espiritual, da sua idade espiritual, da sua história. Agora, entendendo que você não foi criado para ser assim e que Deus está te dando na encarnação uma proposta educativa, canalize seus esforços pro sucesso disso. Então você tem que focar em vencer o egoísmo, porque sempre que você coloca o seu interesse como centro
us está te dando na encarnação uma proposta educativa, canalize seus esforços pro sucesso disso. Então você tem que focar em vencer o egoísmo, porque sempre que você coloca o seu interesse como centro do todo, você não pensa no próximo. E quando você não pensa no próximo, você não consegue vivenciar o servir, o amor, a caridade. E é isso que te atrapalha. E aí ele eles continuam aqui na no esclarecimento, na espiritualidade maior, dizendo assim: "Que cada um, pois coloque todos os seus cuidados para combater o egoísmo em si, porque esse monstro devorador de todas as inteligências, esse filho do orgulho é a fonte de todas as misérias no mundo." Ou seja, todos os desequilíbrios que nós estamos causando no mundo, é porque estamos colocando o nosso interesse individual como prioritário, ignorando o que está acontecendo ao nosso redor. Aí a gente volta pra parábola entendendo o seguinte: eu sou o meu plantio. Eu fui criada, eu não era nem uma terra pronta. E eu vim através das múltiplas encarnações, preparando mais a terra, recebendo sementes. E essas sementes foram vão, elas vão, né, desabrochando, elas vão crescendo, se desenvolvendo, desabrochando com o tempo. E quando elas desabrocham, eu estou lidando com o efeito do meu plantio, né? Então aí eu, por exemplo, falo: "Ué, mas eu tinha plantado o milho, como é que nasceu batata?" Hum, acho que eu fiz alguma coisa errada, não é assim? Se a gente vai fazer plantar alguma coisa, se se nasce algo diferente do que eu plantei, eu fiz alguma coisa errada. Então, o efeito me ensina. Aí eu vou lá e ajusto a terra e eu busco outras sementes e tudo mais. Então o que que Jesus quis dizer? Ele quis dizer assim: "Tudo tem seu tempo, né? Iremos separar o joio do trigo em você, porque você no seu desenvolvimento tem virtudes e tem ignorâncias e comete equívocos, né? Então, iremos separar isso e mais não só separar, iremos solucionar a praga. Quando ele direciona, pega o o joio e põe na fogueira. O que que é a fogueira? São as nossas propostas
omete equívocos, né? Então, iremos separar isso e mais não só separar, iremos solucionar a praga. Quando ele direciona, pega o o joio e põe na fogueira. O que que é a fogueira? São as nossas propostas educativas, são as expiações e as provas, né? Ou seja, eu estou vivenciando desafios através das provas e expiações que despertam em mim uma nova inteligência, uma nova habilidade, um novo conhecimento. E aí quando eu aprendo esse equívoco, eu já não cometo mais. E aí quando a gente fala aqui de aprendizado, não é no conceito. Quando eu aprendo na vivência, eu desenvolvo uma nova conduta, então aquela ação eu já não tenho mais. Então é importante a gente entender, porque quando a gente lê a palavra, a a parábola do joio, eh, e do trigo, a gente tende a terceirizar as responsabilidades das nossas dores e dos nossos problemas. Quer dizer, eu estou aqui fazendo o plantil do trigo e alguém, o outro vem e coloca praga no meu plantilo. E aí vira uma bagunça. Quer dizer, o outro vem me causa dor, o outro vem e me causa prejuízo. Tem que espurgar o outro, pai, né? como uma criança eh ainda não desenvolvida, que está com raiva do irmão que veio e bagunçou o quarto dela, usou o brinquedo dela. Pune meu irmão, pune meu irmão, pai. Eu eu odeio o meu irmão, né? Eu não quero meu irmão por perto, mas esse inimigo que vem e planta o joio no meio do trigo não é o outro, é o meu egoísmo, é o meu orgulho que faz com que eu interprete as coisas de uma maneira equivocada. Então, em mim as coisas se misturam. Eu tenho pensamentos positivos, mas eu também tenho pensamentos negativos. Eu sinto raiva, mas eu também sinto amor. Eu sinto rancor, mas eu também perdoo. Eu não sou todo trigo, mas eu também não sou todo joio. E aí, à medida que a gente vai se motivando a melhorar, a gente quer arrancar o mal da gente. Eu não quero ter imperfeição, eu não quero cometer equívocos, eu quero assistir uma palestra e mudar depois da palestra. Eu quero ler um livro e mudar. Eu quero acordar amanhã sendo como
mal da gente. Eu não quero ter imperfeição, eu não quero cometer equívocos, eu quero assistir uma palestra e mudar depois da palestra. Eu quero ler um livro e mudar. Eu quero acordar amanhã sendo como Jesus. Mas não é possível. Aí vem Jesus e diz: "Hum, não tem como. Você vai ter que primeiro confrontar o efeito do que você faz para aprender a curar, a reparar isso tudo no seu tempo." E ele fala na maior tranquilidade. Não, não precisa arrancar, porque se você for tentar arrancar o joio, você vai acabar arrancando o trigo. Que que ele tá dizendo? A gente só carrega a cruz que a gente consegue carregar. Eu não estou pronta. Eu ainda não vou conseguir deixar de cometer um equívoco, porque eu não estou pronta para compreender esse tema. Eu não desenvolvia ainda a inteligência de maneira que eu consiga mudar o meu comportamento por vontade própria. Então, percebe que a gente tem algumas falhas, algumas imperfeições que a gente já reconhece que tem, mas a gente ainda assim não consegue mudar, né? a gente se pega no flagra, hum, fiz de novo. Então, no conceito eu já reconheço que existe. No conceito eu já reconheço que eu preciso melhorar. Mas melhorar é um processo de tentativa de nova conduta. Aí eu lido com efeito, aprendo algo, tento uma outra conduta e assim eu vou indo sucessivamente até alcançar a nova conduta e essa nova conduta virar um comportamento padrão. Então, a mudança é um processo, é um exercício contínuo de tentativa, erro, tentativa erro, até a gente acertar, gostar e ficar, né? Então, a por mais que conceitualmente eu eu saiba que eu que eu preciso melhorar isso, porque tá me pondo em prejuízo, tá pondo outro em prejuízo, eu ainda não sei ser diferente. Então, eu vou exercitando. Agora, temos as características equivocadas que a gente ainda nem reconhece, que a gente acha que tá certo. E pode procurar na sua vida há 10 anos atrás ou 20 anos atrás. Com certeza você fazia coisas que hoje você não faz, mas na época você fazia achando que era certo. Você
, que a gente acha que tá certo. E pode procurar na sua vida há 10 anos atrás ou 20 anos atrás. Com certeza você fazia coisas que hoje você não faz, mas na época você fazia achando que era certo. Você defendia, você fazia com a consciência tranquila, porque você achava que era certo e hoje você já não considera certo. Percebe? Olha, a maturação é um processo. E por que que hoje você reconhece que não faz bem? Na época você achava que não tinha problema, mas agora você acha que tem. Por quê? Por causa dos efeitos. Você foi tendo que lidar com os efeitos, entende? O desabrochar desse plantil te causou dor, te causou prejuízo, te causou desconforto. Então você foi mexendo na terra, replantando, buscando outras formas. E hoje você tem isso maduro. Hum. Essa semente eu nem compro mais, porque eu sei que não vai dar um bom resultado. Eu não tenho nem vontade. Não é que eu não tô fazendo porque a regra diz que eu não devo fazer. Eu não estou fazendo porque eu não quero, eu mudei, eu não concordo. Entende? Esse processo de maturação é ele requer tempo, ele tem uma quilometragem porque é um efeito que me gera uma reflexão. A, eu vou lidar com isso, gera um outro efeito, que me gera outra reflexão, aí eu vou lhe dar outra forma, aí gera um outro efeito, entende? É gradual. No no livro dos espíritos tem uma passagem chamada lei do progresso e lá explica: "O progresso se dá um passo por vez, não tem salto, não tem como, é lei, é um passo por vez. Então a gente tem que respeitar o processo." Foi isso que Jesus estava nos ensinando. Respeita o processo, né? A a não acontece da noite pro dia, não é? Porque você sabe que embaixo da terra tem o joio que você vai chegar lá e e cavando os buracos e tirando. Não é assim? Calma. E é importante a gente ter essa consciência porque às vezes a gente se cobra uma agilidade no nosso processo de aperfeiçoamento destrutiva, porque a gente se destrói, a gente se pune, a gente falta com autoamor, a gente se envergonha, aí a gente fica com medo de errar de novo, aí
agilidade no nosso processo de aperfeiçoamento destrutiva, porque a gente se destrói, a gente se pune, a gente falta com autoamor, a gente se envergonha, aí a gente fica com medo de errar de novo, aí a gente não faz, não tenta de novo. A gente não tenta porque a gente tem medo de errar. A gente vai vivendo cada vez menos, se isolando, evitando por medo de errar, né? E Jesus vem com a tranquilidade, não é? É é natural, né? Vai lá, vai crescer, vai aparecer, né? O joio está aí, ele vai aparecer. Então, vamos eh respeitar o processo para que aí sim a gente consiga retirar isso. E é isso que Deus faz com a gente. Ele respeita o nosso tempo, ele respeita o nosso processo e ele personaliza o nosso processo. Por isso que cada um de nós tem uma roupagem física diferente, tem uma história diferente, um contexto diferente, bagagens diferentes. Deus cuida da gente assim individualmente. O tempo que o joio vai se apresentar no meu jardim é diferente do seu. Então eu não posso, ai agora que eu tirei o joio, né, do meio do meu trigo, eu não posso exigir que você não tenha joio com o seu, porque eu cheguei no momento em que eu estava pronta para tirar e você chegou, entende? Quem tem condição de saber disso? Deus. Por isso a gente tem que confiar na condução divina. E aí quando Jesus então fala: "Olha, pega a o quando a gente for fazer a colheita, a gente vai pegar o joio, vai jogar lá na na vai vai queimar ele e aí a gente pega o trigo e coloca ali ah no depósito." A questão da desse queimar não é no sentido de uma punição. Ahã. ou de uma negação, abandono, uma separação, uma humilhação, né? O errado tá lá, o certo tá lá. Não é no sentido de vamos dar a este fruto a devida tratativa pelo bem do todo, pela harmonia do todo. Então, se você tem um equívoco, que é esse joio que tá aí, quando você estiver pronto, eu, Deus Pai, vou providenciar uma experiência junto a esse joio para que você cure, para que você não se equivoque mais. Por, meu filho, se eu não te ensino, daqui a pouco você tá de novo usufruindo
eu, Deus Pai, vou providenciar uma experiência junto a esse joio para que você cure, para que você não se equivoque mais. Por, meu filho, se eu não te ensino, daqui a pouco você tá de novo usufruindo desse joio. Você nunca vai se libertar, você nunca vai aprender a dominar a construção de um plantil com responsabilidade, com a devida harmonia que você, filho, merece. Porque eu te criei para essa harmonia. Eu te criei para viver em paz. E para ser feliz, então eu vou te ensinar. Sempre que desabrochar em você uma praga, nós vamos juntos trabalhar esta praga. E esse é o processo de reforma íntima. Vamos celebrar e usufruir das virtudes dos trigos, que você fez um excelente plantio. Parabéns, meu filho. Enquanto vamos celebrar e usufruir dessa virtude, vamos trabalhar as pragas. Porque se você somente celebrar o que você conseguiu alcançar de maturidade e de evolução, você sempre vai levar com as virtudes equívocos. Então você não vai conseguir usufruir da harmonia porque junto do seu trigo sempre estará o joio atrapalhando, né? Então, eh eh eu costumo muito fazer a analogia da de uma caminhada, né, uma estrada em que a gente tem aqui dois meio fios. É o meio fio, a calçada da direita, a calçada da esquerda. De um lado estão as minhas virtudes, do outro lado estão as minhas ignorâncias. Enquanto eu estou utilizando as virtudes na minha conduta, eu estou trabalhando as minhas ignorâncias. Pois bem, então dentro de uma teoria, OK, a gente consegue compreender, mas e isso no dia a dia? No dia a dia, na minha realidade de vida, eu desperto de manhã para viver a minha vida e me levanto para me ajeitar, me arrumar e tudo mais. e estou engajada em cumprir com as minhas tarefas, estou otimista, estou honrando com com os meus deveres no lar, com a família e com as pessoas. E aí de repente eu tô fazendo um café da manhã, né? Eu recebo uma mensagem com uma notícia que me frustra. Então, eu tenho uma uma provocação, tenho uma ocorrência externa que provoca em mim a minha os meus
e repente eu tô fazendo um café da manhã, né? Eu recebo uma mensagem com uma notícia que me frustra. Então, eu tenho uma uma provocação, tenho uma ocorrência externa que provoca em mim a minha os meus frutos, a minha inteligência. E a partir dessa mensagem, a depender da informação que ela me traz, eu utilizo do meu trigo ou eu utilizo do joio, né? Então, veja bem, eu amanheci engajada em seguir com responsabilidade, com alegria, com bem-estar, mas eu fui provocada, veio um fator externo. E aí é a hora que a gente vê o que que está no nosso plantio. Às vezes a gente acha que, como vem o início da parábola, né? Bom, você não plantou boas sementes, como assim tem joio, né? Então, às vezes a gente acha que que tá seguindo um caminho e que tá bacana e que a gente tá higienizando o nosso plantil, que a gente tá com bons frutos, tá tudo indo bem, aí vem um fator externo, por isso que eles colocam no inimigo, né? Eh, o joio tá em mim, é meu, mas eu tenho o contato com essa praga através de uma provocação, entende? Então, eu sinto raiva com aquela mensagem. E aí é onde eu lembro, hum, a raiva ainda mora em mim. Se eu não sou provocada pelos fatores externos, né? E aí eu não tenho esse sentimento. Então, eh, quando a gente vai num retiro espiritual, como é que é, né? A gente passa dois, três dias, eu sempre comento isso, ã, voltado só ao bem, né? A gente agradece, a gente reza, a gente abraça, a gente diz: "Eu te amo, perdão, obrigada". E aí quando a gente vai embora desse retiro, a gente acha que santificou, né? A gente sai, zem, a gente sai, nossa, eh, quanta bobagem eu pensava, quanta bobagem eu fazia e mudei. Não vou mais fazer isso não. Eu, eu agora e santifiquei, né, me elei e aí vem Deus e fala: "Ah, meu filho, você não tem ideia do que está embaixo dessa terra. Eu vou fazer crescer, eu vou fazer desabrochar para você ver e curar. E aí vem as provocações externas através de nós mesmos, das pessoas. a o outro cria essa provocação e a partir do que o outro está fazendo, eu
crescer, eu vou fazer desabrochar para você ver e curar. E aí vem as provocações externas através de nós mesmos, das pessoas. a o outro cria essa provocação e a partir do que o outro está fazendo, eu utilizo o que eu tenho de bagagem, de conhecimento, de conceitos, de crença, de habilidades de lidar. Então, às vezes a gente se surpreende com a gente mesmo. Nossa, eu agia assim. Nossa, que pensamento é esse que eu tô tendo? Hum, eu falei isso. A gente se surpreende com a gente mesmo e aí a gente sente ainda mais raiva e atribui ao outro. O outro me fez fazer isso. Não, eu só estou fazendo isso porque eu tenho isso no meu plantio, entende? Então, Deus utiliza dessas provocações externas para me apresentar a mim mesmo. Esse é o autoconhecimento. O autoconhecimento não é uma revistinha em que a gente preenche qual é a cor que eu mais gosto, o tipo de filme, o que que eu faço, meu signo. Não. Lógico que a depender da distância que você tem do autoconhecimento, existem sim processos terapêuticos que começam por aí, mas o processo de autoconhecimento não tá no conceito, ele tá na vivência. Quer dizer, sou eu tendo contato com as minhas verdades de ação, de reação, de atitude, de pensamento, de sentimento. E eu tendo consciência do que isso significa. Quer dizer, veio uma provocação, eu senti raiva, opa, reconheço, eu estou sentindo raiva e aí eu começo a buscar por eu estou sentindo raiva porque outra pessoa no meu lugar não necessariamente vai sentir o que eu estou sentindo, não necessariamente vai reagir como eu estou reagindo. Então isso aqui tá falando de mim. E se Deus permitiu que essa provocação acontecesse, não é porque ele está me testando, me provocando. Deus me conhece, ele quer que eu conheça, ele quer que eu saiba, porque se eu não souber que eu tenho esse joio, eu não vou pegar o joio para queimar, eu não vou curar o problema. Então, se eu passar a minha vida em retiros espirituais, retiros espirituais e retiros espirituais, eu não vou ter contato com as chagas que existem em
joio para queimar, eu não vou curar o problema. Então, se eu passar a minha vida em retiros espirituais, retiros espirituais e retiros espirituais, eu não vou ter contato com as chagas que existem em mim. E como hoje o mundo está nos oferecendo uma série de recursos, a gente tem que vigiar, porque às vezes a gente tá utilizando esses recursos como fuga desse confronto consigo mesmo. Eu fujo de tudo que me provoca. Eu vou morar longe de todas as pessoas que me provocam. Eu me mudo. Eu mudo as coisas. Eu eu estou o tempo todo ou busco formas de entorpecer as minhas emoções, porque eu não quero sentir essa raiva de novo. Então, me dá alguma coisa que eu não sinta essa raiva, né? Então eu estou se eu pegasse esse plantio e colocasse coqueiros e árvores prontas, grandes, e olhasse pro plantio só da janela lá de cima. Ai como tá lindo, porque eu não quero enxergar as verdades que estão nascendo e acontecendo ali. Mas eu posso fazer isso? Pode livre arbítrio são escolhas. Acontece que se você escolhe fazer isso, você não resolve as suas ignorâncias, você não desenvolve a inteligência, você não desenvolve a habilidade. Então você sempre vai viver mais do mesmo. Você não se liberta. Você fica sempre refém dessa situação. Sempre que te provocam dessa forma, você sente raiva, você se perturba. Sempre será assim. Você sempre vai estar aprisionado nessa cólera porque você não desenvolveu a habilidade de lidar com isso. Então, quando Deus permite que haja essa provocação, ele quer que você perceba para curar. Por isso ele é muito cirúrgico. Espera, respeita o tempo. Quando for a hora, vamos pegar isso e vamos dar o devido fim. Vamos dar a devida tratativa para os dois frutos. Para os dois frutos. Ele cita os dois, né? Então, eh, é assim que eu devo entender o joio e o trigo na minha vida, no dia a dia. Tudo é uma provocação para um autoconhecimento. Por mais que eu esteja xingando o outro, com raiva do outro, colocando e e por mais que o outro esteja sendo injusto, por mais que o outro esteja
a dia. Tudo é uma provocação para um autoconhecimento. Por mais que eu esteja xingando o outro, com raiva do outro, colocando e e por mais que o outro esteja sendo injusto, por mais que o outro esteja sendo abusivo, desrespeitador, né, que ele, por mais que ele esteja desrespeitando, esse equívoco, essa falta é sobre ele. E como Deus é justo e bom, Deus irá providenciar na vida dele a reparação, porque esse é o joio dele e ele vai ter que tratar o joio dele. Isso é entre ele e Deus. O que eu tenho a ver com isso não é sobre o joio dele. O que eu tenho a ver com isso é que o joio dele me provocou o contato com o meu joio. Hum. Agora eu tô com esse joio aqui, vou ter que tratar. E deixa ele com Deus. Só que às vezes a gente acaba colocando as nossas energias no julgar do outro, na em querer aplicar a justiça ao outro, em querer eh se vingar, em querer responder. Então, a gente começa a vivenciar as nossas disputas, porque eu não aceito que o seu joio provoque o meu. Aí eu começo a apontar o seu e criticar o seu e reclamar do seu e aí, ó, é muito mais fácil eu pegar o meu olhar e tirar aqui. Eu não eu não preciso cuidar. Dá trabalho eu pegar, esperar ali, aí pega o joio, aí eu tenho que tratar, eu tenho que viver minhas expiações, eu tenho que viver minhas provas, eu tenho que entender que que eu tô sentindo, eu tenho que buscar recursos para lidar com aquilo. Se eu estou sentindo raiva é porque eu não sei lidar de forma diferente. Como é que eu vou lidar com isso de forma diferente? A raiva é um sentimento real, ela é legítima. Ela está aqui. OK, já entendi na teoria que a raiva me faz mal. Gostaria de não sentir, mas está aqui. Eu estou sentindo. Como eu lido com isso? E Deus está tranquilo dizendo: "É isso mesmo, meu filho. Eu sei que você tem a raiva. Eu queria justamente que você percebesse que você tem. Vamos buscar uma forma diferente, vamos tentar fazer diferente. Não tem problema você sentir raiva. A raiva é coerente com a sua idade moral. Você tem ignorâncias, não tem
ocê percebesse que você tem. Vamos buscar uma forma diferente, vamos tentar fazer diferente. Não tem problema você sentir raiva. A raiva é coerente com a sua idade moral. Você tem ignorâncias, não tem problema. O que o que a gente agora precisa decidir é como vai lidar com isso, porque a maneira que vocês lidar com isso pode causar mais problemas ou pode solucionar. Então, se você pega, você tá em contato com esse joio, sente raiva aí, vai nesse no seu plantio, começa a bagunçar tudo, jogar para cá, para lá, você agrava a situação, entende? Então, não tem problema eu reconhecer, pelo contrário, isso é autoconhecimento, isso é reforma íntima, isso é evolução. Estou reconhecendo chagas, estou reconhecendo pragas, não sei lidar com isso. Aí eu vou buscando conhecimento. Eu vou buscando recursos que me direcionem, que me ajudem a compreender porque que eu sinto isso, porque eu rejo dessa forma, quais outras maneiras existem da gente lidar com essa situação. Eu posso buscar uma troca com pessoas que já vivenciaram essa experiência e que hoje conseguem lidar melhor com a situação. eu vou buscando a solução. E aí a espiritualidade continua aqui elucidando nessa passagem do egoísmo, dizendo assim: "Se os homens se amassem mutuamente, a caridade seria melhor praticada, mas seria preciso para isso que vos esforçasseis em vos desembaraçar dessa couraça que cobre o vosso coração, que é o egoísmo." Então, de novo, a espiritualidade está dizendo, eh, a gente vai precisar vencer o egoísmo, porque ele é uma verdade que existe entre nós. É uma verdade que existe dentro da gente por causa da ignorância. A gente ainda está focado no eu, eu, eu, somente eu, né? E aí eles estão dizendo: "Olha, é realmente seria maravilhoso se todo mundo se amasse e todo mundo fizesse a caridade". E é possível, mas a gente só vai alcançar aquilo se você se esforçar para vencer o que te atrapalha, que é o egoísmo. Você só vai conseguir melhorar o seu plantil se ao enxergar o joio separado do trigo, você tratar o joio. É
só vai alcançar aquilo se você se esforçar para vencer o que te atrapalha, que é o egoísmo. Você só vai conseguir melhorar o seu plantil se ao enxergar o joio separado do trigo, você tratar o joio. É isso que eles estão dizendo no seu tempo, no tempo de aparecer. Aí ele aí eles continuam: "A a dureza mata os bons sentimentos". Aí vão indo, indo. Se a caridade reinasse na terra, o mal não teria mais predominância. Então, por que que eles trazem a caridade? Porque a caridade é pensar no próximo, é considerar o próximo. Para eu pensar no próximo e considerar o próximo, eu não posso colocar o meu interesse como o único a ser atendido. Eu já começo a trabalhar o egoísmo em mim. um um lugar, né, na vida que a gente consegue ter muito contato com isso, com o nosso egoísmo, nosso orgulho, é no trabalho, nas mesas de reunião, nas discussões de ideias, nas propostas de soluções. lugar que é muito comum a gente querer impor as nossas ideias, a gente querer que o outro pense como a gente, a gente querer que a empresa tome a decisão coerente com o nosso entendimento. E por mais que a gente domine o tema e a gente realmente saiba qual é o melhor caminho, quando eu quero impor isso ao outro, eu estou desrespeitando o processo de amadurecimento dele. O que eu sei? Eu sei porque Deus me proporcionou caminhos que desenvolveram essa inteligência em mim. Se o outro ainda não sabe, é porque ele ainda não teve essa oportunidade. Então, não é hora de eu reduzi-lo, é hora de eu respeitar que nesse setor eu já pude aprender, ele ainda não. Então, a gente vai ter que flexibilizar, porque se ele impuser o dele pode causar o prejuízo, se eu impuser o meu pode causar o prejuízo. Então, a gente precisa combinar como que a gente pode fazer para ter o menor impacto possível para todos. Agora, quando eu coloco somente o meu desejo a qualquer preço, eu atropelo tudo e todo mundo. Eu não respeito a sua ignorância, eu não respeito a sua incapacidade, a sua incompetência. E aí a gente começa a guerrear. E se não for do meu jeito, eu
qualquer preço, eu atropelo tudo e todo mundo. Eu não respeito a sua ignorância, eu não respeito a sua incapacidade, a sua incompetência. E aí a gente começa a guerrear. E se não for do meu jeito, eu quero eliminar quem não patrocina do meu jeito, como fizemos com Jesus. Poxa, Jesus, você não tá ajudando, você tá desmascarando a gente. Se você não quiser fazer do nosso jeito, a gente vai ter que te eliminar. Percebem? A gente faz isso. Aí eles concluem, né? dizendo assim: "Com o egoísmo e o orgulho que andam de mãos dadas, haverá sempre um caminho para para o mais sagaz, uma luta de interesses, onde são pisoteadas as mais santas afeições, onde os laços sagrados da família não são mesmos respeitados." Por que que eles trazem os laços sagrados da família? Porque Deus, na sua perfeição, criou um sistema familiar que nos põe dependentes uns dos outros. Então eu só venho se houver uma união mesmo que orgânica e somente com foco orgânico, pode ser físico, mas somente tendo essa união para que se unem em responsabilidades comigo. Então eu venho num corpo totalmente limitado e totalmente dependente dessas inteligências e aí elas precisam fazer acordos. se elas se amam, se elas têm um bom convívio, uma boa relação, elas conseguem eh unir a família fisicamente e e manter todos juntos no mesmo ambiente. Se elas não têm esse tipo de relação, elas vão ter que fazer acordos, porque as duas pessoas passam a ter responsabilidade sobre esse ser que vem em dependência. E esse ser quando vem afeta a todos. Ele chora de noite, ele não deixa as pessoas dormirem. Já pensaram que isso foi criado por Deus com um propósito? Ele chora e ninguém sabe o que que é. Se ele tá com fome, se ele tá com a fralda suja ou se ele tá com sono, ou se ele tá doente, se ele tá com dor. Ninguém sabe. Aí a gente começa a se unir. Olha, eu acho que é isso, eu acho que é aquilo. Aí vem o sai daqui, não me atrapalha. Aí começa aquele convívio, aquela coisa que nós estamos convivendo e lidando uns com os outros com o nosso
e unir. Olha, eu acho que é isso, eu acho que é aquilo. Aí vem o sai daqui, não me atrapalha. Aí começa aquele convívio, aquela coisa que nós estamos convivendo e lidando uns com os outros com o nosso eu. Então, se eu ficar toda hora tentando impor o eu na família, eu desconstruo a proposta dessa junção, que não é essa junção hipócrita. Nós somos felizes e amamos uns aos outros. Nós não sentimos raiva um do outro. Não, o conceito de uma família de sucesso não tem a ver com sentimentos que não fazem parte da nossa realidade. Não tem a ver com essa hipocrisia, com o conto de fadas. Tem a ver com crescimento mútuo. Todos estão se ajudando a crescer. Todos estão provocando uns nos outros o autoconhecimento e a reforma íntima. Porque para que tenhamos um bom convívio, eu vou ter que ceder a caridade, eu vou ter que considerar o outro. Por isso que eles trazem aqui na nessa conclusão a eh que não tendo, né, a caridade, a dedicação, ou seja, tendo o egoísmo como nosso motivador de vida, esses laços sagrados não são respeitados. Todo o mecanismo que Deus criou para nos ensinar a se relacionar uns com os outros, considerando o próximo como consideramos a nós mesmos, é descartado. Então, a gente desencarna com a mesma ignorância de que a gente veio, porque o tempo todo eu foquei só em mim, na minha vontade. Eu não exercitei o servir, né? Eu não exercitei o amor ao próximo. Então a espiritualidade vem e diz: "Olha, hoje o que te distancia dessa compreensão é esse egocentrismo, é o egoísmo. O egoísmo que está em você é o joio que está com trigo. Você é trigo, você é filho de Deus, você tem os atributos da divindade, mas tem a inteligência desenvolvida e tem as ignorâncias. Então, eh, interaja com as provocações da vida com gratidão, entende? Não é a gratidão de, ah, pai, obrigada, eu estou sentindo dor, adoro sentir dor. Não, seria hipocrisia também, né? A dor dói, a dor incomoda e e ela incomoda de propósito, né? Deus nos deu a dor como uma grande aliada. É a dor que me faz, tem alguma
sentindo dor, adoro sentir dor. Não, seria hipocrisia também, né? A dor dói, a dor incomoda e e ela incomoda de propósito, né? Deus nos deu a dor como uma grande aliada. É a dor que me faz, tem alguma coisa que precisa ser corrigida. Se não fosse a dor, a gente não iria se movimentar para crescer, né? Então ela ela tem esse desconforto, por isso é o desconforto que me faz querer resolver, querer solucionar, buscar novos conhecimentos. Então a dor é uma aliada. Agora a provocação então que que eu recebo vem gerador para que eu me cure, não é para que eu duele, para que eu eh vá competir, vá guerrear, não tem a ver com Deus só deixou que o outro me provocasse para que eu trabalhe isso aqui. E eu só teria contato com esse essa praga através de uma provocação como essa. Então foi o João, mas poderia ter sido a Maria, poderia ter sido poderia ter sido qualquer pessoa, porque Deus nos usa como instrumentos na vida uns dos outros. Então, meus irmãos, saibamos nos enxergar como o nosso próprio plantilo. Tenhamos amorosidade com a gente, tenhamos paciência com a gente, temos sim as chagas em nós. que o alto, né, Deus, Jesus, nosso irmão mais crescido, os nossos amigos espirituais mais desenvolvidos, não estão nos criticando por sermos quem somos, porque o que somos é uma coerência da nossa história. Fomos criados ignorantes, então é claro que temos a ignorância, por isso que eles trazem com muita tranquilidade. É isso mesmo. Olha, o egoísmo está em você. você só vai conseguir resolver se você trabalhar ele. Então, tenha essa amorosidade consigo mesmo. É isso mesmo. Eu tenho, eu tenho essas pragas e e sei que Deus vai providenciar provocações através dos outros, através das relações, das experiências, dos compromissos. Deus vai provocar em mim o contato com as minhas chagas. Não para, eh, me reduzir, eh, não é para eu sentir vergonha, é para que eu tenha o autoconhecimento, para que eu tenha contato com o que eu preciso curar. E aí, comprometida com o meu desenvolvimento, eu vou atrás dos
reduzir, eh, não é para eu sentir vergonha, é para que eu tenha o autoconhecimento, para que eu tenha contato com o que eu preciso curar. E aí, comprometida com o meu desenvolvimento, eu vou atrás dos recursos para isso. E é só isso. Ou seja, respeitemos o tempo de Deus, respeitemos a forma de Deus, a providência divina. E ao sermos apresentados às nossas pragas, né, ou seja, com paciência, aguardemos tudo ao seu tempo. Tudo vai acontecer na decisão de Deus, porque ele nos ama. ele é muito responsável com a gente. E aí quando chegar essa hora, vamos tratar com responsabilidade, com compromisso, com amorosidade, com paciência. Isso é o chamado paraa evolução, paraa reforma íntima, porque fomos criados pro amor. A felicidade está no amor. Chegaremos lá. desde que a gente tope canalizar os nossos esforços para essa cura. Muito obrigada, meus irmãos. Boa noite a todos e tenham todos um bom fim de semana. Então, queridas irmãs, queridos irmãos, aprendemos a traduzir a história que Jesus conta para o nosso dia a dia. O mundo tem pessoas boas, pessoas não tão boas e outras que estão aprendendo ainda. O que eu aprendi hoje com a Bárbara junto com vocês é que o joio não é cortado quando está crescendo, porque ele será transformado por um processo de esforço em trigo. O trigo se transforma em um trigo mais puro e o joio vai se transformando em trigo com as suas existências. É o espírito humano evoluindo. Então a nós agradecemos de coração a esse comentário, a essa reflexão. Vamos orar e convidamos as nossas irmãs que vão orientar o passe para elas poderem fazer a chamada de acordo com as novas regras. Vamos orar pelos nossos irmãos que ainda estão muito atribulados com o egoísmo, o orgulho, a ambição, pedindo a Deus por eles. Senhor Deus, Pai dos que choram, dos tristes, dos oprimidos, fortaleza dos vencidos, consolo de toda dor, embora a miséria amarga do pranto de nossos erros, neste mundo de desterros, clamamos pelo vosso amor. nas aflições do caminho, na noite mais dolorosa. Vossa fonte generosa é o bem
onsolo de toda dor, embora a miséria amarga do pranto de nossos erros, neste mundo de desterros, clamamos pelo vosso amor. nas aflições do caminho, na noite mais dolorosa. Vossa fonte generosa é o bem que nunca secará. Sois em tudo a luz eterna da alegria e da bonança. Sois nossa porta de esperança que nunca se fechará. Quando tudo nos despreza, Senhor, neste mundo de iniquidades, quando vem as tempestades sobre as flores da ilusão, ó Pai, sois a luz divina, o cântico da certeza, vencendo toda as pereza, vencendo toda a aflição nesses dias dessas nossas vidas, no abandono ou no tormento. Trazei-nos o esquecimento da sombra, da dor e do mal, e que em todos os instantes nós sintamos a luz da vida renovada, redimida na tua paz deitosa e imortal. Agradecemos a Deus, ao Cristo, aos bons espíritos e a cada um de vocês aqui presentes. E em nome do Pai, pedimos que a todos nos abençoe e nos conduza na sua paz. Graças a Deus. Vamos ao nosso serviço do passe aos que desejarem. Uma boa noite a todos. Muito obrigado pela presença. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos
eus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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